Suas metas, Kpis e objetivos socioambientais estão alinhados na direção ESG estratégica da organização?

Um dos principais requisitos de liderança do SGA é a responsabilidade da direção em garantir que as políticas e objetivos ambientais estejam alinhados com a direção estratégica ESG da organização. 

Perece simples, não? Mas o que sustenta essa exigência, o que isso realmente significa, e que medidas sua organização deve tomar para garantir que ela cumpra os termos da norma? 

No passado, pode ter sido o caso de algumas organizações poderem formular objetivos socioambientais fáceis de alcançar, e embora esses objetivos possam ter atendido aos critérios estabelecidos pela norma ISO.

 Por exemplo, se uma empresa de embalagens tinha um objetivo ambiental que era limitar o número de viagens que seu veículo fez ao local de reciclagem, esse objetivo poderia ser fácil de alcançar contra uma meta declarada. 

No entanto, um objetivo como a redução da quantidade de resíduos de embalagens gerados pode ser mais potencialmente benéfico para o meio ambiente se a organização operar 24 horas para abastecer muitos usuários finais, mas mais difícil de alcançar.

 Assim, embora o primeiro objetivo possa ser visto como razoavelmente significativo, o segundo tem um benefício ambiental potencialmente muito maior se o desempenho contra ele for gerenciado de forma eficiente. 

Embora o primeiro aspecto dos custos de transporte e do impacto socioambiental ao viajar para um centro de reciclagem seja válido, o segundo reduzindo o desperdício de embalagens em uma organização que produz embalagens 24 horas por dia pode ser verdadeiramente dito estar alinhado com a “direção estratégica” da organização. 

Em resumo, a redução do desperdício durante um ciclo contínuo de produção de 24 horas realizaria aumentos de lucro para a organização e reduziria os danos ao meio ambiente em uma escala muito mais significativa do que uma redução em uma ou duas viagens curtas de reciclagem. 

Se os objetivos estratégicos da sua organização são aumentar o lucro e reduzir o impacto socioambiental da forma mais significativa possível, é discutível que o segundo e mais significativo objetivo descrito atende aos objetivos e objetivos estratégicos da organização.

Agora que entendemos isso, o que podemos fazer para garantir que os objetivos ambientais e a direção estratégica de nossa própria organização estejam realmente alinhados? 

Como mencionado acima, esse elemento da ISO faz parte dos novos e mais prescritos requisitos colocados em líderes da alta gestão. 

É evidente que a intenção é garantir que a alta gestão tenha um papel ativo tanto na definição de direção estratégica quanto nos objetivos ambientais, e na garantia de que os dois estejam relacionados. 

A entrada da direção, é, portanto, claramente necessária para definir o caminho estratégico à frente para a organização, e da mesma forma, estabelecer objetivos ambientais que correspondam a essa visão estratégica, e isso não pode ser verdadeiramente estabelecido por ninguém além da alta gestão.

 É neste momento que existe a oportunidade de analisar os aspectos ambientais da organização, redefinir os objetivos ambientais e garantir que esses objetivos corram em paralelo com a estratégia planejada para o futuro da empresa. 

Essa abordagem “harmonizada” pode ajudar todos os colaboradores e stakeholders a trabalhar em conjunto em diferentes níveis enquanto tentam alcançar objetivos compartilhados. 

Por exemplo, uma empresa de transporte e entrega com a qual trabalhei recentemente estava tentando alinhar objetivos ambientais com direção estratégica.

 Dois objetivos estavam sendo discutidos: um deles era o melhor planejamento de rotas para tornar as viagens mais eficientes, reduzir as emissões e repassar a redução de custos para tornar os preços mais competitivos; e o segundo foi reduzir o impacto ambiental através do uso de menos energia no escritório da empresa.

 Embora ambos os objetivos ambientais tenham sido considerados válidos, ficou claro que o primeiro estava em sintonia com a direção estratégica da empresa ou seja, menos impacto ambiental, maior lucro e maior participação de mercado por ser mais competitivo. 

O segundo só poderia proporcionar um menor ganho ambiental e financeiro, e embora importante, isso não foi considerado de acordo com a “direção estratégica” da organização. 

Os benefícios de alinhar esses elementos importantes em paralelo, como sugerido pela norma ISO, devem ser claros e mensuráveis.

 Em primeiro lugar, a visão compartilhada de objetivos estratégicos e ambientais que podem ser comunicados à sua organização pode ser uma coisa positiva. 

Objetivos claros e relacionados que fazem sentido para sua base de funcionários podem ser a base para um melhor desempenho. 

Em segundo lugar, os benefícios de atingir esses objetivos alinhados devem ser facilmente evidentes. 

Lucros melhorados, redução do uso de recursos, eliminação de resíduos e um impacto mensurávelmente menor no meio ambiente resultarão em todos os seus objetivos bem elaborados e alinhados com a direção estratégica da sua organização.

 Certifique-se de que sua direção esteja envolvida no estabelecimento, comunicação e entrega desses objetivos compartilhados, capacite seus colaboradores a fazer as mudanças e você verá os benefícios.

Estamos juntos!

A Importância do Risco, e sua comunicação, será que temos que desenhar para as organizações entenderem?

A pandemia tornou a mitigação de riscos um tema popular para muitos profissionais de ESG /QSMS-RS & Sustentabilidade.

 Embora muitas organizações assumam que entendem de risco, a avaliação de risco é mais do que simplesmente atender aos requisitos legais e proteger a organização de danos financeiros.

  É também uma responsabilidade ética proteger o meio ambiente e todas as partes interessadas, incluindo as pessoas que trabalham na organização e a comunidade em que atua.

O processo de avaliação de riscos pode muitas vezes começar com mapas de calor para identificar riscos e atividades nos níveis organizacional e de departamento que podem causar fatalidades ou danos públicos.

Outras ferramentas como hierarquia de controles, FMEA (Failure Mode and Effects Analysis), SWIFT (Structured What If Technique) e análise de risco de processo podem então ser aplicadas a tópicos EHS mais específicos, uma etapa que requer as contribuições de especialistas no assunto.

O SODM (Strength of Defense Matrix) ajuda a analisar a força das defesas contra riscos eliminando e prevenindo riscos, pegando erros, detectando defeitos e mitigando danos.

Essas defesas incluem defesas de engenharia, defesas administrativas, fiscalização gerencial, EPI e defesas culturais que refletem as atitudes em relação à segurança no local de trabalho.

Essas técnicas podem ser aplicadas no nível da instalação para determinar o alto, médio e baixo risco.

As instalações podem então usar quaisquer lacunas identificadas para avaliar os recursos do QSMS e planejar requisitos críticos de infraestrutura.

Entender o risco, no entanto, requer mais do que simplesmente coletar e analisar dados.

O trabalho árduo de compreensão e mitigação de riscos pode ser facilmente prejudicado por não considerar a qualidade da comunicação.

Dois acidentes infames demonstram como isso pode acontecer.

O desastre do Ônibus Espacial Challenger em 1986 demonstra o quão ambígua a terminologia e a relutância em dar más notícias à gestão levaram à perda de sete vidas.

Os engenheiros haviam expressado preocupação com os anéis O que selaram as linhas de combustível dos foguetes propulsores a causa principal do desastre pelo menos um ano antes do lançamento, afirmando que eles não conseguiram executar sua função consistentemente em graus inferiores a 50F.

No entanto, uma série de memorandos e conversas pessoais com funcionários da NASA não expressaram a urgência crítica de sua análise.

Em vez de comunicar o perigo iminente de lançamento, as mensagens dos engenheiros deram a impressão de que a falha do O-rings não foi importante o suficiente para adiar o lançamento.

Como resultado, a administração foi capaz de interpretar as mensagens ambíguas de uma forma que confirmou seu viés existente em favor de prosseguir com o lançamento.

Em 28 de janeiro, o dia do lançamento, a temperatura do ar era de 26F, muito abaixo da temperatura mais baixa registrada na qual os anéis O haviam falhado.

 Às 11h39, 73 segundos após a decolagem, um vazamento de combustível originou-se com a falha O-rings causou uma explosão no propulsor de foguete sólido (SRB).

 A explosão quebrou o orbitador em vários pedaços a 46.000 pés, matando todos a bordo.

O desastre do Deepwater Horizon matou 11 trabalhadores, feriu mais dezenas e criou um dos piores desastres marítimos ambientais da história.

Deepwater Horizon era uma plataforma de perfuração que estava sendo usada para preparar o Macondo Prospect no Golfo do México para extração de petróleo. 

Durante a perfuração, a tripulação do Deepwater Horizon experimentou uma série de problemas significativos relacionados ao processo de cimentação que foi usado para reforçar a integridade do poço, incluindo o fornecimento sério de equipamentos problemas que exigiam que os engenheiros revisassem extensivamente o processo.

 Isso resultou em uma série de chutes, em que petróleo e lama trabalharam seu caminho até o equipamento de perfuração e criaram perigo iminente de derramamentos ou explosões.

Enquanto engenheiros e colaboradores estavam cientes dos perigos, a maioria das comunicações entre as principais partes interessadas BP, Transocean e Haliburton consistia em cadeias de e-mail estendidas e casuais nas quais a linguagem coloquial obscurecia a urgência das mensagens técnicas que apontavam para sérios riscos.

A administração tomou decisões críticas sobre segurança sem uma compreensão completa dos detalhes.

Em 20 de abril de 2010, uma série de falhas técnicas enviou uma potente mistura de óleo e lama no convés do Deepwater Horizon.

A explosão resultante engoliu a plataforma e queimou fora de controle até que o Deepwater Horizon afundou em 22 de abril.

O poço rompido liberou 210 milhões de litros de petróleo nas águas do Golfo do México ao longo de 87 dias.

Estamos juntos

A questão socioambiental no rumo das decisões corporativas, investimentos e seus riscos ESG!

Tanto se fala em sustentabilidade, ODSs e outras ações por parte das organizações.

Agora então o ESG!!!Nem se fala temos cada narrativa sem sentido do que significa ESG.

Temos até pais e mães do ESG antes mesmo dele surgir e agora aqui no Brasil todo mundo é ESG, até 2020 na nossa terrinha ninguém sabia nem se falava, mas…. agora!

Mas quando falamos da base do ESG onde os bancos, financiadores e acionistas externam suas preocupações através de uma análise de risco socioambiental para empréstimos ou investimentos.

Voltamos aos padrões exigidos do IFC, princípio do Equador, Miga e outras exigências que na realidade já se encontram na base da sustentabilidade corporativa.

Sem a verdadeira sustentabilidade corporativa ou seus os pilares que a sustentam a gestão integrada, ou seja, ESG/ QSMS-RS não se dá um passo.

Ninguém em sã consciência vai investir ou emprestar dinheiro ou mesmo expandir, sem ter uma cultura forte em seg. meio qualidade e responsabilidade e estar em COPLIANCE com legislação e normas.

Ações de Sustentabilidade, sim, muito importante, mas vem depois ou durante de uma solida gesto de risco nesses pilares que sustentem a Sustentabilidade corporativa.

Após grandes desastres ambientais é impressionante como o tema proteção ao meio ambiente volta as discussões!

Infelizmente tem que acontecer uma tragédia para o assunto volta à mídia e a as organizações.

E como consequência, por um bom tempo nós gestores de sustentabilidade e QSMS-RS temos toda atenção voltada para nosso trabalho por parte dos stakeholders, sendo questionados e pressionados para verificar se estamos em compliance ou não!

NÃO EXISTE ZONA DE CONFORTO EM NOSSO DEPARTAMENTO, nossa responsabilidade com os impactos socioambientais é imensa e precisamos estar atentos SEMPRE, não só na questão de compliance, mas monitorando todas nossas atividades.

A discussão da sustentabilidade, como condição básica e indispensável para o desenvolvimento de qualquer organização, há muito saiu do campo teórico para fazer parte das decisões estratégicas de empresas.

É uma questão de sobrevivência neste mercado global e cada vez mais competitivo.

O Brasil está inserido nesse contexto, tanto em função dos efeitos da globalização da economia que inviabiliza exportações de bens produzidos à margem das exigências ambientais, quanto em função da sua necessidade de busca de investimentos externos.

A partir de uma visão de uma economia transnacional, as empresas visam não apenas o lucro, mas uma maximização das parcelas de mercado e de comércio. Dessa forma, a questão das barreiras ecológicas no comércio internacional tem um papel vital.

Estas, surgem quando empresas exportadoras sofrem discriminação por barreiras tarifárias ambientais, técnicas ou de certificação.

Outra limitação aparece quando as empresas são dependentes de financiamento de agências internacionais de desenvolvimento que exigem estudos especiais de avaliação de impactos ambientais, para a liberação de recursos financeiros.

Empresas multinacionais são suscetíveis a exigências ambientais por parte de acionistas, consumidores externos e da legislação de origem de seus mercados exportadores.

Uma empresa moderna não pode prescindir de uma gestão de sustentabilidade e QSMS-RS.

A implantação da gestão de sustentabilidade aumenta o potencial competitivo da organização.

A percepção da sociedade brasileira dos problemas socioambientais está crescendo não só através de jornais e de televisão, mas também pela educação ambiental que vem sendo ministrada nas escolas.

Em consequência a atitude da sociedade em relação ao meio ambiente vem evoluindo gradativamente.

E por último, a legislação ambiental, em especial a Lei 9605/98, (lei de Crimes Ambientais) estará sempre acompanhando todos os movimentos bem de perto, levando as empresas a reformularem todos os seus procedimentos em relação questão ambiental por bem ou por mal.

Exemplos na mídia não faltam.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, gestão de crises em acidentes socioambientais em mineração, portos e energia renovável.

Nós gestores de QSMS-RS & Sustentabilidade estamos prontos atender uma emergência?

Nós temos o perfil para tal?

Na hora que vaca vai para brejo, nós temos sangue frio para gerenciar a crise, na linha de frente?

Profissional de Segurança do Trabalho e de Meio ambiente, não salvam vidas e não são heróis.

A não ser que seja médico, bombeiro, paramédico, salva vidas e outros nossa função é outra, certo?

Pois é não pensei nisso na hora, do acidente e me atirei de cabeça.

Recém assumia a função de EHS e nesse dia, nessa hora estava só.

 E não tinha a menor ideia, quando participei no meu primeiro evento de um vazamento de produto perigoso, quanto ao alcance e as consequências dos impactos causados.

Recém-saído da faculdade, achava que sabia tudo!

Tinha passado por treinamentos em emergência (adoro) e outros.

Mas……, só na hora que eu vi onde tinha me metido.

Ao chegar à cena do acidente, faltou estômago para poder realizar meu trabalho, foi vexaminoso, carrego até hoje está cena em minha memória.

Óbitos, mutilações, queimaduras e produto perigoso para tudo que é lado, e já indo para a comunidade.

Como tinha um passado militar (ajudou e muito), fui em frente.

Amigos e colegas, NÃO É PARA QUALQUER UM, acredite.

Não é para qualquer um participar, com somente boa vontade em ajudar. 

Impactos no ecossistema e comunidades afetadas economicamente, são entre outros as consequências de acidentes ambientais com vazamento de óleo ou produtos perigosos, em que se caracterizam por um acontecimento inesperado causando grande dano socioambiental.

Exemplos de acidentes existem milhares e que se tornaram grandes estudos de casos.

No meu caso cito alguns;

Em nossa eólica no Quênia, uma das pás se desprendeu durante uma tempestade, voou longe atingindo uma aldeia, e infelizmente decepou a cabeça de umas crianças mulheres.

Em nossa mina no Malaui durante as escavações em uma cava profunda, desmoronamento a com várias fatalidades. 

Em minhas palestras comento alguns destes que realmente deixaram uma lição por qual passei.

Quando ministro treinamento em gestão de risco e sempre gosto de mencionar, gestão é uma coisa e gerenciar a crise na linha de frente é outra coisa (rsrsrsr)

Pois desde meu primeiro atendimento a vazamento de óleo no mar do norte até no delta do Níger, na Nigéria, passando por indústrias em geral (sim, estas também provocam acidentes também) e em logística de transporte seja em qualquer modal.

Passei por momentos que serviram de grande aprendizagem, na qual procuro passar as equipes quando estamos elaborando planos de emergência.

Gerenciar uma crise durante e após o evento também, não é uma tarefa fácil, quando se tem a mídia, órgãos ambientais e até polícia encima e você tentando realizar o seu trabalho, não é uma situação agradável.

Uma equipe com experiência e treinada para gerenciar crises para quem tem atividade de alto risco como a indústria de óleo e gás, portos e estaleiros, tem que fazer parte da gestão de QSMS-RS.

Pessoal com experiência e qualificado para estes eventos normalmente são esquecidos na implantação da gestão.

Na sua área quem é a pessoa com perfil para esta situação???

Acidentes são provocados por uns inúmeros fatores combinados, no qual naquele exato momento deflagram o evento.

E nós temos que estar 100% alinhados com todas as atividades no nosso dia a dia sempre tentando estar um passo à frente.

Péssima notícia para quem quer trabalhar na área.” NÂO EXISTE DESCANSO EM PREVENCAO”.

E saber gerenciar um evento no momento de crise é crucial.

Não basta elaborar simulados e um bom plano que não seja mais do que um pedaço de papel que a lei exige.

Exige liderança e disciplina de todos da equipe alinhados com todos os colaboradores de área no momento do evento.

No caso do setor petrolífero, não existe medo maior do que um vazamento de óleo.

Sejam grandes ou pequenas as consequências destes acidentes perante a nossa legislação ambiental são duras, como multas pesadíssimas e com o pedido de prisão dos responsáveis, e claro sem contar com a péssima imagem da própria empresa perante a mídia, que é um valor imensurável.

Apesar dos avanços tecnológicos empregados na indústria e do fortalecimento da visão sustentável nas organizações.

O número de atendimentos a emergências ambientais de vazamento de óleo vem acontecendo com uma preocupante frequência em nosso imenso litoral.

Sem dúvida, o principal motivo do aumento de acidentes ambientais é o aumento na atividade.

Na área de energia nem se fala, os riscos são enormes as comunidades estão a volta.

Em mineração e óleo & gás, também.

Cada vez mais estaleiros, plataformas, navios etc. estão chegando e operando em nosso litoral e vai aumentar muito mais, passamos a ser um país com um papel importante no mundo do petróleo e da logística.

Quanto mais atividades de alto risco se realizam, quanto mais produtos perigosos são transportados e transferidos, maior é a chance de algo dar errado, apesar dos controles e tecnologias existentes.

Eu uso em meus treinamentos o” Bowie Tie” e com ele demonstro bem a situação e como pode ficar.

E como está a identificação destes riscos e seus planos de emergência por parte das empresas?

Estamos prontos para um gerenciamento de crise?

Temos uma sala de comando para este gerenciamento em caso de acidente?

Auditoria dos equipamentos de proteção para realmente verificar se, por exemplo, tem um número correto de barreiras de contenção?

A identificação de riscos tem que ser periodicamente ser revisada e os resultados desta análise, junto à elaboração de planos para o gerenciamento deste risco (treinamento e simulados) também.

Saber antecipadamente o que pode dar errado conduz na direção do preparo e controle da situação da emergência.

Análise de risco e um plano de ação de emergência são importantes ferramentas na gestão, com requisitos e orientações gerais para a prevenção e controle de acidentes.

Os treinamentos simulados se aproximando o máximo que se puder de uma situação real é a mais importante ferramenta para uma gestão de Sustentável eficiente.

Não adianta fazer simulados com hora marcada para começar e terminar.

Para quem vive na situação de que a qualquer momento pode haver um vazamento de óleo e que este pode durar semanas sabe que este trabalho é de 24 horas até ser recolhido todo o vazamento e ter uma disposição final correta deste.

“Ou alguém pensa que é só recolher”? Já pararam para pensar o que se faz depois de recolhido o óleo?

Portando, para que todo este conjunto de ações seja realmente efetivo e bem, eficientes, a gestão de QSMS-RS da empresa deve estar atenta a este tipo de acidente.

Só investimento em tecnologia não basta, necessitamos estar bem alinhados à elaboração de um programa de riscos e a capacitação profissional para atendimentos a estas emergências.

Aprenda com meus erros.

Estamos juntos!

Gestão de Risco Socioambiental não é mais uma escolha, é uma questão de sobrevivência nas operações.

Se entendemos que risco é a probabilidade de algo acontecer, fica claro que ele está presente em todos os processos de uma empresa.

NÃO EXISTE RISCO ZERO

E por este motivo, as organizações estão buscando definir e implantar culturas de risco socioambiental para facilitar a identificação e a gestão de possíveis crises.

Alguém previu a covid 19? Foi um Cisne Negro? (assistam minha palestra rsrs)

Rompimento de Barragens de rejeitos da mineração?

Linhas de transmissão responsáveis por impacto socioambientais (assunto na mídia nos dias de hoje)?

Eólicas, PCHs impactando as comunidades?

Empresas de bebidas, perfumes e outras grande lançadoras de resíduos de embalagens no nos mares, rios etc.?

Entre os principais riscos presentes no mundo corporativo e que muitas vezes, são negligenciados pelas empresas, estão:

  • Operacionais/Financeiros;
  •  Socioambientais.

Risco é comportamento, é cultural.

Depois do Covid, muita coisa vai mudar quanto a gestão de risco

Mas, ainda mais importante do que identificar os riscos, é a maneira como as organizações lidam com eles.

 Antes, havia uma tendência de delegar os riscos a áreas específicas (compliance/auditoria).

Mas mundo mudou, a sociedade está atenta ao processo do ESG das organizações

Atualmente, enxergamos o risco de uma forma mais transversal, principalmente sobre os impactos socioambientais, entendendo que a sua gestão não é mais responsabilidade exclusiva de alguma área, mas sim de todos os colaboradores.

Com a descentralização da gestão do risco e a implantação de uma cultura de risco socioambiental nas organizações, os colaboradores se tornam gestores, independente do conhecimento técnico e da área em que trabalham.

E, se todos são gestores de risco, não existe hierarquia na hora da crise 

As organizações estão adotando esta postura e estimulando sua equipe, para que desenvolvam o protagonismo necessário para identificar os riscos socioambientais e a autonomia e a segurança para procurar pessoas e/ou áreas envolvidas e tentar discutir, mitigar, minimizar ou assumi-los.

Cada vez mais fica evidente que a gestão e o gerenciamento de riscos têm mais a ver com comportamento e cultura.

Portanto, a gestão dos riscos e sua compreensão depende menos de conhecimento técnico, mas sim de como você se comporta em relação a eles.

Não adianta sua organização ter uma área de QSMS-RS & Sustentabilidade forte se não existe uma cultura de risco.

Risco é cultura organizacional

Uma organização pode ter os melhores processos dentro da operação, mas sempre dependerá do comportamento humano e sua percepção de risco para que eles funcionem corretamente e, consequentemente atenuem os riscos inerentes as suas operações

 Para isto, é preciso ter uma cultura de risco, focada no comportamento, que previne, mitiga e assume os riscos.

 Esta cultura define os comportamentos esperados, de acordo com a cultura de risco da empresa e habilita os profissionais para a gestão de risco.

Treinamentos de consciência, percepção e gestão de riscos mitigam riscos

Após o trabalho de mapeamento dos riscos e da definição da cultura, as organizações devem capacitar seus colaboradores para a gestão do risco.

O gerenciamento de riscos deve fazer parte da estratégia e ser considerado nos processos de cada setor ou departamento, por meio de um programa de educação efetivo.

Treinamentos de percepção e gestão auxiliam no processo de conhecimento e mudança do comportamento das pessoas em relação ao risco.

Conheça os seus riscos antes que ele encontre você e se vingue!

Estamos juntos!

ODSs X Indústria X Sociedade X ESG

No Brasil estamos surfando na crista da onda do ESG neste momento, jornalistas e marketeiros de plantão em todos os jornais falando a respeito, já temos livros sobre ESG e dicas (??) e, sem saberem como é a realidade dos critérios em avaliação e manter estes paramentos dentro do QSMS-RS & Sustentabilidade, não é fácil!

Cá entre nós é um assunto antigo esse ESG no mundo lá fora, eu mesmo sou um exemplo, estive Head muitos anos de fundos ESG para energia renovável na África e Ásia, antes de regressar em definitivo a terrinha, mas não vem ao caso.

O assunto aqui é os ODSs, sinto que está meio abandonado ultimamente depois que o ESG ganhou apaixonados pelo tema.

Mas não podemos.

“Se você ainda não ouviu sobre os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODSs)

Então você nestes últimos anos esteve escondido em um buraco bem longe da civilização sem acesso a nenhuma informação.”

E não será neste texto que vou explicar

Mas será as empresas sabem bem o que são estes objetivos? O que está implicado em assumi-los?

Têm noção que são: 17 objetivos, para não mencionar as 169 metas e 304 indicadores?

Sabem onde estão navegando?” Olha o green washing!

A todos os meus assessorados das organizações que me contratam, sempre lembro, que não é facial e tão pouco par amador, estabelecer uma verdadeira sustentabilidade corporativa e abraças os ODSs.

O que existe de gente pronta para denunciar green washing e com a net hoje, não é mole!

O contexto sociopsicológico em que as organizações em geral operam atualmente sofreram pronunciadas alterações em função da ampla familiaridade do público com as ideias sobre sustentabilidade corporativa e com as ODSs.

As eco catástrofes, tais como o constante rompimento de barragens de rejeitos, derrames de óleo, falta de água nos reservatórios são noticiadas com imagens que os modernos meios de comunicação transmitem ao mundo todo.

Elas dão origem a períodos passageiros de desaprovação máxima a indústria e em suas operações.

E o mais importante de tudo sua “RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL” e como consequência desvalorização de sua marca, seu bem maior para o mercado.

O desmatamento, a poluição da água e do ar e problemas de infiltração do solo levaram o público a conceituar a indústria de forma extremamente negativa, percebendo-a como irresponsável ou indiferente para com o meio ambiente e as comunidades que os acercam e, assim, indiretamente, para com os indivíduos e seus filhos.

Essa situação propõe novos problemas para seus dirigentes em relação à forma como eles devem se apresentar ao público.

Vários setores, procurando justificar práticas que foram criticadas, criaram organizações de relações públicas de porte respeitável.

E agora desesperadamente adotaram em sua comunicação o abraço aos ODSs.

Um bom número de empresas tentou mostrar-se sob uma ótica mais favorável fazendo doações a grupos socio ambientalistas, muito embora esta atitude possa ter efeito oposto ao desejado caso os grupos beneficiados fiquem com a imagem de comprometidos ou de dependentes.

Outras destinaram verbas para pesquisa ou relações com a comunidade visando à solução de problemas ecológicos específicos.

Essas medidas, desde que executadas com honestidade, provavelmente ajudam a abrandar a crítica direta do público e a pressão da regulamentação.

Ainda não se sabe se elas teriam efeitos sobre opiniões mais arraigadas da população.

Estamos caminhando para uma nova era de tecnologia limpa e segura para o ambiente.

No caso específico do segmento industrial em geral, este, nunca esteve sob tanta pressão e observação de órgãos ambientais e da sociedade.

Mas, mesmo antes dessas pressões já estávamos vivenciando tempos de mudança, melhorando a qualidade de nossos equipamentos e inovando em tecnologia.

Está na hora das organizações mostrarem à sociedade como estão posicionados em relação à sustentabilidade corporativa e os ODSs não só do seu negócio, mas com a sociedade.

E demonstrar seriedade em cumprir os ODS que escolherem abraçar e o que estão realizando em benefício de um meio ambiente sadio e ideal de vida para todos nós viventes desse planeta.

Estamos juntos!

Sua gestão está alinhada com cultura de segurança da organização ?

Se você está trabalhando duro no desenvolvimento de uma cultura de segurança forte em seu local de trabalho, mas ainda não pode ver nenhum resultado, há alguns sinais de que o fracasso de seus esforços é causado por fatores externos.

 Em nossas “gaps analysis de nivel de maturidade” quando somos contratados, é muito comum encontrar essa situação e nossos colegas ficam desanimados

Mas Não!!!, não deixe se abater, SEGUIMOS JUNTOS e aqui seguem algumas sugestões para poder te ajudar;

Não existe o exemplo da alta direção! 

Não é incomum ver líderes que sentem que estão acima das regras o que se aplica a todos os outros não se aplica a eles. 

Que tipo de mensagem ele envia quando os gerentes participam do treinamento de segurança, mas sentam-se no fundo da sala fazendo papelada ou verificando seu e-mail o tempo todo?

 E mais do que apenas ter liderança estar presente para o treinamento de segurança, eles precisam estar totalmente envolvidos nisso. 

Demonstrar comprometimento em todos os níveis da organização é um importante fator cultural e a liderança assumindo um papel ativo pode ter um efeito positivo imediato.

 Os líderes têm que ser consistentes e garantir que eles sigam em frente para estabelecer confiança entre os colaboradores, especialmente se o desejo deles por treinamento de segurança decorreu de sua necessidade de ver uma mudança de liderança. 

