Deve a área do ESG /Sustentabilidade gerenciar o QSMS-RS?

Ainda é muito comum assistir o RH como gestor de ESG /QSMS-RS e, mais comum ainda assistirmos profissionais da área de comunicação, marketing, advogados na Direção da Sustentabilidade Corporativa /ESG e até mesmo responsável área de relação com as comunidades.

Vai entender!!

O típico organograma corporativo não é o mais o mesmo!

Evoluiu da grande quantidade de caixinhas para uma estrutura mais limpa, linhas pontilhadas em grande parte desapareceram e o departamento de QSMS-RS que sempre foi movido ao redor finalmente está tendo seu próprio espaço graças a uma cultura de gestão de sustentabilidade cada vez mais exigida pelas partes interessadas.

Não sei quantas vezes presenciei o departamento de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade mudar de diretorias nesses anos de trabalho, até chegar a sua própria diretoria (raro, mas estamos chegando lá).

No entanto, em muitas organizações, os profissionais ainda preencham um papel de objeto específico da gestão, sem uma visão ampliada da posição.

Neste modelo de organização, supervisores e gerentes operacionais tendem a deixar os profissionais de QSMS-RS gerenciar o QSMS-RS enquanto eles cuidam dos “negócios e produção”, acreditando que não tem nada a ver com a sustentabilidade do negócio.

Aí encontramos a diferença em quem somente tem uma política e um setor de QSMS-RS pela ” exigência do cliente” e as que realmente têm a cultura de QSMS-RS & Sustentabilidade disseminada entre seus colaboradores.

Infelizmente, e ainda comum, lembra-se do QSMS-RS quando acontecem eventos desagradáveis!

Nesses + 35 anos trabalhando na área, ainda soa em minhas memorias as expressões ou reclamações que sempre ouvia, de que a ” culpa era do QSMS-RS ou pela ausência deles”, que não foi posto um cinto, ou um capacete ou causou um derrame de óleo e por isso o acidente aconteceu.

Sempre pensava com os meus botões porque eles mesmos não o fizeram naquele momento, somos ou não somos uma empresa só, SEGURANÇA NÃO É DE TODOS?

Quando trabalhava no norte da África uma vez, recebi uma ligação do gerente do projeto que ele estava atrasado na produção, pois a culpa era minha e de minha equipe, pois não tinha ninguém da segurança para levantar uma simples cerca de nylon de proteção às valas!

Neste momento realizei a distância entre esses dois mundos, quando deveriam caminhar juntos pelo bem do negócio.

Existem vários problemas potenciais com este modelo que levaram muitas organizações de alto desempenho a realizar alterações para uma gestão de sustentabilidade.

Nesses anos na área pude observar o seguinte neste modelo que considero ultrapassado, mas ainda existente em grande parte:

Criaram uma dicotomia artificial entre produtividade e QSMS-RS com colaboradores respeitando somente as prioridades do encarregado de produção, e quando outra pessoa aparece com um conjunto de prioridades como, por exemplo, a qualidade ou segurança, os dois tendem a entrar em conflito.

Colaboradores ainda enxergam o QSMS-RS como algo que compete com o trabalho deles. Passando a gestão a área ser uma distração da produção.

Quando se fala em gratificações, aumentos e promoções são sobre o setor da produção, ao invés de incluir o QSMS-RS, e a dicotomia se aprofunda ainda mais.

Muitos não realizam qual o custo de uma obra sem controle de qualidade, sem segurança ou quando causam um acidente ambiental.

Permitem supervisores e gerentes de produção com o raciocínio de que o QSMS-RS é responsável pelo QSMS-RS, e não existe razão da produção se preocupar com isso?

Eles se sentem livres para se concentrar em obter o produto fora da porta, ou os serviços entregues.

Poderiam dedicar tempo além do treinamento operacional e poderiam treinar sobre segurança, por exemplo, acabando com essas dicotomias entre produção e QSMS-RS, e estabelecer o conceito mais unificado de produção segura.

A gestão de QSMS-RS deve ser parte integrante da produção e separando-as, criam uma mentalidade artificial e perigosa que resultam sempre grandes em perdas.

Distrai o pessoal do QSMS-RS sobre suas verdadeiras funções como, por exemplo, os profissionais de segurança que têm de ser sempre visíveis na área de produção, desenvolvendo uma mentalidade de pastorear gado.

Não tendo o tempo para analisar os dados ou desenvolver estratégias proativas, e passando a ser somente captores de infratores da política de QSMS-RS.

Não obstante que se encontram carregados com papelada regulamentar, bem como supervisão diária e problemas disciplinares, o que geralmente significa que algo foi negligenciado.

É de a natureza humana cuidar das questões urgentes e negligenciar os importantes.

A ideia de que os trabalhadores devem ser “controlados” é absurda e contrapõe para um desenvolvimento de cultura de sustentabilidade eficaz.

É necessário desenvolver uma cultura nesta direção, o esforço é recompensado pela diminuição da necessidade de fiscalização.

Se profissionais de QSMS-RS assumem o papel de policiamento constantemente, gerenciando os trabalhadores, não têm tempo para melhorar e desenvolver a cultura de Sustentabilidade.

Mudar o organograma sozinho não é a resposta.

A solução é a reestruturar as funções e responsabilidades.

Esta redefinição de responsabilidades do cargo exige ajustes, bem como formação complementar, mas tem o potencial para resolver estes problemas comuns e permitir que a cultura de QSMS-RS tenha uma melhoria significativa.

A produção deve assumir a responsabilidade diária da supervisão de QSMS-RS, junto à força de trabalho.

Uma vez que eles já estão supervisionando trabalhadores em outros aspectos, a magnitude desta responsabilidade adicional não é tão grande como normalmente se imagina.

A definição de só produzir passa a ser expandida para uma produção com gestão de Sustentabilidade.

 A gestão do QSMS-RS passa a fazer parte no dia a dia da produção e, não mais um conjunto de normas ou atividades que alguém deve ser o responsável, menos nós da produção.

Os responsáveis de cada área de QSMS-RS passam a ser suporte para gerentes de produção e supervisores.

Novas organizações com uma nova estrutura, cultura organizacional forte, com foco no resultado junto a ações de sustentabilidade, levam os trabalhadores a enxergar o QSMS-RS como parte integrante de seu trabalho e um elemento crítico a melhor produtividade.

Estamos juntos!

Saiba fazer as perguntas certas para revelar decisões “ocultas”​ comportamentais!

Nós temos observado em nossas due diligencies de nível de maturidade e comportamental em alguns dos nossos clientes , o que eu chamo de “decisões ocultas” , ou aquelas decisões que ninguém ousa a questionar .

E isso, afeta o comportamento de todos e algumas vezes com consequências terríveis para não dizer fatais

É claro que devemos garantir que façamos todo o possível para que todas as condições técnicas e ambientais sejam ideais para manter nosso pessoal tão seguro quanto razoavelmente possível. 

A maioria dessas condições são simples e quase senso comum.

 Se um local de trabalho é tão quente que as pessoas não podem se concentrar, acidentes são mais prováveis. 

Se uma máquina não foi devidamente mantida e não está funcionando bem, é provável que alguém se machuque.

No entanto, mesmo que nossas condições técnicas e ambientais sejam perfeitas, há mais, podemos e devemos fazer.

 Devemos tentar evitar decisões “ocultas” que coloquem em risco os outros , talvez até meses após a decisão ser tomada.

Para identificar algumas dessas decisões “ocultas” que resultam em comportamentos humanos adversos, aqui está uma série de perguntas que os costumo realizar nas minhas investigações de acidentes

– O diretor/presidente contratou o preço mais baixo da tomada de preços para um serviço sabendo muito bem que isso causará dificuldades mais tarde , por quê?

 -O gestor de ativos do cliente concordou em aceitar a menor oferta, sabendo que o contratante provavelmente não será capaz de cumprir , por quê?

-Tem o gerente de materiais comprado em ferramentas/equipamentos que não são muito certos para o trabalho , por quê?

– O gestor de recursos humanos aprovou a contratação de pessoas sem competências para o trabalho, por quê?

– O supervisor encarregado do trabalho aceita materiais inferiores e novos começos colaboradores sem competência , por quê?

– Alguns colegas de trabalho estão colocando pressão irracional sobre outros operadores, por quê?

– Operadores sujeitos a esta pressão irracional relatou isso ao seu gerente/supervisor , se não ,por quê?

– Se informado desta pressão irracional, o gerente tomou medidas para impedi-lo, se não, por quê?

– Existe algum tipo de fator técnico ou ambiental que está dificultando o trabalho., por que isso aconteceu?

– Qualquer operador sujeito a essas condições insatisfatórias relatou isso ao seu gerente/supervisor, se não ,por quê?

– Se o gestor está ciente de uma condição insatisfatória, tomou-se medidas para corrigi-la , se não ,por quê?

– São as pessoas que estão fazendo um trabalho trabalhando inseguramente, e por quê?

– Algum da equipe de operações notou o trabalho inseguro, se não, por quê?

– Se um operador viu uma condição/ação insegura, parou o trabalho , por que não?

– Se um supervisor foi informado de uma condição insegura, medidas foram tomadas para removê-la , se não, por quê?

– Se um supervisor se recusou a tomar medidas corretivas e o operador ainda está preocupado com as condições inseguras, ele/ela passou para um gerente sênior, se não, por quê?

Provavelmente sabemos as respostas para essas perguntas. 

No entanto, é uma boa lista de verificação para fazer alguma investigação profunda de acidentes e penetrar em algumas causas profundas que geralmente estão escondidas.

São + 35 anos de profissão na linha de frente, é impressionante quando começo as perguntas, a fisionomia das pessoas muda.

E sempre vem a pergunta como é que você sabia o que perguntar ? rsrsrsr

A melhor maneira de ensinar seu pessoal sobre “decisões ocultas” é lembrar que existe uma gama de cenários bem factíveis e realistas ( consequência ) se tomarem essa decisão !

Estamos juntos !

Identificação e análise de risco socioambiental, vale a pena?

Recém tinha ministrado uma palestra sobre gestão de riscos e depois realizado um treinamento para um PAM (Plano de ajuda mútua) em um cluster de empresas em uma região portuária .

Em uma das minhas provocações ao grupo, perguntei se tinham incluído em sua matriz de risco todos, mas todos os riscos de impactos socioambientais e seus cenários  e, também mais  alguns pontos como:

Se já tinham mapeados os stakeholders do entorno? Sabiam a direção do vento e suas simulações?

E outros pontos que as cicatrizes da vida profissional realmente me ensinaram a não esquecer ao elaborar a análise.

A pessoa que me convidou para tal evento ficou realmente incomodada!

Primeiro; Era um profissional de segurança com certa experiência na profissão.

E repetia várias vezes durante a palestras e treinamento que tinham tudo que eu mencionava sobre os pontos de atenção.

Também estavam presentes o corpo de bombeiros, empresa e emergência ambiental e ficaram calados e era nítido o desconforto.

Naquele momento percebi que nunca mais voltaria aquele lugar, paciência. Rsrs

Consciência tranquila é o que realmente importa quando você é chamado para passar uma mensagem baseado em sua vivência e experiência em gestão de crises e emergências.

E escutei uma frase que me marcou muito de um dos profissionais que participavam do evento.

“Você é muito exagerado, aqui não é o Estados Unidos nem Europa, não é necessário este estudo de primeiro mundo “.

Ao regresso ao aeroporto, começo a receber ligações de conhecidos e até de jornalistas.

Uma barragem se rompeu! O resto desta história vocês já conhecem.

Depois, enchente no RJ, mais mortes e depois o acontecido no CT do meu Flamengo.

Comovido? Não muito, quando você passa por essas situações com uma certa frequência, acaba ficando mais racional.

Mas assistindo os programas de TV sobre o impacto socioambiental do rompimento da barragem em MG e como influenciou as vidas das pessoas e as consequências econômicas do desastre.

Realmente, mexeu, afinal já tinha passado por isso algumas vezes, mas não nessas dimensões.

E memorias ruins do meu passado envolvido em emergência voltaram como fantasmas atormentar.

De minha parte deu para sentir como as vidas destas pessoas foram afetadas, e decidi escrever um pouco a respeito da importância do profissional que participa de uma análise de risco socioambiental em projetos/empreendimentos e as consequências ser forem mal elaboradas.

No caso do rompimento da barragem em MG, quem tinha pouco ficou sem nada, quem tinha algo perdeu tudo, ou seja, o impacto econômico foi implacável.

Sim, desastres ambientais causam desastres econômicos!!!!!!

Vidas foram perdidas e vidas foram afetadas psicologicamente para sempre.

Quanto ao meio ambiente não vou mencionar, pois também não temos palavras para explicar as consequências do impacto.

Muito se fala das consequências financeiras das empresas envolvidas, mas e outros players que podem ser responsabilizados?

Quem elaborou a análise de risco socioambiental, por exemplo?

Instituições financeiras que emprestaram para desenvolvimento do empreendimento, instituições que deram as autorizações para o funcionamento e consultorias que prestaram serviços (são muitas) e por aí vamos.

Vão ser responsabilizados também, não tenham dúvidas.

Citando um bom exemplo de como funciona no mundo corporativo:

“Pôr conta do aumento da preocupação com a sustentabilidade das organizações, as instituições financeiras passaram a colocar na balança aspectos econômicos, ambientais e sociais antes de conceder o crédito.”

E isso vale tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas.

A corresponsabilidade no acontecimento envolve a muitos e mais uma vez alerto a nós gestores de sustentabilidade e QSMS-RS ao exercer sua profissão:

Quando assinarem suas ARTs a não se deixarem levar pela irresponsabilidade ao assumir trabalhos como licenciamento, laudos de emissões, suas análises de risco etc., por exemplo.

Uma análise de risco socioambiental, não pode ser realizada por qualquer um, tem muito em jogo (vide os exemplos acima mencionados) e a responsabilidade é sem dúvida é enorme.

Como Diretor corporativo da área já tive de uma só vez 34 projetos sob nossa responsabilidade em diferentes continentes, para dar suporte e reportar ao Board os Kpis de Sustentabilidade e QSMS-RS.

Por mais que meu doutorado e pós doc. sejam sobre análise e gestão de risco socioambiental, não é o suficiente para prever tudo.

Uma vez envolvidos em novos projetos, aquisições ou fusões, a atenção de nossa equipe era toda voltada para as ” N ” possibilidades do que poderia acontecer nas análises de risco ou nas due diligence de aquisição.

Com o tempo ficamos escaldados (mas sempre tinha uma surpresa) em startups em projetos green field ou Brown Field ao realizar a análise de risco, pois já tínhamos muito mais erros do que acertos em nosso Back log e isso nos dava uma visão ampliada do que poderia sair errado e estarmos preparados para ações de mitigação ou emergência.

Quando é um projeto green field se pode ainda mitigar muito os impactos socioambientais e/ou elaborar um ótimo plano de emergência, quando estes são previstos na análise de risco.

Mas quando é Brown field a atenção é maior, como por exemplo:

“Assumir uma planta industrial ou um site já em construção onde a comunidade está colada no seu muro (olhem a volta que vocês vão achar muitas situações como estas por aí) ou ao lado de um corpo d’água.”

Ainda recordo de um diretor que não aceitou muito bem, quando minha análise de risco concordou com a do banco e este, não quis emprestar o dinheiro para o empreendimento, ele ficou me olhando de lado por um bom tempo.

Estava realizando meu trabalho não poderia omitir afinal a responsabilidade são com os acionistas, comunidades, a vida dos colaboradores e o resultado do negócio.

Nestes anos todos na linha de frente em grandes projetos, se nós não utilizarmos nossa vivência da área em questão, gestão de lições aprendidas e gestão de impactos após acidentes e colocarmos em prática, de que servimos para a corporação?

A responsabilidade é grande de todos os players.

E garanto que nenhum acionista quer ver seu nome envolvido em grandes acidentes ambientais, independentemente do tamanho da atividade econômica.

                                              Voltando ao título. Vale a pena?

Estamos juntos!

Planos de emergência X Gestão de crises X Gestão de riscos socioambientais, essenciais para sua gestão ESG.

Planos para emergências de riscos socioambientais surgem quando a exposição a algum risco é inevitável, e, portanto, você criará respostas apropriadas para esses eventos que podem atrapalhar o cumprimento dos objetivos.

Devem ser elaborados e focados ao aceitar os riscos mapeados!

Porque fazer um plano de emergência, seja um PAE, PEI ou chame do que quiser!

Vamos pensar em alguns dos seguintes cenários:

O que acontece se vazar, romper, explodir ou acontecer uma fatalidade de repente?

Tudo dependerá do seu contexto, então quem realmente o conhece é a melhor pessoa para dizer se o plano de emergência deve ou não ser utilizado e em quais situações cabe aplicá-lo.

Quais os passos para desenvolver planos eficazes?

Como toda e qualquer ferramenta, existem boas práticas para fazer planos de emergência para abordar riscos.

Não é nada muito complexo, mas é importante entender que ele é um passo para tornar sua gestão de riscos um pouco mais robusta e madura.

Tudo começa na gestão de riscos socioambientais

A Gestão de riscos busca identificar, analisar, priorizar, agir e gerenciar riscos.

O plano é estabelecido sobre riscos que já foram identificados e decididos como situações que podem impactar criticamente a empresa.

Portanto, não é inteligente parar para elaborar planos para “qualquer risco”.

Deve ser elaborado em cima dos riscos que já foram analisados criticamente.

Mantenha o foco do objetivo do plano

Ao desenvolver seu plano, você deve entender que a função dele, principalmente, é de manter ou restaurar as operações críticas, ou seja, se acontecer esse evento (risco), como faremos para continuar fazendo nossas operações?

O que nós faremos para “não parar” nossas operações?

 Se não pensar nesta pergunta e não estiver bem explicada em seu plano, melhor rever seus conceitos do que é importante para manter suas operações

Engajar a sua equipe para discutir esses planos e elaborar

Todas essas perguntas sobre eventos previstos poderão ser mais bem respondidas pela equipe de trabalho.

São eles que estão na linha de frente, mais perto da execução do processo, poderão contribuir indicando as ferramentas mínimas e suporte necessário para manter ativas as operações em discussão.

Isso não significa que você não pode contribuir com essa elaboração.

Prepare uma reunião colaborativa, proponha suas ideias e leve para discussão.

 É importante ter a escuta muito atenta e considerar as contribuições do time com muita seriedade.

Esse é um momento em que as pessoas poderão fazer perguntas, questionar se o que está ali é realmente suficiente e isso fará seu plano ficar mais robusto!

Conscientização

Não deixe de enfatizar os objetivos dessa discussão, os impactos que as operações podem sofrer caso tenhamos que elaborar um plano alternativo durante “a vaca foi para brejo”.

Mesmo que essa resistência exista, além de enfatizar a importância das ações e consequências, lidere pelo exemplo!

 Complete suas tarefas relacionadas ao plano, deixe claros os combinados e defina prazos com a equipe, para contribuírem.

Mantenha seus planos simples e objetivo!

Seus planos são como processos: devem ser simples para serem entendidos e usados.

Em muitos casos, para facilitar essa compreensão, podemos usar fluxogramas, checklists e até apresentações mais visuais.

Assim como em um processo, você terá de treinar as pessoas nesse plano e, mais importante, ele tem que ser suficientemente simples a ponto de qualquer pessoa conseguir entender o que contém nele.

Afinal, nunca se sabe quem precisará executar esse plano.

Seu plano deve estar disponível

Não vai adiantar muito fazer todo esse trabalho se o seu plano não estiver disponível quando necessário.

Você fez todo esse trabalho e quando o evento ocorre, ninguém consegue encontrar quais ações deveriam ser executadas. No mínimo, todo o trabalho foi em vão.

 É claro que ele deve ser revisado e atualizado periodicamente, pois o cenário da sua organização vai mudar, novas pessoas serão inseridas na empresa e até novas tecnologias e processos serão agregados.

O seu plano só será realmente usado se você garantir que ele esteja disponível e de fácil acesso.

Plano de emergência são fundamentais!

A elaboração de um plano de ação que te prepara para eventos que podem impactar as operações da sua organização.

É uma atividade que, por mais que seja sobre uma situação hipotética, pode ser muito importante para que evite uma crise maior.

Estamos juntos!

Gestão dos Princípios ESG e, a coerência entre o discurso e a prática.

Organizações, pelo menos em seu website, que possuem uma política de QSMS-RS, certificações e algumas ações sociais já não são mais novidade.

Agora ESG também , é claro !

  • Mas cá entre nós, quais destas realmente tenham uma cultura forte nos pilares  do QSMS-RS & Sustentabilidade Corporativa?
  • Quais realmente possuem Kpis reais de uma gestão em QSMS-RS e nada de elaborar GRIs bonitos, mas fora da realidade da organização?

Uma das mensagens que tento passar quando estou palestrando ou coaching os gestores da área é:

NÃO BASTA SÓ REZAR TEM QUE ACREDITAR!

Fácil né, mas não é.

Sem uma boa liderança esta tarefa é difícil.

Certas organizações em que estive você sente ao conversar com um colaborador como a cultura organizacional está enraizada.

São organizações que tem líderes por trás de sua gestão sem dúvida.

Participei de um projeto no interior da selva da Tanzânia, era novo nesta empresa e sempre tive essa presunção em achar que não veria nada de novo ou que me surpreenderia, mas foi exatamente ao contrário, foi uma agradável surpresa.

Bem, era um projeto sensacional sem infraestrutura no local, começando do zero, não tínhamos lugar para morar etc.

Era meu sonho de consumo estar em um início de projeto desde os estudos para implantação. Normalmente a turma do QSMS-RS é a última a chegar, pois a visão de que é só custo ainda está bem enraizada para alguns.

Em uma manhã, meu Líder, para que não conhece o termo, meu Diretor do Projeto me presenteou com um livro no qual expunha a cultura da empresa escrita pelo seu fundador e passou o dia todo explicando.

Senti que ele acreditava piamente e me contagiou.

Quando fui realizar meu primeiro diálogo de segurança abrindo o início do projeto, acreditem!

Quem estava atrás dos contratados e subcontratados bem quietinho, “MEU LIDER”, preciso dizer mais alguma coisa sobre a cultura de sustentabilidade da empresa?

Aa partir deste evento e como mais uma lição aprendida, eu participo e incentivo diretores e equipe do projeto a fazer o mesmo.

Este artigo não é para criticar quem ou não, são os que acreditam, mas sim para mostrar de como a coerência do discurso para prática pode estar bem longe se não se acreditar na gestão de Sustentabilidade.

Nos Estados Unidos foi divulgado o resultado das melhores empresas com uma cultura forte de segurança, na qual que tinham os melhores Kpis de QSMS-RS e Sustentabilidade.

Nada de novo, mas entre-as as razões explicando os critérios usados e atitudes em comum entre elas, me chamou atenção o seguinte:

Primeiro; saltou aos meus olhos a diversidade de negócios, eram 18 empresas na lista e representavam uma ampla gama de indústrias, desde a construção, varejo, mergulho comercial e muito mais.

Segundo; Elas não se concentravam apenas em números estatísticos de segurança, elas concentravam também, sobre a importância de todos os trabalhadores voltarem para casa com segurança no final do turno e fazer o que for preciso para que isso aconteça.

Acreditavam que não há nada mais importante do que proteger os seus trabalhadores, o meio ambiente e as comunidades em que atuam.

A identificação de perigo é integrada ao estilo de trabalho do pessoal.

A cultura de segurança, suporta a prioridade de uma solução, se um risco é identificado.

Empresas globais, nunca foram tão grandes como em qualquer momento na história recente da industrialização.

Pensemos sobre isso: Dos 206 países reconhecidos pelas Nações Unidas, apenas 26 tiveram Produto Interno nominal Bruto (PIB) maior do que os números de vendas declarado por parte de algumas dessas empresas globais.

Como os problemas sociais pioraram em algumas regiões, muitas empresas enxergaram a possibilidade de também ser a solução para eles.

É por isso, que a gestão de sustentabilidade e seus pilares QSMS-RS estão chegando à vanguarda das agendas de negócios ao redor do mundo.

Um número crescente de empresas já está percebendo que a escassez de recursos, as alterações climáticas, a desigualdade social, a corrupção e outros desafios fundamentais nossas sociedades enfrentam também são impedimentos para o crescimento econômico.

Algumas ainda possuem um conselho de administração em grande parte agnóstico, sem querer saber desses assuntos e ausente.

Triste em saber que maioria das vezes, as estruturas e operações de governança ainda tendem a ignorar a sustentabilidade ou classificá-la.

E até mesmo os parâmetros tradicionais da boa governança nem sempre é comum.

“Por exemplo, enquanto há um intenso debate sobre a remuneração, planos de sucessão, para o assunto sustentabilidade corporativa (real), é raro.”

O sistema pelo qual grandes grupos são dirigidos e controlados, em que as questões de sustentabilidade estão integradas de uma forma que garanta a criação de valor para a empresa e resultados benéficos para todas as partes interessadas em longo prazo, ainda é pequeno.

Eu acredito firmemente que estamos fazendo progressos com as questões de sustentabilidade, e engajar o conselho de administração e formação de líderes é o início.

De acordo com o modelo stakeholders, que surgiu nas recentes décadas, a empresa é vista como uma organização social que deve trazer algum tipo de benefício a todos os parceiros de negócios ou partes interessadas.

Este modelo também é conhecido como um modelo de responsabilidade social, tendo em conta que este modelo visa um equilíbrio social.

O lucro alcançado pela empresa é dividido proporcionalmente de acordo com a participação de cada elemento: acionistas ou proprietários (shareholders), clientes, fornecedores etc.

Este modelo não privilegia somente a vertente financeira, mas também dá valor à vertente social e retribuída. Por esse motivo é considerado como um modelo de responsabilidade social ou corporativo.

Sem líderes que disseminem a cultura organizacional e que realmente contribuam para uma gestão Sustentável muitas empresas ainda perecerão pelo caminho.

Estamos juntos!

Princípios ESG, responsabilidade de todos.

Em diferentes setores, não importando qual o tipo ou o tamanho da atividade econômica, a preocupação com a segurança, meio ambiente, qualidade, saúde ocupacional e social , tanto entre os colaboradores e partes interessadas é crescente.

Não é mais possível enxergar o exercício da atividade econômica qualquer que seja, sem que esta , seja sustentável ou seja com responsabilidade ambiental, social e governança

Trazer os princípios do ESG para a gestão dos negócios de forma estratégica certamente não é simples.

Mas, não há mais como ignorar!

As organizações precisam estar atentas às oportunidades emergentes da nova economia e agir no sentido de fazer dos seus negócios cada vez mais como agentes transformadores para a sociedade em tempos de aquecimento global e escassez de recursos.

Para que essa evolução aconteça, no entanto, uma mudança cultural precisa ganhar espaço dentro das organizações.

Principalmente na cultura organizacional e na gestão de riscos socioambientais

As empresas monitoram e definem padrões para garantir as melhores condições dos colaboradores em todos os processos.

Em um mundo cada vez mais globalizado, no qual as fusões e aquisições são constantes, a padronização e a disseminação das informações são ferramentas fundamentais para evitar possíveis incidentes tanto laborais e ambientais.

Divulgar e conscientizar colaboradores, no entanto, não é tarefa fácil.

Para ser eficaz, a comunicação precisa ser constante, bem estruturada, com uma cultura forte organizacional de sustentabilidade e envolver todos os funcionários, desde a equipe operacional até os gerentes e diretores.

Principalmente em multinacionais, presentes em diferentes partes do mundo e com negócios diversificados, o sistema de gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade deve estar entre as grandes preocupações dos gestores.

São eles os responsáveis pelos treinamentos, monitoramento e disseminação da cultura e dos padrões de qualidade, meio ambiente e segurança da companhia.

Além disso, os gestores acompanham de perto o dia a dia dos trabalhadores e sabem identificar os principais pontos que precisam de maior atenção.

Ou seja, o sucesso das campanhas internas também depende do comprometimento do nível gerencial.

Partindo do pressuposto que todo e qualquer acontecimento indesejável no processo deve ser evitado e ações de sustentabilidade são bem-vindas, as campanhas de conscientização podem combinar comunicação interna, ações dos RH e da área de QSMS-RS e Sustentabilidade.

Em empresas multinacionais, a recomendação é sempre buscar avaliar as experiências de cada país e divulgá-las para outras regiões.

Muitas vezes, é possível adaptar soluções para problemas comuns.

Por experiência própria essa adaptação não é uma das tarefas mais fáceis.

Quando trabalhei na Líbia implantar coleta seletiva, armazenar e buscar uma empresa para recolher o óleo usado foi um pesadelo!

E reutilização de água? Para que? me perguntavam, se o governo fornecia de graça!

Detalhe: A água vinha a 700 km do meio do deserto transportado pelo maior rio subterrâneo artificial do mundo proveniente de vários poços a não sei quantos metros de profundidade.

