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Como anda a sua gestão de riscos de barreiras das suas operações? Condição sine qua non para gestão de riscos ESG!

Como anda a sua gestão de riscos de barreiras das suas operações?

Condição sine qua non para gestão de riscos ESG!

Como anda a sua gestão de riscos de barreiras das suas operações?

Condição sine qua non para gestão de riscos ESG!

As organizações devem engajar seus colaboradores e incentivar a comunicação aberta em todos os pontos de vista para avaliar o quadro de risco completo

Embora cada empresa diga que seus recursos humanos são seu ativo mais valioso, alguns nem sempre agem de acordo com essa declaração.

Este texto destaca uma área com potencial de melhoria sobre a gestão de risco de barreiras para prevenção de acidentes seja de trabalho ou socioambiental

Auditorias e verificações é uma garantia pelas quais uma organização pode garantir a eficácia de suas barreiras, sejam elas técnicas, organizacionais ou operacionais.

A gestão de barreiras envolve, o controle e o manuseio de todos os aspectos do QSMS-RS por meio de uma abordagem sistemática e contínua.

 É fácil pensar em barreiras como soluções técnicas para eliminar riscos operacionais ou minimizá-los a um nível aceitável.

Barreiras técnicas e operacionais podem ser as mais fáceis de implementar.

 No entanto, a menos que o pessoal envolvido tenha uma compreensão abrangente de por que as barreiras são estabelecidas e como elas funcionam, é provável que sejam menos eficazes.

As barreiras podem ser classificadas nos seguintes grupos:

• Barreiras técnicas;

• Barreiras organizacionais;

• Barreiras operacionais.

As barreiras organizacionais são implementadas por meio de pessoas responsáveis ou que têm uma competência específica, e que estão diretamente envolvidas no desempenho de uma ou várias funções de barreira.

Em todas as operações, sempre haverá riscos possíveis, e nenhum sistema único pode resolver todas as incertezas possíveis.

No final do dia, é a tomada de decisão humana que é o teste crucial para o sucesso.

Uma pré-condição para entender o risco e estabelecer um sistema robusto de gerenciamento de barreiras não é apenas envolver as pessoas, mas também garantir e verificar que elas entendem como os fatores humanos podem influenciar direta ou indiretamente o quadro de risco.

Isso requer uma abordagem sistemática para identificar necessidades de treinamento, construir equipes complementares, realizar treinamento prático no trabalho e desenvolver um sistema de garantia de competência para verificar processos de aprendizagem.

A prática é perfeita no esporte, assim como no trabalho.

Para estabelecer uma estratégia de barreira, todos os riscos e todas as possíveis incertezas que possam ser identificadas por uma tripulação competente devem ser identificados.

 Isso significa que as pessoas devem estar envolvidas.

Envolver as pessoas significa ouvir, engajar, abrir-se para discussão e obter todas as opiniões sobre a mesa.

A comunicação aberta e a boa cooperação só podem ser alcançadas em um ambiente de confiança mútua e abertura.

Ter líderes que possam tomar decisões com base no quadro de risco e que são apoiados por todos os envolvidos também são elementos cruciais.

Em todas as atividades envolvendo pessoas, deve-se relacionar-se a uma série de fatores que podem ser regidos pela situação do indivíduo de tempos em tempos, cooperação ou falta de cooperação na equipe, comunicação mal compreendida, carga de trabalho, cultura, falta de confiança nos gestores ou decisões, etc.

 As pessoas nem sempre são previsíveis, mas essencialmente todos estão motivados a fazer o melhor trabalho possível.

Isso é senso comum e pode parecer óbvio, no entanto, os líderes também são pessoas e nem sempre podem agir da maneira mais sensível.

A amplitude e a natureza dos fatores humanos na gestão de barreiras podem contribuir para incidentes.

 Como as barreiras podem ser estabelecidas e mantidas para que os riscos possam ser gerenciados para evitar acidentes para alcançar um sistema robusto de gerenciamento de barreiras?

Os fatores chave são:

• Forte liderança;

• Tomada de decisão adequada;

• Evitar falsas verdades;

• Ousar falar.

Há inúmeros exemplos dentro das indústrias onde não ter a tomada de decisão adequada levou as pessoas a acreditar em “falsas verdades”.

Embora as barreiras técnicas possam ser verificadas e monitoradas por sistemas de manutenção preventiva e programas regulares de testes, o desempenho organizacional e humano, a qualquer momento, pode não ser tão fácil de verificar.

Trata-se de ter pessoas e sistemas no local para evitar que “falsas verdades” sejam desenvolvidas, a fim de evitar que situações e incidentes perigosos surjam.

As principais etapas para prevenir “falsas verdades” incluem:

• Foco no treinamento para tais situações em simuladores e no local de trabalho;

• Realização de exercícios regulares;

• Certificar-se de que o pessoal é treinado e competente;

• Garantir que a força de trabalho esteja ciente do potencial de “falsas verdades”.

O desenvolvimento de pessoas e da organização é uma responsabilidade de liderança.

Todos os líderes são responsáveis por garantir que seus colaboradores sejam qualificados e detenho a competência necessária para desempenhar seu trabalho.

Uma abordagem integrada ao gerenciamento de barreiras envolve muitos elementos, como o planejamento de tarefas críticas à segurança.

Tarefas críticas à segurança são as tarefas de maior risco que, se não forem executadas corretamente, podem levar a sérias consequências.

Uma abordagem integrada ao gerenciamento de barreiras envolve muitos elementos, como o planejamento de tarefas críticas à segurança.

Tarefas críticas à segurança são as tarefas de maior risco que, se não forem executadas corretamente, podem levar a sérias consequências.

Os líderes desenvolvem a organização e os colaboradores e criam resultados através de delegação, interação, acompanhamento e envolvimento. Líderes de todos os níveis demonstram responsabilidade.

Espera se que todos os líderes doem e estejam abertos a receber feedback.

Eles se comunicam de forma clara, respeitosa, motivadora e inspiradora, mas também sabem o valor da escuta.

 A contribuição do colaborador deve ser vista como valiosa por outros, especialmente pelo líder.

Um sistema completo de gerenciamento de barreiras contém elementos técnicos, operacionais e organizacionais.

Esses elementos normalmente estarão intimamente ligados e, a menos que as ações certas esperadas sejam tomadas pela organização e pelas pessoas, barreiras técnicas podem ser afetadas ou podem falhar.

A gestão de barreiras envolve o gerenciamento, o controle e o manuseio dos aspectos humanos e inclui diversas áreas importantes:

• Competência;

• Apenas cultura;

• Liderança;

• Correções;

• Fatores de modelagem de desempenho;

• Auto-verificação;

• Avaliações;

• Gestão de riscos e gestão de mudanças;

• Procedimentos de liderança;

• Comunicação e feedback.

Toda a organização está envolvida na garantia de um sistema robusto de gerenciamento de barreiras, e requer um envolvimento minucioso de todas as partes.

Nenhum sistema ou nenhum ser humano pode ser confiável para prever todos os possíveis incidentes no futuro, mas uma combinação de bons sistemas, bem como uma cultura justa que promove o envolvimento ideal, pode minimizar os riscos a um nível aceitável.

A única maneira de alcançar e permanecer neste nível é aceitar que é uma história interminável.

 É um processo de aprendizagem ao longo da vida de automotivação, curiosidade insatisfavel para melhorar a própria competência e compartilhamento de conhecimento.

Retrospectiva pode ser útil para aprender, mas é ainda melhor se todos se envolverem, falarem, refletirem e usarem sua competência antecipadamente.

Todo mundo sabe melhor onde seu próprio sapato aperta, e qualquer empresa deve receber e priorizar um comportamento aberto para compartilhar experiências e consciência de risco inteligente.

Neste texto, foram listados vários pré-requisitos que são cruciais para o desempenho humano na gestão de barreiras.

Os mais vitais são:

• Forte liderança;

• Tomada de decisão adequada;

• Evitar falsas verdades;

• Ousar falar.

Mas esta lista não é conclusiva.

 É um desenvolvimento ao longo da vida onde novos ou outros elementos podem se tornar vitais para o desenvolvimento contínuo, e cada empresa deve encontrar seu próprio caminho para incentivar seus trabalhadores e otimizar sua estratégia para uma operação equilibrada, eficiente e segura.

Um processo completo de gestão de barreiras é sobre segurança para todos os stakeholders internos e externos

Estamos juntos!

Em que nível de maturidade em segurança do trabalho sua organização está?

Você tem clareza sobre o real estágio de maturidade da sua organização nesse tema tão crítico?

Vamos lá!!

Se você cumpre todas as NRs, perdão é, compliance nada mais de obrigações!

Se você realiza DDS todos os dias, qual o impacto real, ou já entrou no automático faz tempo?

Se você segue a pirâmide de Byrd, onde você observa e ataca?

Se você investiga todos quase acidentes, qual a projeção de prevenção você estima?

Se você faz tudo isso, e os acidentes continuam, tens certeza de que está tudo bem, põe a mão no fogo?

Cá entre nós, você sabe que acidente ZERO não existe, mas é o seu objetivo nesse mundo corporativo com alta frequência na rotatividade de colaboradores e descaso até um acidente grave, boa sorte.

De novo, qual o nível de maturidade de segurança da sua organização da portaria da sua organização ao CEO?

Saber o nível de maturidade em Segurança do Trabalho é como pedir um exame completo.

Você ganha clareza, mas também corre o risco de descobrir o que vem sendo empurrado para debaixo do tapete.

Prós (o que você ganha quando para de “achar” e começa a medir):

  • Você troca opinião por diagnóstico: descobre se está no “cumpre tabela” ou se tem gestão de verdade.
  • Você para de gastar energia com ritual e investe no que reduz risco (sim, aquele DDS automático entra na mira).
  • Você enxerga onde o acidente nasce: processo, liderança ou comportamento — e para de culpar só o operador.
  • Você cria um plano de evolução (roadmap) em vez de campanha de segurança que dura duas semanas.
  • Você reduz custos invisíveis: afastamentos, retrabalho, paradas, sinistro, ação trabalhista… aquele rombo que ninguém põe no PPT.
  • Você ganha argumento com diretoria: segurança deixa de ser “despesa” e vira gestão de risco com impacto no negócio.
  • Você melhora reputação e auditorias: menos “teatro”, mais consistência cliente e certificação percebem.

Contras (o preço de olhar no espelho sem filtro):

  • Você pode descobrir que a “cultura de segurança” é só slogan na parede e isso dói.
  • Se a empresa não estiver pronta, vira caça às bruxas: operação vs. SESMT vs. liderança (e ninguém melhora nada).
  • Existe o risco de virar nota e não transformação: mais checklist, mais papel, mesma realidade no chão de fábrica.
  • Se você vende “acidente zero” como promessa, prepara o terreno para subnotificação e maquiagem de indicadores.
  • Diagnóstico sério exige tempo e presença em campo — não dá para resolver com planilha e reunião bonita.
  • E o pior: Quando você mede, você não consegue mais fingir que não viu e a cobrança começa a vir da equipe, do cliente e do próprio negócio.

Medir maturidade não é para “ficar bonito no relatório”.

É para parar de apostar na sorte e começar a gerir o risco do jeito que o seu negócio exige.

Por que a maturidade em segurança é essencial?

Ter processos seguros e resultados confiáveis não é um diferencial, mas sim uma necessidade para empresas que desejam prosperar e evitar prejuízos decorrentes de acidentes, incidentes e impactos socioambientais.

Como nós da Roberto Roche & Associados avaliamos o nível de maturidade?

Oferecemos um diagnóstico completo do nível de maturidade em segurança, fundamentado em + de 40 anos de experiência prática no setor, vivência direta em campo e profundo conhecimento dos processos organizacionais.

Nosso método vai além de marcas renomadas ou fórmulas prontas!

Atuamos lado a lado com sua equipe para identificar pontos fortes, fraquezas, oportunidades e ameaças, sempre com total honestidade e realismo.

O que está incluso na avaliação

  • Análise detalhada da cultura e dos processos de segurança
  • Mapeamento dos riscos e das oportunidades de melhoria
  • Recomendações práticas e personalizadas para elevar o padrão da sua gestão
  • Orientação para tomada de decisões estratégicas e assertivas
  • Relatórios claros, gráficos e acompanhamento próximo

De novo, qual a o nível de maturidade de seguranças da sua organização?

Estamos juntos.

Desafios da governança na gestão de riscos ESG nas organizações no fortalecimento da cadeia de valor.

O crescimento das exigências para realizar due diligence ESG em fornecedores representa uma resposta à necessidade de fortalecer a governança nas organizações.

 Essas soluções buscam proporcionar maior robustez, especialmente diante das demandas cada vez mais complexas do mercado por práticas ESG.

Mapear riscos ESG ao longo da rede de terceiros se mantém como um desafio central para organizações.

É impressionante como estes serviços de due diligence que prestamos para diversas organizações, cada vez mais são requisitados a nós da @Roberto Roche & Associados e, claro treinamentos para a área de suprimentos e elaboração de procedimentos de compra.

A pressão por práticas sólidas de ESG, tanto no Brasil quanto internacionalmente, aumentou nos últimos anos, impulsionada por casos de não conformidade envolvendo grandes corporações.

 Um exemplo marcante ocorreu em agosto de 2025, quando organizações de direitos humanos nos Estados Unidos processaram a Tesla, acusando-a de trabalho forçado e “greenwashing” em sua cadeia de fornecimento de cobalto.

Este episódio evidenciou como falhas na gestão de fornecedores podem rapidamente transformar-se em crises reputacionais e jurídicas de grande proporção.

O avanço das exigências regulatórias, aliado à crescente vigilância de investidores e consumidores, ampliou o alcance da governança corporativa.

 Antes restrita à conformidade documental e à responsabilização interna, atualmente as organizações são pressionadas a adotar uma visão abrangente e contínua de toda a cadeia de valor, do início ao fim.

Embora muitas organizações já contem com políticas estruturadas e departamentos de compliance consolidados, o desafio de mapear riscos ESG ao longo da rede de terceiros persiste.

A distância entre o discurso institucional e a prática operacional revela fragilidades capazes de comprometer tanto a imagem quanto os resultados financeiros das organizações.

 A expectativa por transparência e responsabilidade em todas as etapas da operação tem aumentado entre investidores, consumidores e órgãos reguladores.

Contudo, a gestão de fornecedores ainda é vista por muitos como uma tarefa administrativa, quando na verdade é um eixo estratégico da governança.

A exposição a fornecedores com baixo nível de conformidade ou histórico negativo pode resultar em consequências que vão desde multas regulatórias até crises reputacionais severas.

Envolvimento indireto com trabalho análogo à escravidão, uso de matéria-prima ilegal ou emissões irregulares de carbono e greenwashing em relatórios de sustentabilidade já levaram organizações a enfrentar investigações e perder contratos relevantes.

Estamos juntos

Regras de Ouro de segurança e, procedimentos do SGI /QSMS-RS, quem precisa deles?

Muitas organizações usam regras e procedimentos em sua abordagem para gerenciamento da segurança do trabalho e o SGI/QSMS-RS.

Em um local de trabalho onde os riscos são menos claros e uma perda de vida nunca é um resultado aceitável, é fundamental ter regras para tudo?

Agora, nesses dias em que as organizações estão mais abertas do que nunca, onde o engajamento dos colaboradores é encorajado e cobrado na estratégia corporativa. Por que a segurança permanece em um mundo hierárquico baseada em regras e procedimentos para tudo?

Fundamentalmente, as regras mandam e você obedece.

Se podemos controlar o que está acontecendo, podemos determinar os resultados.

Isto é geralmente bem-intencionado, mas como nenhum plano de batalha sobrevive seu primeiro encontro com o inimigo, nenhum plano totalmente pode antecipar todos os resultados possíveis em um ambiente de trabalho, que sempre está em mutação, particularmente, uma vez que nós jogamos a variabilidade humana na mistura.

As regras tentam remover esta variabilidade, mas ao fazê-lo, também pode remover com isso, inovação, empreendedorismo e capacidade de resposta.

Ela lobotomiza a organização.

Quando ocorre uma situação incomum, já não temos a capacidade de responder de forma unilateral.

Muitas investigações de acidentes apontam oportunidades de se ter evitado a situação em que tinham as pessoas envolvidas que tinham a consciência de risco para identificá-lo, e se sentiram confiante o suficiente para agir sozinhas, mas….

Líder entre as organizações no verso dos seus crachás, os requisitos de conformidade são as chamadas regras de ouro, regras de salva-vidas ou variação similar.

Novamente, bem-intencionadas, estas geralmente se baseiam nas atividades mais prováveis de ter causado acidentes fatais.

 No entanto, é excessivamente simplista de acreditar, que as pessoas vão parar de fazer algo fatal, porque não há uma regra no lugar.

Se a ameaça à vida não foi suficiente para impedi-lo, é uma ameaça de despedi-la?

Como muitos sistemas burocráticos ao longo tempo, as regras se tornam mais importantes do aquilo eles pretendiam proteger.

 Uma vez testemunhei alguém ser punido por não ter cumprido com uma regra de usar o cinto de segurança (o colaborador estava manobrando o carro), mas estava nas regras de ouro.

Como já assisti pessoas fumando em áreas classificados, mas como não estava mencionada nas regras, e podia?

Se o resultado está completamente em desacordo com o risco, algo está errado

Pessoas respondem melhor sendo cuidadas para fazer o que se pede com uma boa explicação e conversa

Então precisamos de regras em tudo?

É razoável esperar que os colaboradores tomem decisões com base em uma avaliação de risco detalhada das circunstâncias à mão.

 Nestes casos as regras podem ser úteis para fornecer uma solução rápida.

Ainda há outras ocasiões em que a existência da regra implica o direito de segurança até o ponto onde a regra é quebrada, quando este não pode ser o caso, se há outros fatores de risco envolvidos.

Regras são mais benéficas quando não todas as informações são conhecidas e pessoas não podem tomar decisões informadas do risco.

Isto é tipicamente o caso em sistemas complexos com alto risco potencial onde uma decisão de qualidade só pode ser alcançada pela cuidadosa consideração de todos os fatores por uma equipe interdisciplinar, reunindo seus conhecimentos.

Limitar como regras para determinadas circunstâncias onde o risco é maior, tem uma vantagem de salientar uma importância.

E devem ser bastante específicos.

Quanto mais abrangente a regra “Use sempre o cinto de segurança”, o mais provável é ser visto como inadequado em algumas circunstâncias, e, portanto, opcional.

 A maioria de nós não cumpre o limite de velocidade, porque sabemos que não é realista em todas as situações.

Operacionalmente, os colaboradores precisam de simplicidade, fornecida pelas regras.

Temos que ter equilíbrio entre os dois.

Como sempre, não há preto e branco, certo ou errado em segurança.

Impor regras onde o risco é elevado, é de extrema importância;

Impor regras para situações específicas onde uma tomada de decisão local é difícil, muito importante.

Use as regras para construir um quadro dentro do qual os colaboradores recebem a licença para usar suas habilidades para mudar, adaptar e melhorar.

As regras são as ferramentas fundamentais para a segurança.

 Mas tem seus próprios riscos significativos se ignoradas e falharem quando se trata da precisão necessária para realizar uma tarefa com segurança 

Para isso precisamos sobrepor as ferramentas manuais de gestão de riscos cuidadosamente aplicadas.

 É mais lento, é preciso mais foco e mais experiência, mas pode conseguir melhorar os resultados

Estamos juntos! 

Como os processos do ESG redefinem as  decisões estrategicas e resultados nas organizações.

Organizações buscam produtividade e eficiência, fazendo mais com menos, ou seja, Lucro, estamos de acordo nessa questão.

E esse tal de ESG, onde entra nesse assunto?

Os processos de ajustes e certas modificações que são necessários para a implantação do ESG é visto como um obstáculo pois exige controles, investimentos e, novos modelos de governança.

Em parte, essa percepção é correta, já que pode reduzir margens e pressionar indicadores no curto prazo.

Quando sou contratado para implantar o ESG, sempre esbarro nessa questão ou dúvida dos CEO/Conselhos ou diretores.

E explicou baseado na minha vivência e experiência “Hands on” desde que comecei a trabalhar com ESG nos inícios dos anos 2000 para fundos de Investimentos.

 O erro está em não tratar esse efeito como escolha estratégica.

Ações estratégicas são decisões que conscientemente sacrificam eficiência imediata para construir capacidades organizacionais duradouras.

Diferem das ações táticas porque não buscam apenas melhorar o resultado imediatamente, mas proteger a capacidade da empresa de gerar valor ao longo do tempo.

Quando o ESG é tratado de forma estratégica, ele deixa de ser um conjunto de exigências externas e passa a atuar como filtro de decisões, influenciando processos, cultura e prioridades.

É justamente aqui que emerge um desconforto de quem “sempre fiz assim ” e deu certo (até agora).

A procura por produtividade em um curto espaço de tempo frequentemente colide com investimentos em ESG.

Critérios mais rigorosos, controles adicionais e decisões mais responsáveis podem alongar ciclos, elevar custos e reduzir a produtividade aparente no curto prazo.

O problema é que, quando a produtividade é medida apenas pela velocidade ou pelo resultado imediato, ela deixa de capturar perdas invisíveis que se acumulam em silêncio como riscos, retrabalho e impactos que só aparecem mais adiante.

Uma analogia ajuda a tornar esse dilema mais concreto. Investir nos estudos dos filhos é uma decisão estratégica que, durante anos, parece apenas consumir recursos

 O retorno não é imediato, nem garantido, nem facilmente mensurável.

Muitas vezes, ele não se materializa em ganhos financeiros diretos, mas em algo mais complexo como melhores escolhas, maior autonomia e capacidade de adaptação.

 Ainda assim, poucos discordam de que se trata de um investimento essencial.

 O ESG opera sob a mesma lógica, exigindo paciência, disciplina e disposição para lidar com retornos difusos.

Na prática, a agenda ESG influencia a organização em três frentes críticas.

A primeira é a redução de perdas.

Escândalos, interrupções operacionais, acidentes alinhados com crises socioambientais não aparecem como ineficiência nos relatórios tradicionais, mas corroem a produtividade real.

A segunda é o fator humano. Ambientes éticos e inclusivos reduzem rotatividade, preservam conhecimento e aumentam engajamento, elementos centrais para sustentar performance ao longo do tempo.

A terceira é a governança, que melhora a qualidade das decisões, reduz erros recorrentes e aumenta a confiança de investidores, clientes e parceiros.

No fim, a discussão não é se o ESG custa caro. Sim e toma tempo e, sim precisa de investimentos, nem sempre altos.

 A questão estratégica é quando e como a organização escolhe pagar essa conta.

Algumas organizações optam por maximizar resultados imediatos e empurrar riscos para o futuro.

Outras aceitam uma pressão inicial sobre indicadores para construir uma produtividade mais resiliente e sustentável.

A pergunta que fica para a liderança é simples e desconfortável:

Sua organização prefere ser lucrativa agora ou continuar sendo lucrativa por muitos anos, sobrevivendo a esse mundo globalizado exigente pelo ESG tanto pelo mercado financeiro, seguradoras bem como seus clientes?

Estamos juntos

Quem tem medo de responder os questionários dos bancos, seguradoras, clientes e, o do nível de maturidade ESG do Roberto Roche, 🤭rsrs?

Os questionários ESG, amplamente reconhecidos no mercado, são instrumentos essenciais para organizações que buscam destaque junto a investidores institucionais, seguradoras para renovação do seguro e, clientes querendo saber com quem estão se envolvendo nas suas compras

Elaborados por bancos, seguradoras até mesmo pelos seus clientes, tais questionários analisam práticas, políticas e desempenho de companhias, considerando fatores ambientais, sociais e de governança como determinantes do risco e retorno em longo prazo.

Inicialmente utilizados como ferramentas de apoio à decisão, os questionários evoluíram, sendo incorporados ao desenvolvimento de índices e carteiras que aliavam critérios financeiros tradicionais ao desempenho ESG.

 Esse avanço consolidou as métricas ESG como componentes relevantes para a precificação de risco e estratégias de investimento.

Para organizações, a participação nessas avaliações permite integrar carteiras e índices de investidores institucionais, que atualmente representam cerca de 30% dos ativos sob gestão mundial.

A obtenção de boas classificações em índices e rankings ESG agrega valor reputacional à organização, atestando suas práticas positivas diante de especialistas do mercado.

Isso possibilita a comparabilidade entre organizações do mesmo setor e pode resultar em vantagem competitiva.

O aprimoramento contínuo nas práticas e processos de reporte é imprescindível para manter a empresa bem-posicionada nos índices ESG.

Os questionários elevam o nível de exigência, requerendo alinhamento constante com as demandas do mercado.

Mesmo quando uma organização opta por não responder proativamente, ela permanece sujeita à avaliação de provedores como MSCI, Sustainalytics e FTSE Russell, que utilizam exclusivamente dados públicos.

Relatórios não estruturados conforme esses critérios podem gerar lacunas de informação e impactar negativamente as pontuações.

Nossa consultoria para a implantação do ESG traduz as demandas de ratings, índices e questionários ESG dos seus stakeholders em um modelo único de gestão de dados, práticas e indicadores.

 Mediante mapeamento completo dos principais indutores, são consolidadas as exigências de dados, evidências e práticas, resultando em uma matriz proprietária de dados ESG que orienta o monitoramento, a correspondência com cada indutor, o nível de maturidade esperado e as lacunas prioritárias de evolução.

Essa arquitetura permite estruturar a coleta de dados, facilitar o acesso público às informações relevantes, aumentar a precisão dos reportes, maximizar o desempenho em ratings e índices ESG e ampliar a visibilidade junto a investidores.

Este serviço consolida diferentes metodologias de avaliação ESG em uma métrica única, orientada à tomada de decisão.

Após normalização das notas, é possível visualizar o desempenho por temas materiais e pilares estratégicos, identificar os indutores mais impactantes, priorizar iniciativas e acompanhar a evolução da performance de forma estruturada.

Nós da Roberto Roche & Associados apoiamos organizações na operação de resposta aos questionários ESG.

Com a implementação dos modelos integrados, o processo torna-se mais ágil e consistente, refletindo ganhos de eficiência e qualidade nas respostas, além de melhora nas notas dos indutores.

O objetivo é garantir que a leitura do mercado sobre a organização seja fiel à sua realidade, usando os indutores como alavancas estratégicas para geração de valor, reputação e acesso a capital.

Estamos juntos

Assédio moral (lesão moral) está no seu radar o ESG e a NR1 estão cobrando e, você profissional de segurança do trabalho, pronto?

A cultura do ambiente de trabalho cada vez mais discutida e inserida no contexto do ESG e agora com a NR1 não está imune a uma questão menos discutida, porém significativa como os assédios ou melhor lesões morais.

 Essas lesões, ao contrário das físicas, têm origem nos aspectos psicológicos e éticos do bem-estar do colaborador.

Elas ocorrem quando crenças morais ou éticas profundamente enraizadas de um indivíduo são desafiadas, um fenômeno mais comum do que imaginamos.

Originalmente associado a experiências militares, o conceito de lesão moral se expandiu para outras áreas, como saúde, aplicação da lei e ambiente de trabalho.

Quando os colaboradores percebem uma desconexão entre os valores declarados da organização e as práticas reais, podem surgir lesões morais no trabalho.

 Isso corrói a confiança e compromete a cultura geral de segurança.

O impacto das lesões morais na cultura de segurança é significativo.

Elas levam à perda de confiança, redução do moral e engajamento dos colaboradores, além de implicações para o bem-estar psicológico, segurança psicológica e a reputação da organização.

 Lesões morais também podem contribuir para o esgotamento dos colaboradores, enfatizando a importância de conexões profissionais significativas para prevenir o esgotamento e manter o bem-estar psicológico.

Estratégias como alinhar valores, oferecer treinamento e educação abrangentes, adotar abordagens holísticas de bem estar, incentivar a responsabilidade coletiva, fomentar sistemas abertos de diálogo e relatório, implementar sistemas éticos de suporte à decisão e avaliar e adaptar continuamente não são apenas conceitos teóricos.

 São ferramentas práticas que podem mitigar o impacto de lesões morais e criar um ambiente de trabalho que prioriza a segurança física, valores éticos e o bem-estar dos colaboradores.

