Gestão em QSMS-RS e Sustentabilidade

Se entendemos que risco é a probabilidade de algo acontecer, fica claro que ele está presente em todos os processos de uma empresa.

NÃO EXISTE RISCO ZERO

E por este motivo, as organizações estão buscando definir e implantar culturas de risco socioambiental para facilitar a identificação e a gestão de possíveis crises.

Alguém previu o covid 19? Foi um Cisne Negro? (assistam minha palestra rsrs)

Rompimento de Barragens de rejeitos da mineração?

Linhas de transmissão responsáveis por impacto socioambientais (assunto na mídia nos dias de hoje)?

Eólicas, PCHs impactando as comunidades?

Empresas de bebidas, perfumes e outras grande lançadoras de resíduos de embalagens no nos mares, rios etc.?

Entre os principais riscos presentes no mundo corporativo e que muitas vezes, são negligenciados pelas empresas, estão:

Risco é comportamento, é cultural.

Depois do Covid, muita coisa vai mudar quanto a gestão de risco

Mas, ainda mais importante do que identificar os riscos, é a maneira como as organizações lidam com eles.

 Antes, havia uma tendência de delegar os riscos a áreas específicas (compliance/auditoria).

Mas mundo mudou, a sociedade está atenta ao processo do ESG das organizações

Atualmente, enxergamos o risco de uma forma mais transversal, principalmente sobre os impactos socioambientais, entendendo que a sua gestão não é mais responsabilidade exclusiva de alguma área, mas sim de todos os colaboradores.

Com a descentralização da gestão do risco e a implantação de uma cultura de risco socioambiental nas organizações, os colaboradores se tornam gestores, independente do conhecimento técnico e da área em que trabalham.

E, se todos são gestores de risco, não existe hierarquia na hora da crise  

As organizações estão adotando esta postura e estimulando sua equipe, para que desenvolvam o protagonismo necessário para identificar os riscos socioambientais e a autonomia e a segurança para procurar pessoas e/ou áreas envolvidas e tentar discutir, mitigar, minimizar ou assumi-los.

Cada vez mais fica evidente que a gestão e o gerenciamento de riscos têm mais a ver com comportamento e cultura.

Portanto, a gestão dos riscos e sua compreensão depende menos de conhecimento técnico, mas sim de como você se comporta em relação a eles.

Não adianta sua organização ter uma área de QSMS-RS & Sustentabilidade forte se não existe uma cultura de risco.

Risco é cultura organizacional

Uma organização pode ter os melhores processos dentro da operação, mas sempre dependerá do comportamento humano e sua percepção de risco para que eles funcionem corretamente e, consequentemente atenuem os riscos inerentes as suas operações

 Para isto, é preciso ter uma cultura de risco, focada no comportamento, que previne, mitiga e assume os riscos.

 Esta cultura define os comportamentos esperados, de acordo com a cultura de risco da empresa e habilita os profissionais para a gestão de risco.

Treinamentos de consciência, percepção e gestão de riscos mitigam riscos

Após o trabalho de mapeamento dos riscos e da definição da cultura, as organizações devem capacitar seus colaboradores para a gestão do risco.

O gerenciamento de riscos deve fazer parte da estratégia e ser considerado nos processos de cada setor ou departamento, por meio de um programa de educação efetivo.

Treinamentos de percepção e gestão auxiliam no processo de conhecimento e mudança do comportamento das pessoas em relação ao risco.

Conheça os seus riscos antes que ele encontre você e se vingue!

Estamos juntos!

Publicado por Roberto Roche

Roberto Roche ao longo de três décadas consolidou sua experiência exercendo vários cargos de alta direção em QSMS–RS & Sustentabilidade nas áreas de Óleo & Gás, Construção Civil Pesada, Montagem Industrial, Portos e Mineração em mais de 15 países na América Latina, África e Oriente Médio como Mars, Queiroz Galvao Internacional e Odebrecht Internacional e Imerys .

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