Procedimentos e normas de segurança deveriam ser escritos com SANGUE!!

Quando me pediram para realizar uma palestra sobre motivação em segurança do trabalho, realmente entrei em pânico.

Pois qual seria um título interessante para chamar atenção?

Já que as de SIPAT, são chatas, desinteressantes e repetitivas (tinha escutado de vários colegas da área).

São sempre os mesmos temas, sorteios, teatrinho, acham que os colaboradores gostam de circo.

Já assisti inúmeras palestras sobre o tema.

E quem sou eu para repeti-las, sou muito mais um aprendiz do que um instrutor, mas o desafio estava feito.

Seria para uma indústria com cerca de 5000 colaboradores, apresentando em vários turnos durante uma semana. Esta possuía um histórico muito bom de seus Kpis sobre acidentes.

Um desafio interessante, pois queria sair da mesmice do assunto, focando no VALOR que se deve ter à cultura de segurança e ao valor de uma vida.

Meu objetivo seria impactar no comportamento de todos, influenciando através de um bom trabalho de persuasão para que a segurança que é parte do QSMS-RS e Sustentabilidade fosse visto como uma cultura de VALOR na empresa.

Mas como? Qual o tema para chamar atenção?

A ideia do título vem de uma época como gestor de QSMS-RS em duas situações com um denominador em comum.

Uma na África e outra no Oriente Médio onde tínhamos uma rodovia a ser construída e na outra, uma indústria Petroquímica a ser reerguida, pois metade desta tinha sido sucateada.

Em ambos os sites tínhamos um trabalho imenso em retirar minas e bombas da área, pois estes países onde nos encontrávamos, tinham passado por décadas de guerra civil.

Um trabalho difícil estressante e de alto risco. Onde infelizmente tivemos fatalidades.

Certo dia, em um pequeno acampamento conversando com o pessoal da comunidade, explicando o porquê das fatalidades as famílias.

Uma senhora se levantou e pronunciou que deveríamos escrever com “SANGUE “nossos procedimentos, pois assim quem sabe os colaboradores poderiam honrar e dar mais “VALOR” as normas e procedimentos de segurança.

Esta senhora era uma das mães que acabavam de receber a notícia e as explicações sobre a fatalidade de seu filho (não queiram nunca passar por esta situação!).

Essa senhora e suas palavras firmes ficaram comigo e me vieram à tona pensando no título de minha palestra.

Ela estava certíssima, “quanto desrespeito se tem por procedimentos e normas”.

São poucos os que prestam atenção ou dão VALOR e exemplos em segui-las.

E A MAIORIA ACHA UM SACO!

Se já não leem instruções de celular ou bula de remédio, vão ler e estudar procedimentos de segurança?

Milhões de trabalhadores morrem ou se mutilam todos os anos.

Campanhas de segurança e proteção ao meio ambiente são constantes. Gastam-se milhões em comunicação, treinamentos e procedimentos. Normas e legislação são inúmeras e bem draconianas.

Mas mesmo com tudo isso, acidentes acontecem sempre!

A senhora estava certa sim, e mal sabia ela, que se não 100%, mas quase todos os procedimentos ou normas existentes foram redigidos somente depois que alguém morreu ou foi mutilado.

Se voltarmos a análise de causa raiz de alguns dos grandes acidentes do passado como Flixborough (Inglaterra), Seveso (Itália), Bhopal (Índia) e Piper Alpha (USA) onde milhares de vidas foram perdidas ou afetadas.

Verificamos a falta de atenção em cumprir procedimentos e normas de segurança.

Estamos falando de grandes corporações acima.

Agora: Imaginemos as pequenas, médias e até mesmas a grandes que mesmo possuindo em sua web sites as mais lindas e bem escritas missões e valores, mostram com orgulho suas certificações ISO, falam sobre ser sustentáveis etc. Mas quando vamos analisar seus Kpis de segurança vemos que não é bem assim.

Em uma obra muito grande em algum lugar neste Brasil, trabalhavam alguns consórcios de construtoras. De repente escuta se um barulhão.

Um corpo havia caído de uma grande altura no meio da área. Total desespero por parte de todos e com razão. E começou uma das situações mais absurdos que presenciei em minha vida.

O falecido estava sem uniforme e EPI!

E uma batalha se inicia entre os gerentes das empreiteiras em vestir e colocar EPI no corpo, ao mesmo tempo a turma do RH em pavorosa gritava para verificar se a pessoa tinha todos os treinamentos de NR que a legislação pedia e se tinha assinatura dele nos DDS e treinamentos.

Muita confusão na área e o tempo passando. Disputa para cada querer vestir o uniforme e EPIS, quem vai avisar a família? E quem vai ficar ali quando a polícia chegar? E por aí foi o trágico cômico espetáculo de non sense.

A polícia chegou, e depois de certo tempo descobriu se que o falecido não era de nenhuma das empreiteiras (Já estava vestido com uniforme e EPI de uma delas), mas sim uma pessoa com histórico psiquiátrico que tinha entrado na obra e se jogado, cometendo suicídio.

Análise de causa raiz: Todos os procedimentos de segurança e respectivas normas foram quebrados.

Um trágico acidente, cômico e vergonhoso para quem era da área.

E para finalizar, não custa questionar:

Quanto vale uma vida humana?

Quanto vale cumprir todas as normas e procedimentos de segurança?

Quão tão é difícil implantar uma cultura de segurança como valor na empresa?

Procedimentos e Normas de segurança precisam mesmo ser escritos com sangue para todos prestarem atenção e segui-las?

Se existir uma cultura de VALOR em segurança e a liderança der o exemplo.

 Eu acredito que NÃO.

E esse passou a ser o tema de minha palestra sobre motivação em segurança!

Estamos juntos!

Focar em comportamento é fundamental.

Há mais de 40 anos, a segurança baseada em comportamento tem sido de interesse na gestão de segurança.

E não é de admirar;

A ciência da mudança de comportamento aplica-se perfeitamente ao mundo real dos problemas de segurança no local de trabalho.

No entanto, quando ideias se tornam populares, elas tendem a tornar-se modismos e serem simplificadas.

 Organizações que implementam sistemas BBS muito simplificados estão enganando a si mesmos.

Eu acredito no comportamento seguro, ou seja, baseado na ciência e centrado no sistema BBS.

 Com foco no BBS, os benefícios começam com a segurança, mas vão na sequência da mudança de como pensam e operam as organizações

Vamos olhar como foco o sistema BBS difere dos simplistas.

Na versão simplista, o foco é estreito: simplesmente melhorar o comportamento de segurança dos colaboradores.

 Especialistas em compilar uma lista de comportamentos inseguros acreditam que podem levar a lesões e incidentes.

 Com a elaboração de uma lista do” especialista em BBS “, observam fornecem um feedback para fazer com que os colaboradores adotem o comportamento seguro rapidamente e eficientemente quanto possível.

Esta visão é equivocada, por várias razões:

Não há nenhuma garantia de que os comportamentos, identificados são críticos para o local de trabalho.

Sem o engajamento dos colaboradores, eles, se ressentem do feedback e resistem a mudar seu comportamento.

A razão pela qual os colaboradores muitas vezes correm perigo, é porque os sistemas em que estão trabalhando torna-os difíceis ou mesmo impossível de fazer seus trabalhos sem correr riscos.

Só e simplesmente tentar alterar ou gerenciar o comportamento, em vez de alterar o sistema, não dá né, venhamos e convenhamos a” exposição ao risco ainda está lá.”

Aqui está um exemplo: um encanador e um ajudante precisam mudar uma junta em uma linha fixada na parede.

 Ambos com EPIs, a linha não é de produtos químicos, então, em teoria, é uma operação segura.

No entanto, para tirar os flanges do meio e separá-los eles devem afrouxar os parafusos.

Isto significa que o auxiliar deve ficar na frente do pipeline para alcançar, puxar e afrouxar os parafusos.

Como ele faz isso, esquenta o flange com um maçarico no máximo até soltar os parafusos e nesse processo queima seus auxiliares.

A localização do flange exigia que ele ficasse na linha de fogo para soltá-lo.

Se existisse uma boa orientação da segurança deveria ter ensinado os colaboradores a ter mais cuidado quando para afrouxar os parafusos.

 E uma boa gestão deve pedir a manutenção para alterar o local dos parafusos, para que na próxima, não existisse essa complicação de expor o colaborador na linha de fogo.

Se a alteração for feita, o potencial de uma exposição é reduzido talvez até mesmo eliminados.

Obviamente, essa solução baseada no sistema é a melhor solução.

O comportamento seguro (BBS) focado no sistema, busca, encontrar, reduzir ou eliminar riscos que levam a acidentes, e melhorar os sistemas que executam nas operações.

Para ser bem-sucedido, este esforço deve envolver todos os níveis da hierarquia na organização 

 A gestão deve definir objetivos, alocar recursos adequados, estabelecer a estrutura de governança e definir as regras para redução de exposição e como funcionará o processo baseado em comportamento.

Um processo centrado no sistema BBS envolve a todos, observando os colegas de trabalho, dando feedback para mudar comportamentos.

 A abordagem do sistema funciona porque realiza tarefas mais seguras, para que os colaboradores não precisam tomar cuidado extra para evitar que se machuquem.

Também aborda objetivos além da segurança, tais como melhorar o engajamento do colaborador, e geralmente, alcançar uma cultura mais saudável, centrada no desempenho.

Quando colaboradores veem um sistema que os beneficia e a organização, o BBS se torna uma atividade desejada não uma atividade obrigatória, e toda a força de trabalho é mais segura como resultado.

Estamos juntos! 

Fazer perguntas certas como profissionais de segurança, é uma habilidade fundamental, para melhorar a cultura de segurança.

“O problema todo, eram os chinelos “

Perguntar ao invés de cobrar é uma mudança de paradigma para os profissionais de segurança, mas é uma das maneiras mais simples de melhorar os resultados de segurança e a cultura do local de trabalho também. 

Na última década, novas ideias surgiram em torno da melhor forma de se comunicar no trabalho. 

Nossa experiência nessas quase 4 décadas de trecho, nos ensinaram que é fundamental a importância de fazer perguntas gentis em vez de dizer às pessoas o que elas devem fazer 

Muitas vezes, quando pensamos em organizações que tentam melhorar a segurança, há uma suposição de que os gestores de segurança serão capazes de dizer aos colaboradores o que eles precisam fazer para permanecerem seguros. 

Mas antes que isso possa acontecer, precisam fazer os tipos de perguntas que irão obter as informações que precisam para fornecer respostas e insights significativos sobre como eles podem permitir a segurança do trabalho em sua organização. 

Simplificando, profissionais de segurança e gerentes raramente são especialistas no que está acontecendo em uma organização porque eles não estão perto o suficiente do trabalho. 

A resposta para eles é desenvolver uma arte para fazer perguntas.

 Não é uma pergunta qualquer. 

Alguns anos atrás, eu estava em uma plataforma de perfuração na Etiópia. 

Era um daqueles com um calor terrível na região de Hawassa e estávamos sentados no galpão com os colaboradores de perfuração, tendo uma conversa sobre o dia, mas também construindo relacionamentos e relacionamento para que eu pudesse entender melhor o trabalho deles. 

Fiz uma pergunta muito geral, não estava relacionado à segurança como tal. 

Principalmente, foi impulsionado pela curiosidade e empatia. 

Há algo que possamos fazer para melhorar as coisas para você?

 A resposta foi uma que eu nunca esqueci.

“Você pode nos dar nossos chinelos de volta?

Eu estava confuso, mas intrigado e os colaboradores então me explicaram como eles vivem em acomodações móveis em semirreboques, movendo-se entre semirreboques para acessar suas camas, cozinha e chuveiros.

 Os reboques estão estacionados em uma plataforma de cascalho onde podem ficar estacionados por uma ou duas semanas, antes de se mudarem para outro poço e outro fazer bloco de cascalho.

 No final de seus dias de 12 a 14 horas, os colaboradores tiram as botas e usam chinelos no acampamento. 

Ou seja, até que alguém cortou o dedo do pé em uma das escadas e a gerência decidiu que eles deveriam usar suas botas suadas de aço tampadas o tempo todo dia ou noite. 

Ter que colocar botas de trabalho depois de um banho ou no meio da noite quando você precisa do banheiro estava se desgastando.

Claro, quem é da turma do ar-condicionado do corporativo, não sabe, né!

 No entanto, foram os profissionais de segurança e os gestores que decidiram que esta era uma solução genuína para um incidente e a maneira de manter seus colaboradores seguros. 

Não houve engajamento, conversa ou perguntas para determinar a experiência que esses colaboradores estavam tendo após o expediente e com essa decisão, a gestão destruiu qualquer boa vontade e cultura positiva no local de trabalho em torno da segurança. 

A ironia era que isso era um problema de manutenção. 

Era a escada que precisava ser consertada, nada a ver com o comportamento dos colaboradores. 

Se tivéssemos perguntado, “como as coisas estão indo com segurança no trabalho?” em vez de “há algo que possamos fazer para melhorar as coisas para você?” é improvável que tivéssemos ouvido alguma visão real sobre a cultura de trabalho, comunicação e relacionamentos. 

Fazer perguntas pode melhorar muito mais do que os resultados de segurança 

Aqui estão algumas das perguntas que os profissionais de segurança podem tradicionalmente esperar para fazer e entender: 

Ø   O que acha do novo formulário que pedimos para preencher?

Ø Qual foi o último incidente que teve?

Ø   O que você está fazendo para implementar esse novo processo de segurança?

Ø   Você tem todo o equipamento de proteção que precisa?

Ø   Você revisou todos os procedimentos de trabalho?

Podem ser perguntas válidas, mas não estão abertas ou pedindo a ninguém que revele mais do que as informações mínimas necessárias. 

São perguntas específicas e limitadas que provavelmente atraem rolos oculares e respostas superficiais. 

Em vez disso, quando fazemos perguntas gerais abertas, com curiosidade e empatia, como:

“O que está dificultando sua vida no trabalho?” ou “Quais são alguns dos desafios que você enfrenta em seu papel?” somos capazes de chegar muito mais perto de entender a realidade da vida profissional das pessoas em nossas organizações. 

Quando entendemos a experiência vivida do trabalho, somos capazes de fornecer apoio significativo em vez de impor nossas ideias à força de trabalho.

 Gestores de segurança que eliminam uma preocupação de segurança para si mesmos, decidindo que todos devem usar botas o tempo todo, são surdos às necessidades e experiência dos colaboradores. 

Fazer perguntas muda a relação entre colaboradores e gestores 

Os líderes têm sido tradicionalmente os que são esperados por suas organizações para ter as respostas. 

Eles se levantam na frente de centenas de pessoas e apresentam soluções, não problemas.

 Esses líderes procuram seus profissionais de segurança para lhes dizer o que dizer. 

Por outro lado, nossas forças de trabalho não estão muito acostumadas a serem solicitadas por suas opiniões. 

Por exemplo; Na Roberto Roche & Associados, trabalhamos com organizações para quebrar esse ciclo.

 Reunimos gestores, profissionais de segurança e colaboradores em uma conversa aberta sobre o que está acontecendo no negócio.

 Preocupamo-nos com as opiniões dos colaboradores e tanto quanto com as opiniões dos gestores, pois esta é a única maneira de melhorar a segurança do trabalho. 

A única maneira de progredir nessa organização é que as pessoas no poder comecem a fazer perguntas em vez de dizer ou dar as respostas porque, como sabemos, quando você não está nela todos os dias, você sabe menos do que aqueles que estão no trabalho que está sendo feito em todo o negócio. 

Também é importante criar o ambiente certo para obter respostas honestas 

Trabalhar um-a-um e em pequenos grupos, conhecer o cotidiano de seus colaboradores, conversar com as pessoas como pessoas em vez de questioná-las sobre questões operacionais e de segurança desde o logo, produzirá insights mais significativos em torno da segurança a longo prazo. 

Quando visitamos organizações, podemos dizer muito rapidamente pela forma como os gestores interagem com seus colaboradores, se há comunicação aberta.

 Gestores que conhecem seus colaboradores pelo nome, os nomes dos filhos, o que está acontecendo em suas vidas fora do trabalho, por exemplo, são ambientes de comunicação tipicamente abertos. 

Quando nos sentamos no galpão com os colaboradores conversando, em vez de perguntar sobre segurança, fomos capazes de descobrir as implicações da proibição de certos calçados, o impacto que isso estava tendo na cultura do local de trabalho e na comunicação de segurança em todo o negócio. 

Não faça perguntas para se sentir bem, você deve agir também 

Em poucos dias, os colaboradores voltaram a usar chinelos. 

Quando perguntei à gerência em torno dessa decisão, pude fornecer a perspectiva dos colaboradores, tendo entendido sua experiência de trabalho, bem como as implicações para a organização. 

Fazer melhores perguntas e estabelecer relacionamento com os colaboradores não é apenas melhorar a segurança e ser melhor profissionais de segurança.

 Você precisa estar preparado para agir sobre o que você ouve.

 É seu trabalho falar em nome dos colaboradores e explicar as implicações das situações que você identifica para a gestão.

Chamo isso de responsabilidade dos profissionais de segurança de “amplificar a voz da linha de frente” para neutralizar o efeito silenciador dessa voz pela gestão, hierarquia e poder na organização. 

Normalmente, as vozes que mais sabem sobre trabalho e segurança, as da linha de frente, são, infelizmente, as mais silenciosas na tomada de decisões organizacionais. 

Quando você cria um ambiente onde você recebe feedback aberto e honesto dos colaboradores, você está atento para fazer algo sobre isso.

 Fazer perguntas cria uma espécie de contrato social. Se você não está preparado para ouvir e agir, pense seriamente sobre porque você está fazendo perguntas. 

Fazer boas perguntas são importantes para cada decisão, seja sobre uma tarefa diária ou uma estratégia de longo prazo da empresa. 

Ao desenvolver uma estratégia para uma grande organização de serviços públicos, convidamos 80 representantes de todas as suas organizações contratadas para um workshop baseado em três perguntas: 

Ø Quais são as coisas em que você confia para fazer seu trabalho?

Ø O que atrapalha você trabalhando em segurança?

Ø O que você gostaria de ver para melhorar seu trabalho?

Cada pessoa refletiu sobre essas perguntas por conta própria, escrevendo seus pensamentos antes de compartilhar em pequenos grupos, e eventualmente, como um grupo coletivo. 

Tivemos 45 minutos de discussão por pergunta e depois comparamos as respostas do grupo na sala a uma análise temática de todas as contribuições individuais. 

Essa abordagem e as respostas que recebemos, que quase inteiramente focadas no trabalho, não no trabalho de segurança, têm sido fundamentais para informar o que a diretoria da empresa vai agir, pois sabem que a segurança é uma propriedade emergente do trabalho: temos que melhorar o trabalho se quisermos melhorar a segurança. 

Eles sabem que precisam criar condições para que seus contratados sejam bem-sucedidos, não digam o que fazer. 

Ao fazer perguntas amplas sobre trabalho e vida, você é capaz de obter respostas honestas que o levam às decisões que são mais propensas a melhorar a segurança do trabalho. 

A única maneira de gestores e profissionais de segurança poderem ajudar seus colaboradores a fazer o trabalho, com segurança, é perguntando o que eles precisam e depois agindo sobre ele.

Estamos juntos!

Superando o fator medo, em segurança é essencial para um bom desempenho.

Quando trabalhávamos em projetos no Laos, Angola, Libéria e no Congo enfrentamos campo minados, não era fácil lidar com esse fator novo e gerava muito medo, em algumas regiões do mundo tínhamos outros novos medos que eram novidades para nós, mas campo minado, não é fácil.

Fazer um DDSs sobre campo minado dava calafrios!!

O primeiro passo para superar o “Fator medo “?

 Admiti-lo!

Não há dúvida que uma das mais poderosas forças impedindo as pessoas de fazer a coisa certa com segurança é o fator medo.

Por que pessoas inteligentes, experientes, competentes e bem-intencionadas seguem em frente com tarefas quando eles sabem que não devem?

 Não é a pergunta mais intrigante?

Uma das principais razões é o medo.

Aqui está uma lista de alguns dos medos as pessoas (das minhas listas de lições aprendidas) mencionam quando explicam por que eles às vezes foram em frente quando as condições são inseguras.

Ø Sendo visto como preguiçoso;

Ø Com a marca como um criador de problemas;

Ø Não entendem a instrução;

Ø Ser visto como incompetente;

Ø Ser visto como fraco;

Tenho certeza de que vocês reconhecem alguns ou todos esses medos, tendo, eu sendo bem experiente dentro de alguns mencionado acima.

 Como estes medos inibem a segurança é autoexplicativo.

No entanto, vejamos alguns exemplos concretos para colocar medo em contexto

 Um homem cortou o dedo porque ele estava tentando terminar um trabalho para não deixar para seus colegas do turno da noite.

Ele não era preguiçoso, ele tinha medo de ser visto para ser preguiçoso.

 Nos treinamentos de segurança comportamental, comentários como estes às vezes surgem:

“Tudo bem, aqui na conversa se eu parar o trabalho, mas e se eu parar o trabalho mesmo no mundo real, estou errado para produção”

“Não sei nada sobre esta tarefa então que direito eu tenho para impedi-los?

“Assistir com um olhar de medo ou de dúvida poderia impedir as pessoas de impedir atos inseguros?”

Um colaborador levanta uma válvula de 55kg, sozinho.

 Embora soubesse que era errado a levantar esse peso ele o faz porque não queria que parecesse fraco para os outros ao seu redor.

 Um técnico causou um desligamento da plataforma quando os desenhos eram difíceis de ler.

Ele sabia que ele devia ter referido ao manual, mas não pediu para vê-lo com medo de chefe dele consideraria incompetente.

Um outro colaborador sugeriu o uso de equipamento de elevação para reduzir a movimentação manual de uma carga pesada.

No entanto, foi cerca de 10 minutos antes do almoço e seus companheiros ficaram irritados com ele.

 Eles queriam realizar logo para não chegar atrasado ao jantar e serem penalizados e com isso, foram em frente, e foi não grande mesmo, sem a menor segurança.

O que isto significa para nós profissionais de segurança em como melhorar?

Implementação de procedimentos, treinamentos, ergonomia e equipamentos são todos ótimos.

Mas temos de encontrar maneiras de combater o fator medo, senão, não vale de nada na hora “H”.

Estamos juntos!

Você sabe por onde começa o comportamento seguro em sua organização?

Seres humanos pensam, certo?

Muitas vezes, cometem erros, criam riscos, adotam gestos/posições inseguras que os machucam e a muitos outros também, muito seriamente, até resultando em morte.

Um ônibus superlotado caiu no rio, resultando na morte de mais de 50 pessoas.

 O motorista perdeu o controle quando falava ao telefone.

A razão pode ser descrita como simples, mas as consequências são desastrosas

Como cuidar dessas situações? Como preparar, preparar e orientar o motorista a manter procedimentos e etiquetas de condução seguras?

 Como moldar seu comportamento inseguro para um seguro?

Uma pergunta de um milhão e uma situação preocupante?

É o suficiente somente incluir os colaboradores da linha de frente para o comportamento seguro (BBS)?

Tradicionalmente, na maioria dos locais onde o BBS foi aplicado, tem focado nos colaboradores engajados e próximos ao ambiente operacional.

Muitos colegas criticam e se opõe fortemente ao BBS, alegando que identifica erroneamente apenas o comportamento do colaborador como responsável por acidentes.

Uma vez em uma auditoria e investigação tivemos uma reunião com os motoristas da organização e começamos um diálogo sobre comportamento seguro

Um deles visivelmente irritado, parou o que estávamos falando.

“Vem aqui dar uma olhada antes de continuar com essa baboseira de comportamento seguro” 

Fomos até a cabine e o motorista mostrou-lhe as condições inseguras na cabine, como, a cadeira quebrada, um volante muito solto vibrando mal; cabine mal iluminada; freios não confiáveis e uma série de outros defeitos/problemas.

O motorista comentou;

 Senhor, todos vocês vieram auditar ou investigar, sobre por que o número de acidentes está aumentando, certo?

Comecem por aqui, antes de falar qualquer coisa sobre BBS

O acontecido acima é chocante, mas cheio de lições.

Gestão de lições aprendidas 2.345 do Roberto Roche

Não venha com mimimi, se o problema não é ali e sim de outra situação

Comportamento seguro (BBS) é sobre o comportamento de todos, não apenas a linha de frente”.

O BBS decorre do campo da análise de comportamento organizacional.

 O foco tanto na análise de comportamento organizacional quanto no BBS é o comportamento.

O tema geral na análise de comportamento e no BBS é que o comportamento é mantido pelo que ocorre depois dele (consequências).

Mas sem ‘Cultura de Segurança ‘, fica difícil

O objetivo de uma iniciativa da segurança é uma cultura forte e enraizada no seu DNA da organização.

A vida humana é inestimável e preciosa e temos que ter um esforço e iniciativa para tal.

Mais do que uma prioridade, os indivíduos devem manter a segurança como um “Valor”, assumir a responsabilidade pela segurança própria e de todos os colegas de trabalho.

Nosso senso de responsabilidade deve ir além do chamado do compliance.

É importante usar a ciência comportamental para eliminar/controlar riscos, inculcar perspectivas antecipatórias e hábitos.

Pense antes de agir, não o contrário, o que pode ser muito caro e até mesmo incontrolável às vezes.

 Passos importantes para o gerenciamento de riscos são antecipação, reconhecimento, avaliação e aplicação de controles.

 Isso precisa estar enraizado em nosso comportamento básico.

Alguns requisitos importantes para uma abordagem que valha a pena serão:

Um forte compromisso de gestão para manter e melhorar a segurança comportamental, comunicação aberta e confiável em vários níveis de hierarquia, uma reação forte, consistente e oportuna à descoberta de atos inseguros carregados com a possibilidade de um incidente.

O ponto mais efetivo a ser escolhido na linha de hierarquia da organização será a alta gestão, melhor o CEO/Diretor Administrativo, que detém a responsabilidade legal.

Eles devem manter um forte compromisso de gestão em manter e melhorar continuamente a segurança comportamental, testemunhado nos atos regulares dos indivíduos em nível de gestão, e através de seus canais/linha de controle para os funcionários da linha de frente que executam o trabalho.

O a sintonia comportamental é exigida nos gestores e engenheiros, incluindo os projetistas de equipamentos e processos, que visam compreender as causas por trás dos incidentes ou situações fora de controle nos locais de trabalho.

 Posteriormente, as medidas proativas e preventivas devem seguir, para cortar as condições/situações provavelmente inseguras.

Estamos juntos!

Alguns sinais de que você é um gestor de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade.

Muitos profissionais de qualquer uma das áreas do ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, em conversas comigo seja de coaching ou só um bate papo, me perguntam o que precisam para alcançar a excelência em suas expertises ou como ser um gestor melhor.

São conversa longas e agradáveis, mas na verdade, ser um bom gestor de ESG /QSMS-RS & Sustentabilidade, você antes de tudo precisa ser um apaixonado por essas letrinhas ou qualquer uma delas e depois gostar de gente.

Vamos ver se você encaixa em algumas dessas situações rsrs!

Independente do segmento econômico que você trabalha há riscos socioambientais a serem controlados.

Por isso a necessidade de ter um profissional da nossa área principalmente agora nessa era ESG ou Sustentabilidade Corporativa

A gestão de QSMS-RS & Sustentabilidade é uma profissão diversa, no entanto, existem alguns sinais universais indicando que, onde quer que você esteja, você pode, de fato, ser um gerente dessa área.

A área de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade cresceu desde a década de 1970, devido aos grandes desastres com alto impacto socioambiental e consequentemente por exigência de uma sociedade cada vez mais bem-informada sobre as questões ambientais e sociais.

O objetivo desses profissionais é o suporte a produção, mas ao longo do tempo, essa lista de responsabilidades se expandiu.

Apesar do dia a dia divergentes de cada profissional de ESG / QSMS-RS &Sustentabilidade, as características compartilhadas não são difíceis de se chegar.

 Algumas são engraçados, alguns são frustrantes.

Aqui estão alguns sinais de que você é um gestor de ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade

Sua profissão é mais do que apenas um trabalho

Sempre que o QSMS-RS &Sustentabilidade são mencionados em qualquer contexto em um filme que você está assistindo, por exemplo, você aciona um alerta automático e logo reage!

Sim, eu também vejo e reparo o que eles estão fazendo com meio ambiente, ou em segurança é de maneira errada 

Você eventualmente adormece, e sonha com os colaboradores com seus EPIS, mesmo quando você não está olhando.

Que felicidade!!! Né!

Piadas de lado, muitos profissionais de QSMS-RS & Sustentabilidade são incrivelmente apaixonados por seu trabalho.

 A gestão muitas vezes é estressante

Se você realmente se importa e realmente trabalhar para fazer essa diferença, ele requer muito tempo e energia.

 Arrisca o seu sustento para “fazer a coisa certa”.

Uma luta para obter investimentos

A falta de investimento é a uma tremenda barreira para a melhoria do desempenho de nossa área.

Convencer a diretoria a investir ainda é um grande desafio de nossa profissão

A luta para conseguir investimento vai muito além da quais cão de um software de gestão.

Você tem casca grossa

Nossa área é muitas vezes um bode expiatório principalmente na área de segurança, e você pode ter que defender o seu papel.

O fato da questão é que os gestores de QSMS-RS &Sustentabilidade são determinados, indivíduos de casca grossa que sabem quando tentar novamente.

