Em tempos de incerteza, os verdadeiros líderes em segurança não se escondem .

” Qualquer um pode liderar quando o plano está funcionando”

Mas quando quando o plano desmorona, é que assistimos quem é Líder de verdade!

Para a maioria, qualquer plano que tínhamos para 2020 provavelmente desmoronou. 

Este parece um ano divisor de águas à medida que chegamos a um acordo com o fato de que os últimos meses podem ter sido apenas a pré-temporada. 

Com uma imensa incerteza econômica se aproximando, os líderes estão parando para fazer as perguntas que são críticas para todas as organizações: Como podemos passar apenas por tudo isso, para funcionar efetivamente e até mesmo prosperando? 

Agora, mais do que nunca, as pessoas querem ser lideradas. 

Cá entre nós gestores de segurança o que uma liderança forte em momentos como este implica? 

Passei minha carreira ajudando organizações a navegar em mudanças e tive o privilégio de trabalhar e conviver com verdadeiros líderes em QSMS- RS & Sustentabilidade em ação em momentos como esses. 

Baseado em nossa vivência e experiência observei alguns pontos em uns acertaram e outros não, e gostaria de dividir com vocês 

Equilíbrio entre realismo e otimismo

A primeira coisa que os líderes eficazes fazem bem é encontrar o equilíbrio certo entre realidade e esperança. 

As pessoas precisam acreditar que dias melhores estão por vir, mas também querem saber que seu líder tem um controle sobre a realidade e é franco em confrontá-la.

 Mesmo colocar o pior cenário sobre a mesa (de forma pensativa e digerível) pode proporcionar uma sensação de alívio. 

Como os médicos lhe dirão, às vezes é mais fácil lidar com um prognóstico ruim do que viver com um diagnóstico incerto. 

Líderes fortes sabem que o otimismo é um multiplicador de força. 

Sem ela, as organizações podem rapidamente cair em diferentes estados de paralisia e, conscientemente ou não, ficar sobrecarregadas pelo medo e pela ansiedade.

 O luto por um passado que não existe mais não só impede os colaboradores de serem capazes de acessar a plenitude de suas capacidades, mas também diminui consideravelmente a capacidade da organização de resolver problemas ou imaginar um futuro mais brilhante o único antídoto para o qual é uma dose de otimismo pragmático. 

 Comunique-se com frequência e autenticidade

Quando as pessoas têm medo do futuro, elas ruminam sobre os piores cenários, e os rumores se metástases com velocidade. 

Para contrabalançar especulações inúteis, os líderes precisam se comunicar com transparência e autenticidade, tornando-se uma prioridade para serem visíveis e presentes, mesmo que não tenham todas as respostas. 

“Aparecer como o “seu eu “mais autêntico é uma poderosa ferramenta de liderança”. 

Uma boa comunicação durante uma crise requer empatia, significado e direção, que são muito diferentes de simplesmente transmitir informações.

 Estes também vão um longo caminho para fornecer aos colaboradores a sensação de conexão que eles desejam enquanto trabalham remotamente. 

Foco no propósito e na cultura

Antes de Covid-19, a vida muitas vezes parecia que estávamos correndo (ou correndo) uma corrida. 

Agora, nós nos encontramos tropeçados, sem culpa nossa. 

Enquanto há aqueles que simplesmente se levantarão e continuarão se movendo pela pista, outros estão parando por tempo suficiente para se perguntar por que eles estavam correndo nessa corrida em particular para começar. 

Por essa razão, é fundamental que os líderes dobrem de propósito e cultura. 

É exatamente quando os tempos são turbulentos e os colaboradores estão duvidando do que estão fazendo que precisam ser lembrados do “por quê” da empresa: Por que existimos? Por que alguém iria querer trabalhar aqui? Por que eles se importam? 

Manter os colaboradores engajados depende inteiramente de conectá-los ao propósito da equipe, lembrando-os de que eles pertencem a algo maior do que eles mesmos e lembrando-os de que eles são uma parte essencial da organização que ajudaram a criar.

Pausar e celebrar sucessos

Esse período tornou evidentes certas vulnerabilidades, mas também iluminou forças e capacidades que devem ser reconhecidas e celebradas em todas as oportunidades. 

Líderes fortes resistem à vontade de simplesmente manter o pé no acelerador; em vez disso, eles fazem uma pausa tempo suficiente para procurar a pedra metafórica no sapato da organização. 

Eles reconhecem que, embora certas cadências e práticas possam ter sido suficientes e ajudaram a organização a se intrometer até agora, elas são insustentáveis a longo prazo.

 Em um nível individual, cada colaborador precisa ter espaço para pausar e examinar qual pode ser sua pedra. 

Em tempos contínuos de desafio, é essencial que os líderes reforcem autoavaliação com as pessoas, destacando todos os obstáculos que superaram, os sucessos que alcançaram e as capacidades que mostraram. 

Essas qualidades e hábitos de liderança efetiva sempre foram desejados, mesmo antes do caos de 2020.

 Mas agora, mais do que nunca, é hora de os líderes trazerem o seu melhor e serem os melhores. 

Sobreviver, e melhor ainda, vencer durante a temporada depende disso.

Estamos juntos!

Minha gestão de lições aprendidas de SEGURANÇA em 2022 até agora, e as suas?

Lições para negócios e vida estão prontamente disponíveis se você estiver prestando atenção.

Com muitos projetos de consultoria tradicionais temporariamente suspensos devido ao COVID-19, as atenções se concentraram novamente para enfrentar novos desafios.

Ajudar as empresas a gerenciar com segurança suas respostas para desligar, reiniciar ou operar durante o “novo normal” tornou-se a nova missão na nossa consultoria ROBERTO ROCHE & ASSOCIADOS

Muitas lições foram aprendidas desde o início de 2020.

À medida que a economia trabalha para reiniciar, cinco considerações de segurança se destacam:

Estratégia de segurança;

Grupos com prioridades estratégicas estabelecidas para serem executados no ano corrente precisarão rever seus planos contra as novas táticas de resposta pandêmica e prevenção, inesperadamente impostas aos profissionais de segurança e equipes ou comitês.

O que você ainda pode assumir no restante deste ano, e o que precisa ser adiado para os anos subsequentes?

Perfil de Risco Alterado;

Com os requisitos de distanciamento físico, muitas organizações tiveram que redesenhar como o trabalho é realizado.

Sempre que o trabalho é alterado, o perfil de risco tem a oportunidade de mudar também.

Além disso, muitas empresas têm novas quantidades grandes de desinfetantes para as mãos à base de álcool.

Eles são armazenados corretamente em armários de líquidos inflamáveis ou em áreas protegidas por um sistema automático de irrigação?

Que outros riscos mudaram? Sua matriz de risco foi avaliada ou atualizada?

Confusão de Comunicação;

Use uma máscara”. “Não use máscara.” “Desligue e fique em casa.” “Reabra; estamos indo na direção certa. “Fechar; estamos indo na direção errada.

Estes são exemplos fáceis da confusão em massa e frustração sentida por qualquer um que assista às notícias ou coletivas de imprensa nos últimos quatro meses.

Perceba a rapidez com que a credibilidade é perdida quando a mensagem não está clara ou muda repetidamente.

Quão claras, consistentes, multidirecionais e transparentes são suas comunicações?

Como você está verificando as mensagens que está enviando?

Eles estão sendo recebidos e compreendidos?

Narrativas;

Desde que a pandemia começou, as narrativas foram rapidamente criadas e alteradas, e essas narrativas mudaram o comportamento da sociedade.

Quem tiver a voz mais alta e influente moldará a narrativa em um pequeno grupo, cultura ou sociedade.

São as histórias que perpetuarão ou mudarão a cultura.

Como vimos, sem nosso acesso às informações ou dados certos, uma narrativa será criada que normalmente não será a que você deseja.

Se você quer mudar a narrativa, você tem que mudar crenças. Para isso, você deve mudar as informações e experiências.

Com a notícia de mudanças nos acontecimentos atuais, vimos isso em grande escala.

Considere quem está moldando a narrativa dentro de sua cultura ocupacional.

Como você vai reforçar as histórias desejáveis?

Como você vai mudar as indesejáveis?

Controle vs. Influência;

A pandemia apresentou um interessante e infeliz estudo de caso sobre controle e influência do comportamento humano, como algumas pessoas voluntariamente cumprem os mandatos do governo, enquanto outras resistem abertamente até mesmo a pedidos de mudança comportamental por meio de métodos influentes.

Dentro das corporações, sempre existirão comportamentos que são necessários e devem ser controlados, pois ajudam a prevenir lesões graves.

Outros comportamentos só podem ser abordados através da influência. Quão claros são esses dentro do seu grupo?

Quão consistentes e oportunos são seus esforços para controlar e influenciar o comportamento?

À medida que muitas organizações voltam às operações normais, elas são capazes de reorientar seus esforços em sua busca pela excelência em segurança.

Embora alguns riscos possam ter mudado, é necessária uma estratégia que garanta uma comunicação eficaz, perpetua as narrativas certas e reconhece que nem todo comportamento pode ser controlado, nem deveria ser.

Estamos juntos!

Aprenda com os meus erros, matriz de materialidade, para que te quero

Chegamos ao ponto de estarmos com 34 projetos (eólicas, PCHs, solar, geotérmica, biogás) distribuídos pela África Asia e Oriente Médio para o fundo ESG que trabalhava.

A matriz de materialidade sempre foi um ferramental fundamental para tomada das minhas decisões.

Mas errei…..

Adquirimos três ativos, e quando pedi a matriz de materialidade para auditar antes de iniciar as ações etc.

Não prestei a devida atenção como deveria e, era minha função com Head, apesar de que a empresa que tinha realizado, possuir um bom nome na praça, confiei demais.

Resumindo, o relatório estava totalmente equivocado, finalizando, problemas mil com os stakeholders, paralisações, greves e quase a comunidade tocou fogo nos projetos adquiridos.

Fomos em uma direção baseado no relatório da matriz e não era nada daquilo

Até meu plano de crise/emergência que é baseado matriz de materialidade, mapeamento de stakeholders e outros detalhes, estava furado.

Errei feio, por não auditar a fundo e não ir em loco verificar as informações dos relatórios

Grande dor de cabeça naqueles tempos             

A definição de temas relevantes para uma empresa e o envolvimento de stakeholders de forma ampla e efetiva na identificação dos impactos e interesses externos vinculados ao negócio são práticas já estabelecidas em alguns países da Europa, mas ainda recentes no Brasil.

Porém, tem crescido significativamente o número de companhias que relatam a adoção deste processo nos últimos anos.

Todas as empresas podem realizar um processo de materialidade, desde que este processo seja transparente e que a empresa relate a definição utilizada e a metodologia de priorização aplicada para as partes consultadas.

O que é materialidade?

E essa tal de Materialidade é um princípio contábil que foi adaptado pela área de sustentabilidade para identificar os aspectos não-financeiros relevantes para a empresa.

 Essa identificação pode ser realizada com viés diferentes dependendo da definição de materialidade com que a empresa está trabalhando.

 O ponto é o que é significante para a avaliação ou tomada de decisão das partes interessadas ou focar em fatores que impactam o potencial de criação de valor de curto médio e longo prazo.

 Apesar dessas abordagens parecerem divergentes, elas podem convergir se considerarmos que fatores que são importantes para as partes interessadas podem impactar na criação de valor de uma empresa, seja no curto, médio ou longo prazo.

Como as empresas podem identificar os temas relevantes e como priorizar estes temas?

Cabe a empresa identificar quais stakeholders devem ser consultados e os meios de consulta a serem utilizados.

Cada empresa também deve selecionar os critérios para priorização das questões levantadas e como incorporar o resultado do processo no seu planejamento estratégico. Isso pode ser feito com apoio de consultoria especializada ou não. 

Realizar análises de materialidade setoriais que podem servir de referência, porém com devido cuidado, considerando que a análise se baseou na realidade Norte Americana e que a materialidade pode variar entre empresas dentro de um mesmo setor.

Após identificar os grandes temas da companhia, qual o próximo passo?

O estudo de materialidade, além de prover a base para o processo de relato, pode ser uma ferramenta importante para a priorização de ações e integração das práticas de sustentabilidade à estratégia e gestão das companhias.

Por que é importante a inclusão da cadeia de suprimentos em um processo de materialidade?

A crescente escassez de recursos naturais (como por exemplo água) aliados com as mudanças climáticas estão modificando o perfil de riscos para as empresas.

 A maioria das empresas estão cientes da magnitude dos riscos ambientais de suas cadeias de valor e os consequentes riscos e oportunidades financeiras dos quais estão expostas.

Como pode ser aplicado o processo de materialidade? É possível uma empresa de pequeno porte aplicar?

 Qualquer empresa pode realizar um processo de materialidade.

 O importante é que esse processo seja transparente, no qual a empresa relata a definição utilizada, as partes interessadas consultadas e a metodologia de priorização aplicada.

Quais as consequências para a empresa que não se atentar à importância da materialidade?

Dessa forma, não se traduzem em resultados ou atingem seus objetivos. Sem análise de materialidade, a empresa está fazendo uma gestão de sustentabilidade no escuro.

Qual a relevância da materialidade para a sustentabilidade dos negócios?

Considerando isso, o objetivo da análise da materialidade é identificar que aspectos ambientais, sociais e de governança protegem e agregam valor ao negócio.

Estamos Juntos!            

Uma estrutura tática para abordar percepções de risco e práticas de risco seja do trabalho ou impactos socioambientais do ESG!

Em um dos recentes trabalhos que realizamos em uma planta, o gerente compartilhou uma observação de um novo colaborador assumindo um risco significativo.

Depois que o gerente conversou com o novo colaborador, ficou claro que o este não tinha conhecimento dos perigos inerentes ao segmento operacional

O gerente compartilhou comigo: “Pensei que tínhamos superado isso. Não fazíamos isso há anos.”

 Ao falar sobre o assunto com o gerente, soube-se que ninguém estava compartilhando esses riscos durante a integração de novos colaboradores.  

Alôoo cadê a comunicação de risco ISSO 31000? Estes não foram meus alunos de riscos rsrsrs

A integração estava criando armadilhas ao erro humano!

Quão bem a sua integração com os novos colaboradores se encontra para as expectativas e práticas declaradas que talvez sejam tomadas como garantidas?

 Quando as práticas de segurança se tornam culturais (“a maneira como fazemos as coisas por aqui”), às vezes essas práticas são esquecidas ao educar e treinar novos colaboradores.

Aproveitando a metodologia “PDCA”, o que se segue é um processo desenvolvido para ajudar as organizações que enfrentam novos desafios de treinamento e integração de colaboradores.

Planejar: Coletar e revisar dados.

 Realizar conversas de risco “aceitáveis versus inaceitáveis” com as equipes existentes.

Pergunte-lhes:

 “O que você considera um risco aceitável?

 O que é inaceitável?

Essas informações de percepção coletadas a partir de uma amostragem de colaboradores (eventualmente de todos) e, em seguida, da gestão, dirão suas perspectivas e quão bem alinhados os colaboradores estão com a gestão.

 Realizar observações de práticas de trabalho.

Discuta porque certas precauções são tomadas.

Se for observado um risco ou desvio das práticas esperadas, trabalhe para identificar a influência no comportamento.

Crie uma lista de percepções que precisam mudar e influências que precisam ser abordadas.

Faça: Desenvolva ações corretivas.

 Mudar as percepções requer novas informações e novas experiências.

Identifique quais informações seriam necessárias para levar a uma mudança de pensamento.

Também identificar quais experiências os indivíduos precisariam ter e por quem mudar as percepções indesejáveis sobre o risco.

 Desenvolva uma lista de ações para abordar as influências sobre o risco.

O que torna difícil ou impossível conduzir o trabalho de acordo com o plano dentro do sistema de trabalho e do meio ambiente?

O que pode impedir que as práticas seguras desejadas ocorram todos os dias, todos os dias?

Execute os planos de ação escolhidos para melhorar a cultura, os sistemas de trabalho ou o ambiente de trabalho.

Confira: Isso levou a um resultado melhorado?

 Repita a conversa de risco “aceitável versus inaceitável”.

 As ações corretivas mudaram as percepções?

Realizar observações de práticas de trabalho novamente e discuti-las com os colaboradores.

As ações corretivas abordaram as influências nos comportamentos?

O trabalho está ocorrendo regularmente para planejar sem desvios ou surpresas recentes?

Ato: Desenvolver um Processo Sustentável.

Envolver trabalhadores experientes na criação de uma lista de riscos “não tomamos” bem como “precauções que fazemos”.

 Considere uma lista geral e, em seguida, trabalhe para torná-la equipamento ou tarefa específica.

 Desenvolva um processo para permitir facilmente o relato quando ocorrem desvios dos resultados esperados.

Com exemplos, deixa claro quando é desejável parar o equipamento ou o trabalho.

 Adicione essas informações ao novo integração de aluguel e considere ter colaboradores experientes cobrindo isso com novos colaboradores.

 Desenvolva um processo de mentoria entre colaboradores novos e experientes, para que isso possa ser reforçado ao longo dos primeiros meses ou mais para tarefas mais complexas.

Melhore continuamente as contratações por segurança.

Desenvolva perguntas comportamentais para obter insights sobre as perspectivas dos candidatos sobre segurança e sua tolerância ao risco antes de estender ofertas de emprego ou aceitar trabalhadores temporários no ambiente de trabalho.

Como descrito, esse processo tem funcionado bem para vários clientes.

 Sinta-se livre para melhorá-lo continuamente usando-o como uma estrutura para personalizar a abordagem para suas necessidades específicas.

Estamos juntos

Aprenda com meus erros, auditoria interna de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade.

Quando locado no corporativo, não me lembro bem de quantas unidades estavam baixo nossa gestão de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade, mas com certeza eram mais de 70, em diferentes continentes.

Naquele momento, algumas estavam para passar pela recertificação (corre para achar os documentos!!)

Ao mesmo tempo, minha atenção estava toda voltada também para outras unidades que estávamos acompanhando as auditorias ambientais de aquisição.

Pois estávamos em um processo de fusões e aquisições (M&A) e a questão de passivo de ambiental sempre me preocupava, pois não poderia deixar passar o assunto despercebido e depois ter nas mãos um problemão, civil e criminal e de custo de remediação estratosféricos para lidar, possivelmente perderia meu trabalho.

Quem é da área de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade e do jurídico e já sentiu na pele, entende bem o que eu falo.

Bem, com tantas ações em curso, recebo um telefone de um dos diretores de operações de uma dessas unidades, informando que não iam ser recomendados para a ré certificação e com isso o nosso maior cliente deixaria de comprar.

Mas como? Não me disseram que estava tudo bem, as auditorias internas não lhe disseram nada?

Que auditoria interna? Ahhh aquelas …, não prestei atenção o que o gerente de QMS-RS e Sustentabilidade informou.

Não preciso dizer o meu desespero, pego o avião e vou dar suporte ao meu companheiro da área.

Na auditoria interna informava tudo, ações corretivas etc.

E ninguém da direção prestou atenção !!!, o resultado disso ……, deixa para lá.

Mas me senti mal, em ter entrado em uma zona de conforto achando que todos das operações já tinham entendido a importância de uma auditoria interna.

Desde aquele dia criamos na organização uma ação com a comunicação de cada a 6 meses um alerta sobre o risco de não dar a importância as auditorias internas.

Se o meu o meu “Personal Angel “, não tivesse me dado um momento de reflexão para depois pedir e acompanhar as outras auditorias internas de outras unidades, estaria contando esta história de outra maneira.

Auditorias internas são a base dos sistemas de gestão como ISO 9001, ISO 14001, OSHAS 18001 e ISO 26000.

Auditorias interna de QSMS-RS em qualquer caso não são meras formalidades, são uma poderosa ferramenta para melhoria contínua graças ao seu caráter de análise que permite verificar o acompanhamento e a verificação da efetiva de implementação de sistema de gestão, entre outros aspectos.

Compreender o objetivo das auditorias internas e as características que devem ser a chave para todas as empresas que têm implementado um sistema de gestão ou que estão pensando em fazê-lo.

Auditoria não é nada menos nem mais de um processo sistemático, independente e documentado para a obtenção de evidencias e avaliando objetivamente para determinar a extensão dos critérios se estão conformes.

Ou seja, é um teste e, como teste, perseguem um objetivo muito específico: avaliar o sistema da gestão implantada na empresa e como a empresa continua suas indicações, bem como a sua evolução para melhoria contínua.

Como eu disse antes, não pode ser considerado como um documento sem valor, ou, como algumas empresas consideram, uma mera formalidade para certificação.

Pensando assim só conseguimos miná-la, desvalorizando a sua contribuição para a empresa.

Também não podemos encarar a auditoria interna como uma ferramenta para encontrar culpados de não conformidades.

Ela segue critérios das normas, mantendo a objetividade e independência do auditor.

Muitas vezes os colaboradores podem se sentir sob pressão, e vão enxergar a auditoria como um processo de polícia e atuarão como tal.

Auditorias internas são caracterizadas por: uma verificação metódica, independente, documentada e baseada em evidências objetivas.

Marcada pela objetividade, e centrando-se tanto o lado positivo e de não-conformidades.

O objetivo do meu texto, é o alerta, quanto ao meu erro em não ter avisado da importância a todo setor operacional das unidades, podem ser resumidos nos seguintes pontos.

A auditoria interna é sua “amiga “.

Serve para te ajudar, avaliar se os documentos do sistema atendem os requisitos legais, regulamentares e contratuais, estabelece o nível de conformidade com os procedimentos, verifique todos os níveis da empresa seguiram os procedimentos, se o conjunto de objetivos são alcançados, indicam os pontos que precisam ser melhorados, e qual seria as ações corretivas para corrigi-los.

Propões oportunidades de melhoria!

Servem para evitar problemas futuros!

E, por último, mas não menos importante, ajuda a melhorar continuamente.

Diante do exposto acima, aprenda com meus erros!

Estamos juntos.

Algumas dicas de como construir uma cultura de segurança do zero.

Uma série de ações positivas de curto prazo e mudanças nos processos de segurança podem fazer uma diferença duradoura. 

A “segurança no local de trabalho” tornou-se uma frase de ordem em 2020, uma vez que a pandemia tornou as preocupações de segurança relacionadas à disseminação do COVID-19 uma prioridade máxima para a maioria dos líderes empresariais. 

Defender todos os aspectos da segurança no local de trabalho desde a manutenção da saúde até a mudança de práticas e processos até a previsão de lesões, quase acidentes, danos materiais e outras questões de liderança, é o resumo minha vida profissional.

Por quase 4 décadas, trabalhei com organizações globais de energia, mineração, petróleo e gás, e outras indústrias para ajudar a construir uma cultura de segurança em seu local de trabalho. 

Segurança é tudo sobre as pessoas, e construir uma cultura de segurança é sobre incutir comportamentos que se tornam a norma. 

Não é algo realizado em um curto espaço de tempo normalmente, leva de cinco a dez anos e requer patrocínio executivo.

E é evidenciado por uma resistência em toda a organização a condições precárias e comportamentos de risco. 

Mas ações positivas de curto prazo e mudanças nos processos e sistemas de segurança podem, com o tempo, contribuir para a construção dessa cultura. 

Sim, isso inclui organizações tomando medidas para proteger seus colaboradores de serem infectados pelo Coronavírus. 

Mas isso também significa que os próprios colaboradores se intensificam para evitar espalhá-lo para seus colegas.

A segurança no local de trabalho abrange todos os fatores que afetam a segurança, a saúde e o bem-estar de todos incluindo condições e processos de trabalho seguros, falta de riscos ambientais, salvaguardas contra o abuso de drogas e álcool e intolerância à violência no local de trabalho. 

Entre as organizações com quem trabalho, algumas parecem estar bem no caminho para alcançar essa cultura. 

Outros estão fazendo mudanças e chegarão lá em algum momento. 

Ainda assim, outros têm uma longa jornada pela frente, e podem nunca o fazer sem alterar seu estilo, pensamento e/ou abordagem. 

Aqui estão alguns sinais (ou seja, indicadores líderes) que vejo nas corporações construindo com sucesso uma cultura de segurança. 

 Colaboradores mais engajados e capacitados

A “cultura” de uma organização é uma construção teórica, uma qualidade de ambiente desenvolvida ao longo do tempo. 

Quando visito empresas, costumo focar mais no “clima” organizacional, as coisas que acontecem no dia a dia que são impactantes e podem ser vistas como proxies para a cultura abrangente.

 Descobri que um clima é mais positivamente afetado por um alto nível de engajamento entre líderes e colaboradores.

 Isso significa que a maioria das pessoas sentem que é uma parte vital da organização.

 Essa interação é propícia para líderes e colaboradores dispostos a trabalhar juntos para criar regras, diretrizes e práticas de segurança e, em seguida, focar na identificação de lacunas nos processos e sistemas que dificultam o seguimento desses princípios. 

Ao engajar ativamente seus colaboradores de forma proativa, você alcançará o verdadeiro empoderamento. 

 Maior ênfase em medidas proativas e métricas de segurança 

Muitas organizações se concentram principalmente no que eu chamo de “indicadores de atraso”: a taxa de lesões, o número de incidentes, danos materiais, paralisações de trabalho, e assim por diante. 

Estes são importantes para rastrear, com certeza.

 Mas todos eles vêm depois do fato. 

Culturas fortes são mais preditivas e não reativas. 

Que tal colocar uma maior prioridade nos principais indicadores, tais como: 

● Quais são nossas taxas de treinamento e número de pessoas treinadas? 

● Qual é a nossa pontuação em nossas auditorias corporativas? 

● Quão rapidamente estamos fechando questões abertas? 

● Estamos fornecendo feedback aos colaboradores? 

● Estamos tomando a iniciativa de ter conversas positivas sobre segurança? 

Além disso, muitas organizações usam caminhadas de segurança como oportunidades para “envergonhar e culpar” as pessoas pegas no ato de fazer algo arriscado.

 Essa “gestão pelas regras” também não é proativa e pode não induzir mudanças de longo prazo.

 De fato, a “gestão” de segurança de descoberta de falhas e de cima para baixo pode, em vez disso, criar uma cultura de medo e evasão. 

Em geral, as pessoas estão mais motivadas para alcançar resultados positivos, em vez de evitar resultados negativos. 

Construir uma cultura de segurança requer uma abordagem proativa, com a maior parte do aprendizado proporcionado na parte frontal. 

 Movendo a segurança de “fora ” para “dentro “

Um gerente pode dizer ao seu colaborador “Preciso que use seus óculos de segurança porque é uma regra da norma.” 

Esse tipo de “gestão de segurança” é o que eu chamo de foco na segurança de fora para dentro.

Significa se importar menos com a pessoa e mais em ter certeza de que está seguindo as regras. 

Também habita mais no “o que eu preciso que você faça” em vez do “por que faz sentido fazê-lo”. 

Mais impactantes “líderes de segurança” valorizam a criação de conversas de segurança. 

Eles podem mostrar mais empatia dizendo algo como: “Ei, eu sei que está quente lá dentro, e esses óculos estão embaçando e tornando difícil de ver. 

Mas não quero ver você se machucar ou perder a visão.

 Então, vamos ter certeza de que você usa seus óculos para evitar que você se machuque e defina um exemplo seguro para os outros.” 

Dessa forma, as pessoas se motivam de dentro para fora ouvindo menos sobre as regras e mais sobre sua segurança pessoal. 

É provável que eles não só façam o que você pede, mas também tomarão decisões mais seguras depois disso.

 As pessoas estão muito mais motivadas a fazer coisas em que acreditam em vez de fazer algo simplesmente porque é uma regra. 

Por exemplo, forçá-los a usar seus óculos por causa das regras pode persuadi-los a fazer exatamente isso, mas apenas isso. 

Focar em sua segurança acima e além das regras pode motivá-los a usar não apenas seus óculos, mas também suas luvas e revestimentos faciais, e manter seis metros de distância dos outros, para dar um exemplo seguro para seus colegas de trabalho. 

 Sinalização que relaciona a segurança para ajudá-lo e outros

Eu vejo um monte de sinais postados nas empresas que visito, e alguns gritam com zeros vermelhos com linhas através deles e a palavra “NÃO!” espalhados por toda parte.

 É necessário ser condescendente com os colaboradores para obter o comportamento desejado? Em culturas de segurança forte, acho que não. 

Vamos dar um sinal comum na pandemia atual: “Lave as mãos”.

 Isso diz exatamente o que você deve fazer. Ou “Lave as mãos por pelo menos 20 segundos.” 

Mas que tal: “Lave as mãos por 20 segundos para salvar sua família, amigos e colegas de trabalho de obter COVID-19”? 

Esse tipo de mensagem pode motivar melhor; isso os ajuda a internalizar porque estão lavando e perceber que estão fazendo isso também para colegas de trabalho, família, amigos e suas comunidades. 

Nos meus dias de faculdade, eu trabalhava em uma grande organização, onde eu ajudava a pesquisar o comportamento relacionado ao uso de corrimão.

 Esta empresa tinha um pátio central com uma fonte no meio e uma escada de mármore.

 Cedo pela manhã, os degraus, cobertos com umidade, muitas vezes se tornariam escorregadios. 

Usar um corrimão para percorrer esses passos foi o comportamento que buscamos. 

Mas nos testes realizados, observamos que apenas 30% dos usuários estavam fazendo isso. 

Três prédios diferentes nesta organização levavam à escadaria, o que nos permitiu testar três placas diferentes.

 Qual você acha que gerou o uso mais de corrimão? 

“Por favor, use o corrimão ao subir e descer as escadas.” 

“Cuidado, as escadas podem estar molhadas. Por favor, use um corrimão ao subir e descer as escadas.” 

“Defina um exemplo seguro para seus colegas de trabalho. Use o corrimão ao subir e descer as partidas.” 

Todos tiveram um impacto positivo. 

O primeiro elevou o uso para 40%, e o segundo para 50%. 

Mas o terceiro sinal foi o vencedor claro; mais do que dobrou o uso do corrimão para 65%, de acordo com nosso estudo. 

Seguindo essa mesma abordagem sobre os colaboradores dando um exemplo e impactando todo um grupo ou organização deve obter os melhores resultados quando se trata de sinais e conversas sobre o uso de EPI e outras práticas de segurança. 

Segurança que é tornada conveniente

As pessoas são muitas vezes impulsionadas pelo que é mais rápido, mais confortável e mais conveniente. 

Pedir aos colaboradores para lavar as mãos antes de ir para a sala de descanso quando os banheiros estão a alguma distância em outra direção pode não ser rápido ou conveniente. 

Colocar estações temporárias de lavagem de mãos no caminho para a sala de descanso, por exemplo, tornará mais fácil fazer a coisa segura. 

Da mesma forma, redirecionar passarelas para que os trabalhadores caminhem em apenas uma direção, e fornecendo marcadores para que eles saibam que estão ficando seis metros de distância um do outro, são outras maneiras de alcançar os resultados desejados. 

São sinais que demonstram o compromisso de uma empresa com um local de trabalho mais seguro e a construção de uma cultura forte. 

Segurança é sobre as pessoas.

 Ter conversas ao invés de ditar regras. Ajudar os colaboradores a olhar uns para os outros e se concentrar no “porquê”, não no “o quê”. Leva tempo para construir uma cultura de segurança, mas geralmente vale a pena! 

