Em tempos de ESG , entender o risco físico das mudanças climáticas e como impacta no seu negócio é fundamental.

O que é Risco Físico?

O risco físico refere-se ao dano ou perda potencial aos ativos físicos devido às mudanças climáticas.

Pode surgir de eventos agudos e crônicos.

* Riscos agudos:

Eventos climáticos repentinos e severos, como furacões, inundações e incêndios florestais.

* Riscos crônicos:

Mudanças de longo prazo nos padrões climáticos, incluindo aumento do nível do mar, aumento das temperaturas e padrões de precipitação alterados.

Principais perigos e indicadores de risco físico

Para avaliar e gerenciar efetivamente o risco físico, as organizações precisam considerar os seguintes perigos e seus indicadores associados:

* Furacões e tufões: velocidade do vento e altura do surf acumulados.

* Inundações: frequência de inundações, gravidade das inundações, intensidade das chuvas, dias muito úmidos e dias úmidos.

* Incêndios florestais:

Mudança em dias com alto potencial de incêndio florestal e mudança no potencial máximo de incêndio florestal.

* Aumento do nível do mar:

 frequência absoluta de inundações costeiras, exposição relativa a inundações costeiras e mudança na demanda de energia.

* Estresse térmico:

Dias de calor extremo e temperatura máxima.

* Secas: Seca meteorológica (dias por ano com precipitação abaixo de 1mm).

* Mudanças na precipitação: estresse hídrico de linha de base atual, variabilidade interanual atual, mudança na demanda de água e mudança no abastecimento de água.

Impactos específicos da indústria:

Setores como agricultura, turismo e infraestrutura são particularmente vulneráveis a riscos físicos.

Por exemplo, o aumento do nível do mar ameaça as cidades costeiras e a infraestrutura, enquanto o calor extremo pode atrapalhar a manufatura e a agricultura.

Mitigando o risco físico: uma abordagem proativa

As organizações podem tomar várias medidas para mitigar o risco físico:

  1. Avaliação de risco:

 Realize uma avaliação completa para identificar possíveis vulnerabilidades e priorizar estratégias de mitigação.

  1. Modelagem climática:

Utilize modelos climáticos para prever cenários climáticos futuros e avaliar possíveis impactos.

  1. Investimento em resiliência:

 Invista em infraestrutura e operações resilientes aos riscos relacionados ao clima.

  1. Resiliência da cadeia de suprimentos:

Certifique-se de que as cadeias de suprimentos sejam resilientes a interrupções causadas por riscos físicos.

  1. Seguro e transferência de risco:

Considere o seguro e outros mecanismos de transferência de risco para gerenciar perdas financeiras.

* Quais são as ameaças climáticas mais significativas para suas operações?

Estamos juntos!

O poder das narrativas em transmitir sua mensagem.

Quando trabalho com a melhora ou implantação de culturas de segurança e Liderança, procuro antes de tudo começar com uma boa narrativa, afinal, não são 10 anos na área, mas sim quase 40, histórias boas, engraçadas ou tristes, de muita resiliência e adaptação a novos culturas, países (25 anos como expatriado profissional em 15 países e 3 continentes) e tenho algumas.

E não final podem ter certeza de que não coloco a música do Roberto Carlos, “O importante são as emoções que eu vivi! “rsrs

 Essas são as histórias que conectam nossas experiências e podem se tornar uma base para a voz que ouvimos em nossas próprias mentes.

 À medida que as coisas mudam e se desviem dentro de nossas próprias vidas de trabalho, as narrativas podem se tornar muito ativas.

O choque de nossas novas vidas e a incerteza de como o futuro pode se desenrolar, é um amplo combustível para construí-las.

As narrativas podem assumir muitas formas úteis e podem ser positivas.

 Por exemplo, uma narrativa estratégica inteligente pode alimentar toda uma organização e uma narrativa de carreira bem trabalhada pode apoiar caminhos de carreira.

No entanto, por outro lado, as narrativas podem ser negativas causando grande distração (acontece comigo algumas vezes e TENHO QUE MELHORAR!).

A maioria de nós construiu uma narrativa sobre quem somos e como trabalhamos.

Histórias são centrais em nossa história como seres humanos. (Curiosamente, essa tendência de conectar os pontos, ou busca de padrões é chamada de viés narrativo.)

Mesmo enquanto dormimos, parecemos tecer uma história, composta pelos pedaços de nossos dias, misturados com nosso passado único.

Em um nível básico, construímos narrativas para dar sentido.

Narrativas podem construir confiança e impulsionar nossos caminhos.

As narrativas tornaram-se um acessório muito presente no meu trabalho como coach e mentor para gestão de QSMS em organizações e individualmente para nossos colegas profissionais que passam por situações naquele momento ou querem subir na sua carreira.

Identificar uma narrativa que o afete os ouvintes, ajuda e muito antes de começar meus trabalhos

Nossa necessidade inata de dar sentido a que queremos transmitir, nos tornar suscetíveis a construir narrativas da melhor maneira possível com a intenção de pelo menos deixar uma marca ou mensagem que ajude aos outros a evoluir para o bem.

Estamos juntos!

Como elaborar uma análise de materialidade para este tal ESG?

Nossa consultoria quase sempre depara com esse questionamento quando convocados para conversar sobre o assunto com nossos clientes e, até mesmo em minhas palestras e treinamentos.

Agora prestando serviços de SPO (Second party opinion) a quantidade de que nos chega enviados por bancos e fundo de investimento, sinto a necessidade de trazer esse assunto aqui em meus textos.

Tentarei ser o mais breve possível, quanto a responder como elaborar o que as organizações têm que enfrentar todos os anos para compartilhar com os diferentes grupos de interesse seu desempenho econômico, social e ambiental.

 O que é uma análise de materialidade?

Trata-se de um processo que permite identificar as questões mais relevantes para a organização e priorizá-las, além de conhecer as que mais preocupam os stakeholders e como elas impactam no modelo de negócio e vice-versa.

 Também ajuda a alinhar a estratégia do processo ESG com as expectativas dos stakeholders.

Conforme recomendado, o relatório de sustentabilidade deve refletir;

Os impactos econômicos, ambientais, sociais e governança significativos da organização.

Isso influencia substancialmente as avaliações e decisões das partes interessadas.

“Impacto” é entendido como o efeito que uma organização tem na economia, no meio ambiente e/ou na sociedade (positiva ou negativa).

Um tópico pode ser relevante (e, portanto, potencialmente material) com base em apenas uma dessas três dimensões.

 Quem elabora/realiza uma análise de materialidade?

Qualquer organização pode realizar essa análise de materialidade para saber quais aspectos são relevantes em sua gestão, não tem mistérios.

Por que, e o que eu ganho com isso?

  • Ajuda a identificar e mitigar os riscos socioambientais inerentes à sua gestão.
  • Focar no impacto positivo e minimizar os impactos negativos.
  • Melhorar a comunicação com as partes interessadas.

Por onde começar?

Definir bem os stakeholders: acionistas, investidores, funcionários, fornecedores, clientes, comunidades em que atuam, ONGs ou mídia.

Desenvolva um benchmark que nos permita analisar e comparar as questões materiais de outras empresas do setor.

Consulte as partes interessadas.

 O que está sendo feito bem, o que precisa ser melhorado?

O que temos que começar a fazer?

Essas consultas podem ser desenvolvidas internamente com funcionários ou externamente com outras partes interessadas.

Analise os resultados das pesquisas.

Priorizar questões por ordem de importância.

 Definido em conjunto com a diretoria e o comitê gestor para alinhar a estratégia da empresa com a sustentabilidade. Ilustre os temas em uma matriz de acordo com sua relevância para a atividade da empresa.

Sugestões;

  • Conte com padrões de relatórios de sustentabilidade (vários modelos no mercado), tendo em conta que a organização pode adaptar as questões relevantes à sua realidade para gerenciar e minimizar seus impactos.
  • Conte com o apoio da alta administração na promoção do ESG (que novidade rsrs).
  •  Rastreie seus Kpis quantitativos e qualitativos na ponta dos dedos;
  • O monitoramento contínuo dos compromissos do ESG requer tempo e recursos da empresa e já existem soluções no mercado.

Quer saber mais?

Estamos juntos

A quem interessa seu relatório de sustentabilidade e, quem não vai ler e não vai dar a mínima, sabe por quê?

A primeira vez que apresentei um relatório de sustentabilidade ao conselho, ocorreu um fato que veio a ocorrer muitas décadas depois, quando apresentei em nossa due diligence de ESG de um ativo para M&A e anexei o relatório de Sustentabilidade ao relatório final

Recebi a mesma pergunta de novo e, com mensagem direta dos conselheiros;

“Esses relatórios são verdadeiros ou são “para inglês ver “?

Em sua recente carta anual aos CEOs, o CEO da Black Rock, Larry Fink, afirma que a mudança climática nos levou à “borda de uma reformulação fundamental das finanças” e “em breve uma realocação significativa de capital.

 A Black Rock comprometeu-se a “colocar o ESG no centro de [sua] abordagem de investimento”.

Embora a Black Rock não possa se desfazer de organizações em seus fundos de índice, Fink deixa claro que elas estarão “cada vez mais dispostas a votar contra a administração e os diretores do conselho quando as organizações não estiverem fazendo progressos suficientes em divulgações relacionadas à sustentabilidade e nas práticas e planos de negócios subjacentes a elas.

Este é um aviso do maior acionista do mundo que as organizações não se atrevem a ignorar.

Também reúne três papéis corporativos que raramente estiveram na mesma sala: finanças, relações com investidores e sustentabilidade.

Para a maioria das organizações, a sustentabilidade tem sido uma reflexão posterior.

Em vez de mudar fundamentalmente seu modelo de negócios no reconhecimento de que a sustentabilidade e o bem-estar de todas as partes interessadas são essenciais para o sucesso da empresa a longo prazo, eles, em vez disso, relegaram questões sociais ao departamento de responsabilidade social corporativa ou à fundação de caridade e publicaram os resultados de seus esforços em um brilhante relatório anual de sustentabilidade.

O problema é que os investidores não leem relatórios de sustentabilidade.

Nem deveriam, a maioria dos relatórios de sustentabilidade não são confiáveis, não passam por uma auditoría de AA 1000 por exemplo, são inconsistentes e abrangem em grande parte fatores que são imateriais tanto para o desempenho econômico da empresa quanto para o impacto global da empresa.

Todas as organizações têm impactos, definidos como mudanças em resultados positivos ou negativos importantes para as pessoas ou para o planeta, quase todos os quais não são medidos atualmente de forma comparável ou abrangente.

Se Fink estiver correto em prever que o capital será cada vez mais alocado para as organizações com os modelos de negócios mais sustentáveis, então os investidores precisarão de novas fontes de dados para entender e antecipar a importância econômica das estratégias de sustentabilidade.

Isso significa que as organizações precisarão se comunicar de forma muito diferente com seus investidores.

Divulgar seu desempenho nas questões sociais mais relevantes como Fink recomenda, é um passo necessário.

Mas a questão mais fundamental é se um determinado negócio está posicionado para prosperar em um mundo futuro transformado pelas mudanças climáticas e financiado por investidores que se preocupam com o impacto social.

E se essa mensagem for ouvida pelo mercado de capitais, ela terá que vir através de demonstrações financeiras, chamadas trimestrais de resultados e briefings de investidores não relatórios de sustentabilidade.

Já há evidências de que os mercados respondem quando as organizações compartilham seus planos para abordar as questões sociais e ambientais que afetam seus negócios.

 Quando os CEOs apresentam seus planos de longo prazo, esses quase sempre incluem maneiras pelas quais as organizações mudarão seus modelos de negócios para enfrentar as mudanças climáticas, as oportunidades econômicas e o bem-estar das partes interessadas.

Mas pensar sozinho a longo prazo não é suficiente.

O que é necessário é uma nova linguagem ou pelo menos uma nova forma de fazer a ponte entre impacto social e desempenho econômico.

As organizações devem começar a informar sobre o valor compartilhado que criam.

O futuro que Larry Fink vislumbra não está longe, e o peso financeiro da Black Rock acelerará sua chegada.

 A necessidade de uma nova linguagem que faça a ponte entre sustentabilidade e finanças é agora.

Estamos juntos!

Algumas sugestões de como garantir o engajamento de todos na sua gestão de segurança.

É comum ser questionado sobre como engajar deste da alta direção a turma da linha de frente, depois de minhas palestras/treinamentos e, sempre digo que não existe solução milagrosa, mas mesmo assim sempre me pedem por onde seguir.

Aqui vou falar em cinco sugestões baseadas em minha vivência por décadas nas áreas.

Estabelecer um ambiente de trabalho consciente em segurança é um grande desafio para a maioria das organizações, no entanto, em todo o mundo muitas passaram a desenvolver culturas de segurança que resultaram em alcançar grande, e finalmente mais organizações eficientes e produtivas.

Talvez ainda mais desafiador, tem sido a capacidade de manter consistentemente essas performances de segurança.

Muitas organizações lutam com a melhor forma de manter seus colaboradores seguros a longo prazo.

Com tantas diretrizes, estatísticas e opiniões por aí, muitas vezes pode ser difícil determinar as soluções certas para qualquer ambiente de trabalho, já que na maioria dos casos não há respostas únicas.

Nossa experiência mostra que uma estratégia que ajuda no desenvolvimento dessa cultura é o engajamento ativo dos colaboradores.

Os colaboradores engajados são indivíduos que têm uma abordagem de “Segurança é responsabilidade de todos” e são totalmente investidos em seu trabalho e no sucesso da organização.

Colocaram mais esforços em toda a linha e mostraram o cuidado genuíno sobre a segurança dos outros dentro de seu local de trabalho para garantir que as coisas são feitas da maneira certa.

Eles oferecerão suas opiniões sobre questões de segurança e fornecerão sugestões e feedbacks aos seus colegas quando necessário.

Isso, é claro, não descreve todos os colaboradores, tem sempre alguém relutando e procurando atalhos!

 Os colaboradores podem muitas vezes tornar-se desengajados como resultado de uma falta de apreciação ou de não levar a sério as suas sugestões.

 Uma situação que é prejudicial a qualquer progresso a longo prazo e muitas vezes resulta em preocupações de segurança tornando-se mais prevalente no local de trabalho.

E voltamos ao início do nosso texto;

Como podemos melhorar o processo de envolver a nossa força de trabalho quando se trata de questões de saúde e segurança?

Os seguintes cinco pontos devem ser as considerações básicas para qualquer organização:

1. Compromisso de Liderança;

O conceito de liderança de segurança é algo que é muito falado nas organizações e última moda em treinamentos rsrs.

 É um termo que ouvimos muitas vezes depois de um acidente.

Os dedos são apontados e uma das causas do evento, é muitas vezes mencionado como a “Falta de Liderança de Segurança”.

As organizações podem melhorar, comprometendo-se a um dever de cuidado para com todos, particularmente, dos indivíduos no topo da organização.

Executivos e gerentes devem mostrar isso através de sua participação em reuniões de segurança, estar envolvido em caminhadas periódicas de segurança, participar de observações de segurança no local de trabalho e garantir que eles sempre colocam a saúde e a segurança como prioridade máxima.

2. Criar Comitês de Saúde e Segurança;

Além de ser uma maneira forte de promover o engajamento em saúde e segurança dentro de uma organização, desde a recente transição da OHSAS 18001 para a norma ISO 45001, os comitês de saúde e segurança tornaram-se um requisito básico em qualquer organização que deseje trabalhar para o padrão mais recente.

O comitê, normalmente recomendado para ser configurado com o mínimo de contribuição dos profissionais de saúde e segurança, permite que os colaboradores identifiquem algumas das preocupações com segurança em seus locais de trabalho e que tomem decisões sobre esses assuntos e comuniquem soluções oficialmente à alta gerência.

Além de incutir um senso de propriedade e garantir que suas vozes sejam ouvidas, o fórum também permitirá sugerir as melhores iniciativas de segurança que beneficiarão seu local de trabalho.

Garantir que os orçamentos de saúde e segurança sejam melhor gastos em áreas mais urgentes relacionadas à saúde e segurança.

3. Torne a “segurança” pessoal

Algumas das organizações mais bem-sucedidas em termos de desempenho em saúde e segurança, geralmente desenvolvem programas internos de treinamento em segurança à saúde, integrados às suas iniciativas comportamentais de segurança.

Além de fornecer ao colaborador as competências básicas para realizar seu trabalho com segurança, esses programas vão além do fato de enfatizar como os acidentes podem afetar o colaborador, sua família e seus colegas de trabalho.

 Incutir um forte senso de necessidade no que diz respeito a seguir as regras de segurança da empresa e apoiar melhor seus colegas de trabalho no gerenciamento de riscos no local de trabalho.

Esses programas, que geralmente começam na forma na integração logo após ingressar na organização, continuam ao longo da carreira dos colaboradores, na forma de envolvimento em programas de observação comportamental, treinando e orientando colaboradores mais jovens ou outros recém-ingressados, e em muitas ocasiões, obtendo envolvidos no treinamento de seus próprios grupos de trabalho.

4. Recompense comportamentos positivos

É sempre importante ter um programa de reconhecimento de segurança dentro de uma organização, que pode ser em qualquer gesto formal, informal ou no local que possa ajudar a mostrar a apreciação da empresa pelo colaborador que está acima e além de suas responsabilidades profissionais.

O reconhecimento, sob qualquer forma que seja, atuará como um forte reconhecimento ao seu trabalho árduo e incutirá esses valores em si mesmos e em seus colegas e garantirá que bons comportamentos em toda a organização sejam continuados e aprimorados.

5. Monitorar programas e acompanhar resultados

A organização deve sempre ter sistemas para rastrear o que está funcionando e o que não está.

 Depois de definir o tipo de iniciativas ou comportamentos que desejam aprimorar, eles devem se esforçar para garantir que os desempenhos sejam sistematicamente rastreados e as melhorias medidas.

Os principais indicadores principais de segurança, como número de observações de quase acidentes, número de observações comportamentais, ações de encerramento de incidentes ou a conclusão de treinamentos obrigatórios de saúde e segurança devem ser definidos para monitorar o aumento, a diminuição e a qualidade do resultado.

Uma vez totalmente implementadas, as diretrizes acima têm o potencial de apresentar um ponto de virada em qualquer empresa para criar uma cultura geral de segurança mais forte e uma força de trabalho mais engajada.

É preciso lembrar sempre que essas ações não podem ser impostas a uma equipe, gerentes e profissionais de segurança devem sempre dar tempo a essas iniciativas para naturalmente se estabelecerem e convidar os colaboradores oferecerem feedbacks e suas opiniões sobre seu progresso.

Quanto mais colaboradores engajados, melhores serão os resultados finais que esperaríamos ver. (assino em baixo)

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Princípios do Equador e Padrões do IFC, você gestor sabe a importância para sua organização implantar, não? Bem-vindo ao ESG!

Neste mundo globalizado, bancos, fundos e seguradoras   exercem um papel relevante na distribuição e alocação de recursos financeiros.

 Isso é facilmente constatável quando se observa que a grande maioria das organizações e governos depende de financiamentos para execução de seus projetos.

 Dessa maneira, essas instituições acabam por influenciar direta ou indiretamente todos os segmentos operacionais, sem exceção.

Com evolução de visão ampliada das consequências para a sociedade e o planeta, as instituições financeiras privadas e seguradoras passaram a exercer um relevante papel nesse cenário, com poder de modificar esse quadro

E esse tal de Princípios do Equador e Padrões IFC o que tem a ver com minha gestão e minha organização?

Os Princípios do Equador são o resultado de uma iniciativa de vários bancos mundiais junto ao International Finance Corporation (IFC), com fortes diretrizes comuns no apoio à discussão de questões socioambientais e no financiamento.

Até recentemente, a grande maioria dos bancos comerciais e de investimentos não considerava aspectos sociais ou ainda aqueles relativos ao meio ambiente como relevantes para suas operações.

 Hoje em dia, entretanto, algumas instituições financeiras e seguradoras já reconhecem que têm grande responsabilidade pelos projetos que seus clientes pretendem financiar em razão dos impactos sociais ou ao meio ambiente que esses podem causar.

No setor financeiro e seguradoras o direcionamento correto de questões ambientais e sociais já é algo considerado crítico para a gestão de riscos das operações, carteira de clientes e principalmente risco de imagem.

A questão vigente não é mais se os bancos comerciais devem considerar aspectos inerentes ao desenvolvimento Sustentável como significativos para suas atividades, mas como eles deverão ser operacionalizados, quais padrões deverão ser adotados e como deverão ser implementados, ou ainda como garantir o cumprimento.

Desde o início dos anos 80, instituições financeiras como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional começaram a ser observados com mais atenção pela sociedade.

No final da década de 90, os stakeholders passaram a voltar sua atenção também para bancos comerciais privados e bancos regionais de desenvolvimento.

Durante muitos anos, as atividades dessas instituições financeiras passaram despercebidas em relação a aspectos socioambientais, sendo que nos últimos anos esse cenário começou a mudar.

 Desde então, esses Princípios foram adotados por cerca de 50 instituições financeiras privadas ao redor do mundo, os quais foram revisados e atualizados em julho de 2006.

Apesar de ainda estarmos a um grande passo na conscientização da relevância dos aspectos socioambientais, ainda há muito a ser feito.

O resultado efetivo dessa trajetória não será medido tão-somente por boas intenções, mas pela adoção de um comportamento responsável, amplamente apoiado pelos executivos e pelos acionistas das instituições financeiras, buscando de forma contínua a melhoria de seus procedimentos, mesmo que para isso tenham de abdicar dos lucros advindos do financiamento de projetos que coloquem em risco alguma comunidade ou o meio ambiente.

E você gestor como está em relação aos princípios e padrões do IFC, se você achou e que precisa ter somente certificações (ISOs, Bonsucro, FSC, CDP, cert- B etc.,)?

Melhor repensar sua estratégia e começar a entender cada uma destes e implantar uma gestão de riscos do ESG que são regidas por eles

Estamos juntos  

Bons líderes na gestão ESG criam culturas nas quais boas decisões são tomadas.

A determinação é superestimada como uma força, pois não leva em conta o viés individual.

Bons líderes nascem com certas características.

Se pudermos identificar essas características, então identifiquemos pessoas que têm essas características, e podemos selecionar bons líderes.

 É evidente do que na noção de que bons líderes são decisivos.

Tome um momento e fazer uma pesquisa na web sobre a frase “bons líderes são decisivos.”

Em seguida, olhar para os títulos dos artigos que aparecem.

É claro que a “determinação” está fortemente associada à identificação de “grandes líderes”.

Estudos recentes na tomada de decisões, no entanto, relatam que estamos todos sujeitos a uma variedade de preconceitos de tomada de decisão que muitas vezes nos levam a más decisões.

Todos nós temos um conjunto de preconceitos que afetam nossa eficácia na coleta de informações e na tomada de decisões.

Ignoramos novas informações e atendemos apenas a fatos e números que apoiam nossos preconceitos.

Esse é o viés de confirmação, é um viés de tomada de decisão que nos leva a tirar uma conclusão com base nas primeiras informações que recebemos sobre uma situação.

 Uma vez que temos algumas informações iniciais, tendemos a filtrar todas as informações subsequentes através desses dados iniciais.

Os corretores de imóveis sabem que os compradores em perspectiva compram raramente na primeira visita, que olham no momento onde a veem.

Mas igualmente sabem que todas as visitas subsequentes que os clientes vão serão comparados a essa primeira visita um pouco do que ao ideal original expressado pelos compradores.

O ponto é que estes e outros preconceitos operam dentro de todos nós o tempo todo.

Aqui está a coisa, embora nem todos temos os mesmos preconceitos, e eles não são igualmente fortes dentro de todos nós.

Isso quer dizer que, quando mais de nós estão envolvidos em uma decisão, nossos preconceitos podem equilibrar uns aos outros.

Eles podem até se complementar.

Bons líderes, então, reconhecem que sozinhos, não podem ser bons decisores.

Mas eles podem criar culturas nas quais boas decisões são tomadas.

O primeiro passo para criar uma boa cultura de tomada de decisão é livrar-se da ideia de que boa liderança é em todos os casos, sinônimo de determinação.

O segundo passo é procurar ativamente oportunidades para afastar a tomada de decisões dos líderes e para aqueles que realmente precisam implementá-las.

O terceiro passo, é claro, é apoiar (ou seja, fornece recursos para) as decisões e planos de ação desenvolvidos pelas equipes.

O passo final é recomeçar e repetir. A qualquer momento, a organização com uma cultura de boa tomada de decisões tem muitas equipes encarregadas de tomar decisões importantes e executá-las.

Isso significa que todas as decisões precisam ser “empurradas para baixo” na hierarquia?

De fato, não. As decisões estratégicas são o domínio da liderança sênior.

A tomada de decisões estratégicas, no entanto, é dificultada quando os líderes pensam que precisam ser “decisivos” em questões táticas.

A criação de uma boa cultura de tomada de decisão é, portanto, um ato de equilíbrio.

Conseguir o equilíbrio certo é uma questão de delegar a tomada de decisões táticas na hierarquia o mais possível, ao mesmo tempo em que garante que a liderança sênior esteja mantendo os olhos na estratégia.

Estamos juntos!

ESG? Por que certas perguntas sobre riscos socioambientais em sua organização, incomodam você?

Depois realizar várias avaliações de níveis maturidade ESG para o nosso fundo, dentro do cluster ESG.

Recém tínhamos assumido algumas organizações, nada de novo em processo comum de M&A, já tínhamos realizados as due diligence, sabíamos do que íamos encontrar, mas tínhamos que lidar com colaboradores de diferentes culturas da sua, também nada de novo!

Já rodado na área, reunião terminando e pergunto!

Onde está o relatório dos Kpis e riscos sobre segurança do trabalho , social e meio ambiente?

Sem querer, acho que causei um mal-estar, mas também foi meu cartão de visitas aos meus colegas de área que não me conheciam e tão pouco a cultura da organização que agora comandava.

Certas perguntas são impactantes, e demonstram o quanto você valoriza a importância da gestão.

Quem me conhece, sabe que sempre sou provocador em minhas perguntas.

Utilizo algumas dessas perguntas em minhas visitas até hoje como consultor, e vamos lá!

Segue algumas que realizo em nossas consultorias de gestão em QSMS-RS & Sustentabilidade

  • Como sabemos que estamos progredindo em prevenção a acidentes socioambientais e de trabalho?
  • Se estamos melhorando, o que estamos fazendo que causa a melhoria?
  • Se não estamos melhorando, como estamos nos aproximando do desafio?
  • Como sabemos se a alta direção é séria sobre a gestão de riscos?

Bem, essas são algumas das perguntas que costumo fazer, incomodam?

É impressionante como estas perguntas causam desconforto tanto aos meus colegas como aos entrevistados da alta direção.

Alguns gestores não acredito que sejam são arrogantes, mas sofrem com uma confiança excessiva, dos Kpis que transmitem na organização, pode ser um resultado natural de um sucesso percebido, talvez!

Vejamos esses cases que sempre me refiro seja em treinamentos ou palestras

 Os líderes da BP ficaram surpresos depois da Deepwater Horizon, assim como os líderes da NASA depois da Columbia, e da Boeing após o fiasco do 737 MAX.

 Eles achavam que eram melhores em gerenciar riscos catastróficos do que realmente eram baseados em seus Kpis

Espere que sua equipe de gerenciamento esteja usando análises estatísticas de tendências e correlações para dizer se a estratégia de melhoria está funcionando ou não.

 Suas métricas devem ser indicadores principais e já registrados válidos de lesões graves e melhoria da fatalidade.

Suas métricas devem basear-se em bancos de dados de segurança, dados de colaboradores como rotatividade e absenteísmo e dados operacionais como produtividade e qualidade.

Conhecimento de mecanismos baseados em evidências que impulsionam a melhoria.

Ouça os mecanismos que envolvem os colaboradores na identificação de riscos e na solução de problemas.

Ouça o uso eficaz dos dados para priorizar os esforços de melhoria.

Ouça a utilização de especialistas no assunto.

Você reconhecerá a liderança em segurança no conteúdo e no estilo das comunicações dos líderes seniores.

Ouça um conhecimento prático de segurança e uma ‘visão de sistemas’ de causação de lesões.