Você é um lutador resiliente e é assim que você chegou até onde você está hoje.

Você enxerga um colete de segurança como um bom terno

Os gestores de QSMS-RS & Sustentabilidade têm geralmente a flexibilidade para mover-se ao redor.

Um dia você está na linha de frente, o próximo no escritório corporativo.

Uma coisa é certa, os profissionais de QSMS-RS &Sustentabilidade não se sentam em uma mesa o dia todo.

 Gestores bem-sucedidos compreendem profundamente o risco operacional, que envolve em falar com todos a respeito.

Você tem habilidades técnicas e tato para falar.

Os profissionais QSMS-RS &Sustentabilidade mais bem-sucedidos possuem habilidades de pensamento sistêmico e comunicação para explicar os processos técnicos entre departamentos, funções e fronteiras geográficas.

Gestores de QSMS-RS & Sustentabilidade lidam com metodologias bem elaboradas e algumas complicadas.

 Traduzir termos técnicos em conversas compreensíveis para os colaboradores é uma habilidade em si.

A ciência ajuda a compreender os fatores humanos em segurança.

Fatores humanos influenciam comportamento no trabalho, e, portanto, os gestores devem estudá-los como um contribuinte para a prevenção de riscos.

 Em outras palavras, os gestores de QSMS-RS &Sustentabilidade devem ter empatia para compreender o risco.

A pirâmides não são apenas estruturas exóticas que você encontraria no Egito

Alguém disse hierarquia de controles? Ou foi a pirâmide de Heinrich?

 A gestão de QSMS-RS &Sustentabilidade é cheia de pirâmides, círculos muitos outros gráficos que visualizam processos numerosos.

Em segurança por exemplo quantas pirâmides relacionadas você se já deparou?

Você está frustrado com as ferramentas que você tem para a gestão

A maioria dos líderes de nossa área sentem que não têm as ferramentas certas para analisar eficazmente os seus dados. Você concorda?

Uma queixa comum dos profissionais é o uso de planilhas do Excel para coletar, rastrear e analisar dados.

Você segue a matérias relacionadas em QSMS-RS &Sustentabilidade em todas as mídias sociais

 Se você conseguir ler até aqui e se identificou com alguns casos mencionados acima é provável que você seja um gestor de ESG/ QSMS-RS &Sustentabilidade.

Estamos juntos!

Como definir metas eficazes em segurança e metas inteligentes!

Estabelecimento de metas adequadas é uma ótima maneira de melhorar o seu desempenho em qualquer campo, e a segurança não é diferente.

Como você define as metas mais eficazes?

Que tipos de objetivos você deve definir?

E como você deve acompanhar?

O primeiro passo é identificar as áreas em torno do qual você irá definir seus objetivos de segurança.

Você pode ser tentado a definir uma meta para reduzir suas taxas de acidentes.

No entanto, recomendamos que você defina objetivos em torno do comportamento seguro (ações) ao invés de taxas de acidente (resultados).

Estabelecimento de metas em torno de taxas de acidente podem criar um incentivo para a turma não reportar tudo.

E cá entre nós, quem disser que não existe, está no mundo da fantasia, certo?

Então em vez de definir uma meta de “zero lesões oculares em 2020”, o objetivo deve ser “uso de 95% de óculos de segurança em 2020”.

Você pode definir metas em torno do uso de equipamentos de proteção individual, atendimento de treinamento de segurança, participação em análises de segurança do trabalho ou qualquer outra métrica que é significativa para o seu negócio.

A chave é escolher metas que sejam significativas para sua organização, sejam fáceis de medir, e que irá melhorar os resultados de segurança da sua empresa.

Verifique se seus objetivos são inteligentes

Depois de ter identificado as metas, certifique-se que atendem aos inteligentes, específicos, mensuráveis, acionáveis, realistas e têm um limite de tempo.

Quando você definir metas de segurança, você deve garantir que seus objetivos estão em conformidade com os seguintes componentes.

 Um exemplo de um objetivo mal escrito é “Nós implementaremos um programa de segurança de proteção de queda este ano.”

Exemplos de metas inteligentes:

 Cada colaborador irá participar pelo menos 2 reuniões de segurança por 31 de dezembro de 2020.

 Cada colaborador irá completar duas análises de segurança de trabalho para o trabalho por 31 de dezembro de 2020.

 Cada equipe vai conseguir atender a treinamentos de segurança de 95% pela 31 de dezembro de 2020. 

Configure um mapa simples de atividades em segurança para que você possa revisar mensalmente para ver se estás no caminho com seus objetivos.

Seu relatório deve rastrear suas medidas proativas (comportamentos), suas taxas de lesões (seus resultados) e permitem comparar o desempenho atual com resultados históricos.

 É recomendável mantê-lo em uma só página para evitar a sobrecarga de informação.

Estamos juntos!

Due diligence de riscos do ESG? Não tenha medo, se você está dentro dos princípios do processo ESG!

Já passava das 4:30 da manhã (ainda bem que comecei minha vida profissional no trecho, e acostumei acordar a essa hora).

Do outro lado, Dr Roberto?

Que honra me chamar de Dr, mas não gosto, parece que a pessoa se esconde atrás da sigla (acho ridículo, e me desculpem os que colocam no linkedin, DSc, MSc PhD).

De pronto, em que posso ajudar?

Quero que minha empresa seja reconhecida como uma empresa que possui “Gestão dos Riscos do ESG”, já até contratei uma empresa para elaborar o GRI, mas meu pessoal chegou de um encontro de profissionais da sua área (espero que não seja de minhas palestras rsrs) e disse que não estamos bem na foto.

Quero começar a exportar e lançar uma campanha de marketing dizendo sou Sustentável etc., já tenho as ISOs etc., mas com essa notícia do meu pessoal, me deixou inseguro, a empresa é da família, marca é forte no mercado e não quero riscos!

Palavra-chave, RISCOS!

Você sabe por que os bancos e investidores gostam de empresas com uma forte cultura e política de “apetite de riscos”, já ouviu falar do ESG?

Porque elas oferecem menos RISCOS de serem fechadas, por escândalos ou acidentes ambientais.

É isso! O resto é mimimi!!

Pois bem, (voltando ao telefone), acho que posso ajudar, vamos realizar uma Due diligence de riscos do ESG e ESG e verificar sua matriz de riscos socioambientais.

Nestes últimos anos o que eu mais fiz foram due diligencies de ESG (Environmental Social Governance) para fundos de investimentos e bancos, bem como due diligence para M&A, e através destes diagnósticos toma-se a decisão.

A pessoa do outro lado, aceitou de pronto e fui em frente.

NÃO PASSOU NA AUDITORIA!

Riscos? Onde estava a gestão de riscos socioambientais? Redução do consumo de água? quanto? Responsabilidade social, onde estão as métricas?

 Assina um cheque para cestas básicas e depois passa uma borracha na consciência? Índice de rotatividade dos colaboradores altíssimo, realizavam pesquisa perguntando se a empresa é boa para trabalhar e com isso ganhavam prêmio de melhor empresa, mas com os empregados se identificando para votar?

Riscos do ESG não é isso!!!!

Uma Due diligence de riscos do ESG é o melhor e o mais forte procedimento que se pode realizar, para quem quer levar realmente a sério este tema na organização.

E por favor, realizar Due diligence por quem nunca bateu um prego na sua vida no mundo corporativo na linha de frente, ou assumiu função de uns dois anos, mas nunca em posição de tomada de decisão ou nunca trabalhou no segmento econômico do auditado, faça-me o favor, isso aqui não é Auditoria de ISO.

A Due diligence de riscos do ESG passa um pente fino por todas as políticas da empresa, procedimentos e práticas e as compara com as melhores práticas no seu segmento.

Em essência, uma Due diligence é uma análise de lacunas e uma análise de maturidade das práticas de riscos do ESG e ESG de uma organização.

Ela é destinada a documentar ‘o que você está fazendo’ e ‘até que ponto’ você está dentro de uma vasta gama de categorias de “ser sustentável” e até mesmo dentro dos 17 ODSs

O que não é uma Due diligence de riscos do ESG corporativa?

Uma Due diligence de riscos do ESG não é só calcular a pegada de carbono ou registrar as implicações financeiras das iniciativas de sustentabilidade.

Nem tão pouco uma análise aprofundada de qualquer programa específico de trabalho.

No entanto, uma Due diligence de riscos do ESG deve identificar e ajudar a organização a priorizar essas tarefas mais específicas no sentido do que é riscos do ESG corporativa.

Benefícios de uma Due diligence de riscos do ESG corporativa? Vamos a alguns!

Reduzir os custos – custos mais baixos são um dos maiores e mais imediatos benefícios de uma Due diligence de sustentabilidade.

Já se foi o muito tempo os dias de práticas de riscos do ESG em torno de projetos socioambientais caros e sem nexo.

Em face do crescente preço do combustível, recursos naturais e os custos do fluxo de resíduos, encontrar oportunidades para eliminar o desperdício e aumentar a eficiência nestas áreas ou seja :ECONOMIZAR (e ajudar o meio ambiente) e fornecer resultados financeiros reais.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode identificar várias maneiras de reduzir custos e melhorar a eficiência.

Gestão dos riscos socioambientais – as organizações enfrentam muitos tipos diferentes de riscos no seu dia a dia de operação.

Uma Due diligence de riscos do ESG ajuda a identificar iniciativas e tarefas que reduzem ou eliminam esses riscos.

Gestão de Riscos de conformidade – o número e a complexidade das regulamentações nacionais, regionais e internacionais que abordam o impacto ambiental das atividades de produto, serviços e negócios está aumentando.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar a identificar problemas e não conformidade.

Matriz e Relatórios de risco – em face da crescente pressão para ser transparente, um número crescente de organizações está optando por incluir estes em seus relatórios sobre a sustentabilidade.

Relatórios de riscos do ESG ajudam as partes interessadas a compreender como a organização está ou não alinhada com o famoso Triple Bottom Line (econômico, social e ambiental).

Por não relatar, uma organização corre o risco de perder credibilidade com as partes interessadas, clientes e ao público.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar as organizações a criar relatórios melhores.

Risco de reputação – risco de reputação pode ser definida como qualquer ação, evento ou situação que poderia negativamente ou beneficamente impactar a reputação de uma organização.

Não-conformidade regulamentar, comportamento antiético e percepção de Green washing, todos representam maneiras em que uma organização pode afetar negativamente sua reputação.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar a melhorar a reputação das organizações.

Risco financeiro – maiores necessidades para CFOs possuírem sistemas de contabilidade que monitoram eventos relacionados à riscos do ESG que são significativos do ponto de vista de relatórios financeiros.

A linha entre registros de contabilidade e riscos do ESG começou a diluir-se faz tempo.

Devido aos regulamentos de aumento e aumento dos custos de energia, ações de riscos do ESG têm implicações financeiras diretas que precisam ser gerenciados.

Risco estratégico – organizações precisam considerar uma série de questões de sustentabilidade, muitos dos quais podem ter um impacto significativo e estratégico.

Muitas vezes, estes riscos tendem a solicitar a gestão para focar o que poderia dar errado.

No entanto, com as mudanças no que é realmente riscos do ESG corporativa, os líderes organizacionais também devem ser proativamente pensar sobre o que deve dar certo.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar uma organização no processo de planejamento estratégico.

Inovação – um dos benefícios mais importantes do início de atividades de riscos do ESG é inovação.

O cerne do processo de avançar para melhor desempenho de sustentabilidade, as organizações precisam ter um novo olhar sobre como eles conduzem negócios, o que está em seus produtos, e como seus produtos impactam o meio ambiente e a sociedade uma vez que são vendidos.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode atuar como um catalisador para práticas inovadoras.

Vantagens competitivas – práticas sustentáveis podem fornecer a uma organização significativa vantagens competitivas na forma de reputação, custos mais baixos, melhor cumprimento, maiores níveis de inovação e muitos outros.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar as organizações a se tornar mais eficiente e mais inovadores.

Comparar políticas, procedimentos e práticas de práticas recomendadas do setor – este é provavelmente o benefício mais óbvio de uma Due diligence de sustentabilidade.

É impossível o diretor ou gerente de riscos do ESG ter o tempo para acompanhar as novidades e ideias mais recentes no mundo da riscos do ESG corporativa

Uma Due diligence de riscos do ESG proporcionará sua organização sabe como ela se compara aos líderes da indústria em sustentabilidade.

Melhora o planejamento, a estrutura e a responsabilidade – um enorme desafio de muitas organizações que desejam implementar um plano abrangente de sustentabilidade, mas as iniciativas de riscos do ESG as vezes empacam nas operações, instalações ou iniciativas de tecnologia da informação.

Uma Due diligence de riscos do ESG identifica estas iniciativas e fornece um meio para estes dentro de um programa de sustentabilidade.

Como também ajuda na eficiência do planejamento, uma abordagem estruturada e com definição de responsabilidades é fundamental.

Identifica novas iniciativas de riscos do ESG – uma das vantagens mais marcantes de uma Due diligence de riscos do ESG para a organização, é a possibilidade de identificar dezenas de iniciativas em áreas anteriormente não consideradas.

Este conhecimento irá traduzir em entusiasmo, inovação e benefícios inesperados em toda a organização.

Uma Due diligence de riscos do ESG irá fornecer várias novas iniciativas de sustentabilidade, que uma organização deve considerar.

Expande e fortalece o monitoramento – uma das maiores queixas que escuto dos meus pares sobre gestão da riscos do ESG é a falta de acompanhamento e responsabilidades, não é realizado com frequência e como ninguém fica responsável, não tem como cobrar.

Assim que tiver sido realizada uma Due diligence de sustentabilidade, sua organização terá uma fotografia completa de todas as atividades.

Se sua organização possui várias unidades, agora vocês possuem uma ferramenta para comparar estas usando exatamente os mesmos critérios.

Uma Due diligence de riscos do ESG ajuda no rastreamento e monitoramento em diversas unidades e frequência.

Acredito que ajudei a entender os benefícios, poderia citar mais, mas aí vocês não vão assistir minha palestra (rsrsrs).

Estamos juntos!

A cultura de segurança mudou com a “pandemia”, e você está preparado para a próxima?

Os líderes em segurança devem avaliar como a pandemia afetará sua cultura de segurança e planejar se adaptar a ela até que venha próxima.

A recente situação é uma grande influência na cultura de segurança e provavelmente continuará a ser assim no futuro.

Durante o período de quarentena tenho conversado com esses líderes e sondado por suas ideias e planos para as próximas fases dessas restrições e além.

Encontrei algumas ideias entre esses líderes onde atuo com a nossa consultoria, e são interessantes.

Pensamento ou ideias que encontrei, um resumo;

Reativa

Alguns líderes são completamente absorvidos na situação imediata e estão colocando toda a sua atenção e esforços em táticas de sobrevivência. 

Eles não podem projetar muito longe no futuro, mas não estão preocupados com isso, uma vez que toda a sua energia é absorvida no presente.

 Quando perguntados sobre os planos para os próximos passos, eles adiam discutir e voltar a conversa para lidar com o presente. 

Esses líderes tendem a afastar as ideias de distanciamento social e comunicação remota como temporárias também.

Esperançoso

Outros líderes passaram por emergências passadas e sobreviveram. 

Eles acreditam que essa pandemia acabará sendo apenas mais um daqueles tempos ruins e os negócios acabarão voltando ao seu antigo estado.

 Eles veem isso como uma situação temporária que vai evoluir de volta aos negócios como de costume.

 Eles não veem isso como uma influência contínua, mas temem que uma situação semelhante possa se repetir no futuro. 

Eles veem o distanciamento social e a comunicação remota como habilidades úteis para ter em caso de outra emergência, mas não como partes permanentes de sua cultura de segurança atual.

Proativo

Vários líderes estão planejando estrategicamente como suas organizações se prepararão para as próximas fases da epidemia e depois. 

Eles também não têm certeza de como os eventos serão realizados, mas podem projetar o melhor caso, na pior das hipóteses e na maioria dos cenários mais prováveis e fazer estratégias macro para abordar cada um.

 Como todas as boas estratégias, elas precisarão ser flexíveis, mas esses líderes não querem ser pegos despreparados quando as coisas mudam.

 Ao contrário dos outros dois tipos de líderes, este grupo também está considerando as maneiras pelas quais essa experiência mudou suas culturas de segurança e como continuará a fazê-lo.

As maneiras mais comuns em que essa resposta à covid desse terceiro grupo de líderes pode fazer mudanças permanentes na cultura de segurança incluem as ideias de distanciamento social, restringindo o acesso a sites da empresa e comunicações remotas.

Distanciamento social

Algumas organizações acharam o distanciamento fácil e causou muito pouca interrupção nos negócios. 

Outros acharam bastante difícil, mas inovaram maneiras de enfrentá-lo ou criar distanciamento virtual através de várias modificações condicionais.

Resta saber como isso afetará o transporte público, mas temos um vislumbre disso quando vemos ônibus limitando passageiros e companhias aéreas que exigem máscaras faciais, triagem de temperatura corporal e deixando os assentos do meio vazios.

 Esse pensamento pode impactar o design de auditórios, arenas esportivas e cinemas ao longo do tempo.

 Considerando que a proximidade pessoal era culturalmente aceitável apenas alguns meses atrás, é menos aceitável agora e essa influência pode se tornar uma norma futura.

Restringindo o acesso as áreas da organização

Após os ataques do World Trade Center, começamos a perceber os quão abertos e vulneráveis muitos de nossas áreas eram fáceis para ataques terroristas.

A covid nos ensinou que há outros perigos para termos atenção. 

Embora as restrições de visitas externas possam não se tornar permanentes, nosso pensamento sobre controlar o acesso as áreas serão definitivamente desafiadas. 

O acesso futuro pode ser muito mais controlado e os riscos futuros para as populações do local podem ser uma parte mais proeminente da avaliação de risco.

Comunicações remotas

Vários líderes com quem falei (e alguns me contaram) descobriram que a comunicação à distância era mais eficaz do que pensavam. 

Poucos originalmente pensavam que as reuniões remotas com as equipes não substituiriam permanentemente as reuniões presenciais, mas a experiência de quarentena mudou de ideia. 

Isso não se aplica apenas a reuniões formais, mas também impacta a colaboração e o treinamento de liderança.

Grande parte do treinamento que era tradicionalmente estilo sala de aula tornou-se virtual.

 Algumas áreas já começaram a modificar os refeitórios para aumentar a separação e substituir salas de reunião por salas individuais equipadas por computador para realizar reuniões virtuais. 

Essa pandemia resultou em algumas medidas extremas para mudar algumas de nossas práticas culturais. 

Embora alguns líderes vejam essas medidas como temporárias, outros percebem o potencial que têm para fazer mudanças permanentes em nossas culturas de segurança.

 As tecnologias que tornam as comunicações remotas possíveis tornaram-se mais sofisticadas e menos caras. 

Isso provocou mudanças em nossas culturas de segurança que foram ainda mais reforçadas pelas influências de nossa resposta à covid. 

Não se surpreenda se eles se tornarem permanentes.

Estamos juntos!

“Zero acidentes” não é igual à excelência em segurança, por favor!

Um profissional de segurança recém-contratado perguntou ao CEO de sua organização o que se esperava dele e a resposta que ele obteve foi “excelência”. 

Quando pediu ao CEO para explicar melhor como alcançar etc., ele respondeu;

 “Quando você chegar a zero acidentes volte aqui e eu te direi.

 Parece que o termo “excelência”, quando aplicado a à segurança, é comumente mal compreendido e mal definido., não só por este CEO, mas até muitos profissionais de nossa área.

 O que seria “excelência “no desempenho da segurança? 

É simplesmente um vácuo no qual não há acidentes? É um sucesso a curto prazo?

 Como vamos reconhecê-lo quando o virmos? Como podemos alcançá-lo se não entendemos o que realmente é? 

Em primeiro lugar, é importante perceber que “zero acidentes” ou qualquer melhora na frequência ou gravidade dos acidentes é um indicador de resultado. 

É um resultado e não o processo que o produz.

 Pode ser alcançado através de um excelente desempenho, mas também pode ser alcançado por sorte e/ou variação normal na ocorrência de acidentes

Também pode ter sido feito suprimindo relatórios através de intimidação ou estímulos artificiais, como bônus e programas de incentivo. 

Além disso, uma vez que a maioria das organizações qualifica o termo para incluir uma certa classificação de acidente, como “zero registros” ou “acidentes de tempo perdido zero”, ele pode ser manipulado de várias outras maneiras em práticas de notificação e gerenciamento pós-acidente. 

Há três elementos ausentes de muitas visões de excelência em segurança que são absolutamente críticos para uma verdadeira compreensão e definição do termo. 

Baseado em minha vivência e experiência cito alguns;

Estratégia;

Uma definição de excelência em segurança que não inclui a estratégia para alcançá-lo é um jogo sem um plano de jogo ou uma guerra sem planos de batalha.

 Querer vencer é desejável, mas a vitória sem estratégia é extremamente rara.

 A maioria das organizações substitui metas ou metas de melhoria para a estratégia de segurança. 

Eles definem os resultados desejados, mas não o processo que irá produzi-los. 

Por trás desse pensamento é muitas vezes uma suposição ingênua de que os esforços atuais de segurança são suficientes para produzir excelência se utilizados com mais entusiasmo ou motivação. 

A verdade é que a maioria dos esforços de segurança estão produzindo uma alta porcentagem do que eles são capazes, e uma melhoria adicional sem melhores processos será muito limitada. 

Algumas organizações estabelecem metas de melhoria e compram processos de segurança fora da prateleira na esperança de alcançá-las. 

Isso pode ser uma melhoria sobre simplesmente a esperança de produzir melhor resultados sem novos processos.

O pensamento é que a organização pode continuar os esforços atuais e adicionar outro processo para obter resultados ainda melhores. 

O problema mais comum com essa abordagem remonta à falta de uma estratégia de segurança. 

Exatamente como o novo programa ou processo complementará os esforços existentes? 

Será que ele vai preencher uma lacuna ou criar redundância?

 Ele vai esclarecer ou confundir o funcionário médio tentando usá-lo para melhorar a segurança?

 Se o novo programa não se encaixar bem na estratégia geral de segurança, é incerto como, ou se, produzirá mais melhorias.

 Muitas organizações também confiam demais no novo programa e sentem que compraram a solução mágica para todos os seus problemas.

Poucos novos programas ou processos são mais do que ferramentas adicionais na caixa de ferramentas de segurança e decepcionam aqueles que esperam resultados mágicos. 

Kpis de Processo;

Muito Kpis, chegam a ser até ridículos, e mostra uma tentativa de gerenciar a segurança apenas com Kpis de resultado. 

Muitas organizações estão tentando desenvolver indicadores para a segurança, em um esforço para se tornarem mais proativas. 

Muitos programas de segurança fora da prateleira prometem produzir indicadores importantes como parte de seu discurso de vendas. 

Esta direção para mais métricas é geralmente boa, mas limitada. 

Não são simplesmente mais métricas, mas melhores que precisamos. 

Indicadores de resultado são basicamente métricas de “prestação de contas”. 

Eles nos dizem se estamos fazendo melhor, pior, ou mais ou menos o mesmo. 

Eles não nos dizem como melhorar, e é esse o propósito dos indicadores (Kpis) de processo.

Se temos uma estratégia que envolve processo para produzir resultados, podemos medir o quão bem estamos trabalhando nossos processos, então ver se eles estão impactando os indicadores de resultado. 

Em outras palavras, podemos medir se estamos trabalhando nosso plano e medir se nosso plano está ou não funcionando.

 Excelência não se trata apenas de produzir resultados, boas métricas de processo podem nos ajudar a entender como bons resultados são produzidos. 

Cultura;

Se abordada corretamente, uma cultura de segurança pode ser a ferramenta de sustentabilidade da excelência.

 A cultura não só influencia as decisões e práticas de seus membros no aqui e agora, como também impacta hábitos individuais e as decisões e práticas dos futuros membros.

 Pode realmente se tornar “a maneira como fazemos as coisas por aqui” e “o que fazemos quando ninguém está assistindo”. 

Essas práticas comuns podem ser mantidas através de gerações com pouca gestão externa necessária. 

No entanto, sem uma estratégia global de segurança bem compreendida pela cultura e sem métricas de processo para ajudar a cultura a medir e melhorar continuamente, a maioria das culturas de segurança não conseguem alcançar, muito menos sustentação, excelente desempenho de segurança. 

Muitas abordagens para melhorar a cultura de segurança também se concentram nas características da cultura e não nas capacidades. 

Excelentes culturas de segurança são culturas “pode fazer ” com a visão e ferramentas para melhorar continuamente.

 Eles têm uma estratégia e métricas para mantê-los nos trilhos. 

Eles desenvolvem as características do sucesso como um subproduto em vez de um precursor de seu desempenho 

Se sua organização deseja alcançar a excelência em segurança, você deve primeiro desenvolver uma compreensão profunda do que é excelência.

 Deming chamou tal compreensão de “profundo conhecimento”.

 Não é apenas uma meta de desempenho, mas uma definição do que é excelência e um processo para alcançar o objetivo.

 Também deve ter métricas de processo que facilitem a compreensão de como a excelência é alcançada. 

A excelência não pode ser definida simplesmente em termos de resultados de curto prazo. 

A definição de excelência não pode incluir inadvertidamente resultados produzidos por sorte e variação normal.

 Organizações que possuem uma gestão de segurança com excelência, não buscam apenas chegar a zero, mas sim, sabem exatamente como duplicar e melhorar seu sucesso.

Estamos juntos!

Influenciando a cultura de segurança com “Corações e Mentes”

 Possuir uma cultura de segurança forte dentro de uma organização pode ser essencial para melhorar as condições de trabalho.

Todos sabemos que abordar a segurança do ponto de vista da cultura organizacional pode facilitar a obtenção de melhorias sustentáveis na segurança e no desempenho da saúde do trabalho organizacional.

No entanto, para o profissional segurança, as tentativas de alinhar a cultura organizacional de forma positiva em relação à segurança por meio de iniciativas de mudança comportamental podem ser desafiadoras e problemáticas.

O conceito de cultura de segurança, ou talvez mais adequadamente uma cultura de saúde e segurança, está agora bem estabelecido de como é a influência que essa cultura pode ter na aplicação de um sistema de gestão.

Embora não exista uma definição universalmente aceita, o sucesso de qualquer processo ou sistema que esteja em vigor ainda depende das atitudes e comportamentos das pessoas na organização e isso às vezes é referido como a “cultura da segurança”.

A partir disso, pode-se determinar que qualquer tentativa de mensuração, e em seguida, mudança da cultura implicará na identificação de atitudes e comportamentos atuais em relação à saúde e segurança, de modo a avaliar a atual e desejada “maturidade cultural”.

 Isso, por sua vez, permitirá a desenvolvimento de programas que visam a modificação do comportamento, de modo a melhorar a cultura de segurança.

Baseado em minha vivência e experiência sobre programas de modificação de comportamento encontro níveis variáveis de sucesso e identifico algumas barreiras fundamentais que impedem o sucesso, e estas estão ligadas à cultura existente da organização.

Em particular, descobri que os programas visavam mudar o comportamento dos colaboradores da linha de frente e não em todos os níveis organizacionais, embora as principais influências na cultura de segurança venham de gerentes e líderes seniores.

Pode-se sugerir que, para ser eficaz, qualquer programa de modificação de mudança deve;

 – Influenciar os colaboradores em todos os níveis da organização para que eles querem mudar o comportamento em vez de fazê-los mudar de comportamento

– Garantir que a saúde e a segurança se tornem parte integrante do planejamento empresarial.

– Ser planejado, de modo a ser sustentável e resiliente à mudança organizacional.

Se aproximar de Corações e Mentes, eis a questão!

O programa foi desenvolvido pela Shell E&P em 2002, com base em pesquisas realizadas com a ajuda de universidades.

Por meio de um acordo com o Instituto Energia, o programa desenvolvido pela Shell E&P agora é amplamente acessível a qualquer organização.

De acordo com o Instituto Energia, Corações e Mentes é sobre;

“Fazer com que todos trabalhem com segurança, não porque eles foram avisados, mas porque é assim que eles querem trabalhar e é assim que eles sabem como trabalhar”.

Tem o objetivo de ajudar as organizações a melhorar seu desempenho de saúde e segurança por:

– Liderando o caminho – a “rota para o topo” da escada de cultura de saúde e segurança;

– Fornecendo o processo e ferramentas para envolver todos e facilitar a mudança comportamental.

A chave do programa é a compreensão do modelo de comportamento humano que a Shell E&P identificou.

O modelo implica que as palavras e ações da gestão têm um grande impacto no comportamento das pessoas dentro de uma organização.

Concluiu que a mudança da cultura começa com a mudança do chamado “ambiente influenciador” que determina as percepções e crenças de um indivíduo que, por sua vez, levam a uma determinada ação ou comportamento.

O programa sugere que a criação de uma cultura melhor de modo a dar vida a um sistema de gestão de segurança (em vez de apenas tê-lo no lugar) requer uma organização para se concentrar em três elementos-chave.

– Responsabilidade pessoal;

As pessoas entendem e aceitam o que deve ser feito e sabem o que se espera delas.

– Consequências individuais;

Existe uma compreensão e aceitação de que existe um sistema justo de recompensa e disciplina.

