Quem tem medo do Escopo 3? Você gestor ESG, o que diz a respeito da sua organização?

Gestores ESG, neste exato momento sustentados pelos pilares do QSMS-RS, estão lidando com suas emissões e, não é fácil!

Muitos jornalistas, achistas, ambientalistas e, muitos departamentos da área de comunicação anunciando “Carbono Negativo, ou 0 “das suas organizações na mídia, palestras e fica a pergunta; será mesmo?

 A emissão de gases de efeito estufa (GEE) têm sido amplamente adotadas como uma métrica para medir e melhorar em nossa gestão ESG.

Assisto nossos clientes realmente preocupados em identificar suas fontes inicialmente e, buscar soluções para mitigá-los

Compra crédito de carbono? Claro que não é a solução, mas isso fica para outro texto.

Quanto ao escopo 3, é mais complexo do que a maioria entende, e isso é por causa do desafio de definir o que exatamente compõe suas emissões.

As emissões da empresa podem ser divididas em diferentes categorias, referidas na indústria como “escopos”.

 As emissões do escopo 1 são as mais simples: são emissões que você produz diretamente como uma empresa de uma fonte que você possui.

Por exemplo, se você tiver um gerador ou forno no local, isso contaria como escopo 1.

Assim como pilotar um jato corporativo ou dirigir um veículo da empresa.

As emissões do escopo 2, ,são “emissões indiretas de GEE associadas à compra de eletricidade, vapor, calor ou resfriamento”.

Você pode não possuir o equipamento que gerou a eletricidade que sua empresa compra de uma empresa de serviços públicos, mas você claramente causa essas emissões através de suas atividades comerciais.

As emissões do Escopo 1 e do Escopo 2 são relativamente fáceis de ligar à empresa em questão e, portanto, tornaram-se comuns quando se trata de medição.

Quando as empresas dizem que pretendem reduzir suas emissões de carbono até 2025 ou mesmo alcançar “emissões zero” geralmente estão se referindo ao Escopo 1 e escopo 2.

A questão, como você provavelmente pode adivinhar, é que há outro escopo, e é um que está sub-representado nos cálculos de emissões hoje.

Em um sentido básico, o Escopo 3 é “todo o resto” para cima e para baixo na cadeia de suprimentos que vai para operar o seu negócio.

 Por exemplo, digamos que você compre uma resma de papel da loja.

 Você provavelmente não dirigiu um caminhão para a floresta para cortar as árvores e transportá-las para a usina porque seu negócio exige papel, no entanto, essas emissões ainda eram necessárias, mesmo que elas ocorressem através de uma empresa completamente diferente.

Dada a escala das cadeias de suprimentos, talvez não seja surpreendente que a grande maioria das emissões das empresas sejam escopo 3.

Também não é surpreendente que as emissões do Escopo 3 sejam contabilizadas por muito menos do que os Escopos 1 e 2.

Muitas gestoras desconhecem completamente as emissões do Escopo 3, ou não acham que podem (ou precisam) fazer nada sobre elas, uma vez que as emissões são causadas apenas indiretamente por sua empresa.

 Para isso, deve-se notar que não há nenhuma exigência para a divulgação de emissões do Escopo 3.

 Mas mesmo que uma empresa queira explicar suas emissões do Escopo 3, elas são inerentemente muito mais difíceis de medir do que as emissões dos dois primeiros escopos.

Por essas razões, os números de divulgação do Escopo 3 são muitas vezes desanimadores.

Mas aqui está o problema:

Você não pode ter uma meta séria de redução de carbono sem alguma maneira de medir as emissões do Escopo 3.

Porque umas das parcelas grandes das emissões das organizações tendem a ser o Escopo 3, mesmo a eliminação completa das emissões do Escopo 1 e 2 por mais louvável que seja! representaria apenas uma pequena vitória na guerra contra o aumento das emissões de GEE e as mudanças climáticas.

Felizmente, sabemos que medir e direcionar as emissões do Escopo 3 é possível, porque algumas organizações focadas em sustentabilidade já estão fazendo isso.

Gestores ESG nesse momento (assim espero rsrs) estão em busca dos dados de CO² calculados a partir do carbono incorporado dos recursos, a fim de responsabilizar-se para cumprir as metas de redução de carbono e monitorar e relatar seus dados de emissões de GEE.

 As emissões do escopo 3 também são “particularmente terrenos férteis para oportunidades de identificar sinergias e colaborar ” uma vez que as emissões do Escopo 3 de qualquer determinada empresa necessariamente se sobrepõem às emissões de outras empresas também.

 Por exemplo, uma indústria automobilística   cujas emissões são estimadas em X % do Escopo 3 não apenas estabeleceu rigorosos padrões de redução de emissões para as empresas ao longo da sua cadeia de suprimentos “, mas também está capacitando os fornecedores a tornar suas operações mais sustentáveis, ajudando-as a localizar fontes de energia renováveis.

Também é importante notar que as emissões da cadeia de suprimentos podem ser reduzidas de várias maneiras.

Embora a energia renovável seja muitas vezes a primeira coisa que vem à mente, devemos lembrar que o ciclo de vida do produto (que mencionei em um outro artigo) oferece uma enorme oportunidade para a redução de emissões também.

 Ao focar no reaproveitamento e ampliação do ciclo de vida de produtos e materiais, reduzimos a necessidade de novos produtos e materiais, e as emissões que acompanham sua produção.

O desafio Escopo 3 é grande, mas fazer com que as empresas comprem e colaborem será um longo caminho para enfrentá-lo.

Estamos juntos!

Gestão ESG, um desafio na obtenção de resultados com os pilares do QSMS-RS.

Uma gestão ESG, baseada nos pilares do QSMS-RS vem sendo motivo de discussão a décadas e, infelizmente ainda são poucos os casos de sucesso em que vemos metodologias definidas para desenvolver essas culturas de uma forma perene.

 Assistimos organizações que executam uma boa estratégia para estes sistemas de gestão, apresentam bons resultados, porém assim que colocados no dia a dia, grandes problemas começam a surgir, necessitando reiniciar o processo todo com frequência.

São inúmeros motivos, como causas raiz, citarei alguns aqui com vocês no qual acredito são responsáveis pela perda da cultura de uma gestão.

Vejamos;

 Os pilares dos sistemas de gestão estão corroídos na estratégia;

O equívoco aqui é cometido da forma mais comum, quanto a cultura dos sistemas de gestão, acontece quando estes não fazem parte da principal estratégia da empresa.

A estratégia da organização precisa estar muito focada em atender os anseios ligados a estes sistemas e sua política, missão, visão e valores devem reforçar seu empenho em garantir sua manutenção.

Elas podem desenvolver trabalhos formidáveis em sistemas de gestão, porém, no momento em que eles não estão na base da estratégia, são os primeiros pontos a serem deixados de lado nos momentos críticos, perdendo todo o trabalho realizado.

Para solucionar essa questão, os sistemas de gestão precisam estar no DNA da empresa, demonstrando o interesse e a responsabilidade para com eles.

Os Kpis são bons, mas os resultados não são observados;

Nada de novo, não é mesmo.

Normalmente acontece, porque temos uma visão deturpada da necessidade de obter resultado com muita velocidade, sendo que nestas situações os verdadeiros resultados só ocorrem através de muito esforço trabalho.

 É muito comum, assistirmos organizações amuniciando Kpis excelentes, onde o resultado obtido é através de um levantamento de dados incorreto, ou uso de um indicador que não é o ideal para a realidade.

 Para esse tipo de situação é importante que seja feita uma due diligence completa em seus Kpis dos sistemas de gestão, criando alertas para cada aparecimento de quedas aparentes de resultados.

Não existe engajamento;

A falta de engajamento com os sistemas de gestão, é fadado ao fracasso, acredite!

 Essa falta de engajamento está baseada principalmente no plano de priorização dos colaboradores.

Priorizar somente resultados financeiros, em todos os momentos de escolha irá tomar a decisão de economizar a investir na estratégia da implantação do sistema de gestão

As empresas que conseguem mudar esse ponto de vista, se tornam muito mais eficientes, porque enxergam o todo pensando sempre em um desenvolvimento sustentável em suas atividades.

 Não existe cultura no DNA da organização;

 A cultura organizacional é um fator importante para que os sistemas de gestão possam manter-se em melhoria contínua.

 Quando a cultura não faz parte do dia a dia, burlar regras começa a ser natural e com isso os problemas começam a acontecer.

Pode investir muito, pode implementar inúmeras ferramentas e projetos, mas se ela não tiver a cultura de manter-se a algo que foi definido, tudo irá para o ralo mais cedo ou mais tarde.

Em uma cultura forte, a gestão pelo exemplo tem um papel importante, visto que tudo aquilo que é realizado pelos gestores é entendido como o correto e se estes não seguirem a disciplina à risca, terão como resultado a falta de disciplina dos seus colaboradores.

 Falta de segurança psicológica para solução de problemas;

 Este item, acredito ser o mais perigoso, e que pode ser o responsável pela maior parte dos que não funcionam.

Um sistema de gestão necessita antes de tudo de cumplicidade e sempre que esta não existe entre os colaboradores e departamentos, são criadas amarras e mais amarras, controles e mais controles que custam tempo e dinheiro, que sequer deveriam ser investidos.

A partir do momento em que percebemos que existe motivo de desconfiar, criamos defesas instintivas que fazem com que tenhamos novas regras para lidar com as situações e com isso, perdemos carga nessa bateria.

Nas organizações em que não há uma determinada segurança psicológica para resolver problemas, muitas pessoas procuram responsáveis e culpados, ao invés da causa raiz e com isso fazem com que o ambiente fique inóspito necessitando de regras e controles novos a cada ocorrência.

 Essa situação é crítica, que ao chegar em determinado ponto, começa a se tornar comum e entende-se dentro das organizações que esses controles devem ser parte do dia a dia, fazendo com que o sistema de gestão não funcione, visto que ao invés da criação da cultura da prevenção e melhoria contínua, se faz necessária a cultura do controle e coerção, que além de não resolver os problemas, cria níveis de stress que transformam a empresa em um verdadeiro campo de guerra.

Os pontos mencionados aqui no texto, mostram que antes mesmo da definição do plano de gestão em QSMS-RS dentro do ESG se faz necessário aprimorar o sistema como um todo para evoluir os resultados.

 Independentemente da existência ou não de um ambiente com resultados positivos, o diagnóstico cultural precisa ser realizado periodicamente, visando garantir que o local da implantação do sistema de gestão ESG esteja devidamente semeado para que só assim os frutos possam ser colhidos na quantidade certa e de forma sustentável.

Estamos juntos !

Em segurança do trabalho, uma imagem engana muito !

Com certeza você já foi convidado a montar um treinamento sobre percepção de riscos e perigos.

Tipicamente, criamos treinamentos de algum tipo que vão e muito bom a uma tortura absoluta, mas uma coisa que quase todos eles têm em comum é que todo curso envolve fotos estáticas completamente desprovidas de consequências. 

Mostramos uma foto e perguntamos: “Isso é um perigo? Ou o que há de errado com essa foto? rsrs

Uma vez estava realizando um treinamento sobre identificação de riscos em que mostramos uma foto e pedimos à classe para identificar e categorizar os perigos retratados.

 A foto tinha sido encenada e tinha, ostensivamente, dez perigos.

Depois da terceira turma (todos da mesma organização) a lista de potenciais perigos já tinha crescido para mais de 50, e quando o curso foi concluído para toda organização a lista já tinha crescido para mais de 100. 

Felizmente eu tinha introduzido o conceito de “contexto” para o grupo, então muitos dos perigos recém-descobertos foram qualificados como contextuais (se X estiver presente então Y seria um perigo).

 Por outro lado, algumas pessoas contestaram que algumas coisas eram realmente perigos “você não sabe se X é verdade”.

 Eles até faziam perguntas como “onde está essa oficina geograficamente?”, e “qual é a temperatura e a umidade lá fora?

 Foi um daqueles grandes momentos em um curso onde você podia ver as pessoas aplicando conceitos que você tinha acabado de introduzir e realmente gostando de fazê-lo.

Os perigos são qualquer coisa que pode causar danos, mas na maioria dos casos, os perigos são apenas um elemento de uma equação dinâmica:

Você tem uma condição que pode causar danos (perigo), um encontro com a condição perigosa (interação) e um catalisador (para nossos propósitos, algo que coloca um evento em movimento).

 Esta fórmula é rotineiramente referida como “contexto”. 

É impossível que uma lesão ocorra a menos que todos esses três elementos existam. 

Para proteger os colaboradores contra lesões, os profissionais de segurança tendem a se concentrar em eliminar o perigo ou eliminar a interação. 

É difícil prever catalisadores, por isso as tentativas de eliminar (ou mitigar a gravidade das) lesões são bastante raras. 

Um dos maiores problemas em Segurança é que sempre há alguém com alguma nova ideia brilhante geralmente baseada em eliminar o perigo ou eliminar a interação (tanto para a exclusão do outro, quanto no caso de segurança baseada em comportamento à exclusão de ambos.)

 Infelizmente, raramente é baseado em método científico ou revisado por pares, e é em grande parte o produto de alguém que quer ganhar um dinheirinho, ou um nerd de segurança excessivamente sério que pensa “parece certo”. 

Procuramos as soluções fáceis sem levar em conta as soluções básicas e as novas e chamativas ao longo do tempo testada, mas infelizmente, eu me afastei do ponto novamente. 

O fato de que o campo da Segurança não tem vocabulário fixo complica as coisas.

É difícil fazer qualquer coisa sem explicar em termos práticos o que queremos dizer quando dizemos contexto. 

Quantos de vocês, depois de encontrar alguém fazendo algo incrivelmente perigoso com prováveis resultados que limitam a vida ou que acabam com a vida, tiveram a pessoa dando de ombros e disseram algo parecido com “Eu tenho feito isso por 30 anos e nunca tive nada.”

A pessoa está se comportando assim porque depois de interagir com um perigo sem a presença de um catalisador, não sofreu nenhum resultado negativo

E a experiência não só é o melhor professor que cria as crenças mais duradouras e entrincheiradas.

 Nenhum sinal, nenhum póster infantil, nenhuma punição, convencerá essa pessoa de que o ato era inseguro. 

Uma vez confrontei um profissional de segurança que me disse que tudo o que acabei de escrever foi besteira, perguntei-lhe se ele já tinha morrido em um acidente de carro.

 Ele parecia um pouco confuso e finalmente disse: “Não, claro que não.

” Eu disse, bem, pela sua lógica você nunca pode morrer em um acidente de carro porque em toda a sua vida você tem viajado em carros, você ou a pessoa dirigindo o veículo em que você estava pilotando provavelmente assumiu riscos e cometeu erros, e você interagiu inúmeras vezes com outros motoristas que estavam correndo riscos e cometendo erros para o que salvou sua vida”

Ou seja; a ausência de um catalisador. 

Eu gostaria que você tentasse isso. 

Responda às seguintes perguntas (silenciosamente se você não estiver sozinho) 

Você já dirigiu um carro?

Se sim, você já violou uma lei de trânsito? (Excesso de velocidade, falar ao telefone, tomou uma ou duas bebidas alcoólicas, a lista continua e continua)

Se sim, isso fez com que você batesse seu carro?

Você já viu outros motoristas se envolverem nesse tipo de comportamento?

Se sim, resultou em um acidente?

Você já se envolveu nesses comportamentos enquanto um ou mais outros motoristas também se envolveram?

Você teve um acidente grave?

Felizmente para a maioria de nós, a resposta é não para todas apesar da resposta a pelo menos uma das outras perguntas ser “sim”. 

Ok, vamos tentar outro exercício rápido. 

É seguro dirigir no limite de velocidade em condições claras e tráfego leve?

É seguro dirigir no limite de velocidade come tráfego pesado quando você está cansado?

As respostas são todas contextuais e para a maioria de nós responder, precisamos de mais informações para responder qualquer coisa, menos “depende”. 

As condições das quais uma situação depende para determinarmos o risco de um incidente é a essência do contexto e o contexto é tudo.

Estamos juntos!

A importância de compliance socioambiental, na gestão ESG no Sistema Hospitalar.

O setor de serviços apresenta uma variedade de aspectos socioambientais, que dependendo da atividade, podem se transformar em impactos significativos ao meio ambiente e as comunidades a sua volta. 

Seus usuários estão diariamente consumindo recursos como energia e água, gerando grande quantidade de resíduos sólidos e efluentes. 

Ainda assim, para alguns setores, esses dados começam a ser disponibilizados, de forma a construir um quadro mais realista do potencial impacto ambiental dessas organizações.

 O princípio 16 da Declaração sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, durante a ECO-92 no Rio de Janeiro, cita:

“Tendo em vista que o poluidor deve, em princípio, arcar com o custo decorrente da poluição, as autoridades nacionais devem promover a internalização dos custos ambientais e o uso de instrumentos econômicos, levando na devida conta o interesse público, sem distorcer o comércio e os investimentos internacionais”.

 No atual estágio de globalização, inúmeros requisitos e regras ambientais estão em definição acarretando custo associado aos serviços, principalmente aos hospitais.

Trata-se de um fato transformador que exige consciência e intensa participação dos setores serviços e demais segmentos sociais.

A atividade hospitalar está entre as inúmeras modalidades de serviços que pode desempenhar um papel central na mitigação ou expansão dos impactos socioambientais associados ao setor. 

Os hospitais, entre todas as atividades de serviços, são um dos principais consumidores de energia elétrica, além de gerarem quantidade significativa de resíduos. 

Nesse contexto, uma gestão de sustentabilidade constitui uma ferramenta essencial para que também as atividades hospitalares possam conciliar maior eficiência econômica e menor impacto ambiental.

O setor hospitalar tem uma importância econômica cada vez maior na economia global

Nesse processo, deve-se considerar que os impactos socioambientais podem gerar, intencional ou inadvertidamente, efeitos que venham a inviabilizar a organização, mesmo sendo de importância a sociedade, pois está, não aceita nada mais que afete a sua qualidade de vida.

O desempenho socioambiental de uma empresa, ou seja, o resultado da gestão de seus aspectos ambientais, é, primordialmente, reflexo do seu grau de conformidade a requisitos e princípios ambientais e da respectiva visão e prática empresarial associada. 

Cada empresa situa-se em nível diferente de desempenho ambiental, em função das suas próprias peculiaridades e respectivas imposições externas.

Quais as vantagens de um desempenho socioambiental adequado?

As vantagens são diversificadas, economicamente sensíveis e mensuráveis, elas se traduzem em maior aceitação de produtos e serviços no mercado consumidor, eliminação de penalidades e multas, redução e diluição de custos de minimização de impactos e recuperação de danos ambientais, e diminuição do consumo de matéria prima, água e energia.

Outras vantagens competitivas também se sobressaem, tais como: a redução da possibilidade de ocorrência de acidentes ambientais; a otimização do trabalho; a prevenção de questões de responsabilidade civil ou criminal; a melhora do relacionamento da empresa com o órgão ambiental e com a comunidade vizinha; o comprometimento com a responsabilidade social empresarial; a melhoria da imagem da empresa perante a opinião pública, e o aumento da credibilidade da empresa como fornecedora eficiente e confiável.

A conformidade a requisitos legais e normativos regulariza ambientalmente o empreendimento e favorece sua inserção no mercado competitivo.

No âmbito da competitividade, porém, não basta o atendimento, quase sempre obrigatório, a requisitos ambientais.

 É importante que a visão gerencial do empreendedor contemple a noção da busca da sustentabilidade sempre em um novo patamar superior à conformidade em si, no sentido da melhoria contínua do seu desempenho. 

Esse desempenho é alavancado por avaliações periódicas para a identificação e a realização de ajustes necessários à crescente a sustentabilidade.

Em patamar mais específico situam-se os negócios cuja concepção, propósitos e consequências incorporam o caráter de sustentabilidade, aí incluindo-se os serviços prestado a sociedade.

Estamos juntos!

Comportamento inseguro, seguro e de risco, você sabe a diferença?

Temos observado entre nossos colegas essa confusão durante nosso trabalho seja de due diligence, nível de maturidade ou em auditoria de riscos com nossos clientes

O termo “comportamento” muitas vezes tem uma conotação negativa por causa de como é usado em discussões focadas em desempenho e resultados. 

Imagine o significado dessa frase:

 “Quero falar com você sobre seu comportamento ontem à noite.”

 Você entenderia que não é uma conversa positiva.

 Comportamento simplesmente significa um ato observável. 

É demonstrado nas palavras que você usa e como usá-las, sua linguagem corporal (como expressões faciais e gestos) e produto de trabalho.

Quando se trata de esforços de prevenção de incidentes e lesões e o papel que os comportamentos desempenham, existem dois tipos desejáveis de comportamentos: aqueles que são obrigatórios e os que são discricionários.

 Regras, políticas e procedimentos são ferramentas projetadas para abordar e controlar comportamentos obrigatórios. 

Outras ferramentas como a segurança baseada em comportamento são colocadas em prática para abordar e influenciar comportamentos discricionários de prevenção de lesões. 

Controlar e influenciar ferramentas não deve se sobrepor, pois o valor que eles contribuem é diferente e misturá-las cria conformidade e problemas culturais.

Além disso, existem comportamentos observáveis que levam outros a expressar preocupação, intervir ou fornecer feedback positivo. 

Esses comportamentos se enquadram em três categorias: comportamentos inseguros, comportamentos de risco e comportamentos seguros.

Comportamentos inseguros 

São atos perigosos que muitas vezes resultam em lesões e podem ser identificados com bom senso e experiência.

 Quando as ações são altamente propensas a resultar em um resultado negativo (ou seja, lesão) com alto potencial de gravidade, enxergamos como inseguras. 

Pense em dirigir em alta velocidade enquanto tira os olhos da estrada por 30 segundos. 

Seria difícil argumentar que a probabilidade é extremamente alta que esse comportamento resultará em uma lesão. 

Esse comportamento deve ser interrompido.

Comportamentos de Risco 

São comportamentos com baixa probabilidade de lesão que na maioria das vezes não resultam em lesões, mas ocasionalmente têm ou pelo menos têm potencial para. 

Esses comportamentos são um problema para indivíduos e organizações porque são difíceis de detectar com bom senso e experiência sem mais dados e ferramentas sofisticadas para analisar os dados.

 Pense em dirigir a uma velocidade baixa enquanto pensa em outra coisa e muda a estação de rádio em seu veículo. 

Embora esse risco seja assumido todos os dias por inúmeros motoristas, poucos estão envolvidos em colisões.

 Esse comportamento deve ser treinado.

Comportamentos Seguros 

São atos com pouco ou nenhum perigo, quase nunca resultando em ferimentos. 

Os riscos conhecidos são controlados, e todos que observam a ação concordariam.

 Pense em dirigir com as mãos mantidas no volante, olhos focados na estrada e constantemente escaneando mudanças no ambiente, com sua atenção focada exclusivamente na tarefa em questão.

 Esse comportamento deve ser reforçado positivamente.

Quanto maior a probabilidade de uma consequência negativa, mais facilmente as pessoas reconhecem os riscos. 

Quando o potencial de risco reduz, tendemos a ignorar ou deixar de reconhecer o risco associado à tarefa e continuar a nos comportar de forma insegura ou arriscada. 

Às vezes não percebemos que não estamos realizando uma tarefa da maneira mais segura até que alguém nos aponte.

As regras devem ser estabelecidas e consistentemente aplicadas com um equilíbrio de consequências para prevenir ou parar comportamentos inseguros. 

Os comportamentos de risco devem ser abordados pelo coaching, pela mudança de percepção, pela superação das influências que incentivam o comportamento de risco e pela criação de novos hábitos. 

Comportamentos seguros devem ser reforçados positivamente imediatamente e quantas vezes forem possíveis para perpetuar hábitos seguros novos ou existentes. 

Termos e ferramentas usados para melhorar o desempenho de segurança criam alinhamento e entrada ou criam confusão e resistência à mudança.

Como você usa o termo “comportamento”, e quais ferramentas você usa para melhorá-los?

Estamos juntos!

Alguns mitos em gestão da segurança do Roberto Roche, quais os seus?

Estava sentado no aeroporto vendo meu avião estacionar no portão.

 A tripulação de terra se posicionou para garantir uma chegada segura. 

O caminhão de tanque de abastecimento estava parado a uma distância segura.

Todos os tratores e transportadores estavam em suas posições designadas. 

Ver esse cenário acontecer me levou a refletir sobre minha experiência como gestor de linha de frente com a segurança e, com uma visão ampliada do cenário

 Acho que foi porque trabalhei no trecho por vários anos, tinha adquirido esse hábito de olhar a árvore e a floresta, antes de iniciar as rotinas.

Como gestor, gerenciei a segurança principalmente baseado em ações disciplinares, por um bom tempo (triste)

 Eu gostava de usar uma ação disciplinar para corrigir um incidente, não porque eu particularmente gostava de punir um membro da equipe, mas porque isso transferia a minha culpa para outra pessoa. 

Afinal, eu era gestor, então não pode ser minha culpa, então deve ser culpa de outra pessoa.

Fui chamado para embarcar.

 Passageiros a bordo, guardavam suas malas, sentavam-se e, foi completamente tranquilo.

 Quase imediatamente cochilei até ouvir o “ding” quando o avião chegou a 13.000 pés. 

O primeiro pensamento que me veio foi o quão grato eu estava por ser mais experiente e, a minha visão de como gestor tinha evoluído deixando para trás minhas ações baseadas em só chamar atenção, com passar do tempo percebi que uma ação disciplinar não resolve um sistema falido ou qualquer problema para esse assunto.

Estou na segurança há +35 anos e felizmente não levei 20 anos para descobrir isso.

 Aprendi algumas outras lições ao longo do caminho. 

E compilei essas lições em uma lista dos meus 10 melhores Mitos da Gestão da Segurança. 

Aqui eles não estão em nenhuma ordem particular, exceto como eles vieram à mente:

  • A segurança deve ser gerenciada de forma diferente. 

Você gerenciaria suas finanças ou processo de contratação jogando bingo? 

Claro que não. 

A segurança é gerenciada como qualquer outro aspecto do negócio. 

Estabeleça metas e métricas, estabeleça expectativas, responsabilize as pessoas etc.

  • Minha operação é diferente, então a gestão tradicional de segurança não funciona

 Os estilos de gestão variam e as culturas corporativas podem ditar variações específicas, mas a segurança deve ser gerenciada da mesma forma que qualquer outra função de negócio.

  • Segurança é chata.

 Só é chato se você fizer isso chato. 

Falar sobre segurança em termos de conformidade regulatória, auditorias, investigações e ações disciplinares vai torná-lo não só chato, mas dar à segurança uma conotação negativa. 

Segurança é um serviço para os outros. 

Como isso pode ser chato?

  • Se estamos em conformidade com as normas e a ISO, não devemos ter problemas. 

Os regulamentos e a ISO são uns bons pontos de partida ao estabelecer um programa de segurança, mas são padrões mínimos.

 Parar aqui deixa muito espaço para melhorias.

  • Segurança é um centro de custos. 

Este é um mito comum entre os líderes seniores. 

Um programa eficaz de gestão de segurança pode reduzir os custos e os prêmios de seguro dos trabalhadores.

 Em algumas indústrias, a segurança pode ser um diferencial de mercado quando posicionada com precisão.

  • A segurança não contribui para as metas da empresa.

Há muitas maneiras de a segurança contribuir para as metas da empresa. Infelizmente, os líderes de segurança nem sempre fazem essa conexão. 

Por exemplo; Os Recursos Humanos podem ter um objetivo de melhorar o engajamento dos funcionários.

 A segurança é uma excelente plataforma para engajar os funcionários através de comitês de segurança, programas de reconhecimento etc. 

Simplesmente vendo os funcionários como parte da solução, em vez do problema, estabelecemos as bases para seu envolvimento na resolução de problemas.

  • Você não pode ter os dois, segurança e produção.

 Infelizmente, muitas vezes eles são vistos como agendas concorrentes. 

A realidade é que quando não acertamos as coisas do ponto de vista da segurança, isso afeta a eficiência e aumenta os custos.