Procure interações respeitosas, especialmente quando desafiador ou quando alguém está ferido.

 Ouça uma visão convincente com um papel ativo em iniciativas estratégicas de melhoria da segurança.

Procure liderança de segurança para desempenhar um papel de destaque nas decisões de seleção de pessoas.

O enorme efeito de uma pergunta simples “Onde está o relatório de segurança?”, sugere que a pergunta que você faz pode ser menos importante do que o sinal que você envia.

E você meu colega, qual sinal você vai enviar sobre lesões graves e prevenção de fatalidades?

Estamos juntos!

Visão Estratégica e o Sistema de Gestão Integrado ESG / QSMS-RS em concessões de Energia Renovável.

Quando nossos clientes nos chamam para reestruturar ou implantar seu sistema de gestão, faço questão de explicar a necessidade de integra-los, mas tem que ter um propósito, sem esse não existe sistema que resista.

Certifica-los?

Não acredito que seja necessário, a não ser que venha algum pedido, mas ter um sistema de gestão isso sim é fundamental para o sucesso da operação.

Quando rescrevo procedimentos ou até mesmo realiza o gap analisys levo sempre consideração a necessidade de integrar as normas de gestão.

Quando se propõe a implementar um Sistema de Gestão Integrado com base nas normas (9001/14001/45001/26000/SA8000), a mesma se obriga a pensar, desenhar e implementá-lo através de um planejamento.

As vantagens de se fazer uso do modelo é que o planejamento base já vem pronto, ou seja, é preciso implementá-lo.

Com o sistema de gestão Integrado implementado o passo seguinte é fazer uso do mesmo.

Para verificar se o mesmo está funcionando, se precisa de adequações, se o sistema está conforme, faz se uso de uma ferramenta que o próprio modelo traz como obrigatória, as auditorias.

O propósito das auditorias é o de continuamente e sistematicamente monitorar a efetividade do sistema de gerenciamento da qualidade.

Isto inclui auditorias que cobrem todos os elementos do sistema e todas as áreas funcionais, as quais devem no mínimo serem auditadas uma vez ao ano, porém minha recomendação é que isto ocorra pelo menos duas vezes ao ano.

Esta é uma forma compreensiva para prover FEED BACK, pontual e valioso aos gestores em relação a todo o SGI, os resultados da auditoria podem ser usados como áreas alvos para ações de melhoria e subsequentemente, facilitar os planos de melhoria contínua.

Para atuar neste planejamento, com base no que foi verificado, é preciso fazer uso de outras duas ferramentas também disponibilizadas e obrigatórias pelo 9001, como, ações Corretivas e Ações Preventivas.

O propósito de uma ação Corretiva sistêmica e eficaz é o de assegurar que a causa ou causas de uma não conformidade real.

O propósito de uma ação preventiva sistêmica e eficaz é o de assegurar que a causa ou causas de uma não conformidade potencial está (ão) identificada(s), analisada(s) e resolvida(s) visando prevenir que este problema venha a ocorrer.

 O que se espera é que na medida em que o mesmo amadureça, os números de ações corretivas tenham uma tendência de queda, enquanto que o número de ações preventivas terá uma tendência de crescimento.

A sucessão de ações corretivas e preventivas possibilita para a organização a identificação de tendências que podem encaminhar ao rastreamento de problemas, aspectos e perigos em desenvolvimento de processos ou em produtos.

Outra ferramenta gerencial também de uso obrigatório, é a Análise crítica pela Direção, o que leva a organização realizar um novo ciclo PDCA.

Tem como propósito avaliar o status do sistema de gestão integrado implementado, periodicamente quanto a sua eficiência e eficácia.

 O mesmo diz respeito à determinação de quais requisitos internos e externos estão sendo adequados e cumpridos para o atendimento dos clientes em relação ao explicitado pela sua Política (s) e objetivos.

 Os executivos da organização devem participar, pois são os que tem poder, responsabilidade a quanto à qualidade.

Estes analisam o resultado das auditorias, as ações corretivas e preventivas, analisam os dados coletados desde a última análise crítica, etc.

A intenção desta análise é a de determinar a saúde do SGI e claro da própria empresa pela identificação de oportunidades para a melhoria continua através da determinação de ações para facilitar esta melhoria.

Isto inclui a determinação de quem deve fazer o que, bem como a provisão de recursos financeiros, humanos, de infraestrutura e de ambiente de trabalho para assegurar o sucesso das ações identificadas.

O conceito básico deste modelo é que o Sistema de Gestão deve ser continuamente monitorado e medido, avaliado e alterado, na busca da melhoria contínua.

A efetiva implementação destes três elementos possibilita que qualquer organização realize melhorias continuadamente.

É essencial que igual ênfase seja dado a cada um destes elementos.

Auditoria interna não terá nenhum propósito se as ações identificadas não sofrerem ações corretivas.

Ações corretivas e preventivas não funcionarão adequadamente se as deficiências do SGI não forem identificadas, se isto ocorrer, oportunidades para melhoria tenderão a diminuir.

Análise crítica pela direção será ineficaz se o mesmo não determinar ações de melhoria, ou seja, que se rode o PDCA.

 Para uma organização um sistema compreensivo de contínua melhoria deve ser um orientador, uma espécie de bússola.

Uma implementação de sucesso e a manutenção com melhorias requerem comprometimento da direção e claro de todos os envolvida.

A integração destes quatro elementos, requisitos, processos aliados a utilização de algumas ferramentas da qualidade são a garantia que uma organização terá para uma caminhada sem fim em prol da melhoria da eficiência e da eficácia de sua empresa, e todos compõem a base para a melhoria Contínua de um SGI de qualquer que seja o tipo de empresa.

No fundo esta é a razão pela qual, a cada auditoria para manutenção de um SGI estes elementos são verificados.

Através da Auditoria os auditores estarão avaliando se o gerenciamento do SGI é efetivo e constantemente monitorado, avaliado e melhorado pela organização através de sua alta direção e claro, com o objetivo de se tornar uma empresa cada vez mais competitiva neste mercado implacável com os amadores.

Estamos juntos!

Quais momentos da segurança faz sucesso, durante sua gestão?

Em nossas consultorias, durante aquele bate papo entre colegas, sentimos que sim, é real a preocupação de saber qual o momento mais eficaz em suas gestões do dia a dia.

Momentos de segurança são reuniões breves que ocorrem no início ou no final do dia de trabalho ou no início de uma reunião.

Estas reuniões rápidas envolvem colaboradores, bem como supervisores, profissionais de segurança no local ou membros da administração.

Estas reuniões diárias incluem uma breve conversa sobre um tópico de segurança que é relevante para o trabalho que será feito durante o turno ou um incidente que foi encontrado durante o turno.

Também pode ser usado para analisar uma área geral de preocupação ou dar lembretes rápidos sobre as condições de segurança, procedimentos e protocolos do local de trabalho.

Momentos de segurança são especialmente utilizados em indústrias onde o risco de ferimentos ou morte é alto.

Estas reuniões frequentes são uma característica comum na construção, industrial, nuclear e locais de trabalho petroquímico.

São muito menos prováveis de ocorrer em locais de menor risco como lojas de varejo.

Momentos de segurança tendem a ser mais informal do que apresentações de segurança ou sessões de treinamento.

Eles muitas vezes tomam a forma de DDS, em vez de uma narrativa preparada.

Não há nenhuma fórmula precisa para momentos de segurança.

Elas podem ser práticas e hands-on, podem apresentar necessidade de saber fatos, ou podem cobrir as normas de segurança pertinentes.

Como a informação é entregue também está aberta.

Pode simplesmente ser uma discussão de políticas e procedimentos, mas também poderia envolver a partilha de experiências pessoais e extrair uma lição deles.

Enquanto eles não são essenciais, histórias pessoais tendem a fazer segurança momentos mais memoráveis.

Eles dão uma narrativa que pode se identificar com o ouvinte e pacotes a lição em uma história, ao invés de apresentá-lo em abstrato.

O objetivo do momento segurança é alguma ação por parte dos colaboradores.

 Como por exemplo, certificar-se de que o kit de primeiros socorros está devidamente abastecido, fazer inspeções regulares ou prestando mais atenção à sua volta enquanto se move através do local de trabalho.

O momento de segurança não apenas fornece informações, mas também demonstra o compromisso do orador para a segurança.

Isso normaliza segurança e ajuda a fortalecer a cultura da segurança do local de trabalho

Momentos de segurança devem ser trampolins para mais conversa.

Criar um DDS com sua equipe, em vez de simplesmente ensinar a eles, irá ajudá-los manter as informações que eles aprenderam e reforçar seu compromisso de agir sobre ela.

Também é uma grande oportunidade para que os colaboradores trazer perguntas ou preocupações, que caso contrário não poderia ter discutido.

Momentos de segurança também precisam ser construtiva, não crítica.

 O ponto é levar segurança a sério como uma equipe, não para culpar alguém por um incidente recente ou para chamá-los para fora por sua conduta.

Esta é a melhor maneira de certificar-se de que elas não caem no esquecimento ou são mal atendidos porque alguns colaboradores são apanhados em suas tarefas de trabalho ou lidar com clientes ou clientes.

Momentos de segurança devem ser breves cerca de três a cinco minutos.

Se você estiver apresentando informações aos seus colaboradores, certifique-se de que sua apresentação não passa de dois ou três minutos, tempo para certificar-se de que há tempo para perguntas, comentários e discussão.

Incentive os colaboradores a sugerir tópicos oportunos que devem ser abordados em um tópico de segurança.

Esta é uma ótima maneira de garantir que você está cobrindo as questões mais prementes, desde que os colaboradores na linha de frente muitas vezes têm uma melhor noção de onde alguns dos riscos são do que o resto da equipe.

Mas também é uma ótima maneira de reforçar a mensagem de que a segurança está todos os negócios e para destacar a importância de olhar para o outro.

Estamos juntos

A Dupla Materialidade se transformou em uma questão de sobrevivência da organização, você está preparado?

O conceito de dupla materialidade tornou-se cada vez mais central nas discussões sobre operações de negócios, entrelaçando-se com a due diligence de Riscos ESG e a sustentabilidade corporativa (due diligence como estrutura, bem como regulatória a partir destes anos) e estratégia dentro dos modelos de negócios.

A dupla materialidade examina como os fatores externos afetam uma empresa e como as atividades de uma empresa afetam o ambiente externo e a sociedade.

Já a Materialidade Financeira, avalia como fatores externos, como impactos ambientais e sociais, afetam o desempenho financeiro da empresa.

Ele se concentra na vulnerabilidade e resiliência da empresa a esses riscos e oportunidades externas.,

A Materialidade de Impacto avalia os efeitos das operações da empresa na sociedade e no meio ambiente.

Ele analisa os impactos mais amplos das atividades comerciais.

Do ponto de vista do modelo de negócios, a materialidade financeira informa o gerenciamento de riscos e o planejamento estratégico, entendendo os impactos financeiros externos.

Em contraste, a materialidade do impacto orienta a estratégia de sustentabilidade, abordando como as operações de negócios afetam a sociedade e o meio ambiente.

 A combinação de perspectivas permite que as empresas protejam seus riscos.

As empresas devem realizar avaliações de risco abrangentes que sejam prospectivas e se concentrem no alinhamento estratégico com ESG e riscos inerentes.

Para integrar efetivamente a dupla materialidade nas operações comerciais, as empresas devem considerar toda a cadeia de valor de suas atividades e suas implicações.

Esse entendimento abrangente garante o gerenciamento de impactos internos e externos, o que inclui governança e estratégias para abordar e mitigar impactos adversos na sociedade e no meio ambiente, e que a sustentabilidade está incorporada à estratégia de negócios, alinhando o desempenho financeiro com responsabilidades ESG mais amplas.

Os princípios operacionais para impulsionar a sustentabilidade nos negócios incluem métricas e metas.

Definir metas específicas para demonstrar compromisso com a sustentabilidade e transição para práticas mais sustentáveis.

Além disso, avaliar continuamente a eficácia das respostas aos riscos e impactos identificados e garantir a conformidade contínua com os padrões de sustentabilidade e promover a responsabilidade civil e as penalidades por não conformidade.

Incorporar a dupla materialidade nas operações de negócios não é apenas um exercício de conformidade, mas uma necessidade estratégica.

Ele garante que as empresas sejam resilientes a riscos externos, ao mesmo tempo em que são responsáveis por seu impacto na sociedade e no meio ambiente.

 Essa abordagem integrada impulsiona a excelência operacional e alinha o desempenho financeiro com responsabilidades sociais e ambientais mais amplas, promovendo um futuro sustentável para as empresas e as comunidades que atendem.

 A excelência operacional não apenas aumenta a competitividade e a lucratividade, mas também se alinha às metas de sustentabilidade, garantindo sucesso e resiliência de longo prazo em um ambiente de negócios em rápida mudança.

Estamos juntos

Onde o comportamento seguro deu errado!

Qualquer coisa pode ser mal feita, mas isso não significa necessariamente que é ineficaz ou irremediavelmente falha.

Os críticos da segurança baseada em comportamento (BBS) e os defensores do desempenho humano e organizacional (HOP), que muitas vezes são as mesmas pessoas, continuam a encontrar falhas com o que consideram as premissas básicas do BBS e o que eles assumem ser uma metodologia comum.

Primeiro, lembre-se como a palavra “assumir” pode colocá-lo em apuros.

Em seguida, vamos dar uma olhada em como muitos processos BBS perderam o barco.

Até o primeiro ponto, nem todos os processos BBS são os mesmos.

Há diferenças em quase todos os componentes do processo.

A governança do processo varia todo o caminho desde a gestão dirigida, até a orientação dos colaboradores até a desoneração.

A seleção de comportamentos em checklists varia de brainstorming até análise Pareto de dados de incidentes passados.

O número de comportamentos em uma lista de verificação pode variar de 2 a 80, em uma de nossas consultorias achei um trabalho de um colega que tinha mais de 1000 comportamentos descritos na lista de verificação dele????

As estratégias de observação variam de ” Todos fazem uma vez por mês”, á observadores utilizando estratégias ultra, master, mega e blaster de amostragens sofisticadas.

As estratégias de feedback variam de confronto a coaching de pares.

A coleta de dados de observação varia de diamante bruto a alta tecnologia.

A utilização de dados de observação varia de ignorar os dados até análises bastante sofisticadas e desenvolvimento de planos de ação para lidar com influências sobre comportamentos.

O mais sofisticado desses processos aborda a maioria das questões incluídas em uma iniciativa sobre comportamento humano e organizacional (HOP).

Mas vamos olhar para os processos menos sofisticados e onde eles ficam aquém.

Foco Comportamental; muitos processos do BBS determinam seu foco comportamental de forma muito não científica.

Alguns adotam checklists de outros processos ou sites, assumindo aqui que os comportamentos que podem prevenir acidentes.

Pouquíssimos processos realizados inicialmente levam em conta que cada local é provavelmente diferente e precisa determinar o foco comportamental através da análise de acidentes no local e dados quase perdidos.

Quase universalmente, os checklists incluem muitos comportamentos para abordar com sucesso tudo de uma vez.

A maioria envolve dois objetivos: coletar dados e dar feedback.

 A primeira tarefa de coletar dados sobre comportamentos é determinar quais comportamentos observar.

Selecionar comportamentos que poderiam potencialmente fazer a maior diferença em acidentes às vezes era adivinhação, e às vezes, baseado na análise de incidentes passados.

As demais questões eram se definisse comportamentos de risco para desencorajar ou comportamentos seguros para reforçar, e quantos comportamentos devem ser enfrentados por vez.

Quando os comportamentos são observados, os observadores registram o número de observações seguras, o número de observações inseguras ou a proporção de uma para outra?

Os melhores processos usam essa coleta de dados para determinar o que influenciou comportamentos observados.

Os processos que são frágeis em sua concepção do BBS aceitaram cegamente a afirmação de Heinrich de que a maioria dos acidentes advém de comportamentos inseguros dos trabalhadores.

Seguir essa lógica equivocada levou a pensar que esses comportamentos de risco estavam sob o controle dos colaboradores e que simplesmente dar feedback poderia mudar esses comportamentos.

Portanto, muitos processos do BBS estavam tentando corrigir o colaborador em vez de corrigir o problema.

A suposição de que todos controlavam todas essas escolhas comportamentais ignora todo o conceito de influências.

 Os maus processos tentaram reforçar positivamente os comportamentos seguros e confrontaram os colaboradores e disseram-lhes para interromper comportamentos inseguros, melhores processos também reforçaram positivamente a tomada de precauções e expressaram preocupação com atos inseguros e perguntaram por que eles aconteceram.

Essa forma de feedback foi mais eficaz e identificou as influências nos riscos para análises e ações adicionais.

Se certos comportamentos foram reforçados por influências do ambiente de trabalho, da cultura, da liderança ou de outros fatores, o feedback foi uma influência muito pequena em comparação com todos esses outros.

 Os processos frágeis do BBS simplesmente abordaram os dados de observação, aumentando a quantidade de feedback ou fornecendo retreinamento ou outros lembretes no local de trabalho para tentar abordar comportamentos que não respondem ao feedback.

 Alguns processos não fizeram nada com os dados de observação, exceto acompanhar o progresso ou a falta deles.

Alguns defensores dessas metodologias do BBS chegaram a afirmar que a maioria dos “bons” vinha da interação do observador e do trabalhador e não consideravam a utilização dos dados de observação particularmente útil.

 Os melhores processos usaram os comentários de observações que descrevem o que influenciou os comportamentos.

Eles desenvolveram planos de ação para abordar as influências e acompanhar como os comportamentos reagiram a esses planos de ação.

Os proponentes do HOP têm criticado o BBS por não reduzir acidentes e fatalidades graves com a mesma eficácia que ele reduz acidentes menos graves.

Em alguns casos, isso ocorreu por design.

 Sites com processos tradicionais maduros muitas vezes eliminavam a maioria de seus acidentes graves e queriam usar o BBS para eliminar os pequenos acidentes que permaneciam.

Outros ficaram convencidos por Heinrich ao pensar que a redução dos riscos na parte inferior da pirâmide trataria igualmente os acidentes no topo da pirâmide na proporção da sua ocorrência, independentemente da gravidade.

Outros ainda decidiram abordar seus acidentes fatais, com ênfase especial em regras e procedimentos que abordavam seus riscos mais perigosos, como bloqueio / sinalização ou entrada em espaço confinado.

Eles foram chamados de regras para salvar vidas, regras de ouro ou vários outros rótulos.

Os problemas reais que desafiam o uso do BBS para lidar com acidentes fatais são:

• Os especialistas ainda não concordam com uma lista de comportamentos que abordam especificamente acidentes fatais e estão concentrando esforços na identificação de possíveis quase acidente e acidentes fatais.

Muitos dos pesquisadores sugerem que a pirâmide de Heinrich deve ter uma pirâmide mais estreita no meio, que eles afirmam ser a parte que afeta os acidentes fatais.

No entanto, várias fatalidades a cada ano provêm do mesmo conjunto de comportamentos que contribuem para acidentes mais comuns.

• A pesquisa está mostrando que a maioria das decisões que levam aos acidentes fatais são tomadas por quem gerencia ou supervisiona, e não pelo colaborador!!!

Embora algumas abordagens ao BBS sejam ineficazes, nem todas foram.

Existem organizações que implementaram o BBS de maneira muito eficaz e tiveram ótimos e duradouros resultados.

 Tudo pode ser mal feito, mas isso não significa necessariamente que seja ineficaz ou irremediavelmente falho.

Seu processo de BBS foi feito corretamente?

Estamos juntos!

Como criar um programa de mentoria na gestão ESG e em prevenção com eficiência.

Já realizo mentorias em diversos níveis de hierarquia dentro da Gestão ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade para várias organizações de segmentos dos mais diversos.

Mas sem dúvida a questão da segurança, bem como na construção da matriz de risco de impactos socioambiental, são onde encontro certas nuâncias em realizar nossos trabalhos.

Novos colaboradores sempre serão uma grande dor de cabeça para as operações independente se lidam com grandes ou pequenas chance de acidentes em suas tarefas do dia a dia.

Novos colaboradores não querem se machucar, e eles têm perguntas sobre seu trabalho.

 O objetivo de um programa de mentoria para colaboradores é ensinar a fazer com segurança seus trabalhos.

E não vai ser dentro de 4 paredes! Colegas implicavam no início comigo, quando lancei um dos nossos lemas de trabalho “Minha sala de aula não tem paredes”

Você não pode aprender como fazer todas as partes do seu trabalho na sala de aula.

 Você acumula conhecimento útil ouvindo um instrutor, mas você aprende as funções práticas do seu trabalho com aqueles com quem você trabalha todos os dias.

O treinamento no trabalho é uma parte natural do processo de aprendizagem de todos.

Um processo de mentoria ponto a ponto utiliza os colaboradores para desenvolver atitudes positivas de segurança e disseminar informações críticas para os novos que chegam.

O mentor foca na formação de novos colaboradores em seus primeiros 30 dias, enquanto o programa de Cultura em segurança foca no monitoramento de comportamentos e condições ao longo da vida do trabalho.

Eu entendo e sou fã incondicional do poder do treinamento prático.

 Quando comecei a trabalhar com comportamento em segurança a cerca de 30 anos, passei a maior parte dos meus primeiros quatro meses em uma sala do tamanho de dois cubículos com outras quatro pessoas.

O objetivo era estudar os padrões de comportamento.

Fizemos isso todos os dias por quatro meses.

Você pode imaginar passar oito horas por dia, cinco dias por semana preso em uma pequena sala olhando para os códigos e procedimentos?

Não é emocionante. Melhor ainda, quão eficaz é isso?

O treinamento não foi uma orientação, mas sim uma iniciação.

 Não sei o quanto aprendi nos primeiros quatro meses, mas eu, juntamente com meus colegas, sobrevivi à prisão.

A próxima etapa do programa foi muito mais útil.

 Nós acompanhamos profissionais experientes em suas inspeções, e eu comecei a ver como as pessoas faziam o trabalho que eu aprenderia a fazer.

Esses profissionais experientes eram meus mentores e eles me ensinaram os detalhes práticos do trabalho.

Foi onde eu realmente aprendi mais.

Nos nove meses seguintes, aprendi cada faceta do processo de inspeção e redação de relatórios com um mentor.

À medida que eu progredia, esses profissionais experientes me deixavam fazer mais do trabalho. Foi um processo incremental que me ensinou os detalhes.

 Depois de um ano, passei por uma avaliação final e comecei a realizar inspeções solo.

E tem gente que vende e até escreve livro (Liderança e Cultura de Segurança) com pouca ou nenhuma experiência, ou simplesmente assistiu um curso em algum lugar, pode isso colega?

A lição que aprendi na minha experiência é que aprender livros é importante, mas não é onde você aprende a fazer seu trabalho.

Você aprende seu trabalho com as pessoas.

Empresas com um histórico de desempenho excepcional em segurança têm sistemas que se aproveitam do poder do aprendizado ponto a ponto.

 Dê aos colaboradores preocupados com a segurança a oportunidade de incutir seus valores de segurança em novos colaboradores por meio de mentoria.

 Isso ajuda a perpetuar uma cultura que abraça a segurança.

Um programa de mentoria eficaz deve atingir metas específicas:

Identifique líderes preocupados com a segurança em sua força de trabalho.

Toda empresa tem líderes naturais em seu ambiente de trabalho.

Eles podem não ter um título de liderança, mas você sabe que as pessoas os procuram com perguntas.

Os colaboradores confiam neles. Utilize esta norma social natural para desenvolver seu programa de orientação.

Treine os Líderes em segurança.

Capacite-os a utilizarem sua influência para o bem da segurança.

Explique como o processo funciona e informe seus participantes sobre a importância do papel deles.

Explique suas expectativas sobre como eles avaliarão e treinarão os colaboradores.

Eles têm a oportunidade de influenciar a próxima geração de trabalhadores em sua empresa.

O treinamento deve dar aos padrinhos um sentimento de orgulho por sua contribuição.

Identifique os novos colaboradores e informe quem é seu mentor.

 As empresas fazem isso de várias maneiras.

Você pode fornecer adesivos de novos colaboradores para capacete de segurança.

Você pode ter novos colaboradores vestindo um colete de novo funcionário.

Você pode fazer o que se encaixa na cultura da sua empresa.

O benefício é que os mentores sabem a quem precisam ajudar.

Etapa quatro: estabeleça uma maneira de avaliar e treinar novos trabalhadores.

O objetivo desta etapa é confirmar que os novos colaboradores conheçam e compreendam informações críticas de segurança.

 A avaliação é uma ferramenta de treinamento e não uma ferramenta de medição de desempenho.

O objetivo do programa de orientação é adicionar estrutura à maneira como os colaboradores aprendem a fazer seu trabalho e o processo capacita os líderes naturais a treinar novas pessoas.

O ambiente da sala de aula é uma introdução à segurança.

A realidade é que nossos colegas de trabalho nos ensinam como fazer nosso trabalho com segurança.

 Se você conseguir aproveitar essa dinâmica social de maneira positiva, terá um poderoso impacto na segurança da próxima geração de trabalhadores.

Estamos juntos!

Pare , pense e reflita

Viver esses tempos incomuns, sérios e difíceis convida à introspecção pragmática em questões importantes e existenciais.

Como ficou o mundo, depois que a poeira COVID-19 assentou?

O COVID-19 acendeu luz sobre como os futuros desafios globais irão transpirar e podem acontecer.

Estaremos mais preparados para enfrentar e responder a emergências e outros desafios de sustentabilidade como resultado dessa experiência.

Uma grande coisa que o COVID-19 nos ensinou é que estamos interconectados e interdependentes de maneiras que não entendíamos completamente antes, e que sem solidariedade, especialmente as vulneráveis, todos nós perderemos.

Ninguém ficou intocado com os efeitos da pandemia.

Isso elucida de uma forma muito real que desafios globais como a mudança climática, que é uma questão urgente há muito tempo, acabarão por nos atingir com força.

Já está afetando nossas vidas, mas os fios interligados estão se tornando visíveis e consequentes.

Nossa sociedade está interligada de uma forma que faz com que a falha de um componente provoque o fracasso dos outros.

 Na atual pandemia, há enormes lacunas no sistema de saúde pública e de apoio médico, incluindo lacunas no acesso a cuidados médicos acessíveis e escassez de instalações hospitalares para tratar vítimas do COVID-19.

 Isso pode ter levado a um colapso na economia, incluindo nossos sistemas de alimentação, transporte, educação e bem-estar social, e nossa capacidade de prevenir ou tratar a doença em si.

Os formuladores de políticas devem fazer uma escolha difícil e cuidadosa ao decidir invocar poderes de vigilância extraordinários durante uma crise, incluindo o quão invasivas essas medidas devem ser.

 Estratégias que ajudem a combater a pandemia devem basear os dados como seu fator decisivo para avançar para o bem-estar dos cidadãos, decisões e políticas improvisadas definitivamente não serão benéficas por muito tempo.

Atualmente, temos tempo suficiente para processar a realidade de como essa pandemia está moldando o mundo inteiro.

 Afinal, este é o momento em que encontramos um dais comum sobre como resolver problemas urgentes em nossa porta e criar um mundo após o COVID-19 que é comum e justo.

Enquanto muitos de nós estão trabalhando em casa, muitos outros ainda estão fora para realizar trabalhos essenciais.

Desde cuidar dos doentes até entregar mantimentos, esses trabalhadores estão garantindo que nossas sociedades continuem funcionando durante o confinamento, colocando a si mesmos e suas famílias em risco significativo.

Na frente da saúde, temos visto a eficácia do aumento dos cuidados críticos, a expansão dos testes e outras abordagens tradicionais, o desenvolvimento de testes de anticorpos, a natureza desconhecida da imunidade e uma onda de inovação que pode produzir tratamentos e vacinas.

O cuidado e a responsabilidade aumentaram, e é importante do que antes – os vizinhos estão cuidando uns dos outros, as sociedades estão encontrando novas maneiras de interagir e sustentar as necessidades básicas e as empresas estão cuidando de seus funcionários, fornecedores e fornecedores.

 Equipamentos de proteção muito necessários estão sendo financiados por instituições privadas, e as pessoas estão estendendo as mãos aos privados de todas as formas possíveis.