Seguindo essas sugestões, todos nós podemos ajudar a alcançar nossa visão de eliminar a morte no trabalho até 2050.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros , complacência mata!

Acreditar que a gestão do ESG / QSMS-RS e gestão de riscos socioambientais só geram custo, é porque ainda não realizou as consequências da falta ou má gestão destes.

Ou talvez, goste de emoções fortes em sua Governança Corporativa e não entendendo como valor o meio ambiente e as comunidades a sua volta.

É grande a responsabilidade do gestor de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade, pois a imagem da empresa em algumas situações está em suas mãos.

Quanto custa para a imagem da empresa, um grande acidente ambiental?

Quanto custa uma alta taxa de acidentes com afastamento?

Quanto custa ter seu produto rejeitado por falta de qualidade?

Delegar responsabilidades a um profissional sem experiência por ser mais em conta pode custar o negócio.

E ainda encontramos empresas em insistir nesta filosofia!

Se alguma coisa pode dar errada, vai dar errada essa máxima é muito mais potencializada quando temos profissionais com baixa qualificação e falta de experiência.

Todo departamento de QSMS-RS e Sustentabilidade possui seus custos e devem ser muito bem administrados.

E como todo investimento tem que dar retorno, se investimento é baixo não se pode esperar grandes resultados.

Senão, vejamos; Acidentes de trabalho podem ser fatais ou causar mutilações e quando acontece o fator psicológico dos colaboradores é afetado e com isso toda a produção.

E o gestor de ESG / QSMS-RS não se pode deixar levar pela complacência.

Imagina a situação com 6000 colaboradores em um estaleiro ou 3000 colaboradores em uma obra de construção civil pesada abrindo exceções a toda a hora, porque um encarregado ou um gestor da produção está atrasado!!!!!!

Vivi ambas as situações nãos só uma vez, e é desafiadora a responsabilidade.

Você pode não ser a pessoa mais amada do projeto, mas sua consciência com dever cumprido perante a organização na qual delegaram essa responsabilidade para preservar vidas e proteger o meio ambiente é sua recompensa.

Não estou falando que se deva exercer o papel de polícia inquisidora (como mencionado no início deste texto) e sair cobrando capacete e mais nada, mas sim a de exercer um papel de forte liderança e persuasão junto à equipe e seus colaboradores para implantar uma cultura de segurança e de sustentabilidade.

Não existe pior acidente na minha opinião e experiência própria nestes anos como os causados por vazamentos de H2s. (chamado de assassino silencioso, pois não tem odor e altamente inflamável).

Quando trabalhava nos Emirados, em um fim de semana (sempre nos feriados), a manutenção acusou um defeito em uma válvula em uma estação transferência de produto.

Uma equipe que estava deixando o turno decidiu ir verificar. Como estavam com pressa, não quiseram esperar uma autorização de permissão de trabalho, não quiseram levar EPI, não se prepararam e nem tomaram conhecimento dos procedimentos de segurança.

Ao gestor de QSMS- RS de turno imploraram que fosse complacente “SÓ DESTA VEZ” e deixassem passar por cima de todos os procedimentos.

E ele deixou passar!

Chegando ao local o primeiro desceu (espaço confinado) para verificar qual era o problema da válvula, e caiu desmaiado, o segundo, o terceiro até ao quinto colaborador fizeram o mesmo um atrás do outro em solidariedade na intenção de resgatar.

Ninguém deu o alerta e o último que não entrou, assistindo à situação chamou a emergência.

Ao chegar uma equipe de resgate que não tinha treinamento, mas muito boa vontade em ajudar, desta vez trouxe as máscaras resgatou um e deu água a este que resultou em uma reação ácida na garganta (nunca poderia ter feito, H20+H2s =ÁCIDO) e esse veio a falecer também.

Não vou me esticar nesta tragédia, pois até hoje me vem a memória o fato. Os acontecimentos narrados aqui foram depois esclarecidos através da investigação do acidente e vale lembrar que a válvula com defeito já tinha dado problemas antes e o pessoal da manutenção tinha deixado para depois para resolver o problema.

Mas resumindo: O gestor foi complacente e deixou “só daquela vez “realizar atividade sem os procedimentos. COMPLACÊNCIA MATA!

Procedimentos e normas de segurança deveriam ser redigidos com letras vermelhas, porque em algumas situações foram escritas com sangue.

Pessoas morreram ou foram mutiladas por falta de procedimento ou de uma norma de segurança escrita e bem treinada.

Quanto vale uma vida humana? Quanto vocês acham, que custou este acidente a imagem da empresa?

Complacência mata! E o custo da falta investimento em QSMS-RS e sua gestão de riscos pode trazer consequências desastrosas ao resultado do negócio.

Estamos juntos!

Transição para uma cultura de segurança positiva, fundamental para o sucesso da sua gestão.

A essência do comportamento seguro (BBS) reside em observar o comportamento dos colaboradores para entender e modificar o ‘ indesejável ‘ para ‘ desejável ‘.

Identificar e comunicar comportamentos “chaves” diminuem os riscos associados à execução de tarefas.

 Ao observar o comportamento de um colaborador, os gestores podem usar o design de fluxo de trabalho e análise de tarefas para avaliar e identificar perigos mecânicos, físicos e ergonômicos de suas funções.

Alguns colaboradores integram intuitivamente comportamentos seguros em suas ações, e alguns não na execução de tarefas.

 Este fator diferenciador é a causa de muitos acidentes e trabalhar com segurança, a cautela é uma obrigação em tais casos.

Embora BBS ganhou força nos últimos anos, é preciso lembrar que o comportamento é apenas um dos muitos aspectos da segurança na organização.

 A percepção de atitudes de segurança de um indivíduo, os valores são influenciados pela cultura da equipe que ele/ela faz parte.

Uma cultura de segurança positiva incentiva uma mudança para um comportamento que é culturalmente desejável e aceitável.

Abordagem organizacional para a segurança serve como uma linha de base como os líderes se esforçam para traduzir as lições de segurança em procedimentos práticos para otimizar o engajamento de qualidade.

 A ênfase reside no aumento da frequência de comportamentos relacionados à segurança e na diminuição das ocorrências de comportamentos de risco.

Aqui, o foco é maior na importância fundamental na cultura de segurança da organização e no clima como as políticas e práticas de gestão forma e influenciam o comportamento de segurança.

 Para conseguir isso, as organizações devem gerar uma disposição em seu pessoal para trabalhar colaborativamente.

Seguem algumas sugestões baseadas em nossas vivência e experiência nesses +35 anos.

 Educar: os gestores de segurança devem explicar a justificativa por trás de um determinado conjunto de procedimentos que os funcionários precisam seguir.

Por meio disso, os colaboradores assumem a posse e se tornam auto direcionados em vez de dirigidos por outros.

Ouvir: escuta empática, onde os gerentes levam tempo para aprender antes de oferecer aconselhamento, direto ou apoio gera vontade em um indivíduo.

Ele personaliza criativamente um plano de ação para atingir um determinado resultado relacionado à segurança.

Engajar: ao avaliar qualquer incidente, facilitar as interações em grupo pode criar valor e construir uma boa cultura de segurança.

Visão ampliada além dos números: compartilhar um compromisso pessoal, responsabilidade e conduzir para a segurança incentiva uma atmosfera conducente a uma cultura positiva da segurança.

Para definir as expectativas para práticas de trabalho seguras, controle de perigos, relatórios de incidentes, uma amalgamação de ambas as abordagens é necessária.

Isso pode ser expresso como uma abordagem de cima para baixo, começando no nível operacional e trabalhando para baixo, em todo e além.

Este processo pode envolver avaliações de risco, auditorias de segurança, questionários de saúde e segurança e auditorias de stress.

Estas estratégias aumentam o efeito benéfico da segurança e nutrem um local de trabalho “livre de acidentes”

Além disso, as respostas de recompensa proporcionam um terreno fértil para a vontade e as pessoas colaboram com uma causa comum.

Tais medidas podem gerenciar aspectos no trabalho, demandas, controles, suportes, relacionamentos, papel e mudança.

Ambas as abordagens devem ser implementadas ao mesmo tempo para que a mudança não seja segregada a parte, em vez disso, a mudança, é uma mudança para uma nova maneira de fazer, sempre com segurança!

Estamos juntos!

Gestão de resíduos de acordo com a ISO 14001, o básico primeiro, por favor!

Em nossos trabalhos acompanhando os clientes, nao é novidade surgir dúvidas sobre o tema resíduos, principalmente em época de economia circular, aterro zero etc.

Todos querem, todos tem ideias o que é muito bom, o meio ambiente agradece

Mas como sempre digo, começa pelo básico primeiro, que não é fácil!

Depois parta para suas metas e ambições quanto a gestão de resíduos, mas primeiro o básico por favor

Há muito mais para a gestão de resíduos do que a simples coleta de lixo e o despeja em um aterro sanitário. 

As organizações usam rotineiramente materiais perigosos que, quando mal manuseados, representam uma ameaça à saúde humana e ao meio ambiente.

 Esses materiais são encontrados em itens cotidianos, como lâmpadas fluorescentes, dispositivos eletrônicos e certas baterias, bem como em substâncias como óleo e solventes. 

A ISO 14001 fornece uma estrutura e uma abordagem estruturada para o manuseio de resíduos.

 Durante a identificação e avaliação dos aspectos ambientais, você determinará quais resíduos estão surgindo em seus processos, e com controles operacionais você definirá como os resíduos serão tratados. 

A gestão de resíduos é o processo de tratamento de resíduos, e oferece uma variedade de soluções para reciclagem de itens que não pertencem ao lixo.

 Este é um processo que cada família e empresário do mundo precisa. 

O manejo de resíduos descarta os produtos e substâncias que você usou de forma segura e eficiente. 

A ISO 14001 não prescreve as etapas no manuseio de resíduos, e todas as organizações podem abordá-las de acordo com suas necessidades, mas existem algumas etapas comuns no processo: 

 Avalie seus resíduos;

Para poder lidar adequadamente com os resíduos, a empresa precisa primeiro determinar se os resíduos são perigosos ou não, e se o manuseio desse lixo em particular é regulado pela legislação. 

 Esta etapa é muitas vezes chamada de classificação ou categorização dos resíduos. 

 Armazene seus resíduos;

Dependendo do tipo de resíduo, haverá diferentes requisitos em termos de instalações de armazenamento.

 Os resíduos podem estar em forma sólida ou líquida, por isso é importante armazená-lo de acordo com suas características.

 Os resíduos perigosos devem ser armazenados em um recipiente resistente à prova de vazamentos que é mantido fechado quando não adiciona ou remove resíduos. 

Diferentes tipos de resíduos podem exigir diferentes tipos de recipientes de armazenamento.

 O recipiente deve ser rotulado com as palavras “Resíduos Perigosos”, uma descrição clara do conteúdo e a data em que o resíduo é colocado pela primeira vez no recipiente. 

Os recipientes devem ser armazenados em uma superfície impermeável com espaço suficiente para permitir inspeções semanais de contêineres. 

Os requisitos adicionais para armazenamento ao ar livre incluem: 

  •  Controlando o acesso aos contêineres
  •  Protegendo os recipientes dos elementos
  • Armazenando recipientes de resíduos líquidos em uma superfície freada e impermeável para conter vazamentos acidentais 

Rotule os resíduos;

O lixo não tem risco de ser rotulado de forma especial.

 Por outro lado, a rotulagem de resíduos perigosos é frequentemente prescrita por lei e, na maioria dos países, a empresa deve obter uma licença para até mesmo gerar alguns tipos de resíduos perigosos.

 O rótulo para marcar resíduos perigosos embalados geralmente contém as seguintes informações:

Aviso: RESÍDUOS PERIGOSOS

Informações sobre o proprietário do lixo que embalou o lixo: nome, endereço, telefone, data da embalagem, nome e sobrenome da pessoa qualificada para ser responsável por esse trabalho

Características físicas dos resíduos: pó, substâncias sólidas, viscosas, pastas, lodo, substância líquida, substâncias gasosas, substâncias gasosas.

 Transporte e descarte seus resíduos corretamente;

A organização é responsável por seus resíduos perigosos para sempre. 

Para ajudar a garantir que os resíduos perigosos sejam transportados e descartados corretamente e, para reduzir sua responsabilidade, escolha um transportador que cumpra os seguintes requisitos: 

  •  Tem um número de identificação de resíduos perigosos
  •  Atualmente é licenciado ou permitido como um transportador de resíduos perigosos
  •  Cumpriu requisitos específicos de treinamento
  •  Mantém seguro de responsabilidade adequado
  •  Carrega credenciais no veículo
  •  Transporta os resíduos para uma instalação de resíduos perigosos permitida

 Plano para emergências;

O manuseio de resíduos perigosos deixa espaço para emergências causadas por maus tratos ao resíduo ou qualquer outra causa. 

Plano para emergências das seguintes maneiras: 

  •  Mantenha o derramamento e os equipamentos de resposta de emergência adequados em uma área acessível.
  •  Treine os colaboradores nos procedimentos de resposta de emergência que são apropriados para o seu site.

Treinar pessoal;

Treinar todos os colaboradores que tenham qualquer papel no manuseio, armazenamento ou gerenciamento de resíduos perigosos é um passo necessário para garantir o cumprimento das regras de resíduos perigosos. 

O pessoal deve estar familiarizado com os perigos de cada resíduo, procedimentos de segurança adequados e todos os aspectos da conformidade. 

Para cada um dos colaboradores que estarão engajados em qualquer segmento do sistema de gestão de resíduos, é necessário fornecer treinamento adequado e condições de trabalho. O treinamento deve incluir uma introdução a: 

  •  Procedimentos básicos para a gestão de resíduos;
  • Riscos humanos e ambientais;
  • Medidas de precaução na gestão de resíduos; E
  •  Responsabilidades e autoridades.

No processo de implantação de um sistema de gestão de resíduos, o treinamento deve ser realizado por profissionais que trabalharam na criação do plano de gestão de resíduos. 

 Manter registros;

O objetivo de manter registros é fornecer evidências de que os resíduos são armazenados de acordo com os procedimentos. 

Os registros usuais a serem mantidos são os de resíduos gerados por tipo e quantidade, e registros de resíduos implantados em uma organização autorizada. 

Com o apoio certo, e do ponto de vista financeiro, operacional e ambiental, uma estratégia eficaz de gestão de resíduos mais do que retribuir o investimento de tempo e esforço que você coloca nele. 

Uma estratégia adequada incorporará a flexibilidade para acomodar mudanças na legislação, matérias-primas, diferenciais de preços e expectativas dos clientes. 

Você poderá demonstrar às partes interessadas que sua estratégia de gestão de resíduos irá: 

  •  Economizar dinheiro reduzindo o uso de material e geração de resíduos
  •  Atender aos requisitos de conformidade com todas as legislações pertinentes
  • Melhorar o seu gerenciamento de materiais e resíduos, e assumir os requisitos de cuidado

Quando a estratégia for aplicada e os controles operacionais em relação aos resíduos estiverem em vigor, a empresa poderá gerar os benefícios.

Isso é o básico do básico.

Estamos juntos!

Segurança, cultura e riscos do ESG: Qual é a conexão?

Segurança, cultura e riscos do ESG: Qual é a conexão?

Vamos ser claros, não existe diferença entre segurança dos colaboradores e os riscos corporativo das operações quanto aos impactos socioambientais!

Mas como eu assisto Diretores/Heads de Sustentabilidade ou ESG totalmente desconexos com a realidade dos pilares do QSMS-RS e principalmente sobre os Kpis da segurança do trabalho.

Chega ser engraçado para não chorar!

Acredito que onde uma organização tenha a segurança como um valor, tudo é possível.

As conexões entre a segurança e os riscos ESG na organização são fortes, observamos que colaboradores engajados em segurança melhoram na identificação e gestão do risco em geral.

 Por exemplo, um supervisor aprende a reconhecer quando algo “não está certo” antes de seguir adiante avaliando a situação em vez de cegamente ir em frente.

Promover esse tipo de percepção consciente é bom para todos os tipos de riscos da organização como: o socioambiental, saúde, operacional, financeira, jurídica etc.

Meu primeiro líder costumava dizer, “Todo mundo é um gerente de risco”.

 E como eu acredito nessas palavras, e passou ser meu mantra também

 Cada pessoa no seu negócio pode construir habilidades de gerenciamento de risco.

Uma outra conexão que talvez seja menos óbvia, mas imensamente poderosa.

É a cultura de risco!

 Cultura é a chave a de tudo, na minha visão

Quando os líderes melhoram a segurança de uma forma que isso envolva todos os colaboradores na redução e identificação de riscos em curso, esses reduzem os riscos e criam uma cultura capaz de sustentar essa melhoria.

Isso significa que seus riscos diminuem quando você se aproxima da maneira certa a melhoria em segurança.

Você manterá os colaboradores agindo proativamente, e identificando e resolvendo problemas antes que eles ocorram.

Não podemos esquecer que também estamos falando sobre o risco de perder a vantagem competitiva.

Se você realmente entender essas conexões entre risco, engajamento, cultura e desempenho, i você garantirá que sua estratégia de melhoria da segurança é parte de sua estratégia.

Quando eu falo em estratégia de melhoria da segurança, quero dizer: sobre um documento bem definido que estabelece os objetivos da segurança, concreto e mensurado para os próximos anos.

Ter essa estratégia é importante porque se concentre a energia, recursos e tempo de todos na organização.

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Você deve responder à pergunta;

 “Que tipo de liderança em segurança, com compromisso e cultura nós precisamos ter em nossa organização para gerenciar os riscos?”

 Criar a estratégia é fundamental.

Blog: Roberto Roche

Se você envolver os líderes do jeito certo, eles vão entender por que a melhoria da segurança é tão vital para os negócios.

Igualmente importante, que eles entendam de que vai demorar para realmente fazer acontecer.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, caixa separadora de água e óleo e sua gestão.

A primeira multa sob nossa gestão a gente nunca esquece.

Recém promovido a gestor de QSMS-RS e Sustentabilidade, assumindo um projeto novo em uma planta petroquímica, onde era cercado por residências e ainda tínhamos um porto.

Todo cuidado era pouco para qualquer acidente socioambiental.

Requisitos legais ambientais e trabalhistas, ok; Procedimentos, ok; Treinamentos, simulados e tudo que está no pacote, ok.

E no posto de abastecimento dos veículos, aquele láaaaaaaaaaaa no final da planta que ninguém vai, onde pode estar acontecendo um vazamento na caixa separadora de água e óleo que nunca tinha sido limpa e verificada as condições físicas da caixa, onde os resíduos oleosos estão jogados ao lado sem cuidado nenhum.

E ………. deixei de ir e verificar!!!!

Resumindo, apareceu óleo brotando no terreno do quintal da vizinha e uma grande mancha de óleo no caís.

E depois da investigação sobre a causa raiz, descobrimos que veio da caixa SAO, e o órgão ambiental fez a festa.

E fui batizado!

Logo eu, um gestor novo na época, preocupado com tudo, ou melhor, com quase tudo, porque tinha deixado de verificar e ir realizar uma inspeção na caixa separadora de água e óleo.

Como doeu, ainda mais ao lembrar do meu líder que me ensinou tudo que eu sabia e foi a pessoa que me inspirei quando iniciei a trabalhar em QMS-RS e Sustentabilidade sob sua supervisão durante muitos anos em várias partes do mundo.

Onde entre seus ensinamentos, me cobrava sempre dá importância participar dos walkthroughs ou caminhadas de QSMS nas áreas em que atuávamos, tanto com os colaboradores/direção e mais importante, sozinho.

Pois sempre achou importante está caminhada/inspeção, não deixando de ir a cada canto escondido na área sob minha supervisão.

E eu, não tinha feito a lição de casa, esqueci e paguei caro pelo meu erro.

E vocês? Já verificaram como anda a gestão de sua caixa separadora de água e óleo?

Seus resíduos da caixa separadora de água e óleo e os sólidos estão tendo destinação final correta?

A gestão dos resíduos sólidos e líquidos em geral tem sido sem dúvida um importante desafio para os todos os segmentos que têm de lidar com a gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade.

Pois é exigência de lei, e tem muitos lugares onde não existe o serviço ou quem oferece não possui licença ambiental ou permissão para transporte jogando em qualquer lugar, e quem paga a conta é a empresa.

A razão é simples: Embora não seja, quantitativamente, o maior gerador de resíduos dos potencialmente poluidores, o setor de abastecimento de veículos onde existem as caixas separadoras de água e óleo em uma planta gera resíduos perigosos e tem de ser tratados de acordo com a legislação.

Em muitos casos, os resíduos em geral representam uma “dor de cabeça” séria para os gestores, notadamente quando vão a conhecimento público casos de má disposição ou tratamento inadequado, com passivos ambientais que às vezes chegam a comprometer os números do balanço patrimonial.

Como a lei reza: O gerador é responsável pelo resíduo enquanto o mesmo exista, as empresas que pagaram pela disposição terão que pagar novamente para remediar a área que foi comprometida.

Ou seja, pagou-se duas vezes e mesmo assim o problema continua.

O exemplo acima é importante para lembrar ao gestor de QMS-RS e Sustentabilidade do cuidado que devem ter quando o assunto é resíduo e não esqueçam de verificar a caixa separadora de água e óleo onde quer que ela esteja em sua área.

Este é um problema que requer gestão integrada, realizado por quem entende, não por amadores ou eu acho que ….

O que evidentemente tem um custo, que normalmente é relegado ao segundo plano.

É necessário que o gestor entenda, de uma vez por todas, que o dinheiro dependido em cuidados ambientais não pode ser simplesmente considerado como gasto, mas sim como investimento.

Essa distinção é importante, porque se tal dispêndio for considerado simplesmente como gasto, a tendência de qualquer administrador é procurar minimizá-los, porque a lógica simplista indica que, quanto menos despesas tenha, maior será o seu lucro.

Assim, para que gastar muito com gestão de resíduos, por exemplo, se há quem dê um destino para os mesmos a um preço “camarada”(limpa fossa baratinho, sem Licença para recolher resíduos oleosos)?

Infelizmente, não são poucos os que ainda pensam assim.

E isto tem tornado a questão dos resíduos provenientes da caixa separadora em geral numa espécie de bomba-relógio, que um dia vai explodir.

A questão dos resíduos tem exigido uma atenção particular, por parte do poder público, porque sabe-se que há muito resíduo sem tratamento ou disposto inadequadamente.

Ainda mais os oleosos provenientes da caixa separadora de água e óleo.

Ou seja, há um imenso passivo a ser tratado por aí.

Por isto, nós gestores da área precisamos prestar atenção a cada detalhe em nossa atividade e entender que a sociedade, e os poderes que a representam, estão cada vez mais atentos aos casos de poluição e as punições tendem a ser cada vez mais frequente.

Certamente o preço a ser pago por aqueles que burlaram a lei será alto, tanto em termos financeiros como de danos à imagem e a reputação da empresa.

Aprendam com meus erros!

Estamos juntos!

Desastres socioambientais causam desastres socioeconômico e, mais uma organização fecha suas portas!

Leio com muita tristeza a notícia de que mais uma organização encerra suas operações por questões socioambientais!

Reputação socioambiental Zero! = Investidores fugindo! ( exemplos só este ano temos vários)

E o pior de tudo que publicava relatórios de Sustentabilidade, e dizia está dentro do processo ESG.

Quantas mais irão fechar nesse Brasil a fora?

Análise de risco socioambiental? Não sei do que se trata !

Triste…., o impacto econômico vai ser enorme!!!!!!!!!!!

ESG / SUSTENTABILIDADE CORPORTIVA É COISA SÉRIA e são para profissionais!

NÃO É SÓ COMUNICAÇÃO / MARKETING em relatórios de sustenabilidade que são verdadeiras obra de artes

Vejo nesses encontros, de entrega de prêmios e palestras com uma superficialidade muito grande, e isso me preocupada e muito, pois acaba iludindo muito o publico e caminhamos para um green washing.

Nunca como em nenhuma outra época o homem tentou reverter o quadro de degradação ecológica em que se encontra a Terra.

Pois para alguns já perdemos tempo que não se recupera mais.

https://robertoroche.carrd.co/

Pela primeira vez na história, os estudiosos relacionaram os problemas sociais, econômicos e ambientais.

Sim, “DESATRES AMBIENTAIS CAUSAM DESASTRES ECONÔMICOS”, exemplos não faltaram, vejam em um passado recente e agora de novo (Barcarena/PA, Mariana, Brumadinho /MG e muitos outros).

Ao mesmo tempo em que assistimos povoados serem arrasados pelos desastres socio ambiental, os mesmos pedem que a organização volte a funcionar, pois são fonte financeiras para eles.

A crise global escancara a necessidade real de garimpar as soluções que viabilizem a construção de uma sociedade sustentável.

Trata-se de um olhar diferenciado nos processos para gerenciar o mundo. Esse despertar passa pelo conceito de proteção ao meio ambiente.

Empresas e a sociedade civil organizada tentam consolidar maneiras próprias de fazer o bem. Qualquer ação, por menor que seja, enriquece o universo que se busca através do exercício da cidadania.

A boa notícia brota dentro de algumas grandes corporações independente da atividade econômica e até pequenos negócios, pois as próprias organizações assumem o comando dessa transformação.

“O que hoje é opcional ser uma empresa ESG / Sustentável um dia será obrigação”, esse pensamento tem sido cada vez mais refletido pelos executivos em suas empresas.

As corporações americanas e europeias já apresentam seu negócio aliado à missão de boa governança, econômica, social e ambiental (ESG) em um mesmo pacote.

Enquanto americanos e europeus desfrutam dos benefícios em adotar a Sustentabilidade Corporativa como fator estratégico para o sucesso dos negócios, o movimento ainda se mostra tímido no Brasil.

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No entanto, há iniciativas valorosas, principalmente quando as ações focalizam o meio ambiente e a responsabilidade social aqui no Brasil.

Os empresários tornaram-se proativos, embalados principalmente pela asfixia pela qual passa o planeta, e por pressão da opinião pública.

Afinal de contas, não há mais como suportar que as tantas mil toneladas de gás carbônico permaneçam diariamente no ar, produzindo o efeito estufa e o danoso aumento da temperatura terrestre.

Muito menos que o desmatamento destrua as florestas e sepulte milhares de espécies animal e vegetal, sem falar de a quantidade de resíduos perigosos serem depositados sem o menor critério em qualquer sitio.

Ao importar para cá os “cases” de sucesso, constatou-se que o desenvolvimento estruturado numa política de Sustentabilidade desperta o bem-estar das pessoas.

A responsabilidade socioambiental, e sua gestão transformaram-se assim num compromisso corporativo com a comunidade.

Dentro das organizações, as políticas de recursos humanos, engenharia, o QSMS-RS, por exemplo, funcionam diante de um conjunto de metas único.

Não é mais admissível o conflito entre produção e ser Sustentável, foi se a época em que produção torcia o nariz para o pessoal de QSMS-RS.

Blog : Roberto Roche

Hoje, persuasão e liderança como exemplo são fundamentais para todos estarem alinhados com o negócio e sustentabilidade, pois sem este não existiria este debate.

O foco é no negócio e com sustentabilidade corporativa, ponto final.

Desde a escolha da matéria-prima até o destino final dos resíduos líquidos, sólidos e gasosos, calcula-se o equilíbrio entre o empreendimento rentável, mediante a uma gestão sustentável adequada.

São ações que gerenciam os efeitos colaterais dos agentes poluidores, previnem as tragédias ambientais, promovem a qualidade de vida e saúde dos funcionários e da população, divulgam uma boa imagem no mercado, gerando mais lucros, na medida em que reduzem gastos e custos operacionais.

ESG/Sustentabilidade Corporativa é uma questão de prevenção a impactos sócio econômico!

Não existe mais espaço para o questionamento a respeito, e quanto mais gestores de sustentabilidade estiverem agindo nas grandes corporações mais ouviremos falar sobre inovação, eficiência e em redução custos.

Sem existe alguma dúvida por parte das organizações?

 Boa sorte e fortes emoção virão!

Estamos juntos!

ntos

4 razões pelas quais você deve desenterrar seu plano de resposta de emergência socioambiental na sua gestão ESG.

O início do inverno pode parecer muito cedo para começar a se preparar para o próximo verão.

 Mas com memórias de tempestades de verão, enchentes desabamentos etc. em sua mente, agora é o momento perfeito para rever seus planos de resposta de emergência socioambiental.

 Preparar planos de resposta de emergência com antecedência também significa que você estará pronto quando o evento acontecer em seus cenários previstos.

A preparação de emergência é uma das coisas mais importantes em que uma organização pode investir.

Agora, nem se fala com as exigências do mercado financeiro em função do tão badalado ESG.

Quando uma emergência acontece, estar preparado pode ser a diferença entre a perda de dinheiro, o tempo e, o mais importante, a continuação dos negócios.

Em época de cancelamento de marcas ……………………, todo cuidado é pouco

Graças aos avanços tecnológicos, as organizações podem implementar plataformas e ferramentas que podem ajudá-las a se preparar para qualquer coisa, desde o tempo inclemente até um intruso perigoso.

Apesar da maior precisão nas previsões de novos cenários, as organizações nem sempre estão equipadas com a infraestrutura necessária para preparar uma resposta de emergência adequada, perdendo tempo precioso durante uma emergência que poderia ter sido evitada.

É por isso que é importante que as organizações tenham a tecnologia de segurança e comunicação correta para que possam proteger seus colaboradores e propriedades em caso de emergência climática.

Passo 1: Audite suas práticas e sistemas atuais.

O primeiro passo para estar preparado para uma emergência é auditar os atuais planos emergência, sua matriz de risco socioambiental e seus possíveis cenários da sua organização.

 Com o tempo, os planos podem ficar datados, e dependendo da última vez que seu plano foi revisto, pode até ser contraproducente em uma emergência.

 Garantir que seu plano esteja fresco e atualizado com a infraestrutura atual de sua instalação garante que, quando uma emergência surgir, você esteja preparado.

Uma ótima maneira de começar é identificando todas as suas tecnologias de segurança e comunicação existentes.

Muitas vezes, as organizações já possuem uma grande variedade de sistemas, como controle de acesso à porta, painel de incêndio, câmeras, monitoramento de temperatura ou umidade.

Quando se trata de comunicação, as organizações usam e-mail, texto, telefonemas e outras táticas para chegar aos funcionários com mensagens oportunas, muitas vezes distribuídas a partir de uma variedade de plataformas de comunicação.

Uma vez que todos esses sistemas são contabilizados, você pode determinar como essas tecnologias podem ser mais bem utilizadas em conjunto como uma única unidade, em vez de como sistemas separados.

É importante considerar como tirar o máximo do seu quadro atual do plano e tecnologia à medida que você cria um plano de resposta a emergências melhorado.

Passo 2: Integre sua tecnologia.

Organizações que podem integrar suas tecnologias existentes de forma mais eficiente têm uma vantagem competitiva à triagem de emergências.

 Por exemplo, as organizações podem integrar todos os seus sistemas existentes em uma única plataforma com uma plataforma de alerta de emergência.

Uma plataforma de alerta automatizado reúne todas as informações dos sistemas tecnológicos anteriormente diferentes, os monitora e envia alertas detalhados de uma fonte.