 Mensagens confusas e contraditória

Quase todas as organizações expressarão externamente seu compromisso com a segurança, mas é o que acontece no interior que causa confusão. 

Por exemplo, um prazo a ser cumprido causa correria na operação e qualquer preço

Isso pode resultar em uma quebra de segurança sendo ignorada. 

Mas enquanto se ninguém machucar, não é grande coisa, certo? 

Às vezes, trabalhar mais rápido é inevitável, mas enviar a mensagem de que a produção é mais importante do que a segurança dos trabalhadores pode enfraquecer significativamente a cultura do local de trabalho. 

Pode levar anos para a gestão recuperar a confiança de seus colaboradores, por isso é importante que a liderança sempre mantenha as metas de segurança declaradas com suas ações. 

É difícil estabelecer confiança agindo dessa maneira.

 Não fornecem recursos para o sucesso. 

Uma cultura de segurança é o subproduto de dar aos colaboradores os recursos necessários para ter sucesso. 

Uma das desculpas mais comuns para não seguir adiante com uma iniciativa de segurança necessária é um orçamento insuficiente. 

E passa uma mensagem clara de que a liderança não está interessada em investir na segurança dos colaboradores. 

Também é frequentemente afirmado que não há tempo suficiente para parar a produção e espremer no treinamento de segurança. 

Mas essas são as desculpas de curto prazo que não planejam metas de longo prazo.

 Um acidente pode ter custos muito mais altos, e a empresa pode ter ainda mais dificuldade em se recuperar dos danos. 

Não fornecem tempo. 

Novas iniciativas de segurança devem ter tempo suficiente para provar sua eficácia.

 Deve haver sempre um plano de sustentabilidade em vigor para cada nova iniciativa de segurança para garantir sua aplicação e progresso contínuos (e finalmente mostrar que a organização acredita nele). 

Se a liderança mudar os programas de segurança com muita frequência, eles começarão a se sentir como um sabor do mês e a credibilidade da iniciativa é perdida. 

 Não vão crescer ou mudar.

 “É a maneira que sempre fizemos e funcionou para nós no passado”.

 Se isso soa familiar, as mensagens do executivo definitivamente não estão alinhadas com seus esforços. 

Embora seja importante construir seus pontos fortes e não simplesmente mudar para a questão da mudança, os líderes precisam saber que novas iniciativas de segurança podem se basear em seu sucesso passado. 

Também é importante notar que, embora nada de ruim tenha acontecido no passado, as coisas podem não ter sido necessariamente feitas da maneira certa e isso certamente não significa que nada de ruim acontecerá no futuro ou hoje. 

Se você quer que seus esforços sejam bem-sucedidos, você terá que usar suas ferramentas de comunicação e começar com a turma lá do topo da hierarquia

 Você precisa resolver esse problema de forma estratégica e inteligente antes de ser capaz de se concentrar novamente na construção de uma cultura de segurança saudável que inclua todos em seu local de trabalho.

Estamos juntos!

Gestão compartilhada em ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, meu propósito: Juntos podemos alavancar os resultados.

O dia a dia do gestor(a) de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade independente do segmento econômico ou do tamanho, e não é fácil;

Agora, imaginem um empresário que por diversos motivos não poder contar com um gestor(a) ou uma equipe fixa para orientação nessa área.

Afinal, são +/- 38.000 leis e normas relacionadas a nossa área (segue aumentando), fora padrões exigidos para financiamentos e até mesmo as demandas de uma sociedade, voltada cada vez mais para um “consumo responsável e responsabilidade socioambiental.

O Tsunami ESG chegou!

Mesmo assim, assisto colegas, com um ego imensurável, considerando donos do assunto (Nas áreas de seg. do trabalho e sustentabilidade nem se fala) e a última agora são os donos do GRO.

Não se prontificam a ajudar os colegas que estão envolvido no dia a dia da linha de frente para tirar dúvidas nem atualizar as novidades e inovações em nossa área.

Mas vendem um curso …., né!

Não é à toa que em breve devo começar um webinar: “Pergunte qualquer coisa “aberto para todos os profissionais da área.

Tive sorte na minha carreia profissional, pois logo no início dela, fui praticamente adotado para um ser iluminado que além de muita experiência na área, tinha uma boa vontade incrível com este que vos fala.

Me orientou a vida inteira dentro da empresa, me acompanhou nas minhas pequenas vitorias e nos meus grandes fracassos no mundo corporativo.

Possuo 17 mortes baixo minha gestão de QSMS-RS & Sustentabilidade devido a acidentes de trabalho, é horrível o sentimento de perda e fracasso.

Em algumas empresas que trabalhei, como procedimento interno, eu é que acompanhava o corpo (as vezes cruzando oceanos), e levava até a família.

Em uma dessas entregas a filha de 15 anos quando cheguei com o corpo, depois de tantos dias atravessando fronteiras e inspeções da polícia federal local, me recebeu com um tapa na cara !!!(imaginem meu sentimento na hora).

Alguém da empresa para me confortou, da minha equipe ou colega da área? algum ombro para chorar, ou apoio?

Algum colega dividiu experiência comigo sobre o acidente? Não, todos escondem o acidente e tem a cara de pau de dizer aqui: ZERO DE ACIDENTES!

Não se divide gestão de lições aprendidas, triste, mas a grande realidade!

Sem comentários e não estendendo mais sobre este fato ocorrido

O fracasso é SOLITARIO!

E hoje sinto que depois de + 35 anos área posso oferecer toda minha vivência e experiência na área para estes colegas, equipe e organizações.

Quero ajudar!!!!!!

Quando ouvimos falar sobre gestão compartilhada, geralmente associamos a um programa de assistencial com a participação da sociedade civil para a solução de um problema nas áreas de saúde, assistência e educação, por exemplo, ou parcerias público-privadas para gestão de empresa.

Como propósito de vida agora de retorno ao Brasil depois de 25 anos de expatriado enxergo a gestão compartilhada como uma oportunidade e como uma excelente estratégia para alavancar a marca e os resultados das empresas de todos os segmentos da economia e até mesmo de consultorias.

A gestão compartilhada ou melhor meu modelo de negócio que estou oferecendo ao mercado é uma gestão realizada em conjunto com a equipe de QSMS-RS & Sustentabilidade, diretores ou proprietários independendo do segmento e tamanho.

Onde podemos juntos reunirmos para tomadas de decisões de novos rumos ou adoção de novas tecnologias, análise críticas dos relatórios, gerir projetos ou processos visando um objetivo comumente várias atividades que estou disponibilizando.

O diferencial em nossa estratégia é aliar qualidades indispensáveis para que os resultados sejam alcançados em curto prazo, ou seja, know How e experiência., são mais de 35 anos na linha de frente e na área executiva, deve servir para alguma coisa, não?

Nossa ideia de gestão compartilhada surge a partir das dificuldades enfrentadas pelas empresas para gerir o negócio de maneira efetiva sem perder o foco no seu core business.

É unir inteligência e melhores práticas para atuar com excelência em outras áreas como estratégia, governança, sustentabilidade e claro nos pilares do QSMS-RS.

Acredito muito que nosso trabalho em conjunto com os profissionais da empresa costuma ser uma das melhores maneiras de prever e prover soluções para problemas pontuais ou complexos, otimizar riscos, investimentos e contribuir efetivamente para a consolidação de conhecimento e desenvolvimento da equipe.

Outro aspecto favorável na minha visão sobre gestão compartilhada é que ela não necessita ser permanente.

A gestão pode ser por um prazo determinado até que a empresa alcance seus objetivos ou simplesmente ter minha presença ao lado como se fosse um conselheiro do board.

O que observo neste modelo de gestão é que a cada objetivo alcançado, aumenta a confiança dos participantes, tornando a cooperação mais estimulante para atingimento de metas e resultados.

É uma maneira de obter o engajamento explorando o que cada um faz de melhor.

É importante ressaltar também que para tanto, todos devem respeitar e confiar no conhecimento e experiência específica vivenciada por cada um dos envolvidos.

Sempre bom lembrar que respeitar a cultura da empresa é fundamental, além disso, é necessário delimitar o escopo, a atuação das partes e ainda gerir a comunicação e a transparência das informações para diminuir qualquer tipo de conflito.

Meu propósito: Ajudar, prover suporte, estar disponível e mais do que tudo; ser um ser humano que está para apoiar, escutar, entender, assumir responsabilidades e definir estratégias em conjunto, visando sempre alcançar resultados.

Estamos juntos!

Gestão de ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade no trecho/embarcado, é vida difícil, mas apaixonante!

O trecho é para os fortes e apaixonados(a)

Todo mundo gosta de estar fora, apenas por vontade, em um clima agradável.

 Trabalhar no trecho/embarcado é estar em boas e más condições, onde o tempo e outras circunstâncias não são por escolha.

Um ambiente de trabalho em fábrica ou escritório é totalmente diferente e diverso do que estar exposto ao tempo em ambientes que muitas vezes são imprevisíveis.

As pessoas que trabalham dentro de uma vizinhança industrial estão expostas a diferentes perigos do que as pessoas que passam seu tempo trabalhando ao ar livre.

A principal razão é a incerteza nas condições de trabalho ao ar livre, os perigos dependem do tipo de trabalho, da região geográfica, da época do ano e da duração do tempo que os trabalhadores trabalham fora.

Meus, PAEs, DDS por exemplo eram sobre; campo minados, negociação com senhores da guerra, cobras venenosas em árvores, crocodilos, leões etc., quando gestor na África e Ásia (não tenho saudades)

A natureza do trabalho de setores como construção, agricultura, energia renovável, portos infraestrutura em geral etc. são alguns exemplos de trabalhos de baixo de sol e chuva

Tome o exemplo linhas de transmissão, eólicas e outros no meio do nada

 O perigo mais óbvio é trabalhar em altura; onde os colaboradores são exigidos para o trabalho por longos períodos, tratando os cabos, as linhas defeituosas e os encaixes etc.

 Trabalhar em áreas que são isoladas pode trazer fadiga durante o trabalho, e isso pode resultar em má percepção e decisões erradas.

Além disso, experiências com insetos e animais nessas áreas podem até ser fatais.

Seu trabalho é cercado por perigos-cabos elétricos ao vivo, ventosas, dias chuvosos e molhados etc.

 O cuidado extra é necessário em tais circunstâncias.

Em um canteiro de obras, o layout da área em alguns casos pode contribuir para condições de trabalho perigosas.

Superfícies irregulares, grama molhada e lama pioram as condições de viagem, buracos podem causar deslizamentos, viagens e quedas.

Há trincheiras expostas, amianto para citar alguns.

Além disso, em casos de calor extremo, as pessoas sofrem de exaustão, desidratação e derrames de calor.

Da mesma forma, qualquer local de trabalho que tenha um inverno provavelmente não é um bom lugar para estar.

Devemos enfatizar o monitoramento do bem-estar físico e mental dos colaboradores, é dever dos empregadores fornece um ambiente de trabalho seguro aos seus ao ar livre.

Eu recomendo a realização de uma avaliação de risco antes de enviar as equipes para o campo.

Uma análise de risco de trabalho fornece uma imagem clara sobre as circunstâncias que podem dar errado e ajuda a gerenciá-los.

 Estas listas de verificação podem então ser executadas no local onde tais protocolos de segurança devem ser seguidos com diligência.

Um bom cenário de perigo deve ser especificado apropriadamente em que incluem um risco potencial, a exposição ao perigo, qualquer gatilho e, eventualmente, as consequências.

Consequentemente, as empresas podem então optar por medidas preventivas e ajudar a reduzir o risco de lesão.

Estes podem consistir extensamente da disponibilidade de EPIs corretos, das condições de abrigo apropriadas, e da prontidão da emergência.

As empresas que estão dispostas a abordar os seus padrões de segurança e reduzir os riscos potenciais precisam levar a sério uma gestão de riscos socioambientais e um excelente plano de evacuação médica para suas equipes de campo.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, due diligence de risco socioambiental ESG nas operações para M&A e IPOs em projetos de infraestrutura.

Termos como :ESG, Riscos socioambiental, Riscos climáticos e passivo ambiental tem sido matéria constante nas mídias e cada vez mais aumentando à preocupação da sociedade em geral.

Mas e o que não é reportado ou divulgado quanto a outros grandes impactos e os passivos ambientais como consequência?

Estamos em época de grandes aquisições e fusões no Brasil por parte de grandes grupos e fundos de investimento.

Estando como Head ESG para um fundo de investimentos na Africa Oriental e Asia participei diretamente avaliando de várias fusões e aquisições.

E por mais experiência e olhos aguçados no momento da due diligence, todo cuidado era pouco, pois certos empreendimentos com características peculiares acabavam se tornando uma dor de cabeça se o processo não fosse duplamente, triplamente revisado por pessoas com qualificações e experiência da área em questão.

Bombas relógio estão espalhadas por aí inocentemente à espera de uma aquisição.

Não só na parte ambiental como social também.

Uma hidroelétrica e uma eólica (em algum lugar por aí), junto a um trecho de linha de transmissão já construída, estavam sendo negociados ao fundo.

Preço de banana, de pai para filho o governo local queria passar a diante e claro precisava muito de energia para atrair investimentos.

Quem queria vender, ou melhor passar a adiante.

Já tinham contratado um escritório, que contratou uma consultoria (o de sempre) para o due diligence socioambiental e entregue o relatório dizendo tudo perfeito e maravilhoso.

Resumindo: Disse que não aceitava tal documento e precisava nós mesmos realizá-los, mas………….., o preço estava tão bom que o conselho decidiu arriscar, mesmo eu sendo contra.

Resultado passaram anos, sai do grupo e o os dois projetos ainda estão parados, por problemas de passivos.

Quem assumir um passivo socioambiental pode vir a pagar uma conta bem alta no qual pode inviabilizar o negócio.

Atualmente, o mercado exige, cada vez mais, transparência e segurança na realização de investimentos e transações empresariais.

Nestes meus anos todos em grandes indústrias apreendi muito em relação à identificação de passivos ambientais, já perdi a conta de quantos startups em projetos green field ou Brown Field que participei em empresas que auditava e sempre me surpreendo com o que se encontra por baixo do tapete.

De alguns anos para cá, questões legislativas e judiciais envolvendo aspectos de responsabilidade sobre resíduos perigosos e passivos ambientais vêm se destacando e ganhando considerável espaço no mundo dos negócios e até mesmo nas manchetes dos principais jornais do país.

É neste contexto que a “Due Diligence socioambiental” adquire um papel de destaque.

Ainda mais quando o assunto é meio ambiente e se tratando de assumir passivos ambientais de outros, não é o desejo de ninguém.

O processo de due diligence socioambiental não é nada mais nem menos um diagnóstico detalhado de informações sobre ativos e passivos socioambientais que possa vir a encontrar em uma determinada empresa ou em novos empreendimentos.

A due diligence socioambiental tem por objetivo apontar os principais pontos críticos e relevantes existentes na estrutura operacional quanto o comprimento de normas e leis ambientais.

Identificar riscos e passivos ambientais, quantificar o valor de tais responsabilidades civis ambientais para a remediação do passivo, identificar providências para a eliminação ou minimização dos riscos ambientais identificados.

E determinar a melhor forma e estratégia de estruturação da transação quanto a responsabilidades ambientais.

O desejo é obter uma “radiografia” da empresa de forma a prepará-la para operações de fusão ou aquisição (“M&A”), transferência de ativos, reestruturação societária, elaboração de prospecto para oferta pública de ações (“IPO”) entre outras operações empresariais.

Mostrar aos acionistas que é uma empresa preocupada com essas questões hoje é não é só uma questão de responsabilidade, mas também aparecer para o mercado como exemplo de benchmarking socioambiental e ganhar com a oportunidade.

Iniciadas as tratativas referentes à operação pretendida pelas partes, estas, geralmente celebram uma carta de intenções com natureza de contrato preliminar.

O escopo deste documento, entre outros, é de manifestar o interesse formal das partes para realização do negócio, sujeito ao resultado obtido com a due diligence ambiental.

Neste documento, as partes estabelecerão as regras para o desenvolvimento da due diligence (prazos, custos, abrangência, logística), bem como estabelecerão o caráter vinculante ou não da proposta, se haverá exclusividade e confidencialidade das informações e documentos, o cronograma de trabalhos para conclusão da operação com fixação de prazos para apresentação de ofertas vinculantes e confirmações.

Em seguida, é apresentado um check list, que enumera as informações e documentos necessários para realização dos trabalhos e onde serão realizadas as auditorias in loco nas áreas em questão.

O “Check List “será ajustado de acordo com a finalidade de cada auditoria e cada tipo de empresa.

Realizada a análise descritiva dos documentos disponibilizados, visitas as áreas impactadas pelas operações as equipes avaliarão os dados relatados de forma a identificar os pontos críticos eventualmente existentes em relação à questão ambiental que possam impactar a operação, gerando um relatório conclusivo para apresentação ao cliente.

Este serve, para pautar a elaboração dos instrumentos definitivos para concretização da operação e fixação do preço, sendo fator determinante para a negociação e, consequentemente, para o sucesso da operação.

Sem due diligence socioambiental, adquirir uma área, projeto, uma empresa ou até mesmo entrar em uma fusão.

O susto pode ser grande e a conta bem salgada.

Estamos juntos!

 

Alô profissionais de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade! Desastres socioambientais causam desastres socioeconômicos e perdas de vidas.

Não faz muito tempo, um cliente em uma conversa informal, me perguntou, até quando vamos assistir grandes acidentes socioambientais.

A conversa era sobre o que aconteceu em Beirute, depois Mariana, Brumadinho etc., e lembrei a ele que estudo acidentes de grande impacto socioambiental faz tempo e citei alguns exemplos acontecidos a 100 anos iguais ao de Beirute etc.

Ficou me olhando……. e disse, sim, mas até quando?

Boa pergunta, não!

Por mais que seja fundamental que as organizações e a turma do ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade precisam estar cientes de que sua falta de gestão e gerenciamento de risco socioambiental podem causar acidentes socioambientais

Ainda encontramos e não saberia explicar por que, talvez pela falta de percepção de risco a falta de atenção em tentar evitar ou mitigar ao máximo que pequenos riscos que não parecem ter importância passem despercebidos, pois esses pequenos podem ter proporções incalculáveis caso resultem em algum acidente.

Só seguir à risca a legislação, normas, ter em seus quadros profissionais qualificados e instalação com barreiras de proteção são ações fundamentais, mas não são o suficiente

É necessário deixar claro que há muito o que ser feito para prevenir tais desastres, a fim de mitigar e gerir os riscos socioambientais, evitando-se assim acidentes de percurso.

Trata-se de prevenção!

E prevenção requer previsão dos riscos e das suas consequências se todas as barreiras falharem.

O significado e o objetivo de uma gestão e gerenciamento socioambiental são os de identificar, prever e interpretar as consequências de uma determinada ação sobre o meio ambiente e seus stakeholders internos e externos, antes de tomadas de decisões.

 É um processo meticulosos, prospectivo, antecipatório e preventivo.

Se você não conhece os riscos que podem interferir e entendê-lo que estão a sua volta, não adianta pensar e só prevenir o seu processo das operações interno.

A partir de uma meticulosa, correta e rigorosa análise de risco socioambiental, devemos assegurar que as variáveis sejam inseridas no processo decisório da empresa.

Procurando evitar, mitigar ou compensar os efeitos dos impactos relevantes sob todos os aspectos como o ambiental, social (seg. do trabalho)

Sempre bom lembrar que qualquer sistema de avaliação de risco socioambiental deve possuir um certo número de diretrizes, que definem como serão executadas determinadas tarefas.

A avaliação de risco de impacto socioambiental inclui, entre suas etapas, a triagem, em que o projeto é enquadrado de acordo com seu grau de risco, definição do alcance do estudo de impacto socioambiental e sua elaboração, análise técnica do estudo, monitoramento e gestão socioambiental e acompanhamento.

O monitoramento deve ocorrer desde a implantação do projeto, seu funcionamento, até sua desativação, sendo peça fundamental da gestão do QSMS-RS & Sustentabilidade, que permitirá confirmar ou não as previsões feitas no estudo e constatar se o empreendimento atende às exigências legais, condicionantes da licença ambiental e contratos e alertar para a necessidade de ajustes.

A gestão socioambiental significa assegurar a implantação satisfatória do plano de monitoramento.

O que seria esta gestão?

A avaliação de risco, monitoramento e desempenho do seu SGI, compliance com os Princípios do Equador, Padrões de Desempenho socioambiental IFC e muitas outras.

Outro aspecto fundamental para evitar acidentes de grande impacto socioambientais é o acompanhamento, que inclui as tarefas de fiscalização, supervisão e auditoria.

Existem inúmeras ações, a serem seguidas à risca, que mitigam substancialmente o risco de ocorrência de um desastre

As organizações precisam incorporar e suas políticas de tomada de decisão, procedimentos de gestão de risco socioambiental que estabeleçam ações a serem implementadas, metas a serem alcançadas, responsabilidades legais e institucionais a serem conhecidas e observadas.

Devem estar preparados com um bom plano de gestão de crises e continuidades do negócio bem como uma equipe de pronta resposta imediata a emergências

Estamos juntos! 

Segurança não é um problema de complacência, é um problema de marketing.

Nunca na história tivemos tantos processos e procedimentos em segurança.

 Nunca na história tivemos profissionais de segurança mais qualificados trabalhando com empresas em todos os setores. 

Temos HOP, BBS, Seg. diferente 1, 2, 3 e X e contando, cada uma com uma ideia, filosofia e mimimimi.

E ainda assim, os acidentes acontecem, os KPIs estão aí para todos comprovarem 

Sinceramente, não precisamos de mais regras em segurança ou mimimi, de quem nunca bateu um prego na linha de frente no trecho ou chão de fábrica 

O que precisamos é de mais de nossos colaboradores para comprarem o que estamos tentando fazer em segurança.

 Isso não é um problema de processo, ou um problema de regras, ou mesmo um problema de complacência. 

É um problema de marketing. 

As pessoas compram coisas quando essa coisa melhora sua vida de alguma forma. 

Eles compram quando há uma vitória clara para eles. 

Então, qual é a vitória para o seu colaborador em segurança? 

Precisamos comunicar uma visão e um plano de segurança. 

Algo que faça seu pessoal querer estar envolvido, participar.

 Isso é muito mais do que alcançar o mínimo de conformidade.

 Precisamos dar aos nossos colaboradores algo para se reunirem, algo para comprar além de “porque é a lei”. 

Você já determinou o que é aceitável e o que é inaceitável com sua equipe? 

Se você não identificou e articulou o que é inaceitável, então você será confrontado com a decisão sempre.

 E se essa decisão variar da última decisão, você envia uma mensagem de inconsistência.

 Isso é péssimo para seu marketing!

Se aceitarmos um comportamento inaceitável, estamos comprometendo algo que achamos importante demais para comprometer.

 E é assim que acabamos com o inaceitável se tornando comum. 

Segurança não é uma questão de complacência. 

É um problema de inconsistência e inconsistência é má comercialização. 

Isso mina os valores, padrões e cultura do seu programa de segurança. 

Se um supervisor não for claro e franco sobre o que é aceitável e o que é inaceitável, a equipe de linha de frente caminhará sobre ovos em seu trabalho.

 Eles hesitarão em cometer um erro porque não estão claros sobre qual é o padrão.

Pessoas que abordam seu trabalho com incerteza cometem erros. 

Quando você está claro sobre o que é aceitável, você dá certeza ao seu pessoal.

 A certeza gera confiança. Confiança e certeza eliminam a complacência. 

Decida o que é aceitável e o que é inaceitável. 

Esse ato torna mais fácil para seus colaboradores e supervisores da linha de frente orientar seu trabalho de acordo. 

Os colaboradores fazem o que os supervisores fazem.

 A maior influência em uma equipe é o supervisor imediato.

 Lembre-se, os colaboradores não saem das organizações por causa de uma política da empresa ou por causa da equipe de alta gestão, saem por causa do relacionamento ruim com seu chefe imediato. 

Como quase 80% do trabalho de um supervisor é na comunicação, coaching, mentoria e motivação, é melhor que os supervisores tenham essas habilidades.

 Os colaboradores dependem de seu supervisor para poder fazê-lo razoavelmente bem. 

Um supervisor precisa intervir regularmente. 

Não para microgerenciar, mas para melhorar o desempenho e treinar. 

Da mesma forma que o treinador de um atleta falaria e ofereceria conselhos e instruções no momento, os supervisores precisam fazer o mesmo. 

Como supervisor, você precisa treiná-los ativamente, se comunicar com eles, motivá-los e orientá-los para ajudá-los a crescer. 

Especialmente quando o trabalho fica difícil. 

Dê-lhes instrução de habilidades. Fazê-los sentir que seu desempenho importa porque importa. 

Ajudá-los a depender de seus companheiros de equipe, como as equipes de esportes do campeonato fazem.

 Deixe cada um dos membros da sua equipe intensificar e brilhar com a coisa que eles fazem melhor. 

Uma equipe que se preocupa com os outros membros da equipe vai se preocupar com a segurança da equipe. 

Colaboradores não se importam com o que você se importa

Quando os colaboradores fazem algo que não faz sentido ou é autodestrutivo, não é porque eles são estúpidos. 

É mais provável que eles não acreditem no que você acredita, como compartilhar seus valores em segurança. 

Não é que eles não acreditem em segurança. Eles podem não ver segurança como você. 

Se você pedisse a 10 pessoas para falar sobre seu time favorito, você provavelmente teria 10 respostas diferentes. 

Mas nenhum deles estaria errado, já que o exercício pediu que falassem sobre Time.

 Agora, peça a 10 pessoas para falar sobre a imagem de segurança, e você terá 10 respostas diferentes novamente.

 E provavelmente nenhuma dessas imagens estariam erradas, simplesmente diferente da próxima. 

Você não pode simplesmente usar a palavra segurança e esperar que seu colaborador saiba exatamente o que isso significa para você. 

Você deve ajudá-los a ver o que você vê. Você precisa articular sua visão e seu plano de uma forma que eles vejam também. 

Antes de pedir a eles para comprar em segurança, você provavelmente deve ter certeza de que eles entendem exatamente o que você quer dizer. 

Não há Marketing sem Comunicação!!!

A maioria das organizações admitem que precisam de muita ajuda para se comunicarem entre si. 

Não é à toa que não conseguimos comprar universalmente para a segurança. 

Estamos comunicando errado. 

Segurança não é um problema de regras, ou problema de processo, ou mesmo um problema de complacência. 

É um problema de marketing. 

Não conseguimos entrar em segurança porque esperamos que nosso pessoal veja o que vemos sem ajudá-los com um nível específico de clareza. 

Isso é marketing ruim que raramente resulta.

E fazer mais do mesmo não vai te levar lá.

Você está comunicando os benefícios da participação dos colaboradores no programa de segurança?

Estamos juntos!

Plano de gestão de crise? Plano de continuidade de negócios? Sem gestão de riscos socioambientais, haja coração.

Meus colegas da segurança não irão gostar, mas a verdade é que acidente do trabalho não fecha uma organização totalmente, mas acidentes socioambientais e problemas com as comunidades encerram muitas operações!

Você conhece todos os seus riscos socioambientais? Não! acho bom conhecer, antes da próxima crise!

Vamos deixar uma questão bem clara aqui, todo acidente é uma crise, e assim deve ser tratado

Se você acha que só acontece com as outras organizações, pode parar por aqui, pois esse texto não é para você

Como já passei muitas em várias, sinto-me a vontade de falar um pouco sobre o assunto .

Antes de iniciarmos o processo de gestão de crises com grandes impactos socioambientais, precisamos entender a diferença entre gestão e gerenciamento.

A gestão de crise é um processo que começa com a identificação de possíveis temas que possam trazer danos operacionais a organização, conhecidos como riscos.

Ou seja, a gestão começa muito antes da” vaca ir para brejo “, representando um processo preventivo.

Já o gerenciamento de crises são as medidas corretivas que sua organização vai aplicar na hora que a crise já estiver em curso, na realidade é o que você faz para apagar incêndio, tentando controlar para que o dano não se agrave, se é que é possível!

Seguem nossas sugestões baseadas pelo que já passamos e aprendemos nessas décadas na área de QSMS-RS & Sustentabilidade em gestão de crises e gerenciamento.

A diferença entre os dois é enorme e precisa de muita dedicação.

Na primeira fase, trabalhamos antecipadamente para identificar e mitigar riscos, e depois temos que reduzir os impactos causados pela falta prévia de gestão.

Não basta ter uma série de procedimentos e coleção de manuais para prevenir crises.

Se fosse assim, tudo seria mais simples, não é mesmo?

Primeiro, precisamos dividir o trabalho de gestão de crises em três etapas:

Ø Pré-crise,

Ø Durante a crise.

Ø Pós crise.