Ao integrar as lições aprendidas com lesões morais em programas de segurança, práticas organizacionais e esforços para promover a segurança psicológica, podemos construir ambientes de trabalho resilientes e sustentáveis que priorizam tanto o bem-estar físico quanto o moral.

Essa abordagem proativa aumentará o moral dos colaboradores, fortalecerá o compromisso com a segurança e, em última análise, fortalecerá a cultura de segurança dentro da organização.

 Os resultados positivos não são apenas uma possibilidade, mas um resultado tangível dos seus esforços.

Se você realmente se importa com seu povo, coloque o potencial de ferimentos morais no seu radar.

Estamos juntos

O ESG e sua gestão de riscos ,  representa um desafio que vai além do simples cumprimento do compliance para agronegócio brasileiro .

No agronegócio, a implementação dos processos e gestão de riscos do ESG contribui para valorizar produtos no mercado internacional, elevando a competitividade das empresas brasileiras.

“Nossa consultoria tem experiência na implantação do ESG em diversos segmentos do agro, e observamos com orgulho que essa transformação melhora a percepção dos clientes, bancos, seguradoras e facilita exportações.”

Práticas e gestão de riscos ESG fortalecem a reputação e atraem investimentos, pois consumidores e investidores estão cada vez mais atentos à responsabilidade socioambiental.

Um benefício relevante é a redução de riscos operacionais e financeiros, já que o setor adota medidas preventivas contra impactos ambientais e sociais, como o uso racional de recursos naturais e a promoção do bem-estar dos trabalhadores.

Essas ações favorecem a longevidade do negócio, estimulam inovação e transparência, e criam um ciclo virtuoso de crescimento sustentável e geração de valor.

O setor agro, composto por múltiplos atores, está diante de uma jornada de transformação, capaz de gerar impactos concretos para produtores, sociedade e governo.

 O agronegócio, abrangendo toda a cadeia produtiva e suas conexões, reforça seu papel como motor da economia nacional.

Além de sua importância econômica, o setor é um campo fértil para práticas ESG, integrando recursos naturais, relações humanas e governança responsável.

A agenda ESG pode gerar resultados tangíveis para diferentes públicos, especialmente para exportadores.

 A adoção consistente dessas práticas pode injetar R$ 247 bilhões na economia, impulsionando o setor em até 26,5%, crescimento equivalente ao acumulado nos últimos sete anos, segundo Cepea-USP/Esalq.

No campo ambiental, os benefícios são notáveis como por exemplo na economia de 11,5 trilhões de litros de água, 2,8 TWh de energia, redução de mais de 29 milhões de toneladas de resíduos e prevenção da emissão de 328,6 milhões de toneladas de CO₂ por ano, promovendo um futuro mais sustentável.

O estudo destaca que esses números são referentes a um recorte do setor, sugerindo que o impacto total pode ser ainda maior considerando todas as atividades.

O ESG e sua gestão de riscos torna-se um importante motor de valor, integrando impacto positivo e vantagem estratégica.

 Se antes era visto como obrigação ou custo, hoje fica claro que não aderir significa perder oportunidades em inovação e acesso a recursos financeiros ao um custo mais baixo.

Estamos juntos.

A Relação Entre Colaboradores e o Propósito da Organização.

Quão motivados são seus colaboradores para o propósito da organização para a qual trabalham?

 E quanto aos trabalhadores remotos?

Desde 2020, muitas organizações têm incentivado os colaboradores a trabalhar remotamente;

 Alguns voltaram ao trabalho, algumas empresas mantêm uma abordagem híbrida e, algumas pessoas só trabalharão remotamente enquanto as oportunidades de emprego permitirem.

Como o trabalho remoto, o nível de engajamento deles será uma nova área a ser monitorada.

Conectar colaboradores remotos ou presenciais ao propósito da organização é crucial por esses motivos:

Motivação e Engajamento:

Compreender e se alinhar com o propósito da organização dá aos colaboradores um senso de significado e direção.

 Essa conexão serve como um poderoso motivador, levando a um maior engajamento e compromisso com o trabalho.

Sensação de Realização:

Quando os colaboradores veem como suas contribuições contribuem para o propósito e os objetivos gerais da organização, isso proporciona uma sensação de realização.

Saber que o trabalho deles tem um impacto mais amplo promove a satisfação no trabalho.

Aumento da produtividade:

Colaboradores que se sentem conectados ao propósito da organização têm mais probabilidade de se envolver com seu trabalho.

Esse investimento emocional pode levar a um aumento da produtividade, pois as pessoas são motivadas a dar o seu melhor.

Resiliência diante dos desafios:

Compreender o propósito da organização pode proporcionar aos colaboradores uma sensação de resiliência.

Uma forte conexão com o propósito pode ajudar as pessoas a enfrentar dificuldades e a se manterem comprometidas com a missão da organização em tempos desafiadores.

Alinhamento de Valores:

Quando os colaboradores se conectam ao propósito da organização, os valores pessoais e organizacionais ficam mais alinhados.

Esse alinhamento cria um ambiente de trabalho positivo e aprimora a cultura geral da organização.

Atração e Retenção de Talentos:

Organizações com um propósito claro e convincente costumam ser mais atraentes para os melhores talentos.

Colaboradores que se identificam com o propósito têm mais probabilidade de permanecer na organização, contribuindo para taxas de rotatividade mais baixas.

Inovação e Criatividade:

 Um senso compartilhado de propósito pode fomentar uma cultura colaborativa e inovadora.

Os colaboradores têm mais probabilidade de pensar de forma criativa e contribuir com novas ideias quando entendem como seu trabalho se encaixa nos objetivos mais amplos da organização.

Fortalecer a relação entre os colaboradores com o propósito da organização cria um senso de identidade compartilhada e uma cultura de trabalho positiva, contribuindo para o sucesso individual e coletivo.

Várias estratégias podem ser eficazes para fortalecer esse relacionamento importante:

Comunique claramente a missão:

Articule a missão e o propósito da organização de forma clara e envolvente. Garanta que os colaboradores compreendam como seu trabalho contribui para alcançar esses objetivos abrangentes.

Alinhamento de Liderança:

 Demonstre alinhamento de liderança com o propósito da organização. Quando os líderes incorporam os valores e a missão, isso serve de exemplo para os colaboradores seguirem.

Uma pessoa de terno desenhando uma flecha amarela de giz seguida de setas brancas menores.

Personalize a Conexão:

 Ajude os colaboradores a enxergarem a relevância pessoal do propósito da organização. Ilustre como suas contribuições individuais impactam diretamente a conquista de objetivos mais amplos.

Crie um Ambiente de Trabalho Positivo:

 Promova um ambiente de trabalho positivo e inclusivo que reflita os valores da organização. Uma cultura de apoio fortalece a conexão entre os colaboradores e o propósito da organização.

Ofereça Oportunidades de Feedback:

Incentive a comunicação aberta e o feedback.

Permita que os colaboradores compartilhem suas opiniões sobre como o propósito da organização pode ser mais bem integrado ao trabalho diário.

Reconhecimento e Recompensas:

Reconheça e recompense os colaboradores que exemplificam os valores da organização e contribuem para seu propósito. Isso reforça a importância do alinhamento com a missão.

Treinamento e Desenvolvimento:

Ofereça programas de treinamento que destaquem a missão e os valores da organização.

Isso garante que os colaboradores estejam bem-informados e compreendam a importância de seus papéis para alcançar o propósito mais amplo.

Incorpore o Propósito na Definição de Metas:

Conecte os objetivos individuais e da equipe ao propósito da organização. Esse alinhamento ajuda os colaboradores a enxergar o impacto direto de seus esforços na missão geral.

Celebre Sucessos:

 Celebre marcos e conquistas relacionadas ao propósito da organização. Reconheça e compartilhe histórias que destaquem o impacto positivo dos esforços coletivos.

Envolva os Colaboradores na Tomada de Decisão:

Oferecer oportunidades para que os colaboradores participem dos processos de tomada de decisão.

Quando as pessoas se sentem envolvidas, é mais provável que se sintam conectadas ao propósito da organização.

A relação entre os colaboradores e o propósito da organização é crucial porque promove engajamento, motivação e um senso de compromisso compartilhado.

Quando os colaboradores compreendem e se alinham com o propósito organizacional, isso aumenta o trabalho em equipe, a produtividade e a satisfação geral no trabalho.

Essa conexão contribui para uma cultura de trabalho positiva e pode levar ao sucesso a longo prazo tanto para os colaboradores quanto para a organização.

Ao implementar essas estratégias, as organizações podem cultivar um senso de propósito entre os colaboradores, promovendo uma conexão mais forte com a missão e os valores abrangentes.

Estamos juntos

A importância e necessidade de criar atividades para alinhar a liderança Operacional e SGI/QSMS-RS, você  sabe como?

Alinhar a liderança operacional com a liderança do SGI/QSMS-RS é crucial para o sucesso geral dos negócios.

Nesses últimos 6 anos de consultoria (ainda me considero estagiário) em organizações diferentes de tamanho, é nítido os conflitos e a falta de entrosamento/engajamento da operação com o nosso tão amado e odiado SGI/QSMS- RS.

 As organizações podem criar um sentimento de equipe mais eficaz e uma responsabilidade conjunta entre essas duas funções essenciais, promovendo a colaboração, o entendimento mútuo e um compromisso compartilhado com a segurança e a excelência.

 Diversas atividades têm se mostrado eficazes para alcançar esse alinhamento e fortalecer a parceria entre líderes operacionais e o SGI/QSMS-RS.

Vários métodos funcionaram bem para fomentar a colaboração, o entendimento mútuo e um compromisso compartilhado com a segurança e a excelência empresarial entre a liderança operacional e a do SGI/QSMS-RS, envolvendo ativamente ambos os grupos em exercícios práticos e discussões.

Treinamento Interativo de Segurança:

Conduza sessões práticas de treinamento de segurança que envolvam tanto liderança operacional quanto de segurança, promovendo a colaboração e a compreensão compartilhada dos protocolos de segurança.

Exercícios Baseados em Cenários:

Crie cenários de segurança realistas e relevantes e facilite discussões entre líderes operacionais e de segurança sobre o enfrentamento e prevenção de possíveis problemas de segurança.

Equipes Multifuncionais:

Formar equipes multifuncionais compostas por líderes operacionais e de segurança para trabalhar juntos em projetos ou desafios relacionados à segurança que incentivem a colaboração e a troca de insights.

Caminhadas e Inspeções de Segurança Conjuntas:

Organize caminhadas e inspeções conjuntas de segurança, onde líderes operacionais e de segurança avaliem juntos as condições do local de trabalho, discutam descobertas e colaboram em soluções para melhorar a segurança.

Estudos de Caso:

Apresente estudos de caso de iniciativas de segurança bem-sucedidas em setores semelhantes e discuta como essas lições podem ser aplicadas à sua empresa.

Discussões em Grupo e Workshops:

Discussões em grupo facilitadas sobre cultura de segurança, enfatizando o papel tanto da liderança operacional quanto da segurança na formação e promoção de uma cultura de excelência em segurança.

Exercícios de Interpretação de Personagem:

Use exercícios de simulação para simular cenários relacionados à segurança, permitindo que líderes pratiquem comunicação, tomada de decisão e resolução de problemas em um contexto de segurança.

Definição de Metas de Segurança:

Envolver líderes operacionais e de segurança na definição de metas comuns de segurança e concordar com as responsabilidades pelas ações que impulsionam a melhoria.

Garantir que as atividades sejam operacionalizadas em toda a liderança da linha.

Sessões de Feedback:

Estabeleça sessões estruturadas de feedback onde líderes operacionais e de segurança forneçam opiniões sobre as práticas de segurança uns dos outros.

Mesa-redonda de Liderança:

 Organize mesas-redondas de liderança focando especificamente em segurança. Incentive líderes a compartilharem insights, desafios e melhores práticas relacionadas à liderança em segurança.

Desenvolvimento Colaborativo de Políticas:

Envolver líderes operacionais e de segurança no desenvolvimento ou aprimoramento de políticas e procedimentos de segurança.

Oficina Anual de Melhoria Contínua:

Realize workshops anuais focados especificamente na melhoria contínua da segurança, celebrando conquistas e discutindo onde focar os esforços no próximo ano.

Alinhar a liderança operacional e a liderança SGI/QSMS-RS é como garantir que o motor e o volante de um veículo funcionem em perfeita harmonia.

Assim como o motor fornece o poder para avançar, a liderança operacional conduz o negócio em direção aos seus objetivos.

Por outro lado, o volante, representado pela liderança SGI/QSMS-RS, orienta a direção da organização, garantindo que ela permaneça no caminho certo rumo à segurança, saúde e excelência ambiental.

Quando o motor e o volante não estão alinhados, o veículo pode ter dificuldades para se mover de forma eficiente ou desviar da rota.

Da mesma forma, quando a liderança operacional e a liderança de SGI/QSMS-RS não estão alinhadas, a organização pode enfrentar desafios para alcançar seus objetivos e manter um ambiente de trabalho seguro e sustentável.

 Ao alinhar esses dois aspectos críticos das operações e da liderança de SGI/QSMS-RS, as organizações podem garantir operações tranquilas, caminhar rumo ao sucesso e navegar rumo a um futuro mais seguro e saudável.

Estamos juntos

Você sabe por onde começar a implantação do ESG em sua organização? Aviso!! Sem saber o nível de maturidade é impossível!

Determinar o nível de maturidade ESG é essencial para iniciar sua implantação em qualquer organização.

Se não definir objetivos claros, acabará sem direção, como Alice no País das Maravilhas:

“Se não sabe para onde ir, qualquer caminho serve”.

Já presenciei isso diversas vezes na área desde que iniciei nesta área e, quando surge o desespero e a necessidade de adaptar-se ao mercado, muitas vezes tarde demais.

Um diagnóstico sério e robusto é indispensável para orientar decisões de investimento e indicar o caminho adequado para implementar processos de ESG e gestão de riscos materiais.

Desde 2020, realizamos avaliações de maturidade ESG em diversas organizações no Brasil.

 Com experiência internacional na área de QSMS-RS e Sustentabilidade, já conduzi avaliações para fundos de investimento utilizando metodologias consolidadas ao longo de 12 anos de atuação exclusiva no segmento ESG.

Nossa abordagem compreende cerca de 480 questões, predominantemente não binárias, abrangendo sete áreas distintas dentro das organizações.

O processo exige minuciosidade e preparo e, antes da aplicação, oferecemos treinamento aos participantes para garantir respostas qualificadas.

É importante ressaltar que avaliações superficiais, baseadas apenas em padrões como GRI (acreditem já vi) ou realizadas por inteligência artificial em websites, podem comprometer a credibilidade dos resultados.

A responsabilidade e o conhecimento técnico são fundamentais nessa etapa.

A adoção de práticas ESG (ambientais, sociais e de governança) é imprescindível para organizações que almejam destaque no mercado e perenidade dos negócios.

Transmitir credibilidade aos clientes facilita a renovação do seguro e o acesso a financiamentos com capital de baixo custo.  

 O grau de maturidade ESG influencia diretamente as decisões de investimento, tanto internas quanto externas.

Desafios para atingir um nível de maturidade ESG consistente

Apesar da importância, consolidar um nível de maturidade ESG exige transformações profundas em processos, cultura corporativa e sistemas de governança, além de compromisso contínuo com transparência e responsabilidade.

O engajamento das lideranças e o alinhamento entre setores tornam esse processo complexo e gradual.

Impacto na tomada de decisão de investimentos

O nível de maturidade ESG atingido pela empresa representa um fator decisivo para investidores.

 Organizações com práticas ESG sólidas tendem a atrair mais investimentos, transmitindo confiança e potencial de retorno sustentável.

Por outro lado, empresas que enfrentam dificuldades nesse aspecto podem ter restrições no acesso a capital e oportunidades de crescimento.

Implantar ESG exige conhecer o nível de maturidade da sua organização. Sem essa informação, é inviável iniciar o processo.

Nossa consultoria está à disposição para apoiar seu progresso.

Estamos juntos

Lições aprendidas da falta de gestão e gerenciamento de riscos socioambientais, até quando ?

 Instalações industriais, barragens, portos, e empresas de transporte de produtos perigosos brasileiras não estão imunes a catástrofes similares com o acidente no porto de Beirute.

Quase 3 toneladas de nitrato de amônio explodiram no porto em Beirute, matando cerca de 180 pessoas, derrubando o governo libanês, e enviando um “ALERTA “ao redor do mundo para descobrir se catástrofes semelhantes estavam esperando para acontecer em seus próprios portos e instalações industriais.

Em todo o mundo, inúmeras operações descobertas, incluindo grandes quantidades do mesmo fertilizante agrícola que detonou em Beirute começaram a pipocar por aí.

Em Dakar, as autoridades encontraram 3.000 toneladas de nitrato de amônio em armazéns. 

Em Chennai, funcionários do porto admitiram que estavam armazenando inseguramente 800 toneladas do produto químico. 

Autoridades romenas descobriram quase 9.000 toneladas, incluindo 5.000 toneladas em um único armazém.

E aqui no Brasil, nada? Estranho ….

Somos especialistas de péssimos exemplos (Cubatão, Barcarena, Alemoa, Mariana, Brumadinho e mais umas dezenas) e não estamos imunes a tais deslizes.

O que a história nos ensina e insistimos a não aprender!!!

 Em 1947, 600 pessoas morreram quando um barco carregado com 2.300 toneladas de fertilizante explodiu enquanto atracava em Texas city /Texas.

Mais recentemente, aprendemos da maneira mais difícil que não é preciso milhares de toneladas de produtos químicos para causar um desastre.

 Em 2013, uma fábrica de fertilizantes do Texas  pegou fogo e explodiu, matando 15 pessoas e demolindo centenas de casas próximas, mais tarde foi descoberto que estava armazenando cerca de 50 ton.de nitrato de amônio.

A verdadeira lição do Líbano, Dakar, Chennai e Texas e os nossos “made in Brasil”, é que a prevenção de desastres não depende apenas de impedir distribuidores armazenem e transportem indevidamente grandes quantidades de produtos perigosos.

“É a falta da cultura de uma visão ampliada sobre os riscos socioambientais “

 Os riscos são agora distribuídos por toda a nossa cadeia de suprimentos industrial, e precisamos de uma abordagem diligente e unida à segurança para evitar desastres em larga escala e acidentes menores que podem ser tão trágicos para os afetados por eles.

Isso significa acertar vários pontos como: supervisão, comunicação e manutenção preventiva etc. ou;

GESTÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS SOCIOAMBIENTAIS

 Vamos dar uma olhada mais de perto na maneira como vários segmentos econômicos com alto risco de IMPACTO SOCIOAMBIENTAL podem aproveitar essas capacidades para manter suas instalações seguras na sequência do desastre de Beirute.

É fácil culpar o governo do Líbano pelo desastre de Beirute, e aqui no Brasil não é diferente!

Mas é perigoso assumir que os governos em outros lugares do mundo estão fazendo trabalhos significativamente melhores.

 Veja aquela fábrica de fertilizantes no Texas, por exemplo:

Quando explodiu em 2013, não tinha uma inspeção dos órgãos fiscalizadores desde 1985, agora imagine aqui no Brasil!

Cabe cada vez mais as organizações cuidar da gestão de riscos socioambientais 

Algumas sugestões das minhas lições aprendidas que são muitas, infelizmente!

Uma boa comunicação é fundamental;

Se os colaboradores sabem o que estão movendo, armazenando e processando, eles podem ter certeza de que estão tomando as precauções de segurança apropriadas.

 E se as autoridades locais e as equipes de emergência souberem o que é realizado em armazéns e outras instalações, eles podem tomar as medidas apropriadas rapidamente se o desastre acontecer.

O custo de não se comunicar pode ser alto. 

Em 1917, por exemplo, um navio carregado com 3.000 toneladas de explosivos pegou fogo em Halifax. 

Como as autoridades locais não sabiam o que o navio estava carregando, nenhuma precaução foi tomada, e centenas de espectadores foram mortos instantaneamente quando o navio explodiu

Manter melhores registros e torná-los acessíveis a todos é um primeiro passo vital, mas o impulso para a gestão de riscos não termina com uma boa comunicação

O verdadeiro Santo Graal da gestão de riscos segurança operacional é usar a tecnologia para transformar a cultura do local de trabalho e isso significa ir além da mera conformidade, e repensar a maneira como as ferramentas digitais podem informar e fortalecer nossos fluxos de trabalho operacionais.

O objetivo não pode ser apenas para cada químico perigoso em seu armazém ter seu próprio registro digital detalhando como ele pode ser manuseado e usado com segurança. 

Isso é importante, mas é só um primeiro passo. 

Para realmente construir uma cultura de risco operacional mais segura, precisamos aproveitar todo o poder da tecnologia para uma gestão de riscos seja químico ou equipamentos potencialmente perigosos, mas que também inclui veículos, computadores, dutos, equipamentos pesados, termostatos, medidores de pressão e até mesmo pessoas.

Ao tomar uma abordagem “all-in” para a virtualização, podemos abrir a porta para um novo tipo de gerenciamento de riscos operacional proativo e de cima para baixo. 

Medir e monitorar todo o nosso ambiente operacional cria enormes fluxos de dados que podem ser analisados remotamente, usando inteligência artificial e automação, para identificar proativamente pequenos problemas em tempo real antes que eles se transformem em grandes desastres. 

Com as ferramentas certas, em outras palavras, podemos criar culturas de risco em que o erro humano não leva mais a desastres.

Para isso, precisamos garantir que estamos usando a tecnologia de forma adequada e consistente em todos os níveis de nossas organizações.

Os operadores de linha de frente precisam de tecnologia móvel simplificada para ajudá-los a rastrear ativos, trabalhos de manutenção e inspeção e obter acesso instantâneo à documentação que atualmente é frequentemente afastada em pastas e armários de arquivos empoeirados. 

Os gestores de risco, por sua vez, precisam de ferramentas eficazes de supervisão e análise de risco, para assim verificar se materiais perigosos são manuseados corretamente e garantir que a manutenção preventiva seja realizada dentro do prazo.

O que é necessário, em suma, é uma abordagem top-to-bottom para a segurança que usa a tecnologia digital para forjar uma ligação entre operadores, equipamentos e processos.

Ter uma única fonte rastreável e confiável para procedimentos de segurança é vital, não apenas para garantir que os problemas potenciais sejam rapidamente detectados, mas também para garantir que os problemas sinalizados permaneçam em um estado de falha até que a ação corretiva adequada seja implementada e verificada.

Realizada corretamente e padronizada pode manter as informações fluindo em ambas as direções, garantindo que ninguém fique adivinhando sobre a maneira certa de lidar com uma determinada situação, ou deixado no escuro sobre o que está acontecendo em outros lugares da instalação. 

A tecnologia certa, em outras palavras, pode ajudar a fomentar uma cultura de supervisão e responsabilidade de riscos que torna toda a organização muito mais segura para todos.

Tudo isso se resume, é claro, à simples lição de que a conectividade e os fluxos de informação são fundamentais para manter a segurança independente do segmento econômico

 Isso é algo que todos sabemos, mas como a explosão de Beirute mostra, é algo que às vezes é negligenciado.

 O pior de tudo, é algo que pode facilmente cair no esquecimento em tempos como estes, quando a rotatividade dos colaboradores é alta e o conhecimento institucional é facilmente perdido.

Para manter as instalações seguras, não podemos contar com a fiscalização do governo para detectar problemas antes que eles aconteçam.

 Para o bem ou para o mal, cabe aos gestores de risco e a turma da linha de frente se unirem e implementar ferramentas inteligentes e arquitetura de informações eficazes para manter nossas operações se nossas comunidades a salvo de danos. 

Se você está lidando produtos perigosos, barragens ou simplesmente tentando manter as máquinas funcionando com segurança, não há substituto para uma cultura rigorosa e bem-feita de riscos nas suas operações.

Estamos juntos!

As novas regras colocam o risco climático como elemento central nas finanças das organizações, mas não é para tanto mimimi e histeria sobre as IFRS.

Nossa consultoria vem nos últimos tempos realizando avaliações de riscos climáticos para várias organizações, principalmente as do Agro, a maioria vem a pedidos das seguradoras e, agora o sistema bancário recentemente começa a exigir não só por pela questão de saber sobre a resiliência operacional da organização bem como os impactos dos riscos físicos climáticos e os riscos de transição.

Entendo, por que esses nossos clientes resistem em fazer questionando sempre e, claro o motivo é a falta entendimento da importância para o seu negócio

Com esse texto pretendo ser o mais claro possível para vocês meus colegas que estão envolvidos nessa questão dentro de suas organizações.

Eventos como enchentes, secas prolongadas e ondas de calor deixaram de ser crises ambientais pontuais para se tornarem fatores que impactam diretamente o caixa das companhias.

No Brasil, as enchentes no Rio Grande do Sul em 2024 interromperam cadeias produtivas e operações industriais; na Amazônia, uma seca histórica comprometeu a navegação em rios estratégicos, elevando custos logísticos para setores como mineração e agronegócio.

Essas mudanças resultam em interrupções na produção, aumento de custos operacionais e prejuízos bilionários, agora incorporados ao cotidiano corporativo.

As normas IFRS S1 e S2, desenvolvidas pelo International Sustainability Standards Board (ISSB), órgão vinculado à IFRS Foundation, introduzem uma exigência de transparência sobre os impactos do clima nos resultados financeiros das organizações.

Elas criam um padrão global para reportar, de forma padronizada, como riscos climáticos e de sustentabilidade afetam resultados, estratégias e a geração de valor ao longo do tempo.

No Brasil, a adoção dessas normas depende dos reguladores nacionais.

 A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já iniciou esse processo com a resolução 193, prevendo uma obrigatoriedade progressiva para companhias abertas.

Investidores e instituições financeiras também já começam a exigir esse tipo de informação, acelerando a adaptação empresarial.

A principal mudança está nos processos internos das organizações, especialmente na identificação, avaliação e gestão dos riscos climáticos.

Muitas organizações ainda não conseguem correlacionar riscos operacionais ou estratégicos com o clima, e as novas normas passam a exigir exatamente esse vínculo.

A principal alteração trazida pelos normativos é a obrigatoriedade de integrar o risco climático à lógica financeira, associando eventos ambientais aos impactos no negócio.

 Isso inclui análise clara sobre a vulnerabilidade das organizações ao clima e a maneira como monitoram e mitigam esses riscos.

Dessa forma, eventos como enchentes, secas ou ondas de calor deixam de ser variáveis externas e passam a se traduzir em prejuízos, aumento de custos operacionais, interrupções na produção e riscos estratégicos.

Apesar da relevância da transformação, o nível de preparo das organizações ainda é baixo.

Existe um descaso generalizado e subestimação não só da mudança, mas da complexidade envolvida.

Trata-se de um esforço prévio de estruturação de processos e integração entre áreas, diferente de relatórios anuais de sustentabilidade.

A integração entre áreas como controladoria, gestão de riscos e sustentabilidade, que historicamente funcionam separadas, agora é essencial e representa um dos principais gargalos para a adaptação.

Setores como energia, agro e mineração são os primeiros a sentir mais diretamente os efeitos da mudança, devido à exposição às variáveis climáticas.

O novo cenário proporcionará maior clareza sobre riscos operacionais, estratégicos e reputacionais, mostrando como estão atrelados às questões climáticas.

Na prática, as organizações precisarão mensurar quanto uma seca pode afetar a produção, quantos eventos extremos podem interromper operações ou como novas regulações climáticas podem impactar custos, seguros e acesso a financiamento.

Também deverão detalhar planos de transição, metas e estratégias de adaptação para responder a esses riscos.

Além disso, ficará mais claro como fornecedores, clientes e parceiros influenciam o negócio em termos de riscos e oportunidades climáticas.

Estamos juntos

Desenvolvendo Relacionamentos Fortes entre Colegas de Trabalho.

Na semana passada, escrevi sobre o valor que as organizações capturam ao investir no fortalecimento do relacionamento entre colegas de trabalho.

Esta semana, vamos explorar como realizar isso com as pessoas com quem você trabalha.

Cultive a Comunicação Aberta:

A comunicação aberta e honesta é a base de relacionamentos fortes. Incentive uma cultura de ambiente de trabalho que valorize o diálogo transparente e construtivo.