Isso não só permite que a empresa tire o máximo de seus investimentos anteriores, como também simplifica as respostas de emergência.

Em vez de ter que acessar cada uma dessas tecnologias separadamente, elas podem ser vinculadas à plataforma de alerta de emergência.

Isso significa que quando qualquer um dos sistemas é acionado, um alerta será enviado automaticamente para os indivíduos devidamente atribuídos.

Por exemplo, digamos que o controle de acesso à porta de uma instalação e os sensores de temperatura são integrados em uma plataforma de alerta de emergência, a plataforma de alerta estará constantemente monitorando esses sistemas.

Se ambos forem acionados, um alerta sobre o que aconteceu será enviado automaticamente.

Passo 3: Personalize seus alertas.

Com uma plataforma de alerta de emergência, qualquer empresa pode melhorar a funcionalidade de suas tecnologias atuais, aumentando seus recursos de alerta.

Os alertas são totalmente personalizáveis, incluindo a partir dos quais os usuários finais são enviados e as informações que contêm.

Isso permite a dispersão rápida e direta de informações durante uma emergência.

Se a manutenção, a segurança, a polícia ou um colaborador chave precisam ser contatados, isso pode ser pré-determinado dependendo do evento acionado.

Isso pode reduzir seriamente o tempo de resposta a qualquer emergência e pode ajudar as organizações a economizar tempo, dinheiro e recursos.

Em um cenário perigoso, o alerta de emergência aprimorado pode até salvar vidas.

Passo 4: Reforçar a comunicação.

O alerta de emergência automatizado não é a única maneira de manter sua empresa informada durante uma emergência.

Uma plataforma de notificação em massa é outra grande ferramenta que pode permitir que as organizações mantenham seus funcionários informados sobre qualquer situação.

Estar preparado para o tempo inclemente não precisa ser complicado.

As principais coisas a se concentrar são aproveitar os sistemas e ferramentas que já estão disponíveis para você, além de garantir que você tenha uma plataforma de comunicação que possa manter todos informados.

Garantir a disseminação rápida e adequada das informações ajudará a manter os funcionários seguros.

Preparação de emergência é um trabalho o ano todo.

Preocupações como os riscos climáticos só aumentam a importância de ter um plano em vigor.

Isso não só ajudará durante a próxima emergência /crise, mas aumentará a preparação de emergência e planos para qualquer situação.

Estamos juntos

Segurança do trabalho é Responsabilidade Social Corporativa é, sim, um Pilar do ESG!

O caminho para as normas de segurança e saúde no local de trabalho é longo e tortuoso e, acredito que todos os colegas concordam.

Milhões de colaboradores ao longo dos anos morreram como resultado de lesões e doenças causadas por seu trabalho ou local de trabalho causadas, de fato, por empregadores que percebem a segurança como um centro de custos e trabalhadores como uma mercadoria facilmente substituída.

A atitude predominante em 1969 (e anteriormente) era que a segurança tanto no local de trabalho quanto na segurança do consumidor era um “produto” absorvente de recursos que tinha custos associados que não necessariamente superavam o benefício de não ferir ou matar funcionários.

Lesões e fatalidades foram (e são) percebidas por muitas organizações como parte do custo de fazer negócios.

Essa percepção decorreu, em parte, da segurança do consumidor.

As empresas acharam que era mais barato pagar um grande acordo legal do que mudar um processo de fabricação ou design de produto.

Provavelmente um dos esforços mais conhecidos de defesa da segurança foi a luta para instalar cintos de segurança e outros equipamentos relacionados à segurança em automóveis, um movimento combatido pelos fabricantes automotivos devido aos custos adicionais de fabricação associados à instalação de cintos de segurança e airbags e redesenho de modelos populares de carros para remover riscos estruturais.

Os defensores da segurança assumiram essas questões nas décadas de 1960, 1970 e além, acreditando que o ROI (retorno do investimento) final dessas medidas era proteger vidas.

Enquanto isso, uma batalha semelhante estava sendo travada no local de trabalho.

Quando a segurança falha: fazendo manchetes

É difícil calcular o custo de eventos como lesões fatais no local de trabalho que não acontecem.

Ao contrário das questões de segurança do consumidor, as lesões no local de trabalho e as mortes são frequentemente tratadas fora do tribunal, por advogados patronais negociando citações e multas com agências reguladoras e o arquivamento de reivindicações de indenização dos trabalhadores.

Apenas casos de alto perfil com grande número de vítimas ou aqueles que têm impacto na comunidade ou ambiente circundante fazem a notícia casos como o incêndio e a explosão da plataforma de perfuração Deepwater Horizon, o vazamento de gás de metila de Bhopal e o desastre da Mina Upper Big Branch.

As investigações dessas tragédias frequentemente destacam questões semelhantes às encontradas em casos de segurança do consumidor.

Empregadores que sabiam e ignoraram os riscos, acreditando que a probabilidade de um incidente grave ser insignificante ou o custo de uma solução ser muito alto em termos de recursos e custos.

Cópias de relatórios sobre preocupações de segurança que acabaram na gaveta de alguém, manutenção diferida e pressão para cumprir prazos de produção que substitui a segurança passaram a ser o” normal”

Nem todos os casos de lesões no local de trabalho e doenças ou fatalidades fazem manchetes na verdade, a maioria não, mas isso não significa que eles não tenham um custo econômico, bem como um pedágio emocional e físico para os trabalhadores e suas famílias.

Esses custos diretos não incluem custos indiretos, como treinamento de funcionários substitutos, investigação de acidentes e implementação de medidas corretivas, perda de produtividade, reparos de equipamentos e propriedades danificados, e custos associados à menor moral e absenteísmo dos funcionários.

Agora, 50 anos após mudanças inovadoras nas leis de segurança do consumidor e com os custos das lesões aumentando constantemente, a sociedade está adotando a crença de que os líderes corporativos e seus conselhos de administração têm mais do que uma razão moral e ética para proteger os trabalhadores, eles têm o dever fiduciário de fazê-lo.

A implantação da responsabilidade social corporativa (RSC) e do meio ambiente, das diretrizes de governança social e corporativa (ESG) e do relatório instalam a segurança e a saúde dos colaboradores no topo da lista de valores corporativos exigidos pelas empresas que desejam permanecer sustentáveis, viáveis e rentáveis.

Tanto a RSC quanto a ESG dão grande ênfase na criação de um ambiente de trabalho seguro para os colaboradores, e o valor de um ambiente de trabalho seguro e saudável traz à reputação e à linha de fundo de uma empresa.

 Um estudo realizado em 1996 descobriu que um maior nível de desempenho social corporativo “pode fornecer uma vantagem competitiva ao atrair mais candidatos”.

Eles também mostraram que “os candidatos a emprego têm uma autoimagem maior quando trabalham em uma empresa socialmente responsiva”.

A RSC deve ser vista como uma política de investimento em recursos humanos os colaboradores são, afinal, o maior e mais valioso ativo de uma empresa e podem ajudar a reduzir a taxa de rotatividade, reter os colaboradores mais produtivos, manter altos níveis de engajamento dos funcionários e reduzir o risco de conflitos a longo prazo.

Estamos juntos

Suas metas, Kpis e objetivos socioambientais estão alinhados na direção ESG estratégica da organização?

Um dos principais requisitos de liderança do SGA é a responsabilidade da direção em garantir que as políticas e objetivos ambientais estejam alinhados com a direção estratégica ESG da organização. 

Perece simples, não? Mas o que sustenta essa exigência, o que isso realmente significa, e que medidas sua organização deve tomar para garantir que ela cumpra os termos da norma? 

No passado, pode ter sido o caso de algumas organizações poderem formular objetivos socioambientais fáceis de alcançar, e embora esses objetivos possam ter atendido aos critérios estabelecidos pela norma ISO.

 Por exemplo, se uma empresa de embalagens tinha um objetivo ambiental que era limitar o número de viagens que seu veículo fez ao local de reciclagem, esse objetivo poderia ser fácil de alcançar contra uma meta declarada. 

No entanto, um objetivo como a redução da quantidade de resíduos de embalagens gerados pode ser mais potencialmente benéfico para o meio ambiente se a organização operar 24 horas para abastecer muitos usuários finais, mas mais difícil de alcançar.

 Assim, embora o primeiro objetivo possa ser visto como razoavelmente significativo, o segundo tem um benefício ambiental potencialmente muito maior se o desempenho contra ele for gerenciado de forma eficiente. 

Embora o primeiro aspecto dos custos de transporte e do impacto socioambiental ao viajar para um centro de reciclagem seja válido, o segundo reduzindo o desperdício de embalagens em uma organização que produz embalagens 24 horas por dia pode ser verdadeiramente dito estar alinhado com a “direção estratégica” da organização. 

Em resumo, a redução do desperdício durante um ciclo contínuo de produção de 24 horas realizaria aumentos de lucro para a organização e reduziria os danos ao meio ambiente em uma escala muito mais significativa do que uma redução em uma ou duas viagens curtas de reciclagem. 

Se os objetivos estratégicos da sua organização são aumentar o lucro e reduzir o impacto socioambiental da forma mais significativa possível, é discutível que o segundo e mais significativo objetivo descrito atende aos objetivos e objetivos estratégicos da organização.

Agora que entendemos isso, o que podemos fazer para garantir que os objetivos ambientais e a direção estratégica de nossa própria organização estejam realmente alinhados? 

Como mencionado acima, esse elemento da ISO faz parte dos novos e mais prescritos requisitos colocados em líderes da alta gestão. 

É evidente que a intenção é garantir que a alta gestão tenha um papel ativo tanto na definição de direção estratégica quanto nos objetivos ambientais, e na garantia de que os dois estejam relacionados. 

A entrada da direção, é, portanto, claramente necessária para definir o caminho estratégico à frente para a organização, e da mesma forma, estabelecer objetivos ambientais que correspondam a essa visão estratégica, e isso não pode ser verdadeiramente estabelecido por ninguém além da alta gestão.

 É neste momento que existe a oportunidade de analisar os aspectos ambientais da organização, redefinir os objetivos ambientais e garantir que esses objetivos corram em paralelo com a estratégia planejada para o futuro da empresa. 

Essa abordagem “harmonizada” pode ajudar todos os colaboradores e stakeholders a trabalhar em conjunto em diferentes níveis enquanto tentam alcançar objetivos compartilhados. 

Por exemplo, uma empresa de transporte e entrega com a qual trabalhei recentemente estava tentando alinhar objetivos ambientais com direção estratégica.

 Dois objetivos estavam sendo discutidos: um deles era o melhor planejamento de rotas para tornar as viagens mais eficientes, reduzir as emissões e repassar a redução de custos para tornar os preços mais competitivos; e o segundo foi reduzir o impacto ambiental através do uso de menos energia no escritório da empresa.

 Embora ambos os objetivos ambientais tenham sido considerados válidos, ficou claro que o primeiro estava em sintonia com a direção estratégica da empresa ou seja, menos impacto ambiental, maior lucro e maior participação de mercado por ser mais competitivo. 

O segundo só poderia proporcionar um menor ganho ambiental e financeiro, e embora importante, isso não foi considerado de acordo com a “direção estratégica” da organização. 

Os benefícios de alinhar esses elementos importantes em paralelo, como sugerido pela norma ISO, devem ser claros e mensuráveis.

 Em primeiro lugar, a visão compartilhada de objetivos estratégicos e ambientais que podem ser comunicados à sua organização pode ser uma coisa positiva. 

Objetivos claros e relacionados que fazem sentido para sua base de funcionários podem ser a base para um melhor desempenho. 

Em segundo lugar, os benefícios de atingir esses objetivos alinhados devem ser facilmente evidentes. 

Lucros melhorados, redução do uso de recursos, eliminação de resíduos e um impacto mensurávelmente menor no meio ambiente resultarão em todos os seus objetivos bem elaborados e alinhados com a direção estratégica da sua organização.

 Certifique-se de que sua direção esteja envolvida no estabelecimento, comunicação e entrega desses objetivos compartilhados, capacite seus colaboradores a fazer as mudanças e você verá os benefícios.

Estamos juntos!

A Importância do Risco, e sua comunicação, será que temos que desenhar para as organizações entenderem?

A pandemia tornou a mitigação de riscos um tema popular para muitos profissionais de ESG /QSMS-RS & Sustentabilidade.

 Embora muitas organizações assumam que entendem de risco, a avaliação de risco é mais do que simplesmente atender aos requisitos legais e proteger a organização de danos financeiros.

  É também uma responsabilidade ética proteger o meio ambiente e todas as partes interessadas, incluindo as pessoas que trabalham na organização e a comunidade em que atua.

O processo de avaliação de riscos pode muitas vezes começar com mapas de calor para identificar riscos e atividades nos níveis organizacional e de departamento que podem causar fatalidades ou danos públicos.

Outras ferramentas como hierarquia de controles, FMEA (Failure Mode and Effects Analysis), SWIFT (Structured What If Technique) e análise de risco de processo podem então ser aplicadas a tópicos EHS mais específicos, uma etapa que requer as contribuições de especialistas no assunto.

O SODM (Strength of Defense Matrix) ajuda a analisar a força das defesas contra riscos eliminando e prevenindo riscos, pegando erros, detectando defeitos e mitigando danos.

Essas defesas incluem defesas de engenharia, defesas administrativas, fiscalização gerencial, EPI e defesas culturais que refletem as atitudes em relação à segurança no local de trabalho.

Essas técnicas podem ser aplicadas no nível da instalação para determinar o alto, médio e baixo risco.

As instalações podem então usar quaisquer lacunas identificadas para avaliar os recursos do QSMS e planejar requisitos críticos de infraestrutura.

Entender o risco, no entanto, requer mais do que simplesmente coletar e analisar dados.

O trabalho árduo de compreensão e mitigação de riscos pode ser facilmente prejudicado por não considerar a qualidade da comunicação.

Dois acidentes infames demonstram como isso pode acontecer.

O desastre do Ônibus Espacial Challenger em 1986 demonstra o quão ambígua a terminologia e a relutância em dar más notícias à gestão levaram à perda de sete vidas.

Os engenheiros haviam expressado preocupação com os anéis O que selaram as linhas de combustível dos foguetes propulsores a causa principal do desastre pelo menos um ano antes do lançamento, afirmando que eles não conseguiram executar sua função consistentemente em graus inferiores a 50F.

No entanto, uma série de memorandos e conversas pessoais com funcionários da NASA não expressaram a urgência crítica de sua análise.

Em vez de comunicar o perigo iminente de lançamento, as mensagens dos engenheiros deram a impressão de que a falha do O-rings não foi importante o suficiente para adiar o lançamento.

Como resultado, a administração foi capaz de interpretar as mensagens ambíguas de uma forma que confirmou seu viés existente em favor de prosseguir com o lançamento.

Em 28 de janeiro, o dia do lançamento, a temperatura do ar era de 26F, muito abaixo da temperatura mais baixa registrada na qual os anéis O haviam falhado.

 Às 11h39, 73 segundos após a decolagem, um vazamento de combustível originou-se com a falha O-rings causou uma explosão no propulsor de foguete sólido (SRB).

 A explosão quebrou o orbitador em vários pedaços a 46.000 pés, matando todos a bordo.

O desastre do Deepwater Horizon matou 11 trabalhadores, feriu mais dezenas e criou um dos piores desastres marítimos ambientais da história.

Deepwater Horizon era uma plataforma de perfuração que estava sendo usada para preparar o Macondo Prospect no Golfo do México para extração de petróleo. 

Durante a perfuração, a tripulação do Deepwater Horizon experimentou uma série de problemas significativos relacionados ao processo de cimentação que foi usado para reforçar a integridade do poço, incluindo o fornecimento sério de equipamentos problemas que exigiam que os engenheiros revisassem extensivamente o processo.

 Isso resultou em uma série de chutes, em que petróleo e lama trabalharam seu caminho até o equipamento de perfuração e criaram perigo iminente de derramamentos ou explosões.

Enquanto engenheiros e colaboradores estavam cientes dos perigos, a maioria das comunicações entre as principais partes interessadas BP, Transocean e Haliburton consistia em cadeias de e-mail estendidas e casuais nas quais a linguagem coloquial obscurecia a urgência das mensagens técnicas que apontavam para sérios riscos.

A administração tomou decisões críticas sobre segurança sem uma compreensão completa dos detalhes.

Em 20 de abril de 2010, uma série de falhas técnicas enviou uma potente mistura de óleo e lama no convés do Deepwater Horizon.

A explosão resultante engoliu a plataforma e queimou fora de controle até que o Deepwater Horizon afundou em 22 de abril.

O poço rompido liberou 210 milhões de litros de petróleo nas águas do Golfo do México ao longo de 87 dias.

Estamos juntos

A questão socioambiental no rumo das decisões corporativas, investimentos e seus riscos ESG!

Tanto se fala em sustentabilidade, ODSs e outras ações por parte das organizações.

Agora então o ESG!!!Nem se fala temos cada narrativa sem sentido do que significa ESG.

Temos até pais e mães do ESG antes mesmo dele surgir e agora aqui no Brasil todo mundo é ESG, até 2020 na nossa terrinha ninguém sabia nem se falava, mas…. agora!

Mas quando falamos da base do ESG onde os bancos, financiadores e acionistas externam suas preocupações através de uma análise de risco socioambiental para empréstimos ou investimentos.

Voltamos aos padrões exigidos do IFC, princípio do Equador, Miga e outras exigências que na realidade já se encontram na base da sustentabilidade corporativa.

Sem a verdadeira sustentabilidade corporativa ou seus os pilares que a sustentam a gestão integrada, ou seja, ESG/ QSMS-RS não se dá um passo.

Ninguém em sã consciência vai investir ou emprestar dinheiro ou mesmo expandir, sem ter uma cultura forte em seg. meio qualidade e responsabilidade e estar em COPLIANCE com legislação e normas.

Ações de Sustentabilidade, sim, muito importante, mas vem depois ou durante de uma solida gesto de risco nesses pilares que sustentem a Sustentabilidade corporativa.

Após grandes desastres ambientais é impressionante como o tema proteção ao meio ambiente volta as discussões!

Infelizmente tem que acontecer uma tragédia para o assunto volta à mídia e a as organizações.

E como consequência, por um bom tempo nós gestores de sustentabilidade e QSMS-RS temos toda atenção voltada para nosso trabalho por parte dos stakeholders, sendo questionados e pressionados para verificar se estamos em compliance ou não!

NÃO EXISTE ZONA DE CONFORTO EM NOSSO DEPARTAMENTO, nossa responsabilidade com os impactos socioambientais é imensa e precisamos estar atentos SEMPRE, não só na questão de compliance, mas monitorando todas nossas atividades.

A discussão da sustentabilidade, como condição básica e indispensável para o desenvolvimento de qualquer organização, há muito saiu do campo teórico para fazer parte das decisões estratégicas de empresas.

É uma questão de sobrevivência neste mercado global e cada vez mais competitivo.

O Brasil está inserido nesse contexto, tanto em função dos efeitos da globalização da economia que inviabiliza exportações de bens produzidos à margem das exigências ambientais, quanto em função da sua necessidade de busca de investimentos externos.

A partir de uma visão de uma economia transnacional, as empresas visam não apenas o lucro, mas uma maximização das parcelas de mercado e de comércio. Dessa forma, a questão das barreiras ecológicas no comércio internacional tem um papel vital.

Estas, surgem quando empresas exportadoras sofrem discriminação por barreiras tarifárias ambientais, técnicas ou de certificação.

Outra limitação aparece quando as empresas são dependentes de financiamento de agências internacionais de desenvolvimento que exigem estudos especiais de avaliação de impactos ambientais, para a liberação de recursos financeiros.

Empresas multinacionais são suscetíveis a exigências ambientais por parte de acionistas, consumidores externos e da legislação de origem de seus mercados exportadores.

Uma empresa moderna não pode prescindir de uma gestão de sustentabilidade e QSMS-RS.

A implantação da gestão de sustentabilidade aumenta o potencial competitivo da organização.

A percepção da sociedade brasileira dos problemas socioambientais está crescendo não só através de jornais e de televisão, mas também pela educação ambiental que vem sendo ministrada nas escolas.

Em consequência a atitude da sociedade em relação ao meio ambiente vem evoluindo gradativamente.

E por último, a legislação ambiental, em especial a Lei 9605/98, (lei de Crimes Ambientais) estará sempre acompanhando todos os movimentos bem de perto, levando as empresas a reformularem todos os seus procedimentos em relação questão ambiental por bem ou por mal.

Exemplos na mídia não faltam.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, gestão de crises em acidentes socioambientais em mineração, portos e energia renovável.

Nós gestores de QSMS-RS & Sustentabilidade estamos prontos atender uma emergência?

Nós temos o perfil para tal?

Na hora que vaca vai para brejo, nós temos sangue frio para gerenciar a crise, na linha de frente?

Profissional de Segurança do Trabalho e de Meio ambiente, não salvam vidas e não são heróis.

A não ser que seja médico, bombeiro, paramédico, salva vidas e outros nossa função é outra, certo?

Pois é não pensei nisso na hora, do acidente e me atirei de cabeça.

Recém assumia a função de EHS e nesse dia, nessa hora estava só.

 E não tinha a menor ideia, quando participei no meu primeiro evento de um vazamento de produto perigoso, quanto ao alcance e as consequências dos impactos causados.

Recém-saído da faculdade, achava que sabia tudo!

Tinha passado por treinamentos em emergência (adoro) e outros.

Mas……, só na hora que eu vi onde tinha me metido.

Ao chegar à cena do acidente, faltou estômago para poder realizar meu trabalho, foi vexaminoso, carrego até hoje está cena em minha memória.

Óbitos, mutilações, queimaduras e produto perigoso para tudo que é lado, e já indo para a comunidade.

Como tinha um passado militar (ajudou e muito), fui em frente.

Amigos e colegas, NÃO É PARA QUALQUER UM, acredite.

Não é para qualquer um participar, com somente boa vontade em ajudar. 

Impactos no ecossistema e comunidades afetadas economicamente, são entre outros as consequências de acidentes ambientais com vazamento de óleo ou produtos perigosos, em que se caracterizam por um acontecimento inesperado causando grande dano socioambiental.

Exemplos de acidentes existem milhares e que se tornaram grandes estudos de casos.

No meu caso cito alguns;

Em nossa eólica no Quênia, uma das pás se desprendeu durante uma tempestade, voou longe atingindo uma aldeia, e infelizmente decepou a cabeça de umas crianças mulheres.

Em nossa mina no Malaui durante as escavações em uma cava profunda, desmoronamento a com várias fatalidades. 

Em minhas palestras comento alguns destes que realmente deixaram uma lição por qual passei.

Quando ministro treinamento em gestão de risco e sempre gosto de mencionar, gestão é uma coisa e gerenciar a crise na linha de frente é outra coisa (rsrsrsr)

Pois desde meu primeiro atendimento a vazamento de óleo no mar do norte até no delta do Níger, na Nigéria, passando por indústrias em geral (sim, estas também provocam acidentes também) e em logística de transporte seja em qualquer modal.

Passei por momentos que serviram de grande aprendizagem, na qual procuro passar as equipes quando estamos elaborando planos de emergência.

Gerenciar uma crise durante e após o evento também, não é uma tarefa fácil, quando se tem a mídia, órgãos ambientais e até polícia encima e você tentando realizar o seu trabalho, não é uma situação agradável.

Uma equipe com experiência e treinada para gerenciar crises para quem tem atividade de alto risco como a indústria de óleo e gás, portos e estaleiros, tem que fazer parte da gestão de QSMS-RS.

Pessoal com experiência e qualificado para estes eventos normalmente são esquecidos na implantação da gestão.

Na sua área quem é a pessoa com perfil para esta situação???

Acidentes são provocados por uns inúmeros fatores combinados, no qual naquele exato momento deflagram o evento.

E nós temos que estar 100% alinhados com todas as atividades no nosso dia a dia sempre tentando estar um passo à frente.

Péssima notícia para quem quer trabalhar na área.” NÂO EXISTE DESCANSO EM PREVENCAO”.

E saber gerenciar um evento no momento de crise é crucial.

Não basta elaborar simulados e um bom plano que não seja mais do que um pedaço de papel que a lei exige.

Exige liderança e disciplina de todos da equipe alinhados com todos os colaboradores de área no momento do evento.

No caso do setor petrolífero, não existe medo maior do que um vazamento de óleo.

Sejam grandes ou pequenas as consequências destes acidentes perante a nossa legislação ambiental são duras, como multas pesadíssimas e com o pedido de prisão dos responsáveis, e claro sem contar com a péssima imagem da própria empresa perante a mídia, que é um valor imensurável.

Apesar dos avanços tecnológicos empregados na indústria e do fortalecimento da visão sustentável nas organizações.

O número de atendimentos a emergências ambientais de vazamento de óleo vem acontecendo com uma preocupante frequência em nosso imenso litoral.

Sem dúvida, o principal motivo do aumento de acidentes ambientais é o aumento na atividade.

Na área de energia nem se fala, os riscos são enormes as comunidades estão a volta.

Em mineração e óleo & gás, também.

Cada vez mais estaleiros, plataformas, navios etc. estão chegando e operando em nosso litoral e vai aumentar muito mais, passamos a ser um país com um papel importante no mundo do petróleo e da logística.

Quanto mais atividades de alto risco se realizam, quanto mais produtos perigosos são transportados e transferidos, maior é a chance de algo dar errado, apesar dos controles e tecnologias existentes.

Eu uso em meus treinamentos o” Bowie Tie” e com ele demonstro bem a situação e como pode ficar.

E como está a identificação destes riscos e seus planos de emergência por parte das empresas?

Estamos prontos para um gerenciamento de crise?

Temos uma sala de comando para este gerenciamento em caso de acidente?

Auditoria dos equipamentos de proteção para realmente verificar se, por exemplo, tem um número correto de barreiras de contenção?

A identificação de riscos tem que ser periodicamente ser revisada e os resultados desta análise, junto à elaboração de planos para o gerenciamento deste risco (treinamento e simulados) também.

Saber antecipadamente o que pode dar errado conduz na direção do preparo e controle da situação da emergência.

Análise de risco e um plano de ação de emergência são importantes ferramentas na gestão, com requisitos e orientações gerais para a prevenção e controle de acidentes.

Os treinamentos simulados se aproximando o máximo que se puder de uma situação real é a mais importante ferramenta para uma gestão de Sustentável eficiente.

Não adianta fazer simulados com hora marcada para começar e terminar.

Para quem vive na situação de que a qualquer momento pode haver um vazamento de óleo e que este pode durar semanas sabe que este trabalho é de 24 horas até ser recolhido todo o vazamento e ter uma disposição final correta deste.

“Ou alguém pensa que é só recolher”? Já pararam para pensar o que se faz depois de recolhido o óleo?

Portando, para que todo este conjunto de ações seja realmente efetivo e bem, eficientes, a gestão de QSMS-RS da empresa deve estar atenta a este tipo de acidente.

Só investimento em tecnologia não basta, necessitamos estar bem alinhados à elaboração de um programa de riscos e a capacitação profissional para atendimentos a estas emergências.

Aprenda com meus erros.

Estamos juntos!

Gestão de Risco Socioambiental não é mais uma escolha, é uma questão de sobrevivência nas operações.

Se entendemos que risco é a probabilidade de algo acontecer, fica claro que ele está presente em todos os processos de uma empresa.

NÃO EXISTE RISCO ZERO

E por este motivo, as organizações estão buscando definir e implantar culturas de risco socioambiental para facilitar a identificação e a gestão de possíveis crises.

Alguém previu a covid 19? Foi um Cisne Negro? (assistam minha palestra rsrs)

Rompimento de Barragens de rejeitos da mineração?

Linhas de transmissão responsáveis por impacto socioambientais (assunto na mídia nos dias de hoje)?

Eólicas, PCHs impactando as comunidades?

Empresas de bebidas, perfumes e outras grande lançadoras de resíduos de embalagens no nos mares, rios etc.?

Entre os principais riscos presentes no mundo corporativo e que muitas vezes, são negligenciados pelas empresas, estão:

  • Operacionais/Financeiros;
  •  Socioambientais.

Risco é comportamento, é cultural.

Depois do Covid, muita coisa vai mudar quanto a gestão de risco

Mas, ainda mais importante do que identificar os riscos, é a maneira como as organizações lidam com eles.

 Antes, havia uma tendência de delegar os riscos a áreas específicas (compliance/auditoria).

Mas mundo mudou, a sociedade está atenta ao processo do ESG das organizações

Atualmente, enxergamos o risco de uma forma mais transversal, principalmente sobre os impactos socioambientais, entendendo que a sua gestão não é mais responsabilidade exclusiva de alguma área, mas sim de todos os colaboradores.

Com a descentralização da gestão do risco e a implantação de uma cultura de risco socioambiental nas organizações, os colaboradores se tornam gestores, independente do conhecimento técnico e da área em que trabalham.

E, se todos são gestores de risco, não existe hierarquia na hora da crise 

As organizações estão adotando esta postura e estimulando sua equipe, para que desenvolvam o protagonismo necessário para identificar os riscos socioambientais e a autonomia e a segurança para procurar pessoas e/ou áreas envolvidas e tentar discutir, mitigar, minimizar ou assumi-los.

Cada vez mais fica evidente que a gestão e o gerenciamento de riscos têm mais a ver com comportamento e cultura.

Portanto, a gestão dos riscos e sua compreensão depende menos de conhecimento técnico, mas sim de como você se comporta em relação a eles.

Não adianta sua organização ter uma área de QSMS-RS & Sustentabilidade forte se não existe uma cultura de risco.

Risco é cultura organizacional

Uma organização pode ter os melhores processos dentro da operação, mas sempre dependerá do comportamento humano e sua percepção de risco para que eles funcionem corretamente e, consequentemente atenuem os riscos inerentes as suas operações

 Para isto, é preciso ter uma cultura de risco, focada no comportamento, que previne, mitiga e assume os riscos.

 Esta cultura define os comportamentos esperados, de acordo com a cultura de risco da empresa e habilita os profissionais para a gestão de risco.

Treinamentos de consciência, percepção e gestão de riscos mitigam riscos

Após o trabalho de mapeamento dos riscos e da definição da cultura, as organizações devem capacitar seus colaboradores para a gestão do risco.

O gerenciamento de riscos deve fazer parte da estratégia e ser considerado nos processos de cada setor ou departamento, por meio de um programa de educação efetivo.

Treinamentos de percepção e gestão auxiliam no processo de conhecimento e mudança do comportamento das pessoas em relação ao risco.

Conheça os seus riscos antes que ele encontre você e se vingue!

Estamos juntos!

ODSs X Indústria X Sociedade X ESG

No Brasil estamos surfando na crista da onda do ESG neste momento, jornalistas e marketeiros de plantão em todos os jornais falando a respeito, já temos livros sobre ESG e dicas (??) e, sem saberem como é a realidade dos critérios em avaliação e manter estes paramentos dentro do QSMS-RS & Sustentabilidade, não é fácil!

Cá entre nós é um assunto antigo esse ESG no mundo lá fora, eu mesmo sou um exemplo, estive Head muitos anos de fundos ESG para energia renovável na África e Ásia, antes de regressar em definitivo a terrinha, mas não vem ao caso.

O assunto aqui é os ODSs, sinto que está meio abandonado ultimamente depois que o ESG ganhou apaixonados pelo tema.