Intervenções proativas;

As pessoas trabalham com segurança porque são motivadas a fazer as coisas certas naturalmente, não apenas porque são instruídas a fazê-lo.

A orientação do roteiro para o programa sugere que os líderes “comprometidos com a melhoria devem ser campeões e facilitadores”, mas que esses líderes precisam entender que a mudança comportamental não pode ser empurrada para as pessoas.

 Em vez disso, os líderes devem acreditar nos processos que estão sendo implementados como “Somente se os líderes estiverem pessoalmente motivados a fazer a diferença para o nosso desempenho, essa abordagem vai entregar resultados“.

Assim como em outros programas de mudança de comportamento, a compreensão da cultura atual e a ideia da cultura desejada é essencial para que o programa se desenvolva.

No nível mais baixo, a definição de Corações e Mentes da cultura é descrita como “patológica”, na medida em que as pessoas realmente não se preocupam com saúde e segurança e são impulsionadas apenas pela conformidade regulatória e/ou não são pegas.

Por outro lado, no mais alto nível, a cultura é descrita como “generativa” onde:

-Organizações definem padrões altos e tentam superá-los;

-Organizações usam as falhas/erros para melhorar, não para culpar a gestão sabe o que realmente está acontecendo, porque a força de trabalho diz-lhes as pessoas estão tentando ser o mais informado possível, porque isso os prepara para o inesperado.

Entre elas estão;

Avaliações de segurança para todos, descritas como um processo de avaliação ascendente que “Compara como você se ver com a forma como as outras pessoas te veem”

Alcançar consciência da situação que usa uma técnica simples para ajudar as pessoas a reconhecer quando uma situação normal tem o potencial de se tornar perigosa trabalhando com segurança, o que fornece uma estrutura para entender causas de comportamento inseguro e abordá-los.

Melhorar a supervisão, que visa identificar problemas com a qualidade da supervisão e melhoria de unidades gerenciamento de quebra de regras, que visa ajudar as organizações na compreensão de porque as pessoas quebram regras intencionalmente e como gerenciar e mudar isso.

Não é fácil, todos nós sabemos que mudar a cultura de uma organização demora, mas não podemos desistir.

Eu acredito que atingindo Coração e mentes das organizações é o caminho certo a percorrer

Estamos juntos!

O que se espera da estratégia da Segurança do trabalho para 2022, em tempos de ESG?

É uma nova década, mas os desafios de segurança continuam se expandindo: transformação digital, menos colaboradores disponíveis, globalização e de como gerenciar riscos de segurança entre eles.

Com a chegada, por mais tardia que seja do ESG no Brasil, a cobrança em cima do profissional de segurança aumenta por uma visão mais ampliada e buscando métricas proativas.

Estamos vivendo em uma era onde a tecnologia está mudando rapidamente a paisagem de segurança.

 Temos acesso a mais informações do que nunca, mas a obtenção dessas informações representa novos riscos.

E como usamos essas novas informações para entender por que e onde ocorrem acidentes, melhorar a segurança e a produtividade muda substancialmente a maneira como operamos.

Uma força de trabalho em evolução, com colaboradores mais jovens e menos experientes, que muitas vezes encaram o risco de forma diferente, usam informações de forma diferente e tem expectativas diferentes de seu ambiente de trabalho do que as gerações anteriores, representam novos desafios para encontrar, treinar e reter.

Considere, então, essas dicas para ajudá-lo a enfrentar esses desafios e ver melhorias imediatas na segurança e produtividade.

 Foco na melhoria da maturidade da segurança

A maturidade da segurança é uma combinação de cultura (comportamento), compliance (políticas e procedimentos) e uso de capital (tecnologias).

A segurança é um elemento chave na busca pela excelência operacional.

“Maturidade em segurança é evolução mais do que revolução.”

É reconhecer que a segurança e a produtividade não são mutuamente exclusivas, mas complementares e tomar medidas que melhorem ambos.

 Comece avaliando sua própria maturidade de segurança e descubra onde melhorias são necessárias para melhorar seus objetivos.

Entender seu nível de desempenho e áreas de melhoria é fundamental para otimizar a segurança.

Riscos de segurança são riscos de segurança

Muitas vezes, a segurança é considerada como “um problema de TI”. Não, não é.

À medida que as operações se tornam mais conectadas, as chances de ataque aumentam inerentemente.

 Os hackers estão cada vez mais mirando sistemas de controle industrial, e um colaborador descontente com acesso pode causar estragos em seus sistemas.

 Um gasoduto pressurizado, válvulas desalinhadas ou máquinas que mudam inesperadamente a operação representam riscos de segurança para as pessoas, o meio ambiente e sua reputação.

Os sistemas devem passar por avaliações de segurança e segurança como parte de qualquer programa abrangente de gerenciamento de riscos.

Melhorar a colaboração

A chave para muitas questões críticas de negócios em segurança é tomar uma abordagem colaborativa para a segurança.

O QSMS é o responsável pela segurança do colaborador, mas apenas controla diretamente métodos importantes, mas menos eficazes de segurança de máquinas conscientização, treinamento, procedimentos e equipamentos de proteção individual (EPI).

A engenharia se concentra em padrões técnicos, mas tem o controle dos métodos de segurança de máquinas mais eficazes projetando riscos, guarda, acesso monitorado e bloqueios.

 Esses dois departamentos muitas vezes se veem de forma suspeita, resultando em redução da segurança e produtividade.

 Um elemento chave da maturidade de segurança, mencionado acima, é a colaboração entre os dois juntamente com as operações.

Realize avaliações de risco no início do processo de design

O processo de projeto é fundamental para máquinas que otimizam a segurança e a produtividade.

 Especificamente, projetar riscos a partir de máquinas, em vez de construir uma máquina, e em seguida, tentar torná-la mais segura, é vital para esses objetivos.

Embora a maioria das empresas realize uma avaliação de risco em algum momento, o momento da avaliação é fundamental.

É vital realizar uma avaliação de risco no início do processo de projeto e novamente depois que a máquina estiver em seu local de operação para ajudar a verificar a conformidade, segurança e produtividade.

Projetar máquinas ergonômicas

A mudança da força de trabalho da nossa indústria está criando considerações de segurança.

Colaboradores mais jovens e inexperientes têm maior risco de lesões agudas.

Colaboradores mais velhos têm maior risco de lesões por estresse e repetitivo, que muitas vezes podem ser crônicas ou de fim de carreira.

Uma força de trabalho mais diversificada significa que as máquinas devem ser adaptáveis a uma gama de colaboradores.

À medida que a força de trabalho global continua a evoluir, sistemas de segurança contemporâneos e técnicas de design de máquinas devem ser consideradas, não apenas para mitigar riscos, mas também para aumentar a produtividade dos colaboradores.

 Use medidas alternativas para reduzir a LOTO e melhorar a produtividade

A segurança não precisa vir às custas da produtividade.

O design de máquinas contemporâneas permite pequenas exceções de serviço ao bloqueio/ LOTO quando os procedimentos são rotineiros, repetitivos e integrais ao uso do equipamento.

 Isso é fundamental para otimizar a segurança e a produtividade.

Quando usado corretamente, medidas alternativas podem melhorar a produtividade reduzindo o tempo de inatividade relacionado à LOTO e mantendo a conformidade.

Traga segurança para uma realidade digital

O poder da Internet das Coisas Industrial (IIoT) pode melhorar substancialmente sua conformidade e desempenho de segurança.

A transformação digital capacita os profissionais de segurança com uma compreensão em tempo real dos comportamentos dos colaboradores, conformidade com máquinas, causas de paralisações ou paralisações de segurança e anomalias e tendências de segurança.

Também pode ajudar a melhorar sua capacidade de contratar, treinar e reter funcionários.

 Faça a segurança integral ao seu sistema de controle

Seu sistema de controle deve incluir entradas, dispositivos lógicos e de saída com classificação de segurança para mitigar riscos, melhorar a produtividade e fornecer informações aos principais interessados.

Projetar sistemas de segurança eficazes e que melhorem a produtividade pode ser um desafio.

Mas as ferramentas de design de segurança podem agilizar o desenvolvimento e ajudar a confirmar e a conformidade com documentos.

Algumas ferramentas de software de design de sistemas de segurança estão agora integradas com software de avaliação de riscos para ajudar a orientar os engenheiros através de etapas do ciclo de vida de segurança de máquinas em um ambiente, fornecendo documentação para mostrar conformidade com as normas internacionais.

 Implementar sistemas de segurança inteligentes

Novos designs e dispositivos de segurança inteligente podem reduzir sua fiação, custos de design e tempo de inatividade não programado.

 Por exemplo, você pode capturar interações de dispositivos inteligentes para criar feedback de manutenção preditiva e outras informações.

Os sistemas inteligentes ajudam a controlar o acesso das máquinas a pessoal autorizado e treinado para melhorar a produtividade, a segurança e a segurança.

São apenas dicas do que eu tenho observado, sem dúvida existem muito mais, mas o mais importante é sempre buscar a excelência em segurança daqui para frente!

Estamos juntos!

Dizer que você sabe sobre segurança baseada em comportamento porque você assistiu uma palestra ou leu um livro é como dizer que você……

Dizer que você sabe sobre BBS (segurança baseada em comportamento) porque assistiu uma palestra ou leu um livro é como dizer que você sabe sobre alemães porque você conheceu um.

A gama de opções disponíveis para lidar com comportamentos relacionados à segurança é muito mais ampla do que qualquer metodologia.

Há também muito mal-entendido sobre as intenções originais do BBS, e como isso resultou em culpar os colaboradores e não conseguiu reduzir os acidentes no mesmo ritmo que reduziu os acidentes menores.

Alguns desses equívocos são impulsionados por desenvolvedores iniciais dessas metodologias específicas do BBS que tendem a falar sobre o que eles pretendiam fazer em vez do que realmente fizeram.

Lembro-me desse equívoco básico toda vez que alguém me diz que acredita ou não acredita em BBS, gosta ou não de BBS, ou que o BBS funciona ou não funciona.

Todas essas afirmações assumem que o BBS   é uma coisa que sempre é feita da mesma maneira.

Se isso fosse verdade, então as afirmações também seriam.

Nenhum programa enlatado ou de prateleira se encaixa em todas as organizações.

 Mas mesmo o mainstream do BBS   tem variações significativas na forma como é feito.

Dito isso, a maioria das pessoas só conhece um desses programas e tendem a assumir que todo o resto é basicamente o mesmo.

 Um cliente recente apontou que outra empresa estava fornecendo mais horas de treinamento por um valor menor, como se a quantidade fosse o único problema e que o treinamento mais longo deve ser melhor do que treinamento mais curto.

Perguntei a um VP de segurança corporativa recentemente qual era a principal diferença entre os provedores BBS e ele respondeu: PREÇO E GRIFE!”

Logicamente, o pensamento de que todos os processos BBS são semelhantes levaria a pensar que as metodologias utilizadas seriam semelhantes.

 Se isso fosse verdade, todos os processos BBS teriam estratégias de implementação semelhantes, patrocínio, suporte de gestão definido, governança, checklists comportamentais, técnicas de observação, modelos de modificação de comportamento, KPIs, utilização de dados de observação e mecanismos de sustentabilidade de longo prazo.

Nada poderia estar mais longe da verdade.

Os modelos de implementação variam de modelos de consultores totalmente suportados a modelos de consultor interno para treinar modelos de treinadores para modelos “faça você mesmo”.

 Algumas implementações do BBS têm patrocinadores em tempo integral, algumas têm patrocínio como outra tarefa para um líder organizacional, e algumas têm patrocínio sindical ou nenhum patrocinador.

 Alguns modelos BBS   pedem aos gestores que forneçam suporte específico e outros pedem aos gestores que deixem o processo em paz e deixem os colaboradores executá-lo.

Alguns têm uma equipe ou comitê de direção e outros têm um único ponto de responsabilidade.

 Alguns até têm líderes de equipe em tempo integral ou membros que deixam seus empregos regulares por um tempo para se concentrar apenas no processo BBS.

Algumas listas de verificação BBS têm comportamentos de risco que precisam ser interrompidos (extintos).

 Outras listas de verificação têm comportamentos de precaução que precisam ser incentivados a se tornarem mais regulares.

Algumas listas de verificação são extensas com dezenas de comportamentos e outras são tão curtas quanto um ou dois comportamentos de cada vez.

Alguns sites têm supervisores e/ou gerentes que realizam observações e outros sites proíbem estritamente isso e têm apenas observações ponto a ponto.

 Alguns realizam o mesmo número de observações para sempre (ou tentam) enquanto outros diminuem a frequência de observação à medida que os comportamentos se tornam mais rotineiros e habituais.

Alguns treinam cada colaborador para ser um observador e pedem a cada um que realize um número atribuído de observações por mês.

Outros treinam todos, mas apenas pedem um certo número para observar ativamente, às vezes rotativas atribuições de observação entre meses do ano e/ou áreas do local de trabalho.

Outros processos BBS utilizam apenas poucos observadores altamente treinados para realizar todas as observações com foco na qualidade.

 Alguns processos BBS observam apenas enquanto outros observam e dão feedback.

 Alguns processos de observação postam dados e outros não.

Algumas metodologias do BBS assumem que o feedback dos pares é tudo o que é necessário para modificar comportamentos, enquanto outros perguntam rotineiramente aos colaboradores porque eles fizeram escolhas comportamentais para entender melhor quais influências estão moldando comportamentos comuns no local de trabalho.

Alguns ensinam aos observadores técnicas de coaching de desempenho para aumentar seu impacto ao dar feedback aos colaboradores.

Outros contam com reforços extrínsecos, como recompensas, reconhecimento e até pagar pela realização de observações.

Alguns desses motivadores extrínsecos estão alinhados com novas pesquisas sobre motivação e outros estão irremediavelmente desatualizados.

Embora alguns KPIs tenham se tornado bastante comuns entre os métodos BBS, a maioria dos sites ainda está procurando indicadores significativos.

Possivelmente a métrica BBS mais comum é simplesmente por cento segura: a porcentagem de comportamentos observados que eram seguros.

A maioria das outras medidas comuns são métricas de participação, como percentual de observações direcionadas realizadas, percentual de observadores atribuídos que completaram suas observações, percentual de membros da equipe de direção participando de reuniões, número de colaboradores que declinam sendo observados etc.

 Alguns processos BBS rastreiam o número de planos de ação desenvolvidos a partir dos dados de observação ou do número de tais planos que são concluídos com sucesso.

Alguns processos focam na interação entre observador e trabalhador e descontam o valor dos dados coletados a partir da observação.

 Outros tendem a valorizar os dados como uma visão das influências do local de trabalho, e seus planos de ação geralmente abordam essas influências em vez dos comportamentos da lista de verificação diretamente.

Quase todos veem o percentual dos dados de observação como um indicador de como os comportamentos estão sendo moldados de forma eficiente e como isso está afetando os Kpis tradicionais de segurança.

Infelizmente, a viabilidade e a sustentabilidade a longo prazo do processo BBS são uma reflexão posterior para muitos programas.

Outros constroem em estrutura e métricas para garantir que os líderes possam navegar bem o processo para o futuro.

Estamos juntos! 

Sua área de armazenagem está dentro dos KPIs do seu SGA?

Com o crescimento das áreas de armazenagem, nunca houve um momento em que o setor de logística tenha sido maior e mais movimentado.

Com essa reviravolta vem a probabilidade de um maior impacto socioambiental neste setor à medida que mais recursos, matérias-primas e transporte saem para atender a essa crescente necessidade.

Portanto, à medida que a demanda aumenta, geralmente é lógico que o impacto no meio ambiente, tanto local quanto global, também aumentará.

No entanto, é possível que as organizações que possuem um SGA, ou pelo menos adotem os princípios da norma, possam mitigar esse risco por meio de ações e diminuir seu impacto socioambiental.

 Como sempre, melhorar esse desempenho começa com a definição precisa dos KPIs que são importantes para o desempenho de uma organização e a conscientização de atividades que possam proporcionar riscos socioambientais.

Qualquer organização com um SGA pode atestar o fato de que um dos blocos fundamentais da norma é identificar aspectos ambientais que podem potencialmente ser prejudiciais para o seu negócio e as partes interessadas, e decidir como defini-los e medi-los.

 Isso fornece a base para decidir sobre iniciativas, programas e processos para mitigar e melhorar esses aspectos e, portanto, o desempenho ambiental da organização.

Assim, agora entendemos a importância de definir KPIs para qualquer negócio, e a relação direta entre aspectos ambientais, o impacto socioambiental de uma organização e planos de ação com as medidas de mitigação e os respectivos KPIs, como aplicamos isso no negócio de armazenagem e realização?

A maioria das organizações com um SGA perceberá a importância de gerenciar sua cadeia de suprimentos para a excelência socioambiental

Garantir que sua cadeia de suprimentos seja adequada sempre que possível pode ajudar muito com isso, e onde isso não for possível, você descobrirá que garantir que você use critérios ambientais ao selecionar fornecedores pode ter um impacto extremamente positivo no efeito da sua cadeia de suprimentos no meio ambiente.

 Junto com isso, existem várias outras considerações importantes na definição de KPIs relacionados aos impactos ambientais avaliados nesta indústria:

Embalagem: Grandes quantidades de embalagens são consumidas anualmente no setor de armazém e preenchimento pense nos principais varejistas online que entregam pacotes para muitas de nossas casas regularmente.

 Considere a origem, o ciclo de vida e a reciclagem das embalagens e considere dar aos clientes opções pelas quais você pode consolidar pedidos e reduzir as embalagens usadas.

 Considere a sinalização em sua embalagem para garantir que seus clientes também reciclem.

Da mesma forma, com qualquer embalagem interna ou material absorvente de impacto, o material reciclado quase sempre pode ser originado para este trabalho.

Utilidades: Os armazéns modernos podem ser massivos, e grandes quantidades de aquecimento e iluminação podem ser usadas durante o armazenamento e operações.

Considere os LEDs e os sensores de movimento ecológicos para limitar o consumo elétrico desnecessário.

Projete o layout do seu armazém de forma inteligente, garanta que seus itens comumente usados estejam juntos e itens raramente usados da mesma forma, e você pode limitar a eletricidade usada em ambas as áreas.

Novamente, considere o impacto do uso de energia desnecessária fornecendo aquecimento desnecessário no inverno e você pode limitar o impacto ambiental do seu armazém.

Transporte: Mais uma vez, um grande aspecto do setor de armazenagem e cumprimento é o transporte de mercadorias.

 Certifique-se de que suas mercadorias sejam consolidadas em embarques para regiões comuns, e que quando sua organização selecionar uma transportadora, ela possa demonstrar um registro de iniciativas para garantir que suas próprias atividades sejam organizadas com o mínimo impacto ambiental, como o ponto focal de seu pensamento.

Programas internos: Não se esqueça que seus próprios colaboradores e atividades de escritório também podem ter um impacto ambiental significativo que também precisa ser considerado.

Em nosso artigo anterior como identificar aspectos ambientais em seu escritório usando a ISO 14001, consideramos como as escolhas que os colaboradores fazem diariamente, desde compartilhar viagens de trabalho até quando usar impressoras e consumíveis e assim por diante, podem ter um enorme impacto socioambiental meio ambiente.

Certifique-se de que sua organização considere isso e forneça as informações, competências e conhecimentos corretos para permitir que sua equipe tome decisões inteligentes e informadas.

Definir seus KPIs é a base para um bom desempenho em seu SGA, mas você deve saber como projetar iniciativas e programas para combater essas atividades que colocam seu desempenho ambiental em risco.

 O que está claro é que você pode identificar e definir seus KPIs com mais precisão, e o que é melhor, você deve ser capaz de trabalhar para mitigar seu efeito sobre o meio ambiente em seu armazém e negócios de realização.

Este é o momento em que sua organização agora pode empregar o ciclo do PDCA para garantir que sua ação seja considerada, e em última instância, eficaz.

Garantir que você considere esses elementos pode ser a chave para garantir que o impacto do seu negócio em armazenamento e cumprimento de toda a legislação.

Estamos Juntos!

Seu cérebro e o “novo normal’ na segurança do trabalho na volta das atividades.

Corri com os touros na Espanha e mergulhei com tubarões brancos na Namíbia a algum tempo.

Foram algumas das coisas mais emocionantes que já fiz.

Quando os touros se aproximam, é o caos, as ruas Pamplona são estreitas, adrenalina a mil.

Quando os tubarões aparecem do nada, é outra sensação incrível.

 O medo se espalha rapidamente.

No caso dos touros, as pessoas correm de forma errática, cortando etc. e você é ensinado que se você cair, você deve se proteger e não se levantar.

 Se um touro vê movimento, você pode ser espetado.

Tenho pensado muito sobre o papel que o medo desempenhou em nossas vidas durante esses últimos meses.

 Todos nós fomos impactados pela pandemia COVID-19.

 Quando falo com nossos clientes, eles estão trabalhando para gerenciar tanto a natureza prática de sua resposta ao vírus quanto o medo entre seus colaboradores.

À medida que muitas organizações começam a mudar seu foco da resposta ao vírus para voltar ao trabalho, um ponto cego está surgindo.

Se eu pensar naquele dia na Espanha ou na Namíbia com a minha visão de riscos em segurança, eu diria que não deveria ter feito.

 Agora o mais hilário é que depois de ter passado a corrida, tropecei na calçada, pois vinha falando exaltado pelo feito, cai e quebrei o braço

Na Namíbia depois do mergulho, ao chegar ao porto estava ainda eufórico, não pensei resolvi pular do barco para o caís com displicência com todo o equipamento e fiquei com uma perna presa e …quebrei o tornozelo.

Quando estes dois fatos aconteceram, acreditava que o perigo já tinha passado e o risco …, QUE RISCO???

E RELAXEI., que vergonha para os meus colegas de profissão.

 Agora pense no que estamos todos lidando durante esta pandemia.

O que me preocupo é a tendência organizacional de relaxar à medida que voltamos a algum grau de normalidade.

Nosso cérebro é interesse como funciona.

 É propenso a alguns perigos muito previsíveis que poderiam ser facilmente ampliados se acreditarmos que as coisas estão “de volta ao normal”.

O engajamento do nosso cérebro corre o risco real de ser diminuído com base nas regras pelas quais ele opera.

Devemos estar cientes desses perigos centrados no cérebro à medida que as operações estão funcionando novamente:

 Todos desejamos conforto.

 Queremos o familiar.

 Ao permitir que nosso cérebro “caia nos velhos ritmos”, estamos propensos a erros.

Organizações que entendem isso percebem que a exposição ainda existe porque as pessoas voltarão rapidamente aos velhos hábitos.

 Como resultado, eles capacitam seus colaboradores da linha de frente a se engajarem em seus cérebros lentos para tomar decisões seguras.

 Muitos de nós estamos longe do nosso local de trabalho há um bom tempo.

Confiar no “o que me lembro” versus “o que é seguro e correto” pode ser uma receita para o aumento da exposição.

As organizações que entendem essa armadilha permitem ao seu pessoal o tempo necessário para aplicar as melhores práticas quando elas retornam.

Eles revisitam processos e procedimentos e se concentram em reconhecer a tomada e execução seguras mais do que apontar metas de produção.

Não importa o quanto tentamos mitigar os efeitos da covid durante o trabalho, este vírus ainda causará “interferência”.

 Os colaboradores terão os entes queridos afetados.

Os membros da família ficarão com medo.

Os colaboradores terão problemas de saúde.

As organizações que entendem a atenção dividida tomam esforços para engajar seus colaboradores nas especificidades das exposições que enfrentam devem tomar providências o mais rápido possível

O que os colaboradores precisam da gestão é a ênfase em operações seguras e confiáveis.

 Todo mundo tem um papel a desempenhar à medida que todos nós voltamos a se atualizar.

Precisamos permanecer vigilantes para continuar reavaliando as exposições ao nosso redor, não podemos relaxar.

Lembrem se dos meus dois vexames 

Estamos juntos!

Ações de Responsabilidade Social Corporativa em tempos de métricas ESG , nesse momento, quem é quem?

Todos ajudando, ótimo !!, mas com que propósito?

Até onde não é jogada de marketing para limpar a marca que está manchada no mercado por escândalos, acidentes socioambientais recentes ou do passado etc.?

Responsabilidade Social Corporativa, não é assinar um cheque, doar cestas ou máscaras e passar uma borracha na consciência, né!

Esmola demais …sei não, então, o que está por trás de todas as ações ?

Estudei quase 1900 acidentes socioambientais para meu doutorado, e passei por vários na minha carreira profissional de + 40 anos, então a lista é grande se for escrever aqui.

Hoje, não somos apenas protagonistas de um evento global sem precedentes nos tempos modernos, somos todas e cada uma das ações que tomamos diante dele.

Muitas ações em favor da sociedade emergiram de vários setores.

 Embora à primeira vista, todos eles possam ter a mesma natureza, nem tudo o que brilha é ouro.

Poxa Roberto, você está sendo crítico demais, o que importa é a ajuda.

 Sim, certo, e de acordo, o que vale é ajudar, mas …….

Seria interessante definir quais delas foram altruístas, e quais as ações que são por conveniência.

Você quer saber a diferença?

A palavra altruísmo é descrita como uma busca desinteressada do bem das pessoas, mesmo à custa do interesse próprio.

Desde o início da pandemia, todos nós depositamos nossas esperanças em uma vacina que nos permita estar a salvo e parar de correr um risco latente de contágio.

Infelizmente, até hoje não temos uma em mãos, mas temos uma opção altruísta.

Alguns pacientes recuperados da covid se ofereceram parar doar plasma, pois essa transfusão carregada de anticorpos desenvolvida para pessoas gravemente doentes com a doença pode ajudar na recuperação rápida e melhor.

Para realizar essa ação altruísta, uma vez que doam sem conhecer a identidade do beneficiário e sem ganhar absolutamente nada mais do que a satisfação de ajudar os outros em um momento tão decisivo.

Enquanto algumas pessoas estão contribuindo com algo para ajudar, existem outros tipos de ações: aquelas realizadas por organizações “socialmente responsáveis”

Responsabilidade Social Corporativa é o compromisso consciente e consistente de cumprir os objetivos da organização, interna e externamente, considerando as expectativas econômicas, sociais e ambientais de todos os seus participantes, demonstrando respeito pelas pessoas, valores éticos, a comunidade e o meio ambiente, contribuindo assim para a construção do bem comum.

Esse termo, diferentemente do altruísmo, concentra-se nas organizações como um todo e não individualmente e é baseado em diferentes pilares com mais propósitos.

Em tempos normais, as organizações geralmente tomam iniciativas socialmente responsáveis para melhorar sua marca e construir um relacionamento mais forte com consumidores, investidores e colaboradores, a fim de gerar lucros.

Uma iniciativa socialmente responsável é tomar medidas voluntárias que não sejam prescritas por lei ou que não sejam necessárias para cumprir com os regulamentos.

Estudos mostram que existe uma disposição das pessoas de comprar, recomendar, trabalhar ou investir em uma empresa é significativamente influenciada por suas percepções de suas práticas de responsabilidade social e ambiental

 Portanto, tomar ações que beneficiem as pessoas pode gerar vendas mais altas, aumentar a valorização da empresa e manter bons colaboradores por mais tempo.

Algumas marcas de moda transformaram suas fábricas para produzir máscaras, enquanto os fabricantes de álcool e cerveja também mudaram parte de sua produção e distribuição para desinfetantes para as mãos.

Outras empresas prometeram investimento, suprimentos e conhecimento para ajudar na resposta à covid.

Isso não significa que suas ações não contribuam significativamente para a sociedade muito pelo contrário, sua cooperação e ajuda são muito bem recebidas, mas também o fato de não fazer sua parte pode resultar em um golpe de longo prazo na reputação de uma empresa.

Em um campo diferente, há ações por conveniência, que não estão relacionadas a altruísta ou a responsabilidade social corporativa.

As ações convenientes são aquelas que, à primeira vista, podem ser percebidas com propósitos desinteressados, mas que têm como pano de fundo um benefício para quem a realiza.

A sociedade bem como os stakeholders internos e externos que estão sob a influência da organização, não são bobos e sabem distinguir quem é quem, foi se o tempo que a sociedade era bobinha.

 Aquelas ações de “CEO com propósito”, “Não vamos demitir”, “não vamos cortar salários”, não vão ser esquecidas e vão ser cobrados com juros e correção pela sociedade.

Não desejo aqui dizer que as ações a favor da sociedade são boas ou más, pelo contrário.

Todas são excelentes, desde que contribuam com algo benéfico para quem mais precisa, serão bem-vindas, mas também é importante que você considere outras motivações estratégicas, de quem os realiza.

Não é porque você doou XXXXX máscaras, que seus escândalos de corrupção, seus impactos socioambientais vão ser ignorados.

Estamos juntos!

Auditoria interna de Riscos no seu SGA (Sistema de gestão ambiental), qual a situação em tempos de ESG?

Este que ano que passou colaborei com vários de nossos clientes em suas auditorias interna tanto operacional ambiental como as do sistema de gestão (sim, são bem distintas), e normalmente encontramos situações que são interessantes e, gostaria de dividir com vocês essa experiência.

Agora como consultor, como eu sempre brinco “do outro lado da cerca “depois de 40 anos usando crachá, tem certas situações que remontam dos meus tempos de analista (faz tempo rsrs) e dos equívocos que cometi na época.

A auditoria interna é um dos elementos mais vitais de um SGA para garantir que os processos sejam eficazes e sejam seguidos, e, portanto, proporcionar melhoria contínua.