Nas ações de sustentabilidade, campanhas motivacionais, inclusive com prêmios para os funcionários, exercem sempre um resultado muito positivo.

É possível criar campanhas e até competições mundiais periódicas para incentivar a conscientização de procedimentos de segurança ou sustentabilidade, como o uso de equipamentos de proteção individua ou reuso de água.

Com a globalização das organizações.

Nos últimos anos, as taxas de crescimento no quadro de colaboradores foram expressivas.

Em plena expansão, o recebimento de novos colaboradores impõe a implantação de treinamentos adequados em matéria de qualificação, de prevenção a acidentes e cuidados com o meio ambiente ter uma cultura organizacional forte é essencial para disseminação.

Além das ações de comunicação e através de premiações, as empresas estão levando para todos os países o conceito dos princípios ESG

O objetivo do prêmio é recompensar as equipes que aplicam todos os procedimentos de segurança, saúde, qualidade e meio ambiente e mostrar aos novos colaboradores a importância da cultura da empresa.

Com todo o envolvimento dos gestores através da comunicação interna e liderança, a possibilidade de premiação incentivou a criação de equipes e o comprometimento mútuo entre os profissionais.

Ao longo de 12 meses, a expectativa é favorecer a conscientização dos novos funcionários e reforçar para toda a equipe interna a importância e a preocupação com a qualidade, questões ambientais e de segurança do trabalho.

Os conflitos são naturais no ambiente corporativo.

Há muitos profissionais com ideias, formações e estilos diferentes de trabalho, e essa diversidade leva ao embate de opiniões com frequência.

Mas é importante que o gestor esteja sempre envolvido exercendo uma forte liderança para que essas discussões tenham sempre como objetivo o crescimento do negócio, melhoria de processos e desenvolvimento das equipes.

Procedimentos corretos de QSMS-RS e Sustentabilidade baseados nos Princípios ESG , campanhas bens estruturadas, gestores com forte liderança comprometidos, dividindo responsabilidade e colaboradores envolvidos é a principal receita para evitar toda e qualquer falha de processo.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, mitos sobre cultura de segurança

 

Quando iniciei minha carreira, não tinha nada desse mimimi com muitos textos e livros com psicólogos e outros experts falando sobre comportamento seguro, neurociência, cultura de segurança etc.

Tampouco muitas regras, o que dirá das NRs

Outro dia me perguntaram como que trabalhei sem NRs a vida toda, e todos esses penduricalhos que temos aqui no Brasil e relação a segurança do trabalho?

Fácil, aprendi a fazer gestão!

Gestão de pessoas, gestão estratégica de segurança e Deus me ajudou muito rsrsr

Errei muito, mais do que acertei, tive fatalidades e lesões diversas baixo minha gestão e fui ganhando casca, e bem grossa

Bom lembrar sempre;

Quando você começa, você não sabe de nada, tem que ir seguindo os outros com muito mais experiência que você e escutando mais do que falando, e não embarcar em textos e livros de gente que nunca bateu um prego na linha de frente.

E assim foi na minha vida profissional, mas tiveram mitos e mimimis que foram caindo por terra com o passar do tempo e fui construindo a minha verdade na área.

E gostaria de dividir com os colegas, o que eu pude verificar com o passar do tempo

Para garantir que você construa e mantenha uma organização segura, aqui estão alguns mitos sobre a cultura e como você pode superá-los.

Mito: A cultura de segurança do local de trabalho não começa com você.

Obviamente, você quer cercar-se com as pessoas que são qualificados e competentes.

Ao mesmo, você também precisa encontrar pessoas que se encaixam cultura da empresa e estão entusiasmados com o seu negócio.

Antes de fazer isso, cabe a você definir a cultura da sua organização.

Sua equipe pode se tornar embaixadores de sua marca e ajudar a moldar sua cultura, mas sua percepção e a maneira como eles experimentam o trabalho em sua empresa acabará por começar com você.

 Crie uma finalidade, defina seus valores e conduza pelo exemplo ao criar sua cultura.

 Mais importante ainda, continuar investindo em si mesmo para se tornar o líder que as pessoas vão se reunir para trás.

Mito: Existe um tipo de cultura “certa” e “errada”.

Cada inicialização é diferente, e existem diferentes tipos de cultura.

Não existe tal coisa como uma cultura “boa”ou”ruim “.

 É tudo sobre o que funciona melhor para a sua estratégia

Mito: A cultura é apenas sobre o salário e as vantagens.

Na minha opinião, este é talvez o maior equívoco sobre a cultura de segurança.

Muitos acreditam que a cultura boa tem, mesa do ping-pong, pelada de fim de semana, café da manhã como RH ou CEO, hora feliz, salários e benefícios incríveis.

Enquanto um salário decente e benefícios e vantagens exclusivas são substanciais, eles não são iguais a cultura.

A cultura da sua empresa precisa estar alinhada com suas crenças e propósitos fundamentais.

Suas convicções também devem ser apropriadas para sua equipe com todas as coisas divertidas.

Mito: Eficiência drena o moral.

Como você se sentiria se você chegou para trabalhar uma manhã só para descobrir que vários de seus colegas foram demitidos?

Tem sido demonstrado que esta ação é uma bofetada definitiva no rosto e diminui a moral.

Na verdade, haverá momentos em que você precisa diminuir o tamanho da sua equipe se você quiser que seu negócio seja dimensionado, mas precisa ser bem esclarecido e explicado, quem ja passou por esse momento sabe qual é a sensação.

Nesses casos a cultura de segurança via para brejo, passa a ser o menos importante

Mito: Feedback dos colaboradores pode resolver todos os seus problemas.

Você sente que a cultura da sua empresa é subdesenvolvida ou sem inspiração?

Uma maneira de resolver isso é reunindo comentários dos colaboradores.

Afinal, parece ser uma maneira simples e direta de descobrir o que eles querem e como você pode melhorar a cultura

O problema com esta abordagem é que você não pode sempre receber feedback honesto de sua equipe.

Você estaria confortável dizendo ao seu superior o que há de errado com o seu estilo de gestão?

Se você quer a verdade real de sua equipe, você precisa primeiramente de construir a confiança com eles.

Além disso, você precisa entender que as recomendações dos colaboradores não são pessoais.

Em vez disso, estas são sugestões que melhorarão cada faceta da sua gestão

Mito: A cultura é apenas um estado de espírito.

 A cultura não é a vibe que você começa sempre que você entra na organização.

Não é a declaração de missão encontrada em seu site e não é todos os ditos de produtividade inteligente emplastrado na parede do seu escritório.

 Cultura são os comportamentos e rituais que ajudam você e sua equipe na obtenção de trabalho feito.

Aprenda com os meus erros

Estamos juntos!

Mais importante ainda, continuar investindo em si mesmo para se tornar o líder que as pessoas vão se reunir para trás.

Mito: Existe um tipo de cultura “certa” e “errada”.

Cada inicialização é diferente, e existem diferentes tipos de cultura.

Não existe tal coisa como uma cultura “boa”ou”ruim “.

 É tudo sobre o que funciona melhor para a sua estratégia

Mito: A cultura é apenas sobre o salário e as vantagens.

Na minha opinião, este é talvez o maior equívoco sobre a cultura de segurança.

Muitos acreditam que a cultura boa tem, mesa do ping-pong, pelada de fim de semana, café da manhã como RH ou CEO, hora feliz, salários e benefícios incríveis.

Enquanto um salário decente e benefícios e vantagens exclusivas são substanciais, eles não são iguais a cultura.

A cultura da sua empresa precisa estar alinhada com suas crenças e propósitos fundamentais.

Suas convicções também devem ser apropriadas para sua equipe com todas as coisas divertidas.

Mito: Eficiência drena o moral.

Como você se sentiria se você chegou para trabalhar uma manhã só para descobrir que vários de seus colegas foram demitidos?

Tem sido demonstrado que esta ação é uma bofetada definitiva no rosto e diminui a moral.

Na verdade, haverá momentos em que você precisa diminuir o tamanho da sua equipe se você quiser que seu negócio seja dimensionado, mas precisa ser bem esclarecido e explicado, quem ja passou por esse momento sabe qual é a sensação.

Nesses casos a cultura de segurança via para brejo, passa a ser o menos importante

Mito: Feedback dos colaboradores pode resolver todos os seus problemas.

Você sente que a cultura da sua empresa é subdesenvolvida ou sem inspiração?

Uma maneira de resolver isso é reunindo comentários dos colaboradores.

Afinal, parece ser uma maneira simples e direta de descobrir o que eles querem e como você pode melhorar a cultura

O problema com esta abordagem é que você não pode sempre receber feedback honesto de sua equipe.

Você estaria confortável dizendo ao seu superior o que há de errado com o seu estilo de gestão?

Se você quer a verdade real de sua equipe, você precisa primeiramente de construir a confiança com eles.

Além disso, você precisa entender que as recomendações dos colaboradores não são pessoais.

Em vez disso, estas são sugestões que melhorarão cada faceta da sua gestão

Mito: A cultura é apenas um estado de espírito.

 A cultura não é a vibe que você começa sempre que você entra na organização.

Não é a declaração de missão encontrada em seu site e não é todos os ditos de produtividade inteligente emplastrado na parede do seu escritório.

 Cultura são os comportamentos e rituais que ajudam você e sua equipe na obtenção de trabalho feito.

Aprenda com os meus erros

Estamos juntos!

Uma  reflexão sobre  “ESG X Sustentabilidade  Corporativa  X Acidentes “

Alô mídia, estamos dentro dos princípios ESG.

Relatórios GRI, um mais lindo que o outro;

Participação em Institutos, Pactos, Comissões sobre meio ambiente, ODS, Clima etc.;

Alta direção só fala de Sustentabilidade e…. agora ESG , participa de eventos palestras, escreve livros sobre a matéria, RH etc.

Ações sociais e de sustentabilidade na mídia o tempo todo.

Parece até que a Diretoria de Sustentabilidade Corporativa são pessoas da comunicação (ooops, será?) e não tem a menor ideia do que é a gestão QSMS-RS & Sustentabilidade na linha de frente e a realidade no mundo corporativo.

Aí vem uma crise (acidente com grande impacto socioambiental)!!!

Você estuda as causas, a mídia investiga, descobre situações que não são nenhuma novidade para nós da área que trabalhamos com QSMS-RS &Sustentabilidade.

Altos índices de acidentes do trabalho.

Ambiente insalubre, totalmente inseguro, alta rotatividade dos colaboradores etc.

Compliance ambiental? Para que?

Tem advogado para empurrar com a barriga atuações dos órgãos ambientais por muito tempo, o sistema permite,

Mas implantar um sistema anticorrupção, isso sim, mesmo que depois do escândalo, quando não se falava de e nem se sabia o que era compliance (até parece que as decisões não saíram da alta direção).

 Aí vem a crise, acidente, escândalos etc., e assistimos aulas de acadêmicos, autores de livros e especialistas (ainda não assisti nenhuma orelha seca da nossa área falar).

Verdadeiras aulas dos jornalistas ( são bons em explicar, não podemos negar)

Mas, e os mais de 2000 grandes acidentes que aconteceram no passado?

Cada 15 segundos no mundo morre um colaborador em acidente de trabalho.

Gestão de lições aprendidas?

Bem, nós da linha de frente em QSMS -RS & Sustentabilidade, sabemos que tudo é uma questão de tempo para outro acidente de trabalho ou ambiental

Alta direção falando em Sustentabilidade, segurança vem em primeiro é normal para nossos ouvidos.

Investimento em gestão de riscos? Qualificação dos colaboradores quanto a prevenção e cultura de prevenção, bem……é outra história.

Mais uns dias voltamos ao normal, e até a próxima Crise ooops, acidente.

E voltamos a escutar a alta direção e o RH, acadêmicos, especialistas falarem de liderança etc.

Estamos juntos!

Alguns equívocos em uma análise de gestão de riscos socioambientais do ESG devem ser evitados, cuidado com o Cisne Negro!

Quando falo em riscos socioambientais do ESG , está incluso os acidentes de trabalho, certo?

Ou alguém acha que um evento como uma fatalidade ou uma lesão não influencia o ambiente de trabalho emocionalmente ou não tem impacto social?

Ficamos acordoados aqui, que impactos socioambientais é bem amplo em sua concepção!

Ao realizarmos um a gestão de riscos socioambientais tentamos prever eventos, às vezes não buscamos orientar pelo passado, ignoramos sugestões sobre o que não fazer, e acreditamos que que esgotamos todas as possibilidades para evitar os eventos.

Em “A Lógica do Cisne Negro, Nassim Taleb “menciona que normalmente um manual de gestão de risco não prepara ninguém para a realidade.

E eu concordo!!!

A empresa que fechar os olhos para cisnes negros (eventos de baixa probabilidade e alto impacto) sucumbirá.

Mas, em vez de tentar prever um cisne negro, é preciso reduzir a vulnerabilidade geral da empresa a um episódio desses.

É quase impossível prever um “cisne negro”.

Em vez de insistir na ilusão de que dá para antever o futuro, o gestor de riscos socioambientais tem por finalidade mitigar as possíveis ameaças que fogem à compreensão muitas vezes 

Não vivemos no mundo para o qual a típica cartilha da gestão de risco nos prepara.

Nenhum modelo de projeção vislumbrou o impacto da atual crise econômica, cujas consequências continuam a surpreender economistas e teóricos da gestão.

Acontecimentos de baixa probabilidade e alto impacto, praticamente impossíveis de prever, o que chamamos de “cisne negro”, são cada vez mais comuns.

 Por causa da internet e da globalização, o mundo virou um sistema complexo, formado de uma trama enredada de relacionamentos e outros fatores interdependentes.

Com a complexidade, surgem não só mais cisnes negros, mas fica impossível prever até acontecimentos ordinários.

A única coisa que dá para prever é que a empresa que ignorar cisnes negros vai afundar.

Em vez de tentar antever eventos de baixa probabilidade e alto impacto, devíamos reduzir nossa vulnerabilidade a esse tipo de fenômeno.

A nosso ver, a missão da gestão de riscos é reduzir o impacto daquilo que não entendemos, e não tentar, em vão, criar técnicas sofisticadas e histórias que perpetuem a ilusão de que podemos, sim, entender e prever. 

Para mudar o modo como encaramos o risco, é preciso evitar alguns equívocos

 Achar que, ao prever eventos extremos, será possível administrar o risco.

É o pior erro que cometemos, por dois motivos.

Primeiro porque nossa capacidade de prever cisnes negros é péssima.

 Segundo porque, ao nos atermos a um punhado de cenários extremos, esquecemos outras possibilidades. No processo, ficamos mais vulneráveis.

Melhor seria pensar nas consequências, ou seja, avaliar o possível impacto de acontecimentos extremos.

Cientes disso, empresas energia finalmente deixaram de tentar prever quando poderia haver um acidente numa usina nuclear.

 O que fazem, agora, é se preparar para a eventualidade.

 Faça o mesmo.

Na vida pessoal, às vezes tomamos medidas para poder absorver o impacto de um cisne negro.

Não tentamos calcular a probabilidade de que algo vá ocorrer, nossa única preocupação é saber se conseguiremos lidar com as consequências caso isso ocorra.

Toda empresa deve estar preparada para enfrentar consequências e ter seguro contra os riscos que assume.

Acreditar que estudar o passado vai nos ajudar a controlar o risco.

O gestor de risco erra ao olhar no retrovisor para enxergar o futuro.

Pesquisas mostram que eventos passados não guardam qualquer relação com choques futuros.

 Não havia precedentes para coisas como a 1ª Guerra Mundial e os ataques de 11 de setembro de 2001.

 É comum ouvirmos gestores de risco tentarem se justificar com um “Isso não tem precedentes”.

O que acham é que, com o devido esforço, é possível encontrar precedente para qualquer coisa e prever tudo.

Só que um cisne negro não tem precedente.

 Ninguém leva em conta a aleatoriedade inerente a muitas variáveis que influenciam a gestão de riscos em suas análises.

3) Ignorar conselhos sobre o que não fazer.

Uma recomendação para “não” fazermos algo em geral é mais impactante do que uma sugestão positiva.

Aconselhar alguém a não fumar, por exemplo, vale mais do que qualquer outra dica de saúde dada.

Os efeitos nocivos do cigarro são mais ou menos equivalentes aos efeitos positivos somados de toda intervenção médica surgida desde a 2ª Guerra Mundial.

Abolir o cigarro traria mais benefícios do que a capacidade de curar o ser humano de todo tipo possível de câncer.

Dar conselho positivo é coisa de charlatão.

A seção de negócios nas livrarias está cheia de histórias de sucesso, há muito menos obras sobre o insucesso.

Esse menosprezo do conselho negativo faz a empresa tratar a gestão do risco como algo desvinculado como algo secundário.

É bom lembrar que o maior risco de todos está em nós: superestimamos nossa habilidade e subestimamos o que pode dar errado.

Basta ver todos os heróis que sofreram retaliação fatal pela megalomania: Aquiles e Agamenon pagaram com a morte pela arrogância, Xerxes foi derrotado devido à presunção ao atacar a Grécia, e muitos generais ao longo da história pereceram por não reconhecer os próprios limites.

A empresa que não conhece seu calcanhar-de-aquiles está fadada a sucumbir por causa dele.

Exemplos de grandes acidentes com impacto socioambientais estão cheios na história e em na mídia recente, ignorá-los vai levar os gestores de risco pelo mesmo caminho.

Estamos juntos!

Qual a fórmula para melhorar a cultura de segurança?

Não é raro, perguntarem depois de uma due diligence de nível de maturidade em segurança ou de uma das minhas palestras/treinamentos a pergunta acima.

Mas sempre devolvo a pergunta.

Qual o tipo de cultura de segurança você quer construir?

Lembrando que a cultura da segurança é mais orgânica do que a maioria de modelos descrevem.

Não é um processo linear perfeito, nem é um organograma ou um modelo gradual de evolução.

Formar uma cultura de segurança é como cultivar uma planta.

 Se as sementes são plantadas corretamente, os líderes devem então criar clareza e controlar o clima, química, condições e prática comum para a cultura para ter uma chance de excelência.

A menos que você esteja construindo uma instalação nova ou começando um projeto novo pessoal com os indivíduos que nunca trabalharam junto antes, sua cultura da segurança já existe.

A cultura é o que é comum dentro de um grupo.

Já existem crenças comuns, regras (escritas e não escritas), conhecimentos, comportamentos e capacidades específicas para a segurança.

Bom ou ruim, você já criou uma cultura de segurança.

Mas já que sou questionado, não deixo de explicar a minha visão

Primeiro de tudo “Desenvolva uma estratégia de segurança”.

 É impossível definir um objetivo estratégico se você não tem uma estratégia.

 A maioria das organizações, francamente, não tem uma estratégia de segurança.

Eles têm metas, desejos, programas e métricas, mas todos estes não têm realmente uma estrutura que os reúna.

 Uma estratégia eficaz pode ajudar a concentrar-se nos objetivos certos e mensuráveis de alcançar a excelência, em vez de evitar falhas.

Realize uma avaliação do seu local de partida determine que tipo de cultura de segurança você já tem, quais pontos fortes podem ser utilizados e quais recursos adicionais ele precisa melhorar.

Compreenda seu ponto de partida e use-o como uma linha de base para medir uma melhoria mais adicional.

Implemente sua estratégia de segurança, organize e treine os membros da cultura em todos os níveis da estratégia para aprender as definições básicas de segurança e as melhorias necessárias.

 Crie ou melhore o clima organizacional em que uma cultura de segurança pode crescer em seu melhor pessoal

Certifique-se de que a cultura tenha os elementos necessários para o crescimento da excelência em segurança e que esses elementos sejam renovados à medida que são utilizados.

Crie o controle para abordar as questões de condições e prática comum que impactam a segurança.

Priorize e enderece seus problemas de segurança um de cada vez.

Muitas vezes, as tentativas de melhorar a cultura de segurança se concentram em descrever as características e alinhar as tentativas de ser mais como outras organizações que incorporam esses recursos.

Embora se possa aprender com as melhores práticas dos outros, o sucesso real envolve a melhoria das capacidades e a gestão dos elementos que influenciam o subproduto da cultura, em vez de tentar transformar características.

As culturas são um conjunto de influências em constante mutação que moldam a prática comum.

 Em vez de descrever o que sua cultura deve ser como, identifique o que sua cultura deve fazer.

Que capacidades são necessárias? O que deve ser comum? Que forças já existem?

As culturas de segurança não se tornam excelentes simplesmente sendo menos ruins.

A verdadeira excelência é alcançada através da construção de pontos fortes existentes e do desenvolvimento de novos.

Plantar sementes da capacidade dentro da cultura não assegurará que crescerão.

 Seu clima de segurança e a química devem ser controlados.

 Se o clima não é propício ao crescimento e a química não fornece os elementos necessários, as capacidades podem murchar ou morrer.

 Quando estes são controlados, você pode podar e moldar a sua cultura e fazer ajustes ao longo do caminho para maximizar o potencial.

 Sua cultura de segurança já está crescendo em sua organização.

Você está moldando o que cria ou são seus esforços para melhorar a ser moldado por ele?

Estamos juntos!

Semana mundial do Ambiente, 1/2 Ambiente, 1/3 do Ambiente …, fala sério!

Procuro sempre não deixar sobrepor/aflorar meu lado ambientalista, eco chato e/ou bio desagradável em minhas conversas, palestras, debates e no meu lado profissional do dia a dia.

Principalmente quando chega a semana mundial do meio ambiente e outras campanhas relativas à minha área de atuação.

Profissional ESG /  QSMS-RS e Sustentabilidade lidando com as questões corporativas do dia a dia por quase 4 décadas, tenho bem enraizado em mim que o foco é no negócio, com suporte do ESG /  QSMS-RS e Sustentabilidade.

A questão de segurança de trabalho, proteção ao meio ambiente e a questão de sustentabilidade estão bem-marcadas no meu propósito de vida. E não deixo sobrepor ao bom senso nas discussões.

Esses tópicos acima mencionados, quando chegam a sua época de celebrar ou ficar triste (não sei explicar bem o meu sentimento), viram notícia por um determinado período depois …….

Mas durante este momento , passamos a assistir campanhas e mais campanhas sobre o tema, o mês passa ficar colorido, escutamos defesas e discursos inflamados, websites de empresas que possuem certificação e fazem assistência social mostram mais ainda, o RH e a comunicação distribuem cartazes lindos pelas áreas de trabalho e…………(quais são seus verdadeiros Kpis).

Infelizmente temos uma cultura de somente colocar a grade na janela depois de arrombada.

Atualmente as empresas falam grosso em colocar um diretor de Compliance, governança corporativa e tudo que esse se possa falar sobre seriedade.

Mas que dizer, se não houvesse a Lava jato, estava tudo certo?

Nem pensar em Compliance, nem controlar fraudes e propinas etc. VALE TUDO!

Se o petróleo não fosse caro, se não faltasse água e energia: Energia renovável, sustentabilidade, eco eficiência não existiriam?

Se o importante é a vida humana: por que a cada 15 segundos morre um trabalhador?

Se o importante é mesmo meio ambiente para o Governo e a classe política: Por que mudar o licenciamento ambiental no Brasil, porque dar mais prazo para acabar com os lixões, por que não existe saneamento ambiental?

Será que as empresas que se vangloriam tanto por serem sustentáveis, seriam mesmo, se não estivessem preocupadas com a escassez dos recursos naturais e consequentemente a falta destes para produzirem?

Meio Ambiente, bem como a vida humana é assunto sério.

Recomendo a todos ler um livro chamado” COLAPSO”, onde o autor através de estudos arqueológicos demonstra que civilizações desapareceram da face da terra por causa da falta de cuidado com o meio ambiente em que viviam. Alguma semelhança com o nosso momento?

Terra só existe uma em que vivemos, melhor cuidar dela!

Vida só existe uma em que vivemos, melhor cuidar dela!

Se o Papa na primeira encíclica fala da preocupação com o meio ambiente, se o Dalai lama fala em sustentabilidade em seus textos!

A coisa está feia!!! 

Estamos juntos!

 

 

Acabou a festa dos relatórios de sustentabilidade “Fake News “e dos fundos que se dizem  ESG ?

Uma pancada forte pegou de surpresa o mundo ESG nestes últimos dias.

Recebi muitas ligações, Roberto;” Imagine quando começar aqui no Brasil.”

E vai!

Neste exato momento reuniões de gestão são realizadas, advogados, a turma do compliance são convocados, perguntas são feitas apesar do fato de que a maioria das respostas já são conhecidas.

Muitos jornalistas e marqueteiros que ocupam a posição de Head de ESG ou Sustentabilidade nas organizações estão dizendo que não tem nada a ver com isso e se defendem dizendo que só divulgam os informes que recebem da área de QSMS-RS (não sabem nem onde ficam as portas dessas áreas entro da organização)

Sim, isso pode acontecer com tantos outros aspirantes a “gestores de ESG”.

Agora milhões de folhetos ESG serão chamados de volta, textos em páginas da Web com compromissos magníficos serão reformulados, os vendedores terão que editar apresentações de vendas onde o ESG está totalmente integrado à “estratégia central de nossa empresa de gestão de ativos”.

A música mudou e dançar para ela vai exigir mais conhecimento da área do QSMS-RS.

Estou falando da notícia de que o CEO do Deutsche Banks DWS Group, a principal empresa de gestão de ativos da Alemanha, renunciou horas depois que os escritórios da empresa em Frankfurt foram invadidos e evidências foram apreendidas pela polícia que investiga alegações de green washing

O que aconteceu com a DWS é bom para o ESG e, isso vai mudar, isso tem que mudar.

É hora de se levar a sério o processo dos princípios do ESG

Você pode correr, mas não pode se esconder.

O medo que isso instala nas fileiras de gestores de ativos em todo o mundo é significativo.

O tempo de acerto de contas está apenas começando.

Então, qual será o impacto disso mais especificamente?

Agora, as isenções de responsabilidade se tornarão muito mais longas, e os departamentos de compliance precisarão estar muito mais envolvidos no que é dito sobre ESG aos clientes e no que não é dito.

 O grande problema é, e permanecerá sendo, que muitos departamentos de compliance têm pouca ou muito limitada capacidade de realmente avaliar se o ESG está ou não integrado ao processo de investimento.

 Eles simplesmente não têm conhecimento aprofundado das áreas do QSMS-RS, apesar de toda a boa vontade, para ver através da neblina do que lhes é dito.

Os gestores de ativos, e eles são muitos, que têm usado o ESG como marketing, vendas, RP, comunicação “temos tudo”, eles terão um momento mais difícil agora, e o limite para eles aumentará significativamente.

Você verá grandes quedas em produtos que reivindicam ESG.

Enquanto isso, aqueles que fizeram o ESG de verdade terão um tempo mais difícil e precisarão se esforçar muito mais para convencer os clientes sobre o que e como eles estão fazendo o ESG.

Simplificando, o ESG será mais difícil de vender e exigir muito mais.

 A complexidade aumentará devido ao aumento da regulação e ao escrutínio muito mais avançado das autoridades.

O que também é interessante com este evento histórico é o sinal de que os dados do ESG não são a mesma coisa que a análise do ESG.

 Se você reivindicar integração e só tem dados ESG de um dos grandes provedores sem um modelo de análise ESG proprietário e sem ter os recursos necessários, você está em apuros.

Dados do ESG que não são verificados, é uma realidade e são fabricados por várias organizações.

Se você vende produtos ESG que são processados, não orientados para resultados, e se você não tem a capacidade de mostrar como é feito, rastreado e medido e quais resultados você alcança, bem, talvez agora seja a hora de você jogar a toalha.

Com o tempo as  denúncias vão começar aumentar.

Estamos juntos!

A evolução do ESG e quebra de paradigmas econômicos para uma gestão de riscos em reputação socioambiental .

Com os desastres socioambientais das bacias de rejeito , derrame de óleo  nas praias, recorde das emissões de gases poluentes, queimada na Amazônia e Pantanal sendo noticiadas constantemente e, as organizações sendo responsabilizadas por estes eventos, só vem confirmar que a questão socioambiental, pilares da ESG vieram para ficar em nosso dia a dia.

Mas é uma pena que ainda só se fala em meio ambiente ou impacto social quando acontece um desastre.

A sociedade, já não compra mais.

Basta olhar e ver que  o famoso “green washing “, está sendo observado de perto , auditorias de sustentabilidade cada vez mais ganham espaço nas organizações .

O certo é encarar de frente o erro e melhorar.

Depois que a vaca vai para brejo, não tem área de comunicação o e ações de sustentabilidade que dão resultados, a mancha estará lá para sempre, vira um case a ser estudado.

Até o próximo é claro.

O mundo corporativo mudou e muito, em relação a estas questões socioambientais, sem falar das instituições financeira e asseguradoras e isso é ótimo.

O ESG está aí mesmo para comprovar, iniciativas e cultura organizacionais com viés de sustentabilidade e uma QSMS-RS forte estão sendo implantadas e esperamos que no futuro as notícias sejam melhores.