Mas não podemos.

“Se você ainda não ouviu sobre os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODSs)

Então você nestes últimos anos esteve escondido em um buraco bem longe da civilização sem acesso a nenhuma informação.”

E não será neste texto que vou explicar

Mas será as empresas sabem bem o que são estes objetivos? O que está implicado em assumi-los?

Têm noção que são: 17 objetivos, para não mencionar as 169 metas e 304 indicadores?

Sabem onde estão navegando?” Olha o green washing!

A todos os meus assessorados das organizações que me contratam, sempre lembro, que não é facial e tão pouco par amador, estabelecer uma verdadeira sustentabilidade corporativa e abraças os ODSs.

O que existe de gente pronta para denunciar green washing e com a net hoje, não é mole!

O contexto sociopsicológico em que as organizações em geral operam atualmente sofreram pronunciadas alterações em função da ampla familiaridade do público com as ideias sobre sustentabilidade corporativa e com as ODSs.

As eco catástrofes, tais como o constante rompimento de barragens de rejeitos, derrames de óleo, falta de água nos reservatórios são noticiadas com imagens que os modernos meios de comunicação transmitem ao mundo todo.

Elas dão origem a períodos passageiros de desaprovação máxima a indústria e em suas operações.

E o mais importante de tudo sua “RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL” e como consequência desvalorização de sua marca, seu bem maior para o mercado.

O desmatamento, a poluição da água e do ar e problemas de infiltração do solo levaram o público a conceituar a indústria de forma extremamente negativa, percebendo-a como irresponsável ou indiferente para com o meio ambiente e as comunidades que os acercam e, assim, indiretamente, para com os indivíduos e seus filhos.

Essa situação propõe novos problemas para seus dirigentes em relação à forma como eles devem se apresentar ao público.

Vários setores, procurando justificar práticas que foram criticadas, criaram organizações de relações públicas de porte respeitável.

E agora desesperadamente adotaram em sua comunicação o abraço aos ODSs.

Um bom número de empresas tentou mostrar-se sob uma ótica mais favorável fazendo doações a grupos socio ambientalistas, muito embora esta atitude possa ter efeito oposto ao desejado caso os grupos beneficiados fiquem com a imagem de comprometidos ou de dependentes.

Outras destinaram verbas para pesquisa ou relações com a comunidade visando à solução de problemas ecológicos específicos.

Essas medidas, desde que executadas com honestidade, provavelmente ajudam a abrandar a crítica direta do público e a pressão da regulamentação.

Ainda não se sabe se elas teriam efeitos sobre opiniões mais arraigadas da população.

Estamos caminhando para uma nova era de tecnologia limpa e segura para o ambiente.

No caso específico do segmento industrial em geral, este, nunca esteve sob tanta pressão e observação de órgãos ambientais e da sociedade.

Mas, mesmo antes dessas pressões já estávamos vivenciando tempos de mudança, melhorando a qualidade de nossos equipamentos e inovando em tecnologia.

Está na hora das organizações mostrarem à sociedade como estão posicionados em relação à sustentabilidade corporativa e os ODSs não só do seu negócio, mas com a sociedade.

E demonstrar seriedade em cumprir os ODS que escolherem abraçar e o que estão realizando em benefício de um meio ambiente sadio e ideal de vida para todos nós viventes desse planeta.

Estamos juntos!

Sua gestão está alinhada com cultura de segurança da organização ?

Se você está trabalhando duro no desenvolvimento de uma cultura de segurança forte em seu local de trabalho, mas ainda não pode ver nenhum resultado, há alguns sinais de que o fracasso de seus esforços é causado por fatores externos.

 Em nossas “gaps analysis de nivel de maturidade” quando somos contratados, é muito comum encontrar essa situação e nossos colegas ficam desanimados

Mas Não!!!, não deixe se abater, SEGUIMOS JUNTOS e aqui seguem algumas sugestões para poder te ajudar;

Não existe o exemplo da alta direção! 

Não é incomum ver líderes que sentem que estão acima das regras o que se aplica a todos os outros não se aplica a eles. 

Que tipo de mensagem ele envia quando os gerentes participam do treinamento de segurança, mas sentam-se no fundo da sala fazendo papelada ou verificando seu e-mail o tempo todo?

 E mais do que apenas ter liderança estar presente para o treinamento de segurança, eles precisam estar totalmente envolvidos nisso. 

Demonstrar comprometimento em todos os níveis da organização é um importante fator cultural e a liderança assumindo um papel ativo pode ter um efeito positivo imediato.

 Os líderes têm que ser consistentes e garantir que eles sigam em frente para estabelecer confiança entre os colaboradores, especialmente se o desejo deles por treinamento de segurança decorreu de sua necessidade de ver uma mudança de liderança. 

 Mensagens confusas e contraditória

Quase todas as organizações expressarão externamente seu compromisso com a segurança, mas é o que acontece no interior que causa confusão. 

Por exemplo, um prazo a ser cumprido causa correria na operação e qualquer preço

Isso pode resultar em uma quebra de segurança sendo ignorada. 

Mas enquanto se ninguém machucar, não é grande coisa, certo? 

Às vezes, trabalhar mais rápido é inevitável, mas enviar a mensagem de que a produção é mais importante do que a segurança dos trabalhadores pode enfraquecer significativamente a cultura do local de trabalho. 

Pode levar anos para a gestão recuperar a confiança de seus colaboradores, por isso é importante que a liderança sempre mantenha as metas de segurança declaradas com suas ações. 

É difícil estabelecer confiança agindo dessa maneira.

 Não fornecem recursos para o sucesso. 

Uma cultura de segurança é o subproduto de dar aos colaboradores os recursos necessários para ter sucesso. 

Uma das desculpas mais comuns para não seguir adiante com uma iniciativa de segurança necessária é um orçamento insuficiente. 

E passa uma mensagem clara de que a liderança não está interessada em investir na segurança dos colaboradores. 

Também é frequentemente afirmado que não há tempo suficiente para parar a produção e espremer no treinamento de segurança. 

Mas essas são as desculpas de curto prazo que não planejam metas de longo prazo.

 Um acidente pode ter custos muito mais altos, e a empresa pode ter ainda mais dificuldade em se recuperar dos danos. 

Não fornecem tempo. 

Novas iniciativas de segurança devem ter tempo suficiente para provar sua eficácia.

 Deve haver sempre um plano de sustentabilidade em vigor para cada nova iniciativa de segurança para garantir sua aplicação e progresso contínuos (e finalmente mostrar que a organização acredita nele). 

Se a liderança mudar os programas de segurança com muita frequência, eles começarão a se sentir como um sabor do mês e a credibilidade da iniciativa é perdida. 

 Não vão crescer ou mudar.

 “É a maneira que sempre fizemos e funcionou para nós no passado”.

 Se isso soa familiar, as mensagens do executivo definitivamente não estão alinhadas com seus esforços. 

Embora seja importante construir seus pontos fortes e não simplesmente mudar para a questão da mudança, os líderes precisam saber que novas iniciativas de segurança podem se basear em seu sucesso passado. 

Também é importante notar que, embora nada de ruim tenha acontecido no passado, as coisas podem não ter sido necessariamente feitas da maneira certa e isso certamente não significa que nada de ruim acontecerá no futuro ou hoje. 

Se você quer que seus esforços sejam bem-sucedidos, você terá que usar suas ferramentas de comunicação e começar com a turma lá do topo da hierarquia

 Você precisa resolver esse problema de forma estratégica e inteligente antes de ser capaz de se concentrar novamente na construção de uma cultura de segurança saudável que inclua todos em seu local de trabalho.

Estamos juntos!

Gestão compartilhada em ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, meu propósito: Juntos podemos alavancar os resultados.

O dia a dia do gestor(a) de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade independente do segmento econômico ou do tamanho, e não é fácil;

Agora, imaginem um empresário que por diversos motivos não poder contar com um gestor(a) ou uma equipe fixa para orientação nessa área.

Afinal, são +/- 38.000 leis e normas relacionadas a nossa área (segue aumentando), fora padrões exigidos para financiamentos e até mesmo as demandas de uma sociedade, voltada cada vez mais para um “consumo responsável e responsabilidade socioambiental.

O Tsunami ESG chegou!

Mesmo assim, assisto colegas, com um ego imensurável, considerando donos do assunto (Nas áreas de seg. do trabalho e sustentabilidade nem se fala) e a última agora são os donos do GRO.

Não se prontificam a ajudar os colegas que estão envolvido no dia a dia da linha de frente para tirar dúvidas nem atualizar as novidades e inovações em nossa área.

Mas vendem um curso …., né!

Não é à toa que em breve devo começar um webinar: “Pergunte qualquer coisa “aberto para todos os profissionais da área.

Tive sorte na minha carreia profissional, pois logo no início dela, fui praticamente adotado para um ser iluminado que além de muita experiência na área, tinha uma boa vontade incrível com este que vos fala.

Me orientou a vida inteira dentro da empresa, me acompanhou nas minhas pequenas vitorias e nos meus grandes fracassos no mundo corporativo.

Possuo 17 mortes baixo minha gestão de QSMS-RS & Sustentabilidade devido a acidentes de trabalho, é horrível o sentimento de perda e fracasso.

Em algumas empresas que trabalhei, como procedimento interno, eu é que acompanhava o corpo (as vezes cruzando oceanos), e levava até a família.

Em uma dessas entregas a filha de 15 anos quando cheguei com o corpo, depois de tantos dias atravessando fronteiras e inspeções da polícia federal local, me recebeu com um tapa na cara !!!(imaginem meu sentimento na hora).

Alguém da empresa para me confortou, da minha equipe ou colega da área? algum ombro para chorar, ou apoio?

Algum colega dividiu experiência comigo sobre o acidente? Não, todos escondem o acidente e tem a cara de pau de dizer aqui: ZERO DE ACIDENTES!

Não se divide gestão de lições aprendidas, triste, mas a grande realidade!

Sem comentários e não estendendo mais sobre este fato ocorrido

O fracasso é SOLITARIO!

E hoje sinto que depois de + 35 anos área posso oferecer toda minha vivência e experiência na área para estes colegas, equipe e organizações.

Quero ajudar!!!!!!

Quando ouvimos falar sobre gestão compartilhada, geralmente associamos a um programa de assistencial com a participação da sociedade civil para a solução de um problema nas áreas de saúde, assistência e educação, por exemplo, ou parcerias público-privadas para gestão de empresa.

Como propósito de vida agora de retorno ao Brasil depois de 25 anos de expatriado enxergo a gestão compartilhada como uma oportunidade e como uma excelente estratégia para alavancar a marca e os resultados das empresas de todos os segmentos da economia e até mesmo de consultorias.

A gestão compartilhada ou melhor meu modelo de negócio que estou oferecendo ao mercado é uma gestão realizada em conjunto com a equipe de QSMS-RS & Sustentabilidade, diretores ou proprietários independendo do segmento e tamanho.

Onde podemos juntos reunirmos para tomadas de decisões de novos rumos ou adoção de novas tecnologias, análise críticas dos relatórios, gerir projetos ou processos visando um objetivo comumente várias atividades que estou disponibilizando.

O diferencial em nossa estratégia é aliar qualidades indispensáveis para que os resultados sejam alcançados em curto prazo, ou seja, know How e experiência., são mais de 35 anos na linha de frente e na área executiva, deve servir para alguma coisa, não?

Nossa ideia de gestão compartilhada surge a partir das dificuldades enfrentadas pelas empresas para gerir o negócio de maneira efetiva sem perder o foco no seu core business.

É unir inteligência e melhores práticas para atuar com excelência em outras áreas como estratégia, governança, sustentabilidade e claro nos pilares do QSMS-RS.

Acredito muito que nosso trabalho em conjunto com os profissionais da empresa costuma ser uma das melhores maneiras de prever e prover soluções para problemas pontuais ou complexos, otimizar riscos, investimentos e contribuir efetivamente para a consolidação de conhecimento e desenvolvimento da equipe.

Outro aspecto favorável na minha visão sobre gestão compartilhada é que ela não necessita ser permanente.

A gestão pode ser por um prazo determinado até que a empresa alcance seus objetivos ou simplesmente ter minha presença ao lado como se fosse um conselheiro do board.

O que observo neste modelo de gestão é que a cada objetivo alcançado, aumenta a confiança dos participantes, tornando a cooperação mais estimulante para atingimento de metas e resultados.

É uma maneira de obter o engajamento explorando o que cada um faz de melhor.

É importante ressaltar também que para tanto, todos devem respeitar e confiar no conhecimento e experiência específica vivenciada por cada um dos envolvidos.

Sempre bom lembrar que respeitar a cultura da empresa é fundamental, além disso, é necessário delimitar o escopo, a atuação das partes e ainda gerir a comunicação e a transparência das informações para diminuir qualquer tipo de conflito.

Meu propósito: Ajudar, prover suporte, estar disponível e mais do que tudo; ser um ser humano que está para apoiar, escutar, entender, assumir responsabilidades e definir estratégias em conjunto, visando sempre alcançar resultados.

Estamos juntos!

Gestão de ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade no trecho/embarcado, é vida difícil, mas apaixonante!

O trecho é para os fortes e apaixonados(a)

Todo mundo gosta de estar fora, apenas por vontade, em um clima agradável.

 Trabalhar no trecho/embarcado é estar em boas e más condições, onde o tempo e outras circunstâncias não são por escolha.

Um ambiente de trabalho em fábrica ou escritório é totalmente diferente e diverso do que estar exposto ao tempo em ambientes que muitas vezes são imprevisíveis.

As pessoas que trabalham dentro de uma vizinhança industrial estão expostas a diferentes perigos do que as pessoas que passam seu tempo trabalhando ao ar livre.

A principal razão é a incerteza nas condições de trabalho ao ar livre, os perigos dependem do tipo de trabalho, da região geográfica, da época do ano e da duração do tempo que os trabalhadores trabalham fora.

Meus, PAEs, DDS por exemplo eram sobre; campo minados, negociação com senhores da guerra, cobras venenosas em árvores, crocodilos, leões etc., quando gestor na África e Ásia (não tenho saudades)

A natureza do trabalho de setores como construção, agricultura, energia renovável, portos infraestrutura em geral etc. são alguns exemplos de trabalhos de baixo de sol e chuva

Tome o exemplo linhas de transmissão, eólicas e outros no meio do nada

 O perigo mais óbvio é trabalhar em altura; onde os colaboradores são exigidos para o trabalho por longos períodos, tratando os cabos, as linhas defeituosas e os encaixes etc.

 Trabalhar em áreas que são isoladas pode trazer fadiga durante o trabalho, e isso pode resultar em má percepção e decisões erradas.

Além disso, experiências com insetos e animais nessas áreas podem até ser fatais.

Seu trabalho é cercado por perigos-cabos elétricos ao vivo, ventosas, dias chuvosos e molhados etc.

 O cuidado extra é necessário em tais circunstâncias.

Em um canteiro de obras, o layout da área em alguns casos pode contribuir para condições de trabalho perigosas.

Superfícies irregulares, grama molhada e lama pioram as condições de viagem, buracos podem causar deslizamentos, viagens e quedas.

Há trincheiras expostas, amianto para citar alguns.

Além disso, em casos de calor extremo, as pessoas sofrem de exaustão, desidratação e derrames de calor.

Da mesma forma, qualquer local de trabalho que tenha um inverno provavelmente não é um bom lugar para estar.

Devemos enfatizar o monitoramento do bem-estar físico e mental dos colaboradores, é dever dos empregadores fornece um ambiente de trabalho seguro aos seus ao ar livre.

Eu recomendo a realização de uma avaliação de risco antes de enviar as equipes para o campo.

Uma análise de risco de trabalho fornece uma imagem clara sobre as circunstâncias que podem dar errado e ajuda a gerenciá-los.

 Estas listas de verificação podem então ser executadas no local onde tais protocolos de segurança devem ser seguidos com diligência.

Um bom cenário de perigo deve ser especificado apropriadamente em que incluem um risco potencial, a exposição ao perigo, qualquer gatilho e, eventualmente, as consequências.

Consequentemente, as empresas podem então optar por medidas preventivas e ajudar a reduzir o risco de lesão.

Estes podem consistir extensamente da disponibilidade de EPIs corretos, das condições de abrigo apropriadas, e da prontidão da emergência.

As empresas que estão dispostas a abordar os seus padrões de segurança e reduzir os riscos potenciais precisam levar a sério uma gestão de riscos socioambientais e um excelente plano de evacuação médica para suas equipes de campo.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, due diligence de risco socioambiental ESG nas operações para M&A e IPOs em projetos de infraestrutura.

Termos como :ESG, Riscos socioambiental, Riscos climáticos e passivo ambiental tem sido matéria constante nas mídias e cada vez mais aumentando à preocupação da sociedade em geral.

Mas e o que não é reportado ou divulgado quanto a outros grandes impactos e os passivos ambientais como consequência?

Estamos em época de grandes aquisições e fusões no Brasil por parte de grandes grupos e fundos de investimento.

Estando como Head ESG para um fundo de investimentos na Africa Oriental e Asia participei diretamente avaliando de várias fusões e aquisições.

E por mais experiência e olhos aguçados no momento da due diligence, todo cuidado era pouco, pois certos empreendimentos com características peculiares acabavam se tornando uma dor de cabeça se o processo não fosse duplamente, triplamente revisado por pessoas com qualificações e experiência da área em questão.

Bombas relógio estão espalhadas por aí inocentemente à espera de uma aquisição.

Não só na parte ambiental como social também.

Uma hidroelétrica e uma eólica (em algum lugar por aí), junto a um trecho de linha de transmissão já construída, estavam sendo negociados ao fundo.

Preço de banana, de pai para filho o governo local queria passar a diante e claro precisava muito de energia para atrair investimentos.

Quem queria vender, ou melhor passar a adiante.

Já tinham contratado um escritório, que contratou uma consultoria (o de sempre) para o due diligence socioambiental e entregue o relatório dizendo tudo perfeito e maravilhoso.

Resumindo: Disse que não aceitava tal documento e precisava nós mesmos realizá-los, mas………….., o preço estava tão bom que o conselho decidiu arriscar, mesmo eu sendo contra.

Resultado passaram anos, sai do grupo e o os dois projetos ainda estão parados, por problemas de passivos.

Quem assumir um passivo socioambiental pode vir a pagar uma conta bem alta no qual pode inviabilizar o negócio.

Atualmente, o mercado exige, cada vez mais, transparência e segurança na realização de investimentos e transações empresariais.

Nestes meus anos todos em grandes indústrias apreendi muito em relação à identificação de passivos ambientais, já perdi a conta de quantos startups em projetos green field ou Brown Field que participei em empresas que auditava e sempre me surpreendo com o que se encontra por baixo do tapete.

De alguns anos para cá, questões legislativas e judiciais envolvendo aspectos de responsabilidade sobre resíduos perigosos e passivos ambientais vêm se destacando e ganhando considerável espaço no mundo dos negócios e até mesmo nas manchetes dos principais jornais do país.

É neste contexto que a “Due Diligence socioambiental” adquire um papel de destaque.

Ainda mais quando o assunto é meio ambiente e se tratando de assumir passivos ambientais de outros, não é o desejo de ninguém.

O processo de due diligence socioambiental não é nada mais nem menos um diagnóstico detalhado de informações sobre ativos e passivos socioambientais que possa vir a encontrar em uma determinada empresa ou em novos empreendimentos.

A due diligence socioambiental tem por objetivo apontar os principais pontos críticos e relevantes existentes na estrutura operacional quanto o comprimento de normas e leis ambientais.

Identificar riscos e passivos ambientais, quantificar o valor de tais responsabilidades civis ambientais para a remediação do passivo, identificar providências para a eliminação ou minimização dos riscos ambientais identificados.

E determinar a melhor forma e estratégia de estruturação da transação quanto a responsabilidades ambientais.

O desejo é obter uma “radiografia” da empresa de forma a prepará-la para operações de fusão ou aquisição (“M&A”), transferência de ativos, reestruturação societária, elaboração de prospecto para oferta pública de ações (“IPO”) entre outras operações empresariais.

Mostrar aos acionistas que é uma empresa preocupada com essas questões hoje é não é só uma questão de responsabilidade, mas também aparecer para o mercado como exemplo de benchmarking socioambiental e ganhar com a oportunidade.

Iniciadas as tratativas referentes à operação pretendida pelas partes, estas, geralmente celebram uma carta de intenções com natureza de contrato preliminar.

O escopo deste documento, entre outros, é de manifestar o interesse formal das partes para realização do negócio, sujeito ao resultado obtido com a due diligence ambiental.

Neste documento, as partes estabelecerão as regras para o desenvolvimento da due diligence (prazos, custos, abrangência, logística), bem como estabelecerão o caráter vinculante ou não da proposta, se haverá exclusividade e confidencialidade das informações e documentos, o cronograma de trabalhos para conclusão da operação com fixação de prazos para apresentação de ofertas vinculantes e confirmações.

Em seguida, é apresentado um check list, que enumera as informações e documentos necessários para realização dos trabalhos e onde serão realizadas as auditorias in loco nas áreas em questão.

O “Check List “será ajustado de acordo com a finalidade de cada auditoria e cada tipo de empresa.

Realizada a análise descritiva dos documentos disponibilizados, visitas as áreas impactadas pelas operações as equipes avaliarão os dados relatados de forma a identificar os pontos críticos eventualmente existentes em relação à questão ambiental que possam impactar a operação, gerando um relatório conclusivo para apresentação ao cliente.

Este serve, para pautar a elaboração dos instrumentos definitivos para concretização da operação e fixação do preço, sendo fator determinante para a negociação e, consequentemente, para o sucesso da operação.

Sem due diligence socioambiental, adquirir uma área, projeto, uma empresa ou até mesmo entrar em uma fusão.

O susto pode ser grande e a conta bem salgada.

Estamos juntos!

 

Alô profissionais de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade! Desastres socioambientais causam desastres socioeconômicos e perdas de vidas.

Não faz muito tempo, um cliente em uma conversa informal, me perguntou, até quando vamos assistir grandes acidentes socioambientais.

A conversa era sobre o que aconteceu em Beirute, depois Mariana, Brumadinho etc., e lembrei a ele que estudo acidentes de grande impacto socioambiental faz tempo e citei alguns exemplos acontecidos a 100 anos iguais ao de Beirute etc.

Ficou me olhando……. e disse, sim, mas até quando?

Boa pergunta, não!

Por mais que seja fundamental que as organizações e a turma do ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade precisam estar cientes de que sua falta de gestão e gerenciamento de risco socioambiental podem causar acidentes socioambientais

Ainda encontramos e não saberia explicar por que, talvez pela falta de percepção de risco a falta de atenção em tentar evitar ou mitigar ao máximo que pequenos riscos que não parecem ter importância passem despercebidos, pois esses pequenos podem ter proporções incalculáveis caso resultem em algum acidente.

Só seguir à risca a legislação, normas, ter em seus quadros profissionais qualificados e instalação com barreiras de proteção são ações fundamentais, mas não são o suficiente

É necessário deixar claro que há muito o que ser feito para prevenir tais desastres, a fim de mitigar e gerir os riscos socioambientais, evitando-se assim acidentes de percurso.

Trata-se de prevenção!

E prevenção requer previsão dos riscos e das suas consequências se todas as barreiras falharem.

O significado e o objetivo de uma gestão e gerenciamento socioambiental são os de identificar, prever e interpretar as consequências de uma determinada ação sobre o meio ambiente e seus stakeholders internos e externos, antes de tomadas de decisões.

 É um processo meticulosos, prospectivo, antecipatório e preventivo.

Se você não conhece os riscos que podem interferir e entendê-lo que estão a sua volta, não adianta pensar e só prevenir o seu processo das operações interno.

A partir de uma meticulosa, correta e rigorosa análise de risco socioambiental, devemos assegurar que as variáveis sejam inseridas no processo decisório da empresa.

Procurando evitar, mitigar ou compensar os efeitos dos impactos relevantes sob todos os aspectos como o ambiental, social (seg. do trabalho)

Sempre bom lembrar que qualquer sistema de avaliação de risco socioambiental deve possuir um certo número de diretrizes, que definem como serão executadas determinadas tarefas.

A avaliação de risco de impacto socioambiental inclui, entre suas etapas, a triagem, em que o projeto é enquadrado de acordo com seu grau de risco, definição do alcance do estudo de impacto socioambiental e sua elaboração, análise técnica do estudo, monitoramento e gestão socioambiental e acompanhamento.

O monitoramento deve ocorrer desde a implantação do projeto, seu funcionamento, até sua desativação, sendo peça fundamental da gestão do QSMS-RS & Sustentabilidade, que permitirá confirmar ou não as previsões feitas no estudo e constatar se o empreendimento atende às exigências legais, condicionantes da licença ambiental e contratos e alertar para a necessidade de ajustes.

A gestão socioambiental significa assegurar a implantação satisfatória do plano de monitoramento.

O que seria esta gestão?

A avaliação de risco, monitoramento e desempenho do seu SGI, compliance com os Princípios do Equador, Padrões de Desempenho socioambiental IFC e muitas outras.

Outro aspecto fundamental para evitar acidentes de grande impacto socioambientais é o acompanhamento, que inclui as tarefas de fiscalização, supervisão e auditoria.

Existem inúmeras ações, a serem seguidas à risca, que mitigam substancialmente o risco de ocorrência de um desastre

As organizações precisam incorporar e suas políticas de tomada de decisão, procedimentos de gestão de risco socioambiental que estabeleçam ações a serem implementadas, metas a serem alcançadas, responsabilidades legais e institucionais a serem conhecidas e observadas.

Devem estar preparados com um bom plano de gestão de crises e continuidades do negócio bem como uma equipe de pronta resposta imediata a emergências

Estamos juntos! 

Segurança não é um problema de complacência, é um problema de marketing.

Nunca na história tivemos tantos processos e procedimentos em segurança.

 Nunca na história tivemos profissionais de segurança mais qualificados trabalhando com empresas em todos os setores. 

Temos HOP, BBS, Seg. diferente 1, 2, 3 e X e contando, cada uma com uma ideia, filosofia e mimimimi.

E ainda assim, os acidentes acontecem, os KPIs estão aí para todos comprovarem 

Sinceramente, não precisamos de mais regras em segurança ou mimimi, de quem nunca bateu um prego na linha de frente no trecho ou chão de fábrica 

O que precisamos é de mais de nossos colaboradores para comprarem o que estamos tentando fazer em segurança.

 Isso não é um problema de processo, ou um problema de regras, ou mesmo um problema de complacência. 

É um problema de marketing. 

As pessoas compram coisas quando essa coisa melhora sua vida de alguma forma. 

Eles compram quando há uma vitória clara para eles. 

Então, qual é a vitória para o seu colaborador em segurança? 

Precisamos comunicar uma visão e um plano de segurança. 

Algo que faça seu pessoal querer estar envolvido, participar.

 Isso é muito mais do que alcançar o mínimo de conformidade.

 Precisamos dar aos nossos colaboradores algo para se reunirem, algo para comprar além de “porque é a lei”. 

Você já determinou o que é aceitável e o que é inaceitável com sua equipe? 

Se você não identificou e articulou o que é inaceitável, então você será confrontado com a decisão sempre.

 E se essa decisão variar da última decisão, você envia uma mensagem de inconsistência.

 Isso é péssimo para seu marketing!

Se aceitarmos um comportamento inaceitável, estamos comprometendo algo que achamos importante demais para comprometer.

 E é assim que acabamos com o inaceitável se tornando comum. 

Segurança não é uma questão de complacência. 

É um problema de inconsistência e inconsistência é má comercialização. 

Isso mina os valores, padrões e cultura do seu programa de segurança. 

Se um supervisor não for claro e franco sobre o que é aceitável e o que é inaceitável, a equipe de linha de frente caminhará sobre ovos em seu trabalho.

 Eles hesitarão em cometer um erro porque não estão claros sobre qual é o padrão.

Pessoas que abordam seu trabalho com incerteza cometem erros. 

Quando você está claro sobre o que é aceitável, você dá certeza ao seu pessoal.

 A certeza gera confiança. Confiança e certeza eliminam a complacência. 

Decida o que é aceitável e o que é inaceitável. 

Esse ato torna mais fácil para seus colaboradores e supervisores da linha de frente orientar seu trabalho de acordo. 

Os colaboradores fazem o que os supervisores fazem.

 A maior influência em uma equipe é o supervisor imediato.

 Lembre-se, os colaboradores não saem das organizações por causa de uma política da empresa ou por causa da equipe de alta gestão, saem por causa do relacionamento ruim com seu chefe imediato. 

Como quase 80% do trabalho de um supervisor é na comunicação, coaching, mentoria e motivação, é melhor que os supervisores tenham essas habilidades.

 Os colaboradores dependem de seu supervisor para poder fazê-lo razoavelmente bem. 

Um supervisor precisa intervir regularmente. 

Não para microgerenciar, mas para melhorar o desempenho e treinar. 

Da mesma forma que o treinador de um atleta falaria e ofereceria conselhos e instruções no momento, os supervisores precisam fazer o mesmo. 

Como supervisor, você precisa treiná-los ativamente, se comunicar com eles, motivá-los e orientá-los para ajudá-los a crescer. 

Especialmente quando o trabalho fica difícil. 

Dê-lhes instrução de habilidades. Fazê-los sentir que seu desempenho importa porque importa. 

Ajudá-los a depender de seus companheiros de equipe, como as equipes de esportes do campeonato fazem.

 Deixe cada um dos membros da sua equipe intensificar e brilhar com a coisa que eles fazem melhor. 

Uma equipe que se preocupa com os outros membros da equipe vai se preocupar com a segurança da equipe. 

Colaboradores não se importam com o que você se importa

Quando os colaboradores fazem algo que não faz sentido ou é autodestrutivo, não é porque eles são estúpidos. 

É mais provável que eles não acreditem no que você acredita, como compartilhar seus valores em segurança. 

Não é que eles não acreditem em segurança. Eles podem não ver segurança como você. 

Se você pedisse a 10 pessoas para falar sobre seu time favorito, você provavelmente teria 10 respostas diferentes. 

Mas nenhum deles estaria errado, já que o exercício pediu que falassem sobre Time.

 Agora, peça a 10 pessoas para falar sobre a imagem de segurança, e você terá 10 respostas diferentes novamente.

 E provavelmente nenhuma dessas imagens estariam erradas, simplesmente diferente da próxima. 

Você não pode simplesmente usar a palavra segurança e esperar que seu colaborador saiba exatamente o que isso significa para você. 

Você deve ajudá-los a ver o que você vê. Você precisa articular sua visão e seu plano de uma forma que eles vejam também. 

Antes de pedir a eles para comprar em segurança, você provavelmente deve ter certeza de que eles entendem exatamente o que você quer dizer. 

Não há Marketing sem Comunicação!!!

A maioria das organizações admitem que precisam de muita ajuda para se comunicarem entre si. 

Não é à toa que não conseguimos comprar universalmente para a segurança. 

Estamos comunicando errado. 

Segurança não é um problema de regras, ou problema de processo, ou mesmo um problema de complacência. 

É um problema de marketing. 

Não conseguimos entrar em segurança porque esperamos que nosso pessoal veja o que vemos sem ajudá-los com um nível específico de clareza. 

Isso é marketing ruim que raramente resulta.