Reuniões regulares de equipe, políticas de portas abertas e canais de comunicação eficazes criam um ambiente onde os colegas se sentem confortáveis para expressar seus pensamentos e ideias.

Demonstre Interesse Genuíno:

Construir relacionamentos fortes exige um interesse genuíno pelos colegas de trabalho como indivíduos.

Reserve um tempo para conhecê-los além de seus papéis profissionais. Aprenda sobre seus interesses, hobbies e aspirações.

Demonstrar curiosidade autêntica promove um senso de conexão e compreensão mútua.

Pratique a Escuta Ativa:

A escuta ativa é uma ferramenta poderosa para construir relacionamentos fortes. Quando os colegas de trabalho se sentem ouvidos e compreendidos, isso aumenta a confiança e o vínculo.

Pratique a escuta ativa dando total atenção, mantendo contato visual e validando as perspectivas dos outros.

Esse hábito simples, porém eficaz, aprofunda as conexões.

Celebre Conquistas Juntos:

Reconhecer e celebrar conquistas pessoais e profissionais cria um ambiente positivo e de apoio.

Seja um marco de projeto, um aniversário de trabalho ou uma conquista pessoal, reservar um tempo para celebrar como equipe fortalece os laços entre colegas.

Colabore em Atividades de Integração de Equipes:

Atividades de integração em equipe oferecem oportunidades para colegas interagirem em um ambiente relaxado e agradável.

De almoços em equipe a atividades ao ar livre ou eventos voluntários, essas atividades quebram barreiras, incentivam a colaboração e promovem um senso de camaradagem entre colegas.

Ofereça Apoio em Tempos Difíceis:

Construir relacionamentos fortes significa estar presente para os colegas de trabalho em momentos difíceis.

Todos nós já passamos por alguns, e é terrível se você já sentiu que estava passando por esses desafios sozinho.

Seja um contratempo no projeto, uma dificuldade pessoal ou um desafio profissional, oferecer apoio e empatia promove uma cultura de cuidado e fortalece os laços emocionais dentro da equipe.

Compartilhe Conhecimento e Expertise:

Compartilhar ativamente conhecimento e expertise contribui para um ambiente colaborativo.

Quando os colegas trocam livremente insights e habilidades, cria-se uma cultura de aprendizado contínuo e respeito mútuo.

Expresse Apreço e Gratidão:

Expressar regularmente gratidão e gratidão contribui muito para construir relacionamentos positivos.

Gestos simples como um bilhete de agradecimento (lembra deles?), reconhecimento público ou expressar gratidão durante as reuniões da equipe reforçam uma cultura de apreço e aprofundam as conexões entre colegas.

Resolva Conflitos de Forma Construtiva:

Conflitos vão ocorrer, somos pessoas;

Mas a forma como são tratados molda a dinâmica dos relacionamentos.

Quando surgirem conflitos, resolva-os de forma rápida e construtiva. Incentive o diálogo aberto, a escuta ativa e o foco em encontrar soluções em vez de culpar.

Participe Juntos do Desenvolvimento Profissional:

Experiências compartilhadas de desenvolvimento profissional, como workshops, conferências ou sessões de treinamento, oferecem oportunidades para colegas crescerem juntos.

O ambiente de trabalho não é apenas um espaço para colaboração profissional;

É um ecossistema social dinâmico onde a força das conexões interpessoais influencia significativamente o ambiente de trabalho como um todo.

Ao promover uma comunicação aberta, demonstrar interesse genuíno, celebrar conquistas e participar ativamente de atividades de integração em equipe, você pode contribuir para uma cultura de ambiente de trabalho onde relacionamentos fortes floresçam.

Essas conexões, construídas na confiança, colaboração e apoio mútuo, não apenas melhoram a qualidade da sua vida profissional, mas também contribuem para o sucesso geral da organização.

Todo mundo vence, junto.

Estamos juntos

Tornando-se Visto como Líder Estratégico em Segurança.

Nas corporações atuais, os profissionais de segurança desempenham um papel crucial na garantia do bem-estar dos funcionários e do sucesso da organização.

Para serem vistos como líderes estratégicos dentro de uma corporação, os profissionais de segurança devem implementar estratégias específicas que alinhem iniciativas de segurança com os objetivos do negócio, quantifiquem impactos, comuniquem-se de forma eficaz, envolvam a liderança, integrem a gestão de riscos, aproveitem benchmarking e melhores práticas, priorizem a melhoria contínua, invistam em treinamento e desenvolvimento, promovam a colaboração multifuncional e enfrentem proativamente os desafios de segurança.

Ao adotar essas estratégias, os profissionais de segurança podem se posicionar como líderes estratégicos que contribuem significativamente para o sucesso da organização.

 Vamos explorar essas estratégias.

Alinhe-se com os Objetivos do Negócio:

Alinhar as iniciativas de segurança com os objetivos gerais do negócio é essencial para demonstrar uma contribuição estratégica.

 Ao compreender os objetivos da organização e integrar medidas de segurança que apoiem esses objetivos, os profissionais de segurança demonstram o valor da segurança na impulsionarão do sucesso empresarial.

Quantifique o Impacto:

 Utilizar dados e métricas para quantificar o impacto dos programas de segurança no desempenho da organização é fundamental.

 Enfatizar os benefícios financeiros e operacionais das iniciativas de segurança ajuda as partes interessadas a entender o valor tangível que a segurança traz para a organização.

Comunique-se de forma eficaz:

Uma comunicação clara e eficaz é fundamental para transmitir a importância das medidas de segurança a diversos stakeholders.

 Usar uma linguagem que ressoe tanto com a segurança quanto com a perspectiva de negócios ajuda a reduzir a lacuna e garante que o valor estratégico da segurança seja bem compreendido em toda a organização.

Integração da Gestão de Riscos:

A integração das considerações de segurança em processos mais amplos de gestão de riscos mostra como a segurança contribui para mitigar os riscos organizacionais em geral.

Profissionais de segurança destacam seu impacto estratégico na organização demonstrando a interconexão entre segurança e gestão de riscos.

Benchmarking e Melhores Práticas:

Manter-se informado sobre os padrões e melhores práticas do setor permite que profissionais de segurança melhorem o desempenho em segurança ao incorporar estratégias relevantes.

 Aproveitar insights externos e metodologias comprovadas ajuda a impulsionar a melhoria contínua nos processos de segurança.

Melhoria Contínua:

 Comprometer-se com a melhoria contínua dos processos de segurança demonstra uma abordagem evolutiva e proativa.

Ao buscar constantemente maneiras de aprimorar as medidas de segurança e enfrentar desafios emergentes, os profissionais de segurança demonstram sua dedicação em avançar as práticas de segurança dentro da organização.

Treinamento e Desenvolvimento:

 Investir em desenvolvimento profissional contínuo para profissionais de segurança é fundamental para se manter atualizado sobre as tendências do setor e manter uma perspectiva estratégica.

O aprendizado contínuo e o aprimoramento de habilidades permitem que profissionais de segurança se adaptem às necessidades de segurança em evolução e impulsionem a inovação em iniciativas de segurança.

Engaje a Liderança:

Construir relacionamentos com a alta liderança e garantir que eles compreendam a importância estratégica da segurança é vital.

 Ao integrar a segurança em estratégias de negócios mais amplas e destacar seu papel na conquista dos objetivos organizacionais, os profissionais de segurança podem obter o apoio e o endosso dos principais tomadores de decisão.

Colaboração Multifuncional:

 Colaborar com outros departamentos e mostrar como a segurança se cruza com vários aspectos da organização é fundamental para demonstrar o impacto holístico das iniciativas de segurança.

Ao promover parcerias interfuncionais, os profissionais de segurança destacam a natureza interconectada da segurança e sua influência positiva no desempenho organizacional.

Resolução Proativa de Problemas:

A liderança estratégica em segurança foca em enfrentar proativamente os desafios de segurança e demonstrar a capacidade de identificar e resolver problemas antes que eles se agravem.

Profissionais de segurança que adotam essa abordagem contribuem para a resiliência geral da organização e para os esforços de mitigação de riscos.

Os profissionais de segurança podem se posicionar como líderes estratégicos dentro de uma corporação implementando estratégias-chave que alinham a segurança com os objetivos do negócio, quantifiquem o impacto, se comuniquem de forma eficaz, engajem a liderança, integrem a gestão de riscos, aproveitem benchmarking e melhores práticas, priorizem a melhoria contínua, invistam em treinamento e desenvolvimento, promovam a colaboração multifuncional e enfrentem proativamente desafios de segurança.

 Profissionais de segurança podem elevar seu status e impactar significativamente o sucesso da organização ao enfatizar o papel crítico da segurança dentro do quadro organizacional mais amplo e ao demonstrar o valor estratégico das iniciativas de segurança.

Estamos juntos

Para quem precisa incorporar, está na hora de se preparar para o IFRS S1 e S2. E, honestamente, não é tão complicado quanto dizem por aí!

Depois de um tempo atuando no mercado, especialmente acompanhando o LinkedIn, passo pelo menos uma hora por dia lendo publicações há muitos conteúdos bons e pessoas bem-intencionadas.

Contudo, vemos também muita gente sem experiência prática dando conselhos e fazendo posts bonitos, mas às vezes é constrangedor buscar a experiência da pessoa para verificar com que autoridade ela pode estar explanando (nunca bateu um prego na linha de frente no mundo corporativo), mas as ideias são livres e isso é o que importa.

Vamos a realidade

Por que tanto mimimi a respeito deste assunto, tanta publicação uma igual a outra?

É uma coisa tão simples de se fazer e para os que não acham ou vendem dificuldade aviso, vão se dar bem, pois vem a caminho mais exigências para os relatórios de sustentabilidade, rsrsrs

Dado o calendário regulatório global e o movimento de reguladores locais, o processo de adoção não começa pela divulgação do relatório, mas sim pela estruturação da governança, identificação de riscos e organização dos dados.

De forma didática, o início da jornada para aderência a IFRS S1 e S2 normalmente segue estas etapas:

 1. Entendimento regulatório e materialidade

 • Entender requisitos da S1 (divulgação geral de sustentabilidade)

 • Entender requisitos da S2 (clima)

 • Definir abordagem de materialidade financeira

 2. Gap analysis

 • Comparar o que a empresa já divulga (Relatório Anual, Sustentabilidade, TCFD etc.)

 • Identificar lacunas de informação, controles e processos

 3. Governança e controles

 • Definir responsáveis

 • Criar processos de coleta e validação de dados

 • Estabelecer trilha de auditoria

 4. Estruturação dos dados

 • Indicadores ESG

 • Riscos e oportunidades climáticas

 • Métricas financeiras relacionadas ao clima

 • Integração com dados financeiros

 5. Relato e divulgação

 • Estrutura do relatório

 • Conexão entre informações financeiras e de sustentabilidade

 • Preparação para asseguração

É exatamente neste início (gap analysis, governança, dados e controles) que a tecnologia faz mais diferença.

A Roberto Roche & Associados suporta essa jornada desde o começo:

 • Centralização de dados ESG e financeiros

 • Criação de workflows e controles

 • Rastreabilidade e trilha de auditoria

 • Conexão entre relatórios (Financeiro, ESG, Riscos)

 • Preparação para divulgação IFRS S1 e S2

 • Colaboração entre áreas (Sustentabilidade, Riscos, Financeiro, RI, Compliance)

Ou seja, não é apenas uma ferramenta de relatório é uma plataforma para estruturar todo o processo de reporte.

Empresas que começarem estruturando dados, governança e controles agora terão uma adoção muito mais tranquila quando a exigência regulatória chegar.

Estamos juntos

Você já publicou seu relatório de sustentabilidade e seu inventário GHG, Não? Tem medo de que?

ssivelmente você já elaborou esses documentos na sua organização, mas eles podem ter ficado apenas internamente, sem serem publicados em sua página da web.

 Talvez os diretores ou o próprio time não se sentiram confortáveis em disponibilizá-los, o que é compreensível, considerando os diversos casos de processos relacionados ao greenwashing a prática de promover uma imagem socioambientalmente responsável sem fundamentos reais.

A asseguração dos relatórios vem ganhando força, não apenas por ser uma diretriz da CVM, mas também pela pressão de instituições financeiras, seguradoras e dos próprios clientes.

 Esse movimento reforça a necessidade de transparência e responsabilidade nas informações divulgadas.

Nossa consultoria atua há cerca de três anos realizando asseguração de relatórios, inventários e análises do ciclo de vida de matérias-primas e produtos acabados.

 Neste processo, identificamos equívocos e orientamos os responsáveis, não para acusar, mas para garantir que as métricas ESG incluídas sejam materiais e relevantes ao relatório.

Mesmo assim, convido à reflexão e consciência sobre o tema.

A publicação do relatório de sustentabilidade e do inventário de GHG (Gases de Efeito Estufa) é um passo fundamental para organizações que buscam responsabilidade ambiental e transparência.

Esses documentos demonstram não apenas o cumprimento de exigências regulatórias, mas também o compromisso com práticas sustentáveis.

 Se você ainda não publicou seus relatórios, vale a pena analisar as razões dessa decisão.

O receio de divulgar informações pode estar ligado à insegurança sobre a exposição dos dados ou ao possível impacto na reputação da organização, mas a transparência é cada vez mais valorizada no mercado e fortalece a confiança dos stakeholders.

Publicar esses documentos é uma oportunidade para demonstrar responsabilidade, alinhar-se às melhores práticas e contribuir para uma sociedade mais sustentável.

Nós, da Roberto Roche & Associados, com mais de 60 relatórios de sustentabilidade e 50 inventários de gases de efeito estufa elaborados, estamos disponíveis para auxiliar na elaboração e asseguração desses documentos.

Estamos juntos.

Novas regras e métricas ESG para o agronegócio entram em vigor em maio com Acordo Mercosul-EU e, agora você e sua organização estão prontos ?

Em 1º de maio de 2026, entra em vigor o Acordo de Parceria Estratégica entre o Mercosul e a União Europeia, firmado em janeiro de 2026.

Este tratado visa criar uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, impactando diretamente o setor do agronegócio brasileiro.

O acordo prevê redução de tarifas, eliminação de barreiras comerciais e ampliação do fluxo de investimentos, abrangendo 91% dos produtos da União Europeia e 95% dos produtos do Mercosul.

O novo cenário demandará profundas adaptações das empresas do agronegócio, especialmente no campo regulatório e socioambiental.

 Para acessar o mercado europeu nos próximos anos, será necessário um grande esforço de adequação às novas cláusulas ESG (Ambiental, Social e Governança).

O acordo modifica significativamente as condições de entrada de produtos brasileiros na União Europeia, introduzindo novos padrões regulatórios como rastreabilidade, descarbonização da cadeia de suprimentos e due diligence ambiental.

Com o acordo, o compliance ESG deixa de ser um diferencial competitivo e passa a ser requisito obrigatório para exportação.

O limite entre regulação legítima e protecionismo será muito tênue, principalmente no setor do agronegócio.

Regulamentos europeus como o EU Deforestation Regulation (EUDR), o Corporate Sustainability Due Diligence Directive (CSDDD) e o Carbon Border Adjustment Mechanism (CBAM) podem bloquear produtos que não estejam em conformidade com os novos requisitos.

Os exportadores deverão exigir de seus fornecedores internos garantia e prova de origem dos produtos, juntamente com declarações e garantias (R&W), criando a obrigação de indenização em caso de desconformidade.

Além dos aspectos contratuais, será preciso manter auditoria contínua sobre fornecedores diretos e ampliar a gestão sobre os indiretos.

Os contratos se tornarão mais complexos, incluindo cláusulas que condicionam a performance à conformidade regulatória dos produtos.

Com o aumento do mercado e da complexidade regulatória, tende a crescer também o número de disputas comerciais, especialmente relacionadas ao cumprimento das cláusulas ESG.

A resolução dessas disputas deverá ocorrer prioritariamente por arbitragem, exigindo maior familiaridade das empresas com mecanismos internacionais de solução de controvérsias.

O novo cenário exige revisão das estratégias jurídicas e operacionais dos exportadores para evitar perdas de competitividade.

As organizações brasileiras precisam se preparar desde já para não ficarem para trás.

A equipe da Roberto Roche & Associados está disponível para auxiliar as empresas nesse novo desafio regulatório e comercial.

Estamos juntos

A Gestão de riscos psicossociais com a ISO 45003 estão aí e, vc está preparado? Em tempos de ESG é fundamental para a sobrevivência do seu negócio.

Quando iniciei a implantação do ESG no Brasil (já são mais 34 organizações nesses 5 anos de Brasil), ainda não se comentava nada sobre riscos psicossociais, muitos me questionavam o poder da importação do ESG para saber o nível de saúde mental dos colaboradores, e minha resposta é simples:

Você vai investir em uma organização onde seus colaboradores trabalham em áreas insalubres, sofrem abuso moral ou sexual?

Quais as chances de obter retorno do seu investimento se esta organização sofre multas e processos de grande valor e tem sua reputação afetada por falta de consciência da governança?

Ao realizar o nível de maturidade ESG (primeiro passo antes de implantar), é possível observar nitidamente a lacuna quanto à falta de preocupação da governança com esse tema.

E hoje, quando realizo a matriz de materialidade, faço questão de abordar esse assunto com os stakeholders, tanto internos quanto externos, e a resposta tem sido positiva quanto à preocupação.

A chegada da norma ISO 45003 representa um marco importante na gestão da saúde e segurança ocupacional, focando especialmente nos riscos psicossociais no ambiente de trabalho.

Esta norma fornece diretrizes claras para identificar, avaliar e controlar fatores que podem afetar o bem estar mental e emocional dos trabalhadores, como stress, assédio moral, pressão excessiva e falta de apoio organizacional.

A implementação passa a ser de vital importância, pois incentiva as organizações a promoverem uma cultura de prevenção, diálogo aberto e suporte, reforçando a importância do equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Investir em ações preventivas e em políticas de saúde mental não só protege os colaboradores, mas também contribui para um ambiente mais produtivo e harmonioso, reduzindo o absentismo e aumentando o engajamento das equipes.

A norma ISO 45003 destaca a importância de estratégias práticas para lidar com riscos psicossociais, como treinamentos específicos, políticas de comunicação eficaz e avaliações periódicas do clima organizacional.

Ao adotar essas medidas, as empresas não só atendem requisitos legais, mas também contribuem para a retenção de talentos, redução do absenteísmo e aumento da produtividade.

Além disso, a ISO 45003 incentiva que líderes sejam capacitados para reconhecer sinais de sobrecarga emocional e agir preventivamente, promovendo um ambiente mais saudável e colaborativo.

O envolvimento de todos os níveis da organização é fundamental para garantir que as diretrizes não fiquem apenas no papel, mas se transformem em práticas diárias que impactam positivamente a vida dos trabalhadores.

Estamos juntos

Seus programas de treinamentos do seu SGA, estão priorizando a prevenção a acidentes socioambientais? Acho bom prestar atenção!

A formação dos colaboradores é a chave para uma implementação e manutenção bem sucedidas de um sistema de gestão ambiental (SGA), uma vez que as atividades diárias dos colaboradores podem gerar impactos no meio ambiente.

É por isso que é tão importante organizar um bom programa de treinamento que abrange todas as funções e colaboradores da organização.

Seguem algumas dicas para os colegas:

Os treinamentos apropriados devem ser definidos pelas organizações para garantir que seus colaboradores tenham as competências e habilidades necessárias para realizar seus trabalhos.

Seguindo as etapas abaixo, você garante que sua empresa implemente um programa de treinamento efetivo:

Avalie suas necessidades de treinamento;

Antes de criar qualquer material ou realizar o treinamento, é muito importante avaliar as necessidades de treinamento do pessoal.

 Nesta etapa, você precisa identificar as lacunas entre as competências atuais dos colaboradores e as competências exigidas pelo SGA da organização.

Precisa levar em conta o treinamento de prevenção a acidente ambiental já realizado na organização.

 Por exemplo, você pode descobrir que muitos de seus colaboradores já estão qualificados para suas tarefas e você está muito mais perto de cumprir com os regulamentos.

Para realizar esta avaliação de treinamento, a organização pode usar avaliações dos colaboradores, avaliações de tarefas, observações dos trabalhos, etc.

Algumas pessoas vão precisar de algum treinamento sobre os requisitos gerais da ISO 14001, enquanto alguns outros precisarão de treinamento específico sobre as tarefas de processo de produção que têm um impacto significativo sobre o meio ambiente.

Determinar os objetivos de treinamento;

Para alcançar os resultados desejados, a organização deve estabelecer objetivos de treinamento claros que sejam inteligentes: específicos, mensuráveis, realizáveis, realistas e com limite de tempo.

Uma vez que os colaboradores com diferentes funções e departamentos seguem diferentes procedimentos e protocolos com diferentes impactos ambientais, a formação deve ser específica, ou seja, focada na resolução de lacunas em áreas específicas e indivíduos.

As expectativas de todos os envolvidos no programa de treinamento devem ser consideradas na definição dos objetivos, incluindo gerentes, colaboradores e outros colaboradores de aprendizado e desenvolvimento.

Escolha o método de treinamento;

Atualmente, existe uma ampla oferta de métodos e modalidades de treinamento para atingir as metas de treinamento para o seu SGA.

O treinamento on-line pode ser uma boa opção para colaboradores disciplinados que podem concluir o treinamento no seu próprio ritmo.

Um benefício adicional disso é que a empresa não precisará encontrar tempo para realizar uma reunião de todos os colaboradores envolvidos no treinamento, o que geralmente é difícil ou impossível.

 Obviamente, você pode optar pelos cursos ou seminários tradicionais em sala de aula ministrados por colaboradores internos ou contratar fornecedores externos para realizar o treinamento.

 Outras formas de aprendizado incluem workshops, reuniões e até boletins ambientais internos.

Não se esqueça de incluir todos os tipos de colaboradores no programa de treinamento: colaboradores permanentes e temporários, novos colaboradores, além de seu gerente ambiental e treinadores internos.

 Lembre-se de que algumas certificações podem ser aplicadas a determinados trabalhos e considere ter um pacote de treinamento para novos colaboradores.

Prepare um plano de treinamento;

Um bom plano de treinamento indicará exatamente como, o que, quando e onde você alcançará seus objetivos de treinamento.

No seu plano, você deve indicar os métodos que você usará durante o treinamento (o “Como”).

Por exemplo, será uma sessão em sala de aula ou um curso on-line e, em relação a isso, onde será realizado o treinamento ou quais recursos serão utilizados para esse fim?

Você também deve indicar quanto tempo o treinamento durará e quando será realizado, incluindo quantas sessões serão necessárias e a agenda de cada sessão.

Implemente o programa de treinamento e mantenha registros;

Quando o plano de treinamento estiver pronto, você poderá começar a implementar o programa de treinamento.

 Durante esta etapa, você precisa criar registros de treinamento do SGA que demonstrem que o treinamento atingiu seus objetivos.

Esses registros podem incluir questionários, registros de presença, relatórios escritos, resultados de testes, basicamente qualquer coisa que mede a eficácia do treinamento.

Organize reuniões para coletar informações sobre o funcionamento do programa de treinamento e decida se são necessárias alterações.

Monitorar e medir a eficácia do treinamento;

O monitoramento da eficácia do treinamento pode ser feito monitorando o trabalho dos colaboradores e analisando se alguma melhoria foi alcançada. Pelo contrário, se falhas contínuas ocorrerem, por exemplo, ao não seguir instruções de trabalho que evitem impactos ambientais, a empresa deve analisar se a causa raiz é a falta de treinamento do operador.

Além disso, as métricas do LMS (Sistema de gerenciamento de aprendizagem) podem ser usadas para avaliar o programa de treinamento e melhorar aspectos específicos do programa.

 As métricas do LMS incluem, por exemplo, taxa de conclusão do curso, pontuações das avaliações do curso, classificações do instrutor etc.

Esteja ciente de que os contratados devem estar sujeitos a esse monitoramento e medição, uma vez que estão incluídos no programa de treinamento ambiental.

Melhorar o programa de treinamento;

Use os resultados do monitoramento e medição do programa de treinamento para obter melhorias contínuas.

 Por exemplo, se as pontuações da avaliação dos treinamentos são baixas, o design do curso deve ser aprimorado?

Melhorar os programas de treinamentos também requer pesquisa contínua de novas ferramentas, tecnologias modernas e metodologias de aprendizado que ajudarão a alcançar os objetivos de treinamento SGA.

Além disso, um bom planejamento e envolvimento ativo de todos os membros da empresa permitirá que a organização melhore continuamente sua estratégia de treinamento.

Cada passo é crucial para o sucesso em seu programa de treinamento do seu SGA

Seguindo as etapas acima, você garantirá que os colaboradores atinjam um certo nível de competência que lhes permita minimizar o impacto ambiental durante suas tarefas.

No entanto, se você não executar todas as etapas deste programa de treinamento corretamente, ele não será bem-sucedido.

Estamos juntos!

15 Comportamentos para Construir Relacionamentos Fortes e de Confiança em segurança do trabalho.

Você já trabalhou para alguém em quem não confiava?

Quanto esforço discricionário você colocou no trabalho?

 Você já teve um relacionamento pessoal com alguém em quem não confiava?

Quanto tempo durou?

Relacionamentos são a pedra angular da interação humana, moldando nossas experiências e influenciando nosso sucesso em vários aspectos da vida.

 Cultivar relacionamentos fortes e de confiança é vital para o crescimento pessoal e o bem-estar geral, seja no ambiente de trabalho, em nossas comunidades ou em nossas famílias.

Vamos explorar os 15 comportamentos-chave que podem ajudar as pessoas a desenvolver conexões positivas com os outros.

Desde a comunicação aberta e honesta até a manutenção da confidencialidade e a construção de confiança ao longo do tempo, esses comportamentos são cruciais para estabelecer relacionamentos duradouros e significativos.

Comunicação Honesta:

 Um dos pilares fundamentais de relacionamentos fortes é a comunicação aberta e honesta.

 Ao promover uma comunicação transparente e clara, as pessoas podem estabelecer um senso de confiança e compreensão com os outros.

Compartilhar abertamente metas, expectativas e desafios cria um ambiente colaborativo onde todas as partes se sentem ouvidas e valorizadas.

Confiabilidade e Consistência:

 Cumprir consistentemente compromissos e promessas é fundamental para construir confiança e confiabilidade.

Ao estabelecer uma reputação de confiabilidade, as pessoas podem incutir confiança nos outros e criar uma base sólida para relacionamentos duradouros.

Respeito Mútuo:

Tratar os outros com respeito, independentemente da posição ou origem, é crucial para construir relacionamentos de confiança. Valorizar opiniões e contribuições diversas promove uma cultura de inclusão e colaboração, fortalecendo os laços entre os indivíduos.

Responsabilização:

Assumir a responsabilidade pelas próprias ações e decisões é um sinal de integridade e confiabilidade.

 Ao se responsabilizar e corrigir os erros de forma transparente, as pessoas podem demonstrar seu compromisso em construir e manter relacionamentos fortes.

Seja Solidário:

 Oferecer apoio durante desafios profissionais ou pessoais demonstra genuíno cuidado e preocupação com o bem-estar dos outros. Indivíduos podem construir confiança e lealdade em seus relacionamentos sendo uma fonte de incentivo e apoio.

Agradecimento:

Reconhecer e valorizar as contribuições dos outros é essencial para construir um ambiente positivo e motivador. Celebrar conquistas e marcos ajuda a reforçar uma cultura de reconhecimento e gratidão, promovendo relacionamentos fortes e duradouros.

Competência Cultural:

A conscientização e o respeito às diferenças culturais são essenciais para construir relacionamentos inclusivos e diversos.

Adaptar a comunicação e as abordagens para alinhar com origens diversas ajuda as pessoas a superar lacunas culturais e promover compreensão e aceitação.

Construa Confiança ao Longo do Tempo:

 Entender que a confiança é construída gradualmente é fundamental para cultivar relacionamentos duradouros e significativos.

Demonstrar consistentemente confiabilidade por meio de ações e comportamentos ajuda a solidificar o vínculo entre os indivíduos, criando uma base de respeito e compreensão mútua.

Infográfico do conteúdo do texto do blog

Escuta Ativa:

Ouvir ativamente os outros é uma maneira poderosa de demonstrar respeito e empatia.

