Cultura organizacional em QSMS-RS & Sustentabilidade, pilar e fator chave na prevenção de riscos socioambientais na evolução do processo ESG.

Em início de carreira trabalhei em perfurações e terminais petroquímicos desde o mar do norte até o delta do Níger (África).

Passando por grandes obras de energia e mineração na África e no Oriente até 2019, quando regressei ao Brasil definitivamente.

Em todos estes locais, o principal assunto do dia a dia entre nós colaboradores era preocupação com os acidentes de trabalho, acidentes ambientais e falta de controle de qualidade nas instalações independente de cada região ou projeto.

E ao que se devia esta preocupação?

Sem dúvida a cultura organizacional da organização em que todos acreditavam e defendiam.

Como é importante a organização ter sua cultura enraizada e como facilita o trabalho de um gestor.

Pode se escrever a mais linda política, ter seus procedimentos muito bem escritos e ninguém acreditar e seguir os preceitos na organização.

Acredito que hoje seja mais intensa esta preocupação com a sustentabilidade empresarial do que no passado, entretanto toda esta consciência existe quando há uma cultura organizacional de QSMS-RS e Sustentabilidade forte.

Onde todos acreditam e compartilham sempre buscando melhorar a prevenção e minimizar os riscos.

Da pequena a maior organização se faz necessária à implantação de uma política de gestão voltada à prevenção, e ser bem difundida entre seus colaboradores se torna um grande desafio, pois é uma questão de sobrevivência neste mercado cada vez mais exigente e competitivo.

Sustentabilidade e QSMS-RS são custos !!!, já ouvi esta frase não sei quantas vezes em reuniões, mas isso é um passado que não cabe mais ser discutido.

Surgem todos os dias em manchetes notícias de acidentes de trabalho e acidentes ambientais.

Muitos são de erros e omissões do passado.

Descobrem-se comunidades instaladas em áreas com passivo ambiental, vazamentos de óleo tanto em terra como em corpos hídricos, colaboradores que não tinham nenhum treinamento para aquela função e o resultado?

Acidentes! E mais passivo socioambiental!

Quanto custa a imagem de uma empresa ligada a estes acidentes?

Qual a marca vai querer sua imagem associada a esta parcria?

Qual a instituição financeira que deseja associar seu nome com um projeto desta?

Contratar e dar responsabilidade a pessoas que não tem muita bagagem e não são comprometidas com cultura da empresa resulta muito mais caro do que contratar pessoas alinhadas e com experiência real na linha de frente!

Dentro das corporações precisa se falar mais de prevenção e da possibilidade de se evitar tais acidentes e evitar a junção de fatores que poderá acarretar tais danos.

E isso só vem através de conscientização, treinamento e a implantação de uma cultura organizacional forte de QSMS-RS e sua política de sustentabilidade.

A participação do RH é crucial para o sucesso neste processo, este tem que estar alinhado com o QSMS-RS e a real necessidade de motivação para a implantação e manutenção da cultura da empresa.

Tive a felicidade de trabalhar em organizações que a cultura de QSMS-RS era bem incorporada como um VALOR e muito bem divulgada graças ao RH e o apoio da diretoria.

Também tive em organizações que tinham uma política excelente, mas a cultura não estava disseminada e enraizada.

E por experiência própria, quando isso acontece o trabalho do QSMS-RS passa ser em dobro nesta situação.

Em vez de focar na sustentabilidade do seu negócio o gestor também tem que fazer o trabalho de implantar o comportamento em relação a uma política de QSMS/Sustentabilidade da organização em várias áreas, e sem apoio do RH fica difícil.

É importante para o posicionamento das organizações no Brasil e principalmente no exterior perante investidores e instituições financeiras internacionais a seriedade desta matéria.

Participei de longas reuniões com essas instituições independentes do continente ou do tipo de projeto na qual que tinha de expor taxas de acidentes, planos e a política de QSMS e Sustentabilidade para que autorizassem os financiamentos dos projetos (ESG)!

Como os acidentes são uma combinação de causas que vão desde não seguir os procedimentos, decisões gerenciais, falhas humanas e dos equipamentos é necessário que sejam desenvolvidos além de um sistema de gestão que contemple o gerenciamento de riscos, uma cultura preventiva nas organizações capaz de evitar decisões e ações que possam desencadear os eventos catastróficos.

Dessa forma, a cultura organizacional em QSMS-RS e Sustentabilidade é um fator chave na prevenção, sendo talvez o maior desafio para que o nível de excelência seja atingido.

Rumo ao ESG!

Estamos juntos!

Algumas estratégias de liderança para melhorar sua cultura de segurança na organização.

Quando você está olhando para o seu compromisso com a segurança e as percepções de segurança de seus colaboradores no local de trabalho, examine seu estilo de liderança e sistema de gerenciamento de segurança.

Tenha o hábito de pensar no processo de reconhecer riscos e encontrar maneiras de controlá-los.

 Quando você está pensando em termos de liderança, sistemas e processos, os colaboradores começarão a ver a segurança como um processo integrado, de longo prazo, que melhora o valor, positivo, em vez de como um programa autônomo que muitas vezes está em desacordo com a produção.

Aqui estão algumas estratégias de liderança baseadas nesses + 35 anos de linha de frente que podem ajudar:

Faça as perguntas certas.

 Veja as iniciativas de segurança e investigações de acidentes como planejamento de ações, não missões de busca de falhas.

Dessa forma, em vez de se concentrar no passado e em coisas que não podem ser mudadas, você estará focado em maneiras de melhorar o desempenho de segurança daqui para frente.

Melhore suas habilidades de comunicação.

 Ao instituir um novo controle, explique aos colaboradores afetados porque eles estão sendo convidados a mudar o que eles normalmente fazem e como será o sucesso.

Identificar e gerenciar os custos.

Lesões e doenças no local de trabalho envolvem uma quantidade substancial de custos “ocultos”, como dias de trabalho perdidos, remuneração dos colaboradores e substituição de um trabalhador.

Identifique esses custos e meça-os ao longo do tempo.

Se você pode medi-los, você pode gerenciá-los.

Faça com que esses custos possam ser gerenciados e reduzidos com um compromisso mais forte com a segurança.

Não aceite o fracasso.

Aceitar que “acidentes acontecem” é uma indicação de uma cultura de segurança vacilante uma em que empregadores e colaboradores não estão no controle de seu próprio destino.

Em empresas com uma forte cultura de segurança, empregadores e colaboradores trabalham juntos para identificar e controlar riscos antes que alguém seja seriamente ferido.

Esse é o tipo de ambiente que pode ser chamado de “cultura de segurança positiva”

Estamos juntos!

Organizações X Responsabilidade socioambiental (riscos do ESG) perante as comunidades, chegou a hora de agir!

Independente do segmento econômico e de toda sua cadeia logística os que quiserem crescer, necessitam investir em uma gestão de Sustentabilidade Corporativa e QSMS-RS, agora então que os princípios do ESG, virou assunto predileto do mercado financeiro e jornalistas (cá entre nós assunto antigo, para quem trabalha fora do Brasil), não tem para onde fingir que não existe

O que demanda cultura corporativa sólida, disciplina para melhorar sua eficiência e relacionamento com a comunidade.

Atuando há muitos anos em empresas nestes segmentos, servindo a essas corporações contribuindo no resultado, reduzindo a pegada ambiental e com segurança

Não conheço nenhuma operação no mundo que conseguiu se viabilizar sem o consentimento da comunidade.

E a importância de se ter um estudo socioeconômico “real “, implantar projetos sociais, monitoramento destes, e incluir a comunidade em seus planos de emergência, tem sido crucial entre tantos requerimentos para viabilizar o ativo.

Por parte da organização, se requer liderança para motivar a equipe e a todos colaboradores a executarem tal missão principalmente em lugares remotos onde normalmente costumam ser as operações!

Se a empresa tiver como missão gerar valor para a sociedade, é necessário ir mais além, quando os executivos incorporam a questão de sustentabilidade como algo estratégico.

Somente quando todos mudam sua maneira de pensar é que conseguimos fazer transformações que queremos e necessitamos.

Acredito firmemente, e é o que mais me motiva a desenvolver nosso trabalho é de como é importante realizar uma boa gestão de sustentabilidade alinhada com a produção sem perder o foco no resultado do negócio.

Em como ela pode ser aperfeiçoada continuamente para minimizar os impactos negativos e maximizar a contribuição positiva para comunidades locais e a sociedade em geral.

O conjunto de valores baseados no respeito com o meio ambiente somado com a interação contributiva com a sociedade inserida neste, é o que podemos chamar de sustentabilidade.

É um valor cada vez mais importante nas organizações e no meio empresarial.

É preciso equilibrar o desenvolvimento econômico com a proteção ambiental e o desenvolvimento social.

A indústria de petróleo por exemplo e sua logística quanto a terminais marítimos e de apoio é uma das variáveis de maior exponencial nesta equação.

Tanto promove o desenvolvimento socioeconômico das regiões onde está presente, quanto pode causar eventualmente os maiores danos ambiental, com reflexos graves na sociedade ali inserida.

É preciso, portanto, estar atento aos limites impostos pelos ecossistemas com a busca incessante da eficiência na gestão ambiental e na prática da responsabilidade social corporativa.

O modelo de gestão corporativa com base apenas na obtenção de resultados econômicos está fadado ao insucesso à sociedade não aceita mais e os acionistas compreenderam bem.

As empresas estão cada vez mais adotando um modelo de gestão Sustentável que privilegia o conceito de responsabilidade social corporativa, procurando aprofundar o relacionamento com as partes interessadas, preservar o meio ambiente e adicionar valor à comunidade.

Os segmentos de energia, óleo e gás, mineração e sua logística vêm enfrentando transformações significativas nas últimas três décadas, obrigando as empresas a considerarem o impacto socioambiental provocado por suas atividades produtivas.

O meio ambiente e competitividade hoje não são mais antagônicos, empresas já perceberam que preservar o meio ambiente pode ser um bom negócio não só pela imagem da instituição perante a mídia, mas como uma questão de sobrevivência conservando os recursos naturais.

A adoção de uma gestão sustentável efetiva voltada para a responsabilidade socioambiental em inúmeras empresas tem alterado o comportamento anteriormente adotado pela administração, cuja preocupação era tão somente atender aos requisitos das leis, normas e clientes, acreditavam que ter um departamento de QSMS-RS só para dizer que tinham era o suficiente.

É nítido que as organizações estão cada vez mais adotando uma gestão que privilegia o conceito de responsabilidade social corporativa, procurando preservar o meio ambiente e adicionar valor à comunidade.

A responsabilidade socioambiental das empresas tem como fundamento o princípio do desenvolvimento sustentável, razão pela qual o progresso social, a proteção ambiental e o desenvolvimento econômico são seus elementos interdependentes e inseparáveis.

Visando garantir aos presentes e futuras gerações uma sociedade mais próspera e justa, com uma melhor qualidade de vida, procurando minimizar os impactos ambientais negativos e maximizar os efeitos positivos advindos de sua atividade.

A produção social da riqueza na modernidade traz como consequência a produção social do risco sendo o principal efeito a crescente exposição do homem a riscos de contaminação ambiental até então não observados, os quais ameaçam também os ecossistemas.

As corporações qualquer que sejam sua atividade têm considerado os aspectos preventivos de controle ambiental como estratégicos para a sua sobrevivência empresarial.

Adequar-se à legislação ambiental vigente e suas normas estabelecidas pelas agências de controle ambiental não é mais suficiente, fazendo com que diversas empresas apresentem desempenho superior ao exigido pelas normas ambientais mostrados em seus relatórios de Sustentabilidade, demonstrando assim atitude proativas com relação ao meio ambiente.

Cada vez mais a indústria e toda sua logística estão experimentando e assumindo riscos para enfrentar os desafios socioambientais.

Trata-se de processo muito complexo e que não se pode permitir retrocessos.

Os erros devem ser encarados como fator imponderável do processo de aprendizagem.

Como acidentes, que infelizmente acontecem é uma combinação de causas que vão desde decisões gerenciais até falhas humanas e dos equipamentos.

É necessário que sejam desenvolvidos, além de um sistema de gestão que contemple a gestão sustentável, como também um gerenciamento de risco aliado a uma cultura preventiva nas organizações capaz de evitar decisões e ações que possam desencadear os eventos de grande impacto socioambiental.

Estamos juntos!

Dicas para tornar a sua cultura de segurança em um evento durante todo o ano

À medida que encerramos nossos trabalhos com nossos clientes na implantação das atividades iniciais em cultura de segurança, é importante lembrar que uma cultura forte requer esforço contínuo. 

Aqui estão algumas reflexões sobre como você pode dar o exemplo e modelar uma cultura de segurança positiva todos os dias em sua empresa. 

Quando as organizações criam uma cultura positiva de segurança, a segurança no local de trabalho e a saúde melhoram, assim como a moral dos colaboradores e a produtividade no local de trabalho. 

Fica a pergunta;

Como seus colaboradores percebem a importância que você coloca na segurança?

 Suas percepções afetarão seu comportamento de segurança, não tenha dúvida!

 Se eles acreditam que você acha que é importante, eles são mais propensos a se comportar como se fosse.

 Aqui estão cinco coisas que você pode fazer para mostrar aos colaboradores o quanto você valoriza a segurança. 

Cinco maneiras de incentivar uma cultura de segurança forte

Dê uma visão longa.

 Em vez de olhar para a segurança como um requisito de conformidade, apresente-a como um processo contínuo de melhoria.

 Como seu local de trabalho está mais seguro hoje do que há um ano ou há 5 anos? 

Que planos você está fazendo que tornarão seu local de trabalho ainda mais seguro daqui a 1 ano ou 5 anos?

Procure por causas básicas. 

Veja os quase acidentes como indicadores de uma série de eventos conectados que levaram ao incidente, não como eventos únicos ou isolados ou, pior, como uma oportunidade de colocar a culpa nos colaboradores individuais.

 Culpar os colaboradores fomenta relações antagônicas de gestão do trabalho, investigações cuidadosas e análises de causas básicas convidam os colaboradores a analisar, participar e contribuir para sua própria segurança.

Integre a segurança.

 As atividades de segurança devem fazer parte da sua operação geral. 

Não apenas anuncie a segurança como uma nova prioridade que parece para os colaboradores como mais uma iniciativa de complemento e sabor do mês.

Perceber e tratar a segurança como parte integrante dos sistemas e processos do seu local de trabalho incentivará todos os seus colaboradores a fazer o mesmo.

Acentue o positivo.

 Faça o esforço para incentivar os colaboradores a melhorar o desempenho da segurança. Cuidado com as melhorias e reconheça-as. 

Você pode pegar colaboradores seguindo práticas de trabalho seguras, usando seus EPI ou encorajando colegas de trabalho a serem seguros?

 O reconhecimento não precisa ser caro ou chamativo; uma palavra positiva no momento certo pode levantar o espírito de um trabalhador e encorajá-lo a continuar fazendo a coisa certa.

Construa de baixo para cima. 

Envolver os colaboradores no processo de tomada de decisão de segurança em vez de simplesmente ditar novas políticas e prioridades de cima para baixo. 

Criar estruturas de comunicação que incentivem os colaboradores a fazer sugestões, participar em comitês de segurança, orientar novos colaboradores ou fazer contribuições positivas e tomar posse de sua própria segurança.

Embora essas dicas sejam úteis para a melhoria geral da cultura de segurança e percepção da segurança, também é importante que os profissionais de QSMS -RS assumam a liderança. 

Por isso, é importante também focar mais diretamente em estratégias de gestão e liderança que possam melhorar o compromisso da sua empresa com a segurança e como seus colaboradores a percebem. 

Estamos juntos!

A relação entre o gestor ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade com as partes interessadas, é vital para bom um desempenho organizacional!

O que me inspira a escrever estes artigos vem do meu hábito de quando estou voando ou em longas horas de espera em aeroportos, é a leitura dos relatórios de sustentabilidade das organizações e ter conhecimento real da situação destas análises de acidentes de trabalho, acidentes ambientais ou da minha experiência na área.

Mas desta vez é diferente, lendo uma pesquisa em um site profissional, em que pediam para definir em quatro linhas para os gestores o que seria a gestão ESG na indústria na visão de cada um.

E realmente bateu com o que eu tenho observado nas organizações.

Profissionais muito novos , sendo já gerentes ou cargos com mais responsabilidade sem as famosas 10.000 horas de voo para ser considerado experiente.

Ou seja: Apagando incêndio o tempo todo, responsável por várias áreas sem o menor conhecimento da operação ou por que fez um curso de pós-graduação de 2 anos e já é um expert.

Mas voltando ao que eu li.

Com as mais diversas respostas eu não me contive e tenho que me manifestar, pois foram trágicas e cômicas algumas definições.

Vamos algumas delas;

Gerenciar a papelada e correr atrás dos funcionários na época de recertificação para treiná-los.

Essa foi uma das pérolas, onde mostra no meu entendimento um colega infeliz com o cargo, descrevendo a realidade em que vive no momento!

De pronto me perguntei; será que ele gosta da área ou tem perfil para o cargo?

Estar como Vice-presidente ou gestor de Sustentabilidade de qualquer organização, realmente não é para quem não tem familiaridade com a área de QSMS-RS, não gosta imprevisibilidades ou de se relacionar com pessoas.

“Perdi a conta de quantas vezes fui despertado no meio da noite por causa de um derrame de óleo, acidente grave na planta, ou chegando à casa na folga do rodízio ter que sair de novo, ter que falar com os líderes de comunidades de diversas culturas e costumes, explicar a diretoria o porquê do acidente acontecido”.

E continuo gostando!

A necessidade de ter experiência e conhecimento com uma visão ampliada nas áreas em que vai atuar além da Sustentabilidade/ QSMS-RS é crítica para um bom desempenho.

Um bom relacionamento e boa articulação com as partes interessadas são fundamentais para o sucesso da gestão!!!

E esta arte de lidar com as pessoas não se ensina na faculdade, ou você tem o dom ou vai apanhando com o tempo e sempre tentando melhorar.

Iniciei minha vida profissional em chão de fábrica e no trecho passando pelos setores de segurança, qualidade, meio ambiente chegando a Vice-presidente, por equipes de pronto atendimento a acidentes ambientais, passei por grandes universidades e instituições, mas foi só com o tempo que adquiri uma visão da gestão que vai muito além de processos.

Ter o melhor dos relacionamentos com os colaboradores, sendo o líder que ensina, prover suporte aos seus liderados, saber lidar com as partes interessadas devem ser a meta para quem realmente deseja ter sucesso nesta área.

Tive muitos exemplos de pessoas com que trabalhei e de empresas que são os melhores exemplos deste tipo de liderança, sem dúvida aprendi e carrego comigo este espírito no meu dia a dia nunca se esquecendo de valorizar as relações pessoais.

O principal desafio de uma organização é crescer de forma sustentável, as quatro funções básicas da administração: planejar, organizar, dirigir e controlar é utilizado em todas as esferas e partes do processo.

Mas não podemos esquecer-nos de lapidar a todo o momento um excelente relacionamento entre todos e saber lidar com situações que vão muito além dos processos da gestão de Sustentabilidade.

Estamos juntos!

Em tempos de incerteza, os verdadeiros líderes em segurança não se escondem .

” Qualquer um pode liderar quando o plano está funcionando”

Mas quando quando o plano desmorona, é que assistimos quem é Líder de verdade!

Para a maioria, qualquer plano que tínhamos para 2020 provavelmente desmoronou. 

Este parece um ano divisor de águas à medida que chegamos a um acordo com o fato de que os últimos meses podem ter sido apenas a pré-temporada. 

Com uma imensa incerteza econômica se aproximando, os líderes estão parando para fazer as perguntas que são críticas para todas as organizações: Como podemos passar apenas por tudo isso, para funcionar efetivamente e até mesmo prosperando? 

Agora, mais do que nunca, as pessoas querem ser lideradas. 

Cá entre nós gestores de segurança o que uma liderança forte em momentos como este implica? 

Passei minha carreira ajudando organizações a navegar em mudanças e tive o privilégio de trabalhar e conviver com verdadeiros líderes em QSMS- RS & Sustentabilidade em ação em momentos como esses. 

Baseado em nossa vivência e experiência observei alguns pontos em uns acertaram e outros não, e gostaria de dividir com vocês 

Equilíbrio entre realismo e otimismo

A primeira coisa que os líderes eficazes fazem bem é encontrar o equilíbrio certo entre realidade e esperança. 

As pessoas precisam acreditar que dias melhores estão por vir, mas também querem saber que seu líder tem um controle sobre a realidade e é franco em confrontá-la.

 Mesmo colocar o pior cenário sobre a mesa (de forma pensativa e digerível) pode proporcionar uma sensação de alívio. 

Como os médicos lhe dirão, às vezes é mais fácil lidar com um prognóstico ruim do que viver com um diagnóstico incerto. 

Líderes fortes sabem que o otimismo é um multiplicador de força. 

Sem ela, as organizações podem rapidamente cair em diferentes estados de paralisia e, conscientemente ou não, ficar sobrecarregadas pelo medo e pela ansiedade.

 O luto por um passado que não existe mais não só impede os colaboradores de serem capazes de acessar a plenitude de suas capacidades, mas também diminui consideravelmente a capacidade da organização de resolver problemas ou imaginar um futuro mais brilhante o único antídoto para o qual é uma dose de otimismo pragmático. 

 Comunique-se com frequência e autenticidade

Quando as pessoas têm medo do futuro, elas ruminam sobre os piores cenários, e os rumores se metástases com velocidade. 

Para contrabalançar especulações inúteis, os líderes precisam se comunicar com transparência e autenticidade, tornando-se uma prioridade para serem visíveis e presentes, mesmo que não tenham todas as respostas. 

“Aparecer como o “seu eu “mais autêntico é uma poderosa ferramenta de liderança”. 

Uma boa comunicação durante uma crise requer empatia, significado e direção, que são muito diferentes de simplesmente transmitir informações.

 Estes também vão um longo caminho para fornecer aos colaboradores a sensação de conexão que eles desejam enquanto trabalham remotamente. 

Foco no propósito e na cultura

Antes de Covid-19, a vida muitas vezes parecia que estávamos correndo (ou correndo) uma corrida. 

Agora, nós nos encontramos tropeçados, sem culpa nossa. 

Enquanto há aqueles que simplesmente se levantarão e continuarão se movendo pela pista, outros estão parando por tempo suficiente para se perguntar por que eles estavam correndo nessa corrida em particular para começar. 

Por essa razão, é fundamental que os líderes dobrem de propósito e cultura. 

É exatamente quando os tempos são turbulentos e os colaboradores estão duvidando do que estão fazendo que precisam ser lembrados do “por quê” da empresa: Por que existimos? Por que alguém iria querer trabalhar aqui? Por que eles se importam? 

Manter os colaboradores engajados depende inteiramente de conectá-los ao propósito da equipe, lembrando-os de que eles pertencem a algo maior do que eles mesmos e lembrando-os de que eles são uma parte essencial da organização que ajudaram a criar.

Pausar e celebrar sucessos

Esse período tornou evidentes certas vulnerabilidades, mas também iluminou forças e capacidades que devem ser reconhecidas e celebradas em todas as oportunidades. 

Líderes fortes resistem à vontade de simplesmente manter o pé no acelerador; em vez disso, eles fazem uma pausa tempo suficiente para procurar a pedra metafórica no sapato da organização. 

Eles reconhecem que, embora certas cadências e práticas possam ter sido suficientes e ajudaram a organização a se intrometer até agora, elas são insustentáveis a longo prazo.

 Em um nível individual, cada colaborador precisa ter espaço para pausar e examinar qual pode ser sua pedra. 

Em tempos contínuos de desafio, é essencial que os líderes reforcem autoavaliação com as pessoas, destacando todos os obstáculos que superaram, os sucessos que alcançaram e as capacidades que mostraram. 

Essas qualidades e hábitos de liderança efetiva sempre foram desejados, mesmo antes do caos de 2020.

 Mas agora, mais do que nunca, é hora de os líderes trazerem o seu melhor e serem os melhores. 

Sobreviver, e melhor ainda, vencer durante a temporada depende disso.

Estamos juntos!

Minha gestão de lições aprendidas de SEGURANÇA em 2022 até agora, e as suas?

Lições para negócios e vida estão prontamente disponíveis se você estiver prestando atenção.

Com muitos projetos de consultoria tradicionais temporariamente suspensos devido ao COVID-19, as atenções se concentraram novamente para enfrentar novos desafios.

Ajudar as empresas a gerenciar com segurança suas respostas para desligar, reiniciar ou operar durante o “novo normal” tornou-se a nova missão na nossa consultoria ROBERTO ROCHE & ASSOCIADOS

Muitas lições foram aprendidas desde o início de 2020.

À medida que a economia trabalha para reiniciar, cinco considerações de segurança se destacam:

Estratégia de segurança;

Grupos com prioridades estratégicas estabelecidas para serem executados no ano corrente precisarão rever seus planos contra as novas táticas de resposta pandêmica e prevenção, inesperadamente impostas aos profissionais de segurança e equipes ou comitês.

O que você ainda pode assumir no restante deste ano, e o que precisa ser adiado para os anos subsequentes?

Perfil de Risco Alterado;

Com os requisitos de distanciamento físico, muitas organizações tiveram que redesenhar como o trabalho é realizado.

Sempre que o trabalho é alterado, o perfil de risco tem a oportunidade de mudar também.

Além disso, muitas empresas têm novas quantidades grandes de desinfetantes para as mãos à base de álcool.

Eles são armazenados corretamente em armários de líquidos inflamáveis ou em áreas protegidas por um sistema automático de irrigação?

Que outros riscos mudaram? Sua matriz de risco foi avaliada ou atualizada?

Confusão de Comunicação;

Use uma máscara”. “Não use máscara.” “Desligue e fique em casa.” “Reabra; estamos indo na direção certa. “Fechar; estamos indo na direção errada.

Estes são exemplos fáceis da confusão em massa e frustração sentida por qualquer um que assista às notícias ou coletivas de imprensa nos últimos quatro meses.

Perceba a rapidez com que a credibilidade é perdida quando a mensagem não está clara ou muda repetidamente.

Quão claras, consistentes, multidirecionais e transparentes são suas comunicações?

Como você está verificando as mensagens que está enviando?

Eles estão sendo recebidos e compreendidos?

Narrativas;

Desde que a pandemia começou, as narrativas foram rapidamente criadas e alteradas, e essas narrativas mudaram o comportamento da sociedade.

Quem tiver a voz mais alta e influente moldará a narrativa em um pequeno grupo, cultura ou sociedade.

São as histórias que perpetuarão ou mudarão a cultura.

Como vimos, sem nosso acesso às informações ou dados certos, uma narrativa será criada que normalmente não será a que você deseja.

Se você quer mudar a narrativa, você tem que mudar crenças. Para isso, você deve mudar as informações e experiências.