E fazer mais do mesmo não vai te levar lá.

Você está comunicando os benefícios da participação dos colaboradores no programa de segurança?

Estamos juntos!

Plano de gestão de crise? Plano de continuidade de negócios? Sem gestão de riscos socioambientais, haja coração.

Meus colegas da segurança não irão gostar, mas a verdade é que acidente do trabalho não fecha uma organização totalmente, mas acidentes socioambientais e problemas com as comunidades encerram muitas operações!

Você conhece todos os seus riscos socioambientais? Não! acho bom conhecer, antes da próxima crise!

Vamos deixar uma questão bem clara aqui, todo acidente é uma crise, e assim deve ser tratado

Se você acha que só acontece com as outras organizações, pode parar por aqui, pois esse texto não é para você

Como já passei muitas em várias, sinto-me a vontade de falar um pouco sobre o assunto .

Antes de iniciarmos o processo de gestão de crises com grandes impactos socioambientais, precisamos entender a diferença entre gestão e gerenciamento.

A gestão de crise é um processo que começa com a identificação de possíveis temas que possam trazer danos operacionais a organização, conhecidos como riscos.

Ou seja, a gestão começa muito antes da” vaca ir para brejo “, representando um processo preventivo.

Já o gerenciamento de crises são as medidas corretivas que sua organização vai aplicar na hora que a crise já estiver em curso, na realidade é o que você faz para apagar incêndio, tentando controlar para que o dano não se agrave, se é que é possível!

Seguem nossas sugestões baseadas pelo que já passamos e aprendemos nessas décadas na área de QSMS-RS & Sustentabilidade em gestão de crises e gerenciamento.

A diferença entre os dois é enorme e precisa de muita dedicação.

Na primeira fase, trabalhamos antecipadamente para identificar e mitigar riscos, e depois temos que reduzir os impactos causados pela falta prévia de gestão.

Não basta ter uma série de procedimentos e coleção de manuais para prevenir crises.

Se fosse assim, tudo seria mais simples, não é mesmo?

Primeiro, precisamos dividir o trabalho de gestão de crises em três etapas:

Ø Pré-crise,

Ø Durante a crise.

Ø Pós crise.

Em cada um desses momentos, teremos passos e etapas específicas para seguir:

Pré-crise

Ø Mapeamento de riscos

Ø Construção da matriz de risco

Ø Criação de um plano de ação considerando os stakeholders impactados;

Ø Elaboração de procedimentos realísticos;

Ø Realização de exercícios de simulados (Sem data e hora marcada, por favor!)

Durante a crise

O gerenciamento é o conjunto de ações e procedimentos adotados pela equipe quando ela já está no cerne da crise, compreende:

Ø Avaliação da situação e extensão da crise

Ø Mapeamentos dos stakeholders envolvidos;

Ø Acionamento do comitê de crise;

Ø Comunicação rápida com os impactados (comunidades), colaboradores, mídias sociais e stakeholders;

Ø Monitoramento constante;

Ø Execução do plano de ação e medidas corretivas.

      Pós Crise

É hora de avaliar os danos e anotar os aprendizados, ou seja, a famosa reunião de gestão de lições aprendidas

Ø Análise crítica da atuação dos participantes na crise direta e indiretamente no gerenciamento;

Ø O que deu errado, o que deu certo, o que faltou em nosso procedimento, nova matriz de risco etc. 

Ø Enumere os aprendizados

Ø Analise os conteúdos publicados nas mídias;

Ø Reflita sobre pontos de melhoria nos procedimentos internos, reavaliar a matriz de risco e seu PAE.

Você nunca sai de uma crise, mesmo que seja um acidente dentro das paredes da organização da mesma maneira que você entrou.

Lembre-se, conselho de quem tem muitas cicatrizes desde pequenos a grandes acidentes tanto de trabalho como socioambientais.

“TODO PLANO DE EMERGÊNCIA, É O MELHOR DO MUNDO ATÉ O PRIMEIRO ACIDENTE /CRISE “

Estamos juntos!

Pronto para uma auditoria de SGA? Due Diligence?

Logo cedo recebo uma chamada, Roberto seja bonzinho, e fale para sua equipe pegar leve!!!

Demorei assimilar um pouco durante a chamada, para entender do que o colega estava falando.

Na realidade, tínhamos sido contratados para uma série de auditorias Ambiental e Segurança e due Diligence nos ativos daquelas organizações, pois a direção pensava em vender ou realizar um IPO, não estavam bem certos ainda!

Antes de uma organização envolver-se em processos mencionados acima, muitos que trabalham na área ficam preocupados, de como estarem preparados.

A verdade é que tendo uma pessoa ou equipe verificando seu trabalho normalmente cria alguma tensão e medo entre os muitos, mesmo se não é a primeira vez que passam por esse processo.

Mas se você está em dia (compliance), tem um sistema de gestão robusto, não a nada a temer, até por que não conheço ninguém 100% em tudo, e para isso existe os planos de ação.

Vamos juntos ponto a ponto, para facilitar na próxima auditoria ou due Diligence que vocês tiverem que passar. 

 Como se preparar; 

Ø Comunique o escopo da auditoria/due diligence e agenda

Ø Certifique-se de contatos-chave estão disponíveis para entrevista

Ø Verifique se os gestores podem claramente descrever seu SGA com precisão

Ø Providencie acesso da equipe a documentação o mais rápido possível

Ø Planejar a logística para a equipe da visita, durante o processo (não irrita a turma rsrs) 

Os gestores de cada área devem estar atentos para; 

Ø Familiarizar-se com os documentos em sua área

Ø Saber percorrer a área para um controle nas operações

Ø Verifique se que somente documentos válidos estão sendo usados

Ø Identificar os registros que comprovam as exigências

Ø Esteja preparado para compartilhar os resultados de desempenho para área

Ø Certifique-se de que as áreas de trabalho são limpas e ordenada

Ø Confirmar que o passado de não conformidades foram feitos

Ø Participar nas reuniões prévias 

Ø Conhecer os sistemas de gestão e como ele opera

Ø Entender o plano de auditoria e funcional áreas

Ø Estar disponível, ficando junto a equipe de auditoria

Os colaboradores nas áreas devem:

Ø Entender a política dos seus sistemas de gestão e suas funções

Ø Preparar-se através da participação em auditorias internas

Ø Saber onde estão seus documentos localizados

Ø Ser capaz de recuperar rapidamente sua registros

Ø Saber como reagir ao auditor perguntas

Ø Preparar -se para demonstrar suas atividades

Ø Lembre-se de objetivos do SGA para seus área 

Colaboradores devem estar prontos para responder questões, tais como: 

Ø Qual é o objetivo geral do seu SGA presente no processo da operação?

Ø Descrever o seu trabalho e responsabilidades.

Ø Existem recursos necessários para seu SGA?

Ø Como sabe o que fazer?

Ø Sua participação em treinamentos

Claro que não está tudo aí, até por que cada auditor ou equipe tem sua maneira de trabalhar, principalmente aqueles que tem muita experiência e conhecimento na área em questão

Estamos juntos!

Reassentamento de comunidades, entre a emocional e o resultado , em tempos de ESG ,não pode ser realizado por amadores!

A fumaça do café requentado ainda era forte, 04:30 da manhã na selva em algum lugar na África Oriental, névoa húmida ainda sobre a selva.

Missão :Reassentar 3.000 mil famílias, por causa da construção /inundação da Hidroelétrica.

Quem é do trecho sabe que começamos com a luz do dia, máquinas apostas, colaboradores cerca de 900 prontos para derrubar tudo, 98% das famílias já reassentadas em outra localidade, pessoal da Biologia pronto para resgate de fauna.

E….., já se perguntaram por que falta 2%?

Não era uma missão nada nova pois já havíamos reassentados milhares de famílias nos projetos da Etiópia, Sudão do Sul, Quênia, Ruanda e Uganda naqueles anos, todos baixo supervisão dos auditores /observadores do IFC e outros bancos financiadores, tarefa emocionalmente desgastante, árdua e muita adrenalina.

Como de costume antes de regressar ao Brasil na folga e depois quando chego, tenho por hábito realizar uma ronda em todas as linhas de frente dos países onde sou responsável (nunca acreditei em Liderança dentro do escritório) e essa era minha última parada antes de voltar para 10 dias de folga na terrinha.

Sabe aqueles 2% que faltam, pois é.

Uma única família em algumas casas, na vila já praticamente reassentada, ainda não tinham saído do local.

A anciã cerca 80 anos (eu acho), bem conhecida e respeitada, estava muito doente, e quis falecer onde tinha nascido.

E na calada da noite ocupou a casa dela que ia ser destruída como a dos outros seus familiares acompanhando-as.

Eu a conhecia muito bem, pois desde o início foi meu elo com toda a vila, adorava café e sempre trazia do Brasil para ela, sobrevivia com muito pouco e me chamava de meu filho branco.

Tinha uma especial afeição por ela e nossa equipe local sabia disso, aliás nunca escondi, sem ajuda dela em transferir e reassentar aquela vila seria um desastre (depois conto em minhas palestras meus fracassos em reassentamento)

Pois bem, pego de surpresa ao amanhecer com a notícia, fui à casa dela, ela mal me reconhecia e a família toda em volta esperava seu último suspiro.

Lá fora, cerca de 5O máquinas pesadas,900 homens e um gerente de operação gritando dizendo que para começar.

Ao presenciar aquela cena na sua casa (na realidade uma cabana de um cômodo sem banheiro nem nada, chão de terra etc.)

A família pediu que esperasse até seu descanso.

Que situação ???, não esperava e tinha que tomar uma decisão.

Tomei, e logo pensei onde ia ter que arrumar emprego.

Parem as máquinas, para tudo e esperemos.

O gerente de produção na mais educada maneira do trecho, queria me matar e disse que ia passar com a máquina encima etc.

Eu disse que não e vamos esperar.

Liga diretor, liga a matriz, insinuaram que iam me demitir, mas já experiente da área, e com uma posição hierárquica alta bati o pé e disse aguenta.

Minha amiga veio a falecer três dias depois, chorei, como chorei ela realizou o sonho dela e eu ajudei (será que algum um dia ainda alguém vai ajudar a realizar meu sonho?).

Fiquei esses dias todos acompanhando de perto com nossa equipe.

À enterramos, participei do luto tribal e reassentamos 100% da vila, ou seja; Etapa número 1 cumprida, as outras etapas do reassentamento estavam por vir com suas respectivas dores de cabeça (as de sempre).

Meses depois, visita do CEO, board, pessoal do IFC e outros bancos financiadores, autoridades etc.na nova vila, jornalistas, a área de comunicação falando sobre sustentabilidade e mais e mais.

Não estava, não fui convidado, mas se lembraram de mim, pois descontaram no meu bônus os dias parados de trabalho, ou melhor não me deram meu bônus e fiquei devendo.

O líder da vila ao receber os nobres convidados em seu discurso traduzido revelou se não tivéssemos respeitado o desejo na minha amiga, iriam fazer uma guerra contra nosso projeto e em tom ameaçador disse que ia até a recorrer aos senhores da guerra (Warlords) ajuda.

Silencio na cerimônia e desconforto (assim e disseram).

Obras de infraestrutura em que a desapropriação de propriedades é necessária usualmente requerem programas de Compensação Social bastante diversificados e complexos.

Isso envolve desde indenização de propriedades e pode implicar na relocação involuntária de população e/ou atividades econômicas.

Frequentemente podem ocorrer processos de desvalorização imobiliária exigindo estratégias específicas de compensação.

A infraestrutura local afetada e outras instalações públicas precisam ser repostas.

A compensação pode incluir assistência com a recolocação de colaboradores, quando a remoção de atividades econômicas resulta na perda de empregos.

Entre as medidas complementares que podem vir a ser necessárias incluem-se também programas de assistência técnica e projetos de fortalecimento institucional.

Exige muita negociação com autoridades locais e comunidades.

Estratégias de reassentamento normalmente levam em consideração:

As responsabilidades organizacionais e os arranjos institucionais entre as entidades participantes, incluindo arranjos para o financiamento do reassentamento.

A avaliação do marco legal do reassentamento, inclusive no relativo a ocupações irregulares e direitos de comunidades tradicionais;

O planejamento de cadastros físicos e socioeconômicos;

As políticas e metodologias de valoração de imóveis e benfeitorias;

Os procedimentos para a compensação pela perda de renda;

A definição das opções de reassentamento e tipos de projeto;

A definição da matriz de elegibilidade segundo cada categoria de pessoas afetadas pelo projeto;

O planejamento dos procedimentos de consulta pública e participação das comunidades afetadas;

Os mecanismos de atendimento a reclamações;

As estratégias de mitigação de impactos nas comunidades receptoras da população reassentada;

Os procedimentos de monitoramento e avaliação, incluindo o monitoramento pós-reassentamento;

Os procedimentos de documentação da implementação do plano, incluindo a especificação do conteúdo dos relatórios a serem gerados.

 E Exige Muitaaaaaaaaaaaaaaaaaaa sensibilidade por parte da equipe responsável.

NÃO É PARA AMADORES, ou quem fica escrevendo lá no ar-condicionado o programa e nunca vem ficar um tempo na área ou no máximo uma visitinha de consultoria.

Trabalhar com comunidades e reassentamento, é gostar de gente.

Que minha amiga descanse em paz

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, percepção de risco socioambiental e sua gestão!

Quando recebi a missão de ser o Gestor de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade, na construção de um projeto que integrava a construção de um porto, ferrovia e eletrificação através da selva subsaariana africana, não tinha ideia dos desafios que poderia enfrentar.

Mesmo com experiência de trabalhos no trecho na selva em projetos na Amazônia e África (perfurações, mineração, portos e construção civil pesada).

Era a primeira vez que nosso acampamento base, seria ao lado de um campo de refugiados de guerra e dentro de uma base de soldados da ONU, em um tríplice fronteira onde dependendo da direção da bola fora em nossas peladas de domingo, poderíamos falar em francês, inglês ou em um dialeto africano.

Quem nunca esteve em um campo de refugiados, ainda mais em países que foram destruídos completamente por guerra civil por anos, onde a noção de ética, moral e cristã foram esquecidas a tempo, não tem ideia de como o conceito de humanidade passa longe.

Onde passei admirar mais ainda os médicos sem fronteiras, missionários, que no meio do nada, da miséria humana, se doam de uma maneira que me deixava com vergonha de mim mesmo.

Até hoje, tenho em mente, depois de horas abrindo frentes no meio da selva de repente encontrávamos duas jovens missionárias europeias ou americanas caminhando do nada para ajudar as vilas.

Muita fé e coragem.

Mas como gestor, entre as minhas responsabilidades era elaborar os procedimentos, planos e manuais de Segurança do trabalho dentro do nosso SGI (QSMS-RS) e Sustentabilidade para nosso projeto no meio deste novo cenário que se abri a nossa frente.

A identificação, análise riscos e elaboração de uma matriz não é um trabalho que você realiza sozinho;

Muito pelo contrário, é nessas horas que a experiência, mas muita experiência e visão ampliada, de terceiros que já trabalham na área ou sobre a mesma situação no passado contam muito na elaboração da matriz.

Não adianta ser o maior especialista de gestão de risco, ou possuir o melhor software de risco, se quem participa não tem vivência sobre o assunto, ou passou a vida toda no escritório no ar-condicionado ou em uma fábrica e vai dar palpite no trecho, não funciona.

Pois bem, matriz de risco elaborada, riscos elencados, classificados e vamos a elaboração dos procedimentos, planos etc.

E como sempre, vieram as reclamações, pelo exagero, que estávamos vendo fantasmas onde não existia etc.

Já fui chamado atenção por diretores dizendo que eu era muito certinho !!!!!, e inflexível, e deveria mudar.

E sabe meus amigos……, eles tinham razão.

Quando você é responsável pela segurança do trabalho dos colaboradores e de proteger o meio ambiente, SOU MESMO.

Bem …….., nada diferente do que já tivesse enfrentado antes em outros projetos seja em selva ou deserto.

Mas como fui convidado para ser o gestor, baseado na minha experiência nestes projetos, fazia parte do pacote e estava dentro do esperado.

Mas nesse caso, grande parte da direção e da equipe vinham de obras de cidades, sem nenhuma experiência em obra remotas e principalmente fora do país de origem.

E aí que a tal “percepção de risco, pesa “

A percepção de risco é muito particular, cada um tem sua visão do que é risco e perigo.

Existe uma influência cultural muito forte nesta visão de risco.

Percepção de risco, podemos dizer que seria a avaliação das probabilidades de que algum perigo venha a se manifestar concretamente, e estimar a magnitude dos efeitos de um evento provável.

Nós cariocas por exemplo, quando voltamos para casa de madrugada no RJ caminhamos no meio da rua, para evitar ser pego de surpresa na calçada.

Quando observamos alguém andando pela calçada na madrugada ou parando no sinal vermelho, sabemos que não é do RJ. rsrsrs

Para nós gestores de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade e do RH, a empatia, a persuasão, liderança por exemplo são fundamentais para mudar a visão do que é risco e perigo e com isso estimular o comportamento seguro.

Só pela força da lei, nunca vi funcionar. O poder de persuasão é fundamental para o sucesso.

Continuando……..

Entre vários procedimentos, treinamentos e TDS e por aí fomos no dia a dia de nossa operação no trecho.

Nosso alerta era para principalmente para não saíssem do acampamento sem avisar, dizer aonde ia, e seria o mais prudente não sair.

Mas se tivesse que sair, existia todo um procedimento a ser seguido.

Quase fui linchado, e a ladainha de novo começou, conforme mencionei acima com os mesmos comentários.

Meu café ainda estava quente (gosto frio), madrugada e esperando o sol aparecer para iniciar a operação.

Me chamam no rádio e a primeira coisa que vem cabeça neste momento, é acidente ou de trabalho ou ambiental.

Era o comandante da base dos soldados da ONU, informava de um acontecimento com os nossos colaboradores.

E que viesse rápido.

A cena era uma das piores que eu poderia imaginar.

Nossos colaboradores, homens e mulheres, resolveram deixar o acampamento, sem avisar, sem levar rádios, com a permissão o gerente do contrato e sem que eu soubesse, pois como eles mesmos disseram, se eu soubesse não teria deixado.

Tinham resolvido ir” aproveitar” a selva africana perto de uma cachoeira, ver os animais etc.

Foram atacados, brutalizados, violentados, roubados e deixados na selva sem roupas.

Acredito não ser necessário descrever mais sobre esta tragédia.

Não me perdoo até hoje o acontecido, como falhei em não ter tido o poder de persuasão com nossos colaboradores, sobre o risco inerentes ao local.

Como gestor de QSMS-RS e Sustentabilidade entre as várias obrigações da minha função, a de proteger o colaborador, eu tinha falhado.

Elaboramos uma matriz com o risco, com as informações que pudemos levantar sobre aquela região de conflitos, participaram delas soldados da ONU, missionários que á anos estavam no campo de refugiados, colhemos as informações sobre animais e a guerrilha, elaboramos procedimentos, integração bem detalhada, diálogos de segurança e palestras e no final falhei.

A percepção de risco é uma coisa complexa, depois deste acidente tenho lido e estudado diversos autores sobre o que é, e como funciona a percepção de risco para evitar acidentes de trabalho e ambientais.

E me deixa furioso quando se resume um acidente como falta de percepção de risco e ponto final.

É muito mais que isso!

Nós gestores temos que entender de como é importante compreender como as pessoas interpretam e integram os diversos elementos da realidade e formam ideias sobre o que pode ou não acontecer.

Nesse âmbito, o conhecimento dos processos é fundamental.

É necessário entender a influência de fatores como a experiência, o conhecimento técnico, o estado afetivo, os valores individuais acerca da segurança, bem como outros muitos aspectos do contexto laboral sobre a percepção de risco.

É importante entender o que faz com que pessoas façam estimativas diferentes acerca dos riscos oferecidos numa mesma situação e ademais, como o mesmo risco parece ser mais aceitável para uns que para outros.

Esses aspectos devem, certamente, ser explorados de modo identificar a probabilidade de ocorrência de atos inseguros e, consequentemente, garantir melhor resultados em sua prevenção.

Enfim, percepção de risco é um assunto muito rico e sério!

Gestores de QSMS-RS e Sustentabilidade, não deixem de estudar e entender o que é percepção de risco.

E como ajudar nossos colaboradores quanto a prevenção de acidentes de trabalho e ambientais.

Estamos juntos!

Sua atitude em segurança é tudo na sua vida profissional!

Motivar os colaboradores a trabalhar em segurança faz parte do trabalho do profissional de segurança.

 Mas quem motiva o motivador? 

Sua atitude importa.

 Isso porque determina a maneira como você aborda ou sente sobre algo, que por sua vez afetará diretamente seu comportamento. 

Por exemplo, se você tem uma atitude negativa sobre exercícios, é menos provável que você dê certo. 

Sua atitude também afeta seu julgamento. 

Entrar em uma reunião com uma atitude negativa pode lhe dar um forte viés de confirmação, que estimula você a ser irracional e argumentativo. 

E sua atitude geral sobre a vida pode manchar ou alegrar sua experiência diária. 

Como melhorar sua atitude?

Cientistas sociais e pesquisadores descobriram que todos nós temos uma linha de base emocional. 

Algumas pessoas naturalmente têm uma atitude mais feliz do que outras.

 Nosso ambiente e hábitos podem mudar isso e mover nossa linha de base para cima ou para baixo. 

Um poderoso contribuinte ambiental para sua mentalidade são as pessoas com quem você interage regularmente. 

Se eles são alegres, é mais provável que você seja alegre.

 Se eles são miseráveis, vai te forçar a sentir o mesmo. 

Porque com quem “saímos” tem uma forte influência em nossa atitude, por mais dura que possa parecer, é a grande verdade. 

Você tem três tipos principais de pensamentos. 

Um deles: pensamentos aleatórios que aparecem sem razão aparente. 

Depois que eu me acomodei no meu travesseiro e começo a notar minha respiração por um pouco, pensamentos aleatórios aparecem em minha mente. 

Muitas vezes, eles são sobre algo que eu planejo fazer mais tarde no dia ou algo recente que aconteceu comigo, mas eu nunca sei por que uma categoria de pensamento aparece. 

Não há muito que você possa fazer sobre esse tipo de pensamento. 

Então há pensamentos estimulados aqueles provocados pelo seu ambiente. 

Você descasca uma laranja e isso tem lembra um sítio ou fazendo quando você era criança.

 Pensamentos deliberados, no entanto, você pode controlar, e eles são os únicos que podem moldar sua atitude. 

Quando acordo, os primeiros pensamentos que tenho podem ocorrer espontaneamente. 

Às vezes acordo com pensamentos ansiosos. 

Mas depois de um momento, posso criar pensamentos propositadamente encorajadores e inspiradores. 

Eu digo a mim mesmo, “Vai ser um lindo dia para estar vivo”, ou algo parecido. 

Mais tarde, se vou me encontrar com um cliente ou trabalhar em um projeto, vou pensar deliberadamente: “Esta vai ser uma reunião divertida” ou “Eu vou gostar de fazer esse projeto hoje.” 

Você pode fazer o mesmo.

 Antes de realizar sua inspeção no local de trabalho, diga a si mesmo: “Vou gostar disso, e hoje vai ser um dia produtivo para segurança “

 Você aparecerá com uma atitude brilhante e talvez inspire outros ao seu redor a fazer o mesmo.

A final de contas LIDERANÇA EM SEGURANÇA é inspirar os outros, ou não?

Estamos juntos!

Em ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade, gestão de lições aprendidas vale ouro, para quem está na luta do dia a dia!

Antes de realizar minhas apresentações/palestras, tenho por costume não participar das outras, por uma questão de foco.

Abro exceções para palestrantes que tenham realmente vivência e experiência na área de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade na linha de frente/linha de fogo por um longo tempo.

Não tenho nada contra acadêmicos, achistas de momento, os que são de escritórios ou passaram uma breve temporada na linha de frente e se acreditam ser experts para falar grosso.

Sempre procuro por “lições aprendidas” de quem realmente sentiu na pele as dificuldades em implantar uma gestão ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade em corporações.

Mas como estava tranquilo neste dia no auditório da União Africana, resolvi dar uma espiadinha em alguns dos palestrantes.

Um destes nos seus 30 e poucos anos, consultor de Sustentabilidade, falava muito bem e ditava regras sobre como ser sustentável nas empresas, metodologia, e o pessoal adorou.

Todos anotando e levando como regra daqui para frente.

 Outro, falava sobre como implantar um sistema de segurança do trabalho nas empresas.

Outro sobre lidar com acidentes socioambientais (nunca tinha participado em nenhum evento real, só simulados sobre o assunto).

Todos aplaudidíssimos pelo público e no final das suas apresentações ditaram as regras do sucesso.

E todos com livros publicados!!

Todos eles com poucos anos de experiência ou nenhuma em função de gestor em grandes corporações (nada como o LinkedIn para fuçar).

Eu realmente admiro a coragem dessas pessoas em ditar regras, fórmulas em nossa área, parece fácil, mas….

Se nunca trabalharam na linha de frente, não tem a menor ideia do que é custo /benefício, pressão da produção, nem sempre a alta direção está ligada nas questões de nossa área, fora acidentes de percurso e total falta de engajamento dos colaboradores.

Como podem falar com tanta propriedade?

Sei não!

“Só sei que nada sei” / Sócrates, cada vez mais funciona muito bem para mim.

À medida que vou acumulando experiência sobre um assunto, percebo o quanto ainda tenho para aprender sobre ele.

A distância da teoria para prática na vivência corporativa do dia a dia é grande.

Ainda não aprendi a fórmula do sucesso em nossa área, e se é que existe, mas de uma coisa eu sei.

Você não é pago para cometer os mesmos erros e devemos e podemos aprender com os erros dos outros sim!

Prestem atenção neste colega que vos fala que já errou muitoooooo, para não cometer os mesmos equívocos.

Essa é minha sugestão

Estamos juntos!

Construir uma cultura de segurança a longo prazo, começa agora !

Quando começamos um trabalho com nossos clientes, essa é uma das perguntas mais frequentes que escuto.

Quando estará implantado uma cultura de segurança forte aqui na minha organização?

O que vocês responderiam?

Uma série de ações positivas de curto prazo e mudanças nos processos de segurança podem fazer uma diferença duradoura. 

A “segurança no local de trabalho” tornou-se a frase de ordem em 2020, uma vez que a pandemia tornou as preocupações de segurança relacionadas à disseminação do COVID-19 uma prioridade máxima para a maioria dos líderes empresariais. 

Defender todos os aspectos da segurança no local de trabalho desde a manutenção de saúde pública até a mudança de práticas e processos até a previsão de lesões, danos materiais e outras questões de liderança.

Segurança é tudo sobre as pessoas, e construir uma cultura de segurança é sobre incutir comportamentos que se tornam a norma. 

Não é algo realizado em um curto espaço de tempo normalmente, leva de cinco a dez anos (baseado em minha vivência e experiência) e requer patrocínio executivo.

E é evidenciado por uma resistência em toda a empresa a condições precárias e comportamentos de risco.

 Mas ações positivas de curto prazo e mudanças nos processos e sistemas de segurança podem, com o tempo, contribuir para a construção dessa cultura. 

Sim, isso inclui organizações tomando medidas para proteger seus colaboradores de serem infectados pelo Coronavírus. 

Mas isso também significa que os próprios se intensificam para evitar espalhá-lo para seus colegas.

 A segurança no local de trabalho abrange todos os fatores que afetam a segurança, a saúde e o bem-estar de todos incluindo condições e processos. 

Entre as empresas com quem trabalho, algumas parecem estar bem no caminho para alcançar essa cultura. 

Outros estão fazendo mudanças e chegarão lá em algum momento. 

Ainda assim, outros têm uma longa jornada pela frente, e podem nunca o fazer sem alterar seu estilo, pensamento e/ou abordagem. 

Aqui estão alguns sinais (ou seja, indicadores líderes) que vejo nas corporações construindo com sucesso uma cultura de segurança. 

Colaboradores mais engajados e capacitados

A “cultura” de uma organização é uma construção teórica, desenvolvida ao longo do tempo. 

Quando visito organizações, costumo focar mais no “clima” organizacional as coisas que acontecem no dia a dia que são impactantes e podem ser vistas como proxies para a cultura abrangente. 

Descobri que um clima é mais forte por um alto nível de engajamento entre líderes e funcionários. 

Isso significa que a maioria das pessoas sente que é uma parte vital da organização.

 Essa interação é propícia para líderes e colaboradores dispostos a trabalhar juntos para criar regras, diretrizes e práticas de segurança, e em seguida, focar na identificação de lacunas nos processos e sistemas que dificultam o seguimento desses princípios. 

Ao engajar ativamente seus funcionários de forma proativa, você alcançará o verdadeiro empoderamento. 

Maior ênfase em medidas proativas e métricas de segurança

 Muitas organizações se concentram principalmente no que eu chamo de “indicadores de atraso“: a taxa de lesões, o número de incidentes, danos materiais, paralisações de trabalho, e assim por diante.

 Estes são importantes para rastrear, com certeza. 

Mas todos eles vêm depois do fato.

 Culturas fortes são “preditivas e não reativas”. 

Que tal colocar uma prioridade maior nos principais indicadores, tais como: 

● Quais são nossos Kpis de treinamento e número de pessoas treinadas? 

● Qual é a nossa pontuação em nossas auditorias corporativas? 

● Quão rapidamente estamos fechando questões abertas? 

● Estamos fornecendo feedback aos colaboradores? 

● Estamos tomando a iniciativa de ter conversas positivas sobre segurança? 

Além disso, muitas organizações usam caminhadas de segurança como oportunidades para “envergonhar e culpar” as pessoas pegas no ato de fazer algo arriscado

Essa “gestão pelas regras” também não é proativa e pode não induzir mudanças de longo prazo.

 De fato, a “gestão” de segurança de descoberta de falhas e de cima para baixo pode, em vez disso, criar uma cultura de medo e evasão. 

Em geral, as pessoas estão mais motivadas para alcançar resultados positivos, em vez de evitar resultados negativos. 

Construir uma cultura de segurança requer uma abordagem proativa, com a maior parte do aprendizado proporcionado na parte frontal. 

 Movendo a segurança de “Outside-in” para “Inside-out”

Um gerente pode dizer ao seu membro da equipe: “Preciso que use seus óculos de segurança porque é uma regra.

” Esse tipo de “gestão de segurança” é o que eu chamo de foco na segurança de fora para dentro, significa se importar menos com a pessoa e mais em ter certeza de que está seguindo as regras. 

Também habita mais no “o que eu preciso que você faça” em vez do “por que faz sentido fazê-lo”. 

Mais impactantes “líderes de segurança” valorizam a criação de conversas de segurança. 

Eles podem mostrar mais empatia dizendo algo como:

 “Ei, eu sei que está quente lá dentro, e esses óculos estão embaçando e tornando difícil de ver. Mas não quero ver você se machucar ou perder a visão. 

Então, vamos ter certeza de que você usa seus óculos para evitar que você se machuque e defina um exemplo seguro para os outros.” 

Dessa forma, as pessoas se motivam de dentro para fora ouvindo menos sobre as regras e mais sobre sua segurança pessoal.

 É provável que eles não só façam o que você pede, mas também tomarão decisões mais seguras depois disso. 