  • Segurança é apenas senso comum, “se nosso povo seguir as regras…” 

Há muitos problemas aqui além do fato de que o bom senso não é tão comum.

 A maioria dos gerentes, supervisores etc. que usam essa linguagem estão procurando uma desculpa para não gerenciar proativamente a segurança.

  • A ação disciplinar resolve o problema. 

A ação disciplinar é muitas vezes vista como sinônimo de ações corretivas. 

Na verdade, isso só nos faz sentir melhor porque temos alguém para culpar e fizemos algo sobre isso.

 Culturas de segurança bem-sucedidas veem um incidente como uma oportunidade para fazer uma correção e melhorar.

  • Programas de reconhecimento custam muito dinheiro. 

Só se você quiser gastar o dinheiro. 

Um simples “obrigado” para um “obrigado” oportuno e específico é de alto impacto, baixo custo.

Estes são apenas alguns que me vieram durante o voo, mas existem mais, afinal em quase 4 décadas a gente aprende alguma coisa e evolui (assim espero).

 Quantos outros mitos sobre gestão da segurança ou cultura de segurança são aceitos como fato? 

Compartilhe seus pensamentos ou se você discordar de algum dos meus mitos compartilhe esses também.

Estamos juntos!

Comunicação de riscos socioambientais do ESG, qual a situação atual da sua?

Com medidas efetivas tomadas (como quarentena domiciliar) na pandemia as pessoas tornaram-se mais conscientes dos sintomas e sua cura.

 Pode-se dizer, em certa medida, que os esforços e a cooperação igualitária das pessoas achataram a curva do medo nas pessoas.

 O uso de máscaras, o distanciamento social e a ênfase na higiene tomaram raízes – é aprender a absorver os choques repentinos e seguir em frente. 

Mas dada a clemência e liberdade para as pessoas, a infecção pode demorar e a curva pode aparecer novamente. 

Simplesmente porque os riscos são reais, os dados são confusos e a ciência está em conflito. 

Até que a vacina seja desenvolvida e disponibilizada para as massas, as erupções continuarão. 

Para uma indústria, comunicar-se sobre a incerteza o que é comumente conhecido como “comunicação de risco” em um local de trabalho torna-se desafiador para quem precisa transmitir ou consumir tais informações. 

Em tempos de imprevistos e eventos surpreendentes como esses, as indústrias permanecem ambíguas dos fatos básicos no início qualquer informação imprópria espalhada de seu lado pode possivelmente ter implicações cruciais nas decisões pessoais e sociais. 

Como neste caso eles precisam pensar, quão infeccioso é esse novo vírus? P

ode matar pessoas? Quais serão as repercussões sociais e econômicas a longo prazo? 

Falando em ‘riscos socioambientais potenciais’ em tempos incertos

Além disso, uma parte importante do problema é a “sensibilização midiática 24 horas por dia” de cada atualização, que se espalha como um incêndio. 

Há momentos em que a informação não é completa ou sua apresentação tem falhas ou pode ser totalmente fora de contexto.

 Os resultados podem ser devastadores, emocionais e fisicamente e é uma das principais causas do que chamamos de ruído cognitivo. 

Muitos setores industriais sofreram um grande e crescente déficit de confiança com seus usuários, se eles lutam para fornecer informações transparentes e significativas. 

Com essa mente, torna-se vital que os profissionais e profissionais da ESG/ QSMS-RS &Sustentabilidade melhorem suas habilidades de comunicação de risco. 

Entender as respostas típicas aos riscos, reconhecendo a dicotomia da negação e do medo, abre espaço para a comunicação de risco. 

Diferentes respostas a diferentes tipos de pessoas são necessárias ao mesmo tempo em que lida com pessoas que defendem a noção de que os riscos são exagerados, a comunicação imediata é necessária para educar e explicar que os procedimentos devem ser seguidos. 

Deve-se dar ênfase ao cumprimento das medidas de segurança adequadas com muita cautela.

Para as pessoas que continuam com medo do que aconteceria a seguir, os processos de comunicação de risco industrial devem falar sobre os perigos reais e aqueles percebidos pelos grupos de stakeholders (não todos). 

Sua percepção deve ser gerenciada, pois pode ser resultado de sua educação, educação e experiências de vida. 

Para lidar com eles, os profissionais ESG/QSMS-RS & Sustentabilidade exigem todas as mãos no convés para mobilizar a equipe de mitigação de riscos. 

Esses profissionais também precisam manter um controle sobre sua linguagem corporal para comunicar o mesmo.

 A confiança continua sendo um problema nesses casos há preocupações mais elevadas e níveis mais baixos de confiança observados.

 Qualquer emoção intensa e temerosa pode ser interpretada negativamente e é facilmente notada. 

É preciso lembrar que o objetivo é manter e construir credibilidade para a equipe e a organização. 

Se isso requer ajuda da equipe de liderança sênior, não se deve hesitar e ir em jogo, porque há vidas e emoções em jogo. 

Um plano bem sólido e testado de emergência ajuda para um próximo evento ou crise.

 Isso significa examinar os fatos e tirar opiniões dos respectivos stakeholders, o que significa estar em consonância com seu pensamento atual.

 Pode-se permanecer esperançoso de que as indústrias possam, fazendo um uso disciplinado da ciência existente, preencher os déficits de confiança em tempos de crise.

Estamos juntos

Lembre-se! Por trás de cada erro humano está um humano

Faz um tempinho, um voo evitou uma colisão potencialmente fatal que colocaria a vida de 166 passageiros em risco.

O incidente ocorreu em um voo diurno na Alemanha, para o aeroporto de Roma. 

No meio do voo, tempestades severas forçaram o capitão a redirecionar a aeronave para o outro aeroporto diferente, em Roma (Roma existem dois aeroportos).

Ao fazer isso, o piloto começou a perder instruções de controle de tráfego aéreo, e começou a voar abaixo de altitudes seguras, colocando o avião em risco de colidir com outras aeronaves. 

Em um ponto durante o incidente, ele desceu abaixo de uma altura segura perto de colinas. 

As fitas do tráfego aéreo mostram a aeronave sinuosa acima do aeroporto e não se alinhando com a pista. 

O piloto tomou a decisão de desviar para o aeroporto de Pescara (Itália), onde, finalmente, o avião pousou em segurança.

Uma investigação foi iniciada logo depois. 

Descobriu que o capitão era psicologicamente incapaz de voar porque ele havia enterrado seu filho de três meses antes e estava com muito medo de tirar licença extra porque temia perder o emprego. 

Este estudo de caso, foi nos apresentado em um vento em Dubai, no congresso de engenheiros de segurança.

Sendo classificado como “Erro humano “, e pau quebrou nos debates

Com a presença de gerentes de risco seniores de indústrias de segurança crítica, incluindo aviação, construção, petróleo e gás e energia, a discussão se concentrou nos desafios que os gestores de risco enfrentam na identificação desses riscos.

O erro humano causado pelo luto, fadiga, estresse pessoal e excesso de trabalho, por exemplo, pode dificultar o desempenho crítico e, inevitavelmente, impactar negativamente a segurança.

O caso desse voo ilustra o poder que as emoções humanas podem ter no desempenho.

 Mas, como os gestores de risco nesta mesa redonda descobriram, identificar o erro humano antes de surgir, e criar sistemas e processos de segurança para preveni-lo, são desafios estratégicos.

No centro do desafio está a cultura corporativa. 

Em muitas indústrias de alta pressão e orientadas a resultados, há uma propensão a permanecer em silêncio sobre questões pessoais e emocionais que poderiam afetar o desempenho e levar a perdas em larga escala, disse um gerente de risco que trabalha para uma empresa aérea.

Como você garante que todos os membros da equipe estão aptos para trabalhar? 

Eu tenho filhos pequenos e quando eles estão doentes eu muitas vezes serei mantido acordado durante toda a noite, com muito pouco sono. 

Sofrerei fadiga, mas falarei?

Essa é uma questão de cultura corporativa.

 As empresas precisam fomentar uma cultura que permita aos colaboradores levantar tais questões e se sentirem confortáveis em dizer:

“Eu não dormi muito porque meus filhos estão doentes”.

 Alguém pode me cobrir, e posso ser implantado em uma posição que não é crítica de segurança?

Os colaboradores, particularmente aqueles em funções de segurança crítica, têm a responsabilidade de fazer isso.

 Mas é responsabilidade do gestor garantir que a cultura certa exista para que os colaboradores falem abertamente.”

Para muitos negócios, a produção é muitas vezes priorizada sobre a segurança. 

Trata-se de uma troca inadvertida: lucros capturam a atenção do conselho muito mais do que os riscos de integridade do desempenho humano. 

E assim, o foco principal em toda a empresa será nos lucros acima de tudo, disse um gerente de risco de uma indústria de metais e mineração.

 “Somos humanos, não robôs.”

 Assim, o “elemento humano” em risco sempre será um fator que as empresas precisam gerenciar.

“Do ponto de vista da gestão de riscos corporativos, o fator humano deve ser algo que todos devem estar falando sempre.

 Isso garante que os riscos relacionados às pessoas possam ser evitados e mitigados. 

É uma questão de cultura corporativa e, nós precisamos efetivar a mudança.

Há, no entanto, exemplos de boas práticas.

 A indústria da construção parece estar hasteando a bandeira na gestão do risco de desempenho humano, com soluções inovadoras usando tecnologias vestíveis.

Sensores biométricos e ambientais são instalados em equipamentos de proteção, como chapéus duros, luvas, coletes de segurança e botas de trabalho.

Esses sensores monitoram e capturam dados sobre movimentos dos trabalhadores, movimentos repetitivos, postura e desliza e cai bem como frequência cardíaca, temperatura corporal e outros sinais vitais.

 O dispositivo alertará os gerentes de segurança de qualquer membro da equipe que esteja sofrendo com problemas como exaustão, superaquecimento e fadiga condições que, se atenuadas, evitarão milhares de lesões em canteiros de obras a cada ano.

O gerente de risco cuja organização pilotou o dispositivo tem visto resultados positivos.

 “Através de algoritmos, conseguimos identificar trabalhadores que sofrem de apneia do sono”, disse ele.

“Descobrimos que eles estavam apenas recebendo quatro horas de sono.

 Temos profissionais médicos para tratar do assunto. 

Isso realmente ajudou a eliminar questões de medo de falar. 

Também demonstrou que temos uma atitude positiva e que os colaboradores não serão penalizados por sofrerem um problema pessoal.”

A mudança cultural é, em última análise, uma solução fundamental para enfrentar o risco de integridade do desempenho humano certamente a longo prazo. 

Mas, como no exemplo da tecnologia vestível, estão surgindo ferramentas e serviços que podem ajudar a gerenciar melhor o risco e engajar os trabalhadores no processo de segurança, a curto e médio prazo.

 Isso é explorado ainda mais em nossa Visão de Especialistas, abaixo.

Quanto ao voo, felizmente isso foi um quase-erro. 

O piloto vive mais um dia para contar as lições aprendidas.

 E quais são ? 

Por um favor, nunca subestime o fator humano em um evento de perda potencial.

Estamos juntos!

Quando se trata de comunicar seus objetivos de segurança para toda uma organização, você sabe como “passar sua mensagem”?

Essa ideia consiste em identificar os tipos de pessoas em sua organização que ajudarão a melhorar sua mensagem.

Suas conexões mais próximas são as pessoas em sua organização com influência em diferentes departamentos que podem introduzir e unir as pessoas e espalhar a mensagem além de apenas gerenciamento de riscos.

Seus facilitadores são especialistas em informações em sua organização em quem outros dependem para resolver problemas e informações confiáveis.

Agora , eles adicionam credibilidade às suas metas de segurança?

Seu objetivo como gestor de segurança é que sua mensagem seja simples o suficiente para entender e ficar com seu público pretendido.

Usando o “poder do contexto”, saiba como você está comunicando sua mensagem usando sua equipe de segurança.

Quais ferramentas de comunicação são usadas para enviar a mensagem?

Eles estão repassando a mensagem com seu propósito?

Como isso está sendo percebido em toda a organização?

Cada departamento perceberá o impacto da segurança de forma diferente, então traduzir a mensagem através de seus aliados de segurança é fundamental para o seu sucesso.

 As partes interessadas entendem como a segurança os impacta?

Eles sabem como podem mostrar apoio visível?

 Eles sabem o que podem fazer para impactar as metas de segurança?

Por exemplo, se você está discutindo seus objetivos com as equipes de marketing e desenvolvimento de negócios, explique como os Kpis de segurança da empresa podem afetar sua reputação, interna e externamente, e como um registro de segurança excepcional pode ser uma ferramenta de marketing benéfica.

Explique como um Kpis ruim pode levar à perda de negócios e ao aumento do volume de negócios.

 Conectar as metas de cada departamento com os impactos dos fatores de segurança em seu sucesso geral impulsiona a mudança.

Um dos fatores mais críticos para engajar os colaboradores é ouvir e agir sobre seu feedback.

A melhor maneira de incorporar a mudança é entender onde começa a transformação.

Já perguntou como seus colaboradores como se sentem sobre o atual clima de segurança?

Eles acham que sua mensagem é valorizada ou geralmente ignorada?

Ao levantar suas vozes e mostrar seu compromisso genuíno com seus pensamentos, você pode capacitá-los a iniciar mudanças decisivas que tornam sua organização mais segura a longo prazo.

Estamos juntos!

Trabalhando entre amigos, a importância do relacionamento no trabalho.

+40 anos de vida profissional entre erros e acertos (mais erros do que acertos), acaba ensinando alguma coisa, e agora comprova o que eu assisti nesses anos todos de vida no trecho ou até mesmo no corporativo.

Elaborando matriz de materialidade para várias organizações como consultor, observo que um dos maiores riscos do ESG e aparece como tema material sempre é a “retenção de pessoas “.

Em um mercado de trabalho altamente competitivo e com muitas organizações experimentando baixos níveis de retenção, desenvolver relacionamentos entre colegas de trabalho não é apenas uma gentileza no local de trabalho, mas um imperativo estratégico.

 Vamos explorar por que aumentar a força das relações entre colegas de trabalho agrega valor e talvez possa ser uma vantagem competitiva.

Fomenta uma Cultura Colaborativa:

 Relacionamentos fortes entre colegas de trabalho estabelecem as bases para uma cultura colaborativa dentro de uma organização.

Quando os colegas constroem confiança e relacionamento, eles são mais propensos a colaborar efetivamente, compartilhar ideias e contribuir coletivamente para alcançar objetivos comuns.

 A colaboração torna-se um resultado natural de fortes conexões interpessoais.

Melhora a comunicação e a eficiência:

A comunicação eficaz é a força vital de qualquer equipe de sucesso.

Quando os colegas de trabalho têm relacionamentos fortes, a comunicação se torna mais aberta, transparente e eficiente.

A capacidade de expressar ideias, compartilhar feedback e enfrentar desafios é muito aprimorada, levando a fluxos de trabalho mais suaves e maior eficiência.

Aumenta a satisfação no trabalho:

 A qualidade das relações entre colegas de trabalho impacta diretamente a satisfação individual no trabalho.

 Um ambiente de trabalho positivo e de apoio, fomentado por fortes conexões com os colegas, contribui para níveis mais elevados de satisfação no trabalho.

 Quando os indivíduos se sentem valorizados, respeitados e apoiados por seus colegas de trabalho, seu senso geral de realização e engajamento em seu trabalho aumenta.

Cria confiança e confiabilidade:

 A confiança é a base de qualquer relacionamento bem-sucedido, que também vale profissionalmente.

Conexões fortes entre colegas de trabalho constroem uma base de confiança e confiabilidade.

 Quando os colegas confiam uns nos outros, eles são mais propensos a colaborar em projetos, delegar responsabilidades e depender da experiência um do outro.

Incentiva uma cultura de aprendizagem contínua:

 As relações entre pares criam um ambiente propício à aprendizagem contínua.

Os colegas podem compartilhar conhecimento, orientar uns aos outros e fornecer feedback construtivo.

 Essa troca de insights promove uma cultura de aprendizado contínuo, permitindo que os indivíduos permaneçam adaptáveis e respondam aos desafios em evolução em seus respectivos campos.

Facilita a resolução de conflitos:

 Em qualquer local de trabalho, os conflitos são inevitáveis.

 No entanto, quando os indivíduos têm relacionamentos fortes com seus colegas de trabalho, a resolução de conflitos torna-se um processo mais gerenciável.

Conexões fortes permitem discussões abertas e honestas, levando a uma resolução mais rápida e eficaz dos problemas.

Promove o bem-estar emocional:

 O local de trabalho é um espaço para empreendimentos profissionais e um componente significativo da vida cotidiana de um indivíduo.

Relacionamentos fortes entre colegas de trabalho contribuem para uma atmosfera positiva e de apoio que promove o bem-estar emocional.

 Colegas que entendem e têm empatia uns com os outros criam um ambiente de trabalho mais saudável e agradável.

Melhora a dinâmica da equipe:

 A dinâmica de uma equipe é profundamente influenciada pelas relações entre seus membros.

Quando os colegas de trabalho têm conexões fortes, a coesão da equipe melhora. Isso, por sua vez, aumenta a capacidade da equipe de colaborar, inovar e enfrentar desafios coletivamente.

Cria uma rede de apoio:

Uma forte rede de pares atua como um sistema de apoio durante os desafios profissionais e pessoais.

Colegas que compartilham um vínculo forte são mais propensos a oferecer assistência, orientação e encorajamento durante momentos de estresse ou incerteza, contribuindo para a resiliência individual e coletiva.

Impulsiona a progressão na carreira:

 Relacionamentos fortes com colegas de trabalho podem desempenhar um papel fundamental no avanço na carreira.

 Colegas que confiam e respeitam uns aos outros são mais propensos a colaborar em projetos, fornece recomendações e endossar as habilidades uns dos outros.

Essas relações podem abrir portas para novas oportunidades e crescimento profissional.

Investir nesses relacionamentos vai muito além das interações individuais, impactando a cultura geral, a produtividade e o sucesso de uma organização.

Ao reconhecer a importância das relações entre pares e investir ativamente no desenvolvimento entre colegas de trabalho, os indivíduos contribuem para sua própria realização e a prosperidade coletiva de suas equipes e da organização para a qual trabalham.

Estamos juntos

Por que a gestão de riscos ESG em pequenas e medias empresas (PME) são melhores do que em grandes organizações.

Nesta primeira semana agora em março, eu tive muita sorte de participar das mesas redondas durante o Seminário de risco ESG em Istambul.

 Sou muito grato pela oportunidade porque a experiência de brainstorming por 45 minutos com os representantes de várias pequenas e médias empresas realmente destacaram alguns grandes problemas com os dias atuais gerenciamento de riscos ESG e seus gerentes de risco.

Aqui estão três coisas que eu acho que todos nós poderíamos aprender com o gerenciamento de risco nas PMEs

  • As PMES simplesmente não podem perder tempo ou outros recursos em uma atividade que não gera valor direto

Para as PMES o tempo é de pressões, as equipes de gestão são pequenas, as margens são limitadas e, como resultado, a gestão é muito pragmática sobre quaisquer novas atividades e iniciativas sensuais.

Em Gestão de riscos não é diferente.

 Existe há anos, mas poucas PMEs a adotaram adequadamente.

Pergunta que não quer se calar

  • Pode gerenciamento de riscos valorizar as empresas?

– Claro que pode!

  • Os gestores de risco em empresas não financeiras de fato ganham dinheiro para suas empresas?

  – Muito poucos.

A maioria das abordagens usadas pelos gestores de risco ESG são tão acadêmicos e superficiais, que a direção tem um trabalho difícil comprar a ideia e aplicá-la na organização.

Agora, pergunto a vocês.

  • As avaliações de riscos ESG realmente mudam a forma como os processos de negócios funcionam, mudam o processo de fabricação, mudam a forma como os produtos são vendidos?
  • Os gestores de risco ESG trazem algo de valor para a mesa quando qualquer decisão importante de negócios é tomada?
  • As avaliações de risco ESG mudam a forma como os executivos tomam decisões e a análise de risco está disponível a tempo para apoiar todas as decisões significativas? eles não? realmente?
  • Os registros de risco ESG são analisados pelo CEO antes de tomar uma decisão importante?
  • Os proprietários de risco ESG verificam suas ações de mitigação de risco regularmente?
  • As demonstrações de apetite por risco ESG em empresas não financeiras mudam a forma como a empresa opera e a forma como as decisões são tomadas?
  • Os colaboradores regularmente leem os procedimentos de gerenciamento de riscos?
  • Os gestores chamam o gerente de risco ESG antes de tomar uma decisão diante da incerteza?

Suspeito que a resposta para a maioria dessas perguntas é:

“Não é bem assim ou veja bem “.

Isso pode significar uma das duas coisas:

Ou o gerente de risco ESG não está fazendo seu trabalho corretamente ou ele está fazendo corretamente uma coisa completamente errada.

Minha aposta é na segunda razão.

A gestão de riscos ESG não é um objetivo em si.

É apenas mais uma ferramenta de gestão para ajudá-los a tomar melhores decisões e, portanto, alcançar os objetivos.

Esta é uma grande diferença entre as PMEs e as grandes corporações.

Essas fazem análise de risco quando uma decisão precisa ser tomada, usando qualquer metodologia de análise de risco adequada para esse tipo de decisão específica.

Já as grandes corporações fazem gerenciamento de riscos ESG quando é hora de fazer gerenciamento de riscos, seja anualmente, trimestral ou algum outro interno regular.

Nada poderia estar mais longe da verdade.

A menos que suas metodologias, abordagens e ferramentas permitam que os riscos ESG sejam analisados a qualquer momento durante o dia, quando uma decisão importante está sendo tomada ou em todos os marcos dentro dos principais processos de negócios, você provavelmente está fazendo algo errado.

Se há uma coisa que aprendi ao longo dos meus 40 anos de vida profissional é que ninguém na organização e eu quero dizer NINGUÉM, espere o gerente de risco ESG, se preocupa com riscos.

O resto da empresa se preocupa em ganhar dinheiro, cumprir objetivos com o menor esforço e obter bons bônus como resultado.

Você pode atribuir propriedade de risco a eles o quanto quiser, ninguém se importa.

As organizações aprenderam da maneira mais difícil, a menos que uma atividade contribua diretamente para alcançar objetivos, não será feito.

Acho ridículo quando os gestores de risco falam sobre altos riscos e a necessidade de atenuá-los.

Quando em vez disso, eles poderiam estar dizendo coisas como “a probabilidade de atingir esse objetivo é de 10% a menos que mudemos as coisas”, “há 85% de chance de sua unidade de negócios não receber bônus este ano com base em nossa análise de risco” e assim por diante.

Bom lembrar, pensar em riscos não é natural para os humanos.

A forma como o sistema 1 e o sistema 2 pensam operam em nosso cérebro tornam literalmente impossível ver a maioria dos riscos associados à tomada de decisões, muito menos analisá-los ou gerenciar.

Desde a década de 1970, muitos cientistas, descobriram mais 200 vieses cognitivos que impedem os gestores de ver, entender e lidar com riscos.

Isso significa basicamente pesquisas de risco, a maioria das oficinas de risco, qualquer tipo de avaliação de risco qualitativa é muito improvável de produzir resultados verdadeiros.

Mas então o que os gestores de risco devem usar?

 Há muitas alternativas e muito melhores:

Então, como?

Assistam minhas aulas, minhas palestras e leiam meus textos até o final, rsrs

Estamos juntos.

A pandemia apresentou o S com mais força na gestão do ESG nas organizações, e agora?

Investidores e bancos cada vez mais forçam a necessidade de integrar fatores sociais na gestão de riscos socioambientais

Em nossas consultorias seja em implantação dos princípios da gestão ESG ou realizando due diligencies de nível de maturidade ESG, não é incomum a busca por mais ações sociais da parte nossos clientes

A pandemia destaca a importância do componente “S” do conjunto ambiental, social e de governança (ESG) dos padrões utilizados pelas empresas para a triagem de investimentos, e está pressionando investidores e bancos a integrar cada vez mais riscos sociais em seus quadros de gestão de riscos e investimentos.

Embora a pandemia tenha infligido enormes danos aos mercados financeiros e à economia global, ela deve ser considerada mais como um risco social do que ambiental ou de governança.

E embora ainda seja cedo, a importância do risco social está começando a infiltrar-se na consciência de especialistas da agência de classificação revisando o impacto que a pandemia está tendo sobre os quadros de gestão de riscos dos créditos privados e do setor público.

Claramente o surto de corona vírus é considerado como um risco social dentro de seu quadro ESG, dado o impacto substancial que está tendo na saúde e segurança pública e as implicações de crédito que continuarão a acontecer nos próximos anos.

Nossa consultoria elaborou uma orientação sobre o risco social para os setores privado e público, destacando as principais considerações sociais no que se refere ao crédito.

Nossa orientação para emissores do setor privado está centrada em torno dos riscos sociais e oportunidades que decorrem da interação de um emissor com seus principais stakeholders, incluindo funcionários, clientes, parceiros da cadeia de suprimentos, contrapartes ou sociedade em geral.

Antes da pandemia, investidores e instituições financeiras tradicionalmente viam o “S” no ESG mais do ponto de vista da filantropia e obras de caridade.

Embora não haja nada de errado com essa perspectiva, a pandemia está forçando investidores e instituições financeiras a olhar para o componente social de uma perspectiva mais ampla e torná-lo parte integrante de seus quadros de gestão de riscos e estratégias de investimento.

A crise sanitária, econômica e social criou uma tensão incalculável sobre governos, empresas e indivíduos.

Bem como, está colocando um maior escrutínio sobre o impacto social da atividade corporativa em questões como inclusão financeira, desigualdade de gênero e gestão do trabalho.

Todos sob os olhos atentos da sociedade, dos formuladores de políticas, e da mesma forma significativamente, das crescentes fileiras de ESG e investidores socialmente responsáveis.

No espaço de crédito, a rápida propagação do surto de corona vírus, a deterioração da perspectiva econômica global, a queda dos preços do petróleo e a queda dos preços dos ativos estão criando um grave choque de crédito em muitos setores, regiões e mercados.

A importância do S, veio para ficar faz tempo, mas depois desta crise, sem dúvida ressaltará aos olhos dos investidores quanto a sua importância em sua Governança.

Estamos juntos!

Quando o ego, sabota ao profissional de segurança no próprio local de trabalho.

Reza a lenda, em um processo para implantação de uma cultura de segurança personalizado de acordo com o perfil socioeconômico do lugar, foi implementado com sucesso em uma fábrica, que fazia parte de um grupo muito grande de organizações, com um processo nomeado pelos próprios colaboradores.

Vamos chamar o processo de Sistema de Segurança do Roche, rsrs.

 Depois dos primeiros anos de sucesso, uma instalação irmã a uma hora de distância queria me contratar também.

 As primeiras reuniões foram com as equipes de liderança, gestão etc, que nunca concordaram em nada. 

A cultura era tóxica, reconstruir a relação parecia uma impossibilidade. 

A administração estava entusiasmada com o potencial de experimentar os mesmos resultados da outra empresa do mesmo grupo e estava ansiosa para começar. 

Mas… o profissional da área com os seus egos estremecidos estava menos entusiasmado e, pasmem a maior preocupação, era que não podia parecer, nem ter o mesmo nome do que o outro site está usando.

 Essas duas fábricas são essencialmente concorrentes dentro do mesmo grupo de atuação mundial. 

Depois de horas de negociação entre a liderança da organização e com os profissionais sobre a forma como a abordagem seria implementada, tivemos a aprovação da segurança local para avançar, com uma condição primária, sob nenhuma circunstância poderia ser chamado de mesmo nome, então, o Sistema de Segurança de Roche estava fora. 

Um mês depois, voltando para avaliar a cultura para determinar a melhor maneira de seguir em frente, sentado em uma sala de controle esperando em um grupo focal, o vice-presidente entra e me chama algumas com palavras bem escolhidas e saiu.