Com a notícia de mudanças nos acontecimentos atuais, vimos isso em grande escala.

Considere quem está moldando a narrativa dentro de sua cultura ocupacional.

Como você vai reforçar as histórias desejáveis?

Como você vai mudar as indesejáveis?

Controle vs. Influência;

A pandemia apresentou um interessante e infeliz estudo de caso sobre controle e influência do comportamento humano, como algumas pessoas voluntariamente cumprem os mandatos do governo, enquanto outras resistem abertamente até mesmo a pedidos de mudança comportamental por meio de métodos influentes.

Dentro das corporações, sempre existirão comportamentos que são necessários e devem ser controlados, pois ajudam a prevenir lesões graves.

Outros comportamentos só podem ser abordados através da influência. Quão claros são esses dentro do seu grupo?

Quão consistentes e oportunos são seus esforços para controlar e influenciar o comportamento?

À medida que muitas organizações voltam às operações normais, elas são capazes de reorientar seus esforços em sua busca pela excelência em segurança.

Embora alguns riscos possam ter mudado, é necessária uma estratégia que garanta uma comunicação eficaz, perpetua as narrativas certas e reconhece que nem todo comportamento pode ser controlado, nem deveria ser.

Estamos juntos!

Aprenda com os meus erros, matriz de materialidade, para que te quero

Chegamos ao ponto de estarmos com 34 projetos (eólicas, PCHs, solar, geotérmica, biogás) distribuídos pela África Asia e Oriente Médio para o fundo ESG que trabalhava.

A matriz de materialidade sempre foi um ferramental fundamental para tomada das minhas decisões.

Mas errei…..

Adquirimos três ativos, e quando pedi a matriz de materialidade para auditar antes de iniciar as ações etc.

Não prestei a devida atenção como deveria e, era minha função com Head, apesar de que a empresa que tinha realizado, possuir um bom nome na praça, confiei demais.

Resumindo, o relatório estava totalmente equivocado, finalizando, problemas mil com os stakeholders, paralisações, greves e quase a comunidade tocou fogo nos projetos adquiridos.

Fomos em uma direção baseado no relatório da matriz e não era nada daquilo

Até meu plano de crise/emergência que é baseado matriz de materialidade, mapeamento de stakeholders e outros detalhes, estava furado.

Errei feio, por não auditar a fundo e não ir em loco verificar as informações dos relatórios

Grande dor de cabeça naqueles tempos             

A definição de temas relevantes para uma empresa e o envolvimento de stakeholders de forma ampla e efetiva na identificação dos impactos e interesses externos vinculados ao negócio são práticas já estabelecidas em alguns países da Europa, mas ainda recentes no Brasil.

Porém, tem crescido significativamente o número de companhias que relatam a adoção deste processo nos últimos anos.

Todas as empresas podem realizar um processo de materialidade, desde que este processo seja transparente e que a empresa relate a definição utilizada e a metodologia de priorização aplicada para as partes consultadas.

O que é materialidade?

E essa tal de Materialidade é um princípio contábil que foi adaptado pela área de sustentabilidade para identificar os aspectos não-financeiros relevantes para a empresa.

 Essa identificação pode ser realizada com viés diferentes dependendo da definição de materialidade com que a empresa está trabalhando.

 O ponto é o que é significante para a avaliação ou tomada de decisão das partes interessadas ou focar em fatores que impactam o potencial de criação de valor de curto médio e longo prazo.

 Apesar dessas abordagens parecerem divergentes, elas podem convergir se considerarmos que fatores que são importantes para as partes interessadas podem impactar na criação de valor de uma empresa, seja no curto, médio ou longo prazo.

Como as empresas podem identificar os temas relevantes e como priorizar estes temas?

Cabe a empresa identificar quais stakeholders devem ser consultados e os meios de consulta a serem utilizados.

Cada empresa também deve selecionar os critérios para priorização das questões levantadas e como incorporar o resultado do processo no seu planejamento estratégico. Isso pode ser feito com apoio de consultoria especializada ou não. 

Realizar análises de materialidade setoriais que podem servir de referência, porém com devido cuidado, considerando que a análise se baseou na realidade Norte Americana e que a materialidade pode variar entre empresas dentro de um mesmo setor.

Após identificar os grandes temas da companhia, qual o próximo passo?

O estudo de materialidade, além de prover a base para o processo de relato, pode ser uma ferramenta importante para a priorização de ações e integração das práticas de sustentabilidade à estratégia e gestão das companhias.

Por que é importante a inclusão da cadeia de suprimentos em um processo de materialidade?

A crescente escassez de recursos naturais (como por exemplo água) aliados com as mudanças climáticas estão modificando o perfil de riscos para as empresas.

 A maioria das empresas estão cientes da magnitude dos riscos ambientais de suas cadeias de valor e os consequentes riscos e oportunidades financeiras dos quais estão expostas.

Como pode ser aplicado o processo de materialidade? É possível uma empresa de pequeno porte aplicar?

 Qualquer empresa pode realizar um processo de materialidade.

 O importante é que esse processo seja transparente, no qual a empresa relata a definição utilizada, as partes interessadas consultadas e a metodologia de priorização aplicada.

Quais as consequências para a empresa que não se atentar à importância da materialidade?

Dessa forma, não se traduzem em resultados ou atingem seus objetivos. Sem análise de materialidade, a empresa está fazendo uma gestão de sustentabilidade no escuro.

Qual a relevância da materialidade para a sustentabilidade dos negócios?

Considerando isso, o objetivo da análise da materialidade é identificar que aspectos ambientais, sociais e de governança protegem e agregam valor ao negócio.

Estamos Juntos!            

Uma estrutura tática para abordar percepções de risco e práticas de risco seja do trabalho ou impactos socioambientais do ESG!

Em um dos recentes trabalhos que realizamos em uma planta, o gerente compartilhou uma observação de um novo colaborador assumindo um risco significativo.

Depois que o gerente conversou com o novo colaborador, ficou claro que o este não tinha conhecimento dos perigos inerentes ao segmento operacional

O gerente compartilhou comigo: “Pensei que tínhamos superado isso. Não fazíamos isso há anos.”

 Ao falar sobre o assunto com o gerente, soube-se que ninguém estava compartilhando esses riscos durante a integração de novos colaboradores.  

Alôoo cadê a comunicação de risco ISSO 31000? Estes não foram meus alunos de riscos rsrsrs

A integração estava criando armadilhas ao erro humano!

Quão bem a sua integração com os novos colaboradores se encontra para as expectativas e práticas declaradas que talvez sejam tomadas como garantidas?

 Quando as práticas de segurança se tornam culturais (“a maneira como fazemos as coisas por aqui”), às vezes essas práticas são esquecidas ao educar e treinar novos colaboradores.

Aproveitando a metodologia “PDCA”, o que se segue é um processo desenvolvido para ajudar as organizações que enfrentam novos desafios de treinamento e integração de colaboradores.

Planejar: Coletar e revisar dados.

 Realizar conversas de risco “aceitáveis versus inaceitáveis” com as equipes existentes.

Pergunte-lhes:

 “O que você considera um risco aceitável?

 O que é inaceitável?

Essas informações de percepção coletadas a partir de uma amostragem de colaboradores (eventualmente de todos) e, em seguida, da gestão, dirão suas perspectivas e quão bem alinhados os colaboradores estão com a gestão.

 Realizar observações de práticas de trabalho.

Discuta porque certas precauções são tomadas.

Se for observado um risco ou desvio das práticas esperadas, trabalhe para identificar a influência no comportamento.

Crie uma lista de percepções que precisam mudar e influências que precisam ser abordadas.

Faça: Desenvolva ações corretivas.

 Mudar as percepções requer novas informações e novas experiências.

Identifique quais informações seriam necessárias para levar a uma mudança de pensamento.

Também identificar quais experiências os indivíduos precisariam ter e por quem mudar as percepções indesejáveis sobre o risco.

 Desenvolva uma lista de ações para abordar as influências sobre o risco.

O que torna difícil ou impossível conduzir o trabalho de acordo com o plano dentro do sistema de trabalho e do meio ambiente?

O que pode impedir que as práticas seguras desejadas ocorram todos os dias, todos os dias?

Execute os planos de ação escolhidos para melhorar a cultura, os sistemas de trabalho ou o ambiente de trabalho.

Confira: Isso levou a um resultado melhorado?

 Repita a conversa de risco “aceitável versus inaceitável”.

 As ações corretivas mudaram as percepções?

Realizar observações de práticas de trabalho novamente e discuti-las com os colaboradores.

As ações corretivas abordaram as influências nos comportamentos?

O trabalho está ocorrendo regularmente para planejar sem desvios ou surpresas recentes?

Ato: Desenvolver um Processo Sustentável.

Envolver trabalhadores experientes na criação de uma lista de riscos “não tomamos” bem como “precauções que fazemos”.

 Considere uma lista geral e, em seguida, trabalhe para torná-la equipamento ou tarefa específica.

 Desenvolva um processo para permitir facilmente o relato quando ocorrem desvios dos resultados esperados.

Com exemplos, deixa claro quando é desejável parar o equipamento ou o trabalho.

 Adicione essas informações ao novo integração de aluguel e considere ter colaboradores experientes cobrindo isso com novos colaboradores.

 Desenvolva um processo de mentoria entre colaboradores novos e experientes, para que isso possa ser reforçado ao longo dos primeiros meses ou mais para tarefas mais complexas.

Melhore continuamente as contratações por segurança.

Desenvolva perguntas comportamentais para obter insights sobre as perspectivas dos candidatos sobre segurança e sua tolerância ao risco antes de estender ofertas de emprego ou aceitar trabalhadores temporários no ambiente de trabalho.

Como descrito, esse processo tem funcionado bem para vários clientes.

 Sinta-se livre para melhorá-lo continuamente usando-o como uma estrutura para personalizar a abordagem para suas necessidades específicas.

Estamos juntos

Aprenda com meus erros, auditoria interna de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade.

Quando locado no corporativo, não me lembro bem de quantas unidades estavam baixo nossa gestão de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade, mas com certeza eram mais de 70, em diferentes continentes.

Naquele momento, algumas estavam para passar pela recertificação (corre para achar os documentos!!)

Ao mesmo tempo, minha atenção estava toda voltada também para outras unidades que estávamos acompanhando as auditorias ambientais de aquisição.

Pois estávamos em um processo de fusões e aquisições (M&A) e a questão de passivo de ambiental sempre me preocupava, pois não poderia deixar passar o assunto despercebido e depois ter nas mãos um problemão, civil e criminal e de custo de remediação estratosféricos para lidar, possivelmente perderia meu trabalho.

Quem é da área de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade e do jurídico e já sentiu na pele, entende bem o que eu falo.

Bem, com tantas ações em curso, recebo um telefone de um dos diretores de operações de uma dessas unidades, informando que não iam ser recomendados para a ré certificação e com isso o nosso maior cliente deixaria de comprar.

Mas como? Não me disseram que estava tudo bem, as auditorias internas não lhe disseram nada?

Que auditoria interna? Ahhh aquelas …, não prestei atenção o que o gerente de QMS-RS e Sustentabilidade informou.

Não preciso dizer o meu desespero, pego o avião e vou dar suporte ao meu companheiro da área.

Na auditoria interna informava tudo, ações corretivas etc.

E ninguém da direção prestou atenção !!!, o resultado disso ……, deixa para lá.

Mas me senti mal, em ter entrado em uma zona de conforto achando que todos das operações já tinham entendido a importância de uma auditoria interna.

Desde aquele dia criamos na organização uma ação com a comunicação de cada a 6 meses um alerta sobre o risco de não dar a importância as auditorias internas.

Se o meu o meu “Personal Angel “, não tivesse me dado um momento de reflexão para depois pedir e acompanhar as outras auditorias internas de outras unidades, estaria contando esta história de outra maneira.

Auditorias internas são a base dos sistemas de gestão como ISO 9001, ISO 14001, OSHAS 18001 e ISO 26000.

Auditorias interna de QSMS-RS em qualquer caso não são meras formalidades, são uma poderosa ferramenta para melhoria contínua graças ao seu caráter de análise que permite verificar o acompanhamento e a verificação da efetiva de implementação de sistema de gestão, entre outros aspectos.

Compreender o objetivo das auditorias internas e as características que devem ser a chave para todas as empresas que têm implementado um sistema de gestão ou que estão pensando em fazê-lo.

Auditoria não é nada menos nem mais de um processo sistemático, independente e documentado para a obtenção de evidencias e avaliando objetivamente para determinar a extensão dos critérios se estão conformes.

Ou seja, é um teste e, como teste, perseguem um objetivo muito específico: avaliar o sistema da gestão implantada na empresa e como a empresa continua suas indicações, bem como a sua evolução para melhoria contínua.

Como eu disse antes, não pode ser considerado como um documento sem valor, ou, como algumas empresas consideram, uma mera formalidade para certificação.

Pensando assim só conseguimos miná-la, desvalorizando a sua contribuição para a empresa.

Também não podemos encarar a auditoria interna como uma ferramenta para encontrar culpados de não conformidades.

Ela segue critérios das normas, mantendo a objetividade e independência do auditor.

Muitas vezes os colaboradores podem se sentir sob pressão, e vão enxergar a auditoria como um processo de polícia e atuarão como tal.

Auditorias internas são caracterizadas por: uma verificação metódica, independente, documentada e baseada em evidências objetivas.

Marcada pela objetividade, e centrando-se tanto o lado positivo e de não-conformidades.

O objetivo do meu texto, é o alerta, quanto ao meu erro em não ter avisado da importância a todo setor operacional das unidades, podem ser resumidos nos seguintes pontos.

A auditoria interna é sua “amiga “.

Serve para te ajudar, avaliar se os documentos do sistema atendem os requisitos legais, regulamentares e contratuais, estabelece o nível de conformidade com os procedimentos, verifique todos os níveis da empresa seguiram os procedimentos, se o conjunto de objetivos são alcançados, indicam os pontos que precisam ser melhorados, e qual seria as ações corretivas para corrigi-los.

Propões oportunidades de melhoria!

Servem para evitar problemas futuros!

E, por último, mas não menos importante, ajuda a melhorar continuamente.

Diante do exposto acima, aprenda com meus erros!

Estamos juntos.

Algumas dicas de como construir uma cultura de segurança do zero.

Uma série de ações positivas de curto prazo e mudanças nos processos de segurança podem fazer uma diferença duradoura. 

A “segurança no local de trabalho” tornou-se uma frase de ordem em 2020, uma vez que a pandemia tornou as preocupações de segurança relacionadas à disseminação do COVID-19 uma prioridade máxima para a maioria dos líderes empresariais. 

Defender todos os aspectos da segurança no local de trabalho desde a manutenção da saúde até a mudança de práticas e processos até a previsão de lesões, quase acidentes, danos materiais e outras questões de liderança, é o resumo minha vida profissional.

Por quase 4 décadas, trabalhei com organizações globais de energia, mineração, petróleo e gás, e outras indústrias para ajudar a construir uma cultura de segurança em seu local de trabalho. 

Segurança é tudo sobre as pessoas, e construir uma cultura de segurança é sobre incutir comportamentos que se tornam a norma. 

Não é algo realizado em um curto espaço de tempo normalmente, leva de cinco a dez anos e requer patrocínio executivo.

E é evidenciado por uma resistência em toda a organização a condições precárias e comportamentos de risco. 

Mas ações positivas de curto prazo e mudanças nos processos e sistemas de segurança podem, com o tempo, contribuir para a construção dessa cultura. 

Sim, isso inclui organizações tomando medidas para proteger seus colaboradores de serem infectados pelo Coronavírus. 

Mas isso também significa que os próprios colaboradores se intensificam para evitar espalhá-lo para seus colegas.

A segurança no local de trabalho abrange todos os fatores que afetam a segurança, a saúde e o bem-estar de todos incluindo condições e processos de trabalho seguros, falta de riscos ambientais, salvaguardas contra o abuso de drogas e álcool e intolerância à violência no local de trabalho. 

Entre as organizações com quem trabalho, algumas parecem estar bem no caminho para alcançar essa cultura. 

Outros estão fazendo mudanças e chegarão lá em algum momento. 

Ainda assim, outros têm uma longa jornada pela frente, e podem nunca o fazer sem alterar seu estilo, pensamento e/ou abordagem. 

Aqui estão alguns sinais (ou seja, indicadores líderes) que vejo nas corporações construindo com sucesso uma cultura de segurança. 

 Colaboradores mais engajados e capacitados

A “cultura” de uma organização é uma construção teórica, uma qualidade de ambiente desenvolvida ao longo do tempo. 

Quando visito empresas, costumo focar mais no “clima” organizacional, as coisas que acontecem no dia a dia que são impactantes e podem ser vistas como proxies para a cultura abrangente.

 Descobri que um clima é mais positivamente afetado por um alto nível de engajamento entre líderes e colaboradores.

 Isso significa que a maioria das pessoas sentem que é uma parte vital da organização.

 Essa interação é propícia para líderes e colaboradores dispostos a trabalhar juntos para criar regras, diretrizes e práticas de segurança e, em seguida, focar na identificação de lacunas nos processos e sistemas que dificultam o seguimento desses princípios. 

Ao engajar ativamente seus colaboradores de forma proativa, você alcançará o verdadeiro empoderamento. 

 Maior ênfase em medidas proativas e métricas de segurança 

Muitas organizações se concentram principalmente no que eu chamo de “indicadores de atraso”: a taxa de lesões, o número de incidentes, danos materiais, paralisações de trabalho, e assim por diante. 

Estes são importantes para rastrear, com certeza.

 Mas todos eles vêm depois do fato. 

Culturas fortes são mais preditivas e não reativas. 

Que tal colocar uma maior prioridade nos principais indicadores, tais como: 

● Quais são nossas taxas de treinamento e número de pessoas treinadas? 

● Qual é a nossa pontuação em nossas auditorias corporativas? 

● Quão rapidamente estamos fechando questões abertas? 

● Estamos fornecendo feedback aos colaboradores? 

● Estamos tomando a iniciativa de ter conversas positivas sobre segurança? 

Além disso, muitas organizações usam caminhadas de segurança como oportunidades para “envergonhar e culpar” as pessoas pegas no ato de fazer algo arriscado.

 Essa “gestão pelas regras” também não é proativa e pode não induzir mudanças de longo prazo.

 De fato, a “gestão” de segurança de descoberta de falhas e de cima para baixo pode, em vez disso, criar uma cultura de medo e evasão. 

Em geral, as pessoas estão mais motivadas para alcançar resultados positivos, em vez de evitar resultados negativos. 

Construir uma cultura de segurança requer uma abordagem proativa, com a maior parte do aprendizado proporcionado na parte frontal. 

 Movendo a segurança de “fora ” para “dentro “

Um gerente pode dizer ao seu colaborador “Preciso que use seus óculos de segurança porque é uma regra da norma.” 

Esse tipo de “gestão de segurança” é o que eu chamo de foco na segurança de fora para dentro.

Significa se importar menos com a pessoa e mais em ter certeza de que está seguindo as regras. 

Também habita mais no “o que eu preciso que você faça” em vez do “por que faz sentido fazê-lo”. 

Mais impactantes “líderes de segurança” valorizam a criação de conversas de segurança. 

Eles podem mostrar mais empatia dizendo algo como: “Ei, eu sei que está quente lá dentro, e esses óculos estão embaçando e tornando difícil de ver. 

Mas não quero ver você se machucar ou perder a visão.

 Então, vamos ter certeza de que você usa seus óculos para evitar que você se machuque e defina um exemplo seguro para os outros.” 

Dessa forma, as pessoas se motivam de dentro para fora ouvindo menos sobre as regras e mais sobre sua segurança pessoal. 

É provável que eles não só façam o que você pede, mas também tomarão decisões mais seguras depois disso.

 As pessoas estão muito mais motivadas a fazer coisas em que acreditam em vez de fazer algo simplesmente porque é uma regra. 

Por exemplo, forçá-los a usar seus óculos por causa das regras pode persuadi-los a fazer exatamente isso, mas apenas isso. 

Focar em sua segurança acima e além das regras pode motivá-los a usar não apenas seus óculos, mas também suas luvas e revestimentos faciais, e manter seis metros de distância dos outros, para dar um exemplo seguro para seus colegas de trabalho. 

 Sinalização que relaciona a segurança para ajudá-lo e outros

Eu vejo um monte de sinais postados nas empresas que visito, e alguns gritam com zeros vermelhos com linhas através deles e a palavra “NÃO!” espalhados por toda parte.

 É necessário ser condescendente com os colaboradores para obter o comportamento desejado? Em culturas de segurança forte, acho que não. 

Vamos dar um sinal comum na pandemia atual: “Lave as mãos”.

 Isso diz exatamente o que você deve fazer. Ou “Lave as mãos por pelo menos 20 segundos.” 

Mas que tal: “Lave as mãos por 20 segundos para salvar sua família, amigos e colegas de trabalho de obter COVID-19”? 

Esse tipo de mensagem pode motivar melhor; isso os ajuda a internalizar porque estão lavando e perceber que estão fazendo isso também para colegas de trabalho, família, amigos e suas comunidades. 

Nos meus dias de faculdade, eu trabalhava em uma grande organização, onde eu ajudava a pesquisar o comportamento relacionado ao uso de corrimão.

 Esta empresa tinha um pátio central com uma fonte no meio e uma escada de mármore.

 Cedo pela manhã, os degraus, cobertos com umidade, muitas vezes se tornariam escorregadios. 

Usar um corrimão para percorrer esses passos foi o comportamento que buscamos. 

Mas nos testes realizados, observamos que apenas 30% dos usuários estavam fazendo isso. 

Três prédios diferentes nesta organização levavam à escadaria, o que nos permitiu testar três placas diferentes.

 Qual você acha que gerou o uso mais de corrimão? 

“Por favor, use o corrimão ao subir e descer as escadas.” 

“Cuidado, as escadas podem estar molhadas. Por favor, use um corrimão ao subir e descer as escadas.” 

“Defina um exemplo seguro para seus colegas de trabalho. Use o corrimão ao subir e descer as partidas.” 

Todos tiveram um impacto positivo. 

O primeiro elevou o uso para 40%, e o segundo para 50%. 

Mas o terceiro sinal foi o vencedor claro; mais do que dobrou o uso do corrimão para 65%, de acordo com nosso estudo. 

Seguindo essa mesma abordagem sobre os colaboradores dando um exemplo e impactando todo um grupo ou organização deve obter os melhores resultados quando se trata de sinais e conversas sobre o uso de EPI e outras práticas de segurança. 

Segurança que é tornada conveniente

As pessoas são muitas vezes impulsionadas pelo que é mais rápido, mais confortável e mais conveniente. 

Pedir aos colaboradores para lavar as mãos antes de ir para a sala de descanso quando os banheiros estão a alguma distância em outra direção pode não ser rápido ou conveniente. 

Colocar estações temporárias de lavagem de mãos no caminho para a sala de descanso, por exemplo, tornará mais fácil fazer a coisa segura. 

Da mesma forma, redirecionar passarelas para que os trabalhadores caminhem em apenas uma direção, e fornecendo marcadores para que eles saibam que estão ficando seis metros de distância um do outro, são outras maneiras de alcançar os resultados desejados. 

São sinais que demonstram o compromisso de uma empresa com um local de trabalho mais seguro e a construção de uma cultura forte. 

Segurança é sobre as pessoas.

 Ter conversas ao invés de ditar regras. Ajudar os colaboradores a olhar uns para os outros e se concentrar no “porquê”, não no “o quê”. Leva tempo para construir uma cultura de segurança, mas geralmente vale a pena! 

Seguindo essas sugestões, todos nós podemos ajudar a alcançar nossa visão de eliminar a morte no trabalho até 2050.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros , complacência mata!

Acreditar que a gestão do ESG / QSMS-RS e gestão de riscos socioambientais só geram custo, é porque ainda não realizou as consequências da falta ou má gestão destes.

Ou talvez, goste de emoções fortes em sua Governança Corporativa e não entendendo como valor o meio ambiente e as comunidades a sua volta.

É grande a responsabilidade do gestor de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade, pois a imagem da empresa em algumas situações está em suas mãos.

Quanto custa para a imagem da empresa, um grande acidente ambiental?

Quanto custa uma alta taxa de acidentes com afastamento?

Quanto custa ter seu produto rejeitado por falta de qualidade?

Delegar responsabilidades a um profissional sem experiência por ser mais em conta pode custar o negócio.

E ainda encontramos empresas em insistir nesta filosofia!

Se alguma coisa pode dar errada, vai dar errada essa máxima é muito mais potencializada quando temos profissionais com baixa qualificação e falta de experiência.

Todo departamento de QSMS-RS e Sustentabilidade possui seus custos e devem ser muito bem administrados.

E como todo investimento tem que dar retorno, se investimento é baixo não se pode esperar grandes resultados.

Senão, vejamos; Acidentes de trabalho podem ser fatais ou causar mutilações e quando acontece o fator psicológico dos colaboradores é afetado e com isso toda a produção.

E o gestor de ESG / QSMS-RS não se pode deixar levar pela complacência.

Imagina a situação com 6000 colaboradores em um estaleiro ou 3000 colaboradores em uma obra de construção civil pesada abrindo exceções a toda a hora, porque um encarregado ou um gestor da produção está atrasado!!!!!!

Vivi ambas as situações nãos só uma vez, e é desafiadora a responsabilidade.

Você pode não ser a pessoa mais amada do projeto, mas sua consciência com dever cumprido perante a organização na qual delegaram essa responsabilidade para preservar vidas e proteger o meio ambiente é sua recompensa.

Não estou falando que se deva exercer o papel de polícia inquisidora (como mencionado no início deste texto) e sair cobrando capacete e mais nada, mas sim a de exercer um papel de forte liderança e persuasão junto à equipe e seus colaboradores para implantar uma cultura de segurança e de sustentabilidade.

Não existe pior acidente na minha opinião e experiência própria nestes anos como os causados por vazamentos de H2s. (chamado de assassino silencioso, pois não tem odor e altamente inflamável).

Quando trabalhava nos Emirados, em um fim de semana (sempre nos feriados), a manutenção acusou um defeito em uma válvula em uma estação transferência de produto.

Uma equipe que estava deixando o turno decidiu ir verificar. Como estavam com pressa, não quiseram esperar uma autorização de permissão de trabalho, não quiseram levar EPI, não se prepararam e nem tomaram conhecimento dos procedimentos de segurança.

Ao gestor de QSMS- RS de turno imploraram que fosse complacente “SÓ DESTA VEZ” e deixassem passar por cima de todos os procedimentos.

E ele deixou passar!

Chegando ao local o primeiro desceu (espaço confinado) para verificar qual era o problema da válvula, e caiu desmaiado, o segundo, o terceiro até ao quinto colaborador fizeram o mesmo um atrás do outro em solidariedade na intenção de resgatar.

Ninguém deu o alerta e o último que não entrou, assistindo à situação chamou a emergência.