Com tanta importância colocada no processo de auditoria interna e tantos detalhes que precisam ser capturados, portanto, faz sentido abordar no seu programa de auditoria com algum tipo de plano metódico para garantir que sua organização obtenha o máximo benefício de sua função de auditoria.

É provável que sua organização decida sobre a frequência do seu ciclo de auditoria interna em sua revisão de gestão, normalmente realizada anualmente.

É possível, neste momento, que sua organização decida sobre os tópicos para sua auditoria interna, embora isso possa mudar durante o ano como resposta a quaisquer incidentes ou acidentes, ou à medida que surgem saídas de avaliação de riscos e discussões baseadas em riscos.

No entanto, há sempre o perigo de que uma auditoria interna possa ser menos eficaz do que o esperado por falta de planejamento seja falta de recursos, o proprietário correto do processo estar indisponível ou detalhes mal registrados ou insuficientes.

Portanto, faz sentido colocar algum tipo de plano em prática ao olhar para o próximo ano para garantir que sua função de auditoria interna seja planejada, organizada e tenha o máximo benefício para sua organização.

Para garantir que capturemos todos os componentes vitais da auditoria interna, o que sua organização deve pensar ao criar um plano de auditoria?

Vamos examinar com mais detalhes:

O objetivo estratégico em um plano de auditoria precisa estar ligado ao objetivo geral da sua organização, para garantir que seja de alguma forma mensurável do ponto de vista interno.

 Por exemplo, faz parte do plano que você espera definir tópicos e frequências para auditoria interna, ou isso é feito na revisão da gerência?

 Este plano está sendo criado para garantir que a auditoria interna em si seja eficaz e atenda às condições da norma ISO 14001 em termos de verificação de processos e entrega de melhoria contínua?

O plano de auditoria deve capturar todos esses elementos, além de garantir que suas próprias auditorias ofereçam melhorias contínuas.

 Esses podem ser um dos principais usos do seu plano de auditoria.

 Você tem uma equipe de colaboradores adequadamente treinada para garantir que suas auditorias internas sejam eficazes?

Você pode usar o plano para garantir que todos os colaboradores escolhidos estejam disponíveis nos dias determinados e não em férias ou envolvidos em outros projetos?

 Os colaboradores que você selecionou entendem os objetivos do plano de auditoria e a própria auditoria interna?

 Os colaboradores que você seleciona conhecem a norma ISO 14001 para garantir que a auditoria interna possa ser executada com eficiência?

Sem dúvida, sua organização terá documentação ou formulários sobre como realizar a auditoria interna e registrar as informações de suporte.

Pergunto; isso é suficiente?

O nível de informações registradas varia de acordo com o auditor?

 Dado que a qualidade de qualquer ação corretiva pode variar dependendo das informações observadas tarefas auditadas, colaboradores entrevistados, evidências observadas etc. pode ser aconselhável usar seu plano de auditoria interna para esclarecer e garantir que essas informações de suporte sejam registradas para em certa medida e de maneira a ajudar a melhorar a qualidade do resultado da própria auditoria.

Também é bom lembrar que, independentemente do formato escolhido, é recomendável registrar os detalhes do seu plano digitalmente, pois isso é útil como informações de suporte para a saída da sua auditoria interna e registrá-las no SGA para referência.

Pense no plano de auditoria interna e seus detalhes como uma extensão do seu próprio processo de auditoria interna.

É aconselhável revisar e medir a eficácia de tal processo, como acontece com qualquer elemento relacionado ao ciclo “Planejar, fazer, verificar, agir” dentro dos padrões da ISO.

O plano de auditoria interna está tornando seu processo de auditoria mais eficaz, organizado e detalhado do que antes?

 Os detalhes registrados no seu plano de auditoria ajudam a identificar as causas principais com mais clareza e permitem que as ações corretivas sejam mais eficazes?

 Se a resposta for “não”, talvez seja necessário revisar, alterar os detalhes e tentar novamente.

A eficácia de suas próprias auditorias internas pode ser bastante aprimorada pelo nível de planejamento que sua organização faz em torno delas.

Ter as pessoas corretas auditando os processos colaboradores corretos no momento e no local corretos, resultando em um nível de detalhe muito preciso, pode dar à sua organização uma excelente visão de quão eficaz é esse processo específico.

 Quando esse nível de detalhe não está presente, podem aparecer facilmente lacunas que, de outra forma, não seriam evidentes.

Isso, sem dúvida, cria perigo para a sua organização quando as auditorias de certificação e vigilância são realizadas, mas, igualmente importante, pode custar dinheiro à sua organização diariamente por ineficiência e baixo desempenho.

 Sua auditoria interna é fundamental para o desempenho e o bem-estar da sua organização – planeje-a bem e você verá o benefício.

Estamos juntos!

Mais um novo virus, mais uma nova pandemia? Prepare-se para o aumento de acidentes na sua área.

Com a eclosão de mais um novo virus, estamos enfrentando tempos sem precedentes que afetam a todos pessoalmente.

Em uma das minhas ” lives”, contei que como tinha passado por situações de crise como o Ebola e outras, iria acontecer o que eu mais temia, de acordo com os relatos de nossos clientes, acidentes começam ocorrer.

Sabe por quê?

Como você pode estar focado, se lá fora sua família corre perigo?

Já pensou?

Com esses novos desafios, devemos encontrar novas maneiras de atendê-los.

 Com a proibição de viagens, reuniões e pequenos eventos em grupo, uma tendência compreensível (ainda lamentável) está se desenvolvendo:

Muitas organizações estão cancelando reuniões de segurança e treinamentos.

Este é um momento de verdade para empresas em todo o mundo.

 Durante esta crise sem precedentes, não basta apenas manter a mensagem em cima da mente.

Todos nós precisamos fazer melhor.

 Foco específico na segurança é necessário.

Considere a seguinte analogia.

 Ao dirigir, nos concentramos e escaneamos.

Nós nos concentramos nas linhas na estrada, ou nos meios-fios, como eles nos ajudam a navegar.

 No entanto, não olhamos para isso.

Também escaneamos nosso setor, observamos o comportamento de outros veículos e procuramos pedestres e animais.

Nós nos concentramos e escaneamos.

Com a pandemia, prepare-se para o aumento das lesões durante um momento divisor de águas (como o que todos estamos enfrentando agora), as pessoas estão focadas na incerteza e tentando o seu melhor para procurar as coisas que podem prejudicá-las.

Isso é análogo a dirigir enquanto fala ou manda mensagem e foca mais na conversa (que você não deveria estar tendo) do que na estrada à frente.

Perigoso, como todos sabemos, mas é isso que está acontecendo dentro e fora do trabalho.

 As pessoas estão justificadamente distraídas.

Precisamos planejar para a realidade que as lesões provavelmente aumentarão com essa perda de foco.

Vários clientes estão imediatamente agindo sob os seguintes conselhos.

Para desenvolver um foco, não apenas em segurança, analise seus dados ou reúna insights e responda a essas cinco perguntas vitais:

Quais são os grandes riscos (alta probabilidade, alta gravidade) e eles mudaram no passado recente com o início do COVID-19?

Quais são os riscos comuns (baixa probabilidade e gravidade incertos), e da mesma forma, como eles estão mudando?

Quais precauções são necessárias para superar os grandes riscos e quais precauções a critério do empregado são necessárias para enfrentar os riscos comuns?

Como você controla as precauções necessárias e como influência e treina as precauções discricionárias com capacidade limitada de fornecer feedback individual ou em grupo?

Durante essa pandemia, devemos estar hiper focados em segurança.

Sempre que possível, envolva sua força de trabalho neste exercício, pois uma maior propriedade virá do envolvimento na criação dessas respostas.

Por fim, desafie seus colaboradores a levar essas conversas para casa e discutir com suas famílias.

Estamos juntos!

Segurança comportamental não se trata de bônus e doces para colaboradores “bons”​.

Se cada vez que um rato virar à esquerda em um labirinto ele recebe uma delícia, e cada vez que ele vira à direita recebe um choque elétrico, ele aprenderá a virar à esquerda com mais frequência.

 Esta é a base na qual a segurança comportamental funciona.

Pessoas são mais complicadas que ratos, e as questões do que a recompensa para boas práticas de trabalho e punição para as más práticas são complexas.

Programas de segurança comportamentais sem base tratam as pessoas como ratos de laboratório uma recompensa por serem vistas fazendo a coisa certa, e uma punição por serem pegas fazendo a coisa errada.

Um processo-chave é representado como ABC., para ficar mais fácil a compreensão dos colegas

Onde o B é o comportamento observável, que pode ser qualquer coisa que um indivíduo faz (ou não faz), escreve ou diz.

 A é o antecedente, o estímulo ou evento que levou ao comportamento, políticas, demonstrações de método ou projeto de equipamento, por exemplo.

Uma abordagem tradicional para lidar com o comportamento no local de trabalho foi mudar os antecedentes: Escrever políticas mais firmes, fornecer mais treinamento, instrução e supervisão, exibir muitos sinais.

No entanto, como acontece com os ratos, precisamos entender o C, as consequências do comportamento.

O rato sabe apenas que é tratado ou punido, em muitos casos os colaboradores sabem que, embora possam ser punidos se forem pegos se comportando de forma insegura, se não terminarem o trabalho a tempo porque atrasam para uma verificação de segurança, eles definitivamente serão punidos, mesmo que seja apenas uma repreensão de um supervisor.

AS CONSEQUÊNCIAS DE NÃO USAR ÓCULOS DE SEGURANÇA PODEM DEPENDER DO COMPORTAMENTO DO SUPERVISOR QUE IGNORA A OMISSÃO E DOS COLEGAS QUE RIEM DO USUÁRIO USA

Algumas das consequências são inerentes ao comportamento.

Se os óculos de segurança baratos forem fornecidos, o colaborador pesa as consequências de usá-los: Ficarei desconfortável, mas ficarei protegido

Com as consequências de não os usar: Ficarei mais confortável, mas posso perder um olho em um acidente.

Se a probabilidade de um acidente parece remota, as consequências imediatas ditam o comportamento.

No local de trabalho, o comportamento de uma pessoa pode ser um antecedente ou consequência para outra pessoa.

 Os antecedentes do comportamento “usando óculos” dependem do comportamento das pessoas que especificaram, adquiriram e testaram.

As consequências podem depender do comportamento do supervisor que ignora a omissão e dos colegas que riem do que usa.

 Os programas de segurança comportamental são criticados quando se concentram no comportamento dos colaboradores, como usar equipamentos de proteção individual ou seguir regras do local, sem referência a antecedentes e consequências enraizadas na liderança e na conduta gerencial.

A outra armadilha dos programas de segurança comportamental é o risco de que eles possam ser usados como substituto para fornecer um local de trabalho seguro e um sistema de trabalho seguro que siga a hierarquia dos controles.

Se uma organização tem uma alta incidência de pessoas escorregando em um piso molhado, a solução não é introduzir imediatamente um programa de segurança comportamental que exige que as pessoas caminhem com cuidado.

Se o chão estiver molhado porque o maquinário vaza, conserte o vazamento.

 Se o ambiente é tal que o chão vai ficar molhado, limitar o número de pessoas que precisam passar por cima dele ou aumentar a frequência de limpeza.

 Sapatos antiderrapantes podem ser adicionados como um controle para aqueles que precisam atravessar o chão.

Somente quando o risco subjacente foi reduzido tão baixo quanto razoavelmente praticável faz sentido aplicar a segurança comportamental.

No caso do piso molhado, você deve considerar porque as pessoas usam o calçado errado, porque eles pegam um atalho pela área restrita, ou porque sentem que precisam correr em vez de andar.

Nós utilizamos seis etapas para a implementação de um programa de segurança comportamental, aqui aplicado a uma operação de manuseio manual.

Passo 1: Estabeleça o resultado desejado: ninguém sofre uma lesão manual de manuseio.

Passo 2: Especifique o comportamento crítico: a técnica de manuseio manual correta é usada.

Passo 3: Estabeleça que o grupo alvo pode realizar o comportamento: eles são corretamente treinados e aptos.

Passo 4: Conduzir a análise do ABC. O que acontece se eles pedirem a alguém para ajudar com um elevador, e pedir uma pausa depois de um período intenso de tentar alçar ou atrasar um movimento para buscar um carrinho?

O que acontece se eles continuarem em insistir em alçar na mão grande que é muito pesado para eles e completar um trabalho mais cedo?

Passo 5: Alterar consequências para reforçar o comportamento desejado: elogiar aqueles que fazem o trabalho corretamente.

O reforço positivo do bom comportamento tem um efeito mais poderoso do que o reforço negativo da má prática, então você precisa encontrar as pessoas acertando.

Passo 6: Avaliar o impacto: há menos dias de licença médica por lidar com lesões? As pessoas estão demonstrando a técnica correta?

Você pode inserir um passo extra entre o primeiro e o segundo, para revisar avaliações, registros de acidentes e incidentes, sistemas de trabalho para garantir que tudo razoavelmente viável tenha sido feito para eliminar o manuseio manual e para fornecer um ambiente de trabalho onde os objetos possam ser manuseados com segurança.

Segurança comportamental não se trata de bônus e doces para colaboradores “bons”.

Não é um substituto para a eliminação de riscos, mas uma maneira de reforçar o comportamento necessário para gerenciar o risco residual quando outras ações razoavelmente viáveis foram tomadas.

Estamos juntos!

Construa uma cultura de segurança forte, com uma linguagem simples e objetiva.

Ninguém pode manter uma organização inteira segura por conta própria.

 A colaboração é necessária para criar uma cultura forte em segurança na qual todos cuidem uns dos outros.

Não existe fórmula mágica para fazer alguém prestar atenção as mensagens sobre segurança.

Mas melhorar a atmosfera em torno de conversas sobre segurança, sem dúvida pode tornar mais fácil dar e receber conselhos de forma construtiva.

Aqui estão algumas maneiras que você pode fazer isso, se vocês me permitem;

Retire a “polícia de segurança”.

A abordagem “TE PEGUEI ” é contraproducente, na minha vivência e experiência na área. 

Quando os colaboradores sentem que estão sendo policiados, encontram maneiras de esconder seus comportamentos inseguros, resultando em oportunidades perdidas de melhoria.

 Para causar um impacto genuíno a longo prazo, tome uma abordagem persuasiva em vez de punitiva.

Fale a língua do colaborador.

 Em vez de apresentar as informações da forma que faz mais sentido para o orador, considere como o colaborador irá recebê-la.

 Antes de dizer qualquer coisa, pense em quem está sendo falado e no que ele ou ela se importa, e adapte a conversa para falar sobre essas motivações.

E lembre-se: Boa comunicação vai para os dois lados.

Em vez de falar, ouça o que os colaboradores têm a dizer especialmente quaisquer perguntas ou objeções que eles trazem à tona, o que pode revelar suas motivações.

Demonstre cuidado e preocupação.

De longe, a maior razão para dar a um colaborador para adotar um comportamento seguro é a preocupação com seu bem-estar, e a melhor maneira de evitar o aparecimento de palestras é mostrar preocupação com essa pessoa.

Fique calmo e mantenha as emoções sob controle para ajudar a enviar a mensagem certa.

Concentre-se em detalhes.

 Para evitar expressar julgamento ou desaprovação e provocar uma reação defensiva, limite os comentários aos comportamentos ou condições precisas e inseguras que foram testemunhadas.

Obtenha (e dê) permissão.

 Se você está preocupado que conselhos bem-intencionados saiam como intrusivos, pode ajudar a definir o cenário para a conversa de segurança de antemão.

Lidere pelo exemplo e incentive outros a fazer o mesmo.

 Os colaboradores tendem a fazer o que aqueles ao seu redor estão fazendo, por isso é essencial demonstrar comportamentos seguros, além de falar sobre eles

Estamos juntos!

Como a pandemia mudará o futuro da segurança e da saúde como parte do ESG / QSMS-RS no trabalho?

É uma live após a outra, inclusive participei de uma, de “como será o novo normal depois da pandemia “

Bem, para mim, não vai ter novo normal, não vejo a hora de poder participar, abraçar e conversar com as pessoas, nossos clientes e meus alunos.

Novo normal para mim, não vai dar, me perdoem

Mas para nós profissionais ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, pode ser.

Alguém tinha em seu PAE tinha previsto a pandemia?

Nos meus, SIM !!!!, mas por que eu já tinha passado pelo Ebola com 4000 colaboradores, talvez quem trabalhe em portos, pode ter pensado já que recebe navios de vários países

Agora nós profissionais;

 Primeiro, o S (saúde) no QSMS -RS, com exceção de patrocinar programas de bem-estar ou pagar por adesões à academia, tem sido em grande parte uma reflexão posterior.

 O profissional ESG/ QSMS- RS, dependendo de sua formação ou prioridade da organização, passou a maior parte do tempo em segurança ou ambiental primeiro.

 A saúde tomou o centro dos primeiros meses da pandemia, liderada por muitos líderes sem as habilidades ou confiança para ser bem-sucedida.

 Haverá uma necessidade reconhecida de equipar líderes ESG/ QSMS -RS ou equipes com competência em todas as áreas.

Em segundo lugar, com o foco temporário orientado pela mídia para a prevenção do COVID-19 entre comunidades e locais de trabalho sendo em grande parte comportamental, isso levará a uma nova ou revivida apreciação pela segurança comportamental.

 Embora talvez não seja aberta, haverá um aumento nas discussões sobre precauções que impedem muitos tipos de incidentes, doenças ou lesões.

Em terceiro lugar está o envolvimento no planejamento de continuidade de negócios.

Embora muitos profissionais ESG / QSMS-RS lutassem por seu lugar na mesa, eles não eram vistos como líderes estratégicos: mais como chefes de tarefas ou administradores de programas.

Com a necessidade de atender às recomendações do OMS, Anvisa etc. para as empresas e permanecer viável e evitar a falência, o líder ESG/ QSMS-RS foi colocado em discussão colaborativa com as operações sobre como permanecer aberto com segurança, ou fechar e, em seguida, lentamente retornar às operações normais.

Estratégia é criar e entregar valor sustentável.

Os líderes ESG/ QSMS -RS que assumiram o comando e pensaram estrategicamente foram vistos como colaboradores estratégicos e conselheiros.

 Haverá um aumento no reconhecimento de que o ESG/ QSMS -RS precisa de uma estratégia específica da empresa alinhada com operações preditivas, resilientes e ágeis.

 Para isso, a mudança mais importante e duradoura é a necessidade identificada de profissionais ESG/ QSMS -RS de pensamento estratégico.

Estamos juntos!

Como os treinamentos EAD em QSMS-RS & Sustentabilidade podem ajudar as organizações.

Faz muito tempo que uso o Treinamento EAD nas operações mundo afora, pois quem é do trecho/embarcado, lá longe na mineração ou em obras no meio do nada, não tem condições de ir a uma sala de aula para os cursos.

Até mesmo o custo de um instrutor para essas regiões ficava impraticável.

Por isso, hoje falo com orgulho sobre ser o mentor do Portal Escudo, empresa especializada em soluções EAD para treinamentos normativos.

 Uma parceria que começou há alguns anos, quando seu fundador, Hugo Vogel, veio me visitar em Curitiba, em uma das minhas folgas no Brasil, para apresentar o projeto da empresa

Fiquei entusiasmado com o carinho, a dedicação e a equipe de especialistas em aprendizagem e EAD, como Deivid Alexandre e Rodrigo Demo.

Abracei a causa e passei a mentorear com base na minha experiência em todas essas décadas de treinamentos. Mesmo estando na Etiópia na época, acredito que ajudei na evolução do Portal Escudo. Que hoje é um dos mais importantes centros de produção de treinamentos em EAD para QSMS-RS (Qualidade, Segurança, Meio Ambiente, Saúde e Responsabilidade Social) no Brasil.

Com a atual pandemia de COVID-19, fica ainda mais claro a importância e o uso prático do EAD, que vem se consolidando nesse período como uma modalidade de ensino séria, uma nova forma de aprender. E que não deixa nada a desejar, se compararmos com o ensino presencial.

Como é na crise que evoluímos, acredito que as atuais circunstâncias extraordinárias que vivemos não só testam nossos planos, mas também trazem à tona o melhor das pessoas. Como um grupo interdependente e codependente das forças e competências uns dos outros, onde o progresso real torna-se alcançável.

Agora, com as organizações bloqueadas, em home office compulsório, criou-se uma oportunidade para a atuação do EAD. Com o apoio da internet e vontade de aprender, essa pode se tornar uma das maiores oportunidades para o aprendizado e desenvolvimento profissional.

Através do EAD, as organizações podem tanto fazer a gestão e a distribuição do conhecimento gerado e acumulado por elas, como também ajudar seus colaboradores recém-recrutados a acelerar o caminho para a estrutura organizacional.

Espera-se que os colaboradores sejam produtivos e engajados em suas funções e responsabilidades nas empresas, e a capacitação é o caminho por onde é possível fazê-lo. É uma oportunidade crucial de desenvolver o know-how funcional, mantendo o foco e usando o tempo disponível nesse momento.

Para locais de trabalho nas áreas industriais, a atualização através do EAD guia a empresa para uma nova estrutura de conformidade atualizada. Onde é possível unir o tempo gasto em sites e evolução do conhecimento. O que, muitas vezes, acontece em paralelo e em uma velocidade tremenda.

Isso permite que o quadro de supervisão melhore e refine suas habilidades e forneça um senso de propósito para os colaboradores em tempos de incerteza como o que vivemos.

O EAD também permite a implantação rápida e ágil de treinamentos essenciais de integração e orientação, voltados para colaboradores recém-contratados.

Ambas as ações citadas acima proporcionam à administração o momento certo para definir e esclarecer a gestão das expectativas, que está propensa a alterações nas circunstâncias atuais da COVID-19.

Mesmo as ações de treinamento e desenvolvimento que já existam em uma empresa, de forma presencial, podem ser adaptadas para o EAD. Essas atividades podem ser transformadas em um módulo com avaliação rápida e conformidades principais cobertas.

As plataformas digitais também auxiliam a gestão de treinamento a identificar lacunas de aprendizagem, como certificados vencidos, colaboradores com treinamentos atrasados ou reprovados. Atividades que podem ser retomadas e regularizadas durante o período de quarentena.

Um sistema de gerenciamento de aprendizagem seguro pode ajudá-lo com isso de qualquer lugar do mundo. Basta estar conectado na rede para que o usuário consiga fazer login, e então completar os treinamentos e avaliações pendentes de casa.

O EAD pode impulsionar o engajamento e manter seus colaboradores conectados uns aos outros, pois eles terão mais tempo em suas mãos e seus serviços também sentem os efeitos adversos de eventuais desligamentos. E à medida que enfrentamos um futuro incerto, possuir esse elemento de aprendizagem e conectividade com os colaboradores torna-se crítico.

Existe, ainda, alguns cursos EAD que não podem, efetivamente, serem assimilados sem uma etapa prática, que seja executada em conformidade com a lei. No entanto, mesmo nesse tipo de situação, o ensino a distância segue como uma opção flexível e prática, já que pode oferecer a parte teórica, que depois é complementada com a prática de campo.

Ao mesmo tempo, existem muitas habilidades e cursos contínuos de desenvolvimento profissional que são capazes de determinar a longevidade de seus recursos humanos e seu potencial calibre para se tornar capital humano.

Assim, líderes e gestores seniores devem aproveitar o momento para segmentar e determinar os requisitos do curso que servirão melhor ao local de trabalho e cada função ali desempenhada. O planejamento proativo, motivado e focado costuma ser aquele que sobrevive a situações como a atual.

Acredito que com o apoio de ferramentas EAD e a colaboração de todos nesse período de enfrentamento à COVID-19, é possível continuar aprendendo e ajudando todos ao nosso redor.

Estamos juntos! 

Explore sua própria cultura de segurança para melhorá-la, antes de comprar uma metodologia enlatada das muitas vendidas pelos gurus.

Depois de 4 décadas e em mais de 15 países com cultura e religiões bem diferentes, por mais que fosse as vezes da mesma organização, você aprende algumas sobre “Cultura de segurança do trabalho”, um objeto desejo para muitos e quase ninguém consegue alcançá-la, por quê?

Assim como cada cidade tem sua própria cultura, toda organização já possui uma cultura de segurança.

Quão bem você conhece o que o diferencial da sua?

Viajo muito a trabalho como consultor.

No passado morando em diferentes países quando podia levava minha família quando e tínhamos tempo levava-os para passear pelos lugares que visitamos para experimentar o que o país tinha a oferecer.

Em uma das últimas paradas levei para Pune, Índia onde tinha 0 2 projetos grande de biogás em que atuava.

Mas tiramos um tempo para conhecer a região em todas as cidades que passamos ofereceram experiências distintas, ao redor desta cidade, há diferenças culturais nas muitas vilas e você vai ouvir os moradores falarem dos diferentes comportamentos de condução encontrados nas rodovias da região.

Cada organização tem uma cultura ocupacional única, incluindo as regras ocultas de como as coisas são feitas e o que é realmente importante.

 Bom ou ruim, a segurança faz parte disso.

A cultura é o que é comum entre um grupo: crenças, comportamentos, experiências e histórias comuns.

Todos eles têm um componente de segurança.

Talvez dentro de sua organização, parar um trabalho por questões de segurança seja percebido como uma boa ideia, enquanto no passado não era.

Quais são as histórias de hoje? Estão reforçando as crenças desejadas ou indesejadas? O que é comum entre seus grupos e o que é único, departamento por departamento ou turno por turno?

Ano passado, fui contratado por uma organização para validar o que o gerente da fábrica achava que eram oportunidades para melhorar continuamente sua cultura de segurança e fornecer feedback sobre como os funcionários perceberam uma abordagem que ele estava tomando.

Enquanto encontramos algumas oportunidades ocultas, fiquei impressionado com o quão bem o líder conhecia sua cultura, quais experiências estavam moldando a narrativa, e o que era preciso ou não.

Como ele estava tão em contato? Ele chamou de “blitz de segurança”.

Toda quinta-feira, o gerente da fábrica, pegaria uma nova combinação de gerentes de departamento, supervisores e funcionários e caminhava na fábrica, gastando duas horas engajando-os em conversas.

 Ele aprenderia seus nomes e quem ou o que era importante para eles.

Ele indagava sobre os desafios de segurança que enfrentavam ou melhoravam as ideias que tinham.

 Eles tomaram notas e seguiram, estava construindo um relacionamento por dentro, conhecendo sua cultura e moldando-a durante a caminhada.

Como parte do projeto, falei com 30 % dos colaboradores de 500 pessoas em sessões individuais e em grupo focal.

 Todos os colaboradores com quem falei acreditavam firmemente que o gerente os conhecia pelo nome, e isso significava algo para eles.

 O gestor sabia quem eram e o que era importante para eles e demonstrou que se importava.

Quando eu dei este feedback a ele, o mesmo lentamente baixou a cabeça e um olhar de vergonha encheu seu rosto.

Ele admitiu que isso não era verdade e disse que não conhecia todo mundo pelo nome.

Mais tarde, ele trabalhou com o RH e criou um protetor de tela com todas as fotos dos funcionários e nomes de acompanhamento.

Ele também exigiu que seus gerentes de departamento fizessem o mesmo com seus funcionários específicos e os desafiou a memorizar nomes com fotos dentro de 90 dias.

Com as perguntas certas e compaixão, respostas sobre como melhorar continuamente a cultura de segurança são frequentemente encontradas dentro.

 Conheça seu povo, e conhecerá seus desafios.

Quando eles percebem que você os conhece, eles são mais propensos a estar envolvidos em ajudá-lo a resolver os problemas.

Como está em contato com sua cultura de segurança?

Estamos juntos!

Volta ao trabalho após a quarentena da covid, e agora ?

Agora é hora de pensar como um local de trabalho será quando a estadia em casa for retirada, as medidas temporárias de flexibilidade cessarem navegar na pandemia COVID-19 e suas consequências é um dos maiores desafios que as indústrias enfrentaram e continuarão a negociar em breve.

Retomar o normal está em andamento, mas muitos ainda não sabem como seria esse “normal”.

Em meio à intensificação da turbulência econômica, as decisões de manter as operações em andamento, minimizando os riscos para os colaboradores, permanecem críticas.

A capacidade de responder efetivamente aos riscos do COVID-19 está criticamente ligada ao bom planejamento tarefas essenciais de supervisão ajudam os profissionais do setor a levar suas forças de trabalho da crise à recuperação.

Planejamento de longo prazo

Algumas questões importantes que estão relacionadas com a forma como o trabalho é realizado, o que o trabalho é realmente feito, incluem;

Ø O negócio está pronto para um local de trabalho ágil e, principalmente, virtual?

Ø quais mudanças serão adotadas em termos de desempenho do trabalho?

Ø algum plano de resposta para futura pandemia?

Avançando, os profissionais e a gerência de QSMS-RS & Sustentabilidade precisam trabalhar esses fatores para aumentar a adaptabilidade no local de trabalho.

Saúde e segurança no local de trabalho

Restrições relaxadas não significam espaço para práticas de trabalho seguras comprometidas na verdade, torna-se o principal dever de os profissionais do setor trabalhar com a força de trabalho para promover práticas de trabalho seguras, garantindo que seus locais de trabalho estejam prontos para o distanciamento social e medidas de higiene recomendadas.

Dada a onipresença dos celulares, pode-se aproveitar a tecnologia para facilitar o rastreamento de contatos e a comunicação com os colaboradores internamente.