Ao demonstrar um interesse genuíno no que os outros têm a dizer, as pessoas podem validar suas preocupações e perspectivas, fomentando uma conexão mais profunda baseada no entendimento e apreciação mútuos.

Empatia:

 Compreender e considerar as emoções e perspectivas dos outros é essencial para construir relacionamentos fortes.

 Demonstrar empatia em interações profissionais e pessoais ajuda a criar um ambiente de apoio e acolhimento, onde as pessoas se sentem compreendidas e valorizadas.

Valores Compartilhados:

 Identificar e enfatizar valores e objetivos comuns ajuda a alinhar os interesses dos indivíduos e criar um senso de unidade. Indivíduos podem criar uma conexão forte baseada em crenças e princípios compartilhados ao construir valores pessoais e organizacionais que ressoem com os outros.

Construa conexões:

Investir tempo para conhecer as pessoas pessoalmente é essencial para construir conexões genuínas.

Compreender seus interesses, desafios e aspirações ajuda a criar um senso de empatia e camaradagem, fortalecendo o vínculo entre os indivíduos.

Colaborar:

Trabalhar juntos para resolver desafios e problemas promove um espírito de trabalho em equipe e colaboração.

 Incentivar perspectivas e abordagens diversas na resolução de problemas estimula a inovação e fortalece os relacionamentos por meio de conquistas compartilhadas.

Feedback Regular:

 Fornecer feedback regular e construtivo é crucial para o crescimento e a melhoria.

 Criar um ambiente onde o feedback seja visto como uma ferramenta de aprendizado e desenvolvimento ajuda as pessoas a construir relacionamentos mais fortes baseados na confiança e no respeito mútuo.

Confidencialidade:

Respeitar a confidencialidade das informações sensíveis é crucial para construir confiança e credibilidade. Ao demonstrar compromisso em lidar com assuntos confidenciais com discrição e integridade, as pessoas podem construir uma reputação de confiabilidade e confiança.

Esses 15 comportamentos servem como um roteiro para indivíduos que buscam construir relacionamentos fortes e confiantes.

 Desde a comunicação aberta e honesta até a manutenção da confidencialidade e a construção de confiança ao longo do tempo, esses comportamentos são essenciais para fomentar conexões significativas com os outros.

 Ao incorporar esses comportamentos em suas interações, você pode criar um ambiente positivo e de apoio onde confiança, respeito e empatia florescem, levando a relacionamentos satisfatórios e duradouros.

Estamos juntos

Quanto é o investimento para implantar uma Gestão Ambiental no meu negócio? E para adequar para ESG?

Longas conversas no escritório, depois de um convite para explicar qual é o meu modelo de negócio em gestão compartilhada, muitos olhares desconfiados e mais uma sabatina de perguntas sobre minha vida profissional nos 15 países por onde trabalhei, ESG, responsabilidade social na África, sustentabilidade corporativa o que é etc.

Sempre vem depois deste bate papo amistoso, a famosa pergunta;

“Quanto custa implantar o SGA? E se quiser partir para adequação do ESG e entrar na bolsa de valores?”

Normalmente é a primeira pergunta depois do mimimi, que os responsáveis ou até mesmos os donos quando pedem uma proposta para a implantação.

Só que no meu modelo de negócios, é diferente, onde ofereço alguns planos pelo qual podem optar, mas sempre demonstrando um valor final agregado fixo mensal (quem tiver interesse, me procure).

Sempre explicou que não vendo consultoria, e sim compartilho minha vivência e experiência nesses + 40 anos na linha de frente até a vida de executivo na área, então não tenho interesse em realizar trabalhos spots, a não ser que seja extremamente necessário no momento para o cliente, mas logo depois ofereço meu modelo de negócio.

Como não conheço uma tabela padrão para implantar uma ISO ou uma Sistema de Gestão (se alguém diz que existe, desconfie), existem vários fatores importantes que devem ser levados em conta que podem fornecer alguma orientação quanto a esta questão.

Quais seriam?

– Padrão ISO;

É muito comum, consultorias venderem um SGA, sem ao mínimo seguir o padrão da ISO, e pode?

Sim, mas o risco de ter seu negócio fechado em breve, sem levar no mínimo as considerações dos padrões internacionais é alto.

Um SGA melhor que os padrões, sim, existe através de melhores práticas e outros fatores fundamentais a serem implantados, mas aqui não é o fórum para explicar.

Resumindo: NÃO CAIA NESSA CILADA, fuja deste consultor/consultoria!

Fundamental seguir os requisitos da ISO, é o mínimo que se tem a cumprir, e o custo?

É irrelevante contra a quantidade de tempo e recursos que você vai gastar depois tentando corrigir ou ter mesmo que implantar por não ter seguido os padrões.

E após ter cometido alguma infração ambiental ou até por exigência do seu cliente depois de ter seu sistema auditado, o custo vai ser bem maior comparado ao malfeito (vamos dizer assim).

Alguns itens que gostaria de mencionar, sobre o porquê do custo.

– Treinamento e qualificação;

Quando você implementa um SGA, é necessário investir tempo em treinamento e qualificação dos seus colaboradores e sem dúvida fornecer material para estudo e compreensão aos seus colaboradores.

– Inovação;

É um item dificílimo de prever, mas é necessário prever e alocar recursos em tecnologias para adequação do seu negócio, fundamental considerar desde o início.

Considere tecnologias a serem adotadas, como por exemplo:

Para mitigar seus impactos socioambientais e sem dúvida um bom software que mantenha o seu o seu negócio a par da legislação aplicável (quanto será este custo?)

Você terá que considerar todos estes elementos ao custeio.

– Tempo e custo;

Projetos como uma implementação de ISO 14001/SGA sempre levam um investimento considerável de tempo.

Com os novos requisitos agora, mencionando a necessidade do envolvimento da alta liderança, você precisará de um tempo significativo de investimento não só dos colaboradores, mas dos líderes, também.

Lembrando sempre que levará tempo, alinhando os requisitos da norma a estrutura organizacional do negócio.

– Custo das auditorias de certificação e manutenção

Bom lembrar, que nem todos desejam ter seu sistema certificado, até porque não é e nunca foi obrigatório.

E agora com exigências próprias dos padrões dos órgãos financiadores, seguradoras e até de potenciais clientes (ESG, por exemplo), desde que se demonstre possuir um SGA e um plano de gestão de riscos, se dão por satisfeitos.

Até porque, a existência de um sistema ISO em sua organização não é garantia e nem significa que acidentes não possam acontecer.

Mas tem que se levar em conta a certificação e sua manutenção.

É uma exigência de grande parte do mercado.

Você pode receber uma estimativa exata deste custo pois é grande a quantidade de certificadoras.

Preparando o custo final da ISO 14001;

Então, como vocês podem ver, existem vários diferentes fatores que podem influenciar o custo do seu projeto de implementação de ISO 14001.

Claro, o tamanho da operação, diferentes unidades etc., influenciam, e muito!

Além dos itens mencionados acima que se deve levar em consideração para dar o custo final de implantação.

Que fique bem claro que não estendi sobre todos os requisitos da ISO e exigências da legislam para implantar o SGA.

Se você não conhece o processo de quem está lhe buscando para implantar o sistema, se você não tem formação mínima para entender o que é uma linha de frente e seus riscos, melhor declinar e procurar algo que seja de seu entendimento.

E quem contrate, é bom ficar alerta do perfil de quem vai implantar.

O risco é grande para quem implanta um SGA, a legislação de crime ambiental está aí na esquina.

Quem trabalha com o meio ambiente sabe: Acidentes ambientais é uma questão de quando será o próximo,

Dado esse fato e com a proteção do meio ambiente sendo alta na lista do todas as grandes empresas, você pode não implementar a ISO 14001/SGA no seu negócio?

Agora, uma dica para quem enfrenta esta situação sempre.

Pergunte para quem está querendo saber quanto custa o seu trabalho e acha muito caro.

Vocês possuem o conhecimento necessários e os recursos para implementar a ISO 14001/SGA?

Se vocês tiverem o conhecimento, seus colaboradores têm tempo?

Dependendo da resposta, sua pode ser aceita, se não.

Existem milhões de empresas que necessitam um SGA, bem implantado na sua operação.

Uns acreditam em prevenção, melhoria e satisfação dos clientes, outros pagam para ver.

Aí quando a vaca vai para o brejo, pagam o que for para advogados e ao primeiro que aparecer para implantar um SGA com urgência como exigência dos órgãos competentes e a justiça.

Estamos juntos!

Aprenda com os meus erros,  implantação da ISO 45001

Quando participei das primeiras reuniões para elaboração desta norma (como era bom sair do canteiro de obra na África e ir opara Europa rsrsr), antes de deixarmos a saudosa 18001 que me acompanhou grande parte da minha carreira (e me tirou o sono).

A ideia principal era simples, chamar atenção para a importância da gestão de riscos, já que nossos colegas se preocupavam muito em fazer papelada (como aqui no Brasil com as NRs) e a verdadeira questão nossa era chamar atenção dos nossos colegas para uma análise de risco geral e irrestrita da organização.

Ao começar implantar antes mesmo de ser norma, sempre fui fã de uma boa análise risco, mas só que nem todos tem o famoso “Apetite de risco¨ ESG que tantos os bancos cobram das organizações nos dias de hoje.

E foi aí que eu errei feio e vergonhosamente, sai realizando dentro da organização análise de risco para tudo até para ir ao banheiro rsrsrsr, aí foi o meu maior erro, para que?

É material ao processo? Se não é por gastar tanta energia e encher o saco dos outros.

E quem é exatamente essa tal de ISO 45001?

O seu principal objetivo é proporcionar ambientes de trabalho seguros e saudáveis, prevenindo acidentes, doenças ocupacionais e promovendo o bem-estar dos colaboradores.

A adoção da ISO 45001 permite que as organizações identifiquem perigos, avaliem riscos e implementem medidas eficazes para controlar e minimizar esses riscos, fortalecendo a cultura de prevenção e responsabilidade.

Segundo a própria norma, uma organização é responsável pela saúde e segurança ocupacional dos trabalhadores e outros que podem ser afetados por suas atividades.

Esta responsabilidade inclui promover e proteger sua saúde física e mental. 

A ISO 45001 tem como objetivo fornecer uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades identificados na empresa, a fim de que seja possível prevenir lesões e problemas de saúde ocupacional e proporcionar ambientes de trabalho seguros e saudáveis.

A norma reforça a importância de ações preventivas, mostrando que um sistema de gestão pode ser mais efetivo e eficiente ao tomar medidas antecipadas durante a abordagem de riscos e oportunidades.

Desta forma, será possível evitar algum evento não desejado pela empresa e que exponha os colaboradores a riscos à sua saúde e integridade. 

O desempenho da empresa e melhoria da Gestão de saúde e segurança acontecerá através:

Do envolvimento da alta direção demonstrando liderança e comprometimento.

Aí pega muitas vezes, ainda temos a segurança do trabalho respondendo para o RH, quando se análise o nivel de maturidade de grandes organizações que tem um nivel de maturidade em segurança alta, a Segunda do trabalho responde direto para o CEO ou Diretor, por quê?

Pela importância que é a segurança do trabalho na reputação da organização e seu impacto DIRETO NO CAIXA. quando mal gerida.

Quais as vantagens na implantação da ISO 45001?

Facilitar a implantação de mais de uma norma ISO, através da adoção da Estrutura de Alto Nível, gerando menos conflitos, duplicação e equívocos;

Melhorar o gerenciamento dos perigos, riscos e oportunidades relacionadas à saúde e segurança do trabalhador;

Estabelecer controles que reduzem riscos e acidentes do trabalho;

Com a redução de acidentes, há a melhoria da qualidade de vida do colaborador, além da redução dos custos que um acidente pode gerar;

Reduzir prejuízos financeiros devido a multas e passivos trabalhistas;

Diminuir índices de afastamentos e turn over.

 A escolha em implantar um Sistema de Gestão é uma decisão estratégica e operacional para a organização e, seu sucesso está diretamente relacionado ao comprometimento da liderança e participação de todos os níveis e funções da organização.

A implementação e sustentabilidade do Sistema de Gestão, sua eficácia e capacidade de atingir seus objetivos dependem de diversos fatores-chaves, como por exemplo:

– Liderança e comprometimento da alta direção;

– Participação e dedicação dos trabalhadores;

– Integração do sistema de gestão SST em processos de negócio da organização.

 A implantação da ISO 45001 pode ser marcada por alguns erros comuns, como a falta de planejamento adequado, o desconhecimento dos requisitos normativos e a resistência à mudança por parte dos colaboradores, (Eu cometi erro também).

 A Falta de comunicação eficaz e o não envolvimento das equipes nos processos são fatores que dificultam o avanço e comprometem o sucesso da implementação.

Entre os acertos, destacam-se o engajamento das lideranças, a capacitação dos profissionais envolvidos e a definição de metas claras e mensuráveis.

O compromisso com a melhoria contínua, aliado à transparência nas ações e à participação ativa dos colaboradores, contribui para a consolidação de uma cultura de segurança e saúde no ambiente de trabalho.

Estamos juntos

Falar bem em público como profissional de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade é fundamental para o sucesso da carreira.

Tenho assistido algumas “lives”, algumas sobre Segurança e até ESG, e vejo que alguns colegas têm essa dificuldade em falar, não vejo problema.

Eu mesmo que achava que falava bem, passei por vários treinamentos de mídia trainning em Londres (já macaco velho), de como se preparar para falar com o conselho quando apresentar meus KPIS de ESG, e realmente vi, como podia melhorar e foi ótimo

E vocês mês colegas tem essa dificuldade?

Estamos juntos, seguem algumas dicas

Você foi convidado a se dirigir à direção sobre o desempenho de segurança ou Kpis de Sustentabilidade do último trimestre e a estratégia daqui para frente.

A reunião é na próxima semana e você tem 30 minutos, uma eternidade no tempo.

Você está tão animado que você começa imediatamente a tomar notas sobre sua mensagem, ou você está como o resto de nós e se sente um pouco enjoado com a ideia de fazer uma apresentação na frente de outras pessoas.

 Falar em público geralmente cai perto do topo da lista das coisas que mais tememos, ou talvez seja realmente o medo de fazer um total “você sabe o que” de nós mesmos em público.

Se você é uma dessas pessoas (como eu costumava ser), há boas notícias, tudo vai ficar bem e você vai fazer muito bem! Por quê?

 Porque o público quer que você seja bem-sucedido, eles estão torcendo por você (claro, nem todos rsrs)!

Trabalhe esses pontos;

Verbal

Sua mensagem, deve ser relevante para você, público.

 O que você quer que eles saibam? O que você quer que eles façam? E como você quer que eles se sintam?

Por exemplo, se o Recursos Humanos estiver em seu público, você pode mostrar como a segurança aumenta com engajamento dos colaborardes. 

Os Kpis de lesões provavelmente não serão relevantes para um público de colaboradores da linha de frente.

 Se você pode colocar sua mensagem na forma de uma história, melhor ainda.

Vocal;

Como você soa.

Projete sua voz para que as pessoas possam ouvi-lo claramente.

 Use inflexão de voz para enfatizar postos-chave. Use uma pausa para permitir que um postos-chave se afunde.

 Muitas vezes os falantes sentem que devem preencher espaços vazios porque se sente desconfortável.

 Eu preenchi espaços vazios porque estava nervoso o que me fez falar rápido.

Pausas são boas!

Elas deixam seu público imaginando por um momento o que virá a seguir.

Pausas também permitem que você reúna seus pensamentos por um momento. Deixe seu entusiasmo passar.

Nada diz que você não se importa com uma apresentação não entusiasmada.

Visual

Como você olha.

Nossos corpos têm uma linguagem própria, e suas palavras nem sempre são gentis.

Fique alto. Uma boa postura corporal projeta uma imagem positiva.

 Mova-se com propósito.

 Por exemplo, dê um passo em direção ao público quando você fizer um postos-chave, em seguida, dê um passo para trás e pausa para permitir que ele afunde dentro use palmas e mãos abertas que transmitam confiança versus apontar e usar gestos exagerados.

Faça uma conexão emocional fazendo e mantendo contato visual por alguns segundos. Use adereços para ajudar seu público a visualizar e lembrar sua mensagem.

Finalmente, dependendo do seu público, vista-se como você quer ser abordado.

Nem sempre é o que você diz, mas como você diz e como você olha quando você diz isso.

Se o que você diz não está alinhado com a forma como você soa e como você olha, seu público é mais propenso a acreditar em como você olha ou soa do que o que você realmente diz.

Espera-se que os profissionais de QSMS-RS & Sustentabilidade conheçam os riscos e táticas de mitigação, como conduzir investigações, executar programas de auditoria e comitês de segurança etc.

Possuir habilidades técnicas e conhecimentos é o preço da entrada na maioria das áreas e profissões, mas muitas vezes são as soft skills, em particular as habilidades de fala pública e apresentação que influenciam a mudança.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros em gestão de segurança do trabalho .

Há décadas lidero equipes de profissionais de segurança e especialistas em mudança na criação de um sistema de gestão de segurança em diversos continentes.

Na minha experiência e vivência em gestão de lições aprendidas nos meus erros, afinal são 17 mortes no meu cv e, na base deste sistema estavam seis valores:

  • Todas as lesões são evitáveis;
  • A segurança começa com a conformidade;
  • Prevenção é mais valiosa do que correção;
  • Segurança é trabalho de todos;
  • A segurança é um elemento estratégico do negócio;
  • A segurança pertence às operações.

Essas seis crenças não eram prioridades, meu grande ERRO!

As prioridades mudam com mais frequência do que o vento, mas os valores são as crenças profundas e inabaláveis que guiam todas as nossas decisões.

 Decidi tirar o pó dos materiais que usava para levar aos clientes em potencial e dar-lhes uma segunda olhada e o que encontrei me surpreendeu.

  • Todas as Lesões são Evitáveis

Recebi mais rejeição sobre esse valor do que todos os outros cinco valores combinados.

 Executivos e profissionais de segurança não gostaram que eu aparentemente os culpasse pelos ferimentos sofridos em seus relógios.

Ainda acredito nesse valor, mas reconheço algumas coisas:

Você não pode evitar uma lesão que você não pode prever.

 Isso pode parecer que estou me contradizendo, mas tendo ministrado cursos de BOW TIE estou convencido de que não só é possível prever e prevenir lesões, mas é absolutamente criminoso não tentar.

Um BOW TIE, realizado corretamente, pode revelar o risco e a probabilidade de que algo possa dar errado.

As lesões são o resultado de um perigo, uma interação com o perigo e um catalisador.

Se você corrigir os perigos, você reduzirá significativamente o risco de lesões, então sim, todas as lesões são evitáveis.

  • Possibilidade não significa plausibilidade.

É fácil me ver como mais um hipócrita de segurança em seu cavalo branco alto, mas só porque algo é possível não significa que seja plausível.

 É possível que uma pessoa que caminha de um estacionamento em um dia claro possa ser atingida pela iluminação?

 Certamente. É plausível? Não, as chances de tal evento ocorrer são incrivelmente remotas.

 Então, deveria haver um sinal alertando as pessoas sobre a chance incrivelmente remota de serem atingidas por um raio? Não!

Em outros casos, corrigir permanentemente um risco não é viável.

Assim, embora possamos falhar em prevenir todas as lesões, devemos sempre ficar desapontados com a nossa incapacidade de o fazer.

  • A segurança começa com a conformidade.

Se você está fora de conformidade, você está a) infringindo a lei, b) brincando com a vida e o bem-estar de seus trabalhadores, e c) você está ignorando os riscos.

Conheci muitos gerentes que reviram os olhos em rotas de evacuação de emergência bloqueadas, ou bilhetes de inspeção vencidos e isso realmente me irrita

 Quem são eles para decidir quais leis seguir e quais ignorar.

As pessoas vão para o trabalho esperando que seus empregadores estejam fornecendo um local de trabalho saudável e seguro, conforme exigido por lei.

Infelizmente, com demasiada frequência, a importância de uma determinada regulamentação só é óbvia quando alguém morre ou sofre uma lesão que limita a vida.

Em muitos casos, as empresas simplesmente não procuram perigos sob a crença equivocada de que, se não souberem de um perigo, estão protegidas.

  • A prevenção é mais valiosa do que a correção.

 Isso deveria ser um acéfalo, e talvez seja porque eu juro que os únicos que argumentam contra esses valores não têm cérebro.

A prevenção é mais eficaz do que a correção, anato aí.

  • Segurança é trabalho de todos.

 Tenho que admitir que luto com esse valor, pois de acordo com a cláusula geral de dever da OSHA/ISO, é responsabilidade do empregador proporcionar um ambiente de trabalho seguro e saudável, livre de riscos previsíveis, mas o que é indiscutível é que é o EMPREGADOR que detém a segurança e não o EMPREGADO.

Acredito que, devido à autoridade e ao poder absolutos do empregador para corrigir riscos, há uma responsabilidade indiscutível do empregador pela segurança.

 Com tudo isso dito, é difícil garantir a segurança de uma pessoa que se recusa a participar do salvamento da própria vida.

 O envolvimento dos trabalhadores é útil até o ponto em que os esforços para envolver os trabalhadores se tornam o foco principal dos esforços de segurança da empresa.

  • A segurança é um elemento estratégico do negócio

Quem não acredita que a segurança do trabalhador é um elemento estratégico do negócio é estúpido demais para administrar um negócio.

 O inimigo do sucesso empresarial é o desperdício.

Desperdício é qualquer coisa pela qual você paga, mas não devolve nenhum valor. Portanto, lesões são, por definição, desperdício.

 As empresas que não buscam incansavelmente eliminar o desperdício estão gastando dinheiro de forma insensata.

  • A segurança pertence às operações

As operações tendem a exigir um retorno sobre o investimento e o poder de dar luz verde a ideias e iniciativas que o supervisor de segurança não tem.

Todas as grandes ideias do mundo não equivalem a um monte de porcaria sem o poder e o desejo de implementá-las.

Estamos juntos

Organizações pressionadas a conectar materialidade, métricas ESG e, metas cada vez mais passa ser fundamental para perenidade do negócio.

A consolidação da materialidade e em alguns casos dupla materialidade representam uma mudança fundamental na forma como as organizações avaliam e comunicam seus impactos e riscos socioambientais.

 Esse conceito amplia o olhar tradicional, permitindo que organizações considerem tanto os efeitos financeiros quanto os impactos sociais e ambientais de suas atividades.

 Assim, relatórios passam a ser mais abrangentes, abordando não só o que afeta o negócio diretamente, mas também o que influencia stakeholders e o ambiente externo.

No contexto atual, a dupla materialidade incentiva uma abordagem mais transparente e responsável, pois exige que as empresas integrem questões ESG (ambientais, sociais e de governança) em sua estratégia.

 Isso fortalece a credibilidade dos compromissos assumidos e facilita a comparação entre diferentes organizações, promovendo uma cultura de responsabilidade e inovação sustentável.

As mudanças ou melhor a evolução dos relatórios começam aparecer e consequentemente as medias e pequenas empresas precisam acompanhar.

Vejamos alguns pontos interessantes;

A 𝗱𝘂𝗽𝗹𝗮 𝗺𝗮𝘁𝗲𝗿𝗶𝗮𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 aumentou consideravelmente quando se é o caso dentro do contexto da operação nos relatórios analisados;

A discussão sobre materialidade e dupla materialidade está diretamente relacionada ao aumento da transparência e à demanda por relatórios mais completos e precisos.

 À medida que investidores, reguladores e sociedade exigem informações detalhadas sobre os impactos das operações empresariais, torna-se essencial que as empresas desenvolvam processos robustos para identificar, mensurar e comunicar seus riscos e oportunidades, considerando não apenas o aspecto econômico, mas também o social e ambiental.

Além disso, a integração de diferentes frameworks, como GRI, SASB e TCFD, facilita a padronização dos relatórios, permitindo que as empresas alinhem suas estratégias de sustentabilidade com as melhores práticas globais.

 Isso contribui para uma leitura mais clara dos compromissos corporativos e para a construção de confiança junto aos stakeholders.

Interessante, observar que o avanço na estrutura dos relatórios está acompanhado de uma maior cautela na definição de metas, especialmente no que diz respeito a compromissos de neutralidade climática.

 A realização de asseguração destes por realmente por quem entende do riscado, começa a incomodar muito profissional da aérea responsavel não só pelos resultados apresentados e suas metas, bem como a evidenciar tanto financeiramente e, sua memória de cálculo por assim dizer, evidenciando o famoso” PRATIQUE x EXPLIQUE”.

Essa tendência reflete o amadurecimento do mercado, que busca por objetivos tecnicamente viáveis e mensuráveis, evitando promessas vagas e apostando em ações concretas para o futuro sustentável.

Por outro lado, observa-se uma cautela crescente na definição de metas, especialmente aquelas relacionadas ao clima, como os compromissos de neutralidade de carbono.

Esse comportamento indica um amadurecimento do setor, que prioriza objetivos realistas e mensuráveis, evitando promessas genéricas que podem comprometer a credibilidade.

A ênfase recai sobre a implementação de medidas efetivas e a avaliação sistemática dos resultados, promovendo benefícios tanto para a organização quanto para a comunidade.

Estamos juntos

Cresce a demanda por due diligence de ESG em fornecedores   após diversos casos nos últimos anos de não conformidade na cadeia de fornecedores.

Quando contratado para estruturar nas organizações o ESG, um dos pontos que sempre procuro primeiro após uma avaliação do diagnóstico do nível de maturidade e, se for o caso implantar ou aprimorar com o departamento de suprimento os procedimentos de aquisição de matéria prima ou terceiros quanto a sua análise de risco do ESG.

Pela minha experiência o calcanhar de Aquiles das maiorias das organizações que atuo nos últimos anos.

A due diligence de ESG em fornecedores consiste na avaliação criteriosa dos aspectos ambientais, sociais e de governança das empresas que compõem a cadeia de suprimentos.

Esse processo visa identificar riscos, práticas inadequadas e oportunidades de melhoria, garantindo que os fornecedores estejam alinhados com os princípios éticos, regulatórios e de sustentabilidade exigidos pelo mercado e pelas legislações vigentes.

 Assim, a due diligence de ESG se torna um instrumento estratégico para mitigar impactos negativos e fortalecer a reputação corporativa.

Com o avanço das exigências de ESG e compliance no Brasil e no mundo, cresce também o escrutínio sobre como as empresas gerenciam riscos para além de suas operações internas.

Casos recentes no Brasil são diversos e um exemplo é a ação movida contra a Tesla (acusada de trabalho forçado e “greenwashing” em sua cadeia de fornecimento de cobalto), evidenciam que falhas na gestão de fornecedores rapidamente se transformam em crises reputacionais e jurídicas.

A governança que antes se limitava à conformidade documental, passa a exigir uma visão ampliada e contínua de toda a cadeia de valor.

Mesmo com políticas formalizadas e departamentos de compliance estruturados, muitas organizações ainda enfrentam dificuldades para mapear riscos ESG ao longo da sua rede de terceiros.

A desconexão entre o discurso e a execução revela um ponto cego que pode comprometer não apenas a imagem institucional, mas também a saúde financeira do negócio.

Há uma expectativa cada vez maior de investidores, consumidores e órgãos reguladores por mais transparência e responsabilidade em todas as etapas da operação principalmente ´para os exportares para a Europa.

No entanto, a gestão de fornecedores ainda é vista por muitos como uma tarefa administrativa, quando, na verdade, trata-se de governança.

Fornecedores sem noção de conformidades e ou histórico negativo de reputação pode acarretar crises reputacionais graves.

Organizações acusadas na mídia envolvidas indiretamente com trabalho análogo à escravidão (Algumas do Agro em geral são bons exemplos recentes), compra de matéria-prima ilegal ou emissões irregulares de carbono são exemplos de situações que já levaram essas a enfrentar investigações e perder contratos importantes.

Nesse cenário, a análise de riscos na cadeia de suprimentos passa a exigir mais do que planilhas ou processos isolados.

É necessário integrar informações, automatizar processos e aplicar critérios consistentes e auditáveis, especialmente em empresas com uma rede ampla e complexa de fornecedores.

O verdadeiro desafio não é apenas coletar dados sobre os fornecedores, mas sim transformá-los em insights confiáveis, acionáveis e em conformidade com as políticas internas da empresa.