Os governos estão tomando medidas importantes para priorizar o bem-estar de seus cidadãos, comprometendo pacotes significativos de ajuda econômica e elevando os esforços de saúde para proteger as pessoas, especialmente as comunidades vulneráveis.

Eles priorizaram medidas como o distanciamento físico, impuseram restrições de viagem, criaram conscientização para o uso efetivo de equipamentos de proteção individual (EPIs) e realizaram testes e rastreamento da melhor maneira possível.

Considerando a variedade de abordagens em uso, não há dúvida de que o entendimento público e o consenso evoluirão dia após dia.

Continuaremos a descobrir mais sobre a corona vírus como ele está em mutação, a duração da imunidade, sua dinâmica de transmissão, e assim por diante.

Lembre-se, não se pode ir nessa jornada sozinho em particular, todos dependem totalmente da capacidade de todos nós de ter um conhecimento compartilhado de como o mundo funciona.

Somente situações como essas podem nos ajudar a tomar ações firmes e solícitas no futuro para reduzir a poluição, a superpopulação, os mercados de animais selvagens e todos os outros gatilhos da catástrofe iminente.

Só podemos vencer uma crise global se nos unirmos e promovermos uma abordagem multi-stakeholder.

Embora o COVID-19 esteja desencadeando respostas imprevisíveis de uma magnitude muito maior do que as ações previstas, ações pensadas como acima levarão a consequências benéficas à saúde e à sustentabilidade das sociedades.

As sinergias começam a agir a favor apenas quando alcançamos uma sociedade na qual decisões racionais são tomadas.

Estamos juntos!

Durante uma emergência, quanto a comunicação, o que faz a respeito? Segue nossas sugestões baseada em nossa experiência em tempos de crise!

 A comunicação da segurança nesse momento sofre, não tenho dúvida.

Passei exatamente por essa experiência quando preso no meio da Guerra da Líbia (3000 colaboradores e famílias) e no epicentro do Ebola (4000 colaboradores).

 Ao navegar em águas turbulentas ou em incertezas, os planos e papéis individuais e responsabilidades a serem executados devem ser claros, concisos e compreendidos.

 Quão bem está o seu plano de comunicação nessa hora?

Agora na pandemia por exemplo.

Embora as viagens tenham sido interrompidas na maior parte do tempo, nosso trabalho com os clientes continua.

Continuamos com; revisão de procedimentos, PGRs, PAEs, PEIs, Hazop.

Bem como, nossa mentoria com os gestores, principalmente em restruturação do departamento do ESG e QSMS-RS & Sustentabilidade

 Uma área que continua a se manifestar em nossas conversas com as organizações, é a interrupção da comunicação de segurança.

Um cliente de mentoria em QSMS nos disse: “Áreas que já eram pobres em comunicação estão usando essa pandemia como desculpa.

Considerando que as áreas que eram boas nisso encontraram formas criativas de garantir que os sinais sejam enviados e recebidos.

Muitas reuniões pararam e comitês!!!

Vários tipos de treinamento cessaram!!

As forças de trabalho estão relatando o que costumava ser uma cadência normal de colaboração, briefing e fluxo de informações, chegou a um impasse.

Se sua organização passou por isso, você está confiante de que a força de trabalho sabe o porquê e está satisfeita com o motivo?

Nossa consultoria está atualmente realizando várias avaliações culturais (remotamente), e este é um problema comum expresso por diferentes colaboradores.

A comunicação tem duas partes: um remetente e um receptor; e ambos devem ser ligados e sintonizados na mensagem.

Enviar sinais é apenas uma parte.

As mensagens são recebidas e entendidas?

 “O grande inimigo da comunicação é a ilusão disso”.

 Como você está monitorando que as mensagens são recebidas e entendidas?

Por fim, a comunicação é competitiva.

As prioridades são percebidas pelo que se fala mais.

Embora as precauções e atualizações de prevenção do COVID-19 sejam críticas, não podemos permitir que isso concorra com a necessidade de ficar na mensagem sobre a importância da segurança e da prevenção de lesões.

Verifique se as conversas estão ocorrendo e focando em:

Ø compreender os riscos (grandes e comuns) que os funcionários enfrentarão;

Ø Precauções (necessárias e discricionárias) que precisam ser tomadas para superar ou mitigar os riscos;

Ø assegurando (controle e influência) essas precauções estão sendo tomadas regularmente.

As empresas demonstram sua contínua dedicação à busca da excelência em segurança ao não usar a pandemia como desculpa para impedir o progresso.

Ajudamos a encontrar formas criativas de realizar treinamentos de segurança, briefings e reuniões.

 Isso requer estar aberto a pensar diferente.

 Se a excelência de segurança é realmente seu objetivo, o COVID-19 é apenas mais uma interrupção que sua empresa inevitavelmente enfrentará. Todo progresso começa pensando diferente.

Líderes inovam, seguidores seguem.

Seja um líder de segurança em sua organização.

Sempre foi a coisa certa a se fazer, mas também uma vantagem competitiva.

Hoje não é diferente.

Estamos juntos!

Gestor ESG! Liderança na luta contra o medo, em uma gestão de crises é fundamental, como estamos?

Combater o medo na organização em tempos de crises não é tarefa fácil.

Você está preparado, seu plano de gestão de crises, continuidade do negócio, de emergência conectados aos cenários previstos, tudo certo?

Segue algumas sugestões de quem já passou por diversas crises como Líder em ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade

Nunca mais vou esquecer quando em nosso canteiro na África começou ser afetado pelo EBOLA e as primeiras notícia das primeiras mortes.

Éramos 4000 colaboradores, e me lembro muito bem, quando o Diretor do Projeto olhou para mim e disse ué!!!!, você não é o líder aqui em ESG / QSMS -RS, dá o teu jeito a responsabilidade é sua!

Como?

Pensei, eu não sou médico não sou da OMS, respirei fundo e me lembro que deu vontade de chorar (e chorei muito depois), respirei fundo e comecei a minha saga de colecionar minha longa lista de gestão de lições aprendidas como líder em segurança do trabalho em tempos de crise

Se você não mostrar a todos todas as maneiras que você está trabalhando para mantê-los seguros, não só seus valores serão questionados, mas as pessoas podem não querer vir trabalhar.

 A crise da covid por exemplo, trouxe à tona o melhor de muitos de nós e nos uniu de inúmeras maneiras (mesmo trabalhando e vivendo mais separados do que nunca).

Mas também nos uniu com medo.

Medo generalizado e implacável da morte, doença, do desconhecido.

À medida que começamos a planejar a recuperação da continuidade do negócio, o medo que fica é uma nova fronteira que os líderes devem gerenciar ativamente.

 Temos uma longa jornada pela frente.

E devemos ser coletivamente mais fortes do que nossos medos.

Não podemos ser vencidos pelo medo

Aqui estão minhas sugestões de quem já passou por essa situação para ajudar os seus colaboradores a combater seus medos.

1. Comunicar, comunicar, comunicar.

A mídia está cheia de histórias aterrorizantes sobre crises etc.

O medo está em toda parte e. é real.

É necessário manter a comunicação sempre.

Entre em detalhes.

 Comece cedo e frequentemente.

 Diga aos seus colaboradores exatamente o que está fazendo.

 Diga a eles o que está acontecendo com seus empregos e a empresa.

 Até compartilhe como você como líder está se sentindo.

Na ausência de informações reais, as pessoas assumirão o pior (“Estamos fechando?” “Nossos chefes se importam?” “Vou ficar doente se eu voltar ao trabalho?”).

Você não tem que ter todas as respostas. Ninguém sabe agora. Seja honesto e transparente.

Dizendo “Nós não sabemos ________ Mas esperamos que _____.”é poderoso e será apreciado por seus colaboradores.

 Mantê-los informados pode ser tudo o que você pode fazer neste momento de incerteza, mas pelo menos você está aparecendo e mostrando que se importa.

Mesmo que seus colaboradores estejam dispensados fale com eles!

Envie-lhes vídeos curtos do que está acontecendo.

Escreva um e-mail.

 Mantenha essa conexão importante.

E não se esqueça do poder de torná-lo pessoal. Alcance um-a-um. Mesmo que não seja algo que você normalmente faz, faça uma exceção para tempos excepcionais.

2. Monitore o bem-estar mental, juntamente com a saúde física de seus colaboradores.

A incerteza afeta a todos nós de forma diferente.

Algumas pessoas têm ansiedade naturalmente alta.

 Você só não sabe exatamente como os indivíduos estão lidando.

Mantenha contato próximo com seus supervisores e se há algumas pessoas que precisam de algo extra, descubra se você pode ajudar.

 Pode ser tão simples como um telefonema para mostrar a eles que você se importa e que você quer estar lá para eles.

Mas monitorar o bem-estar mental e alcançar aqueles que lutam não é apenas uma coisa boa a fazer para sua cultura no local de trabalho, é a coisa mais humana que você pode fazer como líder durante esses tempos desafiadores.

3. Faça (e seja visto fazer) todas as coisas certas sobre segurança.

Mas você deve se esforçar para tomar os passos que você toma para manter as pessoas seguras extremamente visíveis.

 A segurança é provavelmente parte dos valores principais da sua empresa.

E esta é a maneira mais segura de combater o medo dos colaboradores.

 Se você não mostrar a todos todas as maneiras que você está trabalhando para mantê-los seguros, não só seus valores serão questionados, mas as pessoas podem não querer vir trabalhar.

Quando você fizer algo para promover a segurança no local de trabalho, certifique-se de que todos saibam sobre isso.

Melhor ainda, certifique-se que eles vejam. Este é um ótimo lugar para usar o poder de vídeos curtos para espalhar a palavra.

Agora é a hora de dobrar a segurança, mesmo que seja cara ou ineficiente.

Precisamos fazer a coisa certa e ser vistos fazendo a coisa certa.

4. Seja compreensivo com os colaboradores que não estão prontos para voltar ao trabalho.

Por mais animados que estejamos para reabrir e voltar ao trabalho, haverá pessoas que simplesmente não estão prontas.

 Eles têm muito medo de retomar uma vida normal.

 Claro, você pode fazê-los vir trabalhar.

Mas se você os encomendar de volta “ou então” você deve considerar o preço cultural que você vai pagar para fazer isso.

Uma pessoa aterrorizada em seu local de trabalho pode envenenar o poço com medo.

 Se você não pode aliviar seus medos um-a-um, talvez você deva considerar dar-lhes trabalho alternativo para fazer remotamente.

 Se você não pode dar-lhes trabalho remoto, talvez considere um período de carência para eles voltarem ao trabalho uma vez que se sintam mais seguros.

Sem dúvida perderemos grandes pessoas que decidem não voltar ao trabalho.

Mas estaremos muito melhor se formos vistos a oferecer compromisso e opções para ajudar as pessoas durante este período de transição difícil.

 Nunca podemos errar quando saímos de um lugar de compreensão, empatia e respeito.

5. Combater o medo com inspiração e possibilidade.

A crise é assustadora, mas também cria oportunidades.

Uma oportunidade de aprender coisas novas.

Não me entenda mal, nada pode fazer bem a esta situação horrível, mas podemos trabalhar para torná-la melhor.

 Podemos ajudar nossos colaboradores a ver desafios a superar que também podem ter forros prateados.

É aqui que sua liderança entra. Inspiração é o antídoto para o medo.

Seus colaboradores precisam de uma liderança pensativa e inspirada que os ajude a ver a luz.

Compartilhe sua jornada pessoal e pensamento.

Diga às pessoas como você está encontrando a luz no fim do túnel escuro.

Este é o momento para nossas palavras serem poderosas, para criar as pessoas.

Ajude-os a ver possibilidades.

Dê-lhes esperança. Lembre-os que vamos superar isso.

Histórias também são poderosas.

 Eles são como nós, como humanos, fazemos sentido para o mundo.

Conte ao seu povo histórias reais sobre as coisas boas e positivas que estão acontecendo para ajudar a contrabalançar todas as más notícias.

Unidos, fazemos as coisas que mantêm as pessoas seguras.

Fazemos as coisas que comandam o mundo. Isso é importante. E uma verdadeira razão para se orgulhar de voltar ao trabalho.

Se pudermos fazer nosso orgulho maior do que nosso medo, navegaremos com sucesso durante uma crise.

Estamos juntos!

 Energias Renováveis X Mudanças Climáticas e o profissional de ESG /QSMS-RS /Sustentabilidade.

As mudanças climáticas e a crescente preocupação com a sustentabilidade têm impulsionado a adoção de práticas de Environmental, Social and Governance (ESG) nas empresas.

Nesse contexto, as energias renováveis desempenham um papel fundamental na redução das emissões de gases de efeito estufa e na promoção de um futuro mais sustentável.

 No âmbito do ESG e das mudanças climáticas, destaca a importância dos profissionais das áreas de Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e Segurança (QSMS), Responsabilidade Social Corporativa (RSC) e Sustentabilidade.

O aumento das emissões de gases de efeito estufa, principalmente devido à queima de combustíveis fósseis, tem contribuído para o aquecimento global e seus impactos adversos, como eventos climáticos extremos, elevação do nível do mar e perda de biodiversidade.

Nesse cenário, as energias renováveis surgem como uma solução promissora para mitigar as mudanças climáticas.

 Fontes como energia solar, eólica, hidrelétrica e biomassa oferecem alternativas limpas e sustentáveis aos combustíveis fósseis, reduzindo significativamente as emissões de carbono

As práticas de ESG têm ganhado cada vez mais relevância nas empresas, refletindo a crescente consciência sobre a importância da sustentabilidade e da responsabilidade corporativa.

 A adoção de energias renováveis é um componente essencial das estratégias de ESG, demonstrando o compromisso das organizações com a redução de seu impacto ambiental e a promoção de um futuro mais sustentável.

Ao investir em energias renováveis, as empresas não apenas contribuem para a mitigação das mudanças climáticas, mas também melhoram sua reputação e atraem investidores e consumidores conscientes.

Nessa questão vale a pena ressaltar o papel do profissional do ESG em relação as organizações que trabalham quanto ao desempenho crucial na promoção e implementação de práticas sustentáveis nas organizações, incluindo a adoção de energias renováveis.

Esses profissionais são responsáveis por desenvolver políticas e estratégias que alinhem as operações da empresa com os princípios do ESG e os objetivos de desenvolvimento sustentável.

Algumas das principais responsabilidades desses profissionais incluem:

Identificar oportunidades para a adoção de energias renováveis nas operações da empresa;

Desenvolver metas e indicadores de desempenho relacionados à redução das emissões de carbono e ao uso de energias limpas;

Engajar stakeholders internos e externos na promoção da sustentabilidade e da conscientização sobre as mudanças climáticas;

Monitorar e reportar o progresso da empresa em relação às metas de sustentabilidade e uso de energias renováveis;

Colaborar com outras áreas da organização para integrar práticas sustentáveis em todos os aspectos do negócio.

Apesar dos benefícios evidentes das energias renováveis, sua adoção ainda enfrenta desafios.

Questões como a intermitência de algumas fontes renováveis, a necessidade de investimentos iniciais significativos e a falta de infraestrutura adequada podem dificultar a transição energética em algumas regiões.

No entanto, os avanços tecnológicos e a queda nos custos das energias renováveis têm tornado sua adoção cada vez mais viável.

Além disso, políticas públicas favoráveis, como incentivos fiscais e metas de energia limpa, têm impulsionado o crescimento do setor.

Para os profissionais de ESG, a promoção das energias renováveis representa uma oportunidade de liderar a transformação em direção a um futuro mais sustentável

 Ao adotar práticas inovadoras e colaborar com diferentes stakeholders, esses profissionais podem contribuir para a construção de um mundo mais resiliente e de baixo carbono.

As energias renováveis desempenham um papel fundamental no contexto do ESG e das mudanças climáticas.

Sua adoção é essencial para a mitigação dos impactos ambientais e a promoção de um futuro mais sustentável.

Os profissionais das áreas de ESG / QSMS, RSC e Sustentabilidade têm a responsabilidade de liderar essa transição, desenvolvendo estratégias e práticas que alinhem as operações das empresas com os princípios do ESG e os objetivos de desenvolvimento sustentável.

Estamos juntos

Aprenda com os meus erros, a importância do treinamento para investigações de acidentes em uma gestão ESG.

Uma explosão ocorreu em uma das nossas instalações, com duas fatalidades e dezenas de feridos infelizmente,

 Uma das vítimas era o diretor do ativo.

 Iniciamos uma investigação sobre o acidente e implantamos uma equipe de investigação

Durante a investigação, sofremos uma segunda explosão.

Carambaaaa, onde eu errei, onde está a minha falha!

A causa provável desses acidentes foi a explosão de produtos químicos reativos e instáveis quando os colaboradores tentaram drenar o líquido descaracterizado e quimicamente tratado a partir de equipamentos de gás natural (causa direta).

Ao aprofundarem-se, apontaram certas ineficiências nas nossas instalações que não possuíam um sistema eficaz de gestão de segurança, não tinham processo formal de identificação de riscos e não tinham salvaguardas para evitar reações químicas inesperadas (causas contribuintes).

Não só a investigação se concentrou nas causas diretas, como deu ênfase à interação de questões sistêmicas interrelacionadas que eventualmente ajudaram nossa instalação a corrigir suas questões de segurança.

Sua definição de escopo é multifacetada eles tentam abordar variáveis explicativas de causalidade de acidentes, juntamente com as mudanças sistêmicas.

Investigadores de acidentes treinados têm uma visão de sistemas, onde sua prioridade reside em enfatizar todos os fatores que influenciaram o evento em vez da ação ou componente de uma única pessoa.

Em palavras simples, os treinamentos os ajudam a recomendar duas abordagens uma delas são as medidas propostas necessárias como consequência das aulas, duas é a integração proativa da gestão de riscos para riscos e riscos identificados a partir de avaliações de risco, e outras técnicas. Isso ajuda a tomar melhores medidas preventivas.

Melhorando o sistema de feedback organizacional

Nos acidentes aparentemente simples, melhores perguntas durante a investigação revelam condições que estão abertas à correção.

O ‘medo de relatar’ nos funcionários pode prejudicar a comunicação e afeta os processos de feedback em todos os níveis.

Investigadores treinados buscam informações dos trabalhadores sobre sinais fracos e de deriva, com perguntas como;

Seu sistema parece instável? Você está notando uma série de eventos que podem indicar um problema maior?

No seu cenário regular de trabalho, você ou seus colegas de trabalho encontraram alguma situação surpreendente?

Explique o processo completo de execução de uma tarefa.

Tais questões compensam o impacto do viés de retrospectiva o aprendizado de acidentes é iniciado em torno do trabalho normal e ações seguras dos funcionários se desdobram à medida que avançamos.

Além disso, trata-se de uma mudança sutil de “dizer aos trabalhadores como prevenir” para “trabalhadores que ajudam na melhoria do sistema” (questões que causam acidentes).

Dá-se ênfase ao aprendizado das causas básicas para formular ações corretivas.

Investigadores treinados influenciam ainda mais as atividades regulares de segurança, como sessões de pré-planejamento, perguntas após o trabalho, inspeções de segurança de rotina, análise de Perigos no trabalho e relatórios de quase acidentes o pessoal da EHS ganha novas perspectivas para suas respectivas tarefas.

As investigações os ajudam a visualizar as múltiplas consequências nas quais um erro pode resultar.

De certa forma, esses pesquisadores treinados incentivam a gerência a responder a uma falha de maneira positiva e produtiva.

 Eles ajudam a salvar as indústrias de custos maiores, comunicando problemas complexos no “ponto final”.

É necessário integrar o QSMS-RS & Sustentabilidade em todos os aspectos do negócio, no entanto, não se deve esquecer que aprender com os acidentes é um processo contínuo.

Juntamente com seu foco principal em procedimentos e conformidade, os treinadores podem passar para uma colaboração mais substantiva com os trabalhadores que os ajudam a identificar:

Avarias operacionais!

Atividades de alto risco!

Desvios operacionais, processuais e de controle de riscos que pode aumentar o risco de impacto socioambiental de maneiras difíceis de reconhecer!

Estamos juntos!

Todo dia é dia de Segurança, mas precisa ir muito além do óbvio!

Um conceito que não é muito familiar para nossas vidas rotineiras é a segurança e, a necessidade de alertar é fundamental como medidas de prevenção. 

Estamos cercados por aparelhos eletrônicos, aparelhos diversos e veículos que chegam com etiquetas que falam sobre a segurança e criam conscientização.

Em uma viagem de carro, a primeira coisa que nos abaixamos são os cintos de segurança, em uma moto, capacetes permanecem prioritários.

 Em linhas semelhantes, é importante enfatizar a segurança no local de trabalho, pois nós passamos aproximadamente um terço de nossas vidas trabalhando.

Um dia seguro é a crença de uma organização de se transformar em uma cultura de segurança resiliente.

O compromisso de melhorar a segurança, fomentar o sucesso dos programas de segurança e capacitar todos dentro da organização a ser uma parte ativa compõe a própria base da organização que é defendida por todos, incluindo colaboradores de linha de frente e a gestão.

Para empatia das preocupações de segurança de forma menos formal, as atividades de formação de equipe podem ajudar a reforçar as melhores práticas.

Novas ideias que promovam o conceito de segurança incentivam aqueles que o perseguem a excelência.

Com certeza que essas novas ideias ou estratégias, grande parte dos colaboradores que odeiam a segurança ou não suportam mais lições de moral bruta realizadas pelas as equipe de segurança vão abraçar melhor a ideia.

 As organizações podem estabelecer metas mais amplas para a Saúde e Segurança, e a semana de segurança deve e pode ser a força motriz.

Existem algumas habilidades de segurança que não podem ser aplicáveis através de panfletos ou cartazes, por exemplo, habilidades de extintor de incêndio e resposta de emergência.

As grandes organizações como refinarias por exemplo, em sua maioria, contêm um grande número de saídas de emergência, mas há uma chance de que os colaboradores desconheçam onde estão, pode isso?

Pois é; “Já presenciei tal fato, realizando diagnóstico de nível de maturidade em cultura de segurança em nossas consultorias “

 Simplesmente talvez, porque eles podem não ter encontrado qualquer situação para a escape até então.

Sugestão?

Simulados que enfatizam em saídas seguras em caso de emergência podem ser um dos programas na semana de segurança, onde os funcionários são reintroduzidos em suas instalações, mas com uma abordagem muito mais segura.

O bem estar no local de trabalho está no estilo de cada gestão e no comportamento dos líderes, e seus treinamentos podem ter um impacto positivo ou negativo sobre os colaboradores quanto a uma cultura de segurança

No entanto, a atitude em relação à segurança permanece primordial exige um conhecimento mais profundo das condições operacionais e do comportamento da força de trabalho.

Onde os esforços para criar locais de trabalho seguros nunca são estáticos, a segurança permeia uma atmosfera de colaboradores unidos e conscientes que internalizam a importância da segurança.

Tomemos um exemplo de colaboradores da linha de frente onde o engajamento deles, cria uma forte adesão devido à exposição em primeira mão sobre quais os problemas de segurança em sua área de trabalho.

Um processo de redesenhar processos nas áreas de trabalho para mais segurança que envolva pessoas de todos os níveis na definição de problemas pode ajudar a mapear soluções que proporcionam melhores resultados.

Um programa de segurança bem mapeado pode descobrir melhores processos para a gerência e dos colaboradores, por exemplo

Se os riscos de uma área de produção forem identificados e houver duas equipes, uma de gerentes de QSMS e outra de colaboradores, o resultado poderá trazer perspectivas e capacidades de diferentes níveis.

Uma atividade divertida pode se aprofundar nos aspectos de segurança de um local de trabalho, o que ajuda a resolver problemas por meio da solução colaborativa de problemas no futuro.

O principal objetivo do “dia seguro “, é se concentrar na magnitude dos problemas que se apresentam ao lidar com a segurança e saúde ocupacional no local de trabalho.

Reitera a importância de um local de trabalho seguro, reforça a ideia de que “estamos todos juntos”, que promove uma abordagem centrada na equipe.

Os treinamentos para um engajamento e a mudança de comportamento solidificam uma cultura das organizações no mundo em que a segurança é abordada por ‘como fazer’, é hora de abordar o ‘porquê’.

Leva tempo para criar e promover, mas é um investimento que vale a pena.

Estamos juntos!

Aprenda com os meus erros, o papel dos procedimentos como barreira na prevenção.

E começava a moda das novas visões em segurança naquela época, legal, interessante e gosto das ideias desses psicólogos sobre segurança do trabalho.

Estava me recuperando da quinta ou sexta malária (bom para quem quer fazer dieta), quando a turma resolveu fazer novos procedimentos para algumas tarefas (não me lembro a razão).

Empolgados, escreveram um novo procedimento (parecia um livro), cheio de fluxograma, mencionando a estratégia utilizando o pensamento das novas visões, e realmente, depois que eu li, acredito que só eles mesmos entenderiam, pois eu não entendi porra nenhuma.

Mas…., como estava fora de combate não me consultaram e lançaram, em um trecho no meio da Selva (nascentes do Rio Nilo) com 5000 colaboradores filipinos e tailandeses, que não falam inglês nem nada.

Resumindo: fatalidades, lesões etc,

Análise das causas raiz? Procedimentos!

E assumo interinamente essa culpa, como líder, não poderia fugir as minhas reponsabilidades, pois não fiz um follow up com a equipe das decisões deles sobre o dia a dia.

Estávamos em um ambiente de trabalho que incentivava o pessoal das operações a desviar-se dos procedimentos o tempo todo.

E a equipe decide fazer um procedimento que …., deixa pra lá, minha culpa!

Para que servem os procedimentos? Sua importância?

É uma barreira sim, para evitar eventos indesejáveis

E cá entra né deveriam ser os mais simples possíveis, pois quem vai ler, não é quem escreveu, mas sim quem vai utilizar em suas tarefas,

Princípios fundamentais na gestão de procedimentos

  • Os procedimentos são apropriados?
  • Em primeiro lugar, um procedimento é a forma certa de controle de risco?

 Controles administrativos, como procedimentos, não são tão confiáveis quanto soluções de engenharia ou hardware/design.

 Eles devem ser usados onde um controle projetado não é possível ou razoavelmente viável de implementar.

Determine quais operações ou tarefas precisam de procedimentos (nem todas elas o farão).

Você precisa ser capaz de demonstrar o processo usado para tomar essas decisões, então observe os critérios que você usou. Informe o desenvolvimento dos procedimentos conversando com os usuários e caminhando pela tarefa com eles.

Como eles devem ser?

Entenda para quem os documentos são destinados e como eles serão utilizados (para treinamento, resposta de emergência, operações normais etc.), pois isso informará o tipo de documento e nível de detalhamento.

Você precisa de procedimentos que são encaminhados passo a passo cada vez que a tarefa é realizada; aqueles que podem ser referidos periodicamente durante a tarefa; ou aqueles que são fornecidos para fins de informação/treinamento?

Por exemplo, listas de verificação podem ser mais apropriadas para uso no trabalho.

Quanto mais raramente um procedimento é usado, (por exemplo, perturbações de plantas, resposta de emergência), mais detalhado o procedimento pode precisar ser.

Os procedimentos devem ser precisos e apresentados em um formato compatível com as necessidades do usuário final e adequado para a tarefa que eles são projetados para suportar.

Os procedimentos devem identificar os riscos e controles envolvidos no preenchimento da tarefa, incluindo erro humano.

O que pode dar errado e o que você espera que o usuário faça sobre isso?

Tenha cuidado ao definir um formato ou modelo padrão para todos os procedimentos da empresa há o perigo de que um procedimento simples de ajuste para fins possa se tornar desordenado se determinadas seções tiverem que ser incluídas.

 Considere fornecer uma seleção de modelos que podem ser adaptados por um autor de procedimentos.

Tenha um mecanismo formal em vigor para garantir que os funcionários sejam treinados em procedimentos novos/atualizados inclua informações sobre por que o procedimento foi emitido, quando ele deve ser utilizado e como ele difere dos procedimentos anteriores.

Criar um processo para garantir que os procedimentos permaneçam válidos e atualizados; juntamente com um mecanismo formal para a remoção de procedimentos desatualizados.

Certifique-se de que os controles processuais relevantes sejam revistos após um incidente, não conformidade de auditoria ou como resultado de mudanças no local de trabalho.