Ao chegar uma equipe de resgate que não tinha treinamento, mas muito boa vontade em ajudar, desta vez trouxe as máscaras resgatou um e deu água a este que resultou em uma reação ácida na garganta (nunca poderia ter feito, H20+H2s =ÁCIDO) e esse veio a falecer também.

Não vou me esticar nesta tragédia, pois até hoje me vem a memória o fato. Os acontecimentos narrados aqui foram depois esclarecidos através da investigação do acidente e vale lembrar que a válvula com defeito já tinha dado problemas antes e o pessoal da manutenção tinha deixado para depois para resolver o problema.

Mas resumindo: O gestor foi complacente e deixou “só daquela vez “realizar atividade sem os procedimentos. COMPLACÊNCIA MATA!

Procedimentos e normas de segurança deveriam ser redigidos com letras vermelhas, porque em algumas situações foram escritas com sangue.

Pessoas morreram ou foram mutiladas por falta de procedimento ou de uma norma de segurança escrita e bem treinada.

Quanto vale uma vida humana? Quanto vocês acham, que custou este acidente a imagem da empresa?

Complacência mata! E o custo da falta investimento em QSMS-RS e sua gestão de riscos pode trazer consequências desastrosas ao resultado do negócio.

Estamos juntos!

Transição para uma cultura de segurança positiva, fundamental para o sucesso da sua gestão.

A essência do comportamento seguro (BBS) reside em observar o comportamento dos colaboradores para entender e modificar o ‘ indesejável ‘ para ‘ desejável ‘.

Identificar e comunicar comportamentos “chaves” diminuem os riscos associados à execução de tarefas.

 Ao observar o comportamento de um colaborador, os gestores podem usar o design de fluxo de trabalho e análise de tarefas para avaliar e identificar perigos mecânicos, físicos e ergonômicos de suas funções.

Alguns colaboradores integram intuitivamente comportamentos seguros em suas ações, e alguns não na execução de tarefas.

 Este fator diferenciador é a causa de muitos acidentes e trabalhar com segurança, a cautela é uma obrigação em tais casos.

Embora BBS ganhou força nos últimos anos, é preciso lembrar que o comportamento é apenas um dos muitos aspectos da segurança na organização.

 A percepção de atitudes de segurança de um indivíduo, os valores são influenciados pela cultura da equipe que ele/ela faz parte.

Uma cultura de segurança positiva incentiva uma mudança para um comportamento que é culturalmente desejável e aceitável.

Abordagem organizacional para a segurança serve como uma linha de base como os líderes se esforçam para traduzir as lições de segurança em procedimentos práticos para otimizar o engajamento de qualidade.

 A ênfase reside no aumento da frequência de comportamentos relacionados à segurança e na diminuição das ocorrências de comportamentos de risco.

Aqui, o foco é maior na importância fundamental na cultura de segurança da organização e no clima como as políticas e práticas de gestão forma e influenciam o comportamento de segurança.

 Para conseguir isso, as organizações devem gerar uma disposição em seu pessoal para trabalhar colaborativamente.

Seguem algumas sugestões baseadas em nossas vivência e experiência nesses +35 anos.

 Educar: os gestores de segurança devem explicar a justificativa por trás de um determinado conjunto de procedimentos que os funcionários precisam seguir.

Por meio disso, os colaboradores assumem a posse e se tornam auto direcionados em vez de dirigidos por outros.

Ouvir: escuta empática, onde os gerentes levam tempo para aprender antes de oferecer aconselhamento, direto ou apoio gera vontade em um indivíduo.

Ele personaliza criativamente um plano de ação para atingir um determinado resultado relacionado à segurança.

Engajar: ao avaliar qualquer incidente, facilitar as interações em grupo pode criar valor e construir uma boa cultura de segurança.

Visão ampliada além dos números: compartilhar um compromisso pessoal, responsabilidade e conduzir para a segurança incentiva uma atmosfera conducente a uma cultura positiva da segurança.

Para definir as expectativas para práticas de trabalho seguras, controle de perigos, relatórios de incidentes, uma amalgamação de ambas as abordagens é necessária.

Isso pode ser expresso como uma abordagem de cima para baixo, começando no nível operacional e trabalhando para baixo, em todo e além.

Este processo pode envolver avaliações de risco, auditorias de segurança, questionários de saúde e segurança e auditorias de stress.

Estas estratégias aumentam o efeito benéfico da segurança e nutrem um local de trabalho “livre de acidentes”

Além disso, as respostas de recompensa proporcionam um terreno fértil para a vontade e as pessoas colaboram com uma causa comum.

Tais medidas podem gerenciar aspectos no trabalho, demandas, controles, suportes, relacionamentos, papel e mudança.

Ambas as abordagens devem ser implementadas ao mesmo tempo para que a mudança não seja segregada a parte, em vez disso, a mudança, é uma mudança para uma nova maneira de fazer, sempre com segurança!

Estamos juntos!

Gestão de resíduos de acordo com a ISO 14001, o básico primeiro, por favor!

Em nossos trabalhos acompanhando os clientes, nao é novidade surgir dúvidas sobre o tema resíduos, principalmente em época de economia circular, aterro zero etc.

Todos querem, todos tem ideias o que é muito bom, o meio ambiente agradece

Mas como sempre digo, começa pelo básico primeiro, que não é fácil!

Depois parta para suas metas e ambições quanto a gestão de resíduos, mas primeiro o básico por favor

Há muito mais para a gestão de resíduos do que a simples coleta de lixo e o despeja em um aterro sanitário. 

As organizações usam rotineiramente materiais perigosos que, quando mal manuseados, representam uma ameaça à saúde humana e ao meio ambiente.

 Esses materiais são encontrados em itens cotidianos, como lâmpadas fluorescentes, dispositivos eletrônicos e certas baterias, bem como em substâncias como óleo e solventes. 

A ISO 14001 fornece uma estrutura e uma abordagem estruturada para o manuseio de resíduos.

 Durante a identificação e avaliação dos aspectos ambientais, você determinará quais resíduos estão surgindo em seus processos, e com controles operacionais você definirá como os resíduos serão tratados. 

A gestão de resíduos é o processo de tratamento de resíduos, e oferece uma variedade de soluções para reciclagem de itens que não pertencem ao lixo.

 Este é um processo que cada família e empresário do mundo precisa. 

O manejo de resíduos descarta os produtos e substâncias que você usou de forma segura e eficiente. 

A ISO 14001 não prescreve as etapas no manuseio de resíduos, e todas as organizações podem abordá-las de acordo com suas necessidades, mas existem algumas etapas comuns no processo: 

 Avalie seus resíduos;

Para poder lidar adequadamente com os resíduos, a empresa precisa primeiro determinar se os resíduos são perigosos ou não, e se o manuseio desse lixo em particular é regulado pela legislação. 

 Esta etapa é muitas vezes chamada de classificação ou categorização dos resíduos. 

 Armazene seus resíduos;

Dependendo do tipo de resíduo, haverá diferentes requisitos em termos de instalações de armazenamento.

 Os resíduos podem estar em forma sólida ou líquida, por isso é importante armazená-lo de acordo com suas características.

 Os resíduos perigosos devem ser armazenados em um recipiente resistente à prova de vazamentos que é mantido fechado quando não adiciona ou remove resíduos. 

Diferentes tipos de resíduos podem exigir diferentes tipos de recipientes de armazenamento.

 O recipiente deve ser rotulado com as palavras “Resíduos Perigosos”, uma descrição clara do conteúdo e a data em que o resíduo é colocado pela primeira vez no recipiente. 

Os recipientes devem ser armazenados em uma superfície impermeável com espaço suficiente para permitir inspeções semanais de contêineres. 

Os requisitos adicionais para armazenamento ao ar livre incluem: 

  •  Controlando o acesso aos contêineres
  •  Protegendo os recipientes dos elementos
  • Armazenando recipientes de resíduos líquidos em uma superfície freada e impermeável para conter vazamentos acidentais 

Rotule os resíduos;

O lixo não tem risco de ser rotulado de forma especial.

 Por outro lado, a rotulagem de resíduos perigosos é frequentemente prescrita por lei e, na maioria dos países, a empresa deve obter uma licença para até mesmo gerar alguns tipos de resíduos perigosos.

 O rótulo para marcar resíduos perigosos embalados geralmente contém as seguintes informações:

Aviso: RESÍDUOS PERIGOSOS

Informações sobre o proprietário do lixo que embalou o lixo: nome, endereço, telefone, data da embalagem, nome e sobrenome da pessoa qualificada para ser responsável por esse trabalho

Características físicas dos resíduos: pó, substâncias sólidas, viscosas, pastas, lodo, substância líquida, substâncias gasosas, substâncias gasosas.

 Transporte e descarte seus resíduos corretamente;

A organização é responsável por seus resíduos perigosos para sempre. 

Para ajudar a garantir que os resíduos perigosos sejam transportados e descartados corretamente e, para reduzir sua responsabilidade, escolha um transportador que cumpra os seguintes requisitos: 

  •  Tem um número de identificação de resíduos perigosos
  •  Atualmente é licenciado ou permitido como um transportador de resíduos perigosos
  •  Cumpriu requisitos específicos de treinamento
  •  Mantém seguro de responsabilidade adequado
  •  Carrega credenciais no veículo
  •  Transporta os resíduos para uma instalação de resíduos perigosos permitida

 Plano para emergências;

O manuseio de resíduos perigosos deixa espaço para emergências causadas por maus tratos ao resíduo ou qualquer outra causa. 

Plano para emergências das seguintes maneiras: 

  •  Mantenha o derramamento e os equipamentos de resposta de emergência adequados em uma área acessível.
  •  Treine os colaboradores nos procedimentos de resposta de emergência que são apropriados para o seu site.

Treinar pessoal;

Treinar todos os colaboradores que tenham qualquer papel no manuseio, armazenamento ou gerenciamento de resíduos perigosos é um passo necessário para garantir o cumprimento das regras de resíduos perigosos. 

O pessoal deve estar familiarizado com os perigos de cada resíduo, procedimentos de segurança adequados e todos os aspectos da conformidade. 

Para cada um dos colaboradores que estarão engajados em qualquer segmento do sistema de gestão de resíduos, é necessário fornecer treinamento adequado e condições de trabalho. O treinamento deve incluir uma introdução a: 

  •  Procedimentos básicos para a gestão de resíduos;
  • Riscos humanos e ambientais;
  • Medidas de precaução na gestão de resíduos; E
  •  Responsabilidades e autoridades.

No processo de implantação de um sistema de gestão de resíduos, o treinamento deve ser realizado por profissionais que trabalharam na criação do plano de gestão de resíduos. 

 Manter registros;

O objetivo de manter registros é fornecer evidências de que os resíduos são armazenados de acordo com os procedimentos. 

Os registros usuais a serem mantidos são os de resíduos gerados por tipo e quantidade, e registros de resíduos implantados em uma organização autorizada. 

Com o apoio certo, e do ponto de vista financeiro, operacional e ambiental, uma estratégia eficaz de gestão de resíduos mais do que retribuir o investimento de tempo e esforço que você coloca nele. 

Uma estratégia adequada incorporará a flexibilidade para acomodar mudanças na legislação, matérias-primas, diferenciais de preços e expectativas dos clientes. 

Você poderá demonstrar às partes interessadas que sua estratégia de gestão de resíduos irá: 

  •  Economizar dinheiro reduzindo o uso de material e geração de resíduos
  •  Atender aos requisitos de conformidade com todas as legislações pertinentes
  • Melhorar o seu gerenciamento de materiais e resíduos, e assumir os requisitos de cuidado

Quando a estratégia for aplicada e os controles operacionais em relação aos resíduos estiverem em vigor, a empresa poderá gerar os benefícios.

Isso é o básico do básico.

Estamos juntos!

Segurança, cultura e riscos do ESG: Qual é a conexão?

Segurança, cultura e riscos do ESG: Qual é a conexão?

Vamos ser claros, não existe diferença entre segurança dos colaboradores e os riscos corporativo das operações quanto aos impactos socioambientais!

Mas como eu assisto Diretores/Heads de Sustentabilidade ou ESG totalmente desconexos com a realidade dos pilares do QSMS-RS e principalmente sobre os Kpis da segurança do trabalho.

Chega ser engraçado para não chorar!

Acredito que onde uma organização tenha a segurança como um valor, tudo é possível.

As conexões entre a segurança e os riscos ESG na organização são fortes, observamos que colaboradores engajados em segurança melhoram na identificação e gestão do risco em geral.

 Por exemplo, um supervisor aprende a reconhecer quando algo “não está certo” antes de seguir adiante avaliando a situação em vez de cegamente ir em frente.

Promover esse tipo de percepção consciente é bom para todos os tipos de riscos da organização como: o socioambiental, saúde, operacional, financeira, jurídica etc.

Meu primeiro líder costumava dizer, “Todo mundo é um gerente de risco”.

 E como eu acredito nessas palavras, e passou ser meu mantra também

 Cada pessoa no seu negócio pode construir habilidades de gerenciamento de risco.

Uma outra conexão que talvez seja menos óbvia, mas imensamente poderosa.

É a cultura de risco!

 Cultura é a chave a de tudo, na minha visão

Quando os líderes melhoram a segurança de uma forma que isso envolva todos os colaboradores na redução e identificação de riscos em curso, esses reduzem os riscos e criam uma cultura capaz de sustentar essa melhoria.

Isso significa que seus riscos diminuem quando você se aproxima da maneira certa a melhoria em segurança.

Você manterá os colaboradores agindo proativamente, e identificando e resolvendo problemas antes que eles ocorram.

Não podemos esquecer que também estamos falando sobre o risco de perder a vantagem competitiva.

Se você realmente entender essas conexões entre risco, engajamento, cultura e desempenho, i você garantirá que sua estratégia de melhoria da segurança é parte de sua estratégia.

Quando eu falo em estratégia de melhoria da segurança, quero dizer: sobre um documento bem definido que estabelece os objetivos da segurança, concreto e mensurado para os próximos anos.

Ter essa estratégia é importante porque se concentre a energia, recursos e tempo de todos na organização.

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Você deve responder à pergunta;

 “Que tipo de liderança em segurança, com compromisso e cultura nós precisamos ter em nossa organização para gerenciar os riscos?”

 Criar a estratégia é fundamental.

Blog: Roberto Roche

Se você envolver os líderes do jeito certo, eles vão entender por que a melhoria da segurança é tão vital para os negócios.

Igualmente importante, que eles entendam de que vai demorar para realmente fazer acontecer.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, caixa separadora de água e óleo e sua gestão.

A primeira multa sob nossa gestão a gente nunca esquece.

Recém promovido a gestor de QSMS-RS e Sustentabilidade, assumindo um projeto novo em uma planta petroquímica, onde era cercado por residências e ainda tínhamos um porto.

Todo cuidado era pouco para qualquer acidente socioambiental.

Requisitos legais ambientais e trabalhistas, ok; Procedimentos, ok; Treinamentos, simulados e tudo que está no pacote, ok.

E no posto de abastecimento dos veículos, aquele láaaaaaaaaaaa no final da planta que ninguém vai, onde pode estar acontecendo um vazamento na caixa separadora de água e óleo que nunca tinha sido limpa e verificada as condições físicas da caixa, onde os resíduos oleosos estão jogados ao lado sem cuidado nenhum.

E ………. deixei de ir e verificar!!!!

Resumindo, apareceu óleo brotando no terreno do quintal da vizinha e uma grande mancha de óleo no caís.

E depois da investigação sobre a causa raiz, descobrimos que veio da caixa SAO, e o órgão ambiental fez a festa.

E fui batizado!

Logo eu, um gestor novo na época, preocupado com tudo, ou melhor, com quase tudo, porque tinha deixado de verificar e ir realizar uma inspeção na caixa separadora de água e óleo.

Como doeu, ainda mais ao lembrar do meu líder que me ensinou tudo que eu sabia e foi a pessoa que me inspirei quando iniciei a trabalhar em QMS-RS e Sustentabilidade sob sua supervisão durante muitos anos em várias partes do mundo.

Onde entre seus ensinamentos, me cobrava sempre dá importância participar dos walkthroughs ou caminhadas de QSMS nas áreas em que atuávamos, tanto com os colaboradores/direção e mais importante, sozinho.

Pois sempre achou importante está caminhada/inspeção, não deixando de ir a cada canto escondido na área sob minha supervisão.

E eu, não tinha feito a lição de casa, esqueci e paguei caro pelo meu erro.

E vocês? Já verificaram como anda a gestão de sua caixa separadora de água e óleo?

Seus resíduos da caixa separadora de água e óleo e os sólidos estão tendo destinação final correta?

A gestão dos resíduos sólidos e líquidos em geral tem sido sem dúvida um importante desafio para os todos os segmentos que têm de lidar com a gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade.

Pois é exigência de lei, e tem muitos lugares onde não existe o serviço ou quem oferece não possui licença ambiental ou permissão para transporte jogando em qualquer lugar, e quem paga a conta é a empresa.

A razão é simples: Embora não seja, quantitativamente, o maior gerador de resíduos dos potencialmente poluidores, o setor de abastecimento de veículos onde existem as caixas separadoras de água e óleo em uma planta gera resíduos perigosos e tem de ser tratados de acordo com a legislação.

Em muitos casos, os resíduos em geral representam uma “dor de cabeça” séria para os gestores, notadamente quando vão a conhecimento público casos de má disposição ou tratamento inadequado, com passivos ambientais que às vezes chegam a comprometer os números do balanço patrimonial.

Como a lei reza: O gerador é responsável pelo resíduo enquanto o mesmo exista, as empresas que pagaram pela disposição terão que pagar novamente para remediar a área que foi comprometida.

Ou seja, pagou-se duas vezes e mesmo assim o problema continua.

O exemplo acima é importante para lembrar ao gestor de QMS-RS e Sustentabilidade do cuidado que devem ter quando o assunto é resíduo e não esqueçam de verificar a caixa separadora de água e óleo onde quer que ela esteja em sua área.

Este é um problema que requer gestão integrada, realizado por quem entende, não por amadores ou eu acho que ….

O que evidentemente tem um custo, que normalmente é relegado ao segundo plano.

É necessário que o gestor entenda, de uma vez por todas, que o dinheiro dependido em cuidados ambientais não pode ser simplesmente considerado como gasto, mas sim como investimento.

Essa distinção é importante, porque se tal dispêndio for considerado simplesmente como gasto, a tendência de qualquer administrador é procurar minimizá-los, porque a lógica simplista indica que, quanto menos despesas tenha, maior será o seu lucro.

Assim, para que gastar muito com gestão de resíduos, por exemplo, se há quem dê um destino para os mesmos a um preço “camarada”(limpa fossa baratinho, sem Licença para recolher resíduos oleosos)?

Infelizmente, não são poucos os que ainda pensam assim.

E isto tem tornado a questão dos resíduos provenientes da caixa separadora em geral numa espécie de bomba-relógio, que um dia vai explodir.

A questão dos resíduos tem exigido uma atenção particular, por parte do poder público, porque sabe-se que há muito resíduo sem tratamento ou disposto inadequadamente.

Ainda mais os oleosos provenientes da caixa separadora de água e óleo.

Ou seja, há um imenso passivo a ser tratado por aí.

Por isto, nós gestores da área precisamos prestar atenção a cada detalhe em nossa atividade e entender que a sociedade, e os poderes que a representam, estão cada vez mais atentos aos casos de poluição e as punições tendem a ser cada vez mais frequente.

Certamente o preço a ser pago por aqueles que burlaram a lei será alto, tanto em termos financeiros como de danos à imagem e a reputação da empresa.

Aprendam com meus erros!

Estamos juntos!

Desastres socioambientais causam desastres socioeconômico e, mais uma organização fecha suas portas!

Leio com muita tristeza a notícia de que mais uma organização encerra suas operações por questões socioambientais!

Reputação socioambiental Zero! = Investidores fugindo! ( exemplos só este ano temos vários)

E o pior de tudo que publicava relatórios de Sustentabilidade, e dizia está dentro do processo ESG.

Quantas mais irão fechar nesse Brasil a fora?

Análise de risco socioambiental? Não sei do que se trata !

Triste…., o impacto econômico vai ser enorme!!!!!!!!!!!

ESG / SUSTENTABILIDADE CORPORTIVA É COISA SÉRIA e são para profissionais!

NÃO É SÓ COMUNICAÇÃO / MARKETING em relatórios de sustenabilidade que são verdadeiras obra de artes

Vejo nesses encontros, de entrega de prêmios e palestras com uma superficialidade muito grande, e isso me preocupada e muito, pois acaba iludindo muito o publico e caminhamos para um green washing.

Nunca como em nenhuma outra época o homem tentou reverter o quadro de degradação ecológica em que se encontra a Terra.

Pois para alguns já perdemos tempo que não se recupera mais.

https://robertoroche.carrd.co/

Pela primeira vez na história, os estudiosos relacionaram os problemas sociais, econômicos e ambientais.

Sim, “DESATRES AMBIENTAIS CAUSAM DESASTRES ECONÔMICOS”, exemplos não faltaram, vejam em um passado recente e agora de novo (Barcarena/PA, Mariana, Brumadinho /MG e muitos outros).

Ao mesmo tempo em que assistimos povoados serem arrasados pelos desastres socio ambiental, os mesmos pedem que a organização volte a funcionar, pois são fonte financeiras para eles.

A crise global escancara a necessidade real de garimpar as soluções que viabilizem a construção de uma sociedade sustentável.

Trata-se de um olhar diferenciado nos processos para gerenciar o mundo. Esse despertar passa pelo conceito de proteção ao meio ambiente.

Empresas e a sociedade civil organizada tentam consolidar maneiras próprias de fazer o bem. Qualquer ação, por menor que seja, enriquece o universo que se busca através do exercício da cidadania.

A boa notícia brota dentro de algumas grandes corporações independente da atividade econômica e até pequenos negócios, pois as próprias organizações assumem o comando dessa transformação.

“O que hoje é opcional ser uma empresa ESG / Sustentável um dia será obrigação”, esse pensamento tem sido cada vez mais refletido pelos executivos em suas empresas.

As corporações americanas e europeias já apresentam seu negócio aliado à missão de boa governança, econômica, social e ambiental (ESG) em um mesmo pacote.

Enquanto americanos e europeus desfrutam dos benefícios em adotar a Sustentabilidade Corporativa como fator estratégico para o sucesso dos negócios, o movimento ainda se mostra tímido no Brasil.

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No entanto, há iniciativas valorosas, principalmente quando as ações focalizam o meio ambiente e a responsabilidade social aqui no Brasil.

Os empresários tornaram-se proativos, embalados principalmente pela asfixia pela qual passa o planeta, e por pressão da opinião pública.

Afinal de contas, não há mais como suportar que as tantas mil toneladas de gás carbônico permaneçam diariamente no ar, produzindo o efeito estufa e o danoso aumento da temperatura terrestre.

Muito menos que o desmatamento destrua as florestas e sepulte milhares de espécies animal e vegetal, sem falar de a quantidade de resíduos perigosos serem depositados sem o menor critério em qualquer sitio.

Ao importar para cá os “cases” de sucesso, constatou-se que o desenvolvimento estruturado numa política de Sustentabilidade desperta o bem-estar das pessoas.

A responsabilidade socioambiental, e sua gestão transformaram-se assim num compromisso corporativo com a comunidade.

Dentro das organizações, as políticas de recursos humanos, engenharia, o QSMS-RS, por exemplo, funcionam diante de um conjunto de metas único.

Não é mais admissível o conflito entre produção e ser Sustentável, foi se a época em que produção torcia o nariz para o pessoal de QSMS-RS.

Blog : Roberto Roche

Hoje, persuasão e liderança como exemplo são fundamentais para todos estarem alinhados com o negócio e sustentabilidade, pois sem este não existiria este debate.

O foco é no negócio e com sustentabilidade corporativa, ponto final.

Desde a escolha da matéria-prima até o destino final dos resíduos líquidos, sólidos e gasosos, calcula-se o equilíbrio entre o empreendimento rentável, mediante a uma gestão sustentável adequada.

São ações que gerenciam os efeitos colaterais dos agentes poluidores, previnem as tragédias ambientais, promovem a qualidade de vida e saúde dos funcionários e da população, divulgam uma boa imagem no mercado, gerando mais lucros, na medida em que reduzem gastos e custos operacionais.

ESG/Sustentabilidade Corporativa é uma questão de prevenção a impactos sócio econômico!

Não existe mais espaço para o questionamento a respeito, e quanto mais gestores de sustentabilidade estiverem agindo nas grandes corporações mais ouviremos falar sobre inovação, eficiência e em redução custos.

Sem existe alguma dúvida por parte das organizações?

 Boa sorte e fortes emoção virão!

Estamos juntos!

ntos

4 razões pelas quais você deve desenterrar seu plano de resposta de emergência socioambiental na sua gestão ESG.

O início do inverno pode parecer muito cedo para começar a se preparar para o próximo verão.

 Mas com memórias de tempestades de verão, enchentes desabamentos etc. em sua mente, agora é o momento perfeito para rever seus planos de resposta de emergência socioambiental.

 Preparar planos de resposta de emergência com antecedência também significa que você estará pronto quando o evento acontecer em seus cenários previstos.

A preparação de emergência é uma das coisas mais importantes em que uma organização pode investir.

Agora, nem se fala com as exigências do mercado financeiro em função do tão badalado ESG.

Quando uma emergência acontece, estar preparado pode ser a diferença entre a perda de dinheiro, o tempo e, o mais importante, a continuação dos negócios.

Em época de cancelamento de marcas ……………………, todo cuidado é pouco

Graças aos avanços tecnológicos, as organizações podem implementar plataformas e ferramentas que podem ajudá-las a se preparar para qualquer coisa, desde o tempo inclemente até um intruso perigoso.

Apesar da maior precisão nas previsões de novos cenários, as organizações nem sempre estão equipadas com a infraestrutura necessária para preparar uma resposta de emergência adequada, perdendo tempo precioso durante uma emergência que poderia ter sido evitada.

É por isso que é importante que as organizações tenham a tecnologia de segurança e comunicação correta para que possam proteger seus colaboradores e propriedades em caso de emergência climática.

Passo 1: Audite suas práticas e sistemas atuais.

O primeiro passo para estar preparado para uma emergência é auditar os atuais planos emergência, sua matriz de risco socioambiental e seus possíveis cenários da sua organização.

 Com o tempo, os planos podem ficar datados, e dependendo da última vez que seu plano foi revisto, pode até ser contraproducente em uma emergência.

 Garantir que seu plano esteja fresco e atualizado com a infraestrutura atual de sua instalação garante que, quando uma emergência surgir, você esteja preparado.

Uma ótima maneira de começar é identificando todas as suas tecnologias de segurança e comunicação existentes.

Muitas vezes, as organizações já possuem uma grande variedade de sistemas, como controle de acesso à porta, painel de incêndio, câmeras, monitoramento de temperatura ou umidade.