No entanto, à luz das preocupações e passivos de privacidade que surgem de tal assunto, uma abordagem fácil de entender e implementar que é segura precisa ser aplicada.

Atividades, riscos e riscos no local de trabalho podem ser monitorados usando plataformas digitais e softwares que possuem dashboards prontos para acesso e fluxo de trabalho de processo seguro construído dentro uma solução para os profissionais de QSMS-RS em funcionamento seguro de operações industriais.

Além dos protocolos de saneamento e higiene, a coordenação adequada torna-se necessária, para as equipes, onde há rotação de turnos e pessoas trabalhando em casa.

Os colaboradores da fábrica, especialmente em áreas de alto risco, que lidam com atividades como aprovações de licenças, isolamentos precisam de uma plataforma comum para compartilhar e comunicar, controlar e executar trabalhos com menor quantidade de ameaças.

Como a permissão digital para trabalhar, o que ajuda a aumentar a transparência com a máxima prestação de contas devido ao seu fluxo de trabalho autenticado e baseado no usuário.

O gerenciamento de riscos é um dos principais fatores para a mudança física no local de trabalho marcações de piso, sinalização e telas, vigilância no local de trabalho, limpeza são algumas das mudanças visíveis.

Viagens relacionadas ao trabalho, interação cliente-cliente requer atenção renovada menores os pontos de contato, menores riscos a que os trabalhadores estão expostos.

Barreiras como folhas de plexiglass podem ser instaladas nas áreas de produção – estas podem ajudar a empresa a proteger seus colaboradores que estão próximos sem aumentar os riscos na estação de trabalho de pontos de aperto ou riscos de viagem.

Para evitar acidentes inesperados ou paralisações de fábricas, o retreinamento em tarefas de trabalho e equipamentos talvez seja necessário para as pessoas que retornam ao trabalho em áreas propensas a riscos.

Com tudo isso, as ansiedades mentais devem ser tratadas com cuidado e conforto adequados as condições de trabalho alteradas e as circunstâncias pessoais podem criar instabilidades, e, portanto, um plano de atenção psicossocial torna-se essencial, o que deve ser constituído por meio de assessoria médica especializada.

Treinamentos digitais que aclimatam os colaboradores aos seus cenários de trabalho alterados podem ser um passo dado pelas indústrias para evitar a propagação do medo e do pânico do COVID-19. Protocolos adicionais podem ser explicados facilmente através de portais de e-learning, onde os trabalhadores têm a chance de entender suas condições alteradas.

Os colaboradores estão contando com suas empresas para ajudá-los a voltar ao trabalho com segurança. Embora os colaboradores devem entender que ainda é sua responsabilidade validar sua prontidão para reiniciar as operações em larga escala.

Estamos juntos!

Algumas sugestões para ter sucesso em suas observações sobre comportamento seguro.

Organizações não alcançarão excelentes resultados em segurança sem um processo em que entenda a exposição ao risco antes de um acidente.

Para conseguir isso, as organizações devem ter programas de treinamentos em segurança e uma estrutura de observação que guie a conversa.

Este texto é baseado em nossa experiência aos longos dos anos, e que foram usadas com grande sucesso.

Seja corpo a corpo, ou o supervisor para colaborador, tudo se resume em:

Anunciar

O primeiro passo no processo é deixar a pessoa que você pretende observar saber que você está lá.

Esse contato inicial define o tom da observação e da discussão resultante. É normal se perguntar: “Se eles sabem que eu estou lá, eles podem fazer tudo certo”.

Isso não seria desejável?

 Um dos objetivos deve ser o de ajudar a criar hábitos, não pegar um violador de regras.

Se alguém se sente emboscado ou espionado, como a confiança pode ser comprometida?

 Certifique-se de que todos que você observar, e até mesmo os próximos, estejam cientes da observação antes de começar.

Assistir

Depois que o indivíduo estiver ciente, você deve passar o tempo designado assistindo à tarefa do trabalho.

 O que você procura? Idealmente, a resposta é: “O colaborador pode executar a tarefa com segurança?” e “Eu vejo algo que me preocupa?”

Geralmente, isso é mais bem recebido do que uma observação tentando determinar se as regras estão sendo cumpridas.

O objetivo das observações deve ser identificar se os colaboradores podem executar a tarefa de forma proativa e segura, identificando preocupações que podem aumentar as chances de uma lesão.

 Isso não deve ser usado como uma oportunidade de encontrar falhas, pegar ou quebrar a regra.

Perguntar

Um dos aspectos mais importantes de uma observação é determinar por que uma precaução foi ou não tomada.

 Esse insight é um dos mecanismos mais eficazes para afetar a mudança de comportamento e priorizar iniciativas de melhoria em segurança.

É fácil para todos nós nos tornarmos complacentes com uma tarefa frequentemente executada.

É importante que o indivíduo observado reconheça a lógica das decisões que está tomando, tanto para as que reduzem a exposição ao risco quanto para as que introduzem a exposição ao risco.

Se você enxerga uma exposição ao risco, faça as perguntas mais apropriadas: Por que você fez dessa maneira?

 É assim que você sempre faz? Você se sente seguro fazendo dessa maneira? Existe uma maneira mais segura de fazer isso? Você foi treinado para fazer dessa maneira?

Reforçar

As observações são uma oportunidade de apontar especificamente as coisas positivas que uma pessoa está fazendo por sua própria segurança.

 Deve-se enfatizar o que o colaborador está fazendo certo para garantir que ele não esteja apenas tendo sorte quando se trata de prevenção de lesões.

 Se um indivíduo tomou uma precaução ao executar seu trabalho, este é um excelente momento para reforçar precisamente o que você o observou fazendo e incentivá-lo a continuar.

Isso ajuda a mudar a crença comum de que o seguro é definido pela falta de acidentes e não pelo que as pessoas fazem para controlar a exposição ao risco.

Manifestar preocupação

Quando o risco é identificado durante uma observação, a maneira de falar escolhida para comentar é crítica.

Expressar preocupação é uma abordagem preferida ao afirmar que alguém está “em risco” e “inseguro”.

Quando você escolhe os últimos exemplos, suas opiniões são introduzidas na conversa, comprometendo a confiança e o respeito.

 Se um observador declara preocupação com a maneira como uma tarefa é executada, isso oferece uma melhor chance de uma conversa, levando a uma compreensão de porque o risco faz parte da tarefa.

Geralmente, essa tática faz parte de uma metodologia mais abrangente para treinamento em segurança de liderança ou segurança baseada em comportamento.

 Embora a estrutura de tais abordagens sejam certamente valiosas, as etapas de uma metodologia eficaz de observação e comunicação também são importantes de forma independente.

Estamos juntos!      

Métricas e metas socioambientais na gestão ESG?

É lógico que as organizações que operam em diferentes segmentos terão diferentes KPIs (indicadores-chave de desempenho) e métodos de medição do desempenho ambiental dentro de um SGI

Estivemos desenvolvendo KPIs para organização de tecnologia que abriu uma grande loja, não só pelo seu desempenho socioambiental “local”, mas também no impacto positivo que seus produtos podem ter em sua base de clientes.

Como consultor, eu estou acostumado a trabalhar com organizações em sua maioria de setores de energia, manufatura, portos, mineração etc., e, portanto, definir e construir KPIs tem sido relativamente simples, afinal a quase 4 décadas aprendemos alguma coisa

Kpis de atendimento a legislação e avaliar o desempenho são necessários, mostrando alguma melhoria contínua nessas medidas para satisfazer os termos da norma, mas a maioria das organizações não sentem a necessidade de olhar além disso.

Trabalhando para esta organização, que chamarei de “XPTO”, garantiu que eu tivesse que repensar minha perspectiva sobre KPIs socioambientais e considerar como eles poderiam ser transformados de uma ferramenta de medição reativa em um driver proativo para mudanças socioambientais positivas.

Em outros textos publicado no meu blog e aqui no linkedin falamos em KPIs normalmente sendo definidos na revisão de gestão, e obviamente sendo definidos ou pelo menos aprovados pela equipe de gestão superior.

Foi o caso da Empresa XPTO, e de acordo com a norma de cumprimento da legislação, teve de ser abordado.

 A identificação e avaliação de riscos e ações contra aspectos e impactos socioambientais também devem ser claramente definidas e as medições subsequentes colocadas em prática.

Já falamos também sobre como poderíamos reduzir o impacto socioambiental cotidiano de organizações, e usamos a mesma fórmula ao lidar com a elas.

No entanto, após uma discussão mais profunda, ficou claro que a Empresa XPTO tinha uma gama de produtos que eram ambientalmente inovadores, e tinha um plano claro e roteiro para construir produtos que liderassem ainda mais a indústria em termos de consumo de energia, compatibilidade com outros produtos socio ambientalmente positivos e bem como no ciclo de vida.

Isso me pareceu não apenas um atributo que precisava quantificado como um KPI de alguma forma, mas também um ponto de venda único com aquela frase chave que toda organização espera impulsionar suas vendas.

Então, como estabelecer novos KPIs que não só mediriam os fatores descritos acima, mas também se mostrariam aspiracionais em termos do objetivo de toda a força de trabalho de construir produtos líderes da indústria que beneficiariam o meio ambiente mais amplo?

A empresa XPTO tem uma gama de produtos que são projetados para ser 10 vezes mais eficientes em termos de energia do que os da concorrência, e consequentemente, um ciclo de vida muito mais longo do que os da concorrência.

Todos os resultados foram verificados de forma independente.

O plano era desenvolver e utilizar a fórmula dos produtos ambientalmente positivos como base de todos os novos produtos.

Assim, dado que esse aspecto estaria sempre aberto a escrutínio e análises detalhadas, como poderia ser definido um conjunto significativo de KPIs para não apenas medir esse sucesso, mas fornecer uma meta aspiracional para o desenvolvimento futuro de produtos?

Como cada produto seria substituído por uma contrapartida mais eficiente no tempo, os produtos com menos de dois anos de idade foram classificados como “novos”, e só perderam esse status no 2º aniversário de sua data de lançamento.

A porcentagem de produtos “novos” versus “não novos” vendidos foi então medida como um KPI.

Isso permitiu que várias decisões estratégicas fossem tomadas: em primeiro lugar, a equipe de vendas poderia identificar quais produtos eram ambientalmente benéficos, obter plena compreensão desses atributos explicados acima e vender proativamente os produtos que deram benefício total ao ciclo de vida ao usuário final e tiveram significativamente menor impacto ambiental.

 Em segundo lugar, a alta direção poderia identificar mais facilmente quais linhas de produtos necessitavam de desenvolvimento e melhoria, com base em um gráfico simples do ciclo de vida que mostrava as lacunas entre os produtos mais benéficos ao meio ambiente à venda e aqueles que eram menos eficientes.

Foi definido e construído um KPI de impacto socioambiental reduzido.

 Isso consistia no número de novos sistemas de armazenamento vendidos em todo o mundo por trimestre, que se ligavam a um KPI de vendas tradicionais.

Um “mapa de calor” foi desenhado para ilustrar isso, e o impacto socioambiental reduzido pôde ser visto em um sentido muito visual pela organização, pelo comprador que ficou extremamente impressionado.

 Cada “ponto” no mapa de calor representava uma organização que consumia 10 vezes menos energia em seu armazenamento, e tinha dispositivos inseridos que tinham cerca de seis vezes mais ciclo de vida do que anteriormente.

Os KPIs acima alcançaram nos mostraram alguns pontos interessantes.

 Eles permitiram que a organização visse o verdadeiro benefício ambiental alcançado globalmente, e forneceram um fator de condução para todos inventarem e construírem novos produtos que sejam igualmente, se não mais eficientes.

Este projeto me mostrou que os KPIs não precisam ser apenas uma medida pura, mas também podem ser um driver das aspirações de uma organização.

 É vital que o desempenho, aspectos, impactos e riscos sejam todos medidos de alguma forma, mas trabalhar com essa organização a XPTO também me ilustrou gradualmente que um KPI bem pensado também poderia se tornar parte do seu planejamento estratégico, e o roteiro que estabelece a visão para o futuro para suas organizações e colaboradores.

Da mesma forma, em vez de manter um KPI como este escondido e compartilhar apenas dentro de sua própria organização, pareceu-me que este era o tipo de medida que certamente melhoraria sua reputação ser compartilhado com seus parceiros e clientes.

 As mesmas facetas que tornam esses produtos mais atraentes para comprar certamente devem ser as principais notícias para sua equipe de vendas, e como novos produtos são desenvolvidos e vendidos com os mesmos critérios, o negócio só vai crescer.

Quando o negócio cresce, o impacto socioambiental é mitigado devido às qualidades do produto.

 Ao definir e usar tal KPI, um ciclo de positividade socioambiental é estabelecido e o benefício se espalha exponencialmente por toda a base de clientes.

Isso significa boas notícias para todos e reforça a sua gestão ESG

Estamos juntos!!!

Prestando atenção à falha na resiliência do risco na sua gestão

Com a adoção generalizada de iniciativas de melhoria contínua, como lean, six sigma, QSMS e gestão de segurança principalmente, estes são vistos como contribuintes vitais para a excelência operacional e o desempenho dos negócios.

Sem dúvida, através de estatísticas de segurança, pode-se concluir que sistemas díspares e fontes de dados fragmentadas são as principais barreiras à melhoria do desempenho de QSMS-RS.

Embora as indústrias tenham adotado a segurança, ainda há uma desconexão quando se trata de implementar a segurança como um valor.

Muito poucos investem em tecnologia e pessoal e essa lacuna reflete uma cultura que não é totalmente favorável à segurança.

E explicou; as organizações continuam a experimentar acidentes com colaboradores, reduzem a rentabilidade e o crescimento.

O ponto de partida é dar um passo atrás e fazer uma abordagem geral.

Isso envolve o alinhamento com os objetivos estratégicos da organização e as iniciativas contínuas de melhoria contínua.

Rastrear anomalias e aprender com sinais enviados.

Quando informações sobre quase acidentes registrados aumentam significativamente, os gestores podem não a diagnosticar como um sinal de alerta.

Em organizações complexas, alguns problemas na linha de frente como pequenos erros, lapsos e eventos incomuns, são muitos.

Esses sinais de alerta não são óbvios até que ocorra um desastre, após o qual a lógica é totalmente compreendida.

Mas tais irregularidades tendem a ser relatadas por acaso e raramente são analisadas rigorosamente.

Imagine um colaborador que, enquanto caminha até a estação de montagem no chão da fábrica, nota uma macha de óleo no chão.

 Primeiro, é fácil relatar o problema.

Em segundo lugar, as informações capturadas (idealmente inclui uma fotografia ou descrição) precisam ser rapidamente analisadas por pessoas que podem direcionar alguém para corrigir o problema neste caso, para limpar o derramamento.

Em terceiro lugar, tal correção precisa ser implementada em tempo hábil para que o repórter possa ver que seu relatório fez a diferença.

Sistemas complexos falham principalmente porque os indivíduos que trabalham não têm todas as peças de quebra-cabeça que precisam para descobrir grandes problemas.

Aprender com sinais, deve e pode capacitar trabalhadores, engenheiros e gestores a identificar problemas antes que eles custem enormes para as operações industriais.

Ao aprender sistematicamente sobre erros, erros e anomalias, os gestores do QSMS podem montar um mosaico de insights de segurança sobre possíveis colapsos.

Muitas coisas ficam no caminho dos gestores do QSMS quando tentam e tentam uma mudança significativa na cultura.

 Se os colaboradores forem céticos em relação às mudanças, frequentemente os enxergarão como esforços transitórios que serão aprovados.

 Direcionar as pessoas a relatar anomalias não é suficiente, reuniões e palestras não podem ser comparados com a eficácia de um conjunto de ferramentas práticas que aproveitam as motivações dos funcionários.

Um aplicativo móvel, por exemplo, captura efetivamente dados e, em muitos ambientes industriais, os funcionários já carregam seus telefones celulares.

 A realização de inspeções e auditorias de segurança, influenciando os funcionários a relatar quase acidentes e incidentes demonstra que eles estão fechando o ciclo de problemas.

Ao notificar os colaboradores de que estão coletando mais informações e reagindo aos seus esforços de segurança, fortalecem ainda mais o clima de segurança.

As organizações que adotam essas abordagens se tornarão melhores em aprendizado, inovação e tomada de decisão, aumentando assim suas oportunidades de crescimento, ao mesmo tempo em que reduzem sua exposição a riscos sistêmicos.

Estamos juntos!

Redefinição da Sustentabilidade Corporativa na era do COVID-19

Se você quer evoluir sua estratégia de sustentabilidade, você deve primeiro avaliar o que é possível e planejar a partir daí.

Use modelos de maturidade para ajudar sua organização a entender melhor as possibilidades estratégicas, dado o seu nível de maturidade dos principais processos e funções.

Como nos preparamos para a próxima etapa à medida que os países começam a abrir-se para os negócios novamente?

Tentamos voltar a ser como eram, ou decidimos evoluir nossas estratégias?

Talvez alguns estejam se perguntando se estamos preparados para extensões de bloqueios pandêmicos, ou pior, múltiplas ondas da doença.

Prefiro perguntar se podemos reimaginar como é a sustentabilidade em nossa indústria.

 É possível criar estratégias para restaurar nossa indústria e assar nossos esforços de sustentabilidade em um conjunto de atividades integradas?

Devido ao atual estado de emergência, estamos colaborando com diversos especialistas em negócios, operações, saúde, segurança e meio ambiente, especialmente se atendemos ou apoiamos equipes de resposta a emergências.

Podemos converter nossa experiência atual em criar estratégias para atender às incertezas futuras?

À medida que nos preparamos para a próxima fase, sua organização precisará entender os níveis de maturidade para determinar as melhores estratégias para o que está por vir.

Planeje realizar avaliações para ver o quão bem seus sistemas e processos lidaram com o inesperado.

Um dos meus clientes está aproveitando esse tempo para pensar em como integrar programas em saúde, segurança e meio ambiente QSMS com a compreensão de que diferentes disciplinas muitas vezes podem ser tratadas pela mesma estratégia, especialmente quando os resultados estão relacionados.

No caso da evolução das estratégias de sustentabilidade, onde os resultados coletivos do QSMS e outros esforços operacionais/empresariais são frequentemente desparamentados, um exercício utilizando o quadro de desempenho proposto poderia destacar várias áreas onde abordagens integradas poderiam avançar nos resultados de sustentabilidade.

 O quadro pode ser aplicado a quase qualquer estratégia operacional.

Estamos juntos!

Impactos socioambientais, quem responde?

Em pleno fim de semana, recebo a ligação de uma empresária conhecida, preocupada, pois seus advogados, à avisam que sua empresa estava sendo acusada de crime ambiental, por ocultação de passivo ambiental etc.

E ia sobrar para ela e seus familiares já que faziam parte do contrato social.

E agora? Bem, não entendo de direito, aliás não entendo de nada, quanto mais eu estudo mais eu me sinto ignorante, pois sempre tem algo para aprender e vivenciar e a diferença entre a teoria e a prática é enorme.

Essa situação em que ela se encontra, não era novidade para mim e já tinha discutidos vários cases que se passaram comigo em minhas palestras e treinamentos, daí ela me conhecer.

Situação complicada a dela e dos sócios, e por mais que culpasse seus diretores ou gerentes, não adiantava e iria responder de alguma forma.

Não foi por falta de mencionar sobre o assunto de minha parte, uma pena que não tinha prestado atenção ou acreditado (muito normal) nos cases que havia comentado em minha palestra.

O que eu mais ouço e sinto após os debates destes eventos, é a indignação dos empresários onde parece que fui eu que escrevi a lei de crimes ambientais, outra de que:

” Tenho este negócio a 30 anos e nunca vi uma fiscalização bater na minha porta!”

Sendo a mais comum:

“Dou dinheiro para todos os partidos em todas as eleições, como esses órgãos são políticos ninguém me enche o saco.”

A conta sempre chega um dia!

Atualmente, quando os empreendedores resolvem iniciar alguma atividade e os administradores em aceitar a dirigir empresas, entidades e organizações.

É indispensável seja qual for a iniciativa, que este passe por uma avaliação.

Questão de sobrevivência, marketing ou o que seja. Mas tem que passar.

Temos riscos ambientais e riscos econômicos.

Os sócios e administradores devem ter uma atuação cautelosa e preventiva, porque normalmente os danos ambientais são de difícil reparação, fazendo com que os custos com prevenção sejam infinitamente menores que a remediação, além dos danos nocivos à imagem de uma organização que é poluidora.

Toda atividade econômica tem algum impacto ambiental e geralmente as “Normas Ambientais”, que não deveriam ser entraves ao desenvolvimento, são menos respeitadas nos países em desenvolvimento.

Deve ser feito um gerenciamento de riscos, preventivamente com instrumentos que minimizam os mesmos, valendo-se de contratos e auditorias.

Temos a tríplice responsabilidade na questão ambiental: administrativa, civil e penal.

A responsabilidade civil é solidária e, segundo a legislação ambiental, o poluidor pode ser a pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável, direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental.

 A responsabilidade é objetiva, ou seja, prescinde de culpa e a licitude da atividade é irrelevante.

Respondem pela reparação todos os envolvidos direta ou indiretamente na ação ou omissão que tenha causado danos ambientais, independentemente da existência de culpa, sendo cada parte responsável pela reparação integral do dano, sendo indispensável à comprovação do nexo causal entre a ação/omissão e o dano causado.

Há de se observar ainda que sócios e administradores respondam pelo cumprimento da obrigação de reparação ambiental na qualidade de responsáveis e em nome próprio.

A responsabilidade será solidária com os entes administrados, na modalidade subsidiária.

Conforme já manifesto por nossos tribunais, é imprescritível o direito de ação coletiva, com relação à prescrição, em se tratando de pretensão que visa à recuperação de meio ambiente degradado.

Em todos os empreendimentos, negócios de qualquer natureza envolvendo utilização, locação, arrendamento ou compra e venda de imóveis, devem necessariamente ser precedida por auditoria ambiental técnica para confirmação de eventual passivo ambiental decorrente de contaminação do solo, do subsolo ou da água subterrânea.

Em não o fazendo, o adquirente assume total responsabilidade em futura demanda que possa surgir.

Concluindo, podemos afirmar que devemos agir preventivamente, fazendo contratos com o estabelecimento de condições, fazendo e mantendo um arquivo ambiental correto, preocupar-se muito mais e antes em não poluir do que reciclar.

Estamos juntos!

A pandemia está criando interrupções sem precedentes em nossas vidas (profissional e pessoal), e agora?

Como líder, este momento requer pensar diferente sobre como você gerencia.

Comesse fazendo um balanço de novas realidades que estão aumentando o risco que enfrentamos no trabalho.

Você pode ter menos pessoas trabalhando.

Suas equipes podem ser menores, podem estar fazendo mais trabalho e podem estar trabalhando mais horas.

Algumas pessoas podem estar trabalhando remotamente, eles podem estar usando mais tecnologia, o que pode ser uma nova experiência para muitos, e eles podem estar seguindo novas práticas de trabalho que requerem distanciamento físico.

As pessoas também estão distraídas com ajustes em suas vidas domésticas.

 Seus filhos estão em casa da escola, ou talvez seu cônjuge esteja dividindo seu escritório.

Com todas essas novas realidades em mente, o que você pode fazer de diferente como um líder?

Aqui estão nossas sugestões que você pode fazer agora, nesse momento.

Verifique frequentemente seu pessoal.

Faça isso individualmente e em grupos. Pergunte sobre seu bem-estar, assim como o de sua família, amigos e colegas de trabalho.

Ajude-os a tomar decisões melhores e mais seguras que sejam protetoras de si mesmas e dos outros.

Por exemplo, ajudá-los a reconhecer oportunidades quando a tomada de decisão entra em jogo.

Seja mais acessível. Isso pode significar ampliar sua porta de disponibilidade.

 Reconheça que as pessoas estão preocupadas e podem precisar falar com alguém da gerência.

Isso pode significar verificar com eles com mais frequência. Você também precisa facilitar para sua equipe entrar em contato com você.

 Dê-lhes o número do seu celular e atenda quando ligarem. Ser mais acessível vai ajudá-lo a guiá-los através das decisões que eles precisam tomar para controlar suas situações de exposição.

Seja empático. Ver as coisas do ponto de vista deles e andar alguns passos em seus sapatos. Isso ajudará a transmitir um senso de compreensão do que eles estão contra.

Expresse confiança e apoio. “Vamos superar isso” e “Tudo bem pausar o trabalho por razões de segurança enquanto resolvemos as coisas.”

Diga “obrigado” e reconheça que o que eles estão fazendo para ajudar um ao outro e sua empresa é apreciado.

 Saiba que as pessoas estão gerenciando interrupções em suas vidas pessoais e ainda continuam realizando seu trabalho com segurança e segurança.

Transmita sincera gratidão pelo profissionalismo e pelos profissionais que prestam assistência diariamente.

Quando as pessoas sabem que você se importa com elas, provavelmente farão mais por você e seus colegas de trabalho. Essa é uma grande chance para você mostrar que sua organização tem um rosto humano.

Identifique quem é o seu candidato. Alguém com quem você pode conversar, para se apoiar.

O stress é uma ameaça real para todos os líderes, e você precisa se lembrar de cuidar de si mesmo para poder cuidar dos outros.

Este é um momento no tempo que moldará não apenas o futuro da sua empresa, mas também o seu futuro como líder.

As consequências financeiras finais desta crise são desconhecidas e não podemos controlar isso. Mas o que podemos controlar é como nos comportamos como líderes.

O melhor chefe que eu já havia me ensinado algo importante décadas atrás, e ainda é verdade hoje.

Ele me disse: É fácil ser um bom líder quando as coisas estão indo bem, mas o seu verdadeiro teste como líder chega quando os tempos ficam difíceis.

Então, como você se compara?

Estamos juntos!

Esta crise pode ser um reset para você, aproveite a oportunidade, pense a respeito!

Para empresas que não foram dizimadas pela pandemia, a interrupção pode criar momentos para reflexão redirecionar suas estratégias. 

 Que lições de liderança você aprendeu nos últimos meses?

 Quando a gravidade da crise ficou clara, você imediatamente se concentrou na mitigação do risco.

O que temos que fazer para ter certeza de que todos estão bem? Primeiro pensamento provavelmente

A preocupação principal era “pessoas em primeiro lugar”.

A comunicação tornou-se crítica e tornou-se mais pessoal.

É sobre as pequenas coisas, de como ter certeza de que você se encontra todos os dias e ter certeza de que todos sabem que a empresa está bem.

Eles também estão procurando por liderança, e nós temos que ser sólidos.

De um colega que sou mentor ele é o líder de QSMS na sua organização e descreveu como está atuando.

“Tenho me certificado de descansar o suficiente. Eu falo com meu diretor de operações, todas as manhãs para ter certeza de que estamos alinhados e que ambos estamos bem, porque como nós aparecemos para a equipe mais ampla importa.”

Quando estava no meio do epicentro do Ebola com 4000 colaboradores até me achar demorou um certo tempo.

Coletar corpos não meio da sua área não foi fácil assimilar

 É fácil nos negócios às vezes pensar: “Eu só preciso estar focado no trabalho.”

 Mas você tem que parar e se concentrar nas pessoas!

Quando nos reuníamos com a equipe, a mensagem e o tema eram foco eu sempre perguntava: “Qual é o nosso foco hoje?”

Quando há uma crise, há tantas distrações, especialmente para todos que trabalham em casa.

Eu também tenho dito: “Vamos nos concentrar em onde as oportunidades estão, e vamos imaginar sair disso quase como se isso nos acelerasse para a frente.

 Vamos sair inteiro e à frente. Essa crise é como um reset se você aproveitar a oportunidade para olhar as coisas dessa forma pelo trabalho que fazemos e em nossas vidas pessoais.

“Vamos imaginar sair disso quase como se nos acelerasse para a frente.”

Também estamos tirando pressão de pessoas que podem querer tentar fazer tudo ou muito.

Na primeira semana da crise, eu disse:

 Não vamos tentar fazer tudo.

Vamos nos concentrar nas áreas onde sabemos que teremos um impacto, e tudo bem que algumas das outras iniciativas vão ficar no banco de trás.

 Acontece que tudo estava avançando. Mas tirou a pressão mental das pessoas.

Já falei muito de mim, e você meu amigo e colega!

 Que outras lições você aprendeu sobre comunicação nesta crise?

 Este é um momento em que precisamos estar realmente sintonizados nas palavras que escolhemos como líderes.

Esses dias em nossa pequena consultoria

Alguém perguntou se estamos em um congelamento de contratações, e eu disse: “Não, nós fizemos uma pausa na contratação”

 Você tem que estar ciente do efeito de ondulação que as palavras podem ter, especialmente como um líder.

Se eu disser: “Sim, há um congelamento de contratações”, as pessoas podem, conscientes ou não, interpretar isso como um sinal maior de que as coisas não estão indo bem.

 Nem todo mundo está ciente da situação financeira saudável da empresa.

 Mas fazia sentido dar uma pausa nas contratações, porque tínhamos uma iniciativa agressiva de contratação em vigor.

Mas perdemos todos os contratos!!! E agora?

Então eu disse: “Vamos fazer uma pausa nisso.”

Mas, no geral, as pessoas estão se unindo mais. O trabalho se torna mais pessoal, e você tem vislumbres dos espaços das pessoas em casa em chamadas de vídeo. Vocês estão cuidando um do outro.