Além de assegurar o conteúdo técnico, considere como o procedimento é apresentado e formatado a maioria das orientações sobre este assunto é consistente.

Vi muitos procedimentos incluírem informações básicas sobre EPI, ou referenciar as regras gerais do site.

Sugiro que as regras básicas do site não sejam incluídas em todos os procedimentos e apenas documentem os requisitos de EPI se forem específicas dos perigos da tarefa.

Finalmente…

Além de considerar procedimentos, também abordam a concepção de equipamentos, controles e interfaces a que os procedimentos se referem.

Não adianta ter uma instrução clara do que fazer e quando fazê-lo, se, por exemplo, o equipamento a que o procedimento se refere não é devidamente rotulado e projetado de acordo com os princípios dos fatores humanos.

Estamos juntos!

A segurança não é um problema de processo. É um problema de marketing.

Vou contar o meu segredo para atingir 100% de engajamento.

Por anos, assisto colegas tentado fazer com que colaboradores adotem a segurança através de barreiras e tentativas desajeitadas para assustá-los (histórias horríveis, vídeos que arrancam o intestino, medo e represar).

Nós tentamos a aplicação de regras punitivas, procedimentos, fluxos intermináveis de papelada e as famosas REGRAS DE OURO!

Criamos reuniões de segurança, apresentações /slide e ainda ficamos exasperados que não atingimos o engajamento que tanto almejamos.

 Mas estes são todos os meios mencionados não engajam, me perdoe em falar isso.

Colaboradores não compram coisas que são impessoais e especialmente aquelas que são empurrados sobre eles.

As pessoas que nos dizem o que fazer e como fazê-lo não criam camaradagem e confiança, por favor, mas sim, cria desconfiança e nós contra eles.

Procedimentos e processos para operações seguras são mecânicos.

 Dados, rastreamento e relatórios são mecânicos.

 Formulários, inspeções e avaliações de perigos são mecânicos.

Tecnologia e aplicativos em tempo real são mecânicos.

E claro, tudo isso é importante para medir a eficácia, mas os meios mecânicos não criam motivação, ou engajamento ou inspirar melhoria. (Sério, alguém já foi inspirado para o seu desempenho de segurança, porque a taxa mensal melhorou por. 004%?)

E como o marketing pode consertar isso e por que é importante para a sua cultura de segurança?

O engajamento em segurança requer uma nova mentalidade

Nunca antes na história houve tantos trabalhos para a melhoria de processo, procedimento, dados, rastreamento, relatórios, formulários, inspeções ou tecnologia.

E ainda assim, ACIDENTES ACONTECEM!

Se todos seguissem simplesmente os processos e os procedimentos, nós reduziríamos drástica o número de incidentes, certo?

Então, parece claro que não precisamos de mais regras e processos mecânicos.

Precisamos de obter das pessoas voluntariamente e voluntariamente abraçar as regras existentes e processos mecânicos de forma mais consistente.

No entanto, para fazer isso requer uma abordagem muito diferente e mentalidade.

Em um evento que assisti na ONU em Adis Abeba (Etiópia) sobre o engajamento de paises ricos em investir naquela região da África Oriental escutei o palestrante onde dizia;

A democracia é um problema de marketing. A saúde é um problema de marketing. A mudança climática é um problema de marketing.

Temos que fazer o mesmo para o pessoal olhar para nós nesse lado do mundo! Terminava assim sua fala e aquilo mexeu bastante comigo.

Enraizar e fortalecer uma cultura de segurança não são problemas de engenharia ou problemas de economia. São problemas de marketing.

Nós fazemos escolhas. Se vivemos em uma cultura onde as pessoas são livres para escolher, nós oferecemos o controle sobre o nosso futuro para os outros.

 Quando os seres humanos fazem escolhas, isso é marketing.

 Marketing não é sobre atalhos, agitação ou decepção.

O marketing é a arte (e a ciência) de servir as pessoas que você procura para servir, para fazer um melhor trabalho, encontrando e satisfazendo as necessidades.

 Marketing é a prática de fazer as coisas melhor, fazendo coisas melhores.

Fazer com que as pessoas escolham os processos e procedimentos corretos consistentemente é marketing.

Fazer com que eles completem, leiam e utilizem os dados, rastreamento e relatórios é marketing.

Fazer com que as pessoas se envolvam nos formulários, inspeções e avaliações é marketing. Motivá-los a adotar e usar a nova tecnologia é o marketing.

 Em outras palavras, criar uma infraestrutura de segurança é mecânico. Conseguir que os colaboradores usem consistentemente essa infraestrutura de segurança, é marketing.

Você acaba confiando demais nas comunicações e não no marketing.

A diferença? Comunicação informa. Mas o marketing move as pessoas.

 Marketing cria ação. O marketing faz com que escolhas sejam feitas. Marketing cria impulso. A informação fica lá.

As comunicações são jogadas em grande quantidade, mas não criam motivação para fazer melhores escolhas.

Estatísticas e gráficos não inspiram um melhor trabalho em equipe ou uma vontade de cuidar um do outro.

A revisão das regras de segurança não inspira melhor qualidade e melhora o envolvimento. Os dados simplesmente informam seu pessoal.

O que você quer que eles façam com as informações?

Peça-lhes para fazer algo diferente. Isso é marketing. Desenvolva uma frase de chamariz para as informações. Isso é marketing.

As grandes culturas de segurança que eu conheço estão focadas em fazer com que cada membro da equipe ajude os outros membros da equipe a vencer.

 Como você está pedindo ao seu pessoal para ajudar os colegas de equipe a trabalhar melhor e obter melhores resultados? Isso é marketing

 Você está definindo novos padrões de como sua equipe trabalhará em conjunto? Isso é marketing.

Você está pedindo à sua equipe que aceite a visão e a missão de segurança e qualidade? Isso é marketing.

Você está demonstrando entusiasmo e cuidando da sua equipe e colaboradores? Isso também é marketing.

Qual é a ideia, plano ou visão que você está vendendo? O que você quer que eles façam que não estão fazendo agora? Isso é marketing.

Crie uma cultura de segurança muito mais envolvente e inspiradora para o funcionário.

O marketing de segurança claro e focado faz com que as pessoas queiram fazer parte de algo especial.

Estamos juntos!

Ah já ia esquecendo: Meu segredo: MUITO TRABALHO, MUITO AMOR E PAIXÃO PELO QUE VOCÊ FAZ E GOSTE DE GENTE!

Aprenda com meus erros , ” Tempo é vida , não é dinheiro! “

“Tempo é dinheiro”, sem dúvida você já ouviu essa expressão.

Não acredito mais que seja verdade, pelo menos não desde que um amigo e mentor me disse recentemente: Tempo é vida, não dinheiro.

Concordo plenamente.

 Ouvir isso me fez começar a questionar como eu estava gastando meu tempo.

 E como a pandemia me manteve em casa por um tempo, tive o “tempo” para me aprofundar em como estou passando minha vida.

Pois passei por situações, como Líder em QSMS-RS & Sustentabilidade como fatalidades, ficar preso em uma guerra com minha família etc.

Mas sempre voltava ao trabalho ou melhor nunca parava.

A menos que sejam ricos, a maioria dos adultos deve usar algum do seu tempo para ganhar dinheiro.

 Eu me encaixo nessa categoria e como preciso!!!!

Eu não acho que trabalhar por dinheiro é um desperdício de vida porque prover para si mesmo e sua família é necessário e pode ser gratificante.

 Também pode lhe dar um forte senso de propósito.

 O que eu estou encorajando é que você ocasionalmente revisa e questiona como você gasta seu tempo, mesmo quando não parece estar sob seu controle.

Esta análise não é sobre gerenciamento de tempo e eficiência. Trata-se de consciência do propósito e valor do que você faz com seus momentos.

As coisas podem controlar nosso tempo.

Muitas vezes, eu disse e ouvi outros dizerem: “Tenho tantas coisas para fazer”, ou algo parecido.

 Quando você faz muitas coisas, você sente uma sensação de sucesso.

Algumas “coisas” na minha lista de afazeres para hoje:

Termine o artigo para o meu blog e outro para o Linkedin, publique uma nova palestra nas mídias sociais, atualize a lista de clientes, etc.

Para terminar todas as “coisas” da minha lista vai tomar a maioria, se não todas, do meu dia.

No entanto, por causa da ordem de ficar em casa, percebi que deixei esse tipo de coisa me fazer parar atividades que são mais importantes, como passear com meus filhos pequenos (14 e 7anos) pois os outros três já engenheiros(a) estão espalhados pelo mundo.

Costumávamos caminhar (eles de bike ou patins) juntos todas as manhas quando eu estava em casa.

Isso parou. Provavelmente por causa da minha lista de afazeres.

Voltamos a caminhar, mas agora o desafio é não pensar nas tarefas que permanecem na minha lista de tarefas enquanto estou passeando pelo meu bairro.

Isso vai ser difícil de fazer, mas vai valer a pena o esforço.

Uma maneira poderosa de aumentar o valor do nosso tempo ou da nossa vida é prestar atenção ao que está acontecendo enquanto a vida está acontecendo.

 Muitas vezes, nossos momentos são gastos pensando no futuro ou no passado.

 Jogar squash e lutar boxe parei de fazer regularmente por causa da minha agenda “muito ocupada” e do equívoco de que eu não estava conseguindo fazer nada enquanto descansava das viagens.

 Não é perda de tempo assistir seus filhos brincando.

Não é perda de tempo parar o que você está fazendo e olhar em volta para capturar as cores com seus olhos incríveis.

 É por isso que vale a pena pensar um pouco sobre como você gasta seu tempo.

Você pode estar perdendo o que é mais importante porque está muito ocupado fazendo as coisas.

Embora a pandemia tenha e continuará causando muito sofrimento e angústia, como em qualquer situação desafiadora, lições podem ser aprendidas.

 Aprendi que meu tempo é precioso demais para não avaliar como eu o gasto.

 Nem sempre é uma questão do que você está fazendo e dos resultados de suas ações que agregam valor aos seus momentos, é mais sobre como você está presente no que está acontecendo.

É quando o seu bem mais valioso, o tempo, é um amigo e não um motorista de escravos que leva você a acreditar que tempo é dinheiro.

Lembre-se, tempo é vida.

 É por isso que agora, desde que terminei este artigo, antes de passar para a minha próxima “coisa”, vou calçar o tênis de corrida e dar um passeio com a família

Estamos juntos! 

O Risco do escopo 3, você conhece?

Tenho observado nesta última década uma tendência crescente de organizações listadas ou não nas bolsas pelo mundo relatarem não apenas suas emissões diretas (Escopo 1) e indiretas de energia comprada (Escopo 2), mas também suas emissões indiretas de toda a sua cadeia de valor (Escopo 3).

Isso está acontecendo mesmo que atualmente não haja regulamentos que obriguem a relatórios do escopo 3 em muitas jurisdições.

Quase 60% das organizações listadas nos EUA divulgaram suas emissões de Escopo 1 e/ou Escopo 2, um aumento de cerca de 16 pontos percentuais em dois anos.

Incrível isso, para quem está no mercado como eu a + de 40 anos nessa área acompanhando a evolução das organizações desde o  pré  termo “sustentabilidade” surgir na área do QSMS-RS nos anos 90 e, agora no início dos 2000 o tal “ESG”.

Para as emissões de Escopo 3, houve um aumento de quase 17 pontos percentuais no mesmo período, com 42% das organizações relatando pelo menos parte de suas emissões de Escopo 3.

Qual é o motivo, o que está impulsionando essa tendência?

Aqui estão algumas razões do meu ponto de vista ou melhor dos cenários que se apresentam no mercado, pelas quais as organizações estão se tornando mais inclinadas a relatar as emissões do escopo 3:

* Pressão dos investidores:

Os investidores estão cada vez mais olhando para o desempenho ambiental, social e de governança (ESG) de uma organização, e as emissões de escopo 3 são uma parte fundamental dessa avaliação.

Ao relatar as emissões do Escopo 3, as organizações podem demonstrar seu compromisso com a sustentabilidade para potenciais investidores.

* Expectativas das partes interessadas:

Clientes, consumidores e outras partes interessadas também estão se tornando mais interessados no impacto ambiental de uma empresa.

O relatório de emissões do escopo 3 mostra que uma empresa está adotando uma abordagem abrangente para a sustentabilidade e é transparente sobre sua pegada de emissões.

* Vantagem competitiva:

As organizações podem usar os relatórios do escopo 3 para identificar áreas onde podem reduzir as emissões e melhorar seu desempenho ambiental.

 Isso pode levar à redução de custos e a uma vantagem competitiva no mercado.

* Regulamentos futuros:

Embora ainda não haja regulamentos que obriguem a relatórios de escopo 3 em muitas jurisdições, as organizações estão cientes de que isso pode mudar no futuro.

 Ao relatar as emissões do escopo 3 agora, as organizações podem estar preparadas para quaisquer requisitos regulatórios futuros.

No geral, o relato das emissões do escopo 3 está se tornando cada vez mais importante para as corporações e com este cenário que se apresenta, um bom gestor de Riscos do ESG tem por obrigação conhecer bem o seu e tratá-lo, se não ……, forte emoções viverá!

Estamos juntos!

ESG no setor do Turismo, um novo modelo de gestão.

 Notícias de hotéis, pousadas e até mesmo parque aquáticos serem autuados por crimes socioambientais, já se tornou corriqueiro nas mídias.

Até então, eu achava interessante, mas nada mais que isso.

Pois era um segmento que não tinha interesse em atuar.

Até que recebo uma ligação da direção de uma rede hoteleira, com problemas, que não diferem nem um pouco da indústria, principalmente quando se paga para ver se existe ou funciona mesmo está tal “lei de crimes ambientais”.

Voltando ao fato, o problema era o seguinte: Um dos seus hotéis está respondendo por crime com impactos socioambiental e a coisa ficou feia.

Requisitaram uma auditoria de sustentabilidade para toda sua rede e dos fornecedores e implantar uma gestão de risco socioambiental.

Ah, e depois de executados estes trabalhos, quem sabe ir para uma certificação ISO, e perguntaram o que eu achava, já que ia acompanhar a gestão daqui para frente.

Engraçado que as pessoas ainda insistem neste pensamento de quem tem ISO, não tem problemas de qualidade, acidentes socioambientais ou de trabalho.

Gostaria de conhecer a pessoa que vendeu essa ideia, pois foi muito bem comprada até por alguns profissionais da área, mas isso é tema para próximos textos ou palestras.

Empresas do setor de turismo e a Sustentabilidade Corporativa possuem uma relação intima.

Mas poucos, mas realmente poucos enxergam desta maneira, mas também, cá entre nós nada diferente de outros segmentos que conhecemos.

Muitas redes ou proprietários continuam pagando para ver, “a máxima brasileira de que só acontece com os outros!”, é forte entre o empresariado que não deseja investir.

A relação entre os hotéis, pousadas, etc. E as comunidades a sua volta e ao meio ambiente é extremamente estreita.

Um estudo recente sobre a relação das empresas no setor do turismo com a implantação e a gestão de Sustentabilidade revela que esses dois campos são muito mais intimamente ligados do que se poderia imaginar.

A implantação e gestão de riscos baseados nos princípios do que é realmente uma organização que possui Sustentabilidade corporativa como modelo de negócio.

É um grande aliado para muitas empresas que querem sobre sair da sua concorrência e claro evitar que acidentes socioambientais venham a fechar seu negócio, bem como agradar aos hospedes que estão ligados na questão de Sustentabilidade.

Estabelecer uma relação transparente e correta entre o setor do turismo e as comunidades e ao meio ambiente em sua volta é essencial para o futuro do setor.

Aliás é a base do Desenvolvimento Sustentável, que nada mais é do que um modelo de negócio a ser adotado ou não.

É comum de nossa parte, correlacionar o termo “Sustentabilidade Corporativa “com as indústrias ou empresas que realmente impactam as comunidades e o meio ambiente em suas vizinhanças de uma forma ostensiva.

E relevamos outros segmentos da economia que provocam o mesmo, ou até com muita mais intensidade o ambiente que o cercam.

Poderia citar vários, que passam despercebidos pela sociedade, até mesmo por ser cultural a percepção de risco de cada indivíduo.

Mas não vamos levantar a lebre, só por levantar, deixemos a cargo dos órgãos fiscalizadores.

Acreditamos que todas as organizações, independentemente do segmento, localização ou dimensões, afetam as comunidades e ao meio ambiente do seu entrono, e uma gestão visando a Sustentabilidade necessita ser adaptada às suas necessidades é essencial.

O setor do turismo e toda sua cadeia de fornecedores não são uma exceção, onde encontramos uma simbiose muito forte entre eles.

Sempre bom lembrar que o turismo em geral em relação as comunidades e ao meio ambiente caminham lado a lado um impactando ao outro tanto negativamente como também trazendo benefício.

Interessante que por parte de alguns empresários do setor ainda se tem dúvida se devem ou não em estabelecer uma visão correta da importância de uma relação equilibrada entre as duas atividades.

Ou seja: Estabelecer uma atividade econômica, respeitando a comunidade e protegendo o meio ambiente, que são essenciais para futuro do empreendimento.

Por outro lado, não podemos esquecer que a demanda dos hóspedes pela questão da sustentabilidade é um fator de pressão a atividade a tomar a gestão de riscos socioambientais mais a sério.

É por esta razão que a implantação da Sustentabilidade Corporativa é uma decisão estratégica e de sobrevivência para o negócio no intuito de também atrair hóspedes cada vez mais consciente com as atitudes das empresas quanto a possuir um Sustentabilidade corporativa.

Você pode definir os sistemas de gestão de QSMS-RS ou SGI como ferramentas eficazes fundamentais para as organizações do setor de turismo e sua cadeia de fornecedores estabelecerem as bases para alcançar Kpis de Sustentabilidade.

E sem esquecer o óbvio, mas sempre condenado ao esquecimento: Estar em compliance com a legislação que é aplicada ao setor.

O impacto da implantação da Sustentabilidade Corporativa na cadeia do setor de turismo é grande.

Tanto hóspedes conscientes da importância da implantação de políticas de prevenção socioambientais eficientes e bem como a sociedade, olham para as empresas que são transparentes em sua gestão de Sustentabilidade com aprovação.

A indústria do turismo é imensa, e é possível assistimos um movimento da rede hoteleira e toda sua imensa cadeia quanto a preocupação com a questão da sustentabilidade corporativa e como seus impactos socioambientais devem ser identificadas, controlados e mitigados.

As práticas da indústria hoteleira em matéria de sustentabilidade corporativa têm sido amplamente estudadas e uma série de estudos publicados mostram que o compromisso de melhores práticas socioambientais influencia o desempenho econômico do hotel.

Além disso, notasse também, um consenso sobre a importância das melhores práticas que permitem os setores tornar-se mais sócio ambientalmente sustentável.

Assistimos outros segmentos da economia com uma preocupação no socioambiental, mas sem dúvidas a rede hoteleira por exemplo tem mais chances de explorar a questão do desenvolvimento sustentável.

Sem dúvida um hotel, pousada ou parque que possui uma política e gestão de Sustentabilidade Corporativa, corre muito menos risco de ser fechado ou assistir seu negócio ser inviabilizado por acidentes ou multas.

Pesquisas mostram que além de se destacar demais (concorrência), existe uma grande procura de hospedes que possuem consciência quanto a importância da questão socioambiental ao meio ou seja: AGREGA VALOR.

Quanto ao meu cliente, estamos juntos na gestão da Sustentabilidade Corporativa e para que quem não sabe, os objetivos a serem alcançados nunca terminam, sempre estamos buscando maneiras mais eficientes para promover o desenvolvimento sustentável.

Estamos juntos!

A verdadeira definição da dupla materialidade como questão estratégia do ESG nas decisões de em negócio e investimentos.

O ESG e a Sustentabilidade redefiniram significativamente o conceito de materialidade nos negócios e no planejamento estratégico.

Tradicionalmente, a materialidade em um contexto de negócios refere-se à importância da informação aos olhos dos investidores, particularmente em termos de desempenho financeiro e relatórios.

No entanto, com a crescente ênfase na sustentabilidade, esse conceito evoluiu para abranger uma gama mais ampla de fatores, levando à ideia de “dupla materialidade”.

A dupla materialidade consiste em uma perspectiva de dois lados, enquanto impactos financeiros (únicos) e informações que são relevantes para decisões de investimento e empréstimos. Trata-se de como vários fatores afetam a condição financeira, o desempenho operacional e o preço das ações de uma empresa.

As novas diretivas que estão sendo exigidos do mercado financeiro mundial definem a (dupla) materialidade expandindo o foco para incluir fatores ambientais, sociais e de governança (ESG).

 Essa perspectiva considera como as operações e políticas de uma empresa impactam o meio ambiente e a sociedade, e vice-versa.

 Não se trata apenas de como as questões de sustentabilidade (fatores externos e riscos) afetam a empresa, mas também como a empresa afeta essas questões.

A dupla materialidade torna-se um bom planejamento estratégico quando os dados são coletados e colocados em medidas.

A gestão estratégica e ampliada dos riscos do ESG torna-se importante, pois a incorporação de fatores ESG em avaliações de materialidade ajuda a identificar e mitigar riscos que podem não ser aparentes por meio de uma lente puramente financeira, por exemplo, riscos climáticos e riscos de transição.

Estrategicamente, considerando fatores financeiros e ESG, estamos mais bem posicionados para criar valor de longo prazo por meio de resiliência, oportunidades de crescimento sustentável, inovação e vantagens competitivas.

A combinação de relatórios financeiros e ESG podem fornecer uma visão mais abrangente do desempenho e das perspectivas de uma empresa e, combinada com a coleta e análise de dados eficazes, as empresas podem obter melhores margens e vantagens nos investimentos.

Como a sustentabilidade é um campo dinâmico, a estratégia dentro de novos assuntos materiais e ciclos de informação incluirá a revisão e atualização periódica das avaliações de materialidade, garantindo que a empresa se adapte às mudanças nas condições e às preocupações das partes interessadas.

Por isso, o alinhamento estratégico incluirá a garantia de que as iniciativas de sustentabilidade estejam alinhadas com a estratégia e os objetivos gerais da empresa.

 Esse alinhamento também ajuda na priorização de ações e alocação de recursos de forma efetiva.

Em síntese, o conceito de dupla materialidade em sustentabilidade redefine a materialidade tradicional ao incorporar fatores ESG.

 Essa abordagem não é apenas eticamente sólida, mas também estrategicamente inteligente, pois amplia o escopo da gestão de riscos, aumenta a confiança das partes interessadas e se alinha à criação de valor de longo prazo.

Simplificar esse processo por meio de relatórios integrados, gerenciamento eficaz de dados, engajamento das partes interessadas, melhoria contínua e alinhamento estratégico pode reduzir significativamente os riscos e preparar uma empresa para o sucesso.

Estamos juntos

 Como funciona o subconsciente na segurança do trabalho e, como você pode ajudar!

Analisando acidentes e quase acidentes por + 40 anos no mundo corporativo, e agora conversando com nossa equipe quando ajudamos nossos clientes, nessa tarefa que não é fácil.

Vem sempre a pergunta; por que ele fez isso depois de tanto treinamento, chamada de atenção com programas de motivação para segurança?

Muitas das decisões que tomamos, fazemos subconscientemente.

 Se entendemos como o subconsciente funciona, e muitas vezes nos dificulta, podemos usá-lo para melhorar nossos comportamentos de segurança.

Como funciona o subconsciente?

Nosso subconsciente é como nosso próprio gigante amigável pessoal que se dedica ao nosso bem-estar.

Ele continuamente examina o nosso corpo para ver se tudo está funcionando bem e verifica o nosso ambiente em microssegundos (onde quer que estamos no trabalho, em casa na boate ou em uma selva, digamos) à procura de sinais de perigo ou prazer.

 Em seguida, dá nos sinais para afastar-se do perigo ou para o prazer.

Biologicamente, o subconsciente funciona automaticamente.

 Não precisamos pensar no batimento cardíaco ou nos rins filtrando.

 Se há algo de errado, ele corrige e nós nem sequer sabemos sobre isso.

Se ele não pode corrigi-lo, ele nos diz-com dor.

 Psicologicamente ele também funciona automaticamente enviando-nos sinais como maus ou bons sentimentos (“sentimentos de intestino”).

O subconsciente é “programado” de uma idade adiantada por tudo (sim, tudo) nossos pais, professores e amigos dizem e fazem.

Nosso ambiente doméstico e pelas atividades que estamos envolvidos em como-esportes, assistindo TV e jogar jogos de computador (e o que nós pensamos e sentimos enquanto fazemos essas coisas).

 Isto é o que chamamos de “condicionamento”.

Para a maioria de nós, a maior parte do nosso comportamento vem do nosso subconsciente.

Nós reagimos e não sabemos porquê.

Mas com um pouco de pensamento, podemos descobrir o que os gatilhos subconscientes foram que nos fez se comportar de uma certa maneira.

Por toda a sua admiração e poder, o subconsciente tem pelo menos quatro falhas.

 – Não pode distinguir real do imaginado;

– Leva as coisas pessoalmente;

 – Presta mais atenção às ações e sentimentos do que as palavras;

Por vezes, pensa que você quer com base em seu condicionamento mesmo que seja ruim para você.

Isto significa que o subconsciente precisa da sua ajuda para dizer-lhe conscientemente e com sentimento, repetidas vezes, o que você quer.

Estamos juntos

Importância da gestão integrada “ESG /QSMS-RS & Sustentabilidade “nos segmentos de Energia, Mineração e Óleo & Gás como fator decisivo nas tomadas de decisões estratégicas!

Quando comecei a trabalhar em nossa área, os departamentos de seg. do trabalho, meio ambiente e qualidade não se comunicavam e possuíam visões diferentes de suas funções.

O Objetivo era dar “resultado”, mas nem sempre foi desta maneira, criando vários embaraços para a organização, principalmente quando esta, aparecia na mídia por causa de alguma crise (acidentes).

Com tempo me tornei um fã incondicional do SGI (depois de apanhar muito e assistir certos acontecimentos) e ser contra as divisões de setores que tem muito em comum.

Os profissionais envolvidos no SGI além de possuírem formação específica de cada área de sua atuação, tem uma visão comum de como trabalhar em organizações.

Afinal estudaram e se qualificaram para tal, com isso, as tomadas de decisões, estratégias traçadas passam ser mais fáceis de serem executados e sem dúvida ajuda e muito na análise crítica do desenvolvimento das ações, uma vez que estão todas interligadas.

Já se vai um tempo em que as empresas vêm adotando ferramentas de qualidade, como 5S, qualidade total, ISO 9001, para gestão da organização e adquirirem melhoria de desempenho dentro do mercado que atuam.

Entretanto as exigências dos clientes atuais não se restringem apenas à questão relacionadas com o produto, mas também com o processo de produção e as consequências dele para a sociedade e seus impactos socioambientais.

Desta forma as organizações se deparam com a necessidade de gerenciar entre outros diversos fatores como: Sustentabilidade corporativa, prevenção a acidentes tanto do trabalho e ambientais, relacionamento com as comunidades, qualidade de vida e saúde dos trabalhadores, ODSs e a onda do ESG!

Da mesma forma que a gestão pela qualidade, esses fatores também têm que atender padrões já estabelecidos como normas ISO, e outras normas que sugiram dentro dos países de forma geral, com o objetivo de garantir que as normas ambientais e de respeito à saúde e segurança dos trabalhadores sejam respeitadas.

Atualmente muitas empresas não estão utilizando somente o gerenciamento pela qualidade baseado na nas normas ISO 9001.

Baseiam-se também no gerenciamento ambiental baseado na norma ISO 14001 e no gerenciamento da saúde ocupacional e segurança no trabalho baseado na especificação ISO 45001 e na ISO 26000 sobre responsabilidade social de forma integrada.

E se decide, exportar ou buscar a financiamento internacionais, adotar os padrões foi IFC, princípios do Equador, Miga e outros são fundamentais.

Não podemos esquecer que muitos ainda, estão abraçando os ODS, que nada menos são 17 objetivos, 169 metas e 304 indicadores.

UFA!!!!!

É assim que urge a integração no SGI, Sistema de Gestão integrada.