O modelo econômico capitalista tradicional é eminentemente pragmático, quantitativo, com objetivo de gerar retorno financeiro aos acionistas e não leva em conta crenças e valores sociais e ambientais, senão em nível mínimo, compulsório e legal.

Este modelo é imediatista e movido pela recompensa de atendimento aos objetivos dos acionistas.

Estamos em momento de mudança de crenças e valores, tendendo para valorização dos aspectos sociais e ambientais e para a qualidade de vida no planeta e uma visão de longo prazo.

Esta mudança gera um novo paradigma, com novas teorias, e um novo modelo econômico floresce, com valorização do social e ambiental.

Estamos evoluindo do sistema econômico capitalista para um sistema mais abrangente “econômico socioambiental” integrado.

Os stakeholders (interessados) socioambientais estão chegando, e com peso.

Faz tempo que o econômico, o social e o ambiental têm lugar comum.

Quem ainda finge, e ainda não enxerga isso, terá grandes surpresas e emoções fortes!

A globalização é fator importante para estratégia das empresas, principalmente as brasileiras.

Não existirá empresa que a sociedade não queira

Empresas que não se adaptam a este contexto perdem sinergia e tendem a ficar excluídas, perdendo competitividade.

Vejamos o exemplo das empresas do mercado comum europeu com mais de 500 funcionários, que a partir deste ano terão por obrigação apresentar os relatórios de sustentabilidade.

Assim, considerações aos aspectos sociais e ambientais passam a ser tema estratégico, gerando uma nova modelagem de negócios.

Boa parte do valor da empresa é intangível e afetado pela imagem e potencial de geração de valor.

Ter uma gestão de Sustentabilidade é, atualmente, uma atividade com grande apelo.

Do confronto de uma estratégia atual com uma emergente, surge uma necessidade de um novo alinhamento de toda organização, pela inclusão de mais um fator de sucesso, além de acionistas, clientes, processo, aprendizagem e crescimento “o socioambiental”.

Uma gestão sustentável com forte atuação na área de QSMS-RS passa a ser estratégica.

A empresa que atender aos requisitos de atuação social e ambiental justa está gerando valor para os acionistas e sociedade e ao mesmo tempo evitando custos e perdas contingenciais e intangíveis, que podem comprometer a sua sustentabilidade.

Os gestores terão de se adaptar aos novos conceitos, reciclar teorias, pensar no longo prazo, pensar na sustentabilidade da empresa, que implica em gerar valor num contexto sustentável de longo prazo.

O sistema de recompensas deverá ser alterado para incentivar este alinhamento e não comprometer o empreendimento.

Novos conceitos e ferramentas deverão ser agregados para incorporar conceitos de gestão estratégica de custos e benefícios ambientais.

A empresa que não atender aos requisitos de atuação social e ambiental está incorrendo em custos contingenciais e intangíveis, que podem comprometer a sua sustentabilidade.

Muitas questões deverão ser repensadas de forma estratégica, pois quando existem mudanças, decisões em condição de incerteza, um erro na decisão pode ser fatal neste mercado tão competitivo.

Estamos juntos!

O que é uma gap analysis de conformidade e como realizar de acordo com seu SGA ?

Sempre desejo compartilhar minha vivência e experiência na área de ESG /  QSMS-RS & Sustentabilidade com meus colegas de profissão , afinal quase 4 décadas na linha de frente deixaram algumas lições aprendidas , e por que não falar delas .

Agora como consultor começo a colecionar algumas dúvidas pertinentes de nossos clientes e gostaria de dividir com vocês e poder ajudá-los

Todas as organizações interagem com o meio ambiente ,e provavelmente, essa interação está sujeita a obrigações de conformidade, estabelecidas pelos governos, pelas autoridades locais, pelos clientes ou por organizações do setor. 

Assim, uma atividade importante dentro de qualquer Sistema de Gestão Ambiental é avaliar periodicamente a conformidade da organização, comunicar os resultados à alta gestão e desenvolver ações para superar quaisquer situações detectadas de descumprimento.

Quais são as obrigações de conformidade ?

A ISO 14001 considera como obrigações de conformidade requisitos obrigatórios, como leis e regulamentos, bem como requisitos voluntários, como os incluídos em contratos ou códigos de prática, e até mesmo expectativas de partes interessadas relevantes. 

Os requisitos voluntários tornam-se obrigatórios onze uma organização decide adotá-los.

A implementação de um Sistema de Gestão Ambiental requer determinar todas as obrigações de conformidade aplicáveis a uma organização e cumpri-las. 

Essa exigência é tão importante que a alta gestão assume esse compromisso em um documento público e altamente visível chamado de Política Ambiental. 

As organizações começam determinando obrigações de conformidade e, para cada uma delas, determinando os requisitos e ações necessários.  

Então, as organizações precisam saber se essas obrigações de conformidade são aplicáveis.

 Assim, depois de determinar as obrigações de conformidade, a organização tem que determinar como ela interage com o ambiente. 

Isso é feito determinando aspectos ambientais para confirmar quais são as obrigações de conformidade aplicáveis.  

Algumas obrigações de conformidade são sempre aplicáveis, se a organização determinar um certo aspecto ambiental, então ela é automaticamente aplicável.

 Por exemplo, se uma organização descarrega águas residuais industriais, essa descarga deve ser autorizada por uma licença emitida por uma autoridade competente, e a qualidade dessas águas residuais deve cumprir os requisitos estabelecidos por regulamentos gerais ou por uma licença específica. 

Se a organização não gera águas residuais industriais, então as obrigações de conformidade relacionadas a isso não são aplicáveis.

Outras obrigações de conformidade dependem das quantidades envolvidas. 

Por exemplo, em certos países o consumo de eletricidade ou solventes acima de uma determinada quantidade por ano torna um conjunto de requisitos e obrigações aplicáveis, enquanto abaixo desse valor limite, essas obrigações não são aplicáveis. 

O que é uma gap de analysis de conformidade?

A gap analysis de conformidade é sobre comparar periodicamente os requisitos de obrigações de conformidade e a situação atual de uma organização.

 Para isso, uma organização precisa manter uma lista atualizada de obrigações de conformidade e requisitos de obrigações de conformidade.

Em primeiro lugar, você tem que verificar se as obrigações de conformidade são aplicáveis e, em seguida, traduzi-las em um conjunto de requisitos específicos, conhecidos como requisitos de obrigações de conformidade.

 Por exemplo, em alguns países, as obrigações de conformidade sobre compostos orgânicos voláteis só são aplicáveis se uma organização trabalhar em determinados setores econômicos e se o consumo anual estiver acima de uma certa quantidade. 

Uma vez que você determine as obrigações de conformidade, você pode começar a obter uma imagem da situação atual.

 Sua organização cumpre os requisitos decorrentes de suas obrigações de conformidade?

Em alguns casos, a resposta será um claro sim.

 Em outros casos, a resposta será apenas um não ou uma conformidade parcial , por exemplo, comparando o consumo de energia elétrica do ano passado com o nível de limite no regulamento para verificar se a organização ainda está do lado não aplicável, ou verificando se a licença de descarga de águas residuais industriais ainda é válida e parâmetros de qualidade são cumpridos.

Para respeitar o compromisso assumido na Política Ambiental, do seu SGA , todas as situações de descumprimento total ou parcial devem ser eliminadas e convertidas em estado de cumprimento por meio de um conjunto de ações. 

Essas ações para implementar um estado de conformidade mudarão a forma de trabalho da organização e criarão uma realidade.

Uma forma de verificar a eficácia dessas ações é através de uma gap analysis.

  Para ter um quadro completo da situação, no que diz respeito às obrigações de cumprimento, uma organização com um Sistema de Gestão Ambiental deve realizar uma avaliação sistemática de conformidade.

 Todos os requisitos de obrigações de conformidade devem ser verificados.

 Esta operação de verificação deve ser feita por alguém com conhecimento e compreensão das obrigações de conformidade.

E como fazer , segue nossa sugestão

Frequência;

Determinar a frequência da avaliação de conformidade de acordo com as necessidades da organização.

 Diferentes organizações em diferentes setores econômicos, com diferentes desempenhos passados, e submetidas a diferentes graus de mudanças nas obrigações de compliance podem ter frequências diferentes. Ao determinar a frequência, deve-se dar especial importância às consequências potenciais do não cumprimento do meio ambiente.

Execução;

Realizar a avaliação de conformidade e manter registros dos resultados dessa avaliação. Certifique-se de que a pessoa ou equipe responsável pela avaliação das obrigações de conformidade é/são competentes. A competência inclui conhecimento de legislação e regulamentos e conhecimento da atividade da organização.

Relatórios;

Informe os resultados da avaliação à alta gestão. A alta administração não pode alegar desconhecimento da situação de conformidade ambiental.

Ação;

Agir quando os resultados da avaliação de conformidade identificarem não conformidades para restabelecer o estado de conformidade. Quando apropriado, trate uma não conformidade como uma não conformidade.

Comunicação;

Quando aplicável, comunique-se com entidades oficiais.

Status 

A organização conhece seu status contra obrigações de conformidade e entende sua situação.

Um exercício periódico de gap analysis de conformidade é importante para garantir que a organização e sua alta gestão estejam cientes de sua situação em relação às suas obrigações de cumprimento, que comuniquem o que é relevante e exigido às entidades externas competentes, e que atuem em tempo hábil para corrigir quaisquer situações de descumprimento e cumprir seus compromissos. 

A gap analysis é um exercício de due diligence que pode evitar multas, má reputação e até mesmo o fechamento de instalações impostas pelas autoridades.

Estamos juntos!

Gestor de ESG , metas, estratégias, gestão de lições aprendidas, tudo pronto para nova era do “ Capitalismo dos stakeholders”?

Sua organização quer entrar no ISE B3?

Sua organização que entrar incorporar o processo ESG, para valer?

Ouve transparência nos seus dados para seus stakeholders?

Sua gestão foi de Governança com responsabilidade socioambiental?

Quando será sua reunião de gestão de lições aprendidas?

Quais são suas metas para xxxx ? Sim!! Kpis????

Puxa, suas palestras de SIPAT, foram um saco mais uma vez?

Seus treinamentos foram validados?

Você melhorou seus resultados em relação ao ano passado?

Você é gestor da sua carreia e do seu setor, têm noção disso?

Perguntem se todo o tempo, não esperem chegar ao final do ano, ou melhor, de cada ciclo dentro da sua empresa.

Tenho alertado muito sobre este assunto a todos que me procuram para orientação de carreira em ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade

A importância de um bom planejamento, todos sabemos é fundamental, e não vou me alongar muito neste assunto, especialistas existem aos montes por aí.

Normalmente no meio de ano por onde passei, começava a estimular nossos colaboradores a pensar sobre o Capex, Opex, Heads counts de cada área e suas metas para o próximo ano e claro, já avisava que em breve revisaríamos as metas pretendidas daquele ano que já estava terminando.

Independentemente do setor se de Segurança, Meio Ambiente, Saúde, Responsabilidade social e Sustentabilidade, todos tinham que apresentar e mostrar os resultados.

Ainda encontro profissionais destas áreas, fechado em seus mundos, atrás de computadores e somente exercendo o papel de polícia dentre da empresa e ganhando o prêmio do mais chato do ano.

Tinha esperança de que este profissional estivesse em extinção, mas ……

Resumindo: Todos são gestores de cada área, necessitam dar resultado, o foco é no negócio e o negócio é deles, mais ninguém.

Investimentos em sua área, sob sua gestão tem que dar retorno, depois não venham com Mimimi que ninguém apoia o setor, Tá?

Bem, voltando ao plano de ação …….

Trata-se de um projeto em que estejam consolidadas todas as informações sobre o objetivo desejado, desde as atividades para concretizá-lo, quanto os recursos físicos, monetários e humanos necessários.

Essa ferramenta permite que todas as decisões sejam tomadas antes mesmo de colocadas em prática, garantindo mais assertividade e correção prévia de eventuais problemas.

O plano de ação pode ser utilizado por profissionais que querem atingir alguma meta em suas carreiras ou em setores como o de QSMS-RS e Sustentabilidade que precisam investir em soluções mais complexas.

Um bom plano possibilita que o executor siga uma sequência de tarefas mais claras e lógicas previamente delimitadas, o que leva à concretização dos objetivos de forma mais rápida e prática.

A sua efetividade é explicada principalmente porque considera as condições internas e externas ao indivíduo ou à companhia para montar estratégias adequadas a serem desempenhadas em determinado período.

Vamos as etapas do seu plano, caro gestor (a)?

Para ser elaborado, o plano de ação exige um bom conhecimento de seu executor, permitindo que ele não somente organize o projeto com mais eficiência.

Como também identifique eventuais problemas que possam prejudicar o andamento das atividades.

Além disso, esse conhecimento permite definir adequadamente os prazos e custos necessários para executar as ações que levem à concretização dos objetivos.

Planejamento;

O planejamento é a base da estrutura do plano de ação, porque é aqui que deverão ser definidas as principais atividades e respectivos recursos para executá-las.

Dessa forma, nesta etapa, o executor tem como tarefas elaborar um cronograma, determinar a participação dos profissionais e os custos necessários.

Além disso, também é preciso elaborar planos de ação secundários de acordo com as exigências para realização das atividades delimitadas, como, por exemplo, risco, qualidade, recursos humanos, entre outros.

Execução;

Esta é a fase em que as ações planejadas serão colocadas em prática. Para cada uma delas, deverá ser atribuído o consumo de orçamento previamente calculado, assim como dos recursos humanos e físicos.

O executor deve analisar a execução de cada uma das atividades porque é nesta etapa que ficarão evidentes os eventuais erros e desvios que poderão prejudicar o andamento do plano.

Monitoramento;

Você deve também desenvolver estratégias para acompanhar a evolução geral do seu plano de ação, bem como definir no cronograma os períodos em que fará essa análise.

Quando identificar algum problema, deve listá-lo, identificar as suas causas e atribuir uma solução adequada para resolvê-los. Se necessário, não hesite em ajustar alguma etapa de seu projeto para garantir a sua eficácia.

Encerramento;

Na fase de encerramento, você deve rever o plano de ação e transferir as informações para um documento que o permita fazer o acompanhamento adequado.

Se houver mais envolvidos na execução do projeto, deverão receber uma cópia com suas respectivas atividades e outras informações relevantes adequadamente listadas.

Esta fase é importante para implementar eficazmente o seu planejamento.

Meu modelo favorito é o 5W2H:

Muito utilizado para organizar e colocar em prática, permite fazer um mapeamento detalhado de todas as suas atividades do início até o alcance de sua meta.

What – O que deve ser feito? – descreva todas as etapas necessárias para atingir o objetivo proposto.

Why – Por que será feito? – solicita que o executor do plano de ação justifique a necessidade de se alcançar o objetivo definido.

Where – Onde será feito? – Você deverá determinar onde serão executadas as tarefas para a concretização do plano.

When – Quando será feito? – determine um período para finalização de todas as ações, de modo a garantir que elas sejam executadas no prazo estipulado para atingir o objetivo.

Who – Por quem será feito? – Delegue as atividades adequadamente a cada profissional envolvido, caso haja, para evitar que problemas com atribuições interfiram no andamento do projeto.

How – Como será feito? – Definir os métodos que serão necessários para execução de cada etapa proposta no plano de ação.

How Much – Quanto custará fazer? – Determinar o valor do investimento necessário para executar as etapas exigidas, o que inclui recursos financeiros e humanos.

Por meio desse esquema, é possível organizar um plano de ações e elencar as principais informações para planejar, com assertividade, o passo a passo de sua carreira.

Entretanto, esse é apenas um modelo e você pode desenvolver outro que atenda especificamente seus objetivos.

Não me venham com ZERO ACIDENTE ou 100% SUSTENTÁVEL e só! 

Seja um profissional, com visão e metas.

Não existe negócio ou segmento da economia que não precise de um profissional de QSMS-RS e Sustentabilidade.

Seja um deles, mas com um plano de ação que possa ser revisado e sempre buscando a melhoria contínua.

Garanto que vai se destacar no mercado e perante o seu líder.

Estamos juntos!

Ei! Gestor de segurança, você está pronto para a segunda onda?

Como sua experiência no local de trabalho com a pandemia mudou desde a primeira onda?

 Notamos a maior mudança na cultura organizacional de trabalho que o mundo já viu.

As conclusões e recomendações dos relatórios publicados ajudaram as organizações a desenvolver suas próprias respostas à crise e permitiram que apoiassem melhor seu povo.

Ao lado do impacto psicológico pessoal do vírus em si, atitudes, valores e crenças individuais já eram muito diferentes do início da crise.

Essa mudança continua nas diferentes fases da crise.

Durante a primeira onda, muitos de nós, em diferentes partes do mundo, enfrentamos o bloqueio total.

Foi um curto período de tempo e as pessoas entenderam que havia alguma finalidade para ele.

Mas à medida que a crise continua, agora estamos enfrentando tantas incógnitas.

É uma situação em andamento e não sabemos onde estaremos daqui a um mês.

Ao falar com nossos clientes, eles estão lidando com uma série de desafios.

Os recursos é um dos maiores deles, tanto em termos práticos quanto culturais quando se trata de saúde, segurança e bem-estar.

Muitos colaboradores estão tendo que se isolar e, de repente, incapazes de trabalhar por semanas de cada vez.

Em última análise, há pessoas suficientes para fazer o trabalho, e como isso afeta o foco de todos?

De todas as áreas que estão sendo discutidas em relação à saúde, segurança e bem-estar, nossos achados mostraram que um dos mais significativos foi a saúde mental e a resiliência.

O grau em que atitudes, valores e crenças individuais foram afetados pela crise variou consideravelmente.

Alguns indivíduos continuaram se comportando “normalmente” apesar das mudanças ao seu redor.

 Outros tornaram-se muito temerosos e reticentes em continuar trabalhando, e havia a mentalidade de “herói” com alguns adotando comportamentos mais arriscados.

As organizações estão em colapso e comercialmente, muitas outras enfrentam desafios significativos.

O perigo sempre presente do COVID significa que esse risco se normalizou, e para muitos, as pressões comerciais podem estar superando os riscos diários que os indivíduos enfrentam (seja relacionado ao COVID ou não).

Durante a primeira parte da crise, para muitas organizações, a taxa de lesões foi menor devido a uma série de fatores relacionados.

Ainda é assim ou essa ‘normalização’ do risco afetou a mentalidade individual?

 No geral, a crise anunciou uma explosão nas comunicações entre organizações e entre indivíduos.

 As comunicações digitais substituíram as comunicações presenciais sempre que possível.

No entanto, testemunhamos um aumento em alguns desafios de comunicação, especialmente quando as populações de colaboradores foram divididas ou restritas devido às regulamentações de distanciamento social.

Durante a primeira parte da crise, a comunicação foi muito focada no COVID e nos riscos relacionados.

Ainda é assim ou estamos tendo um equilíbrio melhor ?

Devemos ter um equilíbrio diferente e quais outras oportunidades de engajamento estão sendo perdidas como resultado?

A comunicação diária, a flexibilidade em torno dos padrões de trabalho e os gestores que envolvem suas próprias equipes são fundamentais para a construção da confiança organizacional global.

 Durante a primeira onda, encontramos uma imagem mista sobre se os colaboradores estavam confiando em suas organizações para protegê-los.

Esse ainda é o caso?

 As organizações estão perdendo a conexão com seus colaboradores à medida que a crise continua?

Sabemos que cada organização é única, e as atitudes, valores e crenças do seu povo moldarão como elas respondem durante a crise.

Estamos juntos!

Segurança do trabalho um propósito de vida, a transformação começa por aí!

Nas últimas semanas, palestrei em eventos no Peru, Colômbia e Chile, onde fui convidado a falar sobre o que é ” ESG “, da teoria a lições apreendidas” e sobre “Comportamento seguro” nas áreas de mineração e óleo & gás e, agora por último em Belém .

A segurança do trabalho é um dos principais pilares de sustentação do ” S do ESG”  como defendo em minhas palestras e treinamentos.

O que sempre digo :O que adianta abraças os 17 ODS, estar no índice de Sustentabilidade da bolsa, ou até mesmo ganhar prêmios de ações em Sustentabilidade, se seus “KPIs de segurança do trabalho são péssimos”, ambiente de trabalho insalubre ou inseguro e por aí vamos

ESG  começa forte com a segurança do trabalho, não tenho a menor dúvida.

Comportamento seguro? FUNDAMENTAL!!!!

O profissional, gestor da área de segurança tem uma missão especial, onde dar suporte aos colaboradores passa ser essencial para que desenvolvam suas tarefas.

Segurança do trabalho é, e deve ser sempre o propósito de um gestor da área de segurança do trabalho.

E não só ficar criando regras de ouro, procedimentos, mais procedimentos e dando um jeito nos Kpis de segurança para mantê-los baixo.

Nem tão pouco, pensando na SIPAT o ano todo, para fazer um evento que não impacta em nada o início da verdadeira transformação para segurança do trabalho.

Se palestras tristes com depoimentos mais trágicos que outro, onde se abraçam e choram, psicólogos falando de mind set, treinamentos enlatados que se vendem por aí (podem ter dado certo lá fora) etc., funcionasse!

Porque a cada 15 segundo morre uma pessoa por acidente do trabalho?

Se segurança vem em primeiro, por que em cada 4 horas no Brasil uma pessoa morre por acidente de trabalho?

 A transformação na segurança do trabalho, começa inicialmente com o gestor ou “líder” (como se gasta tanto texto sobre este assunto de “Liderança “), começarem a entender e gostar de gente.

Espera se que “Líderes em segurança “sempre busquem a melhoria, eficiência, excelência da segurança do trabalho, provendo suporte aos seus colaboradores, certo? ou estão mesmos?

É comum assistir estes “Líderes” estarem contentes na manutenção dos seus Kpis, um pouco mais baixo do que anos anteriores

Não é que eles não gostariam de fazer uma verdadeira transformação na segurança.

Mas no fim, talvez eles simplesmente não acham que é possível ou não tem um plano para que isso aconteça.

O verdadeiro início de uma transformação em segurança é parar de tentar controlar os colaboradores e começar a adicionar valor a eles.

Não sei por que muitos profissionais de segurança se comportam como policiais ou guardas de trânsito, criando regras, multando etc.

Não é à toa que em minhas palestras e treinamentos pergunto, sem querer: Quem é o profissional mais odiado dentro da empresa? Quem seria?

 Colaboradores às vezes podem ser o problema, mas eles também são a solução.

Ajudar os trabalhadores a executar com mais segurança é diferente de controlá-los.

A terminologia, “controles de segurança” perde sua eficácia quando ele se move de controles condicionais para controles comportamentais.

A transformação começa em ganhar corações e mentes sobre a excelência de segurança e fornecendo a sustentação para permitir que os seus esforços.

Segurança torna-se um propósito de vida para dar suporte e não um jogo que precisa de regras para impedir as pessoas de cometerem erros!

As mãos e os pés dos trabalhadores só precisam ser controlados quando seus corações e mentes não estão totalmente engajados no esforço da segurança.

Gestor em segurança do trabalho sem propósito, gerência.

Gestor em segurança trabalho com propósito, orienta.

Estamos juntos !

Crises e acidentes socioambientais, como faz falta em uma gestão de riscos ESG , até quando?

Como se pode tomar uma decisão que envolve um grande investimento e vidas sem saber das suas consequências quanto aos riscos socioambientais diretos e indiretos?

Como se pode trabalhar se não conhecemos os riscos do processo e seus impactos socioambientais, seu plano de emergência e sua mitigação se algo acontecer?

É incompreensível que se aceite diagnósticos ou propostas de gestão que não contemplem salvaguardas socioambientais antes de uma criteriosa análise de risco e seu gerenciamento.

Depois de um desastre ambiental, surgem: os críticos, os defensores do meio ambiente, imprensa, ONGs etc., e a imagem da empresa está manchada.

No entanto ninguém deixa bem claro porque aconteceu, mas sim de pronto perante a mídia decisões são tomadas, ações de Sustentabilidade aqui e ali a serem implantadas são mostradas e outras coisas mais como de sempre.

E em que se basearam essas decisões e essas propostas antes e depois dos fatos?

Foi pensando antes sobre o risco em potencial?

 Foi elaborado algum plano de emergência factível?

Quando será levada a sério a análise de risco socioambiental nas tomadas decisões?

O risco apresenta se de múltiplas formas, segundo se trata da sua dimensão social, econômica, ambiental ou política.

Para tal, devem-se redobrar esforços para desenvolver uma gestão e conceitos comuns para expressar as múltiplas facetas do risco e como gerenciá-lo, com o fim de melhorar a forma de diálogo entre as partes interessadas.

Face à prevalência de argumentos que propõem que a redução de riscos ambientais é excessivamente custosa (sim, ainda existe este raciocínio!), desde uma perspectiva de custo/benefício, recordamos que existem também outros critérios não econômicos para avaliar as medidas de redução do risco.

A prevenção baseada em uma matriz e sua análise de risco tanto para tarefas de trabalho como para impactos socioambientais deve ser encarada como investimento e não apenas como um custo!

Uma gestão efetiva do risco ambiental requer diretrizes que permitam a aplicação de gestão de redução de riscos de desastres.

Tanto o gerenciamento como o desempenho de uma gestão de QSMS-RS & Sustentabilidade, requerem mecanismos de acompanhamento que permitam detectar tendências, identificar lucros e boas práticas, e denunciar a negligência, a corrupção e as práticas que perpetuam condições de risco.

Surgem novos desafios associados aos processos de globalização econômica, migrações internacionais e grandes projetos de infraestrutura como linhas de transmissão, portos e exploração de óleo e gás.

As regras atuais que regem as relações econômicas internacionais e a nova ordem econômica mundial devem ser estudadas e aplicadas a partir de uma perspectiva de redução de riscos ao meio ambiente e principalmente das comunidades envolvidas.

As alterações globais ambientais estão acelerando as ameaças existentes, configurando novos cenários de risco em muitos países.

Estes cenários derivam de processos complexos de degradação ambiental, urbanização não planificada e desenvolvimentos tecnológicos sem adequadas medidas de controlo.

Onde se faz necessário a uma gestão do risco ambiental que privilegie os investimentos responsáveis em prevenção e atenuação, tanto em contextos de desenvolvimento como nos processos de reabilitação e reconstrução perante os desafios ambientais que depara a sociedade global.

Corporações independentes de seu tamanho ou faturamento devem saber gerir a sua parte de responsabilidade de forma a conseguir a tão almejada responsabilidade socioambiental dentro do conceito da Sustentabilidade Corporativa.

Estamos juntos!

Precisamos de mais líderes na gestão de riscos do ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, vamos tirar os quadrinhos (SGI) da parede e dar resultado!

Passando por muitos projetos, desde perfurações no mar do norte até portos, energia e mineração na África, enquanto trabalhava com centenas de gestores e assistentes de QSMS-RS, foi rara a oportunidade de ter trabalhado com quem tinha realmente atitude de líder nesta área.

“E como faz falta “

A dificuldade em entender, que possuir uma certificação ISO, não significa que não vamos ter acidente.

E até mesmo que é urgente tirar os certificados da parede, pôsteres bonitinho da comunicação (principalmente em Sipat) e realmente levarmos para o chão de fábrica ou linha de frente é fundamental para o sucesso de nossa área em dar “RESULTADO”.

Ufa! Pois bem;

Depois de uma due diligence de aquisição em um dos projetos na Índia.

Como sempre faço questão de manter a equipe que estava lá e dar um voto do confiança, e claro imergir com a equipe durante um tempo para conhecermos melhor e dar todo meu suporte.

Em uma dessas aquisições dos projetos, em conversa com a equipe, sempre pensando que já escutei de tudo (quanta pretensão de minha parte).

Recebi essa na testa, na primeira reunião com o gestor!

Talvez a pior frase nesses anos de trabalho que escutei deste gestor de QSMS-RS que reclamava de ter tido uma equipe inexperiente no projeto por isso uma grande quantidade de acidentes.

O que ele não percebeu quando expos esse raciocínio é que está desculpa não existiria se fosse um verdadeiro líder.

Dividir conhecimento e experiência é o princípio básico de liderança!

Infelizmente gestores de QSMS-RS que são verdadeiros líderes são raros, limitando a exercer o papel de polícia sobre os colaborares e tornando se a pessoa mais odiada da área.

Se as empresas não começarem a treiná-los adequadamente sobre como ser um verdadeiro líder e implantar uma cultura de sustentabilidade, sempre teremos problemas na área que normalmente são escondidos para debaixo do tapete até o próximo acidente grave.

Aí, troca o gestor a equipe! Mas infelizmente a atitude continua.

O gestor que acredita que se o projeto não for bem-sucedido a culpa é dos outros e nunca a dele, está bem longe de perceber que um projeto bem-sucedido ou não é o resultado de um trabalho em equipe.