 Confuso, saí para ligar para o meu ponto de contato para verificar o porquê, vejo panfletos perto da entrada do colaborador dizendo:

“Bem-vindo de volta Roberto Roche & Associados, para nos ajudar a implementar o Sistema de Segurança de Roche!” 

Eu me afastei desse projeto. 

A gerência não conseguia sair do seu próprio caminho.

 Infelizmente, menos de um ano depois, a empresa fechou essa instalação porque, “a cultura estava longe demais para consertar”. 

“Quando as agendas pessoais se tornam mais importantes do que a equipe e o sucesso da missão, o desempenho sofre e o fracasso se segue” -J. W.

Estamos juntos!

Seus Kpis e metas do seu SGA estão alinhados com o ESG?

Temos encontrado certas dificuldades em nossa consultoria a ajudar as organizações que nos procuram quanto a implantação de um SGA ou dos princípios do ESG, até porque alguns querem ter e, só issotipo o cliente: “O cliente pediu e eu mostro papel (triste)“.

 E não existe uma preocupação real de saber se as ações tomadas, podem ser quantificadas, para realmente mostrar que existe um objetivo a ser alcançado.

Sem ter Kpis e metas como alguém pode dizer que realmente tem um SGA implantado e rodando em sua organização?

Quando uma empresa tem um SGA (sistema de gestão ambiental), se certificada ou não, sua eficácia só pode realmente ser medido por seu desempenho contra os objetivos que foram definidos.

 Portanto, é lógico que a compreensão da eficácia do seu sistema de gestão pode ser afetada pela relevância e precisão dos seus objetivos.

Pode ser possível para a sua organização acreditar que o desempenho é bom, quando na verdade os objetivos podem não ser relevantes, agressivos o suficiente ou talvez nem mesmo diretamente relacionados com as atividades reais do núcleo de seu negócio.

Então, como uma empresa pode garantir que os objetivos da ISO 14001 sejam relevantes e realmente ajudem a impulsionar o melhor desempenho ambiental?

Recentemente, tomei parte de uma auditoria de fornecedores, onde a organização em questão estava passando por uma implementação ISO 14001:2015 com a ajuda de um consultor externo.

Os líderes organizacionais estavam fazendo sugestões sobre os possíveis objetivos para o seu SGA, apesar de apenas ter começado o processo de implementação.

Isso me levou a pensar;

Até que você entenda suas atividades e seu impacto ambiental, você não pode realmente definir objetivos significativos para o seu SGA.

 Por exemplo, muitas empresas têm uma medida de “pegada de carbono”, pois a viagem constante pode ter um grande impacto ambiental.

 Isso é gerenciado através do uso de conferência/ videocâmara, para limitar o impacto e reduzir os custos etc…

 Essa medida pode ser usada para a maioria das organizações, mas vamos examinar alguns exemplos mais específicos de quais objetivos podem caber em um SGA específico:

Conformidade da legislação. Isso é obrigatório dentro da ISO 14001, mas isso deve ser um objetivo do SGA?

Isso poderia ser dito depender muito do setor em que uma empresa opera.

 Consideremos duas empresas em extremidades opostas da escala, mas dentro de uma distância geográfica estreita como um restaurante de fast food e uma usina nuclear.

 A não observância da legislação teria um impacto muito maior sobre o ambiente e as partes interessadas para a central eléctrica do que para um restaurante de fast food.

Com a prevenção preferida para curar, é fácil ver que um objetivo de se tornar 100% complacente reagindo à legislação depois que sua liberação seria crítica a salvaguardar o ambiente e os arredores.

 Este objetivo pode ser menos importante para um restaurante de fast food, que pode encontrar mais valor em um objetivo de reciclagem de embalagens e remoção de plástico de uso único de sua cadeia de suprimentos, apesar de também estar ciente de que a legislação deve ser cumprida.

 Vamos considerar um negócio de restaurante nacional por um lado e um restaurante local por outro.

Embora a redução de desperdício seja desejável para qualquer empresa de alimentos, é fácil imaginar os múltiplos benefícios ambientais que a redução de desperdício pode trazer para uma empresa maior.

Isso também significa economizar e a possibilidade de redirecionar os alimentos extras para beneficiar outras pessoas.

 Embora isso possa ser extremamente benéfico para o meio ambiente em relação ao impacto reduzido, será menos para a organização menor.

No contexto operacional das pequenas empresas, um objetivo que racionalize seu programa de entrega em domicílio pode gerar mais benefícios ambientais do que reduzir uma quantidade muito pequena de desperdício de alimentos.

Mais uma vez, imagine as economias ambientais que poderiam ser feitas se uma empresa de aluguel de carros em todo o país decidisse comprar exclusivamente veículos elétricos.

Uma empresa de aluguel de carros local que possua três carros de aluguel pode usar o mesmo objetivo, mas realisticamente vê um benefício ambiental muito menor por causa do tamanho da frota.

Ao mesmo tempo, um objetivo de reduzir as emissões de carbono empregando um dispositivo para interromper a marcha lenta do motor na frota de 3 carros pode ser uma medida mais realista e econômica para obter uma economia ambiental tangível para a empresa menor.

Após consideração, rapidamente fica claro que um tamanho não serve para todos em termos de definição de objetivos ambientais para uma organização.

 Mesmo organizações na mesma linha de negócios podem encontrar diferentes objetivos ambientais relevantes, dependendo de vários fatores que podem incluir o tamanho da organização, o contexto, os mercados em que opera e como as atividades da organização se encaixam com outros aspectos da gestão. sistema.

Garantir que os objetivos ambientais estejam alinhados com a direção estratégica da empresa continua a ser um fator-chave e garantir que os objetivos sejam;

Específicos, Mensuráveis, Alcançáveis e Realista

Claro também ajuda a focar na busca da conclusão de maneira metódica.

 No entanto, ao trabalhar com uma equipe de gerenciamento para definir objetivos para um SGA, é necessária uma perspectiva lógica e matemática.

 Pergunte a si mesmo:

 O que é importante para a organização e o que é importante para o meio ambiente?

 Se você pode identificar resultados ambientais que se encaixam em ambas as categorias e podem ser mitigados por uma abordagem metódica, pode começar a formar objetivos relevantes para sua organização.

Estamos juntos!

A importância da segurança psicológica, para evitar acidentes.

À medida que a reunião do comitê de segurança se aproxima do fim, o Diretor, que também é o presidente do comitê, pergunta:

 “Alguma questão ou sugestão?” Silêncio mortal!

 “Tudo bem, esse é o fim da reunião. Obrigado a todos.”

Presente como convidado na reunião (estava desenvolvimento um trabalho sobre nível de maturidade de segurança e riscos nessa empresa).

Imediatamente me lembrei dos velhos tempos, por onde trabalhei, triste situação

Você já teve a mesma experiência, sentindo que não podia falar no trabalho?

Tais experiências são mais comuns do que se imagina.

 Em um estudo que li por aí, que investigou as experiências dos colaboradores em falar, os entrevistados relataram pelo menos uma ocasião em que se sentiram incapazes de suscitar uma preocupação com seus chefes, apesar de acreditarem que o problema era importante.

Os acidentes raramente ocorrem do nada.

Muitas vezes há sinais que precedem o acidente como por exemplo: ferramentas defeituosas não sendo substituídas, colaboradores ignorando procedimentos ou simplesmente listas de verificação.

A captura de tais sinais permite que esses problemas sejam resolvidos antes que eles aumentem.

Considere a explosão da plataforma de petróleo Deepwater Horizon em 2011, que matou 11 colaboradores e causou o maior derramamento de óleo marinho do mundo.

Após o acidente, uma pesquisa constatou que muitos colaboradores da sonda estavam preocupados com a segurança nas semanas anteriores à explosão.

 Na pesquisa, eles destacaram que o plano de manutenção não foi executado adequadamente e que eles “frequentemente viam comportamentos inseguros no equipamento”.

No entanto, os colaboradores não relataram esses problemas à gerência porque “temiam represálias”.

Se você comparar a ISO 45001 com outros sistemas de gerenciamento (por exemplo, ISO 9001, ISO 14001 e ISO 27001), verá que, embora todos esses sistemas exijam a implementação de um processo de comunicação, a ISO 45001 é a única que declara explicitamente a necessidade de “Participação dos colaboradores”.

 Reconhece que a contribuição dos colaboradores é essencial para um sistema robusto de segurança

 Ao detectar riscos de segurança, os colaboradores são os olhos e os ouvidos da organização. Sempre que retêm informações, a organização perde a chance de evitar um possível acidente.

No entanto, simplesmente educar e lembrar aos colaboradores que eles têm a responsabilidade de se manifestar NÃO é uma boa estratégia.

 Saber e fazer são duas coisas diferentes.

 Quase todo colaborador sabe que precisa falar quando vê algo inseguro, mas quantas vezes eles realmente fazem isso?

Para que os colaboradores se manifestem, duas condições devem existir.

 E a responsabilidade recai sobre os líderes da organização para criar estas condições:

Plataformas para capturar as opiniões e Segurança psicológica

Exemplos de plataformas para capturar informações incluem: reuniões com participação de colaboradores, esquemas de relatórios de quase acidentes e sessões de diálogo.

Essas plataformas são recursos padrão para organizações que implementam um sistema de gerenciamento de segurança.

Essas plataformas fornecem caminhos para os colaboradores fornecerem suas informações.

Mas não basta ter essas plataformas, como é evidente no acidente do Deepwater Horizon.

A segurança psicológica também precisa estar presente.

Segurança psicológica é uma crença de que não será punido ou humilhado por se manifestar com ideias, perguntas, preocupações ou erros.

E ambientes psicologicamente seguros, as pessoas acreditam que se cometerem um erro ou pedirem ajuda, outras não reagirão mal.

Em vez disso, a sinceridade é permitida e esperada. A segurança psicológica existe quando as pessoas sentem que seu local de trabalho é um ambiente em que podem se expressar, oferecer ideias e fazer perguntas sem medo de serem punidas ou envergonhadas.”

Como criaturas sociais, nos preocupamos com a forma como os outros nos veem.

 Queremos parecer inteligentes e competentes na frente de nossos colegas e chefes.

Ninguém vai trabalhar querendo olhar de outra maneira.

 Para manter uma boa impressão, realizamos cálculos mentais rápidos de como os outros julgam nossos comportamentos.

Fazemos isso consciente e inconscientemente.

Se as chances de parecer mal são altas, entramos no modo de autoproteção. Para evitar parecer tolo, não damos sugestões.

Para evitar ser responsabilizado, não informamos erros. Para evitar ser rotulado como causador de problemas, seguimos a maioria.

Quando a segurança psicológica é baixa, a primeira coisa na mente das pessoas não é contribuição, mas autoproteção.

A autoproteção sempre resulta em silêncio, porque ninguém será culpado ou criticado por ficar quieto.

Como diz o ditado, “é melhor prevenir do que remediar”.

Um problema com baixa segurança psicológica é que você não pode dizer se alguém está se segurando.

 O silêncio dos colaboradores pode significar que eles não têm mais informações; ou também pode significar que eles têm reservas sobre essa nova iniciativa, mas decidiram se abaixar.

 Você não pode saber o que está por trás do silêncio.

 Isso pode levar você a supor que tudo está bem até que um acidente ocorra no caminho.

Embora a implementação de um processo seja crucial, o ponto principal do estabelecimento de alta segurança psicológica é para os líderes demonstrarem humildade.

Afinal, quem quer levantar ideias quando o superior parece pensar que sabe tudo?

Humildade é o reconhecimento de que não se tem todas as respostas e de que outros têm perspectivas que valem a pena ser ouvidas.

 Outros comportamentos que demonstram humildade são:

  • Reconheça que um novo plano tem muito espaço para melhorias
  • Compartilhe que você tem seus pontos cegos sobre riscos à segurança
  • Reconheça que os técnicos conhecem melhor os parafusos e porcas do trabalho do que você
  • Admita que você pode perder algo ao tomar uma decisão
  • Peça desculpas por uma supervisão

Esses comportamentos são expressões de vulnerabilidade.

 Quando dizemos essas coisas, reconhecemos que somos seres humanos imperfeitos e fazemos com que a outra pessoa se sinta segura em mudar do modo de autoproteção para o modo de contribuição.

No entanto, mostrar humildade é difícil para muitas pessoas, porque a mente humana é.”.

Temos a tendência de superestimar nossas habilidades e julgamento.

Queremos ser vistos como decisivos e conhecedores, mesmo na ausência de evidências objetivas.

Também somos suscetíveis ao erro de atribuição fundamental quando erros acontecem, tendemos a enfatizar demais as características internas do colaborador (por exemplo, ele é descuidado e preguiçoso) e subestimar as situações externas (por exemplo, ele não possui a ferramenta certa).

 Isso leva a culpas instintivas e a um clima em que outros não se sentem seguros para falar.

Construir segurança psicológica exige tempo e esforço, mas é indispensável na jornada rumo à excelência em segurança.

Estamos juntos!

Ei psiu!!!! Você profissional, não é vergonha em pedir ajuda!

Como consultor agora, observo como é impressionante as organizações e alguns profissionais se aproximam para pedir uma colaboração, uns fazem um discurso de horas dizendo isso e aquilo o seu currículo e seus resultados (perdão não estou entrevistando para dar emprego, rsrs) etc. outros dizem que só me procuraram porque …. e nada mais que isso.

Meu modelo de negócio é simples, dede que deixei o mundo corporativo.

“Gestão compartilhada” e meu lema é :

“NÃO VENDO CONSULTORIA! EU COMPARTILHO VIVÊNCIA E EXPERIÊNCIA nesses + 35 ANOS na área de QSMS-RS & SUSTENTABILIDADE, justamente para diluir o impacto de quem nos procura com todos a as armas para se justificar antes de pedir ajuda.

Pedir ajuda pode ser difícil.

Pode parecer que você está proclamando: “Eu não posso fazer isso sozinho, mesmo que eu pensei que eu poderia” ou “Eu cometi um erro e preciso de alguém para me ajudar a consertar o que eu errei!”

Mas não é nada disso, pedir ajuda é um sinal de grandeza e sabedoria.

Ninguém sabe tudo, e meu amigo Aristóteles já dizia;

Eu Sei que nada sei ou algo parecido

Eu sei que não pedi ajuda em muitas ocasiões quando perguntar era a única coisa razoável a fazer, por causa do quão desconfortável era chegar e dizer: “Isso é mais do que eu posso lidar.”

Não há vergonha em precisar de ajuda; o oposto é verdade.

Digamos que você, como profissional na área de QSMS-RS & Sustentabilidade ou especialista dentro dessas áreas mais especificas seja designado para um projeto que inclua trabalhos que você tem pouca ou nenhuma experiência em supervisionar.

Você certamente poderia fingir e agir como se soubesse o que está acontecendo.

 Já vi isso acontecer mais do que algumas vezes. (Eu sou um bom exemplo)

Raramente acaba bem e pode prejudicar sua credibilidade por um tempo.

 O que funciona? Admitindo sua falta de experiência e conhecimento, e então pedindo ajuda.

Conheci uma profissional no meu primeiro ando de consultoria que tinha acabado de sair da faculdade com um diploma de segurança saúde e meio ambiente e jogaram no colo dela organizar toda gestão e já incluindo o RS (responsabilidade social corporativa) legal né!

 Durante uma pausa em um dos meus seminários de desenvolvimento profissional em nossa área, ela me confidenciou que, por um tempo, teve problemas para conseguir os funcionários experientes na planta e no trecho onde trabalhava para levá-la a sério.

Ela então disse que não tinha mais esse problema.

Fiquei intrigado. “O que você fez para resolvê-lo?” Eu perguntei. Ela respondeu: “Recebi conselhos de um dos mecânicos seniores que conheci antes de começar a trabalhar no local.”

Ela perguntou-lhe o que ele achava que ela deveria fazer para ganhar mais respeito.

O que torna esta história especial não é o conselho que o mecânico sênior deu, mas como ele disse aos outros mecânicos que ele achava que ela (apesar de ela ser mais jovem do que algumas das filhas dos outros mecânicos) sabia o que ela estava fazendo e eles deveriam mostrar seu respeito e ouvi-la.

Ela me disse que era incrível o quanto de diferença sua influência fez em sua capacidade de realizar seu trabalho e se sentir mais confortável em torno da mecânica.

Não sei por que estou relutante em pedir ajuda. Talvez seja uma percepção que tenho de mim como alguém que está sempre no controle.

 Felizmente, estou melhorando em pedir ajuda, principalmente porque percebi que não é um sinal de fraqueza ou inaptidão.

Todos nós, não importa o quão “brilhante”, ainda temos uma quantidade limitada de habilidade.

Mesmo que você seja um especialista em sua área, ainda haverá momentos em que você precisa de ajuda de outra fonte.

“Todos são ignorantes, apenas em assuntos diferentes.”

O orgulho pode nos impedir de pedir ajuda, mas às vezes é porque não queremos incomodar ninguém.

Considere isso: Eu gosto de ajudar os outros.

Tenho certeza que você também.

Muitas pesquisas mostram que atividades altruístas se sentem bem e são um forte fator de felicidade.

No entanto, muitas vezes, não damos aos outros a chance de experimentar esses impulsos de felicidade, deixando-os nos ajudar.

Precisar de ajuda com assuntos pessoais não é uma falha de caráter.

Toda pessoa, mesmo com os melhores esforços, pode cair em uma situação difícil por causa de circunstâncias de vida ou erro de julgamento.

Perceber que estamos em uma condição que só podemos sair com ajuda mostra sabedoria e humildade, desde que não nos contemos em estender a mão.

Estamos juntos!

Promover a segurança no local de trabalho, não é fácil!

Esquecemos as coisas, certo?

Aniversários, resolvendo equações, onde você estacionou, a que horas mesmo na semana, a lista é sobre o que mesmo?

Em alguns casos, as consequências, digamos, esquecendo um aniversário de casamento são altamente indesejáveis.

Enquanto por outro lado, esquecendo onde você estacionou é um incômodo de passagem.

No entanto, os profissionais de segurança sabem muito bem as consequências às vezes trágicas de memórias que falharam e informações de segurança esquecidas

Como promovemos a segurança no local de trabalho?

Por que esquecemos!

Já entrou em uma sala e esqueceu por que você está lá?

Na vida, toda a nossa atenção está em fazer.

Não tentamos lembrar de tudo.

 Quando nós andamos em um quarto, nós estamos focalizando no fazer.

Além disso, o esquecimento é uma função cerebral essencial, impedindo a sobrecarga de informações.

Nossos cérebros recebem inúmeras peças de informação e insumos sensoriais diariamente.

Se isto acumular, a nossa capacidade mental entra rapidamente em parafuso.

Para evitar isso, nossos cérebros rotineiramente “limpam a casa ” e descartam as informações que não são mais necessárias.

De fato, a pesquisa mostra que os seres humanos esquecem 50% da informação nova dentro de uma hora.

 Dentro de uma semana, ele salta para 90%.

No que diz respeito à formação de segurança, estes números não são reconfortantes.

Queremos colaboradores realizando tarefas corretamente e lembrando quando usar EPI.

Além disso, é desanimador aprender a rapidez com que o nosso maravilhoso encontro inspirador promovendo a segurança no local de trabalho irá desaparecer da memória do nosso público.

Então, como mantemos a mensagem de segurança na mente dos colaboradores?

Vejam as estratégias de publicidade das empresas, elas têm uma intenção principal: vender produtos e construir o alcance da marca.

Com isso em mente, podemos promover a segurança para um efeito semelhante.

Algumas estratégias precisam de um investimento maior, e outras podem ser concluídas com custo mínimo.

Como?

Anuncie a segurança

Muitas vezes você verá sinais de segurança, banners e slogans na maioria dos locais de fabricação e construção.

Eles são importantes e valiosas ferramentas de comunicação promovendo mensagens de segurança.

Além disso, eles devem ser usados em conjunto com uma abordagem pessoal, como você verá nos exemplos a seguir.

Compartilhamento de segurança

Pense nisso;

Comece cada reunião da organização com uma breve fala sobre segurança, mesmo que seja uma reunião de segurança!

Uma parte de segurança dura apenas alguns minutos e pode ser sobre qualquer tópico.

 Pode ser relacionado ao trabalho, ou sobre algo que aconteceu em casa ou durante o dia a dia.

O conteúdo não é muito crucial.

Estar promovendo a segurança no local de trabalho que é importante!

Reuniões de turno

Geralmente, as reuniões de turno são mantidas antes do início do trabalho.

 A frequência é determinada pela sua exigência seja diária ou semanal.

 Independentemente disso, o ponto é estabelecer uma rotina de conjunto para discutir questões de segurança, mantendo a segurança na frente dos funcionários.

Sinais de segurança

Em primeiro lugar, e mais importante, os sinais de segurança só são usados quando os riscos não podem ser controlados ou evitados de qualquer outra forma.

No entanto, desde a introdução de sinais de segurança, as lesões fatais no local de trabalho diminuíram 50%.

Ao colocar os sinais de segurança no local de trabalho, é crucial que haja corretamente colocado e compreendido por todos, desde os visitantes do local até os funcionários em tempo integral.

Sistemas de software de gerenciamento de aprendizado

Use treinamento online e autoguiado para reaplicar e anunciar a segurança.

 Atribuindo aos colaboradores um curso de segurança interativo baseado em computador que eles podem realizar na sua agenda efetivamente mantém a mensagem de segurança atual.

Observação ombro a ombro

Outra ótima opção é o programa de observação de comportamento.

Este programa pode ser realizado de várias formas, mas o tema comum são os colaboradores que observam os seus pares a empreendendo uma tarefa.

 Após a conclusão, deve haver uma conversa sobre os comportamentos se eram seguros ou não.

Esses programas de observação de comportamento podem fornecer várias oportunidades diariamente para os colaboradores pares conversam sobre a promoção da segurança.

Nós exploramos apenas alguns exemplos para anunciar e promover a segurança no local de trabalho.

Investindo em uma estratégia rotineiramente e consistentemente empurrando mensagens de segurança, nós nos aproximamos de nosso objetivo de cada funcionário indo para casa seguro e bem.

Estamos juntos!

Aprendizagem, mais do que punição, impulsiona a segurança

Nos anos 80, conheci e trabalhei com um líder de segurança offshore no meu primeiro emprego em uma plataforma no mar do norte.

E ele contava que estava trabalhando em uma plataforma de perfuração em águas profundas e contou uma história.

 Houve um acidente em que alguém foi ferido, e uma investigação revelou que o membro da tripulação que mais tarde foi demitido tinha quebrado uma das regras de ouro da plataforma, colocando as mãos em uma carga.

O líder de segurança claramente estava em conflito se a demissão era correta.

Enquanto ele disse que entendia a importância das regras de ouro, ele expressou pesar que este colaborador, que tinha sido um dos melhores da tripulação e um homem de família com um casal de filhos, estava agora fora de um emprego por quebrar uma regra de segurança.

Seu comentário final foi: “Ele era um bom colaborador, então eu tenho certeza que ele encontrou outro emprego.”

Todos nós já ouvimos histórias como esta.

Muitos de nós acreditamos durante anos que esta abordagem era apropriada para proteger os colaboradores que não podiam, ou não, seguir as regras.

Mas, gostaria de sugerir que todos nós parássemos de punir os colaboradores por violações de segurança.

 Mais e mais líderes em nossa indústria estão começando a entender que a melhor maneira de dar o próximo passo no desempenho de segurança não é aumentar o nosso foco na disciplina, mas para construir confiança e respeito com os colaboradores da linha de frente e dar-lhes uma voz sobre como fazer o seu trabalho Seguro.

Com a incorporação dos princípios de desempenho humano na indústria temos vindo a reconhecer várias verdades críticas:

 Quase todo mundo vem trabalhar com intenção positiva, as pessoas cometem erros.

O trabalho como previsto raramente é o mesmo que a forma como o trabalho é feito e, finalmente, enquanto os incidentes são desencadeados por comportamentos individuais, eles são o resultado de falhas no sistema.

Estamos trabalhando em um cliente nesses dias para fazer a transição da cultura de “culpar e punir” para “aprender e melhorar.  

Tá difícil eu devo admitir

Reconhecemos que punir violações de segurança é uma maneira ineficaz de impulsionar a melhoria sistêmica em todas as nossas operações.

Quando a punição é uma das respostas potenciais a um evento, os colaboradores afetados são menos propensos a compartilhar abertamente com os investigadores ou a administração.

Eles podem não mentir descaradamente, mas eles também podem não compartilhar informações importantes.

Os colaboradores que estão protegidos da retribuição ou se sentem emocionalmente seguros discutirão mais abertamente como o trabalho é feito.

Começamos a usar equipes de aprendizagem onde os colaboradores da linha de frente têm a oportunidade de falar sobre como eles funcionam.

Um facilitador lidera a conversa, mas nenhum gerente está na sala.

Mais importante ainda, não importa quais informações sejam compartilhadas, nenhuma ação punitiva pode ser tomada contra os participantes.

Os resultados das equipes de aprendizado foram notáveis.

 Com o apoio de facilitadores que fazem perguntas em vez de buscar soluções, temos uma visão tremenda de como o trabalho é feito e por que ele é feito da maneira que é.

Muitas vezes, o trabalho não pode ser concluído da maneira como é elaborado por várias razões, mas os colaboradores são motivados a realizar o trabalho e, portanto, descobrem como fazê-lo.

 Dada a oportunidade de fornecer informações sobre como fazer o trabalho melhor, a resposta tem sido universalmente entusiasmada.

O comentário padrão que ouvimos é: “Ninguém nunca pediu minha opinião antes”.

Essa abordagem requer um estilo de liderança muito diferente em todos os níveis.

 Os líderes devem confiar nos participantes da equipe de aprendizagem. Eles também devem estar abertos a tudo o que ouvem, independentemente de quanto isso conflite com a forma como eles querem que o mundo seja.

Por fim, eles precisam se responsabilizar pelas maneiras pelas quais podem estar inadvertidamente afetando o trabalho seguro.

Os líderes precisam buscar informações daqueles que conhecem melhor o trabalho para torná-lo mais seguro.

Nossa experiência com equipes de aprendizado, juntamente com outras empresas que estão usando a ferramenta, é que elas resultaram em melhorias nas operações além da segurança.

Envolver os colaboradores em soluções é um bom negócio, mas o envolvimento efetivo só é possível quando a ameaça de punição é removida.

Mesmo quando podemos justificar a punição, é muito mais provável que o aprendizado melhore os resultados dos negócios.

Como líderes, somos responsáveis ​​pelos resultados dos negócios, portanto a escolha deve ser fácil.

Estamos juntos!

Empatia e compaixão serão qualidades essenciais para líderes em um mundo pós-COVID-19

Na minha vida pessoal tanto como na profissional, ensinou que essas formas de ser não podem ser aprendidas, mas existe maneiras de cultivá-las.

Não surpreendentemente, e com razão, não faltam discussões entre indivíduos, dentro de organizações, na imprensa e na internet sobre que tipo de mundo veremos quando a corona vírus desaparecer, e de que tipo de mundo queremos ver.

Um retorno aos negócios, como sempre, antes da crise? Uma restrição contínua de algumas das liberdades que as pessoas na maioria dos países onde este artigo será lido perderam?

Ou uma sociedade e uma economia marcadas por uma maior preocupação e cuidado com os menos favorecidos e mais consideração pelo mundo natural?

 Não sabemos com certeza, é claro.

 Mas mudanças significativas parecem prováveis.

 Os líderes das organizações terão uma grande responsabilidade por qual desses caminhos seguimos.

Parece bastante claro que o mundo pós-corona precisará de líderes com um nível muito alto de empatia uma capacidade ainda maior do que os bons líderes agora tem de se sintonizar com as circunstâncias e expectativas de outros, dentro e fora de sua organização.

E essa empatia terá que ser acompanhada de compaixão; um desejo genuíno de servir os outros, de atender às suas necessidades e aliviar o sofrimento.

Empatia e compaixão não são técnicas que podem ser aprendidas.

Eles não são coisas que ‘fazemos’; são formas de ‘ser’.

Ações que incorporam empatia e compaixão emergem da presença e experiência desses estados.

O fazer segue o ser.