A gestão do SGI não é para amadores, achistas e acadêmicos e tão pouco pode estar longe da realidade quando a comunicação da organização, que muitas vezes acabam sendo responsáveis pela Sustentabilidade corporativa e não tem a menor ideia de como é a gestão do SGI em uma grande organização.

Qualquer deslize põe tudo por água abaixo.

Exemplos não faltam na mídia, então por experiência própria incluiria no SGI, a análise de riscos socioambientais também como parte essencial nas decisões no do SGI.

O SGI entre outros objetivos tem como missão principal unir o atendimento às normas de forma simultânea para os pontos comuns, como, por exemplo :No processo de aquisição ou fornecedores devem ser verificados tanto as especificações técnicas, como as especificações ambientais, sociais e de saúde e segurança no trabalho.

Ressalto que o conceito de SGI desta forma se amplia, pois, o cliente não leva somente em conta as características do produto ou serviço, mesmo que esse já contemple um valor agregado.

Ele também busca uma maior coerência ambiental e uma garantia que não está comprado de empresas que não respeitam os seus funcionários e o meio ambiente.

Embora pareça utopia, ou até demagogia, pois algumas empresas utilizam essas ferramentas apenas para se destacarem no mercado (green washing), sem a real conscientização do assunto, é notório de que é uma realidade que está se tornando cada vez mais presente na nossa sociedade.

E mesmo não conseguindo fazer que o atendimento a esses requisitos seja algo decorrente de uma conscientização real da alta direção, só o atendimento aos requisitos legais já é um grande passo, principalmente para o Brasil.

Não é o suficiente para o seu sucesso empresarial, mas pelo menos mostra que deseja estar em compliance.

Afinal de contas, nossa legislação, o mercado globalizado e a sociedade no geral cobram caro a quem não der a menor importância ao SGI

“Não existirá empresa no futuro que a sociedade não queira “

Estamos juntos!

Quais são os passos para começar com a avaliação de risco climático dentro do contexto do ESG?

Ultimamente essa é uma das maiores procuras para nossa consultoria e, como tenho realizados para diversas organizações no passado, mas fora Brasil, fico pensando …será que só agora existe essa preocupação. por causa dos eventos trágicos no Rio Grande do Sul?

Não deveria, até porque está entre várias demandas das exigências dos riscos do ESG sendo requisitado não só por bancos e seguradoras, mas também pelas bolsas de valores pelo mundo do afora.

Mas vamos em frente, Inês é morta e antes tarde do que nunca em se preocupar com as mudanças climáticas e seu impacto na economia.

Quais são os passos?

  • Obtenha uma visão geral de seus dados e recursos existentes.
  • Defina o escopo de sua avaliação de risco climático.
  • Identifique o melhor método de avaliação de risco climático para sua organização.
  • Identifique ferramentas e recursos que podem ajudá-lo a concluir a avaliação.
  • E como começar com a avaliação de risco climático?

Um dos maiores problemas que as pessoas enfrentam quando se trata de avaliar potenciais riscos climáticos é não saber como começar.

Espero que esse artigo irá ajudá-lo a identificar as etapas e os recursos necessários para realizar uma avaliação sistemática de risco climático, mesmo que você nunca tenha feito isso antes e mesmo que não seja um especialista em gerenciamento de riscos.

  • O que é avaliação de risco climático?

A avaliação de risco climático, também conhecida como avaliação de risco de mudança climática, é um processo sistemático para identificar perigos potenciais de eventos, tendências, previsões e projeções relacionadas ao clima, para que você possa começar a desenvolver planos para evitar ou gerenciar esses riscos.

  • Quais são os passos para começar com a avaliação de risco climático?

Vamos dar uma olhada em cada passo.

  • Garantir a adesão da alta administração

Antes de entrar, você precisa se certificar de que a alta direção esteja comprometida com a gestão de riscos climáticos.

Para fazer isso, você precisa entender as perguntas e preocupações da alta administração em torno das mudanças climáticas e dos riscos.

Depois de garantir o suporte daqueles que estão no topo, você pode passar para a próxima etapa.

  •  Obtenha uma visão geral de seus dados e recursos existentes

A profundidade da avaliação de risco dependerá dos dados existentes, dos recursos disponíveis e da gravidade dos riscos.

Comece reunindo as informações que sua equipe pode precisar para uma avaliação de risco climático, como:

  • Localização e número de instalações
  • Dados atuais de uso de recursos e desempenho (ou seja, inventários de uso de água)
  • Riscos climáticos previamente identificados
  • Dados sobre a variabilidade meteorológica passada
  • Projeções regionais ou locais sobre temperatura, precipitação e aumento do nível do mar

Você também precisará determinar quem fará parte da sua equipe de avaliação de risco, sua equipe pode incluir:

  • Gestores de Riscos
  • Gerentes de Instalações
  • Equipe de Finanças
  • Pessoal de EHS
  • Equipe de Marketing e Comunicação
  • Alta administração

Em alguns casos, você pode decidir que sua equipe precisa da experiência de um consultor externo.

 Ao escolher um consultor, é importante considerar sua experiência passada com avaliação de risco climático.

  •  Defina o escopo de sua avaliação de risco climático

Depois de identificar os dados e recursos existentes, é hora de determinar o escopo da avaliação.

Algumas áreas potenciais a serem consideradas em sua avaliação de risco climático são:

  • instalações & ativos
  • Produtos
  • Recursos
  • Uso do solo
  • Clientes
  • Cadeia de suprimentos
  • Colaboradores
  • Comunidade

Você pode achar que é impossível cobrir todas essas áreas em uma avaliação – tudo bem.

Muitas organizações por minha experiência optam por realizar uma série de avaliações de risco climático em vez de uma única avaliação.

“O mais importante é apenas começar, não espere o próximo evento, por favor “

  •  Identifique o melhor método de avaliação de risco climático para sua organização

Existem muitos métodos diferentes de avaliação de risco climático disponíveis para você escolher.

Cada método tem o potencial de fornecer informações valiosas sobre os impactos do clima extremo e das mudanças climáticas.

Esses métodos podem ser usados juntos ou separadamente.

Cabe à sua equipe determinar qual método é o mais apropriado para seus recursos, experiência e situação única.

Eu em minha consultoria por exemplo utilizo cerca de 5 modelos de avaliações climáticas.

  • Avaliações de triagem:

As avaliações de triagem, também chamadas de avaliações “desktop”, exigem o mínimo de experiência e comprometimento.

Eles têm como objetivo dar uma visão de alto nível dos potenciais riscos climáticos em toda a empresa e, muitas vezes, são o primeiro passo antes de mergulhar em um dos métodos abaixo.

  • Registros históricos de variabilidade:

Ao olhar para trás em registros históricos de variabilidade e clima extremo, você pode começar a ter uma noção de quais riscos aumentarão com as mudanças climáticas.

  • Modelagem/cenários:

Os modelos computacionais também podem ajudar as empresas a entender os riscos futuros das mudanças climáticas.

  • Avaliações de terceiros:

As avaliações variam de classificações amplas de “cartão de pontuação” a avaliações detalhadas de instalações específicas.

  • Avaliações com seguradoras:

As seguradoras têm investido pesado na modelagem e análise de riscos relacionados às mudanças climáticas e condições climáticas extremas.

Isso os torna bem-posicionados para ajudar as organizações a avaliar (e mitigar) os riscos de danos futuros.

  • Identifique ferramentas e recursos que podem ajudá-lo a concluir a avaliação

A quantificação dos riscos relacionados com o clima representa um desafio único.

Para esse fim, existem inúmeras ferramentas de análise de riscos climáticos nas quais eu utilizo para ajudar a identificar tendências climáticas, vulnerabilidades, riscos relacionados ao clima e possíveis opções de adaptação.

Espero ter dado um norte para vocês meus colegas

Estamos juntos

“Commodities ambientais”​, a importância para a responsabilidade socioambiental das organizações

Não é incomum ser questionado quando realizamos due diligencies de risco socioambiental, auditoria de princípios do Equador, Padrões IFC para as organizações, o por que Commodities Ambientais, são tão importantes?

As commodities ambientais são mercadorias originadas de recursos naturais em condições sustentáveis e são os insumos vitais para a manutenção da agricultura e da indústria, como por exemplo: água, energia, minério, biodiversidade, madeira, reciclagem e controle de emissão de poluentes (água, solo e ar).

A matriz água, bem como as outras matrizes, podem ser tratadas como reprodutoras de commodities ambientais somente se as variáveis sociais nível de educação, distribuição de renda, saúde, empregabilidade dos cidadãos forem levadas em consideração e se houver a participação da sociedade na manutenção, destinação, administração e principalmente na comercialização, de acordo com leis claramente estabelecidas.

 Isso preservaria a soberania nacional dos povos e também contribuiria para erradicar a fome e a miséria em nível global, com respeito às leis naturais.

 Estes commodities obedecem a critérios de extração, produtividade, padronização, classificação, comercialização e investimentos e têm um tratamento diferente daqueles produtos chamados, no jargão do mercado financeiro, de “commodities” (mercadorias padronizadas para compra e venda).

Não são assim, mercadorias que se encontram na prateleira dos supermercados, na lista de negócios agropecuários, nem entre os bens de consumo em geral industrializados, mas estão sempre conjugados a serviços socioambientais como o ecoturismo, turismo integrado, certificação, educação, marketing, comunicação, saúde, pesquisa, história entre outros.

No mercado de commodities ambientais, os fornecedores e produtores são a população carente, os indivíduos que podem representar, ou melhor, já representam riscos sociais.

O cidadão de baixa renda que mora próximo a mananciais, o colono que queima a floresta nativa para ampliar sua área agriculturável convertem-se em proprietários de commodities ambientais, ou seja, figuras centrais deste mercado.

 Encontram aqui uma alternativa de subsistência, o direito a um trabalho, uma luz para sua autoestima, a promoção da cidadania e da recuperação social.

De tal modo que, nenhum “ativo”, cuja propriedade é da sociedade, ou seja, dos cidadãos, e cuja função é otimizar o usufruto aos demais cidadãos do planeta pode ter um tratamento meramente financeiro.

Transformar água em papel é fácil, mas a questão é fazer disto uma commodity ambiental!

Para melhor compreensão, as “commodities tradicionais” ‘(ou convencionais) são mercadorias padronizadas para compra e venda, ou seja, tudo o que está na prateleira do supermercado.

Por exemplo, dentre as “commodities tradicionais” encontram-se garrafas de água mineral, todas iguais e com a mesma quantidade, o mesmo critério de engarrafamento, o mesmo tratamento fitossanitário.

 O consumidor que compra uma “commodity tradicional” exige certificado de qualidade, selos que comprovem a fiscalização sanitária e, nos dias de hoje, questiona se se tratam de alimentos transgênicos ou orgânicos.

Para ser uma “commodity”, o produto passa por uma série de exigências de comercialização, tributação e transporte, além de enfrentar negociações com os agentes internacionais na sua colocação no mercado externo.

A “commodity” disputa espaço enfrentando embargos, barreiras tarifárias e não-tarifárias, como se pôde verificar no caso da carne brasileira, embargada por um curto período em decorrência de suspeitas de contaminação pelo vírus do COVID 19

Pelo mesmo crivo passam as “commodities ambientais”.

Assim, “Blog:” não é algo tão simples como retirar orquídeas, bromélias, xaxins entre outros da Mata Atlântica e vender em mercados e estradas, tal qual muitos fazem, sem qualquer sustentabilidade.

Desta forma, os serviços ambientais podem formar os laços entre o ser humano e o meio ambiente representando uma perspectiva de “mercado consciente”.

 E as organizações, no exercício de sua responsabilidade socioambiental, podem responder às necessidades de curto e médio prazo para a construção participativa e integrada da Bolsa de Commodities Ambientais.

Quer saber mais? Vamos conversar.

Estamos juntos!

Não sou fã da “Caminhada da Segurança”.

Como? Calma……, continuem lendo!

Porque, muitas vezes, elas poderiam ser descritas com mais precisão como “caça aos erros “, dado que parecem ser impulsionadas por um desejo insaciável de descobrir o que esses colaboradores estão fazendo “errado”.

Uma vez identificado esse pecado grave, um líder pode então lidar devidamente com tais “violações” através de várias ações corretivas. 

Se o seu objetivo como líder é esmagar a moral e a confiança da equipe, basta fazer a abordagem acima de um KPI para sua equipe de segurança.

 Isso vai acontecer em pouco tempo! 

Não estou brincando muitas empresas têm Kpis de 5 ou mais por mês!

Era uma vez nos anos 80 em início de minha carreira, eu presenciei!

‘Zézinho ‘ era coordenador de segurança das antigas na indústria ferroviária. 

Ele estava vivendo e trabalhando no trecho na Sibéria (trabalhei com ele por um tempo aí), onde o mês frio de maio anunciava o fim de um inverno rigoroso. 

Uma oportunidade surgiu quando a empresa anunciou internamente uma vaga para um gerente na Africa .

 Interessado em escapar do frio, e assumir um papel mais sênior em segurança, ele se candidatou para a posição (claramente ninguém havia mencionado senhores da guerra e crocodilos comuns à área!), nem eu, fiquei calado, quando soube que vinha para minha gerência.

Zézinho foi notificado de que tinha sido bem-sucedido em sua aplicação, com uma data de início, para dar tempo para uma entrega completa ao seu sucessor, e para facilitar sua realocação.

 Alguns dias antes de sua data de início, ele chegou ao aeroporto, e quando ele saiu do avião, o calor e a umidade de um dia de verão na selva subsaariana o atingiram como um tijolo! 

Quando ele caminhou da porta do avião até o prédio do terminal, suas roupas estavam encharcadas de suor.

Às 5:00 da manhã da manhã de segunda-feira, ele entrou no local onde foi apresentado à sua equipe de segurança. 

Interessado em se estabelecer em seu novo papel, e demonstrar sua autoridade algo que o Zézinho sempre gostou, decidiu sair imediatamente no campo.

 Ele foi levado para o pátio de manutenção ferroviária, vestiu seu EPI e caminhou até onde uma equipe estava se preparando para fazer algum trabalho de soldagem. 

Sem qualquer introdução, Zézinho, com os lábios apertados e um aperto quase imperceptível de sua cabeça, começou a observar o soldador.

 Depois de um minuto ou dois, ele se aproximou do soldador e pediu-lhe para parar o trabalho.

Mais uma vez, sem qualquer introdução, ele manda uma chamada dura!

Você está soldando com uma máscara facial, mas você deve ter óculos por baixo também isso é uma violação!

 De repente, o pátio ferroviário que era até então um local de trabalho barulhento, ficou em silêncio.

“Quem é você?”, perguntou o soldador exasperado (com uma ênfase notável na última palavra!).

“Eu sou o novo chefe da segurança ” respondeu Zézinho “e é uma coisa boa eu estar aqui. 

Eu só estou no local há 10 minutos e eu já peguei uma violação grave”. 

Zezinho se sentindo o máximo, ele era daqueles que podia regurgitar padrões de segurança, políticas e procedimentos como um fanático religioso recita versículos bíblicos (lembra alguém que vocês conheçam?) rsrs

“Não” rebateu o corajoso soldador. 

“Não é uma violação”. 

O rosto do Zézinho avermelhado e ele olhou para o colaborador ousado. 

Zézinho estava prestes a citar capítulo e verso, mas o soldador o cortou.

“Nos meses de verão, a umidade aqui faz com que os óculos embaçam e obscureçam nossa visão, por isso é mais seguro usar apenas uma máscara bem equipada essa é a política aqui há anos”.

Se o Zézinho tivesse tanta humildade quanto conhecimento dos Padrões de Segurança, ele poderia simplesmente ter se desculpado, e admitido que tinha muito a aprender sobre as diferenças entre como o trabalho é feito em diferentes lugares.

 Infelizmente, o superpoder dele era arrogância, então ele disse, “Bem, eu vou verificar quando eu voltar para o escritório eu quero ver quem assinou isso!”

 Quando ele saiu, o Zézinho estava quase certo de que ouviu alguém dizer “Babaca!”, mas ele continuou andando.

Não é difícil imaginar a conversa que aconteceu entre a equipe de manutenção depois que ele deixou o prédio.

 Nem surpreenderia ninguém o quão rapidamente a palavra se espalhou pela área.

 É difícil voltar de tal episódio, especialmente quando você não tem humildade.

Zézinho estava assumindo uma intenção negativa.

 Seu enquadramento habitual de “pessoas como um problema a ser resolvido” levou-o a procurar comportamentos que violassem suas normas pré-concebidas.

 Quando sua caçada é bem-sucedida, ele consegue exercer sua autoridade e punir o infrator. 

Essa abordagem tradicional destrói a confiança, destrói a segurança psicológica e inibe a força de trabalho de compartilhar ideias, preocupações, desafios e questões no futuro, conforme ilustrado abaixo.

E por que não, em vez de ir para uma “Caminhada de Segurança”, que tal apenas dar uma volta? 

Converse com as equipes sobre seus filhos, como foi o fim de semana, como eles fazem seu trabalho, e como podemos ajudar melhor. 

Saia com a mentalidade de que as pessoas são a solução, eles são os especialistas em fazer seu trabalho“. 

Quais são suas experiências com ‘caminhadas de segurança?’

Estamos juntos

7 pontos que sua organização deveria saber sobre o risco climático e seu impacto nos investimentos.

Com a catastrófica temporada de chuvas deste ano, as mudanças climáticas estão na mente de todos inclusive do seu chefe, conselho, acionistas, bancos e seguradoras.

E claro, na mídia que não poderia perder essa chance, falando como se fosse uma novidade, quando nós profissionais da área sabemos que este assunto já é antigo, mas poucos dão importância (até agora será?)

Entender as perguntas e preocupações que eles têm sobre o risco climático pode ajudá-lo a propor soluções e se tornar mais valioso para sua organização.

Enfim, vamos lá;

Eu realmente preciso me preocupar com isso (agora)?

Especialmente se sua organização não estiver localizada no litoral, os riscos representados pelas mudanças climáticas podem parecer relativamente mínimos, mas não são!

Muito longe para se preocupar, muito difícil de medir ou muito incerto para agir.

Comece a conversa ajudando a sua organização a entender os riscos das mudanças climáticas e os benefícios comerciais da gestão proativa de riscos climáticos.

“Confira nossos trabalhos de nossa consultoria sobre gestão de riscos climáticos para obter uma lista de riscos e benefícios para compartilhar com sua organização.”

O que é gestão de riscos climáticos?

Claro, se você vai falar sobre gestão de riscos climáticos, você precisa ter certeza de que seu chefe ou a própria organização sabe o que você quer dizer.

Aqui está uma boa definição:

“A gestão de riscos climáticos é um processo formal para identificar perigos potenciais de eventos, tendências, previsões e projeções relacionadas ao clima e propor controles para evitar ou minimizar seu impacto.”

O que precisamos fazer para nos adaptarmos?

Seu pessoal quer saber como as mudanças climáticas afetarão as atividades e os processos da organização, como interrupção da produção ou custos de materiais mais altos.

Mas não se concentre apenas nos riscos.

Seu chefe provavelmente também quer saber sobre oportunidades potenciais.

Por exemplo, expansão de mercados para produtos e serviços existentes, oportunidades para novos produtos e maneiras de reduzir os custos operacionais.

O que nossos clientes esperam?

Os clientes esperam que as marcas se posicionem contra as mudanças climáticas e estão dispostos a recompensá-las por isso.

De fato, as pesquisas que são publicadas por aí dizem que as organizações estão dispostas a pagar mais por produtos e serviços que vêm de empresas comprometidas com o impacto social e ambiental positivo.

O que nossos concorrentes estão fazendo?

Assim como bons treinadores analisam filmes de jogos para ganhar vantagem sobre seus adversários, organizações inteligentes acompanham a concorrência.

Ajude sua organização a ficar à frente acessando as redes sociais e participando de eventos do setor para explorar o que seus concorrentes estão fazendo.

Que mudanças políticas nos afetarão?

Seu chefe não tem tempo para monitorar as notícias para atualizações de políticas ambientais.

Configure um alerta do Google para receber e-mails sobre alterações regulatórias.

Dessa forma, você pode manter seu chefe informado sobre anúncios importantes.

· De que ferramentas precisamos?

Bem, existem diversas, em nossa consultoria utilizamos algumas como BOW TIE entre outras, para análise dos riscos que impactam os seus ativos.

Mas procura uma que realmente atenda às suas necessidades e prioridades, nada de buscar software mirabolantes por favor.

Estamos juntos

Gestão ESG para rede Hoteleira e Parques na identificação de aspectos e impactos do seu negócio (questão de sobrevivência).

Após o término de um evento, sobre” gestão de riscos ESG “no turismo, fui procurado por um representante de uma rede de hotéis, com uma preocupação interessante.

Em um dos seus resorts, haveria um evento sobre sustentabilidade corporativa e riscos socioambientais (pensei, mais uma palestra, rsrsrsrsr).

Mas não, a preocupação era a seguinte:

Era um evento enorme e de grande importância que seria coberto pela mídia, muita gente muitos dias, mas os organizadores antes gostariam de auditar o sistema de gestão socioambiental do hotel e falar com o responsável da área de sustentabilidade!!!!

No intuito de saber das preocupações da organização hoteleira com os impactos socioambientais e suas ações de sustentabilidade.

Pânico nas fileiras !!, mas como?

Nunca estivemos preocupados com a matéria e não sabemos por onde começar.

Este evento significa muito $$$$, não podemos perder a oportunidade.

Pode nos ajudar?

Bem …, o desenrolar desta história é longo, ainda continua, mas o objetivo foi alcançado.

Mas só para esclarecimento:

A avaliação das consequências ou interações das atividades de determinada empresa ou indústria sobre o meio ambiente é uma forma de evitar que acidentes socioambientais ocorram e de se buscar a melhoria do processo de forma a minimizar os impactos sobre o meio ambiente.

Para que tal avaliação ocorra é necessário fazer um levantamento do que chamamos de “aspectos” e “impactos” socioambientais das atividades da empresa/indústria.

O “aspecto” é definido como “…elementos das atividades, produtos e serviços de uma organização que podem interagir com o meio ambiente”.

O aspecto tanto pode ser uma máquina ou equipamento como uma atividade executada por ela ou por alguém que produzam (ou possam produzir) algum efeito sobre o meio ambiente. Chamamos de “aspecto ambiental significativo” àquele aspecto que tem um impacto ambiental significativo.

Uma vez esclarecido, voltamos ao texto.

Especialistas estipulam um valor bem significativo da indústria hoteleira no impacto da economia brasileira, com tantas atrações ainda por serem exploradas, gera muitos postos de trabalho, possui uma cadeia de fornecedores enorme e ainda tem muito o que crescer no país.

O setor de hotelaria tem crescido e desenvolvido espetacularmente ao longo das últimas décadas.

Adicionando as novas tecnologias ajudando em escolher onde ficar de acordo com os interesses e a profundidade do bolso, com oportunidades em várias classes de hospedagem, permitiu as pessoas moverem se livremente e com muita facilidade.

Este setor também ficou mais competitivo em termos de serviços oferecidos em comparação com o que estava disponível há 20 anos.

 E com isso, a competividade junto a uma gestão de negócios voltada para a sustentabilidade se fez necessário.

Não existe margem de dúvida que Sustentabilidade Corporativa veio para ficar no setor hoteleiro, não só como uma questão de marketing, mas como estratégia de sobrevivência do próprio negócio.

Como consequência desta evolução o setor hoteleiro é um consumidor bem significativo dos recursos naturais e manufaturados e, portanto, com um impacto socioambiental significativo sobre os stakeholders.

Para os hotéis continuarem atrativos e competitivos neste mundo globalizado e preocupado com as questões socioambientais existem muitas áreas no setor de hotelaria que devem ser vistas através de um sistema de gestão socioambiental para garantir que seus impactos sejam gerenciados e minimizados.

Mas como?

Se sua organização tiver um sistema de gestão ou de sustentabilidade, você vai estar familiarizado com a identificação de aspectos socioambientais para o seu negócio.

Identificar e minimizar os aspectos socioambientais que existem para as empresas no setor hoteleiro e parques são a chave para diminuir o impacto no meio das comunidades a sua volta

Vamos mostrar onde isso pode ser feito através de sugestões, pois cada empreendimento tem características bem diferentes e requer um trabalho bem específico, mencionaremos apenas algumas:

Recrutar localmente, sempre que possível.

Além disso, incentive os colaboradores a usar transporte público e o compartilhamento de carro, sempre que possível.

Hotéis empregam muitas pessoas e minimizar o impacto de colaboradores reduzindo viagens é um aspecto a ser levado em conta, também considere o impacto de mudanças na escala de turno, que exige dos colaboradores uma ida e volta ao trabalho mais de uma vez por dia.

 Sempre que possível, use produtos locais.

Além de colaborar com a economia local, essa atitude irá minimizar seu impacto ao sócio ambiental se você pode usar produtos locais sempre que possível, diminuindo os efeitos de transporte e uso de transporte.

Gerencie seu processamento de alimentos eficientemente.

Considerar como o alimento é ordenado, de onde, e quanto é desperdiçado.

Consultar com sua equipe e encontrar um sistema segundo o qual a sua capacidade de armazenar, refrigerar e congelar partidas de mercadorias quanto possível com as demandas do seu cliente.

Sempre que possível, use produtos recicláveis.

Gerencie sua lista de fornecedor de forma inteligente e usar critérios ambientais para fazê-lo.

Se você pode usar os fornecedores que são ISO 14001 certificados, isto irá ajudá-lo, se não, certifique-se de que você pode examinar suas aspirações ambientais e processos de tomada de decisões como parte da sua seleção.

Considere usar guardanapos de papel reciclável é mais eficiente do que guardanapos laváveis; todas estas decisões fazem uma diferença $$$!

Pense sempre no simples e no básico.

O investimento em sustentabilidade tem que dar retorno, então nada de fórmulas e ideias mirabolantes ou técnicas que ainda não estão totalmente testadas e estabelecidas.

Hóspedes esperam conforto e bom serviço, mas as pessoas estão cada vez mais conscientes da necessidade de proteger o meio ambiente.

Isso inclui em manter desligado o aquecimento ou refrigeração das áreas e quartos desocupados, usando lâmpadas mais eficientes e sensores para garantir corredores não utilizados fiquem acesas e a lavagem de toda roupa de cama e toalhas de forma mais eficiente possível.

Novamente, vale a pena conceber um processo pelo qual a melhor prática ambiental é estabelecida para todos e comunicados à equipe de colaboradores, visitantes e de fato.

Estabelecer uma cultura organizacional pensando em prevenção a impactos socioambientais.

Certifique-se de que seu hotel realiza as decisões estratégicas a nível local.

Reformas e compra são de praxe no setor hoteleiro, portanto, vale a pena garantir que considerações sócio ambientais sejam tomadas durante essas atividades.

A reforma pode ser realizada utilizando materiais ecológicos e da área se possível.

Incluir em todo processo de tomada de decisão um olhar quanto aos impactos socioambientais e no que podem influenciar ou não.

Empresas e mão de obra local podem e devem ser usadas!

Coloque esta linha de pensamento no centro do seu processo de planejamento e de tomada de decisão, e você pode garantir que a melhoria contínua ocorra.

Bom lembrar que um sistema de gestão socioambiental pode ser aplicado em todos os segmentos da economia, independentemente do número de colaboradores e do tamanho da organização.

Como tal, aplicando os princípios acima garante que podemos minimizar o impacto socioambiental da sua organização, mesmo se você possui um único hotel ou uma cadeia de hotéis em muitos países e regiões.

Claro que não mencionamos tudo que se pode fazer, mas a ideia é que usando um sistema de gestão socioambiental pode se evitar muita dor de cabeça

 Um bom sistema implantado pode garantir que sua organização não só aprenda a identificar seus aspectos de forma inteligente e rapidamente, mas também que suas ações a seguintes podem ajudar a preservar o meio ambiente para as gerações futuras.

Considerando que a maioria das melhorias como consequência fazem com que sua organização ande de mãos dadas com os resultados financeiros, é bom lembrar que no final das contas poderão sentir o benefício de boas práticas socioambientais em seu negócio.

Estamos juntos!

 

Os momentos de verdade que fazem ou quebram sua cultura de segurança.

A jornada para buscar a excelência na gestão ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade e uma cultura de segurança proativa é o objetivo de qualquer gestor de qualquer segmento da econômico.