Quando se trata de comunicação, as organizações usam e-mail, texto, telefonemas e outras táticas para chegar aos funcionários com mensagens oportunas, muitas vezes distribuídas a partir de uma variedade de plataformas de comunicação.

Uma vez que todos esses sistemas são contabilizados, você pode determinar como essas tecnologias podem ser mais bem utilizadas em conjunto como uma única unidade, em vez de como sistemas separados.

É importante considerar como tirar o máximo do seu quadro atual do plano e tecnologia à medida que você cria um plano de resposta a emergências melhorado.

Passo 2: Integre sua tecnologia.

Organizações que podem integrar suas tecnologias existentes de forma mais eficiente têm uma vantagem competitiva à triagem de emergências.

 Por exemplo, as organizações podem integrar todos os seus sistemas existentes em uma única plataforma com uma plataforma de alerta de emergência.

Uma plataforma de alerta automatizado reúne todas as informações dos sistemas tecnológicos anteriormente diferentes, os monitora e envia alertas detalhados de uma fonte.

Isso não só permite que a empresa tire o máximo de seus investimentos anteriores, como também simplifica as respostas de emergência.

Em vez de ter que acessar cada uma dessas tecnologias separadamente, elas podem ser vinculadas à plataforma de alerta de emergência.

Isso significa que quando qualquer um dos sistemas é acionado, um alerta será enviado automaticamente para os indivíduos devidamente atribuídos.

Por exemplo, digamos que o controle de acesso à porta de uma instalação e os sensores de temperatura são integrados em uma plataforma de alerta de emergência, a plataforma de alerta estará constantemente monitorando esses sistemas.

Se ambos forem acionados, um alerta sobre o que aconteceu será enviado automaticamente.

Passo 3: Personalize seus alertas.

Com uma plataforma de alerta de emergência, qualquer empresa pode melhorar a funcionalidade de suas tecnologias atuais, aumentando seus recursos de alerta.

Os alertas são totalmente personalizáveis, incluindo a partir dos quais os usuários finais são enviados e as informações que contêm.

Isso permite a dispersão rápida e direta de informações durante uma emergência.

Se a manutenção, a segurança, a polícia ou um colaborador chave precisam ser contatados, isso pode ser pré-determinado dependendo do evento acionado.

Isso pode reduzir seriamente o tempo de resposta a qualquer emergência e pode ajudar as organizações a economizar tempo, dinheiro e recursos.

Em um cenário perigoso, o alerta de emergência aprimorado pode até salvar vidas.

Passo 4: Reforçar a comunicação.

O alerta de emergência automatizado não é a única maneira de manter sua empresa informada durante uma emergência.

Uma plataforma de notificação em massa é outra grande ferramenta que pode permitir que as organizações mantenham seus funcionários informados sobre qualquer situação.

Estar preparado para o tempo inclemente não precisa ser complicado.

As principais coisas a se concentrar são aproveitar os sistemas e ferramentas que já estão disponíveis para você, além de garantir que você tenha uma plataforma de comunicação que possa manter todos informados.

Garantir a disseminação rápida e adequada das informações ajudará a manter os funcionários seguros.

Preparação de emergência é um trabalho o ano todo.

Preocupações como os riscos climáticos só aumentam a importância de ter um plano em vigor.

Isso não só ajudará durante a próxima emergência /crise, mas aumentará a preparação de emergência e planos para qualquer situação.

Estamos juntos

Segurança do trabalho é Responsabilidade Social Corporativa é, sim, um Pilar do ESG!

O caminho para as normas de segurança e saúde no local de trabalho é longo e tortuoso e, acredito que todos os colegas concordam.

Milhões de colaboradores ao longo dos anos morreram como resultado de lesões e doenças causadas por seu trabalho ou local de trabalho causadas, de fato, por empregadores que percebem a segurança como um centro de custos e trabalhadores como uma mercadoria facilmente substituída.

A atitude predominante em 1969 (e anteriormente) era que a segurança tanto no local de trabalho quanto na segurança do consumidor era um “produto” absorvente de recursos que tinha custos associados que não necessariamente superavam o benefício de não ferir ou matar funcionários.

Lesões e fatalidades foram (e são) percebidas por muitas organizações como parte do custo de fazer negócios.

Essa percepção decorreu, em parte, da segurança do consumidor.

As empresas acharam que era mais barato pagar um grande acordo legal do que mudar um processo de fabricação ou design de produto.

Provavelmente um dos esforços mais conhecidos de defesa da segurança foi a luta para instalar cintos de segurança e outros equipamentos relacionados à segurança em automóveis, um movimento combatido pelos fabricantes automotivos devido aos custos adicionais de fabricação associados à instalação de cintos de segurança e airbags e redesenho de modelos populares de carros para remover riscos estruturais.

Os defensores da segurança assumiram essas questões nas décadas de 1960, 1970 e além, acreditando que o ROI (retorno do investimento) final dessas medidas era proteger vidas.

Enquanto isso, uma batalha semelhante estava sendo travada no local de trabalho.

Quando a segurança falha: fazendo manchetes

É difícil calcular o custo de eventos como lesões fatais no local de trabalho que não acontecem.

Ao contrário das questões de segurança do consumidor, as lesões no local de trabalho e as mortes são frequentemente tratadas fora do tribunal, por advogados patronais negociando citações e multas com agências reguladoras e o arquivamento de reivindicações de indenização dos trabalhadores.

Apenas casos de alto perfil com grande número de vítimas ou aqueles que têm impacto na comunidade ou ambiente circundante fazem a notícia casos como o incêndio e a explosão da plataforma de perfuração Deepwater Horizon, o vazamento de gás de metila de Bhopal e o desastre da Mina Upper Big Branch.

As investigações dessas tragédias frequentemente destacam questões semelhantes às encontradas em casos de segurança do consumidor.

Empregadores que sabiam e ignoraram os riscos, acreditando que a probabilidade de um incidente grave ser insignificante ou o custo de uma solução ser muito alto em termos de recursos e custos.

Cópias de relatórios sobre preocupações de segurança que acabaram na gaveta de alguém, manutenção diferida e pressão para cumprir prazos de produção que substitui a segurança passaram a ser o” normal”

Nem todos os casos de lesões no local de trabalho e doenças ou fatalidades fazem manchetes na verdade, a maioria não, mas isso não significa que eles não tenham um custo econômico, bem como um pedágio emocional e físico para os trabalhadores e suas famílias.

Esses custos diretos não incluem custos indiretos, como treinamento de funcionários substitutos, investigação de acidentes e implementação de medidas corretivas, perda de produtividade, reparos de equipamentos e propriedades danificados, e custos associados à menor moral e absenteísmo dos funcionários.

Agora, 50 anos após mudanças inovadoras nas leis de segurança do consumidor e com os custos das lesões aumentando constantemente, a sociedade está adotando a crença de que os líderes corporativos e seus conselhos de administração têm mais do que uma razão moral e ética para proteger os trabalhadores, eles têm o dever fiduciário de fazê-lo.

A implantação da responsabilidade social corporativa (RSC) e do meio ambiente, das diretrizes de governança social e corporativa (ESG) e do relatório instalam a segurança e a saúde dos colaboradores no topo da lista de valores corporativos exigidos pelas empresas que desejam permanecer sustentáveis, viáveis e rentáveis.

Tanto a RSC quanto a ESG dão grande ênfase na criação de um ambiente de trabalho seguro para os colaboradores, e o valor de um ambiente de trabalho seguro e saudável traz à reputação e à linha de fundo de uma empresa.

 Um estudo realizado em 1996 descobriu que um maior nível de desempenho social corporativo “pode fornecer uma vantagem competitiva ao atrair mais candidatos”.

Eles também mostraram que “os candidatos a emprego têm uma autoimagem maior quando trabalham em uma empresa socialmente responsiva”.

A RSC deve ser vista como uma política de investimento em recursos humanos os colaboradores são, afinal, o maior e mais valioso ativo de uma empresa e podem ajudar a reduzir a taxa de rotatividade, reter os colaboradores mais produtivos, manter altos níveis de engajamento dos funcionários e reduzir o risco de conflitos a longo prazo.

Estamos juntos

Suas metas, Kpis e objetivos socioambientais estão alinhados na direção ESG estratégica da organização?

Um dos principais requisitos de liderança do SGA é a responsabilidade da direção em garantir que as políticas e objetivos ambientais estejam alinhados com a direção estratégica ESG da organização. 

Perece simples, não? Mas o que sustenta essa exigência, o que isso realmente significa, e que medidas sua organização deve tomar para garantir que ela cumpra os termos da norma? 

No passado, pode ter sido o caso de algumas organizações poderem formular objetivos socioambientais fáceis de alcançar, e embora esses objetivos possam ter atendido aos critérios estabelecidos pela norma ISO.

 Por exemplo, se uma empresa de embalagens tinha um objetivo ambiental que era limitar o número de viagens que seu veículo fez ao local de reciclagem, esse objetivo poderia ser fácil de alcançar contra uma meta declarada. 

No entanto, um objetivo como a redução da quantidade de resíduos de embalagens gerados pode ser mais potencialmente benéfico para o meio ambiente se a organização operar 24 horas para abastecer muitos usuários finais, mas mais difícil de alcançar.

 Assim, embora o primeiro objetivo possa ser visto como razoavelmente significativo, o segundo tem um benefício ambiental potencialmente muito maior se o desempenho contra ele for gerenciado de forma eficiente. 

Embora o primeiro aspecto dos custos de transporte e do impacto socioambiental ao viajar para um centro de reciclagem seja válido, o segundo reduzindo o desperdício de embalagens em uma organização que produz embalagens 24 horas por dia pode ser verdadeiramente dito estar alinhado com a “direção estratégica” da organização. 

Em resumo, a redução do desperdício durante um ciclo contínuo de produção de 24 horas realizaria aumentos de lucro para a organização e reduziria os danos ao meio ambiente em uma escala muito mais significativa do que uma redução em uma ou duas viagens curtas de reciclagem. 

Se os objetivos estratégicos da sua organização são aumentar o lucro e reduzir o impacto socioambiental da forma mais significativa possível, é discutível que o segundo e mais significativo objetivo descrito atende aos objetivos e objetivos estratégicos da organização.

Agora que entendemos isso, o que podemos fazer para garantir que os objetivos ambientais e a direção estratégica de nossa própria organização estejam realmente alinhados? 

Como mencionado acima, esse elemento da ISO faz parte dos novos e mais prescritos requisitos colocados em líderes da alta gestão. 

É evidente que a intenção é garantir que a alta gestão tenha um papel ativo tanto na definição de direção estratégica quanto nos objetivos ambientais, e na garantia de que os dois estejam relacionados. 

A entrada da direção, é, portanto, claramente necessária para definir o caminho estratégico à frente para a organização, e da mesma forma, estabelecer objetivos ambientais que correspondam a essa visão estratégica, e isso não pode ser verdadeiramente estabelecido por ninguém além da alta gestão.

 É neste momento que existe a oportunidade de analisar os aspectos ambientais da organização, redefinir os objetivos ambientais e garantir que esses objetivos corram em paralelo com a estratégia planejada para o futuro da empresa. 

Essa abordagem “harmonizada” pode ajudar todos os colaboradores e stakeholders a trabalhar em conjunto em diferentes níveis enquanto tentam alcançar objetivos compartilhados. 

Por exemplo, uma empresa de transporte e entrega com a qual trabalhei recentemente estava tentando alinhar objetivos ambientais com direção estratégica.

 Dois objetivos estavam sendo discutidos: um deles era o melhor planejamento de rotas para tornar as viagens mais eficientes, reduzir as emissões e repassar a redução de custos para tornar os preços mais competitivos; e o segundo foi reduzir o impacto ambiental através do uso de menos energia no escritório da empresa.

 Embora ambos os objetivos ambientais tenham sido considerados válidos, ficou claro que o primeiro estava em sintonia com a direção estratégica da empresa ou seja, menos impacto ambiental, maior lucro e maior participação de mercado por ser mais competitivo. 

O segundo só poderia proporcionar um menor ganho ambiental e financeiro, e embora importante, isso não foi considerado de acordo com a “direção estratégica” da organização. 

Os benefícios de alinhar esses elementos importantes em paralelo, como sugerido pela norma ISO, devem ser claros e mensuráveis.

 Em primeiro lugar, a visão compartilhada de objetivos estratégicos e ambientais que podem ser comunicados à sua organização pode ser uma coisa positiva. 

Objetivos claros e relacionados que fazem sentido para sua base de funcionários podem ser a base para um melhor desempenho. 

Em segundo lugar, os benefícios de atingir esses objetivos alinhados devem ser facilmente evidentes. 

Lucros melhorados, redução do uso de recursos, eliminação de resíduos e um impacto mensurávelmente menor no meio ambiente resultarão em todos os seus objetivos bem elaborados e alinhados com a direção estratégica da sua organização.

 Certifique-se de que sua direção esteja envolvida no estabelecimento, comunicação e entrega desses objetivos compartilhados, capacite seus colaboradores a fazer as mudanças e você verá os benefícios.

Estamos juntos!

A Importância do Risco, e sua comunicação, será que temos que desenhar para as organizações entenderem?

A pandemia tornou a mitigação de riscos um tema popular para muitos profissionais de ESG /QSMS-RS & Sustentabilidade.

 Embora muitas organizações assumam que entendem de risco, a avaliação de risco é mais do que simplesmente atender aos requisitos legais e proteger a organização de danos financeiros.

  É também uma responsabilidade ética proteger o meio ambiente e todas as partes interessadas, incluindo as pessoas que trabalham na organização e a comunidade em que atua.

O processo de avaliação de riscos pode muitas vezes começar com mapas de calor para identificar riscos e atividades nos níveis organizacional e de departamento que podem causar fatalidades ou danos públicos.

Outras ferramentas como hierarquia de controles, FMEA (Failure Mode and Effects Analysis), SWIFT (Structured What If Technique) e análise de risco de processo podem então ser aplicadas a tópicos EHS mais específicos, uma etapa que requer as contribuições de especialistas no assunto.

O SODM (Strength of Defense Matrix) ajuda a analisar a força das defesas contra riscos eliminando e prevenindo riscos, pegando erros, detectando defeitos e mitigando danos.

Essas defesas incluem defesas de engenharia, defesas administrativas, fiscalização gerencial, EPI e defesas culturais que refletem as atitudes em relação à segurança no local de trabalho.

Essas técnicas podem ser aplicadas no nível da instalação para determinar o alto, médio e baixo risco.

As instalações podem então usar quaisquer lacunas identificadas para avaliar os recursos do QSMS e planejar requisitos críticos de infraestrutura.

Entender o risco, no entanto, requer mais do que simplesmente coletar e analisar dados.

O trabalho árduo de compreensão e mitigação de riscos pode ser facilmente prejudicado por não considerar a qualidade da comunicação.

Dois acidentes infames demonstram como isso pode acontecer.

O desastre do Ônibus Espacial Challenger em 1986 demonstra o quão ambígua a terminologia e a relutância em dar más notícias à gestão levaram à perda de sete vidas.

Os engenheiros haviam expressado preocupação com os anéis O que selaram as linhas de combustível dos foguetes propulsores a causa principal do desastre pelo menos um ano antes do lançamento, afirmando que eles não conseguiram executar sua função consistentemente em graus inferiores a 50F.

No entanto, uma série de memorandos e conversas pessoais com funcionários da NASA não expressaram a urgência crítica de sua análise.

Em vez de comunicar o perigo iminente de lançamento, as mensagens dos engenheiros deram a impressão de que a falha do O-rings não foi importante o suficiente para adiar o lançamento.

Como resultado, a administração foi capaz de interpretar as mensagens ambíguas de uma forma que confirmou seu viés existente em favor de prosseguir com o lançamento.

Em 28 de janeiro, o dia do lançamento, a temperatura do ar era de 26F, muito abaixo da temperatura mais baixa registrada na qual os anéis O haviam falhado.

 Às 11h39, 73 segundos após a decolagem, um vazamento de combustível originou-se com a falha O-rings causou uma explosão no propulsor de foguete sólido (SRB).

 A explosão quebrou o orbitador em vários pedaços a 46.000 pés, matando todos a bordo.

O desastre do Deepwater Horizon matou 11 trabalhadores, feriu mais dezenas e criou um dos piores desastres marítimos ambientais da história.

Deepwater Horizon era uma plataforma de perfuração que estava sendo usada para preparar o Macondo Prospect no Golfo do México para extração de petróleo. 

Durante a perfuração, a tripulação do Deepwater Horizon experimentou uma série de problemas significativos relacionados ao processo de cimentação que foi usado para reforçar a integridade do poço, incluindo o fornecimento sério de equipamentos problemas que exigiam que os engenheiros revisassem extensivamente o processo.

 Isso resultou em uma série de chutes, em que petróleo e lama trabalharam seu caminho até o equipamento de perfuração e criaram perigo iminente de derramamentos ou explosões.

Enquanto engenheiros e colaboradores estavam cientes dos perigos, a maioria das comunicações entre as principais partes interessadas BP, Transocean e Haliburton consistia em cadeias de e-mail estendidas e casuais nas quais a linguagem coloquial obscurecia a urgência das mensagens técnicas que apontavam para sérios riscos.

A administração tomou decisões críticas sobre segurança sem uma compreensão completa dos detalhes.

Em 20 de abril de 2010, uma série de falhas técnicas enviou uma potente mistura de óleo e lama no convés do Deepwater Horizon.

A explosão resultante engoliu a plataforma e queimou fora de controle até que o Deepwater Horizon afundou em 22 de abril.

O poço rompido liberou 210 milhões de litros de petróleo nas águas do Golfo do México ao longo de 87 dias.

Estamos juntos

A questão socioambiental no rumo das decisões corporativas, investimentos e seus riscos ESG!

Tanto se fala em sustentabilidade, ODSs e outras ações por parte das organizações.

Agora então o ESG!!!Nem se fala temos cada narrativa sem sentido do que significa ESG.

Temos até pais e mães do ESG antes mesmo dele surgir e agora aqui no Brasil todo mundo é ESG, até 2020 na nossa terrinha ninguém sabia nem se falava, mas…. agora!

Mas quando falamos da base do ESG onde os bancos, financiadores e acionistas externam suas preocupações através de uma análise de risco socioambiental para empréstimos ou investimentos.

Voltamos aos padrões exigidos do IFC, princípio do Equador, Miga e outras exigências que na realidade já se encontram na base da sustentabilidade corporativa.

Sem a verdadeira sustentabilidade corporativa ou seus os pilares que a sustentam a gestão integrada, ou seja, ESG/ QSMS-RS não se dá um passo.

Ninguém em sã consciência vai investir ou emprestar dinheiro ou mesmo expandir, sem ter uma cultura forte em seg. meio qualidade e responsabilidade e estar em COPLIANCE com legislação e normas.

Ações de Sustentabilidade, sim, muito importante, mas vem depois ou durante de uma solida gesto de risco nesses pilares que sustentem a Sustentabilidade corporativa.

Após grandes desastres ambientais é impressionante como o tema proteção ao meio ambiente volta as discussões!

Infelizmente tem que acontecer uma tragédia para o assunto volta à mídia e a as organizações.

E como consequência, por um bom tempo nós gestores de sustentabilidade e QSMS-RS temos toda atenção voltada para nosso trabalho por parte dos stakeholders, sendo questionados e pressionados para verificar se estamos em compliance ou não!

NÃO EXISTE ZONA DE CONFORTO EM NOSSO DEPARTAMENTO, nossa responsabilidade com os impactos socioambientais é imensa e precisamos estar atentos SEMPRE, não só na questão de compliance, mas monitorando todas nossas atividades.

A discussão da sustentabilidade, como condição básica e indispensável para o desenvolvimento de qualquer organização, há muito saiu do campo teórico para fazer parte das decisões estratégicas de empresas.

É uma questão de sobrevivência neste mercado global e cada vez mais competitivo.

O Brasil está inserido nesse contexto, tanto em função dos efeitos da globalização da economia que inviabiliza exportações de bens produzidos à margem das exigências ambientais, quanto em função da sua necessidade de busca de investimentos externos.

A partir de uma visão de uma economia transnacional, as empresas visam não apenas o lucro, mas uma maximização das parcelas de mercado e de comércio. Dessa forma, a questão das barreiras ecológicas no comércio internacional tem um papel vital.

Estas, surgem quando empresas exportadoras sofrem discriminação por barreiras tarifárias ambientais, técnicas ou de certificação.

Outra limitação aparece quando as empresas são dependentes de financiamento de agências internacionais de desenvolvimento que exigem estudos especiais de avaliação de impactos ambientais, para a liberação de recursos financeiros.

Empresas multinacionais são suscetíveis a exigências ambientais por parte de acionistas, consumidores externos e da legislação de origem de seus mercados exportadores.

Uma empresa moderna não pode prescindir de uma gestão de sustentabilidade e QSMS-RS.

A implantação da gestão de sustentabilidade aumenta o potencial competitivo da organização.

A percepção da sociedade brasileira dos problemas socioambientais está crescendo não só através de jornais e de televisão, mas também pela educação ambiental que vem sendo ministrada nas escolas.

Em consequência a atitude da sociedade em relação ao meio ambiente vem evoluindo gradativamente.

E por último, a legislação ambiental, em especial a Lei 9605/98, (lei de Crimes Ambientais) estará sempre acompanhando todos os movimentos bem de perto, levando as empresas a reformularem todos os seus procedimentos em relação questão ambiental por bem ou por mal.

Exemplos na mídia não faltam.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, gestão de crises em acidentes socioambientais em mineração, portos e energia renovável.

Nós gestores de QSMS-RS & Sustentabilidade estamos prontos atender uma emergência?

Nós temos o perfil para tal?

Na hora que vaca vai para brejo, nós temos sangue frio para gerenciar a crise, na linha de frente?

Profissional de Segurança do Trabalho e de Meio ambiente, não salvam vidas e não são heróis.

A não ser que seja médico, bombeiro, paramédico, salva vidas e outros nossa função é outra, certo?

Pois é não pensei nisso na hora, do acidente e me atirei de cabeça.

Recém assumia a função de EHS e nesse dia, nessa hora estava só.

 E não tinha a menor ideia, quando participei no meu primeiro evento de um vazamento de produto perigoso, quanto ao alcance e as consequências dos impactos causados.

Recém-saído da faculdade, achava que sabia tudo!

Tinha passado por treinamentos em emergência (adoro) e outros.

Mas……, só na hora que eu vi onde tinha me metido.

Ao chegar à cena do acidente, faltou estômago para poder realizar meu trabalho, foi vexaminoso, carrego até hoje está cena em minha memória.

Óbitos, mutilações, queimaduras e produto perigoso para tudo que é lado, e já indo para a comunidade.

Como tinha um passado militar (ajudou e muito), fui em frente.

Amigos e colegas, NÃO É PARA QUALQUER UM, acredite.

Não é para qualquer um participar, com somente boa vontade em ajudar. 

Impactos no ecossistema e comunidades afetadas economicamente, são entre outros as consequências de acidentes ambientais com vazamento de óleo ou produtos perigosos, em que se caracterizam por um acontecimento inesperado causando grande dano socioambiental.

Exemplos de acidentes existem milhares e que se tornaram grandes estudos de casos.

No meu caso cito alguns;

Em nossa eólica no Quênia, uma das pás se desprendeu durante uma tempestade, voou longe atingindo uma aldeia, e infelizmente decepou a cabeça de umas crianças mulheres.

Em nossa mina no Malaui durante as escavações em uma cava profunda, desmoronamento a com várias fatalidades. 

Em minhas palestras comento alguns destes que realmente deixaram uma lição por qual passei.

Quando ministro treinamento em gestão de risco e sempre gosto de mencionar, gestão é uma coisa e gerenciar a crise na linha de frente é outra coisa (rsrsrsr)

Pois desde meu primeiro atendimento a vazamento de óleo no mar do norte até no delta do Níger, na Nigéria, passando por indústrias em geral (sim, estas também provocam acidentes também) e em logística de transporte seja em qualquer modal.

Passei por momentos que serviram de grande aprendizagem, na qual procuro passar as equipes quando estamos elaborando planos de emergência.

Gerenciar uma crise durante e após o evento também, não é uma tarefa fácil, quando se tem a mídia, órgãos ambientais e até polícia encima e você tentando realizar o seu trabalho, não é uma situação agradável.

Uma equipe com experiência e treinada para gerenciar crises para quem tem atividade de alto risco como a indústria de óleo e gás, portos e estaleiros, tem que fazer parte da gestão de QSMS-RS.

Pessoal com experiência e qualificado para estes eventos normalmente são esquecidos na implantação da gestão.

Na sua área quem é a pessoa com perfil para esta situação???

Acidentes são provocados por uns inúmeros fatores combinados, no qual naquele exato momento deflagram o evento.

E nós temos que estar 100% alinhados com todas as atividades no nosso dia a dia sempre tentando estar um passo à frente.

Péssima notícia para quem quer trabalhar na área.” NÂO EXISTE DESCANSO EM PREVENCAO”.

E saber gerenciar um evento no momento de crise é crucial.

Não basta elaborar simulados e um bom plano que não seja mais do que um pedaço de papel que a lei exige.

Exige liderança e disciplina de todos da equipe alinhados com todos os colaboradores de área no momento do evento.

No caso do setor petrolífero, não existe medo maior do que um vazamento de óleo.

Sejam grandes ou pequenas as consequências destes acidentes perante a nossa legislação ambiental são duras, como multas pesadíssimas e com o pedido de prisão dos responsáveis, e claro sem contar com a péssima imagem da própria empresa perante a mídia, que é um valor imensurável.

Apesar dos avanços tecnológicos empregados na indústria e do fortalecimento da visão sustentável nas organizações.

O número de atendimentos a emergências ambientais de vazamento de óleo vem acontecendo com uma preocupante frequência em nosso imenso litoral.

Sem dúvida, o principal motivo do aumento de acidentes ambientais é o aumento na atividade.

Na área de energia nem se fala, os riscos são enormes as comunidades estão a volta.

Em mineração e óleo & gás, também.

Cada vez mais estaleiros, plataformas, navios etc. estão chegando e operando em nosso litoral e vai aumentar muito mais, passamos a ser um país com um papel importante no mundo do petróleo e da logística.

Quanto mais atividades de alto risco se realizam, quanto mais produtos perigosos são transportados e transferidos, maior é a chance de algo dar errado, apesar dos controles e tecnologias existentes.

Eu uso em meus treinamentos o” Bowie Tie” e com ele demonstro bem a situação e como pode ficar.

E como está a identificação destes riscos e seus planos de emergência por parte das empresas?

Estamos prontos para um gerenciamento de crise?

Temos uma sala de comando para este gerenciamento em caso de acidente?

Auditoria dos equipamentos de proteção para realmente verificar se, por exemplo, tem um número correto de barreiras de contenção?