As pessoas estão muito mais motivadas a fazer coisas em que acreditam em vez de fazer algo simplesmente porque é uma regra. 

Por exemplo, forçá-los a usar seus óculos por causa das regras pode persuadi-los a fazer exatamente isso, mas apenas isso. 

Focar em sua segurança acima e além das regras pode motivá-los a usar não apenas seus óculos, mas também suas luvas e revestimentos faciais, e manter seis metros de distância dos outros, para dar um exemplo seguro para seus colegas de trabalho. 

 Sinalização que relaciona a segurança para ajudá-lo e outros

Eu vejo um monte de sinais postados nas empresas que visito, e alguns gritam com zeros vermelhos com linhas através deles e a palavra “NÃO!” distribuído por toda parte. 

É necessário ser condescendente com os colaboradores para obter o comportamento desejado? Em culturas de segurança de classe mundial, acho que não. 

Vamos dar um sinal comum na pandemia atual: “Lave as mãos”. 

Isso diz exatamente o que você deve fazer. 

Ou “Lave as mãos por pelo menos 20 segundos.” 

Que tal, “Lave as mãos por 20 segundos para salvar sua família, amigos e colegas de trabalho de obter COVID-19”?

 Esse tipo de mensagem pode motivar melhor; isso os ajuda a internalizar porque estão lavando e perceber que estão fazendo isso também para colegas de trabalho, família, amigos e suas comunidades. 

Segurança que é tornada conveniente

As pessoas são muitas vezes impulsionadas pelo que é mais rápido, mais confortável e mais conveniente.

 Pedir aos colaboradores para lavar as mãos antes de ir para a sala de descanso quando os banheiros estão a alguma distância em outra direção pode não ser rápido ou conveniente. 

Colocar estações temporárias de lavagem de mãos no caminho para a sala de descanso, por exemplo, tornará mais fácil fazer a coisa segura. 

São sinais que demonstram o compromisso de uma empresa com um local de trabalho mais seguro e a construção de uma cultura de segurança.

Segurança é sobre as pessoas.

 Ter conversas ao invés de ditar regras. 

Ajudar os colaboradores a olhar uns para os outros e se concentrar no “porquê”, não no “o quê”. 

Leva tempo para construir uma cultura de segurança, mas geralmente vale a pena! 

Estamos juntos!

Identificação e avaliação de aspectos ambientais, base do seu SGA é fundamental para seu PGR (Plano de gestão de riscos socioambientais) base do ESG.

Agora implantando o ESG e gestão de riscos de impactos socioambientais em diversas organizações

Em nossas due diligencies iniciais em revisões dos PGRs e PAEs é comum encontrar a falta da inclusão de todos os aspectos socioambientais em sua matriz de risco ou plano de mitigação para possíveis ocorrência de acidentes.

Identificação e avaliação de aspectos ambientais significativos, especialmente na fase de planejamento, é a parte de máxima importância do seu SGA.

Entender os aspectos e impactos ambientais é um dos fatores de sucesso chave da implementação de um SGA em conformidade com a ISO 14001.

 Na linguagem da ISO 14001, “um aspecto ambiental é um elemento das atividades, produtos ou serviços de uma organização que tem ou pode ter um impacto no ambiente”.

Um aspecto ambiental é a forma como sua atividade, serviço ou produto impacta o ambiente.

Por exemplo, um dos aspectos ambientais da lavagem de carros pode ser um agente de limpeza que tem o potencial de poluir a água (esta poluição é o impacto ambiental).

Um impacto ambiental é uma mudança no ambiente.

Impactos ambientais são causados por aspectos ambientais.

Agora, é importante você possuir uma visão ampliada da sua percepção de riscos ambientais da sua organização

Saber identificar os riscos (aspectos), é básico para ter um PGR ou PAE dentro das expectativas se houver um acidente

Seguem algumas das nossas sugestões, esperamos ajudar 

 Definição do escopo do SGA

Antes de iniciar a lida com aspectos e impactos ambientais, você deveria primeiro definir o escopo do SGA.

Você pode escolher aplicar a ISO 14001 em toda a organização, ou apenas para uma unidade, localização ou produto específico.

 Uma vez que você tenha tomado esta decisão você definiu o escopo do SGA.

 Daí em diante, todas as atividades, serviços e produtos que estão dentro do seu escopo definido têm que ser levadas em consideração quando você definir aspectos e impactos ambientais.

 Identificação de aspectos ambientais

Primeiro, expliquemos os termos atividade, serviço e produto.

Uma atividade é uma parte do núcleo do negócio (ex.: etapas do processo de produção). Serviço significa um serviço auxiliar que apoia as atividades núcleo (ex.: caldeiras, aquecedores & resfriamento, manutenção).

Um produto são as mercadorias que você oferece para o mercado.

 Um aspecto ambiental do produto poderia ser, por exemplo, embalagem do produto, ou nível de capacidade de reciclagem do produto ao final de seu ciclo de vida.

Como a ISO 14001 declara, “A organização deverá estabelecer um procedimento para identificar aspectos ambientais e determine aqueles aspectos que tem ou podem ter um impacto significativo no ambiente”.

Você deveria também manter um registro dos aspectos ambientais, que são mantidos atualizados e levados em conta no planejamento de atividades, produtos ou serviços novos ou modificados.

Aspectos podem ser divididos em diretos e indiretos.

 Aspectos ambientais diretos estão associados com atividades, produtos e serviços da própria organização, sobre os quais ela tem controle gerencia direto (ex.: como você gerencia resíduos em suas instalações).

Contudo, para organizações não industriais o foco frequentemente será em aspectos ambientais indiretos de suas atividades (ex.: como seus subcontratados gerenciam resíduos em suas instalações, aspectos controlados em cadeia, aspectos controlados pelo cliente).

De forma a identificar seus aspectos ambientais você precisa estudar como as atividades, produtos e serviços de sua organização afetam o ambiente.

A identificação de aspectos ambientais frequentemente considera, por exemplo, emissões no ar, liberações na água e em terra, uso de matéria prima, desperdício e recursos naturais, impactos na biodiversidade etc.

Quando da identificação de aspectos ambientais, todas as partes das operações da organização no escopo definido têm que ser consideradas, não apenas as atividades núcleo de manufatura ou de serviço.

 Por exemplo, muitas instalações possuem um departamento de manutenção, escritórios, uma cantina, sistemas de aquecimento e resfriamento, estacionamento de veículos e atividades de empreiteiros e fornecedores cada uma das quais pode ter um impacto no ambiente.

Várias técnicas podem ser usadas para compilar uma lista detalhada de aspectos e impactos ambientais em uma instalação ex.: método da cadeia de valor, método do fluxo de processos, identificação de materiais, método da conformidade com requisitos legais etc.

Uma boa prática é envolver uma equipe multifuncional de áreas chave da operação.

Para cada tipo de atividade, produto ou serviço, você precisa listar seu aspecto ambiental único isto resultará em uma lista ou matriz geral de aspectos e impactos.

Avaliação de aspectos ambientais significativos

O propósito da avaliação de aspectos ambientais significativos é focar no qual mais importa (ex.: regra dos 20-80/Pareto).

Você não precisa gerir todos os aspectos ambientais, apenas aqueles que são, de acordo como seus próprios critérios, declarados significativos.

Aspectos ambientais significativos são o principal foco do sistema de gestão ambiental de sua organização.

Dependendo do tipo, natureza, e complexidade de uma organização, existem muitas técnicas disponíveis para conduzir uma avaliação para determinar a significância dos aspectos ambientais. Ao avaliar a significância você deveria considerar:

Ø potencial para causar dano ambiental

Ø tamanho e frequência do aspecto

Ø importância para as partes interessadas da organização

Ø requisitos de legislação ambiental relevante

Cada organização deve estabelecer seus próprios critérios para significância baseados em uma análise crítica sistemática de seus aspectos ambientais e seus atuais e potenciais impactos.

Gerenciando aspectos ambientais significativos

Cada aspecto significativo deveria ser trazido sob controle pelo estabelecimento de um ou mais dos seguintes controles: pessoa responsável, plano de treinamento), ou procedimento, lista de verificação e/ou cronograma de manutenção.

 O nível de controle deveria ser apropriado a natureza do risco do aspecto significativo.

Cada um dos itens anteriores é uma parte da rotina de trabalho diária.

Um SGA pode frequentemente ser mais complicado do que o necessário.

A chave para qualquer SGA eficaz é ter os aspectos ambientais certos desde o começo.

A identificação apropriada de aspectos ambientais não apenas economizará seu tempo, mas também permitirá a você atingir grandes benefícios com seu SGA uma vez que ele esteja implementado.

Estamos juntos!

Planejamento em segurança não é exclusivo para o local de trabalho, começa na sua casa!

Segurança também deve ser praticada em casa, ou não?

Enquanto Kpis de alguns tipos de acidentes no trabalho continuam a diminuir, o número e a taxa de mortes não intencionais em casa estão subindo passos alarmantes.

 Esses eventos são um lembrete solene que segurança não deveria acabar quando volta para casa.

De acordo com dados do governo, o n. º 1 em mortes não intencional é intoxicação por drogas.

Acidentes de automóvel estão em segundo lugar, seguido por quedas em casa.

Lemos manchetes todos os dias sobre as pessoas que participam com comportamentos que levam à morte ou lesão, tais como não trancar medicamentos, mensagens de texto enquanto dirige, alcoolizado, não usar equipamento de proteção, ao subir uma escada e muitos mais.

Como colaborador, esperamos que você não replique esses tipos de comportamentos no trabalho.

Em casa, o ambiente é diferente? Não, você pode e deve repetir o comportamento seguro como no trabalho 

O objetivo da segurança total é levar as pessoas a modelar comportamentos de trabalho seguro e incutir-lhes em casa.

Como isso pode acontecer? Simples: Pratique o comportamento seguro no trabalho, o que reforça a segurança em casa, sempre que o risco potencial está em jogo.

Isso parece lógico, mas isso não é necessariamente sempre o caso.

Afinal, no trabalho, temos um rigoroso processo em direção a segurança que envolve propositadamente parando para pensar na segurança com um planejamento.

Esse processo leva o pensamento do colaborador para o que chamamos de “modo lento.”

O modo lento é lógico, planeja as coisas, pense em etapas, e em sequência.

É uma abordagem metódica para segurança.

Mas, na maioria das vezes, nós funcionamos em “modo rápido” porque é mais eficiente e obtém tarefas feitas mais rápido.

Quando estamos em casa e temos que fazer uma tarefa, só queremos fazê-lo.

Não há nenhum gatilho para dizer que não te deixam de fazer esse trabalho sem um plano de trabalho. Ou uma avaliação de risco.

O que acontece se uma lâmpada a três metros de altura de 3 metros precisa ser trocada em casa?

 Poderíamos colocar uma cadeira na mesa para mudá-lo para fazer o trabalho mais rapidamente.

Como resultado, o trabalho é feito sem nenhum incidente.

 Seis meses mais tarde, quando a outra lâmpada queimar, faço a mesma coisa.

Se eu fizer isso 100 vezes e os resultados são sempre os mesmos, vou continuar a repetir esse comportamento.

 Mas deveríamos mudar para um novo comportamento seguro para trocar a lâmpada, poderíamos ter um membro da família ou vizinho para segurar a escada para mim, não custa nada!

Se toda vez que faço o trabalho dessa forma e tenho resultados positivos, este é o comportamento eu vou repetir no futuro.

No trabalho, a segurança é esperada, incentivada e reforçada, com um comportamento seguro

 Mas em casa, exige mudar essa abordagem para reduzir o comportamento em situação de risco.

Quando pedimos as pessoas que descrevam algo que fizeram em casa onde ficam expostos ao risco, na maioria das vezes, descrevem uma situação em que sua segurança estava em perigo, mas nada de ruim aconteceu.

 Por exemplo, um rapaz sobe uma árvore usando uma escada enquanto carregava um motosserra para cortar alguns galhos.

A escada cai, ele cai e a motosserra quase acerta.

Ele descreve isto e diz, “Certo essa foi por pouco”.

 Sem danos, sem falta. “Vamos voltar lá e terminar o trabalho.”

 Mas algo aconteceu! É o que chamamos de um “quase acidente “.

Estamos tentando levar as pessoas a refletir sobre os que poderia levar a um resultado de alteração e depois levá-los a dar um passo atrás e descobrir uma maneira diferente de abordar esse trabalho” quase-acidentes”.

Mudanças não podem envolver só uma pessoa, todos têm que estar juntos.

Isso é realmente importante quando você está participando de uma atividade potencialmente fatal.

Você sempre deve dar um passo atrás, planejar a tarefa na sequência correta e envolver toda sua família na conversa.

Segurança começa em casa, continua em casa depois do trabalho!

Dê o exemplo!

Estamos juntos!

Treinamentos em Segurança do trabalho X Realidade Virtual, um grande passo na gestão de RISCOS!

A famosa tecnologia 4.0 chegou faz tempo e não tem mais volta, e para os treinamentos em EAD, são os últimos minutos da sua existência.

Para enfrentar os desafios em nossa gestão, precisamos muitas vezes ser intuitivos e baseados em nossas experiências tomamos nossas decisões para simplificar os treinamentos e aprendizagem de nossos colaboradores, no intuito de máxima compreensão por parte deles dos RISCOS etc.

Nosso maior desafio e dar suporte as decisões que envolvem riscos as atividades especialmente em segmentos onde o risco é alto como a construção energia, óleo e gás mineração, portos e manuseio com produtos químicos.

Todos irão concordar que os risco presentes aos colaboradores da linha de frente às vezes supera aos treinamentos comportamentais da sala de aula, EAD e onde a flexibilidade do entendimento em certas situações pode ser fatal

Os desenvolvimentos de tecnologias de treinamento e simulados têm sido usados como por exemplo para treinar pilotos na aviação e submarinos a algum tempo e agora estão aí para ajudar a nós profissionais com a realidade Virtual ou RV.

Os pilotos passam por treinamentos em simuladores que imitam o voo com a visualização, do painel, controles e cockpit onde possam sentir e passar por situações que necessitam uma pronta reposta.

Durante suas carreiras, voltam aos simulados com certa periodicidade, ou para novas informações, atualizações e até mesmo para validar os treinamentos e sua eficiência relacionadas com problemas ou desafios específicos 

Isso com muita precisão, com tomada de tempo de resposta, comportamento condicionado para tais desafios bem perto de condições realistas e ainda com risco zero real de segurança de voo.

Tecnologias RV são construídas projetando e simulando condições reais em torno de um usuário com a ajuda de mapas 3D e audiovisuais.

 Estes são ativados por fones de ouvido RV que envolvem a mente do usuário através do sistema de feedback de áudio, visual e tátil para replicar as situações e condições de vida real.

Algumas das aplicações que tecnologia VR atualmente está sendo testada sob diretas são:

Treinamento de tecnologia médica, Robótica, Jogos e aprendizagem aliada, Militares e operações de defesa

A promessa do sistema baseado no gabarito e “replicação realista” é onde RV torna-se de grande interesse para o domínio do QSMS-RS.

Os Treinamentos são definidos para obter o máximo de tecnologias RV no domínio da segurança do trabalho como :Treinamentos de segurança, Trabalho espaço confinado, integração de canteiro de obras e muitas outras situações

E não podemos esquecer em operações de máquina complexa, risco operacional e foco de gestão integrada de riscos na precisão de assegurar a execução da tarefa, por exemplo, a complexa perigosa autorização para trabalhar o procedimento exigiria vários critérios que escalar e avançar dentro de um fluxo de trabalho digital.

Treinamentos de RV podem simplificar este procedimento, introduzindo o conceito de “passo a passo”.

 A equipe de trabalho pode ser ensinada a executar e entregar a tarefa antes da manipulação ou enfrentar riscos categóricos.

Demonstração passo a passo pode ser feita em RV para desenvolver a compreensão de novos sites ou extensões nas instalações já instaladas gestão pode experimentar os resultados antes mesmo de eles ter visto eles na realidade.

A complexidade do RV atualmente possui alguns desconfortos as vezes, pois envolve reflexos significando uma sensação de vomitar se o assunto é exposto por muito tempo.

Este é exclusivo para o mecanismo inerente de “ver com os olhos abertos “e em seguida identificar a realidade ao invés de fones de ouvido.

Períodos prolongados de fone de ouvido e RV tornar-se demasiado para a mente provocando náuseas e tontura

No entanto, esse desafio já foi assumido pelas forças de defesa através de condicionamento.

Condicionamento físico e mental ao RV e ambiente tornou possível para os seres humanos aprender mais com essa tecnologia.

Mas o próximo nível de aprendizagem através de RV será feito possível no gerenciamento de desempenho de ativos.

O software e interfaces que controlam plantas modernas de fabricação e produção de instalação são muito complexas, mesmo com suas plantas detalhadas.

Sua manutenção operacional e monitoramento (tendo um backup para um backup) confiariam em RV com base em formação e ambientes de aprendizagem.

A complexidade pode ser replicada com notável precisão e aprendizados situacionais, objetivos e exercícios baseados em tarefas que são possibilitados sem encerrar as operações.

As aprendizagens demonstram melhor retenção das informações passadas e tratadas através de simulação do que foi aprendido utilizando a RV

O ponto correto de implantação e uma análise de requisitos bem compreendida seriam necessários para transformar a RV na nova realidade de segurança em um local de trabalho perto de você.

Futuro chegou, e nada como uma nova ferramenta para ajudar você meu como ela a buscar a excelência em treinamento na área de QSMS-RS

Estamos juntos! 

Focar em comportamento é fundamental.

Há mais de 40 anos, a segurança baseada em comportamento tem sido de interesse na gestão de segurança.

E não é de admirar;

A ciência da mudança de comportamento aplica-se perfeitamente ao mundo real dos problemas de segurança no local de trabalho.

No entanto, quando ideias se tornam populares, elas tendem a tornar-se modismos e serem simplificadas.

 Organizações que implementam sistemas BBS muito simplificados estão enganando a si mesmos.

Eu acredito no comportamento seguro, ou seja, baseado na ciência e centrado no sistema BBS.

 Com foco no BBS, os benefícios começam com a segurança, mas vão na sequência da mudança de como pensam e operam as organizações

Vamos olhar como foco o sistema BBS difere dos simplistas.

Na versão simplista, o foco é estreito: simplesmente melhorar o comportamento de segurança dos colaboradores.

 Especialistas em compilar uma lista de comportamentos inseguros acreditam que podem levar a lesões e incidentes.

 Com a elaboração de uma lista do” especialista em BBS “, observam fornecem um feedback para fazer com que os colaboradores adotem o comportamento seguro rapidamente e eficientemente quanto possível.

Esta visão é equivocada, por várias razões:

Não há nenhuma garantia de que os comportamentos, identificados são críticos para o local de trabalho.

Sem o engajamento dos colaboradores, eles, se ressentem do feedback e resistem a mudar seu comportamento.

A razão pela qual os colaboradores muitas vezes correm perigo, é porque os sistemas em que estão trabalhando torna-os difíceis ou mesmo impossível de fazer seus trabalhos sem correr riscos.

Só e simplesmente tentar alterar ou gerenciar o comportamento, em vez de alterar o sistema, não dá né, venhamos e convenhamos a” exposição ao risco ainda está lá.”

Aqui está um exemplo: um encanador e um ajudante precisam mudar uma junta em uma linha fixada na parede.

 Ambos com EPIs, a linha não é de produtos químicos, então, em teoria, é uma operação segura.

No entanto, para tirar os flanges do meio e separá-los eles devem afrouxar os parafusos.

Isto significa que o auxiliar deve ficar na frente do pipeline para alcançar, puxar e afrouxar os parafusos.

Como ele faz isso, esquenta o flange com um maçarico no máximo até soltar os parafusos e nesse processo queima seus auxiliares.

A localização do flange exigia que ele ficasse na linha de fogo para soltá-lo.

Se existisse uma boa orientação da segurança deveria ter ensinado os colaboradores a ter mais cuidado quando para afrouxar os parafusos.

 E uma boa gestão deve pedir a manutenção para alterar o local dos parafusos, para que na próxima, não existisse essa complicação de expor o colaborador na linha de fogo.

Se a alteração for feita, o potencial de uma exposição é reduzido talvez até mesmo eliminados.

Obviamente, essa solução baseada no sistema é a melhor solução.

O comportamento seguro (BBS) focado no sistema, busca, encontrar, reduzir ou eliminar riscos que levam a acidentes, e melhorar os sistemas que executam nas operações.

Para ser bem-sucedido, este esforço deve envolver todos os níveis da hierarquia na organização 

 A gestão deve definir objetivos, alocar recursos adequados, estabelecer a estrutura de governança e definir as regras para redução de exposição e como funcionará o processo baseado em comportamento.

Um processo centrado no sistema BBS envolve a todos, observando os colegas de trabalho, dando feedback para mudar comportamentos.

 A abordagem do sistema funciona porque realiza tarefas mais seguras, para que os colaboradores não precisam tomar cuidado extra para evitar que se machuquem.

Também aborda objetivos além da segurança, tais como melhorar o engajamento do colaborador, e geralmente, alcançar uma cultura mais saudável, centrada no desempenho.

Quando colaboradores veem um sistema que os beneficia e a organização, o BBS se torna uma atividade desejada não uma atividade obrigatória, e toda a força de trabalho é mais segura como resultado.

Estamos juntos! 

Alguns sinais de que você é um gestor de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade.

Muitos profissionais de qualquer uma das áreas do ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, em conversas comigo seja de coaching ou só um bate papo, me perguntam o que precisam para alcançar a excelência em suas expertises ou como ser um gestor melhor.

São conversa longas e agradáveis, mas na verdade, ser um bom gestor de ESG /QSMS-RS & Sustentabilidade, você antes de tudo precisa ser um apaixonado por essas letrinhas ou qualquer uma delas e depois gostar de gente.

Vamos ver se você encaixa em algumas dessas situações rsrs!

Independente do segmento econômico que você trabalha há riscos socioambientais a serem controlados.

Por isso a necessidade de ter um profissional da nossa área principalmente agora nessa era ESG ou Sustentabilidade Corporativa

A gestão de QSMS-RS & Sustentabilidade é uma profissão diversa, no entanto, existem alguns sinais universais indicando que, onde quer que você esteja, você pode, de fato, ser um gerente dessa área.

A área de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade cresceu desde a década de 1970, devido aos grandes desastres com alto impacto socioambiental e consequentemente por exigência de uma sociedade cada vez mais bem-informada sobre as questões ambientais e sociais.

O objetivo desses profissionais é o suporte a produção, mas ao longo do tempo, essa lista de responsabilidades se expandiu.

Apesar do dia a dia divergentes de cada profissional de ESG / QSMS-RS &Sustentabilidade, as características compartilhadas não são difíceis de se chegar.

 Algumas são engraçados, alguns são frustrantes.

Aqui estão alguns sinais de que você é um gestor de ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade

Sua profissão é mais do que apenas um trabalho

Sempre que o QSMS-RS &Sustentabilidade são mencionados em qualquer contexto em um filme que você está assistindo, por exemplo, você aciona um alerta automático e logo reage!

Sim, eu também vejo e reparo o que eles estão fazendo com meio ambiente, ou em segurança é de maneira errada 

Você eventualmente adormece, e sonha com os colaboradores com seus EPIS, mesmo quando você não está olhando.

Que felicidade!!! Né!

Piadas de lado, muitos profissionais de QSMS-RS & Sustentabilidade são incrivelmente apaixonados por seu trabalho.

 A gestão muitas vezes é estressante

Se você realmente se importa e realmente trabalhar para fazer essa diferença, ele requer muito tempo e energia.

 Arrisca o seu sustento para “fazer a coisa certa”.

Uma luta para obter investimentos

A falta de investimento é a uma tremenda barreira para a melhoria do desempenho de nossa área.

Convencer a diretoria a investir ainda é um grande desafio de nossa profissão

A luta para conseguir investimento vai muito além da quais cão de um software de gestão.

Você tem casca grossa

Nossa área é muitas vezes um bode expiatório principalmente na área de segurança, e você pode ter que defender o seu papel.

O fato da questão é que os gestores de QSMS-RS &Sustentabilidade são determinados, indivíduos de casca grossa que sabem quando tentar novamente.

Você é um lutador resiliente e é assim que você chegou até onde você está hoje.

Você enxerga um colete de segurança como um bom terno

Os gestores de QSMS-RS & Sustentabilidade têm geralmente a flexibilidade para mover-se ao redor.

Um dia você está na linha de frente, o próximo no escritório corporativo.

Uma coisa é certa, os profissionais de QSMS-RS &Sustentabilidade não se sentam em uma mesa o dia todo.

 Gestores bem-sucedidos compreendem profundamente o risco operacional, que envolve em falar com todos a respeito.

Você tem habilidades técnicas e tato para falar.

Os profissionais QSMS-RS &Sustentabilidade mais bem-sucedidos possuem habilidades de pensamento sistêmico e comunicação para explicar os processos técnicos entre departamentos, funções e fronteiras geográficas.

Gestores de QSMS-RS & Sustentabilidade lidam com metodologias bem elaboradas e algumas complicadas.

 Traduzir termos técnicos em conversas compreensíveis para os colaboradores é uma habilidade em si.

A ciência ajuda a compreender os fatores humanos em segurança.

Fatores humanos influenciam comportamento no trabalho, e, portanto, os gestores devem estudá-los como um contribuinte para a prevenção de riscos.

 Em outras palavras, os gestores de QSMS-RS &Sustentabilidade devem ter empatia para compreender o risco.

A pirâmides não são apenas estruturas exóticas que você encontraria no Egito

Alguém disse hierarquia de controles? Ou foi a pirâmide de Heinrich?

 A gestão de QSMS-RS &Sustentabilidade é cheia de pirâmides, círculos muitos outros gráficos que visualizam processos numerosos.

Em segurança por exemplo quantas pirâmides relacionadas você se já deparou?

Você está frustrado com as ferramentas que você tem para a gestão

A maioria dos líderes de nossa área sentem que não têm as ferramentas certas para analisar eficazmente os seus dados. Você concorda?

Uma queixa comum dos profissionais é o uso de planilhas do Excel para coletar, rastrear e analisar dados.

Você segue a matérias relacionadas em QSMS-RS &Sustentabilidade em todas as mídias sociais

 Se você conseguir ler até aqui e se identificou com alguns casos mencionados acima é provável que você seja um gestor de ESG/ QSMS-RS &Sustentabilidade.

Estamos juntos!

Due diligence de riscos do ESG? Não tenha medo, se você está dentro dos princípios do processo ESG!

Já passava das 4:30 da manhã (ainda bem que comecei minha vida profissional no trecho, e acostumei acordar a essa hora).

Do outro lado, Dr Roberto?

Que honra me chamar de Dr, mas não gosto, parece que a pessoa se esconde atrás da sigla (acho ridículo, e me desculpem os que colocam no linkedin, DSc, MSc PhD).

De pronto, em que posso ajudar?

Quero que minha empresa seja reconhecida como uma empresa que possui “Gestão dos Riscos do ESG”, já até contratei uma empresa para elaborar o GRI, mas meu pessoal chegou de um encontro de profissionais da sua área (espero que não seja de minhas palestras rsrs) e disse que não estamos bem na foto.

Quero começar a exportar e lançar uma campanha de marketing dizendo sou Sustentável etc., já tenho as ISOs etc., mas com essa notícia do meu pessoal, me deixou inseguro, a empresa é da família, marca é forte no mercado e não quero riscos!

Palavra-chave, RISCOS!

Você sabe por que os bancos e investidores gostam de empresas com uma forte cultura e política de “apetite de riscos”, já ouviu falar do ESG?

Porque elas oferecem menos RISCOS de serem fechadas, por escândalos ou acidentes ambientais.

É isso! O resto é mimimi!!

Pois bem, (voltando ao telefone), acho que posso ajudar, vamos realizar uma Due diligence de riscos do ESG e ESG e verificar sua matriz de riscos socioambientais.

Nestes últimos anos o que eu mais fiz foram due diligencies de ESG (Environmental Social Governance) para fundos de investimentos e bancos, bem como due diligence para M&A, e através destes diagnósticos toma-se a decisão.

A pessoa do outro lado, aceitou de pronto e fui em frente.

NÃO PASSOU NA AUDITORIA!

Riscos? Onde estava a gestão de riscos socioambientais? Redução do consumo de água? quanto? Responsabilidade social, onde estão as métricas?

 Assina um cheque para cestas básicas e depois passa uma borracha na consciência? Índice de rotatividade dos colaboradores altíssimo, realizavam pesquisa perguntando se a empresa é boa para trabalhar e com isso ganhavam prêmio de melhor empresa, mas com os empregados se identificando para votar?

Riscos do ESG não é isso!!!!

Uma Due diligence de riscos do ESG é o melhor e o mais forte procedimento que se pode realizar, para quem quer levar realmente a sério este tema na organização.

E por favor, realizar Due diligence por quem nunca bateu um prego na sua vida no mundo corporativo na linha de frente, ou assumiu função de uns dois anos, mas nunca em posição de tomada de decisão ou nunca trabalhou no segmento econômico do auditado, faça-me o favor, isso aqui não é Auditoria de ISO.

A Due diligence de riscos do ESG passa um pente fino por todas as políticas da empresa, procedimentos e práticas e as compara com as melhores práticas no seu segmento.

Em essência, uma Due diligence é uma análise de lacunas e uma análise de maturidade das práticas de riscos do ESG e ESG de uma organização.

Ela é destinada a documentar ‘o que você está fazendo’ e ‘até que ponto’ você está dentro de uma vasta gama de categorias de “ser sustentável” e até mesmo dentro dos 17 ODSs

O que não é uma Due diligence de riscos do ESG corporativa?

Uma Due diligence de riscos do ESG não é só calcular a pegada de carbono ou registrar as implicações financeiras das iniciativas de sustentabilidade.

Nem tão pouco uma análise aprofundada de qualquer programa específico de trabalho.

No entanto, uma Due diligence de riscos do ESG deve identificar e ajudar a organização a priorizar essas tarefas mais específicas no sentido do que é riscos do ESG corporativa.

Benefícios de uma Due diligence de riscos do ESG corporativa? Vamos a alguns!

Reduzir os custos – custos mais baixos são um dos maiores e mais imediatos benefícios de uma Due diligence de sustentabilidade.

Já se foi o muito tempo os dias de práticas de riscos do ESG em torno de projetos socioambientais caros e sem nexo.

Em face do crescente preço do combustível, recursos naturais e os custos do fluxo de resíduos, encontrar oportunidades para eliminar o desperdício e aumentar a eficiência nestas áreas ou seja :ECONOMIZAR (e ajudar o meio ambiente) e fornecer resultados financeiros reais.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode identificar várias maneiras de reduzir custos e melhorar a eficiência.

Gestão dos riscos socioambientais – as organizações enfrentam muitos tipos diferentes de riscos no seu dia a dia de operação.

Uma Due diligence de riscos do ESG ajuda a identificar iniciativas e tarefas que reduzem ou eliminam esses riscos.

Gestão de Riscos de conformidade – o número e a complexidade das regulamentações nacionais, regionais e internacionais que abordam o impacto ambiental das atividades de produto, serviços e negócios está aumentando.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar a identificar problemas e não conformidade.