Ou todos conseguem ou todos falham e ele tem que ter a capacidade de demonstrar esta atitude a todos ao seu redor.

Criar e sustentar uma atmosfera positiva e bem-sucedida que seja contagiosa é outra missão para se um bom líder, pois acidentes infelizmente vão ser causados e nunca podem se deixar abater.

Ser gestor sendo inflexível e com atitude de polícia é fácil em vez de usar bem a capacidade de todos ao seu redor.

Toda vez que contratávamos gestores de QSMS-RS para algum projeto, muitos possuíam uma característica em comum.

Na qual era de mostrar ou se exibir de como eram bem-informados, pois sabiam das normas e NRs de cor e salteado, que tinham cursos etc. e realmente impressionavam e saiam muito bem na entrevista.

Mas não era isso que nós desejávamos, pois, um software supre essa necessidade, mas sim buscávamos uma pessoa que tivesse disposta a compartilhar suas habilidades com o grupo, a empresa e agregar valor à cultura desta.

Os que possuem o espírito de liderança tendem a não ligarem em levar o crédito!

Muitas vezes, tem se a impressão de que eles quase não tinham nada a ver com o sucesso de um projeto passado.

Apreciam a contribuição de cada membro da equipe, não importa a quão pequena e preferem dar-lhes o crédito para o sucesso do projeto, em vez de tomar crédito para si.

O uso de palavras e como as utiliza, nós ou nosso para descrever os responsáveis pelos sucessos dos projetos, já revela o perfil de líder.

Um verdadeiro líder não precisa saber de tudo, pois esta área de QSMS e Sustentabilidade são muito abrangentes.

Não quero dizer que ele não precisa saber nada sobre a indústria em que estão trabalhando, mas um conhecimento da função é suficiente com alguém que sabe onde e de quem para obter as informações que eles e sua equipe necessitam.

O líder fornece orientação e uma visão ampliada do seu negócio para o projeto, “guia” seu pessoal através dos procedimentos ao mesmo tempo em que lá na frente está pronto a ajudar na remoção dos obstáculos que impedem ou dificultam o processo.

O trabalho de um verdadeiro líder não é visto no dia a dia das rotinas e sim sentido para manter o fluxo do projeto.

Eu sempre pensei que é mais fácil direcionar o caminho de uma pedra que vem rolando ladeira abaixo do que uns ajustes das que estão paradas no sentido que você gostaria que ela fosse.

Dê aqueles ao seu redor autoridade para controlar o seu próprio destino, estar lá quando eles tropeçam e caem para ensiná-los a voltar e começar de novo.

Sempre aberto a novos caminhos e incentivar novas ideias. Aprende-se mais em 5 minutos de falhas do que você faz em um ano de sucessos.

Tento sempre me lembrar de que ser líder, não é sobre você.

É a preparação da próxima geração, capacitar pessoas ao seu redor, tratar a todos com o respeito que merecem fornecer orientação e proteção, guiar a equipe para o sucesso e, sobretudo, ensiná-los a fazer o mesmo para os outros.

Quando um líder realmente acredita que o impossível é possível, em seguida, aqueles em torno deles vão agir e grandes resultados aparecerão.

Faça da sua área de Sustentabilidade e QSMS-RS um lugar onde todos queiram estar colaborando sempre, e tenha a certeza, seu projeto será bem-sucedido.

Realizamos nestes anos resultados positivos em que a maioria teria dito ser impossível se eu tivesse explicado a eles o que estávamos tentando alcançar, mas conseguimos mesmo assim.

Por quê?

Porque sempre tive uma grande equipe motivada que acredita, como eu, “Nada é impossível”.

Estamos juntos!

O importante é o foco no resultado do negócio, mas …., dentro do ESG!

Quantas vezes presenciamos palestras e consultorias explanarem sobre Sustentabilidade ou gestão etc. em nossas organizações, e agora então com o ESG nas manchetes nem se fala!

Todos excelentes profissionais com livros e artigos publicados, mas é nítido perceber quem tem experiência corporativa de muitos anos ou não, no decorrer destas palestras/treinamentos.

Gestão de Sustentabilidade Corporativa e o processo ESG, não é para amadores, achistas e acadêmicos.

Ainda me lembro como se fosse hoje quando um consultor mencionou que todos os acampamentos das obras independentes da localização tinham que ter certificação LEED!

E que mesmo no meio do deserto ou no interior da selva da África Subsaariana deveríamos buscar empresas certificadas para coletar nossos resíduos ignorando totalmente a logística do local?

Meu raciocino imediato foi: Será que ele tem noção do custo X benefício, Capex, Opex ou Heads counts será que ele não sabe que existem soluções sustentáveis alternativas mesmo nas condições em que trabalhávamos?

Após estes eventos, sempre me preocupava em reunir com as equipes de QSMS-RS de todos os projetos e um a um dizer para voltarem a terra e colocarem os pés no chão.

Pois a turma saía empolgada destas palestras sem a noção do impacto de certas ações sobre o resultado na produção.

Eu também já tive minha época de eco chato quando estudante, após o término do meu doutorado eu era insuportável, mas a vida corporativa logo me chamou a razão.

Fundamental lembrar aos gestores da área de Sustentabilidade e QSMS-RS que não podemos perder o foco no resultado do negócio e estar sempre bem alinhado com os Diretores dos projetos se faz necessário.

Trabalhei no interior da selva na Libéria e na Guiné Conakry, e em todos esses projetos tínhamos um cuidado tremendo com o meio ambiente e com ações reais de sustentabilidade.

E por quê? Porque tínhamos cultura organizacional de sustentabilidade fortíssima, como o cliente também e constantemente buscávamos melhores soluções para as dificuldades da logística e tínhamos êxito.

Com sua grande amplitude e complexidade, o tema Sustentabilidade constitui um dos fatores decisivos para o sucesso ou o fracasso das organizações no mundo em que vivemos neste momento.

E o relacionamento com as partes interessadas cada vez mais exige transparência.

Juntamente com a Qualidade, a Saúde, a Segurança, Responsabilidade Social e a Ética (Compliance) nos negócios.

A questão ambiental completa os pilares de sustentação das organizações modernas.

Empresas que pretendem sobreviver ao complexo processo de redirecionamento por que passa a economia e os negócios em nossos dias não podem omitir sua adesão aos princípios ambientais que se configuram no conceito de desenvolvimento Sustentável.

Nunca a expressão “Pensar globalmente e agir nas comunidades em volta” fez tanto sentido como na proteção do meio ambiente.

Controle do aquecimento global, proteção da camada de ozônio, energia renovável, gestão das águas, preservação da biodiversidade, proteção das florestas, antes temas de estudos acadêmicos e das agendas de ONGs, passam a serem preocupações do cidadão comum, do estudante, da dona-de-casa e dos acionistas também.

A urgência no encaminhamento de soluções para esses e muitos outros problemas que afetam o meio ambiente fez com que o tema ganhasse espaço em nossas preocupações cotidianas e claro entrou no mundo dos negócios.

A melhor forma de enfrentar um problema é conhecê-lo, dissecando-o e compreendendo sua origem, extensão e peculiaridades.

Por que uma substância é tóxica? Como reciclar um produto ao fim de sua vida útil? Qual o melhor material para produzir uma embalagem?

É necessário passar da suposição ao conhecimento, da dúvida à solução, do polêmico ao objetivo, do verbo achar para os verbos saber e fazer e nesta hora que surge a habilidade de se relacionar com a produção.

Desde que iniciei na área de sustentabilidade, e mais tarde dentro do processo ESG têm se introduzido novos conceitos e importantes mudanças no encaminhamento das questões ligadas ao meio ambiente.

Um bom exemplo é a série de normas ambientais que constituem um desses novos paradigmas.

 Como são normas internacionais, têm a vantagem de ser aplicáveis às condições específicas a cada país e sociedade e eu posso comprovar por experiência própria.

Por serem voluntárias, levam à adesão apenas aqueles que realmente já estão conscientes da importância de bem cuidar do meio ambiente.

Os conceitos de gestão ambiental, análise do ciclo de vida, rotulagem ambiental e desempenho ambiental, incorporados pelas normas, constituem em importantes ferramentas que, se utilizadas por profissionais junto com a produção, contribuirão para equacionar, sem equívocos, os problemas ambientais que afetam uma organização e seus produtos e serviços.

Outro paradigma relevante nessa luta em favor da sustentabilidade é o significado de qualidade ambiental no produto?

Sua adoção requer postura proativa da parte de todos os envolvidos no processo de melhoria contínua que poderá conduzir aos objetivos naquelas organizações que o desejarem.

Sustentabilidade quando se trata de meio ambiente é um tema sempre marcado e só então lembrado por desastres e acidentes ambientais que, são amplamente noticiados, trazem consigo a indignação.

Aprender com esses desastres e acidentes socioambientais e desenvolver soluções e procedimentos para que não se repitam é a melhor maneira de acelerar esse processo, mas nunca podendo esquecer:

Foco nos resultados, mas dentro do processo ESG

Coerência entre o discurso e a prática é um bom começo para conquistar confiança no ambiente corporativo e sempre foi minha linha de ação perante a nossa equipe.

Estamos juntos!

Persuasão e liderança, fundamental na busca das metas na direção do ESG.

Há algum tempo, organizei um encontro com diretores e gerentes de contratos da área internacional.

“Não me perguntem como, talvez tenha sido um milagre daqueles que se repetem a cada 1000 anos, mas nossa área conseguiu tal feito !!!!”

Só por um dia, para falar somente sobre cultura de Segurança e claro, ações Sustentabilidade etc.

Eram 25 pessoas entre diretores e gerentes de vários tipos de contrato e óbvio, muitas caras amarradas e a famosa má vontade por se tratar de um assunto que muitos ainda vêm como só custo!

Como acredito que a melhor maneira de convencer é um bom relacionamento e um trabalho de persuasão tanto com a equipe como com os colaboradores fui em frente.

Na época tive esta oportunidade de posicionar todos os gestores em uma sala e de certa forma quebrar o gelo, ou melhor, uma barreira inconsciente de:

“Você lá com suas ideias e nós aqui só com a produção” e passar a mensagem sem ser cansativo e chato.

O objetivo principal do encontro foi de mudar as atitudes e comportamentos destes gestores em relação à gestão de Segurança e Sustentabilidade em seus projetos e liderança.

Decidi abordar usando técnicas em inspirá-los a olhar para como eles interagem em diferentes níveis, com seus colaboradores e o mais importante desenvolver o seu estilo de comunicação.

Durante todo tempo só usei a palavra “Sustentabilidade ou QSMS-RS” menos de uma dúzia de vezes.

A ideia era preparar a organização para o processo ESG, e isso meus amigos é de dentro para fora!

As razões para esta abordagem foi a de não o tornar uma sessão de treinamento exclusiva de QSMS-RS.

Mas sim, um encontro de mudança de gestão usando a arte da persuasão!

Persuasão, é uma estratégia de comunicação que consiste em utilizar recursos lógico-racionais ou simbólicos para induzir alguém a aceitar uma sugestão, uma atitude, ou realizar uma ação e foi com essa ideia que abracei desde cedo o trabalho na área.

Foi só no final durante a minha fala de encerramento que eu pedi algumas medidas a serem realizadas que ajudasse a melhorar a ações de sustentabilidade e claro do QSMS-RS em seus projetos.

Todas essas ações envolvidas eram custo zero e utilizava muito pouco do tempo por parte dos gestores, mas precisava da liderança deles perante os seus colaboradores.

Acredito que, usando a arte da persuasão e ligando o workshop em torno do trabalho do dia a dia, a mensagem de que a gestão de sustentabilidade e QSMS-RS é um resultado e não um fardo em cima seria totalmente compreendido.

Foi com uma grata satisfação que recebi um bom retorno, muitos deles disseram que era a primeiro encontro de formação neste assunto que tinham assistido e que não se falou só sobre a QSMS-RS durante todo o dia, mas eles aprenderam mais e entenderam como as ações de sustentabilidade são uma parte crucial da gestão e o sucesso do negócio como um todo.

No mundo dos negócios, a persuasão e a sustentabilidade estão definitivamente ligadas, é um processo que visa a mudar (ou um grupo) atitude ou comportamento de uma pessoa para atividades de trabalho.

E isto é conseguido através de palavras escritas ou faladas para transmitir informações, sentimentos e raciocínio lógico.

Persuasão também está ligada à aceitação de uma pessoa para outra pessoa de capacidades pessoais.

Se alguém acredita que um indivíduo é um especialista ou conhecedor em seu campo de especialização, eles são mais propensos a aceitar a informação que está sendo compartilhada.

Tomando-se mais um passo na escada da liderança.

É conhecido que a gestão requer indivíduos muito bem qualificados.

As habilidades de planejamento, delegação, resolução de problemas e comunicação são considerados essenciais para as funções de gestão e liderança.

No entanto, surpreendentemente, a habilidade de persuasão ainda é raramente reconhecida ou utilizada.

Estamos juntos!

Quais deveriam ser as características de líderes em segurança em relação a sua equipe?

Escuto com uma certa frequência essas perguntas, logo após minhas palestras/ treinamentos ou até mesmo em due diligence sobre nível de maturidade seja em segurança ou ambiental.

Como deve ser um líder, no dia a dia baixo pressão?

Fico sem graça, pois não sou ninguém para ditar regras!

Mas não poderia esperar essa pergunta vinda de um grupo de técnicos de segurança após minha palestra em um canteiro de obra gigante no meio do deserto da Mongólia (Gobi)

Logo pensei, o relacionamento não deve estar bom entre eles e o gerente!

Não gosto de ser genérico em sugestões, procuro sempre entender o perfil socioeconômico antes de falar ou treinar, se não acreditasse na importância, seria muito leviano da minha parte ministrar uma palestra ou treinamento igual com os mesmos slides para qualquer organização, coisa que eu não faço.

Cada palestra minha ou treinamento são únicos para aquela organização!

Basta escrever um livro, lançar e que sirva para quem quiser, não é meu propósito!

Se tenho que falar que eu fale com conhecimento do meu público naquele momento!

Mas vamos lá.

Características que eu buscaria em um líder;

Que entendam os objetivos da equipe;

Saber como seu papel apoia os objetivos da equipe.

Não seguir cegamente ordens porque alguém lhes disse para.

Ajudam e incentivam seus companheiros de equipe.

Não monopolizam o crédito pelas vitórias da equipe.

 No entanto, se a equipe está lutando, não mantêm a boca fechada sobre os problemas que veem apenas para evitar fazer ondas.

Falar a verdade, mesmo quando o gestor ou outra pessoa não quer ouvi-lo.

Honestidade com seus companheiros de equipe, seus líderes e eles mesmos;

Se uma de suas ideias é impopular, não abandonar para se encaixar com as ideias de todos os outros.

Manter sua palavra e seus compromissos;

Comunicar com clareza suas próprias expectativas e esclarecer as expectativas de outras pessoas sobre eles.

Reportar boas e más notícias quando é apropriado fazê-lo;

Jamais esconder más notícias ou ignorá-lo apenas para evitar dizer a alguém o que eles não estão prontos para ouvir.

Assumir que não tem todas as respostas, e não falar sobre a alta direção ou qualquer outra pessoa pelas costas;

Respeitar a liderança e a cultura da organização para a onde trabalham.

 Não desperdiçar energia em trazer sua equipe para baixo reclamando da situação

Estabelecem limites;

Manter seus compromissos, e se sentir confortável em dizer:

 “Eu não vou ser acessível a todos neste fim de semana” ou “Eu vou olhar sobre o seu relatório na parte da manhã”

 Se deparam com um conflito com alguém da equipe, e abordá-lo;

Problemas devem ser tratados o mais rápido possível.

Valorizam as contribuições de seus companheiros de equipe;

Ajudar seus companheiros de equipe fazer o mesmo.

Por favor, não são regras minhas, são apenas sugestões de quem tem um tempinho área

Estamos juntos!

Psiu, gestor ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade, você mesmo aí. Está sabendo?

Psiu, gestor ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade, você mesmo aí. Está sabendo?

Você sabe o que sua consultoria socioambiental está fazendo nesse exato momento?

Sua consultoria em projetos sociais?

Estão seguindo suas normas de Segurança do trabalho ou prevenção a acidentes ambientais?

Essas consultorias compreendem que elas representam sua organização, a sua reputação socioambiental?

Você está 100% em compliance?

Sua gestão de riscos socioambientais, estão em dia?

Nãooo quanto a legislação ou normas, para isso existe N softwares que vendem a mesma coisa e teoricamente estão te atualizando por algum escritório de advocacia.

Estou falando láaaa das operações na linha de fogo, na linha de frente ou trecho.

Suas condicionantes tanto sociais como ambientais estão sendo entregues no prazo?

O que está escrito nos relatórios entregues correspondem à realidade, ou surpresas vem depois de que o órgão ambiental te autua?

Éeeeeee, meus colegas, quem é gestor e está passando por isso nesse exato momento, e que está tendo o trabalho de ler está provocação do seu amigo aqui.

Quantas vezes não se depara com esse pensamento?

Infelizmente existem muitas empresas que tem o SGI, apenas para ter uns certificados pregado na parede.

Mas será que o sistema de gestão só serve para ter uns quadrinhos na parede por desencargo de consciência, para inglês ver ou para conseguir acessar a clientes?

Quem disse que ter um SGI, é garantia de não ter acidente do trabalho ou acidente ambiental?

Gestão em QSMS-RS & Sustentabilidade (SGI) nunca é um estado permanente, todos estes indicadores principais e outros, que muitos não dão importância na análise para a medidas preventivas são muitas vezes mal interpretados, ou não analisados como um todo.

 Gostaria de que nós profissionais “gestores do SGI “fossemos um pouco mais devagar.

Por favor, precisamos voltar ao básico.

Convenhamos que sabemos (pelo menos deveríamos, pois, é esta a principal função de um gestor com liderança) o que está errado com o SGI, colaboradores e a situação na linha de frente.

Geralmente sabemos como está a situação no nosso SGI (compliance ou não?) e o que está acontecendo na organização.

Sabemos quais as áreas onde corremos mais riscos, onde certas tarefas são mais perigosas etc.

 E se não sabemos!!!!

Precisamos tirar nossas bundas da cadeira (TBC) e ir à operação onde o trabalho é feito.

 Quando alguém comete um erro precisamos pedir-lhes para nos ajudar a entender por tomaram aquela atitude?

É preciso compreender as pessoas e eles precisam entender-nos.

 Então paremmmmm, de fazer joguinhos, bingos, concurso e passar filminhos com as crianças pedindo para os pais não se acidentarem, nem tão pouco assinar compromissos e no final abraçarmos juntos e chorarmos durante sua SIPAT.

 “NINGUEM NUNCA MORREU EM ACIDENTE DE TRABALHO POR QUE NÃO QUERIA VOLTAR PARA CASA OU SEU FILHO NÃO QUERIA QUE ELE VOLTASSE” 

Precisamos parar por um momento e perguntar a nós mesmos gestores o que estamos fazendo para a gestão e os gerenciamentos de todos os riscos e mitigá-los.

Se nossa resposta é:

“Não sei muito bem “, então, meus colegas, para tudo e comece a fazê-lo.

Se você não conhece seus riscos, pode ter certeza de que eles iram te conhecer em breve!

Estamos juntos!

Gestão de riscos socioambientais ESG, ferramenta eficaz para reduzir custos.

Sem sombra de dúvida, uma boa gestão do ESG tanto na indústria de Energia, óleo e gás ou mineração se torna eficaz quando aplicado de forma visando a identificar seus riscos, trabalhar na prevenção e mitigação dos danos quanto a ocorrência dos impactos socioambientais e acidentes de trabalho.

“Deve-se “Prevenir” para não Corrigir”.

Fácil falar né!

Mas quem realmente realiza uma gestão de riscos socioambiental dentro do ESG.

Ocorrido um impacto socioambiental, este é irreversível tão como o dano à imagem da empresa e as partes interessadas, tornando-se impossível a recomposição das áreas degradadas, levando toda a sociedade a suportar as consequências de um desastre ambiental.

A questão dos impactos socioambiental eclodiu há aproximadamente há quarenta anos, sendo que no início eram abordados apenas alguns aspectos como, poluição das águas, do ar, os desgastes dos solos, dentre outros.

Mas agora com a divulgação de grandes desastres, qualquer indústria fica exposta a mídia.

A ocorrência de grandes desastres ambientais, utilização de grandes volumes de água e o crescimento industrial começou a despertar interesse da opinião pública e dos governantes, que começaram a “sentir na pele” as consequências destas ações.

Mesmo assim, poucos são os que praticam ações preventivas ou melhor monitora seus riscos, sempre à espera de que “um mal maior aconteça” para que se efetivem medidas de proteção ambiental a falta de uma visão ampliada da gestão de QSMS-RS é visível.

Percebe-se que o uso racional dos recursos naturais e a observância da legislação ambiental começam a representar para a sociedade uma ameaça ao desenvolvimento econômico, o que é um equívoco.

Poucos são aqueles que realmente implantam um programa de pronta resposta (normalmente se terceiriza).

Esquecendo que uma ação preventiva eficaz baseada em uma política forte do ESG poderia ser alcançada ao ter uma equipe treinada para atender a acidentes, que façam parte da gestão para dar o primeiro atendimento e tentar evitar o descontrole da ocorrência.

Para que a prevenção a acidentes do trabalho como os acidentes de impacto socioambiental sejam efetiva são importantes a gestão e o gerenciamento de riscos do SGI, pois através desse será possível prevenir, evitar impactos sobre o meio ambiente, acidentes de trabalho e quanto avaliação de seus fornecedores

Um conjunto de ações como citando alguns exemplos: Controle de emissões, redução do consumo de recursos naturais, reciclagem de resíduos, reutilização de materiais, obtenção e cumprimento da licença ambiental e principalmente a conscientização da sociedade organizada.

Só é possível por meio de uma gestão ESG e uma equipe multidisciplinar, e até aí acredito que meus colegas concordam.

Agora, um sistema de gestão de risco e prevenção para que seja eficaz depende da qualificação dos profissionais que a realizam com muita bagagem na linha de fogo, não pode ser qualquer profissional!!!!

A visão de quem não tem muita experiência, contribui muito pouco para uma gestão e gerenciamento de risco do SGI nas operações.

Insisto: Contratar uma pessoa que não tenha bagagem e delegar responsabilidades sai muito caro mais do que ter pessoas com experiência real do assunto.

Cabe ao gestor ESG através de sua equipe a tarefa de realizar a gestão e o gerenciamentos de riscos socioambientais, bem como administrar a utilização dos recursos naturais bem como levar conhecimento à sociedade através de uma educação ambiental.

A eficiência na gestão de riscos a impacto socioambientais e bem como a defesa ao meio ambiente, bem-este juridicamente tutelado.

É sem dúvida a peça fundamental na prática de uma política de Sustentabilidade Corporativa voltada para gestão de riscos do ESG, a prevenção e mitigação destes bem orientados por profissionais capacitados.

Estamos juntos!

Liderança durante a crise, como faz falta uma nessa hora!

Quando fui pego no epicentro do EBOLA, na África com 4000 colaboradores olhando para você, a diretoria da obra em pânico gritando, perguntando o que eu deveria fazer!!

Achei que nunca mais ia passar por isso de novo, hoje como consultor assisto meus colegas passando pelo mesmo, e isso me levou a elaborar essas dicas aqui neste texto e dividir com vocês

Os líderes mostram aos outros que têm um plano para recuperar a estabilidade dentro de sua operação, apesar da instabilidade lá fora.

A pandemia está criando incerteza econômica e ansiedade, o que significa que as distrações na força de trabalho estão em um nível recorde.

Os líderes de segurança entendem que quando as distrações são altas, as exposições aumentam. 

Colaboradores e gestores estão encontrando dificuldades para se concentrar porque têm muito em suas mentes: sua saúde e segurança, a saúde e a segurança dos entes queridos, se eles podem ou não pagar suas contas, como o mundo será quando esse período de distanciamento físico diminuir, e muito mais.

São momentos como esses em que a liderança inspiradora é mais necessária.

Liderança inspiradora é um estilo de liderança transformadora que é fundamental quando os colaboradores estão preocupados, a produção é tênue e o negócio é instável. 

Todos os três estão interligados quando um cai, os outros também caem. 

Por outro lado, a exposição começa a subir. 

A liderança inspiradora é, portanto, mais necessária durante crises econômicas, incertezas nos assuntos mundiais, ou de desastres naturais repentinos e inesperados, como um tornado ou terremoto.

Em sua essência, liderança inspiradora é a capacidade de articular uma ideia ou uma ação para conquistar as pessoas para que elas compartilhem a mesma ideia ou ação. 

Otimismo, entusiasmo, companheirismo são resultados diretos quando as pessoas se inspiram. 

A liderança inspiradora constrói relacionamentos com os outros e minimiza as distrações que levam ao maior nível de exposição.

Mas para inspirar os outros, o líder ele ou ela mesma precisa ser inspirado.

 Eles precisam acreditar na visão que querem compartilhar. 

Nesta pandemia, especialistas precisam acreditar que uma vacina é possível, a curva pode ser achatada, e que a sociedade vai continuar de onde parou, porque se não o fizerem, os milhões de pessoas que se apegam a essas palavras também não.

Só por isso, todos os olhos estão voltados para a liderança durante uma crise.

As pessoas estão procurando sinais físicos e sinais verbais de que a situação está sob controle.

 Em outras palavras, para os líderes, agora não é hora de aceitar renúncia passiva. 

Eles precisam estar à frente da situação e mostrar aos outros que têm um plano para recuperar a estabilidade dentro de sua operação, apesar da instabilidade lá fora.

Então, o que os líderes precisam fazer para alcançar este estado? 

Aqui estão algumas dicas, de quem passou a crise do Ebola, na África com 4000 colaboradores olhando para você!

 Inspire-se. 

Para inspirar os outros, os líderes precisam determinar como é “bom”.

 Então eles podem compartilhar essa inspiração com os outros. Você não quer errar porque as apostas são muito altas.

Por exemplo: Recentemente eu estava trabalhando em um projeto que exigia verificação de materiais de impressão que eu precisava fazer meu trabalho. 

Então liguei para o líder responsável pela impressão e perguntei o status do meu rascunho. 

Havia urgência porque eu tinha um cliente esperando. 

No entanto, quando perguntei, o líder respondeu perguntando como eu estava e como minha família estava indo. A conversa que achei que seria controversa foi empática.

Quando falo com clientes tento liderar estabelecendo um relacionamento genuíno. 

Meu colega de trabalho era eficaz porque não era defensivo ou ansioso. 

Ele era calmo e autêntico. É possível se inspirar nas interações cotidianas com as pessoas e passar adiante.

 Estabeleça sua visão. 

Onde você quer que as coisas aterrissem depois desta crise? 

Por exemplo, uma visão que eu acho inspiradora é a ideia de que vamos superar isso juntos e o “novo normal” pode ser diferente, mas de certa forma, poderia ser melhor. 

Essa é uma visão que outros podem ter para trás. Você não quer mentir e dizer que a mudança não será dolorosa.

 Mas você quer evitar-se de ir pelo caminho da desgraça e da escuridão. 

Certifique-se de que a imagem que você pinta é boa e vem de um lugar real dentro de si mesmo.

 Dar o exemplo. 

Você é o barômetro que os colaboradores usarão para avaliar se as coisas parecem boas ou se você não acredita que as coisas vão melhorar.

 Olhe o que você faz ou não faz e o que você diz ou não diz. 

Se você não investe tempo e energia para mostrar que se importa, você está apenas preparando o palco para outras pessoas se sentirem rejeitadas.

Pense nisso como um desempenho que terá um efeito duradouro, positivo ou negativo. 

Você tem que perceber que quando você está naquele palco, não é apenas sobre você – é sobre nós. 

E se você é um líder inspirador, você reconhecerá que a forma como você responde terá um impacto poderoso na organização.

 Interaja com sua equipe.

O distanciamento físico é como estamos vivendo agora. 

Não estamos nos esbarrando no corredor ou realizando grandes negócios em torno de uma mesa de conferência. No entanto, você precisa interagir com sua equipe

Como você pode fazer isso? 

Configure o Zoom ou chamadas de tecnologia semelhantes para conversar uns com os outros, ou apenas usar o telefone. 

Liderança é um esporte interativo, então você tem que interagir. 

Quando sob coação, algumas pessoas se aproximam.

 Mas agora é a hora que você precisa estender a mão.

 Pratique inspiração todos os dias.

Você não precisa esperar por essa reunião mensal para fazer um discurso de vitória no fim do jogo. 

Você pode inspirar outros em cada telefonema que você está em ou a cada interação diária. 

Além disso, lembre-se: seus colaboradores não estão esperando que você faça um discurso que corresponda aos grandes líderes do nosso dia. 

Você só precisa mostrar às pessoas que você precisa delas para seguir em frente.