É isso que diferencia uma gestão de riscos reativa de uma gestão estratégica e preventiva.”

Funcionalidades de homologação, avaliação de riscos e due diligence contínua, integrando informações financeiras, jurídicas, reputacionais e ambientais em um único ambiente.

Com a crescente complexidade do ambiente regulatório e a consolidação dos critérios ESG como exigência de mercado, a gestão de fornecedores precisa evoluir para acompanhar essa transformação.

A centralização de dados, o uso de indicadores de risco padronizados e a automação de processos de homologação e avaliação de fornecedores tornam-se, portanto, pilares essenciais para uma gestão ESG eficiente e escalável.

Não basta saber quem é seu fornecedor mais ou menos.

É preciso saber com quem ele se relaciona, qual sua exposição a riscos e como ele impacta os seus próprios compromissos de governança.

Essa visibilidade é o que garante a integridade da cadeia.

Estamos juntos

Trago a sua licença ambiental em 30 dias, eu garanto acidentes zero e uma cultura de segurança, 3 passos para ser uma empresa ESG e Sustentável!!!!!

Acreditem, é o que mais tem por aí.

Expert em ESG !!! então nem se fala, até pouco tempo era consultora(o) de ISO, RH, Marketing, Analisa Ambiental e de repente ………………..

Não dá para eu ficar calado. precisamos ser honestos com nossas capacidades profissionais.

Nunca bateu um prego na vida na frente de trabalho naquela área e já é consultor?

Eu agora “sou consultor “, o que significa que dou sugestões como trabalho.

Bem diferente de quem “estar consultor “porque este, está desempregado e no fundo está buscando trabalho (carteira assinada e tudo mais).

Cansei mesmo do mundo corporativo e agora quero ajudar compartilhar meus 40 anos de estrada e vamos em frente!

Eu não estou ligado a qualquer metodologia tipo mega, blaster, PNL, sei lá ou consultorias internacionais destas bacanas com grife.

Eu gosto de pensar que, acima de tudo em conquistar os clientes, como consultor preciso primeiro de tudo encontrar ou desenvolver soluções sustentáveis para as necessidades deles, nem mais nem menos.

Ajudar a resolver certas situações, com minha vivência e experiência nessas mais de 3 décadas no mundo corporativo, deve servir para algum objetivo.

Afinal de depois de tanto errar mais do que acertar tem alguma coisa em que eu possa ajudar né.

Recentemente alguém que eu conheço disse-me sobre um caso de uma dor de cabeça que passou no trabalho porque essencialmente ela escolheu um consultor que …, vamos dizer assim, não tinha experiência nenhuma do mundo corporativo e acabou deixando a organização na mão do órgão ambiental e de conflitos com a comunidade a sua volta

A solução, disse o consultor, estava fora de alcance e seria mais caro e demoraria mais tempo para resolver o problema e foi embora!!

Nós no nosso dia a dia dependemos de especialistas para ensinar-nos, para nos guiar e recomendar cursos de ações.

 De muitas maneiras, contamos com eles para nos ajudar a ficar bem.

Por décadas contratei consultorias e sem elas não teria alcançado resultado, sim, elas têm seu valor

Mas também me dei mal em muitas ocasiões, por erro meu de julgamento embarquei em algumas que no final me deixaram na situação de quase perder o emprego

Uma vez escutei isso:

“O principal trabalho de consultoria é seu próximo projeto de consultoria”

Não é não é!

O principal objetivo de um consultor é satisfazer as necessidades do cliente.

“VOCE É PAGO RESOLVER PROBLEMAS E NÃO CRIAR LOS”

 Eu nunca gostei de certas consultorias que se unem como parasitas na organização e lutam vigorosamente para não largar o osso, fazendo qualquer negócio.

Infelizmente existem pessoas que colocam sua necessidade pessoal de receita continuada na frente do que é melhor para o cliente.

O problema é que a maioria das empresas não está feliz com os serviços que elas recebem.

Eles sentem que foram seduzidas e enganadas, mas continuam gastando cada vez mais colocam seu dinheiro nelas porque que cavaram um buraco do qual não há escapatória.

Consultorias de grifes, enviam jovens, estagiários sem experiência, sem uma visão mais ampliada, seguem uma metodologia da consultoria famosa e pronta, enlatada, e as vezes esses profissionais com pouco ou nenhuma experiência passam batidos por problemas que só profissionais com muita vivência poderiam sentir e enxergar.

A melhor solução?

Quebrar o ciclo, buscar alguém que atenda realmente suas necessidades, quem sabe assim eu tenho chance rsrsrsr

Como Einstein disse, “você não pode resolver problemas usando o mesmo pensamento que os criou.

” Vamos ser claros, não é vergonha nenhuma em ganhar dinheiro honestamente, mas não há vergonha no fornecimento de soluções que não funcionam.

Estamos juntos!

Gestão de lições aprendidas nas análises dos riscos do ESG  para o mercado financeiro e clientes

E como eu errei na minha vida profissional e, não foram poucos os erros, alguns deram tempo de mudar o rumo, outros mais um fracasso no meu currículo.

A partir desses erros eu comecei a manter uma histórico de lições aprendidas e, dei início a utilizar com ferramenta de trabalho para a minha gestão dentro das organizações que trabalhei.

A gestão de lições aprendidas no contexto de ESG (Ambiental, Social e Governança) é fundamental para aprimorar processos, evitar a repetição de erros e potencializar resultados positivos.

Essa prática envolve o registro sistemático das experiências adquiridas durante a implementação de iniciativas ESG, permitindo que conhecimentos valiosos sejam compartilhados entre equipes e áreas da organização.

Além disso, a análise crítica dessas lições contribui para a tomada de decisões mais embasadas, promovendo a melhoria contínua e o alinhamento com as melhores práticas do mercado.

Ao consolidar aprendizados, a organização fortalece sua cultura de responsabilidade e transparência, elementos essenciais para o sucesso sustentável no cenário atual.

A gestão do conhecimento nas organizações vai além de simplesmente registrar aprendizados; trata-se de criar uma cultura em que o compartilhamento e a utilização dessas informações sejam parte do dia a dia.

Para que esse processo seja eficaz, é fundamental que haja mecanismos claros de coleta, análise e integração das lições aprendidas nos processos futuros.

Ferramentas como reuniões de retrospectiva, painéis colaborativos digitais e bases de dados acessíveis a todos os colaboradores podem ser utilizadas para facilitar esse fluxo contínuo de informações.

Além disso, incentivar a participação ativa de toda a equipa na identificação e disseminação dos aprendizados contribui para a criação de um ambiente mais inovador e resiliente.

 Quando os erros e acertos são discutidos de forma aberta, sem atribuição de culpa, a organização tende a evoluir mais rapidamente e a adaptar-se melhor às mudanças do mercado.

Dessa forma, o conhecimento não se perde com a rotatividade de pessoal e torna-se um ativo estratégico na busca por excelência operacional e vantagem competitiva sustentável

Vamos algumas definições;

O que é gestão de lições aprendidas?

A gestão de lições aprendidas é o processo de identificar, documentar e compartilhar o conhecimento adquirido durante a execução de um projeto ou atividade para melhorar o desempenho futuro.

 Segundo o Project Management Institute (PMI), ela transforma experiências vividas em ativos organizacionais valiosos, evitando a repetição de erros e replicando sucessos.

O processo geralmente envolve:

Identificação:

 Capturar aprendizados (positivos ou negativos) ao longo de todo o ciclo de vida do projeto, e não apenas no fim.

Documentação:

 Registrar os fatos, as causas e as recomendações de forma clara para quem não participou do projeto.

Disseminação:

Compartilhar as informações com a equipe e outros departamentos por meio de reuniões, relatórios ou bases de conhecimento (como wikis).

Aplicação:

Consultar o histórico das operações em serão iniciados antes dos novos projetos para garantir a melhoria contínua e inovação.

Essa prática é um pilar da gestão do conhecimento empresarial, ajudando a empresa a se adaptar e otimizar o uso de recursos.

Riscos Materiais, você sabe construir e analisar os temas materiais da sua organização?

A análise dos temas materiais é essencial para identificar os assuntos que realmente impactam a sustentabilidade e o sucesso da organização.

Isso envolve compreender profundamente os riscos associados, tanto no âmbito operacional quanto estratégico, e reconhecer como eles afetam a reputação, o desempenho financeiro e a capacidade de inovar.

 Ao construir e analisar esses temas, a empresa consegue priorizar ações, alinhar objetivos e responder de forma eficaz às demandas do mercado e da sociedade.

A dupla materialidade, por sua vez, destaca a importância de considerar não apenas os impactos da organização sobre o meio ambiente e a sociedade, mas também como fatores externos podem influenciar o negócio.

 Essa abordagem permite uma visão mais holística dos riscos ESG, ajudando a evitar decisões equivocadas que comprometam o futuro da empresa.

Assim, a gestão adequada dos temas materiais contribui para a resiliência e, a perenidade e a competitividade da organização em um cenário cada vez mais complexo e exigente.

Os riscos de errar na materialidade e na dupla materialidade são mortais em uma análise de riscos ESG para as organizações

Se errar! A estratégia organizacional não mante a perenidade do negócio

Estamos juntos

Como alcançar a melhoria contínua do seu SGI de acordo com as ISO 9001/14001/45001-2015 PBQP-H, SASSMAQ e outros padrões adotados?

Eu acebei de preparar três organizações para serem certificadas nas normas SA8000, NBR 16001, ISO 45001 e 14001:2015 e , claro depois de uma Gap analysis do sistema de gestão das três

Mas me deparo sempre como algumas questões em comum dos nossos colegas sobre essa tal da “melhoria contínua ou PDCA “e como faço para realmente melhorar.

Nesse primeiro texto, falarei sobre a 14001:2015, no próximo sobre a ISO 45001 e por aí em diante.

Um dos principais princípios por trás da implantação de um sistema de gestão ambiental (SGA) usando os requisitos da ISO 14001 é a necessidade de melhoria contínua dentro seu SGA e, agora da inclusão dos riscos e mudanças climáticas.

No entanto, às vezes é confuso para descobrir a melhor maneira de trabalhar em direção a melhoria contínua e obter os benefícios que isso dá à sua organização.

Por que melhoria contínua?

Em primeiro lugar, é importante compreender novamente o que se entende por melhoria contínua e porque queremos trabalhar para isto no SGA.

O termo melhoria contínuo é usado para identificar a necessidade de melhorar sistematicamente diferentes processos dentro do SGI e no caso específico aqui do SGA a fim de proporcionar melhorias globais.

É razoável esperar que todos os processos dentro do SGA estejam sempre melhorando continuamente.

A melhoria contínua é usada para planejar, monitorar e realizar melhorias em processos que sejam identificados para tal.

Embora existam muitas maneiras que a melhoria contínua pode ser planejada dentro de um SGA, dois dos principais processos identificados nos requisitos da norma ISO 14001 são o uso de objetivos ambientais e pensamento baseado em risco.

Através do uso adequado destes dois processos, você pode assistir grandes benefícios de melhoria contínua em seu SGA.

Como funcionam os objetivos ambientais na direção a melhoria contínua?

Objetivos ambientais devem estar dentro do planejamento para as melhorias em seus processos de SGA.

Aqui está um exemplo bem simples de como isso poderia funcionar dentro de um SGA.

Um escritório tem como objetivo reduzir seu uso de papel dentro do ambiente de trabalho no seu dia a dia.

Uma meta de redução de 35% no prazo de 6 meses é definida para este objetivo.

Um programa com as seguintes atividades é iniciado para atingir este objetivo:

  • Forçar todos os computadores e impressoras utilizarem a impressão frente e verso dentro de 1 mês.
  • Instalar um software em todos os computadores com melhor resolução para leitura dos documentos na tela, ao invés de impressão só para ler, dentro de três meses.
  • Instalar um software para que os documentos sejam salvos como PDF on-line, que são enviados para o destinatário ao invés de impresso para revisão.

Através da aplicação dos recursos necessários para realizar este objetivo ambiental, a melhoria da SGA é alcançada através da redução de papel (menos recursos naturais usados) e menos resíduos sendo gerados, mesmo se fossem destinados para reciclagem.

Ou seja: estamos falando de economia ($$$$)

E a mentalidade de risco, Roberto, onde entra nessa nova versão 2015?

Como funciona a mentalidade de risco na direção para melhoria contínua?

Com o uso de objetivos ambientais, a aplicação do pensamento baseado em risco também pode melhorar os processos do SGA.

Na ISO 14001 o processo de ação preventiva é usado quando você identifica um problema que pode ocorrer em um processo antes que aconteça.

Quando você identificar um problema que pode ocorrer e corrigir o processo antes que o problema pode acontecer, você mais uma vez está melhorando o SGA.

NA ISO 14001:2015 ação preventiva foi removida, mas foi incorporado o conceito de pensamento baseado em risco para identificar os riscos antes que eles aconteçam.

Aqui está um exemplo bem simples de pensamento baseado no risco poderia funcionar:

No processo de tratamento de águas residuais é testado um novo produto químico para tratamento antes do lançamento do sistema de esgoto municipal.

É descoberto que há o risco de erros na qual poderiam acontecer com o tratamento, resultando em crime ambiental.

Na análise de risco do processo identificamos falhas que poderiam ocorrer já que o trabalho é manual, realizado por um operador para fazer a medição no tratamento e corrigi-los uma vez identificando o tratamento estar fora dos padrões de lançamento.

A partir da identificação deste risco em potencial e suas graves consequências, decide-se instalar um sistema que executa a análise automaticamente e corrige a dosagem antes do lançamento do efluente, eliminando o risco em potencial.

A melhoria contínua poderia ser vista neste caso como um processo de ação corretiva, mas, no entanto, o problema já tinha ocorrido mesmo depois de realizado as correções.

Esta melhoria é melhor acontecer antes que ocorra um acidente ambiental, identificando a priori o risco e tratando antes que aconteça.

Não está necessariamente claro desde o início, mas a melhoria contínua é o maior benefício que você recebe de implementar um SGA bem-sucedido.

Por fazer melhorias no seu processo, você não só reduz a pegada ambiental de sua organização, mas você também pode ver um retorno financeiro sobre o investimento de algumas dessas atividades.

Quando você reduz o consumo dos recursos naturais utilizados, tais como a iniciativa de redução de papel mencionada acima, você também reduzir seus custos e melhora sua performance nos seus índices de sustentabilidade.

Isto é não só uma vitória para o nosso meio socioambiental, mas também uma vitória para a sua organização e seu sucesso e sobrevivência do negócio no futuro, em uma sociedade que cada vez mais, menos tolera agressões socioambientais de qualquer organização.

Por que não usar a melhoria contínua para melhorar a sua organização e colher os benefícios?

Estamos juntos!

O Impacto dos Critérios ESG nas Decisões das Gestoras Brasileiras está apenas começando.

Bancos , Fundos de Investimento e Investidores brasileiros têm reduzido seus aportes em determinados ativos devido ao desempenho insatisfatório em critérios ESG (Ambiental, Social e Governança).

 Dados da  Anbima  mostram que 38% das gestoras já deixaram de investir em ativos por conta de resultados considerados inadequados nesses critérios, conforme revelado na pesquisa “Retrato da Sustentabilidade no Mercado de Capitais”.

Segundo representante da Anbima, instituições de maior porte têm vantagens nesse processo, pois contam com equipes dedicadas e conseguem integrar o ESG de forma mais profunda aos seus processos internos.

Já as gestoras menores enfrentam desafios como custos adicionais, necessidade de contratação e equilíbrio com outras prioridades do negócio.

A maioria das gestoras brasileiras está incorporando práticas ESG, sendo que 55% possuem políticas formais de investimento responsável.

Nos grupos considerados onde Nivel da maturidade ESG  esta mais  estruturado , esse percentual chega a 95%.

Além disso, 56% possuem alguma estrutura dedicada ao tema e 78% consideram aspectos ESG nas decisões de investimento.

A principal razão para a adoção dos critérios ESG é a gestão de riscos dos seus impactos socioambientais , apontada por 51% das instituições.

Outros motivos incluem decisão institucional (26%), dever fiduciário (12%) e busca por oportunidades de maior retorno (6%).

O dado de 38% das gestoras que deixaram de investir por questões ESG demonstra uma postura alinhada à gestão de riscos e não necessariamente um ativismo, já que o ESG impacta diretamente a precificação dos ativos e a composição dos portfólios.

 Isso requer dados, relatórios transparentes e um arcabouço regulatório robusto.

Entre os principais riscos considerados pelas gestoras, destacam-se os relacionados à governança: transparência (88%), ética (87%) e segurança da informação e privacidade de dados (76%).

O avanço das práticas ESG nas gestoras brasileiras não apenas reflete uma preocupação crescente com riscos socioambientais, mas também uma busca por maior competitividade e reputação no mercado.

Diversas instituições têm investido em capacitação interna e na adaptação de processos para atender às exigências regulatórias e às expectativas de investidores cada vez mais atentos ao impacto de suas escolhas financeiras.

Além disso, a adoção de critérios ESG tem impulsionado a inovação em produtos e serviços, como fundos temáticos e títulos vinculados à sustentabilidade, que oferecem novas oportunidades de investimento.

O cenário atual indica que, apesar dos desafios enfrentados, o setor está em constante evolução, incorporando novas ferramentas de avaliação e métricas para mensurar resultados, o que contribui para a consolidação de práticas responsáveis e transparentes no mercado financeiro brasileiro.

Questões ambientais, como gestão de resíduos (62%), mudanças climáticas (59%) e biodiversidade e uso do solo (49%), aparecem em seguida, evidenciando uma curva natural de aprendizado e incorporação desses temas pelo mercado.

A agenda de governança é tradicionalmente mais consolidada, enquanto riscos ambientais e sociais são abordados mais recentemente, exigindo novas métricas e formas de mensuração.

O aumento do percentual de atenção às mudanças climáticas é interpretado como um sinal positivo de evolução.

Apesar das mudanças de contexto, a agenda ESG permanece relevante e consistente quanto a preocupação dos seus riscos perante ao ROI e a perenidade do negocio

As principais estratégias adotadas pelas gestoras incluem filtros negativos (46%), que eliminam setores ou empresas de investimentos, e o modelo “best in class” (41%), que prioriza os melhores desempenhos de cada segmento.

Estratégias mais sofisticadas, como filtros positivos (22%) e integração do ESG à avaliação de ativos (21%), ainda são menos comuns, refletindo o estágio de maturidade e capacidade operacional das instituições.

De acordo com a Anbima, existe uma evolução natural, em que as instituições começam excluindo riscos mais evidentes, depois selecionam os melhores da categoria e, com o tempo e mais estrutura, avançam para a integração completa dos critérios ESG.

Estamos juntos

Perguntas para fazer e desenvolver uma estratégia em segurança do trabalho.

Para criar uma estratégia de segurança eficaz, é importante fazer as perguntas certas que guiarão o processo de desenvolvimento e implementação.

Clientes:

Quem são nossos clientes?

Identificar os principais stakeholders e clientes dentro da organização é essencial para entender suas necessidades e requisitos específicos de segurança.

Determine quais clientes devem ser o foco principal da estratégia de segurança e colete dados para apoiar essa decisão.

 Visão:

Como se manifesta o sucesso em termos de resultados de segurança e desempenho observável?

 Definir claramente a visão de segurança define a direção e serve como qualificador para decisões futuras.

Ela estabelece um objetivo claro a ser alcançado e ajuda a alinhar esforços para alcançar a excelência em segurança.

 Justificativa:

 Por que estamos seguindo essa estratégia de segurança?

Articule claramente as razões por trás da estratégia de segurança para garantir que todos estejam alinhados e compreendam a importância de priorizar a segurança.

Comunique a justificativa para obter apoio e compromisso de todos os níveis da organização.

História:

 Qual é a razão e a história convincentes que vão conquistar corações e mentes?

Crie uma narrativa envolvente que comunique a importância da segurança e ressoe com os funcionários.

 Use técnicas de narrativa para envolver emocionalmente os colaboradores e inspirá-los a adotar a estratégia de segurança.

 Escopo: Qual é o escopo da estratégia de segurança? Determine até onde a estratégia pode ser planejada e quais recursos estão disponíveis para apoiar sua implementação.

 Considere as capacidades e limitações da organização para garantir uma estratégia realista e alcançável.

 Atiradores de elite ou apoio:

Quais fatores podem ser contra ou contra a estratégia de segurança?

Identifique obstáculos ou restrições potenciais que possam dificultar o progresso ou apoiar a estratégia. Antecipe desafios e desenvolva planos de contingência para superá-los de forma eficaz.

Prioridades Estratégicas Orientadas por Dados:

Com base nos dados e informações disponíveis, quais são as principais áreas de foco para a melhoria da segurança no curto e longo prazo?

 Análise dados de desempenho em segurança, relatórios de incidentes e tendências do setor para identificar as áreas-chave que precisam de melhorias. Priorize essas áreas para focar recursos e esforços de forma eficaz.

Iniciativas Adequadas e Apoiadas:

Quais ações ou iniciativas específicas apoiarão diretamente as prioridades de segurança e aproximarão a organização de sua visão?

Identificar e desenvolver iniciativas que estejam alinhadas com prioridades estratégicas e tenham potencial para promover melhorias significativas na segurança.

 Garanta que essas iniciativas sejam viáveis e tenham o suporte necessário para uma implementação bem-sucedida.

Alinhamento para a Execução:

Como alinhamos todos com a visão de segurança?

Comunique claramente a estratégia de segurança para todos os funcionários e garanta que eles compreendam seus papéis e responsabilidades para alcançar a visão.

 Considere criar equipes ou grupos de trabalho para trabalhar nas prioridades individuais de segurança, promovendo um senso de pertencimento e engajamento.

Sustentar a Melhoria e Estratégia Viva:

Como vamos medir o progresso e nos responsabilizar?

Defina as métricas e indicadores-chave de desempenho que acompanharão o desempenho e o progresso em segurança em direção à visão de segurança.

Estabelecer mecanismos para revisão regular e ajuste da estratégia com base nos dados e retornos recebidos.

 Busque continuamente melhores práticas e promova uma cultura de melhoria contínua na segurança.

Desenvolver uma estratégia de segurança exige consideração cuidadosa e fazer as perguntas certas.

Ao abordar áreas-chave como clientes, visão, justificativa, escopo, suporte e alinhamento, as organizações podem criar uma estratégia de segurança abrangente que impulsiona a melhoria contínua e garante o bem-estar dos funcionários.

 Revise e ajuste regularmente a estratégia para sustentar a melhoria e promover uma cultura de excelência em segurança.

Estamos juntos.

Quem Tem Medo de Publicar Seu Relatório de Sustentabilidade ou Integrado?Pratique e explique e, agora ?

Nossa consultoria já elaboração + de 70 relatórios de Sustentabilidade baseados no GRI , SASB e TCFD ,e Integrados de acordo com a resolução da CVM.

Sempre ressaltamos a importância aos nossos cliente que transmitam a verdade e  com evidências  , pois em tempos de asseguração de relatórios não se pode relevar.

Realizo SPO( second party  Opinion) para diversos bancos e Fundos e, é vexaminoso as vezes o que eu encontro nesses relatórios.

O Pratique e explique esta ai e asseguração também , ACABOU , escrever bonito , fotos bonitas e relatórios de 300 páginas que custam as vezes 200 mil reais para a consultoria ( Pena, nunca peguei um nesse $$ , e, acredito que não teria coragem de cobrar esta valor )  , o que interessa são suas metrica de desempenho ESG , o resto é mimimi e é bonito ? Sim, mas verdadeiro ? Quem sabe

Relatórios de sustentabilidade e integrados funcionam como verdadeiros cartões de visita para as organizações, transmitindo ao público externo e interno os valores, compromissos e práticas adotadas.

Ao apresentar de forma estruturada o desempenho ambiental, social e de governança, esses documentos criam uma narrativa transparente sobre a atuação da empresa, reforçando sua reputação e posicionando-a como agente responsável e inovador.

Além disso, stakeholders como investidores, clientes e parceiros utilizam essas informações para avaliar a seriedade e a maturidade da organização em relação à sustentabilidade.

 Um relatório bem elaborado pode abrir portas para novas oportunidades de negócio, fortalecer alianças estratégicas e atrair talentos que compartilham dos mesmos valores.

Assim, publicar relatórios de sustentabilidade ou integrados não é apenas cumprir uma exigência, mas também uma estratégia de diferenciação e valorização institucional no mercado contemporâneo.

Muitas organizações sentem receio ao publicar seus relatórios de sustentabilidade ou integrados.

Esse medo, em grande parte, está relacionado à exposição pública de suas práticas e resultados, o que pode gerar questionamentos ou críticas.

Muitos gestores temem que a transparência possa revelar fragilidades ou lacunas em processos internos, porém é importante perceber que a divulgação de relatórios de sustentabilidade pode funcionar como catalisador para melhorias contínuas.

Ao abrir espaço para o diálogo com stakeholders, as organizações não apenas fortalecem sua credibilidade, mas também recebem inputs valiosos para aprimorar práticas ambientais, sociais e de governança.

Além disso, o ato de publicar relatórios estimula a cultura de prestação de contas, incentivando uma abordagem mais ética e estratégica.

 O processo de elaboração desses documentos traz oportunidades para identificar pontos de atenção, definir metas claras e fomentar o envolvimento de colaboradores e parceiros, tornando o compromisso com a sustentabilidade uma parte integrada da identidade corporativa.

No entanto, é fundamental que as empresas pratiquem a elaboração desses relatórios, aprimorando seus processos internos e promovendo maior transparência.

A publicação desses relatórios é mais do que uma obrigação; trata-se de um exercício de responsabilidade e compromisso com a sociedade e o meio ambiente.

 Ao praticar e explicar de forma clara e objetiva os resultados e desafios enfrentados, as organizações demonstram maturidade e disposição para evoluir.

Portanto, enfrentar o medo e dar o passo de publicar o relatório é fundamental para construir uma reputação sólida e confiável.

Estamos juntos .

A Importância de Relacionamentos Fortes no engajamento em segurança.

No mercado de trabalho altamente competitivo e com muitas organizações enfrentando baixos níveis de retenção, desenvolver relacionamentos fortes entre colegas não é apenas uma gentileza no ambiente de trabalho, mas um imperativo estratégico.

Vamos explorar por que fortalecer os relacionamentos entre colegas de trabalho agrega valor e talvez seja uma vantagem competitiva.

Promove uma Cultura Colaborativa:

 Relacionamentos fortes entre colegas de trabalho preparam o terreno para uma cultura colaborativa dentro de uma organização.

Quando os colegas constroem confiança e empatia, eles têm mais chances de colaborar de forma eficaz, compartilhar ideias e contribuir coletivamente para alcançar objetivos comuns.

 A colaboração torna-se um resultado natural de fortes conexões interpessoais.

Aprimora a Comunicação e a Eficiência:

Comunicação eficaz é o motor de qualquer equipe bem-sucedida.

Quando colegas têm relacionamentos fortes, a comunicação se torna mais aberta, transparente e eficiente.

 A capacidade de expressar ideias, compartilhar feedback e enfrentar desafios é muito aprimorada, levando a fluxos de trabalho mais suaves e maior eficiência.

Aumenta a Satisfação no Trabalho:

A qualidade dos relacionamentos entre colegas impacta diretamente a satisfação individual no trabalho. Um ambiente de trabalho positivo e de apoio, fomentado por fortes conexões com os colegas, contribui para níveis mais altos de satisfação no trabalho.

 Quando as pessoas se sentem valorizadas, respeitadas e apoiadas pelos colegas, seu senso geral de realização e engajamento no trabalho aumenta..

Constrói Confiança e Confiabilidade:

 A confiança é a base de qualquer relacionamento bem-sucedido, e isso também se aplica profissionalmente. Conexões fortes entre colegas de trabalho constroem uma base de confiança e confiabilidade.

Quando colegas confiam uns nos outros, é mais provável que colaborem em projetos, deleguem responsabilidades e dependam da expertise uns dos outros.

Incentiva uma Cultura de Aprendizado Contínuo:

Relacionamentos entre pares criam um ambiente propício ao aprendizado contínuo.

Colegas podem compartilhar conhecimento, orientar uns aos outros e fornecer feedback construtivo.