Em cada um desses momentos, teremos passos e etapas específicas para seguir:

Pré-crise

Ø Mapeamento de riscos

Ø Construção da matriz de risco

Ø Criação de um plano de ação considerando os stakeholders impactados;

Ø Elaboração de procedimentos realísticos;

Ø Realização de exercícios de simulados (Sem data e hora marcada, por favor!)

Durante a crise

O gerenciamento é o conjunto de ações e procedimentos adotados pela equipe quando ela já está no cerne da crise, compreende:

Ø Avaliação da situação e extensão da crise

Ø Mapeamentos dos stakeholders envolvidos;

Ø Acionamento do comitê de crise;

Ø Comunicação rápida com os impactados (comunidades), colaboradores, mídias sociais e stakeholders;

Ø Monitoramento constante;

Ø Execução do plano de ação e medidas corretivas.

      Pós Crise

É hora de avaliar os danos e anotar os aprendizados, ou seja, a famosa reunião de gestão de lições aprendidas

Ø Análise crítica da atuação dos participantes na crise direta e indiretamente no gerenciamento;

Ø O que deu errado, o que deu certo, o que faltou em nosso procedimento, nova matriz de risco etc. 

Ø Enumere os aprendizados

Ø Analise os conteúdos publicados nas mídias;

Ø Reflita sobre pontos de melhoria nos procedimentos internos, reavaliar a matriz de risco e seu PAE.

Você nunca sai de uma crise, mesmo que seja um acidente dentro das paredes da organização da mesma maneira que você entrou.

Lembre-se, conselho de quem tem muitas cicatrizes desde pequenos a grandes acidentes tanto de trabalho como socioambientais.

“TODO PLANO DE EMERGÊNCIA, É O MELHOR DO MUNDO ATÉ O PRIMEIRO ACIDENTE /CRISE “

Estamos juntos!

Pronto para uma auditoria de SGA? Due Diligence?

Logo cedo recebo uma chamada, Roberto seja bonzinho, e fale para sua equipe pegar leve!!!

Demorei assimilar um pouco durante a chamada, para entender do que o colega estava falando.

Na realidade, tínhamos sido contratados para uma série de auditorias Ambiental e Segurança e due Diligence nos ativos daquelas organizações, pois a direção pensava em vender ou realizar um IPO, não estavam bem certos ainda!

Antes de uma organização envolver-se em processos mencionados acima, muitos que trabalham na área ficam preocupados, de como estarem preparados.

A verdade é que tendo uma pessoa ou equipe verificando seu trabalho normalmente cria alguma tensão e medo entre os muitos, mesmo se não é a primeira vez que passam por esse processo.

Mas se você está em dia (compliance), tem um sistema de gestão robusto, não a nada a temer, até por que não conheço ninguém 100% em tudo, e para isso existe os planos de ação.

Vamos juntos ponto a ponto, para facilitar na próxima auditoria ou due Diligence que vocês tiverem que passar. 

 Como se preparar; 

Ø Comunique o escopo da auditoria/due diligence e agenda

Ø Certifique-se de contatos-chave estão disponíveis para entrevista

Ø Verifique se os gestores podem claramente descrever seu SGA com precisão

Ø Providencie acesso da equipe a documentação o mais rápido possível

Ø Planejar a logística para a equipe da visita, durante o processo (não irrita a turma rsrs) 

Os gestores de cada área devem estar atentos para; 

Ø Familiarizar-se com os documentos em sua área

Ø Saber percorrer a área para um controle nas operações

Ø Verifique se que somente documentos válidos estão sendo usados

Ø Identificar os registros que comprovam as exigências

Ø Esteja preparado para compartilhar os resultados de desempenho para área

Ø Certifique-se de que as áreas de trabalho são limpas e ordenada

Ø Confirmar que o passado de não conformidades foram feitos

Ø Participar nas reuniões prévias 

Ø Conhecer os sistemas de gestão e como ele opera

Ø Entender o plano de auditoria e funcional áreas

Ø Estar disponível, ficando junto a equipe de auditoria

Os colaboradores nas áreas devem:

Ø Entender a política dos seus sistemas de gestão e suas funções

Ø Preparar-se através da participação em auditorias internas

Ø Saber onde estão seus documentos localizados

Ø Ser capaz de recuperar rapidamente sua registros

Ø Saber como reagir ao auditor perguntas

Ø Preparar -se para demonstrar suas atividades

Ø Lembre-se de objetivos do SGA para seus área 

Colaboradores devem estar prontos para responder questões, tais como: 

Ø Qual é o objetivo geral do seu SGA presente no processo da operação?

Ø Descrever o seu trabalho e responsabilidades.

Ø Existem recursos necessários para seu SGA?

Ø Como sabe o que fazer?

Ø Sua participação em treinamentos

Claro que não está tudo aí, até por que cada auditor ou equipe tem sua maneira de trabalhar, principalmente aqueles que tem muita experiência e conhecimento na área em questão

Estamos juntos!

Sua atitude em segurança é tudo na sua vida profissional!

Motivar os colaboradores a trabalhar em segurança faz parte do trabalho do profissional de segurança.

 Mas quem motiva o motivador? 

Sua atitude importa.

 Isso porque determina a maneira como você aborda ou sente sobre algo, que por sua vez afetará diretamente seu comportamento. 

Por exemplo, se você tem uma atitude negativa sobre exercícios, é menos provável que você dê certo. 

Sua atitude também afeta seu julgamento. 

Entrar em uma reunião com uma atitude negativa pode lhe dar um forte viés de confirmação, que estimula você a ser irracional e argumentativo. 

E sua atitude geral sobre a vida pode manchar ou alegrar sua experiência diária. 

Como melhorar sua atitude?

Cientistas sociais e pesquisadores descobriram que todos nós temos uma linha de base emocional. 

Algumas pessoas naturalmente têm uma atitude mais feliz do que outras.

 Nosso ambiente e hábitos podem mudar isso e mover nossa linha de base para cima ou para baixo. 

Um poderoso contribuinte ambiental para sua mentalidade são as pessoas com quem você interage regularmente. 

Se eles são alegres, é mais provável que você seja alegre.

 Se eles são miseráveis, vai te forçar a sentir o mesmo. 

Porque com quem “saímos” tem uma forte influência em nossa atitude, por mais dura que possa parecer, é a grande verdade. 

Você tem três tipos principais de pensamentos. 

Um deles: pensamentos aleatórios que aparecem sem razão aparente. 

Depois que eu me acomodei no meu travesseiro e começo a notar minha respiração por um pouco, pensamentos aleatórios aparecem em minha mente. 

Muitas vezes, eles são sobre algo que eu planejo fazer mais tarde no dia ou algo recente que aconteceu comigo, mas eu nunca sei por que uma categoria de pensamento aparece. 

Não há muito que você possa fazer sobre esse tipo de pensamento. 

Então há pensamentos estimulados aqueles provocados pelo seu ambiente. 

Você descasca uma laranja e isso tem lembra um sítio ou fazendo quando você era criança.

 Pensamentos deliberados, no entanto, você pode controlar, e eles são os únicos que podem moldar sua atitude. 

Quando acordo, os primeiros pensamentos que tenho podem ocorrer espontaneamente. 

Às vezes acordo com pensamentos ansiosos. 

Mas depois de um momento, posso criar pensamentos propositadamente encorajadores e inspiradores. 

Eu digo a mim mesmo, “Vai ser um lindo dia para estar vivo”, ou algo parecido. 

Mais tarde, se vou me encontrar com um cliente ou trabalhar em um projeto, vou pensar deliberadamente: “Esta vai ser uma reunião divertida” ou “Eu vou gostar de fazer esse projeto hoje.” 

Você pode fazer o mesmo.

 Antes de realizar sua inspeção no local de trabalho, diga a si mesmo: “Vou gostar disso, e hoje vai ser um dia produtivo para segurança “

 Você aparecerá com uma atitude brilhante e talvez inspire outros ao seu redor a fazer o mesmo.

A final de contas LIDERANÇA EM SEGURANÇA é inspirar os outros, ou não?

Estamos juntos!

Em ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade, gestão de lições aprendidas vale ouro, para quem está na luta do dia a dia!

Antes de realizar minhas apresentações/palestras, tenho por costume não participar das outras, por uma questão de foco.

Abro exceções para palestrantes que tenham realmente vivência e experiência na área de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade na linha de frente/linha de fogo por um longo tempo.

Não tenho nada contra acadêmicos, achistas de momento, os que são de escritórios ou passaram uma breve temporada na linha de frente e se acreditam ser experts para falar grosso.

Sempre procuro por “lições aprendidas” de quem realmente sentiu na pele as dificuldades em implantar uma gestão ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade em corporações.

Mas como estava tranquilo neste dia no auditório da União Africana, resolvi dar uma espiadinha em alguns dos palestrantes.

Um destes nos seus 30 e poucos anos, consultor de Sustentabilidade, falava muito bem e ditava regras sobre como ser sustentável nas empresas, metodologia, e o pessoal adorou.

Todos anotando e levando como regra daqui para frente.

 Outro, falava sobre como implantar um sistema de segurança do trabalho nas empresas.

Outro sobre lidar com acidentes socioambientais (nunca tinha participado em nenhum evento real, só simulados sobre o assunto).

Todos aplaudidíssimos pelo público e no final das suas apresentações ditaram as regras do sucesso.

E todos com livros publicados!!

Todos eles com poucos anos de experiência ou nenhuma em função de gestor em grandes corporações (nada como o LinkedIn para fuçar).

Eu realmente admiro a coragem dessas pessoas em ditar regras, fórmulas em nossa área, parece fácil, mas….

Se nunca trabalharam na linha de frente, não tem a menor ideia do que é custo /benefício, pressão da produção, nem sempre a alta direção está ligada nas questões de nossa área, fora acidentes de percurso e total falta de engajamento dos colaboradores.

Como podem falar com tanta propriedade?

Sei não!

“Só sei que nada sei” / Sócrates, cada vez mais funciona muito bem para mim.

À medida que vou acumulando experiência sobre um assunto, percebo o quanto ainda tenho para aprender sobre ele.

A distância da teoria para prática na vivência corporativa do dia a dia é grande.

Ainda não aprendi a fórmula do sucesso em nossa área, e se é que existe, mas de uma coisa eu sei.

Você não é pago para cometer os mesmos erros e devemos e podemos aprender com os erros dos outros sim!

Prestem atenção neste colega que vos fala que já errou muitoooooo, para não cometer os mesmos equívocos.

Essa é minha sugestão

Estamos juntos!

Construir uma cultura de segurança a longo prazo, começa agora !

Quando começamos um trabalho com nossos clientes, essa é uma das perguntas mais frequentes que escuto.

Quando estará implantado uma cultura de segurança forte aqui na minha organização?

O que vocês responderiam?

Uma série de ações positivas de curto prazo e mudanças nos processos de segurança podem fazer uma diferença duradoura. 

A “segurança no local de trabalho” tornou-se a frase de ordem em 2020, uma vez que a pandemia tornou as preocupações de segurança relacionadas à disseminação do COVID-19 uma prioridade máxima para a maioria dos líderes empresariais. 

Defender todos os aspectos da segurança no local de trabalho desde a manutenção de saúde pública até a mudança de práticas e processos até a previsão de lesões, danos materiais e outras questões de liderança.

Segurança é tudo sobre as pessoas, e construir uma cultura de segurança é sobre incutir comportamentos que se tornam a norma. 

Não é algo realizado em um curto espaço de tempo normalmente, leva de cinco a dez anos (baseado em minha vivência e experiência) e requer patrocínio executivo.

E é evidenciado por uma resistência em toda a empresa a condições precárias e comportamentos de risco.

 Mas ações positivas de curto prazo e mudanças nos processos e sistemas de segurança podem, com o tempo, contribuir para a construção dessa cultura. 

Sim, isso inclui organizações tomando medidas para proteger seus colaboradores de serem infectados pelo Coronavírus. 

Mas isso também significa que os próprios se intensificam para evitar espalhá-lo para seus colegas.

 A segurança no local de trabalho abrange todos os fatores que afetam a segurança, a saúde e o bem-estar de todos incluindo condições e processos. 

Entre as empresas com quem trabalho, algumas parecem estar bem no caminho para alcançar essa cultura. 

Outros estão fazendo mudanças e chegarão lá em algum momento. 

Ainda assim, outros têm uma longa jornada pela frente, e podem nunca o fazer sem alterar seu estilo, pensamento e/ou abordagem. 

Aqui estão alguns sinais (ou seja, indicadores líderes) que vejo nas corporações construindo com sucesso uma cultura de segurança. 

Colaboradores mais engajados e capacitados

A “cultura” de uma organização é uma construção teórica, desenvolvida ao longo do tempo. 

Quando visito organizações, costumo focar mais no “clima” organizacional as coisas que acontecem no dia a dia que são impactantes e podem ser vistas como proxies para a cultura abrangente. 

Descobri que um clima é mais forte por um alto nível de engajamento entre líderes e funcionários. 

Isso significa que a maioria das pessoas sente que é uma parte vital da organização.

 Essa interação é propícia para líderes e colaboradores dispostos a trabalhar juntos para criar regras, diretrizes e práticas de segurança, e em seguida, focar na identificação de lacunas nos processos e sistemas que dificultam o seguimento desses princípios. 

Ao engajar ativamente seus funcionários de forma proativa, você alcançará o verdadeiro empoderamento. 

Maior ênfase em medidas proativas e métricas de segurança

 Muitas organizações se concentram principalmente no que eu chamo de “indicadores de atraso“: a taxa de lesões, o número de incidentes, danos materiais, paralisações de trabalho, e assim por diante.

 Estes são importantes para rastrear, com certeza. 

Mas todos eles vêm depois do fato.

 Culturas fortes são “preditivas e não reativas”. 

Que tal colocar uma prioridade maior nos principais indicadores, tais como: 

● Quais são nossos Kpis de treinamento e número de pessoas treinadas? 

● Qual é a nossa pontuação em nossas auditorias corporativas? 

● Quão rapidamente estamos fechando questões abertas? 

● Estamos fornecendo feedback aos colaboradores? 

● Estamos tomando a iniciativa de ter conversas positivas sobre segurança? 

Além disso, muitas organizações usam caminhadas de segurança como oportunidades para “envergonhar e culpar” as pessoas pegas no ato de fazer algo arriscado. 

Essa “gestão pelas regras” também não é proativa e pode não induzir mudanças de longo prazo.

 De fato, a “gestão” de segurança de descoberta de falhas e de cima para baixo pode, em vez disso, criar uma cultura de medo e evasão. 

Em geral, as pessoas estão mais motivadas para alcançar resultados positivos, em vez de evitar resultados negativos. 

Construir uma cultura de segurança requer uma abordagem proativa, com a maior parte do aprendizado proporcionado na parte frontal. 

 Movendo a segurança de “Outside-in” para “Inside-out”

Um gerente pode dizer ao seu membro da equipe: “Preciso que use seus óculos de segurança porque é uma regra.

” Esse tipo de “gestão de segurança” é o que eu chamo de foco na segurança de fora para dentro, significa se importar menos com a pessoa e mais em ter certeza de que está seguindo as regras. 

Também habita mais no “o que eu preciso que você faça” em vez do “por que faz sentido fazê-lo”. 

Mais impactantes “líderes de segurança” valorizam a criação de conversas de segurança. 

Eles podem mostrar mais empatia dizendo algo como:

 “Ei, eu sei que está quente lá dentro, e esses óculos estão embaçando e tornando difícil de ver. Mas não quero ver você se machucar ou perder a visão. 

Então, vamos ter certeza de que você usa seus óculos para evitar que você se machuque e defina um exemplo seguro para os outros.” 

Dessa forma, as pessoas se motivam de dentro para fora ouvindo menos sobre as regras e mais sobre sua segurança pessoal.

 É provável que eles não só façam o que você pede, mas também tomarão decisões mais seguras depois disso. 

As pessoas estão muito mais motivadas a fazer coisas em que acreditam em vez de fazer algo simplesmente porque é uma regra. 

Por exemplo, forçá-los a usar seus óculos por causa das regras pode persuadi-los a fazer exatamente isso, mas apenas isso. 

Focar em sua segurança acima e além das regras pode motivá-los a usar não apenas seus óculos, mas também suas luvas e revestimentos faciais, e manter seis metros de distância dos outros, para dar um exemplo seguro para seus colegas de trabalho. 

 Sinalização que relaciona a segurança para ajudá-lo e outros

Eu vejo um monte de sinais postados nas empresas que visito, e alguns gritam com zeros vermelhos com linhas através deles e a palavra “NÃO!” distribuído por toda parte. 

É necessário ser condescendente com os colaboradores para obter o comportamento desejado? Em culturas de segurança de classe mundial, acho que não. 

Vamos dar um sinal comum na pandemia atual: “Lave as mãos”. 

Isso diz exatamente o que você deve fazer. 

Ou “Lave as mãos por pelo menos 20 segundos.” 

Que tal, “Lave as mãos por 20 segundos para salvar sua família, amigos e colegas de trabalho de obter COVID-19”?

 Esse tipo de mensagem pode motivar melhor; isso os ajuda a internalizar porque estão lavando e perceber que estão fazendo isso também para colegas de trabalho, família, amigos e suas comunidades. 

Segurança que é tornada conveniente

As pessoas são muitas vezes impulsionadas pelo que é mais rápido, mais confortável e mais conveniente.

 Pedir aos colaboradores para lavar as mãos antes de ir para a sala de descanso quando os banheiros estão a alguma distância em outra direção pode não ser rápido ou conveniente. 

Colocar estações temporárias de lavagem de mãos no caminho para a sala de descanso, por exemplo, tornará mais fácil fazer a coisa segura. 

São sinais que demonstram o compromisso de uma empresa com um local de trabalho mais seguro e a construção de uma cultura de segurança.

Segurança é sobre as pessoas.

 Ter conversas ao invés de ditar regras. 

Ajudar os colaboradores a olhar uns para os outros e se concentrar no “porquê”, não no “o quê”. 

Leva tempo para construir uma cultura de segurança, mas geralmente vale a pena! 

Estamos juntos!

Identificação e avaliação de aspectos ambientais, base do seu SGA é fundamental para seu PGR (Plano de gestão de riscos socioambientais) base do ESG.

Agora implantando o ESG e gestão de riscos de impactos socioambientais em diversas organizações

Em nossas due diligencies iniciais em revisões dos PGRs e PAEs é comum encontrar a falta da inclusão de todos os aspectos socioambientais em sua matriz de risco ou plano de mitigação para possíveis ocorrência de acidentes.

Identificação e avaliação de aspectos ambientais significativos, especialmente na fase de planejamento, é a parte de máxima importância do seu SGA.

Entender os aspectos e impactos ambientais é um dos fatores de sucesso chave da implementação de um SGA em conformidade com a ISO 14001.

 Na linguagem da ISO 14001, “um aspecto ambiental é um elemento das atividades, produtos ou serviços de uma organização que tem ou pode ter um impacto no ambiente”.

Um aspecto ambiental é a forma como sua atividade, serviço ou produto impacta o ambiente.

Por exemplo, um dos aspectos ambientais da lavagem de carros pode ser um agente de limpeza que tem o potencial de poluir a água (esta poluição é o impacto ambiental).

Um impacto ambiental é uma mudança no ambiente.

Impactos ambientais são causados por aspectos ambientais.

Agora, é importante você possuir uma visão ampliada da sua percepção de riscos ambientais da sua organização

Saber identificar os riscos (aspectos), é básico para ter um PGR ou PAE dentro das expectativas se houver um acidente

Seguem algumas das nossas sugestões, esperamos ajudar 

 Definição do escopo do SGA

Antes de iniciar a lida com aspectos e impactos ambientais, você deveria primeiro definir o escopo do SGA.

Você pode escolher aplicar a ISO 14001 em toda a organização, ou apenas para uma unidade, localização ou produto específico.

 Uma vez que você tenha tomado esta decisão você definiu o escopo do SGA.

 Daí em diante, todas as atividades, serviços e produtos que estão dentro do seu escopo definido têm que ser levadas em consideração quando você definir aspectos e impactos ambientais.

 Identificação de aspectos ambientais

Primeiro, expliquemos os termos atividade, serviço e produto.

Uma atividade é uma parte do núcleo do negócio (ex.: etapas do processo de produção). Serviço significa um serviço auxiliar que apoia as atividades núcleo (ex.: caldeiras, aquecedores & resfriamento, manutenção).

Um produto são as mercadorias que você oferece para o mercado.

 Um aspecto ambiental do produto poderia ser, por exemplo, embalagem do produto, ou nível de capacidade de reciclagem do produto ao final de seu ciclo de vida.

Como a ISO 14001 declara, “A organização deverá estabelecer um procedimento para identificar aspectos ambientais e determine aqueles aspectos que tem ou podem ter um impacto significativo no ambiente”.

Você deveria também manter um registro dos aspectos ambientais, que são mantidos atualizados e levados em conta no planejamento de atividades, produtos ou serviços novos ou modificados.

Aspectos podem ser divididos em diretos e indiretos.

 Aspectos ambientais diretos estão associados com atividades, produtos e serviços da própria organização, sobre os quais ela tem controle gerencia direto (ex.: como você gerencia resíduos em suas instalações).

Contudo, para organizações não industriais o foco frequentemente será em aspectos ambientais indiretos de suas atividades (ex.: como seus subcontratados gerenciam resíduos em suas instalações, aspectos controlados em cadeia, aspectos controlados pelo cliente).

De forma a identificar seus aspectos ambientais você precisa estudar como as atividades, produtos e serviços de sua organização afetam o ambiente.

A identificação de aspectos ambientais frequentemente considera, por exemplo, emissões no ar, liberações na água e em terra, uso de matéria prima, desperdício e recursos naturais, impactos na biodiversidade etc.

Quando da identificação de aspectos ambientais, todas as partes das operações da organização no escopo definido têm que ser consideradas, não apenas as atividades núcleo de manufatura ou de serviço.

 Por exemplo, muitas instalações possuem um departamento de manutenção, escritórios, uma cantina, sistemas de aquecimento e resfriamento, estacionamento de veículos e atividades de empreiteiros e fornecedores cada uma das quais pode ter um impacto no ambiente.

Várias técnicas podem ser usadas para compilar uma lista detalhada de aspectos e impactos ambientais em uma instalação ex.: método da cadeia de valor, método do fluxo de processos, identificação de materiais, método da conformidade com requisitos legais etc.

Uma boa prática é envolver uma equipe multifuncional de áreas chave da operação.

Para cada tipo de atividade, produto ou serviço, você precisa listar seu aspecto ambiental único isto resultará em uma lista ou matriz geral de aspectos e impactos.

Avaliação de aspectos ambientais significativos

O propósito da avaliação de aspectos ambientais significativos é focar no qual mais importa (ex.: regra dos 20-80/Pareto).

Você não precisa gerir todos os aspectos ambientais, apenas aqueles que são, de acordo como seus próprios critérios, declarados significativos.

Aspectos ambientais significativos são o principal foco do sistema de gestão ambiental de sua organização.

Dependendo do tipo, natureza, e complexidade de uma organização, existem muitas técnicas disponíveis para conduzir uma avaliação para determinar a significância dos aspectos ambientais. Ao avaliar a significância você deveria considerar:

Ø potencial para causar dano ambiental

Ø tamanho e frequência do aspecto

Ø importância para as partes interessadas da organização

Ø requisitos de legislação ambiental relevante

Cada organização deve estabelecer seus próprios critérios para significância baseados em uma análise crítica sistemática de seus aspectos ambientais e seus atuais e potenciais impactos.

Gerenciando aspectos ambientais significativos

Cada aspecto significativo deveria ser trazido sob controle pelo estabelecimento de um ou mais dos seguintes controles: pessoa responsável, plano de treinamento), ou procedimento, lista de verificação e/ou cronograma de manutenção.

 O nível de controle deveria ser apropriado a natureza do risco do aspecto significativo.

Cada um dos itens anteriores é uma parte da rotina de trabalho diária.

Um SGA pode frequentemente ser mais complicado do que o necessário.

A chave para qualquer SGA eficaz é ter os aspectos ambientais certos desde o começo.

A identificação apropriada de aspectos ambientais não apenas economizará seu tempo, mas também permitirá a você atingir grandes benefícios com seu SGA uma vez que ele esteja implementado.

Estamos juntos!

Planejamento em segurança não é exclusivo para o local de trabalho, começa na sua casa!

Segurança também deve ser praticada em casa, ou não?

Enquanto Kpis de alguns tipos de acidentes no trabalho continuam a diminuir, o número e a taxa de mortes não intencionais em casa estão subindo passos alarmantes.

 Esses eventos são um lembrete solene que segurança não deveria acabar quando volta para casa.

De acordo com dados do governo, o n. º 1 em mortes não intencional é intoxicação por drogas.

Acidentes de automóvel estão em segundo lugar, seguido por quedas em casa.

Lemos manchetes todos os dias sobre as pessoas que participam com comportamentos que levam à morte ou lesão, tais como não trancar medicamentos, mensagens de texto enquanto dirige, alcoolizado, não usar equipamento de proteção, ao subir uma escada e muitos mais.

Como colaborador, esperamos que você não replique esses tipos de comportamentos no trabalho.

Em casa, o ambiente é diferente? Não, você pode e deve repetir o comportamento seguro como no trabalho 

O objetivo da segurança total é levar as pessoas a modelar comportamentos de trabalho seguro e incutir-lhes em casa.

Como isso pode acontecer? Simples: Pratique o comportamento seguro no trabalho, o que reforça a segurança em casa, sempre que o risco potencial está em jogo.

Isso parece lógico, mas isso não é necessariamente sempre o caso.

Afinal, no trabalho, temos um rigoroso processo em direção a segurança que envolve propositadamente parando para pensar na segurança com um planejamento.

Esse processo leva o pensamento do colaborador para o que chamamos de “modo lento.”

O modo lento é lógico, planeja as coisas, pense em etapas, e em sequência.

É uma abordagem metódica para segurança.

Mas, na maioria das vezes, nós funcionamos em “modo rápido” porque é mais eficiente e obtém tarefas feitas mais rápido.

Quando estamos em casa e temos que fazer uma tarefa, só queremos fazê-lo.

Não há nenhum gatilho para dizer que não te deixam de fazer esse trabalho sem um plano de trabalho. Ou uma avaliação de risco.

O que acontece se uma lâmpada a três metros de altura de 3 metros precisa ser trocada em casa?

 Poderíamos colocar uma cadeira na mesa para mudá-lo para fazer o trabalho mais rapidamente.

Como resultado, o trabalho é feito sem nenhum incidente.

 Seis meses mais tarde, quando a outra lâmpada queimar, faço a mesma coisa.

Se eu fizer isso 100 vezes e os resultados são sempre os mesmos, vou continuar a repetir esse comportamento.

 Mas deveríamos mudar para um novo comportamento seguro para trocar a lâmpada, poderíamos ter um membro da família ou vizinho para segurar a escada para mim, não custa nada!

Se toda vez que faço o trabalho dessa forma e tenho resultados positivos, este é o comportamento eu vou repetir no futuro.

No trabalho, a segurança é esperada, incentivada e reforçada, com um comportamento seguro

 Mas em casa, exige mudar essa abordagem para reduzir o comportamento em situação de risco.

Quando pedimos as pessoas que descrevam algo que fizeram em casa onde ficam expostos ao risco, na maioria das vezes, descrevem uma situação em que sua segurança estava em perigo, mas nada de ruim aconteceu.

 Por exemplo, um rapaz sobe uma árvore usando uma escada enquanto carregava um motosserra para cortar alguns galhos.

A escada cai, ele cai e a motosserra quase acerta.

Ele descreve isto e diz, “Certo essa foi por pouco”.

 Sem danos, sem falta. “Vamos voltar lá e terminar o trabalho.”

 Mas algo aconteceu! É o que chamamos de um “quase acidente “.

Estamos tentando levar as pessoas a refletir sobre os que poderia levar a um resultado de alteração e depois levá-los a dar um passo atrás e descobrir uma maneira diferente de abordar esse trabalho” quase-acidentes”.

Mudanças não podem envolver só uma pessoa, todos têm que estar juntos.

Isso é realmente importante quando você está participando de uma atividade potencialmente fatal.

Você sempre deve dar um passo atrás, planejar a tarefa na sequência correta e envolver toda sua família na conversa.

Segurança começa em casa, continua em casa depois do trabalho!

Dê o exemplo!

Estamos juntos!

Treinamentos em Segurança do trabalho X Realidade Virtual, um grande passo na gestão de RISCOS!

A famosa tecnologia 4.0 chegou faz tempo e não tem mais volta, e para os treinamentos em EAD, são os últimos minutos da sua existência.

Para enfrentar os desafios em nossa gestão, precisamos muitas vezes ser intuitivos e baseados em nossas experiências tomamos nossas decisões para simplificar os treinamentos e aprendizagem de nossos colaboradores, no intuito de máxima compreensão por parte deles dos RISCOS etc.