Organizações precisam de uma estratégia concisa e bem comunicada de como obter e repetir grandes resultados, e um roteiro para saber exatamente o que eles fizeram para chegar lá.

Executivos das melhores empresas mantêm uma mentalidade cultural de que a melhoria contínua é sempre possível e permite a flexibilidade quanto a condições de negócios, demanda do consumidor, tecnologia, regulamentos e obstáculos não planejados que ameaçam mudar a organização.

Como agora essa pandemia.

É durante esses momentos de verdade quando a cultura de segurança de uma organização é testada.

Pois estão todos preocupados com um novo fator que os afeta psicologicamente.

  • Será que os colaboradores voluntariamente realizam o trabalho com segurança sempre, mesmo se as demandas mudam?
  • Será que um mecânico deliberadamente caminha para a outra extremidade para buscar uma escada em vez de estar em uma cadeira conveniente para trabalhar em altura, e ele vai tomar os 90 segundos necessários para realizar uma inspeção de segurança visual antes de subir?
  • O colaborador usa corretamente os óculos de segurança quando lida com produtos químicos?
  • A turma da manutenção noturna pratica bloqueio para executar com segurança a manutenção de rotina quando a equipe de gestão está dormindo em casa?
  • Os executivos lideram a força de trabalho por exemplo?

Em uma entrevista sobre nível de maturidade com um Diretor da organização, este mencionou:

“Estamos em uma indústria de alto risco.

Nossos procedimentos e instruções de trabalho cuidam principalmente dos grandes riscos, mas mesmo assim acidentes continuam, não entendo “

 O verdadeiro sucesso ou fracasso do nosso desempenho de segurança é diretamente proporcional ao fato de se os colaboradores possuem a atitude certa para tomar voluntariamente precauções de segurança sobre os riscos ou não.

Se eles não fizerem a escolha certa a cada momento, eles introduzem riscos e falham em seu momento da verdade.

É fácil subestimar a influência que uma única decisão ruim tem sobre a cultura de segurança de uma organização.

Encontramos em nossos clientes situações aonde, estes, acreditam que sua taxa de acidentes baixa está correlacionada com as atividades de trabalho realizadas com segurança e contribuem para o sucesso.

“Estamos fazendo todas essas coisas e ninguém se machuca, portanto, tudo o que estamos fazendo deve ser seguro “

 Não tão rápido, por favor!

 Uma coisa é conseguir Kpis desejados, e outra é sustentá-lo.

É preciso um mergulho mais profundo com um foco intenso sobre se ou não a organização está realmente fazendo as coisas certas para sustentar uma trajetória favorável.

As organizações com um programa de segurança tradicional apenas medem indicadores do que aconteceu, concluindo que precisam falhar menos.

As com visão ampliada coletam dados sobre a frequência de precauções voluntariamente tomadas visando riscos de baixa probabilidade para evitar lesões

A frequência de precauções tomadas, conhecida como “100% seguro”, é um indicador da saúde da cultura de segurança de uma organização.

Quanto maior o percentual de segurança, os colaboradores tem menor chance de se acidentar por riscos de baixa probabilidade em suas tarefas.

Assim como uma única gota de água não cria uma inundação, uma única decisão ou ação não determina a cultura.

Colaboradores quando escolhem voluntariamente tomam as precauções para substituir um único comportamento de risco com uma alternativa mais segura, contribuem para fortalecer a cultura.

Agora eu pergunto meu colega;

Coletivamente, todos os níveis da organização assumem a responsabilidade de ser responsável por sua própria segurança?

Será que eles tomam as precauções certas quando ninguém está assistindo para diminuir a probabilidade de ser ferido por um risco de baixa probabilidade?

A cultura da sua empresa apoia os colaboradores que falam quando identificam riscos ou os punem por isso?

Responda você???

Estamos juntos!

Como resposta à crise, construa uma mentalidade de crescimento, pois vai passar!

Como os tomadores de decisão, CEOs e diretores estão olhando para um futuro incerto?

Tenho conversado bastante tanto em nossa “lives”, bem como com os meus alunos do MBA, organizações onde realizo uma mentoria tanto para reestruturação dos QSMS-RS & Sustentabilidade bem como individualmente com os gestores, a preocupação do “E AGORA? “ .

Agora, é hora de levantar a cabeça e olhar para frente, aqui vos fala quem já ficou preso na guerra da Líbia com a família e no epicentro do Ebola com milhares de colaboradores e naquele momento ficou desesperado e achando que tudo tinha terminado ali, E NÃO TERMINOU!

Entre as mil lições aprendidas uma foi: Falar de Liderança sem nunca ter passado por uma crise, faça me um favor …melhor ficar calado e nem perco meu tempo lendo ou escutando e segundo, e essa é velha: “Tudo passa “.

Fundamental em pensar e se preparar para o amanhã, pois ele chega!

E nós profissionais de  ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade o que vai acontecer?

A escala do COVID-19 se espalhou e seu efeito sobre as economias no mundo deixou o setor de emprego organizado, sem fôlego enquanto o setor informal foi jogado em um estado de caos.

Enquanto o planejamento e a comunicação entre várias unidades das grandes organizações ajudam a orquestrar e cumprir as funções básicas, o planejamento não deve comprometer a correção do curso.

Isso significa antecipar possíveis resultados, e em seguida, montar a resposta estratégica planejada de uma organização para cada um deles.

Neste caso, todas as economias estabelecidas de grande e rápido crescimento já contam com profissionais contratados para auxiliar, supervisionar e aderir aos requisitos de produção e operacional.

No entanto, isso não significa necessariamente que as organizações que ainda não terceirizaram vão deixar de fazê-lo, pois sim, vão terceirizar a partir de agora se não 100%, mas boa parte da área de QSMS-RS & Sustentabilidade.

E não adianta espernear os quem tem carteira de trabalho, vai acontecer!

Profissionais com vivência e experiência, e claro competentes, disponíveis a curto e a longo prazos, especialmente em QSMS-RS & Sustentabilidade estão posicionados neste momento de maneira única.

Eles podem alavancar dessa quarentena, e tornar-se olhos e ouvidos para os objetivos de crescimento futuro e permitir que as organizações voltem a crescer quando saímos dessa crise.

Vamos dar uma olhada rápida em como a terceirização profissional pode criar uma mentalidade de crescimento nesse período de inatividade.

Exemplos;

Auditorias em QSMS -RS & Sustentabilidade e/ou revisão de planos de segurança do local de trabalho.

Profissionais com uma visão sistêmica de fora neste cenário podem ajudar a criar um sistema mais resiliente sem causar interrupções ou tempo de inatividade nas operações.

Vejamos como exemplo a nova norma ISO 45001 que colocou os processos como o elemento chave no coração de qualquer sistema excepcional.

Esses profissionais contratados e qualificados com vivência e experiência podem criar ou aperfeiçoar melhores modelos de QSMS RS & Sustentabilidade para a sua força de trabalho seguir quando retomarem as operações normais.

Você pode simultaneamente criar um impulso em torno desse “gerenciamento de mudanças” por meio do uso de plataformas digitais como o software de gestão de QSMS, Realidade Virtual e EAD para a força de trabalho em geral.

Uma ótima maneira de envolver, e ao mesmo tempo melhorar o quociente de aprendizado organizacional.

Bem, agora é a hora de voltar para a prancheta e conseguir profissionais qualificados para remodelar os padrões de QSMS e especialmente na segurança do trabalho e prevenção de impactos socioambientais, não vai ser fácil.

Embora as operações possam ser interrompidas ou funcionando em capacidades mais baixas dados previamente agregados, como taxas de incidentes/acidentes, o treinamento para programas baseados em entrega de competências e programas baseados em conscientização, como a segurança baseada em comportamento, podem se tornar os trampolins do seu roteiro para um QSMS rejuvenescido.

Estes, por sua vez, permitirão que sua organização alcance referências internacionais em QSMS -RS & Sustentabilidade em um prazo mais curto, quando você retomar as operações, e isso se torna uma motivação para atrair novos negócios enquanto a moral do local de trabalho também é levantada.

A mão de obra específica em QSMS-RS & Sustentabilidade e habilidade podem construir pontes funcionais para sua força de trabalho com aprendizado rápido e desenvolvimento de competências.

Com portais digitais em QSMS -RS & Sustentabilidade em geral, esses profissionais podem se envolver com as necessidades de treinamento e com as habilidades pessoais de sua força de trabalho.

 Isso pode ser necessário para atrair a força de trabalho para uma equipe operacional mais síncrona e efetivamente gerenciada.

Essa quarentena do COVID-19 e o subsequente tempo de inatividade que estamos enfrentando podem se tornar um teste decisivo para muitas organizações, à medida que as operações globais são retomadas.

No entanto, a preparação e a vontade de se envolver com especialistas / profissionais terceirizados neste momento de necessidades podem se tornar mutuamente benéficas e manter a mentalidade de crescimento intacta.

Estamos juntos! 

O ‘Nós’​ e o ESG estão aqui para ficar.

A rapidez das informações garante que as questões sociais, ambientais de governança (ESG) não possam mais regredir.

Basta um deslize para que a imagem da sua organização e/ou seu CEO, se vaporizem.

Exemplos temos vários, e não é à toa que quem cuida da “Sustentabilidade Corporativa” hoje são profissionais da comunicação ou marketing, e por que será?

Tem que ser rápido para divulgar as boas informações e mais rápido ainda para dizer não é bem assim, rsrs.

Mas quando chega hora de alguém perguntar como se faz? bem …vejamos, deixa pra lá.

 A realidade é que quem responde para manter todos os Kpis do ESG (qualidade do seu produto, saúde e segurança, preservação ambiental e responsabilidade social), não se destacam para a mídia.

Mas esse assunto é para outro texto.

A situação hoje demonstra a importância de termos em mente, o “nós”.

Não é mais só sobre a sua organização ou você, é sobre NÓS! ninguém está sozinho!!

Aqui reside o cerne da questão no centro do movimento ESG para ter sucesso.

Embora várias empresas tenham intensificado sua atividade em responsabilidade social corporativa durante esse período, será que vamos vê-las, e o resto no setor privado, fazendo o mesmo quando essa emergência de saúde passar?

Sem dúvida o Covid-19 é “um momento divisor de águas” para a ESG, pois neste momento o que se torna extremamente visível é como as empresas estão pensando sobre seus stakeholders mais amplos e as questões relacionadas à sustentabilidade.

Mas e os impactos a longo prazo nas questões do ESG, incluindo sobre a saúde e segurança do trabalhador, e riscos sistêmicos como a desigualdade de renda?

O que está impulsionando o investimento do ESG que fornece tanto uma visão otimista que vai pelos dados históricos, mas também espera que o Covid-19 possa realmente ser esse ponto de inflexão.

Olhando para trás nas últimas duas décadas, os ciclos de mercado particularmente as quedas oferecem uma oportunidade para avaliar a trajetória e a influência do investimento em ESG, principalmente depois de grandes desastres socioambientais.

 Após esses desastres e outros fatos relacionados a corrupção por exemplo, muitos investidores rapidamente desviaram sua atenção para a sustentabilidade, refletindo a realidade de que o ESG não tinha raízes profundas na prática financeira.

Se nos passados reguladores, bancos e investidores tivessem levado em consideração ‘sérias’ as preocupações levantadas pelos investidores de ESG sobre corrupção por exemplo, e gestão de riscos socioambientais, eles poderiam estar mais bem preparados para o que aconteceu.

 Com a pandemia global do Covid-19 precipitando um colapso do mercado, acredito que mais uma vez há uma chance de avaliar o progresso no investimento em ESG como fonte para identificar riscos e oportunidades e para tomar decisões sustentáveis e de longo prazo.

Ao incorporar considerações de sustentabilidade nas decisões financeiras e econômicas que geram resultados sociais e ambientais, o investimento em ESG visa reduzir os custos externos que impactam negativamente a vida das pessoas e o meio ambiente e mitigar os riscos no nível dos sistemas.

Mas será diferente desta vez? O investimento em ESG é uma disciplina mais resiliente.

Hoje, é axiomático que a integração de questões materiais de ESG nas decisões de investimento possa melhorar os resultados financeiros e de sustentabilidade.

Como resultado desse mundo altamente interconectado, e com as mídias sociais e outros canais de comunicação, as empresas que costumavam controlar a narrativa sobre seus negócios agora se juntam a outras.

 As principais partes interessadas que são os grandes proprietários de ativos, funcionários, clientes, comunidades, fornecedores e defensores do meio ambiente agora têm voz na determinação do que é material para os investidores e muitos colocaram a sustentabilidade na agenda.

A proliferação de dados e a tecnologia na era da informação também transformaram a determinação do que é material e a rapidez com que isso pode mudar.

Introduzindo o conceito de materialidade dinâmica, que é o processo que determina quais questões ESG são mais importantes quando o ritmo da mudança acelera devido às novas tecnologias e visões forjadas em um mundo interconectado.

Pesquisas mostram três questões (emissões de gases de efeito estufa, práticas trabalhistas e ética nos negócios) que são consistentemente materiais em todos os setores”.

Essa pandemia é um caso extraordinário de materialidade dinâmica em termos de magnitude e velocidade.

Isso mostra com que rapidez no mundo de hoje um evento extremo pode “afastar” as notícias e outras informações fluem de fora da crise imediata.

Em cada caso, a causa imediata do problema expôs falhas profundas de gerenciamento e governança.

 Por outro lado, a magnitude do Covid-19 é uma ordem de magnitude maior, pois interrompeu a vida social e toda a economia global e, portanto, afeta vários setores e quase todas as empresas.

Analisando o conteúdo relacionado ao Covid para discernir quais questões ESG são fundamentais no contexto da pandemia, embora o vírus seja o ímpeto da história, nele há uma narrativa sobre o que está acontecendo nas empresas que revela insights sobre cultura e qualidade de gestão.

 O futuro do ESG após o Covid-19 será diferente desta vez?

 As condições sociais e tecnológicas que deram origem à materialidade dinâmica significam que não há como voltar atrás para a sustentabilidade.

Os investidores de ESG e outras partes interessadas não permitirão que a atual crise econômica seja uma desculpa para abandonar seus objetivos como se abordar a saúde e a segurança dos funcionários, a desigualdade de renda e as mudanças climáticas fossem luxos.

 Os investidores de ESG experimentarão fluxos e refluxos, e sempre haverá opositores.

 As políticas públicas serão fundamentais para determinar o impacto da pandemia nas empresas, partes interessadas e meio ambiente.

A era digital deu às partes interessadas corporativas a agência e as ferramentas para buscar um mundo social e ambientalmente sustentável.

A questão do ESG não tem mais volta.

E não é mais sobre você, é sobre “NÓS! “

Estamos juntos! 

A morte que você previne pode ser a sua!

Não se torne uma vítima fatal e mais um número nas estatísticas no local de trabalho

A poucos dias, divulguei uma notícia triste aqui no linkedin sobre uma colega de trabalho eng. de segurança ter falecido por uma explosão em sua área de operação (mineração)

Não gosto e não faço em minhas palestras e treinamento expor fotos de acidentes grotescos, mas discuto casos e sua causa raiz, mas este episódio é um lembrete preocupante de que para todos os avanços em EPI, tecnologia de segurança e padrões obrigatórios, o local de trabalho ainda pode ser um lugar perigoso.

“Com as ferramentas inovadoras disponíveis para as organizações atuais em todo o país, é preocupante que continuemos a ver um maior número de mortes de colaboradores.

É claro que o número de pessoas empregadas também tem aumentado, e na verdade a taxa de fatalidades não aumentou, mas ainda assim, isso não é muito consolo para as famílias daqueles colaboradores que morreram no trabalho.

“A maioria dos incidentes ocupacionais são evitáveis dadas as tecnologias atuais e estratégias comprovadas de segurança e saúde”.

 As principais causas de mortes evitáveis por colaboradores são acidentes e quedas de veículos automotores, de acordo de alguns órgãos internacionais que cuidam das estatísticas das mortes relacionadas a colaboradores, e a causa número um de mortes evitáveis fora do local de trabalho são as overdoses de drogas.

Estou muito ciente da incidência de mortes evitáveis porque um amigo meu muito próximo um dos meus mentores em QSMS -RS & Sustentabilidade, especialista em segurança do trabalho faleceu durante uma das nossas passagens pisando em uma mina na África, mas aqui não é o caso de falar sobre isso aqui nesses textos para vocês

Um outro grande mentor na minha profissão mesmo ter saído da organização em que trabalhei, continuei consultando-o e tenho eterna gratidão, se me qualifiquei, foi graças a ele, se tive a ponto de dar uma porrada em algum supervisor de produção e não o fiz foi graças a ele por me orientar como sair daquela situação e por aí vamos.

 Ele tinha 80 anos, quando faleceu confortavelmente enquanto dormia.

 Parece um final feliz, o tipo de passagem que todos nós gostaríamos de ter, certo?

Talvez, talvez não.

Ele estava aposentado há mais de 20 anos, então sua morte certamente não foi uma fatalidade no local de trabalho.

 Mas eu acho que sua história de vida é um conto de advertência, um tudo muito familiar no local de trabalho, de alguém que não cuidou bem o suficiente de si mesmo enquanto ele estava trabalhando, a ponto de sua qualidade de vida uma vez que ele se aposentou foi dramaticamente reduzida por causa de seu estilo de vida e suas decisões.

Última vez que falei com ele, eu estava no Deserto da Mongólia em uma operação de dar nos nervos, e sua mente ainda mantinha o espírito e senso de humor que sempre me inspirou, mas seu corpo começou a falhar ao ponto de ele não poder nem desfrutar das atividades que ele esperava fazer quando parasse de trabalhar, assim os familiares me contaram. 

Meu mentor era um grande cara e um trabalhador, e ele certamente fez tudo o que podia para sustentar sua família, e eu não vou fingir e deixar de adivinhar as tensões que o pressionaram ao longo de sua carreira (embora eu soubesse que eles eram abundantes).

 Eu sei que ele fumava demais e comia muito do tipo errado de coisas e trabalhava feito um louco, só falava sobre os projetos e QSMS-RS & Sustentabilidade quando dividimos containers ou acampamentos no meio do nada

Não sei quantas vezes deixou de ir para casa na folga, para resolver uma questão no projeto.

Ele não fez muito exercício, provavelmente não chegou perto de 8 horas de sono todas as noites, e ele passava muito tempo se preocupando com o trabalho e não o suficiente cuidando melhor de si mesmo.

Isso soa como alguém que você conhece?

Isso soa como você?

Olha, eu entendo: o trabalho é estressante.

A vida é estressante. Mas isso não significa que o estresse precisa nos controlar.

A morte pode ser inevitável, mas não vamos facilitar para o Ceifador, tomando decisões de estilo de vida ruins que encurtam nossa vida útil e barateiam nossa qualidade de vida. 

O mandato de um líder de segurança é manter todos fora de perigo, então não vamos esquecer que somos todos colaboradores.

Não fique de fora quando se trata de proteger todos na sua força de trabalho.

Não sou muito diferente destes fatos relatados até bem pouco, na real, fazia igualzinho a eles meus mentores (que Deus os tenha), mas hoje como consultor depois de + 40 anos usando crachá, tento diminuir o meu ritmo, (não consegui ainda).

Tenho sempre esses dois mentores em mente, quando a coisa está feia, mas também sou pai de 05 filhos e tenho uma pequena de 7 anos que nunca tinha me visto em casa tanto tempo (assim comentou com a mãe) depois que eu parei.

E agora toda vez que saio para uma consultoria pergunta por mim, antes não fazia e já estava acostumada com a minhas ausências assim como os outros irmãos, TRISTE!

Cuidem se, e dos seus também.

Estamos juntos!

Lições da minha vida profissional em gestão de segurança dentro do processo do ESG

Enquanto me preparava para ser consultor em 2020, comecei a refletir sobre o que experimentei nos últimos 40 anos nas áreas e de ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade no mundo corporativo. 

Embora cada projeto tivesse seus próprios desafios e oportunidades individuais, eu tinha obtido semelhanças temáticas na maioria deles.

 Hesito em fazer tais generalidades enormes, mas acho que algumas das minhas reflexões ainda são relevantes e úteis para aqueles que buscam a excelência em segurança e principalmente na gestão ESG

 Alguns dos meus atuais clientes podem ver alguns de seus próprios problemas nestes comentários, a seguir. 

Não se destinam a ser críticas, mas sim descrições dos locais de partida a partir dos quais nossos esforços de melhoria começaram. 

Desafio cada um de vocês a se perguntar se essas questões ainda estão presentes em seus esforços de segurança e se há oportunidades lá para melhorar ainda mais.

 Procure também pontos fortes com o seu pessoal e processos que possam ser reforçados e propagados. 

Líderes

Alguns líderes organizacionais lideram a segurança, alguns fazem isso com sucesso, e outros tentam rsrs.

 Muitos líderes organizacionais delegam completamente a segurança e voltam sua atenção para o que consideram o núcleo da missão de sua organização. 

Muitos líderes se esforçam pela grandeza, e alguns percebem que seu verdadeiro desafio não é ser um grande líder, mas liderar grandes pessoas. 

Líderes verdadeiramente grandes gastam a maior parte de seus esforços treinando e orientando seus relatórios diretos e, muitas vezes, alguns níveis mais abaixo do organograma. 

Líderes, como cidadãos e pais, muitas vezes se encontram empurrados para seus papéis com pouco ou nenhum treinamento formal. 

Até líderes experientes aprendem muito no trabalho.

 Líderes sábios que são novos em suas posições avaliam a estrutura e o pessoal existentes antes de fazer mudanças drásticas. 

Ver como seus antecessores corriam as coisas pode ser um elemento crítico de sua curva de aprendizado. 

Profissionais de Segurança

 Dependendo do pessoal do departamento de segurança, os profissionais de segurança vão desde colaboradores de escritório até líderes estratégicos no campo. 

Muitos gerentes de segurança estão enterrados na papelada e reagindo a acidentes.

 Aqueles que conseguem sair desse estado geralmente o fazem trabalhando para pequenas organizações ou com pessoal adequado para libertá-los para o pensamento estratégico. 

Mesmo aqueles que têm o luxo do pensamento estratégico raramente o fazem efetivamente devido à falta de treinamento ou uma simplificação excessiva da segurança como conjunto de programas e atividades.

 Quando perguntados sobre uma coisa, se feito de forma diferente ou melhor, faria a maior diferença na segurança, a maioria dos profissionais de segurança não tem uma resposta pronta.

 Eles estão tentando comer seu elefante de segurança em uma mordida em vez de priorizar melhorias e aproximá-los um de cada vez. 

Estratégia

 Se a estratégia de segurança for desenvolvida pelo departamento de segurança e a estratégia organizacional for definida pelos líderes, eles podem entrar em conflito. 

Se o fizerem, a estratégia de segurança sempre perde. 

Também pode criar uma dicotomia para os trabalhadores quando seu chefe de produção e seu chefe de segurança lhes dão uma direção conflitante. 

Se você quiser ver de relance se essas duas estratégias em sinergia ou competir, olhe para o organograma. 

Se os relatórios de segurança por meio de outro como o RH ou Produção, a estratégia de segurança será isolada da liderança organizacional. 

Nas organizações de melhor desempenho, a segurança tem um lugar à mesa.

 A segurança é vista como um valor central que deve ser considerado em cada decisão. 

Muitos esforços de segurança são uma montagem de programas e atividades sem núcleo ou alinhamento comum. 

Estratégia é o desenvolvimento de um plano único para o sucesso que alinha todos os esforços em direção a objetivos e metodologias comuns. 

Deve romper os muros dos silos organizacionais e incluir todos os departamentos e divisões para definir sua contribuição específica para os esforços de segurança. 

Muitos dos meus clientes argumentaram que tinham uma estratégia de segurança até que os envolvemos em uma das minhas mentorias para desenvolver uma. 

Quase todos expandiram seu pensamento sobre estratégia de segurança depois de considerar todos os elementos incluídos nas estratégias de outras organizações. 

Cultura

 Quando escrevi meu primeiro texto sobre cultura de segurança, o conceito ainda era novo, se não estranho para a maioria.

 A segurança baseada no comportamento (BBS) foi o mais recente processo de segurança em voga e perseguindo o mais próximo que a maioria das organizações chegou ao desenvolvimento da cultura de segurança. 

A maioria dos líderes organizacionais e de segurança não tinham uma definição comum do que era cultura ou como melhorá-la. 

Quando a DuPont apresentou o Bradley Curve, muitos entraram de cabeça no conceito, uma vez que apresentava passos definidos para o aperfeiçoamento da cultura.

 Embora tenha servido bem como um roteiro, ele não veio com um veículo ou instruções de condução.

 Um simplesmente vislumbrou o sucesso, esperava o melhor, e tentou medir ou estimar o progresso de um passo para o outro.

O pensamento avançou significativamente, como prioridade. 

As organizações estavam percebendo o quão importante e valiosa uma excelente cultura de segurança poderia ser, e estavam com fome de instruções sobre como desenvolver uma.

 Excelentes organizações buscaram a excelência da cultura de segurança com entusiasmo, enquanto outras observavam de fora. 

Engajamento da força de trabalho

 Ao longo da minha carreira, a palavra engajamento substituiu em grande parte a palavra motivação. 

A motivação tinha um elemento de entusiasmo artificial para muitos líderes, enquanto o engajamento era mais um termo operacional para a mentalidade e desempenho certos. 

Descobri que a visão de motivação variou muito entre as organizações. 

Alguns simplesmente queriam comprar sua abordagem.

 Outros queriam participação física nos esforços de segurança. 

O pensamento mais avançado queria ambos, mas, em última análise, também queria a propriedade dos colaboradores de seus esforços de segurança. 

As excelentes abordagens utilizaram a contribuição criativa do colaborador para construir a propriedade. 

As organizações chamam consultores de segurança quando percebem um problema ou oportunidade. 

Os com menor sucesso definiram sua própria condição e colocaram um pedido de compras para enfrentá-la. 

As organizações com maior sucesso pediram ajuda para definir seu status e personalizar uma intervenção para impactar diretamente o núcleo do tema. 

Considere essas generalizações de mais de quase 4 décadas de experiência na melhoria da segurança e gestão ESG e veja se você pode se beneficiar delas.

Estamos juntos!

A COP 30 está perto, e …?

A cada cinco anos, os países têm que apresentar planos revisados para reduzir as emissões, que idealmente estariam alinhados com o que os cientistas dizem ser necessário.

 Muitos ainda não forneceram novos compromissos, e alguns grandes poluidores não aumentaram suas ambições verdes.

Os países precisam concordar com as regras para os mercados de carbono que serão regidos pela ONU.

 Essas negociações não conseguiram entregar um resultado na última cúpula em Madri em 2019 e devem ser complicadas em Glasgow este ano.

Os países ricos ainda não entregaram os US$ 100 bilhões anuais em financiamento climático que prometeram arrecadar para ajudar os países pobres.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, minimizou as chances de o dinheiro se materializar, embora o enviado climático dos EUA, John Kerry, seja mais otimista.

O presidente da última COP , Alok Sharma, quis  “enviar carvão para a história” conseguindo um acordo dos governos para parar de construir novas infraestruturas para o combustível fóssil mais sujo.

Convencer os maiores produtores, como a Austrália e a Rússia, e consumidores como a China e a Índia está se mostrando extremamente difícil.

O último relatório científico do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas injetou urgência na corrida para reduzir as emissões de metano, o segundo maior contribuinte para o aquecimento após o dióxido de carbono.

Não havia nenhum compromisso global para fazê-lo.

Os EUA e a União Europeia lançaram o Global Metano Pledge que visa uma redução voluntária de 30% até o final da década, em relação aos níveis de 2020.

Vários países declararam sua intenção de aderir ao pacto que será lançado oficialmente em Glasgow.

A Casa Branca diz que até agora seis dos 15 maiores poluidores do mundo, cobrindo cerca de um quinto das emissões globais de metano, estão a bordo.

A lista completa inclui Argentina, Gana, Indonésia, Iraque, Itália, México e Reino Unido.

Não é uma façanha pequena.

O metano é um gás retém até 80 vezes o calor do dióxido de carbono nas duas primeiras décadas.

Mas isso também significa que reduzir as emissões de metano pode proporcionar a vitória climática mais rápida e dar ao mundo o tipo de espaço para respirar que precisa para evitar os piores impactos das mudanças climáticas.