 Essa troca de insights promove uma cultura de aprendizado contínuo, permitindo que os indivíduos se mantenham adaptáveis e responsivos aos desafios em evolução em suas respectivas áreas.

Facilita a Resolução de Conflitos: Em qualquer ambiente de trabalho, conflitos são inevitáveis. No entanto, quando as pessoas têm relacionamentos fortes com seus colegas, a resolução de conflitos se torna um processo mais gerenciável.

Conexões fortes permitem discussões abertas e honestas, levando a uma resolução mais rápida e eficaz das questões.

Promove o Bem-Estar Emocional:

O ambiente de trabalho é um espaço para atividades profissionais e uma parte significativa da vida diária de uma pessoa.

Relacionamentos fortes entre colegas contribuem para um ambiente positivo e de apoio que promove o bem-estar emocional.

 Colegas que se entendem e se identificam criam um ambiente de trabalho mais saudável e agradável.

Melhora a Dinâmica da Equipe:

 A dinâmica de uma equipe é profundamente influenciada pelas relações entre seus membros.

 Quando os colegas têm conexões fortes, a coesão da equipe melhora. Isso, por sua vez, aprimora a capacidade da equipe de colaborar, inovar e enfrentar desafios de forma coletiva.

Cria uma Rede de Apoio:

 Uma forte rede de pares atua como um sistema de apoio tanto em desafios profissionais quanto pessoais.

 Colegas que compartilham um vínculo forte têm maior probabilidade de oferecer assistência, orientação e incentivo em momentos de estresse ou incerteza, contribuindo para a resiliência individual e coletiva.

Impulsiona o Avanço na Carreira:

 Relacionamentos fortes com colegas podem desempenhar um papel fundamental no avanço na carreira.

 Colegas que confiam e respeitam uns aos outros têm mais probabilidade de colaborar em projetos, fornece recomendações e endossar as habilidades uns dos outros.

 Esses relacionamentos podem abrir portas para novas oportunidades e crescimento profissional.

Investir nesses relacionamentos vai muito além das interações individuais, impactando a cultura, produtividade e sucesso geral da organização.

Ao reconhecer a importância dos relacionamentos entre pares e investir ativamente no desenvolvimento de colega a colega, os indivíduos contribuem para sua própria realização e para a prosperidade coletiva de suas equipes e da organização para a qual trabalham.

Estamos juntos

Se você não sabe a materialidade do seu negócio ou da sua própria carreira, temos um problema!

Quando começamos a elaborar a matriz de materialidade para nossos clientes à alguns anos, (talvez mais de 60 até agora), sempre notávamos a dificuldade de nossos clientes de entender a importância e necessidade de se levar bem a sério a elaboração, afinal se você não sabe o que material para seu negócio ?????, como você vai manter a perenidade dele?????

Para aprofundar ainda mais o tema da materialidade, é importante entender que ela vai além de um conceito teórico e se torna uma ferramenta prática de gestão.

Muitas empresas, ao desenvolver sua matriz de materialidade, envolvem diferentes áreas do negócio e promovem debates para mapear os fatores que realmente influenciam o desempenho e a sustentabilidade.

Esse processo pode incluir workshops, entrevistas e análise de dados, buscando uma visão abrangente e colaborativa.

Além disso, a materialidade está diretamente ligada à transparência e à responsabilidade corporativa.

 Empresas que comunicam claramente seus temas materiais conseguem engajar melhor seus stakeholders e fortalecer sua reputação.

No contexto atual, com mudanças rápidas e exigências crescentes do mercado, atualizar periodicamente a matriz de materialidade garante que o negócio permaneça relevante e resiliente, adaptando-se às novas demandas e oportunidades.

Outro ponto fundamental na elaboração de matriz de materialidade é realizar um bench marketing dos seus concorrentes ou similares e, elaborar uma matriz de risco dos seus stakeholder e, classificar sua importância quanto ao peso das respostas das perguntas enviadas a eles.

A materialidade é o ponto de partida para decisões estratégicas bem fundamentadas, pois permite identificar o que realmente impacta o negócio ou a carreira.

Compreender quais são os temas, ativos ou competências mais relevantes ajuda a direcionar esforços, recursos e investimentos de maneira eficiente, evitando desperdícios e aumentando a probabilidade de sucesso.

Além disso, essa clareza facilita o alinhamento entre objetivos pessoais ou empresariais e as expectativas do mercado, tornando possível criar valor de forma consistente.

Quando se tem clareza sobre a materialidade, abre-se espaço para decisões mais assertivas e para o desenvolvimento de estratégias adaptadas às necessidades reais.

 Isso permite não apenas antecipar tendências e riscos, mas também identificar oportunidades que estejam alinhadas com os valores e objetivos fundamentais.

Dessa forma, a materialidade atua como um filtro que orienta prioridades e fomenta uma cultura de foco e propósito, essencial para prosperar num ambiente competitivo e em constante mudança.

Reconhecer a materialidade é fundamental para direcionar estratégias e tomadas de decisão, seja no âmbito empresarial ou profissional.

Ao aprofundarmos o conceito de materialidade, percebemos que ele não se limita apenas à identificação de fatores internos, mas também envolve uma análise cuidadosa do ambiente externo e das partes interessadas.

Isso significa considerar as expectativas de clientes, investidores, colaboradores, comunidade e até mesmo tendências regulatórias ou tecnológicas que possam impactar o setor.

Adotar uma abordagem estruturada para avaliar materialidade pode incluir o uso de ferramentas como matrizes de materialidade, pesquisas com stakeholders e análises de benchmarking.

Esses métodos ajudam a priorizar temas realmente relevantes e a fundamentar decisões em dados concretos, promovendo transparência e credibilidade no processo estratégico.

A falta desse conhecimento pode gerar incertezas, dificultar o alcance de metas e comprometer o desenvolvimento sustentável de qualquer projeto ou trajetória.

Estamos juntos

Como elaborar um Plano de emergência (PAE) baseado na sua gestão de riscos socioambientais. Seu banco e sua seguradora querem saber!

Existem diversos modelos de configuração de um PAE, e cada organização tem uma filosofia de interpretar a gravidade dos impactos socioambientais (infelizmente).

Gostaria de dar algumas sugestões, a vocês colegas quando forem revisar ou elaborar começando do zero seu PAE para qualquer área ou situação.

Nossa consultoria a Roberto Roche & Associados vem elaborando algumas dezenas, revisando e ou ajustando de acordo os cenários apresentados nas análises de riscos para nossos clientes.

Diante deste fato, venho dividir com os nossos colegas nossa experiência.

Seguem algumas sugestões de quem já errou e apanhou muito por não estar preparado;

Vamos juntos;

 Quais são os seus riscos socioambientais e suas consequências (recomendo o BOW TIE)?

Se você tem uma gestão de risco para impactos socioambientais, essa pergunta será respondida quase que naturalmente.

 A própria análise de riscos vai te mostrar que alguns riscos têm impactos gravíssimos e não podem ser completamente eliminados.

Espero que até esse momento você já atuou para eliminar, mitigar etc., quase todos.

 Mesmo assim existem alguns pontos que precisam ser minimizados em caso do evento.

Agora, o trabalho é estudar os efeitos, ou seja, aquilo que irá acontecer se o risco acontecer.

Cada efeito pode requerer um tipo de atividade, planejamento ou tarefa diferente.

Dessa forma, essa fase é básica, pois é partindo daqui que suas ações irão ser planejadas.

Quando (e se) esse risco ocorrer, o que podemos fazer para minimizar ao máximo seus efeitos?

Nesse momento, é possível fazer um brainstorming, por exemplo, para levantar tudo que pode ser feito para minimizar os impactos.

 É preciso pensar, no que pode ser feito depois que acontecer o evento!

Acontecendo um evento, o que podemos fazer para minimizar os impactos socioambientais?

Nesse ponto não existe nada melhor que o BOW TIE e respondendo esse tipo de perguntas, chegamos ao “o que precisa ser feito” e passamos para a próxima fase.

Quais barreiras vamos criar para mitigar antes do possível evento para nos preparar?

Nesse ponto, faremos o plano de ação que vai preparar tudo que for necessário para o PAE.

Perceba que esse não é o PAE em si, apenas o planejamento dele.

Para que todos os recursos estejam disponíveis quando necessário, e isso é fundamental para evitar bater cabeças na hora do evento.

Como vocês podem enxergar, agora depois dessas breves sugestões de como revisar ou elaborar um PAE está dividido em dois aspectos maiores:

1º Criar um plano para executar quando o risco incidir;

2º Preparar antecipadamente a organização para ser capaz de executar esse plano depois do evento.

Eu sei que essa é uma recomendação universal, que serve para quase todos os contextos.

Mas vale a pena ressaltar! Se você está elaborando um PAE baseado em seus riscos socioambientais já elencado em sua análise é porque algo bastante sério pode pôr sua organização em risco.

 Lembrando o engajamento dos colaboradores tanto da sua equipe de QSMS-RS & Sustentabilidade bem com a organização ligadas ao processo faz toda diferença.

Em alguns casos, inclusive, será preciso de muito estudo e competência técnica para mapear os impactos dos riscos socioambientais e propor ações.

Não envolver as pessoas pode dificultar ainda mais as coisas.

Criando mais problemas tanto na hora de definir ações quanto na comunicação do PAE para a organização.

Estamos juntos!

Riscos ESG relacionados à área de Suprimentos Corporativos

A área de suprimentos corporativo passou a ser um dos maiores riscos do ESG.

 A due diligence da cadeia de fornecedores é imperativo neste mundo globalizado na era do surgimento do ESG.

A adoção de due dligence  ESG na área de suprimentos corporativos não apenas protege as empresas de sanções legais e perdas reputacionais, mas também fortalece o relacionamento com clientes, investidores e sociedade.

Investir em políticas de compras responsáveis e monitoramento contínuo dos fornecedores é um diferencial competitivo, pois demonstra compromisso com valores éticos e sustentabilidade.

Além disso, a transparência nas operações e a promoção de iniciativas como auditorias independentes e certificações contribuem para elevar o padrão de toda a cadeia de valor.

Por outro lado, a negligência dos critérios ESG pode resultar em graves consequências, como interrupções na cadeia de suprimentos, processos judiciais e prejuízos financeiros.

Empresas que se destacam pela integração efetiva dos princípios ESG tendem a ser mais resilientes, inovadoras e adaptáveis diante das mudanças do mercado e das exigências regulatórias.

Portanto, investir em suprimentos corporativos dentro dos criterios do ESG  é fundamental para garantir a longevidade e o sucesso do negócio, além de contribuir para um desenvolvimento mais justo e equilibrado.

A quantidade de organizações envolvidas em diversos escândalos divulgados na mídia aumenta cada vez mais.

Desde envolvidas em denúncias de contratar trabalhos de terceiros análogos a escravidão, trabalho infantil etc.

Compra de matéria prima de organizações sem licença ambiental ou campeã em acidentes do trabalho ou até mesmo envolvidas em escândalos de assédio moral ou sexual

E acaba refletindo nas organizações que estão envolvidas na cadeia de valor

Os suprimentos corporativos desempenham papel central na gestão dos riscos ambientais, sociais e de governança (ESG).

 Por esse motivo, torna-se fundamental avaliar continuamente como as práticas adotadas nesse setor podem impactar a reputação, a conformidade regulatória e a sustentabilidade da organização.

Além do impacto direto na cadeia de valor, a área de suprimentos corporativos influencia fortemente a adoção de práticas éticas e responsáveis entre fornecedores e parceiros.

A exigência de critérios ESG nos processos de seleção e contratação pode fomentar melhorias em toda a cadeia, promovendo transparência, respeito aos direitos humanos e o uso eficiente de recursos naturais.

Adicionalmente, a gestão de riscos nesta área permite identificar vulnerabilidades relacionadas a possíveis violações ambientais ou sociais, bem como antecipar mudanças regulatórias e expectativas de stakeholders.

Dessa forma, a integração dos princípios ESG nos suprimentos corporativos não só mitiga riscos, mas também agrega valor estratégico à organização e contribui para a construção de uma imagem empresarial sustentável e resiliente.

A crescente relevância dos suprimentos corporativos no contexto dos riscos ESG, apontando que este setor é agora um dos principais focos de atenção para a gestão ambiental, social e de governança nas organizações.

Ressalta-se a importância de uma avaliação contínua das práticas adotadas, considerando o impacto potencial na reputação, conformidade regulatória e sustentabilidade empresarial.

Estamos juntos

Gestão de Crises Corporativa e Plano de Continuidade dos Negócios,a  Resiliência Operacional em Tempos de ESG.

Alguns anos passados, quando fui convocado pela organização que trabalhava a participar de um curso (depois fiz + 3) sobre média training para atuação em gestão de crises achei um saco e fui muito a contragosto.

Com tempo gostei do treinamento e comecei a prestar atenção da importância de ter um plano de gestão de crises bem elaborados amarrados aos possíveis cenários de temas materiais a organização e logo depois me vi mergulhando em elaborar o famoso BCM (Business Continuity Management), o plano de continuidade de negócios.

E olha como mundo da volta, hoje não tem instituições financeira ou seguradora qua não questionam se a organização possui bem elaborado esses planos de acordo com os temas materiais ou seja;

Como é a sua resiliência operacional?

Nunca pensei em quando abri minha consultoria de ter que executar esses planos para terceiros e tudo isso sabre o porquê? Ele mesmo, o ESG!!

Em tempos em que os princípios de ESG (Ambiental, Social e de Governança) ganham cada vez mais relevância, torna-se indispensável que as organizações demonstrem uma resiliência operacional robusta.

A capacidade de enfrentar e superar adversidades não é apenas um diferencial competitivo, mas uma exigência para a sustentabilidade dos negócios e a confiança dos stakeholders.

A resiliência operacional refere-se à aptidão de uma organização para resistir, adaptar-se e recuperar-se rapidamente diante de eventos inesperados ou crises.

Esta capacidade é resultado de processos bem definidos, preparação contínua e uma cultura interna voltada para a antecipação e gestão de riscos.

 É fundamental que a liderança questione: Como está a resiliência operacional da sua organização?

A gestão de crises corporativa envolve o desenvolvimento de estratégias e procedimentos para identificar, enfrentar e superar situações adversas que possam impactar negativamente as operações da empresa.

O plano de gestão de crise consiste numa abordagem organizada que visa preparar a empresa para responder de forma eficaz a situações inesperadas e potencialmente prejudiciais.

Este plano inclui a definição clara de papéis e responsabilidades, procedimentos de comunicação interna e externa, e ações específicas para mitigar riscos, minimizar danos e restaurar a normalidade das operações.

Além disso, envolve exercícios periódicos de simulação para garantir que todos os colaboradores estejam familiarizados com as etapas a seguir em caso de emergência.

Este processo inclui a avaliação de riscos, a definição de planos de ação e a preparação de equipas para lidar com situações imprevistas, garantindo que a organização mantenha a sua resiliência diante de desafios.

O plano de continuidade dos negócios é um conjunto estruturado de medidas e ações destinadas a assegurar que processos essenciais da empresa possam ser mantidos ou rapidamente restabelecidos após a ocorrência de uma crise.

Este plano prevê alternativas operacionais, comunicação clara com as partes interessadas e a definição de recursos críticos, garantindo a recuperação e a sustentabilidade das atividades mesmo em cenários adversos.

Abordar o plano de gestão de crises corporativa e o plano de continuidade dos negócios, destacando a importância de estratégias para identificar, enfrentar e superar situações adversas, bem como ações estruturadas para garantir a manutenção ou rápida recuperação das operações essenciais da empresa em cenários de crise, passar ser fundamental nos dias de hoje para manter a perenidade do negócio.

Estamos juntos

Seu Conselho está de acordo com a Jornada para a Excelência em Segurança.

Priorizar a segurança no trabalho não é apenas uma exigência legal na maioria dos países;

 É um imperativo estratégico.

 À medida que as organizações navegam por um clima de negócios em constante mudança, a jornada rumo à excelência em segurança torna-se um dever moral e um aspecto crucial para o sucesso sustentável.

 Convencer um Conselho de Administração a investir e defender iniciativas de segurança requer um argumento bem articulado que esteja alinhado com os objetivos e valores gerais da empresa.

Aqui estão alguns dos argumentos que você pode fazer:

Preservação do Capital Humano:

Destaque o aspecto humano enfatizando que um investimento em segurança é um investimento no bem-estar da força de trabalho.

 Um ambiente de trabalho seguro reduz a probabilidade de acidentes e lesões e promove uma cultura de cuidado e compromisso, levando ao aumento do moral e da produtividade dos colaboradores.

Eficiência Operacional e Economia de Custos:

 Demonstre que um programa proativo de segurança pode reduzir significativamente os custos associados a acidentes de trabalho, prêmios de seguro e possíveis responsabilidades legais.

 Explique como menos acidentes significam menos tempo de inatividade, menores pedidos de compensação trabalhista e maior eficiência operacional, contribuindo em última análise para economia de custos.

Reputação Corporativa Aprimorada:

Aponte que o compromisso de uma empresa com a segurança vai além de seus colaboradores ele ressoa com clientes, investidores e a comunidade em geral.

Um excelente histórico de segurança constrói confiança e fortalece a reputação da organização, tornando-a um parceiro atraente para colaborações empresariais e oportunidades de investimento.

Conformidade Regulatória:

Aborde o aspecto legal enfatizando que um programa robusto de segurança garante a conformidade com as regulamentações locais e internacionais.

Isso protege a empresa de repercussões legais e demonstra um compromisso com a responsabilidade corporativa, que se torna cada vez mais essencial no ambiente empresarial socialmente consciente de hoje.

Mitigação de Riscos e Continuidade dos Negócios:

 Ilustre como o foco na excelência em segurança é uma medida proativa para mitigar riscos.

Uma organização bem preparada e consciente da segurança está mais preparada para lidar com desafios imprevistos, garantindo a continuidade do negócio apesar das interrupções inesperadas.

Produtividade e Engajamento dos Colaboradores:

 Enfatize que um ambiente de trabalho seguro é produtivo.

Confiantes em seu apoio à segurança, colaboradores engajados têm maior probabilidade de contribuir ativamente para suas funções, promovendo inovação e eficiência.

 Apresentar histórias de sucesso de empresas que colheram os benefícios do aumento da produtividade por meio de iniciativas de segurança pode ser envolvente.

Sustentabilidade a longo prazo:

 Transmita que a excelência em segurança não é uma iniciativa de curto prazo, mas um compromisso de longo prazo com a sustentabilidade da organização.

Um ambiente de trabalho seguro e uma forte cultura de excelência em segurança estabelecem a base para a longevidade da empresa, garantindo que ela permaneça resiliente e adaptável diante das dinâmicas de mercado em transformação.

Blog: Roberto Roche

Defender a excelência em segurança ao Conselho de Administração exige uma compreensão abrangente de como a segurança se alinha aos valores da empresa, à eficiência operacional e aos objetivos de longo prazo.

 Ao apresentar um argumento convincente que abrange o elemento humano, benefícios financeiros, conformidade regulatória e sustentabilidade geral, você pode construir um caso sólido que posiciona a excelência em segurança como um pilar do sucesso organizacional.

Estamos juntos

Porque os líderes de linha de frente são importantes na criação de uma cultura de propriedade compartilhada na segurança do trabalho.

A responsabilidade compartilhada na segurança do trabalho é o conceito de que a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais é um compromisso conjunto entre empregadores e empregados, estendendo-se a toda a cadeia hierárquica.

Embora o empregador tenha a maior responsabilidade legal por garantir um ambiente seguro, os colaboradores têm a obrigação de seguir as normas e zelar pela própria integridade e a de seus colegas.

Imagine só: Há uma empresa conhecida por sua cultura flexível e colaborativa.

Geralmente, a alta administração da empresa não segue regras rígidas para sua equipe, e os membros da equipe trabalham juntos de forma relativamente harmoniosa em toda a organização.

No departamento de marketing, essa cultura de flexibilidade e colaboração é amplificada.

Os líderes da linha de frente nesse departamento, especificamente o gerente de marketing digital, o gerente de comunicação e o diretor criativo, vão além para fazer seus subordinados diretos se sentirem vistos e ouvidos, dando-lhes a flexibilidade necessária para equilibrar suas vidas profissionais e pessoais.

Por sua vez, esses membros colaboram constantemente e frequentemente se apoiam mutuamente.

 Existe um senso de propriedade compartilhada, que se refere à capacidade de equipes colaborarem para resolver desafios sem supervisão e direção excessivas.

Mas na manufatura, a história é diferente.

Os líderes da linha de frente ali nomeadamente, os líderes de turno de produção, supervisores de linha e líderes de equipe de manutenção dificultam para os colaboradores equilibrarem suas vidas profissionais e pessoais.

Pior ainda, tendem a colocar os colaboradores uns contra os outros, achando que isso trará melhores resultados.

Muitos desses membros da equipe estão desengajados.

Alguns chegaram ao ponto do desprezo.

Eles não querem colaborar porque não querem correr o risco de alguém receber aplausos.

Não há senso de propriedade compartilhada.

Esse exemplo hipotético pode parecer extremo, mas é um cenário que já vi se desenrolar em muitas das organizações que ajudei como especialista em segurança ocupacional ao longo das décadas.

Cada empresa tem uma cultura geral, mas também possui várias subculturas, que percebi que muitas vezes correspondem ao número de líderes de linha de frente.

Se os líderes de alta direção não desenvolverem e treinarem adequadamente seus líderes de linha de frente sobre como liderar e tirar o melhor de suas pessoas, terão dificuldades em criar uma cultura de propriedade compartilhada.

E sem uma cultura de propriedade compartilhada, as empresas acabam colocando muitos riscos em risco, incluindo segurança, operações, conformidade, reputação, finanças e engajamento e retenção de colaboradores.

A propriedade compartilhada decorre do engajamento dos colaboradores.

Repetidas vezes, minha experiência me mostrou que, sem níveis fortes de engajamento dos colaboradores, uma cultura de propriedade compartilhada não pode se formar.

Existe um espectro de engajamento dos colaboradores.

A que desenvolvi tem nove níveis.

Do melhor ao pior, esses níveis são:

  • Propriedade compartilhada
  • Auto propriedade
  • Participação voluntária
  • Aceitação
  • Interessado
  • Presente
  • Desinteressado
  • Apático
  • Desdenhoso

Colaboradores que estão no sexto nível não estão desengajados nem engajados.

Eles só querem receber o salário e ir para casa (tem uma sensação de “eu tenho que ir”).

Se você se mover para qualquer um dos lados do espectro, é aí que começa a se formar um desengajamento (um sentimento de “não quero”) ou engajamento (um sentimento de “quero”).

Além disso, na minha experiência, engajamento não é unidimensional.

Para os colaboradores, ela se desenvolve em várias relações chave:

Com o propósito da organização, seu próprio trabalho, os objetivos da equipe, seu gerente, seus colegas e, se o funcionário for supervisor, com seus subordinados diretos.

Por exemplo, alguém pode estar profundamente envolvido com suas tarefas reais, mas se sentir desconectado dos objetivos da equipe e sem apoio do gerente, o que pode limitar seu esforço discricionário geral.

No exemplo hipotético acima, os líderes de linha de frente desses dois departamentos criaram subculturas muito diferentes.

Pense no seu próprio histórico profissional.

Provavelmente você trabalhou mais para os chefes que você sabia que realmente se importavam com você como ser humano do que para aqueles que não se importavam. Pessoas não são robôs.

Eles reagem ao ambiente.

 Todo líder de linha de frente, por meio de sua personalidade e estilo de liderança, cria uma dinâmica de equipe única que influencia a motivação, colaboração e desempenho de seus subordinados diretos.

Considere um estudo publicado na revista Safety Science.

Os participantes do estudo trabalharam em empreiteiros de construção comercial e empresas de manufatura.

O estudo constatou que, em equipes, níveis maiores de liderança transformacional e de recompensa contingente estão associados a maiores níveis de conformidade em segurança e comportamento de participação em segurança.

No entanto, o impacto desses estilos de liderança dependia da percepção compartilhada de segurança pela equipe, o que significava que o efeito era mais forte quando a equipe tinha um clima de segurança positivo.

Quando líderes de linha de frente criam subculturas problemáticas, eles e seus subordinados diretos acabam ficando desalinhados com a cultura organizacional como um todo.

 E é nesse momento que as organizações podem ser expostas a riscos sérios, como falhas de segurança, problemas de qualidade, desengajamento de colaboradores, problemas de retenção e danos à reputação.

Infelizmente, observei que em muitas organizações, líderes de linha de frente acabam criando subculturas problemáticas porque normalmente são sub treinados, com poucos recursos e subutilizados como líderes enquanto têm o impacto mais direto em engajar ou desengajar colaboradores, assim como nos resultados empresariais que a organização busca.

Quando líderes de alta direção não investem no desenvolvimento da capacidade de liderança entre líderes da linha de frente, suas organizações nunca alcançarão a capacidade de excelência.

Cabe a diretoria mudar isso.

 Cada organização é única, então não existe uma resposta única para todos.

Mas, na minha experiência, existem alguns passos fundamentais que líderes executivos podem tomar.

O primeiro passo?

Diagnosticar e entender como o framework atualmente se aplica à organização deles.

Esse conhecimento é fundamental, pois está ligado ao próximo passo: líderes executivos devem adaptar sua resposta ao que sua organização enfrenta.

 Por exemplo, se uma organização opera em um ambiente volátil onde as condições mudam rapidamente (mas as causas dessas mudanças são conhecidas), então os líderes executivos devem ancorar seus líderes da linha de frente e outros membros da equipe em uma visão clara e estabelecer prioridades.

Independentemente de onde a organização se encaixe atualmente no framework, seus líderes executivos devem definir os limites para a tomada de decisões, revisar regularmente o que está funcionando e o que não está funcionando e comunicar-se de forma transparente com líderes de linha de frente e outros membros da equipe.

Percebi que, quando líderes de linha de frente têm uma forte compreensão da intenção da organização, assim como da autonomia e dos limites que têm para ajudar a organização a alcançar seus objetivos, eles têm mais probabilidade de liderar de forma consistente com a cultura da organização e capacitar seus subordinados diretos, ajudando-os a se manterem engajados no trabalho.

A cultura de uma empresa não é o que o Diretoria escreve.

 É o que a linha de frente permite.

Se você quer propriedade compartilhada, pare de tentar escalar slogans e comece a escalar grandes líderes de linha de frente.

Estamos juntos

Trabalho remoto não é só tecnologia, é também sobre uma cultura de confiança.

Temos revisado procedimentos do SGI, PAEs, análises e matriz de riscos e documentos em casa nesses últimos meses, claro que depois iremos nas áreas, em questão para um double check se necessário.

Mas uma observação de um cliente chamou atenção

Roberto, você tinha razão a ISO é só papel mesmo, “agora estão fazendo remotamente “, paga se uma fortuna e no final é para ter um selo para inglês ver.

Bem, calma lá, não é bem assim, cada um deve saber como lidar com o seu sistema de gestão.

É uma questão de confiança!

Confiar. Usamos a palavra o tempo todo em tecnologia e agora mais do que nunca

À medida que as organizações buscam a transformação digital, elas podem facilmente subestimar a importância da confiança

 Estamos tão ocupados perseguindo as últimas inovações tecnológicas, que às vezes esquecemos que, no final das contas, são as pessoas que impulsionam a mudança.

E não me refiro apenas a indivíduos.

Quero dizer, pessoas trabalhando juntas para alcançar um objetivo comum.

 E para conseguir isso, eles precisam acreditar um no outro.

Confiança é importante, e não apenas as garantias sobre nossa infraestrutura e segurança de sistemas.

Igualmente importantes são os laços que conectam as pessoas, seja um gerente para sua equipe ou um negócio para sua força de trabalho.

Uma força de trabalho ligada à confiança se beneficia da agilidade, flexibilidade e moral geral dos colaboradores.

Quando há confiança, as organizações se movem mais rapidamente em suas jornadas de transformação digital.

O mais importante é que a confiança deve ser alimentada na cultura da empresa e ser o DNA, não só entre colaboradores, mas também entre a empresa e os eles.

O trabalho remoto é apenas um exemplo de como uma relação de confiança pode beneficiar um negócio.

 Ser capaz de trabalhar fora do escritório é uma das grandes revoluções do local de trabalho dos tempos modernos.