Nosso maior desafio e dar suporte as decisões que envolvem riscos as atividades especialmente em segmentos onde o risco é alto como a construção energia, óleo e gás mineração, portos e manuseio com produtos químicos.

Todos irão concordar que os risco presentes aos colaboradores da linha de frente às vezes supera aos treinamentos comportamentais da sala de aula, EAD e onde a flexibilidade do entendimento em certas situações pode ser fatal

Os desenvolvimentos de tecnologias de treinamento e simulados têm sido usados como por exemplo para treinar pilotos na aviação e submarinos a algum tempo e agora estão aí para ajudar a nós profissionais com a realidade Virtual ou RV.

Os pilotos passam por treinamentos em simuladores que imitam o voo com a visualização, do painel, controles e cockpit onde possam sentir e passar por situações que necessitam uma pronta reposta.

Durante suas carreiras, voltam aos simulados com certa periodicidade, ou para novas informações, atualizações e até mesmo para validar os treinamentos e sua eficiência relacionadas com problemas ou desafios específicos 

Isso com muita precisão, com tomada de tempo de resposta, comportamento condicionado para tais desafios bem perto de condições realistas e ainda com risco zero real de segurança de voo.

Tecnologias RV são construídas projetando e simulando condições reais em torno de um usuário com a ajuda de mapas 3D e audiovisuais.

 Estes são ativados por fones de ouvido RV que envolvem a mente do usuário através do sistema de feedback de áudio, visual e tátil para replicar as situações e condições de vida real.

Algumas das aplicações que tecnologia VR atualmente está sendo testada sob diretas são:

Treinamento de tecnologia médica, Robótica, Jogos e aprendizagem aliada, Militares e operações de defesa

A promessa do sistema baseado no gabarito e “replicação realista” é onde RV torna-se de grande interesse para o domínio do QSMS-RS.

Os Treinamentos são definidos para obter o máximo de tecnologias RV no domínio da segurança do trabalho como :Treinamentos de segurança, Trabalho espaço confinado, integração de canteiro de obras e muitas outras situações

E não podemos esquecer em operações de máquina complexa, risco operacional e foco de gestão integrada de riscos na precisão de assegurar a execução da tarefa, por exemplo, a complexa perigosa autorização para trabalhar o procedimento exigiria vários critérios que escalar e avançar dentro de um fluxo de trabalho digital.

Treinamentos de RV podem simplificar este procedimento, introduzindo o conceito de “passo a passo”.

 A equipe de trabalho pode ser ensinada a executar e entregar a tarefa antes da manipulação ou enfrentar riscos categóricos.

Demonstração passo a passo pode ser feita em RV para desenvolver a compreensão de novos sites ou extensões nas instalações já instaladas gestão pode experimentar os resultados antes mesmo de eles ter visto eles na realidade.

A complexidade do RV atualmente possui alguns desconfortos as vezes, pois envolve reflexos significando uma sensação de vomitar se o assunto é exposto por muito tempo.

Este é exclusivo para o mecanismo inerente de “ver com os olhos abertos “e em seguida identificar a realidade ao invés de fones de ouvido.

Períodos prolongados de fone de ouvido e RV tornar-se demasiado para a mente provocando náuseas e tontura

No entanto, esse desafio já foi assumido pelas forças de defesa através de condicionamento.

Condicionamento físico e mental ao RV e ambiente tornou possível para os seres humanos aprender mais com essa tecnologia.

Mas o próximo nível de aprendizagem através de RV será feito possível no gerenciamento de desempenho de ativos.

O software e interfaces que controlam plantas modernas de fabricação e produção de instalação são muito complexas, mesmo com suas plantas detalhadas.

Sua manutenção operacional e monitoramento (tendo um backup para um backup) confiariam em RV com base em formação e ambientes de aprendizagem.

A complexidade pode ser replicada com notável precisão e aprendizados situacionais, objetivos e exercícios baseados em tarefas que são possibilitados sem encerrar as operações.

As aprendizagens demonstram melhor retenção das informações passadas e tratadas através de simulação do que foi aprendido utilizando a RV

O ponto correto de implantação e uma análise de requisitos bem compreendida seriam necessários para transformar a RV na nova realidade de segurança em um local de trabalho perto de você.

Futuro chegou, e nada como uma nova ferramenta para ajudar você meu como ela a buscar a excelência em treinamento na área de QSMS-RS

Estamos juntos! 

Focar em comportamento é fundamental.

Há mais de 40 anos, a segurança baseada em comportamento tem sido de interesse na gestão de segurança.

E não é de admirar;

A ciência da mudança de comportamento aplica-se perfeitamente ao mundo real dos problemas de segurança no local de trabalho.

No entanto, quando ideias se tornam populares, elas tendem a tornar-se modismos e serem simplificadas.

 Organizações que implementam sistemas BBS muito simplificados estão enganando a si mesmos.

Eu acredito no comportamento seguro, ou seja, baseado na ciência e centrado no sistema BBS.

 Com foco no BBS, os benefícios começam com a segurança, mas vão na sequência da mudança de como pensam e operam as organizações

Vamos olhar como foco o sistema BBS difere dos simplistas.

Na versão simplista, o foco é estreito: simplesmente melhorar o comportamento de segurança dos colaboradores.

 Especialistas em compilar uma lista de comportamentos inseguros acreditam que podem levar a lesões e incidentes.

 Com a elaboração de uma lista do” especialista em BBS “, observam fornecem um feedback para fazer com que os colaboradores adotem o comportamento seguro rapidamente e eficientemente quanto possível.

Esta visão é equivocada, por várias razões:

Não há nenhuma garantia de que os comportamentos, identificados são críticos para o local de trabalho.

Sem o engajamento dos colaboradores, eles, se ressentem do feedback e resistem a mudar seu comportamento.

A razão pela qual os colaboradores muitas vezes correm perigo, é porque os sistemas em que estão trabalhando torna-os difíceis ou mesmo impossível de fazer seus trabalhos sem correr riscos.

Só e simplesmente tentar alterar ou gerenciar o comportamento, em vez de alterar o sistema, não dá né, venhamos e convenhamos a” exposição ao risco ainda está lá.”

Aqui está um exemplo: um encanador e um ajudante precisam mudar uma junta em uma linha fixada na parede.

 Ambos com EPIs, a linha não é de produtos químicos, então, em teoria, é uma operação segura.

No entanto, para tirar os flanges do meio e separá-los eles devem afrouxar os parafusos.

Isto significa que o auxiliar deve ficar na frente do pipeline para alcançar, puxar e afrouxar os parafusos.

Como ele faz isso, esquenta o flange com um maçarico no máximo até soltar os parafusos e nesse processo queima seus auxiliares.

A localização do flange exigia que ele ficasse na linha de fogo para soltá-lo.

Se existisse uma boa orientação da segurança deveria ter ensinado os colaboradores a ter mais cuidado quando para afrouxar os parafusos.

 E uma boa gestão deve pedir a manutenção para alterar o local dos parafusos, para que na próxima, não existisse essa complicação de expor o colaborador na linha de fogo.

Se a alteração for feita, o potencial de uma exposição é reduzido talvez até mesmo eliminados.

Obviamente, essa solução baseada no sistema é a melhor solução.

O comportamento seguro (BBS) focado no sistema, busca, encontrar, reduzir ou eliminar riscos que levam a acidentes, e melhorar os sistemas que executam nas operações.

Para ser bem-sucedido, este esforço deve envolver todos os níveis da hierarquia na organização 

 A gestão deve definir objetivos, alocar recursos adequados, estabelecer a estrutura de governança e definir as regras para redução de exposição e como funcionará o processo baseado em comportamento.

Um processo centrado no sistema BBS envolve a todos, observando os colegas de trabalho, dando feedback para mudar comportamentos.

 A abordagem do sistema funciona porque realiza tarefas mais seguras, para que os colaboradores não precisam tomar cuidado extra para evitar que se machuquem.

Também aborda objetivos além da segurança, tais como melhorar o engajamento do colaborador, e geralmente, alcançar uma cultura mais saudável, centrada no desempenho.

Quando colaboradores veem um sistema que os beneficia e a organização, o BBS se torna uma atividade desejada não uma atividade obrigatória, e toda a força de trabalho é mais segura como resultado.

Estamos juntos! 

Alguns sinais de que você é um gestor de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade.

Muitos profissionais de qualquer uma das áreas do ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, em conversas comigo seja de coaching ou só um bate papo, me perguntam o que precisam para alcançar a excelência em suas expertises ou como ser um gestor melhor.

São conversa longas e agradáveis, mas na verdade, ser um bom gestor de ESG /QSMS-RS & Sustentabilidade, você antes de tudo precisa ser um apaixonado por essas letrinhas ou qualquer uma delas e depois gostar de gente.

Vamos ver se você encaixa em algumas dessas situações rsrs!

Independente do segmento econômico que você trabalha há riscos socioambientais a serem controlados.

Por isso a necessidade de ter um profissional da nossa área principalmente agora nessa era ESG ou Sustentabilidade Corporativa

A gestão de QSMS-RS & Sustentabilidade é uma profissão diversa, no entanto, existem alguns sinais universais indicando que, onde quer que você esteja, você pode, de fato, ser um gerente dessa área.

A área de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade cresceu desde a década de 1970, devido aos grandes desastres com alto impacto socioambiental e consequentemente por exigência de uma sociedade cada vez mais bem-informada sobre as questões ambientais e sociais.

O objetivo desses profissionais é o suporte a produção, mas ao longo do tempo, essa lista de responsabilidades se expandiu.

Apesar do dia a dia divergentes de cada profissional de ESG / QSMS-RS &Sustentabilidade, as características compartilhadas não são difíceis de se chegar.

 Algumas são engraçados, alguns são frustrantes.

Aqui estão alguns sinais de que você é um gestor de ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade

Sua profissão é mais do que apenas um trabalho

Sempre que o QSMS-RS &Sustentabilidade são mencionados em qualquer contexto em um filme que você está assistindo, por exemplo, você aciona um alerta automático e logo reage!

Sim, eu também vejo e reparo o que eles estão fazendo com meio ambiente, ou em segurança é de maneira errada 

Você eventualmente adormece, e sonha com os colaboradores com seus EPIS, mesmo quando você não está olhando.

Que felicidade!!! Né!

Piadas de lado, muitos profissionais de QSMS-RS & Sustentabilidade são incrivelmente apaixonados por seu trabalho.

 A gestão muitas vezes é estressante

Se você realmente se importa e realmente trabalhar para fazer essa diferença, ele requer muito tempo e energia.

 Arrisca o seu sustento para “fazer a coisa certa”.

Uma luta para obter investimentos

A falta de investimento é a uma tremenda barreira para a melhoria do desempenho de nossa área.

Convencer a diretoria a investir ainda é um grande desafio de nossa profissão

A luta para conseguir investimento vai muito além da quais cão de um software de gestão.

Você tem casca grossa

Nossa área é muitas vezes um bode expiatório principalmente na área de segurança, e você pode ter que defender o seu papel.

O fato da questão é que os gestores de QSMS-RS &Sustentabilidade são determinados, indivíduos de casca grossa que sabem quando tentar novamente.

Você é um lutador resiliente e é assim que você chegou até onde você está hoje.

Você enxerga um colete de segurança como um bom terno

Os gestores de QSMS-RS & Sustentabilidade têm geralmente a flexibilidade para mover-se ao redor.

Um dia você está na linha de frente, o próximo no escritório corporativo.

Uma coisa é certa, os profissionais de QSMS-RS &Sustentabilidade não se sentam em uma mesa o dia todo.

 Gestores bem-sucedidos compreendem profundamente o risco operacional, que envolve em falar com todos a respeito.

Você tem habilidades técnicas e tato para falar.

Os profissionais QSMS-RS &Sustentabilidade mais bem-sucedidos possuem habilidades de pensamento sistêmico e comunicação para explicar os processos técnicos entre departamentos, funções e fronteiras geográficas.

Gestores de QSMS-RS & Sustentabilidade lidam com metodologias bem elaboradas e algumas complicadas.

 Traduzir termos técnicos em conversas compreensíveis para os colaboradores é uma habilidade em si.

A ciência ajuda a compreender os fatores humanos em segurança.

Fatores humanos influenciam comportamento no trabalho, e, portanto, os gestores devem estudá-los como um contribuinte para a prevenção de riscos.

 Em outras palavras, os gestores de QSMS-RS &Sustentabilidade devem ter empatia para compreender o risco.

A pirâmides não são apenas estruturas exóticas que você encontraria no Egito

Alguém disse hierarquia de controles? Ou foi a pirâmide de Heinrich?

 A gestão de QSMS-RS &Sustentabilidade é cheia de pirâmides, círculos muitos outros gráficos que visualizam processos numerosos.

Em segurança por exemplo quantas pirâmides relacionadas você se já deparou?

Você está frustrado com as ferramentas que você tem para a gestão

A maioria dos líderes de nossa área sentem que não têm as ferramentas certas para analisar eficazmente os seus dados. Você concorda?

Uma queixa comum dos profissionais é o uso de planilhas do Excel para coletar, rastrear e analisar dados.

Você segue a matérias relacionadas em QSMS-RS &Sustentabilidade em todas as mídias sociais

 Se você conseguir ler até aqui e se identificou com alguns casos mencionados acima é provável que você seja um gestor de ESG/ QSMS-RS &Sustentabilidade.

Estamos juntos!

Due diligence de riscos do ESG? Não tenha medo, se você está dentro dos princípios do processo ESG!

Já passava das 4:30 da manhã (ainda bem que comecei minha vida profissional no trecho, e acostumei acordar a essa hora).

Do outro lado, Dr Roberto?

Que honra me chamar de Dr, mas não gosto, parece que a pessoa se esconde atrás da sigla (acho ridículo, e me desculpem os que colocam no linkedin, DSc, MSc PhD).

De pronto, em que posso ajudar?

Quero que minha empresa seja reconhecida como uma empresa que possui “Gestão dos Riscos do ESG”, já até contratei uma empresa para elaborar o GRI, mas meu pessoal chegou de um encontro de profissionais da sua área (espero que não seja de minhas palestras rsrs) e disse que não estamos bem na foto.

Quero começar a exportar e lançar uma campanha de marketing dizendo sou Sustentável etc., já tenho as ISOs etc., mas com essa notícia do meu pessoal, me deixou inseguro, a empresa é da família, marca é forte no mercado e não quero riscos!

Palavra-chave, RISCOS!

Você sabe por que os bancos e investidores gostam de empresas com uma forte cultura e política de “apetite de riscos”, já ouviu falar do ESG?

Porque elas oferecem menos RISCOS de serem fechadas, por escândalos ou acidentes ambientais.

É isso! O resto é mimimi!!

Pois bem, (voltando ao telefone), acho que posso ajudar, vamos realizar uma Due diligence de riscos do ESG e ESG e verificar sua matriz de riscos socioambientais.

Nestes últimos anos o que eu mais fiz foram due diligencies de ESG (Environmental Social Governance) para fundos de investimentos e bancos, bem como due diligence para M&A, e através destes diagnósticos toma-se a decisão.

A pessoa do outro lado, aceitou de pronto e fui em frente.

NÃO PASSOU NA AUDITORIA!

Riscos? Onde estava a gestão de riscos socioambientais? Redução do consumo de água? quanto? Responsabilidade social, onde estão as métricas?

 Assina um cheque para cestas básicas e depois passa uma borracha na consciência? Índice de rotatividade dos colaboradores altíssimo, realizavam pesquisa perguntando se a empresa é boa para trabalhar e com isso ganhavam prêmio de melhor empresa, mas com os empregados se identificando para votar?

Riscos do ESG não é isso!!!!

Uma Due diligence de riscos do ESG é o melhor e o mais forte procedimento que se pode realizar, para quem quer levar realmente a sério este tema na organização.

E por favor, realizar Due diligence por quem nunca bateu um prego na sua vida no mundo corporativo na linha de frente, ou assumiu função de uns dois anos, mas nunca em posição de tomada de decisão ou nunca trabalhou no segmento econômico do auditado, faça-me o favor, isso aqui não é Auditoria de ISO.

A Due diligence de riscos do ESG passa um pente fino por todas as políticas da empresa, procedimentos e práticas e as compara com as melhores práticas no seu segmento.

Em essência, uma Due diligence é uma análise de lacunas e uma análise de maturidade das práticas de riscos do ESG e ESG de uma organização.

Ela é destinada a documentar ‘o que você está fazendo’ e ‘até que ponto’ você está dentro de uma vasta gama de categorias de “ser sustentável” e até mesmo dentro dos 17 ODSs

O que não é uma Due diligence de riscos do ESG corporativa?

Uma Due diligence de riscos do ESG não é só calcular a pegada de carbono ou registrar as implicações financeiras das iniciativas de sustentabilidade.

Nem tão pouco uma análise aprofundada de qualquer programa específico de trabalho.

No entanto, uma Due diligence de riscos do ESG deve identificar e ajudar a organização a priorizar essas tarefas mais específicas no sentido do que é riscos do ESG corporativa.

Benefícios de uma Due diligence de riscos do ESG corporativa? Vamos a alguns!

Reduzir os custos – custos mais baixos são um dos maiores e mais imediatos benefícios de uma Due diligence de sustentabilidade.

Já se foi o muito tempo os dias de práticas de riscos do ESG em torno de projetos socioambientais caros e sem nexo.

Em face do crescente preço do combustível, recursos naturais e os custos do fluxo de resíduos, encontrar oportunidades para eliminar o desperdício e aumentar a eficiência nestas áreas ou seja :ECONOMIZAR (e ajudar o meio ambiente) e fornecer resultados financeiros reais.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode identificar várias maneiras de reduzir custos e melhorar a eficiência.

Gestão dos riscos socioambientais – as organizações enfrentam muitos tipos diferentes de riscos no seu dia a dia de operação.

Uma Due diligence de riscos do ESG ajuda a identificar iniciativas e tarefas que reduzem ou eliminam esses riscos.

Gestão de Riscos de conformidade – o número e a complexidade das regulamentações nacionais, regionais e internacionais que abordam o impacto ambiental das atividades de produto, serviços e negócios está aumentando.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar a identificar problemas e não conformidade.

Matriz e Relatórios de risco – em face da crescente pressão para ser transparente, um número crescente de organizações está optando por incluir estes em seus relatórios sobre a sustentabilidade.

Relatórios de riscos do ESG ajudam as partes interessadas a compreender como a organização está ou não alinhada com o famoso Triple Bottom Line (econômico, social e ambiental).

Por não relatar, uma organização corre o risco de perder credibilidade com as partes interessadas, clientes e ao público.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar as organizações a criar relatórios melhores.

Risco de reputação – risco de reputação pode ser definida como qualquer ação, evento ou situação que poderia negativamente ou beneficamente impactar a reputação de uma organização.

Não-conformidade regulamentar, comportamento antiético e percepção de Green washing, todos representam maneiras em que uma organização pode afetar negativamente sua reputação.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar a melhorar a reputação das organizações.

Risco financeiro – maiores necessidades para CFOs possuírem sistemas de contabilidade que monitoram eventos relacionados à riscos do ESG que são significativos do ponto de vista de relatórios financeiros.

A linha entre registros de contabilidade e riscos do ESG começou a diluir-se faz tempo.

Devido aos regulamentos de aumento e aumento dos custos de energia, ações de riscos do ESG têm implicações financeiras diretas que precisam ser gerenciados.

Risco estratégico – organizações precisam considerar uma série de questões de sustentabilidade, muitos dos quais podem ter um impacto significativo e estratégico.

Muitas vezes, estes riscos tendem a solicitar a gestão para focar o que poderia dar errado.

No entanto, com as mudanças no que é realmente riscos do ESG corporativa, os líderes organizacionais também devem ser proativamente pensar sobre o que deve dar certo.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar uma organização no processo de planejamento estratégico.

Inovação – um dos benefícios mais importantes do início de atividades de riscos do ESG é inovação.

O cerne do processo de avançar para melhor desempenho de sustentabilidade, as organizações precisam ter um novo olhar sobre como eles conduzem negócios, o que está em seus produtos, e como seus produtos impactam o meio ambiente e a sociedade uma vez que são vendidos.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode atuar como um catalisador para práticas inovadoras.

Vantagens competitivas – práticas sustentáveis podem fornecer a uma organização significativa vantagens competitivas na forma de reputação, custos mais baixos, melhor cumprimento, maiores níveis de inovação e muitos outros.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar as organizações a se tornar mais eficiente e mais inovadores.

Comparar políticas, procedimentos e práticas de práticas recomendadas do setor – este é provavelmente o benefício mais óbvio de uma Due diligence de sustentabilidade.

É impossível o diretor ou gerente de riscos do ESG ter o tempo para acompanhar as novidades e ideias mais recentes no mundo da riscos do ESG corporativa

Uma Due diligence de riscos do ESG proporcionará sua organização sabe como ela se compara aos líderes da indústria em sustentabilidade.

Melhora o planejamento, a estrutura e a responsabilidade – um enorme desafio de muitas organizações que desejam implementar um plano abrangente de sustentabilidade, mas as iniciativas de riscos do ESG as vezes empacam nas operações, instalações ou iniciativas de tecnologia da informação.

Uma Due diligence de riscos do ESG identifica estas iniciativas e fornece um meio para estes dentro de um programa de sustentabilidade.

Como também ajuda na eficiência do planejamento, uma abordagem estruturada e com definição de responsabilidades é fundamental.

Identifica novas iniciativas de riscos do ESG – uma das vantagens mais marcantes de uma Due diligence de riscos do ESG para a organização, é a possibilidade de identificar dezenas de iniciativas em áreas anteriormente não consideradas.

Este conhecimento irá traduzir em entusiasmo, inovação e benefícios inesperados em toda a organização.

Uma Due diligence de riscos do ESG irá fornecer várias novas iniciativas de sustentabilidade, que uma organização deve considerar.

Expande e fortalece o monitoramento – uma das maiores queixas que escuto dos meus pares sobre gestão da riscos do ESG é a falta de acompanhamento e responsabilidades, não é realizado com frequência e como ninguém fica responsável, não tem como cobrar.

Assim que tiver sido realizada uma Due diligence de sustentabilidade, sua organização terá uma fotografia completa de todas as atividades.

Se sua organização possui várias unidades, agora vocês possuem uma ferramenta para comparar estas usando exatamente os mesmos critérios.

Uma Due diligence de riscos do ESG ajuda no rastreamento e monitoramento em diversas unidades e frequência.

Acredito que ajudei a entender os benefícios, poderia citar mais, mas aí vocês não vão assistir minha palestra (rsrsrs).

Estamos juntos!

A cultura de segurança mudou com a “pandemia”, e você está preparado para a próxima?

Os líderes em segurança devem avaliar como a pandemia afetará sua cultura de segurança e planejar se adaptar a ela até que venha próxima.

A recente situação é uma grande influência na cultura de segurança e provavelmente continuará a ser assim no futuro.

Durante o período de quarentena tenho conversado com esses líderes e sondado por suas ideias e planos para as próximas fases dessas restrições e além.

Encontrei algumas ideias entre esses líderes onde atuo com a nossa consultoria, e são interessantes.

Pensamento ou ideias que encontrei, um resumo;

Reativa

Alguns líderes são completamente absorvidos na situação imediata e estão colocando toda a sua atenção e esforços em táticas de sobrevivência. 

Eles não podem projetar muito longe no futuro, mas não estão preocupados com isso, uma vez que toda a sua energia é absorvida no presente.

 Quando perguntados sobre os planos para os próximos passos, eles adiam discutir e voltar a conversa para lidar com o presente. 

Esses líderes tendem a afastar as ideias de distanciamento social e comunicação remota como temporárias também.

Esperançoso

Outros líderes passaram por emergências passadas e sobreviveram. 

Eles acreditam que essa pandemia acabará sendo apenas mais um daqueles tempos ruins e os negócios acabarão voltando ao seu antigo estado.

 Eles veem isso como uma situação temporária que vai evoluir de volta aos negócios como de costume.

 Eles não veem isso como uma influência contínua, mas temem que uma situação semelhante possa se repetir no futuro. 

Eles veem o distanciamento social e a comunicação remota como habilidades úteis para ter em caso de outra emergência, mas não como partes permanentes de sua cultura de segurança atual.

Proativo

Vários líderes estão planejando estrategicamente como suas organizações se prepararão para as próximas fases da epidemia e depois. 

Eles também não têm certeza de como os eventos serão realizados, mas podem projetar o melhor caso, na pior das hipóteses e na maioria dos cenários mais prováveis e fazer estratégias macro para abordar cada um.

 Como todas as boas estratégias, elas precisarão ser flexíveis, mas esses líderes não querem ser pegos despreparados quando as coisas mudam.

 Ao contrário dos outros dois tipos de líderes, este grupo também está considerando as maneiras pelas quais essa experiência mudou suas culturas de segurança e como continuará a fazê-lo.

As maneiras mais comuns em que essa resposta à covid desse terceiro grupo de líderes pode fazer mudanças permanentes na cultura de segurança incluem as ideias de distanciamento social, restringindo o acesso a sites da empresa e comunicações remotas.

Distanciamento social

Algumas organizações acharam o distanciamento fácil e causou muito pouca interrupção nos negócios. 

Outros acharam bastante difícil, mas inovaram maneiras de enfrentá-lo ou criar distanciamento virtual através de várias modificações condicionais.

Resta saber como isso afetará o transporte público, mas temos um vislumbre disso quando vemos ônibus limitando passageiros e companhias aéreas que exigem máscaras faciais, triagem de temperatura corporal e deixando os assentos do meio vazios.

 Esse pensamento pode impactar o design de auditórios, arenas esportivas e cinemas ao longo do tempo.

 Considerando que a proximidade pessoal era culturalmente aceitável apenas alguns meses atrás, é menos aceitável agora e essa influência pode se tornar uma norma futura.

Restringindo o acesso as áreas da organização

Após os ataques do World Trade Center, começamos a perceber os quão abertos e vulneráveis muitos de nossas áreas eram fáceis para ataques terroristas.

A covid nos ensinou que há outros perigos para termos atenção. 

Embora as restrições de visitas externas possam não se tornar permanentes, nosso pensamento sobre controlar o acesso as áreas serão definitivamente desafiadas. 

O acesso futuro pode ser muito mais controlado e os riscos futuros para as populações do local podem ser uma parte mais proeminente da avaliação de risco.

Comunicações remotas

Vários líderes com quem falei (e alguns me contaram) descobriram que a comunicação à distância era mais eficaz do que pensavam. 

Poucos originalmente pensavam que as reuniões remotas com as equipes não substituiriam permanentemente as reuniões presenciais, mas a experiência de quarentena mudou de ideia. 

Isso não se aplica apenas a reuniões formais, mas também impacta a colaboração e o treinamento de liderança.

Grande parte do treinamento que era tradicionalmente estilo sala de aula tornou-se virtual.

 Algumas áreas já começaram a modificar os refeitórios para aumentar a separação e substituir salas de reunião por salas individuais equipadas por computador para realizar reuniões virtuais. 

Essa pandemia resultou em algumas medidas extremas para mudar algumas de nossas práticas culturais. 

Embora alguns líderes vejam essas medidas como temporárias, outros percebem o potencial que têm para fazer mudanças permanentes em nossas culturas de segurança.

 As tecnologias que tornam as comunicações remotas possíveis tornaram-se mais sofisticadas e menos caras. 

Isso provocou mudanças em nossas culturas de segurança que foram ainda mais reforçadas pelas influências de nossa resposta à covid. 

Não se surpreenda se eles se tornarem permanentes.

Estamos juntos!

“Zero acidentes” não é igual à excelência em segurança, por favor!

Um profissional de segurança recém-contratado perguntou ao CEO de sua organização o que se esperava dele e a resposta que ele obteve foi “excelência”. 

Quando pediu ao CEO para explicar melhor como alcançar etc., ele respondeu;

 “Quando você chegar a zero acidentes volte aqui e eu te direi.

 Parece que o termo “excelência”, quando aplicado a à segurança, é comumente mal compreendido e mal definido., não só por este CEO, mas até muitos profissionais de nossa área.

 O que seria “excelência “no desempenho da segurança? 

É simplesmente um vácuo no qual não há acidentes? É um sucesso a curto prazo?

 Como vamos reconhecê-lo quando o virmos? Como podemos alcançá-lo se não entendemos o que realmente é? 

Em primeiro lugar, é importante perceber que “zero acidentes” ou qualquer melhora na frequência ou gravidade dos acidentes é um indicador de resultado. 

É um resultado e não o processo que o produz.

 Pode ser alcançado através de um excelente desempenho, mas também pode ser alcançado por sorte e/ou variação normal na ocorrência de acidentes. 

Também pode ter sido feito suprimindo relatórios através de intimidação ou estímulos artificiais, como bônus e programas de incentivo. 