Se essas qualidades são desejáveis, mesmo necessárias para o mundo após o COVID-19, mas não podem ser aprendidas, o que podemos fazer?

Felizmente, existem maneiras de cultivá-las e incentivá-las a emergir.

Enquanto estiver trancado, trabalhando em casa, faça menos e seja mais.

Em vez de reclamar que seus filhos ou parceiro estão interrompendo suas chamadas importantes do Zoom, aproveite seu tempo com eles.

Conheça-os melhor.

A crise é uma oportunidade de ouro radicalmente para alterar seu equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Tente coisas novas. 

Redescubra o ser humano por trás do seu cargo e por trás da identidade profissional que costumamos usar como máscara no escritório. Gosta de ser essa pessoa.

Leia coisas que você normalmente não leria.

 Explore novas perspectivas.

 Exponha-se deliberadamente a visões de mundo alternativas.

Você não precisa concordar com eles, mas eles vão estimular um novo pensamento.

O futuro precisará de um novo pensamento.

Fiquei quieto e ouça o mundo ao seu redor, e a si mesmo, de novas maneiras.

Na primeira semana de isolamento, o primeiro som que ouvi quando acordei de manhã foi o chamado de um bem te vi bem diferente de outros sons habituais.

 Os sismólogos que estudam sinais do interior da Terra agora estão detectando esses sinais mais facilmente por causa da redução drástica no ruído causado pelo tráfego, transporte público e outras atividades humanas na superfície da Terra.

Com o barulho da vida no escritório reduzido, talvez possamos detectar sinais do fundo de nós mesmos com mais facilidade agora também os sinais que vêm do nosso senso fundamental do que é certo.

Se você tem uma prática de atenção ou meditação, ou equivalente em sua própria fé ou tradição, dedique mais tempo a ela.

Se você não tiver um, tente.

Depois de um tempo, essas práticas podem começar a mudar sutilmente a maneira como você vê o mundo, de maneira a ajudar você e sua organização a enfrentar os desafios da situação atual e do mundo que a seguirá.

Você pode examinar de novo a interconectividade da pandemia com a perda de biodiversidade e a destruição ambiental.

 Ou na desigualdade social, que significa que as pandemias atingem mais os pobres, mas que também aceleram a propagação de doenças para todos.

E, é claro, na mudança climática, que não desapareceu enquanto a pandemia se intensifica.

Quando a corona vírus se for, faça a coisa certa.

 Você saberá o que é isso.

 Pode ser diferente do que você fez antes; talvez muito diferente. Tenha a coragem de fazê-lo. Seja um bom líder.

Estamos juntos!

Como elaborar uma gestão ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade de acordo com necessidade da sua organização!

Antes de mais nada, gostaria de dizer que prefiro falar em sistema de gestão, e não em modelo.

Diferentemente de um modelo, que pressupõe um retrato estático, um sistema compreende partes interligadas com funções específicas.

Gestão, por sua vez, entendo como um sinônimo para atingir resultados.

Portanto, sistema de gestão tem o significado de partes interligadas que têm como função atingir resultados.

 E é fato que um sistema de gestão eficiente pode servir em qualquer tipo de organização.

Não se trata de pegar um modelo pronto e fazer com que todos se encaixem nele, e infelizmente é o que mais tenho visto por aí em nossas consultorias.

 Simplificar a ideia do sistema é um grande equívoco.

Sistema de gestão não quer dizer, necessariamente, apenas corte de custos e criar atalhos!

É uma simplificação absurda e incomoda bastante quando escuto isso em nossas consultorias

Um Sistema de gestão em QSMS-RS & Sustentabilidade é algo bem maior do que isso.

Um bom sistema de gestão começa com a formulação estratégica.

Trata-se basicamente de entender aonde a organização quer chegar.

Você pode começar com formulações bem simples no primeiro ano e ampliar a análise e a sofisticação ao longo dos anos até que você e sua equipe tenham conhecimento suficiente para traçar formulações mais elaboradas sempre buscando a excelência do seu sistema.

Essa parte do sistema de gestão deve estar interligada, por procedimentos específicos, a outras duas partes.

Uma que vise estabelecer, desdobrar e atingir as metas do ano e outra que vise gerenciar os projetos decididos na formulação estratégica.

Finalmente, essas duas partes devem estar intimamente interligadas com a padronização disciplinada do gerenciamento da rotina do trabalho do dia a dia.

Com tudo isso, a organização terá produzido resultados, que é a função final do sistema.

São iniciativas muito simples.

Um sistema de gestão é aplicável a organizações de qualquer segmento econômico.

Tudo funciona bem com a boa gestão, e essa é a maneira mais eficaz de melhorar a vida de qualquer pessoa ou corporação com o mínimo de investimento.

Elabore um diagrama para cada grupo, faça um brainstorming com seu time procurando desenvolver um plano de ação de como conduzir o grupo para que tenha satisfação.

Já presenciei casos em que o sistema levou mais de um ano, depois de considerado pronto, para efetivamente iniciar a operação.

 A razão disso é que foram descobrir, depois, que os processos que alimentavam o sistema do SGI com informações estavam mal estabelecidos.

Em outro caso, o setor de compras falhou, e a organização foi penalizada e perdeu uma boa a participação no mercado, por não estabelecer critérios em QSMS-RS & Sustentabilidade.

Qualidade, Segurança do trabalho e Saúde, Meio Ambiente, Responsabilidade Social, e ações de Sustentabilidade, SIM !!!!!!, se falam e ser intercomunicam o tempo todo, uma sem a outra não é eficaz para a organização.

Quando se tem dificuldades na implantação do SGI, liste todos os conflitos, priorize e começar a resolver, pacientemente um a um.

Minha sugestão: Utilize as reuniões para apresentar a lista de conflitos e proponha o início de um esforço para sua solução com todas as áreas envolvidas.

 Essas ocasiões podem ser muito boas desde que se tenha, de fato, problemas operacionais do dia a dia a serem discutidos.

Estamos juntos!

Aspectos ambientais na sua área administrativa, você sabe identificar?

Em muitos setores, identificar aspectos ambientais, não apresenta muitas dificuldades. 

Se você gerencia uma refinaria ou canteiro de obras, alguns dos aspectos são tangíveis e até visíveis.

 Você pode ser capaz de ver evidências do impacto no meio ambiente olhando para as emissões, resíduos, e assim por diante.

Recentemente, fui chamado para uma consultoria para ajudar, onde os diretores em sua imensa área de trabalho/ administrativa pediram um “escritório limpo”, e o trabalho que eles já tinham realizado antes, não observavam nenhuma melhora, e certamente teriam problemas em obter uma boa avaliação do seu cliente, que em breve iria realizar uma auditoria de QSMS para fornecedores.

Mas cá entre nós, realmente sabemos o que é um é um aspecto ambiental?

Por definição, aspecto ambiental é “um elemento das atividades ou produtos ou serviços de uma organização que podem interagir com o meio ambiente”.

 Impacto ambiental é definido como “qualquer mudança no meio ambiente, seja adversa ou benéfica, total ou parcialmente resultante dos aspectos ambientais de uma organização”.

Se pensarmos nisso com cuidado, é fácil ver que toda organização, negócios e até mesmo domésticos tem um “impacto” no meio ambiente de algum tipo ou outro, e um SGA bem implantado facilita a avaliação, medição, análise e melhoria desses aspectos e os impactos resultantes.

Mas, de volta ao “escritório limpo”.

Certamente não tem muito impacto ambiental, passar na tal auditoria de QSMS do fornecedor será fácil, não é?

Identificação de aspectos ambientais na sua área administrativa não é tão óbvia.

Aspectos ambientais e os impactos estarão ao seu redor, alguns grandes e alguns pequenos.

Na verdade, seu impacto no meio ambiente através das ações de você e sua equipe começa antes mesmo de chegar ao escritório.

Como sua equipe viaja para o trabalho? Você incentiva e fornece facilidades para os colaboradores pedalar para trabalhar sempre que possível?

Você conscientiza sua equipe sobre os benefícios ambientais do uso do transporte público?

Hoje em dia, muitas pessoas dirigem para o trabalho você já olhou para as possibilidades e incentivos de incentivá-los a “compartilhar carros” sempre que possível?

Colocar tudo isso junto em uma “Política de Transporte” pode ser uma boa ideia.

Meça-os agora, coloque suas ações no lugar, meça e revise-as novamente.

O ciclo “Plan, Do, Check, Act” percorre todo sistema de gestão.

Compliance ambiental em um escritório, existe?

Sim, e cada região possui uma legislação diferente, é bom buscar quais e começar acompanhar a legislação e fornecer evidências de que você a entende e cumpre.

Você precisará considerar vários aspectos como :Você tem ar-condicionado? Que gases contém? Todos eles cumprem a legislação? Poluição sonora? Sistema de águas residuais?

Em um incêndio, para onde vai a água “rescaldo”?

Estas são apenas uma amostra dos aspectos que podem impactar potencialmente qualquer escritório.

 O controle e conhecendo a legislação ambiental e implementá-la adequadamente em seus negócios é fundamental, até na área administrativa.

Continuando ….

Você mede a pegada de carbono da sua organização? Você incentiva chamadas em videoconferência?

Todo mundo sabe que deixar as luzes em salas não utilizadas é financeiramente e ambientalmente prejudicial, como este seu controle hoje?

Todos nós consumimos materiais diariamente no escritório e como podemos garantir que somos as mais eficientes?

Talvez uma política de “Boas Práticas Ambientais no Escritório”, como em imprimimos usando os dois lados do papel, reduzimos o número de impressoras para desencorajar o consumo desnecessário de papel e energia, reciclamos o tempo todo sempre que possível, e assim por diante.

Existem muitas oportunidades para melhorar nossa eficiência ambiental dentro do escritório.

Então, é só isso? Não!

 Aposto que você tem uma política de compras, certo!

Você considera aspectos ambientais? Você usa papel reciclado quando possível? Você compra de organizações que possuem os mesmos valores que você?

Você pode promover melhorias no meio ambiente, pedindo à sua cadeia de suprimentos que trabalhe com os mesmos princípios ambientais que você e recompensando a disposição deles em fazê-lo com seus negócios ambientalmente corretos.

As sugestões mencionadas acima não apenas aproximarão você de obter um bom sistema de gestão ambiental, mas também fará de você parte de um “ciclo virtuoso”.

Dessa forma, seu desempenho ambiental aprimorado não ficará sozinho, mas incentivará outras pessoas em sua cadeia de suprimentos a melhorar também, com um benefício positivo para os resultados e a eficiência de todos e um benefício a longo prazo para o planeta.

Quanto mais cedo você começar, melhor.

Estamos juntos!

A revolução dos treinamentos em realidade virtual, já começou faz tempo na segurança do trabalho, sabia?

Muitos colegas me questionam sobre o que eu acho sobre os treinamentos com realidade virtual sobre segurança do trabalho e meio ambiente

Até por que sabem que sou um fã incondicional e utilizei muito ao longo da minha carreira de gestor.

Minha visão do assunto.

À medida que as organizações buscam cada vez mais por treinamentos corporativos, as prioridades e os métodos de aprendizagem divergem dos caminhos já bem conhecidos por todos.

Para operar um negócio, as aprendizagens de segurança e conformidade são obrigatórias.

Para conseguir isso, é fundamental adotar e usar as últimas inovações que podem efetivamente envolver a força de trabalho e fornecer resultados.

Felizmente, a realidade virtual com seus treinamentos e até mesmo cursos   aumentam a retenção de informações fornecidas e criaram uma experiência de treinamento imersiva para os colaboradores.

Baseado em minha experiência na área, seguem algumas razões para considerar a realidade virtual (RV) para a segurança

Melhora o engajamento psicológico.

Em empresas, os profissionais de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade procuram formas de fornecer “valor de segurança” através de vários métodos.

Seja em fábricas, no trecho, a responsabilidade de manter um ambiente livre de risco tanto do trabalho como socioambiental está em seus ombros também.

 Em trabalho em altura, por exemplo, quando especificamente explicado os perigos de “não usando um arnês”, enquanto trabalhava em altura através de aprendizagens curtas, ajuda a resolver um problema endêmico de andaimes.

Através da realidade virtual, especialistas em segurança podem motivar os colaboradores a consumir conteúdo curto e efetivo e este pode processar as informações com cuidado.

Esses formatos de conteúdo permitem interações diretas com a capacidade de atenção de um colaborador e aumentam o foco nos ensinamentos.

Apoia a colaboração

Esses aprendizados visam transformar os alunos em participantes ativos.

Eles atuam mais como “facilitadores” na aquisição de conhecimento e aplicação de habilidades recém-adquiridas.

Seja sistemática ou aberta, os modelos seguem uma sequência lógica de análise, design, desenvolvimento e avaliações bem definidas no final.

Trata-se de facilitar o acesso ao conhecimento por meio de interações sociais e elementos colaborativos flexíveis.

Incentiva os aprendizados a qualquer hora, em qualquer lugar.

Os pequenos pedaços de informação podem ser acessados independentemente de sua localização e tempo.

Eles chegam nos tempos necessários os alunos podem poupar tempo e aprender apenas o que eles estão interessados em.

Os cursos acionáveis e intuitivos exortam a “necessidade” de conhecer e fornecer confiança e conhecimento aos colaboradores.

As aprendizagens de segurança precisam ser holísticas-quando os materiais instrucionais consideram o menor aspecto da segurança e não comprometem em geral, as condições do local de trabalho atingem o estado de quase perfeito

Os profissionais da organização, em vez de malabarismos com uma variedade de informações de segurança, estabelecem relações com a “quantidade certa de informações”.

Ferramentas como vídeos, jogos e aprendizagem virtual complementam e aumentam o verdadeiro propósito da educação em segurança.

 A familiaridade com essas tendências só traz benefícios para o ambiente de segurança-eles se misturam com a abordagem moderna de “treinamento”.

As organizações podem se referir a suas próprias estatísticas e escolher incidentes que são mais prevalentes em seu local de trabalho.

 Eles podem então recomendar cursos específicos para esses perigos, função de trabalho, habilidades ou outras variáveis.

Os treinamentos são essenciais para o progresso da indústria e do indivíduo.

 É através destes cursos que eles podem entender sobre as habilidades necessárias e absorver as melhores práticas para as situações que irão enfrentar no seu dia a dia

Estamos juntos!

Lidando com o ‘enigma do escopo 3’ a dor de cabeça das organizações e fundos de investimentos.

Quando os gestores de ativos assumiram pela primeira vez compromissos para alinhar seus portfólios com as tais emissões “net zero “, eles principalmente evitaram a questão espinhosa do Escopo 3.

Mas agora acabou o me engana que eu gosto e, isso não é mais possível.

Uma onda de regulamentação e escrutínio público está levando os investidores a enfrentar o que uma unidade do London Stock Exchange Group chama de “um dos problemas mais vexatórios no financiamento climático”.

As emissões de escopo 3 são aquelas produzidas pelos clientes e pela cadeia de suprimentos de uma empresa.

 Eles normalmente respondem por mais de 80% da pegada de carbono de uma organização.

 Em algumas das indústrias mais poluentes, como petróleo e gás, o número pode ser ainda maior.

O conceito não é novo, mas há uma urgência renovada entre os investidores em descobrir as implicações para as empresas em que investem bem como seus próprios compromissos climáticos.

A urgência ocorre quando reguladores da União Europeia, Japão, Reino Unido e outros países sinalizam que divulgações obrigatórias do escopo 3 estão no horizonte para as empresas.

A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA também discutiu se os grandes emissores deveriam ser obrigados a divulgar suas emissões de escopo 3.

E por que é importante: “Sem reconhecer as emissões de escopo 3 de uma organização, não é possível entender e avaliar totalmente sua contribuição para as mudanças climáticas”.

Existem inúmeros “desafios práticos” para relatar e calcular adequadamente os números do escopo 3, e esses são os obstáculos que precisam ser superados.

A incorporação de emissões da cadeia de valor é “indispensável para uma avaliação clara dos riscos climáticos para as empresas”, mas a integração dos dados do Escopo 3 com a análise de portfólio e as decisões de investimento é “muitas vezes prejudicada” pela complexidade da contabilidade do Escopo 3.

Essa complexidade é causada por baixas taxas de divulgação, qualidade variável dos dados e baixa comparabilidade, de acordo com o relatório.

“Por um lado, é realmente crítico; precisamos desses dados, e precisamos entendê-los e trazer isso para o processo de investimento, até porque há riscos comerciais e regulatórios reais associados a essas emissões de escopo 3

 Mas, por outro lado, realmente não temos os conjuntos de dados maduros para fazer isso.

Vejamos apenas 45% das 4.000 empresas de médio e grande porte de capital aberto no FTSE All-World Index divulgam dados do escopo 3, e menos da metade delas o faz para as categorias de emissões mais materiais em seu setor.

E mesmo quando os dados existem, torná-los úteis para fins de investimento é outra questão.

Um problema é que o padrão de relatório voluntário de emissões mais utilizado, o GHG Protocol, não foi originalmente projetado com os investidores em mente.

 (O protocolo foi concebido no início dos anos 2000 e divide o escopo 3 em 15 categorias, que vão desde as emissões resultantes de bens e serviços adquiridos até viagens de negócios e processamento de produtos vendidos).

Ao contrário das emissões dos Escopos 1 e 2, que são derivadas da própria atividade de uma empresa e da energia comprada, avaliar com precisão o Escopo 3 é muito mais difícil.

Pode não ser surpresa, então, que quando os investidores na iniciativa Net Zero Asset Managers estabelecem metas para alinhar suas carteiras com emissões até 2050, eles só são obrigados a levar em conta as emissões do Escopo 3 “na medida do possível”.

Muitos dos gestores de ativos da iniciativa de US$ 57 trilhões dizem que pretendem adicionar o Escopo 3 à medida que a disponibilidade e a qualidade dos dados de emissões melhoram.

Uma pesquisa recente descobriu que os investidores devem se concentrar nas duas categorias de escopo 3 mais relevantes para uma indústria, porque essas duas categorias responderão por uma média de 81% das emissões totais de escopo 3 do setor.

No setor de energia, por exemplo, os bens comprados e o uso de produtos vendidos respondem por 88% da intensidade de emissões do escopo 3.

Ao simplificar o problema e estreitar a lente dessa maneira, “você se compromete em torno da maior parte do problema”.

Estamos juntos!

Evitando a Cultura de Complacência em Segurança e em Impactos socioambientais!

Não tenha como certo que se tudo está indo bem, só porque ninguém se machucou hoje e nenhum vazamento ocorreu, não está tudo tranquilo!!

Não existe zona de conforto para quem atua na gestão de ESG /QSMS-RS & Sustentabilidade.

Você passou duas vezes ou mais hoje sem sequer pensar e olhou algo que sempre esteve lá?

 Agora, pense e olhe de novo para o que você perdeu olhando para algo que estava errado e você não fez nada!

Estamos tão acostumados com nosso ambiente que começamos a categorizar automaticamente o que é importante ou não, aí meu amigo, mora o problema!!

Todos nós fazemos isso e quanto mais bem sucedido você e sua equipe se tornarem, mais você entra no ciclo de “somos os melhores e tudo está bem”.

 Preste atenção no escritório! Quantos passariam por cima dos colegas para pegar algumas pastas ou não dizem nada sobre fios e cabos soltos pela sala?

 Complacência nada mais é do que estar confortável na própria pele, e ela pode matar!! (veja meu artigo “Complacência Mata “)

Considere esta citação do Capitão Edward Smith: “Quando alguém me pergunta como posso descrever melhor minhas experiências de quase 40 anos no mar, eu simplesmente digo ‘sem intercorrências’.

 Nunca tive nenhum tipo de acidente que valha a pena falar, nunca vi um naufrágio e nunca sofri um arranhão.

” Smith disse essas palavras em 1907, alguns anos antes de se tornar capitão do Titanic”.

A complacência é uma coisa interessante que não pode ser vista, mas certamente pode ser sentida!

A complacência pode ser o inimigo do seu sucesso.

Você finalmente chega ao topo da sua área e depois corre um acidente!

E todos estão perguntando o que aconteceu lá, olhando para você com aquele olhar ……

Já passei por isso algumas vezes, confesso é horrível!

A complacência é composta de pequenos passos e elementos que as pessoas perderam.

Você poderia chamá-lo do meu dia a dia e apagando incêndios.

Quando olho para os acidentes baixo minha responsabilidade, onde ocorreram vários elementos que eu ignorava, e que em retrospectiva eram óbvios para qualquer pessoa fora da organização.

Sinto vergonha! De como não enxerguei na época.

Cito apenas 02 de muitos que me lembro;

 Da maneira errada como foi realizado o treinamento, e a falta de procedimentos bem escritos. 

Passamos por nossas áreas todos os dias e ignoramos muitos desvios, e deixamos de perceber.

Mas quando realizamos uma caminhada por uma área com pessoas de outros departamentos, surgem questionamentos do porquê de certas coisas são assim ou se estão desta maneira é o certo?

Quem está no dia a dia acaba deixando passar e muitos destes questionamentos são até embaraçosos, mas podem evitar acidentes se forem corrigidos de pronto.

Eu sou uma grande fã de caminhadas deste tipo, e por onde passei sempre implantei essas caminhadas.

 Não deixe até o dia seguinte par anotar qualquer coisa que você notou diferente, pois podem ser esquecidas quando vamos para casa.

Um foco contínuo nos fundamentos da segurança também ajudará a evitar a cultura complacente.

Quando digo fundamentos, estou falando sobre a liderança, cultura, comunicação e comportamentos da organização que incentivam locais de trabalho mais seguros.

Até agora, concentrei-me no que as organizações para reduzir acidentes, mas agora precisamos voltar nossa atenção para o indivíduo.

Tomar as decisões certas e ter a coragem de falar e / ou interromper o trabalho!

É uma questão de sobrevivência para nós profissionais de QSMS

Tomamos decisões todos os dias, normalmente sem pressão ou livre arbítrio, pois são a coisa certa a fazer ou só precisam ser feitas, como respirar.

 São escolhas subconscientes devido ao ambiente que nos rodeia.

 Agora comece a aumentar a pressão lentamente, e no final, as decisões simplistas a serem tomadas parecem opções de vida ou morte.

É aqui que a coragem entra em ação, pois é preciso uma pessoa corajosa para parar, falar ou se afastar de uma tarefa.

Infelizmente, muitas vezes por causa da névoa de complacência no local de trabalho, as pessoas são sugadas para essa bagunça em espiral que o trabalho precisa ser feito porque não podemos ser vistos como falhas seja o eu a equipe ou a organização.

É como a famosa definição de insanidade: Fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes.

 Para romper a espiral de complacência e evitar sua cultura, termino com esta citação que carrego comigo faz tempo

NÃO EXITE ZONA DE CONFORTO PARA QUEM ADOTOU O QSMS como profissão

Contamos com outras pessoas para resolver os problemas, mas na verdade, somos nós (o indivíduo) que podemos impedir o desenvolvimento da cultura de complacência, sendo corajosos para tomar as decisões corretas no momento correto.

Estamos juntos!

Nossos colaboradores não seguem as orientações e procedimentos de segurança e prevenção dos riscos ESG quanto aos impactos socioambientais, e agora?

Muito comum escutarmos esses comentários sejam em due diligencies ou analisando acidentes junto aos nossos clientes.

Infelizmente, colaboradores não seguem os procedimentos em várias situações.

O que é um problema, pois sabemos a importância que a padronização tem para as organizações.

Existem basicamente alguns motivos que explicam por que seus colaboradores não estão nem aí para eles.

Vamos começar pelo campeão e, muito comum, que encontramos em nossas pesquisas, rsrs!

Desconhecem os procedimentos!!!!!

Pode parecer óbvio que existam documentos que norteiam o trabalho e devem ser seguidos.

Entretanto, muitas pessoas não só não têm essa noção, como também desconhecem completamente a existência de tais documentos.

Em geral, a causa desse problema é a falta de treinamento, ou quando o treinamento não reforça o propósito, a importância, o objetivo, a “missão” de um dado documento, pois é no treinamento que a existência de tal padrão vem à tona.

 O colaborador não está “nem aí” para o procedimento

Essa é uma expressão bastante popular e não é tão raro ouvi-la.

É preciso entender que esse tipo de comportamento está intimamente ligado à falta de conscientização.

Nesses casos, as pessoas não conseguem ligar a importância da documentação ao seu dia a dia de trabalho.

Dessa forma, ela não percebe os ganhos que aquele procedimento poderia ter em sua rotina, na organização e nas partes interessadas como um todo. Isso faz com que o procedimento seja ignorado.

 Procedimentso para que? Se eu já seu tudo!

Esse comportamento, obviamente, demonstra certa presunção, no sentido de que a pessoa acredita fielmente que pode executar suas atividades sem nenhum tipo de auxílio.

É preciso demonstrar a essas pessoas que o procedimento não é apenas um demonstrativo do que fazer, mas uma forma de reforçar “como” a organização decidiu fazer.

Inclusive, é claro, são os documentos que padronizam e ajudam a operacionalizar mudanças, assim, é preciso segui-los.

Lembrando que padrões para processos contribuem com a previsibilidade dos resultados da organização.

Sei muito mais que qualquer procedimento!

 Existem colaboradores que não seguem os procedimentos operacionais pois acreditam que podem fazer seu trabalho melhor do que o que está descrito no procedimento.

Isto é muito grave e, muito comum

As consequências são terríveis, como:

Estar gerando não conformidades, atrasando a produção ou causando diversos problemas que poderiam ser facilmente evitados ao seguir os padrões.

 Pode ser que a pessoa realmente conheça formas melhores ou mais eficientes de executar o que está escrito.

 Porém, se isso de fato acontece, a organização não conseguiu captar todo esse conhecimento / experiência disponível quando na elaboração de seus padrões.

Existe um caminho claro para participação de todos os envolvidos, no desenvolvimento de padrões?

Todos sabem como apresentar sugestões de melhoria para os documentos?

Seus colaboradores não seguem os procedimentos operacionais?

O mais importante é entender que todas essas razões pelas quais os colaboradores não seguem os procedimentos operacionais são passíveis de mudança.

Isso significa que é possível, aos poucos, conscientizar e treinar as pessoas para que percebam a importância e sigam o que foi padronizado.

Agora, a tarefa de casa é entender como o que foi dito aqui se encaixa na sua empresa. Seus colaboradores acreditam em algo que foi descrito aqui?

 Entenda, pode ser que essas características apareçam por aí de outras formas, com outras expressões.

Você precisa compreender o seu contexto e atuar para quebrar esse tabu na organização:

Documento não é burocracia, não é desnecessidade, não é perda de tempo!

Documentação é padronização e melhoria, e é isso que todos nós buscamos recorrentemente!

Estamos juntos!

Você pode mudar hábitos prejudiciais do dia a dia nas operações de rotina para melhorar o comportamento de risco, sabe como ?

Motivar os colaboradores a trabalhar em segurança faz parte do trabalho do profissional de segurança.

Mas quem motiva o motivador?

Existe algum um mau hábito que você quer quebrar?

 Você pode culpar a dopamina, essa foi a molécula que te convenceu a comer o sétimo brigadeiro rsrs.

 Como um driver químico por trás de querer mais, também é um fator importante em vícios e estimula comportamentos de risco.

 Embora possa causar estragos, a dopamina é vital para nossa sobrevivência porque nos motiva a buscar comida, água e outros materiais que sustentam a vida.

 Frustrantemente, também é um obstáculo formidável para superar o comportamento negativo até mesmo prejudicial.

Como você, eu utilizei este potente estimulador cerebral muitas vezes, e com resultados mistos.

Muitas pesquisas mostraram que quando algo que fazemos induz uma recompensa de dopamina, esse “algo” é mais apto a chamar nossa atenção e estimular o desejo no futuro.

Se você quer mudar um hábito prejudicial ou superar a tentação, você tem que redirecionar ou substituir o histórico de dopamina do seu cérebro.

 Não é fácil, mas é factível. Eu desenvolvi alguns hábitos negativos durante a pandemia que estou trabalhando na substituição por mais positivos.