Isso é especialmente importante considerando nossos desafios atuais.

A pandemia levou o trabalho remoto ao topo da agenda digital, desde um ponto de discussão para grupos selecionados dentro de uma organização até uma prioridade estratégica para todos.

Mas as organizações ainda estão nervosas com a perspectiva de permitir que seus colaboradores trabalhem e colaborem fora do escritório.

 Por quê? O problema não é a tecnologia.

 As empresas podem facilmente encontrar fornecedores com soluções que suportam trabalho remoto.

A questão é cultura e confiança.

Nenhum de nós está trabalhando no escritório agora. E o que ficou claro nos últimos meses é que, na verdade, a maioria de nós não precisa estar no escritório para fazer nossos trabalhos.

Isso não minimiza a necessidade humana de conexão social.

A colaboração e a construção de relacionamentos vêm mais naturalmente pessoalmente.

Mas, com todos os colaboradores trabalhando em casa, o negócio pode funcionar tão bem quanto antes de nossos requisitos de trabalho de casa entrarem em vigor.

Mas o elemento humano esse senso de pertencimento não acontece apenas através da implantação de novas tecnologias.

Empresas de todo o mundo enfrentam desafios semelhantes na transição para o trabalho remoto.

Mas, na maioria dos casos, é a cultura da empresa, não as limitações tecnológicas, que impedem os colaboradores de serem confortáveis e produtivos trabalhando remotamente.

 E é a cultura que impedirá as organizações de adotar o trabalho remoto assim que passarmos a pandemia.

Se há uma coisa que definirá o local de trabalho do futuro, é o empoderamento dos colaboradores.

Os colaboradores estão chegando a esperar maior flexibilidade, seja diante de nossos desafios atuais ou para gerenciar compromissos comuns fora do trabalho.

 Os líderes devem saber que a expectativa só vai crescer, especialmente considerando a rapidez com que passamos para o trabalho remoto quando se tornou uma necessidade.

Políticas de trabalho flexíveis serão postas na mesa para contratação, retenção e desenvolvimento dos melhores colaboradores.

Qualquer coisa menos, e você vai perder terreno rapidamente.

Mas, em troca, os colaboradores serão mais leais e mais engajados com seu trabalho.

 Muita boa vontade pode sair de fornecer até um pouco de flexibilidade.

Todos tivemos que fazer ajustes em nossas vidas profissionais e pessoais.

Suspeito que muitas pessoas passaram pelo mesmo.

Quando voltarmos ao escritório, espero que os líderes reconheçam o valor do trabalho remoto para seus colaboradores e suas organizações.

Seremos todos melhores para isso.

Estamos juntos!

Segurança do trabalho NÃO é “Responsabilidade de todos”

Você leu corretamente, segurança não é responsabilidade de todos.

Não aceito a ideia que minha segurança dependa de outra pessoa.

Se “algo de bom” acontecer comigo, como com algo “ruim”, confio na minha capacidade de superar a situação e não de qualquer outra pessoa.

Em geral, as pessoas nas organizações acreditam no oposto.

Um dos maiores desafios para nós os gestores é fazer com que os colaboradores assumam a responsabilidade pela sua segurança pessoal e sempre agir para reduzir os riscos de sua operação.

Ano após ano, nós da área de QSMS-RS & Sustentabilidade tentamos engajar nossos colaboradores quanto a prevenção acidentes de trabalho e ambiental.

No entanto, tanto quanto tenho visto, os resultados permanecem os mesmos, ou melhorias são insustentáveis.

Mas, por que isso acontece? Por que pessoas continuam cometendo atos inseguros?

Por que podemos apenas mudar o comportamento das pessoas quando estamos observando-os?

 Por que pessoas sempre procuram alguém para culpar quando eles estão feridos?

Foi nos dito que, para criar um ambiente livre de lesões, é necessário educar os colaboradores sobre os riscos no local de trabalho e para o pessoal relatar quaisquer atos inseguros através de ferramentas como observações de comportamento com base em segurança, a fim de alcançar uma cultura onde todos ‘cuidem um do outro’.

Esta cultura ‘interdependente’ onde ‘cuidamos uns dos outros’ cria confusão entre colaboradores, porque transmitidos para acreditar que ‘a segurança é da responsabilidade de todos’.

Ainda este conceito bastante ambíguo e complexo pode facilmente ser mal interpretado.

Quando algo é de todos, tende a ser de ninguém, e infelizmente isso acontece na prevenção em geral

Este conceito é uma das maiores razões que as pessoas não assumem a responsabilidade pela sua própria segurança (incluindo a sua própria vida).

Quando você se machuca, você sempre procura desculpas e tenta culpar alguém pelo que aconteceu.

Por exemplo, um operador desabilita uma proteção para colocar sua mão em uma máquina, poupando assim tempo de produção.

Se o operador se machucar, podemos escutar coisa como:

Ø Ninguém me disse que eu poderia me machucar (acredite essa eu já escutei várias vezes).

Ø Sempre fiz assim e nunca aconteceu nada comigo antes

Ø A empresa não investir não investe em proteção

Ø Ninguém me treinou

E assim por diante.

Quando ‘a segurança é responsabilidade de todos’ podemos dizer tudo isso e mais. ‘Viva a cultura interdependente!’

A cultura interdependente, é confundido com a cultura dependente.

Esta confusão tem produzido colaboradores que são dependentes de instruções de seus supervisores e liderança para poder trabalhar de forma segura;

Nem estou dizendo que a segurança é a responsabilidade de gerenciamento de linha.

Então, se a segurança não é responsabilidade de todos, e não é do gerenciamento de linha, quem é?

Estou convencido de que se você realmente quer ter uma organização livre de incidentes, então é fundamental que a segurança é da responsabilidade de cada pessoa.

É necessário entregar a responsabilidade de ‘segurança’ de cada indivíduo na organização e verificar que ‘a responsabilidade pela segurança’ pertence a todos nós, devido a soma de cada indivíduo.

Como posso fazer isso?

Aqui estão três passos simples que você pode tomar para iniciar este processo transformacional:

É essencial para parar de falar de ‘outros’ e começar a usar a primeira pessoa ‘Eu’, para desenvolver a crença de que ‘a segurança é minha responsabilidade’.

É importante ressaltar que, com essa crença, que não me refiro a cada pessoa, sendo responsável pela sua própria segurança, mas sim que cada indivíduo é responsável pela ‘segurança’ e manter um ambiente livre de risco.

Se só conseguimos fazer com que cada pessoa se preocupar e para manter sua área de trabalho livre de riscos, teremos dado um grande passo que certamente vai nos levar a uma mudança verdadeiramente sustentável.

Comece a falar com o pessoal, entendo por que eles estão expostos a riscos e chegar ao fundo do seu comportamento;

Dou-te uma pista, tem a ver com crenças.

Se em uma situação de risco, eu acho que ‘nada vai acontecer comigo’, eu provavelmente vou expor-me ao risco.

Esta crença se reflete quando fazemos uma investigação de incidentes; o principal fator humano é definido como ‘Sobre confiança.’

 Pergunte a mesmo, está excessivamente confiante?

Em vez de procurar alguém para culpar e condecorando é a primeira pessoa que você vem transversalmente;

Pergunte a mesmo e convidar outras pessoas para se perguntar: ‘O que poderia eu ter feito?’ Esta é uma maneira fácil de encontrar soluções diferentes.

Em conclusão e passo a citar um artigo que acrescenta muito a este tópico:

Responsabilidade pela sua vida é seu mesmo, não pertence a qualquer outros ou forças externas.

Se você assumir a responsabilidade pela sua vida, tudo vai geralmente muito melhor.

Em primeiro lugar, porque você irá se esforçar para fazer as coisas irem bem, e, portanto, você estará tomando controle.

Em segundo lugar, porque você vai evitar dando que controlam a terceiros.

No entanto, é precisamente o que muitas pessoas eu sei que muitas vezes fazem: eles dão a responsabilidade e o controle de suas vidas aos outros.

Ao fazê-lo, continuamos nas mãos dos outros.

Passamos de ser protagonistas de observadores e até mesmo as vítimas.

 E que a vitimização se torna a desculpa perfeita para cair no conformismo e complacência.

Não é fácil ir contra uma das teorias que foram vendidas tanto para nós, mas é hora de começar a desafiá-los e definir quais os que vão nos ajudar a obter os resultados que esperamos.

E gerar uma cultura onde a segurança não é mais a responsabilidade de todos, em vez disso, tornando-se ‘A segurança é minha responsabilidade’ e Zero acidentes deixa de ser um gol, em vez disso, tornando-se um estilo de vida.

Estamos juntos!

A importância da percepção de risco no SGA para identificar os aspectos ambientais na elaboração do PGR

A ISO14001 fornece orientação sobre a determinação e manutenção dos aspectos ambientais, sendo uma questão que é fundamental para qualquer SGA e o desempenho ambiental resultante de uma organização.

A definição de aspecto ambiental é descrita como “um elemento de um produto ou serviço que interage ou pode interagir com o meio ambiente”, a identificação deles através de uma análise de risco é fundamental para a sobrevivência do negócio também

Assegurar que os aspectos que você identificar são precisos e relevantes para o seu negócio é de grande importância, especialmente se sua organização está num segmento econômico de alto impacto aos stakeholders internos e externos em caso de acidente,

Onde os impactos socioambientais e saídas podem ser significativo se não identificados corretamente e geridos em conformidade.

Então, como podemos melhorar a percepção de risco do seu SGA para garantir a gestão de todo este processo corretamente com um resultado positivo?

Identificar os aspectos relevantes para o seu negócio;

A 14001:2015 aconselha as organizações a considerar vários pontos na determinação dos aspectos ambientais.

 Estas em geral podem ser listadas como segue:

Ø Alterações e modificações de produtos e serviços existentes e novos;

Ø Emergência e situações inusitadas que razoavelmente podem ocorrer;

Ø Que estes aspectos são amplamente comunicados às partes interessadas internas e externa;

Ø Critérios utilizados para identificar estes aspectos e os aspectos próprios.

Isso nos dá uma ideia geral de como e o que devemos considerar em termos de aspectos ambientais, e como já vimos acima, temos que considerar cuidadosamente o “contexto da organização” ao fazer isso, então vamos considerar alguns exemplos específicos do processo de pensamento que poderia ser usado no processo de identificação de aspectos ambientais:

Seu processo de compras e contratos;

Ø Utiliza critérios ambientais na lista de avalição como preços, prazos de entrega e assim por diante?

Ø Os produtos que você precisa e seus “ciclos de vida”, isto é considerado?

Ø Da busca de matéria-prima ou extração e fabricação, a constante consumo de energia, a facilidade de descarte e reciclagem, são estas considerações quando buscam, aquisição e compra?

Ø Os impactos de transporte: da viagem de colaboradores para oferecer suporte a cada processo, para o transporte real do produto em si, são estes fatores com precisão avaliada e levada em consideração?

Uso da tecnologia; sempre que possível, usar conhecimentos técnicos para permitir a avaliação precisa de todos os fatores relevantes na tomada de decisões.

Isto pode ser particularmente útil quando usando material e fornecedores externos e calculando uma “pegada ambiental ” para um projeto.

Reavaliação constante; uso de ferramentas tais como uma análise SWOT (pontos fortes, pontos fracos, oportunidades, ameaças) permitirá que você identificar as melhorias que são geralmente apresentadas durante um projeto de construção em vias de desenvolvimento.

Conformidade do ISO 14001:2015; usar organizações que também estejam em conformidade com a norma pode garantir que seu processo de comprando e fornecimento está alinhado com o seu e o maior bem do meio ambiente.

Então, agora teremos uma ideia maior das considerações que temos ao decidir sobre os aspectos ambientais, mas como podemos estar confiantes de que eles são relevantes e que temos todas as bases cobertas?

Quando tiver decidido sobre seus aspectos ambientais, considerar o contexto da organização torna-se ainda mais importante.

Quais as partes interessadas podem ter interesse em seus aspectos ambientais?

 Vejamos exemplos:

Ø Grupos jurídicos: você está em conformidade com toda a legislação?

Ø Os moradores locais, vizinhos: eles são afetados por seu projeto?

Ø Grupos de pressão: você tem que consultar com algum destes?

Ø Acionistas: os interesses estão de alinhados com seu SGA?

Ø Fornecedores e parceiros: suas aspirações ambientais e alvos coincidirem deles?

Então, como você pode imaginar, os aspectos ambientais podem ser aperfeiçoados pelas discussões com as partes interessadas acima e sugestões deles podem levar até à aspectos extras sendo considerados.

Mas, acima de tudo, seus aspectos ambientais devem ser relevantes para você e seus stakeholders e com a clara intenção de ser como benéfico para o ambiente de maior possível, com provas de acompanhamento, avaliação e melhoria contínua.

Melhorar sua percepção de risco com uma visão ampliada para definir aspectos ambientais claros, portanto, é central para gestão da sua organização.

Estamos juntos!

Visão dos investidores sobre os critérios ESG.

A minha mudança da área de QSMS-RS e Sustentabilidade para o ESG foi, um pulo no escuro, afinal eram 30 anos na área e de repente o maior fundo de investimento do mundo me chamam par assumir a vice-presidência em ESG, e não tinha e menor ideia do que se tratava.

Da área de QSMS-RS e Sustentabilidade, para ESG a distância era enorme na minha cabeças, a única palavra que escutei nas tratativas e que me deu mais segurança foi a palavra RISCO

E aqui estou eu, rsrsr

Há apenas cinco anos, os investimentos ambientais, sociais e de governança (ESG) eram apresentados como uma revolução no mercado liderada por jovens investidores idealistas e destinada a reinventar os investimentos.

Cinco anos e alguns choques econômicos depois, a revolução parece mais uma recalibração, mas isso não significa que o ESG tenha desaparecido.

Nossa pesquisa revela que o entusiasmo não se dissipou; ele convergiu para uma abordagem mais pragmática e voltada para o risco.

Grande parte das pesquisas sobre ESG captura atitudes em um único momento.

Desde 2022, realizam pesquisas anualmente a nível internacional com investidores de varejo usando o mesmo instrumento, juntamente com pesquisas com grandes proprietários e gestores de ativos.

O resultado é claro: o entusiasmo pelo ESG não apenas diminuiu, como convergiu.

A diferença entre investidores de varejo mais jovens e mais velhos diminuiu consideravelmente, e as opiniões do varejo agora refletem a postura das instituições de priorizar o risco.

Essa mudança revela algo fundamental sobre como os investidores realmente valorizam o ESG, com implicações importantes tanto para os investidores quanto para os gestores corporativos.

A divisão inicial: ESG como uma linha divisória entre gerações

Quando realizaram as primeiras pesquisas com investidores de varejo em 2022, os resultados pareciam confirmar a narrativa dominante.

 Os investidores mais jovens da geração Y e da geração Z expressaram profunda preocupação com questões ambientais e sociais.

 Cerca de 70% relataram estar muito preocupados com os riscos relacionados ao clima, em comparação com apenas 35% dos investidores mais velhos.

Aproximadamente a mesma diferença apareceu para questões sociais, como diversidade no local de trabalho e desigualdade de renda, bem como preocupações com governança.

Mais revelador ainda, os investidores mais jovens afirmaram estar dispostos a pagar por resultados ESG.

A mediana dos jovens investidores afirmou que aceitaria uma redução de 6 a 10% no patrimônio investido para ver melhorias ambientais ou sociais.

 Entre os jovens investidores com mais de US$ 250.000 em ativos, a disposição declarada de sacrificar retornos subiu para dois dígitos.

 Os investidores mais velhos, por outro lado, estavam extremamente relutantes em renunciar a qualquer parte de seu patrimônio.

Na época, essas descobertas foram amplamente interpretadas como evidência de uma mudança geracional duradoura uma mudança que gestores de ativos, conselhos e formuladores de políticas precisariam acomodar por décadas.

O que mudou e, por que isso é importante

Avançando para 2025, essa interpretação não se sustenta mais.

Em todas as três dimensões ESG ambiental, social e governança, a divisão etária, antes acentuada, desapareceu em grande parte.

Atualmente, cerca de 45% dos jovens investidores relatam preocupação com questões ambientais ou sociais, em comparação com 38% dos investidores mais velhos.

 Em relação à governança, a diferença diminuiu para um ruído estatístico.

Ainda mais revelador é o que aconteceu com a disposição dos investidores em sacrificar retornos.

 O investidor jovem médio agora está disposto a renunciar a cerca de 4% de seu patrimônio de investimentos para apoiar causas ambientais quase indistinguível dos investidores mais velhos, que têm uma média de cerca de 3%.

 As diferenças anteriores baseadas na riqueza também desapareceram: os investidores jovens e ricos não expressam mais uma disposição maior de “pagar” pelo ESG do que seus pares menos ricos.

O apoio ao ativismo relacionado com ESG por parte dos gestores de fundos diminuiu paralelamente.

Apenas cerca de um terço dos jovens investidores deseja agora que os gestores de ativos influenciem ativamente as práticas ambientais ou sociais das empresas essencialmente a mesma percentagem que os investidores mais velhos.

Esta não é uma mudança marginal.

 Trata-se de um colapso do grupo ESG mais forte identificado apenas alguns anos antes.

O que explica essa reversão?

Uma interpretação é a polarização política.

Outra é o cansaço com as mensagens corporativas.

 No entanto, nossos dados apontam para uma explicação econômica mais simples, para muitos investidores de varejo, o ESG se comporta como um bem de luxo.

Quando os retornos esperados do mercado são altos e as condições econômicas parecem favoráveis, os investidores estão mais dispostos a apoiar iniciativas cujos benefícios são difusos, de longo prazo ou incertos.

 Quando as condições se tornam mais restritas seja devido à inflação, à volatilidade do mercado ou ao crescimento mais lento essa disposição diminui.

O que resta é um foco mais nítido nos resultados financeiros pessoais.

É importante ressaltar que esse padrão não exige que os investidores abandonem seus valores fundamentais.

Em vez disso, ele revela uma discrepância entre as preferências declaradas e a disposição revelada de pagar.

O apoio a ESG se mostra muito mais elástico do que se supõe comumente.

A sequência também é importante.

 O apoio a iniciativas sociais diminuiu primeiro, a partir de 2023, enquanto as preocupações ambientais especialmente as relacionadas ao clima se mostraram mais resilientes.

 Somente em 2025 o apoio ambiental caiu significativamente.

 Isso sugere que os investidores distinguem entre os componentes ESG, mesmo com o enfraquecimento do entusiasmo geral.

As pesquisas com investidores institucionais contam uma história diferente, mas complementar.

Entre os grandes proprietários e gestores de ativos, a integração ESG continua amplamente difundida.

Aproximadamente três quartos afirmam levar em consideração fatores ESG nas decisões de investimento.

No entanto, a razão pela qual o fazem é frequentemente mal interpretada.

Os investidores institucionais veem o ESG predominantemente como uma estrutura de risco, e não como um mandato orientado por valores.

 Os fatores de governança dominam a tomada de decisões e são amplamente vistos como apostas importantes, mas em grande parte já precificadas.

As considerações ambientais, quase inteiramente focadas no risco climático, são vistas como relevantes em horizontes de médio prazo.

Os fatores sociais desempenham um papel limitado, com a segurança e a privacidade dos dados se destacando como exceções.

Fundamentalmente, as instituições utilizam os critérios ESG de forma assimétrica.

Características ESG deficientes podem desqualificar um investimento com fundamentos sólidos, mas credenciais ESG fortes raramente compensam finanças fracas.

O ESG é um filtro, não um motor de retorno.

Essa postura institucional tem se mantido notavelmente estável ao longo do tempo e agora se assemelha cada vez mais à posição dos investidores de varejo.

O novo equilíbrio ESG

A convergência que se observa nessas pesquisas não sinaliza o fim do ESG.

 Mas marca o fim de uma fase específica caracterizada por alegações expansivas, retórica ampla das partes interessadas e suposições de uma demanda cada vez maior dos investidores.

O que o substitui é um equilíbrio mais restrito e pragmático.

O ESG persiste onde os riscos são concretos, os horizontes temporais são claros e os custos são percebidos como gerenciáveis.

 As mudanças climáticas se encaixam nesse molde.

Grande parte da agenda social, não.

Para executivos, conselhos e gestores de ativos, a implicação é clara: as estratégias ESG baseadas no altruísmo presumido dos investidores são frágeis.

Aquelas baseadas em uma gestão de risco confiável e em compensações transparentes têm muito mais chances de perdurar.

A lição mais ampla de quatro anos de pesquisas não é que os investidores se voltaram contra o ESG.

É que eles estão cada vez mais tratando-o como qualquer outra consideração de investimento sujeito a restrições, custos de oportunidade e realidades econômicas em mudança.

Estamos juntos

Em gestão de riscos, nada deve ser deixado de fora se você possui uma visão ampliada da sua operação.

Depois que você vive um bom tempo lidando com prevenção, cada vez mais eu acredito no ditado: “EU SEI, QUE NADA SEI “Aristóteles

Leio e acompanho (sempre filtrando quem fala, se já bateu um prego na linha de frente/ é do trecho /chão de fábrica, pois teórico é o que mais tem por aí, é claro) os debates sobre HOP, Segurança I Segurança II, Segurança diferente, Segurança Comportamental e muitas outras.

Mas hoje gostaria de falar um pouco sobre outra questão, que tem também tenho observado os debates.

A pirâmide de Heinrich tem sido um modelo de pensamento de segurança desde 1931.

Tem duas premissas principais: a frequência de acidentes é inversamente proporcional à gravidade e a eliminação dos comportamentos de risco na base da pirâmide eliminará proporcionalmente os quase acidentes nos níveis mais altos da pirâmide.

Ninguém desafiou seriamente a primeira premissa, mas muitos desafiaram a segunda.

Pesquisas recentes também não conseguiram encontrar os dados exatos que Heinrich usou para fazer suas suposições, então seus números exatos também estão em escrutínio.

Até mesmo os partidários de Heinrich sugerem que os dados que ele usou eram questionáveis, uma vez que foram coletados a partir de investigações feitas por supervisores não treinados e muitas vezes não qualificados.

Mesmo que você aceite a validade do estudo feito no início do século passado, você deve questionar se as conclusões de então ainda são válidas hoje.

Alguns colegas que admiro muito têm tido problemas com as proporções de Heinrich e a descoberta de falhas com os colaboradores, mas a premissa básica sobre a prevenção de acidentes tem sido desafiada por desenvolvedores recentes de abordagens para lidar com as lesões graves e fatalidades e o HOP.

O pessoal do HOP se opõe principalmente à ideia de que Heinrich propôs que 88% dos acidentes foram causados por risco humano.

Não contestam os números ou percentuais tanto quanto a ideia inferida de que os colaboradores simplesmente optam por correr riscos, o que ignora todos os outros fatores que influenciam as decisões no local de trabalho.

 Eles levam as organizações a examinar essas influências e alinhá-las para promover decisões e práticas seguras, em vez de simplesmente culpar os colaboradores e tentar mudar comportamentos com nada além de feedback.

Já a outra turma desafia a ideia de que eliminar riscos na base da pirâmide realmente reduz acidentes em todos os níveis de gravidade.

Essa premissa levou os profissionais de segurança a pensar que se trabalharem em acidentes menores, os acidentes graves desaparecerão.

Algumas pesquisas entre nós da área indicam que os esforços de redução de acidentes têm sido mais eficazes em acidentes de menor gravidade e menos eficazes em acidentes graves e fatalidades.

No entanto, o fato de tais esforços serem menos eficazes em lesões graves ou fatalidades não significa necessariamente que eles são totalmente ineficazes.

Enquanto esses estão reduzindo lentamente no local de trabalho, eles estão realmente aumentando na população geral.

Embora as mortes relacionadas ao trabalho não tenham diminuído tanto quanto as lesões de menor gravidade, elas diminuíram.

 Isso deve indicar que nossos esforços de segurança no local de trabalho não são totalmente ineficazes no enfrentamento dos acidentes fatais.

Um grupo parece estar preso em ambas as partes do pensamento de Heinrich e na premissa de que todos os acidentes são evitáveis.

 Os slogans de zero acidentes são abundantes em muitos locais de trabalho e os líderes estão pressionando a ideia de que mais e melhores métodos e esforços de prevenção podem atender à necessidade

 Existem vários modelos da pirâmide de Heinrich com pirâmides menores, sugerindo que é possível avaliar melhor quais riscos têm potencial de gravidade

O problema com este modelo é que todos os riscos têm algum nível de potencial grave de lesão.

Alguns riscos podem ter mais ou menos, mas todos têm alguns.

Vejam esse exemplo que tratei a pouco tempo.

Uma organização teve duas fatalidades em um único ano.

Um colaborador de escritório caiu das escadas em um prédio de escritórios e morreu.

 Nesse mesmo mês, um colaborador de manutenção caiu de uma escada de 50 metros e apenas um pulso quebrado.

 Esses casos podem ser exceções à regra geral, mas ocorrem regularmente.

Assumir que todos os acidentes fatais provêm de um grupo menor de riscos, e que, ao eliminar esse conjunto de riscos, você pode eliminar acidentes de grande potencial de lesão ou fatalidade, é apenas uma pequena melhoria em relação ao pensamento de Heinrich em geral.

O segundo grupo pesquisando e abordando esses eventos começa com a suposição de que são anomalias ou discrepâncias.

De que outra forma um sistema que geralmente produz basicamente bons resultados de segurança produz ocasionalmente um acidente fatal?

 Se você aceita que estes sejam anomalias ou discrepantes, você deve admitir que sua capacidade de os prever é algo entre limitado e fútil.

Aqueles que tentam modificar a pirâmide de Heinrich tendem a se concentrar nas tarefas mais perigosas.

O grupo de anomalias ressalta que muitas tarefas perigosas podem ser realizadas com segurança, com as precauções corretas.

Eles tendem a se concentrar nas tarefas mais difíceis de controlar.

Curiosamente, o segundo grupo não discorda completamente do primeiro.

Em vez disso, eles propõem adicionar atividades de prevenção com medidas que permitam falhas ao controlar a gravidade.

Em outras palavras, suponha que os colaboradores falhem ocasionalmente na prevenção de um acidente, mas implemente medidas que garantam que o colaborador ainda possa sobreviver.

Essas contramedidas são muito semelhantes às usadas em segurança rodoviária e EPI (equipamento de proteção individual), pois não tratam da prevenção do evento, mas tratam do controle da gravidade.

Como usamos airbags, cintos de segurança e proteção contra quedas, não apenas se, mas quando necessário, contramedidas em outros casos podem permitir que os colaboradores falhem e sobrevivam.

Assim como todo risco na parte inferior não causa um número igual de lesões leves, nem todos os riscos causam um número igual de fatalidades

O fato de reduzirmos as lesões graves e fatalidades no local de trabalho enquanto eles crescem fora do trabalho é um indicador de que nossos esforços são parcialmente bem-sucedidos.

 Uma melhor previsão e prevenção pode ser possível com mais pesquisas e a prevenção de possíveis eventos é uma solução.

No entanto, se todos ou alguns destes são anomalias, e não são previsíveis com precisão, não será possível evitar todos eles.

 Assim, as contramedidas podem ser uma parte crítica da solução.

 Se não podemos impedir o evento, podemos controlar melhor o resultado.

Mas, em vez de debater uma solução ou outra, por que não buscar ambas?

Estamos juntos! 

O erro fundamental de atribuição e seu impacto nos relacionamentos e na segurança do trabalho

Talvez eu tenha me enganado, esse famoso erro fundamental de atribuição  em segurança do trabalho é fatal!

Imagine assistir a uma única cena da vida de alguém e assumir que você entende toda a trama, negligenciando os elementos invisíveis nos bastidores que contribuem para suas ações.

Ou julgar um livro apenas pela capa, ignorando os capítulos complexos e as circunstâncias externas que moldam a narrativa de cada personagem dentro da história do relacionamento.

Esse viés cognitivo é chamado de erro fundamental de atribuição.

Cair na armadilha do erro fundamental de atribuição é bastante comum, pois está alinhado com nossas tendências cognitivas naturais.

Os humanos frequentemente preferem explicações simples para o comportamento e podem atribuir ações ao caráter da pessoa em vez de considerar fatores situacionais.

Esse viés cognitivo é generalizado, tornando relativamente fácil para indivíduos ignorarem involuntariamente influências externas ao tentar entender o comportamento dos outros.