Os EUA e a UE estimam que, se todos os países reduzirem as emissões de metano de acordo com sua promessa na próxima década, isso poderia reduzir o aquecimento em pelo menos 0,2 graus Celsius até 2050.

Isso é uma diminuição considerável, dado que o planeta já aqueceu 1,1°C e o objetivo é tentar manter o aquecimento a longo prazo abaixo de 1,5°C.

A promessa abrange todas as principais fontes de metano: petróleo e gás, carvão, agricultura e gestão de resíduos.

Alguns argumentam que a promessa não vai longe o suficiente.

 Os países comprometeram-se a eliminar a extração de petróleo e gás até 2050 e estão pedindo a outros países que façam o mesmo.

Esta colcha de retalhos de alianças voltadas para um setor ou um gás de efeito estufa está longe da abordagem sistemática e coordenada globalmente necessária para proporcionar uma transição verde ordenada.

 No entanto, a diplomacia climática é complexa, e esses acordos voluntários paralelos com metas estreitas provavelmente serão como montamos o quebra-cabeça da descarbonização.

Estamos juntos!

A culpa é sua! Punição já?

Comecei a escrever um post no meu blog(robertoroche.com.br) sobre a importância da empatia entre os profissionais de segurança, mas depois do que parecia uma eternidade eu desisti.

Eu só não vejo a empatia como o forte entre as pessoas que trabalham com a segurança, nas organizações

Vai desde o gestor que vê seu trabalho todo o tempo provando que qualquer que seja a lesão não é culpa da empresa ou, para o supervisor de segurança que suspira quando ele ou ela recebe o relato de um acidente  

Eu mesmo, ao longo da minha carreira, me lesionei no trabalho muitas vezes embora eu admita que raramente relato lesões (escrevi artigos sobre por que as pessoas não relatam seus ferimentos e, na verdade, um livro que a maioria de vocês nunca lerá sobre o assunto)

O cara da segurança tem a capacidade de compaixão e empatia como um assassino em série com síndrome de Asperger.

Dúvida de mim? Qual é a primeira pergunta que você faz depois de se machucar?

Normalmente, você é perguntado, “o que aconteceu?”

Não como você se sente sobre o que aconteceu, o que você acha que fez você tomar as decisões que você tomou, ou mesmo você está se sentindo bem.

A maioria das pessoas tem vergonha de ser machucar, porque eles honestamente acreditam que é culpa delas mesmos.

E você sabe o quê?

Às vezes é, mas eu nunca tomei um pingo de consolo no conhecimento de que meu sofrimento foi provocado por minhas próprias ações.

Se não, vejamos;

Esta manhã, enquanto cozinhava, eu queimei minha mão esquerda não uma, não duas, mas três vezes no curso dos vinte minutos ou assim que eu estava cozinhando meu café da manhã,

Devo salientar que eu como este café da manhã quase todos os dias e faço da mesma maneira, então o que era tão diferente sobre hoje?

Nada, ou melhor quase anda, mas apensa um detalhe, na verdade, mas acho que demonstra como é difícil quebrar os hábitos associados às tarefas rotineiras. 

 Eu cozinho o mesmo café da manhã praticamente todos os dias, a mesma rotina, dia após dia.

Eu não tenho que pensar muito às 05:00 e, é uma coisa boa.

Então… Hoje, peguei uma panela pequena perfeita para fazer omeletes com uma exceção:

A alça é metálica e não é protegida. 

Agora, para ser claro, eu trabalhei como cozinheiro em restaurantes por alguns anos, na época de faculdade e, sei o meu caminho em torno da cozinha, e ainda assim eu queimei a mesma mão três vezes porque eu peguei a alça quente sem pensar.

Nada mais, nada menos.

Não foi causada por nenhum dos “quatro estados: pressa, frustração, fadiga e complacência” ou qualquer outra coisa que as metodologias de segurança enlatadas vendem por aí  

Vamos olhar para estas uma de cada vez.

  • Pressa. 

Anos de experiência me ensinaram que a menos que você queira ficar doente você não pode apressar o processo de cozimento. 

 Eu não estava com pressa, quando cozinhar cada item requer uma certa quantidade de tempo nem mais e nem menos.

Mas vamos supor que eu estava correndo; E daí?

A pressa causa ou contribui para lesões?

 Eu já trabalhei com linha de montagem onde os colaboradores tinham que ser rápidos na linha de produção.

Já era difícil o suficiente trabalhando nesse processo, mas volta e meia tínhamos que pedir para parar o processo, porque os gerentes muitas vezes aceleravam secretamente o ritmo e, essa correria causava muitas lesões

  • Frustração.

Eu nunca na minha longa e histórica carreira vi uma lesão que foi causada porque um trabalhador estava frustrado.

Como você machucou suas costas?

“Ah, você sabe que eu estava frustrado então eu pulei na frente de um caminhão “.

 Isso não significa que não possa acontecer, ao contrário de muitos dos meus detratores lendo isso, não acredito que minha experiência seja universal e, portanto, de alguma forma, uma prova das minhas afirmações, mas o fato de nunca ter visto um leão no meu quintal me leva a acreditar que esses não são nativos do meu bairro.

 De qualquer forma eu não me queimei três vezes esta manhã porque eu estava frustrado.

 Nada disso deve ser interpretado como de alguma forma implicando que os colaboradores não ficam frustrados, mas se frustrados, são mais propensos passar uma conversa para o chefe, perder o trabalho ou sair mais cedo. 

Acredito que a frustração deve ser tratada como um comportamento, saúde mental ou uma questão moral, não uma causa de lesões.

  • Fadiga.

 Embora a fadiga seja o que eu descrevo como um “inibidor de desempenho” eu certamente não estava cansado quando me queimei. 

Na verdade, eu estava energizado do treino e cafeína, tive um boa noite de sono e vou dizer para o registro que eu não estava cansado.

 Isso não quer dizer que a fadiga não contribua para os ferimentos, mas todos, desde enfermeiros até caminhoneiros rodoviários rotineiramente, devem “resistir”.

E, o que causou meu ferimento?

Uma pequena mudança no processo.

Usei uma panela diferente, a panela tinha uma alça de metal.

Eu deveria ter sabido antes, pois é bem melhor do que pegar uma alça de metal com a minha mão nua da primeira vez, é claro.

 Esse conhecimento transfere para o pensamento consciente? Nem sempre!

A primeira queimadura foi minha culpa? talvez não, mas a segunda e terceira vez eu certamente sabia que seria quente, mas eu tentei reposicionar a panela de qualquer maneira. 

Por que tentei reposicionar a panela depois de já ter me queimado?

 Porque o hábito era muito mais poderoso do que a dor visceral da queimadura e o cheiro da minha própria carne ardente balançando até as minhas narinas.

Hábitos são difíceis de quebrar, e quando o hábito nos beneficia, nos mantém vivos, mas quando mudamos até a panela foi mal projetada?

Estamos juntos!

Em sua gestão de segurança, seus resultados são sustentáveis e, quão confiante você está?

“O risco gerenciado” em sua organização, é um indicador líder (KPI) na sua gestão? 

Se não, aqui está uma ideia.

Faz um tempinho que lidamos com isso e agora como consultor para alguns dos nossos colegas, tomo a liberdade e a ousadia de dar uma sugestão para vocês rsrs

 Devemos sempre começar com o esforço para projetar o risco. 

Sabemos também que nem todos os riscos podem ser completamente eliminados, por isso, na década de 1950, foi criada a Hierarquia de Controles. 

Evoluiu para seis níveis, mais conhecido por cinco da OSHAS. 

Mas para capturar tudo, usarei os seis níveis (NFPA70E):

Eliminação, Substituição, Consciência, Controles de Engenharia, Controles Administrativos e EPI. 

Se você realizasse uma análise Pareto sobre as ações de segurança tomadas na sua gestão do dia a dia, ou ações corretivas (após um evento) ou proativamente contra a Hierarquia de Controles, onde a sua percentagem estaria?

 Esta é a ação que um do nosso cliente tomou no início deste ano. 

Sempre repito o meu mantra, de que a excelência em segurança é a capacidade de obter e repetir grandes resultados, sabendo precisamente o que está levando a esses resultados, com uma mentalidade cultural que a melhoria adicional sempre será possível.

Ouvindo isso, nosso cliente com uma preocupação de que as lideranças da segurança não eram tão boas quanto a diretoria executiva pensava que eles eram, resolveram analisar utilizando nosso amigo o “Pareto”.

 Eles não descobriram que 80-90% do esforço era esforço de eliminação ou substituição. 

 Em vez disso, agora com os dados, eles poderiam mostrar a diretoria que o esforço era em grande parte de mais papelada e EPS para controlar os riscos, deixando oportunidades significativas para o erro humano

 Isso rendeu entre outras várias coisas, uma melhor visão de como era importante para a gestão de segurança liberar mais capital para a engenharia de segurança, e um novo indicador líder para impulsionar o desempenho e a redução de riscos em toda a organização. 

Não apenas mensurar resultados. 

Mais uma ideia, meça seus Kpis de seus resultados, sem dúvida, mas sempre investigue melhor o seu sucesso para aumentar a confiança na sustentabilidade da sua gestão

“Uma medição precisa vale mil opiniões de especialistas”

Estamos juntos!

Acidentes podem acontecer, “IMPREVISTOS NÃO”. Como escrever procedimentos de emergência de acordo com a ISO 14001.

Possuir certificação ISO, significa que acidentes não vão acontecer.

Certo?

Acho que não é bem assim, pelo que temos assistido por aí!!

São mais de quatro décadas na área de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade, onde já passei por vazamento químico, vazamento de óleo tanto em plataforma como em terminais e bases, transporte ferroviário e rodoviário, rompimento de barragens de rejeito e algumas explosões, posso falar com um pouco de tranquilidade sobre o assunto.

Toda organização precisa de um procedimento de pronta reposta a atendimento para acidentes socioambientais e, um plano de gestão de cries e continuidade dos negócios, baseados em sua matriz de risco

E estar pronta para qualquer imprevisibilidade, pois acidentes podem acontecer, mas IMPREVISTOS NÂO!

Quando surge um acidente, e pode ter certeza de que vai acontecer, a direção executiva não pode improvisar junto a sociedade e a mídia.

Um plano simples, objetivo e especifico para cada situação, Entendido?

Nem sempre!

Exemplos catastróficos quanto ao atendimento e depois a comunicação equivocada com a mídia temos vários e bem recentes.

Muitas vezes, durante a implantação de ISO 14001 presenciei a discussão de executivos questionando por que eles precisavam de um procedimento de emergência, simulados e prover recursos para tal.

E a sugestão de que estes planos deveriam ser elaborados sem que previsse cenários alarmistas demais, para não elevar o custo de implantação!!!

O termo “procedimento de emergência” pode parecer meio desanimador, mas tem que existir dentro do sistema de gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade.

E precisa sim, ser realistas para cada cenário.

A norma ISO 14001 estabelece a exigência para a organização em ter um processo de “preparação para emergência e pronta resposta”.

O motivo principal é para assegurar que as organizações possam identificar situações e acidentes que venham a ter um impacto sobre o meio ambiente, e ter em seus procedimentos uma metodologia de operação de como lidar com os acidentes.

A norma também, menciona que uma organização deve rever e melhorar esta metodologia de atendimento.

Sabemos que a melhoria contínua é parte integrante da norma e cabe à organização decidir como melhor e a que tempo realizar.

Então, quais os pontos chaves devemos levar em consideração ao desenvolver uma política de proteção ambiental e os procedimentos para o atendimento a emergencial?

Como e o que devemos considerar para a elaboração do procedimento?

Como sabemos, a norma ISO 14001 é elaborada visando a proteção ao meio ambiente.

Para alcançar esse objetivo de proteção ao meio ambiente, uma organização deve estar atenta a: legislação, influência de fatores externos e internos para entender e atender, além de desenvolver procedimentos para identificar, avaliar e mitigar riscos, bem como lidar com quaisquer acidentes ou incidentes.

Vamos a alguns desses pontos que devem ser levados em consideração, baseado em minha experiência profissional e na norma:

E vou fazer da seguinte forma.

Questionando a você gestor de QSMS-RS e Sustentabilidade!

Nada como o bom e velho método: “Brain Storm”.

Legislação e Normas:

Sua região tem uma legislação específica que você precisa estar atento e considerar quando escrever seu procedimento de emergência?

Sua organização tem um setor que controla os requisitos legais para acompanhar as atualizações na legislação que podem afetá-lo?

Se não, você precisa fazê-lo.

Fatores internos:

Como sua equipe está envolvida neste processo?

Quem é responsável pela coordenação da emergência da empresa em caso de acidente?

Todas as responsabilidades estão claramente definidas no procedimento?

As pessoas responsáveis têm os recursos e o treinamentos para garantir que quaisquer processos de emergência e procedimentos podem ser implementados de uma forma antecipada e eficaz?

Você tem um canal de comunicação eficaz para garantir que eles sabem sobre esse procedimento e quaisquer atualizações que podem ser implementadas?

Existe neste procedimento a previsão de simulados e verificação para garantir que o processo seja eficaz e as metas atingíveis?

Existe um ciclo de feedback para o pessoal garantir que sugestões para melhoria contínua podem ser feitas?

Você tem um canal de comunicação indicado em caso de acidente ou incidente, dado que pode ser impossível trabalhar no escritório nessas circunstâncias?

Fatores externos:

Juntamente com os contratados e parceiros que têm interesse em sua capacidade de lidar com uma emergência ambiental, você quase certamente terá de depender de outras agências externas para executar este procedimento, após você desenvolvê-lo.

Se uma resposta do corpo de bombeiros é necessária, eles podem responder dentro de seu prazo esperado?

Se existe a necessidade de quarentena química de substância química perigosa ou remoção for necessária, isto pode ser conseguido efetivamente e dentro de um período razoável de tempo?

O que acontece se houver um incêndio, há uma rota para o escoamento de água com segurança, para evitar contaminação do solo ou qualquer corpo hídrico?

Todos os locais ou cenários que exigem assistência e intervenção tem fácil acesso, são gerenciáveis, realistas e viáveis para o atendimento?

Sem dúvida é uma excelente ideia compartilhar seu procedimento de emergência equipes de fora da organização para a sua aprovação e para garantir que em caso de incidente ou acidente que os seus objetivos possam ser atendidos.

Agora, vamos falar um pouco da estrutura de seu procedimento de emergência ambiental.

Com as considerações acima expostas e depois de examinar cuidadosamente os itens da norma 14001, sabemos exatamente quais os critérios que precisamos para elaborar um procedimento de pronta resposta a emergências ambientais.

Portanto, temos de assegurar que o nosso procedimento contenha o seguinte:

Avaliação de situações emergência em potencial, já de acordo com ao ISO 14001:2015, com envolvimento da alta direção.

Prevenção de acidentes e incidentes, em colaboração com todos os níveis da organização.

Planos e processos que são definidos para responder a incidentes, incluindo ações corretivas.

Simulados, sempre que possível.

Revisão e melhoria dos procedimentos de emergência.

Planos de contingência em caso de acidente ou incidente de como vamos comunicar, onde é que nos encontramos, se podemos trabalhar de casa, onde discar e discutir os planos e assim por diante.

Você pode, claro, estruturar seu procedimento de emergência ambiental de acordo com o seu segmento.

Mas esteja ciente de que você vai ser obrigado a demonstrar evidência dos aspectos acima em sua auditoria, incluindo evidências do simulado, revisão e melhoria do seu sistema de gestão ambiental em geral e seu procedimento de emergência especificamente.

Seja realista e sensato e envolva as opiniões dos colaboradores e partes interessadas.

Dessa forma, irá beneficiar o meio ambiente, e sua organização e as partes interessadas, também.

Não esqueça pode ser uma questão de sobrevivência do seu negócio

Se necessitar de ajuda para rever o plano ou elaborar entre em contato.

Estamos juntos!

Pare de dizer segurança em primeiro!

Qual é a sua definição de sucesso no que diz respeito à segurança?

Não estou só me limitando a segurança do trabalho, mas também a prevenção a desastres com impactos socioambientais.

Para ser uma organização verdadeiramente bem-sucedida/lucrativa, eu acredito que deve ser segura em todo seus processos.

Os duas devem ir de mão dadas.

 Se você não tem segurança, você não será bem-sucedido!

Enquanto alguns podem argumentar isso, o fato é que, quando sua organização realiza cortes em prevenção, esses atalhos inevitavelmente levarão ao desastre.

Enquanto este desastre pode não parecer evidente hoje ou mesmo amanhã, acabará por alcançá-lo.

Acredite!

 E quando acontece todos sofrerão significativamente!

Para se concentrar e mostrar seu apoio à segurança, inúmeras organizações adotaram uma filosofia de “segurança em primeiro lugar”.

Eu também escuto que a segurança é a nossa “prioridade número 1.”

 A segurança não deve ser uma “prioridade”.

 Além disso, ‘ segurança primeiro ‘ é vazio, é falso!

Agora, antes de ficar zangado(a) comigo.

Por favor, não me interpretem mal aqui.

 A filosofia “segurança primeiro” e a política de “segurança são a nossa prioridade número 1” é construída sobre uma base de boa e sólida intenção.

São colocados no lugar para o bem e não para o mal.

No entanto, eu argumentaria que, em vez de adotar e aderir a essas filosofias, a segurança deve ser um “valor”.

Filosofias são baseadas em noção, onde “valores” são realidade.

Em vez de dizer: “segurança em primeiro lugar”, que tal fazer “segurança sempre”?

Eu também acredito que a produção faz uma empresa bem-sucedida e também a segurança!

Quando combinamos todos os fatores de sucesso importantes e necessários juntos (segurança, qualidade, planejamento, eficiência, trabalho em equipe e assim por diante) realizamos o tão quão é verdadeiro sucesso é realizado em uma organização.

Portanto por favor, pare de dizer ‘ segurança primeiro,’ e em vez disso, vamos falar                    ‘ Segurança Sempre ‘.

Agora, para o tema de “segurança é a nossa prioridade número 1”.

Embora seja importante priorizar.

Simplificando, as prioridades mudam!

Só porque você tem segurança como uma prioridade número 1 hoje, o que está parando essa prioridade de se tornar número 2 ou número 3 amanhã?

O que acontece quando você fica atrás do cronograma ou o projeto começa a sangrar dinheiro?

Suas prioridades agora mudam?

O gerenciamento começa a empurrar a produção mais do que a segurança?

O foco é colocado no lucro em vez de manter todos seguros?

 Talvez não de propósito, mas subconscientemente?

O que quero dizer é simplesmente isso;

A segurança NÃO deve ser uma prioridade em vez disso, faça disso um valor.

As prioridades mudam existe sempre flexibilidade nas prioridades.

No entanto, os valores são inabaláveis.

Os valores são firmes.

Os valores são o que está enraizado e incorporado nas DNA de uma organização.

Quando a segurança é realmente um valor, você pode ter certeza, a segurança será sempre excelente, ‘Sempre’!

Não é o primeiro. Não é “Último”. Mas sempre’.

Estamos juntos!

Na gestão dos princípios do processo do ESG, entenda como a ISO 14001 e a ISO 45001 são diferentes da ISO 9001 quando se fala de conformidades e não conformidades.

Quando a maioria das pessoas pensam em não conformidades, elas imediatamente voltam seus pensamentos para o gerenciamento de produtos não conformes no sistema de gerenciamento de qualidade ISO 9001.

 Embora a ISO 14001 e a ISO 45001 incluam requisitos para lidar com a não conformidade no sistema de gestão ambiental e segurança, elas não têm a mesma aplicabilidade, e os requisitos não são tão extensos. 

Quando você está lidando com os requisitos para um sistema de gestão ambiental e segurança, você não está lidando com produto não conforme como você está no sistema de gerenciamento de qualidade ISO 9001.

 Na ISO 9001, o foco da exigência é ter um método para controlar o produto ou serviço que não esteja conforme os requisitos do produto ou do serviço, para que ele não seja usado ou entregue sem ser corrigido ou aceito pelas partes apropriadas.

 No entanto, quando a ISO 14001 e a ISO 45001 falam de não conformidades, os requisitos referem-se à um processo em relação aos aspectos ambientais e de segurança associados a esse processo.

Além disso, a ISO 14001 e a ISO 45001 incluem nos requisitos a necessidade de agir sobre possíveis não conformidades.

Um exemplo na questão ambiental de como isso se aplicaria seria um processo que tem um aspecto ambiental que emite uma pequena quantidade de um produto químico no ar através de uma ventilação.

O processo pode ser projetado e aprovado para emitir menos de 200 partes por milhão (ppm) na atmosfera por dia.

 A não conformidade ocorreria se esse limite fosse excedido; dizem que o processo emitia 250 ppm um dia.

Quando isso acontecer, a empresa precisaria ter um processo para lidar com a não conformidade.

Além disso, se o processo estivesse sendo monitorado e fosse notado que as emissões estavam ultrapassando o ponto normal e se aproximando do limite de 200 ppm, seria necessário agir para corrigir o problema.

A não conformidade está mais intimamente relacionada à ação corretiva e à ação preventiva na ISO 14001 e ISO 45001 do que a ISO 9001.

Em um sistema de gestão de qualidade, nem todos os produtos ou serviços não conformes levariam necessariamente a uma ação corretiva, a menos que fosse um problema recorrente.

Por outro lado, se você tem um processo que excede os limites estabelecidos para os aspectos ambientais e de segurança relacionados ao processo, é muito mais provável que uma ação corretiva precise ocorrer.

No exemplo acima, a causa do problema pode ter sido identificada como um filtro que precisa ser substituído, e essa correção seria feita, mas uma análise da causa raiz pode achar que o processo de monitoramento do filtro precisa ser aprimorado para que seja alterado antes do processo produzir emissões não conformes.

Se isso ocorresse quando o processo ultrapassasse o limite de 200 ppm, isso seria classificado como uma ação corretiva e, se fosse encontrado e corrigido antes que o limite fosse realmente excedido, as ações seriam classificadas como ações preventivas.

Há duas considerações importantes incluídas nos requisitos de não conformidade, ação corretiva e ação preventiva.

A primeira é que as ações tomadas devem ser adequadas à magnitude dos problemas e aos impactos ambientais encontrados neste exemplo.

Isso significa que você deve considerar as ações à luz de quão prejudiciais são os impactos ao meio ambiente.

 Se você estiver reagindo a um processo que dobra suas emissões de ar além do limite legal aceitável, você terá ações muito diferentes daquelas de um processo que apenas recicla 85% do papel usado produzido, em vez dos 100% completos.

A segunda consideração é que a documentação em vigor para o sistema de gerenciamento ambiental e ou de segurança precisa ser alterada, se necessário, devido aos resultados das correções, ações corretivas e ações preventivas.

Se você já possui um sistema de gerenciamento da qualidade, os processos já presentes podem ser utilizados com frequência pelo sistema de gerenciamento ambiental e de segurança, mas é importante entender as diferenças nas necessidades para que você possa fazer as alterações necessárias para atender aos requisitos.

Usando o mesmo processo pode economizar tempo e dinheiro, mas sempre lembrando que podem ser integrados.

Não fazer isso pode causar problemas que seriam facilmente evitados se fossem feitas as devidas alterações.

Estamos juntos! 

Quem tem medo do Escopo 3? Você gestor ESG, o que diz a respeito da sua organização?

Gestores ESG, neste exato momento sustentados pelos pilares do QSMS-RS, estão lidando com suas emissões e, não é fácil!

Muitos jornalistas, achistas, ambientalistas e, muitos departamentos da área de comunicação anunciando “Carbono Negativo, ou 0 “das suas organizações na mídia, palestras e fica a pergunta; será mesmo?

 A emissão de gases de efeito estufa (GEE) têm sido amplamente adotadas como uma métrica para medir e melhorar em nossa gestão ESG.

Assisto nossos clientes realmente preocupados em identificar suas fontes inicialmente e, buscar soluções para mitigá-los

Compra crédito de carbono? Claro que não é a solução, mas isso fica para outro texto.

Quanto ao escopo 3, é mais complexo do que a maioria entende, e isso é por causa do desafio de definir o que exatamente compõe suas emissões.

As emissões da empresa podem ser divididas em diferentes categorias, referidas na indústria como “escopos”.

 As emissões do escopo 1 são as mais simples: são emissões que você produz diretamente como uma empresa de uma fonte que você possui.

Por exemplo, se você tiver um gerador ou forno no local, isso contaria como escopo 1.

Assim como pilotar um jato corporativo ou dirigir um veículo da empresa.

As emissões do escopo 2, ,são “emissões indiretas de GEE associadas à compra de eletricidade, vapor, calor ou resfriamento”.

Você pode não possuir o equipamento que gerou a eletricidade que sua empresa compra de uma empresa de serviços públicos, mas você claramente causa essas emissões através de suas atividades comerciais.

As emissões do Escopo 1 e do Escopo 2 são relativamente fáceis de ligar à empresa em questão e, portanto, tornaram-se comuns quando se trata de medição.

Quando as empresas dizem que pretendem reduzir suas emissões de carbono até 2025 ou mesmo alcançar “emissões zero” geralmente estão se referindo ao Escopo 1 e escopo 2.

A questão, como você provavelmente pode adivinhar, é que há outro escopo, e é um que está sub-representado nos cálculos de emissões hoje.

Em um sentido básico, o Escopo 3 é “todo o resto” para cima e para baixo na cadeia de suprimentos que vai para operar o seu negócio.

 Por exemplo, digamos que você compre uma resma de papel da loja.

 Você provavelmente não dirigiu um caminhão para a floresta para cortar as árvores e transportá-las para a usina porque seu negócio exige papel, no entanto, essas emissões ainda eram necessárias, mesmo que elas ocorressem através de uma empresa completamente diferente.

Dada a escala das cadeias de suprimentos, talvez não seja surpreendente que a grande maioria das emissões das empresas sejam escopo 3.

Também não é surpreendente que as emissões do Escopo 3 sejam contabilizadas por muito menos do que os Escopos 1 e 2.

Muitas gestoras desconhecem completamente as emissões do Escopo 3, ou não acham que podem (ou precisam) fazer nada sobre elas, uma vez que as emissões são causadas apenas indiretamente por sua empresa.

 Para isso, deve-se notar que não há nenhuma exigência para a divulgação de emissões do Escopo 3.

 Mas mesmo que uma empresa queira explicar suas emissões do Escopo 3, elas são inerentemente muito mais difíceis de medir do que as emissões dos dois primeiros escopos.

Por essas razões, os números de divulgação do Escopo 3 são muitas vezes desanimadores.

Mas aqui está o problema:

Você não pode ter uma meta séria de redução de carbono sem alguma maneira de medir as emissões do Escopo 3.

Porque umas das parcelas grandes das emissões das organizações tendem a ser o Escopo 3, mesmo a eliminação completa das emissões do Escopo 1 e 2 por mais louvável que seja! representaria apenas uma pequena vitória na guerra contra o aumento das emissões de GEE e as mudanças climáticas.

Felizmente, sabemos que medir e direcionar as emissões do Escopo 3 é possível, porque algumas organizações focadas em sustentabilidade já estão fazendo isso.

Gestores ESG nesse momento (assim espero rsrs) estão em busca dos dados de CO² calculados a partir do carbono incorporado dos recursos, a fim de responsabilizar-se para cumprir as metas de redução de carbono e monitorar e relatar seus dados de emissões de GEE.

 As emissões do escopo 3 também são “particularmente terrenos férteis para oportunidades de identificar sinergias e colaborar ” uma vez que as emissões do Escopo 3 de qualquer determinada empresa necessariamente se sobrepõem às emissões de outras empresas também.

 Por exemplo, uma indústria automobilística   cujas emissões são estimadas em X % do Escopo 3 não apenas estabeleceu rigorosos padrões de redução de emissões para as empresas ao longo da sua cadeia de suprimentos “, mas também está capacitando os fornecedores a tornar suas operações mais sustentáveis, ajudando-as a localizar fontes de energia renováveis.

Também é importante notar que as emissões da cadeia de suprimentos podem ser reduzidas de várias maneiras.

Embora a energia renovável seja muitas vezes a primeira coisa que vem à mente, devemos lembrar que o ciclo de vida do produto (que mencionei em um outro artigo) oferece uma enorme oportunidade para a redução de emissões também.