Eu como muito mais do que antes e, embora eu tenha escrito sobre evitar e discutido isso em minhas palestras e seminários de prevenção, eu tenho assistido muito mais “notícias” do que é saudável para minha mente.

 Talvez você tenha detectado alguns hábitos nos últimos 12 meses ou assim que você gostaria de mudar.

Tive sucesso em mudar hábitos negativos e remover barreiras ao sucesso no passado.

Deixe-me compartilhar o que fiz e o que estou fazendo agora.

Identifique e mude seus gatilhos.

Meu lanche excessivo está ligado a ver as notícias. Eu tenho o hábito de pegar um grande saco de salgadinho antes de ligar a TV no início da noite.

Então, eu sei que minha farra de notícias noturnas é um gatilho para o meu lanche, e vice-versa.

Nas últimas duas semanas, tenho assistido uma pequena onda de notícias pela manhã enquanto bebo café.

Isso ainda me dá um pouco de dopamina, mas sem a exposição prolongada de notícias e calorias excessivas.

 À noite, eu me lembro que eu vou começar a assistir (e desfrutar) alguns momentos de notícias pela manhã.

 Você pode fazer isso com qualquer hábito prejudicial. Descubra o que desencadeia o comportamento e, em seguida, mova o gatilho da melhor forma possível.

Substitua o comportamento por um melhor.

Se você deixar um vazio de dopamina, você está se preparando para o fracasso.

 Quanto mais recebemos uma recompensa, mais entrincheirado nosso desejo pela recompensa específica se torna.

Mesmo algo tão simples (mas perigoso) como pegar e fugir um atalho relacionado à segurança nos dará uma sensação de recompensa.

É por isso que uma pessoa que tem tomado o mesmo atalho por anos é difícil de mudar o comportamento.

 Mas se uma nova e diferente recompensa/sentimento substitui o “antigo”, talvez recebendo elogios pelo novo comportamento, há uma probabilidade muito maior de mudança positiva.

 Se você quer parar um comportamento que você sabe que não é útil, encontre algo que você goste como substituto.

Lembre-se e prepare-se para o desejo de dopamina.

 Um hábito antigo que o recompensou, mesmo que a recompensa lhe causasse problemas, não desaparecerá sem lutar.

Então, prepare-se para os sentimentos que vão persuadi-lo a repetir o comportamento.

Eu ainda anseio por lanchar e assistir as notícias à noite, especialmente porque só faz algumas semanas desde que eu tenho evitado.

Mas me preparando para os sentimentos ousados eu vou ter depois do jantar instando-me a pegar esse saco de batatas fritas fortalece minha determinação.

Então, não tenho tanta probabilidade de desistir.

Na maioria das vezes, a dopamina é uma “droga” natural positiva e bem-humorada uma que dá à vida muito de sua alegria e prazer.

Mas, às vezes, nos enganar a fazer coisas que não são boas para nós.

É quando precisamos intervir e assumir o controle com alguns truques nossos.

Estamos juntos!

Como seria a gestão de segurança se você não tivesse que “provar” nada?

Gosto muito de conversar com os colegas quando realizamos algum tipo de serviços em suas organizações, e durante nosso bate papo, nada como uma boa resenha do dia a dia.

Eu adoro provocar, a turma.

Vejamos, algumas dessas perguntas interessantes, você que está lendo, tente responder!

  • Você documentaria uma revisão de uma APR? Você faria seus colaboradores assinarem? Você coletaria e arquivaria a APR concluídas e as manteria por anos?
  • Você manteria seus relatórios de identificação de perigo arquivados, mesmo que o perigo tenha sido encerrado?
  • Você faria os gerentes documentarem suas conversas de “segurança” com os colaboradores?
  • Você faria os colaboradores assinarem um documento para dizer que participaram de uma reunião pré-início?
  • Você faria os colaboradores assinarem um documento para dizer que leram e entenderam todos os seus procedimentos de segurança?

E se dissermos aos colaboradores;

Nós lhe demos as habilidades e conhecimentos para entender os perigos associados ao seu trabalho e como gerenciá-los, e confiamos em vocês para aplicar essas habilidades e essa competência diligentemente!

E se dissermos aos nossos supervisores;

Não esperamos que façam nenhuma administração.

Seu trabalho é estar em campo com suas equipes ajudando-os a identificar, entender e gerenciar riscos.

Nossa expectativa de você, como supervisor, é que se viermos falar com você sobre um trabalho, você será capaz de nos dizer qual é o trabalho, quais são os perigos, como o trabalho está sendo feito e como os riscos estão sendo gerenciados.

 E esperamos que todos os membros da sua equipe tenham o mesmo nível de compreensão.

E se dissermos aos gerentes e líderes da nossa organização;

Seu trabalho, sempre que você estiver no campo e tendo conversas com supervisores e trabalhadores, é confirmar que eles entendem os perigos associados ao seu trabalho e como eles devem ser controlados.

E se, em vez de nos concentrarmos em saber se 100% da papelada foi concluída, nos concentramos em construir confiança de que todos em nossa organização entenderam os perigos e como eles deveriam ser controlados?

E se aceitarmos, que não podemos “provar” a segurança com documentação completa, e só podemos provar a segurança através do entendimento demonstrado por nosso pessoal?

E agora?

Bem, só podemos provar a segurança quando nosso pessoal, através de suas conversas e ações, demonstrem uma compreensão dos perigos associados ao seu trabalho e como esses perigos são controlados.

 Porque isso é o que acontece na prática.

Após um acidente, você precisa ser capaz de demonstrar que seu pessoal entendeu os perigos em suas tarefas, e como eles foram feitos para serem controlados e os perigos foram consistentemente gerenciados de acordo com os controles.

Não é sua documentação, e processos que provam isso, é o que seu pessoal faz ou fez e o que seu pessoal diz!

Se aceitarmos tudo isso, como seria a gestão de segurança na sua organização?

Estamos juntos!

O que faz o gestor de risco ESG? Parte II

Além da tomada de decisões, os gestores de riscos ESG também têm um papel significativo na elaboração de relatórios gerenciais e divulgações.

Esses relatórios são necessários para comunicar o perfil de risco da organização, e a efetividade dessas estratégias para o público interno e externo.

As divulgações de riscos ESG, que são frequentemente incluídas em relatórios anuais e apresentações aos investidores, são outra responsabilidade fundamental dos gestores de risco.

Essas divulgações são cruciais para dar transparência aos stakeholders externos sobre as Gestão de Riscos Práticas.

Os gestores de risco desempenham um papel na determinação de quais informações de risco devem ser divulgadas e em que formato.

Eles trabalham para equilibrar a necessidade de transparência com a necessidade de proteger informações confidenciais.

Uma parte crucial do seu papel é também fornecer Gestão de Riscos treinar e promover uma cultura consciente dos riscos.

Isso envolve adaptar os programas de educação sobre riscos a diferentes níveis dentro da organização e garantir que todos entendam seu papel no gerenciamento de riscos.

O primeiro passo para fornecer Gestão de Riscos Treinamento é identificar as necessidades de diferentes grupos dentro da organização.

Por exemplo, novos funcionários podem precisar de treinamento básico sobre o conceito de risco e a abordagem da organização para gerenciá-lo.

Ao mesmo tempo, os executivos seniores podem exigir treinamento mais avançado focado em estratégias Gestão de Riscos e tomada de decisão sob incerteza.

Uma vez identificadas as necessidades de treinamento, o gerente de risco projeta e oferece programas de treinamento relevantes. Isso pode envolver uma variedade de métodos, como workshops, cursos de e-learning ou coaching individual.

 O objetivo é garantir que todos os funcionários entendam como tomar decisões diárias baseadas em riscos, como reduzir o efeito de cognitivos vieses e fazer trade-offs apropriados de risco-recompensa.

Fomentar uma cultura consciente dos riscos vai além da oferta de treinamento.

Envolve a incorporação Gestão de Riscos nas operações diárias e nos processos decisórios da organização.

 Isso pode significar a integração de considerações de risco no planejamento estratégico, orçamento, gerenciamento de projetos e outros processos-chave.

Por exemplo, certificar-se de que todas as contingências não são apenas baseadas em especialistas, mas são derivadas de uma avaliação de risco ou comparar diferentes fornecedores não apenas por seu preço, mas também por seus perfis de risco.

Criar uma cultura consciente dos riscos também requer uma comunicação aberta sobre os riscos.

Isso envolve incentivar os funcionários a expressar suas preocupações sobre riscos potenciais e garantir que essas preocupações sejam abordadas.

Significa também manter todos informados sobre Gestão de Riscos iniciativas e seus resultados.

Eles precisam garantir que os tomadores de decisão tenham acesso a informações de risco precisas e atualizadas para apoiar os processos de tomada de decisão, o que inclui a realização regular de avaliações quantitativas de risco, o monitoramento de métricas e limites de risco e o fornecimento de comunicações de risco claras e concisas.

Monitorar métricas e limites de risco também é importante. Isso envolve o acompanhamento de indicadores-chave de risco para identificar tendências e eventos de risco potenciais precocemente.

 Os gestores de risco também devem definir e monitorar limites de risco, que são limiares além dos quais a exposição ao risco da organização é considerada inaceitável.

É essencial manter essas métricas e limites em constante revisão e ajustá-los conforme necessário em resposta às mudanças no ambiente de negócios ou ao apetite de risco da organização.

Fornecer comunicações de risco claras e concisas é outra grande responsabilidade. Os tomadores de decisão precisam entender os riscos que estão correndo, porque eles são importantes e quais ações podem tomar para gerenciá-los de forma eficaz.

 Isso significa traduzir a análise técnica de risco em linguagem acessível e usar recursos visuais, como árvores de decisão ou diagramas de tornados, para apresentar informações de risco com clareza.

Estamos juntos

O que faz o gestor de risco ESG? Parte I

A principal responsabilidade de um Head de risco ESG é projetar, desenhar, coordenar e implementar metodologias que integrem a análise quantitativa e qualitativa de riscos climáticos e impactos socioambientais nas principais decisões e processos da organização.

 Isso envolve a criação de processos sistemáticos e diretrizes para identificar, analisar e abordar riscos em diferentes decisões.

O objetivo é impulsionar uma melhor tomada de decisão, fornecendo uma compreensão mais transparente e abrangente do risco.

O gestor de riscos trabalha na integração dessas metodologias no dia a dia da empresa.

 Isso envolve incorporar considerações de risco no planejamento de negócios, processos de tomada de decisão, procedimentos operacionais e iniciativas estratégicas.

Requer um profundo entendimento das operações da organização bem como sua cadeia de valor e a capacidade de se comunicar efetivamente com as partes interessadas em todos os níveis dentro da organização, desde a equipe da linha de frente até os executivos seniores.

A coordenação envolve frequentemente facilitar a comunicação entre as diferentes partes interessadas, garantindo que todas as partes sejam informadas sobre as suas responsabilidades em matéria de riscos e que todas as atividades de risco sejam adequadamente dotadas de recursos e programadas.

Também exige que o gerente de riscos monitore e relate o progresso dessas atividades às partes interessadas relevantes, incluindo a alta administração e o conselho de administração.

Este papel de coordenação ajuda a garantir que Gestão de Riscos não é realizado em silos, mas sim como um esforço coordenado em toda a organização.

O foco na análise quantitativa de riscos é fundamental para esse papel.

Em vez de confiar em julgamentos qualitativos, suposições não verificadas, cognitivo Vieses ou intuição, o gestor de risco usa dados, modelos estatísticos e técnicas analíticas avançadas para testar várias hipóteses e opções.

Permite que as empresas quantifiquem o efeito da incerteza nas decisões e objetivos e façam trade-offs informados entre risco e recompensa.

Fornece suporte metodológico para a tomada de decisão baseada em risco é outro aspecto significativo do papel de um gestor de risco.

Isso vai além de apenas aconselhar sobre métodos de risco para incluir permitir que os tomadores de decisão utilizem esses métodos de forma eficaz.

Envolve o fornecimento de treinamento, ferramentas e orientação sobre como incorporar a análise de risco em seus processos de tomada de decisão.

Às vezes, exige que o gerente de risco se aproprie do cálculo de risco.

O gestor de riscos também precisa manter essas metodologias atualizadas e alinhadas com a evolução do apetite de risco da organização.

Eles estão envolvidos na tomada de decisões e na elaboração de relatórios gerenciais e divulgações.

Como gestores de risco, estar ativamente envolvido nos processos de tomada de decisão é crucial para promover uma cultura consciente do risco dentro de uma organização.

Sua experiência e compreensão das implicações do risco são inestimáveis, pois ajudam a garantir que as considerações de risco sejam adequadamente refletidas em todas as decisões.

Eles fornecem insights sobre riscos potenciais associados a iniciativas estratégicas, mudanças operacionais e novos projetos.

Ao serem incluídos nesses processos de tomada de decisão, os gerentes de risco podem orientar a organização a fazer escolhas informadas que equilibrem o risco e a recompensa de forma eficaz

Estamos juntos

Gerenciamento de riscos na ISO 14001:2015, bom prestar atenção!

Em um desses prêmios de Sustentabilidade ou melhores do ano  em que chamam CEOs e cia em que estava assistindo, após a entrega de prêmios e discursos das ações de sustentabilidade, vem as perguntas e os debates.

Aí mora o perigo, pois não existe mais amador na plateia quanto a questão socioambiental e de sustentabilidade.

Normalmente quem vai falar ou receber o prêmio, não possui experiência de trincheira na área (cicatrizes nas costas ou calo nas mãos) ou está muito distante do dia a dia da Gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade da organização.

Quando recebe perguntas complicadas, como: explicar um alto índice de multas ambientais, comunidades reclamando, altos índices de acidentes de trabalho ou como pode ser sustentável se …………..

A coisa complica e cria um embaraço.

Primeiro, considero uma grande falta de educação de quem pergunta, não é o fórum para tal, segundo se a pessoa está ali, não é por que seus dirigentes estão em algum escândalo de corrupção, sonegação e etc., que ela deve ser atacada e o trabalho realizado desprezado.

Em todas essas acusações pode se notar que foram originadas por total falta de gestão de risco por parte da organização no passado quanto a vários temas principalmente na questão ambiental.

A gestão de risco, chegou para ficar! Bom prestar atenção!

E podemos notar que a partir de agora as organizações começam a se prepara melhor.

Infelizmente depois de acidentes e etc.

E a turma da ISO, não fica atrás.

Para você gestor de QSMS-RS e Sustentabilidade, é bom prestar atenção na revisão de 2015 da ISO 14001, onde fala com muita ênfase na gestão e avaliação de riscos, que irão substituir o atual processo de “ação preventiva” empregados por empresas compatíveis com a ISO.

Essa alteração visa promover e proporcionar um ambiente de melhoria contínua, que é o cerne das normas ISO.

Mas o que quer dizer a expressão “prevenção e gestão de riscos” para você gestor de QSMS-RS e Sustentabilidade e sua organização?

Vamos examinar mais cuidadosamente exatamente o que constitui o “risco” em termos de padrão de 14001:2015.

Como definimos “risco”?

 A ISO 31000 é uma norma ISO desenvolvida especificamente para lidar com gerenciamento de risco, e ele define o “risco” como “o efeito da incerteza sobre os objetivos”.

Essa descrição, é fácil prever como qualquer tipo de risco definível pode ter um efeito negativo sobre os indicadores chave de desempenho, que são efetivamente “sinais vitais”, de uma organização bem como um efeito negativo sobre o meio ambiente como um todo.

Risco pode vir de várias formas, por exemplo incerteza financeira, falha de projeto, aspectos de segurança, competição, problemas de tecnologia, o efeito sobre o ambiente de operações realizadas por seus negócios, se resíduos produzidos, emissões perigosas ou consumo de energia.

Portanto, é razoável que a norma internacional ISO 14001 vise acrescentar ênfase e importância a este aspecto, que potencialmente afeta todas as empresas e seu impacto sobre o meio ambiente.

Mas, como essas alterações irão nos afetar e nosso sistema de gestão ambiental em nosso dia a dia dentro da organização?

Identificando o “risco” dentro de sistema de gestão ambiental.

Tradicionalmente, a maioria das organizações tem usado a ação de avaliação e prevenção de riscos para tentar controlar o desempenho ambiental e evitar quaisquer aspectos ou riscos, tornando-se tão tangível que afetem os resultados da empresa e criticamente, o ambiente.

Riscos devem ser identificados de forma semelhante aos sistemas de QSMS-RS e Sustentabilidade, utilizando avaliações das ameaças, impacto, probabilidade, vulnerabilidades e assim por diante.

Na maioria das organizações, esta seria a responsabilidade única do gestor da área ambiental, e em alguns casos que já presenciei, através de um colaborador que estaria trabalhando quase sozinho para identificar e mitigar o risco contra o desempenho ambiental de uma organização.

A revisão da 14001: 2015 visa mudar isso em três aspectos críticos:

Incluir a alta liderança através da direção, conselho e CEOs;

Ação preventiva, substituída pelo risco;

E foco na prevenção dos riscos.

Cada organização precisa de um processo de avaliação de risco, mas a entrada de alta liderança agora é desejável durante este processo, em vez de potencialmente ser deixado para somente um indivíduo dentro da organização.

Portanto, deve se começar a tornar a participação da alta liderança e desempenhar um papel muito mais ativo na identificação de onde se encontram as áreas de risco.

A implantação de reuniões ou comitês regulares de “identificação de riscos”, junto a sua equipe de gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade considero uma ideia.

Ou convidar um membro da alta direção para suas reuniões mensais ou trimestrais para fornecer entrada na identificação de riscos, também.

Isto deve oferecer uma imagem mais precisa e completa de risco dentro de sua organização e da sua gestão ambiental.

O processo da gestão de riscos e prevenção também devem ser conduzidos pela alta direção, conselho e CEOs, junto ao gestor ao QSMS-RS e Sustentabilidade, que deverá permitir um escopo mais amplo de conhecimento e habilidade para ser trazido para o processo de prevenção de riscos.

Afinal, é muito possível que um representante da alta direção e você como gestor de QSMS-RS e Sustentabilidade, compartilhem uma perspectiva diferente sobre o que constitui um risco imediato para a sua empresa, e esta partilha de pontos de vista é uma melhoria para sua capacidade de identificar e eliminar os riscos.

Como e quando posso implementar essas mudanças?

Por que não começar, ontem?

Se você já é ISO 14001 credenciado, então você já tem um processo de auditoria interna e avaliação de risco estabelecidos.

Você pode contar com a ajuda e obter o compromisso da sua própria equipa de gestão, levando-os com as mudanças do explicado acima.

Usá-los para debater os riscos percebidos.

Aperfeiçoar o seu processo de gestão de risco com base nestas discussões, como a constante melhoria contínua também é fundamental para o processo.

Você pode dar prioridade de gerenciamento de risco, em termos de tempo e recursos intelectuais, que medidas preventivas não receberam previamente em seu sistema de gestão ambiental.

 Desta forma, você estará pronto para cumprir a nova norma, enquanto melhora o desempenho do seu negócio e removendo o risco para o ambiente ao mesmo tempo.

Certamente que só pode ser uma coisa boa para todos.

Você profissional de QSMS-RS e Sustentabilidade é o suporte, que toda organização precisa para tomadas de decisões.

Lembre se, você é pago para cometer novos erros, se você não aprendeu com todos os desastres ambientais e fatalidades que já ocorreram ou com você mesmo ou com as outras empresas, melhor pensar em mudar esta sua atitude.

Estamos juntos!

Profissional de segurança, entenda as funções cerebrais para lidar com os erros dos seus colaboradores.

Como líderes de segurança, precisamos entender como a interseção entre cultura, liderança, sistemas e processos é fundamental para determinar se a exposição é controlada no local de trabalho.

Todas as quatro áreas estão ligadas em manter os colaboradores a salvo de ferimentos ou fatalidades.

Prestar atenção a menos ou nenhuma cria vulnerabilidades que nenhuma organização deseja.

Sabemos que quando os horários de trabalho e as demandas de horas extras exigem que as pessoas trabalhem em um estado fatigado, os erros serão mais frequentes.

Também sabemos que quando os processos seguros não são dados o nível de supervisão de gerenciamento necessário, mais erros ocorrem.

No entanto, mesmo quando a cultura organizacional, liderança, sistemas e processos são fortes e solidários, as pessoas boas ainda cometem erros.

Estes não são necessariamente por causa da preguiça ou descuido, mas porque eles não discernir a exposição dada a forma como o sistema de visão humana opera ou eles não reconheceram a exposição como um problema.

Outra razão é porque eles não completaram todas as etapas em um procedimento por causa da fadiga, distração ou execução no piloto automático.

Finalmente, eles podem não ter envolvido outros no processo de identificação de erros e prevenção.

Quando trabalhamos sozinhos, todos nós somos particularmente suscetíveis a esses erros.

 No entanto, trabalhar dentro de uma equipe não é necessariamente uma correção e, de fato, pode até mesmo promover oportunidades adicionais de erro.

Na atualidade, alguns incidentes ocorrem porque outras pessoas estavam presentes.

Como líderes, o desafio é abraçar a dinâmica do cérebro e entender como ele funciona, e não cair na armadilha de pensar que as pessoas que cometem erros são pessoas más.

Nós também temos que reconhecer que dizer às pessoas simplesmente para ser mais consciente não vai resolver o problema.

A pesquisa recente da neurociência indica que muitas das causas destes tipos de erros são um resultado de como o cérebro é projetado operar-se.

Em muitos casos, essas características o que chamamos de perigos centrados no cérebro ajudam nossos cérebros a serem mais eficientes, mas, em alguns casos, podem aumentar a exposição a lesões e erros.

Todos nós podemos visualizar os perigos físicos, como um eixo rotativo não vigiado, um motorista em excesso de velocidade ou o movimento de uma carga pesada com os colaboradores nas proximidades.

Mas é mais difícil visualizar os perigos alojados no nosso cérebro.

Se deixado desacompanhado, os perigos podem criar exposições de elevada conseqüência.

Controlar os perigos centrados no cérebro requer que os elementos críticos se alinham com a forma como o cérebro humano realmente funciona.

 As organizações precisam de um sistema para abordar as lacunas de confiabilidade dentro de ambientes de trabalho, interfaces tecnológicas, procedimentos operacionais, treinamento, horários de trabalho, decisões, percepções de risco e as mensagens orientadas por liderança que moldam a cultura organizacional.

Todos os componentes da confiabilidade operacional devem ser alinhados e desenhar a mais recente neurociência para alcançar o sucesso sustentável.

 Não há nenhuma bala de prata para eliminar todo o erro do local de trabalho.

No entanto, as organizações podem colocar defesas fortes no lugar.

 Uma liderança efetiva, uma cultura madura, sistemas alinhados ao cérebro e contramedidas permitem que o desempenho de “direito pela primeira vez” ocorra com mais frequência e mais consistentemente em toda a organização, especialmente em tarefas críticas de segurança e operação.

Estamos juntos!

Controlando a exposição aos riscos no seu dia a dia, como?

Selva asiática, 04:30 fumaça ainda do meu café e, antes de ir para o trecho, chama o rádio.

Chefe temos óbito na área! Péssima maneira de começar o dia.

As organizações que olham para a segurança no local de trabalho e não reconhecem a necessidade de uma abordagem sustentável estão se configurando para problemas futuros.

Os dados nos mostram as consequências de não abordar questões sistêmicas mais profundas que colocam os trabalhadores em risco.

 O excesso de esforço, quedas e outros incidentes nocivos não são apenas catastróficos para os colaboradores afetados eles também contribuem para a moral baixa e os mesmos perdendo a fé na organização.

Abordar problemas de segurança após uma lesão só resolverá um problema imediato.

Isso porque as medidas reativas muitas vezes perdem as questões mais profundas que levaram à lesão.

Não me interpretem mal: respostas imediatas a incidentes específicos importam muito.

No entanto, as organizações que se movem além do “sabor do mês” com soluções de segurança e tomar medidas como stand-down, treinamento adicional ou um novo procedimento são aquelas que entendem por que a implementação de uma abordagem mais abrangente vai diminuir as taxas de incidentes, criar uma força de trabalho mais feliz e saudável, reduzir os custos globais e, em última análise melhorar a linha de fundo.

Um exemplo que costumo citar para ilustrar isso é de 1987 no Camboja baixo minha gestão

Trata-se de um colaborador novo, entusiasmado, mas não qualificado, que subiu e operou uma peça comum de equipamento, porque ele só queria ser útil.

Tragicamente, neste exemplo, ele morreu em seu primeiro dia no trabalho, porque erroneamente mexeu em uma engrenagem para a frente em vez da engrenagem reversa, fazendo com que a máquina o esmagasse.

As organizações que não tomam a cultura da segurança seriamente puderam chamar este um incidente “one-off”.

Mas sabemos que está longe de ser preciso.

Uma fatalidade como esta é uma expressão inevitável de uma vulnerabilidade não atenuada que existia antes do incidente.

E, infelizmente, eventos semelhantes irão recorrer a menos que a exposição seja reconhecida e controlada.

Então, como as organizações podem lidar com a exposição para evitar que esta história se torne uma realidade recorrente de sua operação?

 Requer a compreensão dos elementos que levam a essa exposição.

Quais?

Liderança.

Como os líderes definir o tom próprio da sua mensagem que afetam sobre a exposição, porque estas carregam peso.

 Quando os líderes comunicam e vivem seus valores, eles inspiram e influenciam aqueles ao seu redor.

Cultura.

 Como o trabalho é executado dentro de uma organização é crítico.

 Quando as expectativas são claras e a credibilidade é alta, todos entendem como trabalhar uns com os outros de forma segura e eficaz.

Interface de trabalho.

Aqui é onde as pessoas, processos e equipamentos se reúnem para criar valor.

Se os colaboradores estão naturalmente inclinados a olhar para o outro e executar além de suas necessidades de trabalho individuais, a segurança é mutuamente assegurada.

Confiabilidade do desempenho humano.

 Esta área envolve uma compreensão dos aspectos cognitivos da falibilidade humana.

A segurança é aumentada quando tarefas e atividades estão corretas da primeira vez e de cada vez.

Governança.

 Quando as intenções são transparentes e as informações são compartilhadas em toda a organização, os trabalhadores entendem e têm o que precisam para serem seguros.

Sistemas de controle de exposição.

Sistemas que especificam os processos e fornecem as habilidades necessárias para trabalhar efetivamente vai ver a consistência de segurança entre as equipes e ao longo do tempo.

Gestão de desempenho.

Como os colaboradores são selecionados, motivados e recompensados pelo trabalho realizado afetará se a segurança é sustentada e alinhada com as demandas de trabalho.

Avarias em segurança ocorrem quando as organizações não conseguem fazer mergulhos mais profundos em áreas onde a exposição não pode ser reconhecida de outra forma.

 Isso precisa mudar.

Ao controlar as exposições, as organizações podem reduzir muito e, idealmente, eliminar a vulnerabilidade a lesões.

 A saúde e o bem-estar dos trabalhadores não merecem nada menos.

Estamos juntos!

Gestão Socioambiental e Desenvolvimento Sustentável, qual o verdadeiro significado dentro da visão do ESG?

Durante séculos o meio ambiente foi entendido apenas pela natureza e recursos naturais, sendo estes, considerado por um grupo, sagrados e intocáveis.

Ao mesmo tempo, por outro grupo, como um depósito a seu dispor, e, portanto, cabível de exploração até exaurir.

Comunidades em volta de grandes fabricas ou projetos de infraestrutura sofreram ou sofrem com os impactos socioambientais provocados pelo “Desenvolvimento da humanidade “.

O agravamento dos problemas ambientais e sociais, fruto do paradigma reducionista, da percepção socioambiental inadequada e do modelo de desenvolvimento econômico desencadeou debates internacionais e nacionais impulsionando novos debates e medidas.

O que motivou um processo de qualificação profissional (QSMS-RS & Sustentabilidade), visando a elaboração de instrumentos de intervenção, e conhecimentos importantes quando da tomada de decisão pelas organizações empresariais.