Você tem objetivos comuns em ser seguro e fazer o trabalho.

As pessoas realmente querem dizer isso quando perguntam umas às outras: Como você está? Como você está se sentindo? Se alguém ouvir uma tosse de alguém, eles dirão: Você está bem?

 Descanse um pouco. Precisamos de você. É um processo importante que podemos passar como seres humanos.

Um dos maiores desafios para os líderes é garantir que sua equipe principal opere como uma verdadeira equipe.

 Como você faz isso?

 Eu estou sempre procurando tirar o melhor de todos, permitindo que eles façam o seu melhor e dando-lhes o espaço para fazer isso.

Confiem um no outro para fazer isso.

Isso é o que eu estou esperando, e esse é o estilo de liderança que eu estou encorajando.

 E funciona. Também é egoísta da minha parte porque tanta energia pode ir para a gestão de conflitos de personalidade. Então você realmente tem que se manter firme nessa abordagem.

 E como você lida com a conversa se você tem que se envolver?

 Se uma situação não está melhorando, eu vou puxar alguém de lado e dizer: Aqui está o que eu estou vendo.

 Preciso que faça isso por mim. É assim que ele precisa ir. Você não está dando ordens ou exigindo porque é da natureza humana se rebelar nesses momentos. Então você permite que as coisas se resolvam sozinhas.

Você honra os indivíduos respeitosamente para resolver isso.

 Há diferenças de estilos, e você aponta as diferenças. E quando eles ficam no caminho do nosso foco, você apenas puxa alguém de lado e diz: “Eu preciso do seu compromisso aqui.”

Paixão, entusiasmo, convicção esses grandes atributos que tornam alguém dinâmico.

Conjuntos de habilidades são importantes, mas o que importa mais é o espírito em que eles fazem o que fazem.

Se você tem convicção, isso aparece como credibilidade.

Recentemente eu disse a alguém que eu estava entrevistando:

“Você deve ser um crente. Se você não é um crente, você não vai conseguir!

Queremos crentes. Você deve acreditar em si mesmo, na empresa, e o que estamos fazendo aqui.

 Isso é convicção.

Estamos juntos!

Sem dúvida, a pandemia está impulsionando o ESG nas organizações

Empresas que pensam em interesses mais amplos das partes interessadas surgirão em muito melhor forma, não tenho dúvida!

Como uma porta de cofre se fechando, a pandemia global do vírus silenciou o zumbido constante do comércio.

 Os bloqueios pararam empresas e escolas, interromperam cadeias de suprimentos, fecharam aeroportos e pararam as viagens aéreas.

 À medida que as ruas ficavam estranhamente vazias no que teria sido congestionado o tráfego diário, as fotos compartilhadas nas redes sociais, em vez disso, eram de um magnífico céu azul perfeito de vistas da cidade nunca vistas da cidade há algum tempo.

A divulgação do número de crescimento do PIB com um declínio prevê a escala de destruição econômica provocada por bloqueios que serão espelhados globalmente.

O Fundo Monetário Internacional revisou a taxa de crescimento da China, prevendo crescimento zero para a região e descrevendo o impacto da corona vírus nela como “grave e sem precedentes”.

Trágico como tem sido, e ainda é dado o triste número de mortes, esta emergência de saúde global, no entanto, tem sido um sopro de ar fresco para o meio ambiente.

As emissões de carbono devem registrar a maior queda anual registrada, mais do que durante qualquer crise econômica ou período de guerra anterior, de acordo com o Carbon Briefs, um site britânico focado em ciência climática.

À medida que os bloqueios forem suspensos em fases nos próximos meses, as empresas que desejam reiniciar estarão recebendo as peças de uma perspectiva de negócios abalada.

No início da temporada de ganhos, falar sobre previsões de lucro para o ano com avaliações não confiáveis baseadas em ganhos será uma perda de tempo.

De fato, a dispersão das previsões dos analistas é a mais alta já registrada.

Como os investidores recuaram, os níveis de caixa estão em níveis recordes.

De acordo com uma pesquisa com gestores de fundos realizada pelo Bank of América em abril de 2020, eles estão no nível mais alto desde os ataques terroristas de 11 de setembro.

Com a maioria dos gestores de fundos pesquisados apontando uma recessão para o ano, sua alocação para ações também é a mais baixa desde março de 2009.

As empresas, nas profundezas desta crise e planejando o que vem a seguir, têm uma oportunidade incomum de olhar além do foco estreito de como cumprir as metas de crescimento deste ano.

 Mesmo seus stakeholders financeiros não esperam muito, se é que têm alguma coisa, devido ao deslocamento generalizado.

O tempo dos investidores é muito melhor gasto observando casos de infecção / vírus ativo em busca de sinais de uma possível reabertura da economia.

Em vez disso, as empresas que estão pensando em interesses mais amplos das partes interessadas surgirão de forma muito melhor.

No mundo pós-pandemia, as empresas precisarão fazer mais para demonstrar completamente como estão atendendo ao interesse mais amplo da sociedade.

Para questões ambientais, sociais e de governança (ESG), “é um momento divisor de águas”.

O que se torna extremamente visível em um momento como este é como as empresas estão pensando em seus stakeholders mais amplos e questões relacionadas à sustentabilidade.

Mesmo como as empresas pensam sobre seus balanços, a forma como as marcas ressoam e se conectam com seus clientes se tornam ainda mais agudas em um momento como esse.

 Os resgates corporativos provavelmente exigirão cortes de capital, ou seja, o setor público se interessando em troca de assistência.”

O fato de os bancos centrais e os governos terem entrado e de maneira importante apontado para um futuro de governos desempenhando um papel muito maior nos próximos anos.

 Esta é uma oportunidade para os reguladores moldarem os tipos de sociedade em que queremos viver assim que saímos disso”

Há um repensar sobre quais são os tipos de modelos de negócios dos quais queremos apoiar?

Quais são os tipos de prioridades que queremos ter como sociedade?

 Você pode ver os reguladores pensando nisso agora com o tipo de ações políticas dramáticas tomadas por essa crise que as incentivam e reforçam.

Possivelmente vamos observar uma nova geração de empresas capazes de formar parcerias efetivas com os governos e apoiar a qualidade com a prestação de serviços em escala, como nunca antes visto.

“A próxima geração de organizações precisará fornecer valor de uma maneira totalmente diferente”.

Estamos juntos!

A importância do compliance dos requisitos legais para sua gestão ambiental dento do ESG

O cumprimento da legislação ambiental é uma das partes mais críticas da ISO 14001/SGA.

Embora a norma não faça distinção entre diferentes setores de negócios, é fácil imaginar os potenciais efeitos negativos de uma usina por exemplo não atender aos requisitos legais e o impacto resultante.

Por conseguinte, dada a importância de cumprir a legislação, que medidas uma organização pode tomar para garantir que estes requisitos sejam cumpridos antes de uma auditoria?

Faz sentido ter uma lista de verificação da legislação para ajudar a alcançar a conformidade para a sua empresa?

A norma menciona que cada organização terá a exigência de cumprir suas obrigações de conformidade.

O que mudou na 14001-2015?

A legislação e as necessidades das partes interessadas de uma organização agora podem ser classificadas em conjunto como “obrigações de conformidade”.

A norma sugere que cada organização deve ter acesso a obrigações que a afetem, determinar como elas podem afetar o seu sistema de gestão e levá-las em conta ao planejar atividades, mantendo evidências documentadas.

Portanto, torna-se claro que a manutenção de uma lista de verificação de auditoria poderia ajudar sua organização a atender a esses requisitos, então quais outros fatores você deve considerar antes de estabelecer a lista de verificação?

Agora que compreendemos que a legislação e as necessidades das partes interessadas são classificadas em conjunto, podemos decidir onde documentá-lo, como verificá-la e como analisá-la de forma eficaz.

Faz sentido considerar as seguintes perguntas:

Que canais podem ser identificados e utilizados para garantir a identificação de legislação relevante?

Quem é responsável por isso dentro de sua organização?

São considerados todos os requisitos das partes interessadas? Você precisa de entrada de diferentes departamentos internos e parceiros externos definidos para conseguir isso?

Como é gerida a comunicação interna e externa? Os funcionários e outras partes interessadas precisam ser informados das mudanças para garantir que os processos e comportamentos sejam ajustados de acordo?

O treinamento é um requisito para atender aos termos de quaisquer mudanças?

Existe uma verificação independente de que todas as obrigações corretas de conformidade foram identificadas e implementadas?

A coisa mais importante é que agora você pode criar uma lista de verificação que garante que essas tarefas sejam alocadas, realizadas e registradas de uma maneira que torne possível revisar sua eficácia.

A norma não faz menção a uma lista de verificação, mas a verificação da legislação é um exemplo em que a criação de uma lista de verificação pode fazer sentido do ponto de vista do negócio.

O cumprimento da legislação pode ajudar a atender aos objetivos da organização, evitar penalidades financeiras caras e, em muitos casos, garantir que a reputação da sua marca intacta.

A consolidação das mudanças na legislação, responsabilidades, datas das mudanças e ações necessárias para a comunicação com as partes interessadas pode ajudar a conseguir isso com eficiência.

É muito importante observar que a norma declara apenas que “obrigações de conformidade” precisam ser consideradas ao organizar as atividades, mas essa lista de verificação também pode fornecer uma oportunidade de melhoria para os seus negócios.

 Considere todas as atividades que possam afetar sua conformidade com a própria legislação e decida se vale a pena incluir na sua lista de verificação.

Por exemplo, se o seu negócio deve estar em conformidade com a legislação, talvez você precise provar sua conformidade duas vezes por ano.

 No entanto, se você passar seis meses sem verificar e depois encontrar um problema, pode ser tarde demais para corrigi-lo a tempo para a data prescrita.

Nesse caso, você pode ter o problema de legislação em sua lista de verificação e seus requisitos de conformidade, mas deve garantir que sua lista de verificação solicite ao responsável pessoa para revisar o status e fazer as alterações necessárias a cada três meses e um mês antes das datas de conformidade.

Pensar assim pode não apenas ajudar sua organização a atender aos requisitos de legislação e conformidades, mas também pode estabelecer boas práticas que garantem que você fique à frente da concorrência.

 Garantir que suas obrigações de conformidade sejam organizadas, visíveis, responsabilidades alocadas e todo o processo documentado possa trazer outro benefício para seus clientes, e uma lista de verificação é um excelente método para alcançar isso.

Fundamental lembrar que o principal benefício da conformidade ambiental é para os seus negócios e claro para o meio ambiente.

Estamos juntos!

Responsabilidade Social Corporativa X COVID-19, organizações falam em “propósito e valores” agora é a hora de ver quem fala a verdade!

A forma como as organizações estão e vão prosseguir depois da covid 19 e, no momento respondem a essa crise marcará um ponto de virada que será lembrado por décadas.

Estamos assistindo doações para todos os lados, bem como “Estamos trabalhando para você comer, ficar vivo etc.”

Muito legal, né! mas claro que ninguém está trabalhando de graça e muitos queriam mesmo é ficar em casa com suas famílias, mas se ficam, são demitidos!

Para milhões de brasileiros, a nova lei que foi decretada para ajudar será muito pequena e tarde demais.

Espera-se que pagamentos em dinheiro cheguem a informais, e colaboradores demitidos.

Mas os colaboradores que perderam sua renda sem aviso prévio não podem esperar semanas para alimentar suas famílias.

Para grande parte dos brasileiros, esta é uma crise que requer ações imediatas que só as organizações podem tomar.

A forma como as organizações respondem a essa crise não será esquecida por um bom tempo

Observemos na arquibancada como vão agir!

Organizações falam muito sobre ter um propósito social e um conjunto de valores, ou o quanto se preocupam com seus colaboradores e seus stakeholders.

 Agora é a hora de vocês cumprirem esse compromisso!!

Existe uma crença que colaboradores só realmente acreditam que sua organização tem um propósito e valores claros quando veem que a administração toma uma decisão que sacrifica a rentabilidade de curto prazo para aderir a esses valores.

Quando nossa consultoria se deparou com crises na economia, tomamos a decisão de não demitir pessoas, mas de reduzir os salários em uma escala variável, para que aqueles que lucrassem mais tomassem os cortes mais profundos e aqueles com crianças tivessem uma redução muito pequena.

Faz tempo, mas ainda estão falando sobre essa decisão, e decidimos repeti-la agora.

Entendo que os líderes corporativos enfrentam pressão de investidores e banqueiros para manter o caixa e reduzir as perdas, mas nem investidores nem banqueiros passarão fome.

Mesmo os aposentados, que viram suas economias esgotadas, podem esperar ver as ações se recuperarem desde que não entrem em pânico.

As empresas cancelam custos de reestruturação, falhas de produtos ou aquisições que dão errado o tempo todo.

Todos entenderão o cancelamento de perdas devido à pandemia de corona vírus. 

O que as organizações fazem para ajudar seus funcionários demitidos, além do que é exigido ou esperado, será lembrado e reembolsado com maior lealdade, aumento da produtividade e um benefício de reputação duradouro por muitos anos.

Continuar a pagar salários, ainda menos do que o salário integral, talvez seja uma opção.

Mas quem sou eu para dizer o que fazer, cada um sabe até onde pode ir, e sua consciência também.

 É essencial não apenas como uma questão de responsabilidade social corporativa; também reduzirá substancialmente os custos de recontratação de funcionários quando a economia voltar ao normal.

Grandes organizações devem usar suas fundações (as que tiverem) para ajudar com despensas, clínicas gratuitas e outras organizações sem fins lucrativos que atendem às necessidades imediatas das comunidades onde operam.

Ninguém espera ou exige que as organizações tomem medidas extraordinárias para ajudar seus stakeholders, mas os passos ousados e criativos que tomam hoje para fornecer assistência imediata definirão seu legado amanhã.

Vamos ver quem está falando da boca para fora, ou melhor, do seu lindo website e dos banners da sua área de comunicação publicados, para os que realmente tomaram uma postura digna de quem tem uma RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA VERDADEIRA

Estamos juntos!

Lições aprendidas com Covid e, vamos melhorar da próxima vez

Lições aprendidas com a covid e, vamos melhorar da próxima vez.

 Ao contrário de muitos de vocês, eu trabalho em casa (bem, exceto quando estou no campo, vida de consultor é na estrada ajudando) então não estou sentindo estar preso.

Quem trabalha ou trabalhou em trecho e embarcado como eu por 4 décadas, sabe que é viver em contêineres por meses sem ir para casa anos e anos.

 Eu ainda ando toco o meu baixo, implico com os meus filhos e participo de reuniões praticamente não mudou muito, mas a incerteza é grande!

Em 2019 por um motivo de saúde familiar, pedi demissão da vice presidência para acompanhar o tratamento e acabei sendo consultor como meio de vida, estava me preparando para isso em 3 anos, mas Deus sabe o que faz.

E assim hoje sou um estagiário de novos negócios como consultor em QSMS-RS & Sustentabilidade

Quando tomei a decisão, estava com medo do pior cenário possível vivendo na rua, passando fome com minha família, como pagar o tratamento e nunca mais encontrar trabalho.

Muitos de vocês podem estar se sentindo da mesma maneira agora.

Talvez a coisa mais perturbadora sobre esta Pandemia é o quão tristemente despreparados muitos países estavam para isso. 

Perdemos os principais indicadores e para muitos, isso foi um problema da China, então foi um problema da Itália, então veio às nossas portas e entramos em pânico.

Essa briga política idiota também, não ajuda nem um pouco.

 Como não poderíamos ver isso chegando/ a hora de construir hospitais e produzir mais ventiladores não é quando os hospitais já estão sobrecarregados, mas bem antes disso. 

O tempo para limitar o número de suprimentos vitais antes que os acumuladores tenham estripado tudo não depois.

 O tempo para educar as pessoas sobre como se proteger contra infecções antes que as infecções se espalhem.

 Nós estragamos tudo nesta crise, mas a verdadeira questão é se aprendemos o suficiente para fazer melhor da próxima vez.

 Eu acho que nós temos, espero que tenhamos, eu rezo para que tenhamos.

Se você ler esse texto você vai entender o porquê.

Quando estou escrevendo algo, estou escrevendo para você.

Estou escrevendo algo pessoal para alguém que não conheço.

 Algumas pessoas gostam e outras não.

 Não é o meu habitual, escrever para quem não é da minha área de QSMS-RS & Sustentabilidade, mas eu realmente queria trazer esperança para aqueles de vocês que estão preocupados sobre como o seu mundo vai cuidar da poeira da pandemia se instala.

Tememos o desconhecido precisamente porque é desconhecido.

Muitos de nós mal podem esperar para voltar ao normal, mas isso não vai acontecer.

 O COVID-19 pegou grande parte do mundo com as calças abaixadas e muitos CEOs e empresários nunca enfrentaram um desafio dessa magnitude.

Podemos esperar que eles aprendam com isso e que cada um como indivíduos aprenda com essa crise.

 Espero que todos não voltemos aos negócios como de costume, porque por mais que eu queira tranquilizá-los, esta não é a última crise global que enfrentaremos.

Em todas as partes do mundo, em todos os negócios, em todos os lares, devemos aprender que nossas normas sociais no que se refere à nossa resposta às crises precisam mudar.

Se as empresas esperam sacrifício e lealdade de sua força de trabalho, agora precisam sacrificar e mostrar lealdade aos trabalhadores em tempos difíceis.

Se estamos todos juntos nisso, como podemos agir como se fosse “todo homem por si mesmo”?

 Como nos comportamos agora, seja como colaborador ou como líder, determinará como as coisas serão quando tudo isso acabar.

Liderança, verdadeira liderança, não vem do gerenciamento nos bons tempos.

Não, a verdadeira liderança é formada no meio das crises.

Precisamos fazer mais para proteger as pessoas que trabalham por conta própria, trabalham na economia de shows ou ficam vulneráveis quando os negócios secam.

Espero que as coisas nunca voltem ao normal, espero que surjamos um mundo mais forte, mais inteligente e mais compassivo.

Mas, por enquanto, tudo o que podemos fazer é esperar.

Fique seguro e saudável

Estamos juntos!

Por que alguns programas de desenvolvimento da cultura de segurança não funcionam?

Volta e meia a aparece um acadêmico sério da área de psicologia falando sobre cultura de segurança e explicando as suas visões etc., assisto isso desde 1982, e cá entre nós nada mudou, até agora não observei que nenhuma taxa de acidentes baixou em nenhum setor, mas sou um “Beliver”, tenho esperança de que alguém consiga, em 40 anos não consegui!

Mas a história que conto a seguir, se repete com bastante frequência, esse mês acabamos de realizar a centésima elaboração (desde que começamos nossa consultoria), de um diagnóstico de nível de maturidade e, com certa frequência encontramos essa situação.

Uma empresa, inconformada com seus resultados em segurança, decide iniciar um programa para o desenvolvimento da cultura de toda a companhia.

Com um diagnóstico em mãos, decide implementar as ações sugeridas pela consultoria e coloca como meta avançar em um nível de cultura em dois anos.

Parece atingível, todos estão muito motivados.

Na devolutiva do diagnóstico, discute-se com o CEO e demais executivos sobre os ajustes que precisam ser feitos;

Não faz sentido bonificar apenas a produção, os C-level precisam inserir segurança em suas falas e, mais do que isso, demonstrar compromisso com o tema.

Acerta-se reuniões bimensais com o board para falar sobre o programa.

A abertura do grupo foi ótima, o gerente de QSMS -RS & Sustentabilidade tem certeza de que todos irão aderir às novas orientações.

O programa começa a ser implementado;

A área de comunicação vira parceira e desenvolve uma estratégia para que todos saibam e compreendam a mudança pela qual a empresa irá passar, temos reuniões frequentes com RH para pensar a melhor forma de desenvolver as competências de segurança na companhia e a implementação do programa é realmente a prioridade nº1 da equipe de segurança.

Entretanto, está sendo difícil achar agenda para falar com algumas lideranças da companhia e decide-se começar a sensibilizar sobre o tema a partir do nível de gerência… Diretoria ficará para um outro momento.

As reuniões bimensais com o board ocorrem com falhas: Ora acontecem, ora não, e muitos executivos faltam meus colegas com certeza já viram esse filme

Por falta de tomada de decisão estratégica, algumas escolhas que vão além do QSMS-RS & Sustentabilidade e permeiam outras áreas não são feitas e o programa passa a funcionar apenas dentro dos limites da área de segurança.

Bingo: O programa naufragou.

É possível discutir melhorias de ferramentas, executar treinamentos e implementar campanhas de comunicação, mas as decisões estratégicas, que liberam investimentos, definem KPIs e propõem um novo modo de ser não serão tomadas.

Para mudar a cultura de segurança de uma empresa é necessário ir além e mexer em toda sua cultura, e isso nunca é fácil.

Para uma cultura de segurança realmente se desenvolver é necessário que arestas que não estão dentro do escopo do QSMS-RS & Sustentabilidade sejam ajustadas e isso requer disponibilidade da companhia como um todo, não apenas da área de segurança ou da diretoria na qual está inserida.

É impossível evoluir em segurança (de forma sustentável e duradoura) sem que o CEO esteja envolvido, seja o grande patrocinador do programa e valide o novo modus operandi, onde segurança passará a ser um valor.

Com essa nova forma de funcionar posta pelo CEO, todos os outros executivos terão que se adaptar e a área de QSMS-RS & Sustentabilidade será o suporte para a transformação.

Entretanto, se não for assim o escopo da mudança fica bastante restrito e dificilmente chegará à cultura da companhia de fato, tendo um limite difícil de ser ultrapassado. Esse limite nem sempre é visto de forma clara, mas certamente está lá.

Assim, antes de iniciar a implementação de um programa para o desenvolvimento de cultura de segurança, é importantíssimo avaliar quais são os principais patrocinadores do programa, qual o nível hierárquico que estão inseridos, seu poder de influência e, se for o caso, trabalhar construindo alianças para chegar em um nível estratégico antes de iniciar ações de desenvolvimento.

Estamos juntos!

Como a cultura da organização afeta as experiências dos colaboradores, e algumas sugestões s que podem melhorar essa cultura.

A cultura de uma organização é simplesmente a identidade de uma empresa.

 Envolve os processos, valores fundamentais, estilo de gestão, código de vestimenta e muitas outras coisas.

 No entanto, você pode descrevê-la como a personalidade geral de uma empresa.

 Embora no passado não fosse muito importante, hoje a cultura da organização pode afetar muito a satisfação dos colaboradores. 

O que afeta a satisfação dos colaboradores se traduz na produtividade dos colaboradores, na satisfação do cliente e, eventualmente, no crescimento dos negócios.

Uma boa cultura aumenta a produtividade através da elevação do colaborador moral.

 Um número respeitável de colaboradores acredita que uma boa cultura organizacional os ajuda a melhorar sua produtividade, de acordo com pesquisas recentes.

Em nosso trabalho de nível de maturidade ou até mesmo em treinamentos, os colaboradores mencionaram que acreditam que a cultura é extremamente importante para o crescimento da organização.

 No entanto, há uma diferença entre uma “boa cultura” de uma … vamos dizer “má cultura ou falta de cultura” organizacional

Gigantes da tecnologia no Vale do Silício posam como exemplos notáveis de empresas com grande cultura

Eles investem no conforto e experiências de seus colaboradores. 

Essas são as organizações que oferecem aos seus colaboradores tecnologia de ponta, almoço gratuito, excelente comunicação, férias remuneradas e chuveiros de escritório, entre outras vantagens. 

Por outro lado, empresas com” culturas fracas ou inexistentes “estão sempre no topo das listas de “as piores para trabalhar”.

 Isso não significa que essas empresas não lucram, mas obviamente lutam para alcançar certas métricas.

 Sem chamar ninguém, você pode facilmente notar organizações com culturas ruins apenas olhando ao redor.

 Então, como a cultura da empresa afeta as experiências dos colaboradores? 

Felicidade!

Não há dúvida de que a cultura da empresa pode afetar a felicidade de um colaborador que, por sua vez, afeta seu desempenho.

 Uma cultura ruim pode diminuir a autoestima de um colaborador tornando-o menos produtivo.

 Por outro lado, uma boa cultura da empresa valoriza seus colaboradores independentemente do cargo. 

Quando os colaboradores ficam felizes, estendem a felicidade aos clientes da empresa aumentando a satisfação e a retenção dos clientes.

Desempenho!

Se os colaboradores se sentirem apreciados no escritório, é mais provável que trabalhem mais e desapareçam mais longe para alcançar os objetivos. 

Uma cultura que valoriza seus colaboradores faz com que eles sejam donos dos projetos levando a um melhor desempenho. 

Além disso, se você lhes der uma oportunidade de liderar, eles sentem uma sensação de direito, portanto, trabalham mais para alcançar os objetivos da empresa.

Engajamento!

Uma boa cultura leva a um melhor engajamento dos colaboradores. 

Nesse sentido, você consegue melhores resultados em relação à comunicação, colaboração e produtividade. 

Uma boa cultura garante que toda a equipe trabalhe em conjunto para alcançar as metas da empresa em vez de os colaboradores se alinharem em grupos de acordo com o departamento.

Como melhorar a cultura da empresa??

Consertar relações com colaboradores!

Os colaboradores que se sentem valorizados por seus empregadores obviamente trabalharão duro para alcançar os objetivos da empresa.

 Nesse sentido, certifique-se de que a relação entre você e seus colaboradores seja perfeita a um ponto em que eles se sintam livres para lhe dizer qualquer coisa. 

Os colaboradores que estão abertos com seus empregadores são mais propensos a compartilhar ideias e ir mais longe em relação à inovação. 

Abra canais de comunicação claros e garanta aos colaboradores um feedback rápido se você quiser aumentar a confiança entre você e seus colaboradores.

Invista em vantagens dos colaboradores

As grandes empresas Google, Facebook e Microsoft têm vantagens para os colaboradores, o que explica por que atraem apenas os melhores. 

Você não tem que colocar em prática um orçamento inflado para regalias para ter seus colaboradores engajados.

Às vezes são apenas as coisas simples que importam como café grátis, refeições, um bom plano de saúde, trabalhar em casa usando um rastreador de tempo automatizado, como relógio de tempo de índice e benefícios de aposentadoria.

 Como proprietário da empresa, você deve entender o histórico de seus colaboradores e adaptar suas vantagens para atender às suas necessidades em vez de ter um tamanho que se encaixe em toda a abordagem. Por exemplo, colaboradores com família valorizariam mais os planos de saúde do que as partes da empresa.

Recompensar colaboradores

Acho que nunca encontrará alguém que odeie ser recompensado. 

É da natureza humana ter essa sensação de bem se você for recompensado mesmo que seja seu dever.

 Além disso, os seres humanos tendem a ser competitivos, o que significa melhor produtividade se houver um prêmio. 

No entanto, eu abordaria isso com cautela e tentaria levar isso a um nível pessoal para que alguns colaboradores não se sintam deixados de fora.

Uma boa cultura empresarial vai para a retenção de colaboradores, autopromoção, melhor experiência do cliente e crescimento entre outros benefícios.

 Nesse sentido, você precisa encontrar algo que funcione para sua empresa hoje.

Estamos juntos!

Essa tal de ESG : Por que as organizações devem se preocupar?

Já perdi a conta de quantas vezes ouvi tal pergunta ultimamente, e o que mais doí, é sempre depois ou antes de uma palestra ou até mesmo treinamento sobre o tema.

O ESG está no radar da maioria das empresas, bem como a sociedade está cada vez mais esperando das organizações muito mais do que apenas entregar um produto e fazer lucros.

As organizações devem ir além de suas operações e produtos e incluir compromissos para garantir a sustentabilidade social e ambiental com Governança (ESG).

De acordo com Larry Fink, CEO da Black Rock, a maior empresa de gestão de dinheiro do mundo com mais de USD 8 trilhões em gestão de ativos.

Para prosperar ao longo do tempo, cada organização deve, não só entregar o desempenho financeiro, mas também mostrar resultado positivo em contribuição para a sociedade e o meio ambiente.

Atualmente, a integração do ESG nas organizações ocorre em diferentes níveis, dependendo, por exemplo, do modelo de negócios da empresa, dos objetivos estratégicos e da finalidade.

 Embora as organizações líderes tenham feito mudanças fundamentais para reformular suas operações e produtos seguindo princípios de sustentabilidade.

A maioria tem uma abordagem fragmentada e reativa lançando iniciativas ad hoc para aprimorar suas credenciais “verdes” e sociais, para cumprir os regulamentos, ou para lidar com emergências;

Em vez de tratar a sustentabilidade como parte integral do negócio para alcançar impacto direto sobre a sociedade e os resultados das empresas.

Neste sentido, compreender as implicações dessas abordagens é imperativo para construir uma estratégia de negócios eficaz que será fundamental para alcançar um crescimento duradouro com um impacto positivo na sociedade.

Portanto, este texto tem como objetivo responder à seguinte pergunta:

As empresas devem fazer da sustentabilidade o ponto de partida do que eles fazem, ou melhor, levar as necessidades do negócio como ponto de partida, e em seguida, destacar como isso contribui para a sustentabilidade?

Fica a pergunta para meus colegas!

Estamos juntos!

Quem tem medo do ESG?

Ser ou não ser uma empresa dentro dos princípios do ESG   em minha organização?

Nestas últimas semanas participando de eventos em associações, deparo mais uma vez com estes questionamentos por partes de empresários presentes em minhas palestras.