Além disso, uma vez que a maioria das organizações qualifica o termo para incluir uma certa classificação de acidente, como “zero registros” ou “acidentes de tempo perdido zero”, ele pode ser manipulado de várias outras maneiras em práticas de notificação e gerenciamento pós-acidente. 

Há três elementos ausentes de muitas visões de excelência em segurança que são absolutamente críticos para uma verdadeira compreensão e definição do termo. 

Baseado em minha vivência e experiência cito alguns;

Estratégia;

Uma definição de excelência em segurança que não inclui a estratégia para alcançá-lo é um jogo sem um plano de jogo ou uma guerra sem planos de batalha.

 Querer vencer é desejável, mas a vitória sem estratégia é extremamente rara.

 A maioria das organizações substitui metas ou metas de melhoria para a estratégia de segurança. 

Eles definem os resultados desejados, mas não o processo que irá produzi-los. 

Por trás desse pensamento é muitas vezes uma suposição ingênua de que os esforços atuais de segurança são suficientes para produzir excelência se utilizados com mais entusiasmo ou motivação. 

A verdade é que a maioria dos esforços de segurança estão produzindo uma alta porcentagem do que eles são capazes, e uma melhoria adicional sem melhores processos será muito limitada. 

Algumas organizações estabelecem metas de melhoria e compram processos de segurança fora da prateleira na esperança de alcançá-las. 

Isso pode ser uma melhoria sobre simplesmente a esperança de produzir melhor resultados sem novos processos.

O pensamento é que a organização pode continuar os esforços atuais e adicionar outro processo para obter resultados ainda melhores. 

O problema mais comum com essa abordagem remonta à falta de uma estratégia de segurança. 

Exatamente como o novo programa ou processo complementará os esforços existentes? 

Será que ele vai preencher uma lacuna ou criar redundância?

 Ele vai esclarecer ou confundir o funcionário médio tentando usá-lo para melhorar a segurança?

 Se o novo programa não se encaixar bem na estratégia geral de segurança, é incerto como, ou se, produzirá mais melhorias.

 Muitas organizações também confiam demais no novo programa e sentem que compraram a solução mágica para todos os seus problemas.

Poucos novos programas ou processos são mais do que ferramentas adicionais na caixa de ferramentas de segurança e decepcionam aqueles que esperam resultados mágicos. 

Kpis de Processo;

Muito Kpis, chegam a ser até ridículos, e mostra uma tentativa de gerenciar a segurança apenas com Kpis de resultado. 

Muitas organizações estão tentando desenvolver indicadores para a segurança, em um esforço para se tornarem mais proativas. 

Muitos programas de segurança fora da prateleira prometem produzir indicadores importantes como parte de seu discurso de vendas. 

Esta direção para mais métricas é geralmente boa, mas limitada. 

Não são simplesmente mais métricas, mas melhores que precisamos. 

Indicadores de resultado são basicamente métricas de “prestação de contas”. 

Eles nos dizem se estamos fazendo melhor, pior, ou mais ou menos o mesmo. 

Eles não nos dizem como melhorar, e é esse o propósito dos indicadores (Kpis) de processo.

Se temos uma estratégia que envolve processo para produzir resultados, podemos medir o quão bem estamos trabalhando nossos processos, então ver se eles estão impactando os indicadores de resultado. 

Em outras palavras, podemos medir se estamos trabalhando nosso plano e medir se nosso plano está ou não funcionando.

 Excelência não se trata apenas de produzir resultados, boas métricas de processo podem nos ajudar a entender como bons resultados são produzidos. 

Cultura;

Se abordada corretamente, uma cultura de segurança pode ser a ferramenta de sustentabilidade da excelência.

 A cultura não só influencia as decisões e práticas de seus membros no aqui e agora, como também impacta hábitos individuais e as decisões e práticas dos futuros membros.

 Pode realmente se tornar “a maneira como fazemos as coisas por aqui” e “o que fazemos quando ninguém está assistindo”. 

Essas práticas comuns podem ser mantidas através de gerações com pouca gestão externa necessária. 

No entanto, sem uma estratégia global de segurança bem compreendida pela cultura e sem métricas de processo para ajudar a cultura a medir e melhorar continuamente, a maioria das culturas de segurança não conseguem alcançar, muito menos sustentação, excelente desempenho de segurança. 

Muitas abordagens para melhorar a cultura de segurança também se concentram nas características da cultura e não nas capacidades. 

Excelentes culturas de segurança são culturas “pode fazer ” com a visão e ferramentas para melhorar continuamente.

 Eles têm uma estratégia e métricas para mantê-los nos trilhos. 

Eles desenvolvem as características do sucesso como um subproduto em vez de um precursor de seu desempenho 

Se sua organização deseja alcançar a excelência em segurança, você deve primeiro desenvolver uma compreensão profunda do que é excelência.

 Deming chamou tal compreensão de “profundo conhecimento”.

 Não é apenas uma meta de desempenho, mas uma definição do que é excelência e um processo para alcançar o objetivo.

 Também deve ter métricas de processo que facilitem a compreensão de como a excelência é alcançada. 

A excelência não pode ser definida simplesmente em termos de resultados de curto prazo. 

A definição de excelência não pode incluir inadvertidamente resultados produzidos por sorte e variação normal.

 Organizações que possuem uma gestão de segurança com excelência, não buscam apenas chegar a zero, mas sim, sabem exatamente como duplicar e melhorar seu sucesso.

Estamos juntos!

Influenciando a cultura de segurança com “Corações e Mentes”

 Possuir uma cultura de segurança forte dentro de uma organização pode ser essencial para melhorar as condições de trabalho.

Todos sabemos que abordar a segurança do ponto de vista da cultura organizacional pode facilitar a obtenção de melhorias sustentáveis na segurança e no desempenho da saúde do trabalho organizacional.

No entanto, para o profissional segurança, as tentativas de alinhar a cultura organizacional de forma positiva em relação à segurança por meio de iniciativas de mudança comportamental podem ser desafiadoras e problemáticas.

O conceito de cultura de segurança, ou talvez mais adequadamente uma cultura de saúde e segurança, está agora bem estabelecido de como é a influência que essa cultura pode ter na aplicação de um sistema de gestão.

Embora não exista uma definição universalmente aceita, o sucesso de qualquer processo ou sistema que esteja em vigor ainda depende das atitudes e comportamentos das pessoas na organização e isso às vezes é referido como a “cultura da segurança”.

A partir disso, pode-se determinar que qualquer tentativa de mensuração, e em seguida, mudança da cultura implicará na identificação de atitudes e comportamentos atuais em relação à saúde e segurança, de modo a avaliar a atual e desejada “maturidade cultural”.

 Isso, por sua vez, permitirá a desenvolvimento de programas que visam a modificação do comportamento, de modo a melhorar a cultura de segurança.

Baseado em minha vivência e experiência sobre programas de modificação de comportamento encontro níveis variáveis de sucesso e identifico algumas barreiras fundamentais que impedem o sucesso, e estas estão ligadas à cultura existente da organização.

Em particular, descobri que os programas visavam mudar o comportamento dos colaboradores da linha de frente e não em todos os níveis organizacionais, embora as principais influências na cultura de segurança venham de gerentes e líderes seniores.

Pode-se sugerir que, para ser eficaz, qualquer programa de modificação de mudança deve;

 – Influenciar os colaboradores em todos os níveis da organização para que eles querem mudar o comportamento em vez de fazê-los mudar de comportamento

– Garantir que a saúde e a segurança se tornem parte integrante do planejamento empresarial.

– Ser planejado, de modo a ser sustentável e resiliente à mudança organizacional.

Se aproximar de Corações e Mentes, eis a questão!

O programa foi desenvolvido pela Shell E&P em 2002, com base em pesquisas realizadas com a ajuda de universidades.

Por meio de um acordo com o Instituto Energia, o programa desenvolvido pela Shell E&P agora é amplamente acessível a qualquer organização.

De acordo com o Instituto Energia, Corações e Mentes é sobre;

“Fazer com que todos trabalhem com segurança, não porque eles foram avisados, mas porque é assim que eles querem trabalhar e é assim que eles sabem como trabalhar”.

Tem o objetivo de ajudar as organizações a melhorar seu desempenho de saúde e segurança por:

– Liderando o caminho – a “rota para o topo” da escada de cultura de saúde e segurança;

– Fornecendo o processo e ferramentas para envolver todos e facilitar a mudança comportamental.

A chave do programa é a compreensão do modelo de comportamento humano que a Shell E&P identificou.

O modelo implica que as palavras e ações da gestão têm um grande impacto no comportamento das pessoas dentro de uma organização.

Concluiu que a mudança da cultura começa com a mudança do chamado “ambiente influenciador” que determina as percepções e crenças de um indivíduo que, por sua vez, levam a uma determinada ação ou comportamento.

O programa sugere que a criação de uma cultura melhor de modo a dar vida a um sistema de gestão de segurança (em vez de apenas tê-lo no lugar) requer uma organização para se concentrar em três elementos-chave.

– Responsabilidade pessoal;

As pessoas entendem e aceitam o que deve ser feito e sabem o que se espera delas.

– Consequências individuais;

Existe uma compreensão e aceitação de que existe um sistema justo de recompensa e disciplina.

–Intervenções proativas;

As pessoas trabalham com segurança porque são motivadas a fazer as coisas certas naturalmente, não apenas porque são instruídas a fazê-lo.

A orientação do roteiro para o programa sugere que os líderes “comprometidos com a melhoria devem ser campeões e facilitadores”, mas que esses líderes precisam entender que a mudança comportamental não pode ser empurrada para as pessoas.

 Em vez disso, os líderes devem acreditar nos processos que estão sendo implementados como “Somente se os líderes estiverem pessoalmente motivados a fazer a diferença para o nosso desempenho, essa abordagem vai entregar resultados“.

Assim como em outros programas de mudança de comportamento, a compreensão da cultura atual e a ideia da cultura desejada é essencial para que o programa se desenvolva.

No nível mais baixo, a definição de Corações e Mentes da cultura é descrita como “patológica”, na medida em que as pessoas realmente não se preocupam com saúde e segurança e são impulsionadas apenas pela conformidade regulatória e/ou não são pegas.

Por outro lado, no mais alto nível, a cultura é descrita como “generativa” onde:

-Organizações definem padrões altos e tentam superá-los;

-Organizações usam as falhas/erros para melhorar, não para culpar a gestão sabe o que realmente está acontecendo, porque a força de trabalho diz-lhes as pessoas estão tentando ser o mais informado possível, porque isso os prepara para o inesperado.

Entre elas estão;

Avaliações de segurança para todos, descritas como um processo de avaliação ascendente que “Compara como você se ver com a forma como as outras pessoas te veem”

Alcançar consciência da situação que usa uma técnica simples para ajudar as pessoas a reconhecer quando uma situação normal tem o potencial de se tornar perigosa trabalhando com segurança, o que fornece uma estrutura para entender causas de comportamento inseguro e abordá-los.

Melhorar a supervisão, que visa identificar problemas com a qualidade da supervisão e melhoria de unidades gerenciamento de quebra de regras, que visa ajudar as organizações na compreensão de porque as pessoas quebram regras intencionalmente e como gerenciar e mudar isso.

Não é fácil, todos nós sabemos que mudar a cultura de uma organização demora, mas não podemos desistir.

Eu acredito que atingindo Coração e mentes das organizações é o caminho certo a percorrer

Estamos juntos!

O que se espera da estratégia da Segurança do trabalho para 2022, em tempos de ESG?

É uma nova década, mas os desafios de segurança continuam se expandindo: transformação digital, menos colaboradores disponíveis, globalização e de como gerenciar riscos de segurança entre eles.

Com a chegada, por mais tardia que seja do ESG no Brasil, a cobrança em cima do profissional de segurança aumenta por uma visão mais ampliada e buscando métricas proativas.

Estamos vivendo em uma era onde a tecnologia está mudando rapidamente a paisagem de segurança.

 Temos acesso a mais informações do que nunca, mas a obtenção dessas informações representa novos riscos.

E como usamos essas novas informações para entender por que e onde ocorrem acidentes, melhorar a segurança e a produtividade muda substancialmente a maneira como operamos.

Uma força de trabalho em evolução, com colaboradores mais jovens e menos experientes, que muitas vezes encaram o risco de forma diferente, usam informações de forma diferente e tem expectativas diferentes de seu ambiente de trabalho do que as gerações anteriores, representam novos desafios para encontrar, treinar e reter.

Considere, então, essas dicas para ajudá-lo a enfrentar esses desafios e ver melhorias imediatas na segurança e produtividade.

 Foco na melhoria da maturidade da segurança

A maturidade da segurança é uma combinação de cultura (comportamento), compliance (políticas e procedimentos) e uso de capital (tecnologias).

A segurança é um elemento chave na busca pela excelência operacional.

“Maturidade em segurança é evolução mais do que revolução.”

É reconhecer que a segurança e a produtividade não são mutuamente exclusivas, mas complementares e tomar medidas que melhorem ambos.

 Comece avaliando sua própria maturidade de segurança e descubra onde melhorias são necessárias para melhorar seus objetivos.

Entender seu nível de desempenho e áreas de melhoria é fundamental para otimizar a segurança.

Riscos de segurança são riscos de segurança

Muitas vezes, a segurança é considerada como “um problema de TI”. Não, não é.

À medida que as operações se tornam mais conectadas, as chances de ataque aumentam inerentemente.

 Os hackers estão cada vez mais mirando sistemas de controle industrial, e um colaborador descontente com acesso pode causar estragos em seus sistemas.

 Um gasoduto pressurizado, válvulas desalinhadas ou máquinas que mudam inesperadamente a operação representam riscos de segurança para as pessoas, o meio ambiente e sua reputação.

Os sistemas devem passar por avaliações de segurança e segurança como parte de qualquer programa abrangente de gerenciamento de riscos.

Melhorar a colaboração

A chave para muitas questões críticas de negócios em segurança é tomar uma abordagem colaborativa para a segurança.

O QSMS é o responsável pela segurança do colaborador, mas apenas controla diretamente métodos importantes, mas menos eficazes de segurança de máquinas conscientização, treinamento, procedimentos e equipamentos de proteção individual (EPI).

A engenharia se concentra em padrões técnicos, mas tem o controle dos métodos de segurança de máquinas mais eficazes projetando riscos, guarda, acesso monitorado e bloqueios.

 Esses dois departamentos muitas vezes se veem de forma suspeita, resultando em redução da segurança e produtividade.

 Um elemento chave da maturidade de segurança, mencionado acima, é a colaboração entre os dois juntamente com as operações.

Realize avaliações de risco no início do processo de design

O processo de projeto é fundamental para máquinas que otimizam a segurança e a produtividade.

 Especificamente, projetar riscos a partir de máquinas, em vez de construir uma máquina, e em seguida, tentar torná-la mais segura, é vital para esses objetivos.

Embora a maioria das empresas realize uma avaliação de risco em algum momento, o momento da avaliação é fundamental.

É vital realizar uma avaliação de risco no início do processo de projeto e novamente depois que a máquina estiver em seu local de operação para ajudar a verificar a conformidade, segurança e produtividade.

Projetar máquinas ergonômicas

A mudança da força de trabalho da nossa indústria está criando considerações de segurança.

Colaboradores mais jovens e inexperientes têm maior risco de lesões agudas.

Colaboradores mais velhos têm maior risco de lesões por estresse e repetitivo, que muitas vezes podem ser crônicas ou de fim de carreira.

Uma força de trabalho mais diversificada significa que as máquinas devem ser adaptáveis a uma gama de colaboradores.

À medida que a força de trabalho global continua a evoluir, sistemas de segurança contemporâneos e técnicas de design de máquinas devem ser consideradas, não apenas para mitigar riscos, mas também para aumentar a produtividade dos colaboradores.

 Use medidas alternativas para reduzir a LOTO e melhorar a produtividade

A segurança não precisa vir às custas da produtividade.

O design de máquinas contemporâneas permite pequenas exceções de serviço ao bloqueio/ LOTO quando os procedimentos são rotineiros, repetitivos e integrais ao uso do equipamento.

 Isso é fundamental para otimizar a segurança e a produtividade.

Quando usado corretamente, medidas alternativas podem melhorar a produtividade reduzindo o tempo de inatividade relacionado à LOTO e mantendo a conformidade.

Traga segurança para uma realidade digital

O poder da Internet das Coisas Industrial (IIoT) pode melhorar substancialmente sua conformidade e desempenho de segurança.

A transformação digital capacita os profissionais de segurança com uma compreensão em tempo real dos comportamentos dos colaboradores, conformidade com máquinas, causas de paralisações ou paralisações de segurança e anomalias e tendências de segurança.

Também pode ajudar a melhorar sua capacidade de contratar, treinar e reter funcionários.

 Faça a segurança integral ao seu sistema de controle

Seu sistema de controle deve incluir entradas, dispositivos lógicos e de saída com classificação de segurança para mitigar riscos, melhorar a produtividade e fornecer informações aos principais interessados.

Projetar sistemas de segurança eficazes e que melhorem a produtividade pode ser um desafio.

Mas as ferramentas de design de segurança podem agilizar o desenvolvimento e ajudar a confirmar e a conformidade com documentos.

Algumas ferramentas de software de design de sistemas de segurança estão agora integradas com software de avaliação de riscos para ajudar a orientar os engenheiros através de etapas do ciclo de vida de segurança de máquinas em um ambiente, fornecendo documentação para mostrar conformidade com as normas internacionais.

 Implementar sistemas de segurança inteligentes

Novos designs e dispositivos de segurança inteligente podem reduzir sua fiação, custos de design e tempo de inatividade não programado.

 Por exemplo, você pode capturar interações de dispositivos inteligentes para criar feedback de manutenção preditiva e outras informações.

Os sistemas inteligentes ajudam a controlar o acesso das máquinas a pessoal autorizado e treinado para melhorar a produtividade, a segurança e a segurança.

São apenas dicas do que eu tenho observado, sem dúvida existem muito mais, mas o mais importante é sempre buscar a excelência em segurança daqui para frente!

Estamos juntos!

Dizer que você sabe sobre segurança baseada em comportamento porque você assistiu uma palestra ou leu um livro é como dizer que você……

Dizer que você sabe sobre BBS (segurança baseada em comportamento) porque assistiu uma palestra ou leu um livro é como dizer que você sabe sobre alemães porque você conheceu um.

A gama de opções disponíveis para lidar com comportamentos relacionados à segurança é muito mais ampla do que qualquer metodologia.

Há também muito mal-entendido sobre as intenções originais do BBS, e como isso resultou em culpar os colaboradores e não conseguiu reduzir os acidentes no mesmo ritmo que reduziu os acidentes menores.

Alguns desses equívocos são impulsionados por desenvolvedores iniciais dessas metodologias específicas do BBS que tendem a falar sobre o que eles pretendiam fazer em vez do que realmente fizeram.

Lembro-me desse equívoco básico toda vez que alguém me diz que acredita ou não acredita em BBS, gosta ou não de BBS, ou que o BBS funciona ou não funciona.

Todas essas afirmações assumem que o BBS   é uma coisa que sempre é feita da mesma maneira.

Se isso fosse verdade, então as afirmações também seriam.

Nenhum programa enlatado ou de prateleira se encaixa em todas as organizações.

 Mas mesmo o mainstream do BBS   tem variações significativas na forma como é feito.

Dito isso, a maioria das pessoas só conhece um desses programas e tendem a assumir que todo o resto é basicamente o mesmo.

 Um cliente recente apontou que outra empresa estava fornecendo mais horas de treinamento por um valor menor, como se a quantidade fosse o único problema e que o treinamento mais longo deve ser melhor do que treinamento mais curto.

Perguntei a um VP de segurança corporativa recentemente qual era a principal diferença entre os provedores BBS e ele respondeu: PREÇO E GRIFE!”

Logicamente, o pensamento de que todos os processos BBS são semelhantes levaria a pensar que as metodologias utilizadas seriam semelhantes.

 Se isso fosse verdade, todos os processos BBS teriam estratégias de implementação semelhantes, patrocínio, suporte de gestão definido, governança, checklists comportamentais, técnicas de observação, modelos de modificação de comportamento, KPIs, utilização de dados de observação e mecanismos de sustentabilidade de longo prazo.

Nada poderia estar mais longe da verdade.

Os modelos de implementação variam de modelos de consultores totalmente suportados a modelos de consultor interno para treinar modelos de treinadores para modelos “faça você mesmo”.

 Algumas implementações do BBS têm patrocinadores em tempo integral, algumas têm patrocínio como outra tarefa para um líder organizacional, e algumas têm patrocínio sindical ou nenhum patrocinador.

 Alguns modelos BBS   pedem aos gestores que forneçam suporte específico e outros pedem aos gestores que deixem o processo em paz e deixem os colaboradores executá-lo.

Alguns têm uma equipe ou comitê de direção e outros têm um único ponto de responsabilidade.

 Alguns até têm líderes de equipe em tempo integral ou membros que deixam seus empregos regulares por um tempo para se concentrar apenas no processo BBS.

Algumas listas de verificação BBS têm comportamentos de risco que precisam ser interrompidos (extintos).

 Outras listas de verificação têm comportamentos de precaução que precisam ser incentivados a se tornarem mais regulares.

Algumas listas de verificação são extensas com dezenas de comportamentos e outras são tão curtas quanto um ou dois comportamentos de cada vez.

Alguns sites têm supervisores e/ou gerentes que realizam observações e outros sites proíbem estritamente isso e têm apenas observações ponto a ponto.

 Alguns realizam o mesmo número de observações para sempre (ou tentam) enquanto outros diminuem a frequência de observação à medida que os comportamentos se tornam mais rotineiros e habituais.

Alguns treinam cada colaborador para ser um observador e pedem a cada um que realize um número atribuído de observações por mês.

Outros treinam todos, mas apenas pedem um certo número para observar ativamente, às vezes rotativas atribuições de observação entre meses do ano e/ou áreas do local de trabalho.

Outros processos BBS utilizam apenas poucos observadores altamente treinados para realizar todas as observações com foco na qualidade.

 Alguns processos BBS observam apenas enquanto outros observam e dão feedback.

 Alguns processos de observação postam dados e outros não.

Algumas metodologias do BBS assumem que o feedback dos pares é tudo o que é necessário para modificar comportamentos, enquanto outros perguntam rotineiramente aos colaboradores porque eles fizeram escolhas comportamentais para entender melhor quais influências estão moldando comportamentos comuns no local de trabalho.

Alguns ensinam aos observadores técnicas de coaching de desempenho para aumentar seu impacto ao dar feedback aos colaboradores.

Outros contam com reforços extrínsecos, como recompensas, reconhecimento e até pagar pela realização de observações.

Alguns desses motivadores extrínsecos estão alinhados com novas pesquisas sobre motivação e outros estão irremediavelmente desatualizados.

Embora alguns KPIs tenham se tornado bastante comuns entre os métodos BBS, a maioria dos sites ainda está procurando indicadores significativos.

Possivelmente a métrica BBS mais comum é simplesmente por cento segura: a porcentagem de comportamentos observados que eram seguros.

A maioria das outras medidas comuns são métricas de participação, como percentual de observações direcionadas realizadas, percentual de observadores atribuídos que completaram suas observações, percentual de membros da equipe de direção participando de reuniões, número de colaboradores que declinam sendo observados etc.

 Alguns processos BBS rastreiam o número de planos de ação desenvolvidos a partir dos dados de observação ou do número de tais planos que são concluídos com sucesso.

Alguns processos focam na interação entre observador e trabalhador e descontam o valor dos dados coletados a partir da observação.

 Outros tendem a valorizar os dados como uma visão das influências do local de trabalho, e seus planos de ação geralmente abordam essas influências em vez dos comportamentos da lista de verificação diretamente.

Quase todos veem o percentual dos dados de observação como um indicador de como os comportamentos estão sendo moldados de forma eficiente e como isso está afetando os Kpis tradicionais de segurança.

Infelizmente, a viabilidade e a sustentabilidade a longo prazo do processo BBS são uma reflexão posterior para muitos programas.

Outros constroem em estrutura e métricas para garantir que os líderes possam navegar bem o processo para o futuro.

Estamos juntos! 

Sua área de armazenagem está dentro dos KPIs do seu SGA?

Com o crescimento das áreas de armazenagem, nunca houve um momento em que o setor de logística tenha sido maior e mais movimentado.

Com essa reviravolta vem a probabilidade de um maior impacto socioambiental neste setor à medida que mais recursos, matérias-primas e transporte saem para atender a essa crescente necessidade.

Portanto, à medida que a demanda aumenta, geralmente é lógico que o impacto no meio ambiente, tanto local quanto global, também aumentará.

No entanto, é possível que as organizações que possuem um SGA, ou pelo menos adotem os princípios da norma, possam mitigar esse risco por meio de ações e diminuir seu impacto socioambiental.

 Como sempre, melhorar esse desempenho começa com a definição precisa dos KPIs que são importantes para o desempenho de uma organização e a conscientização de atividades que possam proporcionar riscos socioambientais.

Qualquer organização com um SGA pode atestar o fato de que um dos blocos fundamentais da norma é identificar aspectos ambientais que podem potencialmente ser prejudiciais para o seu negócio e as partes interessadas, e decidir como defini-los e medi-los.

 Isso fornece a base para decidir sobre iniciativas, programas e processos para mitigar e melhorar esses aspectos e, portanto, o desempenho ambiental da organização.

Assim, agora entendemos a importância de definir KPIs para qualquer negócio, e a relação direta entre aspectos ambientais, o impacto socioambiental de uma organização e planos de ação com as medidas de mitigação e os respectivos KPIs, como aplicamos isso no negócio de armazenagem e realização?

A maioria das organizações com um SGA perceberá a importância de gerenciar sua cadeia de suprimentos para a excelência socioambiental

Garantir que sua cadeia de suprimentos seja adequada sempre que possível pode ajudar muito com isso, e onde isso não for possível, você descobrirá que garantir que você use critérios ambientais ao selecionar fornecedores pode ter um impacto extremamente positivo no efeito da sua cadeia de suprimentos no meio ambiente.

 Junto com isso, existem várias outras considerações importantes na definição de KPIs relacionados aos impactos ambientais avaliados nesta indústria:

Embalagem: Grandes quantidades de embalagens são consumidas anualmente no setor de armazém e preenchimento pense nos principais varejistas online que entregam pacotes para muitas de nossas casas regularmente.

 Considere a origem, o ciclo de vida e a reciclagem das embalagens e considere dar aos clientes opções pelas quais você pode consolidar pedidos e reduzir as embalagens usadas.

 Considere a sinalização em sua embalagem para garantir que seus clientes também reciclem.

Da mesma forma, com qualquer embalagem interna ou material absorvente de impacto, o material reciclado quase sempre pode ser originado para este trabalho.

Utilidades: Os armazéns modernos podem ser massivos, e grandes quantidades de aquecimento e iluminação podem ser usadas durante o armazenamento e operações.

Considere os LEDs e os sensores de movimento ecológicos para limitar o consumo elétrico desnecessário.

Projete o layout do seu armazém de forma inteligente, garanta que seus itens comumente usados estejam juntos e itens raramente usados da mesma forma, e você pode limitar a eletricidade usada em ambas as áreas.

Novamente, considere o impacto do uso de energia desnecessária fornecendo aquecimento desnecessário no inverno e você pode limitar o impacto ambiental do seu armazém.

Transporte: Mais uma vez, um grande aspecto do setor de armazenagem e cumprimento é o transporte de mercadorias.

 Certifique-se de que suas mercadorias sejam consolidadas em embarques para regiões comuns, e que quando sua organização selecionar uma transportadora, ela possa demonstrar um registro de iniciativas para garantir que suas próprias atividades sejam organizadas com o mínimo impacto ambiental, como o ponto focal de seu pensamento.

Programas internos: Não se esqueça que seus próprios colaboradores e atividades de escritório também podem ter um impacto ambiental significativo que também precisa ser considerado.

Em nosso artigo anterior como identificar aspectos ambientais em seu escritório usando a ISO 14001, consideramos como as escolhas que os colaboradores fazem diariamente, desde compartilhar viagens de trabalho até quando usar impressoras e consumíveis e assim por diante, podem ter um enorme impacto socioambiental meio ambiente.

Certifique-se de que sua organização considere isso e forneça as informações, competências e conhecimentos corretos para permitir que sua equipe tome decisões inteligentes e informadas.

Definir seus KPIs é a base para um bom desempenho em seu SGA, mas você deve saber como projetar iniciativas e programas para combater essas atividades que colocam seu desempenho ambiental em risco.

 O que está claro é que você pode identificar e definir seus KPIs com mais precisão, e o que é melhor, você deve ser capaz de trabalhar para mitigar seu efeito sobre o meio ambiente em seu armazém e negócios de realização.

Este é o momento em que sua organização agora pode empregar o ciclo do PDCA para garantir que sua ação seja considerada, e em última instância, eficaz.