 Líderes inspiradores constroem credibilidade com seus colaboradores. 

No coração da liderança inspiradora está compartilhar sua visão, ajudar os outros a crescer, servindo como mentor e projetando otimismo. 

Se você fizer essas coisas bem, você vai construir confiança com o seu povo que vai pagar em maior segurança e bem-estar.

Então, como você começa?

 Pense no que te inspirou recentemente. Como você pode usar essas ações ou declarações com aqueles ao seu redor.

 Comunique que todos passarão por essa pandemia juntos e mostrem a eles que você realmente acredita no que diz.

Reconheça que você precisa estar no seu jogo toda vez que você interagir com seu povo.

 Certifique-se de verificar com eles, encorajá-los e ouvir. Eles precisam de você agora mais do que nunca. E você precisa deles também.

Estamos juntos 

Como garantir o engajamento dos colaboradores nos treinamentos em QSMS-RS & Sustentabilidade?

Os treinamentos em QSMS-RS & Sustentabilidade são imprescindíveis para qualquer organização por inúmeras razões, incluindo o cumprimento das obrigações de conformidade, bem como a manutenção de uma cultura de segurança positiva, e agora com o processo ESG batendo na porta nem se fala. 

No entanto, essas atividades às vezes são vistas como chatas ou mais uma tarefa a cumprir tabela, e pode ser complicado garantir que as lições dos seus treinamentos fiquem no coração e mente dos colaboradores.

Com a abordagem correta, os gestores de QSMS-RS & Sustentabilidade podem promover uma melhor retenção de conceitos importantes de treinamento entre suas forças de trabalho. 

Aqui estão algumas práticas recomendadas, que fui apreendendo e desenvolvendo ao longo de minha carreira que podem ajudá-los (a) a passar para os colaboradores em sala de aula e fornecer uma maior chance de que seus treinamentos sejam realmente efetivos. 

 Concentre-se na cultura da sua empresa de cima para baixo

Em primeiro lugar, a cultura forte em QSM-RS & Sustentabilidade é sua aliada invisível em fornecer melhor treinamento.

É importante que os líderes de toda a sua organização cumpram políticas, regras e regulamentos abordados em seu treinamento de segurança. 

Se eles não respeitam, por que seus empregados deveriam? 

Sem suporte gerencial, os treinamentos não ficaram com mais ninguém dentro da sua organização. 

Ao desenvolver seus materiais de treinamento, considere a cultura geral da sua empresa ou a cultura que você está tentando acentuar em toda a sua organização.

 Por exemplo, se você está incluindo informações sobre o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) no chão de fábrica, também inclua informações sobre como líderes e gerentes também são obrigados a seguir essas regras. 

Compliance, mudança e cultura de uma empresa sempre começam no topo em uma organização. 

 Incentivar a Responsabilidade Diária

Encorajar seus colaboradores a responsabilizar a si mesmos e seus pares diariamente também garantirá os ensinamentos

Considere designar parceiros de segurança (por exemplo) que servem como observadores para colaboradores que operam máquinas pesadas ou trabalham em condições perigosas.

Dessa forma, um colaborador pode apontar para outro quando ela ou ele está fazendo algo inseguro.

 Quando os colaboradores não são meramente responsáveis pela gestão, mas também têm interesse em proteger segurança uns dos outros também, eles terão mais chances de se envolver e reter os treinamentos

Use dados e análises para verificar a eficácia do seu treinamento

Se o seu treinamento estiver realmente aderindo aos seus colaboradores, você será capaz de descobrir dados e análises que comprovem sua eficácia.

Por exemplo, se você realizar treinamento para como lidar com equipamentos perigosos com segurança ou gerenciamento adequado de resíduos perigosos, você saberá que está assimilado em seus colaboradores quando menos lesões ocorrem, menos citações são emitidas de agências reguladoras e auditorias internas de QSMS-RS & Sustentabilidade demonstram conformidade e prontidão cultural.

Estamos juntos

Sua cultura de segurança tem um vírus, e agora?

Podemos ansiar porque as coisas voltem ao “normal”, mas as mudanças que a pandemia trouxe terão um impacto duradouro.

Trabalhei em organizações por mais de 35 anos que desejavam melhorar sua cultura de segurança.

 Alguns culparam as circunstâncias pelo fraco desempenho em segurança e outros viram a melhoria cultural como um caminho para a excelência.

 Outros ainda viam a atenção para a cultura como a mais recente moda em segurança e queriam ser percebidos como experientes para as tendências atuais.

 Poucos realmente entenderam o que era uma cultura de segurança ou como melhorá-la, pelo menos no início. 

Entre as maiores realizações nesta curva de aprendizado estava a descoberta de influências subjacentes que moldaram a cultura.

Muitos líderes descreveram a cultura como “o que as pessoas fazem quando eu não estou assistindo” ou “a maneira como fazemos as coisas por aqui”. 

Mas isso não é cultura!

É uma prática comum. 

A cultura é um subproduto de outros fatores que formam as razões pelas quais a prática comum é o que ela é.

 Esses fatores são frequentemente referidos como influências.

Influências moldam percepções, crenças, valores, focos e mentalidades.

 Quando as influências são comuns com um grupo, elas moldam a cultura. Em geral, para mudar uma cultura você deve mudar as influências

. Às vezes, as influências mudam a si mesmas.

Acabamos de experimentar tal influência. Nós o chamamos de pandemia COVID-19. 

Mudou nossas percepções de riscos, nossas crenças sobre o que é importante, nossos valores e prioridades, nosso foco e mentalidade. 

Estes, por sua vez, mudaram muitas de nossas práticas comuns. 

Podemos ansiar porque as coisas voltem ao “normal” e elas podem até certo ponto.

 Mas as mudanças em nossa cultura que a pandemia trouxe terão um impacto duradouro. 

O mundo pode voltar a algo parecido com sua condição anterior, mas as pessoas nele não o farão completamente.

 Eles terão sido alterados de maneiras que continuarão a influenciar a cultura no futuro.

Antes de discutir algumas das possíveis mudanças a serem consideradas, lembre-se que todas as culturas são únicas.

 Isso significa que essas mudanças impactarão diferentes culturas de diferentes maneiras e em diferentes extensões. Infelizmente, isso significa que a cultura precisará ser avaliada para determinar como ela mudou e sua condição atual. 

Mesmo que a organização tenha avaliado a cultura em 2019, não se deve supor que a cultura voltará automaticamente ao seu antigo eu. 

Este não é um fenômeno exclusivo do COVID.

 As culturas podem mudar ao longo do tempo, especialmente após eventos significativos, e precisam ser avaliadas periodicamente mesmo em tempos normais. 

Ao contrário da avaliação usual da cultura de segurança, as avaliações pós-covid também precisam abordar áreas específicas que têm uma alta probabilidade de serem impactadas pela pandemia.

 Entre eles estão os seguintes:

Foco em precauções

A tríade de precauções prescritas pelo COVID poderia ter melhorado a capacidade da sua cultura de se concentrar em melhorias específicas. 

Fazer com que a maioria do mundo se distanciasse, usasse máscaras e higienize suas mãos pode ter um impacto duradouro nas culturas de segurança que poderiam ser redirecionadas para metas de melhorias específicas da organização. 

No entanto, também aprendemos que um certo percentual de pessoas deliberadamente desrespeitou essas precauções e às vezes o fez de forma flagrante.

 Uma boa avaliação poderia usar o cumprimento das precauções do COVID como um indicador de disposição para se concentrar em comportamentos específicos para resolver questões de segurança.

 Boas avaliações tentam fazer exemplos específicos ou perguntas paralelas em vez de hipotéticas.

Distanciamento social

A falta de contato próximo por meses certamente afetará futuras tendências culturais de uma forma ou de outra. 

Medir as reações dos trabalhadores ao distanciamento por meio de pesquisas de percepção ou grupos focais poderia criar métricas úteis para como a cultura reagirá quando a necessidade de distanciamento não for mais um problema. 

O COVID mudará a percepção do espaço pessoal ou não?

Trabalhar a partir de casa

Corretores de imóveis relataram uma migração em massa do centro para os subúrbios, pois as pessoas podiam trabalhar em casa em vez de se apresentar em um escritório. 

Pesquisas indicam que trabalhar em casa é positivo para quase todos que foram forçados ou voluntários para isso.

 As queixas comuns envolviam familiares e animais de estimação interferindo no trabalho, e a maioria relatou ter conquistado essas questões ao longo do tempo.

Reuniões Virtuais

Enquanto a quarentena impedia reuniões presenciais normais, as organizações usavam a tecnologia para resolver o problema. Zoom, Equipes e outras plataformas foram usadas para realizar reuniões na Internet.

 Isso causou um período de adaptação com algumas organizações e indivíduos, mas parecia funcionar mais suavemente ao longo do tempo. 

Até as conferências foram virtuais e acharam o atendimento bom e a aprovação do formato bastante aceitável.

 A economia nas despesas de viagem também foi maior do que alguns esperavam, e somada à aceitação da prática. 

Vários CEOs afirmaram que seu ceticismo inicial sobre as reuniões na Internet se dissipou e estão satisfeitos com o desempenho e dispostos a continuar a prática. 

É importante determinar se sua cultura de segurança aceitará ou mesmo abraçará reuniões virtuais contínuas.

Menor Supervisão Direta

O distanciamento também significou distância entre os trabalhadores e seus supervisores.

 Uma supervisão menos direta poderia ter afetado as futuras normas culturais de segurança, e é importante determinar exatamente como e até que ponto isso aconteceu. 

Houve uma tendência de menos supervisão e trabalho mais independente nas últimas décadas. 

O COVID inverteu ou reforçou essa tendência? 

Além disso, os supervisores tiveram que aprender novas maneiras de impactar o desempenho. 

Isso vai continuar ou voltar para modelos antigos?

As organizações tiveram que reagir a crises no passado, mas a maioria foi mais curta e menos impactante. 

Furacões e outros eventos climáticos causam danos e desespero, então têm um período de recuperação e um retorno a algo próximo ao normal. 

O comprimento e a natureza desta pandemia tornam-no bem diferente de um evento climático. 

Mesmo que as condições eventualmente retornem a uma semelhança com o que costumávamos chamar de normal, as pessoas terão sido alteradas. 

Tendo sido emboscado por este evento, muitos pensarão em como lidar com um evento semelhante no futuro. 

Outros simplesmente aprenderam maneiras alternativas de fazer o trabalho e essas formas serão incorporadas à cultura de segurança do futuro. 

Avalie as mudanças e ajuste sua estratégia de segurança de acordo.

Estamos juntos!

Visão ampliada na gestão do ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, sem ela, sua carreira está comprometida.

Em uma dessas manhãs em um projeto no interior do interior no Sudão do Sul (África/Oriental), entra em minha sala quase a tapas o engenheiro de segurança e o médico (quem é da área já passou por esta situação).

O médico decidiu afastar o colaborador e o pessoal da segurança achava um absurdo porque afetava as estatísticas de segurança, piorava a TFCA etc. e o pau comendo e eu pensando comigo.

“Minha nossa , estamos a 700 km distantes da aldeia mais próxima, no sistema de rodizio eu estava na última semana para ir para casa, o helicóptero só vem em caso de acidente grave (isso quando o tempo permite), tínhamos acabado de passar com um B- por uma auditoria da fiscalização e íamos passar por uma de recertificação, uma operação com cerca de 3000 colaboradores locais e 260 expatriados de diversas nacionalidades e consequentemente diversas visões sobre nossa área de QSM S-RS e esses dois de uma equipe de 102 pessoas de QSMS-RS, se pegando na minha frente por este motivo!”.

Como solucionar? Depois eu conto, ou melhor, alguém tem um palpite?

Qual o perfil ideal de um gestor de QSMS-RS, para gerir situações não só como essa que são tão normais no dia a dia da área, mas em outras questões em universo de pessoas e relacionamentos dentro de uma empresa?

Ter conhecimento do seu negócio é fundamental para qualquer gestor.

Não estou dizendo que você tem que entender de medicina do trabalho como um médico, nem ser PhD em qualquer uma das áreas de ESG / QSMS- RS que você comanda, mas é fundamental ter tido experiência real exercendo a função em cada uma delas ou no mínimo ter participado de perto, para se colocar na posição de seus gerentes e operadores da gestão e auxiliá-los com sua experiência.

Não tem cabimento você gerenciar o pessoal do Q sem saber da ISO 9001 e do que se tratam ensaios, testes, Kpis de não conformidade etc., o mesmo para a turma do S com suas taxas, DDS, análise de acidente e muito mais, também para a turma do M (não esquecendo em saber lidar com uma emergência ambiental), com as condicionantes de um licenciamento, TAC e resíduos ou por acaso já tenha lido a ISO 26000 para orientar turma do RS?

Quanto custa para imagem de a empresa ver seu nome e sua marca estampada nos jornais toda vez que acontece um desastre ambiental, acidentes graves de seus funcionários ou não respeita a legislação trabalhista?

Veja quão é tão importante é essa área do ESG/ QSMS–RS e Sustentabilidade!

Gerenciar sua equipe e manter um bom relacionamento com a produção não é tarefa das mais fáceis e exige que este profissional tenha uma visão ampliada olhando muito além da área de QSMS- RS, não esquecendo de que sua missão é de compatibilizar sua área com a produção.

Um profissional de QSMS- RS sem visão ampliada, não vai ter muito sucesso, pois passa exercer um papel de policial fiscalizador, pois é cômodo seguir as normas e cobrar a postura de segurança somente abrindo não conformidades dando advertência e pronto!

E qual a consequência desta postura? Ganha-se o ódio da equipe de produção e consequentemente do restante das outras áreas, segrega em grupos dentro da empresa, a famosa expressão lá vem à turma do ESG/ QSMS-RS passa ser pejorativa e cria tremendo mal-estar que se torna difícil de retroceder depois de uma vez enraizado.

Já entrei em projetos que esse era o clima e mudar este foi meu maior desafio do que propriamente cuidar do setor.

Um gestor que não tenha mínima experiência prévia das áreas de ESG/ QSMS- RS & Sustentabilidade e visão ampliada do seu negócio (claro que é um negócio, pois pode dar lucro ou tremendo prejuízo a empresa se for mal gerido) está fadado a fracassar.

E quem perde com isso? Todos envolvidos no processo desde os colaboradores, comunidade, acionistas e clientes.

Estamos juntos!

O que todos os líderes em segurança precisam saber, e ainda não foi dito!

Muitas vezes, as organizações sofrem uma desconexão entre profissionais de segurança e outros líderes.

 Os líderes operacionais são pagos para avaliar situações e tomar decisões agressivamente.

 Eles trabalham em turnos do que está errado e o que será necessário para corrigi-lo, e eles são bons no que fazem. 

No entanto, essa unidade pode ser contraproducente para a melhoria do desempenho de segurança quando não está fundamentada em uma compreensão sólida dos fundamentos de segurança. 

Surpreende os profissionais de segurança a saber com que frequência os conceitos principais de segurança são mal compreendidos ou desconhecidos para líderes em vários níveis ao longo de uma organização, e de fato essa lacuna de conhecimento geralmente se expande à medida que você sobe. 

É importante que todas as partes percebam que a segurança não é necessariamente intuitiva. 

A boa notícia é que conceitos fundamentais de segurança podem ser aprendidos e ensinados.

 Em nossa visão existem três, em particular, que todos os líderes devem estar familiarizados com:

A variação é normal. 

É importante que os líderes entendam que qualquer variação que observem nos números de incidentes de segurança não são inerentemente significativas.

 Na verdade, deveria ser esperado. 

Um nível constante de segurança em um determinado local de trabalho sempre produzirá um número variável de incidentes de segurança, pois a variação aleatória é alta na segurança no local de trabalho. 

Alguns dias o nível de ruído e procedimentos mal escritos podem ser compensados. 

Outros dias eles não podem.

 Isso pode parecer razoável quando você ouve, mas na prática é fácil esquecer. 

Na verdade, quanto mais alto formos em uma organização, mais uma questão se torna.

 Os líderes querem olhar para os resultados, não para os processos e preditores. 

Em segurança, os resultados são números de incidentes. 

Isso é bom se entendermos a natureza da distribuição dos incidentes e a inevitabilidade da variação.

 Mas se os líderes não entenderem esse conceito básico, eles inevitavelmente tomarão más decisões de segurança.

Concentre-se em causas mais do que acidentes! 

Um dos maiores erros que os líderes podem cometer é exagerar nos incidentes sem olhar mais profundamente para as causas subjacentes.

 Perseguir perigos pode ser um exercício de frustração sem benefícios visíveis. 

Um incidente nos diz que precisamos consertar algo, depois outra coisa, depois outra coisa novamente, e ainda assim continuamos a ter incidentes sem ver uma tendência de queda significativa. 

Uma ferramenta que pode fornecer alavancagem é a análise de causa raiz longitudinal. 

Revela exposição sistêmica. 

O que quero dizer com exposição sistêmica é a exposição que está lá o tempo todo a exposição responsável pela variação de causa comum nos dados de lesões.

 Queremos entendê-lo pela análise longitudinal da causa básica, pois olhar para um grupo de análises de causas básicas em conjunto permite identificar os temas que correm ao longo da série.

 Esses temas podem assumir a forma de não antecipar questões que surgirão durante o trabalho, ou não responder a problemas até que ocorra um incidente, ou apenas investigações de incidentes de baixa qualidade. 

É comum que os líderes reajam antes de terem informações suficientes. Suas intenções são boas, mas análise ruim só piora as coisas. 

Você precisa apreciar a complexidade com que os perigos podem interagir e saber quando ter uma visão longa. 

Testes para significância estatística começarão na direção certa. 

A análise de causalidade de lesões direciona essas melhores intenções para estratégias onde elas podem realmente fazer algum bem. 

Encontre os precursores de Lesões e fatalidades.

 Em nossa experiencia descobrimos que uma das suposições mais comuns no mundo da segurança acaba por ser falsa: focar na redução de lesões menores também levará a uma redução das fatalidades.

 Descobrimos que os acidentes mais graves são categoricamente diferentes de ferimentos leves e, portanto, requerem uma abordagem completamente diferente. 

O que isso significa para causalidade de lesões é que os líderes precisam de informações sobre as causas e precursores de lesões graves e fatalidades separadamente das de outros tipos de incidentes.

As análises longitudinais de causas básicas devem procurar padrões em todo o grupo de incidentes, e para padrões exclusivos dos acidentes mais graves

 Ao desenvolver um conjunto desses principais indicadores, os líderes estarão armados com uma ferramenta valiosa para reduzir seus acidentes com alto potencial de lesão e fatalidade

Os líderes de segurança precisam começar a conversar sobre esses conceitos centrais e garantir que eles sejam compreendidos em todos os níveis da organização.

 Eles não são amplamente compreendidos no momento, mesmo em organizações que têm bom desempenho. 

Um papel fundamental do profissional de segurança é facilitar essa educação.

Estamos juntos!

Quando os créditos de carbono, fazem sentido para as organizações no processo dos riscos ESG.

Abordar a pegada de carbono da sua organização requer uma abordagem abrangente.

 As compensações de carbono são um componente viável de uma estratégia maior e, quando adquirido de forma inteligente, também pode ajudar as organizações a atender suas outras necessidades e metas de sustentabilidade dentro do processo para o ESG.

O mantra do movimento de reciclagem, “reduzir, reutilizar, reciclar”, pode servir de modelo para a abordagem de uma organização à mitigação de carbono.

A ordem das ações no refrão é importante, pois nos ensinou que, embora a reciclagem seja um componente crítico, devemos primeiro encontrar maneiras de minimizar os resíduos todos juntos e reutilizar os materiais que já usamos.

 Hoje, as organizações, ao implementar suas estratégias climáticas, devem adotar um mantra semelhante a hierarquia de mitigação de carbono: “evitar, reduzir, restaurar, compensar”.

O que esse mantra significa para organizações interessadas em soluções climáticas e créditos de carbono?

Isso significa que, primeiro, as organizações devem explorar maneiras de evoluir suas práticas comerciais para eliminar ou reduzir substancialmente as emissões desnecessárias e mudar para fontes de energia mais sustentáveis.

Uma vez que isso seja realizado, as organizações devem lidar com as emissões que não podem evitar através de opções de restauração e compensação.

Ao implantar a hierarquia de mitigação de carbono, as organizações s estão minimizando a quantidade de carbono que criam antes de investir em compensações de carbono.

Uma vez que as organizações se movam para encontrar opções de compensação, ou compensar suas emissões residuais, elas devem considerar o potencial do carbono florestal como um componente climático natural de sua carteira de crédito global.

 Pesquisas mostram que as soluções climáticas naturais têm um enorme potencial para mitigação necessária das mudanças climáticas globalmente até 2030.

O melhor manejo florestal e o reflorestamento (replantio) apresentam a maior oportunidade entre as opções terrestres.

Para muitas organizações, investir em florestas pode significar ir além de simplesmente abordar sua pegada de carbono com créditos.

Florestas e produtos florestais compõem uma parte importante das cadeias de suprimentos de muitas organizações.

Garantir que as florestas permaneçam saudáveis pode significar desar risco de fornecimento futuro para suas operações comerciais.

As florestas também fornecem infraestrutura crítica para nosso sistema de água limpa natural, um recurso fundamental para quase todos os negócios.

Essas considerações podem ajudar as partes interessadas a entender como as florestas podem ser um contribuinte maior para os esforços globais de sustentabilidade de uma organização.

Outro co benefício importante para as organizações considerarem é a origem das compensações de carbono florestal.

Há um número crescente de oportunidades para comprar créditos de carbono florestal diretamente dentro das comunidades.

No entanto, a grande maioria dos projetos de carbono existentes são desenvolvidos para setores industriais ou outros setores privados.

Abordar a pegada de carbono da sua organização não pode ser feito apenas com uma estratégia, deve se tomar uma abordagem abrangente.

As compensações de carbono são um componente viável de uma estratégia maior, e quando adquirido de forma inteligente, também pode ajudar as organizações a atender suas outras necessidades e metas de sustentabilidade dentro do processo ESG

Estamos juntos!

Cultura organizacional em QSMS-RS & Sustentabilidade, pilar e fator chave na prevenção de riscos socioambientais na evolução do processo ESG.

Em início de carreira trabalhei em perfurações e terminais petroquímicos desde o mar do norte até o delta do Níger (África).

Passando por grandes obras de energia e mineração na África e no Oriente até 2019, quando regressei ao Brasil definitivamente.

Em todos estes locais, o principal assunto do dia a dia entre nós colaboradores era preocupação com os acidentes de trabalho, acidentes ambientais e falta de controle de qualidade nas instalações independente de cada região ou projeto.

E ao que se devia esta preocupação?

Sem dúvida a cultura organizacional da organização em que todos acreditavam e defendiam.

Como é importante a organização ter sua cultura enraizada e como facilita o trabalho de um gestor.

Pode se escrever a mais linda política, ter seus procedimentos muito bem escritos e ninguém acreditar e seguir os preceitos na organização.

Acredito que hoje seja mais intensa esta preocupação com a sustentabilidade empresarial do que no passado, entretanto toda esta consciência existe quando há uma cultura organizacional de QSMS-RS e Sustentabilidade forte.

Onde todos acreditam e compartilham sempre buscando melhorar a prevenção e minimizar os riscos.

Da pequena a maior organização se faz necessária à implantação de uma política de gestão voltada à prevenção, e ser bem difundida entre seus colaboradores se torna um grande desafio, pois é uma questão de sobrevivência neste mercado cada vez mais exigente e competitivo.

Sustentabilidade e QSMS-RS são custos !!!, já ouvi esta frase não sei quantas vezes em reuniões, mas isso é um passado que não cabe mais ser discutido.

Surgem todos os dias em manchetes notícias de acidentes de trabalho e acidentes ambientais.

Muitos são de erros e omissões do passado.

Descobrem-se comunidades instaladas em áreas com passivo ambiental, vazamentos de óleo tanto em terra como em corpos hídricos, colaboradores que não tinham nenhum treinamento para aquela função e o resultado?

Acidentes! E mais passivo socioambiental!

Quanto custa a imagem de uma empresa ligada a estes acidentes?

Qual a marca vai querer sua imagem associada a esta parcria?

Qual a instituição financeira que deseja associar seu nome com um projeto desta?

Contratar e dar responsabilidade a pessoas que não tem muita bagagem e não são comprometidas com cultura da empresa resulta muito mais caro do que contratar pessoas alinhadas e com experiência real na linha de frente!

Dentro das corporações precisa se falar mais de prevenção e da possibilidade de se evitar tais acidentes e evitar a junção de fatores que poderá acarretar tais danos.

E isso só vem através de conscientização, treinamento e a implantação de uma cultura organizacional forte de QSMS-RS e sua política de sustentabilidade.

A participação do RH é crucial para o sucesso neste processo, este tem que estar alinhado com o QSMS-RS e a real necessidade de motivação para a implantação e manutenção da cultura da empresa.

Tive a felicidade de trabalhar em organizações que a cultura de QSMS-RS era bem incorporada como um VALOR e muito bem divulgada graças ao RH e o apoio da diretoria.

Também tive em organizações que tinham uma política excelente, mas a cultura não estava disseminada e enraizada.

E por experiência própria, quando isso acontece o trabalho do QSMS-RS passa ser em dobro nesta situação.

Em vez de focar na sustentabilidade do seu negócio o gestor também tem que fazer o trabalho de implantar o comportamento em relação a uma política de QSMS/Sustentabilidade da organização em várias áreas, e sem apoio do RH fica difícil.

É importante para o posicionamento das organizações no Brasil e principalmente no exterior perante investidores e instituições financeiras internacionais a seriedade desta matéria.

Participei de longas reuniões com essas instituições independentes do continente ou do tipo de projeto na qual que tinha de expor taxas de acidentes, planos e a política de QSMS e Sustentabilidade para que autorizassem os financiamentos dos projetos (ESG)!

Como os acidentes são uma combinação de causas que vão desde não seguir os procedimentos, decisões gerenciais, falhas humanas e dos equipamentos é necessário que sejam desenvolvidos além de um sistema de gestão que contemple o gerenciamento de riscos, uma cultura preventiva nas organizações capaz de evitar decisões e ações que possam desencadear os eventos catastróficos.

Dessa forma, a cultura organizacional em QSMS-RS e Sustentabilidade é um fator chave na prevenção, sendo talvez o maior desafio para que o nível de excelência seja atingido.

Rumo ao ESG!

Estamos juntos!

Algumas estratégias de liderança para melhorar sua cultura de segurança na organização.

Quando você está olhando para o seu compromisso com a segurança e as percepções de segurança de seus colaboradores no local de trabalho, examine seu estilo de liderança e sistema de gerenciamento de segurança.

Tenha o hábito de pensar no processo de reconhecer riscos e encontrar maneiras de controlá-los.

 Quando você está pensando em termos de liderança, sistemas e processos, os colaboradores começarão a ver a segurança como um processo integrado, de longo prazo, que melhora o valor, positivo, em vez de como um programa autônomo que muitas vezes está em desacordo com a produção.

Aqui estão algumas estratégias de liderança baseadas nesses + 35 anos de linha de frente que podem ajudar:

Faça as perguntas certas.

 Veja as iniciativas de segurança e investigações de acidentes como planejamento de ações, não missões de busca de falhas.

Dessa forma, em vez de se concentrar no passado e em coisas que não podem ser mudadas, você estará focado em maneiras de melhorar o desempenho de segurança daqui para frente.

Melhore suas habilidades de comunicação.

 Ao instituir um novo controle, explique aos colaboradores afetados porque eles estão sendo convidados a mudar o que eles normalmente fazem e como será o sucesso.

Identificar e gerenciar os custos.

Lesões e doenças no local de trabalho envolvem uma quantidade substancial de custos “ocultos”, como dias de trabalho perdidos, remuneração dos colaboradores e substituição de um trabalhador.

Identifique esses custos e meça-os ao longo do tempo.

Se você pode medi-los, você pode gerenciá-los.

Faça com que esses custos possam ser gerenciados e reduzidos com um compromisso mais forte com a segurança.

Não aceite o fracasso.

Aceitar que “acidentes acontecem” é uma indicação de uma cultura de segurança vacilante uma em que empregadores e colaboradores não estão no controle de seu próprio destino.

Em empresas com uma forte cultura de segurança, empregadores e colaboradores trabalham juntos para identificar e controlar riscos antes que alguém seja seriamente ferido.

Esse é o tipo de ambiente que pode ser chamado de “cultura de segurança positiva”

Estamos juntos!

Organizações X Responsabilidade socioambiental (riscos do ESG) perante as comunidades, chegou a hora de agir!

Independente do segmento econômico e de toda sua cadeia logística os que quiserem crescer, necessitam investir em uma gestão de Sustentabilidade Corporativa e QSMS-RS, agora então que os princípios do ESG, virou assunto predileto do mercado financeiro e jornalistas (cá entre nós assunto antigo, para quem trabalha fora do Brasil), não tem para onde fingir que não existe

O que demanda cultura corporativa sólida, disciplina para melhorar sua eficiência e relacionamento com a comunidade.