A identificação de riscos tem que ser periodicamente ser revisada e os resultados desta análise, junto à elaboração de planos para o gerenciamento deste risco (treinamento e simulados) também.

Saber antecipadamente o que pode dar errado conduz na direção do preparo e controle da situação da emergência.

Análise de risco e um plano de ação de emergência são importantes ferramentas na gestão, com requisitos e orientações gerais para a prevenção e controle de acidentes.

Os treinamentos simulados se aproximando o máximo que se puder de uma situação real é a mais importante ferramenta para uma gestão de Sustentável eficiente.

Não adianta fazer simulados com hora marcada para começar e terminar.

Para quem vive na situação de que a qualquer momento pode haver um vazamento de óleo e que este pode durar semanas sabe que este trabalho é de 24 horas até ser recolhido todo o vazamento e ter uma disposição final correta deste.

“Ou alguém pensa que é só recolher”? Já pararam para pensar o que se faz depois de recolhido o óleo?

Portando, para que todo este conjunto de ações seja realmente efetivo e bem, eficientes, a gestão de QSMS-RS da empresa deve estar atenta a este tipo de acidente.

Só investimento em tecnologia não basta, necessitamos estar bem alinhados à elaboração de um programa de riscos e a capacitação profissional para atendimentos a estas emergências.

Aprenda com meus erros.

Estamos juntos!

Gestão de Risco Socioambiental não é mais uma escolha, é uma questão de sobrevivência nas operações.

Se entendemos que risco é a probabilidade de algo acontecer, fica claro que ele está presente em todos os processos de uma empresa.

NÃO EXISTE RISCO ZERO

E por este motivo, as organizações estão buscando definir e implantar culturas de risco socioambiental para facilitar a identificação e a gestão de possíveis crises.

Alguém previu a covid 19? Foi um Cisne Negro? (assistam minha palestra rsrs)

Rompimento de Barragens de rejeitos da mineração?

Linhas de transmissão responsáveis por impacto socioambientais (assunto na mídia nos dias de hoje)?

Eólicas, PCHs impactando as comunidades?

Empresas de bebidas, perfumes e outras grande lançadoras de resíduos de embalagens no nos mares, rios etc.?

Entre os principais riscos presentes no mundo corporativo e que muitas vezes, são negligenciados pelas empresas, estão:

  • Operacionais/Financeiros;
  •  Socioambientais.

Risco é comportamento, é cultural.

Depois do Covid, muita coisa vai mudar quanto a gestão de risco

Mas, ainda mais importante do que identificar os riscos, é a maneira como as organizações lidam com eles.

 Antes, havia uma tendência de delegar os riscos a áreas específicas (compliance/auditoria).

Mas mundo mudou, a sociedade está atenta ao processo do ESG das organizações

Atualmente, enxergamos o risco de uma forma mais transversal, principalmente sobre os impactos socioambientais, entendendo que a sua gestão não é mais responsabilidade exclusiva de alguma área, mas sim de todos os colaboradores.

Com a descentralização da gestão do risco e a implantação de uma cultura de risco socioambiental nas organizações, os colaboradores se tornam gestores, independente do conhecimento técnico e da área em que trabalham.

E, se todos são gestores de risco, não existe hierarquia na hora da crise 

As organizações estão adotando esta postura e estimulando sua equipe, para que desenvolvam o protagonismo necessário para identificar os riscos socioambientais e a autonomia e a segurança para procurar pessoas e/ou áreas envolvidas e tentar discutir, mitigar, minimizar ou assumi-los.

Cada vez mais fica evidente que a gestão e o gerenciamento de riscos têm mais a ver com comportamento e cultura.

Portanto, a gestão dos riscos e sua compreensão depende menos de conhecimento técnico, mas sim de como você se comporta em relação a eles.

Não adianta sua organização ter uma área de QSMS-RS & Sustentabilidade forte se não existe uma cultura de risco.

Risco é cultura organizacional

Uma organização pode ter os melhores processos dentro da operação, mas sempre dependerá do comportamento humano e sua percepção de risco para que eles funcionem corretamente e, consequentemente atenuem os riscos inerentes as suas operações

 Para isto, é preciso ter uma cultura de risco, focada no comportamento, que previne, mitiga e assume os riscos.

 Esta cultura define os comportamentos esperados, de acordo com a cultura de risco da empresa e habilita os profissionais para a gestão de risco.

Treinamentos de consciência, percepção e gestão de riscos mitigam riscos

Após o trabalho de mapeamento dos riscos e da definição da cultura, as organizações devem capacitar seus colaboradores para a gestão do risco.

O gerenciamento de riscos deve fazer parte da estratégia e ser considerado nos processos de cada setor ou departamento, por meio de um programa de educação efetivo.

Treinamentos de percepção e gestão auxiliam no processo de conhecimento e mudança do comportamento das pessoas em relação ao risco.

Conheça os seus riscos antes que ele encontre você e se vingue!

Estamos juntos!

ODSs X Indústria X Sociedade X ESG

No Brasil estamos surfando na crista da onda do ESG neste momento, jornalistas e marketeiros de plantão em todos os jornais falando a respeito, já temos livros sobre ESG e dicas (??) e, sem saberem como é a realidade dos critérios em avaliação e manter estes paramentos dentro do QSMS-RS & Sustentabilidade, não é fácil!

Cá entre nós é um assunto antigo esse ESG no mundo lá fora, eu mesmo sou um exemplo, estive Head muitos anos de fundos ESG para energia renovável na África e Ásia, antes de regressar em definitivo a terrinha, mas não vem ao caso.

O assunto aqui é os ODSs, sinto que está meio abandonado ultimamente depois que o ESG ganhou apaixonados pelo tema.

Mas não podemos.

“Se você ainda não ouviu sobre os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODSs)

Então você nestes últimos anos esteve escondido em um buraco bem longe da civilização sem acesso a nenhuma informação.”

E não será neste texto que vou explicar

Mas será as empresas sabem bem o que são estes objetivos? O que está implicado em assumi-los?

Têm noção que são: 17 objetivos, para não mencionar as 169 metas e 304 indicadores?

Sabem onde estão navegando?” Olha o green washing!

A todos os meus assessorados das organizações que me contratam, sempre lembro, que não é facial e tão pouco par amador, estabelecer uma verdadeira sustentabilidade corporativa e abraças os ODSs.

O que existe de gente pronta para denunciar green washing e com a net hoje, não é mole!

O contexto sociopsicológico em que as organizações em geral operam atualmente sofreram pronunciadas alterações em função da ampla familiaridade do público com as ideias sobre sustentabilidade corporativa e com as ODSs.

As eco catástrofes, tais como o constante rompimento de barragens de rejeitos, derrames de óleo, falta de água nos reservatórios são noticiadas com imagens que os modernos meios de comunicação transmitem ao mundo todo.

Elas dão origem a períodos passageiros de desaprovação máxima a indústria e em suas operações.

E o mais importante de tudo sua “RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL” e como consequência desvalorização de sua marca, seu bem maior para o mercado.

O desmatamento, a poluição da água e do ar e problemas de infiltração do solo levaram o público a conceituar a indústria de forma extremamente negativa, percebendo-a como irresponsável ou indiferente para com o meio ambiente e as comunidades que os acercam e, assim, indiretamente, para com os indivíduos e seus filhos.

Essa situação propõe novos problemas para seus dirigentes em relação à forma como eles devem se apresentar ao público.

Vários setores, procurando justificar práticas que foram criticadas, criaram organizações de relações públicas de porte respeitável.

E agora desesperadamente adotaram em sua comunicação o abraço aos ODSs.

Um bom número de empresas tentou mostrar-se sob uma ótica mais favorável fazendo doações a grupos socio ambientalistas, muito embora esta atitude possa ter efeito oposto ao desejado caso os grupos beneficiados fiquem com a imagem de comprometidos ou de dependentes.

Outras destinaram verbas para pesquisa ou relações com a comunidade visando à solução de problemas ecológicos específicos.

Essas medidas, desde que executadas com honestidade, provavelmente ajudam a abrandar a crítica direta do público e a pressão da regulamentação.

Ainda não se sabe se elas teriam efeitos sobre opiniões mais arraigadas da população.

Estamos caminhando para uma nova era de tecnologia limpa e segura para o ambiente.

No caso específico do segmento industrial em geral, este, nunca esteve sob tanta pressão e observação de órgãos ambientais e da sociedade.

Mas, mesmo antes dessas pressões já estávamos vivenciando tempos de mudança, melhorando a qualidade de nossos equipamentos e inovando em tecnologia.

Está na hora das organizações mostrarem à sociedade como estão posicionados em relação à sustentabilidade corporativa e os ODSs não só do seu negócio, mas com a sociedade.

E demonstrar seriedade em cumprir os ODS que escolherem abraçar e o que estão realizando em benefício de um meio ambiente sadio e ideal de vida para todos nós viventes desse planeta.

Estamos juntos!

Sua gestão está alinhada com cultura de segurança da organização ?

Se você está trabalhando duro no desenvolvimento de uma cultura de segurança forte em seu local de trabalho, mas ainda não pode ver nenhum resultado, há alguns sinais de que o fracasso de seus esforços é causado por fatores externos.

 Em nossas “gaps analysis de nivel de maturidade” quando somos contratados, é muito comum encontrar essa situação e nossos colegas ficam desanimados

Mas Não!!!, não deixe se abater, SEGUIMOS JUNTOS e aqui seguem algumas sugestões para poder te ajudar;

Não existe o exemplo da alta direção! 

Não é incomum ver líderes que sentem que estão acima das regras o que se aplica a todos os outros não se aplica a eles. 

Que tipo de mensagem ele envia quando os gerentes participam do treinamento de segurança, mas sentam-se no fundo da sala fazendo papelada ou verificando seu e-mail o tempo todo?

 E mais do que apenas ter liderança estar presente para o treinamento de segurança, eles precisam estar totalmente envolvidos nisso. 

Demonstrar comprometimento em todos os níveis da organização é um importante fator cultural e a liderança assumindo um papel ativo pode ter um efeito positivo imediato.

 Os líderes têm que ser consistentes e garantir que eles sigam em frente para estabelecer confiança entre os colaboradores, especialmente se o desejo deles por treinamento de segurança decorreu de sua necessidade de ver uma mudança de liderança. 

 Mensagens confusas e contraditória

Quase todas as organizações expressarão externamente seu compromisso com a segurança, mas é o que acontece no interior que causa confusão. 

Por exemplo, um prazo a ser cumprido causa correria na operação e qualquer preço

Isso pode resultar em uma quebra de segurança sendo ignorada. 

Mas enquanto se ninguém machucar, não é grande coisa, certo? 

Às vezes, trabalhar mais rápido é inevitável, mas enviar a mensagem de que a produção é mais importante do que a segurança dos trabalhadores pode enfraquecer significativamente a cultura do local de trabalho. 

Pode levar anos para a gestão recuperar a confiança de seus colaboradores, por isso é importante que a liderança sempre mantenha as metas de segurança declaradas com suas ações. 

É difícil estabelecer confiança agindo dessa maneira.

 Não fornecem recursos para o sucesso. 

Uma cultura de segurança é o subproduto de dar aos colaboradores os recursos necessários para ter sucesso. 

Uma das desculpas mais comuns para não seguir adiante com uma iniciativa de segurança necessária é um orçamento insuficiente. 

E passa uma mensagem clara de que a liderança não está interessada em investir na segurança dos colaboradores. 

Também é frequentemente afirmado que não há tempo suficiente para parar a produção e espremer no treinamento de segurança. 

Mas essas são as desculpas de curto prazo que não planejam metas de longo prazo.

 Um acidente pode ter custos muito mais altos, e a empresa pode ter ainda mais dificuldade em se recuperar dos danos. 

Não fornecem tempo. 

Novas iniciativas de segurança devem ter tempo suficiente para provar sua eficácia.

 Deve haver sempre um plano de sustentabilidade em vigor para cada nova iniciativa de segurança para garantir sua aplicação e progresso contínuos (e finalmente mostrar que a organização acredita nele). 

Se a liderança mudar os programas de segurança com muita frequência, eles começarão a se sentir como um sabor do mês e a credibilidade da iniciativa é perdida. 

 Não vão crescer ou mudar.

 “É a maneira que sempre fizemos e funcionou para nós no passado”.

 Se isso soa familiar, as mensagens do executivo definitivamente não estão alinhadas com seus esforços. 

Embora seja importante construir seus pontos fortes e não simplesmente mudar para a questão da mudança, os líderes precisam saber que novas iniciativas de segurança podem se basear em seu sucesso passado. 

Também é importante notar que, embora nada de ruim tenha acontecido no passado, as coisas podem não ter sido necessariamente feitas da maneira certa e isso certamente não significa que nada de ruim acontecerá no futuro ou hoje. 

Se você quer que seus esforços sejam bem-sucedidos, você terá que usar suas ferramentas de comunicação e começar com a turma lá do topo da hierarquia

 Você precisa resolver esse problema de forma estratégica e inteligente antes de ser capaz de se concentrar novamente na construção de uma cultura de segurança saudável que inclua todos em seu local de trabalho.

Estamos juntos!

Gestão compartilhada em ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade, meu propósito: Juntos podemos alavancar os resultados.

O dia a dia do gestor(a) de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade independente do segmento econômico ou do tamanho, e não é fácil;

Agora, imaginem um empresário que por diversos motivos não poder contar com um gestor(a) ou uma equipe fixa para orientação nessa área.

Afinal, são +/- 38.000 leis e normas relacionadas a nossa área (segue aumentando), fora padrões exigidos para financiamentos e até mesmo as demandas de uma sociedade, voltada cada vez mais para um “consumo responsável e responsabilidade socioambiental.

O Tsunami ESG chegou!

Mesmo assim, assisto colegas, com um ego imensurável, considerando donos do assunto (Nas áreas de seg. do trabalho e sustentabilidade nem se fala) e a última agora são os donos do GRO.

Não se prontificam a ajudar os colegas que estão envolvido no dia a dia da linha de frente para tirar dúvidas nem atualizar as novidades e inovações em nossa área.

Mas vendem um curso …., né!

Não é à toa que em breve devo começar um webinar: “Pergunte qualquer coisa “aberto para todos os profissionais da área.

Tive sorte na minha carreia profissional, pois logo no início dela, fui praticamente adotado para um ser iluminado que além de muita experiência na área, tinha uma boa vontade incrível com este que vos fala.

Me orientou a vida inteira dentro da empresa, me acompanhou nas minhas pequenas vitorias e nos meus grandes fracassos no mundo corporativo.

Possuo 17 mortes baixo minha gestão de QSMS-RS & Sustentabilidade devido a acidentes de trabalho, é horrível o sentimento de perda e fracasso.

Em algumas empresas que trabalhei, como procedimento interno, eu é que acompanhava o corpo (as vezes cruzando oceanos), e levava até a família.

Em uma dessas entregas a filha de 15 anos quando cheguei com o corpo, depois de tantos dias atravessando fronteiras e inspeções da polícia federal local, me recebeu com um tapa na cara !!!(imaginem meu sentimento na hora).

Alguém da empresa para me confortou, da minha equipe ou colega da área? algum ombro para chorar, ou apoio?

Algum colega dividiu experiência comigo sobre o acidente? Não, todos escondem o acidente e tem a cara de pau de dizer aqui: ZERO DE ACIDENTES!

Não se divide gestão de lições aprendidas, triste, mas a grande realidade!

Sem comentários e não estendendo mais sobre este fato ocorrido

O fracasso é SOLITARIO!

E hoje sinto que depois de + 35 anos área posso oferecer toda minha vivência e experiência na área para estes colegas, equipe e organizações.

Quero ajudar!!!!!!

Quando ouvimos falar sobre gestão compartilhada, geralmente associamos a um programa de assistencial com a participação da sociedade civil para a solução de um problema nas áreas de saúde, assistência e educação, por exemplo, ou parcerias público-privadas para gestão de empresa.

Como propósito de vida agora de retorno ao Brasil depois de 25 anos de expatriado enxergo a gestão compartilhada como uma oportunidade e como uma excelente estratégia para alavancar a marca e os resultados das empresas de todos os segmentos da economia e até mesmo de consultorias.

A gestão compartilhada ou melhor meu modelo de negócio que estou oferecendo ao mercado é uma gestão realizada em conjunto com a equipe de QSMS-RS & Sustentabilidade, diretores ou proprietários independendo do segmento e tamanho.

Onde podemos juntos reunirmos para tomadas de decisões de novos rumos ou adoção de novas tecnologias, análise críticas dos relatórios, gerir projetos ou processos visando um objetivo comumente várias atividades que estou disponibilizando.

O diferencial em nossa estratégia é aliar qualidades indispensáveis para que os resultados sejam alcançados em curto prazo, ou seja, know How e experiência., são mais de 35 anos na linha de frente e na área executiva, deve servir para alguma coisa, não?

Nossa ideia de gestão compartilhada surge a partir das dificuldades enfrentadas pelas empresas para gerir o negócio de maneira efetiva sem perder o foco no seu core business.

É unir inteligência e melhores práticas para atuar com excelência em outras áreas como estratégia, governança, sustentabilidade e claro nos pilares do QSMS-RS.

Acredito muito que nosso trabalho em conjunto com os profissionais da empresa costuma ser uma das melhores maneiras de prever e prover soluções para problemas pontuais ou complexos, otimizar riscos, investimentos e contribuir efetivamente para a consolidação de conhecimento e desenvolvimento da equipe.

Outro aspecto favorável na minha visão sobre gestão compartilhada é que ela não necessita ser permanente.

A gestão pode ser por um prazo determinado até que a empresa alcance seus objetivos ou simplesmente ter minha presença ao lado como se fosse um conselheiro do board.

O que observo neste modelo de gestão é que a cada objetivo alcançado, aumenta a confiança dos participantes, tornando a cooperação mais estimulante para atingimento de metas e resultados.

É uma maneira de obter o engajamento explorando o que cada um faz de melhor.

É importante ressaltar também que para tanto, todos devem respeitar e confiar no conhecimento e experiência específica vivenciada por cada um dos envolvidos.

Sempre bom lembrar que respeitar a cultura da empresa é fundamental, além disso, é necessário delimitar o escopo, a atuação das partes e ainda gerir a comunicação e a transparência das informações para diminuir qualquer tipo de conflito.

Meu propósito: Ajudar, prover suporte, estar disponível e mais do que tudo; ser um ser humano que está para apoiar, escutar, entender, assumir responsabilidades e definir estratégias em conjunto, visando sempre alcançar resultados.

Estamos juntos!

Gestão de ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade no trecho/embarcado, é vida difícil, mas apaixonante!

O trecho é para os fortes e apaixonados(a)

Todo mundo gosta de estar fora, apenas por vontade, em um clima agradável.

 Trabalhar no trecho/embarcado é estar em boas e más condições, onde o tempo e outras circunstâncias não são por escolha.

Um ambiente de trabalho em fábrica ou escritório é totalmente diferente e diverso do que estar exposto ao tempo em ambientes que muitas vezes são imprevisíveis.

As pessoas que trabalham dentro de uma vizinhança industrial estão expostas a diferentes perigos do que as pessoas que passam seu tempo trabalhando ao ar livre.

A principal razão é a incerteza nas condições de trabalho ao ar livre, os perigos dependem do tipo de trabalho, da região geográfica, da época do ano e da duração do tempo que os trabalhadores trabalham fora.

Meus, PAEs, DDS por exemplo eram sobre; campo minados, negociação com senhores da guerra, cobras venenosas em árvores, crocodilos, leões etc., quando gestor na África e Ásia (não tenho saudades)

A natureza do trabalho de setores como construção, agricultura, energia renovável, portos infraestrutura em geral etc. são alguns exemplos de trabalhos de baixo de sol e chuva

Tome o exemplo linhas de transmissão, eólicas e outros no meio do nada

 O perigo mais óbvio é trabalhar em altura; onde os colaboradores são exigidos para o trabalho por longos períodos, tratando os cabos, as linhas defeituosas e os encaixes etc.

 Trabalhar em áreas que são isoladas pode trazer fadiga durante o trabalho, e isso pode resultar em má percepção e decisões erradas.

Além disso, experiências com insetos e animais nessas áreas podem até ser fatais.

Seu trabalho é cercado por perigos-cabos elétricos ao vivo, ventosas, dias chuvosos e molhados etc.

 O cuidado extra é necessário em tais circunstâncias.

Em um canteiro de obras, o layout da área em alguns casos pode contribuir para condições de trabalho perigosas.

Superfícies irregulares, grama molhada e lama pioram as condições de viagem, buracos podem causar deslizamentos, viagens e quedas.

Há trincheiras expostas, amianto para citar alguns.

Além disso, em casos de calor extremo, as pessoas sofrem de exaustão, desidratação e derrames de calor.

Da mesma forma, qualquer local de trabalho que tenha um inverno provavelmente não é um bom lugar para estar.

Devemos enfatizar o monitoramento do bem-estar físico e mental dos colaboradores, é dever dos empregadores fornece um ambiente de trabalho seguro aos seus ao ar livre.

Eu recomendo a realização de uma avaliação de risco antes de enviar as equipes para o campo.

Uma análise de risco de trabalho fornece uma imagem clara sobre as circunstâncias que podem dar errado e ajuda a gerenciá-los.

 Estas listas de verificação podem então ser executadas no local onde tais protocolos de segurança devem ser seguidos com diligência.

Um bom cenário de perigo deve ser especificado apropriadamente em que incluem um risco potencial, a exposição ao perigo, qualquer gatilho e, eventualmente, as consequências.

Consequentemente, as empresas podem então optar por medidas preventivas e ajudar a reduzir o risco de lesão.

Estes podem consistir extensamente da disponibilidade de EPIs corretos, das condições de abrigo apropriadas, e da prontidão da emergência.

As empresas que estão dispostas a abordar os seus padrões de segurança e reduzir os riscos potenciais precisam levar a sério uma gestão de riscos socioambientais e um excelente plano de evacuação médica para suas equipes de campo.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, due diligence de risco socioambiental ESG nas operações para M&A e IPOs em projetos de infraestrutura.

Termos como :ESG, Riscos socioambiental, Riscos climáticos e passivo ambiental tem sido matéria constante nas mídias e cada vez mais aumentando à preocupação da sociedade em geral.

Mas e o que não é reportado ou divulgado quanto a outros grandes impactos e os passivos ambientais como consequência?

Estamos em época de grandes aquisições e fusões no Brasil por parte de grandes grupos e fundos de investimento.

Estando como Head ESG para um fundo de investimentos na Africa Oriental e Asia participei diretamente avaliando de várias fusões e aquisições.

E por mais experiência e olhos aguçados no momento da due diligence, todo cuidado era pouco, pois certos empreendimentos com características peculiares acabavam se tornando uma dor de cabeça se o processo não fosse duplamente, triplamente revisado por pessoas com qualificações e experiência da área em questão.

Bombas relógio estão espalhadas por aí inocentemente à espera de uma aquisição.

Não só na parte ambiental como social também.

Uma hidroelétrica e uma eólica (em algum lugar por aí), junto a um trecho de linha de transmissão já construída, estavam sendo negociados ao fundo.

Preço de banana, de pai para filho o governo local queria passar a diante e claro precisava muito de energia para atrair investimentos.

Quem queria vender, ou melhor passar a adiante.

Já tinham contratado um escritório, que contratou uma consultoria (o de sempre) para o due diligence socioambiental e entregue o relatório dizendo tudo perfeito e maravilhoso.

Resumindo: Disse que não aceitava tal documento e precisava nós mesmos realizá-los, mas………….., o preço estava tão bom que o conselho decidiu arriscar, mesmo eu sendo contra.

Resultado passaram anos, sai do grupo e o os dois projetos ainda estão parados, por problemas de passivos.

Quem assumir um passivo socioambiental pode vir a pagar uma conta bem alta no qual pode inviabilizar o negócio.

Atualmente, o mercado exige, cada vez mais, transparência e segurança na realização de investimentos e transações empresariais.

Nestes meus anos todos em grandes indústrias apreendi muito em relação à identificação de passivos ambientais, já perdi a conta de quantos startups em projetos green field ou Brown Field que participei em empresas que auditava e sempre me surpreendo com o que se encontra por baixo do tapete.

De alguns anos para cá, questões legislativas e judiciais envolvendo aspectos de responsabilidade sobre resíduos perigosos e passivos ambientais vêm se destacando e ganhando considerável espaço no mundo dos negócios e até mesmo nas manchetes dos principais jornais do país.

É neste contexto que a “Due Diligence socioambiental” adquire um papel de destaque.

Ainda mais quando o assunto é meio ambiente e se tratando de assumir passivos ambientais de outros, não é o desejo de ninguém.

O processo de due diligence socioambiental não é nada mais nem menos um diagnóstico detalhado de informações sobre ativos e passivos socioambientais que possa vir a encontrar em uma determinada empresa ou em novos empreendimentos.

A due diligence socioambiental tem por objetivo apontar os principais pontos críticos e relevantes existentes na estrutura operacional quanto o comprimento de normas e leis ambientais.

Identificar riscos e passivos ambientais, quantificar o valor de tais responsabilidades civis ambientais para a remediação do passivo, identificar providências para a eliminação ou minimização dos riscos ambientais identificados.

E determinar a melhor forma e estratégia de estruturação da transação quanto a responsabilidades ambientais.

O desejo é obter uma “radiografia” da empresa de forma a prepará-la para operações de fusão ou aquisição (“M&A”), transferência de ativos, reestruturação societária, elaboração de prospecto para oferta pública de ações (“IPO”) entre outras operações empresariais.

Mostrar aos acionistas que é uma empresa preocupada com essas questões hoje é não é só uma questão de responsabilidade, mas também aparecer para o mercado como exemplo de benchmarking socioambiental e ganhar com a oportunidade.

Iniciadas as tratativas referentes à operação pretendida pelas partes, estas, geralmente celebram uma carta de intenções com natureza de contrato preliminar.

O escopo deste documento, entre outros, é de manifestar o interesse formal das partes para realização do negócio, sujeito ao resultado obtido com a due diligence ambiental.

Neste documento, as partes estabelecerão as regras para o desenvolvimento da due diligence (prazos, custos, abrangência, logística), bem como estabelecerão o caráter vinculante ou não da proposta, se haverá exclusividade e confidencialidade das informações e documentos, o cronograma de trabalhos para conclusão da operação com fixação de prazos para apresentação de ofertas vinculantes e confirmações.

Em seguida, é apresentado um check list, que enumera as informações e documentos necessários para realização dos trabalhos e onde serão realizadas as auditorias in loco nas áreas em questão.

O “Check List “será ajustado de acordo com a finalidade de cada auditoria e cada tipo de empresa.

Realizada a análise descritiva dos documentos disponibilizados, visitas as áreas impactadas pelas operações as equipes avaliarão os dados relatados de forma a identificar os pontos críticos eventualmente existentes em relação à questão ambiental que possam impactar a operação, gerando um relatório conclusivo para apresentação ao cliente.