 Ao focar no reaproveitamento e ampliação do ciclo de vida de produtos e materiais, reduzimos a necessidade de novos produtos e materiais, e as emissões que acompanham sua produção.

O desafio Escopo 3 é grande, mas fazer com que as empresas comprem e colaborem será um longo caminho para enfrentá-lo.

Estamos juntos!

Gestão ESG, um desafio na obtenção de resultados com os pilares do QSMS-RS.

Uma gestão ESG, baseada nos pilares do QSMS-RS vem sendo motivo de discussão a décadas e, infelizmente ainda são poucos os casos de sucesso em que vemos metodologias definidas para desenvolver essas culturas de uma forma perene.

 Assistimos organizações que executam uma boa estratégia para estes sistemas de gestão, apresentam bons resultados, porém assim que colocados no dia a dia, grandes problemas começam a surgir, necessitando reiniciar o processo todo com frequência.

São inúmeros motivos, como causas raiz, citarei alguns aqui com vocês no qual acredito são responsáveis pela perda da cultura de uma gestão.

Vejamos;

 Os pilares dos sistemas de gestão estão corroídos na estratégia;

O equívoco aqui é cometido da forma mais comum, quanto a cultura dos sistemas de gestão, acontece quando estes não fazem parte da principal estratégia da empresa.

A estratégia da organização precisa estar muito focada em atender os anseios ligados a estes sistemas e sua política, missão, visão e valores devem reforçar seu empenho em garantir sua manutenção.

Elas podem desenvolver trabalhos formidáveis em sistemas de gestão, porém, no momento em que eles não estão na base da estratégia, são os primeiros pontos a serem deixados de lado nos momentos críticos, perdendo todo o trabalho realizado.

Para solucionar essa questão, os sistemas de gestão precisam estar no DNA da empresa, demonstrando o interesse e a responsabilidade para com eles.

Os Kpis são bons, mas os resultados não são observados;

Nada de novo, não é mesmo.

Normalmente acontece, porque temos uma visão deturpada da necessidade de obter resultado com muita velocidade, sendo que nestas situações os verdadeiros resultados só ocorrem através de muito esforço trabalho.

 É muito comum, assistirmos organizações amuniciando Kpis excelentes, onde o resultado obtido é através de um levantamento de dados incorreto, ou uso de um indicador que não é o ideal para a realidade.

 Para esse tipo de situação é importante que seja feita uma due diligence completa em seus Kpis dos sistemas de gestão, criando alertas para cada aparecimento de quedas aparentes de resultados.

Não existe engajamento;

A falta de engajamento com os sistemas de gestão, é fadado ao fracasso, acredite!

 Essa falta de engajamento está baseada principalmente no plano de priorização dos colaboradores.

Priorizar somente resultados financeiros, em todos os momentos de escolha irá tomar a decisão de economizar a investir na estratégia da implantação do sistema de gestão

As empresas que conseguem mudar esse ponto de vista, se tornam muito mais eficientes, porque enxergam o todo pensando sempre em um desenvolvimento sustentável em suas atividades.

 Não existe cultura no DNA da organização;

 A cultura organizacional é um fator importante para que os sistemas de gestão possam manter-se em melhoria contínua.

 Quando a cultura não faz parte do dia a dia, burlar regras começa a ser natural e com isso os problemas começam a acontecer.

Pode investir muito, pode implementar inúmeras ferramentas e projetos, mas se ela não tiver a cultura de manter-se a algo que foi definido, tudo irá para o ralo mais cedo ou mais tarde.

Em uma cultura forte, a gestão pelo exemplo tem um papel importante, visto que tudo aquilo que é realizado pelos gestores é entendido como o correto e se estes não seguirem a disciplina à risca, terão como resultado a falta de disciplina dos seus colaboradores.

 Falta de segurança psicológica para solução de problemas;

 Este item, acredito ser o mais perigoso, e que pode ser o responsável pela maior parte dos que não funcionam.

Um sistema de gestão necessita antes de tudo de cumplicidade e sempre que esta não existe entre os colaboradores e departamentos, são criadas amarras e mais amarras, controles e mais controles que custam tempo e dinheiro, que sequer deveriam ser investidos.

A partir do momento em que percebemos que existe motivo de desconfiar, criamos defesas instintivas que fazem com que tenhamos novas regras para lidar com as situações e com isso, perdemos carga nessa bateria.

Nas organizações em que não há uma determinada segurança psicológica para resolver problemas, muitas pessoas procuram responsáveis e culpados, ao invés da causa raiz e com isso fazem com que o ambiente fique inóspito necessitando de regras e controles novos a cada ocorrência.

 Essa situação é crítica, que ao chegar em determinado ponto, começa a se tornar comum e entende-se dentro das organizações que esses controles devem ser parte do dia a dia, fazendo com que o sistema de gestão não funcione, visto que ao invés da criação da cultura da prevenção e melhoria contínua, se faz necessária a cultura do controle e coerção, que além de não resolver os problemas, cria níveis de stress que transformam a empresa em um verdadeiro campo de guerra.

Os pontos mencionados aqui no texto, mostram que antes mesmo da definição do plano de gestão em QSMS-RS dentro do ESG se faz necessário aprimorar o sistema como um todo para evoluir os resultados.

 Independentemente da existência ou não de um ambiente com resultados positivos, o diagnóstico cultural precisa ser realizado periodicamente, visando garantir que o local da implantação do sistema de gestão ESG esteja devidamente semeado para que só assim os frutos possam ser colhidos na quantidade certa e de forma sustentável.

Estamos juntos !

Em segurança do trabalho, uma imagem engana muito !

Com certeza você já foi convidado a montar um treinamento sobre percepção de riscos e perigos.

Tipicamente, criamos treinamentos de algum tipo que vão e muito bom a uma tortura absoluta, mas uma coisa que quase todos eles têm em comum é que todo curso envolve fotos estáticas completamente desprovidas de consequências. 

Mostramos uma foto e perguntamos: “Isso é um perigo? Ou o que há de errado com essa foto? rsrs

Uma vez estava realizando um treinamento sobre identificação de riscos em que mostramos uma foto e pedimos à classe para identificar e categorizar os perigos retratados.

 A foto tinha sido encenada e tinha, ostensivamente, dez perigos.

Depois da terceira turma (todos da mesma organização) a lista de potenciais perigos já tinha crescido para mais de 50, e quando o curso foi concluído para toda organização a lista já tinha crescido para mais de 100. 

Felizmente eu tinha introduzido o conceito de “contexto” para o grupo, então muitos dos perigos recém-descobertos foram qualificados como contextuais (se X estiver presente então Y seria um perigo).

 Por outro lado, algumas pessoas contestaram que algumas coisas eram realmente perigos “você não sabe se X é verdade”.

 Eles até faziam perguntas como “onde está essa oficina geograficamente?”, e “qual é a temperatura e a umidade lá fora?

 Foi um daqueles grandes momentos em um curso onde você podia ver as pessoas aplicando conceitos que você tinha acabado de introduzir e realmente gostando de fazê-lo.

Os perigos são qualquer coisa que pode causar danos, mas na maioria dos casos, os perigos são apenas um elemento de uma equação dinâmica:

Você tem uma condição que pode causar danos (perigo), um encontro com a condição perigosa (interação) e um catalisador (para nossos propósitos, algo que coloca um evento em movimento).

 Esta fórmula é rotineiramente referida como “contexto”. 

É impossível que uma lesão ocorra a menos que todos esses três elementos existam. 

Para proteger os colaboradores contra lesões, os profissionais de segurança tendem a se concentrar em eliminar o perigo ou eliminar a interação. 

É difícil prever catalisadores, por isso as tentativas de eliminar (ou mitigar a gravidade das) lesões são bastante raras. 

Um dos maiores problemas em Segurança é que sempre há alguém com alguma nova ideia brilhante geralmente baseada em eliminar o perigo ou eliminar a interação (tanto para a exclusão do outro, quanto no caso de segurança baseada em comportamento à exclusão de ambos.)

 Infelizmente, raramente é baseado em método científico ou revisado por pares, e é em grande parte o produto de alguém que quer ganhar um dinheirinho, ou um nerd de segurança excessivamente sério que pensa “parece certo”. 

Procuramos as soluções fáceis sem levar em conta as soluções básicas e as novas e chamativas ao longo do tempo testada, mas infelizmente, eu me afastei do ponto novamente. 

O fato de que o campo da Segurança não tem vocabulário fixo complica as coisas.

É difícil fazer qualquer coisa sem explicar em termos práticos o que queremos dizer quando dizemos contexto. 

Quantos de vocês, depois de encontrar alguém fazendo algo incrivelmente perigoso com prováveis resultados que limitam a vida ou que acabam com a vida, tiveram a pessoa dando de ombros e disseram algo parecido com “Eu tenho feito isso por 30 anos e nunca tive nada.”

A pessoa está se comportando assim porque depois de interagir com um perigo sem a presença de um catalisador, não sofreu nenhum resultado negativo

E a experiência não só é o melhor professor que cria as crenças mais duradouras e entrincheiradas.

 Nenhum sinal, nenhum póster infantil, nenhuma punição, convencerá essa pessoa de que o ato era inseguro. 

Uma vez confrontei um profissional de segurança que me disse que tudo o que acabei de escrever foi besteira, perguntei-lhe se ele já tinha morrido em um acidente de carro.

 Ele parecia um pouco confuso e finalmente disse: “Não, claro que não.

” Eu disse, bem, pela sua lógica você nunca pode morrer em um acidente de carro porque em toda a sua vida você tem viajado em carros, você ou a pessoa dirigindo o veículo em que você estava pilotando provavelmente assumiu riscos e cometeu erros, e você interagiu inúmeras vezes com outros motoristas que estavam correndo riscos e cometendo erros para o que salvou sua vida”

Ou seja; a ausência de um catalisador. 

Eu gostaria que você tentasse isso. 

Responda às seguintes perguntas (silenciosamente se você não estiver sozinho) 

Você já dirigiu um carro?

Se sim, você já violou uma lei de trânsito? (Excesso de velocidade, falar ao telefone, tomou uma ou duas bebidas alcoólicas, a lista continua e continua)

Se sim, isso fez com que você batesse seu carro?

Você já viu outros motoristas se envolverem nesse tipo de comportamento?

Se sim, resultou em um acidente?

Você já se envolveu nesses comportamentos enquanto um ou mais outros motoristas também se envolveram?

Você teve um acidente grave?

Felizmente para a maioria de nós, a resposta é não para todas apesar da resposta a pelo menos uma das outras perguntas ser “sim”. 

Ok, vamos tentar outro exercício rápido. 

É seguro dirigir no limite de velocidade em condições claras e tráfego leve?

É seguro dirigir no limite de velocidade come tráfego pesado quando você está cansado?

As respostas são todas contextuais e para a maioria de nós responder, precisamos de mais informações para responder qualquer coisa, menos “depende”. 

As condições das quais uma situação depende para determinarmos o risco de um incidente é a essência do contexto e o contexto é tudo.

Estamos juntos!

A importância de compliance socioambiental, na gestão ESG no Sistema Hospitalar.

O setor de serviços apresenta uma variedade de aspectos socioambientais, que dependendo da atividade, podem se transformar em impactos significativos ao meio ambiente e as comunidades a sua volta. 

Seus usuários estão diariamente consumindo recursos como energia e água, gerando grande quantidade de resíduos sólidos e efluentes. 

Ainda assim, para alguns setores, esses dados começam a ser disponibilizados, de forma a construir um quadro mais realista do potencial impacto ambiental dessas organizações.

 O princípio 16 da Declaração sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, durante a ECO-92 no Rio de Janeiro, cita:

“Tendo em vista que o poluidor deve, em princípio, arcar com o custo decorrente da poluição, as autoridades nacionais devem promover a internalização dos custos ambientais e o uso de instrumentos econômicos, levando na devida conta o interesse público, sem distorcer o comércio e os investimentos internacionais”.

 No atual estágio de globalização, inúmeros requisitos e regras ambientais estão em definição acarretando custo associado aos serviços, principalmente aos hospitais.

Trata-se de um fato transformador que exige consciência e intensa participação dos setores serviços e demais segmentos sociais.

A atividade hospitalar está entre as inúmeras modalidades de serviços que pode desempenhar um papel central na mitigação ou expansão dos impactos socioambientais associados ao setor. 

Os hospitais, entre todas as atividades de serviços, são um dos principais consumidores de energia elétrica, além de gerarem quantidade significativa de resíduos. 

Nesse contexto, uma gestão de sustentabilidade constitui uma ferramenta essencial para que também as atividades hospitalares possam conciliar maior eficiência econômica e menor impacto ambiental.

O setor hospitalar tem uma importância econômica cada vez maior na economia global

Nesse processo, deve-se considerar que os impactos socioambientais podem gerar, intencional ou inadvertidamente, efeitos que venham a inviabilizar a organização, mesmo sendo de importância a sociedade, pois está, não aceita nada mais que afete a sua qualidade de vida.

O desempenho socioambiental de uma empresa, ou seja, o resultado da gestão de seus aspectos ambientais, é, primordialmente, reflexo do seu grau de conformidade a requisitos e princípios ambientais e da respectiva visão e prática empresarial associada. 

Cada empresa situa-se em nível diferente de desempenho ambiental, em função das suas próprias peculiaridades e respectivas imposições externas.

Quais as vantagens de um desempenho socioambiental adequado?

As vantagens são diversificadas, economicamente sensíveis e mensuráveis, elas se traduzem em maior aceitação de produtos e serviços no mercado consumidor, eliminação de penalidades e multas, redução e diluição de custos de minimização de impactos e recuperação de danos ambientais, e diminuição do consumo de matéria prima, água e energia.

Outras vantagens competitivas também se sobressaem, tais como: a redução da possibilidade de ocorrência de acidentes ambientais; a otimização do trabalho; a prevenção de questões de responsabilidade civil ou criminal; a melhora do relacionamento da empresa com o órgão ambiental e com a comunidade vizinha; o comprometimento com a responsabilidade social empresarial; a melhoria da imagem da empresa perante a opinião pública, e o aumento da credibilidade da empresa como fornecedora eficiente e confiável.

A conformidade a requisitos legais e normativos regulariza ambientalmente o empreendimento e favorece sua inserção no mercado competitivo.

No âmbito da competitividade, porém, não basta o atendimento, quase sempre obrigatório, a requisitos ambientais.

 É importante que a visão gerencial do empreendedor contemple a noção da busca da sustentabilidade sempre em um novo patamar superior à conformidade em si, no sentido da melhoria contínua do seu desempenho. 

Esse desempenho é alavancado por avaliações periódicas para a identificação e a realização de ajustes necessários à crescente a sustentabilidade.

Em patamar mais específico situam-se os negócios cuja concepção, propósitos e consequências incorporam o caráter de sustentabilidade, aí incluindo-se os serviços prestado a sociedade.

Estamos juntos!

Comportamento inseguro, seguro e de risco, você sabe a diferença?

Temos observado entre nossos colegas essa confusão durante nosso trabalho seja de due diligence, nível de maturidade ou em auditoria de riscos com nossos clientes

O termo “comportamento” muitas vezes tem uma conotação negativa por causa de como é usado em discussões focadas em desempenho e resultados. 

Imagine o significado dessa frase:

 “Quero falar com você sobre seu comportamento ontem à noite.”

 Você entenderia que não é uma conversa positiva.

 Comportamento simplesmente significa um ato observável. 

É demonstrado nas palavras que você usa e como usá-las, sua linguagem corporal (como expressões faciais e gestos) e produto de trabalho.

Quando se trata de esforços de prevenção de incidentes e lesões e o papel que os comportamentos desempenham, existem dois tipos desejáveis de comportamentos: aqueles que são obrigatórios e os que são discricionários.

 Regras, políticas e procedimentos são ferramentas projetadas para abordar e controlar comportamentos obrigatórios. 

Outras ferramentas como a segurança baseada em comportamento são colocadas em prática para abordar e influenciar comportamentos discricionários de prevenção de lesões. 

Controlar e influenciar ferramentas não deve se sobrepor, pois o valor que eles contribuem é diferente e misturá-las cria conformidade e problemas culturais.

Além disso, existem comportamentos observáveis que levam outros a expressar preocupação, intervir ou fornecer feedback positivo. 

Esses comportamentos se enquadram em três categorias: comportamentos inseguros, comportamentos de risco e comportamentos seguros.

Comportamentos inseguros 

São atos perigosos que muitas vezes resultam em lesões e podem ser identificados com bom senso e experiência.

 Quando as ações são altamente propensas a resultar em um resultado negativo (ou seja, lesão) com alto potencial de gravidade, enxergamos como inseguras. 

Pense em dirigir em alta velocidade enquanto tira os olhos da estrada por 30 segundos. 

Seria difícil argumentar que a probabilidade é extremamente alta que esse comportamento resultará em uma lesão. 

Esse comportamento deve ser interrompido.

Comportamentos de Risco 

São comportamentos com baixa probabilidade de lesão que na maioria das vezes não resultam em lesões, mas ocasionalmente têm ou pelo menos têm potencial para. 

Esses comportamentos são um problema para indivíduos e organizações porque são difíceis de detectar com bom senso e experiência sem mais dados e ferramentas sofisticadas para analisar os dados.

 Pense em dirigir a uma velocidade baixa enquanto pensa em outra coisa e muda a estação de rádio em seu veículo. 

Embora esse risco seja assumido todos os dias por inúmeros motoristas, poucos estão envolvidos em colisões.

 Esse comportamento deve ser treinado.

Comportamentos Seguros 

São atos com pouco ou nenhum perigo, quase nunca resultando em ferimentos. 

Os riscos conhecidos são controlados, e todos que observam a ação concordariam.

 Pense em dirigir com as mãos mantidas no volante, olhos focados na estrada e constantemente escaneando mudanças no ambiente, com sua atenção focada exclusivamente na tarefa em questão.

 Esse comportamento deve ser reforçado positivamente.

Quanto maior a probabilidade de uma consequência negativa, mais facilmente as pessoas reconhecem os riscos. 

Quando o potencial de risco reduz, tendemos a ignorar ou deixar de reconhecer o risco associado à tarefa e continuar a nos comportar de forma insegura ou arriscada. 

Às vezes não percebemos que não estamos realizando uma tarefa da maneira mais segura até que alguém nos aponte.

As regras devem ser estabelecidas e consistentemente aplicadas com um equilíbrio de consequências para prevenir ou parar comportamentos inseguros. 

Os comportamentos de risco devem ser abordados pelo coaching, pela mudança de percepção, pela superação das influências que incentivam o comportamento de risco e pela criação de novos hábitos. 

Comportamentos seguros devem ser reforçados positivamente imediatamente e quantas vezes forem possíveis para perpetuar hábitos seguros novos ou existentes. 

Termos e ferramentas usados para melhorar o desempenho de segurança criam alinhamento e entrada ou criam confusão e resistência à mudança.

Como você usa o termo “comportamento”, e quais ferramentas você usa para melhorá-los?

Estamos juntos!

Alguns mitos em gestão da segurança do Roberto Roche, quais os seus?

Estava sentado no aeroporto vendo meu avião estacionar no portão.

 A tripulação de terra se posicionou para garantir uma chegada segura. 

O caminhão de tanque de abastecimento estava parado a uma distância segura.

Todos os tratores e transportadores estavam em suas posições designadas. 

Ver esse cenário acontecer me levou a refletir sobre minha experiência como gestor de linha de frente com a segurança e, com uma visão ampliada do cenário

 Acho que foi porque trabalhei no trecho por vários anos, tinha adquirido esse hábito de olhar a árvore e a floresta, antes de iniciar as rotinas.

Como gestor, gerenciei a segurança principalmente baseado em ações disciplinares, por um bom tempo (triste)

 Eu gostava de usar uma ação disciplinar para corrigir um incidente, não porque eu particularmente gostava de punir um membro da equipe, mas porque isso transferia a minha culpa para outra pessoa. 

Afinal, eu era gestor, então não pode ser minha culpa, então deve ser culpa de outra pessoa.

Fui chamado para embarcar.

 Passageiros a bordo, guardavam suas malas, sentavam-se e, foi completamente tranquilo.

 Quase imediatamente cochilei até ouvir o “ding” quando o avião chegou a 13.000 pés. 

O primeiro pensamento que me veio foi o quão grato eu estava por ser mais experiente e, a minha visão de como gestor tinha evoluído deixando para trás minhas ações baseadas em só chamar atenção, com passar do tempo percebi que uma ação disciplinar não resolve um sistema falido ou qualquer problema para esse assunto.

Estou na segurança há +35 anos e felizmente não levei 20 anos para descobrir isso.

 Aprendi algumas outras lições ao longo do caminho. 

E compilei essas lições em uma lista dos meus 10 melhores Mitos da Gestão da Segurança. 

Aqui eles não estão em nenhuma ordem particular, exceto como eles vieram à mente:

  • A segurança deve ser gerenciada de forma diferente. 

Você gerenciaria suas finanças ou processo de contratação jogando bingo? 

Claro que não. 

A segurança é gerenciada como qualquer outro aspecto do negócio. 

Estabeleça metas e métricas, estabeleça expectativas, responsabilize as pessoas etc.

  • Minha operação é diferente, então a gestão tradicional de segurança não funciona

 Os estilos de gestão variam e as culturas corporativas podem ditar variações específicas, mas a segurança deve ser gerenciada da mesma forma que qualquer outra função de negócio.

  • Segurança é chata.

 Só é chato se você fizer isso chato. 

Falar sobre segurança em termos de conformidade regulatória, auditorias, investigações e ações disciplinares vai torná-lo não só chato, mas dar à segurança uma conotação negativa. 

Segurança é um serviço para os outros. 

Como isso pode ser chato?

  • Se estamos em conformidade com as normas e a ISO, não devemos ter problemas. 

Os regulamentos e a ISO são uns bons pontos de partida ao estabelecer um programa de segurança, mas são padrões mínimos.

 Parar aqui deixa muito espaço para melhorias.

  • Segurança é um centro de custos. 

Este é um mito comum entre os líderes seniores. 

Um programa eficaz de gestão de segurança pode reduzir os custos e os prêmios de seguro dos trabalhadores.

 Em algumas indústrias, a segurança pode ser um diferencial de mercado quando posicionada com precisão.

  • A segurança não contribui para as metas da empresa.

Há muitas maneiras de a segurança contribuir para as metas da empresa. Infelizmente, os líderes de segurança nem sempre fazem essa conexão. 

Por exemplo; Os Recursos Humanos podem ter um objetivo de melhorar o engajamento dos funcionários.

 A segurança é uma excelente plataforma para engajar os funcionários através de comitês de segurança, programas de reconhecimento etc. 

Simplesmente vendo os funcionários como parte da solução, em vez do problema, estabelecemos as bases para seu envolvimento na resolução de problemas.

  • Você não pode ter os dois, segurança e produção.

 Infelizmente, muitas vezes eles são vistos como agendas concorrentes. 

A realidade é que quando não acertamos as coisas do ponto de vista da segurança, isso afeta a eficiência e aumenta os custos.

  • Segurança é apenas senso comum, “se nosso povo seguir as regras…” 

Há muitos problemas aqui além do fato de que o bom senso não é tão comum.

 A maioria dos gerentes, supervisores etc. que usam essa linguagem estão procurando uma desculpa para não gerenciar proativamente a segurança.

  • A ação disciplinar resolve o problema. 

A ação disciplinar é muitas vezes vista como sinônimo de ações corretivas. 

Na verdade, isso só nos faz sentir melhor porque temos alguém para culpar e fizemos algo sobre isso.

 Culturas de segurança bem-sucedidas veem um incidente como uma oportunidade para fazer uma correção e melhorar.

  • Programas de reconhecimento custam muito dinheiro. 

Só se você quiser gastar o dinheiro. 

Um simples “obrigado” para um “obrigado” oportuno e específico é de alto impacto, baixo custo.

Estes são apenas alguns que me vieram durante o voo, mas existem mais, afinal em quase 4 décadas a gente aprende alguma coisa e evolui (assim espero).

 Quantos outros mitos sobre gestão da segurança ou cultura de segurança são aceitos como fato? 

Compartilhe seus pensamentos ou se você discordar de algum dos meus mitos compartilhe esses também.

Estamos juntos!

Comunicação de riscos socioambientais do ESG, qual a situação atual da sua?

Com medidas efetivas tomadas (como quarentena domiciliar) na pandemia as pessoas tornaram-se mais conscientes dos sintomas e sua cura.

 Pode-se dizer, em certa medida, que os esforços e a cooperação igualitária das pessoas achataram a curva do medo nas pessoas.

 O uso de máscaras, o distanciamento social e a ênfase na higiene tomaram raízes – é aprender a absorver os choques repentinos e seguir em frente. 

Mas dada a clemência e liberdade para as pessoas, a infecção pode demorar e a curva pode aparecer novamente. 

Simplesmente porque os riscos são reais, os dados são confusos e a ciência está em conflito. 

Até que a vacina seja desenvolvida e disponibilizada para as massas, as erupções continuarão. 

Para uma indústria, comunicar-se sobre a incerteza o que é comumente conhecido como “comunicação de risco” em um local de trabalho torna-se desafiador para quem precisa transmitir ou consumir tais informações. 

Em tempos de imprevistos e eventos surpreendentes como esses, as indústrias permanecem ambíguas dos fatos básicos no início qualquer informação imprópria espalhada de seu lado pode possivelmente ter implicações cruciais nas decisões pessoais e sociais. 

Como neste caso eles precisam pensar, quão infeccioso é esse novo vírus? P

ode matar pessoas? Quais serão as repercussões sociais e econômicas a longo prazo? 

Falando em ‘riscos socioambientais potenciais’ em tempos incertos

Além disso, uma parte importante do problema é a “sensibilização midiática 24 horas por dia” de cada atualização, que se espalha como um incêndio. 

Há momentos em que a informação não é completa ou sua apresentação tem falhas ou pode ser totalmente fora de contexto.

 Os resultados podem ser devastadores, emocionais e fisicamente e é uma das principais causas do que chamamos de ruído cognitivo. 

Muitos setores industriais sofreram um grande e crescente déficit de confiança com seus usuários, se eles lutam para fornecer informações transparentes e significativas. 

Com essa mente, torna-se vital que os profissionais e profissionais da ESG/ QSMS-RS &Sustentabilidade melhorem suas habilidades de comunicação de risco. 

Entender as respostas típicas aos riscos, reconhecendo a dicotomia da negação e do medo, abre espaço para a comunicação de risco. 

Diferentes respostas a diferentes tipos de pessoas são necessárias ao mesmo tempo em que lida com pessoas que defendem a noção de que os riscos são exagerados, a comunicação imediata é necessária para educar e explicar que os procedimentos devem ser seguidos. 

Deve-se dar ênfase ao cumprimento das medidas de segurança adequadas com muita cautela.

Para as pessoas que continuam com medo do que aconteceria a seguir, os processos de comunicação de risco industrial devem falar sobre os perigos reais e aqueles percebidos pelos grupos de stakeholders (não todos). 

Sua percepção deve ser gerenciada, pois pode ser resultado de sua educação, educação e experiências de vida. 

Para lidar com eles, os profissionais ESG/QSMS-RS & Sustentabilidade exigem todas as mãos no convés para mobilizar a equipe de mitigação de riscos. 

Esses profissionais também precisam manter um controle sobre sua linguagem corporal para comunicar o mesmo.

 A confiança continua sendo um problema nesses casos há preocupações mais elevadas e níveis mais baixos de confiança observados.

 Qualquer emoção intensa e temerosa pode ser interpretada negativamente e é facilmente notada. 

É preciso lembrar que o objetivo é manter e construir credibilidade para a equipe e a organização. 

Se isso requer ajuda da equipe de liderança sênior, não se deve hesitar e ir em jogo, porque há vidas e emoções em jogo. 

Um plano bem sólido e testado de emergência ajuda para um próximo evento ou crise.

 Isso significa examinar os fatos e tirar opiniões dos respectivos stakeholders, o que significa estar em consonância com seu pensamento atual.

 Pode-se permanecer esperançoso de que as indústrias possam, fazendo um uso disciplinado da ciência existente, preencher os déficits de confiança em tempos de crise.

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