A conscientização sobre essa tendência é crucial para mitigar seu impacto nos relacionamentos e interações.

Esse viés pode prejudicar relacionamentos ao fomentar mal entendidos.

Quando as pessoas constantemente atribuem as ações de seus parceiros, colegas ou funcionários apenas a traços de personalidade e ignoram fatores externos, isso pode levar a culpas mal direcionadas, ressentimento e falta de empatia. Isso prejudica a comunicação eficaz e pode prejudicar a saúde geral do relacionamento.

Para lidar com qualquer tipo de risco em uma organização ou relacionamento, deve haver esforços de prevenção e estratégias de recuperação caso um erro seja cometido e caíssemos nessa armadilha.

Para ajudar a evitar cair na armadilha do erro fundamental de atribuição:

  • Considere o contexto:

Reflita sobre os fatores situacionais que podem influenciar o comportamento de alguém.

  • Empatize:

Coloque-se no lugar da outra pessoa para entender a perspectiva e as experiências dela.

  • Amplie a Perspectiva:

Reconheça a complexidade do comportamento humano, reconhecendo tanto influências internas quanto externas.

  • Faça Perguntas:

Busque esclarecimentos com a pessoa envolvida para obter uma compreensão mais profunda de suas motivações e circunstâncias.

  • Desafie as Suposições:

Questione seus julgamentos iniciais e esteja aberto a explicações alternativas para as ações de alguém.

  • Tenha Atenção:

Fique atento à tendência de saltar para atribuições deposicionais e busque conscientemente uma visão mais equilibrada.

Incorporar esses passos pode melhorar sua compreensão dos outros e cultivar percepções mais precisas em seus relacionamentos.

No entanto, se você for humano, cometerá erros.

Para se recuperar dentro de um relacionamento após cair na armadilha do erro fundamental de atribuição:

  • Reconheça Erros:

Admita que você pode ter entendido errado ou atribuído injustamente as ações do seu parceiro.

  • Comunique-se Abertamente:

Compartilhe sua percepção com seu parceiro, expressando sua disposição em entender melhor a perspectiva dele.

  • Peça desculpas:

Se suas suposições causaram dor ou tensão, ofereça um pedido sincero de desculpas por quaisquer julgamentos infundados.

  • Ouça Ativamente:

Dê ao seu parceiro a oportunidade de compartilhar seu lado da história sem interrupções, ouvindo ativamente seus sentimentos e experiências.

  • Aprenda e Ajuste:

Use a experiência como uma oportunidade para aprender sobre os gatilhos e motivações um do outro, ajustando suas percepções de acordo.

  • Desenvolva Empatia:

Cultive um senso mais profundo de empatia buscando ativamente entender e valorizar o ponto de vista do seu parceiro.

Tomar essas medidas pode contribuir para reparar os danos causados pelo erro fundamental de atribuição e fortalecer a saúde geral do relacionamento – qualquer tipo de relacionamento.

“Quando se trata de interpretar o comportamento dos outros, os seres humanos invariavelmente cometem o erro de superestimar a importância de traços fundamentais de caráter e subestimar a importância da situação e do contexto.

Estamos juntos

Melhore o desempenho do negócio com uma governança robusta de dados ESG. Aprenda os elementos-chave para a gestão de dados de qualidade.

Entendendo métricas ESG, vamos parar de chutar no linkedin para ganhar Likes

São + de 40 anos na área, não cheguei ontem, e um dos erros que cometi na minha carreira várias vezes e quando comecei a trabalhar com ESG a 15 anos ainda errei foi inventar métricas que não estavam relacionadas ao que realmente importa (MATERIAL).

Dados ambientais, sociais e de governança (ESG) imprecisos e de baixa qualidade podem levar as organizações por um caminho errado, resultando em decisões equivocadas e resultados abaixo do esperado.

Se você deseja gerenciar efetivamente seus dados ESG, temas materiais e desempenho geral do negócio, estabelecer uma estrutura clara e abrangente de governança de dados é fundamental.

Ao explorar práticas robustas de governança de dados ESG e garantir dados de alta qualidade, sua organização pode desbloquear novas fontes de valor e conquistar uma vantagem competitiva.

A medição e métricas para questões ESG estão se tornando cada vez mais importantes na tomada de decisões por investidores, reguladores, parceiros comerciais e consumidores.

Mas o que realmente são métricas ESG?

 Como são e por que são importantes?

Em geral, uma métrica é uma medida quantitativa ou qualitativa usada para acompanhar o progresso e avaliar o sucesso.

Para organizações, métricas são usadas para acompanhar o progresso e o desempenho em certas áreas que são críticas para a viabilidade e desempenho de um negócio, como receita, lucratividade, clientes, funcionários etc.

Quando falamos de métricas ESG, estamos realmente falando de TEMAS MATERIAIS ou melhor RISCOS MATERIAIS   e medidas de desempenho ou indicadores do desempenho de uma empresa em questões ambientais (E), sociais (S) e governança (G).

São semelhantes a outros indicadores de negócios, pois são usados para avaliar o desempenho operacional e o risco de uma empresa.

 Essas métricas podem vir de padrões, estruturas ou regulamentos que exigem informações muito específicas.

Ou podem simplesmente surgir dos KPIs associados ao ESG, mesmo que não estejam vinculados a nenhum padrão ou framework específico.

Embora métricas ESG (medidas de desempenho) possam ser quantitativas ou qualitativas, as organizações ainda precisarão fornecer informações muito específicas sobre tópicos distintos.

 Exemplos de métricas ESG incluem indicadores como intensidade das emissões de gases de efeito estufa (GEE), níveis de produção de resíduos e diversidade de gênero no conselho.

Convencionalmente, os investidores usam dados financeiros e métricas para determinar a viabilidade de investir em uma empresa.

Atualmente, eles têm recorrido a métricas ESG para avaliar a viabilidade e o desempenho de longo prazo das empresas com base em riscos e oportunidades ESG não financeiras, além dos indicadores tradicionais de negócios.

O que é um padrão, estrutura ou questionário de nivel de maturidade ESG?

E, em que diferenças?

O cenário ESG abrange ferramentas distintas padrões, estruturas, regulamentações e questionários ESG.

Cada um contribui de forma diferente para os relatórios e gestão de sustentabilidade.

Mais especificamente:

• Os padrões oferecem critérios detalhados de divulgação, incluindo medidas ou métricas de desempenho específicas, focando no interesse público e exigindo uma governança rigorosa (TEMAS MATERIAIS).

• Frameworks fornecem um contexto de alto nível e informações orientadoras sem especificar métricas.

Os frameworks prescrevem divulgações de alto nível e são seguidos junto com padrões.

• Regulamentos abrangem um conjunto de regras ou diretrizes mandatadas pelas autoridades reguladoras para reger as práticas ESG.

Eles exercem influência significativa sobre a dinâmica do mercado, sendo inerentemente obrigatórios e moldando mudanças fundamentais (por exemplo, a Diretiva de Relatórios de Sustentabilidade Corporativa).

• Questionários, administrados por terceiros, têm como objetivo avaliar o desempenho em sustentabilidade por meio de uma classificação ou pontuação ESG, com participação voluntária das empresas.

No entanto, sua metodologia tende a ser menos acessível ao público e menos transparente em comparação com padrões ou estruturas…

Apesar dessas distinções, o espaço é um tanto incerto no momento, já que cada padrão e estrutura possui seu próprio conjunto de tópicos e medidas de desempenho, que podem variar significativamente ou se sobrepor.

Embora o cenário esteja evoluindo rapidamente, a tendência geral aponta para a convergência das medidas de desempenho e o estabelecimento de métricas ESG comuns, sinalizando a necessidade de esforços contínuos especialmente na área das mudanças climáticas. Assim, a direção do movimento aponta para:

Um alinhamento das divulgações gerais com os quatro pilares das Recomendações do TCFD;

Foco maior em temas universais como diversidade e mudanças climáticas, com indicadores de desempenho associados;

Tópicos e métricas específicas do setor estão sendo identificados como materiais, exigindo que as empresas justifiquem sua determinação de materialidade ou expliquem por que certos tópicos não são abordados.

A natureza e variabilidade de muitas métricas ESG é um dos principais desafios que as empresas enfrentam hoje.

Diferente dos conjuntos de dados financeiros, que são em sua maioria numéricos, as métricas ESG podem incluir dados quantitativos e qualitativos para ajudar investidores e outras partes interessadas a entender as ações e intenções de uma empresa.

Métricas quantitativas são valores numéricos que podem ser facilmente calculados e comparados ao longo do tempo ou entre empresas.

Eles transmitem informações sobre quantidades, distâncias, porcentagens e assim por diante.

Ao contrário das métricas financeiras, elas vêm em muitas unidades de medida diferentes, não apenas em dólares.

Métricas qualitativas geralmente são mais desafiadoras de coletar, calcular e comparar do que suas equivalentes quantitativas.

 Mas, por descreverem qualidades, características, estratégias, processos e ações que não podem ser medidos numericamente, também são altamente úteis tanto para complementar quanto contextualizar a divulgação de dados quantitativos.

Um exemplo de métrica qualitativa seria a descrição de um sistema de gestão de segurança, incluindo sua implementação, procedimentos de teste e os resultados resultantes.

O pilar “S” do ESG frequentemente se enquadra no campo qualitativo, como iniciativas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) ou os impactos de uma empresa nas comunidades onde atua.

Quando se trata de relatar suas questões ESG, as empresas normalmente utilizam métricas quantitativas e qualitativas.

Isso, por sua vez, os ajuda a oferecer uma visão mais holística de seu desempenho em sustentabilidade aos stakeholders.

Estamos juntos.

Plano e emergências e crises, por que na hora “H” falham?

A pessoa participa de um curso/treinamento de 2 dias, já é especialista!!

Curso/ treinamento de 40 horas (haja enrolação, com filminhos e fotos), uma autoridade!!

Um MBA, aí é DEUS!!!

Na hora da emergência /crise, fica pálido, treme as pernas, culpa a equipe (ainda diz que fez curso de liderança com o fulano(a) um” master class. “(não sei por que também é considerado(a) o papa da liderança), mas….

Esse fato é mais comum que se imagina, e nessas horas que você assiste quem é quem.

Qualificação, vivência e experiência andam juntos, e pesam na hora da emergência/crise.

Não funcionou o plano de emergência e muito menos a gestão de crise, por quê?

Essa pergunta começou a martelar na minha cabeça a anos e passou a estar no topo da lista das minhas preocupações, claro, depois da gestão de riscos corporativos dos impactos socioambientais.

Em meus anos da minha carreira, emergências e gestão de riscos, foram prioridades.

Principalmente quando você assume a responsabilidade total da gestão de QSMS-RS & Sustentabilidade em grandes investimentos.

Ainda mais quando é trecho, não quero menosprezar quem é de planta/fábrica, mas são situações totalmente diferentes e o trecho é o trecho, quem nunca participou não tem a menor ideia das dificuldades.

Comecei em decks de plataformas, portos, mineração, energia e outros segmentos em lugares remotos ou dentro de cidades.

A história do caos na hora da emergência ou em comitê de gestão de crises em todos os segmentos que participei tendem a ser bastante semelhantes.

Muitos nessas organizações dizem coisas como: “Temos que ser práticos, não teóricos quando se trata de gerenciamento de emergências, nós precisamos nos concentrar em nosso core business, não somos equipes de emergência e assim por diante”. Sei …., tolinho!

Estas questões tendem a ser consistentes independentemente do segmento da organização.

Falhas nas questões organizacionais são pontos em comum em todas as análises críticas feitas por nós depois do ocorrido. Análises críticas depois do evento?

O QUE É ISSO??, tem organização que não se dá o trabalho de estudar as gestões das lições aprendidas depois de cada acidente, acreditem!

Vamos a alguns pontos em comum, encontrados como causa raiz nas falhas de execução.

Falta de compreensão dos objetivos do plano e seus procedimentos.

Por exemplo, muitas organizações acreditam que um só plano vale para qualquer tipo de situação, incluem anexos e mais anexos de situações possíveis, mas estes não possuem realmente peso, acabam generalizando e voltando a estrutura inicial do plano.

O perigo desta abordagem é que as organizações não entendem a magnitude do ciclo de gestão de emergência e resposta a incidentes específicos que é um componente deste ciclo.

Portanto, a organização tem a falsa sensação de segurança presumindo que eles têm procedimento de emergência para tudo, mesmo que seja superficial.

Falta de liderança e suporte (essa é fácil e manjada, alguém discorda?)

Uma das razões mais comuns para os esforços de gerenciamento de emergência fracassarem são os que não possuem o nível apropriado de suporte da liderança.

Mesmo que os mais lindos e bonitos procedimentos escritos estão dizendo que a inclusão da gestão liderança está no topo, ainda sim as palavras não se traduzem em ações.

Isto não significa apenas a falta de orçamento ou priorização, embora isto é crítico.

Em uma gestão de emergência, o planejamento para ter sucesso, precisa do apoio ativo da alta direção e mais do que tudo, reforçar as mudanças de comportamento de todos na organização em relação ao entendimento da importância da gestão.

Apoio da direção é fundamental para remover as resistências em toda a organização e entre departamentos.

Planejamento de emergência é uma destas atividades que ultrapassa os limites dos departamentos e até das comunidades a volta, necessita engajamento de todos.

Essas atividades normalmente exigem a inclusão de responsabilidades adicionais, passa por todo os setores da organização, não é exclusiva do QSMS-RS.

Por exemplo, todas as áreas passam pela necessidade de inspeções e auditorias de gestão de emergência para garantir que o programa funcione efetivamente.

Falta de competência

Outra razão muito comum porque a gestão da emergência falha é falta de profissionais habilitados para redigir os procedimentos e comandar os simulados

Sem falar de quem participa no fluxo de ações do plano, no comitê de crise, não possuem perfil ou estrutura emocional para participar com uma grande pressão até a conclusão dos trabalhos.

Auditei e ainda continuo auditando planos de emergência para várias organizações e é impressionante de como encontro copias idênticas de um plano de uma empresa para outra, mas que são de segmentos econômicos totalmente diferentes ou seja: COPIA E COLA, que vergonha!

Ignorando todos os sinais e avisos ao seu redor

Não enxergar o óbvio, quero dizer: Grandes acidentes enviam vários pequenos sinais de que algo está para acontecer, e não investigar as causas destes sinais ou desvios é fatal.

Infelizmente, muitas dessas organizações não percebem ou melhor, relegam os sinais de riscos com grande potencial gritando a sua frente até que seja tarde demais.

Empurrar com a barriga as ações, achando que nunca vai acontecer.

Este item, é o Top dos Top em pontos em comum, “Não tem pressa, deixa para depois, não temos orçamento, não vou incomodar o diretor com algo que você acha que pode acontecer.

E se adiam as decisões do planejamento para emergência ou até mesmo não tomam quaisquer ações.

Suposições equivocadas

Muito comum, acreditar que depois de um treinamento de algumas horas, simulados com hora e dia marcados para não atrapalhar a produção, assumir que tudo ocorrerá conforme planejado naturalmente

Percepção de risco

Aí pega, até porque percepção de risco de cada um sofre influência cultural e social.

Em meus treinamentos de percepção de riscos e gestão destes sensibilizar as pessoas de que existe risco e tem grande potencial é uma tarefa árdua.

Fico impressionados como existem treinamentos enlatados de “grife “que são realizados em empresas (são todos iguais) e no final depois s de tantas horas não só quem contratou, mas até mesmo o profissional que mitra o curso acredita que agora vai dar certo!!

Colaboradores devem possuir entendimento dos diferentes riscos e perigos que podem afetá-los durante atividades laborais.

Isto é crítico na mitigação destes riscos e responder adequadamente a uma emergência que possa ocorrer a fim de proteger vidas, meio ambiente e propriedade.

Para planejar efetivamente para as emergências/grandes crises, as organizações devem substituir suposições com fatos, antecipar o futuro, adaptar-se ao presente e aprender com o passado.

Qualificação continua, treinamentos, simulados, buscar perfis com liderança e estrutura emocional na hora da crise devem ser prioridades quando se trata do planejamento e gestão de emergências.

Se as empresas não conseguem aprender a planejar com sucesso para emergências e crises, melhor então estarem se preparando emocionalmente para emoções fortes quer virão

Questão de tempo, para acontecer.

Estamos juntos!

Cultura de riscos em QSMS-R & Sustentabilidade, fundamental na estratégia ESG!

A cultura da empresa é simplesmente a sua identidade, onde envolve seus valores, o estilo de gestão etc.

No passado, nem se falava a respeito, mas com o passar dos anos, com a cobrança da sociedade e a legislação começaram a pesar na decisão de se implantar e aceitar a sua importância.

Agora com o Tsunami ESG, e a realização de due diligencies socioambiental, muitas organizações ainda não entendem por que não são selecionadas.

Mas Roberto, eu público relatório de Sustentabilidade?

Eu estou na bolsa de valores bem classificada com o índice de sustentabilidade?

Seus relatórios foram auditados e validados?

Você publicou seus riscos no relatório de Sustentabilidade?

Pois é, né!

“Investidor não lê Relatório de Sustentabilidade, mas sim leem as auditorias de risco socioambiental”.

Quem vai investir em uma organização com riscos de fechar ou perder seu valor por falta de governança, problemas com as comunidades e responsável por impactos socioambientais?

Exemplos temos todos os dias na mídia

Perdi a conta de quantas plantas e trechos visitei, quando chamado para ajudar, e encontrava como causa raiz a falta de uma cultura forte, não só de segurança ou de prevenção ambiental, mas com as comunidades impactadas também, normalmente eu caracterizava como causa raiz: “Falta de Cultura em QSMS-RS & Sustentabilidade”.

Quando se tem muitas plantas ou trechos é muito mais comum do que se parece, se deparar com essa situação.

Quem é do corporativo sabe do que estou falando.

Colegas gestores da área, não tenham dúvida que quando não existe uma cultura forte em QSMS-RS & Sustentabilidade implantada, os colaboradores são os primeiros a sentirem.

Quando um acidente fatal acontece ou um desastre ambiental, digo por experiência própria, mexe muito com o emocional e acaba afetando o desempenho.

O que afeta a satisfação dos colaboradores pode se traduzir em produtividade e consequentemente o crescimento do negócio, isso é fato.

Uma cultura de QSMS-RS & Sustentabilidade forte, real (não de website) bem absorvida e com o engajamento dos colaboradores é a base de um Desenvolvimento do sustentável corporativo.

Observamos um aumento de produtividade através da elevação do moral dos colaboradores juntos com a conscientização ambiental e social e de governança

Claro, quem é que gostaria de trabalhar em uma organização conhecida por vários acidentes de trabalho ou ambientais ou até mesmo que prejudique as comunidades em seu redor, não podemos esquecer que grande parte dos colaboradores normalmente residem nessas comunidades.

Colaboradores que pertencem a uma organização com uma cultura forte os ajuda a melhorar sua produtividade, os deixam mais tranquilos e responsáveis quanto a proteção deles e acreditam que a cultura é extremamente importante para o crescimento da empresa.

Entretanto, existem empresas que não tem sua própria cultura ou se as possui escritas por aí as relega, como consequência podemos encontrar como causa raiz de vários acidentes e sem dúvida uma produtividade baixa.

Então, como a cultura organizacional afeta vida dos colaboradores?

Não há dúvida que afeta o bem-estar e que por sua vez afeta o seu desempenho.

Uma cultura em que relega os princípios básicos do QSMS-RS & Sustentabilidade pode diminuir a autoestima de um empregado tornando-os menos produtivos.

Se os colaboradores se sentem valorizados com a preocupação da organização quanto a sua segurança e o bem-estar, eles são mais propensos a aumentar a produtividade para alcançar os resultados esperados.

Como melhorar a cultura de QSMS-RS & Sustentabilidade?

Colaboradores que se sentem valorizados por seus gestores, obviamente, tem um desempenho melhor.

Garantir que exista uma boa comunicação entre os gestores e seus colaboradores é fundamental, nada de atitudes de polícia, mas sim um bom relacionamento que os façam a entender o seu comportamento quanto a segurança, prevenção ambiental e o respeito entre todos.

Você gestor, abra canais de comunicação e assegure o entendimento das normas e regras, explique que quando respeitadas e seguidas adicionam valor a organização e como são fundamentais para o bem-estar de todos.

Reforce a confiança mútua e que seja entendida que você nao está ali para punir, mas sim com o objetivo de ser suporte e ajudar.

Você não precisa ter uns grandes orçamentos para implantar uma cultura de QSMS-RS & Sustentabilidade, você precisa sim, fazer que todos comprem a ideia e engajem nos objetivos.

Recompense as boas práticas, elogie as atitudes!

Uma cultura forte retém os colaboradores, melhora o desempenho etc.

E para você gestor, cá entre nós; vai dar menos dor de cabeça.

Ou seja; vai deixar de passar a maior parte do seu tempo apagando incêndio.

Parece óbvio tudo que eu disse, será? Então por que ainda existem tantos acidentes? Grandes desastres socioambientais? Bloqueio no portão pelas comunidades ao redor?

Cultura forte de QSMS-R & Sustentabilidade = Desenvolvimento Sustentável Corporativo

Estamos juntos!

Conseguir um lugar para a segurança do trabalho na mesa de reuniões da direção executiva é fundamental!

Tentar conseguir um lugar na mesa da direção executiva é como tentar se espremer em um elevador lotado durante o horário de pico.

Posso resumir que essa luta descreve os meus + de 40 anos na área do ESG /QSMS-RS & Sustentabilidade

Você está ali, tentando entrar, mas parece que todos estão bloqueando seu caminho.

Você está balançando os braços, dizendo:

“Ei, tenho algo importante para contribuir!”

Mas é como se você fosse invisível, e ninguém estivesse disposto a abrir espaço para você.

Finalmente, depois de algumas cotoveladas persistentes e talvez algumas pisadas acidentais com os pés, você consegue se espremer e voilà!

 Você garantiu seu lugar à mesa, pronto para compartilhar suas ideias e fazer parte do processo de decisão.

Pode ter sido um pouco difícil, mas pelo menos você conseguiu! Agora, como você continua sendo convidada de volta?

A segurança às vezes é vista como uma entidade separada das funções principais do negócio em algumas organizações.

Para realmente criar uma cultura de excelência em segurança, é essencial integrar iniciativas de segurança aos objetivos gerais do negócio.

 A seguir, estão algumas táticas que funcionaram para mim no meu trabalho com clientes ou orientando líderes de segurança para conseguir ser convidado a sentar à mesa executiva, onde decisões são tomadas e estratégias são formuladas.

Vincule a Segurança aos Objetivos do Negócio:

Articule claramente como as iniciativas de segurança se alinham e contribuem para os objetivos gerais do negócio, enfatizando o impacto no sucesso da organização.

Quantifique os resultados:

 Use dados e métricas para demonstrar os resultados concretos dos programas de segurança, mostrando economias de custos, melhorias de produtividade e redução de riscos.

Fale a Linguagem dos Executivos:

Enquadre as discussões sobre segurança em termos de resultados de negócios, usando métricas financeiras e indicadores chave de desempenho que ressoem com a liderança executiva.

Cultive Relacionamentos:

Construa relacionamentos fortes com executivos de alto nível e tomadores de decisão-chave, promovendo confiança e demonstrando o valor da liderança em segurança.

Participe de Discussões Estratégicas:

 Participe ativamente de discussões sobre estratégia organizacional, demonstrando uma compreensão aguçada de como a segurança se integra às considerações mais amplas do negócio.

Educar sobre Implicações Legais e Éticas:

 Enfatize as implicações legais e éticas da segurança, mostrando os riscos e consequências potenciais caso a segurança não seja priorizada.

Benchmarking e Padrões do Setor:

Utilize dados de benchmarking e padrões do setor para destacar como o desempenho da organização em segurança se compara ao dos pares, posicionando a segurança como uma vantagem competitiva.

Destaque a Melhoria Contínua:

 Demonstre compromisso com a melhoria contínua dos processos de segurança, demonstrando uma abordagem evolutiva e proativa para a liderança em segurança.

Integração da Gestão de Riscos:

 Integrar considerações de segurança em discussões mais amplas sobre gestão de riscos, demonstrando compreensão de como a segurança impacta o risco organizacional como um todo.

Ofereça Soluções, Não Apenas Problemas:

 Apresente soluções e estratégias proativas em vez de focar apenas nos problemas, demonstrando uma mentalidade de liderança que contribui para o sucesso organizacional.

Ao empregar essas táticas, os líderes de segurança garantem um assento e permanecem na mesa executiva ao se posicionarem como contribuintes essenciais para as discussões estratégicas da organização. A segurança não é uma entidade separada, mas um componente crítico do sucesso organizacional.

Estamos juntos

Cultura de segurança, por onde começar? O tormento de muitos profissionais de segurança!

Muitas organizações querem melhorar sua cultura de segurança para reduzir as taxas de lesões e aumentar a produtividade. 

Mas como uma empresa começa a fomentar uma cultura de segurança?

 A seguir, apenas algumas áreas-chave que vão um longo caminho para estabelecer uma cultura de segurança positiva em uma organização, baseados nessas quase 4 décadas de vivência e experiência na área.

Compromisso de gestão. 

A cultura de segurança deve ter o compromisso total da liderança da empresa. 

Executivos e gestores devem liderar pelo exemplo, seguindo as próprias políticas de segurança e devem adotar a segurança como um valor organizacional central.

 Os esforços de segurança devem ser vistos como complementares às metas de produtividade e rentabilidade, em vez de em conflito com eles.

Engajamento dos colaboradores. 

Em uma organização com forte cultura de segurança, os colaboradores estão altamente engajados com a segurança.

 Eles não se ressentem dos esforços de segurança, veem as regras de segurança como um incômodo que interfere em seu trabalho, ou acreditam que a segurança é “trabalho de outra pessoa”; em vez disso, eles estão totalmente comprometidos em tornar seu local de trabalho o mais seguro possível. 

Os colaboradores engajados não hesitam em falar se presenciarem condições ou ações inseguras porque sabem que podem levantar preocupações sem medo de retaliação.

Análise de risco de trabalho e investigação de incidentes.

 Para proteger os colaboradores dos riscos no local de trabalho, você precisa saber quais são esses perigos. 

A análise de risco (PGR) detrabalho permite identificar os perigos associados às tarefas que seus trabalhadores desempenham para identificar as medidas de proteção adequadas. 

Da mesma forma, após um incidente, você precisa ser capaz de perfurar até a causa raiz para determinar o que deu errado e como evitar recorrências. 

Um programa eficaz de investigação de incidentes permitirá que você faça isso.

Políticas e procedimentos. 

Políticas e procedimentos são a espinha dorsal que sustenta uma cultura de segurança. 

As políticas relacionadas à segurança por exemplo, no que diz respeito ao uso de EPI ou à proibição de brincadeiras devem ser claras, por escrito e especificar consequências para o não cumprimento. 

Procedimentos (como aqueles para bloqueio/tagout ou desligamento de emergência) devem ser escritos em linguagem facilmente compreensível que descreve o assunto de forma passo a passo. 

Os colaboradores devem estar familiarizados com as políticas e procedimentos de segurança que devem seguir e devem poder revisá-los a qualquer momento.

Treinamento.

 Para ter uma forte cultura de segurança, os colaboradores precisam receber treinamento de alta qualidade sobre as políticas e procedimentos de segurança da empresa, riscos a que podem ser expostos no trabalho e práticas de trabalho seguras para se proteger contra esses riscos. 

O treinamento deve estar em uma linguagem e vocabulário que os trabalhadores possam entender, e deve ser fornecido a todos os trabalhadores, incluindo trabalhadores temporários.

 Certifique-se de documentar o treinamento e acompanhar quando o treinamento de atualização é necessário.

Metas mensuráveis e responsabilização.

 A cultura de segurança não pode tomar posse em uma organização sem metas claramente definidas e métricas confiáveis para avaliar o sucesso no alcance desses objetivos. 

Uma combinação de indicadores líderes e defasado fornece a imagem mais completa da cultura de segurança de uma organização. 

Estabeleça metas de segurança desafiadoras, mas alcançáveis, e avalie seu progresso em direção a essas metas com frequência, fazendo ajustes conforme necessário.

Estamos juntos!

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