Garantir que você considere esses elementos pode ser a chave para garantir que o impacto do seu negócio em armazenamento e cumprimento de toda a legislação.

Estamos Juntos!

Seu cérebro e o “novo normal’ na segurança do trabalho na volta das atividades.

Corri com os touros na Espanha e mergulhei com tubarões brancos na Namíbia a algum tempo.

Foram algumas das coisas mais emocionantes que já fiz.

Quando os touros se aproximam, é o caos, as ruas Pamplona são estreitas, adrenalina a mil.

Quando os tubarões aparecem do nada, é outra sensação incrível.

 O medo se espalha rapidamente.

No caso dos touros, as pessoas correm de forma errática, cortando etc. e você é ensinado que se você cair, você deve se proteger e não se levantar.

 Se um touro vê movimento, você pode ser espetado.

Tenho pensado muito sobre o papel que o medo desempenhou em nossas vidas durante esses últimos meses.

 Todos nós fomos impactados pela pandemia COVID-19.

 Quando falo com nossos clientes, eles estão trabalhando para gerenciar tanto a natureza prática de sua resposta ao vírus quanto o medo entre seus colaboradores.

À medida que muitas organizações começam a mudar seu foco da resposta ao vírus para voltar ao trabalho, um ponto cego está surgindo.

Se eu pensar naquele dia na Espanha ou na Namíbia com a minha visão de riscos em segurança, eu diria que não deveria ter feito.

 Agora o mais hilário é que depois de ter passado a corrida, tropecei na calçada, pois vinha falando exaltado pelo feito, cai e quebrei o braço

Na Namíbia depois do mergulho, ao chegar ao porto estava ainda eufórico, não pensei resolvi pular do barco para o caís com displicência com todo o equipamento e fiquei com uma perna presa e …quebrei o tornozelo.

Quando estes dois fatos aconteceram, acreditava que o perigo já tinha passado e o risco …, QUE RISCO???

E RELAXEI., que vergonha para os meus colegas de profissão.

 Agora pense no que estamos todos lidando durante esta pandemia.

O que me preocupo é a tendência organizacional de relaxar à medida que voltamos a algum grau de normalidade.

Nosso cérebro é interesse como funciona.

 É propenso a alguns perigos muito previsíveis que poderiam ser facilmente ampliados se acreditarmos que as coisas estão “de volta ao normal”.

O engajamento do nosso cérebro corre o risco real de ser diminuído com base nas regras pelas quais ele opera.

Devemos estar cientes desses perigos centrados no cérebro à medida que as operações estão funcionando novamente:

 Todos desejamos conforto.

 Queremos o familiar.

 Ao permitir que nosso cérebro “caia nos velhos ritmos”, estamos propensos a erros.

Organizações que entendem isso percebem que a exposição ainda existe porque as pessoas voltarão rapidamente aos velhos hábitos.

 Como resultado, eles capacitam seus colaboradores da linha de frente a se engajarem em seus cérebros lentos para tomar decisões seguras.

 Muitos de nós estamos longe do nosso local de trabalho há um bom tempo.

Confiar no “o que me lembro” versus “o que é seguro e correto” pode ser uma receita para o aumento da exposição.

As organizações que entendem essa armadilha permitem ao seu pessoal o tempo necessário para aplicar as melhores práticas quando elas retornam.

Eles revisitam processos e procedimentos e se concentram em reconhecer a tomada e execução seguras mais do que apontar metas de produção.

Não importa o quanto tentamos mitigar os efeitos da covid durante o trabalho, este vírus ainda causará “interferência”.

 Os colaboradores terão os entes queridos afetados.

Os membros da família ficarão com medo.

Os colaboradores terão problemas de saúde.

As organizações que entendem a atenção dividida tomam esforços para engajar seus colaboradores nas especificidades das exposições que enfrentam devem tomar providências o mais rápido possível

O que os colaboradores precisam da gestão é a ênfase em operações seguras e confiáveis.

 Todo mundo tem um papel a desempenhar à medida que todos nós voltamos a se atualizar.

Precisamos permanecer vigilantes para continuar reavaliando as exposições ao nosso redor, não podemos relaxar.

Lembrem se dos meus dois vexames 

Estamos juntos!

Ações de Responsabilidade Social Corporativa em tempos de métricas ESG , nesse momento, quem é quem?

Todos ajudando, ótimo !!, mas com que propósito?

Até onde não é jogada de marketing para limpar a marca que está manchada no mercado por escândalos, acidentes socioambientais recentes ou do passado etc.?

Responsabilidade Social Corporativa, não é assinar um cheque, doar cestas ou máscaras e passar uma borracha na consciência, né!

Esmola demais …sei não, então, o que está por trás de todas as ações ?

Estudei quase 1900 acidentes socioambientais para meu doutorado, e passei por vários na minha carreira profissional de + 40 anos, então a lista é grande se for escrever aqui.

Hoje, não somos apenas protagonistas de um evento global sem precedentes nos tempos modernos, somos todas e cada uma das ações que tomamos diante dele.

Muitas ações em favor da sociedade emergiram de vários setores.

 Embora à primeira vista, todos eles possam ter a mesma natureza, nem tudo o que brilha é ouro.

Poxa Roberto, você está sendo crítico demais, o que importa é a ajuda.

 Sim, certo, e de acordo, o que vale é ajudar, mas …….

Seria interessante definir quais delas foram altruístas, e quais as ações que são por conveniência.

Você quer saber a diferença?

A palavra altruísmo é descrita como uma busca desinteressada do bem das pessoas, mesmo à custa do interesse próprio.

Desde o início da pandemia, todos nós depositamos nossas esperanças em uma vacina que nos permita estar a salvo e parar de correr um risco latente de contágio.

Infelizmente, até hoje não temos uma em mãos, mas temos uma opção altruísta.

Alguns pacientes recuperados da covid se ofereceram parar doar plasma, pois essa transfusão carregada de anticorpos desenvolvida para pessoas gravemente doentes com a doença pode ajudar na recuperação rápida e melhor.

Para realizar essa ação altruísta, uma vez que doam sem conhecer a identidade do beneficiário e sem ganhar absolutamente nada mais do que a satisfação de ajudar os outros em um momento tão decisivo.

Enquanto algumas pessoas estão contribuindo com algo para ajudar, existem outros tipos de ações: aquelas realizadas por organizações “socialmente responsáveis”

Responsabilidade Social Corporativa é o compromisso consciente e consistente de cumprir os objetivos da organização, interna e externamente, considerando as expectativas econômicas, sociais e ambientais de todos os seus participantes, demonstrando respeito pelas pessoas, valores éticos, a comunidade e o meio ambiente, contribuindo assim para a construção do bem comum.

Esse termo, diferentemente do altruísmo, concentra-se nas organizações como um todo e não individualmente e é baseado em diferentes pilares com mais propósitos.

Em tempos normais, as organizações geralmente tomam iniciativas socialmente responsáveis para melhorar sua marca e construir um relacionamento mais forte com consumidores, investidores e colaboradores, a fim de gerar lucros.

Uma iniciativa socialmente responsável é tomar medidas voluntárias que não sejam prescritas por lei ou que não sejam necessárias para cumprir com os regulamentos.

Estudos mostram que existe uma disposição das pessoas de comprar, recomendar, trabalhar ou investir em uma empresa é significativamente influenciada por suas percepções de suas práticas de responsabilidade social e ambiental

 Portanto, tomar ações que beneficiem as pessoas pode gerar vendas mais altas, aumentar a valorização da empresa e manter bons colaboradores por mais tempo.

Algumas marcas de moda transformaram suas fábricas para produzir máscaras, enquanto os fabricantes de álcool e cerveja também mudaram parte de sua produção e distribuição para desinfetantes para as mãos.

Outras empresas prometeram investimento, suprimentos e conhecimento para ajudar na resposta à covid.

Isso não significa que suas ações não contribuam significativamente para a sociedade muito pelo contrário, sua cooperação e ajuda são muito bem recebidas, mas também o fato de não fazer sua parte pode resultar em um golpe de longo prazo na reputação de uma empresa.

Em um campo diferente, há ações por conveniência, que não estão relacionadas a altruísta ou a responsabilidade social corporativa.

As ações convenientes são aquelas que, à primeira vista, podem ser percebidas com propósitos desinteressados, mas que têm como pano de fundo um benefício para quem a realiza.

A sociedade bem como os stakeholders internos e externos que estão sob a influência da organização, não são bobos e sabem distinguir quem é quem, foi se o tempo que a sociedade era bobinha.

 Aquelas ações de “CEO com propósito”, “Não vamos demitir”, “não vamos cortar salários”, não vão ser esquecidas e vão ser cobrados com juros e correção pela sociedade.

Não desejo aqui dizer que as ações a favor da sociedade são boas ou más, pelo contrário.

Todas são excelentes, desde que contribuam com algo benéfico para quem mais precisa, serão bem-vindas, mas também é importante que você considere outras motivações estratégicas, de quem os realiza.

Não é porque você doou XXXXX máscaras, que seus escândalos de corrupção, seus impactos socioambientais vão ser ignorados.

Estamos juntos!

Auditoria interna de Riscos no seu SGA (Sistema de gestão ambiental), qual a situação em tempos de ESG?

Este que ano que passou colaborei com vários de nossos clientes em suas auditorias interna tanto operacional ambiental como as do sistema de gestão (sim, são bem distintas), e normalmente encontramos situações que são interessantes e, gostaria de dividir com vocês essa experiência.

Agora como consultor, como eu sempre brinco “do outro lado da cerca “depois de 40 anos usando crachá, tem certas situações que remontam dos meus tempos de analista (faz tempo rsrs) e dos equívocos que cometi na época.

A auditoria interna é um dos elementos mais vitais de um SGA para garantir que os processos sejam eficazes e sejam seguidos, e, portanto, proporcionar melhoria contínua.

Com tanta importância colocada no processo de auditoria interna e tantos detalhes que precisam ser capturados, portanto, faz sentido abordar no seu programa de auditoria com algum tipo de plano metódico para garantir que sua organização obtenha o máximo benefício de sua função de auditoria.

É provável que sua organização decida sobre a frequência do seu ciclo de auditoria interna em sua revisão de gestão, normalmente realizada anualmente.

É possível, neste momento, que sua organização decida sobre os tópicos para sua auditoria interna, embora isso possa mudar durante o ano como resposta a quaisquer incidentes ou acidentes, ou à medida que surgem saídas de avaliação de riscos e discussões baseadas em riscos.

No entanto, há sempre o perigo de que uma auditoria interna possa ser menos eficaz do que o esperado por falta de planejamento seja falta de recursos, o proprietário correto do processo estar indisponível ou detalhes mal registrados ou insuficientes.

Portanto, faz sentido colocar algum tipo de plano em prática ao olhar para o próximo ano para garantir que sua função de auditoria interna seja planejada, organizada e tenha o máximo benefício para sua organização.

Para garantir que capturemos todos os componentes vitais da auditoria interna, o que sua organização deve pensar ao criar um plano de auditoria?

Vamos examinar com mais detalhes:

O objetivo estratégico em um plano de auditoria precisa estar ligado ao objetivo geral da sua organização, para garantir que seja de alguma forma mensurável do ponto de vista interno.

 Por exemplo, faz parte do plano que você espera definir tópicos e frequências para auditoria interna, ou isso é feito na revisão da gerência?

 Este plano está sendo criado para garantir que a auditoria interna em si seja eficaz e atenda às condições da norma ISO 14001 em termos de verificação de processos e entrega de melhoria contínua?

O plano de auditoria deve capturar todos esses elementos, além de garantir que suas próprias auditorias ofereçam melhorias contínuas.

 Esses podem ser um dos principais usos do seu plano de auditoria.

 Você tem uma equipe de colaboradores adequadamente treinada para garantir que suas auditorias internas sejam eficazes?

Você pode usar o plano para garantir que todos os colaboradores escolhidos estejam disponíveis nos dias determinados e não em férias ou envolvidos em outros projetos?

 Os colaboradores que você selecionou entendem os objetivos do plano de auditoria e a própria auditoria interna?

 Os colaboradores que você seleciona conhecem a norma ISO 14001 para garantir que a auditoria interna possa ser executada com eficiência?

Sem dúvida, sua organização terá documentação ou formulários sobre como realizar a auditoria interna e registrar as informações de suporte.

Pergunto; isso é suficiente?

O nível de informações registradas varia de acordo com o auditor?

 Dado que a qualidade de qualquer ação corretiva pode variar dependendo das informações observadas tarefas auditadas, colaboradores entrevistados, evidências observadas etc. pode ser aconselhável usar seu plano de auditoria interna para esclarecer e garantir que essas informações de suporte sejam registradas para em certa medida e de maneira a ajudar a melhorar a qualidade do resultado da própria auditoria.

Também é bom lembrar que, independentemente do formato escolhido, é recomendável registrar os detalhes do seu plano digitalmente, pois isso é útil como informações de suporte para a saída da sua auditoria interna e registrá-las no SGA para referência.

Pense no plano de auditoria interna e seus detalhes como uma extensão do seu próprio processo de auditoria interna.

É aconselhável revisar e medir a eficácia de tal processo, como acontece com qualquer elemento relacionado ao ciclo “Planejar, fazer, verificar, agir” dentro dos padrões da ISO.

O plano de auditoria interna está tornando seu processo de auditoria mais eficaz, organizado e detalhado do que antes?

 Os detalhes registrados no seu plano de auditoria ajudam a identificar as causas principais com mais clareza e permitem que as ações corretivas sejam mais eficazes?

 Se a resposta for “não”, talvez seja necessário revisar, alterar os detalhes e tentar novamente.

A eficácia de suas próprias auditorias internas pode ser bastante aprimorada pelo nível de planejamento que sua organização faz em torno delas.

Ter as pessoas corretas auditando os processos colaboradores corretos no momento e no local corretos, resultando em um nível de detalhe muito preciso, pode dar à sua organização uma excelente visão de quão eficaz é esse processo específico.

 Quando esse nível de detalhe não está presente, podem aparecer facilmente lacunas que, de outra forma, não seriam evidentes.

Isso, sem dúvida, cria perigo para a sua organização quando as auditorias de certificação e vigilância são realizadas, mas, igualmente importante, pode custar dinheiro à sua organização diariamente por ineficiência e baixo desempenho.

 Sua auditoria interna é fundamental para o desempenho e o bem-estar da sua organização – planeje-a bem e você verá o benefício.

Estamos juntos!

Mais um novo virus, mais uma nova pandemia? Prepare-se para o aumento de acidentes na sua área.

Com a eclosão de mais um novo virus, estamos enfrentando tempos sem precedentes que afetam a todos pessoalmente.

Em uma das minhas ” lives”, contei que como tinha passado por situações de crise como o Ebola e outras, iria acontecer o que eu mais temia, de acordo com os relatos de nossos clientes, acidentes começam ocorrer.

Sabe por quê?

Como você pode estar focado, se lá fora sua família corre perigo?

Já pensou?

Com esses novos desafios, devemos encontrar novas maneiras de atendê-los.

 Com a proibição de viagens, reuniões e pequenos eventos em grupo, uma tendência compreensível (ainda lamentável) está se desenvolvendo:

Muitas organizações estão cancelando reuniões de segurança e treinamentos.

Este é um momento de verdade para empresas em todo o mundo.

 Durante esta crise sem precedentes, não basta apenas manter a mensagem em cima da mente.

Todos nós precisamos fazer melhor.

 Foco específico na segurança é necessário.

Considere a seguinte analogia.

 Ao dirigir, nos concentramos e escaneamos.

Nós nos concentramos nas linhas na estrada, ou nos meios-fios, como eles nos ajudam a navegar.

 No entanto, não olhamos para isso.

Também escaneamos nosso setor, observamos o comportamento de outros veículos e procuramos pedestres e animais.

Nós nos concentramos e escaneamos.

Com a pandemia, prepare-se para o aumento das lesões durante um momento divisor de águas (como o que todos estamos enfrentando agora), as pessoas estão focadas na incerteza e tentando o seu melhor para procurar as coisas que podem prejudicá-las.

Isso é análogo a dirigir enquanto fala ou manda mensagem e foca mais na conversa (que você não deveria estar tendo) do que na estrada à frente.

Perigoso, como todos sabemos, mas é isso que está acontecendo dentro e fora do trabalho.

 As pessoas estão justificadamente distraídas.

Precisamos planejar para a realidade que as lesões provavelmente aumentarão com essa perda de foco.

Vários clientes estão imediatamente agindo sob os seguintes conselhos.

Para desenvolver um foco, não apenas em segurança, analise seus dados ou reúna insights e responda a essas cinco perguntas vitais:

Quais são os grandes riscos (alta probabilidade, alta gravidade) e eles mudaram no passado recente com o início do COVID-19?

Quais são os riscos comuns (baixa probabilidade e gravidade incertos), e da mesma forma, como eles estão mudando?

Quais precauções são necessárias para superar os grandes riscos e quais precauções a critério do empregado são necessárias para enfrentar os riscos comuns?

Como você controla as precauções necessárias e como influência e treina as precauções discricionárias com capacidade limitada de fornecer feedback individual ou em grupo?

Durante essa pandemia, devemos estar hiper focados em segurança.

Sempre que possível, envolva sua força de trabalho neste exercício, pois uma maior propriedade virá do envolvimento na criação dessas respostas.

Por fim, desafie seus colaboradores a levar essas conversas para casa e discutir com suas famílias.

Estamos juntos!

Segurança comportamental não se trata de bônus e doces para colaboradores “bons”​.

Se cada vez que um rato virar à esquerda em um labirinto ele recebe uma delícia, e cada vez que ele vira à direita recebe um choque elétrico, ele aprenderá a virar à esquerda com mais frequência.

 Esta é a base na qual a segurança comportamental funciona.

Pessoas são mais complicadas que ratos, e as questões do que a recompensa para boas práticas de trabalho e punição para as más práticas são complexas.

Programas de segurança comportamentais sem base tratam as pessoas como ratos de laboratório uma recompensa por serem vistas fazendo a coisa certa, e uma punição por serem pegas fazendo a coisa errada.

Um processo-chave é representado como ABC., para ficar mais fácil a compreensão dos colegas

Onde o B é o comportamento observável, que pode ser qualquer coisa que um indivíduo faz (ou não faz), escreve ou diz.

 A é o antecedente, o estímulo ou evento que levou ao comportamento, políticas, demonstrações de método ou projeto de equipamento, por exemplo.

Uma abordagem tradicional para lidar com o comportamento no local de trabalho foi mudar os antecedentes: Escrever políticas mais firmes, fornecer mais treinamento, instrução e supervisão, exibir muitos sinais.

No entanto, como acontece com os ratos, precisamos entender o C, as consequências do comportamento.

O rato sabe apenas que é tratado ou punido, em muitos casos os colaboradores sabem que, embora possam ser punidos se forem pegos se comportando de forma insegura, se não terminarem o trabalho a tempo porque atrasam para uma verificação de segurança, eles definitivamente serão punidos, mesmo que seja apenas uma repreensão de um supervisor.

AS CONSEQUÊNCIAS DE NÃO USAR ÓCULOS DE SEGURANÇA PODEM DEPENDER DO COMPORTAMENTO DO SUPERVISOR QUE IGNORA A OMISSÃO E DOS COLEGAS QUE RIEM DO USUÁRIO USA

Algumas das consequências são inerentes ao comportamento.

Se os óculos de segurança baratos forem fornecidos, o colaborador pesa as consequências de usá-los: Ficarei desconfortável, mas ficarei protegido

Com as consequências de não os usar: Ficarei mais confortável, mas posso perder um olho em um acidente.

Se a probabilidade de um acidente parece remota, as consequências imediatas ditam o comportamento.

No local de trabalho, o comportamento de uma pessoa pode ser um antecedente ou consequência para outra pessoa.

 Os antecedentes do comportamento “usando óculos” dependem do comportamento das pessoas que especificaram, adquiriram e testaram.

As consequências podem depender do comportamento do supervisor que ignora a omissão e dos colegas que riem do que usa.

 Os programas de segurança comportamental são criticados quando se concentram no comportamento dos colaboradores, como usar equipamentos de proteção individual ou seguir regras do local, sem referência a antecedentes e consequências enraizadas na liderança e na conduta gerencial.

A outra armadilha dos programas de segurança comportamental é o risco de que eles possam ser usados como substituto para fornecer um local de trabalho seguro e um sistema de trabalho seguro que siga a hierarquia dos controles.

Se uma organização tem uma alta incidência de pessoas escorregando em um piso molhado, a solução não é introduzir imediatamente um programa de segurança comportamental que exige que as pessoas caminhem com cuidado.

Se o chão estiver molhado porque o maquinário vaza, conserte o vazamento.

 Se o ambiente é tal que o chão vai ficar molhado, limitar o número de pessoas que precisam passar por cima dele ou aumentar a frequência de limpeza.

 Sapatos antiderrapantes podem ser adicionados como um controle para aqueles que precisam atravessar o chão.

Somente quando o risco subjacente foi reduzido tão baixo quanto razoavelmente praticável faz sentido aplicar a segurança comportamental.

No caso do piso molhado, você deve considerar porque as pessoas usam o calçado errado, porque eles pegam um atalho pela área restrita, ou porque sentem que precisam correr em vez de andar.

Nós utilizamos seis etapas para a implementação de um programa de segurança comportamental, aqui aplicado a uma operação de manuseio manual.

Passo 1: Estabeleça o resultado desejado: ninguém sofre uma lesão manual de manuseio.

Passo 2: Especifique o comportamento crítico: a técnica de manuseio manual correta é usada.

Passo 3: Estabeleça que o grupo alvo pode realizar o comportamento: eles são corretamente treinados e aptos.

Passo 4: Conduzir a análise do ABC. O que acontece se eles pedirem a alguém para ajudar com um elevador, e pedir uma pausa depois de um período intenso de tentar alçar ou atrasar um movimento para buscar um carrinho?

O que acontece se eles continuarem em insistir em alçar na mão grande que é muito pesado para eles e completar um trabalho mais cedo?

Passo 5: Alterar consequências para reforçar o comportamento desejado: elogiar aqueles que fazem o trabalho corretamente.

O reforço positivo do bom comportamento tem um efeito mais poderoso do que o reforço negativo da má prática, então você precisa encontrar as pessoas acertando.

Passo 6: Avaliar o impacto: há menos dias de licença médica por lidar com lesões? As pessoas estão demonstrando a técnica correta?

Você pode inserir um passo extra entre o primeiro e o segundo, para revisar avaliações, registros de acidentes e incidentes, sistemas de trabalho para garantir que tudo razoavelmente viável tenha sido feito para eliminar o manuseio manual e para fornecer um ambiente de trabalho onde os objetos possam ser manuseados com segurança.

Segurança comportamental não se trata de bônus e doces para colaboradores “bons”.

Não é um substituto para a eliminação de riscos, mas uma maneira de reforçar o comportamento necessário para gerenciar o risco residual quando outras ações razoavelmente viáveis foram tomadas.

Estamos juntos!

Construa uma cultura de segurança forte, com uma linguagem simples e objetiva.

Ninguém pode manter uma organização inteira segura por conta própria.

 A colaboração é necessária para criar uma cultura forte em segurança na qual todos cuidem uns dos outros.

Não existe fórmula mágica para fazer alguém prestar atenção as mensagens sobre segurança.

Mas melhorar a atmosfera em torno de conversas sobre segurança, sem dúvida pode tornar mais fácil dar e receber conselhos de forma construtiva.

Aqui estão algumas maneiras que você pode fazer isso, se vocês me permitem;

Retire a “polícia de segurança”.

A abordagem “TE PEGUEI ” é contraproducente, na minha vivência e experiência na área. 

Quando os colaboradores sentem que estão sendo policiados, encontram maneiras de esconder seus comportamentos inseguros, resultando em oportunidades perdidas de melhoria.

 Para causar um impacto genuíno a longo prazo, tome uma abordagem persuasiva em vez de punitiva.

Fale a língua do colaborador.

 Em vez de apresentar as informações da forma que faz mais sentido para o orador, considere como o colaborador irá recebê-la.

 Antes de dizer qualquer coisa, pense em quem está sendo falado e no que ele ou ela se importa, e adapte a conversa para falar sobre essas motivações.

E lembre-se: Boa comunicação vai para os dois lados.

Em vez de falar, ouça o que os colaboradores têm a dizer especialmente quaisquer perguntas ou objeções que eles trazem à tona, o que pode revelar suas motivações.

Demonstre cuidado e preocupação.

De longe, a maior razão para dar a um colaborador para adotar um comportamento seguro é a preocupação com seu bem-estar, e a melhor maneira de evitar o aparecimento de palestras é mostrar preocupação com essa pessoa.

Fique calmo e mantenha as emoções sob controle para ajudar a enviar a mensagem certa.

Concentre-se em detalhes.

 Para evitar expressar julgamento ou desaprovação e provocar uma reação defensiva, limite os comentários aos comportamentos ou condições precisas e inseguras que foram testemunhadas.

Obtenha (e dê) permissão.

 Se você está preocupado que conselhos bem-intencionados saiam como intrusivos, pode ajudar a definir o cenário para a conversa de segurança de antemão.

Lidere pelo exemplo e incentive outros a fazer o mesmo.

 Os colaboradores tendem a fazer o que aqueles ao seu redor estão fazendo, por isso é essencial demonstrar comportamentos seguros, além de falar sobre eles

Estamos juntos!

Como a pandemia mudará o futuro da segurança e da saúde como parte do ESG / QSMS-RS no trabalho?

É uma live após a outra, inclusive participei de uma, de “como será o novo normal depois da pandemia “

Bem, para mim, não vai ter novo normal, não vejo a hora de poder participar, abraçar e conversar com as pessoas, nossos clientes e meus alunos.

Novo normal para mim, não vai dar, me perdoem

Mas para nós profissionais ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, pode ser.

Alguém tinha em seu PAE tinha previsto a pandemia?

Nos meus, SIM !!!!, mas por que eu já tinha passado pelo Ebola com 4000 colaboradores, talvez quem trabalhe em portos, pode ter pensado já que recebe navios de vários países

Agora nós profissionais;

 Primeiro, o S (saúde) no QSMS -RS, com exceção de patrocinar programas de bem-estar ou pagar por adesões à academia, tem sido em grande parte uma reflexão posterior.

 O profissional ESG/ QSMS- RS, dependendo de sua formação ou prioridade da organização, passou a maior parte do tempo em segurança ou ambiental primeiro.

 A saúde tomou o centro dos primeiros meses da pandemia, liderada por muitos líderes sem as habilidades ou confiança para ser bem-sucedida.

 Haverá uma necessidade reconhecida de equipar líderes ESG/ QSMS -RS ou equipes com competência em todas as áreas.

Em segundo lugar, com o foco temporário orientado pela mídia para a prevenção do COVID-19 entre comunidades e locais de trabalho sendo em grande parte comportamental, isso levará a uma nova ou revivida apreciação pela segurança comportamental.

 Embora talvez não seja aberta, haverá um aumento nas discussões sobre precauções que impedem muitos tipos de incidentes, doenças ou lesões.

Em terceiro lugar está o envolvimento no planejamento de continuidade de negócios.

Embora muitos profissionais ESG / QSMS-RS lutassem por seu lugar na mesa, eles não eram vistos como líderes estratégicos: mais como chefes de tarefas ou administradores de programas.

Com a necessidade de atender às recomendações do OMS, Anvisa etc. para as empresas e permanecer viável e evitar a falência, o líder ESG/ QSMS-RS foi colocado em discussão colaborativa com as operações sobre como permanecer aberto com segurança, ou fechar e, em seguida, lentamente retornar às operações normais.

Estratégia é criar e entregar valor sustentável.

Os líderes ESG/ QSMS -RS que assumiram o comando e pensaram estrategicamente foram vistos como colaboradores estratégicos e conselheiros.

 Haverá um aumento no reconhecimento de que o ESG/ QSMS -RS precisa de uma estratégia específica da empresa alinhada com operações preditivas, resilientes e ágeis.

 Para isso, a mudança mais importante e duradoura é a necessidade identificada de profissionais ESG/ QSMS -RS de pensamento estratégico.

Estamos juntos!

Como os treinamentos EAD em QSMS-RS & Sustentabilidade podem ajudar as organizações.

Faz muito tempo que uso o Treinamento EAD nas operações mundo afora, pois quem é do trecho/embarcado, lá longe na mineração ou em obras no meio do nada, não tem condições de ir a uma sala de aula para os cursos.

Até mesmo o custo de um instrutor para essas regiões ficava impraticável.

Por isso, hoje falo com orgulho sobre ser o mentor do Portal Escudo, empresa especializada em soluções EAD para treinamentos normativos.

