Gestão em QSMS-RS e Sustentabilidade

Você sabe o que sua consultoria ambiental está fazendo nesse exato momento?

Sua consultoria de projetos sociais?

Estão seguindo suas normas de Segurança do trabalho ou prevenção a acidentes ambientais?

Essas consultorias compreendem que elas representam sua organização, a sua reputação socioambiental?

Você está 100% em compliance?

Nãoooooooooo quanto a legislação ou normas, para isso existe N softwares que vendem a mesma coisa e teoricamente estão te atualizando por algum escritório de advocacia.

Estou falando láaaaaaaaaaaaaaaa das operações na linha de fogo, na linha de frente ou trecho.

Suas condicionantes tanto sociais como ambientais estão sendo entregues no prazo?

O que está escrito nos relatórios entregues correspondem à realidade, ou surpresas vem depois de que o órgão ambiental te autua?

Éeeeeee, meus colegas, quem é gestor e está passando por isso nesse exato momento, e que está tendo o trabalho de ler está provocação do seu amigo aqui.

Quantas vezes não se depara com esse pensamento?

Infelizmente existem muitas empresas que tem o SGI, apenas para ter uns certificados pregado na parede.

Mas será que o sistema de gestão só serve para ter uns quadrinhos na parede por desencargo de consciência, para inglês ver ou para conseguir acessar a clientes?

Quem disse que ter um SGI, é garantia de não ter acidente do trabalho ou acidente ambiental?

Gestão em QSMS-RS & Sustentabilidade (SGI) nunca é um estado permanente, todos estes indicadores principais e outros, que muitos não dão importância na análise para a medidas preventivas são muitas vezes mal interpretados, ou não analisados como um todo.

Gostaria de que nós profissionais “gestores do SGI “fossemos um pouco mais devagar.

Por favor, precisamos voltar ao básico.

Convenhamos que sabemos (pelo menos deveríamos, pois, é esta a principal função de um gestor com liderança) o que está errado com o SGI, colaboradores e a situação na linha de frente.

Geralmente sabemos como está a situação no nosso SGI (compliance ou não?) e o que está acontecendo na organização.

Sabemos quais as áreas onde corremos mais riscos, onde certas tarefas são mais perigosas etc.

E se não sabemos!!!!

Precisamos tirar nossas bundas da cadeira (TBC) e ir na operação onde o trabalho é feito.

Quando alguém comete um erro precisamos pedir-lhes para nos ajudar a entender por tomaram aquela atitude?

É preciso compreender as pessoas e eles precisam entender-nos.

Então paremmmmm, de fazer joguinhos, bingos, concurso e passar filminhos com as crianças pedindo para os pais não se acidentarem, nem tão pouco assinar compromissos e no final abraçarmos juntos e chorarmos durante sua SIPAT.

“NINGUEM NUNCA MORREU EM ACIDENTE DE TRABALHO POR QUE NÃO QUERIA VOLTAR PARA CASA OU SEU FILHO NÃO QUERIA QUE ELE VOLTASSE”

Precisamos parar por um momento e perguntar a nós mesmos gestores o que estamos fazendo para a gestão e os gerenciamentos de todos os riscos e mitigá-los.

Se nossa resposta é:

“Não sei muito bem “, então, meus colegas, para tudo e comece a fazê-lo.

Se você não conhece seus riscos, pode ter certeza que eles iram te conhecer em breve!

Estamos juntos!

Publicado por Roberto Roche

Roberto Roche ao longo de três décadas consolidou sua experiência exercendo vários cargos de alta direção em QSMS–RS & Sustentabilidade nas áreas de Óleo & Gás, Construção Civil Pesada, Montagem Industrial, Portos e Mineração em mais de 15 países na América Latina, África e Oriente Médio como Mars, Queiroz Galvao Internacional e Odebrecht Internacional e Imerys .

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