Matriz e Relatórios de risco – em face da crescente pressão para ser transparente, um número crescente de organizações está optando por incluir estes em seus relatórios sobre a sustentabilidade.

Relatórios de riscos do ESG ajudam as partes interessadas a compreender como a organização está ou não alinhada com o famoso Triple Bottom Line (econômico, social e ambiental).

Por não relatar, uma organização corre o risco de perder credibilidade com as partes interessadas, clientes e ao público.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar as organizações a criar relatórios melhores.

Risco de reputação – risco de reputação pode ser definida como qualquer ação, evento ou situação que poderia negativamente ou beneficamente impactar a reputação de uma organização.

Não-conformidade regulamentar, comportamento antiético e percepção de Green washing, todos representam maneiras em que uma organização pode afetar negativamente sua reputação.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar a melhorar a reputação das organizações.

Risco financeiro – maiores necessidades para CFOs possuírem sistemas de contabilidade que monitoram eventos relacionados à riscos do ESG que são significativos do ponto de vista de relatórios financeiros.

A linha entre registros de contabilidade e riscos do ESG começou a diluir-se faz tempo.

Devido aos regulamentos de aumento e aumento dos custos de energia, ações de riscos do ESG têm implicações financeiras diretas que precisam ser gerenciados.

Risco estratégico – organizações precisam considerar uma série de questões de sustentabilidade, muitos dos quais podem ter um impacto significativo e estratégico.

Muitas vezes, estes riscos tendem a solicitar a gestão para focar o que poderia dar errado.

No entanto, com as mudanças no que é realmente riscos do ESG corporativa, os líderes organizacionais também devem ser proativamente pensar sobre o que deve dar certo.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar uma organização no processo de planejamento estratégico.

Inovação – um dos benefícios mais importantes do início de atividades de riscos do ESG é inovação.

O cerne do processo de avançar para melhor desempenho de sustentabilidade, as organizações precisam ter um novo olhar sobre como eles conduzem negócios, o que está em seus produtos, e como seus produtos impactam o meio ambiente e a sociedade uma vez que são vendidos.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode atuar como um catalisador para práticas inovadoras.

Vantagens competitivas – práticas sustentáveis podem fornecer a uma organização significativa vantagens competitivas na forma de reputação, custos mais baixos, melhor cumprimento, maiores níveis de inovação e muitos outros.

Uma Due diligence de riscos do ESG pode ajudar as organizações a se tornar mais eficiente e mais inovadores.

Comparar políticas, procedimentos e práticas de práticas recomendadas do setor – este é provavelmente o benefício mais óbvio de uma Due diligence de sustentabilidade.

É impossível o diretor ou gerente de riscos do ESG ter o tempo para acompanhar as novidades e ideias mais recentes no mundo da riscos do ESG corporativa

Uma Due diligence de riscos do ESG proporcionará sua organização sabe como ela se compara aos líderes da indústria em sustentabilidade.

Melhora o planejamento, a estrutura e a responsabilidade – um enorme desafio de muitas organizações que desejam implementar um plano abrangente de sustentabilidade, mas as iniciativas de riscos do ESG as vezes empacam nas operações, instalações ou iniciativas de tecnologia da informação.

Uma Due diligence de riscos do ESG identifica estas iniciativas e fornece um meio para estes dentro de um programa de sustentabilidade.

Como também ajuda na eficiência do planejamento, uma abordagem estruturada e com definição de responsabilidades é fundamental.

Identifica novas iniciativas de riscos do ESG – uma das vantagens mais marcantes de uma Due diligence de riscos do ESG para a organização, é a possibilidade de identificar dezenas de iniciativas em áreas anteriormente não consideradas.

Este conhecimento irá traduzir em entusiasmo, inovação e benefícios inesperados em toda a organização.

Uma Due diligence de riscos do ESG irá fornecer várias novas iniciativas de sustentabilidade, que uma organização deve considerar.

Expande e fortalece o monitoramento – uma das maiores queixas que escuto dos meus pares sobre gestão da riscos do ESG é a falta de acompanhamento e responsabilidades, não é realizado com frequência e como ninguém fica responsável, não tem como cobrar.

Assim que tiver sido realizada uma Due diligence de sustentabilidade, sua organização terá uma fotografia completa de todas as atividades.

Se sua organização possui várias unidades, agora vocês possuem uma ferramenta para comparar estas usando exatamente os mesmos critérios.

Uma Due diligence de riscos do ESG ajuda no rastreamento e monitoramento em diversas unidades e frequência.

Acredito que ajudei a entender os benefícios, poderia citar mais, mas aí vocês não vão assistir minha palestra (rsrsrs).

Estamos juntos!

A cultura de segurança mudou com a “pandemia”, e você está preparado para a próxima?

Os líderes em segurança devem avaliar como a pandemia afetará sua cultura de segurança e planejar se adaptar a ela até que venha próxima.

A recente situação é uma grande influência na cultura de segurança e provavelmente continuará a ser assim no futuro.

Durante o período de quarentena tenho conversado com esses líderes e sondado por suas ideias e planos para as próximas fases dessas restrições e além.

Encontrei algumas ideias entre esses líderes onde atuo com a nossa consultoria, e são interessantes.

Pensamento ou ideias que encontrei, um resumo;

Reativa

Alguns líderes são completamente absorvidos na situação imediata e estão colocando toda a sua atenção e esforços em táticas de sobrevivência. 

Eles não podem projetar muito longe no futuro, mas não estão preocupados com isso, uma vez que toda a sua energia é absorvida no presente.

 Quando perguntados sobre os planos para os próximos passos, eles adiam discutir e voltar a conversa para lidar com o presente. 

Esses líderes tendem a afastar as ideias de distanciamento social e comunicação remota como temporárias também.

Esperançoso

Outros líderes passaram por emergências passadas e sobreviveram. 

Eles acreditam que essa pandemia acabará sendo apenas mais um daqueles tempos ruins e os negócios acabarão voltando ao seu antigo estado.

 Eles veem isso como uma situação temporária que vai evoluir de volta aos negócios como de costume.

 Eles não veem isso como uma influência contínua, mas temem que uma situação semelhante possa se repetir no futuro. 

Eles veem o distanciamento social e a comunicação remota como habilidades úteis para ter em caso de outra emergência, mas não como partes permanentes de sua cultura de segurança atual.

Proativo

Vários líderes estão planejando estrategicamente como suas organizações se prepararão para as próximas fases da epidemia e depois. 

Eles também não têm certeza de como os eventos serão realizados, mas podem projetar o melhor caso, na pior das hipóteses e na maioria dos cenários mais prováveis e fazer estratégias macro para abordar cada um.

 Como todas as boas estratégias, elas precisarão ser flexíveis, mas esses líderes não querem ser pegos despreparados quando as coisas mudam.

 Ao contrário dos outros dois tipos de líderes, este grupo também está considerando as maneiras pelas quais essa experiência mudou suas culturas de segurança e como continuará a fazê-lo.

As maneiras mais comuns em que essa resposta à covid desse terceiro grupo de líderes pode fazer mudanças permanentes na cultura de segurança incluem as ideias de distanciamento social, restringindo o acesso a sites da empresa e comunicações remotas.

Distanciamento social

Algumas organizações acharam o distanciamento fácil e causou muito pouca interrupção nos negócios. 

Outros acharam bastante difícil, mas inovaram maneiras de enfrentá-lo ou criar distanciamento virtual através de várias modificações condicionais.

Resta saber como isso afetará o transporte público, mas temos um vislumbre disso quando vemos ônibus limitando passageiros e companhias aéreas que exigem máscaras faciais, triagem de temperatura corporal e deixando os assentos do meio vazios.

 Esse pensamento pode impactar o design de auditórios, arenas esportivas e cinemas ao longo do tempo.

 Considerando que a proximidade pessoal era culturalmente aceitável apenas alguns meses atrás, é menos aceitável agora e essa influência pode se tornar uma norma futura.

Restringindo o acesso as áreas da organização

Após os ataques do World Trade Center, começamos a perceber os quão abertos e vulneráveis muitos de nossas áreas eram fáceis para ataques terroristas.

A covid nos ensinou que há outros perigos para termos atenção. 

Embora as restrições de visitas externas possam não se tornar permanentes, nosso pensamento sobre controlar o acesso as áreas serão definitivamente desafiadas. 

O acesso futuro pode ser muito mais controlado e os riscos futuros para as populações do local podem ser uma parte mais proeminente da avaliação de risco.

Comunicações remotas

Vários líderes com quem falei (e alguns me contaram) descobriram que a comunicação à distância era mais eficaz do que pensavam. 

Poucos originalmente pensavam que as reuniões remotas com as equipes não substituiriam permanentemente as reuniões presenciais, mas a experiência de quarentena mudou de ideia. 

Isso não se aplica apenas a reuniões formais, mas também impacta a colaboração e o treinamento de liderança.

Grande parte do treinamento que era tradicionalmente estilo sala de aula tornou-se virtual.

 Algumas áreas já começaram a modificar os refeitórios para aumentar a separação e substituir salas de reunião por salas individuais equipadas por computador para realizar reuniões virtuais. 

Essa pandemia resultou em algumas medidas extremas para mudar algumas de nossas práticas culturais. 

Embora alguns líderes vejam essas medidas como temporárias, outros percebem o potencial que têm para fazer mudanças permanentes em nossas culturas de segurança.

 As tecnologias que tornam as comunicações remotas possíveis tornaram-se mais sofisticadas e menos caras. 

Isso provocou mudanças em nossas culturas de segurança que foram ainda mais reforçadas pelas influências de nossa resposta à covid. 

Não se surpreenda se eles se tornarem permanentes.

Estamos juntos!

“Zero acidentes” não é igual à excelência em segurança, por favor!

Um profissional de segurança recém-contratado perguntou ao CEO de sua organização o que se esperava dele e a resposta que ele obteve foi “excelência”. 

Quando pediu ao CEO para explicar melhor como alcançar etc., ele respondeu;

 “Quando você chegar a zero acidentes volte aqui e eu te direi.

 Parece que o termo “excelência”, quando aplicado a à segurança, é comumente mal compreendido e mal definido., não só por este CEO, mas até muitos profissionais de nossa área.

 O que seria “excelência “no desempenho da segurança? 

É simplesmente um vácuo no qual não há acidentes? É um sucesso a curto prazo?

 Como vamos reconhecê-lo quando o virmos? Como podemos alcançá-lo se não entendemos o que realmente é? 

Em primeiro lugar, é importante perceber que “zero acidentes” ou qualquer melhora na frequência ou gravidade dos acidentes é um indicador de resultado. 

É um resultado e não o processo que o produz.

 Pode ser alcançado através de um excelente desempenho, mas também pode ser alcançado por sorte e/ou variação normal na ocorrência de acidentes

Também pode ter sido feito suprimindo relatórios através de intimidação ou estímulos artificiais, como bônus e programas de incentivo. 

Além disso, uma vez que a maioria das organizações qualifica o termo para incluir uma certa classificação de acidente, como “zero registros” ou “acidentes de tempo perdido zero”, ele pode ser manipulado de várias outras maneiras em práticas de notificação e gerenciamento pós-acidente. 

Há três elementos ausentes de muitas visões de excelência em segurança que são absolutamente críticos para uma verdadeira compreensão e definição do termo. 

Baseado em minha vivência e experiência cito alguns;

Estratégia;

Uma definição de excelência em segurança que não inclui a estratégia para alcançá-lo é um jogo sem um plano de jogo ou uma guerra sem planos de batalha.

 Querer vencer é desejável, mas a vitória sem estratégia é extremamente rara.

 A maioria das organizações substitui metas ou metas de melhoria para a estratégia de segurança. 

Eles definem os resultados desejados, mas não o processo que irá produzi-los. 

Por trás desse pensamento é muitas vezes uma suposição ingênua de que os esforços atuais de segurança são suficientes para produzir excelência se utilizados com mais entusiasmo ou motivação. 

A verdade é que a maioria dos esforços de segurança estão produzindo uma alta porcentagem do que eles são capazes, e uma melhoria adicional sem melhores processos será muito limitada. 

Algumas organizações estabelecem metas de melhoria e compram processos de segurança fora da prateleira na esperança de alcançá-las. 

Isso pode ser uma melhoria sobre simplesmente a esperança de produzir melhor resultados sem novos processos.

O pensamento é que a organização pode continuar os esforços atuais e adicionar outro processo para obter resultados ainda melhores. 

O problema mais comum com essa abordagem remonta à falta de uma estratégia de segurança. 

Exatamente como o novo programa ou processo complementará os esforços existentes? 

Será que ele vai preencher uma lacuna ou criar redundância?

 Ele vai esclarecer ou confundir o funcionário médio tentando usá-lo para melhorar a segurança?

 Se o novo programa não se encaixar bem na estratégia geral de segurança, é incerto como, ou se, produzirá mais melhorias.

 Muitas organizações também confiam demais no novo programa e sentem que compraram a solução mágica para todos os seus problemas.

Poucos novos programas ou processos são mais do que ferramentas adicionais na caixa de ferramentas de segurança e decepcionam aqueles que esperam resultados mágicos. 

Kpis de Processo;

Muito Kpis, chegam a ser até ridículos, e mostra uma tentativa de gerenciar a segurança apenas com Kpis de resultado. 

Muitas organizações estão tentando desenvolver indicadores para a segurança, em um esforço para se tornarem mais proativas. 

Muitos programas de segurança fora da prateleira prometem produzir indicadores importantes como parte de seu discurso de vendas. 

Esta direção para mais métricas é geralmente boa, mas limitada. 

Não são simplesmente mais métricas, mas melhores que precisamos. 

Indicadores de resultado são basicamente métricas de “prestação de contas”. 

Eles nos dizem se estamos fazendo melhor, pior, ou mais ou menos o mesmo. 

Eles não nos dizem como melhorar, e é esse o propósito dos indicadores (Kpis) de processo.

Se temos uma estratégia que envolve processo para produzir resultados, podemos medir o quão bem estamos trabalhando nossos processos, então ver se eles estão impactando os indicadores de resultado. 

Em outras palavras, podemos medir se estamos trabalhando nosso plano e medir se nosso plano está ou não funcionando.

 Excelência não se trata apenas de produzir resultados, boas métricas de processo podem nos ajudar a entender como bons resultados são produzidos. 

Cultura;

Se abordada corretamente, uma cultura de segurança pode ser a ferramenta de sustentabilidade da excelência.

 A cultura não só influencia as decisões e práticas de seus membros no aqui e agora, como também impacta hábitos individuais e as decisões e práticas dos futuros membros.

 Pode realmente se tornar “a maneira como fazemos as coisas por aqui” e “o que fazemos quando ninguém está assistindo”. 

Essas práticas comuns podem ser mantidas através de gerações com pouca gestão externa necessária. 

No entanto, sem uma estratégia global de segurança bem compreendida pela cultura e sem métricas de processo para ajudar a cultura a medir e melhorar continuamente, a maioria das culturas de segurança não conseguem alcançar, muito menos sustentação, excelente desempenho de segurança. 

Muitas abordagens para melhorar a cultura de segurança também se concentram nas características da cultura e não nas capacidades. 

Excelentes culturas de segurança são culturas “pode fazer ” com a visão e ferramentas para melhorar continuamente.

 Eles têm uma estratégia e métricas para mantê-los nos trilhos. 

Eles desenvolvem as características do sucesso como um subproduto em vez de um precursor de seu desempenho 

Se sua organização deseja alcançar a excelência em segurança, você deve primeiro desenvolver uma compreensão profunda do que é excelência.

 Deming chamou tal compreensão de “profundo conhecimento”.

 Não é apenas uma meta de desempenho, mas uma definição do que é excelência e um processo para alcançar o objetivo.

 Também deve ter métricas de processo que facilitem a compreensão de como a excelência é alcançada. 

A excelência não pode ser definida simplesmente em termos de resultados de curto prazo. 

A definição de excelência não pode incluir inadvertidamente resultados produzidos por sorte e variação normal.

 Organizações que possuem uma gestão de segurança com excelência, não buscam apenas chegar a zero, mas sim, sabem exatamente como duplicar e melhorar seu sucesso.

Estamos juntos!

Influenciando a cultura de segurança com “Corações e Mentes”

 Possuir uma cultura de segurança forte dentro de uma organização pode ser essencial para melhorar as condições de trabalho.

Todos sabemos que abordar a segurança do ponto de vista da cultura organizacional pode facilitar a obtenção de melhorias sustentáveis na segurança e no desempenho da saúde do trabalho organizacional.

No entanto, para o profissional segurança, as tentativas de alinhar a cultura organizacional de forma positiva em relação à segurança por meio de iniciativas de mudança comportamental podem ser desafiadoras e problemáticas.

O conceito de cultura de segurança, ou talvez mais adequadamente uma cultura de saúde e segurança, está agora bem estabelecido de como é a influência que essa cultura pode ter na aplicação de um sistema de gestão.

Embora não exista uma definição universalmente aceita, o sucesso de qualquer processo ou sistema que esteja em vigor ainda depende das atitudes e comportamentos das pessoas na organização e isso às vezes é referido como a “cultura da segurança”.

A partir disso, pode-se determinar que qualquer tentativa de mensuração, e em seguida, mudança da cultura implicará na identificação de atitudes e comportamentos atuais em relação à saúde e segurança, de modo a avaliar a atual e desejada “maturidade cultural”.

 Isso, por sua vez, permitirá a desenvolvimento de programas que visam a modificação do comportamento, de modo a melhorar a cultura de segurança.

Baseado em minha vivência e experiência sobre programas de modificação de comportamento encontro níveis variáveis de sucesso e identifico algumas barreiras fundamentais que impedem o sucesso, e estas estão ligadas à cultura existente da organização.

Em particular, descobri que os programas visavam mudar o comportamento dos colaboradores da linha de frente e não em todos os níveis organizacionais, embora as principais influências na cultura de segurança venham de gerentes e líderes seniores.

Pode-se sugerir que, para ser eficaz, qualquer programa de modificação de mudança deve;

 – Influenciar os colaboradores em todos os níveis da organização para que eles querem mudar o comportamento em vez de fazê-los mudar de comportamento

– Garantir que a saúde e a segurança se tornem parte integrante do planejamento empresarial.

– Ser planejado, de modo a ser sustentável e resiliente à mudança organizacional.

Se aproximar de Corações e Mentes, eis a questão!

O programa foi desenvolvido pela Shell E&P em 2002, com base em pesquisas realizadas com a ajuda de universidades.

Por meio de um acordo com o Instituto Energia, o programa desenvolvido pela Shell E&P agora é amplamente acessível a qualquer organização.

De acordo com o Instituto Energia, Corações e Mentes é sobre;

“Fazer com que todos trabalhem com segurança, não porque eles foram avisados, mas porque é assim que eles querem trabalhar e é assim que eles sabem como trabalhar”.

Tem o objetivo de ajudar as organizações a melhorar seu desempenho de saúde e segurança por:

– Liderando o caminho – a “rota para o topo” da escada de cultura de saúde e segurança;

– Fornecendo o processo e ferramentas para envolver todos e facilitar a mudança comportamental.

A chave do programa é a compreensão do modelo de comportamento humano que a Shell E&P identificou.

O modelo implica que as palavras e ações da gestão têm um grande impacto no comportamento das pessoas dentro de uma organização.

Concluiu que a mudança da cultura começa com a mudança do chamado “ambiente influenciador” que determina as percepções e crenças de um indivíduo que, por sua vez, levam a uma determinada ação ou comportamento.

O programa sugere que a criação de uma cultura melhor de modo a dar vida a um sistema de gestão de segurança (em vez de apenas tê-lo no lugar) requer uma organização para se concentrar em três elementos-chave.

– Responsabilidade pessoal;

As pessoas entendem e aceitam o que deve ser feito e sabem o que se espera delas.

– Consequências individuais;

Existe uma compreensão e aceitação de que existe um sistema justo de recompensa e disciplina.

Intervenções proativas;

As pessoas trabalham com segurança porque são motivadas a fazer as coisas certas naturalmente, não apenas porque são instruídas a fazê-lo.

A orientação do roteiro para o programa sugere que os líderes “comprometidos com a melhoria devem ser campeões e facilitadores”, mas que esses líderes precisam entender que a mudança comportamental não pode ser empurrada para as pessoas.

 Em vez disso, os líderes devem acreditar nos processos que estão sendo implementados como “Somente se os líderes estiverem pessoalmente motivados a fazer a diferença para o nosso desempenho, essa abordagem vai entregar resultados“.

Assim como em outros programas de mudança de comportamento, a compreensão da cultura atual e a ideia da cultura desejada é essencial para que o programa se desenvolva.

No nível mais baixo, a definição de Corações e Mentes da cultura é descrita como “patológica”, na medida em que as pessoas realmente não se preocupam com saúde e segurança e são impulsionadas apenas pela conformidade regulatória e/ou não são pegas.

Por outro lado, no mais alto nível, a cultura é descrita como “generativa” onde:

-Organizações definem padrões altos e tentam superá-los;

-Organizações usam as falhas/erros para melhorar, não para culpar a gestão sabe o que realmente está acontecendo, porque a força de trabalho diz-lhes as pessoas estão tentando ser o mais informado possível, porque isso os prepara para o inesperado.

Entre elas estão;

Avaliações de segurança para todos, descritas como um processo de avaliação ascendente que “Compara como você se ver com a forma como as outras pessoas te veem”

Alcançar consciência da situação que usa uma técnica simples para ajudar as pessoas a reconhecer quando uma situação normal tem o potencial de se tornar perigosa trabalhando com segurança, o que fornece uma estrutura para entender causas de comportamento inseguro e abordá-los.

Melhorar a supervisão, que visa identificar problemas com a qualidade da supervisão e melhoria de unidades gerenciamento de quebra de regras, que visa ajudar as organizações na compreensão de porque as pessoas quebram regras intencionalmente e como gerenciar e mudar isso.

Não é fácil, todos nós sabemos que mudar a cultura de uma organização demora, mas não podemos desistir.

Eu acredito que atingindo Coração e mentes das organizações é o caminho certo a percorrer

Estamos juntos!

O que se espera da estratégia da Segurança do trabalho para 2022, em tempos de ESG?

É uma nova década, mas os desafios de segurança continuam se expandindo: transformação digital, menos colaboradores disponíveis, globalização e de como gerenciar riscos de segurança entre eles.

Com a chegada, por mais tardia que seja do ESG no Brasil, a cobrança em cima do profissional de segurança aumenta por uma visão mais ampliada e buscando métricas proativas.

Estamos vivendo em uma era onde a tecnologia está mudando rapidamente a paisagem de segurança.

 Temos acesso a mais informações do que nunca, mas a obtenção dessas informações representa novos riscos.

E como usamos essas novas informações para entender por que e onde ocorrem acidentes, melhorar a segurança e a produtividade muda substancialmente a maneira como operamos.

Uma força de trabalho em evolução, com colaboradores mais jovens e menos experientes, que muitas vezes encaram o risco de forma diferente, usam informações de forma diferente e tem expectativas diferentes de seu ambiente de trabalho do que as gerações anteriores, representam novos desafios para encontrar, treinar e reter.

Considere, então, essas dicas para ajudá-lo a enfrentar esses desafios e ver melhorias imediatas na segurança e produtividade.

 Foco na melhoria da maturidade da segurança

A maturidade da segurança é uma combinação de cultura (comportamento), compliance (políticas e procedimentos) e uso de capital (tecnologias).

A segurança é um elemento chave na busca pela excelência operacional.

“Maturidade em segurança é evolução mais do que revolução.”

É reconhecer que a segurança e a produtividade não são mutuamente exclusivas, mas complementares e tomar medidas que melhorem ambos.

 Comece avaliando sua própria maturidade de segurança e descubra onde melhorias são necessárias para melhorar seus objetivos.

Entender seu nível de desempenho e áreas de melhoria é fundamental para otimizar a segurança.

Riscos de segurança são riscos de segurança

Muitas vezes, a segurança é considerada como “um problema de TI”. Não, não é.

À medida que as operações se tornam mais conectadas, as chances de ataque aumentam inerentemente.

 Os hackers estão cada vez mais mirando sistemas de controle industrial, e um colaborador descontente com acesso pode causar estragos em seus sistemas.

 Um gasoduto pressurizado, válvulas desalinhadas ou máquinas que mudam inesperadamente a operação representam riscos de segurança para as pessoas, o meio ambiente e sua reputação.

Os sistemas devem passar por avaliações de segurança e segurança como parte de qualquer programa abrangente de gerenciamento de riscos.

Melhorar a colaboração

A chave para muitas questões críticas de negócios em segurança é tomar uma abordagem colaborativa para a segurança.

O QSMS é o responsável pela segurança do colaborador, mas apenas controla diretamente métodos importantes, mas menos eficazes de segurança de máquinas conscientização, treinamento, procedimentos e equipamentos de proteção individual (EPI).

A engenharia se concentra em padrões técnicos, mas tem o controle dos métodos de segurança de máquinas mais eficazes projetando riscos, guarda, acesso monitorado e bloqueios.

 Esses dois departamentos muitas vezes se veem de forma suspeita, resultando em redução da segurança e produtividade.

 Um elemento chave da maturidade de segurança, mencionado acima, é a colaboração entre os dois juntamente com as operações.

Realize avaliações de risco no início do processo de design

O processo de projeto é fundamental para máquinas que otimizam a segurança e a produtividade.

 Especificamente, projetar riscos a partir de máquinas, em vez de construir uma máquina, e em seguida, tentar torná-la mais segura, é vital para esses objetivos.

Embora a maioria das empresas realize uma avaliação de risco em algum momento, o momento da avaliação é fundamental.

É vital realizar uma avaliação de risco no início do processo de projeto e novamente depois que a máquina estiver em seu local de operação para ajudar a verificar a conformidade, segurança e produtividade.

Projetar máquinas ergonômicas

A mudança da força de trabalho da nossa indústria está criando considerações de segurança.

Colaboradores mais jovens e inexperientes têm maior risco de lesões agudas.

Colaboradores mais velhos têm maior risco de lesões por estresse e repetitivo, que muitas vezes podem ser crônicas ou de fim de carreira.

Uma força de trabalho mais diversificada significa que as máquinas devem ser adaptáveis a uma gama de colaboradores.

À medida que a força de trabalho global continua a evoluir, sistemas de segurança contemporâneos e técnicas de design de máquinas devem ser consideradas, não apenas para mitigar riscos, mas também para aumentar a produtividade dos colaboradores.

 Use medidas alternativas para reduzir a LOTO e melhorar a produtividade

A segurança não precisa vir às custas da produtividade.

O design de máquinas contemporâneas permite pequenas exceções de serviço ao bloqueio/ LOTO quando os procedimentos são rotineiros, repetitivos e integrais ao uso do equipamento.

 Isso é fundamental para otimizar a segurança e a produtividade.

Quando usado corretamente, medidas alternativas podem melhorar a produtividade reduzindo o tempo de inatividade relacionado à LOTO e mantendo a conformidade.

Traga segurança para uma realidade digital

O poder da Internet das Coisas Industrial (IIoT) pode melhorar substancialmente sua conformidade e desempenho de segurança.

A transformação digital capacita os profissionais de segurança com uma compreensão em tempo real dos comportamentos dos colaboradores, conformidade com máquinas, causas de paralisações ou paralisações de segurança e anomalias e tendências de segurança.

Também pode ajudar a melhorar sua capacidade de contratar, treinar e reter funcionários.

 Faça a segurança integral ao seu sistema de controle

Seu sistema de controle deve incluir entradas, dispositivos lógicos e de saída com classificação de segurança para mitigar riscos, melhorar a produtividade e fornecer informações aos principais interessados.

Projetar sistemas de segurança eficazes e que melhorem a produtividade pode ser um desafio.

Mas as ferramentas de design de segurança podem agilizar o desenvolvimento e ajudar a confirmar e a conformidade com documentos.

Algumas ferramentas de software de design de sistemas de segurança estão agora integradas com software de avaliação de riscos para ajudar a orientar os engenheiros através de etapas do ciclo de vida de segurança de máquinas em um ambiente, fornecendo documentação para mostrar conformidade com as normas internacionais.

 Implementar sistemas de segurança inteligentes

Novos designs e dispositivos de segurança inteligente podem reduzir sua fiação, custos de design e tempo de inatividade não programado.

 Por exemplo, você pode capturar interações de dispositivos inteligentes para criar feedback de manutenção preditiva e outras informações.

Os sistemas inteligentes ajudam a controlar o acesso das máquinas a pessoal autorizado e treinado para melhorar a produtividade, a segurança e a segurança.

São apenas dicas do que eu tenho observado, sem dúvida existem muito mais, mas o mais importante é sempre buscar a excelência em segurança daqui para frente!

Estamos juntos!

Dizer que você sabe sobre segurança baseada em comportamento porque você assistiu uma palestra ou leu um livro é como dizer que você……

Dizer que você sabe sobre BBS (segurança baseada em comportamento) porque assistiu uma palestra ou leu um livro é como dizer que você sabe sobre alemães porque você conheceu um.

A gama de opções disponíveis para lidar com comportamentos relacionados à segurança é muito mais ampla do que qualquer metodologia.

Há também muito mal-entendido sobre as intenções originais do BBS, e como isso resultou em culpar os colaboradores e não conseguiu reduzir os acidentes no mesmo ritmo que reduziu os acidentes menores.

Alguns desses equívocos são impulsionados por desenvolvedores iniciais dessas metodologias específicas do BBS que tendem a falar sobre o que eles pretendiam fazer em vez do que realmente fizeram.

Lembro-me desse equívoco básico toda vez que alguém me diz que acredita ou não acredita em BBS, gosta ou não de BBS, ou que o BBS funciona ou não funciona.

Todas essas afirmações assumem que o BBS   é uma coisa que sempre é feita da mesma maneira.

Se isso fosse verdade, então as afirmações também seriam.

Nenhum programa enlatado ou de prateleira se encaixa em todas as organizações.

 Mas mesmo o mainstream do BBS   tem variações significativas na forma como é feito.

Dito isso, a maioria das pessoas só conhece um desses programas e tendem a assumir que todo o resto é basicamente o mesmo.

 Um cliente recente apontou que outra empresa estava fornecendo mais horas de treinamento por um valor menor, como se a quantidade fosse o único problema e que o treinamento mais longo deve ser melhor do que treinamento mais curto.

Perguntei a um VP de segurança corporativa recentemente qual era a principal diferença entre os provedores BBS e ele respondeu: PREÇO E GRIFE!”

Logicamente, o pensamento de que todos os processos BBS são semelhantes levaria a pensar que as metodologias utilizadas seriam semelhantes.

 Se isso fosse verdade, todos os processos BBS teriam estratégias de implementação semelhantes, patrocínio, suporte de gestão definido, governança, checklists comportamentais, técnicas de observação, modelos de modificação de comportamento, KPIs, utilização de dados de observação e mecanismos de sustentabilidade de longo prazo.

Nada poderia estar mais longe da verdade.

Os modelos de implementação variam de modelos de consultores totalmente suportados a modelos de consultor interno para treinar modelos de treinadores para modelos “faça você mesmo”.

 Algumas implementações do BBS têm patrocinadores em tempo integral, algumas têm patrocínio como outra tarefa para um líder organizacional, e algumas têm patrocínio sindical ou nenhum patrocinador.