Atuando há muitos anos em empresas nestes segmentos, servindo a essas corporações contribuindo no resultado, reduzindo a pegada ambiental e com segurança

Não conheço nenhuma operação no mundo que conseguiu se viabilizar sem o consentimento da comunidade.

E a importância de se ter um estudo socioeconômico “real “, implantar projetos sociais, monitoramento destes, e incluir a comunidade em seus planos de emergência, tem sido crucial entre tantos requerimentos para viabilizar o ativo.

Por parte da organização, se requer liderança para motivar a equipe e a todos colaboradores a executarem tal missão principalmente em lugares remotos onde normalmente costumam ser as operações!

Se a empresa tiver como missão gerar valor para a sociedade, é necessário ir mais além, quando os executivos incorporam a questão de sustentabilidade como algo estratégico.

Somente quando todos mudam sua maneira de pensar é que conseguimos fazer transformações que queremos e necessitamos.

Acredito firmemente, e é o que mais me motiva a desenvolver nosso trabalho é de como é importante realizar uma boa gestão de sustentabilidade alinhada com a produção sem perder o foco no resultado do negócio.

Em como ela pode ser aperfeiçoada continuamente para minimizar os impactos negativos e maximizar a contribuição positiva para comunidades locais e a sociedade em geral.

O conjunto de valores baseados no respeito com o meio ambiente somado com a interação contributiva com a sociedade inserida neste, é o que podemos chamar de sustentabilidade.

É um valor cada vez mais importante nas organizações e no meio empresarial.

É preciso equilibrar o desenvolvimento econômico com a proteção ambiental e o desenvolvimento social.

A indústria de petróleo por exemplo e sua logística quanto a terminais marítimos e de apoio é uma das variáveis de maior exponencial nesta equação.

Tanto promove o desenvolvimento socioeconômico das regiões onde está presente, quanto pode causar eventualmente os maiores danos ambiental, com reflexos graves na sociedade ali inserida.

É preciso, portanto, estar atento aos limites impostos pelos ecossistemas com a busca incessante da eficiência na gestão ambiental e na prática da responsabilidade social corporativa.

O modelo de gestão corporativa com base apenas na obtenção de resultados econômicos está fadado ao insucesso à sociedade não aceita mais e os acionistas compreenderam bem.

As empresas estão cada vez mais adotando um modelo de gestão Sustentável que privilegia o conceito de responsabilidade social corporativa, procurando aprofundar o relacionamento com as partes interessadas, preservar o meio ambiente e adicionar valor à comunidade.

Os segmentos de energia, óleo e gás, mineração e sua logística vêm enfrentando transformações significativas nas últimas três décadas, obrigando as empresas a considerarem o impacto socioambiental provocado por suas atividades produtivas.

O meio ambiente e competitividade hoje não são mais antagônicos, empresas já perceberam que preservar o meio ambiente pode ser um bom negócio não só pela imagem da instituição perante a mídia, mas como uma questão de sobrevivência conservando os recursos naturais.

A adoção de uma gestão sustentável efetiva voltada para a responsabilidade socioambiental em inúmeras empresas tem alterado o comportamento anteriormente adotado pela administração, cuja preocupação era tão somente atender aos requisitos das leis, normas e clientes, acreditavam que ter um departamento de QSMS-RS só para dizer que tinham era o suficiente.

É nítido que as organizações estão cada vez mais adotando uma gestão que privilegia o conceito de responsabilidade social corporativa, procurando preservar o meio ambiente e adicionar valor à comunidade.

A responsabilidade socioambiental das empresas tem como fundamento o princípio do desenvolvimento sustentável, razão pela qual o progresso social, a proteção ambiental e o desenvolvimento econômico são seus elementos interdependentes e inseparáveis.

Visando garantir aos presentes e futuras gerações uma sociedade mais próspera e justa, com uma melhor qualidade de vida, procurando minimizar os impactos ambientais negativos e maximizar os efeitos positivos advindos de sua atividade.

A produção social da riqueza na modernidade traz como consequência a produção social do risco sendo o principal efeito a crescente exposição do homem a riscos de contaminação ambiental até então não observados, os quais ameaçam também os ecossistemas.

As corporações qualquer que sejam sua atividade têm considerado os aspectos preventivos de controle ambiental como estratégicos para a sua sobrevivência empresarial.

Adequar-se à legislação ambiental vigente e suas normas estabelecidas pelas agências de controle ambiental não é mais suficiente, fazendo com que diversas empresas apresentem desempenho superior ao exigido pelas normas ambientais mostrados em seus relatórios de Sustentabilidade, demonstrando assim atitude proativas com relação ao meio ambiente.

Cada vez mais a indústria e toda sua logística estão experimentando e assumindo riscos para enfrentar os desafios socioambientais.

Trata-se de processo muito complexo e que não se pode permitir retrocessos.

Os erros devem ser encarados como fator imponderável do processo de aprendizagem.

Como acidentes, que infelizmente acontecem é uma combinação de causas que vão desde decisões gerenciais até falhas humanas e dos equipamentos.

É necessário que sejam desenvolvidos, além de um sistema de gestão que contemple a gestão sustentável, como também um gerenciamento de risco aliado a uma cultura preventiva nas organizações capaz de evitar decisões e ações que possam desencadear os eventos de grande impacto socioambiental.

Estamos juntos!

Dicas para tornar a sua cultura de segurança em um evento durante todo o ano

À medida que encerramos nossos trabalhos com nossos clientes na implantação das atividades iniciais em cultura de segurança, é importante lembrar que uma cultura forte requer esforço contínuo. 

Aqui estão algumas reflexões sobre como você pode dar o exemplo e modelar uma cultura de segurança positiva todos os dias em sua empresa. 

Quando as organizações criam uma cultura positiva de segurança, a segurança no local de trabalho e a saúde melhoram, assim como a moral dos colaboradores e a produtividade no local de trabalho. 

Fica a pergunta;

Como seus colaboradores percebem a importância que você coloca na segurança?

 Suas percepções afetarão seu comportamento de segurança, não tenha dúvida!

 Se eles acreditam que você acha que é importante, eles são mais propensos a se comportar como se fosse.

 Aqui estão cinco coisas que você pode fazer para mostrar aos colaboradores o quanto você valoriza a segurança. 

Cinco maneiras de incentivar uma cultura de segurança forte

Dê uma visão longa.

 Em vez de olhar para a segurança como um requisito de conformidade, apresente-a como um processo contínuo de melhoria.

 Como seu local de trabalho está mais seguro hoje do que há um ano ou há 5 anos? 

Que planos você está fazendo que tornarão seu local de trabalho ainda mais seguro daqui a 1 ano ou 5 anos?

Procure por causas básicas. 

Veja os quase acidentes como indicadores de uma série de eventos conectados que levaram ao incidente, não como eventos únicos ou isolados ou, pior, como uma oportunidade de colocar a culpa nos colaboradores individuais.

 Culpar os colaboradores fomenta relações antagônicas de gestão do trabalho, investigações cuidadosas e análises de causas básicas convidam os colaboradores a analisar, participar e contribuir para sua própria segurança.

Integre a segurança.

 As atividades de segurança devem fazer parte da sua operação geral. 

Não apenas anuncie a segurança como uma nova prioridade que parece para os colaboradores como mais uma iniciativa de complemento e sabor do mês.

Perceber e tratar a segurança como parte integrante dos sistemas e processos do seu local de trabalho incentivará todos os seus colaboradores a fazer o mesmo.

Acentue o positivo.

 Faça o esforço para incentivar os colaboradores a melhorar o desempenho da segurança. Cuidado com as melhorias e reconheça-as. 

Você pode pegar colaboradores seguindo práticas de trabalho seguras, usando seus EPI ou encorajando colegas de trabalho a serem seguros?

 O reconhecimento não precisa ser caro ou chamativo; uma palavra positiva no momento certo pode levantar o espírito de um trabalhador e encorajá-lo a continuar fazendo a coisa certa.

Construa de baixo para cima. 

Envolver os colaboradores no processo de tomada de decisão de segurança em vez de simplesmente ditar novas políticas e prioridades de cima para baixo. 

Criar estruturas de comunicação que incentivem os colaboradores a fazer sugestões, participar em comitês de segurança, orientar novos colaboradores ou fazer contribuições positivas e tomar posse de sua própria segurança.

Embora essas dicas sejam úteis para a melhoria geral da cultura de segurança e percepção da segurança, também é importante que os profissionais de QSMS -RS assumam a liderança. 

Por isso, é importante também focar mais diretamente em estratégias de gestão e liderança que possam melhorar o compromisso da sua empresa com a segurança e como seus colaboradores a percebem. 

Estamos juntos!

A relação entre o gestor ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade com as partes interessadas, é vital para bom um desempenho organizacional!

O que me inspira a escrever estes artigos vem do meu hábito de quando estou voando ou em longas horas de espera em aeroportos, é a leitura dos relatórios de sustentabilidade das organizações e ter conhecimento real da situação destas análises de acidentes de trabalho, acidentes ambientais ou da minha experiência na área.

Mas desta vez é diferente, lendo uma pesquisa em um site profissional, em que pediam para definir em quatro linhas para os gestores o que seria a gestão ESG na indústria na visão de cada um.

E realmente bateu com o que eu tenho observado nas organizações.

Profissionais muito novos , sendo já gerentes ou cargos com mais responsabilidade sem as famosas 10.000 horas de voo para ser considerado experiente.

Ou seja: Apagando incêndio o tempo todo, responsável por várias áreas sem o menor conhecimento da operação ou por que fez um curso de pós-graduação de 2 anos e já é um expert.

Mas voltando ao que eu li.

Com as mais diversas respostas eu não me contive e tenho que me manifestar, pois foram trágicas e cômicas algumas definições.

Vamos algumas delas;

Gerenciar a papelada e correr atrás dos funcionários na época de recertificação para treiná-los.

Essa foi uma das pérolas, onde mostra no meu entendimento um colega infeliz com o cargo, descrevendo a realidade em que vive no momento!

De pronto me perguntei; será que ele gosta da área ou tem perfil para o cargo?

Estar como Vice-presidente ou gestor de Sustentabilidade de qualquer organização, realmente não é para quem não tem familiaridade com a área de QSMS-RS, não gosta imprevisibilidades ou de se relacionar com pessoas.

“Perdi a conta de quantas vezes fui despertado no meio da noite por causa de um derrame de óleo, acidente grave na planta, ou chegando à casa na folga do rodízio ter que sair de novo, ter que falar com os líderes de comunidades de diversas culturas e costumes, explicar a diretoria o porquê do acidente acontecido”.

E continuo gostando!

A necessidade de ter experiência e conhecimento com uma visão ampliada nas áreas em que vai atuar além da Sustentabilidade/ QSMS-RS é crítica para um bom desempenho.

Um bom relacionamento e boa articulação com as partes interessadas são fundamentais para o sucesso da gestão!!!

E esta arte de lidar com as pessoas não se ensina na faculdade, ou você tem o dom ou vai apanhando com o tempo e sempre tentando melhorar.

Iniciei minha vida profissional em chão de fábrica e no trecho passando pelos setores de segurança, qualidade, meio ambiente chegando a Vice-presidente, por equipes de pronto atendimento a acidentes ambientais, passei por grandes universidades e instituições, mas foi só com o tempo que adquiri uma visão da gestão que vai muito além de processos.

Ter o melhor dos relacionamentos com os colaboradores, sendo o líder que ensina, prover suporte aos seus liderados, saber lidar com as partes interessadas devem ser a meta para quem realmente deseja ter sucesso nesta área.

Tive muitos exemplos de pessoas com que trabalhei e de empresas que são os melhores exemplos deste tipo de liderança, sem dúvida aprendi e carrego comigo este espírito no meu dia a dia nunca se esquecendo de valorizar as relações pessoais.

O principal desafio de uma organização é crescer de forma sustentável, as quatro funções básicas da administração: planejar, organizar, dirigir e controlar é utilizado em todas as esferas e partes do processo.

Mas não podemos esquecer-nos de lapidar a todo o momento um excelente relacionamento entre todos e saber lidar com situações que vão muito além dos processos da gestão de Sustentabilidade.

Estamos juntos!

Em tempos de incerteza, os verdadeiros líderes em segurança não se escondem .

” Qualquer um pode liderar quando o plano está funcionando”

Mas quando quando o plano desmorona, é que assistimos quem é Líder de verdade!

Para a maioria, qualquer plano que tínhamos para 2020 provavelmente desmoronou. 

Este parece um ano divisor de águas à medida que chegamos a um acordo com o fato de que os últimos meses podem ter sido apenas a pré-temporada. 

Com uma imensa incerteza econômica se aproximando, os líderes estão parando para fazer as perguntas que são críticas para todas as organizações: Como podemos passar apenas por tudo isso, para funcionar efetivamente e até mesmo prosperando? 

Agora, mais do que nunca, as pessoas querem ser lideradas. 

Cá entre nós gestores de segurança o que uma liderança forte em momentos como este implica? 

Passei minha carreira ajudando organizações a navegar em mudanças e tive o privilégio de trabalhar e conviver com verdadeiros líderes em QSMS- RS & Sustentabilidade em ação em momentos como esses. 

Baseado em nossa vivência e experiência observei alguns pontos em uns acertaram e outros não, e gostaria de dividir com vocês 

Equilíbrio entre realismo e otimismo

A primeira coisa que os líderes eficazes fazem bem é encontrar o equilíbrio certo entre realidade e esperança. 

As pessoas precisam acreditar que dias melhores estão por vir, mas também querem saber que seu líder tem um controle sobre a realidade e é franco em confrontá-la.

 Mesmo colocar o pior cenário sobre a mesa (de forma pensativa e digerível) pode proporcionar uma sensação de alívio. 

Como os médicos lhe dirão, às vezes é mais fácil lidar com um prognóstico ruim do que viver com um diagnóstico incerto. 

Líderes fortes sabem que o otimismo é um multiplicador de força. 

Sem ela, as organizações podem rapidamente cair em diferentes estados de paralisia e, conscientemente ou não, ficar sobrecarregadas pelo medo e pela ansiedade.

 O luto por um passado que não existe mais não só impede os colaboradores de serem capazes de acessar a plenitude de suas capacidades, mas também diminui consideravelmente a capacidade da organização de resolver problemas ou imaginar um futuro mais brilhante o único antídoto para o qual é uma dose de otimismo pragmático. 

 Comunique-se com frequência e autenticidade

Quando as pessoas têm medo do futuro, elas ruminam sobre os piores cenários, e os rumores se metástases com velocidade. 

Para contrabalançar especulações inúteis, os líderes precisam se comunicar com transparência e autenticidade, tornando-se uma prioridade para serem visíveis e presentes, mesmo que não tenham todas as respostas. 

“Aparecer como o “seu eu “mais autêntico é uma poderosa ferramenta de liderança”. 

Uma boa comunicação durante uma crise requer empatia, significado e direção, que são muito diferentes de simplesmente transmitir informações.

 Estes também vão um longo caminho para fornecer aos colaboradores a sensação de conexão que eles desejam enquanto trabalham remotamente. 

Foco no propósito e na cultura

Antes de Covid-19, a vida muitas vezes parecia que estávamos correndo (ou correndo) uma corrida. 

Agora, nós nos encontramos tropeçados, sem culpa nossa. 

Enquanto há aqueles que simplesmente se levantarão e continuarão se movendo pela pista, outros estão parando por tempo suficiente para se perguntar por que eles estavam correndo nessa corrida em particular para começar. 

Por essa razão, é fundamental que os líderes dobrem de propósito e cultura. 

É exatamente quando os tempos são turbulentos e os colaboradores estão duvidando do que estão fazendo que precisam ser lembrados do “por quê” da empresa: Por que existimos? Por que alguém iria querer trabalhar aqui? Por que eles se importam? 

Manter os colaboradores engajados depende inteiramente de conectá-los ao propósito da equipe, lembrando-os de que eles pertencem a algo maior do que eles mesmos e lembrando-os de que eles são uma parte essencial da organização que ajudaram a criar.

Pausar e celebrar sucessos

Esse período tornou evidentes certas vulnerabilidades, mas também iluminou forças e capacidades que devem ser reconhecidas e celebradas em todas as oportunidades. 

Líderes fortes resistem à vontade de simplesmente manter o pé no acelerador; em vez disso, eles fazem uma pausa tempo suficiente para procurar a pedra metafórica no sapato da organização. 

Eles reconhecem que, embora certas cadências e práticas possam ter sido suficientes e ajudaram a organização a se intrometer até agora, elas são insustentáveis a longo prazo.

 Em um nível individual, cada colaborador precisa ter espaço para pausar e examinar qual pode ser sua pedra. 

Em tempos contínuos de desafio, é essencial que os líderes reforcem autoavaliação com as pessoas, destacando todos os obstáculos que superaram, os sucessos que alcançaram e as capacidades que mostraram. 

Essas qualidades e hábitos de liderança efetiva sempre foram desejados, mesmo antes do caos de 2020.

 Mas agora, mais do que nunca, é hora de os líderes trazerem o seu melhor e serem os melhores. 

Sobreviver, e melhor ainda, vencer durante a temporada depende disso.

Estamos juntos!

Minha gestão de lições aprendidas de SEGURANÇA em 2022 até agora, e as suas?

Lições para negócios e vida estão prontamente disponíveis se você estiver prestando atenção.

Com muitos projetos de consultoria tradicionais temporariamente suspensos devido ao COVID-19, as atenções se concentraram novamente para enfrentar novos desafios.

Ajudar as empresas a gerenciar com segurança suas respostas para desligar, reiniciar ou operar durante o “novo normal” tornou-se a nova missão na nossa consultoria ROBERTO ROCHE & ASSOCIADOS

Muitas lições foram aprendidas desde o início de 2020.

À medida que a economia trabalha para reiniciar, cinco considerações de segurança se destacam:

Estratégia de segurança;

Grupos com prioridades estratégicas estabelecidas para serem executados no ano corrente precisarão rever seus planos contra as novas táticas de resposta pandêmica e prevenção, inesperadamente impostas aos profissionais de segurança e equipes ou comitês.

O que você ainda pode assumir no restante deste ano, e o que precisa ser adiado para os anos subsequentes?

Perfil de Risco Alterado;

Com os requisitos de distanciamento físico, muitas organizações tiveram que redesenhar como o trabalho é realizado.

Sempre que o trabalho é alterado, o perfil de risco tem a oportunidade de mudar também.

Além disso, muitas empresas têm novas quantidades grandes de desinfetantes para as mãos à base de álcool.

Eles são armazenados corretamente em armários de líquidos inflamáveis ou em áreas protegidas por um sistema automático de irrigação?

Que outros riscos mudaram? Sua matriz de risco foi avaliada ou atualizada?

Confusão de Comunicação;

Use uma máscara”. “Não use máscara.” “Desligue e fique em casa.” “Reabra; estamos indo na direção certa. “Fechar; estamos indo na direção errada.

Estes são exemplos fáceis da confusão em massa e frustração sentida por qualquer um que assista às notícias ou coletivas de imprensa nos últimos quatro meses.

Perceba a rapidez com que a credibilidade é perdida quando a mensagem não está clara ou muda repetidamente.

Quão claras, consistentes, multidirecionais e transparentes são suas comunicações?

Como você está verificando as mensagens que está enviando?

Eles estão sendo recebidos e compreendidos?

Narrativas;

Desde que a pandemia começou, as narrativas foram rapidamente criadas e alteradas, e essas narrativas mudaram o comportamento da sociedade.

Quem tiver a voz mais alta e influente moldará a narrativa em um pequeno grupo, cultura ou sociedade.

São as histórias que perpetuarão ou mudarão a cultura.

Como vimos, sem nosso acesso às informações ou dados certos, uma narrativa será criada que normalmente não será a que você deseja.

Se você quer mudar a narrativa, você tem que mudar crenças. Para isso, você deve mudar as informações e experiências.

Com a notícia de mudanças nos acontecimentos atuais, vimos isso em grande escala.

Considere quem está moldando a narrativa dentro de sua cultura ocupacional.

Como você vai reforçar as histórias desejáveis?

Como você vai mudar as indesejáveis?

Controle vs. Influência;

A pandemia apresentou um interessante e infeliz estudo de caso sobre controle e influência do comportamento humano, como algumas pessoas voluntariamente cumprem os mandatos do governo, enquanto outras resistem abertamente até mesmo a pedidos de mudança comportamental por meio de métodos influentes.

Dentro das corporações, sempre existirão comportamentos que são necessários e devem ser controlados, pois ajudam a prevenir lesões graves.

Outros comportamentos só podem ser abordados através da influência. Quão claros são esses dentro do seu grupo?

Quão consistentes e oportunos são seus esforços para controlar e influenciar o comportamento?

À medida que muitas organizações voltam às operações normais, elas são capazes de reorientar seus esforços em sua busca pela excelência em segurança.

Embora alguns riscos possam ter mudado, é necessária uma estratégia que garanta uma comunicação eficaz, perpetua as narrativas certas e reconhece que nem todo comportamento pode ser controlado, nem deveria ser.

Estamos juntos!

Aprenda com os meus erros, matriz de materialidade, para que te quero

Chegamos ao ponto de estarmos com 34 projetos (eólicas, PCHs, solar, geotérmica, biogás) distribuídos pela África Asia e Oriente Médio para o fundo ESG que trabalhava.

A matriz de materialidade sempre foi um ferramental fundamental para tomada das minhas decisões.

Mas errei…..

Adquirimos três ativos, e quando pedi a matriz de materialidade para auditar antes de iniciar as ações etc.

Não prestei a devida atenção como deveria e, era minha função com Head, apesar de que a empresa que tinha realizado, possuir um bom nome na praça, confiei demais.

Resumindo, o relatório estava totalmente equivocado, finalizando, problemas mil com os stakeholders, paralisações, greves e quase a comunidade tocou fogo nos projetos adquiridos.

Fomos em uma direção baseado no relatório da matriz e não era nada daquilo

Até meu plano de crise/emergência que é baseado matriz de materialidade, mapeamento de stakeholders e outros detalhes, estava furado.

Errei feio, por não auditar a fundo e não ir em loco verificar as informações dos relatórios

Grande dor de cabeça naqueles tempos             

A definição de temas relevantes para uma empresa e o envolvimento de stakeholders de forma ampla e efetiva na identificação dos impactos e interesses externos vinculados ao negócio são práticas já estabelecidas em alguns países da Europa, mas ainda recentes no Brasil.

Porém, tem crescido significativamente o número de companhias que relatam a adoção deste processo nos últimos anos.

Todas as empresas podem realizar um processo de materialidade, desde que este processo seja transparente e que a empresa relate a definição utilizada e a metodologia de priorização aplicada para as partes consultadas.

O que é materialidade?

E essa tal de Materialidade é um princípio contábil que foi adaptado pela área de sustentabilidade para identificar os aspectos não-financeiros relevantes para a empresa.

 Essa identificação pode ser realizada com viés diferentes dependendo da definição de materialidade com que a empresa está trabalhando.

 O ponto é o que é significante para a avaliação ou tomada de decisão das partes interessadas ou focar em fatores que impactam o potencial de criação de valor de curto médio e longo prazo.

 Apesar dessas abordagens parecerem divergentes, elas podem convergir se considerarmos que fatores que são importantes para as partes interessadas podem impactar na criação de valor de uma empresa, seja no curto, médio ou longo prazo.

Como as empresas podem identificar os temas relevantes e como priorizar estes temas?

Cabe a empresa identificar quais stakeholders devem ser consultados e os meios de consulta a serem utilizados.

Cada empresa também deve selecionar os critérios para priorização das questões levantadas e como incorporar o resultado do processo no seu planejamento estratégico. Isso pode ser feito com apoio de consultoria especializada ou não. 

Realizar análises de materialidade setoriais que podem servir de referência, porém com devido cuidado, considerando que a análise se baseou na realidade Norte Americana e que a materialidade pode variar entre empresas dentro de um mesmo setor.

Após identificar os grandes temas da companhia, qual o próximo passo?

O estudo de materialidade, além de prover a base para o processo de relato, pode ser uma ferramenta importante para a priorização de ações e integração das práticas de sustentabilidade à estratégia e gestão das companhias.

Por que é importante a inclusão da cadeia de suprimentos em um processo de materialidade?

A crescente escassez de recursos naturais (como por exemplo água) aliados com as mudanças climáticas estão modificando o perfil de riscos para as empresas.

 A maioria das empresas estão cientes da magnitude dos riscos ambientais de suas cadeias de valor e os consequentes riscos e oportunidades financeiras dos quais estão expostas.

Como pode ser aplicado o processo de materialidade? É possível uma empresa de pequeno porte aplicar?

 Qualquer empresa pode realizar um processo de materialidade.

 O importante é que esse processo seja transparente, no qual a empresa relata a definição utilizada, as partes interessadas consultadas e a metodologia de priorização aplicada.

Quais as consequências para a empresa que não se atentar à importância da materialidade?

Dessa forma, não se traduzem em resultados ou atingem seus objetivos. Sem análise de materialidade, a empresa está fazendo uma gestão de sustentabilidade no escuro.

Qual a relevância da materialidade para a sustentabilidade dos negócios?

Considerando isso, o objetivo da análise da materialidade é identificar que aspectos ambientais, sociais e de governança protegem e agregam valor ao negócio.

Estamos Juntos!            

Uma estrutura tática para abordar percepções de risco e práticas de risco seja do trabalho ou impactos socioambientais do ESG!

Em um dos recentes trabalhos que realizamos em uma planta, o gerente compartilhou uma observação de um novo colaborador assumindo um risco significativo.

Depois que o gerente conversou com o novo colaborador, ficou claro que o este não tinha conhecimento dos perigos inerentes ao segmento operacional

O gerente compartilhou comigo: “Pensei que tínhamos superado isso. Não fazíamos isso há anos.”

 Ao falar sobre o assunto com o gerente, soube-se que ninguém estava compartilhando esses riscos durante a integração de novos colaboradores.  

Alôoo cadê a comunicação de risco ISSO 31000? Estes não foram meus alunos de riscos rsrsrs

A integração estava criando armadilhas ao erro humano!

Quão bem a sua integração com os novos colaboradores se encontra para as expectativas e práticas declaradas que talvez sejam tomadas como garantidas?

 Quando as práticas de segurança se tornam culturais (“a maneira como fazemos as coisas por aqui”), às vezes essas práticas são esquecidas ao educar e treinar novos colaboradores.

Aproveitando a metodologia “PDCA”, o que se segue é um processo desenvolvido para ajudar as organizações que enfrentam novos desafios de treinamento e integração de colaboradores.

Planejar: Coletar e revisar dados.

 Realizar conversas de risco “aceitáveis versus inaceitáveis” com as equipes existentes.

Pergunte-lhes:

 “O que você considera um risco aceitável?

 O que é inaceitável?

Essas informações de percepção coletadas a partir de uma amostragem de colaboradores (eventualmente de todos) e, em seguida, da gestão, dirão suas perspectivas e quão bem alinhados os colaboradores estão com a gestão.

 Realizar observações de práticas de trabalho.

Discuta porque certas precauções são tomadas.

Se for observado um risco ou desvio das práticas esperadas, trabalhe para identificar a influência no comportamento.

Crie uma lista de percepções que precisam mudar e influências que precisam ser abordadas.

Faça: Desenvolva ações corretivas.

 Mudar as percepções requer novas informações e novas experiências.

Identifique quais informações seriam necessárias para levar a uma mudança de pensamento.

Também identificar quais experiências os indivíduos precisariam ter e por quem mudar as percepções indesejáveis sobre o risco.

 Desenvolva uma lista de ações para abordar as influências sobre o risco.

O que torna difícil ou impossível conduzir o trabalho de acordo com o plano dentro do sistema de trabalho e do meio ambiente?

O que pode impedir que as práticas seguras desejadas ocorram todos os dias, todos os dias?

Execute os planos de ação escolhidos para melhorar a cultura, os sistemas de trabalho ou o ambiente de trabalho.

Confira: Isso levou a um resultado melhorado?

 Repita a conversa de risco “aceitável versus inaceitável”.

 As ações corretivas mudaram as percepções?

Realizar observações de práticas de trabalho novamente e discuti-las com os colaboradores.

As ações corretivas abordaram as influências nos comportamentos?

O trabalho está ocorrendo regularmente para planejar sem desvios ou surpresas recentes?

Ato: Desenvolver um Processo Sustentável.

Envolver trabalhadores experientes na criação de uma lista de riscos “não tomamos” bem como “precauções que fazemos”.

 Considere uma lista geral e, em seguida, trabalhe para torná-la equipamento ou tarefa específica.

 Desenvolva um processo para permitir facilmente o relato quando ocorrem desvios dos resultados esperados.

Com exemplos, deixa claro quando é desejável parar o equipamento ou o trabalho.