 Uma parceria que começou há alguns anos, quando seu fundador, Hugo Vogel, veio me visitar em Curitiba, em uma das minhas folgas no Brasil, para apresentar o projeto da empresa

Fiquei entusiasmado com o carinho, a dedicação e a equipe de especialistas em aprendizagem e EAD, como Deivid Alexandre e Rodrigo Demo.

Abracei a causa e passei a mentorear com base na minha experiência em todas essas décadas de treinamentos. Mesmo estando na Etiópia na época, acredito que ajudei na evolução do Portal Escudo. Que hoje é um dos mais importantes centros de produção de treinamentos em EAD para QSMS-RS (Qualidade, Segurança, Meio Ambiente, Saúde e Responsabilidade Social) no Brasil.

Com a atual pandemia de COVID-19, fica ainda mais claro a importância e o uso prático do EAD, que vem se consolidando nesse período como uma modalidade de ensino séria, uma nova forma de aprender. E que não deixa nada a desejar, se compararmos com o ensino presencial.

Como é na crise que evoluímos, acredito que as atuais circunstâncias extraordinárias que vivemos não só testam nossos planos, mas também trazem à tona o melhor das pessoas. Como um grupo interdependente e codependente das forças e competências uns dos outros, onde o progresso real torna-se alcançável.

Agora, com as organizações bloqueadas, em home office compulsório, criou-se uma oportunidade para a atuação do EAD. Com o apoio da internet e vontade de aprender, essa pode se tornar uma das maiores oportunidades para o aprendizado e desenvolvimento profissional.

Através do EAD, as organizações podem tanto fazer a gestão e a distribuição do conhecimento gerado e acumulado por elas, como também ajudar seus colaboradores recém-recrutados a acelerar o caminho para a estrutura organizacional.

Espera-se que os colaboradores sejam produtivos e engajados em suas funções e responsabilidades nas empresas, e a capacitação é o caminho por onde é possível fazê-lo. É uma oportunidade crucial de desenvolver o know-how funcional, mantendo o foco e usando o tempo disponível nesse momento.

Para locais de trabalho nas áreas industriais, a atualização através do EAD guia a empresa para uma nova estrutura de conformidade atualizada. Onde é possível unir o tempo gasto em sites e evolução do conhecimento. O que, muitas vezes, acontece em paralelo e em uma velocidade tremenda.

Isso permite que o quadro de supervisão melhore e refine suas habilidades e forneça um senso de propósito para os colaboradores em tempos de incerteza como o que vivemos.

O EAD também permite a implantação rápida e ágil de treinamentos essenciais de integração e orientação, voltados para colaboradores recém-contratados.

Ambas as ações citadas acima proporcionam à administração o momento certo para definir e esclarecer a gestão das expectativas, que está propensa a alterações nas circunstâncias atuais da COVID-19.

Mesmo as ações de treinamento e desenvolvimento que já existam em uma empresa, de forma presencial, podem ser adaptadas para o EAD. Essas atividades podem ser transformadas em um módulo com avaliação rápida e conformidades principais cobertas.

As plataformas digitais também auxiliam a gestão de treinamento a identificar lacunas de aprendizagem, como certificados vencidos, colaboradores com treinamentos atrasados ou reprovados. Atividades que podem ser retomadas e regularizadas durante o período de quarentena.

Um sistema de gerenciamento de aprendizagem seguro pode ajudá-lo com isso de qualquer lugar do mundo. Basta estar conectado na rede para que o usuário consiga fazer login, e então completar os treinamentos e avaliações pendentes de casa.

O EAD pode impulsionar o engajamento e manter seus colaboradores conectados uns aos outros, pois eles terão mais tempo em suas mãos e seus serviços também sentem os efeitos adversos de eventuais desligamentos. E à medida que enfrentamos um futuro incerto, possuir esse elemento de aprendizagem e conectividade com os colaboradores torna-se crítico.

Existe, ainda, alguns cursos EAD que não podem, efetivamente, serem assimilados sem uma etapa prática, que seja executada em conformidade com a lei. No entanto, mesmo nesse tipo de situação, o ensino a distância segue como uma opção flexível e prática, já que pode oferecer a parte teórica, que depois é complementada com a prática de campo.

Ao mesmo tempo, existem muitas habilidades e cursos contínuos de desenvolvimento profissional que são capazes de determinar a longevidade de seus recursos humanos e seu potencial calibre para se tornar capital humano.

Assim, líderes e gestores seniores devem aproveitar o momento para segmentar e determinar os requisitos do curso que servirão melhor ao local de trabalho e cada função ali desempenhada. O planejamento proativo, motivado e focado costuma ser aquele que sobrevive a situações como a atual.

Acredito que com o apoio de ferramentas EAD e a colaboração de todos nesse período de enfrentamento à COVID-19, é possível continuar aprendendo e ajudando todos ao nosso redor.

Estamos juntos! 

Explore sua própria cultura de segurança para melhorá-la, antes de comprar uma metodologia enlatada das muitas vendidas pelos gurus.

Depois de 4 décadas e em mais de 15 países com cultura e religiões bem diferentes, por mais que fosse as vezes da mesma organização, você aprende algumas sobre “Cultura de segurança do trabalho”, um objeto desejo para muitos e quase ninguém consegue alcançá-la, por quê?

Assim como cada cidade tem sua própria cultura, toda organização já possui uma cultura de segurança.

Quão bem você conhece o que o diferencial da sua?

Viajo muito a trabalho como consultor.

No passado morando em diferentes países quando podia levava minha família quando e tínhamos tempo levava-os para passear pelos lugares que visitamos para experimentar o que o país tinha a oferecer.

Em uma das últimas paradas levei para Pune, Índia onde tinha 0 2 projetos grande de biogás em que atuava.

Mas tiramos um tempo para conhecer a região em todas as cidades que passamos ofereceram experiências distintas, ao redor desta cidade, há diferenças culturais nas muitas vilas e você vai ouvir os moradores falarem dos diferentes comportamentos de condução encontrados nas rodovias da região.

Cada organização tem uma cultura ocupacional única, incluindo as regras ocultas de como as coisas são feitas e o que é realmente importante.

 Bom ou ruim, a segurança faz parte disso.

A cultura é o que é comum entre um grupo: crenças, comportamentos, experiências e histórias comuns.

Todos eles têm um componente de segurança.

Talvez dentro de sua organização, parar um trabalho por questões de segurança seja percebido como uma boa ideia, enquanto no passado não era.

Quais são as histórias de hoje? Estão reforçando as crenças desejadas ou indesejadas? O que é comum entre seus grupos e o que é único, departamento por departamento ou turno por turno?

Ano passado, fui contratado por uma organização para validar o que o gerente da fábrica achava que eram oportunidades para melhorar continuamente sua cultura de segurança e fornecer feedback sobre como os funcionários perceberam uma abordagem que ele estava tomando.

Enquanto encontramos algumas oportunidades ocultas, fiquei impressionado com o quão bem o líder conhecia sua cultura, quais experiências estavam moldando a narrativa, e o que era preciso ou não.

Como ele estava tão em contato? Ele chamou de “blitz de segurança”.

Toda quinta-feira, o gerente da fábrica, pegaria uma nova combinação de gerentes de departamento, supervisores e funcionários e caminhava na fábrica, gastando duas horas engajando-os em conversas.

 Ele aprenderia seus nomes e quem ou o que era importante para eles.

Ele indagava sobre os desafios de segurança que enfrentavam ou melhoravam as ideias que tinham.

 Eles tomaram notas e seguiram, estava construindo um relacionamento por dentro, conhecendo sua cultura e moldando-a durante a caminhada.

Como parte do projeto, falei com 30 % dos colaboradores de 500 pessoas em sessões individuais e em grupo focal.

 Todos os colaboradores com quem falei acreditavam firmemente que o gerente os conhecia pelo nome, e isso significava algo para eles.

 O gestor sabia quem eram e o que era importante para eles e demonstrou que se importava.

Quando eu dei este feedback a ele, o mesmo lentamente baixou a cabeça e um olhar de vergonha encheu seu rosto.

Ele admitiu que isso não era verdade e disse que não conhecia todo mundo pelo nome.

Mais tarde, ele trabalhou com o RH e criou um protetor de tela com todas as fotos dos funcionários e nomes de acompanhamento.

Ele também exigiu que seus gerentes de departamento fizessem o mesmo com seus funcionários específicos e os desafiou a memorizar nomes com fotos dentro de 90 dias.

Com as perguntas certas e compaixão, respostas sobre como melhorar continuamente a cultura de segurança são frequentemente encontradas dentro.

 Conheça seu povo, e conhecerá seus desafios.

Quando eles percebem que você os conhece, eles são mais propensos a estar envolvidos em ajudá-lo a resolver os problemas.

Como está em contato com sua cultura de segurança?

Estamos juntos!

Volta ao trabalho após a quarentena da covid, e agora ?

Agora é hora de pensar como um local de trabalho será quando a estadia em casa for retirada, as medidas temporárias de flexibilidade cessarem navegar na pandemia COVID-19 e suas consequências é um dos maiores desafios que as indústrias enfrentaram e continuarão a negociar em breve.

Retomar o normal está em andamento, mas muitos ainda não sabem como seria esse “normal”.

Em meio à intensificação da turbulência econômica, as decisões de manter as operações em andamento, minimizando os riscos para os colaboradores, permanecem críticas.

A capacidade de responder efetivamente aos riscos do COVID-19 está criticamente ligada ao bom planejamento tarefas essenciais de supervisão ajudam os profissionais do setor a levar suas forças de trabalho da crise à recuperação.

Planejamento de longo prazo

Algumas questões importantes que estão relacionadas com a forma como o trabalho é realizado, o que o trabalho é realmente feito, incluem;

Ø O negócio está pronto para um local de trabalho ágil e, principalmente, virtual?

Ø quais mudanças serão adotadas em termos de desempenho do trabalho?

Ø algum plano de resposta para futura pandemia?

Avançando, os profissionais e a gerência de QSMS-RS & Sustentabilidade precisam trabalhar esses fatores para aumentar a adaptabilidade no local de trabalho.

Saúde e segurança no local de trabalho

Restrições relaxadas não significam espaço para práticas de trabalho seguras comprometidas na verdade, torna-se o principal dever de os profissionais do setor trabalhar com a força de trabalho para promover práticas de trabalho seguras, garantindo que seus locais de trabalho estejam prontos para o distanciamento social e medidas de higiene recomendadas.

Dada a onipresença dos celulares, pode-se aproveitar a tecnologia para facilitar o rastreamento de contatos e a comunicação com os colaboradores internamente.

No entanto, à luz das preocupações e passivos de privacidade que surgem de tal assunto, uma abordagem fácil de entender e implementar que é segura precisa ser aplicada.

Atividades, riscos e riscos no local de trabalho podem ser monitorados usando plataformas digitais e softwares que possuem dashboards prontos para acesso e fluxo de trabalho de processo seguro construído dentro uma solução para os profissionais de QSMS-RS em funcionamento seguro de operações industriais.

Além dos protocolos de saneamento e higiene, a coordenação adequada torna-se necessária, para as equipes, onde há rotação de turnos e pessoas trabalhando em casa.

Os colaboradores da fábrica, especialmente em áreas de alto risco, que lidam com atividades como aprovações de licenças, isolamentos precisam de uma plataforma comum para compartilhar e comunicar, controlar e executar trabalhos com menor quantidade de ameaças.

Como a permissão digital para trabalhar, o que ajuda a aumentar a transparência com a máxima prestação de contas devido ao seu fluxo de trabalho autenticado e baseado no usuário.

O gerenciamento de riscos é um dos principais fatores para a mudança física no local de trabalho marcações de piso, sinalização e telas, vigilância no local de trabalho, limpeza são algumas das mudanças visíveis.

Viagens relacionadas ao trabalho, interação cliente-cliente requer atenção renovada menores os pontos de contato, menores riscos a que os trabalhadores estão expostos.

Barreiras como folhas de plexiglass podem ser instaladas nas áreas de produção – estas podem ajudar a empresa a proteger seus colaboradores que estão próximos sem aumentar os riscos na estação de trabalho de pontos de aperto ou riscos de viagem.

Para evitar acidentes inesperados ou paralisações de fábricas, o retreinamento em tarefas de trabalho e equipamentos talvez seja necessário para as pessoas que retornam ao trabalho em áreas propensas a riscos.

Com tudo isso, as ansiedades mentais devem ser tratadas com cuidado e conforto adequados as condições de trabalho alteradas e as circunstâncias pessoais podem criar instabilidades, e, portanto, um plano de atenção psicossocial torna-se essencial, o que deve ser constituído por meio de assessoria médica especializada.

Treinamentos digitais que aclimatam os colaboradores aos seus cenários de trabalho alterados podem ser um passo dado pelas indústrias para evitar a propagação do medo e do pânico do COVID-19. Protocolos adicionais podem ser explicados facilmente através de portais de e-learning, onde os trabalhadores têm a chance de entender suas condições alteradas.

Os colaboradores estão contando com suas empresas para ajudá-los a voltar ao trabalho com segurança. Embora os colaboradores devem entender que ainda é sua responsabilidade validar sua prontidão para reiniciar as operações em larga escala.

Estamos juntos!

Algumas sugestões para ter sucesso em suas observações sobre comportamento seguro.

Organizações não alcançarão excelentes resultados em segurança sem um processo em que entenda a exposição ao risco antes de um acidente.

Para conseguir isso, as organizações devem ter programas de treinamentos em segurança e uma estrutura de observação que guie a conversa.

Este texto é baseado em nossa experiência aos longos dos anos, e que foram usadas com grande sucesso.

Seja corpo a corpo, ou o supervisor para colaborador, tudo se resume em:

Anunciar

O primeiro passo no processo é deixar a pessoa que você pretende observar saber que você está lá.

Esse contato inicial define o tom da observação e da discussão resultante. É normal se perguntar: “Se eles sabem que eu estou lá, eles podem fazer tudo certo”.

Isso não seria desejável?

 Um dos objetivos deve ser o de ajudar a criar hábitos, não pegar um violador de regras.

Se alguém se sente emboscado ou espionado, como a confiança pode ser comprometida?

 Certifique-se de que todos que você observar, e até mesmo os próximos, estejam cientes da observação antes de começar.

Assistir

Depois que o indivíduo estiver ciente, você deve passar o tempo designado assistindo à tarefa do trabalho.

 O que você procura? Idealmente, a resposta é: “O colaborador pode executar a tarefa com segurança?” e “Eu vejo algo que me preocupa?”

Geralmente, isso é mais bem recebido do que uma observação tentando determinar se as regras estão sendo cumpridas.

O objetivo das observações deve ser identificar se os colaboradores podem executar a tarefa de forma proativa e segura, identificando preocupações que podem aumentar as chances de uma lesão.

 Isso não deve ser usado como uma oportunidade de encontrar falhas, pegar ou quebrar a regra.

Perguntar

Um dos aspectos mais importantes de uma observação é determinar por que uma precaução foi ou não tomada.

 Esse insight é um dos mecanismos mais eficazes para afetar a mudança de comportamento e priorizar iniciativas de melhoria em segurança.

É fácil para todos nós nos tornarmos complacentes com uma tarefa frequentemente executada.

É importante que o indivíduo observado reconheça a lógica das decisões que está tomando, tanto para as que reduzem a exposição ao risco quanto para as que introduzem a exposição ao risco.

Se você enxerga uma exposição ao risco, faça as perguntas mais apropriadas: Por que você fez dessa maneira?

 É assim que você sempre faz? Você se sente seguro fazendo dessa maneira? Existe uma maneira mais segura de fazer isso? Você foi treinado para fazer dessa maneira?

Reforçar

As observações são uma oportunidade de apontar especificamente as coisas positivas que uma pessoa está fazendo por sua própria segurança.

 Deve-se enfatizar o que o colaborador está fazendo certo para garantir que ele não esteja apenas tendo sorte quando se trata de prevenção de lesões.

 Se um indivíduo tomou uma precaução ao executar seu trabalho, este é um excelente momento para reforçar precisamente o que você o observou fazendo e incentivá-lo a continuar.

Isso ajuda a mudar a crença comum de que o seguro é definido pela falta de acidentes e não pelo que as pessoas fazem para controlar a exposição ao risco.

Manifestar preocupação

Quando o risco é identificado durante uma observação, a maneira de falar escolhida para comentar é crítica.

Expressar preocupação é uma abordagem preferida ao afirmar que alguém está “em risco” e “inseguro”.

Quando você escolhe os últimos exemplos, suas opiniões são introduzidas na conversa, comprometendo a confiança e o respeito.

 Se um observador declara preocupação com a maneira como uma tarefa é executada, isso oferece uma melhor chance de uma conversa, levando a uma compreensão de porque o risco faz parte da tarefa.

Geralmente, essa tática faz parte de uma metodologia mais abrangente para treinamento em segurança de liderança ou segurança baseada em comportamento.

 Embora a estrutura de tais abordagens sejam certamente valiosas, as etapas de uma metodologia eficaz de observação e comunicação também são importantes de forma independente.

Estamos juntos!      

Métricas e metas socioambientais na gestão ESG?

É lógico que as organizações que operam em diferentes segmentos terão diferentes KPIs (indicadores-chave de desempenho) e métodos de medição do desempenho ambiental dentro de um SGI

Estivemos desenvolvendo KPIs para organização de tecnologia que abriu uma grande loja, não só pelo seu desempenho socioambiental “local”, mas também no impacto positivo que seus produtos podem ter em sua base de clientes.

Como consultor, eu estou acostumado a trabalhar com organizações em sua maioria de setores de energia, manufatura, portos, mineração etc., e, portanto, definir e construir KPIs tem sido relativamente simples, afinal a quase 4 décadas aprendemos alguma coisa

Kpis de atendimento a legislação e avaliar o desempenho são necessários, mostrando alguma melhoria contínua nessas medidas para satisfazer os termos da norma, mas a maioria das organizações não sentem a necessidade de olhar além disso.

Trabalhando para esta organização, que chamarei de “XPTO”, garantiu que eu tivesse que repensar minha perspectiva sobre KPIs socioambientais e considerar como eles poderiam ser transformados de uma ferramenta de medição reativa em um driver proativo para mudanças socioambientais positivas.

Em outros textos publicado no meu blog e aqui no linkedin falamos em KPIs normalmente sendo definidos na revisão de gestão, e obviamente sendo definidos ou pelo menos aprovados pela equipe de gestão superior.

Foi o caso da Empresa XPTO, e de acordo com a norma de cumprimento da legislação, teve de ser abordado.

 A identificação e avaliação de riscos e ações contra aspectos e impactos socioambientais também devem ser claramente definidas e as medições subsequentes colocadas em prática.

Já falamos também sobre como poderíamos reduzir o impacto socioambiental cotidiano de organizações, e usamos a mesma fórmula ao lidar com a elas.

No entanto, após uma discussão mais profunda, ficou claro que a Empresa XPTO tinha uma gama de produtos que eram ambientalmente inovadores, e tinha um plano claro e roteiro para construir produtos que liderassem ainda mais a indústria em termos de consumo de energia, compatibilidade com outros produtos socio ambientalmente positivos e bem como no ciclo de vida.

Isso me pareceu não apenas um atributo que precisava quantificado como um KPI de alguma forma, mas também um ponto de venda único com aquela frase chave que toda organização espera impulsionar suas vendas.

Então, como estabelecer novos KPIs que não só mediriam os fatores descritos acima, mas também se mostrariam aspiracionais em termos do objetivo de toda a força de trabalho de construir produtos líderes da indústria que beneficiariam o meio ambiente mais amplo?

A empresa XPTO tem uma gama de produtos que são projetados para ser 10 vezes mais eficientes em termos de energia do que os da concorrência, e consequentemente, um ciclo de vida muito mais longo do que os da concorrência.

Todos os resultados foram verificados de forma independente.

O plano era desenvolver e utilizar a fórmula dos produtos ambientalmente positivos como base de todos os novos produtos.

Assim, dado que esse aspecto estaria sempre aberto a escrutínio e análises detalhadas, como poderia ser definido um conjunto significativo de KPIs para não apenas medir esse sucesso, mas fornecer uma meta aspiracional para o desenvolvimento futuro de produtos?

Como cada produto seria substituído por uma contrapartida mais eficiente no tempo, os produtos com menos de dois anos de idade foram classificados como “novos”, e só perderam esse status no 2º aniversário de sua data de lançamento.

A porcentagem de produtos “novos” versus “não novos” vendidos foi então medida como um KPI.

Isso permitiu que várias decisões estratégicas fossem tomadas: em primeiro lugar, a equipe de vendas poderia identificar quais produtos eram ambientalmente benéficos, obter plena compreensão desses atributos explicados acima e vender proativamente os produtos que deram benefício total ao ciclo de vida ao usuário final e tiveram significativamente menor impacto ambiental.

 Em segundo lugar, a alta direção poderia identificar mais facilmente quais linhas de produtos necessitavam de desenvolvimento e melhoria, com base em um gráfico simples do ciclo de vida que mostrava as lacunas entre os produtos mais benéficos ao meio ambiente à venda e aqueles que eram menos eficientes.

Foi definido e construído um KPI de impacto socioambiental reduzido.

 Isso consistia no número de novos sistemas de armazenamento vendidos em todo o mundo por trimestre, que se ligavam a um KPI de vendas tradicionais.

Um “mapa de calor” foi desenhado para ilustrar isso, e o impacto socioambiental reduzido pôde ser visto em um sentido muito visual pela organização, pelo comprador que ficou extremamente impressionado.

 Cada “ponto” no mapa de calor representava uma organização que consumia 10 vezes menos energia em seu armazenamento, e tinha dispositivos inseridos que tinham cerca de seis vezes mais ciclo de vida do que anteriormente.

Os KPIs acima alcançaram nos mostraram alguns pontos interessantes.

 Eles permitiram que a organização visse o verdadeiro benefício ambiental alcançado globalmente, e forneceram um fator de condução para todos inventarem e construírem novos produtos que sejam igualmente, se não mais eficientes.

Este projeto me mostrou que os KPIs não precisam ser apenas uma medida pura, mas também podem ser um driver das aspirações de uma organização.

 É vital que o desempenho, aspectos, impactos e riscos sejam todos medidos de alguma forma, mas trabalhar com essa organização a XPTO também me ilustrou gradualmente que um KPI bem pensado também poderia se tornar parte do seu planejamento estratégico, e o roteiro que estabelece a visão para o futuro para suas organizações e colaboradores.

Da mesma forma, em vez de manter um KPI como este escondido e compartilhar apenas dentro de sua própria organização, pareceu-me que este era o tipo de medida que certamente melhoraria sua reputação ser compartilhado com seus parceiros e clientes.

 As mesmas facetas que tornam esses produtos mais atraentes para comprar certamente devem ser as principais notícias para sua equipe de vendas, e como novos produtos são desenvolvidos e vendidos com os mesmos critérios, o negócio só vai crescer.

Quando o negócio cresce, o impacto socioambiental é mitigado devido às qualidades do produto.

 Ao definir e usar tal KPI, um ciclo de positividade socioambiental é estabelecido e o benefício se espalha exponencialmente por toda a base de clientes.

Isso significa boas notícias para todos e reforça a sua gestão ESG

Estamos juntos!!!

Prestando atenção à falha na resiliência do risco na sua gestão

Com a adoção generalizada de iniciativas de melhoria contínua, como lean, six sigma, QSMS e gestão de segurança principalmente, estes são vistos como contribuintes vitais para a excelência operacional e o desempenho dos negócios.

Sem dúvida, através de estatísticas de segurança, pode-se concluir que sistemas díspares e fontes de dados fragmentadas são as principais barreiras à melhoria do desempenho de QSMS-RS.

Embora as indústrias tenham adotado a segurança, ainda há uma desconexão quando se trata de implementar a segurança como um valor.

Muito poucos investem em tecnologia e pessoal e essa lacuna reflete uma cultura que não é totalmente favorável à segurança.

E explicou; as organizações continuam a experimentar acidentes com colaboradores, reduzem a rentabilidade e o crescimento.

O ponto de partida é dar um passo atrás e fazer uma abordagem geral.

Isso envolve o alinhamento com os objetivos estratégicos da organização e as iniciativas contínuas de melhoria contínua.

Rastrear anomalias e aprender com sinais enviados.

Quando informações sobre quase acidentes registrados aumentam significativamente, os gestores podem não a diagnosticar como um sinal de alerta.

Em organizações complexas, alguns problemas na linha de frente como pequenos erros, lapsos e eventos incomuns, são muitos.

Esses sinais de alerta não são óbvios até que ocorra um desastre, após o qual a lógica é totalmente compreendida.

Mas tais irregularidades tendem a ser relatadas por acaso e raramente são analisadas rigorosamente.

Imagine um colaborador que, enquanto caminha até a estação de montagem no chão da fábrica, nota uma macha de óleo no chão.

 Primeiro, é fácil relatar o problema.

Em segundo lugar, as informações capturadas (idealmente inclui uma fotografia ou descrição) precisam ser rapidamente analisadas por pessoas que podem direcionar alguém para corrigir o problema neste caso, para limpar o derramamento.

Em terceiro lugar, tal correção precisa ser implementada em tempo hábil para que o repórter possa ver que seu relatório fez a diferença.

Sistemas complexos falham principalmente porque os indivíduos que trabalham não têm todas as peças de quebra-cabeça que precisam para descobrir grandes problemas.

Aprender com sinais, deve e pode capacitar trabalhadores, engenheiros e gestores a identificar problemas antes que eles custem enormes para as operações industriais.

Ao aprender sistematicamente sobre erros, erros e anomalias, os gestores do QSMS podem montar um mosaico de insights de segurança sobre possíveis colapsos.

Muitas coisas ficam no caminho dos gestores do QSMS quando tentam e tentam uma mudança significativa na cultura.

 Se os colaboradores forem céticos em relação às mudanças, frequentemente os enxergarão como esforços transitórios que serão aprovados.

 Direcionar as pessoas a relatar anomalias não é suficiente, reuniões e palestras não podem ser comparados com a eficácia de um conjunto de ferramentas práticas que aproveitam as motivações dos funcionários.

Um aplicativo móvel, por exemplo, captura efetivamente dados e, em muitos ambientes industriais, os funcionários já carregam seus telefones celulares.

 A realização de inspeções e auditorias de segurança, influenciando os funcionários a relatar quase acidentes e incidentes demonstra que eles estão fechando o ciclo de problemas.

Ao notificar os colaboradores de que estão coletando mais informações e reagindo aos seus esforços de segurança, fortalecem ainda mais o clima de segurança.

As organizações que adotam essas abordagens se tornarão melhores em aprendizado, inovação e tomada de decisão, aumentando assim suas oportunidades de crescimento, ao mesmo tempo em que reduzem sua exposição a riscos sistêmicos.

Estamos juntos!

Redefinição da Sustentabilidade Corporativa na era do COVID-19

Se você quer evoluir sua estratégia de sustentabilidade, você deve primeiro avaliar o que é possível e planejar a partir daí.

Use modelos de maturidade para ajudar sua organização a entender melhor as possibilidades estratégicas, dado o seu nível de maturidade dos principais processos e funções.

Como nos preparamos para a próxima etapa à medida que os países começam a abrir-se para os negócios novamente?

Tentamos voltar a ser como eram, ou decidimos evoluir nossas estratégias?

Talvez alguns estejam se perguntando se estamos preparados para extensões de bloqueios pandêmicos, ou pior, múltiplas ondas da doença.

Prefiro perguntar se podemos reimaginar como é a sustentabilidade em nossa indústria.

 É possível criar estratégias para restaurar nossa indústria e assar nossos esforços de sustentabilidade em um conjunto de atividades integradas?

Devido ao atual estado de emergência, estamos colaborando com diversos especialistas em negócios, operações, saúde, segurança e meio ambiente, especialmente se atendemos ou apoiamos equipes de resposta a emergências.

Podemos converter nossa experiência atual em criar estratégias para atender às incertezas futuras?

À medida que nos preparamos para a próxima fase, sua organização precisará entender os níveis de maturidade para determinar as melhores estratégias para o que está por vir.

Planeje realizar avaliações para ver o quão bem seus sistemas e processos lidaram com o inesperado.

Um dos meus clientes está aproveitando esse tempo para pensar em como integrar programas em saúde, segurança e meio ambiente QSMS com a compreensão de que diferentes disciplinas muitas vezes podem ser tratadas pela mesma estratégia, especialmente quando os resultados estão relacionados.

No caso da evolução das estratégias de sustentabilidade, onde os resultados coletivos do QSMS e outros esforços operacionais/empresariais são frequentemente desparamentados, um exercício utilizando o quadro de desempenho proposto poderia destacar várias áreas onde abordagens integradas poderiam avançar nos resultados de sustentabilidade.

 O quadro pode ser aplicado a quase qualquer estratégia operacional.

Estamos juntos!

Impactos socioambientais, quem responde?

Em pleno fim de semana, recebo a ligação de uma empresária conhecida, preocupada, pois seus advogados, à avisam que sua empresa estava sendo acusada de crime ambiental, por ocultação de passivo ambiental etc.