Falar bem sobre os benefícios da Sustentabilidade e ODS é fácil (tem uma centena de textos a respeito e excelentes exemplos a serem seguidos).

Depois então de ter aparecido para o mundo como tema na abertura dos jogos Olímpicos no RJ, mudança climática, risco ESG para bancos e fundos de investimentos, nem se fala!

Mas voltando ao mundo real, ou melhor ao corporativo.

Quanto custa está tal de “ESG” para minha organização?

Estão errados em me perguntar? Não creio.

Falar sobre como é bom ser uma empresa considerada Sustentável é ótimo, ainda por cima recebemos prêmios, somos convidados para falar em palestras, participar em mesa redonda, franzimos a testa preocupados com as futuras gerações e etc.

Melhor chance para dar valor a marca da empresa, impossível.

Claro, não confundir uma empresa 100% Sustentável com uma que realiza meia dúzia de ações em comunidades, reduz consumo de água, segrega resíduos e de repente se considera Sustentável!!

Está bem longe disso, cá venhamos.

Mas são atitudes louváveis, e melhor do que não fazer nada.

Quando a assumi pela primeira vez a função de gestor tendo a responsabilidade de direcionar a empresa no caminho da sustentabilidade, não tinha a menor ideia do que vinha pela frente.

Logo após o discurso do CEO para os acionistas, que deveríamos ser uma empresa preocupada com ESG (social, ambiental, governança) e o futuro da empresa estava na sustentabilidade.

Fui chamado a uma reunião e disseram que agora eu era gestor de Sustentabilidade e QSMS-RS, e eu inocente pensando cá com meus botões, se não consegui implantar uma cultura de segurança, agora vou ter um grande Capex, Opex e equipe para investir em Sustentabilidade, segurança, qualidade e …….

Inocente, não sabia de nada!

Primeira pergunta ao meu líder.

Qual vai ser meu Capex, Opex e o meu Heads counts para começarmos a ser sustentáveis?

Ainda me lembro da expressão dele, riu e disse NADA! Use o que você tem.

O que eu aprendi mais uma vez: Do discurso a prática, muitas águas vão rolar, suor e lágrimas virão, mas se você acredita no que pode fazer, dá o teu jeito vai lá é faz.

E realizamos.

Primeira e única regra: Todo investimento em Sustentabilidade tem que dar retorno.

Como diretor ligado ao CEO, tinha força para convocar várias reuniões (haja reclamação), se você não tem uma posição forte dentro da empresa, esquece, será apenas uma figura de retórica bonitinha e muitas tapinhas nas costas.

Convocar ajuda dos colaboradores a participar do comitê de sustentabilidade !!!, é fácil sendo diretor.

Mas comoooo………, tirar alguém da produção para isso, tem custo, você sabia?

Imprimir cartazes, reuniões, adesivos e treinamentos, tem custo você sabia?

Mudar a linha de operação para ser mais sustentável, tem custo você sabia?

Auditar a cadeia de fornecedores tem custo, você sabia?

Inovar, rsrsrsrrsrsr, tem custo você sabia?

E este é o mundo corporativo, e sempre convivi muito bem com isso, pois fui treinado e focado para os desafios dentro de uma organização.

Quando você acredita nos resultados, nada disso te impede de realizar um trabalho que é de formiguinha, mas quando você menos espera, estes, começam a aparecer.

O Capex, Opex e os Heads counts aumentam, quando você demonstra resultados com sua equipe.

Com um bom trabalho de persuasão e liderança como exemplo você ganha mais aliados.

E quando você menos espera está no caminho da Sustentabilidade.

Agora, como posso dizer ao empresário quanto custa para ser uma empresa 100% Sustentável, e não somente apenas uma com website bonito esperando ser premiado por alguma ação socioambiental.

Não existe quanto custa.

Mas sim, quão tanto ele está preocupado com a estratégia de sobrevivência do negócio dele para o futuro, e está disposto a desprender esforço e dar total apoio a equipe no caminho da mudança para uma empresa 100% Sustentável.

Estamos juntos!

Todo dia deve ser o “28 Abril Verde, uma data triste, que já mais pode ser esquecida”.

O dia 28 de abril tem um significado importante para nós profissionais de QSMS-RS no mundo.

A partir de 1985, por iniciativa do movimento sindical dos trabalhadores canadenses e depois de certo tempo, o mundo passou a celebrar ou lembrar? :
O “Dia Internacional em Memória das Vítimas dos Acidentes e das Doenças do Trabalho”.

E desde 2003, na mesma data, a Organização Internacional do Trabalho / OIT promove, também, o “Dia Mundial para a Saúde e Segurança no Trabalho”.

No âmbito da OIT, “a celebração do dia consiste em uma campanha anual internacional para promover o trabalho seguro, saudável e decente, que culmina no dia 28 de abril”.

No Brasil, ambas as versões dos “28 de Abril” são celebradas, quase sempre dando destaque a um tema mais específico, proposto pelos idealizadores das celebrações, em escala mundial.

A escolha da data de 28 de abril foi feita pelo movimento internacional de trabalhadores em função, também, de uma infeliz tragédia de grandes proporções.

No dia 28 de abril de 1969, uma explosão em mina de carvão do estado de West Virgínia, nos EUA, tirou a vida de 78 mineiros.

Muitas outras tragédias ceifadoras de vidas, no mundo, já haviam deixado os rastros indeléveis da morte em muitos outros dias, e infelizmente até os dias de hoje.

O rastro do sofrimento, da doença, da incapacidade e da morte tem impactado não apenas pessoas formalmente classificadas como trabalhadoras’, mas, em muitos casos, não há qualquer fronteira entre “trabalhadores”, moradores das comunidades dos entornos, e mesmo populações menos próximas.

Sempre bom lembrar que acidentes causam consequências que transpassam os limites do ambiente de trabalho.

De acordo com os estatísticos oficiais, do Ministério do Trabalho e Previdência Social, têm sido registrados, em média, 700 mil acidentes de trabalho por ano, em nosso país, desde 2010.

Em 2014, último dado disponível, foram registrados 704,1 mil, sendo 2.783 mil óbitos e 251,5 mil afastamentos por mais de 15 dias.

Do total de 704,1 mil acidentes e doenças do trabalho comunicados ao MTPS em 2014, 68% dos acidentados são homens (478,9 mil), a maior parte na faixa etária de 25 a 29 anos (80,5 mil).

Neste mesmo período, 225,2 mil trabalhadoras foram vítimas de acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho, ou, 32% do total, a maioria mulheres com idade entre 30 e 34 anos.

Enquanto houver mortes e mutilação em decorrência do trabalho.

É impossível deixarmos de ficar indignados, não somente nos dias 28 de abril de cada ano, mas todos os dias que antecedem e que sucedem essa data.

A você profissional de QSMS-RS cabe à responsabilidade de fazer o dia de 28 de abril o dia de todos os dias, horas, minutos e segundos mais seguro a vida!

Silêncio e muita reflexão neste dia!

Estamos Juntos !

Como escrever um bom relatório de investigação de acidentes, seguem algumas sugestões.

Atravessando o deserto da Somália, Etiópia e Sudão do Sul, visitando as frentes de trabalho por onde passarão as linhas de transmissão e onde as plantas eólicas e fotovoltaicas serão instaladas.

Chega a pior notícia que qualquer gestor pode receber!

Telefone de satélite te acha em qualquer lugar no mundo!

Chefe temos óbitos!

Mensagem seca, sem dizer muita coisa e começa a quela bateria de perguntas a quem está enviando a mensagem pelo telefone , fora o frio na barriga e o primeiro pensamento “o que eu vou dizer para direção “

Eram tempos de início do ESG, todo conselho voltado para taxas de acidentes e comunidades africanas.

Já estava com os meus cabelos brancos, vice-presidente de ESG.

Mas não muda nada a responsabilidade, pois é grande, mesmo não atuando nas linhas de frente de trechos a um bom tempo.

 O sentimento e angústia é horrível

Quantos? Como?

Estou indo para aí (outro país, burocracia etc. e, claro sair do meio do deserto não é fácil)

Envia o relatório o mais rápido possível!

Aí você observa como muito dos colegas ainda patinam nesses reports de acidentes.

Um relatório de investigação de um acidente precisa incluir todas as informações essenciais sobre o evento e até mesmo sobre um report de quase acidente.

O processo de redação do relatório começa com a apuração de fatos e termina com recomendações para prevenir acidentes futuros.

Você pode usar um formulário especial de relatório de acidentes, e pode ser bastante extenso.

Mas escrever qualquer relatório de acidente envolve quatro etapas básicas, e esses são o foco do nosso texto de hoje.

 Encontre os Fatos

Para se preparar para escrever um relatório, você tem que reunir todos os fatos.

 Por exemplo:

· Data, hora e local específico do incidente

· Nomes, cargos e departamento de funcionários envolvidos e supervisores imediatos

· Nomes e relatos de testemunhas

· Eventos que levaram ao acidente

· Exatamente o que o colaborador estava fazendo no momento do acidente.

· Condições ambientais (por exemplo, piso escorregadio, iluminação inadequada, ruído etc.)

· Circunstâncias (incluindo tarefas, equipamentos, ferramentas, materiais, EPI etc.)

· Lesões específicas (incluindo partes(s) do corpo feridos e natureza e extensão das lesões)

· Tipo de tratamento para lesões

· Danos a equipamentos, materiais etc.

 Determine a sequência

Com base nos fatos, você deve ser capaz de determinar a sequência de eventos.

Em seu relatório, descreva esta sequência em detalhes, incluindo:

-Eventos que levaram ao acidente.

 O colaborador estava andando correndo, curvando-se, agachado, subindo, levantando máquinas operacionais, empurrando uma vassoura, girando uma válvula, usando uma ferramenta, manuseando materiais perigosos etc.?

-Eventos envolvidos no acidente.

O colaborador foi atingido por um objeto ou pego dentro/entre objetos?

O colaborador caiu no mesmo nível ou de uma altura?

 O colaborador inalou vapores perigosos ou foi espirrado com um produto químico perigoso?

-Eventos imediatamente após o incidente.

 O que o colaborador fez: Começou a mancar? Reclamou de dor nas costas? Colocou a mão sobre um ferimento sangrando?

Também descreva como outros colegas de trabalho reagiram.

Eles pediram ajuda, administraram primeiros socorros, desligaram equipamentos, moveram a vítima etc.?

O acidente deve ser descrito no relatório com detalhes suficientes para que qualquer leitor possa imaginar claramente o que aconteceu.

Você pode considerar a criação de um diagrama para mostrar, de forma simples e visualmente eficaz, a sequência de eventos relacionados ao acidente incluí-lo em seu relatório.

Você também pode querer incluir fotos da cena do acidente, o que pode ajudar os leitores a acompanhar a sequência de eventos.

 Analisar

Seu relatório deve incluir uma análise aprofundada das causas do acidente.

As causas incluem:

· Causa primária (por exemplo, um derramamento no chão que causou um deslizamento e queda)

· Causas secundárias (por exemplo, funcionário não usar sapatos de trabalho apropriados ou carregar uma pilha de material que bloqueou a visão)

· Outros fatores contribuintes (por exemplo, lâmpada queimada na área).

Recomendações

As recomendações para a ação corretiva podem incluir ações corretivas imediatas, bem como ações corretivas de longo prazo, tais como:

· Treinamento dos colaboradores em práticas de trabalho seguras

· Atividades de manutenção preventiva que mantêm equipamentos em boas condições de funcionamento

· Avaliação de procedimentos de trabalho com recomendação de mudanças

· Realizar uma análise de risco de trabalho para avaliar a tarefa para quaisquer outros perigos e, em seguida, treinar os funcionários sobre esses perigos

· Mudanças de engenharia que tornam a tarefa mais segura ou mudanças administrativas que podem incluir a mudança na forma como a tarefa é executada.

Estamos juntos!

Não confunda gestão de riscos com gerenciamento de riscos de impactos socioambientais, por favor!

Há uma percepção equivocada de que a experiência em gestão de risco equivale a do gerenciamento de riscos dos impactos socioambientais

Riscos de impactos socioambientais é muito amplo, exige muito uma visão ampliada do ativo onde se localiza e dos stakeholders externos etc

O objetivo do gerenciamento de risco de segurança é remover as conjecturas e ajudar a empresa a tomar decisões mais inteligentes.

A gestão de risco é simplesmente um sistema de apoio à decisão.

Infelizmente, a maioria das empresas não acordaram para o fato, apesar dos esforços.

 O perigo está em incorporar maus hábitos que podem aumentar o risco de uma organização, ou simplesmente a falta de cultura em QSMS-RS & Sustentabilidade

Há uma percepção equivocada de que a experiência em outras áreas equivale a do gerenciamento de risco impactos socioambientais

 Na verdade, observamos muitos especialistas de riscos, mas de outras áreas que se dizem especialistas também em gestão de risco de impactos socioambientais.

 Muitas vezes, eles não são.

Essas são duas disciplinas distintas

Aqui estão os erros mais comuns e equívocos feitos na bem-intencionada gestão de riscos:

– Partir do zero

Muitos profissionais de segurança estão tentando reinventar a disciplina de gestão de riscos de segurança.

Felizmente, existem métodos bem estabelecidos na análise de risco de tarefas, como a forma de solicitar um parecer técnico e como representar a incerteza em modelos de risco.

No entanto, a maioria das pessoas desconhece como fazer isso corretamente, e acaba recriando não só os mesmos modelos, mas também as mesmas abordagens básicas deficientes.

O modelo mais acertado é escolher alguns” fatores de risco ” importantes, atribuir alguma pontuação ordinal, e, em seguida, executar a aritmética básica ou colocá-los em uma matriz”, acrescentando que muitos decisores experientes utilizam-se de métodos caseiros, gerando resultados questionáveis.

– Replicar o departamento de auditoria

Uma forma de os programas de gestão de risco fracassarem, é copiar as funções do departamento de auditoria.

Embora haja semelhanças entre os dois, os papéis são muito diferentes.

 A equipe de auditoria deve se preocupar com os erros que podem ocorrer por meio de falhas nos controles de segurança.

 É importante a preocupação com a frequência e o impacto potencial de riscos.

 O papel da auditoria é ajudar a empresa a entender como implementar controles, e o papel de gestão de risco é determinar como obter o máximo de investimentos em controles de segurança e processos relacionados.

– Confundir precisão com acuracidade

Muitos profissionais de segurança não se sentem confortáveis ​​em reduzir os riscos de segurança e vulnerabilidades para números simples.

Você vai ouvir as pessoas dizerem que não há tabelas relevantes, ou que não há dados suficientes para criar eventos relacionados que forneçam um valor.

Eles podem gerar uma estimativa numérica versus uma estimativa capaz de dar uma alta precisão numérica.

– Registrar riscos

Muitas organizações avaliam os riscos que enfrentam, focam demais em listar e classificar todas as coisas que podem dar errado, o famoso “Registro de Riscos”.

O problema com a criação de um registro de riscos é que as pessoas nunca sabem quando parar.

Quantos riscos vou continuar acumulando?

Até mesmo a possibilidade de um avião cair pelo telhado ???, muitos dos riscos inusitados, de probabilidade baixa, podem demandar uma perda do foco

–  Usar conceitos de risco indefinidos

As formas mais comuns de ameaças e vulnerabilidades estão classificadas em uma escala simples: baixa, média ou alta.

Afinal, o que significam cada um desses níveis? São realmente quantitativos?

Quando você pede para defini-los, em relação à probabilidade ou frequência de eventos, ninguém parece ser capaz de concordar com o que os termos realmente significam.

O resultado é que você tem essa ilusão de comunicação.

 Isso é mais perigoso do que tentar adicionar um pouco de precisão a um argumento.

Por exemplo, quando a probabilidade de um evento é baixa, alguns profissionais vão estimar que há uma chance de 10% de isso acontecer, enquanto outros vão pensar que é 33 %.

Você quer usar os números, sempre que possível, para definir as coisas numericamente, com o objetivo de torná-las mais claras.

–  Não ter um programa de Inteligência de Risco

Este é um grande erro!

Se o risco de segurança pode ser dividido em quatro conjuntos de informações [ameaças, controles, ativos e impacto], então qualquer mudança a qualquer uma dessas condições, teria um impacto sobre a postura de risco de uma organização.

 Infelizmente, as normas padrão de gestão de risco atuais demandam pouco tempo para colocar em prática um programa de inteligência de risco ou a importância dessa função.

 Nem explicam o que torna uma fonte válida de inteligência ou como lidar com as mudanças de novas informações e a postura da organização.

A implementação de uma função de inteligência é mais simples do que as empresas possam pensar, só precisam monitorar mudanças que possam afetar o seu risco.

A gestão de risco é difícil, mas fazê-la errado pode ser pior do que não fazer nada.

Você vai tomar decisões ruins e realizar maus cálculos e processos.

 Isso é um passo para uma situação ainda pior!

Estamos juntos!

Logística de atendimento a emergência ambiental, qual a realidade em nossos portos e hidrovias?

Desde o meu primeiro de trabalho em QSMS nas plataformas do mar do Norte.

A pronta reposta a acidentes a derrame de óleo em alto mar e em portos, passou a fazer parte da minha vida profissional.

Até a função de gestor sênior de QSMS-RS em algumas bases e terminais petroquímicos na África, foram muitos sustos e lições aprendidas (descritos em outros artigos).

Com o tempo, e sempre aprendendo, desenvolvi uma visão ampliada das grandes dificuldades e de como é difícil e complicada a logística de atendimento a acidentes ambientais tanto no modal terrestre e portos, até sua conclusão recuperando o passivo ambiental causado pelo impacto.

Fiquei assustado com a repercussão em meu último artigo sobre este assunto (Qualidade das empresas de atendimento a emergência ambiental e coleta de resíduos, você conhece a sua?).

A quantidade de e-mails de vários stakeholders e empresas, com comentários sobre a falta de qualidade de atendimento de quando foram acionadas as empresas responsáveis em atuar no cenário do acidente e as consequências jurídicas depois que foram imputadas por falta de uma um bom atendimento.

Levou a refletir e a escrever este texto.

Qual a realidade em nossos portos, bases, terminais, marinas e etc., quanto ao atendimento emergencial a desastres ambientais?

Os impactos ambientais originados por acidentes com o transporte de óleo e produtos perigosos contribuem, anualmente, para a poluição global dos oceanos e corpos hídricos.

Todos os anos, toneladas são derramadas em acidentes ou descargas ilegais, com graves consequências econômicas e ambientais.

Sim, volto a repetir; DESASTRES AMBIENTAIS CAUSAM DESASTRES ECONÔMICOS!

Dos acidentes com petroleiros, que infelizmente não são raros, até vazamentos em operações do dia a dia, que também não são muito comentados pela mídia, (este ano já tivemos alguns).

Quando o meio ambiente aquático é impactado formam extensas manchas, algumas até de difícil visualização.

São as chamadas marés da morte, de efeitos altamente destruidores, provocando uma enorme mortandade na fauna (aves marinhas, peixes, moluscos, crustáceos, etc.).

A difusão do oxigênio do ar na água é afetada, destruindo a cadeia alimentícia.

Além disso, esses produtos como óleo por exemplo aderem às brânquias de peixes e outros animais marinhos, impedindo trocas respiratórias adequadas e matando-os por asfixia.

Quando as marés da morte atingem as zonas costeiras, os seus efeitos tornam-se ainda mais catastróficos.

Além de destruírem a fauna e a flora, provocam enormes prejuízos à sociedade entre outros como a atividade pesqueira ou impacto negativo na atividade turística, já que os resíduos, de remoção difícil, impedem durante muito tempo a utilização das praias.

Apesar da existência da legislação de crimes ambientais, várias normas regulatórias e a demanda da sociedade.

A verdade é que a lógica do lucro imediato e falta de visão estratégica tem conduzido a um comportamento irresponsável e de total descaso a uma gestão de sustentabilidade e QSMS-RS portuária.

No universo de portos no Brasil, e cada vez mais crescendo. Onde também incluo as bases de apoio, terminais petroquímicos, marinas etc.

Não custa perguntar: Quem possui um sistema de gestão e Sustentabilidade e QSMS-RS organizado?

E quem está preparado para um atendimento a um vazamento de produtos perigosos?

Quais são as empresas que sabem o que estão fazendo quando prestam ao atendimento emergencial?

Ter uma boa gestão nesta área, muita das vezes não quer dizer nada, principalmente se não estão preparados para conter qualquer acidente ambiental.

As operações de lavagem dos tanques dos navios e pequenas embarcações em plena costa ainda são comuns, quando não são realizados dentro das próprias instalações portuárias e são derramadas enormes quantidades de óleo, que, não raramente, originam autênticas marés negras, mas continuam a cometer abusos, dada a dificuldade de fiscalização ou apenas não se importar.

Os oceanos há muito tempo vêm sendo usados como depósitos de detritos e resíduos perigosos. É difícil saber a quantidade exata de poluentes lançados ao mar, pois todos os dias, os mares e corpos hídricos recebem toneladas de resíduos.

As regiões estuarinas, os manguezais, os corais e as baías são os locais de procriação da grande maioria da fauna marinha. São nestes locais que principalmente camarões e centenas de espécies de peixes de potencial alimentar humano se reproduzem e criam.

Justamente aí, nestes riquíssimos ambientes marinhos é que estão os maiores efeitos da poluição quanto a um acidente ambiental.

A necessidade de não só criar uma cultura organizacional, mas realmente abraçar a causa de uma ter uma excelente gestão de prevenção e Sustentabilidade é o maior desafio para todos aqueles que administram portos, terminais, plataformas e etc.

E se não tomarem providências imediatas, vamos continuar a assistir cada vez mais desastres ambientais e seus impactos.

Quanto a qualidade das empresas que atendem a estas emergências. Só resta esperar que sejam qualificadas, treinadas a exaustão, que tenham responsabilidade na logística de atendimento do início ao fim (destino final de correto de resíduo).

Marketing, websites e papel aceitam tudo. Mas na hora “H” só se estabelece quem tem competência.

E quem não possui, o cliente paga a conta final.

Estamos juntos!

Custos socioambientais em sua gestão ESG, quais são os seus?

Participando das últimas feiras de meio ambiente e segurança no exterior e agora aqui no Brasil, é nítido a quantidade de equipamento e soluções para questão dos tratamentos e mecanismos para evitar impactos socioambientais e segurança do colaborador para realizar uma boa gestão empresarial.

Impressionante como estamos evoluindo nesta área, e a natureza e a sociedade agradecem.

Prestando atenção entre conversas de vendedores e interessados em adquirir ou saber mais das vantagens, noto que ainda falta por parte de alguns gestores em prestar atenção na questão de custo ambiental, ou melhor, CUSTO X BENEFÍCIO.

Certa vez, um empresário me chama para uma conversa com o seguinte questionamento.

Seu gestor tinha em seu requisito de compra: Botas de segurança sendo as mais caras do mercado, bem como alguns EPIs caríssimos.

No pacote também, uma estação de tratamento tão moderna que necessitava um técnico estrangeiro para operar pelo menos por um ano e que as peças de reposição só poderiam ser compradas no exterior.

E no final do seu pedido, mencionava se não comprasse o melhor de tudo, os resultados seriam muito aquém e multas viriam e etc. (terrorismo básico).

Ou seja, custo e benéfico passou longe e nem pensar. Vocês podem imaginar minha resposta.

Qualquer gestor em ESG quando se trata da operação em QSMS-RS e Sustentabilidade além de todas as dores de cabeça do dia a dia em suas operações, inovando, treinando, concretizando, acompanhando seus Kpis de resultados.

Tem obrigação de ser um excepcional gestor administrativo, pois além de ser responsável diretamente em dar resultado na sua área, tem também que dar retorno aos investimentos realizados pelos acionistas.

Tem que administrar seu Capex, Opex, Heads counts e entender na ponta do lápis.

Sem medir, não tem como melhorar e não dará o resultado como sua empresa espera.

O novo contexto econômico caracteriza-se por uma rígida postura dos clientes e a sociedade em geral, voltada à expectativa de interagir com organizações que sejam éticas, transparentes, com boa imagem institucional no mercado, e que atuem de forma ecologicamente responsável.

A incorporação do tema Sustentabilidade e QSMS-RS, e mais especificamente a área de custos relativos ao tema, não deve ser tratada somente como uma consequência desta tendência mundial que surge.

Mas sim necessariamente como um resultado da aplicação de critérios como os da questão sobre “Qualidade” que se incorporaram, paulatinamente, as empresas na década passada que também foi por uma questão de sobrevivência ao mercado.

Diante deste novo cenário mundial, as organizações necessitam direcionar suas estratégias para a variável ambiental, ou melhor, SUSTENTABILIDADE, a fim de obter vantagem competitiva.

As estratégias das empresas também devem levar em conta, a preocupação com gastos relevantes por natureza e volume, principalmente em função da relação custo/benefício. Sendo esta noção mais que básica para sobrevivência.

De que adianta ser sustentável e falir?

A gestão dessa variável exige ferramentas gerenciais para o controle dos custos e despesas.

Estas despesas de natureza ambiental devem ser controladas e gerenciadas continuamente.

Para isso, as empresas devem mapear e adotar sistemas de controle dos seus custos ambientais, pois são muitos, a fim de apurar os seus números que, na maioria das vezes, estão distorcidos por outros custos da empresa.

O controle dos custos ambientais conforme a importância tornou-se muito relevante dado o significativo volume que representam e, portanto, seus efeitos influem diretamente na continuação da empresa.

Esse controle refletirá o nível de falhas existentes e o volume de gastos necessários para eliminar e/ou reduzir estas falhas, seja na forma de investimentos de natureza permanente, ou de insumos consumidos no processo operacional.

A gestão dos custos ambientais inclui todos os aspectos da gestão de Sustentabilidade e QSMS-RS.

A gestão dos custos ambientais é um instrumento estratégico para aumentar e reduzir os custos, conduzindo a um processo de mudanças em desenvolvimento contínuo.

São por intermédio da gestão dos custos ambientais que se fortalecem os sistemas de gestão de Sustentabilidade existentes e facilita o estabelecimento de sistemas padronizados.

Ela gera informações básicas, ajuda a formar consciência e a criar estrutura que podem ser utilizadas como primeiros passos para o processo da ISO 14001.

As despesas e os investimentos na área de Sustentabilidade e QSMS-RS constituem itens que não podem faltar no rol da gestão econômica das organizações.

Cito alguns por exemplo como a administração dos passivos ambientais, análise do ciclo de vida entre muitos a gerenciar.

Os custos ambientais, na sua maioria são compostos por atividades indiretas ao processo e até mesmo intangíveis com alto grau de dificuldade para serem quantificados, embora se perceba claramente a sua existência.

A gestão dos custos ambientais é vital para a continuidade das empresas, através do gestor de Sustentabilidade e QSMS-RS.

Somente com o efetivo reconhecimento da importância sobre estes custos, perante seus colaboradores diretos e pela sociedade como um todo é que ficará possível retratar a questão da Sustentabilidade como parte integrante do negócio, sem causar danos ao meio ambiente em que se encontra inserida e aproveitar as vantagens competitivas.

Estamos juntos!

As políticas e diretrizes sobre as mudanças climáticas estão aí e, o seu planejamento na sua gestão de riscos ESG, pronto?

Sua organização está preparada paras os riscos das mudanças climáticas  ,para exportar ,atrair investimentos ,IPOs ou sobreviver as exigências do mercado financeiro?

Participando em um fórum com empresários sobre a importância do ESG e a estratégia de um plano de adequação nos negócios para exportação.

Onde mencionei a importância dos Princípios do Equador, atender aos padrões do IFC, para obter financiamento de bancos alinhados ao PRI (Princípio da Responsabilidade em Investimentos).

E claro, a questão das queimadas na Amazônia, onde os clientes estão preocupados em suas compras.

Fui bastante sabatinado sobre a necessidade de terem ou não uma gestão ESG  implantada em suas organizações, principalmente por aqueles que estão buscando o caminho das exportações.

Pois até então, estavam com atenção voltada a somente cumprir a lei e agora estavam sendo questionados e auditados sobre seus sistemas de QSMS-RS e Sustentabilidade dos seus clientes no exterior, pois se não estivessem dentro da conformidade esperada, seus produtos não seriam aceitos.

Em minha palestra citei uma experiência pela qual eu tinha passado para entenderem como é importante.

Recebemos uma visita /auditoria de nosso maior cliente.

Uma vez auditados em todos os quesitos de QSMS-RS e Sustentabilidade, nos pediram para entrevistar algumas pessoas das comunidades a nossa volta e pediram os Kpis sobre nossa evolução em reduzir as emissões.

Tínhamos tudo e mais um pouco pensávamos, mas no final faltava para este nosso cliente essas informações para que pudessem levar a matriz na Europa.

A preocupação de assistirem a marca deles associadas a empresas que infringiam questões sociais e ambientais era enorme!

Após este evento, ficou a lição aprendida e nos preparamos, pois a questão sobre as mudanças climáticas veio com força por parte dos outros clientes e nós já estávamos atentos atendendo aos requisitos.

Com tudo que se fala a respeito do ESG , ainda assim, alguns empresários possuem dúvida sobre a questão de ter ou não uma gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade “efetiva” nas suas empresas.

Mesmo com o cenário econômico atual no Brasil.

A questão ambiental chegou, enraizou, não só por uma questão de adequação a legislação, mas passou a ser uma questão de sobrevivência para o próprio negócio e sua imagem perante a sociedade.