Este serve, para pautar a elaboração dos instrumentos definitivos para concretização da operação e fixação do preço, sendo fator determinante para a negociação e, consequentemente, para o sucesso da operação.

Sem due diligence socioambiental, adquirir uma área, projeto, uma empresa ou até mesmo entrar em uma fusão.

O susto pode ser grande e a conta bem salgada.

Estamos juntos!

 

Alô profissionais de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade! Desastres socioambientais causam desastres socioeconômicos e perdas de vidas.

Não faz muito tempo, um cliente em uma conversa informal, me perguntou, até quando vamos assistir grandes acidentes socioambientais.

A conversa era sobre o que aconteceu em Beirute, depois Mariana, Brumadinho etc., e lembrei a ele que estudo acidentes de grande impacto socioambiental faz tempo e citei alguns exemplos acontecidos a 100 anos iguais ao de Beirute etc.

Ficou me olhando……. e disse, sim, mas até quando?

Boa pergunta, não!

Por mais que seja fundamental que as organizações e a turma do ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade precisam estar cientes de que sua falta de gestão e gerenciamento de risco socioambiental podem causar acidentes socioambientais

Ainda encontramos e não saberia explicar por que, talvez pela falta de percepção de risco a falta de atenção em tentar evitar ou mitigar ao máximo que pequenos riscos que não parecem ter importância passem despercebidos, pois esses pequenos podem ter proporções incalculáveis caso resultem em algum acidente.

Só seguir à risca a legislação, normas, ter em seus quadros profissionais qualificados e instalação com barreiras de proteção são ações fundamentais, mas não são o suficiente

É necessário deixar claro que há muito o que ser feito para prevenir tais desastres, a fim de mitigar e gerir os riscos socioambientais, evitando-se assim acidentes de percurso.

Trata-se de prevenção!

E prevenção requer previsão dos riscos e das suas consequências se todas as barreiras falharem.

O significado e o objetivo de uma gestão e gerenciamento socioambiental são os de identificar, prever e interpretar as consequências de uma determinada ação sobre o meio ambiente e seus stakeholders internos e externos, antes de tomadas de decisões.

 É um processo meticulosos, prospectivo, antecipatório e preventivo.

Se você não conhece os riscos que podem interferir e entendê-lo que estão a sua volta, não adianta pensar e só prevenir o seu processo das operações interno.

A partir de uma meticulosa, correta e rigorosa análise de risco socioambiental, devemos assegurar que as variáveis sejam inseridas no processo decisório da empresa.

Procurando evitar, mitigar ou compensar os efeitos dos impactos relevantes sob todos os aspectos como o ambiental, social (seg. do trabalho)

Sempre bom lembrar que qualquer sistema de avaliação de risco socioambiental deve possuir um certo número de diretrizes, que definem como serão executadas determinadas tarefas.

A avaliação de risco de impacto socioambiental inclui, entre suas etapas, a triagem, em que o projeto é enquadrado de acordo com seu grau de risco, definição do alcance do estudo de impacto socioambiental e sua elaboração, análise técnica do estudo, monitoramento e gestão socioambiental e acompanhamento.

O monitoramento deve ocorrer desde a implantação do projeto, seu funcionamento, até sua desativação, sendo peça fundamental da gestão do QSMS-RS & Sustentabilidade, que permitirá confirmar ou não as previsões feitas no estudo e constatar se o empreendimento atende às exigências legais, condicionantes da licença ambiental e contratos e alertar para a necessidade de ajustes.

A gestão socioambiental significa assegurar a implantação satisfatória do plano de monitoramento.

O que seria esta gestão?

A avaliação de risco, monitoramento e desempenho do seu SGI, compliance com os Princípios do Equador, Padrões de Desempenho socioambiental IFC e muitas outras.

Outro aspecto fundamental para evitar acidentes de grande impacto socioambientais é o acompanhamento, que inclui as tarefas de fiscalização, supervisão e auditoria.

Existem inúmeras ações, a serem seguidas à risca, que mitigam substancialmente o risco de ocorrência de um desastre

As organizações precisam incorporar e suas políticas de tomada de decisão, procedimentos de gestão de risco socioambiental que estabeleçam ações a serem implementadas, metas a serem alcançadas, responsabilidades legais e institucionais a serem conhecidas e observadas.

Devem estar preparados com um bom plano de gestão de crises e continuidades do negócio bem como uma equipe de pronta resposta imediata a emergências

Estamos juntos! 

Segurança não é um problema de complacência, é um problema de marketing.

Nunca na história tivemos tantos processos e procedimentos em segurança.

 Nunca na história tivemos profissionais de segurança mais qualificados trabalhando com empresas em todos os setores. 

Temos HOP, BBS, Seg. diferente 1, 2, 3 e X e contando, cada uma com uma ideia, filosofia e mimimimi.

E ainda assim, os acidentes acontecem, os KPIs estão aí para todos comprovarem 

Sinceramente, não precisamos de mais regras em segurança ou mimimi, de quem nunca bateu um prego na linha de frente no trecho ou chão de fábrica 

O que precisamos é de mais de nossos colaboradores para comprarem o que estamos tentando fazer em segurança.

 Isso não é um problema de processo, ou um problema de regras, ou mesmo um problema de complacência. 

É um problema de marketing. 

As pessoas compram coisas quando essa coisa melhora sua vida de alguma forma. 

Eles compram quando há uma vitória clara para eles. 

Então, qual é a vitória para o seu colaborador em segurança? 

Precisamos comunicar uma visão e um plano de segurança. 

Algo que faça seu pessoal querer estar envolvido, participar.

 Isso é muito mais do que alcançar o mínimo de conformidade.

 Precisamos dar aos nossos colaboradores algo para se reunirem, algo para comprar além de “porque é a lei”. 

Você já determinou o que é aceitável e o que é inaceitável com sua equipe? 

Se você não identificou e articulou o que é inaceitável, então você será confrontado com a decisão sempre.

 E se essa decisão variar da última decisão, você envia uma mensagem de inconsistência.

 Isso é péssimo para seu marketing!

Se aceitarmos um comportamento inaceitável, estamos comprometendo algo que achamos importante demais para comprometer.

 E é assim que acabamos com o inaceitável se tornando comum. 

Segurança não é uma questão de complacência. 

É um problema de inconsistência e inconsistência é má comercialização. 

Isso mina os valores, padrões e cultura do seu programa de segurança. 

Se um supervisor não for claro e franco sobre o que é aceitável e o que é inaceitável, a equipe de linha de frente caminhará sobre ovos em seu trabalho.

 Eles hesitarão em cometer um erro porque não estão claros sobre qual é o padrão.

Pessoas que abordam seu trabalho com incerteza cometem erros. 

Quando você está claro sobre o que é aceitável, você dá certeza ao seu pessoal.

 A certeza gera confiança. Confiança e certeza eliminam a complacência. 

Decida o que é aceitável e o que é inaceitável. 

Esse ato torna mais fácil para seus colaboradores e supervisores da linha de frente orientar seu trabalho de acordo. 

Os colaboradores fazem o que os supervisores fazem.

 A maior influência em uma equipe é o supervisor imediato.

 Lembre-se, os colaboradores não saem das organizações por causa de uma política da empresa ou por causa da equipe de alta gestão, saem por causa do relacionamento ruim com seu chefe imediato. 

Como quase 80% do trabalho de um supervisor é na comunicação, coaching, mentoria e motivação, é melhor que os supervisores tenham essas habilidades.

 Os colaboradores dependem de seu supervisor para poder fazê-lo razoavelmente bem. 

Um supervisor precisa intervir regularmente. 

Não para microgerenciar, mas para melhorar o desempenho e treinar. 

Da mesma forma que o treinador de um atleta falaria e ofereceria conselhos e instruções no momento, os supervisores precisam fazer o mesmo. 

Como supervisor, você precisa treiná-los ativamente, se comunicar com eles, motivá-los e orientá-los para ajudá-los a crescer. 

Especialmente quando o trabalho fica difícil. 

Dê-lhes instrução de habilidades. Fazê-los sentir que seu desempenho importa porque importa. 

Ajudá-los a depender de seus companheiros de equipe, como as equipes de esportes do campeonato fazem.

 Deixe cada um dos membros da sua equipe intensificar e brilhar com a coisa que eles fazem melhor. 

Uma equipe que se preocupa com os outros membros da equipe vai se preocupar com a segurança da equipe. 

Colaboradores não se importam com o que você se importa

Quando os colaboradores fazem algo que não faz sentido ou é autodestrutivo, não é porque eles são estúpidos. 

É mais provável que eles não acreditem no que você acredita, como compartilhar seus valores em segurança. 

Não é que eles não acreditem em segurança. Eles podem não ver segurança como você. 

Se você pedisse a 10 pessoas para falar sobre seu time favorito, você provavelmente teria 10 respostas diferentes. 

Mas nenhum deles estaria errado, já que o exercício pediu que falassem sobre Time.

 Agora, peça a 10 pessoas para falar sobre a imagem de segurança, e você terá 10 respostas diferentes novamente.

 E provavelmente nenhuma dessas imagens estariam erradas, simplesmente diferente da próxima. 

Você não pode simplesmente usar a palavra segurança e esperar que seu colaborador saiba exatamente o que isso significa para você. 

Você deve ajudá-los a ver o que você vê. Você precisa articular sua visão e seu plano de uma forma que eles vejam também. 

Antes de pedir a eles para comprar em segurança, você provavelmente deve ter certeza de que eles entendem exatamente o que você quer dizer. 

Não há Marketing sem Comunicação!!!

A maioria das organizações admitem que precisam de muita ajuda para se comunicarem entre si. 

Não é à toa que não conseguimos comprar universalmente para a segurança. 

Estamos comunicando errado. 

Segurança não é um problema de regras, ou problema de processo, ou mesmo um problema de complacência. 

É um problema de marketing. 

Não conseguimos entrar em segurança porque esperamos que nosso pessoal veja o que vemos sem ajudá-los com um nível específico de clareza. 

Isso é marketing ruim que raramente resulta.

E fazer mais do mesmo não vai te levar lá.

Você está comunicando os benefícios da participação dos colaboradores no programa de segurança?

Estamos juntos!

Plano de gestão de crise? Plano de continuidade de negócios? Sem gestão de riscos socioambientais, haja coração.

Meus colegas da segurança não irão gostar, mas a verdade é que acidente do trabalho não fecha uma organização totalmente, mas acidentes socioambientais e problemas com as comunidades encerram muitas operações!

Você conhece todos os seus riscos socioambientais? Não! acho bom conhecer, antes da próxima crise!

Vamos deixar uma questão bem clara aqui, todo acidente é uma crise, e assim deve ser tratado

Se você acha que só acontece com as outras organizações, pode parar por aqui, pois esse texto não é para você

Como já passei muitas em várias, sinto-me a vontade de falar um pouco sobre o assunto .

Antes de iniciarmos o processo de gestão de crises com grandes impactos socioambientais, precisamos entender a diferença entre gestão e gerenciamento.

A gestão de crise é um processo que começa com a identificação de possíveis temas que possam trazer danos operacionais a organização, conhecidos como riscos.

Ou seja, a gestão começa muito antes da” vaca ir para brejo “, representando um processo preventivo.

Já o gerenciamento de crises são as medidas corretivas que sua organização vai aplicar na hora que a crise já estiver em curso, na realidade é o que você faz para apagar incêndio, tentando controlar para que o dano não se agrave, se é que é possível!

Seguem nossas sugestões baseadas pelo que já passamos e aprendemos nessas décadas na área de QSMS-RS & Sustentabilidade em gestão de crises e gerenciamento.

A diferença entre os dois é enorme e precisa de muita dedicação.

Na primeira fase, trabalhamos antecipadamente para identificar e mitigar riscos, e depois temos que reduzir os impactos causados pela falta prévia de gestão.

Não basta ter uma série de procedimentos e coleção de manuais para prevenir crises.

Se fosse assim, tudo seria mais simples, não é mesmo?

Primeiro, precisamos dividir o trabalho de gestão de crises em três etapas:

Ø Pré-crise,

Ø Durante a crise.

Ø Pós crise.

Em cada um desses momentos, teremos passos e etapas específicas para seguir:

Pré-crise

Ø Mapeamento de riscos

Ø Construção da matriz de risco

Ø Criação de um plano de ação considerando os stakeholders impactados;

Ø Elaboração de procedimentos realísticos;

Ø Realização de exercícios de simulados (Sem data e hora marcada, por favor!)

Durante a crise

O gerenciamento é o conjunto de ações e procedimentos adotados pela equipe quando ela já está no cerne da crise, compreende:

Ø Avaliação da situação e extensão da crise

Ø Mapeamentos dos stakeholders envolvidos;

Ø Acionamento do comitê de crise;

Ø Comunicação rápida com os impactados (comunidades), colaboradores, mídias sociais e stakeholders;

Ø Monitoramento constante;

Ø Execução do plano de ação e medidas corretivas.

      Pós Crise

É hora de avaliar os danos e anotar os aprendizados, ou seja, a famosa reunião de gestão de lições aprendidas

Ø Análise crítica da atuação dos participantes na crise direta e indiretamente no gerenciamento;

Ø O que deu errado, o que deu certo, o que faltou em nosso procedimento, nova matriz de risco etc. 

Ø Enumere os aprendizados

Ø Analise os conteúdos publicados nas mídias;

Ø Reflita sobre pontos de melhoria nos procedimentos internos, reavaliar a matriz de risco e seu PAE.

Você nunca sai de uma crise, mesmo que seja um acidente dentro das paredes da organização da mesma maneira que você entrou.

Lembre-se, conselho de quem tem muitas cicatrizes desde pequenos a grandes acidentes tanto de trabalho como socioambientais.

“TODO PLANO DE EMERGÊNCIA, É O MELHOR DO MUNDO ATÉ O PRIMEIRO ACIDENTE /CRISE “

Estamos juntos!

Pronto para uma auditoria de SGA? Due Diligence?

Logo cedo recebo uma chamada, Roberto seja bonzinho, e fale para sua equipe pegar leve!!!

Demorei assimilar um pouco durante a chamada, para entender do que o colega estava falando.

Na realidade, tínhamos sido contratados para uma série de auditorias Ambiental e Segurança e due Diligence nos ativos daquelas organizações, pois a direção pensava em vender ou realizar um IPO, não estavam bem certos ainda!

Antes de uma organização envolver-se em processos mencionados acima, muitos que trabalham na área ficam preocupados, de como estarem preparados.

A verdade é que tendo uma pessoa ou equipe verificando seu trabalho normalmente cria alguma tensão e medo entre os muitos, mesmo se não é a primeira vez que passam por esse processo.

Mas se você está em dia (compliance), tem um sistema de gestão robusto, não a nada a temer, até por que não conheço ninguém 100% em tudo, e para isso existe os planos de ação.

Vamos juntos ponto a ponto, para facilitar na próxima auditoria ou due Diligence que vocês tiverem que passar. 

 Como se preparar; 

Ø Comunique o escopo da auditoria/due diligence e agenda

Ø Certifique-se de contatos-chave estão disponíveis para entrevista

Ø Verifique se os gestores podem claramente descrever seu SGA com precisão

Ø Providencie acesso da equipe a documentação o mais rápido possível

Ø Planejar a logística para a equipe da visita, durante o processo (não irrita a turma rsrs) 

Os gestores de cada área devem estar atentos para; 

Ø Familiarizar-se com os documentos em sua área

Ø Saber percorrer a área para um controle nas operações

Ø Verifique se que somente documentos válidos estão sendo usados

Ø Identificar os registros que comprovam as exigências

Ø Esteja preparado para compartilhar os resultados de desempenho para área

Ø Certifique-se de que as áreas de trabalho são limpas e ordenada

Ø Confirmar que o passado de não conformidades foram feitos

Ø Participar nas reuniões prévias 

Ø Conhecer os sistemas de gestão e como ele opera

Ø Entender o plano de auditoria e funcional áreas

Ø Estar disponível, ficando junto a equipe de auditoria

Os colaboradores nas áreas devem:

Ø Entender a política dos seus sistemas de gestão e suas funções

Ø Preparar-se através da participação em auditorias internas

Ø Saber onde estão seus documentos localizados

Ø Ser capaz de recuperar rapidamente sua registros

Ø Saber como reagir ao auditor perguntas

Ø Preparar -se para demonstrar suas atividades

Ø Lembre-se de objetivos do SGA para seus área 

Colaboradores devem estar prontos para responder questões, tais como: 

Ø Qual é o objetivo geral do seu SGA presente no processo da operação?

Ø Descrever o seu trabalho e responsabilidades.

Ø Existem recursos necessários para seu SGA?

Ø Como sabe o que fazer?

Ø Sua participação em treinamentos

Claro que não está tudo aí, até por que cada auditor ou equipe tem sua maneira de trabalhar, principalmente aqueles que tem muita experiência e conhecimento na área em questão

Estamos juntos!

Reassentamento de comunidades, entre a emocional e o resultado , em tempos de ESG ,não pode ser realizado por amadores!

A fumaça do café requentado ainda era forte, 04:30 da manhã na selva em algum lugar na África Oriental, névoa húmida ainda sobre a selva.

Missão :Reassentar 3.000 mil famílias, por causa da construção /inundação da Hidroelétrica.

Quem é do trecho sabe que começamos com a luz do dia, máquinas apostas, colaboradores cerca de 900 prontos para derrubar tudo, 98% das famílias já reassentadas em outra localidade, pessoal da Biologia pronto para resgate de fauna.

E….., já se perguntaram por que falta 2%?

Não era uma missão nada nova pois já havíamos reassentados milhares de famílias nos projetos da Etiópia, Sudão do Sul, Quênia, Ruanda e Uganda naqueles anos, todos baixo supervisão dos auditores /observadores do IFC e outros bancos financiadores, tarefa emocionalmente desgastante, árdua e muita adrenalina.

Como de costume antes de regressar ao Brasil na folga e depois quando chego, tenho por hábito realizar uma ronda em todas as linhas de frente dos países onde sou responsável (nunca acreditei em Liderança dentro do escritório) e essa era minha última parada antes de voltar para 10 dias de folga na terrinha.

Sabe aqueles 2% que faltam, pois é.

Uma única família em algumas casas, na vila já praticamente reassentada, ainda não tinham saído do local.

A anciã cerca 80 anos (eu acho), bem conhecida e respeitada, estava muito doente, e quis falecer onde tinha nascido.

E na calada da noite ocupou a casa dela que ia ser destruída como a dos outros seus familiares acompanhando-as.

Eu a conhecia muito bem, pois desde o início foi meu elo com toda a vila, adorava café e sempre trazia do Brasil para ela, sobrevivia com muito pouco e me chamava de meu filho branco.

Tinha uma especial afeição por ela e nossa equipe local sabia disso, aliás nunca escondi, sem ajuda dela em transferir e reassentar aquela vila seria um desastre (depois conto em minhas palestras meus fracassos em reassentamento)

Pois bem, pego de surpresa ao amanhecer com a notícia, fui à casa dela, ela mal me reconhecia e a família toda em volta esperava seu último suspiro.

Lá fora, cerca de 5O máquinas pesadas,900 homens e um gerente de operação gritando dizendo que para começar.

Ao presenciar aquela cena na sua casa (na realidade uma cabana de um cômodo sem banheiro nem nada, chão de terra etc.)

A família pediu que esperasse até seu descanso.

Que situação ???, não esperava e tinha que tomar uma decisão.

Tomei, e logo pensei onde ia ter que arrumar emprego.

Parem as máquinas, para tudo e esperemos.

O gerente de produção na mais educada maneira do trecho, queria me matar e disse que ia passar com a máquina encima etc.

Eu disse que não e vamos esperar.

Liga diretor, liga a matriz, insinuaram que iam me demitir, mas já experiente da área, e com uma posição hierárquica alta bati o pé e disse aguenta.

Minha amiga veio a falecer três dias depois, chorei, como chorei ela realizou o sonho dela e eu ajudei (será que algum um dia ainda alguém vai ajudar a realizar meu sonho?).

Fiquei esses dias todos acompanhando de perto com nossa equipe.

À enterramos, participei do luto tribal e reassentamos 100% da vila, ou seja; Etapa número 1 cumprida, as outras etapas do reassentamento estavam por vir com suas respectivas dores de cabeça (as de sempre).

Meses depois, visita do CEO, board, pessoal do IFC e outros bancos financiadores, autoridades etc.na nova vila, jornalistas, a área de comunicação falando sobre sustentabilidade e mais e mais.

Não estava, não fui convidado, mas se lembraram de mim, pois descontaram no meu bônus os dias parados de trabalho, ou melhor não me deram meu bônus e fiquei devendo.

O líder da vila ao receber os nobres convidados em seu discurso traduzido revelou se não tivéssemos respeitado o desejo na minha amiga, iriam fazer uma guerra contra nosso projeto e em tom ameaçador disse que ia até a recorrer aos senhores da guerra (Warlords) ajuda.

Silencio na cerimônia e desconforto (assim e disseram).

Obras de infraestrutura em que a desapropriação de propriedades é necessária usualmente requerem programas de Compensação Social bastante diversificados e complexos.

Isso envolve desde indenização de propriedades e pode implicar na relocação involuntária de população e/ou atividades econômicas.

Frequentemente podem ocorrer processos de desvalorização imobiliária exigindo estratégias específicas de compensação.

A infraestrutura local afetada e outras instalações públicas precisam ser repostas.

A compensação pode incluir assistência com a recolocação de colaboradores, quando a remoção de atividades econômicas resulta na perda de empregos.

Entre as medidas complementares que podem vir a ser necessárias incluem-se também programas de assistência técnica e projetos de fortalecimento institucional.

Exige muita negociação com autoridades locais e comunidades.

Estratégias de reassentamento normalmente levam em consideração:

As responsabilidades organizacionais e os arranjos institucionais entre as entidades participantes, incluindo arranjos para o financiamento do reassentamento.

A avaliação do marco legal do reassentamento, inclusive no relativo a ocupações irregulares e direitos de comunidades tradicionais;

O planejamento de cadastros físicos e socioeconômicos;

As políticas e metodologias de valoração de imóveis e benfeitorias;

Os procedimentos para a compensação pela perda de renda;

A definição das opções de reassentamento e tipos de projeto;

A definição da matriz de elegibilidade segundo cada categoria de pessoas afetadas pelo projeto;

O planejamento dos procedimentos de consulta pública e participação das comunidades afetadas;

Os mecanismos de atendimento a reclamações;

As estratégias de mitigação de impactos nas comunidades receptoras da população reassentada;

Os procedimentos de monitoramento e avaliação, incluindo o monitoramento pós-reassentamento;

Os procedimentos de documentação da implementação do plano, incluindo a especificação do conteúdo dos relatórios a serem gerados.

 E Exige Muitaaaaaaaaaaaaaaaaaaa sensibilidade por parte da equipe responsável.

NÃO É PARA AMADORES, ou quem fica escrevendo lá no ar-condicionado o programa e nunca vem ficar um tempo na área ou no máximo uma visitinha de consultoria.

Trabalhar com comunidades e reassentamento, é gostar de gente.

Que minha amiga descanse em paz

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, percepção de risco socioambiental e sua gestão!

Quando recebi a missão de ser o Gestor de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade, na construção de um projeto que integrava a construção de um porto, ferrovia e eletrificação através da selva subsaariana africana, não tinha ideia dos desafios que poderia enfrentar.

Mesmo com experiência de trabalhos no trecho na selva em projetos na Amazônia e África (perfurações, mineração, portos e construção civil pesada).

Era a primeira vez que nosso acampamento base, seria ao lado de um campo de refugiados de guerra e dentro de uma base de soldados da ONU, em um tríplice fronteira onde dependendo da direção da bola fora em nossas peladas de domingo, poderíamos falar em francês, inglês ou em um dialeto africano.

Quem nunca esteve em um campo de refugiados, ainda mais em países que foram destruídos completamente por guerra civil por anos, onde a noção de ética, moral e cristã foram esquecidas a tempo, não tem ideia de como o conceito de humanidade passa longe.

Onde passei admirar mais ainda os médicos sem fronteiras, missionários, que no meio do nada, da miséria humana, se doam de uma maneira que me deixava com vergonha de mim mesmo.

Até hoje, tenho em mente, depois de horas abrindo frentes no meio da selva de repente encontrávamos duas jovens missionárias europeias ou americanas caminhando do nada para ajudar as vilas.

Muita fé e coragem.

Mas como gestor, entre as minhas responsabilidades era elaborar os procedimentos, planos e manuais de Segurança do trabalho dentro do nosso SGI (QSMS-RS) e Sustentabilidade para nosso projeto no meio deste novo cenário que se abri a nossa frente.

A identificação, análise riscos e elaboração de uma matriz não é um trabalho que você realiza sozinho;

Muito pelo contrário, é nessas horas que a experiência, mas muita experiência e visão ampliada, de terceiros que já trabalham na área ou sobre a mesma situação no passado contam muito na elaboração da matriz.

Não adianta ser o maior especialista de gestão de risco, ou possuir o melhor software de risco, se quem participa não tem vivência sobre o assunto, ou passou a vida toda no escritório no ar-condicionado ou em uma fábrica e vai dar palpite no trecho, não funciona.

Pois bem, matriz de risco elaborada, riscos elencados, classificados e vamos a elaboração dos procedimentos, planos etc.

E como sempre, vieram as reclamações, pelo exagero, que estávamos vendo fantasmas onde não existia etc.

Já fui chamado atenção por diretores dizendo que eu era muito certinho !!!!!, e inflexível, e deveria mudar.

E sabe meus amigos……, eles tinham razão.

Quando você é responsável pela segurança do trabalho dos colaboradores e de proteger o meio ambiente, SOU MESMO.

Bem …….., nada diferente do que já tivesse enfrentado antes em outros projetos seja em selva ou deserto.

Mas como fui convidado para ser o gestor, baseado na minha experiência nestes projetos, fazia parte do pacote e estava dentro do esperado.

Mas nesse caso, grande parte da direção e da equipe vinham de obras de cidades, sem nenhuma experiência em obra remotas e principalmente fora do país de origem.

E aí que a tal “percepção de risco, pesa “

A percepção de risco é muito particular, cada um tem sua visão do que é risco e perigo.

Existe uma influência cultural muito forte nesta visão de risco.

Percepção de risco, podemos dizer que seria a avaliação das probabilidades de que algum perigo venha a se manifestar concretamente, e estimar a magnitude dos efeitos de um evento provável.

Nós cariocas por exemplo, quando voltamos para casa de madrugada no RJ caminhamos no meio da rua, para evitar ser pego de surpresa na calçada.

Quando observamos alguém andando pela calçada na madrugada ou parando no sinal vermelho, sabemos que não é do RJ. rsrsrs

Para nós gestores de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade e do RH, a empatia, a persuasão, liderança por exemplo são fundamentais para mudar a visão do que é risco e perigo e com isso estimular o comportamento seguro.