 Adicione essas informações ao novo integração de aluguel e considere ter colaboradores experientes cobrindo isso com novos colaboradores.

 Desenvolva um processo de mentoria entre colaboradores novos e experientes, para que isso possa ser reforçado ao longo dos primeiros meses ou mais para tarefas mais complexas.

Melhore continuamente as contratações por segurança.

Desenvolva perguntas comportamentais para obter insights sobre as perspectivas dos candidatos sobre segurança e sua tolerância ao risco antes de estender ofertas de emprego ou aceitar trabalhadores temporários no ambiente de trabalho.

Como descrito, esse processo tem funcionado bem para vários clientes.

 Sinta-se livre para melhorá-lo continuamente usando-o como uma estrutura para personalizar a abordagem para suas necessidades específicas.

Estamos juntos

Aprenda com meus erros, auditoria interna de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade.

Quando locado no corporativo, não me lembro bem de quantas unidades estavam baixo nossa gestão de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade, mas com certeza eram mais de 70, em diferentes continentes.

Naquele momento, algumas estavam para passar pela recertificação (corre para achar os documentos!!)

Ao mesmo tempo, minha atenção estava toda voltada também para outras unidades que estávamos acompanhando as auditorias ambientais de aquisição.

Pois estávamos em um processo de fusões e aquisições (M&A) e a questão de passivo de ambiental sempre me preocupava, pois não poderia deixar passar o assunto despercebido e depois ter nas mãos um problemão, civil e criminal e de custo de remediação estratosféricos para lidar, possivelmente perderia meu trabalho.

Quem é da área de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade e do jurídico e já sentiu na pele, entende bem o que eu falo.

Bem, com tantas ações em curso, recebo um telefone de um dos diretores de operações de uma dessas unidades, informando que não iam ser recomendados para a ré certificação e com isso o nosso maior cliente deixaria de comprar.

Mas como? Não me disseram que estava tudo bem, as auditorias internas não lhe disseram nada?

Que auditoria interna? Ahhh aquelas …, não prestei atenção o que o gerente de QMS-RS e Sustentabilidade informou.

Não preciso dizer o meu desespero, pego o avião e vou dar suporte ao meu companheiro da área.

Na auditoria interna informava tudo, ações corretivas etc.

E ninguém da direção prestou atenção !!!, o resultado disso ……, deixa para lá.

Mas me senti mal, em ter entrado em uma zona de conforto achando que todos das operações já tinham entendido a importância de uma auditoria interna.

Desde aquele dia criamos na organização uma ação com a comunicação de cada a 6 meses um alerta sobre o risco de não dar a importância as auditorias internas.

Se o meu o meu “Personal Angel “, não tivesse me dado um momento de reflexão para depois pedir e acompanhar as outras auditorias internas de outras unidades, estaria contando esta história de outra maneira.

Auditorias internas são a base dos sistemas de gestão como ISO 9001, ISO 14001, OSHAS 18001 e ISO 26000.

Auditorias interna de QSMS-RS em qualquer caso não são meras formalidades, são uma poderosa ferramenta para melhoria contínua graças ao seu caráter de análise que permite verificar o acompanhamento e a verificação da efetiva de implementação de sistema de gestão, entre outros aspectos.

Compreender o objetivo das auditorias internas e as características que devem ser a chave para todas as empresas que têm implementado um sistema de gestão ou que estão pensando em fazê-lo.

Auditoria não é nada menos nem mais de um processo sistemático, independente e documentado para a obtenção de evidencias e avaliando objetivamente para determinar a extensão dos critérios se estão conformes.

Ou seja, é um teste e, como teste, perseguem um objetivo muito específico: avaliar o sistema da gestão implantada na empresa e como a empresa continua suas indicações, bem como a sua evolução para melhoria contínua.

Como eu disse antes, não pode ser considerado como um documento sem valor, ou, como algumas empresas consideram, uma mera formalidade para certificação.

Pensando assim só conseguimos miná-la, desvalorizando a sua contribuição para a empresa.

Também não podemos encarar a auditoria interna como uma ferramenta para encontrar culpados de não conformidades.

Ela segue critérios das normas, mantendo a objetividade e independência do auditor.

Muitas vezes os colaboradores podem se sentir sob pressão, e vão enxergar a auditoria como um processo de polícia e atuarão como tal.

Auditorias internas são caracterizadas por: uma verificação metódica, independente, documentada e baseada em evidências objetivas.

Marcada pela objetividade, e centrando-se tanto o lado positivo e de não-conformidades.

O objetivo do meu texto, é o alerta, quanto ao meu erro em não ter avisado da importância a todo setor operacional das unidades, podem ser resumidos nos seguintes pontos.

A auditoria interna é sua “amiga “.

Serve para te ajudar, avaliar se os documentos do sistema atendem os requisitos legais, regulamentares e contratuais, estabelece o nível de conformidade com os procedimentos, verifique todos os níveis da empresa seguiram os procedimentos, se o conjunto de objetivos são alcançados, indicam os pontos que precisam ser melhorados, e qual seria as ações corretivas para corrigi-los.

Propões oportunidades de melhoria!

Servem para evitar problemas futuros!

E, por último, mas não menos importante, ajuda a melhorar continuamente.

Diante do exposto acima, aprenda com meus erros!

Estamos juntos.

Algumas dicas de como construir uma cultura de segurança do zero.

Uma série de ações positivas de curto prazo e mudanças nos processos de segurança podem fazer uma diferença duradoura. 

A “segurança no local de trabalho” tornou-se uma frase de ordem em 2020, uma vez que a pandemia tornou as preocupações de segurança relacionadas à disseminação do COVID-19 uma prioridade máxima para a maioria dos líderes empresariais. 

Defender todos os aspectos da segurança no local de trabalho desde a manutenção da saúde até a mudança de práticas e processos até a previsão de lesões, quase acidentes, danos materiais e outras questões de liderança, é o resumo minha vida profissional.

Por quase 4 décadas, trabalhei com organizações globais de energia, mineração, petróleo e gás, e outras indústrias para ajudar a construir uma cultura de segurança em seu local de trabalho. 

Segurança é tudo sobre as pessoas, e construir uma cultura de segurança é sobre incutir comportamentos que se tornam a norma. 

Não é algo realizado em um curto espaço de tempo normalmente, leva de cinco a dez anos e requer patrocínio executivo.

E é evidenciado por uma resistência em toda a organização a condições precárias e comportamentos de risco. 

Mas ações positivas de curto prazo e mudanças nos processos e sistemas de segurança podem, com o tempo, contribuir para a construção dessa cultura. 

Sim, isso inclui organizações tomando medidas para proteger seus colaboradores de serem infectados pelo Coronavírus. 

Mas isso também significa que os próprios colaboradores se intensificam para evitar espalhá-lo para seus colegas.

A segurança no local de trabalho abrange todos os fatores que afetam a segurança, a saúde e o bem-estar de todos incluindo condições e processos de trabalho seguros, falta de riscos ambientais, salvaguardas contra o abuso de drogas e álcool e intolerância à violência no local de trabalho. 

Entre as organizações com quem trabalho, algumas parecem estar bem no caminho para alcançar essa cultura. 

Outros estão fazendo mudanças e chegarão lá em algum momento. 

Ainda assim, outros têm uma longa jornada pela frente, e podem nunca o fazer sem alterar seu estilo, pensamento e/ou abordagem. 

Aqui estão alguns sinais (ou seja, indicadores líderes) que vejo nas corporações construindo com sucesso uma cultura de segurança. 

 Colaboradores mais engajados e capacitados

A “cultura” de uma organização é uma construção teórica, uma qualidade de ambiente desenvolvida ao longo do tempo. 

Quando visito empresas, costumo focar mais no “clima” organizacional, as coisas que acontecem no dia a dia que são impactantes e podem ser vistas como proxies para a cultura abrangente.

 Descobri que um clima é mais positivamente afetado por um alto nível de engajamento entre líderes e colaboradores.

 Isso significa que a maioria das pessoas sentem que é uma parte vital da organização.

 Essa interação é propícia para líderes e colaboradores dispostos a trabalhar juntos para criar regras, diretrizes e práticas de segurança e, em seguida, focar na identificação de lacunas nos processos e sistemas que dificultam o seguimento desses princípios. 

Ao engajar ativamente seus colaboradores de forma proativa, você alcançará o verdadeiro empoderamento. 

 Maior ênfase em medidas proativas e métricas de segurança 

Muitas organizações se concentram principalmente no que eu chamo de “indicadores de atraso”: a taxa de lesões, o número de incidentes, danos materiais, paralisações de trabalho, e assim por diante. 

Estes são importantes para rastrear, com certeza.

 Mas todos eles vêm depois do fato. 

Culturas fortes são mais preditivas e não reativas. 

Que tal colocar uma maior prioridade nos principais indicadores, tais como: 

● Quais são nossas taxas de treinamento e número de pessoas treinadas? 

● Qual é a nossa pontuação em nossas auditorias corporativas? 

● Quão rapidamente estamos fechando questões abertas? 

● Estamos fornecendo feedback aos colaboradores? 

● Estamos tomando a iniciativa de ter conversas positivas sobre segurança? 

Além disso, muitas organizações usam caminhadas de segurança como oportunidades para “envergonhar e culpar” as pessoas pegas no ato de fazer algo arriscado.

 Essa “gestão pelas regras” também não é proativa e pode não induzir mudanças de longo prazo.

 De fato, a “gestão” de segurança de descoberta de falhas e de cima para baixo pode, em vez disso, criar uma cultura de medo e evasão. 

Em geral, as pessoas estão mais motivadas para alcançar resultados positivos, em vez de evitar resultados negativos. 

Construir uma cultura de segurança requer uma abordagem proativa, com a maior parte do aprendizado proporcionado na parte frontal. 

 Movendo a segurança de “fora ” para “dentro “

Um gerente pode dizer ao seu colaborador “Preciso que use seus óculos de segurança porque é uma regra da norma.” 

Esse tipo de “gestão de segurança” é o que eu chamo de foco na segurança de fora para dentro.

Significa se importar menos com a pessoa e mais em ter certeza de que está seguindo as regras. 

Também habita mais no “o que eu preciso que você faça” em vez do “por que faz sentido fazê-lo”. 

Mais impactantes “líderes de segurança” valorizam a criação de conversas de segurança. 

Eles podem mostrar mais empatia dizendo algo como: “Ei, eu sei que está quente lá dentro, e esses óculos estão embaçando e tornando difícil de ver. 

Mas não quero ver você se machucar ou perder a visão.

 Então, vamos ter certeza de que você usa seus óculos para evitar que você se machuque e defina um exemplo seguro para os outros.” 

Dessa forma, as pessoas se motivam de dentro para fora ouvindo menos sobre as regras e mais sobre sua segurança pessoal. 

É provável que eles não só façam o que você pede, mas também tomarão decisões mais seguras depois disso.

 As pessoas estão muito mais motivadas a fazer coisas em que acreditam em vez de fazer algo simplesmente porque é uma regra. 

Por exemplo, forçá-los a usar seus óculos por causa das regras pode persuadi-los a fazer exatamente isso, mas apenas isso. 

Focar em sua segurança acima e além das regras pode motivá-los a usar não apenas seus óculos, mas também suas luvas e revestimentos faciais, e manter seis metros de distância dos outros, para dar um exemplo seguro para seus colegas de trabalho. 

 Sinalização que relaciona a segurança para ajudá-lo e outros

Eu vejo um monte de sinais postados nas empresas que visito, e alguns gritam com zeros vermelhos com linhas através deles e a palavra “NÃO!” espalhados por toda parte.

 É necessário ser condescendente com os colaboradores para obter o comportamento desejado? Em culturas de segurança forte, acho que não. 

Vamos dar um sinal comum na pandemia atual: “Lave as mãos”.

 Isso diz exatamente o que você deve fazer. Ou “Lave as mãos por pelo menos 20 segundos.” 

Mas que tal: “Lave as mãos por 20 segundos para salvar sua família, amigos e colegas de trabalho de obter COVID-19”? 

Esse tipo de mensagem pode motivar melhor; isso os ajuda a internalizar porque estão lavando e perceber que estão fazendo isso também para colegas de trabalho, família, amigos e suas comunidades. 

Nos meus dias de faculdade, eu trabalhava em uma grande organização, onde eu ajudava a pesquisar o comportamento relacionado ao uso de corrimão.

 Esta empresa tinha um pátio central com uma fonte no meio e uma escada de mármore.

 Cedo pela manhã, os degraus, cobertos com umidade, muitas vezes se tornariam escorregadios. 

Usar um corrimão para percorrer esses passos foi o comportamento que buscamos. 

Mas nos testes realizados, observamos que apenas 30% dos usuários estavam fazendo isso. 

Três prédios diferentes nesta organização levavam à escadaria, o que nos permitiu testar três placas diferentes.

 Qual você acha que gerou o uso mais de corrimão? 

“Por favor, use o corrimão ao subir e descer as escadas.” 

“Cuidado, as escadas podem estar molhadas. Por favor, use um corrimão ao subir e descer as escadas.” 

“Defina um exemplo seguro para seus colegas de trabalho. Use o corrimão ao subir e descer as partidas.” 

Todos tiveram um impacto positivo. 

O primeiro elevou o uso para 40%, e o segundo para 50%. 

Mas o terceiro sinal foi o vencedor claro; mais do que dobrou o uso do corrimão para 65%, de acordo com nosso estudo. 

Seguindo essa mesma abordagem sobre os colaboradores dando um exemplo e impactando todo um grupo ou organização deve obter os melhores resultados quando se trata de sinais e conversas sobre o uso de EPI e outras práticas de segurança. 

Segurança que é tornada conveniente

As pessoas são muitas vezes impulsionadas pelo que é mais rápido, mais confortável e mais conveniente. 

Pedir aos colaboradores para lavar as mãos antes de ir para a sala de descanso quando os banheiros estão a alguma distância em outra direção pode não ser rápido ou conveniente. 

Colocar estações temporárias de lavagem de mãos no caminho para a sala de descanso, por exemplo, tornará mais fácil fazer a coisa segura. 

Da mesma forma, redirecionar passarelas para que os trabalhadores caminhem em apenas uma direção, e fornecendo marcadores para que eles saibam que estão ficando seis metros de distância um do outro, são outras maneiras de alcançar os resultados desejados. 

São sinais que demonstram o compromisso de uma empresa com um local de trabalho mais seguro e a construção de uma cultura forte. 

Segurança é sobre as pessoas.

 Ter conversas ao invés de ditar regras. Ajudar os colaboradores a olhar uns para os outros e se concentrar no “porquê”, não no “o quê”. Leva tempo para construir uma cultura de segurança, mas geralmente vale a pena! 

Seguindo essas sugestões, todos nós podemos ajudar a alcançar nossa visão de eliminar a morte no trabalho até 2050.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros , complacência mata!

Acreditar que a gestão do ESG / QSMS-RS e gestão de riscos socioambientais só geram custo, é porque ainda não realizou as consequências da falta ou má gestão destes.

Ou talvez, goste de emoções fortes em sua Governança Corporativa e não entendendo como valor o meio ambiente e as comunidades a sua volta.

É grande a responsabilidade do gestor de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade, pois a imagem da empresa em algumas situações está em suas mãos.

Quanto custa para a imagem da empresa, um grande acidente ambiental?

Quanto custa uma alta taxa de acidentes com afastamento?

Quanto custa ter seu produto rejeitado por falta de qualidade?

Delegar responsabilidades a um profissional sem experiência por ser mais em conta pode custar o negócio.

E ainda encontramos empresas em insistir nesta filosofia!

Se alguma coisa pode dar errada, vai dar errada essa máxima é muito mais potencializada quando temos profissionais com baixa qualificação e falta de experiência.

Todo departamento de QSMS-RS e Sustentabilidade possui seus custos e devem ser muito bem administrados.

E como todo investimento tem que dar retorno, se investimento é baixo não se pode esperar grandes resultados.

Senão, vejamos; Acidentes de trabalho podem ser fatais ou causar mutilações e quando acontece o fator psicológico dos colaboradores é afetado e com isso toda a produção.

E o gestor de ESG / QSMS-RS não se pode deixar levar pela complacência.

Imagina a situação com 6000 colaboradores em um estaleiro ou 3000 colaboradores em uma obra de construção civil pesada abrindo exceções a toda a hora, porque um encarregado ou um gestor da produção está atrasado!!!!!!

Vivi ambas as situações nãos só uma vez, e é desafiadora a responsabilidade.

Você pode não ser a pessoa mais amada do projeto, mas sua consciência com dever cumprido perante a organização na qual delegaram essa responsabilidade para preservar vidas e proteger o meio ambiente é sua recompensa.

Não estou falando que se deva exercer o papel de polícia inquisidora (como mencionado no início deste texto) e sair cobrando capacete e mais nada, mas sim a de exercer um papel de forte liderança e persuasão junto à equipe e seus colaboradores para implantar uma cultura de segurança e de sustentabilidade.

Não existe pior acidente na minha opinião e experiência própria nestes anos como os causados por vazamentos de H2s. (chamado de assassino silencioso, pois não tem odor e altamente inflamável).

Quando trabalhava nos Emirados, em um fim de semana (sempre nos feriados), a manutenção acusou um defeito em uma válvula em uma estação transferência de produto.

Uma equipe que estava deixando o turno decidiu ir verificar. Como estavam com pressa, não quiseram esperar uma autorização de permissão de trabalho, não quiseram levar EPI, não se prepararam e nem tomaram conhecimento dos procedimentos de segurança.

Ao gestor de QSMS- RS de turno imploraram que fosse complacente “SÓ DESTA VEZ” e deixassem passar por cima de todos os procedimentos.

E ele deixou passar!

Chegando ao local o primeiro desceu (espaço confinado) para verificar qual era o problema da válvula, e caiu desmaiado, o segundo, o terceiro até ao quinto colaborador fizeram o mesmo um atrás do outro em solidariedade na intenção de resgatar.

Ninguém deu o alerta e o último que não entrou, assistindo à situação chamou a emergência.

Ao chegar uma equipe de resgate que não tinha treinamento, mas muito boa vontade em ajudar, desta vez trouxe as máscaras resgatou um e deu água a este que resultou em uma reação ácida na garganta (nunca poderia ter feito, H20+H2s =ÁCIDO) e esse veio a falecer também.

Não vou me esticar nesta tragédia, pois até hoje me vem a memória o fato. Os acontecimentos narrados aqui foram depois esclarecidos através da investigação do acidente e vale lembrar que a válvula com defeito já tinha dado problemas antes e o pessoal da manutenção tinha deixado para depois para resolver o problema.

Mas resumindo: O gestor foi complacente e deixou “só daquela vez “realizar atividade sem os procedimentos. COMPLACÊNCIA MATA!

Procedimentos e normas de segurança deveriam ser redigidos com letras vermelhas, porque em algumas situações foram escritas com sangue.

Pessoas morreram ou foram mutiladas por falta de procedimento ou de uma norma de segurança escrita e bem treinada.

Quanto vale uma vida humana? Quanto vocês acham, que custou este acidente a imagem da empresa?

Complacência mata! E o custo da falta investimento em QSMS-RS e sua gestão de riscos pode trazer consequências desastrosas ao resultado do negócio.

Estamos juntos!

Transição para uma cultura de segurança positiva, fundamental para o sucesso da sua gestão.

A essência do comportamento seguro (BBS) reside em observar o comportamento dos colaboradores para entender e modificar o ‘ indesejável ‘ para ‘ desejável ‘.

Identificar e comunicar comportamentos “chaves” diminuem os riscos associados à execução de tarefas.

 Ao observar o comportamento de um colaborador, os gestores podem usar o design de fluxo de trabalho e análise de tarefas para avaliar e identificar perigos mecânicos, físicos e ergonômicos de suas funções.

Alguns colaboradores integram intuitivamente comportamentos seguros em suas ações, e alguns não na execução de tarefas.

 Este fator diferenciador é a causa de muitos acidentes e trabalhar com segurança, a cautela é uma obrigação em tais casos.

Embora BBS ganhou força nos últimos anos, é preciso lembrar que o comportamento é apenas um dos muitos aspectos da segurança na organização.

 A percepção de atitudes de segurança de um indivíduo, os valores são influenciados pela cultura da equipe que ele/ela faz parte.

Uma cultura de segurança positiva incentiva uma mudança para um comportamento que é culturalmente desejável e aceitável.

Abordagem organizacional para a segurança serve como uma linha de base como os líderes se esforçam para traduzir as lições de segurança em procedimentos práticos para otimizar o engajamento de qualidade.

 A ênfase reside no aumento da frequência de comportamentos relacionados à segurança e na diminuição das ocorrências de comportamentos de risco.

Aqui, o foco é maior na importância fundamental na cultura de segurança da organização e no clima como as políticas e práticas de gestão forma e influenciam o comportamento de segurança.

 Para conseguir isso, as organizações devem gerar uma disposição em seu pessoal para trabalhar colaborativamente.

Seguem algumas sugestões baseadas em nossas vivência e experiência nesses +35 anos.

 Educar: os gestores de segurança devem explicar a justificativa por trás de um determinado conjunto de procedimentos que os funcionários precisam seguir.

Por meio disso, os colaboradores assumem a posse e se tornam auto direcionados em vez de dirigidos por outros.

Ouvir: escuta empática, onde os gerentes levam tempo para aprender antes de oferecer aconselhamento, direto ou apoio gera vontade em um indivíduo.

Ele personaliza criativamente um plano de ação para atingir um determinado resultado relacionado à segurança.

Engajar: ao avaliar qualquer incidente, facilitar as interações em grupo pode criar valor e construir uma boa cultura de segurança.

Visão ampliada além dos números: compartilhar um compromisso pessoal, responsabilidade e conduzir para a segurança incentiva uma atmosfera conducente a uma cultura positiva da segurança.

Para definir as expectativas para práticas de trabalho seguras, controle de perigos, relatórios de incidentes, uma amalgamação de ambas as abordagens é necessária.

Isso pode ser expresso como uma abordagem de cima para baixo, começando no nível operacional e trabalhando para baixo, em todo e além.

Este processo pode envolver avaliações de risco, auditorias de segurança, questionários de saúde e segurança e auditorias de stress.

Estas estratégias aumentam o efeito benéfico da segurança e nutrem um local de trabalho “livre de acidentes”

Além disso, as respostas de recompensa proporcionam um terreno fértil para a vontade e as pessoas colaboram com uma causa comum.

Tais medidas podem gerenciar aspectos no trabalho, demandas, controles, suportes, relacionamentos, papel e mudança.

Ambas as abordagens devem ser implementadas ao mesmo tempo para que a mudança não seja segregada a parte, em vez disso, a mudança, é uma mudança para uma nova maneira de fazer, sempre com segurança!

Estamos juntos!

Gestão de resíduos de acordo com a ISO 14001, o básico primeiro, por favor!

Em nossos trabalhos acompanhando os clientes, nao é novidade surgir dúvidas sobre o tema resíduos, principalmente em época de economia circular, aterro zero etc.

Todos querem, todos tem ideias o que é muito bom, o meio ambiente agradece

Mas como sempre digo, começa pelo básico primeiro, que não é fácil!

Depois parta para suas metas e ambições quanto a gestão de resíduos, mas primeiro o básico por favor

Há muito mais para a gestão de resíduos do que a simples coleta de lixo e o despeja em um aterro sanitário. 

As organizações usam rotineiramente materiais perigosos que, quando mal manuseados, representam uma ameaça à saúde humana e ao meio ambiente.

 Esses materiais são encontrados em itens cotidianos, como lâmpadas fluorescentes, dispositivos eletrônicos e certas baterias, bem como em substâncias como óleo e solventes. 

A ISO 14001 fornece uma estrutura e uma abordagem estruturada para o manuseio de resíduos.

 Durante a identificação e avaliação dos aspectos ambientais, você determinará quais resíduos estão surgindo em seus processos, e com controles operacionais você definirá como os resíduos serão tratados. 

A gestão de resíduos é o processo de tratamento de resíduos, e oferece uma variedade de soluções para reciclagem de itens que não pertencem ao lixo.

 Este é um processo que cada família e empresário do mundo precisa. 

O manejo de resíduos descarta os produtos e substâncias que você usou de forma segura e eficiente. 

A ISO 14001 não prescreve as etapas no manuseio de resíduos, e todas as organizações podem abordá-las de acordo com suas necessidades, mas existem algumas etapas comuns no processo: 

 Avalie seus resíduos;

Para poder lidar adequadamente com os resíduos, a empresa precisa primeiro determinar se os resíduos são perigosos ou não, e se o manuseio desse lixo em particular é regulado pela legislação. 

 Esta etapa é muitas vezes chamada de classificação ou categorização dos resíduos. 

 Armazene seus resíduos;

Dependendo do tipo de resíduo, haverá diferentes requisitos em termos de instalações de armazenamento.

 Os resíduos podem estar em forma sólida ou líquida, por isso é importante armazená-lo de acordo com suas características.

 Os resíduos perigosos devem ser armazenados em um recipiente resistente à prova de vazamentos que é mantido fechado quando não adiciona ou remove resíduos. 

Diferentes tipos de resíduos podem exigir diferentes tipos de recipientes de armazenamento.

 O recipiente deve ser rotulado com as palavras “Resíduos Perigosos”, uma descrição clara do conteúdo e a data em que o resíduo é colocado pela primeira vez no recipiente. 

Os recipientes devem ser armazenados em uma superfície impermeável com espaço suficiente para permitir inspeções semanais de contêineres. 

Os requisitos adicionais para armazenamento ao ar livre incluem: 

  •  Controlando o acesso aos contêineres
  •  Protegendo os recipientes dos elementos
  • Armazenando recipientes de resíduos líquidos em uma superfície freada e impermeável para conter vazamentos acidentais 

Rotule os resíduos;

O lixo não tem risco de ser rotulado de forma especial.

 Por outro lado, a rotulagem de resíduos perigosos é frequentemente prescrita por lei e, na maioria dos países, a empresa deve obter uma licença para até mesmo gerar alguns tipos de resíduos perigosos.

 O rótulo para marcar resíduos perigosos embalados geralmente contém as seguintes informações:

Aviso: RESÍDUOS PERIGOSOS

Informações sobre o proprietário do lixo que embalou o lixo: nome, endereço, telefone, data da embalagem, nome e sobrenome da pessoa qualificada para ser responsável por esse trabalho

Características físicas dos resíduos: pó, substâncias sólidas, viscosas, pastas, lodo, substância líquida, substâncias gasosas, substâncias gasosas.

 Transporte e descarte seus resíduos corretamente;

A organização é responsável por seus resíduos perigosos para sempre. 

Para ajudar a garantir que os resíduos perigosos sejam transportados e descartados corretamente e, para reduzir sua responsabilidade, escolha um transportador que cumpra os seguintes requisitos: 

  •  Tem um número de identificação de resíduos perigosos
  •  Atualmente é licenciado ou permitido como um transportador de resíduos perigosos
  •  Cumpriu requisitos específicos de treinamento
  •  Mantém seguro de responsabilidade adequado
  •  Carrega credenciais no veículo
  •  Transporta os resíduos para uma instalação de resíduos perigosos permitida

 Plano para emergências;

O manuseio de resíduos perigosos deixa espaço para emergências causadas por maus tratos ao resíduo ou qualquer outra causa. 

Plano para emergências das seguintes maneiras: 

  •  Mantenha o derramamento e os equipamentos de resposta de emergência adequados em uma área acessível.
  •  Treine os colaboradores nos procedimentos de resposta de emergência que são apropriados para o seu site.

Treinar pessoal;

Treinar todos os colaboradores que tenham qualquer papel no manuseio, armazenamento ou gerenciamento de resíduos perigosos é um passo necessário para garantir o cumprimento das regras de resíduos perigosos. 

O pessoal deve estar familiarizado com os perigos de cada resíduo, procedimentos de segurança adequados e todos os aspectos da conformidade. 

Para cada um dos colaboradores que estarão engajados em qualquer segmento do sistema de gestão de resíduos, é necessário fornecer treinamento adequado e condições de trabalho. O treinamento deve incluir uma introdução a: 

  •  Procedimentos básicos para a gestão de resíduos;
  • Riscos humanos e ambientais;
  • Medidas de precaução na gestão de resíduos; E
  •  Responsabilidades e autoridades.

No processo de implantação de um sistema de gestão de resíduos, o treinamento deve ser realizado por profissionais que trabalharam na criação do plano de gestão de resíduos. 

 Manter registros;

O objetivo de manter registros é fornecer evidências de que os resíduos são armazenados de acordo com os procedimentos. 

Os registros usuais a serem mantidos são os de resíduos gerados por tipo e quantidade, e registros de resíduos implantados em uma organização autorizada. 

Com o apoio certo, e do ponto de vista financeiro, operacional e ambiental, uma estratégia eficaz de gestão de resíduos mais do que retribuir o investimento de tempo e esforço que você coloca nele. 