E ia sobrar para ela e seus familiares já que faziam parte do contrato social.

E agora? Bem, não entendo de direito, aliás não entendo de nada, quanto mais eu estudo mais eu me sinto ignorante, pois sempre tem algo para aprender e vivenciar e a diferença entre a teoria e a prática é enorme.

Essa situação em que ela se encontra, não era novidade para mim e já tinha discutidos vários cases que se passaram comigo em minhas palestras e treinamentos, daí ela me conhecer.

Situação complicada a dela e dos sócios, e por mais que culpasse seus diretores ou gerentes, não adiantava e iria responder de alguma forma.

Não foi por falta de mencionar sobre o assunto de minha parte, uma pena que não tinha prestado atenção ou acreditado (muito normal) nos cases que havia comentado em minha palestra.

O que eu mais ouço e sinto após os debates destes eventos, é a indignação dos empresários onde parece que fui eu que escrevi a lei de crimes ambientais, outra de que:

” Tenho este negócio a 30 anos e nunca vi uma fiscalização bater na minha porta!”

Sendo a mais comum:

“Dou dinheiro para todos os partidos em todas as eleições, como esses órgãos são políticos ninguém me enche o saco.”

A conta sempre chega um dia!

Atualmente, quando os empreendedores resolvem iniciar alguma atividade e os administradores em aceitar a dirigir empresas, entidades e organizações.

É indispensável seja qual for a iniciativa, que este passe por uma avaliação.

Questão de sobrevivência, marketing ou o que seja. Mas tem que passar.

Temos riscos ambientais e riscos econômicos.

Os sócios e administradores devem ter uma atuação cautelosa e preventiva, porque normalmente os danos ambientais são de difícil reparação, fazendo com que os custos com prevenção sejam infinitamente menores que a remediação, além dos danos nocivos à imagem de uma organização que é poluidora.

Toda atividade econômica tem algum impacto ambiental e geralmente as “Normas Ambientais”, que não deveriam ser entraves ao desenvolvimento, são menos respeitadas nos países em desenvolvimento.

Deve ser feito um gerenciamento de riscos, preventivamente com instrumentos que minimizam os mesmos, valendo-se de contratos e auditorias.

Temos a tríplice responsabilidade na questão ambiental: administrativa, civil e penal.

A responsabilidade civil é solidária e, segundo a legislação ambiental, o poluidor pode ser a pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, responsável, direta ou indiretamente, por atividade causadora de degradação ambiental.

 A responsabilidade é objetiva, ou seja, prescinde de culpa e a licitude da atividade é irrelevante.

Respondem pela reparação todos os envolvidos direta ou indiretamente na ação ou omissão que tenha causado danos ambientais, independentemente da existência de culpa, sendo cada parte responsável pela reparação integral do dano, sendo indispensável à comprovação do nexo causal entre a ação/omissão e o dano causado.

Há de se observar ainda que sócios e administradores respondam pelo cumprimento da obrigação de reparação ambiental na qualidade de responsáveis e em nome próprio.

A responsabilidade será solidária com os entes administrados, na modalidade subsidiária.

Conforme já manifesto por nossos tribunais, é imprescritível o direito de ação coletiva, com relação à prescrição, em se tratando de pretensão que visa à recuperação de meio ambiente degradado.

Em todos os empreendimentos, negócios de qualquer natureza envolvendo utilização, locação, arrendamento ou compra e venda de imóveis, devem necessariamente ser precedida por auditoria ambiental técnica para confirmação de eventual passivo ambiental decorrente de contaminação do solo, do subsolo ou da água subterrânea.

Em não o fazendo, o adquirente assume total responsabilidade em futura demanda que possa surgir.

Concluindo, podemos afirmar que devemos agir preventivamente, fazendo contratos com o estabelecimento de condições, fazendo e mantendo um arquivo ambiental correto, preocupar-se muito mais e antes em não poluir do que reciclar.

Estamos juntos!

A pandemia está criando interrupções sem precedentes em nossas vidas (profissional e pessoal), e agora?

Como líder, este momento requer pensar diferente sobre como você gerencia.

Comesse fazendo um balanço de novas realidades que estão aumentando o risco que enfrentamos no trabalho.

Você pode ter menos pessoas trabalhando.

Suas equipes podem ser menores, podem estar fazendo mais trabalho e podem estar trabalhando mais horas.

Algumas pessoas podem estar trabalhando remotamente, eles podem estar usando mais tecnologia, o que pode ser uma nova experiência para muitos, e eles podem estar seguindo novas práticas de trabalho que requerem distanciamento físico.

As pessoas também estão distraídas com ajustes em suas vidas domésticas.

 Seus filhos estão em casa da escola, ou talvez seu cônjuge esteja dividindo seu escritório.

Com todas essas novas realidades em mente, o que você pode fazer de diferente como um líder?

Aqui estão nossas sugestões que você pode fazer agora, nesse momento.

Verifique frequentemente seu pessoal.

Faça isso individualmente e em grupos. Pergunte sobre seu bem-estar, assim como o de sua família, amigos e colegas de trabalho.

Ajude-os a tomar decisões melhores e mais seguras que sejam protetoras de si mesmas e dos outros.

Por exemplo, ajudá-los a reconhecer oportunidades quando a tomada de decisão entra em jogo.

Seja mais acessível. Isso pode significar ampliar sua porta de disponibilidade.

 Reconheça que as pessoas estão preocupadas e podem precisar falar com alguém da gerência.

Isso pode significar verificar com eles com mais frequência. Você também precisa facilitar para sua equipe entrar em contato com você.

 Dê-lhes o número do seu celular e atenda quando ligarem. Ser mais acessível vai ajudá-lo a guiá-los através das decisões que eles precisam tomar para controlar suas situações de exposição.

Seja empático. Ver as coisas do ponto de vista deles e andar alguns passos em seus sapatos. Isso ajudará a transmitir um senso de compreensão do que eles estão contra.

Expresse confiança e apoio. “Vamos superar isso” e “Tudo bem pausar o trabalho por razões de segurança enquanto resolvemos as coisas.”

Diga “obrigado” e reconheça que o que eles estão fazendo para ajudar um ao outro e sua empresa é apreciado.

 Saiba que as pessoas estão gerenciando interrupções em suas vidas pessoais e ainda continuam realizando seu trabalho com segurança e segurança.

Transmita sincera gratidão pelo profissionalismo e pelos profissionais que prestam assistência diariamente.

Quando as pessoas sabem que você se importa com elas, provavelmente farão mais por você e seus colegas de trabalho. Essa é uma grande chance para você mostrar que sua organização tem um rosto humano.

Identifique quem é o seu candidato. Alguém com quem você pode conversar, para se apoiar.

O stress é uma ameaça real para todos os líderes, e você precisa se lembrar de cuidar de si mesmo para poder cuidar dos outros.

Este é um momento no tempo que moldará não apenas o futuro da sua empresa, mas também o seu futuro como líder.

As consequências financeiras finais desta crise são desconhecidas e não podemos controlar isso. Mas o que podemos controlar é como nos comportamos como líderes.

O melhor chefe que eu já havia me ensinado algo importante décadas atrás, e ainda é verdade hoje.

Ele me disse: É fácil ser um bom líder quando as coisas estão indo bem, mas o seu verdadeiro teste como líder chega quando os tempos ficam difíceis.

Então, como você se compara?

Estamos juntos!

Esta crise pode ser um reset para você, aproveite a oportunidade, pense a respeito!

Para empresas que não foram dizimadas pela pandemia, a interrupção pode criar momentos para reflexão redirecionar suas estratégias. 

 Que lições de liderança você aprendeu nos últimos meses?

 Quando a gravidade da crise ficou clara, você imediatamente se concentrou na mitigação do risco.

O que temos que fazer para ter certeza de que todos estão bem? Primeiro pensamento provavelmente

A preocupação principal era “pessoas em primeiro lugar”.

A comunicação tornou-se crítica e tornou-se mais pessoal.

É sobre as pequenas coisas, de como ter certeza de que você se encontra todos os dias e ter certeza de que todos sabem que a empresa está bem.

Eles também estão procurando por liderança, e nós temos que ser sólidos.

De um colega que sou mentor ele é o líder de QSMS na sua organização e descreveu como está atuando.

“Tenho me certificado de descansar o suficiente. Eu falo com meu diretor de operações, todas as manhãs para ter certeza de que estamos alinhados e que ambos estamos bem, porque como nós aparecemos para a equipe mais ampla importa.”

Quando estava no meio do epicentro do Ebola com 4000 colaboradores até me achar demorou um certo tempo.

Coletar corpos não meio da sua área não foi fácil assimilar

 É fácil nos negócios às vezes pensar: “Eu só preciso estar focado no trabalho.”

 Mas você tem que parar e se concentrar nas pessoas!

Quando nos reuníamos com a equipe, a mensagem e o tema eram foco eu sempre perguntava: “Qual é o nosso foco hoje?”

Quando há uma crise, há tantas distrações, especialmente para todos que trabalham em casa.

Eu também tenho dito: “Vamos nos concentrar em onde as oportunidades estão, e vamos imaginar sair disso quase como se isso nos acelerasse para a frente.

 Vamos sair inteiro e à frente. Essa crise é como um reset se você aproveitar a oportunidade para olhar as coisas dessa forma pelo trabalho que fazemos e em nossas vidas pessoais.

“Vamos imaginar sair disso quase como se nos acelerasse para a frente.”

Também estamos tirando pressão de pessoas que podem querer tentar fazer tudo ou muito.

Na primeira semana da crise, eu disse:

 Não vamos tentar fazer tudo.

Vamos nos concentrar nas áreas onde sabemos que teremos um impacto, e tudo bem que algumas das outras iniciativas vão ficar no banco de trás.

 Acontece que tudo estava avançando. Mas tirou a pressão mental das pessoas.

Já falei muito de mim, e você meu amigo e colega!

 Que outras lições você aprendeu sobre comunicação nesta crise?

 Este é um momento em que precisamos estar realmente sintonizados nas palavras que escolhemos como líderes.

Esses dias em nossa pequena consultoria

Alguém perguntou se estamos em um congelamento de contratações, e eu disse: “Não, nós fizemos uma pausa na contratação”

 Você tem que estar ciente do efeito de ondulação que as palavras podem ter, especialmente como um líder.

Se eu disser: “Sim, há um congelamento de contratações”, as pessoas podem, conscientes ou não, interpretar isso como um sinal maior de que as coisas não estão indo bem.

 Nem todo mundo está ciente da situação financeira saudável da empresa.

 Mas fazia sentido dar uma pausa nas contratações, porque tínhamos uma iniciativa agressiva de contratação em vigor.

Mas perdemos todos os contratos!!! E agora?

Então eu disse: “Vamos fazer uma pausa nisso.”

Mas, no geral, as pessoas estão se unindo mais. O trabalho se torna mais pessoal, e você tem vislumbres dos espaços das pessoas em casa em chamadas de vídeo. Vocês estão cuidando um do outro.

Você tem objetivos comuns em ser seguro e fazer o trabalho.

As pessoas realmente querem dizer isso quando perguntam umas às outras: Como você está? Como você está se sentindo? Se alguém ouvir uma tosse de alguém, eles dirão: Você está bem?

 Descanse um pouco. Precisamos de você. É um processo importante que podemos passar como seres humanos.

Um dos maiores desafios para os líderes é garantir que sua equipe principal opere como uma verdadeira equipe.

 Como você faz isso?

 Eu estou sempre procurando tirar o melhor de todos, permitindo que eles façam o seu melhor e dando-lhes o espaço para fazer isso.

Confiem um no outro para fazer isso.

Isso é o que eu estou esperando, e esse é o estilo de liderança que eu estou encorajando.

 E funciona. Também é egoísta da minha parte porque tanta energia pode ir para a gestão de conflitos de personalidade. Então você realmente tem que se manter firme nessa abordagem.

 E como você lida com a conversa se você tem que se envolver?

 Se uma situação não está melhorando, eu vou puxar alguém de lado e dizer: Aqui está o que eu estou vendo.

 Preciso que faça isso por mim. É assim que ele precisa ir. Você não está dando ordens ou exigindo porque é da natureza humana se rebelar nesses momentos. Então você permite que as coisas se resolvam sozinhas.

Você honra os indivíduos respeitosamente para resolver isso.

 Há diferenças de estilos, e você aponta as diferenças. E quando eles ficam no caminho do nosso foco, você apenas puxa alguém de lado e diz: “Eu preciso do seu compromisso aqui.”

Paixão, entusiasmo, convicção esses grandes atributos que tornam alguém dinâmico.

Conjuntos de habilidades são importantes, mas o que importa mais é o espírito em que eles fazem o que fazem.

Se você tem convicção, isso aparece como credibilidade.

Recentemente eu disse a alguém que eu estava entrevistando:

“Você deve ser um crente. Se você não é um crente, você não vai conseguir!

Queremos crentes. Você deve acreditar em si mesmo, na empresa, e o que estamos fazendo aqui.

 Isso é convicção.

Estamos juntos!

Sem dúvida, a pandemia está impulsionando o ESG nas organizações

Empresas que pensam em interesses mais amplos das partes interessadas surgirão em muito melhor forma, não tenho dúvida!

Como uma porta de cofre se fechando, a pandemia global do vírus silenciou o zumbido constante do comércio.

 Os bloqueios pararam empresas e escolas, interromperam cadeias de suprimentos, fecharam aeroportos e pararam as viagens aéreas.

 À medida que as ruas ficavam estranhamente vazias no que teria sido congestionado o tráfego diário, as fotos compartilhadas nas redes sociais, em vez disso, eram de um magnífico céu azul perfeito de vistas da cidade nunca vistas da cidade há algum tempo.

A divulgação do número de crescimento do PIB com um declínio prevê a escala de destruição econômica provocada por bloqueios que serão espelhados globalmente.

O Fundo Monetário Internacional revisou a taxa de crescimento da China, prevendo crescimento zero para a região e descrevendo o impacto da corona vírus nela como “grave e sem precedentes”.

Trágico como tem sido, e ainda é dado o triste número de mortes, esta emergência de saúde global, no entanto, tem sido um sopro de ar fresco para o meio ambiente.

As emissões de carbono devem registrar a maior queda anual registrada, mais do que durante qualquer crise econômica ou período de guerra anterior, de acordo com o Carbon Briefs, um site britânico focado em ciência climática.

À medida que os bloqueios forem suspensos em fases nos próximos meses, as empresas que desejam reiniciar estarão recebendo as peças de uma perspectiva de negócios abalada.

No início da temporada de ganhos, falar sobre previsões de lucro para o ano com avaliações não confiáveis baseadas em ganhos será uma perda de tempo.

De fato, a dispersão das previsões dos analistas é a mais alta já registrada.

Como os investidores recuaram, os níveis de caixa estão em níveis recordes.

De acordo com uma pesquisa com gestores de fundos realizada pelo Bank of América em abril de 2020, eles estão no nível mais alto desde os ataques terroristas de 11 de setembro.

Com a maioria dos gestores de fundos pesquisados apontando uma recessão para o ano, sua alocação para ações também é a mais baixa desde março de 2009.

As empresas, nas profundezas desta crise e planejando o que vem a seguir, têm uma oportunidade incomum de olhar além do foco estreito de como cumprir as metas de crescimento deste ano.

 Mesmo seus stakeholders financeiros não esperam muito, se é que têm alguma coisa, devido ao deslocamento generalizado.

O tempo dos investidores é muito melhor gasto observando casos de infecção / vírus ativo em busca de sinais de uma possível reabertura da economia.

Em vez disso, as empresas que estão pensando em interesses mais amplos das partes interessadas surgirão de forma muito melhor.

No mundo pós-pandemia, as empresas precisarão fazer mais para demonstrar completamente como estão atendendo ao interesse mais amplo da sociedade.

Para questões ambientais, sociais e de governança (ESG), “é um momento divisor de águas”.

O que se torna extremamente visível em um momento como este é como as empresas estão pensando em seus stakeholders mais amplos e questões relacionadas à sustentabilidade.

Mesmo como as empresas pensam sobre seus balanços, a forma como as marcas ressoam e se conectam com seus clientes se tornam ainda mais agudas em um momento como esse.

 Os resgates corporativos provavelmente exigirão cortes de capital, ou seja, o setor público se interessando em troca de assistência.”

O fato de os bancos centrais e os governos terem entrado e de maneira importante apontado para um futuro de governos desempenhando um papel muito maior nos próximos anos.

 Esta é uma oportunidade para os reguladores moldarem os tipos de sociedade em que queremos viver assim que saímos disso”

Há um repensar sobre quais são os tipos de modelos de negócios dos quais queremos apoiar?

Quais são os tipos de prioridades que queremos ter como sociedade?

 Você pode ver os reguladores pensando nisso agora com o tipo de ações políticas dramáticas tomadas por essa crise que as incentivam e reforçam.

Possivelmente vamos observar uma nova geração de empresas capazes de formar parcerias efetivas com os governos e apoiar a qualidade com a prestação de serviços em escala, como nunca antes visto.

“A próxima geração de organizações precisará fornecer valor de uma maneira totalmente diferente”.

Estamos juntos!

A importância do compliance dos requisitos legais para sua gestão ambiental dento do ESG

O cumprimento da legislação ambiental é uma das partes mais críticas da ISO 14001/SGA.

Embora a norma não faça distinção entre diferentes setores de negócios, é fácil imaginar os potenciais efeitos negativos de uma usina por exemplo não atender aos requisitos legais e o impacto resultante.

Por conseguinte, dada a importância de cumprir a legislação, que medidas uma organização pode tomar para garantir que estes requisitos sejam cumpridos antes de uma auditoria?

Faz sentido ter uma lista de verificação da legislação para ajudar a alcançar a conformidade para a sua empresa?

A norma menciona que cada organização terá a exigência de cumprir suas obrigações de conformidade.

O que mudou na 14001-2015?

A legislação e as necessidades das partes interessadas de uma organização agora podem ser classificadas em conjunto como “obrigações de conformidade”.

A norma sugere que cada organização deve ter acesso a obrigações que a afetem, determinar como elas podem afetar o seu sistema de gestão e levá-las em conta ao planejar atividades, mantendo evidências documentadas.

Portanto, torna-se claro que a manutenção de uma lista de verificação de auditoria poderia ajudar sua organização a atender a esses requisitos, então quais outros fatores você deve considerar antes de estabelecer a lista de verificação?

Agora que compreendemos que a legislação e as necessidades das partes interessadas são classificadas em conjunto, podemos decidir onde documentá-lo, como verificá-la e como analisá-la de forma eficaz.

Faz sentido considerar as seguintes perguntas:

Que canais podem ser identificados e utilizados para garantir a identificação de legislação relevante?

Quem é responsável por isso dentro de sua organização?

São considerados todos os requisitos das partes interessadas? Você precisa de entrada de diferentes departamentos internos e parceiros externos definidos para conseguir isso?

Como é gerida a comunicação interna e externa? Os funcionários e outras partes interessadas precisam ser informados das mudanças para garantir que os processos e comportamentos sejam ajustados de acordo?

O treinamento é um requisito para atender aos termos de quaisquer mudanças?

Existe uma verificação independente de que todas as obrigações corretas de conformidade foram identificadas e implementadas?

A coisa mais importante é que agora você pode criar uma lista de verificação que garante que essas tarefas sejam alocadas, realizadas e registradas de uma maneira que torne possível revisar sua eficácia.

A norma não faz menção a uma lista de verificação, mas a verificação da legislação é um exemplo em que a criação de uma lista de verificação pode fazer sentido do ponto de vista do negócio.

O cumprimento da legislação pode ajudar a atender aos objetivos da organização, evitar penalidades financeiras caras e, em muitos casos, garantir que a reputação da sua marca intacta.

A consolidação das mudanças na legislação, responsabilidades, datas das mudanças e ações necessárias para a comunicação com as partes interessadas pode ajudar a conseguir isso com eficiência.

É muito importante observar que a norma declara apenas que “obrigações de conformidade” precisam ser consideradas ao organizar as atividades, mas essa lista de verificação também pode fornecer uma oportunidade de melhoria para os seus negócios.

 Considere todas as atividades que possam afetar sua conformidade com a própria legislação e decida se vale a pena incluir na sua lista de verificação.

Por exemplo, se o seu negócio deve estar em conformidade com a legislação, talvez você precise provar sua conformidade duas vezes por ano.

 No entanto, se você passar seis meses sem verificar e depois encontrar um problema, pode ser tarde demais para corrigi-lo a tempo para a data prescrita.

Nesse caso, você pode ter o problema de legislação em sua lista de verificação e seus requisitos de conformidade, mas deve garantir que sua lista de verificação solicite ao responsável pessoa para revisar o status e fazer as alterações necessárias a cada três meses e um mês antes das datas de conformidade.

Pensar assim pode não apenas ajudar sua organização a atender aos requisitos de legislação e conformidades, mas também pode estabelecer boas práticas que garantem que você fique à frente da concorrência.

 Garantir que suas obrigações de conformidade sejam organizadas, visíveis, responsabilidades alocadas e todo o processo documentado possa trazer outro benefício para seus clientes, e uma lista de verificação é um excelente método para alcançar isso.

Fundamental lembrar que o principal benefício da conformidade ambiental é para os seus negócios e claro para o meio ambiente.

Estamos juntos!

Responsabilidade Social Corporativa X COVID-19, organizações falam em “propósito e valores” agora é a hora de ver quem fala a verdade!

A forma como as organizações estão e vão prosseguir depois da covid 19 e, no momento respondem a essa crise marcará um ponto de virada que será lembrado por décadas.

Estamos assistindo doações para todos os lados, bem como “Estamos trabalhando para você comer, ficar vivo etc.”

Muito legal, né! mas claro que ninguém está trabalhando de graça e muitos queriam mesmo é ficar em casa com suas famílias, mas se ficam, são demitidos!

Para milhões de brasileiros, a nova lei que foi decretada para ajudar será muito pequena e tarde demais.

Espera-se que pagamentos em dinheiro cheguem a informais, e colaboradores demitidos.

Mas os colaboradores que perderam sua renda sem aviso prévio não podem esperar semanas para alimentar suas famílias.

Para grande parte dos brasileiros, esta é uma crise que requer ações imediatas que só as organizações podem tomar.

A forma como as organizações respondem a essa crise não será esquecida por um bom tempo

Observemos na arquibancada como vão agir!

Organizações falam muito sobre ter um propósito social e um conjunto de valores, ou o quanto se preocupam com seus colaboradores e seus stakeholders.

 Agora é a hora de vocês cumprirem esse compromisso!!

Existe uma crença que colaboradores só realmente acreditam que sua organização tem um propósito e valores claros quando veem que a administração toma uma decisão que sacrifica a rentabilidade de curto prazo para aderir a esses valores.

Quando nossa consultoria se deparou com crises na economia, tomamos a decisão de não demitir pessoas, mas de reduzir os salários em uma escala variável, para que aqueles que lucrassem mais tomassem os cortes mais profundos e aqueles com crianças tivessem uma redução muito pequena.

Faz tempo, mas ainda estão falando sobre essa decisão, e decidimos repeti-la agora.

Entendo que os líderes corporativos enfrentam pressão de investidores e banqueiros para manter o caixa e reduzir as perdas, mas nem investidores nem banqueiros passarão fome.

Mesmo os aposentados, que viram suas economias esgotadas, podem esperar ver as ações se recuperarem desde que não entrem em pânico.

As empresas cancelam custos de reestruturação, falhas de produtos ou aquisições que dão errado o tempo todo.

Todos entenderão o cancelamento de perdas devido à pandemia de corona vírus. 

O que as organizações fazem para ajudar seus funcionários demitidos, além do que é exigido ou esperado, será lembrado e reembolsado com maior lealdade, aumento da produtividade e um benefício de reputação duradouro por muitos anos.

Continuar a pagar salários, ainda menos do que o salário integral, talvez seja uma opção.

Mas quem sou eu para dizer o que fazer, cada um sabe até onde pode ir, e sua consciência também.

 É essencial não apenas como uma questão de responsabilidade social corporativa; também reduzirá substancialmente os custos de recontratação de funcionários quando a economia voltar ao normal.

Grandes organizações devem usar suas fundações (as que tiverem) para ajudar com despensas, clínicas gratuitas e outras organizações sem fins lucrativos que atendem às necessidades imediatas das comunidades onde operam.

Ninguém espera ou exige que as organizações tomem medidas extraordinárias para ajudar seus stakeholders, mas os passos ousados e criativos que tomam hoje para fornecer assistência imediata definirão seu legado amanhã.

Vamos ver quem está falando da boca para fora, ou melhor, do seu lindo website e dos banners da sua área de comunicação publicados, para os que realmente tomaram uma postura digna de quem tem uma RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA VERDADEIRA

Estamos juntos!

Lições aprendidas com Covid e, vamos melhorar da próxima vez

Lições aprendidas com a covid e, vamos melhorar da próxima vez.

 Ao contrário de muitos de vocês, eu trabalho em casa (bem, exceto quando estou no campo, vida de consultor é na estrada ajudando) então não estou sentindo estar preso.

Quem trabalha ou trabalhou em trecho e embarcado como eu por 4 décadas, sabe que é viver em contêineres por meses sem ir para casa anos e anos.

 Eu ainda ando toco o meu baixo, implico com os meus filhos e participo de reuniões praticamente não mudou muito, mas a incerteza é grande!

Em 2019 por um motivo de saúde familiar, pedi demissão da vice presidência para acompanhar o tratamento e acabei sendo consultor como meio de vida, estava me preparando para isso em 3 anos, mas Deus sabe o que faz.

E assim hoje sou um estagiário de novos negócios como consultor em QSMS-RS & Sustentabilidade

Quando tomei a decisão, estava com medo do pior cenário possível vivendo na rua, passando fome com minha família, como pagar o tratamento e nunca mais encontrar trabalho.

Muitos de vocês podem estar se sentindo da mesma maneira agora.

Talvez a coisa mais perturbadora sobre esta Pandemia é o quão tristemente despreparados muitos países estavam para isso. 

Perdemos os principais indicadores e para muitos, isso foi um problema da China, então foi um problema da Itália, então veio às nossas portas e entramos em pânico.

Essa briga política idiota também, não ajuda nem um pouco.

 Como não poderíamos ver isso chegando/ a hora de construir hospitais e produzir mais ventiladores não é quando os hospitais já estão sobrecarregados, mas bem antes disso. 

O tempo para limitar o número de suprimentos vitais antes que os acumuladores tenham estripado tudo não depois.

 O tempo para educar as pessoas sobre como se proteger contra infecções antes que as infecções se espalhem.

 Nós estragamos tudo nesta crise, mas a verdadeira questão é se aprendemos o suficiente para fazer melhor da próxima vez.

 Eu acho que nós temos, espero que tenhamos, eu rezo para que tenhamos.

Se você ler esse texto você vai entender o porquê.

Quando estou escrevendo algo, estou escrevendo para você.

Estou escrevendo algo pessoal para alguém que não conheço.

 Algumas pessoas gostam e outras não.

 Não é o meu habitual, escrever para quem não é da minha área de QSMS-RS & Sustentabilidade, mas eu realmente queria trazer esperança para aqueles de vocês que estão preocupados sobre como o seu mundo vai cuidar da poeira da pandemia se instala.

Tememos o desconhecido precisamente porque é desconhecido.

Muitos de nós mal podem esperar para voltar ao normal, mas isso não vai acontecer.

 O COVID-19 pegou grande parte do mundo com as calças abaixadas e muitos CEOs e empresários nunca enfrentaram um desafio dessa magnitude.

Podemos esperar que eles aprendam com isso e que cada um como indivíduos aprenda com essa crise.

 Espero que todos não voltemos aos negócios como de costume, porque por mais que eu queira tranquilizá-los, esta não é a última crise global que enfrentaremos.

Em todas as partes do mundo, em todos os negócios, em todos os lares, devemos aprender que nossas normas sociais no que se refere à nossa resposta às crises precisam mudar.

Se as empresas esperam sacrifício e lealdade de sua força de trabalho, agora precisam sacrificar e mostrar lealdade aos trabalhadores em tempos difíceis.

Se estamos todos juntos nisso, como podemos agir como se fosse “todo homem por si mesmo”?

 Como nos comportamos agora, seja como colaborador ou como líder, determinará como as coisas serão quando tudo isso acabar.

Liderança, verdadeira liderança, não vem do gerenciamento nos bons tempos.

Não, a verdadeira liderança é formada no meio das crises.

Precisamos fazer mais para proteger as pessoas que trabalham por conta própria, trabalham na economia de shows ou ficam vulneráveis quando os negócios secam.

Espero que as coisas nunca voltem ao normal, espero que surjamos um mundo mais forte, mais inteligente e mais compassivo.

Mas, por enquanto, tudo o que podemos fazer é esperar.

Fique seguro e saudável

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