Só pela força da lei, nunca vi funcionar. O poder de persuasão é fundamental para o sucesso.

Continuando……..

Entre vários procedimentos, treinamentos e TDS e por aí fomos no dia a dia de nossa operação no trecho.

Nosso alerta era para principalmente para não saíssem do acampamento sem avisar, dizer aonde ia, e seria o mais prudente não sair.

Mas se tivesse que sair, existia todo um procedimento a ser seguido.

Quase fui linchado, e a ladainha de novo começou, conforme mencionei acima com os mesmos comentários.

Meu café ainda estava quente (gosto frio), madrugada e esperando o sol aparecer para iniciar a operação.

Me chamam no rádio e a primeira coisa que vem cabeça neste momento, é acidente ou de trabalho ou ambiental.

Era o comandante da base dos soldados da ONU, informava de um acontecimento com os nossos colaboradores.

E que viesse rápido.

A cena era uma das piores que eu poderia imaginar.

Nossos colaboradores, homens e mulheres, resolveram deixar o acampamento, sem avisar, sem levar rádios, com a permissão o gerente do contrato e sem que eu soubesse, pois como eles mesmos disseram, se eu soubesse não teria deixado.

Tinham resolvido ir” aproveitar” a selva africana perto de uma cachoeira, ver os animais etc.

Foram atacados, brutalizados, violentados, roubados e deixados na selva sem roupas.

Acredito não ser necessário descrever mais sobre esta tragédia.

Não me perdoo até hoje o acontecido, como falhei em não ter tido o poder de persuasão com nossos colaboradores, sobre o risco inerentes ao local.

Como gestor de QSMS-RS e Sustentabilidade entre as várias obrigações da minha função, a de proteger o colaborador, eu tinha falhado.

Elaboramos uma matriz com o risco, com as informações que pudemos levantar sobre aquela região de conflitos, participaram delas soldados da ONU, missionários que á anos estavam no campo de refugiados, colhemos as informações sobre animais e a guerrilha, elaboramos procedimentos, integração bem detalhada, diálogos de segurança e palestras e no final falhei.

A percepção de risco é uma coisa complexa, depois deste acidente tenho lido e estudado diversos autores sobre o que é, e como funciona a percepção de risco para evitar acidentes de trabalho e ambientais.

E me deixa furioso quando se resume um acidente como falta de percepção de risco e ponto final.

É muito mais que isso!

Nós gestores temos que entender de como é importante compreender como as pessoas interpretam e integram os diversos elementos da realidade e formam ideias sobre o que pode ou não acontecer.

Nesse âmbito, o conhecimento dos processos é fundamental.

É necessário entender a influência de fatores como a experiência, o conhecimento técnico, o estado afetivo, os valores individuais acerca da segurança, bem como outros muitos aspectos do contexto laboral sobre a percepção de risco.

É importante entender o que faz com que pessoas façam estimativas diferentes acerca dos riscos oferecidos numa mesma situação e ademais, como o mesmo risco parece ser mais aceitável para uns que para outros.

Esses aspectos devem, certamente, ser explorados de modo identificar a probabilidade de ocorrência de atos inseguros e, consequentemente, garantir melhor resultados em sua prevenção.

Enfim, percepção de risco é um assunto muito rico e sério!

Gestores de QSMS-RS e Sustentabilidade, não deixem de estudar e entender o que é percepção de risco.

E como ajudar nossos colaboradores quanto a prevenção de acidentes de trabalho e ambientais.

Estamos juntos!

Sua atitude em segurança é tudo na sua vida profissional!

Motivar os colaboradores a trabalhar em segurança faz parte do trabalho do profissional de segurança.

 Mas quem motiva o motivador? 

Sua atitude importa.

 Isso porque determina a maneira como você aborda ou sente sobre algo, que por sua vez afetará diretamente seu comportamento. 

Por exemplo, se você tem uma atitude negativa sobre exercícios, é menos provável que você dê certo. 

Sua atitude também afeta seu julgamento. 

Entrar em uma reunião com uma atitude negativa pode lhe dar um forte viés de confirmação, que estimula você a ser irracional e argumentativo. 

E sua atitude geral sobre a vida pode manchar ou alegrar sua experiência diária. 

Como melhorar sua atitude?

Cientistas sociais e pesquisadores descobriram que todos nós temos uma linha de base emocional. 

Algumas pessoas naturalmente têm uma atitude mais feliz do que outras.

 Nosso ambiente e hábitos podem mudar isso e mover nossa linha de base para cima ou para baixo. 

Um poderoso contribuinte ambiental para sua mentalidade são as pessoas com quem você interage regularmente. 

Se eles são alegres, é mais provável que você seja alegre.

 Se eles são miseráveis, vai te forçar a sentir o mesmo. 

Porque com quem “saímos” tem uma forte influência em nossa atitude, por mais dura que possa parecer, é a grande verdade. 

Você tem três tipos principais de pensamentos. 

Um deles: pensamentos aleatórios que aparecem sem razão aparente. 

Depois que eu me acomodei no meu travesseiro e começo a notar minha respiração por um pouco, pensamentos aleatórios aparecem em minha mente. 

Muitas vezes, eles são sobre algo que eu planejo fazer mais tarde no dia ou algo recente que aconteceu comigo, mas eu nunca sei por que uma categoria de pensamento aparece. 

Não há muito que você possa fazer sobre esse tipo de pensamento. 

Então há pensamentos estimulados aqueles provocados pelo seu ambiente. 

Você descasca uma laranja e isso tem lembra um sítio ou fazendo quando você era criança.

 Pensamentos deliberados, no entanto, você pode controlar, e eles são os únicos que podem moldar sua atitude. 

Quando acordo, os primeiros pensamentos que tenho podem ocorrer espontaneamente. 

Às vezes acordo com pensamentos ansiosos. 

Mas depois de um momento, posso criar pensamentos propositadamente encorajadores e inspiradores. 

Eu digo a mim mesmo, “Vai ser um lindo dia para estar vivo”, ou algo parecido. 

Mais tarde, se vou me encontrar com um cliente ou trabalhar em um projeto, vou pensar deliberadamente: “Esta vai ser uma reunião divertida” ou “Eu vou gostar de fazer esse projeto hoje.” 

Você pode fazer o mesmo.

 Antes de realizar sua inspeção no local de trabalho, diga a si mesmo: “Vou gostar disso, e hoje vai ser um dia produtivo para segurança “

 Você aparecerá com uma atitude brilhante e talvez inspire outros ao seu redor a fazer o mesmo.

A final de contas LIDERANÇA EM SEGURANÇA é inspirar os outros, ou não?

Estamos juntos!

Em ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade, gestão de lições aprendidas vale ouro, para quem está na luta do dia a dia!

Antes de realizar minhas apresentações/palestras, tenho por costume não participar das outras, por uma questão de foco.

Abro exceções para palestrantes que tenham realmente vivência e experiência na área de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade na linha de frente/linha de fogo por um longo tempo.

Não tenho nada contra acadêmicos, achistas de momento, os que são de escritórios ou passaram uma breve temporada na linha de frente e se acreditam ser experts para falar grosso.

Sempre procuro por “lições aprendidas” de quem realmente sentiu na pele as dificuldades em implantar uma gestão ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade em corporações.

Mas como estava tranquilo neste dia no auditório da União Africana, resolvi dar uma espiadinha em alguns dos palestrantes.

Um destes nos seus 30 e poucos anos, consultor de Sustentabilidade, falava muito bem e ditava regras sobre como ser sustentável nas empresas, metodologia, e o pessoal adorou.

Todos anotando e levando como regra daqui para frente.

 Outro, falava sobre como implantar um sistema de segurança do trabalho nas empresas.

Outro sobre lidar com acidentes socioambientais (nunca tinha participado em nenhum evento real, só simulados sobre o assunto).

Todos aplaudidíssimos pelo público e no final das suas apresentações ditaram as regras do sucesso.

E todos com livros publicados!!

Todos eles com poucos anos de experiência ou nenhuma em função de gestor em grandes corporações (nada como o LinkedIn para fuçar).

Eu realmente admiro a coragem dessas pessoas em ditar regras, fórmulas em nossa área, parece fácil, mas….

Se nunca trabalharam na linha de frente, não tem a menor ideia do que é custo /benefício, pressão da produção, nem sempre a alta direção está ligada nas questões de nossa área, fora acidentes de percurso e total falta de engajamento dos colaboradores.

Como podem falar com tanta propriedade?

Sei não!

“Só sei que nada sei” / Sócrates, cada vez mais funciona muito bem para mim.

À medida que vou acumulando experiência sobre um assunto, percebo o quanto ainda tenho para aprender sobre ele.

A distância da teoria para prática na vivência corporativa do dia a dia é grande.

Ainda não aprendi a fórmula do sucesso em nossa área, e se é que existe, mas de uma coisa eu sei.

Você não é pago para cometer os mesmos erros e devemos e podemos aprender com os erros dos outros sim!

Prestem atenção neste colega que vos fala que já errou muitoooooo, para não cometer os mesmos equívocos.

Essa é minha sugestão

Estamos juntos!

Construir uma cultura de segurança a longo prazo, começa agora !

Quando começamos um trabalho com nossos clientes, essa é uma das perguntas mais frequentes que escuto.

Quando estará implantado uma cultura de segurança forte aqui na minha organização?

O que vocês responderiam?

Uma série de ações positivas de curto prazo e mudanças nos processos de segurança podem fazer uma diferença duradoura. 

A “segurança no local de trabalho” tornou-se a frase de ordem em 2020, uma vez que a pandemia tornou as preocupações de segurança relacionadas à disseminação do COVID-19 uma prioridade máxima para a maioria dos líderes empresariais. 

Defender todos os aspectos da segurança no local de trabalho desde a manutenção de saúde pública até a mudança de práticas e processos até a previsão de lesões, danos materiais e outras questões de liderança.

Segurança é tudo sobre as pessoas, e construir uma cultura de segurança é sobre incutir comportamentos que se tornam a norma. 

Não é algo realizado em um curto espaço de tempo normalmente, leva de cinco a dez anos (baseado em minha vivência e experiência) e requer patrocínio executivo.

E é evidenciado por uma resistência em toda a empresa a condições precárias e comportamentos de risco.

 Mas ações positivas de curto prazo e mudanças nos processos e sistemas de segurança podem, com o tempo, contribuir para a construção dessa cultura. 

Sim, isso inclui organizações tomando medidas para proteger seus colaboradores de serem infectados pelo Coronavírus. 

Mas isso também significa que os próprios se intensificam para evitar espalhá-lo para seus colegas.

 A segurança no local de trabalho abrange todos os fatores que afetam a segurança, a saúde e o bem-estar de todos incluindo condições e processos. 

Entre as empresas com quem trabalho, algumas parecem estar bem no caminho para alcançar essa cultura. 

Outros estão fazendo mudanças e chegarão lá em algum momento. 

Ainda assim, outros têm uma longa jornada pela frente, e podem nunca o fazer sem alterar seu estilo, pensamento e/ou abordagem. 

Aqui estão alguns sinais (ou seja, indicadores líderes) que vejo nas corporações construindo com sucesso uma cultura de segurança. 

Colaboradores mais engajados e capacitados

A “cultura” de uma organização é uma construção teórica, desenvolvida ao longo do tempo. 

Quando visito organizações, costumo focar mais no “clima” organizacional as coisas que acontecem no dia a dia que são impactantes e podem ser vistas como proxies para a cultura abrangente. 

Descobri que um clima é mais forte por um alto nível de engajamento entre líderes e funcionários. 

Isso significa que a maioria das pessoas sente que é uma parte vital da organização.

 Essa interação é propícia para líderes e colaboradores dispostos a trabalhar juntos para criar regras, diretrizes e práticas de segurança, e em seguida, focar na identificação de lacunas nos processos e sistemas que dificultam o seguimento desses princípios. 

Ao engajar ativamente seus funcionários de forma proativa, você alcançará o verdadeiro empoderamento. 

Maior ênfase em medidas proativas e métricas de segurança

 Muitas organizações se concentram principalmente no que eu chamo de “indicadores de atraso“: a taxa de lesões, o número de incidentes, danos materiais, paralisações de trabalho, e assim por diante.

 Estes são importantes para rastrear, com certeza. 

Mas todos eles vêm depois do fato.

 Culturas fortes são “preditivas e não reativas”. 

Que tal colocar uma prioridade maior nos principais indicadores, tais como: 

● Quais são nossos Kpis de treinamento e número de pessoas treinadas? 

● Qual é a nossa pontuação em nossas auditorias corporativas? 

● Quão rapidamente estamos fechando questões abertas? 

● Estamos fornecendo feedback aos colaboradores? 

● Estamos tomando a iniciativa de ter conversas positivas sobre segurança? 

Além disso, muitas organizações usam caminhadas de segurança como oportunidades para “envergonhar e culpar” as pessoas pegas no ato de fazer algo arriscado

Essa “gestão pelas regras” também não é proativa e pode não induzir mudanças de longo prazo.

 De fato, a “gestão” de segurança de descoberta de falhas e de cima para baixo pode, em vez disso, criar uma cultura de medo e evasão. 

Em geral, as pessoas estão mais motivadas para alcançar resultados positivos, em vez de evitar resultados negativos. 

Construir uma cultura de segurança requer uma abordagem proativa, com a maior parte do aprendizado proporcionado na parte frontal. 

 Movendo a segurança de “Outside-in” para “Inside-out”

Um gerente pode dizer ao seu membro da equipe: “Preciso que use seus óculos de segurança porque é uma regra.

” Esse tipo de “gestão de segurança” é o que eu chamo de foco na segurança de fora para dentro, significa se importar menos com a pessoa e mais em ter certeza de que está seguindo as regras. 

Também habita mais no “o que eu preciso que você faça” em vez do “por que faz sentido fazê-lo”. 

Mais impactantes “líderes de segurança” valorizam a criação de conversas de segurança. 

Eles podem mostrar mais empatia dizendo algo como:

 “Ei, eu sei que está quente lá dentro, e esses óculos estão embaçando e tornando difícil de ver. Mas não quero ver você se machucar ou perder a visão. 

Então, vamos ter certeza de que você usa seus óculos para evitar que você se machuque e defina um exemplo seguro para os outros.” 

Dessa forma, as pessoas se motivam de dentro para fora ouvindo menos sobre as regras e mais sobre sua segurança pessoal.

 É provável que eles não só façam o que você pede, mas também tomarão decisões mais seguras depois disso. 

As pessoas estão muito mais motivadas a fazer coisas em que acreditam em vez de fazer algo simplesmente porque é uma regra. 

Por exemplo, forçá-los a usar seus óculos por causa das regras pode persuadi-los a fazer exatamente isso, mas apenas isso. 

Focar em sua segurança acima e além das regras pode motivá-los a usar não apenas seus óculos, mas também suas luvas e revestimentos faciais, e manter seis metros de distância dos outros, para dar um exemplo seguro para seus colegas de trabalho. 

 Sinalização que relaciona a segurança para ajudá-lo e outros

Eu vejo um monte de sinais postados nas empresas que visito, e alguns gritam com zeros vermelhos com linhas através deles e a palavra “NÃO!” distribuído por toda parte. 

É necessário ser condescendente com os colaboradores para obter o comportamento desejado? Em culturas de segurança de classe mundial, acho que não. 

Vamos dar um sinal comum na pandemia atual: “Lave as mãos”. 

Isso diz exatamente o que você deve fazer. 

Ou “Lave as mãos por pelo menos 20 segundos.” 

Que tal, “Lave as mãos por 20 segundos para salvar sua família, amigos e colegas de trabalho de obter COVID-19”?

 Esse tipo de mensagem pode motivar melhor; isso os ajuda a internalizar porque estão lavando e perceber que estão fazendo isso também para colegas de trabalho, família, amigos e suas comunidades. 

Segurança que é tornada conveniente

As pessoas são muitas vezes impulsionadas pelo que é mais rápido, mais confortável e mais conveniente.

 Pedir aos colaboradores para lavar as mãos antes de ir para a sala de descanso quando os banheiros estão a alguma distância em outra direção pode não ser rápido ou conveniente. 

Colocar estações temporárias de lavagem de mãos no caminho para a sala de descanso, por exemplo, tornará mais fácil fazer a coisa segura. 

São sinais que demonstram o compromisso de uma empresa com um local de trabalho mais seguro e a construção de uma cultura de segurança.

Segurança é sobre as pessoas.

 Ter conversas ao invés de ditar regras. 

Ajudar os colaboradores a olhar uns para os outros e se concentrar no “porquê”, não no “o quê”. 

Leva tempo para construir uma cultura de segurança, mas geralmente vale a pena! 

Estamos juntos!

Identificação e avaliação de aspectos ambientais, base do seu SGA é fundamental para seu PGR (Plano de gestão de riscos socioambientais) base do ESG.

Agora implantando o ESG e gestão de riscos de impactos socioambientais em diversas organizações

Em nossas due diligencies iniciais em revisões dos PGRs e PAEs é comum encontrar a falta da inclusão de todos os aspectos socioambientais em sua matriz de risco ou plano de mitigação para possíveis ocorrência de acidentes.

Identificação e avaliação de aspectos ambientais significativos, especialmente na fase de planejamento, é a parte de máxima importância do seu SGA.

Entender os aspectos e impactos ambientais é um dos fatores de sucesso chave da implementação de um SGA em conformidade com a ISO 14001.

 Na linguagem da ISO 14001, “um aspecto ambiental é um elemento das atividades, produtos ou serviços de uma organização que tem ou pode ter um impacto no ambiente”.

Um aspecto ambiental é a forma como sua atividade, serviço ou produto impacta o ambiente.

Por exemplo, um dos aspectos ambientais da lavagem de carros pode ser um agente de limpeza que tem o potencial de poluir a água (esta poluição é o impacto ambiental).

Um impacto ambiental é uma mudança no ambiente.

Impactos ambientais são causados por aspectos ambientais.

Agora, é importante você possuir uma visão ampliada da sua percepção de riscos ambientais da sua organização

Saber identificar os riscos (aspectos), é básico para ter um PGR ou PAE dentro das expectativas se houver um acidente

Seguem algumas das nossas sugestões, esperamos ajudar 

 Definição do escopo do SGA

Antes de iniciar a lida com aspectos e impactos ambientais, você deveria primeiro definir o escopo do SGA.

Você pode escolher aplicar a ISO 14001 em toda a organização, ou apenas para uma unidade, localização ou produto específico.

 Uma vez que você tenha tomado esta decisão você definiu o escopo do SGA.

 Daí em diante, todas as atividades, serviços e produtos que estão dentro do seu escopo definido têm que ser levadas em consideração quando você definir aspectos e impactos ambientais.

 Identificação de aspectos ambientais

Primeiro, expliquemos os termos atividade, serviço e produto.

Uma atividade é uma parte do núcleo do negócio (ex.: etapas do processo de produção). Serviço significa um serviço auxiliar que apoia as atividades núcleo (ex.: caldeiras, aquecedores & resfriamento, manutenção).

Um produto são as mercadorias que você oferece para o mercado.

 Um aspecto ambiental do produto poderia ser, por exemplo, embalagem do produto, ou nível de capacidade de reciclagem do produto ao final de seu ciclo de vida.

Como a ISO 14001 declara, “A organização deverá estabelecer um procedimento para identificar aspectos ambientais e determine aqueles aspectos que tem ou podem ter um impacto significativo no ambiente”.

Você deveria também manter um registro dos aspectos ambientais, que são mantidos atualizados e levados em conta no planejamento de atividades, produtos ou serviços novos ou modificados.

Aspectos podem ser divididos em diretos e indiretos.

 Aspectos ambientais diretos estão associados com atividades, produtos e serviços da própria organização, sobre os quais ela tem controle gerencia direto (ex.: como você gerencia resíduos em suas instalações).

Contudo, para organizações não industriais o foco frequentemente será em aspectos ambientais indiretos de suas atividades (ex.: como seus subcontratados gerenciam resíduos em suas instalações, aspectos controlados em cadeia, aspectos controlados pelo cliente).

De forma a identificar seus aspectos ambientais você precisa estudar como as atividades, produtos e serviços de sua organização afetam o ambiente.

A identificação de aspectos ambientais frequentemente considera, por exemplo, emissões no ar, liberações na água e em terra, uso de matéria prima, desperdício e recursos naturais, impactos na biodiversidade etc.

Quando da identificação de aspectos ambientais, todas as partes das operações da organização no escopo definido têm que ser consideradas, não apenas as atividades núcleo de manufatura ou de serviço.

 Por exemplo, muitas instalações possuem um departamento de manutenção, escritórios, uma cantina, sistemas de aquecimento e resfriamento, estacionamento de veículos e atividades de empreiteiros e fornecedores cada uma das quais pode ter um impacto no ambiente.

Várias técnicas podem ser usadas para compilar uma lista detalhada de aspectos e impactos ambientais em uma instalação ex.: método da cadeia de valor, método do fluxo de processos, identificação de materiais, método da conformidade com requisitos legais etc.

Uma boa prática é envolver uma equipe multifuncional de áreas chave da operação.

Para cada tipo de atividade, produto ou serviço, você precisa listar seu aspecto ambiental único isto resultará em uma lista ou matriz geral de aspectos e impactos.

Avaliação de aspectos ambientais significativos

O propósito da avaliação de aspectos ambientais significativos é focar no qual mais importa (ex.: regra dos 20-80/Pareto).

Você não precisa gerir todos os aspectos ambientais, apenas aqueles que são, de acordo como seus próprios critérios, declarados significativos.

Aspectos ambientais significativos são o principal foco do sistema de gestão ambiental de sua organização.

Dependendo do tipo, natureza, e complexidade de uma organização, existem muitas técnicas disponíveis para conduzir uma avaliação para determinar a significância dos aspectos ambientais. Ao avaliar a significância você deveria considerar:

Ø potencial para causar dano ambiental

Ø tamanho e frequência do aspecto

Ø importância para as partes interessadas da organização

Ø requisitos de legislação ambiental relevante

Cada organização deve estabelecer seus próprios critérios para significância baseados em uma análise crítica sistemática de seus aspectos ambientais e seus atuais e potenciais impactos.

Gerenciando aspectos ambientais significativos

Cada aspecto significativo deveria ser trazido sob controle pelo estabelecimento de um ou mais dos seguintes controles: pessoa responsável, plano de treinamento), ou procedimento, lista de verificação e/ou cronograma de manutenção.

 O nível de controle deveria ser apropriado a natureza do risco do aspecto significativo.

Cada um dos itens anteriores é uma parte da rotina de trabalho diária.

Um SGA pode frequentemente ser mais complicado do que o necessário.

A chave para qualquer SGA eficaz é ter os aspectos ambientais certos desde o começo.

A identificação apropriada de aspectos ambientais não apenas economizará seu tempo, mas também permitirá a você atingir grandes benefícios com seu SGA uma vez que ele esteja implementado.

Estamos juntos!

Planejamento em segurança não é exclusivo para o local de trabalho, começa na sua casa!

Segurança também deve ser praticada em casa, ou não?

Enquanto Kpis de alguns tipos de acidentes no trabalho continuam a diminuir, o número e a taxa de mortes não intencionais em casa estão subindo passos alarmantes.

 Esses eventos são um lembrete solene que segurança não deveria acabar quando volta para casa.

De acordo com dados do governo, o n. º 1 em mortes não intencional é intoxicação por drogas.

Acidentes de automóvel estão em segundo lugar, seguido por quedas em casa.

Lemos manchetes todos os dias sobre as pessoas que participam com comportamentos que levam à morte ou lesão, tais como não trancar medicamentos, mensagens de texto enquanto dirige, alcoolizado, não usar equipamento de proteção, ao subir uma escada e muitos mais.

Como colaborador, esperamos que você não replique esses tipos de comportamentos no trabalho.

Em casa, o ambiente é diferente? Não, você pode e deve repetir o comportamento seguro como no trabalho 

O objetivo da segurança total é levar as pessoas a modelar comportamentos de trabalho seguro e incutir-lhes em casa.

Como isso pode acontecer? Simples: Pratique o comportamento seguro no trabalho, o que reforça a segurança em casa, sempre que o risco potencial está em jogo.

Isso parece lógico, mas isso não é necessariamente sempre o caso.

Afinal, no trabalho, temos um rigoroso processo em direção a segurança que envolve propositadamente parando para pensar na segurança com um planejamento.

Esse processo leva o pensamento do colaborador para o que chamamos de “modo lento.”

O modo lento é lógico, planeja as coisas, pense em etapas, e em sequência.

É uma abordagem metódica para segurança.

Mas, na maioria das vezes, nós funcionamos em “modo rápido” porque é mais eficiente e obtém tarefas feitas mais rápido.

Quando estamos em casa e temos que fazer uma tarefa, só queremos fazê-lo.

Não há nenhum gatilho para dizer que não te deixam de fazer esse trabalho sem um plano de trabalho. Ou uma avaliação de risco.

O que acontece se uma lâmpada a três metros de altura de 3 metros precisa ser trocada em casa?

 Poderíamos colocar uma cadeira na mesa para mudá-lo para fazer o trabalho mais rapidamente.

Como resultado, o trabalho é feito sem nenhum incidente.

 Seis meses mais tarde, quando a outra lâmpada queimar, faço a mesma coisa.

Se eu fizer isso 100 vezes e os resultados são sempre os mesmos, vou continuar a repetir esse comportamento.

 Mas deveríamos mudar para um novo comportamento seguro para trocar a lâmpada, poderíamos ter um membro da família ou vizinho para segurar a escada para mim, não custa nada!

Se toda vez que faço o trabalho dessa forma e tenho resultados positivos, este é o comportamento eu vou repetir no futuro.

No trabalho, a segurança é esperada, incentivada e reforçada, com um comportamento seguro

 Mas em casa, exige mudar essa abordagem para reduzir o comportamento em situação de risco.

Quando pedimos as pessoas que descrevam algo que fizeram em casa onde ficam expostos ao risco, na maioria das vezes, descrevem uma situação em que sua segurança estava em perigo, mas nada de ruim aconteceu.

 Por exemplo, um rapaz sobe uma árvore usando uma escada enquanto carregava um motosserra para cortar alguns galhos.

A escada cai, ele cai e a motosserra quase acerta.

Ele descreve isto e diz, “Certo essa foi por pouco”.

 Sem danos, sem falta. “Vamos voltar lá e terminar o trabalho.”

 Mas algo aconteceu! É o que chamamos de um “quase acidente “.

Estamos tentando levar as pessoas a refletir sobre os que poderia levar a um resultado de alteração e depois levá-los a dar um passo atrás e descobrir uma maneira diferente de abordar esse trabalho” quase-acidentes”.

Mudanças não podem envolver só uma pessoa, todos têm que estar juntos.

Isso é realmente importante quando você está participando de uma atividade potencialmente fatal.