Os recursos ambientais são dinâmicos, expandem-se e contraem-se em resposta aos desejos e ações do ser humano, as condições tecnológicas, econômicas e políticas, o que não significa que estes sejam inesgotáveis, até mesmo porque a intensidade e a velocidade da pressão socioeconômica, limita este dinamismo.

A gestão socioambiental centra-se principalmente, nos recursos e pressupõe escolher entre alternativas, que não seja somente tecnológica e criar as condições para que aconteça o que se pretende que aconteça, a sustentabilidade socioambiental.

Pressupõe conhecimento da realidade, planejamento e aplicação de estratégias, assim como, acompanhamento, no sentido de realizar a avaliação constante e permitir a participação do grupo envolvido.

Mas, afinal se a gestão socioambiental tem como um dos princípios o desenvolvimento sustentável, qual o seu significado?

O conceito de desenvolvimento sustentável surgiu na década de 1970, com a denominação de eco desenvolvimento, num contexto de controvérsias sobre as relações entre crescimento econômico e meio ambiente, acentuada devido a publicação do Relatório do Clube de Roma, o qual pregava o crescimento como forma de evitar a catástrofe ambiental.

A ideia do desenvolvimento sustentável vem sendo utilizada como portadora de um novo projeto para a sociedade, capaz de garantir no presente e no futuro, a sobrevivência dos recursos naturais e dos grupos sociais e tem como base o reconhecimento da inadequação econômica, social e ambiental do padrão de desenvolvimento das sociedades contemporâneas.

Essa noção nasce da compreensão da finitude dos recursos naturais e das injustiças sociais, provocadas pelo modelo de desenvolvimento vigente na maioria dos países.

Adotar o princípio de precaução e a sustentabilidade socioambiental significa impulsionar mudanças e adotar atitudes precavidas, sustentáveis.

Todavia, o alcance destes objetivos, só será possível por meio de um processo contínuo e permanente de educação ambiental, uma vez que este constitui um processo educativo que ocorre a partir da realidade ambiental, buscando a construção de conhecimento, compreensão das leis naturais, mudanças de percepção e de valores, soluções e ações sustentáveis.

Infelizmente a gestão ambiental praticada na maioria das organizações, tem mais um caráter curativo e corretivo, em detrimento de ações preventivas, cujos impactos e manifestam em todos os setores e em todas as instâncias de administração e não prioriza a participação dos diversos segmentos sociais.

Ainda não entenderam, ou simplesmente não querem entender que prevenção sai mais barato do que correção.

Ou será que eu, gestor, não sei que é significativamente inferior o custo de ter uma cultura de gestão de riscos socioambientais bem implementada, comparado aos custos das multas, advogados, recuperação do dano, imagem arranhada e por aí vamos.

A época de websites bonitos, ostentando certificações, ações sociais esporádicas em comunidades, ganhar prêmios em sustentabilidade para massagear o ego, está acabando.

A sociedade quer sim, uma gestão ambiental séria e cobra ações efetivas sustentáveis.

A conta chega um dia, podemos ter certeza, exemplos temos milhares.

Conceitos relativos à gestão socioambiental têm evoluído, à medida que aumenta o conhecimento e a compreensão dos efeitos ao meio ambiente, no entanto, o consenso entre todos centraliza-se na boa administração dos recursos, visando alcançar a sustentabilidade.

A gestão socioambiental deve favorecer transformações no cenário mundial, o qual está constituído da falência de vários sistemas, no sentido de proporcionar a sustentabilidade socioambiental, a qual requer novos olhares, pensamentos e ações.

Estamos juntos!

Uma abordagem resiliente à gestão de riscos corporativos ESG

O ERM, ou gerenciamento de riscos corporativos, é uma abordagem holística para identificar, avaliar e gerenciar riscos em uma organização.

 ESG, ou ambiental, social e governança, refere-se aos fatores não financeiros que podem impactar o desempenho e o valor de uma empresa.

A implementação do ESG no ERM pode ajudar as organizações a:

* Identificar e gerenciar riscos ESG de forma mais eficaz.

 Os riscos ESG podem ter um impacto significativo nos resultados de uma empresa, por isso é importante identificá-los e gerenciá-los de forma eficaz.

* Melhorar a resiliência.

Os riscos ESG estão frequentemente interligados e podem levar a falhas em cascata.

O ERM pode ajudar as organizações a desenvolver uma postura de gerenciamento de riscos mais resiliente que possa resistir a riscos complexos e interconectados.

* Melhorar a tomada de decisão.

Os fatores ESG podem ter um impacto significativo em uma ampla gama de decisões de negócios, desde o planejamento estratégico até a alocação de investimentos.

 O ERM pode ajudar as organizações a integrar fatores ESG em seus processos de tomada de decisão, levando a melhores resultados para acionistas, partes interessadas e o planeta.

Aqui estão alguns passos que as organizações podem tomar para implementar o ESG no ERM:

1. Realizar uma avaliação da cadeia de valor. Isso ajudará a identificar os riscos ESG que são mais relevantes para a indústria, organização e seus stakeholders.

2. Teste a preparação para ESG. Isso pode ser feito usando uma ferramenta de avaliação de lacunas para identificar eventuais lacunas na estrutura de gerenciamento de riscos da organização.

3. Discutir e rever metas. Isso ajudará a garantir que as metas ESG da organização estejam alinhadas com sua estratégia geral de negócios e apetite por risco.

4. Estabeleça metas de desempenho. Isso envolverá o estabelecimento de metas específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazos para cada risco ESG.

5. Desenvolva um painel de desempenho. Isso ajudará a acompanhar o progresso da organização em direção às suas metas ESG e identificar quaisquer áreas em que ações corretivas sejam necessárias.

6. Entrada em relatório anual, relatório ESG e força-tarefa sobre divulgações financeiras relacionadas ao clima (TCFD).

 Isso garantirá que a organização seja transparente sobre seu desempenho e riscos ESG.

7. Gerencie incidentes e lições aprendidas. Isso ajudará a organização a aprender com seus erros e melhorar suas práticas de gerenciamento de riscos ESG ao longo do tempo.

Ao implementar o ESG no ERM, as organizações podem melhorar sua resiliência, aprimorar sua tomada de decisões e criar um futuro mais sustentável para seus negócios.

Estamos juntos

Planejamento proativo de resposta emergencial para acidentes de trabalho e socioambientais, atualizado, revisado? Riscos identificados?

Revisamos e atualizamos vários PAEs, PEIs e PGRs a pedidos de nossos clientes nesses últimos tempos.

Um dos pontos que observamos é um certo descaso na elaboração destes e, sempre questiono.

Será que ninguém espera por uma crise? acidente?

Agora depois do rompimento de barragens, o que mais vejo no linkedin é as mineradoras contratando gestores de risco de emergência, falando de simulado, uma garotada nova, nunca passaram por um evento, mas ótimo, estão criando uma cultura de risco e emergência, mas só agora?

Nunca pensaram nisso antes?

 O órgão ambiental não Paraná lança um PGR para as indústrias, depois do acidente de Beirute, só agora? depois do acidente?

É difícil prever o tempo e o lugar de uma crise ou acidente.

Mas se pudermos, pode-se economizar um tempo precioso, se alguém está ciente do que esperar dele.

O plano de emergência não é senão um documento vivo que é periodicamente adaptado às circunstâncias em mudança e fornece um guia para protocolos, procedimentos e divisão de responsabilidades o planejamento de resposta de emergência.

No caso de uma emergência (ou prestes a ocorrer), uma das primeiras ações deve ser criar uma equipe multifuncional para construir um cenário detalhado das ameaças primárias e secundárias.

Isto pode permitir que a organização forme julgamentos adiantados sobre que trajeto a crise pode viajar.

Por exemplo:

Em algum lugar, por aí, em uma fábrica de produtos químicos, os peróxidos orgânicos sensíveis à temperatura expostos aos elementos da chuva, com inundações subsequentes levaram a um acidente químico que as autoridades não anteciparam, assim, um mapeamento de responsabilidade de pleno direito e funções de backup tornam-se críticas.

Um esquema lógico pode envolver o estabelecimento de um inventário completo de materiais potencialmente perigosos que podem apresentar um risco significativo.

 A construção dessa memória é necessária para os colaboradores relevantes e precisa ser incorporada nos esforços globais de desenvolvimento.

Os investimentos em capital físico e humano são importantes para projetar caminhos resilientes.

Uma variedade de mecanismos de hardware, como melhorar o design em estruturas, mudando para materiais de construção resilientes podem ser introduzidos.

 Além disso, os mecanismos de software como treinamento periódico, capacitação e acesso a informações oportunas podem ajudar a projetar um plano de resposta sonora de emergência.

É necessário realizar uma avaliação de risco para os eventos adversos identificados com base na frequência esperada e seus impactos potenciais.

 A história dos acidentes pode permitir estabelecer um plano integrado para mitigar os efeitos desses acontecimentos que são apresentados como “alto risco”.

As ferramentas de software de análise de perigos de trabalho e identificação de perigos e avaliação de risco podem ser os recursos necessários para a realização desses planos.

Todos devem receber treinamentos periódicos para reconhecer tais perigos e entender seu papel nos programas de resposta de emergência/preparação para desastres.

As pessoas passaram uma vida inteira e não têm absolutamente nenhuma ideia de como fazer uma evacuação ou uma broca de resposta que envolve uma força de trabalho em caso de emergências.

Essa ignorância pode contar com a vida das gerações atuais e futuras.

Desenvolver as competências e o conhecimento pode ajudar na realização de tais planos de resposta de emergência de forma eficaz e eficiente.

Segurança dos ativos (pessoas, propriedade, reputação) é primordial ao lidar com emergências.

A resiliência a longo prazo para tais ameaças não convidadas é a chave para aliviar seus impactos.

Esta avaliação de vulnerabilidade combina tanto o paradigma focado no perigo quanto o paradigma da percepção (como os receptores percebem as emergências).

 Uma abordagem participativa para a vulnerabilidade não mudará as organizações para os esforços de curto prazo, mas ações reais podem eventualmente resultar em afirmação positiva de alternativas concretas.

Estamos juntos

Possuir uma estratégia de segurança no nível corporativo não é uma garantia do mesmo na linha de frente ou chão de fábrica, saiba porque.

A estratégia de segurança deve começar no nível corporativo, certo!

 Os líderes da organização devem direcionar na formulação de uma estratégia de segurança abrangente que guie as atividades e determine o ajuste de cada programa e iniciativa. 

Tudo feito no nível do seja do trecho ou chão de fábrica deve ser mantido com o padrão dessa estratégia. 

Quando o site não segue a estratégia, deve haver ação corretiva decisiva e oportuna.

Quando não há, a estratégia deixa de ser executada e os resultados dessa falha muitas vezes se manifestam como um baixo desempenho de segurança ou, pior ainda, como eventos catastróficos. 

Infelizmente, a maioria das organizações não tem uma verdadeira estratégia de segurança, ou tem uma falha ou incompleta. 

No entanto, ter uma estratégia de segurança no nível corporativo não é uma garantia de que isso afetará o desempenho

Muitas estratégias que começam no topo da organização também terminam lá.

 A eficácia da estratégia corporativa no nível do site depende da aceitação e suporte da gestão do site.

Muitos gerentes de sites são campeões de segurança e recebem uma estratégia para orientar seus esforços, mas alguns são ineficazes em seus esforços, e alguns deliberadamente se desviam da estratégia. 

Os gerentes de sites que não executam a estratégia de segurança corporativa geralmente o fazem de três maneiras: delegando, subjugando ou desvio. 

Não é incomum que os gerentes do local deleguem a segurança a um profissional ou especialista em segurança. 

Em muitos casos, o gerente de segurança segue a estratégia corporativa e poupa o gerente do site muitos dos detalhes de fazê-lo. 

No entanto, quando os gestores se divorciam completamente dos esforços de segurança, o profissional de segurança pode se tornar um bode expiatório e não um recurso. 

Os gestores podem dificultar ou impossibilitar que especialistas em segurança façam seu trabalho e depois os culpem quando os resultados não são aceitáveis. 

Quando os gerentes do local tiveram um longo período com várias rotações de profissionais de segurança, e o local ainda não está funcionando bem em segurança, o problema muitas vezes é o gerente e não o pessoal de segurança. 

Gestores que não assumem um papel pessoal na segurança enviam uma mensagem a toda a organização de que a segurança não é o que a organização realmente trata.

Delegar a segurança não é tão ruim quanto subjugá-la.

 Mesmo os gestores que participam da segurança podem passar a mensagem de que outras prioridades são mais importantes.

 O simples volume de comunicação sobre outras prioridades versus segurança pode reforçar essa mensagem. 

Mas alguns gerentes não param por aí.

 Eles pessoalmente e diretamente enviam a mensagem de que a segurança deve ficar no banco de trás para assuntos mais importantes.

 Se os gerentes de sites não conseguirem o que querem dos profissionais de segurança do local, eles podem escolher até encontrar uma pessoa de segurança que possam controlar e manter fora do caminho de suas verdadeiras prioridades.

 Quando os colaboradores exercem seus direitos de parar os empregos por segurança, os gerentes do site têm o poder de escrevê-los para insubordinação, atribuir-lhes empregos sujos ou negar-lhes certos benefícios. 

Os gerentes do local também podem subjugar a segurança de maneiras mais sutis, como reduzir ou cortar o financiamento para funções de segurança ou equipamentos, dificultar a participação em reuniões de segurança, ignorar sugestões de segurança ou reduzir todo o treinamento de segurança a módulos redundantes baseados em computador.

 Alguns gestores mudam de assunto quando a segurança é trazida à tona, ou expressam a opinião de que todos os acidentes são culpa de colaboradores descuidados e não exigem a atenção dos gerentes, exceto para demitir os culpados. 

Quando os gestores enviam a mensagem de que a segurança não é importante para eles, os colaboradores recebem a mensagem na hora !

Entrevistas com colaboradores quase sempre podem identificar rapidamente problemas com gestores e segurança, mas muitas organizações não utilizam essas entrevistas como parte de auditorias regulares de segurança. 

Alguns gestores evitam com sucesso a culpa pela segurança, desviando a atenção para outros aspectos dos negócios em que se destacam.

 Muitas vezes, as empresas hesitam em arriscar perder altos produtores que simplesmente não são excelentes em todos os aspectos dos negócios.

 Um gerente que pode aumentar a eficiência e os lucros, mas não consegue controlar a segurança, muitas vezes recebe outra chance, ou mesmo uma renúncia.

 Se a responsabilização pela execução da estratégia de segurança corporativa passa pela hierarquia de gestão da produção, muitas vezes é o caso. 

Tanto o gerente do site quanto seu chefe têm múltiplas responsabilidades.

 Se a estratégia corporativa não contiver uma linguagem forte estabelecendo a segurança como valor ou prioridade igual ou maior do que a produtividade, é fácil desculpar o fraco desempenho em segurança, desde que haja forte desempenho nas áreas de foco da organização.

 Como dito anteriormente, a delegação de segurança pode capacitar o desvio se um gerente produtivo e/ou lucrativo puder culpar com sucesso falhas de segurança no profissional de segurança em vez de aceitar a responsabilização pessoal.

 Culpar os colaboradores por acidentes é muitas vezes outra forma de distração. 

Se investigações de acidentes automaticamente colocam a culpa nos indivíduos e ignoram causas e influências contributivos, isso é frequentemente um sinal de tal desvio. 

Alguns gerentes de sites até culparão a estratégia corporativa por seu fracasso, mesmo que não estejam seguindo. 

Os gestores que buscam corrigir a culpa em vez de corrigir os problemas são, muitas vezes, gestores que estão falhando na segurança ou tentando mudar o foco para evitar a culpa própria. 

Outra forma de desvio é quando os gestores simplesmente ficam ocupados ou sobrecarregados com outras prioridades e não dão atenção suficiente à segurança para ter sucesso. 

Problemas mecânicos, má engenharia ou design, problemas trabalhistas ou processos ineficientes podem dominar a atenção dos gestores. 

A segurança, juntamente com uma série de outras prioridades, pode ser colocada em segundo plano quando questões imediatas e urgentes saem de controle. 

Uma boa estratégia de segurança no nível corporativo deve incluir canais de prestação de contas e métodos de detecção precoce quando a estratégia não está sendo seguida. 

Os gerentes de sites que não seguem a estratégia por qualquer motivo precisam ser identificados rapidamente e seu curso corrigido.

 A maioria dos gerentes de sites são grandes ativos para suas organizações e executam a estratégia de segurança com precisão e criatividade.

 No entanto, os poucos gerentes de sites que fazem parte do problema em vez da solução estão em posição de causar danos irreparáveis aos colaboradores e reputações de suas organizações.

Estamos juntos

Responsabilidade Social Corporativa, o “S “do ESG, muito mais do que um resultado financeiro!

Vamos deixar alguns pontos claros;

A análise de custo-benefício deve direcionar o investimento em sustentabilidade corporativa, porém, não significa que melhore o desempenho financeiro!

 “RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVO, NÃO SÃO “SÓ” PROJETOS SOCIAIS E NEM SÓ COMUNICAÇÃO “é muito mais!

NÂO É “SÒ” FILANTROPIA NEM TÂO POUCO CARIDADE, é muito, mas muito mais também!

Aí estão a ISO 26000, SA8000 e AA1000 para quem quiser saber.

Posto isso;

Por um certo tempo que acreditei sinceramente que a responsabilidade social corporativa e sustentabilidade levariam a lucratividade nas organizações 

Eu acreditava em um cenário ganha-ganha:

 Onde as organizações que fizeram bem para a sociedade fariam melhor economicamente ao longo do tempo, e maior desempenho financeiro, por sua vez, permitir que essas organizações para fazer ainda melhor.

Alguns dos meus primeiros trabalhos em algumas organizações onde tive a oportunidade de esta área estar sob minha gestão, procurei fornecer evidências para um ciclo tão virtuoso.

Hoje, sou um cético.

Nem todos os projetos de sustentabilidade fazem sentido econômico para as empresas.

E quando os investidores apoiam a sustentabilidade corporativa não relacionada aos fundamentos econômicos, flutuações perigosas do mercado podem afetar o resultado.

Esse reforço também pode ser ruim para as empresas;

Onde são pressionadas a aumentar o que pode ser gasto mal considerado em sustentabilidade.

O que mudou meu pensamento? E como as empresas e os investidores devem agir de forma mais ponderada em relação à sustentabilidade?

Não podemos supor que os efeitos econômicos da sustentabilidade são positivos porque, sustentabilidade pode ser definida de muitas maneiras diferentes.

Generalizar sobre o impacto da sustentabilidade ou da responsabilidade corporativa ignora a grande variedade de ações possíveis nessa área.

Sustentabilidade e responsabilidade social corporativa podem ter retornos, mas é extremamente difícil prever quais projetos específicos de sustentabilidade aumentam, muito menos maximizar os retornos econômicos.

Investidores e outros atores do mercado muitas vezes têm informações inadequadas sobre as ações de sustentabilidade de uma empresa.

Eles podem facilmente acabar agindo com base em informações incompletas ou imprecisas.

As organizações só devem investir em projetos de sustentabilidade corporativa para os quais análises rigorosas de custo-benefício ou valor presente líquido têm mostrado incontestavelmente a superioridade econômica dos investimentos em sustentabilidade.

Muitas vezes vejo iniciativas de sustentabilidade implementadas com apenas um objetivo vago de melhorar a legitimidade ou a imagem de uma organização e sem contabilidade abrangente dos custos econômicos e compensações.

Os atores de mercado devem buscar as melhores informações possíveis sobre ações de sustentabilidade corporativa e sua relação com os fundamentos econômicos.

Uma maneira de fazer isso é confiar em métricas mais objetivas, tangíveis ou confiáveis, talvez geradas por agências de rating independentes.

Alguns acreditam que os governos poderiam tornar os mercados mais racionais, garantindo que os investidores tenham as informações necessárias sobre os fundamentos econômicos e ajam de acordo.

 Esse otimismo sobre a intervenção do governo é equivocado, porque muitos governos não consideram as consequências não intencionais de suas ações.

Além disso, suas decisões e políticas são frequentemente influenciadas por grupos de interesses especiais.

 Por exemplo, muitos governos na África são ainda mais críticos quanto à Responsabilidade Social Corporativa e aos investimentos verdes do que os investidores e o público em geral.

Alguns governos estão até tornando obrigatórias as divulgações sobre ações em responsabilidade social Corporativa das organizações

 Essa tendência em relação aos relatórios obrigatórios apenas exacerbará as pressões em direção a gastos organizacionais cada vez maiores em sustentabilidade e coleta de dados, sem levar em consideração os fundamentos econômicos subjacentes.

Vamos enterrar o mito de que não existem trocas generalizadas entre ação social ou verde e uma economia saudável.

As relações entre Responsabilidade social corporativa e desempenho econômico são altamente variáveis e complexas, e precisamos agir com base em dados e fatos objetivos, em vez de nos envolvermos em desejos.

Devemos nos tornar mais racionais em relação às ações “socialmente responsáveis” que têm tantas conotações emocionais e morais.

Atualmente, a batalha de ideias a serem vencidas pelos verdadeiros crentes, que priorizam as causas “humanísticas”, sociais e verdes, em detrimento da tomada de decisão prudente nos negócios.

Acredito, no entanto, que escolhas gerenciais financeiramente prudentes baseadas em fundamentos econômicos serão, em última análise, melhores para a sociedade e a natureza, porque existem evidências empíricas de que o alto crescimento facilita o progresso social e ambiental.

Estamos juntos!

Cumprir ou não cumprir os procedimentos ESG/QSMS-RS & Sustentabilidade? Eis a Questão!

Passei décadas escrevendo e revisando procedimentos, tentando ser o mais objetivo possível, e sempre com a preocupação de que além de ser um documento vivo deveria servir para ser consultado, sempre com facilidade pelos colaboradores.

E agora como consultor e devido a pandemia com as suspensões das viagens, tem sido uma das tarefas mais executadas em nossa consultoria ao lado de nossos clientes.

É um trabalho muito sensível e não pode ser escrito só para cumprira tabela.

Voltando ao tema de hoje, a história ensinou que não é bem assim, pelo menos comigo. 

Vejamos;

Uma das grandes dificuldades das organizações é engajar os colaboradores em relação ao cumprimento dos procedimentos operacionais e regras de ouro da segurança por exemplo.

Muito comum ouvir a nossa equipe da área de qualidade, segurança do trabalho e outros, falarem que ninguém consulta as informações documentadas, que eles precisam “ficar policiando” para evitar os erros, acidentes etc.

 O que acaba ficando implícito nessa história é que nós, do QSMS-RS & Sustentabilidade somos os vilões da história, somos os enchedores de sacopolicias etc.

Afinal, ficamos cobrando que os colaboradores cumpram procedimentos, que os atualizem e até mesmo que os elaborem (nem sempre quem executa a atividade é o elaborador do documento).

Até aí tudo bem, o problema é que na hora de cobrar, nós, geralmente, lembramos o sistema de gestão como argumento: “Tem que elaborar e o procedimento, porque senão vamos tomar não conformidade nas auditorias…”

 Lá vamos nós, forçamos e elaboramos um documento longo, com TODOS OS DETALHES, para que o colaborador entenda e cumpra os requisitos e …. fica esquecido em algum lugar

 Eles nem olham, triste, mas grande verdade!

Como fazer para que os procedimentos sejam seguidos e haja engajamento de todos?

A primeira coisa que precisamos é elaborar procedimentos para os colaboradores, e não para nós e não só para ter em nosso sistema de gestão!

 Não adianta entregar um documento lindo se os colaboradores não conseguem ler e interpretar o que aquilo quer dizer.

Além disso há erros bastante comuns que ‘matam’ os procedimentos nas organizações.

Erros que nós, do QSMS-RS, não podemos cometer de jeito nenhum!

Ao elaborar os documentos do sistema de gestão:

Não devemos ter procedimentos que com padrões rígidos, que limitam a criatividade dos colaboradores;

Não devemos ter procedimentos que, de qualquer maneira, inibam a flexibilidade das pessoas e dos processos;

Não devemos ter procedimentos que nos obrigam a agir de forma engessada, pois é preciso ter mente aberta para sempre poder melhorar os processos.

Além disso, não podemos nos esquecer de que: Nenhum procedimento elimina a necessidade de treinamento!

Procedimentos são importantes, mas treinar as pessoas também é essencial!

Mesmo o melhor procedimento do mundo não vai resolver um problema de falta de competência.

Se esforçando para não cometer esses erros, há uma grande possibilidade de seus procedimentos serem utilizados e, assim, seus processos rodarem de forma correta e eficaz.

Além disso há um outro fator muito importante para ter sucesso com os procedimentos, vamos a ele.

Qual a simpatia para que os procedimentos sejam utilizados pelos colaboradores?

Mas o verdadeiro segredo para escrever bons procedimentos é ter empatia!

Se coloque no lugar da pessoa que vai utilizar essa informação na sua rotina.

Pense, por exemplo, “Quantas vezes eu leria esse documento?”; “Será que esse formato escrito é o melhor?”; “Será que uma imagem, um infográfico não ajudaria muito mais?”.

Além disso, seja em qual formato for, utilize uma linguagem simples e que tenha significado para o colaborador!

 Se for escrito, nada de escrever um documento que tenha 1000 páginas, pois “Quando um procedimento é comprido ele não é cumprido”, básico né!!

Procedimentos extensos, burocráticos, com palavras difíceis só servem para aumentar o número de não conformidades no processo, dificultar as alterações por conta da quantidade de informações e confundir o colaborador, porque a pessoa nunca sabe qual é a parte mais importante ou onde, especificamente, encontrar as informações.

Seus procedimentos devem descrever exatamente o que está sendo executado na prática.

 E você precisa validar se, com eles, estão sendo alcançados os resultados esperados.

Procedimentos em QSMS-RS & Sustentabilidade devem atender às necessidades e expectativas dos colaboradores.

Não adianta escrever um procedimento com linguagem complexa e ficar usando palavras difíceis para que todos saibam que nós temos um vocabulário vasto.

Nós achamos bonito ter procedimento com 1000 páginas e isso é um grande erro de nossa parte.

 Os procedimentos têm que facilitar a vida das pessoas, e não as piorar!

Pergunto a você meu colega de QSMS-RS & Sustentabilidade!

Seus procedimentos são compridos ou cumpridos?

São fáceis de se entender?

Estamos juntos!

Exemplos de boas práticas de líderes em ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, que tive a honra de servir em minha vida profissional.

Para ser um verdadeiro líder ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, você precisa se preocupar profundamente com sua equipe e seus colaboradores e demonstrar regularmente o valor da das ações da nossa área através de suas ações.

Quando uma organização tem um departamento de ESG / QSMS -RS & Sustentabilidade incorporada com sucesso como um valor que permeia as decisões em todos os níveis, os líderes continuam a pressionar por melhorias adicionais.

Líderes pressionam os colaboradores a encontrar e abordar possíveis exposições em toda a organização.

 Eles veem como sua responsabilidade pessoal garantir que suas organizações promovam a segurança, qualidade, a preservação ambiental, o bom relacionamento com as comunidades e ações de Sustentabilidade junto aos seus colaboradores.

Para que um líder esteja disposto a fazer as coisas necessárias para transformar a organização, ele ou ela deve levar o ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade para o lado pessoal.

Obviamente, os líderes executivos querem alto desempenho e lucro.

 Quando se trata da nossa área, no entanto, um líder tem que tomar decisões com base em como isso afeta o bem estar de todos.

Em outras palavras, os líderes têm que pensar em seus colaboradores com o mesmo nível de preocupação que têm com sua própria família.

Desde os primeiros dias da história registrada, as pessoas tentaram proteger a vida humana.

Nos negócios, uma vida humana é a única coisa que não pode ser substituída.

Você pode comprar um carro novo, você pode construir uma nova fábrica, mas você não pode trazer alguém de volta.

O que não podemos substituir são indivíduos.

As práticas de segurança por exemplo representam a forma de uma organização cumprir a obrigação ética e moral que todos sentimos para a preservação e santidade da vida humana.

Aqui está um exemplo: Uma organização com a qual trabalhamos teve uma fatalidade em um dos seus ativos.