 Alguns modelos BBS   pedem aos gestores que forneçam suporte específico e outros pedem aos gestores que deixem o processo em paz e deixem os colaboradores executá-lo.

Alguns têm uma equipe ou comitê de direção e outros têm um único ponto de responsabilidade.

 Alguns até têm líderes de equipe em tempo integral ou membros que deixam seus empregos regulares por um tempo para se concentrar apenas no processo BBS.

Algumas listas de verificação BBS têm comportamentos de risco que precisam ser interrompidos (extintos).

 Outras listas de verificação têm comportamentos de precaução que precisam ser incentivados a se tornarem mais regulares.

Algumas listas de verificação são extensas com dezenas de comportamentos e outras são tão curtas quanto um ou dois comportamentos de cada vez.

Alguns sites têm supervisores e/ou gerentes que realizam observações e outros sites proíbem estritamente isso e têm apenas observações ponto a ponto.

 Alguns realizam o mesmo número de observações para sempre (ou tentam) enquanto outros diminuem a frequência de observação à medida que os comportamentos se tornam mais rotineiros e habituais.

Alguns treinam cada colaborador para ser um observador e pedem a cada um que realize um número atribuído de observações por mês.

Outros treinam todos, mas apenas pedem um certo número para observar ativamente, às vezes rotativas atribuições de observação entre meses do ano e/ou áreas do local de trabalho.

Outros processos BBS utilizam apenas poucos observadores altamente treinados para realizar todas as observações com foco na qualidade.

 Alguns processos BBS observam apenas enquanto outros observam e dão feedback.

 Alguns processos de observação postam dados e outros não.

Algumas metodologias do BBS assumem que o feedback dos pares é tudo o que é necessário para modificar comportamentos, enquanto outros perguntam rotineiramente aos colaboradores porque eles fizeram escolhas comportamentais para entender melhor quais influências estão moldando comportamentos comuns no local de trabalho.

Alguns ensinam aos observadores técnicas de coaching de desempenho para aumentar seu impacto ao dar feedback aos colaboradores.

Outros contam com reforços extrínsecos, como recompensas, reconhecimento e até pagar pela realização de observações.

Alguns desses motivadores extrínsecos estão alinhados com novas pesquisas sobre motivação e outros estão irremediavelmente desatualizados.

Embora alguns KPIs tenham se tornado bastante comuns entre os métodos BBS, a maioria dos sites ainda está procurando indicadores significativos.

Possivelmente a métrica BBS mais comum é simplesmente por cento segura: a porcentagem de comportamentos observados que eram seguros.

A maioria das outras medidas comuns são métricas de participação, como percentual de observações direcionadas realizadas, percentual de observadores atribuídos que completaram suas observações, percentual de membros da equipe de direção participando de reuniões, número de colaboradores que declinam sendo observados etc.

 Alguns processos BBS rastreiam o número de planos de ação desenvolvidos a partir dos dados de observação ou do número de tais planos que são concluídos com sucesso.

Alguns processos focam na interação entre observador e trabalhador e descontam o valor dos dados coletados a partir da observação.

 Outros tendem a valorizar os dados como uma visão das influências do local de trabalho, e seus planos de ação geralmente abordam essas influências em vez dos comportamentos da lista de verificação diretamente.

Quase todos veem o percentual dos dados de observação como um indicador de como os comportamentos estão sendo moldados de forma eficiente e como isso está afetando os Kpis tradicionais de segurança.

Infelizmente, a viabilidade e a sustentabilidade a longo prazo do processo BBS são uma reflexão posterior para muitos programas.

Outros constroem em estrutura e métricas para garantir que os líderes possam navegar bem o processo para o futuro.

Estamos juntos! 

Sua área de armazenagem está dentro dos KPIs do seu SGA?

Com o crescimento das áreas de armazenagem, nunca houve um momento em que o setor de logística tenha sido maior e mais movimentado.

Com essa reviravolta vem a probabilidade de um maior impacto socioambiental neste setor à medida que mais recursos, matérias-primas e transporte saem para atender a essa crescente necessidade.

Portanto, à medida que a demanda aumenta, geralmente é lógico que o impacto no meio ambiente, tanto local quanto global, também aumentará.

No entanto, é possível que as organizações que possuem um SGA, ou pelo menos adotem os princípios da norma, possam mitigar esse risco por meio de ações e diminuir seu impacto socioambiental.

 Como sempre, melhorar esse desempenho começa com a definição precisa dos KPIs que são importantes para o desempenho de uma organização e a conscientização de atividades que possam proporcionar riscos socioambientais.

Qualquer organização com um SGA pode atestar o fato de que um dos blocos fundamentais da norma é identificar aspectos ambientais que podem potencialmente ser prejudiciais para o seu negócio e as partes interessadas, e decidir como defini-los e medi-los.

 Isso fornece a base para decidir sobre iniciativas, programas e processos para mitigar e melhorar esses aspectos e, portanto, o desempenho ambiental da organização.

Assim, agora entendemos a importância de definir KPIs para qualquer negócio, e a relação direta entre aspectos ambientais, o impacto socioambiental de uma organização e planos de ação com as medidas de mitigação e os respectivos KPIs, como aplicamos isso no negócio de armazenagem e realização?

A maioria das organizações com um SGA perceberá a importância de gerenciar sua cadeia de suprimentos para a excelência socioambiental

Garantir que sua cadeia de suprimentos seja adequada sempre que possível pode ajudar muito com isso, e onde isso não for possível, você descobrirá que garantir que você use critérios ambientais ao selecionar fornecedores pode ter um impacto extremamente positivo no efeito da sua cadeia de suprimentos no meio ambiente.

 Junto com isso, existem várias outras considerações importantes na definição de KPIs relacionados aos impactos ambientais avaliados nesta indústria:

Embalagem: Grandes quantidades de embalagens são consumidas anualmente no setor de armazém e preenchimento pense nos principais varejistas online que entregam pacotes para muitas de nossas casas regularmente.

 Considere a origem, o ciclo de vida e a reciclagem das embalagens e considere dar aos clientes opções pelas quais você pode consolidar pedidos e reduzir as embalagens usadas.

 Considere a sinalização em sua embalagem para garantir que seus clientes também reciclem.

Da mesma forma, com qualquer embalagem interna ou material absorvente de impacto, o material reciclado quase sempre pode ser originado para este trabalho.

Utilidades: Os armazéns modernos podem ser massivos, e grandes quantidades de aquecimento e iluminação podem ser usadas durante o armazenamento e operações.

Considere os LEDs e os sensores de movimento ecológicos para limitar o consumo elétrico desnecessário.

Projete o layout do seu armazém de forma inteligente, garanta que seus itens comumente usados estejam juntos e itens raramente usados da mesma forma, e você pode limitar a eletricidade usada em ambas as áreas.

Novamente, considere o impacto do uso de energia desnecessária fornecendo aquecimento desnecessário no inverno e você pode limitar o impacto ambiental do seu armazém.

Transporte: Mais uma vez, um grande aspecto do setor de armazenagem e cumprimento é o transporte de mercadorias.

 Certifique-se de que suas mercadorias sejam consolidadas em embarques para regiões comuns, e que quando sua organização selecionar uma transportadora, ela possa demonstrar um registro de iniciativas para garantir que suas próprias atividades sejam organizadas com o mínimo impacto ambiental, como o ponto focal de seu pensamento.

Programas internos: Não se esqueça que seus próprios colaboradores e atividades de escritório também podem ter um impacto ambiental significativo que também precisa ser considerado.

Em nosso artigo anterior como identificar aspectos ambientais em seu escritório usando a ISO 14001, consideramos como as escolhas que os colaboradores fazem diariamente, desde compartilhar viagens de trabalho até quando usar impressoras e consumíveis e assim por diante, podem ter um enorme impacto socioambiental meio ambiente.

Certifique-se de que sua organização considere isso e forneça as informações, competências e conhecimentos corretos para permitir que sua equipe tome decisões inteligentes e informadas.

Definir seus KPIs é a base para um bom desempenho em seu SGA, mas você deve saber como projetar iniciativas e programas para combater essas atividades que colocam seu desempenho ambiental em risco.

 O que está claro é que você pode identificar e definir seus KPIs com mais precisão, e o que é melhor, você deve ser capaz de trabalhar para mitigar seu efeito sobre o meio ambiente em seu armazém e negócios de realização.

Este é o momento em que sua organização agora pode empregar o ciclo do PDCA para garantir que sua ação seja considerada, e em última instância, eficaz.

Garantir que você considere esses elementos pode ser a chave para garantir que o impacto do seu negócio em armazenamento e cumprimento de toda a legislação.

Estamos Juntos!

Seu cérebro e o “novo normal’ na segurança do trabalho na volta das atividades.

Corri com os touros na Espanha e mergulhei com tubarões brancos na Namíbia a algum tempo.

Foram algumas das coisas mais emocionantes que já fiz.

Quando os touros se aproximam, é o caos, as ruas Pamplona são estreitas, adrenalina a mil.

Quando os tubarões aparecem do nada, é outra sensação incrível.

 O medo se espalha rapidamente.

No caso dos touros, as pessoas correm de forma errática, cortando etc. e você é ensinado que se você cair, você deve se proteger e não se levantar.

 Se um touro vê movimento, você pode ser espetado.

Tenho pensado muito sobre o papel que o medo desempenhou em nossas vidas durante esses últimos meses.

 Todos nós fomos impactados pela pandemia COVID-19.

 Quando falo com nossos clientes, eles estão trabalhando para gerenciar tanto a natureza prática de sua resposta ao vírus quanto o medo entre seus colaboradores.

À medida que muitas organizações começam a mudar seu foco da resposta ao vírus para voltar ao trabalho, um ponto cego está surgindo.

Se eu pensar naquele dia na Espanha ou na Namíbia com a minha visão de riscos em segurança, eu diria que não deveria ter feito.

 Agora o mais hilário é que depois de ter passado a corrida, tropecei na calçada, pois vinha falando exaltado pelo feito, cai e quebrei o braço

Na Namíbia depois do mergulho, ao chegar ao porto estava ainda eufórico, não pensei resolvi pular do barco para o caís com displicência com todo o equipamento e fiquei com uma perna presa e …quebrei o tornozelo.

Quando estes dois fatos aconteceram, acreditava que o perigo já tinha passado e o risco …, QUE RISCO???

E RELAXEI., que vergonha para os meus colegas de profissão.

 Agora pense no que estamos todos lidando durante esta pandemia.

O que me preocupo é a tendência organizacional de relaxar à medida que voltamos a algum grau de normalidade.

Nosso cérebro é interesse como funciona.

 É propenso a alguns perigos muito previsíveis que poderiam ser facilmente ampliados se acreditarmos que as coisas estão “de volta ao normal”.

O engajamento do nosso cérebro corre o risco real de ser diminuído com base nas regras pelas quais ele opera.

Devemos estar cientes desses perigos centrados no cérebro à medida que as operações estão funcionando novamente:

 Todos desejamos conforto.

 Queremos o familiar.

 Ao permitir que nosso cérebro “caia nos velhos ritmos”, estamos propensos a erros.

Organizações que entendem isso percebem que a exposição ainda existe porque as pessoas voltarão rapidamente aos velhos hábitos.

 Como resultado, eles capacitam seus colaboradores da linha de frente a se engajarem em seus cérebros lentos para tomar decisões seguras.

 Muitos de nós estamos longe do nosso local de trabalho há um bom tempo.

Confiar no “o que me lembro” versus “o que é seguro e correto” pode ser uma receita para o aumento da exposição.

As organizações que entendem essa armadilha permitem ao seu pessoal o tempo necessário para aplicar as melhores práticas quando elas retornam.

Eles revisitam processos e procedimentos e se concentram em reconhecer a tomada e execução seguras mais do que apontar metas de produção.

Não importa o quanto tentamos mitigar os efeitos da covid durante o trabalho, este vírus ainda causará “interferência”.

 Os colaboradores terão os entes queridos afetados.

Os membros da família ficarão com medo.

Os colaboradores terão problemas de saúde.

As organizações que entendem a atenção dividida tomam esforços para engajar seus colaboradores nas especificidades das exposições que enfrentam devem tomar providências o mais rápido possível

O que os colaboradores precisam da gestão é a ênfase em operações seguras e confiáveis.

 Todo mundo tem um papel a desempenhar à medida que todos nós voltamos a se atualizar.

Precisamos permanecer vigilantes para continuar reavaliando as exposições ao nosso redor, não podemos relaxar.

Lembrem se dos meus dois vexames 

Estamos juntos!

Ações de Responsabilidade Social Corporativa em tempos de métricas ESG , nesse momento, quem é quem?

Todos ajudando, ótimo !!, mas com que propósito?

Até onde não é jogada de marketing para limpar a marca que está manchada no mercado por escândalos, acidentes socioambientais recentes ou do passado etc.?

Responsabilidade Social Corporativa, não é assinar um cheque, doar cestas ou máscaras e passar uma borracha na consciência, né!

Esmola demais …sei não, então, o que está por trás de todas as ações ?

Estudei quase 1900 acidentes socioambientais para meu doutorado, e passei por vários na minha carreira profissional de + 40 anos, então a lista é grande se for escrever aqui.

Hoje, não somos apenas protagonistas de um evento global sem precedentes nos tempos modernos, somos todas e cada uma das ações que tomamos diante dele.

Muitas ações em favor da sociedade emergiram de vários setores.

 Embora à primeira vista, todos eles possam ter a mesma natureza, nem tudo o que brilha é ouro.

Poxa Roberto, você está sendo crítico demais, o que importa é a ajuda.

 Sim, certo, e de acordo, o que vale é ajudar, mas …….

Seria interessante definir quais delas foram altruístas, e quais as ações que são por conveniência.

Você quer saber a diferença?

A palavra altruísmo é descrita como uma busca desinteressada do bem das pessoas, mesmo à custa do interesse próprio.

Desde o início da pandemia, todos nós depositamos nossas esperanças em uma vacina que nos permita estar a salvo e parar de correr um risco latente de contágio.

Infelizmente, até hoje não temos uma em mãos, mas temos uma opção altruísta.

Alguns pacientes recuperados da covid se ofereceram parar doar plasma, pois essa transfusão carregada de anticorpos desenvolvida para pessoas gravemente doentes com a doença pode ajudar na recuperação rápida e melhor.

Para realizar essa ação altruísta, uma vez que doam sem conhecer a identidade do beneficiário e sem ganhar absolutamente nada mais do que a satisfação de ajudar os outros em um momento tão decisivo.

Enquanto algumas pessoas estão contribuindo com algo para ajudar, existem outros tipos de ações: aquelas realizadas por organizações “socialmente responsáveis”

Responsabilidade Social Corporativa é o compromisso consciente e consistente de cumprir os objetivos da organização, interna e externamente, considerando as expectativas econômicas, sociais e ambientais de todos os seus participantes, demonstrando respeito pelas pessoas, valores éticos, a comunidade e o meio ambiente, contribuindo assim para a construção do bem comum.

Esse termo, diferentemente do altruísmo, concentra-se nas organizações como um todo e não individualmente e é baseado em diferentes pilares com mais propósitos.

Em tempos normais, as organizações geralmente tomam iniciativas socialmente responsáveis para melhorar sua marca e construir um relacionamento mais forte com consumidores, investidores e colaboradores, a fim de gerar lucros.

Uma iniciativa socialmente responsável é tomar medidas voluntárias que não sejam prescritas por lei ou que não sejam necessárias para cumprir com os regulamentos.

Estudos mostram que existe uma disposição das pessoas de comprar, recomendar, trabalhar ou investir em uma empresa é significativamente influenciada por suas percepções de suas práticas de responsabilidade social e ambiental

 Portanto, tomar ações que beneficiem as pessoas pode gerar vendas mais altas, aumentar a valorização da empresa e manter bons colaboradores por mais tempo.

Algumas marcas de moda transformaram suas fábricas para produzir máscaras, enquanto os fabricantes de álcool e cerveja também mudaram parte de sua produção e distribuição para desinfetantes para as mãos.

Outras empresas prometeram investimento, suprimentos e conhecimento para ajudar na resposta à covid.

Isso não significa que suas ações não contribuam significativamente para a sociedade muito pelo contrário, sua cooperação e ajuda são muito bem recebidas, mas também o fato de não fazer sua parte pode resultar em um golpe de longo prazo na reputação de uma empresa.

Em um campo diferente, há ações por conveniência, que não estão relacionadas a altruísta ou a responsabilidade social corporativa.

As ações convenientes são aquelas que, à primeira vista, podem ser percebidas com propósitos desinteressados, mas que têm como pano de fundo um benefício para quem a realiza.

A sociedade bem como os stakeholders internos e externos que estão sob a influência da organização, não são bobos e sabem distinguir quem é quem, foi se o tempo que a sociedade era bobinha.

 Aquelas ações de “CEO com propósito”, “Não vamos demitir”, “não vamos cortar salários”, não vão ser esquecidas e vão ser cobrados com juros e correção pela sociedade.

Não desejo aqui dizer que as ações a favor da sociedade são boas ou más, pelo contrário.

Todas são excelentes, desde que contribuam com algo benéfico para quem mais precisa, serão bem-vindas, mas também é importante que você considere outras motivações estratégicas, de quem os realiza.

Não é porque você doou XXXXX máscaras, que seus escândalos de corrupção, seus impactos socioambientais vão ser ignorados.

Estamos juntos!

Auditoria interna de Riscos no seu SGA (Sistema de gestão ambiental), qual a situação em tempos de ESG?

Este que ano que passou colaborei com vários de nossos clientes em suas auditorias interna tanto operacional ambiental como as do sistema de gestão (sim, são bem distintas), e normalmente encontramos situações que são interessantes e, gostaria de dividir com vocês essa experiência.

Agora como consultor, como eu sempre brinco “do outro lado da cerca “depois de 40 anos usando crachá, tem certas situações que remontam dos meus tempos de analista (faz tempo rsrs) e dos equívocos que cometi na época.

A auditoria interna é um dos elementos mais vitais de um SGA para garantir que os processos sejam eficazes e sejam seguidos, e, portanto, proporcionar melhoria contínua.

Com tanta importância colocada no processo de auditoria interna e tantos detalhes que precisam ser capturados, portanto, faz sentido abordar no seu programa de auditoria com algum tipo de plano metódico para garantir que sua organização obtenha o máximo benefício de sua função de auditoria.

É provável que sua organização decida sobre a frequência do seu ciclo de auditoria interna em sua revisão de gestão, normalmente realizada anualmente.

É possível, neste momento, que sua organização decida sobre os tópicos para sua auditoria interna, embora isso possa mudar durante o ano como resposta a quaisquer incidentes ou acidentes, ou à medida que surgem saídas de avaliação de riscos e discussões baseadas em riscos.

No entanto, há sempre o perigo de que uma auditoria interna possa ser menos eficaz do que o esperado por falta de planejamento seja falta de recursos, o proprietário correto do processo estar indisponível ou detalhes mal registrados ou insuficientes.

Portanto, faz sentido colocar algum tipo de plano em prática ao olhar para o próximo ano para garantir que sua função de auditoria interna seja planejada, organizada e tenha o máximo benefício para sua organização.

Para garantir que capturemos todos os componentes vitais da auditoria interna, o que sua organização deve pensar ao criar um plano de auditoria?

Vamos examinar com mais detalhes:

O objetivo estratégico em um plano de auditoria precisa estar ligado ao objetivo geral da sua organização, para garantir que seja de alguma forma mensurável do ponto de vista interno.

 Por exemplo, faz parte do plano que você espera definir tópicos e frequências para auditoria interna, ou isso é feito na revisão da gerência?

 Este plano está sendo criado para garantir que a auditoria interna em si seja eficaz e atenda às condições da norma ISO 14001 em termos de verificação de processos e entrega de melhoria contínua?

O plano de auditoria deve capturar todos esses elementos, além de garantir que suas próprias auditorias ofereçam melhorias contínuas.

 Esses podem ser um dos principais usos do seu plano de auditoria.

 Você tem uma equipe de colaboradores adequadamente treinada para garantir que suas auditorias internas sejam eficazes?

Você pode usar o plano para garantir que todos os colaboradores escolhidos estejam disponíveis nos dias determinados e não em férias ou envolvidos em outros projetos?

 Os colaboradores que você selecionou entendem os objetivos do plano de auditoria e a própria auditoria interna?

 Os colaboradores que você seleciona conhecem a norma ISO 14001 para garantir que a auditoria interna possa ser executada com eficiência?

Sem dúvida, sua organização terá documentação ou formulários sobre como realizar a auditoria interna e registrar as informações de suporte.

Pergunto; isso é suficiente?

O nível de informações registradas varia de acordo com o auditor?

 Dado que a qualidade de qualquer ação corretiva pode variar dependendo das informações observadas tarefas auditadas, colaboradores entrevistados, evidências observadas etc. pode ser aconselhável usar seu plano de auditoria interna para esclarecer e garantir que essas informações de suporte sejam registradas para em certa medida e de maneira a ajudar a melhorar a qualidade do resultado da própria auditoria.

Também é bom lembrar que, independentemente do formato escolhido, é recomendável registrar os detalhes do seu plano digitalmente, pois isso é útil como informações de suporte para a saída da sua auditoria interna e registrá-las no SGA para referência.

Pense no plano de auditoria interna e seus detalhes como uma extensão do seu próprio processo de auditoria interna.

É aconselhável revisar e medir a eficácia de tal processo, como acontece com qualquer elemento relacionado ao ciclo “Planejar, fazer, verificar, agir” dentro dos padrões da ISO.

O plano de auditoria interna está tornando seu processo de auditoria mais eficaz, organizado e detalhado do que antes?

 Os detalhes registrados no seu plano de auditoria ajudam a identificar as causas principais com mais clareza e permitem que as ações corretivas sejam mais eficazes?

 Se a resposta for “não”, talvez seja necessário revisar, alterar os detalhes e tentar novamente.

A eficácia de suas próprias auditorias internas pode ser bastante aprimorada pelo nível de planejamento que sua organização faz em torno delas.

Ter as pessoas corretas auditando os processos colaboradores corretos no momento e no local corretos, resultando em um nível de detalhe muito preciso, pode dar à sua organização uma excelente visão de quão eficaz é esse processo específico.

 Quando esse nível de detalhe não está presente, podem aparecer facilmente lacunas que, de outra forma, não seriam evidentes.

Isso, sem dúvida, cria perigo para a sua organização quando as auditorias de certificação e vigilância são realizadas, mas, igualmente importante, pode custar dinheiro à sua organização diariamente por ineficiência e baixo desempenho.

 Sua auditoria interna é fundamental para o desempenho e o bem-estar da sua organização – planeje-a bem e você verá o benefício.

Estamos juntos!

Mais um novo virus, mais uma nova pandemia? Prepare-se para o aumento de acidentes na sua área.

Com a eclosão de mais um novo virus, estamos enfrentando tempos sem precedentes que afetam a todos pessoalmente.

Em uma das minhas ” lives”, contei que como tinha passado por situações de crise como o Ebola e outras, iria acontecer o que eu mais temia, de acordo com os relatos de nossos clientes, acidentes começam ocorrer.

Sabe por quê?

Como você pode estar focado, se lá fora sua família corre perigo?

Já pensou?

Com esses novos desafios, devemos encontrar novas maneiras de atendê-los.

 Com a proibição de viagens, reuniões e pequenos eventos em grupo, uma tendência compreensível (ainda lamentável) está se desenvolvendo:

Muitas organizações estão cancelando reuniões de segurança e treinamentos.

Este é um momento de verdade para empresas em todo o mundo.

 Durante esta crise sem precedentes, não basta apenas manter a mensagem em cima da mente.

Todos nós precisamos fazer melhor.

 Foco específico na segurança é necessário.

Considere a seguinte analogia.

 Ao dirigir, nos concentramos e escaneamos.

Nós nos concentramos nas linhas na estrada, ou nos meios-fios, como eles nos ajudam a navegar.

 No entanto, não olhamos para isso.

Também escaneamos nosso setor, observamos o comportamento de outros veículos e procuramos pedestres e animais.

Nós nos concentramos e escaneamos.

Com a pandemia, prepare-se para o aumento das lesões durante um momento divisor de águas (como o que todos estamos enfrentando agora), as pessoas estão focadas na incerteza e tentando o seu melhor para procurar as coisas que podem prejudicá-las.

Isso é análogo a dirigir enquanto fala ou manda mensagem e foca mais na conversa (que você não deveria estar tendo) do que na estrada à frente.

Perigoso, como todos sabemos, mas é isso que está acontecendo dentro e fora do trabalho.

 As pessoas estão justificadamente distraídas.

Precisamos planejar para a realidade que as lesões provavelmente aumentarão com essa perda de foco.

Vários clientes estão imediatamente agindo sob os seguintes conselhos.

Para desenvolver um foco, não apenas em segurança, analise seus dados ou reúna insights e responda a essas cinco perguntas vitais:

Quais são os grandes riscos (alta probabilidade, alta gravidade) e eles mudaram no passado recente com o início do COVID-19?

Quais são os riscos comuns (baixa probabilidade e gravidade incertos), e da mesma forma, como eles estão mudando?

Quais precauções são necessárias para superar os grandes riscos e quais precauções a critério do empregado são necessárias para enfrentar os riscos comuns?

Como você controla as precauções necessárias e como influência e treina as precauções discricionárias com capacidade limitada de fornecer feedback individual ou em grupo?

Durante essa pandemia, devemos estar hiper focados em segurança.

Sempre que possível, envolva sua força de trabalho neste exercício, pois uma maior propriedade virá do envolvimento na criação dessas respostas.

Por fim, desafie seus colaboradores a levar essas conversas para casa e discutir com suas famílias.

Estamos juntos!

Segurança comportamental não se trata de bônus e doces para colaboradores “bons”​.

Se cada vez que um rato virar à esquerda em um labirinto ele recebe uma delícia, e cada vez que ele vira à direita recebe um choque elétrico, ele aprenderá a virar à esquerda com mais frequência.

 Esta é a base na qual a segurança comportamental funciona.

Pessoas são mais complicadas que ratos, e as questões do que a recompensa para boas práticas de trabalho e punição para as más práticas são complexas.

Programas de segurança comportamentais sem base tratam as pessoas como ratos de laboratório uma recompensa por serem vistas fazendo a coisa certa, e uma punição por serem pegas fazendo a coisa errada.

Um processo-chave é representado como ABC., para ficar mais fácil a compreensão dos colegas

Onde o B é o comportamento observável, que pode ser qualquer coisa que um indivíduo faz (ou não faz), escreve ou diz.

 A é o antecedente, o estímulo ou evento que levou ao comportamento, políticas, demonstrações de método ou projeto de equipamento, por exemplo.

Uma abordagem tradicional para lidar com o comportamento no local de trabalho foi mudar os antecedentes: Escrever políticas mais firmes, fornecer mais treinamento, instrução e supervisão, exibir muitos sinais.

No entanto, como acontece com os ratos, precisamos entender o C, as consequências do comportamento.

O rato sabe apenas que é tratado ou punido, em muitos casos os colaboradores sabem que, embora possam ser punidos se forem pegos se comportando de forma insegura, se não terminarem o trabalho a tempo porque atrasam para uma verificação de segurança, eles definitivamente serão punidos, mesmo que seja apenas uma repreensão de um supervisor.

AS CONSEQUÊNCIAS DE NÃO USAR ÓCULOS DE SEGURANÇA PODEM DEPENDER DO COMPORTAMENTO DO SUPERVISOR QUE IGNORA A OMISSÃO E DOS COLEGAS QUE RIEM DO USUÁRIO USA

Algumas das consequências são inerentes ao comportamento.

Se os óculos de segurança baratos forem fornecidos, o colaborador pesa as consequências de usá-los: Ficarei desconfortável, mas ficarei protegido

Com as consequências de não os usar: Ficarei mais confortável, mas posso perder um olho em um acidente.

Se a probabilidade de um acidente parece remota, as consequências imediatas ditam o comportamento.

No local de trabalho, o comportamento de uma pessoa pode ser um antecedente ou consequência para outra pessoa.

 Os antecedentes do comportamento “usando óculos” dependem do comportamento das pessoas que especificaram, adquiriram e testaram.

As consequências podem depender do comportamento do supervisor que ignora a omissão e dos colegas que riem do que usa.

 Os programas de segurança comportamental são criticados quando se concentram no comportamento dos colaboradores, como usar equipamentos de proteção individual ou seguir regras do local, sem referência a antecedentes e consequências enraizadas na liderança e na conduta gerencial.

A outra armadilha dos programas de segurança comportamental é o risco de que eles possam ser usados como substituto para fornecer um local de trabalho seguro e um sistema de trabalho seguro que siga a hierarquia dos controles.

Se uma organização tem uma alta incidência de pessoas escorregando em um piso molhado, a solução não é introduzir imediatamente um programa de segurança comportamental que exige que as pessoas caminhem com cuidado.

Se o chão estiver molhado porque o maquinário vaza, conserte o vazamento.

 Se o ambiente é tal que o chão vai ficar molhado, limitar o número de pessoas que precisam passar por cima dele ou aumentar a frequência de limpeza.

 Sapatos antiderrapantes podem ser adicionados como um controle para aqueles que precisam atravessar o chão.

Somente quando o risco subjacente foi reduzido tão baixo quanto razoavelmente praticável faz sentido aplicar a segurança comportamental.

No caso do piso molhado, você deve considerar porque as pessoas usam o calçado errado, porque eles pegam um atalho pela área restrita, ou porque sentem que precisam correr em vez de andar.

Nós utilizamos seis etapas para a implementação de um programa de segurança comportamental, aqui aplicado a uma operação de manuseio manual.

Passo 1: Estabeleça o resultado desejado: ninguém sofre uma lesão manual de manuseio.

Passo 2: Especifique o comportamento crítico: a técnica de manuseio manual correta é usada.

Passo 3: Estabeleça que o grupo alvo pode realizar o comportamento: eles são corretamente treinados e aptos.

Passo 4: Conduzir a análise do ABC. O que acontece se eles pedirem a alguém para ajudar com um elevador, e pedir uma pausa depois de um período intenso de tentar alçar ou atrasar um movimento para buscar um carrinho?

O que acontece se eles continuarem em insistir em alçar na mão grande que é muito pesado para eles e completar um trabalho mais cedo?

Passo 5: Alterar consequências para reforçar o comportamento desejado: elogiar aqueles que fazem o trabalho corretamente.

O reforço positivo do bom comportamento tem um efeito mais poderoso do que o reforço negativo da má prática, então você precisa encontrar as pessoas acertando.

Passo 6: Avaliar o impacto: há menos dias de licença médica por lidar com lesões? As pessoas estão demonstrando a técnica correta?

Você pode inserir um passo extra entre o primeiro e o segundo, para revisar avaliações, registros de acidentes e incidentes, sistemas de trabalho para garantir que tudo razoavelmente viável tenha sido feito para eliminar o manuseio manual e para fornecer um ambiente de trabalho onde os objetos possam ser manuseados com segurança.

Segurança comportamental não se trata de bônus e doces para colaboradores “bons”.

Não é um substituto para a eliminação de riscos, mas uma maneira de reforçar o comportamento necessário para gerenciar o risco residual quando outras ações razoavelmente viáveis foram tomadas.

Estamos juntos!

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