Uma estratégia adequada incorporará a flexibilidade para acomodar mudanças na legislação, matérias-primas, diferenciais de preços e expectativas dos clientes. 

Você poderá demonstrar às partes interessadas que sua estratégia de gestão de resíduos irá: 

  •  Economizar dinheiro reduzindo o uso de material e geração de resíduos
  •  Atender aos requisitos de conformidade com todas as legislações pertinentes
  • Melhorar o seu gerenciamento de materiais e resíduos, e assumir os requisitos de cuidado

Quando a estratégia for aplicada e os controles operacionais em relação aos resíduos estiverem em vigor, a empresa poderá gerar os benefícios.

Isso é o básico do básico.

Estamos juntos!

Segurança, cultura e riscos do ESG: Qual é a conexão?

Segurança, cultura e riscos do ESG: Qual é a conexão?

Vamos ser claros, não existe diferença entre segurança dos colaboradores e os riscos corporativo das operações quanto aos impactos socioambientais!

Mas como eu assisto Diretores/Heads de Sustentabilidade ou ESG totalmente desconexos com a realidade dos pilares do QSMS-RS e principalmente sobre os Kpis da segurança do trabalho.

Chega ser engraçado para não chorar!

Acredito que onde uma organização tenha a segurança como um valor, tudo é possível.

As conexões entre a segurança e os riscos ESG na organização são fortes, observamos que colaboradores engajados em segurança melhoram na identificação e gestão do risco em geral.

 Por exemplo, um supervisor aprende a reconhecer quando algo “não está certo” antes de seguir adiante avaliando a situação em vez de cegamente ir em frente.

Promover esse tipo de percepção consciente é bom para todos os tipos de riscos da organização como: o socioambiental, saúde, operacional, financeira, jurídica etc.

Meu primeiro líder costumava dizer, “Todo mundo é um gerente de risco”.

 E como eu acredito nessas palavras, e passou ser meu mantra também

 Cada pessoa no seu negócio pode construir habilidades de gerenciamento de risco.

Uma outra conexão que talvez seja menos óbvia, mas imensamente poderosa.

É a cultura de risco!

 Cultura é a chave a de tudo, na minha visão

Quando os líderes melhoram a segurança de uma forma que isso envolva todos os colaboradores na redução e identificação de riscos em curso, esses reduzem os riscos e criam uma cultura capaz de sustentar essa melhoria.

Isso significa que seus riscos diminuem quando você se aproxima da maneira certa a melhoria em segurança.

Você manterá os colaboradores agindo proativamente, e identificando e resolvendo problemas antes que eles ocorram.

Não podemos esquecer que também estamos falando sobre o risco de perder a vantagem competitiva.

Se você realmente entender essas conexões entre risco, engajamento, cultura e desempenho, i você garantirá que sua estratégia de melhoria da segurança é parte de sua estratégia.

Quando eu falo em estratégia de melhoria da segurança, quero dizer: sobre um documento bem definido que estabelece os objetivos da segurança, concreto e mensurado para os próximos anos.

Ter essa estratégia é importante porque se concentre a energia, recursos e tempo de todos na organização.

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Você deve responder à pergunta;

 “Que tipo de liderança em segurança, com compromisso e cultura nós precisamos ter em nossa organização para gerenciar os riscos?”

 Criar a estratégia é fundamental.

Blog: Roberto Roche

Se você envolver os líderes do jeito certo, eles vão entender por que a melhoria da segurança é tão vital para os negócios.

Igualmente importante, que eles entendam de que vai demorar para realmente fazer acontecer.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, caixa separadora de água e óleo e sua gestão.

A primeira multa sob nossa gestão a gente nunca esquece.

Recém promovido a gestor de QSMS-RS e Sustentabilidade, assumindo um projeto novo em uma planta petroquímica, onde era cercado por residências e ainda tínhamos um porto.

Todo cuidado era pouco para qualquer acidente socioambiental.

Requisitos legais ambientais e trabalhistas, ok; Procedimentos, ok; Treinamentos, simulados e tudo que está no pacote, ok.

E no posto de abastecimento dos veículos, aquele láaaaaaaaaaaa no final da planta que ninguém vai, onde pode estar acontecendo um vazamento na caixa separadora de água e óleo que nunca tinha sido limpa e verificada as condições físicas da caixa, onde os resíduos oleosos estão jogados ao lado sem cuidado nenhum.

E ………. deixei de ir e verificar!!!!

Resumindo, apareceu óleo brotando no terreno do quintal da vizinha e uma grande mancha de óleo no caís.

E depois da investigação sobre a causa raiz, descobrimos que veio da caixa SAO, e o órgão ambiental fez a festa.

E fui batizado!

Logo eu, um gestor novo na época, preocupado com tudo, ou melhor, com quase tudo, porque tinha deixado de verificar e ir realizar uma inspeção na caixa separadora de água e óleo.

Como doeu, ainda mais ao lembrar do meu líder que me ensinou tudo que eu sabia e foi a pessoa que me inspirei quando iniciei a trabalhar em QMS-RS e Sustentabilidade sob sua supervisão durante muitos anos em várias partes do mundo.

Onde entre seus ensinamentos, me cobrava sempre dá importância participar dos walkthroughs ou caminhadas de QSMS nas áreas em que atuávamos, tanto com os colaboradores/direção e mais importante, sozinho.

Pois sempre achou importante está caminhada/inspeção, não deixando de ir a cada canto escondido na área sob minha supervisão.

E eu, não tinha feito a lição de casa, esqueci e paguei caro pelo meu erro.

E vocês? Já verificaram como anda a gestão de sua caixa separadora de água e óleo?

Seus resíduos da caixa separadora de água e óleo e os sólidos estão tendo destinação final correta?

A gestão dos resíduos sólidos e líquidos em geral tem sido sem dúvida um importante desafio para os todos os segmentos que têm de lidar com a gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade.

Pois é exigência de lei, e tem muitos lugares onde não existe o serviço ou quem oferece não possui licença ambiental ou permissão para transporte jogando em qualquer lugar, e quem paga a conta é a empresa.

A razão é simples: Embora não seja, quantitativamente, o maior gerador de resíduos dos potencialmente poluidores, o setor de abastecimento de veículos onde existem as caixas separadoras de água e óleo em uma planta gera resíduos perigosos e tem de ser tratados de acordo com a legislação.

Em muitos casos, os resíduos em geral representam uma “dor de cabeça” séria para os gestores, notadamente quando vão a conhecimento público casos de má disposição ou tratamento inadequado, com passivos ambientais que às vezes chegam a comprometer os números do balanço patrimonial.

Como a lei reza: O gerador é responsável pelo resíduo enquanto o mesmo exista, as empresas que pagaram pela disposição terão que pagar novamente para remediar a área que foi comprometida.

Ou seja, pagou-se duas vezes e mesmo assim o problema continua.

O exemplo acima é importante para lembrar ao gestor de QMS-RS e Sustentabilidade do cuidado que devem ter quando o assunto é resíduo e não esqueçam de verificar a caixa separadora de água e óleo onde quer que ela esteja em sua área.

Este é um problema que requer gestão integrada, realizado por quem entende, não por amadores ou eu acho que ….

O que evidentemente tem um custo, que normalmente é relegado ao segundo plano.

É necessário que o gestor entenda, de uma vez por todas, que o dinheiro dependido em cuidados ambientais não pode ser simplesmente considerado como gasto, mas sim como investimento.

Essa distinção é importante, porque se tal dispêndio for considerado simplesmente como gasto, a tendência de qualquer administrador é procurar minimizá-los, porque a lógica simplista indica que, quanto menos despesas tenha, maior será o seu lucro.

Assim, para que gastar muito com gestão de resíduos, por exemplo, se há quem dê um destino para os mesmos a um preço “camarada”(limpa fossa baratinho, sem Licença para recolher resíduos oleosos)?

Infelizmente, não são poucos os que ainda pensam assim.

E isto tem tornado a questão dos resíduos provenientes da caixa separadora em geral numa espécie de bomba-relógio, que um dia vai explodir.

A questão dos resíduos tem exigido uma atenção particular, por parte do poder público, porque sabe-se que há muito resíduo sem tratamento ou disposto inadequadamente.

Ainda mais os oleosos provenientes da caixa separadora de água e óleo.

Ou seja, há um imenso passivo a ser tratado por aí.

Por isto, nós gestores da área precisamos prestar atenção a cada detalhe em nossa atividade e entender que a sociedade, e os poderes que a representam, estão cada vez mais atentos aos casos de poluição e as punições tendem a ser cada vez mais frequente.

Certamente o preço a ser pago por aqueles que burlaram a lei será alto, tanto em termos financeiros como de danos à imagem e a reputação da empresa.

Aprendam com meus erros!

Estamos juntos!

Desastres socioambientais causam desastres socioeconômico e, mais uma organização fecha suas portas!

Leio com muita tristeza a notícia de que mais uma organização encerra suas operações por questões socioambientais!

Reputação socioambiental Zero! = Investidores fugindo! ( exemplos só este ano temos vários)

E o pior de tudo que publicava relatórios de Sustentabilidade, e dizia está dentro do processo ESG.

Quantas mais irão fechar nesse Brasil a fora?

Análise de risco socioambiental? Não sei do que se trata !

Triste…., o impacto econômico vai ser enorme!!!!!!!!!!!

ESG / SUSTENTABILIDADE CORPORTIVA É COISA SÉRIA e são para profissionais!

NÃO É SÓ COMUNICAÇÃO / MARKETING em relatórios de sustenabilidade que são verdadeiras obra de artes

Vejo nesses encontros, de entrega de prêmios e palestras com uma superficialidade muito grande, e isso me preocupada e muito, pois acaba iludindo muito o publico e caminhamos para um green washing.

Nunca como em nenhuma outra época o homem tentou reverter o quadro de degradação ecológica em que se encontra a Terra.

Pois para alguns já perdemos tempo que não se recupera mais.

https://robertoroche.carrd.co/

Pela primeira vez na história, os estudiosos relacionaram os problemas sociais, econômicos e ambientais.

Sim, “DESATRES AMBIENTAIS CAUSAM DESASTRES ECONÔMICOS”, exemplos não faltaram, vejam em um passado recente e agora de novo (Barcarena/PA, Mariana, Brumadinho /MG e muitos outros).

Ao mesmo tempo em que assistimos povoados serem arrasados pelos desastres socio ambiental, os mesmos pedem que a organização volte a funcionar, pois são fonte financeiras para eles.

A crise global escancara a necessidade real de garimpar as soluções que viabilizem a construção de uma sociedade sustentável.

Trata-se de um olhar diferenciado nos processos para gerenciar o mundo. Esse despertar passa pelo conceito de proteção ao meio ambiente.

Empresas e a sociedade civil organizada tentam consolidar maneiras próprias de fazer o bem. Qualquer ação, por menor que seja, enriquece o universo que se busca através do exercício da cidadania.

A boa notícia brota dentro de algumas grandes corporações independente da atividade econômica e até pequenos negócios, pois as próprias organizações assumem o comando dessa transformação.

“O que hoje é opcional ser uma empresa ESG / Sustentável um dia será obrigação”, esse pensamento tem sido cada vez mais refletido pelos executivos em suas empresas.

As corporações americanas e europeias já apresentam seu negócio aliado à missão de boa governança, econômica, social e ambiental (ESG) em um mesmo pacote.

Enquanto americanos e europeus desfrutam dos benefícios em adotar a Sustentabilidade Corporativa como fator estratégico para o sucesso dos negócios, o movimento ainda se mostra tímido no Brasil.

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No entanto, há iniciativas valorosas, principalmente quando as ações focalizam o meio ambiente e a responsabilidade social aqui no Brasil.

Os empresários tornaram-se proativos, embalados principalmente pela asfixia pela qual passa o planeta, e por pressão da opinião pública.

Afinal de contas, não há mais como suportar que as tantas mil toneladas de gás carbônico permaneçam diariamente no ar, produzindo o efeito estufa e o danoso aumento da temperatura terrestre.

Muito menos que o desmatamento destrua as florestas e sepulte milhares de espécies animal e vegetal, sem falar de a quantidade de resíduos perigosos serem depositados sem o menor critério em qualquer sitio.

Ao importar para cá os “cases” de sucesso, constatou-se que o desenvolvimento estruturado numa política de Sustentabilidade desperta o bem-estar das pessoas.

A responsabilidade socioambiental, e sua gestão transformaram-se assim num compromisso corporativo com a comunidade.

Dentro das organizações, as políticas de recursos humanos, engenharia, o QSMS-RS, por exemplo, funcionam diante de um conjunto de metas único.

Não é mais admissível o conflito entre produção e ser Sustentável, foi se a época em que produção torcia o nariz para o pessoal de QSMS-RS.

Blog : Roberto Roche

Hoje, persuasão e liderança como exemplo são fundamentais para todos estarem alinhados com o negócio e sustentabilidade, pois sem este não existiria este debate.

O foco é no negócio e com sustentabilidade corporativa, ponto final.

Desde a escolha da matéria-prima até o destino final dos resíduos líquidos, sólidos e gasosos, calcula-se o equilíbrio entre o empreendimento rentável, mediante a uma gestão sustentável adequada.

São ações que gerenciam os efeitos colaterais dos agentes poluidores, previnem as tragédias ambientais, promovem a qualidade de vida e saúde dos funcionários e da população, divulgam uma boa imagem no mercado, gerando mais lucros, na medida em que reduzem gastos e custos operacionais.

ESG/Sustentabilidade Corporativa é uma questão de prevenção a impactos sócio econômico!

Não existe mais espaço para o questionamento a respeito, e quanto mais gestores de sustentabilidade estiverem agindo nas grandes corporações mais ouviremos falar sobre inovação, eficiência e em redução custos.

Sem existe alguma dúvida por parte das organizações?

 Boa sorte e fortes emoção virão!

Estamos juntos!

ntos

4 razões pelas quais você deve desenterrar seu plano de resposta de emergência socioambiental na sua gestão ESG.

O início do inverno pode parecer muito cedo para começar a se preparar para o próximo verão.

 Mas com memórias de tempestades de verão, enchentes desabamentos etc. em sua mente, agora é o momento perfeito para rever seus planos de resposta de emergência socioambiental.

 Preparar planos de resposta de emergência com antecedência também significa que você estará pronto quando o evento acontecer em seus cenários previstos.

A preparação de emergência é uma das coisas mais importantes em que uma organização pode investir.

Agora, nem se fala com as exigências do mercado financeiro em função do tão badalado ESG.

Quando uma emergência acontece, estar preparado pode ser a diferença entre a perda de dinheiro, o tempo e, o mais importante, a continuação dos negócios.

Em época de cancelamento de marcas ……………………, todo cuidado é pouco

Graças aos avanços tecnológicos, as organizações podem implementar plataformas e ferramentas que podem ajudá-las a se preparar para qualquer coisa, desde o tempo inclemente até um intruso perigoso.

Apesar da maior precisão nas previsões de novos cenários, as organizações nem sempre estão equipadas com a infraestrutura necessária para preparar uma resposta de emergência adequada, perdendo tempo precioso durante uma emergência que poderia ter sido evitada.

É por isso que é importante que as organizações tenham a tecnologia de segurança e comunicação correta para que possam proteger seus colaboradores e propriedades em caso de emergência climática.

Passo 1: Audite suas práticas e sistemas atuais.

O primeiro passo para estar preparado para uma emergência é auditar os atuais planos emergência, sua matriz de risco socioambiental e seus possíveis cenários da sua organização.

 Com o tempo, os planos podem ficar datados, e dependendo da última vez que seu plano foi revisto, pode até ser contraproducente em uma emergência.

 Garantir que seu plano esteja fresco e atualizado com a infraestrutura atual de sua instalação garante que, quando uma emergência surgir, você esteja preparado.

Uma ótima maneira de começar é identificando todas as suas tecnologias de segurança e comunicação existentes.

Muitas vezes, as organizações já possuem uma grande variedade de sistemas, como controle de acesso à porta, painel de incêndio, câmeras, monitoramento de temperatura ou umidade.

Quando se trata de comunicação, as organizações usam e-mail, texto, telefonemas e outras táticas para chegar aos funcionários com mensagens oportunas, muitas vezes distribuídas a partir de uma variedade de plataformas de comunicação.

Uma vez que todos esses sistemas são contabilizados, você pode determinar como essas tecnologias podem ser mais bem utilizadas em conjunto como uma única unidade, em vez de como sistemas separados.

É importante considerar como tirar o máximo do seu quadro atual do plano e tecnologia à medida que você cria um plano de resposta a emergências melhorado.

Passo 2: Integre sua tecnologia.

Organizações que podem integrar suas tecnologias existentes de forma mais eficiente têm uma vantagem competitiva à triagem de emergências.

 Por exemplo, as organizações podem integrar todos os seus sistemas existentes em uma única plataforma com uma plataforma de alerta de emergência.

Uma plataforma de alerta automatizado reúne todas as informações dos sistemas tecnológicos anteriormente diferentes, os monitora e envia alertas detalhados de uma fonte.

Isso não só permite que a empresa tire o máximo de seus investimentos anteriores, como também simplifica as respostas de emergência.

Em vez de ter que acessar cada uma dessas tecnologias separadamente, elas podem ser vinculadas à plataforma de alerta de emergência.

Isso significa que quando qualquer um dos sistemas é acionado, um alerta será enviado automaticamente para os indivíduos devidamente atribuídos.

Por exemplo, digamos que o controle de acesso à porta de uma instalação e os sensores de temperatura são integrados em uma plataforma de alerta de emergência, a plataforma de alerta estará constantemente monitorando esses sistemas.

Se ambos forem acionados, um alerta sobre o que aconteceu será enviado automaticamente.

Passo 3: Personalize seus alertas.

Com uma plataforma de alerta de emergência, qualquer empresa pode melhorar a funcionalidade de suas tecnologias atuais, aumentando seus recursos de alerta.

Os alertas são totalmente personalizáveis, incluindo a partir dos quais os usuários finais são enviados e as informações que contêm.

Isso permite a dispersão rápida e direta de informações durante uma emergência.

Se a manutenção, a segurança, a polícia ou um colaborador chave precisam ser contatados, isso pode ser pré-determinado dependendo do evento acionado.

Isso pode reduzir seriamente o tempo de resposta a qualquer emergência e pode ajudar as organizações a economizar tempo, dinheiro e recursos.

Em um cenário perigoso, o alerta de emergência aprimorado pode até salvar vidas.

Passo 4: Reforçar a comunicação.

O alerta de emergência automatizado não é a única maneira de manter sua empresa informada durante uma emergência.

Uma plataforma de notificação em massa é outra grande ferramenta que pode permitir que as organizações mantenham seus funcionários informados sobre qualquer situação.

Estar preparado para o tempo inclemente não precisa ser complicado.

As principais coisas a se concentrar são aproveitar os sistemas e ferramentas que já estão disponíveis para você, além de garantir que você tenha uma plataforma de comunicação que possa manter todos informados.

Garantir a disseminação rápida e adequada das informações ajudará a manter os funcionários seguros.

Preparação de emergência é um trabalho o ano todo.

Preocupações como os riscos climáticos só aumentam a importância de ter um plano em vigor.

Isso não só ajudará durante a próxima emergência /crise, mas aumentará a preparação de emergência e planos para qualquer situação.

Estamos juntos

Segurança do trabalho é Responsabilidade Social Corporativa é, sim, um Pilar do ESG!

O caminho para as normas de segurança e saúde no local de trabalho é longo e tortuoso e, acredito que todos os colegas concordam.

Milhões de colaboradores ao longo dos anos morreram como resultado de lesões e doenças causadas por seu trabalho ou local de trabalho causadas, de fato, por empregadores que percebem a segurança como um centro de custos e trabalhadores como uma mercadoria facilmente substituída.

A atitude predominante em 1969 (e anteriormente) era que a segurança tanto no local de trabalho quanto na segurança do consumidor era um “produto” absorvente de recursos que tinha custos associados que não necessariamente superavam o benefício de não ferir ou matar funcionários.

Lesões e fatalidades foram (e são) percebidas por muitas organizações como parte do custo de fazer negócios.

Essa percepção decorreu, em parte, da segurança do consumidor.

As empresas acharam que era mais barato pagar um grande acordo legal do que mudar um processo de fabricação ou design de produto.

Provavelmente um dos esforços mais conhecidos de defesa da segurança foi a luta para instalar cintos de segurança e outros equipamentos relacionados à segurança em automóveis, um movimento combatido pelos fabricantes automotivos devido aos custos adicionais de fabricação associados à instalação de cintos de segurança e airbags e redesenho de modelos populares de carros para remover riscos estruturais.

Os defensores da segurança assumiram essas questões nas décadas de 1960, 1970 e além, acreditando que o ROI (retorno do investimento) final dessas medidas era proteger vidas.

Enquanto isso, uma batalha semelhante estava sendo travada no local de trabalho.

Quando a segurança falha: fazendo manchetes

É difícil calcular o custo de eventos como lesões fatais no local de trabalho que não acontecem.

Ao contrário das questões de segurança do consumidor, as lesões no local de trabalho e as mortes são frequentemente tratadas fora do tribunal, por advogados patronais negociando citações e multas com agências reguladoras e o arquivamento de reivindicações de indenização dos trabalhadores.

Apenas casos de alto perfil com grande número de vítimas ou aqueles que têm impacto na comunidade ou ambiente circundante fazem a notícia casos como o incêndio e a explosão da plataforma de perfuração Deepwater Horizon, o vazamento de gás de metila de Bhopal e o desastre da Mina Upper Big Branch.

As investigações dessas tragédias frequentemente destacam questões semelhantes às encontradas em casos de segurança do consumidor.

Empregadores que sabiam e ignoraram os riscos, acreditando que a probabilidade de um incidente grave ser insignificante ou o custo de uma solução ser muito alto em termos de recursos e custos.

Cópias de relatórios sobre preocupações de segurança que acabaram na gaveta de alguém, manutenção diferida e pressão para cumprir prazos de produção que substitui a segurança passaram a ser o” normal”

Nem todos os casos de lesões no local de trabalho e doenças ou fatalidades fazem manchetes na verdade, a maioria não, mas isso não significa que eles não tenham um custo econômico, bem como um pedágio emocional e físico para os trabalhadores e suas famílias.

Esses custos diretos não incluem custos indiretos, como treinamento de funcionários substitutos, investigação de acidentes e implementação de medidas corretivas, perda de produtividade, reparos de equipamentos e propriedades danificados, e custos associados à menor moral e absenteísmo dos funcionários.

Agora, 50 anos após mudanças inovadoras nas leis de segurança do consumidor e com os custos das lesões aumentando constantemente, a sociedade está adotando a crença de que os líderes corporativos e seus conselhos de administração têm mais do que uma razão moral e ética para proteger os trabalhadores, eles têm o dever fiduciário de fazê-lo.

A implantação da responsabilidade social corporativa (RSC) e do meio ambiente, das diretrizes de governança social e corporativa (ESG) e do relatório instalam a segurança e a saúde dos colaboradores no topo da lista de valores corporativos exigidos pelas empresas que desejam permanecer sustentáveis, viáveis e rentáveis.

Tanto a RSC quanto a ESG dão grande ênfase na criação de um ambiente de trabalho seguro para os colaboradores, e o valor de um ambiente de trabalho seguro e saudável traz à reputação e à linha de fundo de uma empresa.

 Um estudo realizado em 1996 descobriu que um maior nível de desempenho social corporativo “pode fornecer uma vantagem competitiva ao atrair mais candidatos”.

Eles também mostraram que “os candidatos a emprego têm uma autoimagem maior quando trabalham em uma empresa socialmente responsiva”.

A RSC deve ser vista como uma política de investimento em recursos humanos os colaboradores são, afinal, o maior e mais valioso ativo de uma empresa e podem ajudar a reduzir a taxa de rotatividade, reter os colaboradores mais produtivos, manter altos níveis de engajamento dos funcionários e reduzir o risco de conflitos a longo prazo.

Estamos juntos

Suas metas, Kpis e objetivos socioambientais estão alinhados na direção ESG estratégica da organização?

Um dos principais requisitos de liderança do SGA é a responsabilidade da direção em garantir que as políticas e objetivos ambientais estejam alinhados com a direção estratégica ESG da organização. 

Perece simples, não? Mas o que sustenta essa exigência, o que isso realmente significa, e que medidas sua organização deve tomar para garantir que ela cumpra os termos da norma? 

No passado, pode ter sido o caso de algumas organizações poderem formular objetivos socioambientais fáceis de alcançar, e embora esses objetivos possam ter atendido aos critérios estabelecidos pela norma ISO.

 Por exemplo, se uma empresa de embalagens tinha um objetivo ambiental que era limitar o número de viagens que seu veículo fez ao local de reciclagem, esse objetivo poderia ser fácil de alcançar contra uma meta declarada. 

No entanto, um objetivo como a redução da quantidade de resíduos de embalagens gerados pode ser mais potencialmente benéfico para o meio ambiente se a organização operar 24 horas para abastecer muitos usuários finais, mas mais difícil de alcançar.

 Assim, embora o primeiro objetivo possa ser visto como razoavelmente significativo, o segundo tem um benefício ambiental potencialmente muito maior se o desempenho contra ele for gerenciado de forma eficiente. 

Embora o primeiro aspecto dos custos de transporte e do impacto socioambiental ao viajar para um centro de reciclagem seja válido, o segundo reduzindo o desperdício de embalagens em uma organização que produz embalagens 24 horas por dia pode ser verdadeiramente dito estar alinhado com a “direção estratégica” da organização. 

Em resumo, a redução do desperdício durante um ciclo contínuo de produção de 24 horas realizaria aumentos de lucro para a organização e reduziria os danos ao meio ambiente em uma escala muito mais significativa do que uma redução em uma ou duas viagens curtas de reciclagem. 

Se os objetivos estratégicos da sua organização são aumentar o lucro e reduzir o impacto socioambiental da forma mais significativa possível, é discutível que o segundo e mais significativo objetivo descrito atende aos objetivos e objetivos estratégicos da organização.

Agora que entendemos isso, o que podemos fazer para garantir que os objetivos ambientais e a direção estratégica de nossa própria organização estejam realmente alinhados? 

Como mencionado acima, esse elemento da ISO faz parte dos novos e mais prescritos requisitos colocados em líderes da alta gestão. 

É evidente que a intenção é garantir que a alta gestão tenha um papel ativo tanto na definição de direção estratégica quanto nos objetivos ambientais, e na garantia de que os dois estejam relacionados. 

A entrada da direção, é, portanto, claramente necessária para definir o caminho estratégico à frente para a organização, e da mesma forma, estabelecer objetivos ambientais que correspondam a essa visão estratégica, e isso não pode ser verdadeiramente estabelecido por ninguém além da alta gestão.

 É neste momento que existe a oportunidade de analisar os aspectos ambientais da organização, redefinir os objetivos ambientais e garantir que esses objetivos corram em paralelo com a estratégia planejada para o futuro da empresa. 

Essa abordagem “harmonizada” pode ajudar todos os colaboradores e stakeholders a trabalhar em conjunto em diferentes níveis enquanto tentam alcançar objetivos compartilhados. 

Por exemplo, uma empresa de transporte e entrega com a qual trabalhei recentemente estava tentando alinhar objetivos ambientais com direção estratégica.

 Dois objetivos estavam sendo discutidos: um deles era o melhor planejamento de rotas para tornar as viagens mais eficientes, reduzir as emissões e repassar a redução de custos para tornar os preços mais competitivos; e o segundo foi reduzir o impacto ambiental através do uso de menos energia no escritório da empresa.

 Embora ambos os objetivos ambientais tenham sido considerados válidos, ficou claro que o primeiro estava em sintonia com a direção estratégica da empresa ou seja, menos impacto ambiental, maior lucro e maior participação de mercado por ser mais competitivo. 

O segundo só poderia proporcionar um menor ganho ambiental e financeiro, e embora importante, isso não foi considerado de acordo com a “direção estratégica” da organização. 

Os benefícios de alinhar esses elementos importantes em paralelo, como sugerido pela norma ISO, devem ser claros e mensuráveis.

 Em primeiro lugar, a visão compartilhada de objetivos estratégicos e ambientais que podem ser comunicados à sua organização pode ser uma coisa positiva. 

Objetivos claros e relacionados que fazem sentido para sua base de funcionários podem ser a base para um melhor desempenho. 

Em segundo lugar, os benefícios de atingir esses objetivos alinhados devem ser facilmente evidentes. 

Lucros melhorados, redução do uso de recursos, eliminação de resíduos e um impacto mensurávelmente menor no meio ambiente resultarão em todos os seus objetivos bem elaborados e alinhados com a direção estratégica da sua organização.

 Certifique-se de que sua direção esteja envolvida no estabelecimento, comunicação e entrega desses objetivos compartilhados, capacite seus colaboradores a fazer as mudanças e você verá os benefícios.

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