O incidente envolveu um vazamento de gás de alta pressão que parecia um motor a jato.

 A resposta adequada foi encerrar toda a operação, mas porque o líder já havia agido agressivamente sobre a valorização da produção sobre tudo o resto, e saber que apertar esse botão para parar a produção custaria pelo menos alguns milhões em perda produção, os colaboradores não estavam dispostos a fazer a chamada.

Assim, ninguém iniciou o desligamento e uma vida foi perdida tudo porque os colaboradores sentiram que não podiam dar ao CEO um feedback honesto.

Claro, o presidente se sentiu horrível.

 Depois de assistir ao funeral, ele prometeu transmitir aos colaboradores que suas vidas sempre foram a prioridade, não a produção.

 A menos que essa mudança de valor pessoal aconteça, uma organização nunca alcançará a segurança de classe mundial.

Identifiquei umas boas práticas que todo líder precisa adotar para “caminhar” quando se trata de QSMS-RS & Sustentabilidade, principalmente em segurança do trabalhador.

Visão.

 Os líderes devem ter a capacidade de “ver” como é a excelência em segurança e a capacidade de articular isso em toda a organização.

Colaboração.

Líderes eficazes trabalham bem com os colaboradores, promovem a cooperação e a colaboração, buscam ativamente informações das pessoas sobre questões que os afetam e incentivam outras pessoas a implementar suas decisões para melhorar a segurança.

Credibilidade.

O líder gera um alto nível de confiança com seus colaboradores?

 Isso requer uma vontade de admitir erros e defender os interesses de segurança de todos, desde os gestores até a linha de frente.

Comunicação.

Os líderes precisam estar falando sobre segurança toda vez que falam.

Tudo o que eles comunicam deve estar dentro do contexto de segurança no QSMS _RS & Sustentabilidade

Orientação para a ação.

 O líder de segurança está pronto para lidar com a segurança de maneira proativa, em vez de apenas reagir a incidentes? Os líderes de segurança precisam mostrar urgência, mesmo na ausência de incidentes, para mostrar que levam a sério a obtenção de resultados.

Feedback e reconhecimento.

 Os líderes precisam de um feedback honesto e preciso sobre o efeito de seus comportamentos para ajudá-los a garantir a consistência entre sua paixão pelas pessoas e a mensagem que os colaboradores recebem com base em suas ações.

Prestação de contas.

Um líder fornece aos colaboradores uma avaliação justa de seus esforços e resultados de segurança, comunica claramente as funções individuais no esforço de segurança e promove a sensação de que todas as pessoas são responsáveis pela segurança em toda a organização.

Todos esses elementos trabalham juntos de uma maneira que cria não apenas uma cultura de segurança exemplar e um ambiente em que as pessoas querem trabalhar seja com qualidade, segurança, meio ambiente responsabilidade social e sustentabilidade, mas também uma cultura na qual é sustentável.

 Líderes em organizações com excelências QSMS -RS & Sustentabilidade podem servir como modelos nesse esforço.

Tudo começa com um compromisso pessoal com os colaboradores primeiro, não por último.

Estamos juntos!

Estratégias de comunicação são fundamentais para melhorar a segurança no local de trabalho.

Gestores de segurança podem realizar uma comunicação clara de quatro maneiras:

  • Comunicar-se de forma eficiente;
  • Em tempo real;
  • Com segurança;
  • E com as pessoas certas.

Todo negócio de sucesso é um produto de boa comunicação entre seus membros da equipe. 

Isso é especialmente verdade em ambientes industriais e no trecho, onde a falta de comunicação pode levar a lesões, problemas de equipamentos e até mesmo paralisações.

 No entanto, os gestores de segurança podem não estar familiarizados com as muitas maneiras pelas quais as estratégias de comunicação podem definir o tom para uma melhor segurança no local de trabalho e produtividade.

Sinto isso em nossas consultorias de gestão em segurança seja do trabalho ou socioambiental.  

Enquanto os processos e a Indústria 4.0 avançaram com a tecnologia, as ferramentas de comunicação também. 

Este texto aborda esses avanços e esclarece como bons processos de comunicação associados a melhorias tecnológicas recentes podem reduzir as lesões dos colaboradores, aumentar a eficiência e a produtividade, bem como engajar melhor os membros da equipe. 

Vamos avisar sobre o RISCO!

Os gestores precisam estar cientes dos riscos quando falta um plano de comunicação coeso. 

Quando os colaboradores não são mantidos atualizados sobre processos e segurança de equipamentos, isso pode aumentar o risco de incidentes. 

Quando um perigo é encontrado, os colaboradores precisam de um meio de se comunicar com outros membros da equipe. 

Uma das maiores razões pelas quais a comunicação falha é a falta de engajamento dos colaboradores. 

Quando os colaboradores não se sentem parte de uma equipe, eles são menos propensos a fazer o seu melhor. 

Ter um plano de comunicação claro e uma tecnologia de comunicação de suporte garante que todos se sintam conectados e cientes do que está acontecendo no local de trabalho. 

Comunique-se eficientemente

Uma opção eficiente para se comunicar com os colaboradores é a mensagem de texto SMS, que algumas empresas usam para notificar informações diárias de trabalho e condições especiais.

 A comunicação vai principalmente de um caminho, por exemplo, do gerente da fábrica aos colaboradores

 É ideal para boletins de todos os colaboradores, mas é difícil atingir apenas os colaboradores no turno da noite. 

O rádio bidirecional comum é outro meio eficiente de comunicação dos colaboradores. 

Eles permitem que os colaboradores se comuniquem uns com os outros, mas não se conectam a partes externas, que devem ter uma mensagem transmitida por alguém com um rádio. 

A natureza da rádio da banda FM limita a qualidade do som, e, por ser uma banda pública, é suscetível a conversas de rádios de motorista no cais de carga e outros rádios fora da instalação. 

O ambiente deve considerar quais tecnologias de comunicação usar. 

Devido ao ruído ambiente e à distância física encontrada em muitos ambientes, os colaboradores podem gritar, usar sinais manuais ou ler lábios para se comunicar. 

Esse estilo de comunicação pode se tornar uma questão de segurança se houver um mal-entendido. 

Claro, se os colaboradores estão usando máscaras faciais, então a leitura labial é impossível. 

Os colaboradores podem procurar uma área tranquila para conversar, mas pode não ser seguro sair do local onde o trabalho está sendo feito. 

O texto SMS funciona em todos os níveis de ruído ambiente.

 Rádios bidirecional permitem que os colaboradores falem ao longo da distância e ao ruído, mas geralmente os rádios são portáteis, e os colaboradores podem ter problemas para ouvir. 

Em situações críticas, isso pode levar a incidentes de segurança

Comunicar em Tempo Real

Quando os colaboradores encontram um perigo, eles precisam se comunicar em toda a instalação, para obter assistência ou para alertar os outros.

 Em vez de postar um sinal escrito à mão ou ir em busca de um supervisor, é melhor relatar imediatamente a situação via rádio ou rede de comunicação sem fio. 

Um plano de comunicação deve incluir o treinamento dos colaboradores, para que os colaboradores entendam quando a comunicação em tempo real é necessária e quando está tudo bem esperar. 

Comunique-se com segurança

Mensagens enviadas por SMS exigem que os colaboradores olhem seus telefones e usem as mãos, uma distração que pode comprometer a segurança, da mesma forma que a condução distraída leva a acidentes em rodovias.

 Os rádios bidirecionais permitem que as pessoas mantenham os olhos em seu trabalho, embora os usuários devem apertar o botão para falar. 

Em casos extremos, o tempo necessário para colocar uma ferramenta e ativar o botão de conversa pode não ser rápido o suficiente para alertar um colega de trabalho de um perigo. 

Comunique-se com os Grupos Certos

Os colaboradores devem ser treinados para saber qual sistema é apropriado para comunicar uma mensagem, e quem nesse sistema deve receber a mensagem, ou seja, seu departamento ou toda a instalação.

 Por exemplo, os colaboradores devem ter a capacidade de se comunicar facilmente com a equipe de manutenção sobre um novo risco.

Trabalhando em Harmonia

Fones de ouvido sem fio e rádios bidirecionais são acessíveis, mas o custo se soma ao número de unidades. 

Os gestores de segurança podem justificar seus custos com base na produtividade. 

Alertar os colaboradores instantaneamente sobre os embarques que chegam ou mudanças de produção economiza tempo, tornando as equipes mais produtivas.

 A capacidade de alcançar colaboradores com informações críticas esclarece mensagens conflitantes e evita ter que repetir informações. 

Alertas falados podem complementar luzes de pilares, textos e notificações audíveis, permitindo que os colaboradores respondam rapidamente aos problemas. 

Muitos desafios para alcançar um local de trabalho seguro podem ser enfrentados entregando uma melhor comunicação.

 Utilizando as estratégias traçadas neste artigo, e tendo as ferramentas certas em vigor, os gestores podem implementar um plano de comunicação que melhore a segurança e a produtividade no local de trabalho.

Estamos juntos!

Líderes em gestão ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade na crise, não podem sumir!

Como líder em gestão ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, passei por alguns eventos de risco que me dão pesadelos até hoje

Guerra na Líbia, onde fiquei preso com minha família e 2000 colaboradores, Ebola bem no pico da epidemia bem no EPICENTRO com 4000 colaboradores e 02 golpes de estado no Equador,e outros, UFA!

Ciclos de negócios e crises são difíceis, mas o grande erro é se esconder.

Nesta era de volatilidade, você verá coisas que você nunca viu antes, que você não tinha planejado.

Eu nunca tinha visto um verdadeiro evento de risco diferente de nossa profissão até os acontecimentos mencionados acima

E agora, a corona vírus.

É preciso coragem para sobreviver a essa tormenta.

A grande tendência é recuar em velhos hábitos, se esconder ou esperar por um retorno ao normal.

Este é um momento de liderança e ação. Isto é o que eu aprendi.

Saiba que o tempo reinicia.

Muito do que você pensou que sabe estar mudando em tempo real.

Nesse sentido; cada minuto é um dia, dia por mês e mês por ano.

Faça um plano por um período que você possa lidar.

Durante a crise, planejamos semana a semana.

 Não tenha medo de tomar decisões; não tenha medo de mudar de ideia.

E aprenda a dizer “eu não sei”.

Apresse-se, porque uma crise virá em você em ondas. Não espere um período de descanso.

Mantenha algumas ações na reserva.

Lembre-se que você pode cometer erros em duas direções: Falta de ação e reação exagerada.

Então, não entre em pânico.

Você precisa de um ponto de vista forte e flexível sobre o mundo.

Isso permitirá que você desenvolva um conjunto de contingências fluidas.

Informe o que conta: As decisões que você precisa tomar e quando precisa tomá-las.

No caso da corona vírus, você deve procurar uma perspectiva macro sobre quanto tempo durará o impacto econômico.

Não há modelo. Durante uma crise, há uma infinidade de opiniões e poucos fatos.

Obtenha alguma inteligência em que você possa confiar.

Você precisa trabalhar “duas verdades” ao mesmo tempo.

Qual é o pior caso e onde estão as oportunidades?

Proteja as áreas da sua empresa que não estão na zona de perigo, e ao mesmo tempo, defenda o futuro.

Em meio à crise do Ebola, tínhamos uma obra grande e uma planta para administrar.

Tome decisões e não se preocupe com críticas.

Afinal você é o responsável pela área de QSMS-RS & Sustentabilidade ou não!

Isso frequentemente exigirá decisões difíceis, não tenha dúvida

 Especialmente em crise, se você insistir em esperar até o céu clarear, nunca fará nada.

Frequentemente, seus melhores momentos de liderança serão adivinhados.

Não deixe que isso chateie você.

No final, concentre-se no que você pode controlar.

 Não há “pontos de estilo” em uma crise.

 Faça o seu melhor todos os dias.

Comunique-se constantemente dentro e fora da empresa.

Fique fluido. Mate o PowerPoint. Realize reuniões frequentes com sua equipe executiva para atualizar seu ponto de vista. Mantenha sua equipe unida.

Comunique-se constantemente, mesmo que você não tenha nada a dizer. As pessoas não esperam que você seja perfeito, apenas faça progressos. Lembre-se de que a crise não é culpa de ninguém, então não culpe.

 Em uma cultura de culpa, as pessoas param de trabalhar para cobrir suas próprias bundas.

Se você pode cultivar o lema “um por um e de todos por um”, melhor né!

 Todo mundo quer um senso de propósito.

 Boas pessoas estarão ao seu lado em uma luta justa, encorajada por sua missão.

 Quando você tem uma equipe forte, pode enfrentar qualquer crise.

Sem isso, você está perdido.

 Às vezes, você precisará lutar por sua reputação. A comunicação não é para os fracos de coração. A mídia nem sempre está certa. Você não pode combater imprecisões nem erros factuais nem contextuais com o silêncio.

 Lute contra as más histórias com as boas.

Encontre uma maneira de ajudar.

Veja quem mantém a calma. Este é um ótimo momento para julgar sua equipe.

Vamos encarar, a maioria das pessoas não vê dias difíceis há uma década.

Uma crise revela caráter. Você vai descobrir que mais trabalho é feito por menos pessoas.

Os melhores líderes absorvem o medo.

Esta habilidade tem sido muitas vezes descrita de forma imprecisa.

Não estou falando de acalmar as pessoas soprando fumaça ou dando falsas garantias.

Autenticidade e transparência são importantes, mas não sobretudo. Você deve falar sobre as coisas que sua equipe pode realmente fazer algo sobre.

Vamos superar isso.

 Não se retire, ou se esconda, ou espere por um retorno ao normal. Este é um momento para liderar.

VOCÊ É O GESTOR DE QSMS-RS & SUSTENTABILIDADE, agora a hora é sua

Estamos juntos!

Diagnóstico da Cultura de Segurança e Nível de maturidade, fatos e desafios para a realização de um resultado confiável!

Alcançar bons resultados de maneira contínua e sustentável é o objetivo de todas as organizações realmente preocupadas com a segurança dos seus processos.

Acredito que ninguém em sã consciência queira enfrentar um acidente com grande impacto socioambiental ou acidente de trabalho com fatalidade.

A não ser os que não ligam para sua imagem, não tenha ações na bolsa ou é falta de cuidado mesmo com o negócio.

Tenho realizado vários diagnósticos em diversos segmentos e sempre me perguntam qual minha metodologia, como eu não tenho segredo até por que não inventei nada.

Minha metodologia? Não tem marca nem pedigree famoso, vai ver que por isso, que me olham com desdém quando orço e compararam com as marcas famosas e escritores de livros e manuais, rsrsr!

Aprendi com terceiros (grandes líderes), minha vivência, experiência de + 40 anos da área e o conhecimento do processo (fundamental).

Essa última a mais importante do meu ponto de vista, como alguém pode avaliar alguma coisa, se nunca bateu um prego na área que está avaliando???

Mas, vamos lá ….

Para isso, é imprescindível que você não somente conheça a cultura da organização, mas que também seja capaz de detectar os problemas que precisam de solução e as oportunidades de melhoria, mas isso só conhecendo profundamente o processo!

Em outras palavras: Você precisa saber como fazer um diagnóstico.

Afinal, se não conseguir entender e avaliar a situação da organização, dificilmente irá realizar um direcionamento correto das atividades tomar as decisões adequadas.

 O diagnóstico organizacional é um conjunto de ações e análises que irá auxiliar os gestores a avaliarem profundamente sua empresa, conseguindo detectar seus pontos fortes e fracos.

Com isso, seria possível identificar e até mesmo prevenir problemas, bem como encontrar soluções mais certeiras para resolvê-los.

Você conseguiria formular todo um mapeamento de oportunidades e pontos que necessitam de melhorias, fornecendo um melhor embasamento para a tomada de decisão.

Mas engana-se quem pensa que apenas empresas que estão encarando problemas precisam de um diagnóstico.

Pelo contrário! Afinal, mesmo que as organizações estejam apresentando bons resultados, sempre haverá a chance de melhorias.

E um diagnóstico organizacional auxiliará nesse objetivo, ao oferecer uma visão ampla e dinâmica de toda a empresa.

Mas, afinal, quais as vantagens que um diagnóstico da cultura de segurança ou nível de maturidade poderá trazer a uma organização?

Para conseguir prosperar em qualquer área, é essencial conhecer o estado real em que se encontra. Afinal, traçar objetivos também demanda saber qual será seu ponto de partida.

Ao saber como fazer um diagnóstico, você poderá compreender seu negócio com maior embasamento.

Você conseguirá detectar, por exemplo, qual o grau de maturidade da organização, realizar comparações de desempenho atual com aquele que é esperado, e até compreender quais áreas são mais importantes para os resultados do negócio.

Ao conseguir fazer uma análise detalhada, será possível identificar quais são os pontos fortes e fracos que uma empresa está apresentando.

Com isso, estratégias mais certeiras serão criadas para resolver os problemas detectados, bem como se aproveitar dos pontos positivos.

O resultado será não somente um planejamento mais eficiente, mas resultados mais expressivos, o que tornará a organização mais competitiva em seu mercado de atuação.

Realizando um diagnóstico, também será possível detectar as características da cultura de segurança.

É importante determinar se está havendo um alinhamento dos colaboradores com a missão, visão e valores de sua empresa.

Esse fator impacta diretamente na produtividade e no engajamento dos colaboradores.

Ao ter uma visão mais profunda de seus negócios, com uma ideia clara dos problemas e oportunidades, será muito mais fácil tomar de decisões.

É como ter em mãos todas as cartas necessárias para fazer uma boa jogada: além da agilidade, as chances de decidir com maior precisão aumentam expressivamente.

Sabendo fazer as perguntas corretas, a primeira etapa de qualquer diagnóstico é coletar informações adequadas. Para isso, você precisa considerar cada setor da empresa e realizar os questionamentos específicos voltados a cada área.

As perguntas certas são aquelas que conversam com a realidade do negócio, com suas atividades específicas.

É muito importante que os profissionais responsáveis pela realização do diagnóstico tenham conhecimento do processo e seus procedimentos, já que é essencial que saibam considerar os fatores mais adequados a cada ramo de atividade.

Com os questionamentos já estabelecidos, chegou o momento de respondê-los.

Para isso, você deve: Entrevistar colaboradores; analisar documentos; estudar processos; comparar com planos de ação.

E tudo mais que compõe de maneira relevante as atividades que moldam a rotina da empresa.

O essencial é que as questões sejam respondidas da maneira mais realista e honesta possível, saber se aproximar, criar empatia é fundamental para ganhar confiança e ter respostas honestas

Com as devidas respostas, é preciso analisar os resultados obtidos.

Nesse momento, você pode utilizar planilhas, gráficos, relatórios, ou quais ferramentas que considere relevantes para garantir a maior organização dos dados.

Após a análise dos resultados, é hora de definir quais ameaças e oportunidades foram detectadas.

Classifique todos os itens em uma ordem de prioridade, privilegiando o que precisa de maior atenção e envolvimento em sua resolução.

Assim você saberá por onde deve iniciar as ações de mudanças.

Conhecendo quais problemas devem ser combatidos, assim como sua ordem de prioridade, estabeleça quais serão as estratégias e os planos de ação utilizados.

É muito importante que todas as atividades de ajuste ou melhoria em sua empresa estejam muito bem programadas.

Ou seja, planeje bem cada passo antes de começar a agir!

Os resultados obtidos irão refletir uma maior precisão e apontar os itens de maior importância para sua gestão.

Mas, mesmo com a aparente simplicidade, na prática, saber como fazer um diagnóstico ou nível de maturidade adequado pode ser bastante desafiador.

Por isso, é essencial que exista uma equipe bem definida e especializada para desempenhar essa função com a devida experiência.

Caso contrário, os resultados obtidos poderão não ser muito eficazes ou tão adequados quanto deveriam.

Estamos juntos!

Modelo de Maturidade de Excelência em Segurança! Qual? Como?

A maioria das organizações não tem uma estratégia de segurança, e as poucas que têm, possuem as vezes uma estratégia conflitante com a produção.

A popularidade de modelos como a Curva Bradley indica uma busca incessante de entender a cultura da segurança e desenvolver um roteiro de excelência.

 Mover-se pelos estágios é mais concreto do que muitos modelos acadêmicos que descrevem os artefatos ou características da cultura para abordar.

 Mas poucos desses modelos capturam toda a imagem da excelência em segurança, na qual a cultura é apenas um elemento.

Eles são descritivos, mas não prescritivos, descrevendo uma cultura ideal sem prescrever os passos para mover uma cultura existente nessa direção.

Em nossa consultoria, onde obtivemos sucesso em algumas organizações, (também falhamos tá!), descobrimos que aqueles que alcançam a verdadeira excelência de segurança (que inclui uma cultura de segurança interdependente) abordam metodicamente quatro elementos principais e dois menores.

Os principais elementos são: Estratégia, liderança, engajamento dos colaboradores e cultura.

 Os dois elementos menores, mas importantes, são o papel dos profissionais de segurança e as métricas de segurança.

Embora a cultura de segurança seja um elemento importante, ela é tão fortemente impactada pelos outros cinco que trabalhar com cultura sem abordar outros elementos é ineficaz.

Essa abordagem de vislumbrar uma cultura ideal e desejar-lhe é pouco tática e definitivamente não estratégica.

 A triste verdade que encontramos como consultores é que a maioria das organizações, avaliamos não ter uma estratégia de segurança, e as poucas que muitas vezes têm uma estratégia de produção conflitante que compete com a segurança por prioridade.

As culturas não avançam nas três etapas se a estratégia está faltando ou permanece estagnada.

As organizações que alcançam a excelência da cultura de segurança o fazem estrategicamente, visando as mudanças necessárias e focando toda a organização não apenas nos objetivos, mas também nas metodologias para alcançá-las.

A estratégia deve ser específica, mas permanecer flexível para lidar com realidades em mudança e evolução.

Se a estratégia não evoluir para apoiar as mudanças de cultura desejadas, a cultura permanece tão inalterada quanto a estratégia.

A estratégia deve ditar o estilo de liderança e esse estilo deve facilitar o estado desejado da cultura.

Os líderes devem direcionar e apoiar essa mudança, mudando-se e seu foco em liderar a cultura pelo exemplo e pela direção.

 Infelizmente, muitos líderes estão procedendo como sempre fizeram com suas responsabilidades de liderança e esperando que a cultura evolua como eles desejam.

O velho ditado: “Quando os líderes lideram, os seguidores seguem”, aplica-se fortemente à mudança de cultura.

Os profissionais de segurança também são líderes e precisam desenvolver seus papéis para facilitar a mudança cultural.

Infelizmente, a maioria dos departamentos de segurança tem pouco pessoal e as pessoas que trabalham com eles são apanhadas em atividades reativas e nunca se desenvolvem, muito menos a cultura.

 Quando os gerentes de segurança estão constantemente extinguindo incêndios, eles não pensam estrategicamente sobre como evitá-los.

Uma parte crítica da estratégia de segurança é direcionar como e quanto envolver os colaboradores nos esforços de segurança.

A maioria de nossos clientes nos diz que deseja que seus colaboradores se envolvam mais, mas poucos realmente definiram a aparência desse compromisso ou adotaram medidas específicas para que isso aconteça.

 Dependendo do estado atual da cultura, as estratégias de engajamento devem primeiro visar a criação de um sentimento de pertença: orgulho na organização e senso de equipe.

O próximo passo é compartilhar a justificativa para melhorar a segurança para criar adesão e forte apego emocional.

Quando essa etapa é alcançada, a próxima deve ser a de criar oportunidades de envolvimento para que os trabalhadores obtenham alguma participação prática nos esforços de segurança.

Depois que a maioria estiver participando, o próximo passo é criar propriedade para a segurança.

 Deming disse: “As pessoas apoiam o que elas criam“.

Fornecer informações criativas é uma maneira de criar propriedade, mas não a única.

 Os líderes criativos encontraram muitos caminhos específicos da organização para criar um maior senso de propriedade nos esforços de segurança.

 Uma chave para obter o engajamento no nível de propriedade é tornar os objetivos de segurança relacionados às pessoas, em vez de focar nos objetivos numéricos.

Propriedade é sobre o coração, não a cabeça.

A cultura é tudo sobre isso, mas um fato importante é muitas vezes esquecido: A cultura é um subproduto.

 Não pode ser impactado diretamente, mas deve ser controlado por outros fatores.

No entanto, as culturas geralmente passam por uma progressão na qual precisam de orientação, precisam de menos e trabalham juntas para alcançar a segurança.

A verdadeira questão é como fazer a cultura progredir nesses estágios e isso envolve o gerenciamento estratégico desses outros elementos em direção a esse objetivo.

Também é importante avaliar o estado atual da sua cultura para que você saiba seu ponto de partida adequado e não faça seus esforços muito avançados ou corretivos.

A medição não é gerenciamento, mas é uma ferramenta necessária de gerenciamento.

 Se você não pode medir processos ou resultados, não sabe com certeza que seus esforços estão produzindo os resultados desejados.

 As organizações que se esforçam para progredir em sua cultura por esses estágios raramente têm uma métrica para dizer onde estão nessa progressão ou se estão se movendo na direção desejada.

Os líderes tendem a ter opiniões sobre onde estão e se estão se movendo, mas essas opiniões raramente se baseiam em dados factuais.

Todos são obrigados a medir indicadores de resultado e frequentemente usá-los como indicadores de sucesso ou fracasso.

No entanto, são necessárias métricas mais sofisticadas para alcançar a excelência em segurança.

O objetivo final não é apenas medir mais, mas entender a direção que suas métricas estão sinalizando.

Estamos juntos!

Líderes em ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade,” Agora é a nossa hora” de mostrar o porquê escolhemos nossa área com tanta paixão

“Sempre digo e vivo repetindo, que tudo que a produção não quer, estoura no ESG / QSMS -RS & Sustentabilidade, e às vezes isso é bom, e a hora é essa.”

Para que a continuidade dos negócios seja bem-sucedida durante esses tempos de ESG, os líderes devem colaborar e se comunicar para manter a eficiência, mantendo os colaboradores entendendo e engajados no que significa a essência do ESG.

Nesses novos tempos passa ser fundamental que a liderança, o RH e todos os departamentos trabalhem com profissionais de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade treinados para prevenir e mitigar a exposição a riscos socioambientais e falta de governança.

Como consultor de algumas organizações nesse momento observo que há várias reuniões acontecendo em diferentes grupos dentro de instalações e que ninguém estava na mesma página.

Eu tive que entrar em contato para garantir que o pessoal das nossas áreas estava sendo convidada para todas as reuniões, mesmo que eles sentissem que não era necessário para nós estarmos lá.

Os colaboradores ainda estão assustados com essa tal de ESG, eles têm todas essas informações bombardeadas pela mídia e sua esmagadora quantidade.

Eles precisam de empatia, precisam de informações, precisam perceber que nós nos importamos.

Todo mundo precisa estar na mesma página e ter uma frente forte e apoiada nisso.

No entanto, quando os departamentos estão fazendo suas próprias coisas e deixando outros no escuro, você obtém falhas de comunicação, o que leva ao pânico.

Acredite ou não, seu pessoal do ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade é a cola que mantém muito disso unido.

Eles são os únicos a tomar a temperatura de alguém quando não se sentem bem.

Eles são os que ouvem os problemas de alguém quando chegam e fazem uma verificação da pressão arterial.

Somos as pessoas que conversam para descobrir todas as informações que estão acontecendo com os problemas atuais porque sentem que somos mais conhecedores.

Sentimos o clima do chão de fábrica /trecho mais do que qualquer um imagina e quando não estamos no clima das coisas, acaba fazendo mais mal do que bem e não é algo que eles fazem de propósito, é algo que os grupos dentro da empresa precisam perceber que está acontecendo e se comunicam melhor.

Este é realmente o momento em que descobrimos se isso realmente precisava ser uma reunião ou se é que acabamos de enviá-la por e-mail.

Líderes de ESG / QSMS -RS & Sustentabilidade, sabe aqueles treinamentos sobre liderança, livros bonitinhos emocionantes sobre liderança e sabe aquelas palestras de liderança, a HORA É AGORA da verdade, se ajudou ou não.