Esse cenário não vai mudar mais, muito pelo contrário.

A gestão ESG  deve ser considerada como um valor agregado ao seu produto.

Não é só no Brasil aonde a questão ambiental vem com força por causa do último grande desastre ambiental de Mariana (acontecerão mais, é uma questão de tempo).

Mas também no exterior, como por exemplo, uma das maiores empresas de automóveis do mundo, sendo pega na maquiagem verde.

Não tenho dúvidas que legislação ambiental cada vez mais draconiana e a sociedade cada vez mais atenta quanto à questão de sustentabilidade, serão fatores definitivos para o sucesso ou não de muitos negócios.

A política sobre as mudanças climáticas está aí, e o seu planejamento, como anda?

As empresas podem esperar com certeza normas mais rigorosas sobre as emissões em breve, e isso não parece necessariamente um coisa ruim, segundo algumas empresas.

Assistimos corporações apoiando essas normas e já pondo em prática em seus planos a utilização de energia renovável.

Empresas de alta tecnologia e de outros segmentos já argumentam que as regras sobre as emissões são “boas para os negócios”.

Quando empresas que representam cerca de um trilhão de dólares em receitas apoiam publicamente a política sobre mudanças climáticas e já põe em prática mecanismos de desenvolvimento sustentável.

Podemos deixar de lado, o argumento de alguns que ainda se utilizam do discurso, que essas políticas/legislação sobre o clima levarão a ruína económica!

Não tem mais desculpas!

Boa parte das maiores empresas globais já definiram metas específicas para impulsionar a utilização de energias renováveis para ajudar a cortar custos e o hedge dos riscos de confiar inteiramente em “combustíveis fósseis”.

Outra boa razão para incluir na gestão de risco a influência da política das mudanças climáticas em seu planejamento de negócios é a movimentação que as grandes potências mundiais fizeram ao firmar o acordo do clima de Paris.

Vem a demonstrar de como a mudança climática tem que ser levada em consideração no planejamento estratégico empresarial, passando a ser uma necessidade de sobrevivência.

A questão sobre as mudanças climáticas estão se tornando um fator chave para um negócio bem-sucedido. Pois afetam diretamente as empresas.

Preços de insumos como energia, água e matéria prima quanto à disponibilidade são afetados diretamente pelos eventos climáticos extremos.

Se você realmente estiver preocupado com o seu planejando estratégico, você precisa levar em conta alterações climáticas porque isso irá afetá-lo.

“É gestão de risco”. Empresas que estão saindo na frente verão benefícios porque eles serão capazes de competir melhor.

Os eventos tornam se claros para as empresas que a política de mudança climática chegou.

O que significa que além da gestão dos assuntos comuns a qualquer negócio, a implantação de uma gestão de sustentabilidade onde trazem benefícios deve ser considerada.

Para as empresas, a questão é realmente se adaptar o que está por vir e poder ter previsibilidade para operar.

Uma vez que existe a regra, você pode ajustar seu modelo de negócio em conformidade e tomar decisões nesse sentido.

Acordos sendo firmados entre as maiores potências do mundo, grandes corporações aprovando e já utilizando boas práticas de Sustentabilidade e uma legislação a respeito.

Não tem como deixar de incluir em seu plano estratégico a questão sobre as mudanças climáticas.

Bom estar preparado.

Existem dois tipos de empresas:

As de decisões rápidas e as mortas!

Estamos juntos!

Gestão de riscos socioambientais, uma visão estratégica a boa gestão ESG. PREVENIR PARA LUCRAR!

Desde que regressei ao Brasil tenho realizado due diligencies de relatórios de Sustentabilidade (AA1000) para bancos e alguns fundos, bem como, SOP (Second Opinion) para emissão de títulos verdes/sociais e sustentabilidade, implantando os Princípios do Equador, Padrões IFC, ESG e muita, mas muita due diligence socioambiental para M&A.

E sempre logo de cara pergunto, onde está sua matriz de risco da organização?

E …, bem, as respostas são as de sempre, para que? por quê?

A gestão do risco se faz necessária e é parte integrante da gestão do ESG seja em qualquer tipo de atividade econômica independentemente do tamanho.

Em atividades de alto impacto socioambiental como a de óleo e gás, mineração e construção civil pesada onde passei maior parte de minha vida profissional, não existe zona de conforto para o gestor responsável da área.

Gestão da prevenção a acidentes socioambientais, do trabalho e ter equipe preparada para emergência ambiental é inegociável por onde passo em minhas gestões.

Temos que dar tranquilidade e confiabilidade aos acionistas para sustentar o negócio.

Tendo uma governança corporativa forte e efetiva onde a cultura de segurança e prevenção é tida com um VALOR na empresa, a probabilidade de acidentes é bem reduzida, e acontecendo, estamos preparados para qualquer eventualidade de uma pronta resposta a emergência eficaz.

A prevenção e a gestão de riscos a acidentes ambientais fazem parte da gestão de QSMS-RS que são os pilares de uma gestão de sustentabilidade empresarial.

 Estes departamentos estando alinhados e conscientes de sua responsabilidade com a produção, facilitam uma boa gestão de riscos.

Em uma corporação moderna não existe mais espaço para conflitos entre produção e gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade.

Algumas empresas infelizmente ainda não possuem a cultura de QSMS-RS como visão estratégica do gerenciamento de risco socioambiental, mas é uma necessidade imprescindível neste mundo globalizado e uma sociedade cada vez mais consciente e sabendo o que deseja para as gerações futuras.

Ainda, pouco se observa uma real preocupação com os riscos ambientais, mesmo passando por mais e mais desastres quase todos os anos (falta de água em São Paulo, derrames de óleos em portos e nos últimos em MG), a falta de preocupação e de profissional com experiência para a gestão de risco ambiental ainda é uma realidade no setor empresarial e quanto à experiência em gestão crise em acidentes, também se vê poucos.

Sendo assim, qualquer iniciativa no sentido de minimização de riscos e melhoria das condições de trabalho deve ser considerada válida e enraizada o mais rápido possível por empresas que possuam consciência de seu valor social e tem preocupação com sua reputação.

Na gestão a prevenção a acidentes ambientais a importância de conhecer os riscos inerentes a certos comportamentos e tomar as medidas necessárias para dissolvê-los é fundamental.

A prevenção deve ser encarada como um investimento inteligente e não apenas como um custo.

Uma gestão efetiva do risco requer condições de governabilidade que permitam a aposta em aplicação de políticas de redução de riscos de desastres.

Pergunto: Quanto vale a imagem de uma organização após um acidente ambiental? E a do profissional responsável da área de Sustentabilidade e QSMS-RS?

A matriz de risco e seus estudos analíticos são primordiais para a elaboração de planos de prevenção, preparação e resposta rápida a acidentes ambientais.

Desta forma, a gestão de risco socioambiental se faz essencial para, além auxiliar na tomada de decisão e no monitoramento de obrigações legais, manter a integridade do meio ambiente, garantir a saúde financeira e imagem empresarial.

Em resumo, a prevenção e o gerenciamento de riscos ambientais devem ser parte integrante da governança corporativa de uma organização.

A necessidade de uma gestão prospectiva do risco ambiental que privilegie os investimentos responsáveis em prevenção é fundamental.

Prevenir sempre é melhor que remediar que digam as organizações que passam por alguma situação de um acidente ambiental.

Negócios sustentáveis dão retorno financeiro e de imagem, já está mais que demonstrado.

 Nada como uma boa gestão de risco ambiental para garantir esta tranquilidade!

Estamos juntos!

Plano de logística reversa, você já foi autuado? Bom se preocupar !

Logística reversa por mais que seja novidade para alguns de nossos colegas, ou como ainda está muito restrita em exigências em pouco estados.

Não estão levando a sério. Estão brincando com a sorte! 

Gestão de risco socioambiental?

Prestei atenção na importância da logística reversa, da pior maneira possível.

Fui autuado, virei réu, estou “preso” a um TAC a anos, mesmo saindo da empresa onde fui diretor de QSMS -RS & Sustentabilidade.

E rezo todos os dias que a empresa esteja em dia com o TAC.

A empresa que recolhia meus resíduos, tinha licença ambiental, tinha sido auditada por nós (aí, acredito que falhei feio) e…?

Nossas embalagens “com nosso logo” apareceram em um lixão, fomos corresponsáveis por crime ambiental, autuados etc. a história se explica bem acima.

A partir daí, comecei a implantar a logística reversa por onde passei, com muita dificuldade, afinal, se para conseguir um treinamento de segurança eu tenho que convencer Deus (CEO) e seus apóstolos (Diretoria, RH, operação, CFO etc.), imagina implantar logística reversa!!

Tá louco? você sabe quanto irá custar no nosso preço final? E logística de recebimento?

Bem, entre levar uma pancada do MP/Órgão Ambiental e a mídia (REPUTAÇÃO SOCIOAMBIENTAL?) e investir em um plano de logística reversa o que você prefere? Correr riscos? Governança sem gestão de riscos?

Novela e dramalhão mexicano até convencer ou não.

Estamos realizando algum tempo em SP a elaboração do PLR para algumas empresas e fico feliz que esteja evoluindo bem.

Liga ontem à noite uma proprietária de uma indústria e também importadora de diversos produtos perigosos e não.

Bem, me encontrou através de indicação, e estava super preocupada; sua empresa foi cobrada pelo PLR e aos mesmos tempos autuada por quem ela vendia seus produtos, que tinham feito caca com os resíduos e adivinhem para quem sobrou quando viram a marca nas embalagens?

Roberto e agora? Pergunta ela aflita.

História é longa, entramos em ação, elaboramos o PLR, defesa, orientação para implantar o PLR e treinamento para OS COLEGAS que trabalham em nossa área.

Por que em letras grandes, será que ninguém está preocupado com o assunto, será que ainda não sabem do que se trata? GESTÃO DE RISCOS SOCIOAMBIENTAIS? PLR?

Amigos já passou da hora de elaborar um PLR e implantar.

Se órgão ambiental não exige o PLR para seu produto específico XYX, problema dele!

Mas o problema é seu na verdade.

Explico…! Sem um PLR definido para seus produtos ou embalagens dele associado ao PGRS você está no risco sim.

Nota: seus produtos ou embalagens destes irão virar resíduos em algum momento do ciclo de vida do produto.

Se você não sabe o que é logística reversa e qual a sua importância, já passou do tempo em saber em detalhes!

O tema está na agenda dos principais executivos, seja por antecipação dos riscos, ou seja, porque algum órgão regulador ou fiscalizados já bateu na porta com advertência ou até mesmo autuação com multa.

Você vai ver que, quando bem planejada, além estar controlando seus riscos de impactos não desejados, a logística reversa nas empresas agrega valor ao relacionamento com os clientes.

Então, por que esconder o problema embaixo do tapete se você pode tirar vantagem dele?

Como o próprio nome sugere, estamos falando de uma operação de retorno de embalagens, resíduos etc.  para a empresa ou empresa qualificada para lidar com os resíduos.

É o inverso do que ocorre na logística tradicional (foward logistics), quando a preocupação envolve o despacho e a entrega de uma mercadoria ao cliente.

Então, o que uma política de logística reversa faz é preparar o negócio para receber itens no retorno (reverse logistics) de sua responsabilidade.

É por meio da logística reversa que sua empresa cumpre a Política Nacional de Resíduos Sólidos ou PNRS.

Você já ouviu falar da Política Nacional de Resíduos Sólidos?

Ela está prevista na Lei n.º 12.305, publicada em 2010.

O principal a saber sobre ela é que define a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida de produtos no país.

Ou seja, fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes devem implantar meios para garantir que itens pós-consumo sejam reciclados ou reaproveitados.

Para alguns setores, como o de resíduos eletroeletrônicos, pneus, embalagens em geral, etc., ter esse tipo de operação de logística reversa já está se tornando uma obrigatoriedade.

Quer saber mais um pouco, acesse o link http://www.sinir.gov.br/logística-reversa e descubra o que já está em andamento, o que já foi acordado e claro, se tiver alguma dúvida, estamos aqui pra ajudar.

Que tal fazer da logística reversa um diferencial competitivo do seu negócio, fidelizar clientes, atender a norma e de fato mostrar que a sustentabilidade corporativa da sua empresa não é para “inglês ver”?!

Quem tem uma empresa não pode abdicar da sua responsabilidade nesse sentido.

Sua reputação socioambiental não tem preço, e tomara que não aconteça com você o que passou comigo.

Plano de logística de reversa se você ainda nãooo, boa sorte!

Estamos juntos!

Um modelo visual para simplificar a definição de uma cultura de segurança

Quando nós realizamos due diligences de nível de maturidade em meio ambiente / segurança ou até mesmo em responsabilidadde social corportaiva nas organizações  , buscamos entender como isso está demostrando na visão do colabrador ,através de perguntas objetivas.

Como a segurança é definida em sua organização ?,por exemplo .

A maioria das pessoas respondem a essa pergunta com um objetivo (como não se machucar ou ir para casa da mesma maneira que veio trabalhar etc ) em vez de uma definição. 

Se um grupo de pessoas vai trabalhar para alcançar um objetivo, ele deve ser claramente definido e a definição universalmente compartilhada.

Segurança, simplesmente, é saber o que pode machucá-lo, aprender as coisas que podem impedi-los de machucá-lo, e fazer essas coisas. 

Essa definição excessivamente simplista não elabora sobre as metodologias de mitigação de riscos, mas foca nos objetivos básicos.

 Também fornece um quadro sensível para não apenas focar as discussões para aumentar a propriedade, mas também ajudar no desenvolvimento de novos indicadores para a segurança .

Nossas perguntas são sempre bem objetivas para ter uma noção de uma pronta resposta do colaborador .

Se ele (a) começa a pensar  muito , acreditamos que temos uma questão a ser resolvida .

Vamos lá , vejam alguma de nossas perguntas em nossas due diligences

Conhecendo os Riscos: 

Seus colaboradores conhecem os diferentes tipos de riscos que podem enfrentar em sua área de trabalho? 

Quais são os grandes riscos,onde a exposição única pode resultar em uma lesão grave ou fatalidade? 

Esses tipos de riscos são frequentemente categorizados como de alta probabilidade. 

Quais são os riscos comuns que enfrentarão? 

Quão bem seus colaboradores sabem  e enteden os riscos comuns? 

Saber quais precauções tomar: 

O dicionário  define a precaução como “cuidado tomado com antecedência” ou “uma medida tomada antecipadamente para evitar danos ou garantir o bem”. 

Seus colaboradores sabem quais são as precauções necessárias a eles?

 Bloqueio/Tagout é um exemplo. 

Na maioria das organizações , este não é um pedido gentil, é uma exigência, e eventos graves ocorreram que levaram a isso. 

No entanto, em uma organização atormentada por lesões que poderiam ser em grande parte evitáveis mantendo os olhos no caminho ou tarefa, seria ineficiente tentar escrever e impor uma regra que: “Você deve olhar para onde está indo”.

 Especificamente, que precaução alguém deve tomar para controlar os grandes riscos?

 E que precaução alguém pode tomar para controlar os riscos comuns?

 Para moldar, controlar e influenciar o desempenho em qualquer organização, deve existir clareza em torno do que os colaboradores são obrigados a fazer e o que é mais desejável. 

Seus colaboradores sabem disso?

Tomando precauções regularmente
Como você monitora as precauções necessárias e desejadas? 

Se alguém está fazendo o que é obrigado a fazer, você diz alguma coisa, ou apenas se não está? 

Se alguém está se afastando propositalmente de uma regra, política ou procedimento, aconselhamento é necessário, não coaching. 

Os líderes devem controlar o comportamento necessário.

 Se as precauções desejadas são conhecidas para superar os riscos comuns, como elas estão sendo treinadas? 

Avaliações de práticas de trabalho, coaching e observações comportamentais tornaram-se indicadores de liderança comuns.

Para operacionalizar esse modelo em seu ambiente de trabalho, considere fazer as seguintes perguntas como parte de suas reuniões pré-turno, análise de segurança do trabalho e reuniões de segurança.

  1. Quais são nossos grandes riscos?
  2. O que somos obrigados a fazer para enfrentar esses riscos?
  3. O que tornaria difícil ou impossível tomar as precauções necessárias?
  4. Quais são nossos riscos comuns?
  5. O que podemos fazer dentro do nosso controle para resolver esses riscos?
  6. O que tornaria difícil ou impossível tomar essas precauções desejadas?
  7. Como vamos garantir que estamos fazendo o que é necessário para tornar essas precauções um hábito?

Quanto mais indivíduos envolvidos nas discussões identificarem riscos, colaborar no que fazer para superar e proteger contra esses riscos, e desenvolver mecanismos de cuidado e coach de cada um sobre as precauções que estão sendo tomadas, maior será o conhecimento sobre segurança e propriedade nas atividades preventivas que a organização experimentará.

 Ao ouvir as respostas às perguntas encontradas ao longo deste artigo, não só você aumentará as capacidades de risco e risco da força de trabalho, como também identificará proativamente obstáculos e barreiras a práticas seguras.

Estamos Juntos

Algumas sugestões que podem melhorar sua gestão como profissional de ESG /QSMS-RS .  

Para obter sucesso em sua carreira, independentemente da área de atuação específica, é preciso estar bem-preparado e capacitado para lidar com as situações do dia a dia profissional.

Além disso, nós profissionais de área que tanto apreciamos e nos dedicamos com muito amor, devemos ser capazes de tomar decisões corretas em momentos de dificuldades, já que somos suporte para a produção na questão da segurança do colaborador, proteção ao meio ambiente, saúde ocupacional e outras missões de nossa profissão presentes na estrutura da organização

Dessa forma, é necessário prever e identificar possíveis erros existentes na rotina do dia a dia de seus colaboradores como um todo.

Seguem, algumas sugestões de um profissional de ESG/QSMS-RS & Sustentabilidade com + 35 anos da área que gostaria de compartilhar como vocês.

 Devemos evitar:

Ficar desatualizado

Vivemos em um mundo globalizado em que ocorrem atualizações tecnológicas a todo momento.

O ESG chegou forte, o que você está fazendo a respeito?

 Infelizmente, alguns profissionais responsáveis da nossa área de atuação não estão antenados quanto ao que há de mais moderno no mercado de trabalho.

Dessa forma, estes acabam prejudicando e colocando em risco as atividades realizadas em suas empresas.

Um profissional de ESG/QSMS-RS e Sustentabilidade deve manter-se atualizado em relação às normas e ao uso dos equipamentos e tecnologias de sua área de atuação.

A realização de cursos relacionados a cada área específica de sua profissão é uma importante ferramenta para evitar tal problema.

 Promova palestras, utilizando exemplos de acidentes reais ou equívocos em tomadas de decisão que geraram tal consequência para chamar a atenção de todos para a importância da prevenção socioambiental

Desconhecer a empresa em que trabalha

A grande diversidade de empresas existentes no mercado de trabalho exige que um profissional se adeque às condições específicas de uma.

Cada empresa possui culturas, valores e objetivos diferentes, logo, o técnico precisa entender e compreender qual é a realidade empresarial no qual se encontra inserido.

Outro fator importante é conhecer o ambiente de trabalho em que se atua.

 Ao estudá-lo, é possível identificar e prevenir futuras ocorrências acidentais, dessa forma, sua gestão de prevenção e conflitos pode preparar-se corretamente para isto!

Vale lembrar também que, antes de gerir qualquer equipe, é necessário conhecê-la.

Dessa maneira, é importante saber como dialogar e agir com cada profissional de sua equipe.

 Não dar o exemplo

Antes de cobrar qualquer atitude de seus colaboradores, um profissional de ESG/QSMS-RS e Sustentabilidade deve agir como um bom líder de equipe mostrando como realizar corretamente as atividades preocupando-se com segurança, proteção ao meio ambiente conflito com as comunidades a sua volta, economia de recursos naturais etc.

Evite desrespeitar normas e procedimentos e não utilizar atalhos, desse modo, seus colaboradores terão você como um exemplo de como devem agir.

 Fique atento para tal questão, pois os acidentes de trabalho e acidentes ambientais podem causar perdas, financeiras e profissionais, para sua empresa.

Não trabalhar em equipe

Um profissional da área sempre deve dar importância às discussões e propostas desenvolvidas pela sua equipe

 Ao criar tal diálogo, é possível aprimorar cada vez mais as atividades realizadas e evitar equívocos de sua gestão.

Não possuir uma comunicação clara e direta com todos

Como um profissional de ESG/QSMS-RS e Sustentabilidade vai dialogar com seus supervisores e seus colaboradores, ele precisa saber se expressar corretamente nessas situações.

O uso de uma linguagem simples e correta é essencial para tal.

Ele deve prezar pelo uso da forma correta da língua ao realizar apresentações e fixar avisos, porém, recomenda-se que essa linguagem seja adequada ao seu público-alvo.

Logo, é necessário ter atenção para que todos possam entender a mensagem a ser transmitida.

Um profissional de ESG/ QMS-RS e Sustentabilidade sempre deve estar focado no suporte e na melhoria contínua.

Prevenção a acidentes do trabalho, acidentes ambientais, economia de recursos naturais e outras atividades que nos compete devem ser tradas de uma maneira sempre buscando a melhoria em servia a organização

Espero que essas sugestões que devem ser evitadas sejam de algumas ajuda aos colegas.

Estamos juntos!

Cinco sugestões para otimizar os princípios ESG na sua organização.

Um assunto que infelizmente chegou atrasado no Brasil , mas graças ao mercado financeiro e jornalistas que publicam quase que diariamente matérias a respeito , agora as organizações se sentem obrigadas a seguir o caminho que não tem mais volta .

E também , com a retirada de investimentos de alguns fundos com a preocupação dos princípios ESG das grandes mineradoras , empresa de energia e produtoras de proteína animal , a coisa tomou uma proporção interessante .

Mas você profissional da área , como fica ?

Bem , os próximos passos de sua organização vão dizer .

Mas é bom ficar atento !

Aqui segue algumas sugestões baseadas em nossa experiência e vivência durante anos como gestor de ESG para vários ativos na África e Oriente .

Considere as condições físicas, regulatórias e sociais que podem ajudar a justificar ou acelerar os investimentos em otimização de instalações.

Desde a realização de avaliações no local de quase 50 operações nos últimos anos e agora como consultor com aconselhamento técnico virtual para muitos mais, aprendemos muito sobre como apoiar efetivamente nossos clientes com economia de investimentos e redução de seus impactos nas comunidades locais e nos recursos naturais. 

Não importa em que setor você está, porque as oportunidades de otimização são muito semelhantes entre os segmentos econômicos 

Dadas as tendências que ocorrem para a necessidade de operar em um mundo de baixo carbono, recursos limitados e alta expectativa de stakeholders, agora é a hora de garantir que a “casa esteja em ordem” e que suas instalações otimizaram suas emissões de energia, gases de efeito estufa (GEE), água e águas residuais.

As organizações devem abordar a otimização de forma sistemática trabalhando de dentro para fora. 

Por exemplo, com energia e carbono, recomenda-se a progressão a seguir para uma instalação para buscar a descarbonização:

  • Reduza sua demanda de energia.
  • Avalie opções de fornecimento de energia de carbono mais baixas tanto no local quanto no local, incluindo incentivos disponíveis.
  • Considere a captura e o sequestro de carbono.
  • Busque compensações de carbono ou créditos.

Para garantir que sua instalação seja otimizada para água, é melhor considerar uma abordagem “4R”:

Reduza: Evite usar água sempre que possível, repensando seus processos e/ou modificando seus produtos.

Reutilização: Onde é possível otimizar cada gota de água que sua instalação toca através da reutilização segura da água dentro dos processos?

Reciclar: Onde a água ou as águas residuais podem ser tratadas e direcionadas para um uso benéfico dentro ou fora do local?

Retorno: Até que ponto sua instalação pode devolver água para a bacia hidrográfica local de onde foi originalmente originada e reduz a demanda global de suas operações?

Depois de dar uma olhada em suas abordagens de descarbonização e otimização de água, considere os cinco insights práticos a seguir para otimizar a sustentabilidade em suas instalações.

Opções de avaliação

Você pode pensar que realizar uma visita no local de vários dias é a única opção para completar avaliações de energia, água e/ou resíduos em uma instalação.

 Embora essas avaliações sejam eficazes e possam ser justificadas para as instalações mais críticas, elas também podem ser disruptivas para operações e um investimento financeiro.

 Existem várias alternativas a serem consideradas, especialmente à medida que o mundo navega pela pandemia.

Uma alternativa é completar avaliações remotas por processo durante um período, reduzindo assim a interrupção. 

Por exemplo, refrigeradores poderiam ser avaliados mês um, caldeiras no próximo, e o terceiro mês poderia ser uma avaliação do ar comprimido da instalação. 

Avaliações podem aproveitar tecnologia, como óculos de realidade virtual ou capacetes.

 Você também pode aproveitar uma equipe de consultores de QSMS-RS & Sustentabilidade (a nossa por favor rsrsrs) para ser um help desk técnico para pensar em oportunidades e resolver desafios.

 As melhores avaliações envolvem a equipe local de um cliente e engenheiros de instalações para colaborar em oportunidades e soluções que funcionarão.

 Priorizar, priorizar, priorizar

Para causar o maior impacto no resultado, os esforços devem ser priorizados com base no maior gasto e maior potencial de poupança.

Comece entendendo o tamanho do gasto total de utilidade para uma determinada instalação e como o gasto é dividido em categorias específicas : elétrica, tipos de combustível, água etc. 

Então você pode começar a priorizar seus esforços para causar o maior impacto.

Determine qual categoria tem o maior gasto global e garante um mergulho mais profundo para entender os motoristas de custo. 

Por exemplo, durante um compromisso com o cliente, descobrimos que os custos com combustível eram apenas 2% do gasto total de energia elétrica, enquanto a eletricidade era superior a 60%. 

Logicamente, os esforços iniciais se concentraram na gestão dos custos de eletricidade para alcançar a maior economia. 

Tendo selecionado essa categoria, avalie quais variáveis ou áreas operacionais têm maior impacto no uso de energia elétrica. 

É um aumento na produção? Uma onda de calor? Uma mudança em uma linha de produtos? Ineficiências? Pontos de controle? Ou outros fatores? 

 Considerações Organizacionais e Culturais

Falando em soluções que funcionarão, um aspecto muitas vezes subestimado para buscar oportunidades de otimização é considerar elementos organizacionais e culturais.

 Independentemente da viabilidade técnica e financeira, muitas oportunidades também devem considerar o que é pragmático e sustentável para uma determinada facilidade. 

O que funcionou e o que não funcionou no passado, e por quê? 

Quais são as realidades de implementação dentro da empresa e na instalação em termos de capacidade e capacidade de pessoal, considerações de gestão de mudanças etc.?

Caso de negócios fora da caixa

Usar métodos tradicionais de casos de negócios nem sempre faz justificativa para o que são realmente projetos sólidos e dignos relacionados à sustentabilidade. 

Embora a redução de energia seja muitas vezes mais fácil de justificar devido à redução direta de custos em comparação com a água, ainda pode ser um obstáculo significativo. 

Aqui estão duas técnicas a considerar ao fazer o seu caso:

Preço Interno sobre carbono: Isso se refere à prática de atribuir um valor monetário às emissões de GEE dentro da tomada de decisões internas. 

Essa prática é voluntária e utilizada para internalizar os mecanismos de precificação de carbono existentes ou programados dentro de geografias relevantes e exposição ao risco às regulamentações de emissões.

 Estabelecer um preço interno sobre o carbono também é usado pelas empresas para acelerar a pesquisa e o desenvolvimento e investimentos para um futuro econômico de baixo carbono.

Custo Real da Água: Muitas instalações estão usando um custo direto de água dentro de seus cálculos de investimento. 

A realidade é que existem custos adicionais embutidos de água que podem e devem ser considerados como produtos químicos e filtros, custos para calor e água fria, motores necessários para bombear água através da instalação, tratamento de águas residuais e taxas de esgoto.

 Esses custos incorporados também podem ser determinados para processos específicos para impulsionar ainda mais as ações de reutilização e reciclagem.

 Olhe para fora das paredes da instalação

É cada vez mais importante considerar o “contexto” em torno de sua instalação e as características da comunidade local e do ambiente natural as condições físicas, regulatórias e sociais que podem ajudar a justificar ou acelerar os investimentos em otimização de instalações. 

Por exemplo, se você determinar que a bacia hidrográfica local é impactada , isso ajudaria a justificar a redução do uso da água e a reciclagem de águas residuais? 

As concessionárias de água estão considerando as mudanças nas taxas de água ou esgoto nos próximos anos? 

Existem programas de desempenho ou incentivo que incentivam reduções de água e energia? 

Os reguladores estão considerando o aumento dos requisitos de quitação ou mandatos para uma descarga líquida mínima ou zero? 

A água é um tema frequente na mídia ou conversas locais? 

Ter esse tipo de insight resultará em uma tomada de decisão mais informada no que diz respeito à otimização das instalações, ao crescimento da produção e ao engajamento da comunidade e das partes interessadas.

Com base nesses cinco insights para otimizar os princípios ESG em suas instalações, você pode dizer que sua “casa está em ordem” ou ainda há trabalho a ser feito? 

Agora é a hora de otimizar a energia de sua instalação, as emissões de GEE, água e águas residuais para um futuro muito mais sustentável. 

O que você está esperando?

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