Vocês vão ver que a distância da teoria para prática é imensurável

Estamos juntos

Direcionar sua gestão para uma” cultura de segurança justa”, é fundamental para o sucesso da sua estratégia

Quem você prefere ter: um colaborador que quer fazer seu trabalho com segurança sem medo de sofrer um acidente porque é a coisa certa a fazer, ou aquele que está fazendo as coisas com segurança apenas porque tem medo de ser repreendido pelo chefe?

Obviamente, a resposta é a primeira.

 Para qualquer organização se considerar “segura”, deve primeiro querer ter colaboradores que realmente acreditam que os líderes estão trabalhando para eles, não contra eles, em um esforço para torná-los bem-sucedidos.

No mundo da segurança, consideramos essa cultura uma “cultura justa”.

Uma cultura justa é uma atmosfera de confiança na qual as pessoas são encorajadas, até mesmo recompensadas, por fornecer informações essenciais relacionadas à segurança, mas na qual também são claras sobre onde a linha é traçada entre comportamento aceitável e inaceitável.

Para a maioria das pessoas na indústria da segurança, uma cultura justa se concentra em regras que salvam vidas.

Mas, na realidade, uma cultura justa apoia que os colaboradores sejam bem-sucedidos em equilíbrio com o sucesso da organização.

Em outras palavras, se a organização é imprudente com a cultura, tudo desmorona.

Colaboradores s não devem ser responsabilizados por falhas no sistema sobre as quais não têm controle.

Os colaboradores tendem a chegar ao trabalho querendo seguir as regras e voltar para casa em segurança.

Se eles se machucarem no trabalho, tende a resultar de uma falha no sistema que foi ignorada ou não foi reconhecida.

Só perseguir uma cultura justa não é suficiente.

As organizações precisam ampliar sua definição de cultura para que reconheçam como seus sistemas, processos, ambiente e liderança estão interconectados na criação de um ambiente de trabalho seguro. Esta é uma abordagem mais holística que engloba os princípios da cultura justa com o objetivo final de alta confiabilidade.

Há muitas maneiras de definir uma cultura justa.

Para nossos propósitos, pensamos nisso envolvendo uma organização de aprendizagem.

Em segurança, isso é desejável em como afeta o controle de exposição e mantém as pessoas seguras, porque você não pode fazer essas coisas se a organização não é adequada para aprender.

Uma organização está em busca de alta confiabilidade na segurança por três razões centrais: garantir que cada pessoa na organização vá para casa segura, controle custos e satisfaça os clientes.

Para começar, as organizações precisam primeiro focar em lesões graves e prevenção de fatalidades, bem como desempenho humano.

Este é o único mecanismo que levará a organização adiante culturalmente e, se feito corretamente, mostrará que todos os níveis de liderança são investidos na salvação de vidas e na redução de lesões.

Para a liderança, o objetivo é garantir que as exposições críticas sejam tratadas e aprender a engajar os colaboradores para que eles possam tomar melhores decisões na redução da exposição.

Aqui estão áreas que a liderança pode olhar primeiro para guiar sua organização para uma cultura justa:

Sistemas e processos. 

A liderança pode servir como olhos e ouvidos para aprender mais sobre os passos que os trabalhadores e gestores podem não estar tomando que podem resultar em exposição ao risco. Isso porque a redundância pode tornar os trabalhadores naturalmente cegos a esses riscos ao longo do tempo.

 Portanto, os líderes podem ajudar a identificar a exposição no sistema ou processo em vez de culpar o trabalhador quando as coisas dão errado. 

Equipamento e tecnologia. 

A liderança pode permitir alertas em controles que podem levar os trabalhadores a desacelerar e examinar seu comportamento.

 Ou pode se concentrar em listas de verificação que forçam os trabalhadores a fazer uma pausa durante sua rotina. 

Interações.

Quaisquer métodos que a liderança possa adotar para que as pessoas pensem que são úteis para reduzir a exposição.

Isso inclui fazer as perguntas certas, como: “Como posso apoiá-lo?” ou “Você pode me orientar através das etapas do seu processo?”

 Feedback consistente também é valioso.

 Líderes que mostram que se importam são líderes em quem os trabalhadores tendem a confiar mais.

Se os trabalhadores sentirem que a liderança tem uma preocupação genuína com sua segurança, eles compartilharão esse valor em tudo o que fazem.

Uma cultura justa só é possível se a liderança mover a organização para um aprendizado geral. Começa com líderes.

Os colaboradores precisam ver esse esforço.

Até que os colaboradores realmente acreditem que a liderança está desempenhando um papel para torná-los bem-sucedidos, a segurança permanecerá estagnada.

Focar no comportamento humano e na prevenção são coisas que a liderança pode fazer para criar uma organização de aprendizagem.

Uma vez que os líderes o façam, eles verão uma mudança cultural em todos os níveis.

E lembre-se, essa abordagem holística é algo que precisa ser conduzido por líderes, mas, em última análise, beneficia a todos.

Estamos juntos!

O que eu aprendi como gestor de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade preso no meio da guerra na Líbia e no meio do epicentro do Ebola.

Quando gestor de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, passei por alguns eventos que serviram como gestões de lições prendidas para as próximas crises.

Sim, crises vem e passam, assim como as tormentas

No início da guerra na Líbia em Benghazi fiquei preso com minha família e 2000 colaboradores vietnamitas, na epidemia do Ebola, estava bem no EPICENTRO com 4000 colaboradores filipinos e taiwaneses, mas desta vez longe da minha família (Desesperador, será que eu vou vê-los de novo?).

O que eu posso dizer entre várias lições aprendidas, da minha experiência como Líder nessas ocasiões?

A primeira das várias lições, e fundamental é a importância de uma boa COMUNICAÇÃO!

Crises são difíceis e desesperadoras, mas o grande erro é se esconder.

Em tempos como estes, a comunicação pode fazer ou quebrar seu programa de QSMS-RS & Sustentabilidade.

Por exemplo, o corona vírus (COVID-19) tomou o Brasil em uma grande tempestade, fato.!

Dito isso, a pandemia proporcionou aos profissionais de ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade em todo o país um lembrete atemporal de que a comunicação é fundamental!

Crises públicas como pandemias estão repletas de especulações.

Se não nos comunicarmos com nossas equipes, eles serão deixados a confiar em especulação para suas informações e orientação.

Como líderes de nossa área, durante as interrupções de produção ou não, devemos fornecer a estrutura e o canal de comunicação.

A comunicação efetiva e oportuna será;

 Dê aos colaboradores uma direção clara;

A mudança pode ser confusa e desconfortável, especialmente a mudança que é apenas temporária.

Os colaboradores precisam saber quais são as expectativas quando entram no trabalho.

Procedimentos demorados têm seu lugar em uma situação no QSMS ou Resposta de Emergência, mas quando possível, tente resumir os componentes chave em um fluxograma ou um boletim de uma página que pode ser facilmente digerido e compreendido por todos.

Forneça-lhes o “Por quê”.

Quando o seu porquê é grande o suficiente você vai encontrar o seu como.

A curto prazo, pode ser mais fácil simplesmente direcionar as pessoas para o que precisa ser feito.

 No entanto, se os colaboradores e gestores entenderem por que certas decisões estão sendo tomadas, eles estarão mais motivados para responder e capazes de fornecer melhores feedbacks.

Repita.

Interrupções, como o surto de COVID-19, estão em constante mudança.

Uma comunicação com nossas equipes na segunda-feira pode precisar ser ajustada e alterada ligeiramente até o final da semana.

 Embora nossa mensagem abrangente sobre QSMS de nossos colaboradores deve permanecer consistente, alguns aspectos do planejamento de resposta podem mudar devido a informações recém-descobertas.

 Certifique-se de que seu canal de comunicação está aberto e repetido.

Comunicações repetidas em intervalos agendados (ou seja, semanal, quinzenal etc.) permitirão a flexibilidade para atualizar seu plano de resposta e consistência no loop de feedback.

Forneça um canal para perguntas/feedback.

Duas cabeças são melhores que uma.

 Forneça um e-mail, pesquisa aberta ou outro fórum em que os colaboradores possam fazer perguntas e fornecer feedback.

 Muitas empresas estão ajustando políticas e programas para responder adequadamente a novos surtos ou melhor crises!

Colaboradores e gerentes podem estar em águas desconhecidas.

Um canal para colaboradores e gerentes fazerem perguntas ajudará a acalmar os nervos e a fortalecer sua resposta.

Se sua empresa possui uma área comum, é uma boa prática postar perguntas e respostas em um único local onde elas podem ser referenciadas quando necessário.

Isso fornecerá acesso aos colaboradores e impedirá que você responda à mesma pergunta três vezes diferentes e de três maneiras diferentes.

Lembre-se de que, se você deseja configurar uma pergunta e um feedback, as respostas devem ser oportunas!

Em momentos como esses, a comunicação pode criar ou interromper seu programa de QSMS-RS & Sustentabilidade.

 A comunicação eficaz e oportuna ajudará você a transmitir sua mensagem, além de fornecer um sistema para colaboradores e gerentes contarem com orientação, conhecimento e aconselhamento.

Foi muito difícil passar por esses eventos, e sim, servem como lições aprendidas, mas uma coisa é muito importante!

Sempre esteja preparado para a próxima crise, acidente, vazamento etc.

Você é o profissional, e na hora que a vaca vai para o brejo, todos cobrarão uma ação e atitude de sua parte

Afinal, você é ou não o Líder em QSMS-RS & Sustentabilidade!

Estamos juntos!

As outras áreas, são inimigas ou parceiras do ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade?

Participei em dois eventos, sobre Gestão de Risco Socioambiental e Desenvolvimento Sustentável Corporativo em Dubai e em Adis Abeba.

Os “grandes medalhões da Sustentabilidade e ESG “(apesar de alguns nunca terem batido um prego em uma empresa ou assumido uma posição de alta direção pelo menos por 2 anos) estavam por lá.

Em um determinado momento uma pessoa da plateia, do nada e fora de contexto pergunta.

Por que o ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade não é aceito e respeitado na maioria das organizações?

Por que não participamos das decisões?

Me senti no filme ” A volta dos que não foram “.

Este é o tipo de pergunta dos anos 80, uma pergunta mofada.

Acredito que seja uma pergunta do tipo “não quero respostas, quero alguém para chorar comigo e sentir pena “.

Na minha visão: MIMIMI. E cá entre nós é o que tem mais por aí!

Quando buscamos uma resposta de verdade, buscando ajuda ou uma estratégia, fazemos a pergunta de forma diferente:

 Por que EU não sou chamado para participar das decisões?

Ou

Como EU poderia aumentar as chances de ser chamado para participar das decisões?

Economia em crise, competição, mercado e a necessidade de inovar: a gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade são imprescindíveis nesse contexto.

É inquestionável!

Será que os profissionais de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade e o estudantes estão analisando e criando estratégias para este cenário?

Será que os gestores de ESG /QSMS-RS e Sustentabilidade são bons em alavancar os seus status dentro das organizações?

Melhor: Você leitor, profissional de QSMS- RS e Sustentabilidade, está preparado para tais desafios?

Alavancar status e consequentemente alavancar soluções técnicas.

Tem muito gestor de nossa área que está mais para “alpinista social” do que “desbravador”. 

Nos últimos anos vi a área de QSMS-RS e Sustentabilidade crescer de forma significativa, principalmente depois de grandes acidentes ambientais (infelizmente)

Pessoalmente não tive muitos problemas em participar das principais decisões onde atuei.

Desde os cargos mais iniciais até os cargos mais importantes.

Sempre botando a cara para bater.

Portanto não acredito que os cenários estejam tão ruins assim.

E conheço muitos profissionais de QSMS-RS e Sustentabilidade com status e energia nas organizações onde atuam.

Ser um gestor de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade exige resiliência, energia, exige risco, exige firmeza.

Vejo muita gente se afastando dos gestores de várias áreas por “não gostarem” deles.

Como se fosse algo pessoal.

 Como se fosse uma escolha pessoal.

O interessante é que a pessoa que mais odiamos é justamente a pessoa que vai alavancar o nosso status organizacional.

 Já vi inclusive (não me contaram! Eu vi) gestores de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade proibindo suas equipes de almoçarem com o departamento Y ou X.

Amadorismo puro, ou melhor falta de inteligência emocional.

Em um evento sobre Sustentabilidade em que fui convidado a palestrar sobre a importância de todos os setores caminharem juntos para obtenção de melhores resultados operacionais.

Ao perguntar sobre quais os livros estavam lendo no momento a respeito de nossa área fiquei surpreso em saber que a maioria possui menos de 3 livros.

Novos tempos. Safra podre. A formação da área está cada vez pior.

Numa outra situação em um curso de MBA de QSMS-RS e Sustentabilidade também convidado a palestrar, 120 alunos em sala.

Numa universidade, MBA e ………………. pelo menos 40% no celular, 15 % dormindo, 25% olhando sem nenhuma anotação a sua frente e o restante realmente participando.

Ou seja, não é um caso isolado. ESG /QSMS-RS e Sustentabilidade ladeira abaixo. 

Gestores se conectarão ao ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade se….

A equipe de ESG/ QSMS-RS e Sustentabilidade tiver gente interessante e goste de pessoas.

Gente que defenda habilmente opinião técnica. E não crenças e clichês. Gente com pensamento crítico.

É por isto que sempre discuti abertamente os problemas ao invés de levar o assunto para a roda de fofocas do QSMS-RS e Sustentabilidade.

Como um CEO certo dia me disse: “gosto de você porque sabe se defender”.

Melhor: sei defender a importância da gestão de ESG /QSMS-RS e Sustentabilidade

Muitos do ESG /QSMS-RS e Sustentabilidade gostam de ficar na plateia e não no palco.

Basta ver nas redes sociais como alguns da classe são medrosos e chorões.

Tem medo do próprio grupo profissional.

Falta espírito competitivo.

Mas o pior: reclama quando não recebe o aplauso.

Reclama quando uma ideia não é aceita.

Reclama quando os gestores não compreendem o que é gestão de ESG/ QSMS-RS e Sustentabilidade.

Claro que os gestores não entendem o que é gestão de ESG /QSMS-RS e Sustentabilidade: você é o profissional da área.

Portanto é você quem deve transferir este “saber como” e dar “suporte” e NÃO, assumir “O PAPEL DE POLÍCIA !!!”.

Mas antes precisa conquistar a confiança deles.

Mas isto não está sendo ensinado nas universidades, né?! Uma pena.

E aí, como um CEO me disse, quando assumi uma posição sênior na corporação.

Participar da mesa de decisões não é algo dado.

É conquistado.

E se você falhar neste processo, peça demissão e parta para outra.

Perfeito.

ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade não é para os fracos.

Não é para gente acomodada, covarde, medíocre e cheia de MIMIMI.

É para a gente muito especial.

Mas principalmente para gente que estudou, e muito, o verdadeiro significado da gestão de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade das organizações e não ser um simples replicador de clichês e processos.

Um estrategista nato e acima de tudo, FORTE!

Estamos juntos!

Só estar em conformidade com as NRs não é compromisso como a segurança, leia os três passos que podem ajudar a melhorar sua gestão

Só estar em conformidade com as NRs não é compromisso como a segurança, veja os três passos que podem ajudar a melhorar.

A maioria das organizações preferem que seus colaboradores intensifiquem e façam voluntariamente seu melhor trabalho, em vez de serem pressionados a fazer o mínimo.

 Mas enquanto você pode estar muito focado em obter conformidade, você pode estar perdendo o quadro geral de obter o compromisso de todos.

Qualquer coisa que nos comprometemos, fazemos com mais energia e foco. 

E sim, isso inclui desempenho de segurança.

 Enquanto isso, pode-se argumentar que obter conformidade é sobre verificar normas, e não muito mais.

Seja claro e transparente na sua estratégia e gestão, é fundamental

Tente lembrar da última vez que você se comprometeu totalmente com algo que não estava completamente claro em sua mente. 

Você não se compromete com nada que não esteja claro, não é?

 Quando os detalhes são obscuros, você hesita.

 Qualquer coisa que você não está claro, você não se compromete. 

Você pode cumprir no momento, mas isso certamente não é um compromisso.

Para que os colaboradores possam se comprometer com os objetivos da empresa, eles precisam de clareza. 

Não apenas a clareza em ter o objetivo explicado, mas a clareza do que está nele para eles. Isso significa mais do que apenas dinheiro. 

Dinheiro não cria compromisso. 

É simplesmente uma transação. 

Raramente você faz qualquer coisa só por dinheiro.

 Mas você está mais disposto a se comprometer com uma causa, um programa ou um objetivo se você puder ver como ele se alinha com seus valores, seus objetivos de longo prazo (ou de curto prazo) e suas crenças sobre o que é certo. 

Como você lida com seu programa de segurança não é diferente disso. 

Você pode obter conformidade uma vez facilmente garantindo que o pessoal de segurança esteja no campo observando ou através da aplicação de penalidades  

Os programas de segurança precisam se concentrar em incentivar seus colaboradores a querer seguir voluntariamente os procedimentos de segurança e apoiar o programa de segurança porque estão comprometidos com ele.

Quanto mais você persegue seu pessoal em conformidade, mais você terá que os perseguir em conformidade. 

E só porque você pode obter conformidade hoje, você não está recebendo seu compromisso com a segurança amanhã. 

Seu objetivo dever buscar o compromisso da sua equipe, não a conformidade deles.

 Quando você tem seu compromisso com a segurança, você terá a conformidade deles.

 Sem compromisso, seu pessoal procurará atalhos, razões e desculpas, ou o pior de tudo, outro local de trabalho que lhes permita sentir que se encaixam.

Para obter um compromisso de longo prazo em vez de conformidade de curto prazo, você precisa de uma estratégia para mover seu povo de onde eles estão agora (conformidade) para onde eles querem fazê-lo voluntariamente (compromisso).

É preciso um plano de três passos:

  • Esclareça a mensagem de segurança, para garantir que cada colaborador entenda seu papel, os objetivos, a mentalidade e os benefícios para o colaborador,
  • Construa um suporte para os supervisores de segurança, porque se o supervisor não estiver a bordo com segurança, a tripulação do supervisor também não estará,
  • Obtenha o engajamento com colaboradores em segurança, através de reuniões de segurança e como eles enxergam o programa de segurança.

Cada uma dessas etapas pode levar meses de trabalho para ser concluída.

 Mas o trabalho vale a pena porque, a longo prazo, você quer que o seu pessoal venha para a segurança voluntariamente. 

Você não quer ter que continuar perseguindo-os só com conformidades de NBRs.

Sua estratégia precisa mudar antes que você obtenha um resultado diferente. 

Posso ajudá-lo a chegar lá mais rápido.

Estamos juntos!

Nossas dicas de engajamento, para prevenção de acidentes de trabalho e socioambientais.

Mudanças bem-sucedidas são quase sempre uma série de passos, não um grande salto.

Cada vez mais meu trabalho de consultoria envolve equipes de gestão ou liderança que estabeleceram metas, mas estão lutando para que a força de trabalho se engajou para realizá-las.

 Às vezes, o problema é a resistência simples, que geralmente é criada de uma ou mais de três maneiras: os colaboradores não entendem os objetivos; os colaboradores não gostam ou concordam com os objetivos; ou os colaboradores não gostam do mensageiro trazendo a mudança.

Mas, mais frequentemente, o problema é que os gestores não entendem o processo de construção de engajamento e propriedade.

Eles acham que comunicar os objetivos ou ditar que eles devem acontecer vai fazer o truque.

Ajudei algumas organizações nessas últimas décadas a obter o engajamento dos colaboradores que queriam em seus esforços de mudança ou melhoria.

E sempre segui esses princípios que mais frequentemente transmito:

Comece com estratégia

Francamente, a maioria dos líderes que estão tentando engajar os colaboradores não tem uma estratégia para fazê-lo.

Eles tendem a pensar que uma visão ou um conjunto de metas é uma estratégia, ou que uma lista de itens de ação é uma estratégia.

 Eles não são! Estratégia é uma metodologia prescrita para vencer.

Uma boa estratégia cria uma posição única a partir da qual alcançar os objetivos desejados e alcançar a visão.

 Quantos de seus colaboradores descreveriam suas ações de liderança como “únicas?”

Uma boa estratégia inclui um plano preciso para obter e utilizar o engajamento dos colaboradores.

 Direciona as ações dos colaboradores em direção aos objetivos e visões desejados, e auxilia nas decisões de seu local de trabalho.

Uma razão pela qual os líderes lutam é precisamente porque eles não têm uma estratégia para direcionar seus esforços.

As pessoas apoiam o que ajudam a criar

Existem várias maneiras de começar a construir apoio para novos esforços, mas o envolvimento criativo é o que eu acho que funciona melhor e na maioria das vezes.

O envolvimento precoce nos esforços de mudança tende a construir um senso de propriedade e orgulho.

 Os colaboradores se esforçarão mais para fazer seus próprios planos funcionarem do que os planos entregues a eles pelos líderes.

Isso não significa que você deixe os colaboradores decidirem o que fazer.

 Isso foi decidido na estratégia.

 Você deixa os colaboradores ajudarem a decidir como fazê-lo.

Os líderes criam a estratégia e os colaboradores ajudam a preencher as táticas.

Sem qualquer contribuição criativa, é difícil ou impossível conseguir que os colaboradores se engalguem adequadamente para garantir o sucesso do esforço.

Coma o elefante uma mordida de cada vez

Um dos erros mais comuns que os líderes cometeram na última década é tentar fazer muito ao mesmo tempo.

 Mudanças bem-sucedidas são quase sempre uma série de passos, não um grande salto.

Tentar fazer muitas vezes cria uma sensação de sobrecarga e falha precoce.

A motivação é delicada nos estágios iniciais de algo novo e deve ser cultivada em vez de esmagada sob uma carga impossível.

 O ditado de que “a maneira de comer um elefante é uma mordida de cada vez” deve ser um princípio orientador da mudança.

Mapeie a mudança para que todos saibam para onde estão indo e quanto tempo a viagem levará.

Os mapas de mudança também evitam que as pessoas se sintam perdidas e voltem ao terreno familiar e desfazendo o progresso.

Em seguida, dê um passo de cada vez na jornada, começando com etapas menores e mais fáceis e progredindo para etapas maiores e mais complicadas, à medida que o progresso é feito e as pessoas se tornam mais experientes e capazes.

 Avalie o progresso e celebre marcos ao longo do caminho. Parabenize os envolvidos e os que ajudaram a manter a motivação alta.

Se você não entender isso em suas cabeças, você não entenderá em seus hábitos

Recentemente, uma equipe de líderes do site me disse que havia decidido três objetivos de melhoria da segurança e estava trabalhando duro para alcançá-los.

Perguntei-lhes se saí pela fábrica, quantos colaboradores poderiam nomear os três?

Se eles não podem nomeá-los, eles não estão focados neles.

 Se eles não estão focados neles, eles não estão trabalhando neles.

 Se eles não estão trabalhando neles, eles não estão acontecendo.

Os hábitos de trabalho são formados através da repetição.

Repetir ações que ainda não são habituais requer concentração e esforço consciente.

Todos os esforços de mudança devem começar com a inclusão das metas de mudança na mentalidade das pessoas que precisam fazer a mudança acontecer.

Isso geralmente requer mais esforço do que os líderes esperam e requer a assistência de supervisores de primeira linha e líderes informais da cultura do colaborador.

As pessoas fazem as coisas por uma razão

Mudança precisa de direção, mas também precisa de reforço.

Ações que recebem reforço positivo são repetidas, e ações repetidas se tornam habituais.

Pegar colaboradores que fazem as mudanças direcionadas e reforçar positivamente seus esforços não é apenas bom, é necessário!

Quando você vê colaboradores não fazendo as alterações, a melhor resposta é descobrir o porquê.

Você pode estar trabalhando contra outras influências no seu local de trabalho e não poderá descobri-las a menos que peça.

Comunicar apenas métricas que motivam as pessoas.

Nem todas as métricas usadas pelos líderes devem ser comunicadas à base de colaboradores durante os esforços de mudança.

Métricas que estão além do controle do funcionário médio, métricas que podem fazer com que os colaboradores pensem que há um motivo oculto para os esforços de mudança, ou métricas que criam concorrência interna prejudicial devem ser mantidas entre os líderes.

Quando os esforços de mudança estão em andamento, as melhores métricas são medidas de melhoria em relação às metas das áreas de melhoria direcionadas.

Quanto mais clara a conexão entre esforços individuais e métricas de sucesso, mais colaboradores poderão ver como eles contribuem para o sucesso.

 Com muita frequência, as métricas compartilhadas durante os esforços de mudança são sem sentido ou enganosas para os colaboradores.

Tente usar métricas de processo e evitar indicadores de atraso sempre que possível.

E lembre-se, medidas aproximadas das coisas certas são melhores do que medidas exatas das coisas erradas.

 Não caia na armadilha de medir o que é mensurável e não o que é importante.

Não basta decidir mudar. Você precisa de um processo para fazer a mudança acontecer.

Estamos juntos!

Como capturar valor nas ações ESG nas organizações?

Melhorar o retorno do capital geralmente significa reduzir os custos operacionais por meio do gerenciamento aprimorado dos recursos naturais (como uso e desperdício de energia) e gerenciar sistematicamente as cadeias de valor.

Vejamos alguns exemplos com nossa experiência como consultores;

Uma organização do varejo nossa cliente, por exemplo, gerou alguns milhões de reais em economia na cadeia de suprimentos por meio de um “score card” de embalagens que reduziu a suas utilizações em toda a cadeia de suprimentos da empresa.

Além disso, as organizações podem agregar valor melhorando a retenção de funcionários através do alinhamento de objetivos, aumentando os preços ou alcançando maior participação de mercado com produtos sustentáveis novos ou existentes.

Ao revisitar seus portfólios de negócios, as organizações podem determinar o impacto potencial de tendências que podem levar a novas oportunidades de crescimento ou segmentos de clientes com necessidades não atendidas.

Por exemplo, ao avaliar o ciclo de vida dos produtos siderúrgicos, nossa cliente inova através do desenvolvimento de ofertas que minimizam os impactos ambientais negativos do aço.

 Uma outra está ganhando uma parcela significativa das vendas em novos mercados em potencial, adotando uma variedade de modelos flexíveis de preços para medicamentos patenteados em países menos desenvolvidos com doenças não tratadas, tornando-os acessíveis a clientes sem comprometer a lucratividade.

Um melhor gerenciamento dos riscos socioambientais que surgem de questões de sustentabilidade corporativa começa com a detecção dos principais riscos de interrupções operacionais decorrentes das mudanças climáticas, escassez de recursos ou problemas com a comunidade.

 Diante de possíveis restrições de oferta, uma organização de produtos alimentícios por exemplo, lançou um plano em que coordena atividades para promover o cacau sustentável:

Produzindo milhões de plantas mais fortes e produtivas nos próximos dez anos, ensinando aos agricultores locais métodos eficientes e sustentáveis, comprando feijão de fazendas que usam práticas sustentáveis e trabalham com organizações para ajudar a lidar com questões como trabalho infantil e acesso precário a cuidados de saúde e educação.

De fato, as organizações existem para atender a uma necessidade do mercado que cria as condições para a sustentabilidade financeira.

No entanto, a ação sobre os desafios da sustentabilidade corporativa não está em desacordo com o crescimento econômico.

 De fato, vários exemplos mencionando acima mostraram que fazer da sustentabilidade o ponto de partida da estratégia de negócios faz muito sentido.

 Modelos de negócios sustentáveis desfrutam de mais benefícios, como impulsionar inovações disruptivas, explorar novas oportunidades, reduzir riscos e incertezas e criar um senso de propósito em toda a organização.

Assim, a incorporação de valores ambientais e sociais na base da estratégia de negócios é a resposta para lucros e crescimento duradouros e a chave para um negócio à prova de futuro.

As organizações mais sustentáveis são as que tornam a maneira sustentável o curso normal dos negócios.

Estamos juntos!

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