Você sempre deve dar um passo atrás, planejar a tarefa na sequência correta e envolver toda sua família na conversa.

Segurança começa em casa, continua em casa depois do trabalho!

Dê o exemplo!

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, gestão e gerenciamento de riscos socioambientais.

Era uma segunda de manhã, em reunião com a equipe de Sustentabilidade (como reutilizar a água nas comunidades reassentadas e tratá-las), ao término desta, quando liguei meu celular, este não parava de tocar com todos os tipos de mensagem freneticamente chegando e imaginei de tudo (acidente fatal etc.), mas antes que pudesse ler as mensagens.

Entra em nossa sala o gerente de produção gritando que íamos ser atacados e mortos pelos Tuaregues!

Pronto uma confusão das boas e mais um dia animado para o QSMS-RS & Sustentabilidade, de muito pavor e para variar o pessoal do nosso departamento tinha que resolver.

Era uma obra interessante de 1200 km de extensão começava na selva e entrava pelo deserto (linha de transmissão, estradas de acesso e infraestrutura para as comunidades reassentadas, cerca de 700 famílias) com 4000 colaboradores vindo da Ásia.

Não falavam inglês e nem francês (imaginem nossos TDDS, nossos cartazes de QSMS-RS pelo trecho) e como complicador.

A situação: Os orientais gostam de cachorro para comer e comeram uns 30 de uma destas vilas Tuaregues por onde passava o nosso trecho no meio do deserto do Ténéré.

Uma frente de trabalho com mais de 800 homens parada é um tamanho de um baque para qualquer obra.

Nessas horas, nós gestores de QSMS-RS somos chamados para tudo, já ouvi até reclamação de que a quentinha não chegou e estava fria e era para nós resolvermos!

O diretor do projeto imediatamente me chama pelo rádio, e escuto a famosa frase “VAI LÁ, E RESOLVE!”

Quando chegamos ao local do bloqueio, se aproximaram os Tuaregues em seus trajes típicos usando pano azul claro que caracterizam suas vestes tradicionais.

Neste dia estavam zangados e com razão, pois foi totalmente um desrespeito o que nosso pessoal fez com eles, e com muita conversa e pedidos de desculpas a situação foi resolvida depois de um longo tempo.

E todo trabalho realizado por nossa equipe de relações comunitárias foi jogado por água abaixo.

Pois tivemos que recomeçar do zero com todas as 39 comunidades no percurso do projeto, pois a notícia se espalhou por todas as vilas, chegando até aos que estavam no meio da selva (sem internet) imaginem.

Consequência? O projeto ficou fora do orçamento, nossos gastos antes previstos para o projeto de Sustentabilidade e QSMS-RS subiram e o resultado da obra ficou abaixo do esperado.

Lição aprendida?

Claro, mas…….. Como poderíamos prever e incluir em nossa matriz de risco socioambiental a questão do cachorro como iguaria?

Faltou experiência de minha parte sim, em prever.

Reconheço meu fracasso, e mais um para minhas anotações de lições aprendidas.

O Fracasso é solitário, se está tudo bem, você é o cara, mas se um acidente acontece, você passa ser o “leproso” da área.

Em uma análise de risco socioambiental temos que prever todos os possíveis problemas com as comunidades não só pela questão específica dos cachorros no ocorrido, mas os possíveis impactos socioambientais que o projeto venha causar e um plano de ação realístico e factível para emergências e crise.

Fundamental escutar a todos, principalmente os stakeholders (falha minha, naquela época não o fiz)

Ciências humanas são humanas, não são 1+ 1=2 não é engenharia e muita habilidade se faz necessária para o sucesso de um projeto por parte da equipe de Sustentabilidade e QSMS-RS.

Experiência com lições aprendidas valem ouro e insisto!

Uma boa análise de risco socioambiental e sua gestão, é fundamental que participem profissionais qualificados e com experiência e vivência real de campo.

A turma do ar-condicionado que me perdoe.

Assistimos neste momento, grandes fundos e empresas estrangeiras chegando ao Brasil através de aquisições, fusões e se instalando, isso é ótimo.

Que estejam cientes dos seus estudos de viabilidade dos projetos onde contemplem uma gestão forte e dedicada de QSMS-RS e Sustentabilidade na matriz de análise de risco socioambiental.

Aqui no Brasil, não é a selva africana, nem o deserto do Saara,

Mas muitas comunidades não possuem água, esgoto e nem eletricidade regulares, mas todas têm celulares, grande parte acessa a internet e nossa legislação de crimes ambientais é rigorosa, toda atenção é pouco para não inviabilizar o projeto.

Risco dos impactos socioambientais? Existem aqueles que só vão pensar nisso quando ele se apresentar.

Esse parece ser o padrão de pensamento de muitas empresas, que subestimam os aspectos de gestão de risco, que devem ser abordados com antecedência, sempre!

Depois, não adianta, realizar uma ação de Sustentabilidade aqui, ali o departamento de comunicação tentando explicar …., ou seja, o de sempre de pois de um grande acidente socioambiental

Cultura de organizacional de risco de impactos socioambientais, já!

Estamos juntos!

Lições aprendidas da falta de gestão e gerenciamento de riscos socioambientais, até quando ?

 Instalações industriais, barragens, portos, e empresas de transporte de produtos perigosos brasileiras não estão imunes a catástrofes similares com o acidente no porto de Beirute.

Quase 3 toneladas de nitrato de amônio explodiram no porto em Beirute, matando cerca de 180 pessoas, derrubando o governo libanês, e enviando um “ALERTA “ao redor do mundo para descobrir se catástrofes semelhantes estavam esperando para acontecer em seus próprios portos e instalações industriais.

Em todo o mundo, inúmeras operações descobertas, incluindo grandes quantidades do mesmo fertilizante agrícola que detonou em Beirute começaram a pipocar por aí.

Em Dakar, as autoridades encontraram 3.000 toneladas de nitrato de amônio em armazéns. 

Em Chennai, funcionários do porto admitiram que estavam armazenando inseguramente 800 toneladas do produto químico. 

Autoridades romenas descobriram quase 9.000 toneladas, incluindo 5.000 toneladas em um único armazém.

E aqui no Brasil, nada? Estranho ….

Somos especialistas de péssimos exemplos (Cubatão, Barcarena, Alemoa, Mariana, Brumadinho e mais umas dezenas) e não estamos imunes a tais deslizes.

O que a história nos ensina e insistimos a não aprender!!!

 Em 1947, 600 pessoas morreram quando um barco carregado com 2.300 toneladas de fertilizante explodiu enquanto atracava em Texas city /Texas.

Mais recentemente, aprendemos da maneira mais difícil que não é preciso milhares de toneladas de produtos químicos para causar um desastre.

 Em 2013, uma fábrica de fertilizantes do Texas  pegou fogo e explodiu, matando 15 pessoas e demolindo centenas de casas próximas, mais tarde foi descoberto que estava armazenando cerca de 50 ton.de nitrato de amônio.

A verdadeira lição do Líbano, Dakar, Chennai e Texas e os nossos “made in Brasil”, é que a prevenção de desastres não depende apenas de impedir distribuidores armazenem e transportem indevidamente grandes quantidades de produtos perigosos.

“É a falta da cultura de uma visão ampliada sobre os riscos socioambientais “

 Os riscos são agora distribuídos por toda a nossa cadeia de suprimentos industrial, e precisamos de uma abordagem diligente e unida à segurança para evitar desastres em larga escala e acidentes menores que podem ser tão trágicos para os afetados por eles.

Isso significa acertar vários pontos como: supervisão, comunicação e manutenção preventiva etc. ou;

GESTÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS SOCIOAMBIENTAIS

 Vamos dar uma olhada mais de perto na maneira como vários segmentos econômicos com alto risco de IMPACTO SOCIOAMBIENTAL podem aproveitar essas capacidades para manter suas instalações seguras na sequência do desastre de Beirute.

É fácil culpar o governo do Líbano pelo desastre de Beirute, e aqui no Brasil não é diferente!

Mas é perigoso assumir que os governos em outros lugares do mundo estão fazendo trabalhos significativamente melhores.

 Veja aquela fábrica de fertilizantes no Texas, por exemplo:

Quando explodiu em 2013, não tinha uma inspeção dos órgãos fiscalizadores desde 1985, agora imagine aqui no Brasil!

Cabe cada vez mais as organizações cuidar da gestão de riscos socioambientais 

Algumas sugestões das minhas lições aprendidas que são muitas, infelizmente!

Uma boa comunicação é fundamental;

Se os colaboradores sabem o que estão movendo, armazenando e processando, eles podem ter certeza de que estão tomando as precauções de segurança apropriadas.

 E se as autoridades locais e as equipes de emergência souberem o que é realizado em armazéns e outras instalações, eles podem tomar as medidas apropriadas rapidamente se o desastre acontecer.

O custo de não se comunicar pode ser alto. 

Em 1917, por exemplo, um navio carregado com 3.000 toneladas de explosivos pegou fogo em Halifax. 

Como as autoridades locais não sabiam o que o navio estava carregando, nenhuma precaução foi tomada, e centenas de espectadores foram mortos instantaneamente quando o navio explodiu

Manter melhores registros e torná-los acessíveis a todos é um primeiro passo vital, mas o impulso para a gestão de riscos não termina com uma boa comunicação

O verdadeiro Santo Graal da gestão de riscos segurança operacional é usar a tecnologia para transformar a cultura do local de trabalho e isso significa ir além da mera conformidade, e repensar a maneira como as ferramentas digitais podem informar e fortalecer nossos fluxos de trabalho operacionais.

O objetivo não pode ser apenas para cada químico perigoso em seu armazém ter seu próprio registro digital detalhando como ele pode ser manuseado e usado com segurança. 

Isso é importante, mas é só um primeiro passo. 

Para realmente construir uma cultura de risco operacional mais segura, precisamos aproveitar todo o poder da tecnologia para uma gestão de riscos seja químico ou equipamentos potencialmente perigosos, mas que também inclui veículos, computadores, dutos, equipamentos pesados, termostatos, medidores de pressão e até mesmo pessoas.

Ao tomar uma abordagem “all-in” para a virtualização, podemos abrir a porta para um novo tipo de gerenciamento de riscos operacional proativo e de cima para baixo. 

Medir e monitorar todo o nosso ambiente operacional cria enormes fluxos de dados que podem ser analisados remotamente, usando inteligência artificial e automação, para identificar proativamente pequenos problemas em tempo real antes que eles se transformem em grandes desastres. 

Com as ferramentas certas, em outras palavras, podemos criar culturas de risco em que o erro humano não leva mais a desastres.

Para isso, precisamos garantir que estamos usando a tecnologia de forma adequada e consistente em todos os níveis de nossas organizações.

Os operadores de linha de frente precisam de tecnologia móvel simplificada para ajudá-los a rastrear ativos, trabalhos de manutenção e inspeção e obter acesso instantâneo à documentação que atualmente é frequentemente afastada em pastas e armários de arquivos empoeirados. 

Os gestores de risco, por sua vez, precisam de ferramentas eficazes de supervisão e análise de risco, para assim verificar se materiais perigosos são manuseados corretamente e garantir que a manutenção preventiva seja realizada dentro do prazo.

O que é necessário, em suma, é uma abordagem top-to-bottom para a segurança que usa a tecnologia digital para forjar uma ligação entre operadores, equipamentos e processos.

Ter uma única fonte rastreável e confiável para procedimentos de segurança é vital, não apenas para garantir que os problemas potenciais sejam rapidamente detectados, mas também para garantir que os problemas sinalizados permaneçam em um estado de falha até que a ação corretiva adequada seja implementada e verificada.

Realizada corretamente e padronizada pode manter as informações fluindo em ambas as direções, garantindo que ninguém fique adivinhando sobre a maneira certa de lidar com uma determinada situação, ou deixado no escuro sobre o que está acontecendo em outros lugares da instalação. 

A tecnologia certa, em outras palavras, pode ajudar a fomentar uma cultura de supervisão e responsabilidade de riscos que torna toda a organização muito mais segura para todos.

Tudo isso se resume, é claro, à simples lição de que a conectividade e os fluxos de informação são fundamentais para manter a segurança independente do segmento econômico

 Isso é algo que todos sabemos, mas como a explosão de Beirute mostra, é algo que às vezes é negligenciado.

 O pior de tudo, é algo que pode facilmente cair no esquecimento em tempos como estes, quando a rotatividade dos colaboradores é alta e o conhecimento institucional é facilmente perdido.

Para manter as instalações seguras, não podemos contar com a fiscalização do governo para detectar problemas antes que eles aconteçam.

 Para o bem ou para o mal, cabe aos gestores de risco e a turma da linha de frente se unirem e implementar ferramentas inteligentes e arquitetura de informações eficazes para manter nossas operações se nossas comunidades a salvo de danos. 

Se você está lidando produtos perigosos, barragens ou simplesmente tentando manter as máquinas funcionando com segurança, não há substituto para uma cultura rigorosa e bem-feita de riscos nas suas operações.

Estamos juntos!

Treinamentos em Segurança do trabalho X Realidade Virtual, um grande passo na gestão de RISCOS!

A famosa tecnologia 4.0 chegou faz tempo e não tem mais volta, e para os treinamentos em EAD, são os últimos minutos da sua existência.

Para enfrentar os desafios em nossa gestão, precisamos muitas vezes ser intuitivos e baseados em nossas experiências tomamos nossas decisões para simplificar os treinamentos e aprendizagem de nossos colaboradores, no intuito de máxima compreensão por parte deles dos RISCOS etc.

Nosso maior desafio e dar suporte as decisões que envolvem riscos as atividades especialmente em segmentos onde o risco é alto como a construção energia, óleo e gás mineração, portos e manuseio com produtos químicos.

Todos irão concordar que os risco presentes aos colaboradores da linha de frente às vezes supera aos treinamentos comportamentais da sala de aula, EAD e onde a flexibilidade do entendimento em certas situações pode ser fatal

Os desenvolvimentos de tecnologias de treinamento e simulados têm sido usados como por exemplo para treinar pilotos na aviação e submarinos a algum tempo e agora estão aí para ajudar a nós profissionais com a realidade Virtual ou RV.

Os pilotos passam por treinamentos em simuladores que imitam o voo com a visualização, do painel, controles e cockpit onde possam sentir e passar por situações que necessitam uma pronta reposta.

Durante suas carreiras, voltam aos simulados com certa periodicidade, ou para novas informações, atualizações e até mesmo para validar os treinamentos e sua eficiência relacionadas com problemas ou desafios específicos 

Isso com muita precisão, com tomada de tempo de resposta, comportamento condicionado para tais desafios bem perto de condições realistas e ainda com risco zero real de segurança de voo.

Tecnologias RV são construídas projetando e simulando condições reais em torno de um usuário com a ajuda de mapas 3D e audiovisuais.

 Estes são ativados por fones de ouvido RV que envolvem a mente do usuário através do sistema de feedback de áudio, visual e tátil para replicar as situações e condições de vida real.

Algumas das aplicações que tecnologia VR atualmente está sendo testada sob diretas são:

Treinamento de tecnologia médica, Robótica, Jogos e aprendizagem aliada, Militares e operações de defesa

A promessa do sistema baseado no gabarito e “replicação realista” é onde RV torna-se de grande interesse para o domínio do QSMS-RS.

Os Treinamentos são definidos para obter o máximo de tecnologias RV no domínio da segurança do trabalho como :Treinamentos de segurança, Trabalho espaço confinado, integração de canteiro de obras e muitas outras situações

E não podemos esquecer em operações de máquina complexa, risco operacional e foco de gestão integrada de riscos na precisão de assegurar a execução da tarefa, por exemplo, a complexa perigosa autorização para trabalhar o procedimento exigiria vários critérios que escalar e avançar dentro de um fluxo de trabalho digital.

Treinamentos de RV podem simplificar este procedimento, introduzindo o conceito de “passo a passo”.

 A equipe de trabalho pode ser ensinada a executar e entregar a tarefa antes da manipulação ou enfrentar riscos categóricos.

Demonstração passo a passo pode ser feita em RV para desenvolver a compreensão de novos sites ou extensões nas instalações já instaladas gestão pode experimentar os resultados antes mesmo de eles ter visto eles na realidade.

A complexidade do RV atualmente possui alguns desconfortos as vezes, pois envolve reflexos significando uma sensação de vomitar se o assunto é exposto por muito tempo.

Este é exclusivo para o mecanismo inerente de “ver com os olhos abertos “e em seguida identificar a realidade ao invés de fones de ouvido.

Períodos prolongados de fone de ouvido e RV tornar-se demasiado para a mente provocando náuseas e tontura

No entanto, esse desafio já foi assumido pelas forças de defesa através de condicionamento.

Condicionamento físico e mental ao RV e ambiente tornou possível para os seres humanos aprender mais com essa tecnologia.

Mas o próximo nível de aprendizagem através de RV será feito possível no gerenciamento de desempenho de ativos.

O software e interfaces que controlam plantas modernas de fabricação e produção de instalação são muito complexas, mesmo com suas plantas detalhadas.

Sua manutenção operacional e monitoramento (tendo um backup para um backup) confiariam em RV com base em formação e ambientes de aprendizagem.

A complexidade pode ser replicada com notável precisão e aprendizados situacionais, objetivos e exercícios baseados em tarefas que são possibilitados sem encerrar as operações.

As aprendizagens demonstram melhor retenção das informações passadas e tratadas através de simulação do que foi aprendido utilizando a RV

O ponto correto de implantação e uma análise de requisitos bem compreendida seriam necessários para transformar a RV na nova realidade de segurança em um local de trabalho perto de você.

Futuro chegou, e nada como uma nova ferramenta para ajudar você meu como ela a buscar a excelência em treinamento na área de QSMS-RS

Estamos juntos! 

Aprenda com os meus erros, a importância dos Supervisores e da cultura de Segurança em obras.

Eram muitas obras começando ao mesmo tempo, eu ainda inexperiente na construção civil pesada, não tinha noção.

Vinha de óleo e gás e mineração, outra filosofia e outro patamar quanto a segurança.

Pois bem, hidroelétrica no meio da selva subsaariana na divisa da Guiné Equatorial com o Congo, 27.000 colaboradores de diversas nacionalidades.

Supervisores diversos em cultura tanto de segurança como religião etc.

Pequenos acidentes começam acontecer, estatísticas apontando a próxima fatalidade.

Reunião com os gerentes de segurança;

Os problemas são os supervisores, respondem, mas por quê? pergunto eu.

Por que eles têm uma visão diferente do que é importante ou não em segurança

Segurança é importante em qualquer ligar do mundo, respondi;

É mais tem que respeitar essa visão e não vale a pena investir em padronizar uma visão de segurança com todo os 67 supervisores.

E o trouxa aqui acreditou!! E confiou na visão dos gerentes e engenheiros de segurança.

Resultado, fatalidades na minha conta

Como eu errei em deixa passar! Como eu me sinto mal toda vez que lembro.

A indústria da construção precisa garantir que supervisores e encarregados possam fornecer a liderança de segurança necessária no local, mas em nossas observações assistimos que as ferramentas do setor para fazê-lo não estão sendo totalmente utilizadas.

Muitos anos na construção civil a gente aprende alguma coisa andando pelos canteiros e em conversa com os encarregados.

Devemos estar focados na segurança do local de trabalho e na participação dos colaboradores.

É vital para o sucesso da obra darmos ênfase na importância dos supervisores e sua liderança na promoção da segurança.

Colaboradores e supervisores da área dominam quatro fatores como aspectos essenciais de um programa de segurança:

Ø Envolvimento dos colaboradores no local de trabalho;

Ø Fortes habilidades de liderança de segurança em supervisores;

Ø Reuniões regulares de segurança com colaboradores e supervisores de canteiros de trabalho;

Ø Acesso contínuo à capacitação de segurança para supervisores e colaboradores de canteiros de trabalho.

Esses quatro fatores estão muito acima de outros fatores importantes, como auditorias regulares de segurança, tendo cargos de pessoal dedicados à segurança ou reuniões regulares de segurança entre os colaboradores.

A indústria da construção precisa garantir que supervisores e encarregados possam fornecer a liderança de segurança necessária no local, mas a nossa análise sugere que as ferramentas do setor para fazê-lo não estão sendo totalmente utilizadas.

Por exemplo as ferramentas para melhorar o gerenciamento de segurança, desde o uso de políticas e práticas organizacionais de segurança até práticas de treinamento.

As políticas de segurança mais populares são as específicas do local, incluindo a criação de planos de segurança específicos do local e programas de treinamento para todos os colaboradores e subcontratados.

Enquanto a maioria dos contratados incentiva os colaboradores a reagir e relatar perigos no local, muito menos solicita aos colaboradores informações sobre condições de segurança ou envolve colaboradores no planejamento de segurança.

 Isso é uma falha!

Sugerimos aumentar o uso do treinamento e conscientização on line/digital nos próximos anos.

Os contratados estão particularmente entusiasmados com o potencial da tecnologia para melhorar a segurança pela nossa experiência nesses últimos anos, em nosso a diagnósticos pudemos observar

Embora uma porcentagem relativamente baixa esteja usando tecnologias como realidade virtual para treinamento e monitoramento visual utilizando inteligência artificial, uma porcentagem surpreendentemente alta acredita que essas tecnologias têm um grande potencial para melhorar a segurança nos próximos anos

Nossas conclusões mostram uma imagem robusta dos problemas, tendências e oportunidades que a indústria da construção enfrenta, alimentando ainda mais a conversa sobre como lidar com a segurança da maneira mais eficaz.

Estamos juntos!

Reciclagem e o seu SGA, devem caminhar juntos!

Em recentes” gaps analysis” em nossos clientes, encontramos um certo desencontro em organizações que praticam a reciclagem dos seus produtos e a gestão do SGA destas.

E não deveriam, pois a ISO menciona claramente que devem caminhar juntos

Se você estiver familiarizado com ISO 14001, você saberá que quando os requisitos da norma sejam implementados corretamente no sistema de gestão um ambiental (SGA), o risco de impacto ambiental e a quantidade de desperdício são reduzidos.

Por isso é importante a reciclagem bem como, a economia circular etc.

A política ambiental da organização deve incluir um “compromisso” para a prevenção dos impactos socioambientais, bem como uma exigência para cumprir as obrigações de conformidade.

Enquanto as obrigações de conformidade podem variar de setor para setor e de região para região, a importância da reciclagem efetivamente permanece constante.

Imagine esses cenários e as implicações se a reciclagem não foi realizada eficazmente, por exemplo;

Um fabricante de TV tem um esquema de “logística reversa “, mas em vez de reciclagem eficaz, as peças são desmontadas, e algumas são enviados ilegalmente para um lixão.

Um vendedor de bateria recebe muitas usadas ou danificadas de volta, mas entrega uma grande quantidade para um negociante de sucata, sem o conhecimento do destino final .

Um fabricante de computador recebe em troca computadores danificados, mas escolhe um canal de reciclagem que não é lá grandes coisas.

Os exemplos mencionados acima demonstram que substâncias perigosas podem estar espalhadas por aí afetando a sociedade e ao meio ambiente

A ISO 14001 fornece uma abordagem estruturada para lidar com resíduos.

Existem vários itens/capítulos da norma que podem ajudar a apontar a sua organização no sentido de assegurar no processo, como:

Liderança.

Os líderes organizacionais são responsáveis para o desempenho do SGA;

 Portanto, é vital que uma instrução de prevenção a impactos socioambientais exista na política ambiental.

 Da mesma forma, é importante que a alta administração assegura que todos os detalhes são conhecidos e que a reciclagem, feita em casa ou subcontratado, é realizada corretamente.

Planejamento;

A reciclagem deve ser parte das obrigações de conformidade da organização e parte de seu planejamento de atingir metas ambientais, uma das quais pode ser 100% do produto reciclado.

 Também pode ser prudente realçar o seu processo de reciclagem como um aspecto ambiental, ou mesmo como objeto de uma avaliação de risco anual para garantir que você tome o tempo para rever e melhorar o seu processo.

Embora pareça que você tem várias opções aqui, é aconselhável ter em mente que a tecnologia e a legislação mudam constantemente, e você precisa garantir que seus processos de reciclagem são revistos regularmente.

Melhoria;

 Como mencionado anteriormente, uma constante revisão e ação é a maneira mais eficaz para garantir a melhoria contínua em seu SGA, e uma revisão semelhante do seu processo de reciclagem pode garantir que ele atenda às necessidades dos stakeholders e cumpra com a legislação.

Usando ISO 14001 e seus requisitos para garantir que o processo seja eficaz, faz sentido não só para a sua organização, mas para o planeta que todos nós compartilhamos

Certifique-se de que sua organização é bem equipada para desempenhar sua parte e que esteja bem claro no seu SGA.

Estamos juntos!

Regras de Ouro e procedimentos, quem precisa deles?

Muitas organizações usam regras e procedimentos em sua abordagem para gerenciamento da segurança do trabalho.

Em um local de trabalho onde os riscos são menos claros e uma perda de vida nunca é um resultado aceitável, é fundamental ter regras para tudo?

Agora, nesses dias em que as organizações estão mais abertas do que nunca, onde o engajamento dos colaboradores é encorajado e cobrado na estratégia corporativa. Por que a segurança permanece em um mundo hierárquico baseada em regras e procedimentos para tudo?

Fundamentalmente, as regras mandam e você obedece.

Se podemos controlar o que está acontecendo, podemos determinar os resultados.

Isto é geralmente bem-intencionado, mas como nenhum plano de batalha sobrevive seu primeiro encontro com o inimigo, nenhum plano totalmente pode antecipar todos os resultados possíveis em um ambiente de trabalho, que sempre está em mutação, particularmente, uma vez que nós jogamos a variabilidade humana na mistura.

As regras tentam remover esta variabilidade, mas ao fazê-lo, também pode remover com isso, inovação, empreendedorismo e capacidade de resposta.

Ela lobotomiza a organização.

Quando ocorre uma situação incomum, já não temos a capacidade de responder de forma unilateral.

Muitas investigações de acidentes apontam oportunidades de se ter evitado a situação em que tinham as pessoas envolvidas que tinham a consciência de risco para identificá-lo, e se sentiram confiante o suficiente para agir sozinhas, mas….

Líder entre as organizações no verso dos seus crachás, os requisitos de conformidade são as chamadas regras de ouro, regras de salva-vidas ou variação similar.

Novamente, bem-intencionadas, estas geralmente se baseiam nas atividades mais prováveis de ter causado acidentes fatais.

 No entanto, é excessivamente simplista de acreditar, que as pessoas vão parar de fazer algo fatal, porque não há uma regra no lugar.

Se a ameaça à vida não foi suficiente para impedi-lo, é uma ameaça de despedi-la?

Como muitos sistemas burocráticos ao longo tempo, as regras se tornam mais importantes do aquilo eles pretendiam proteger.

 Uma vez testemunhei alguém ser punido por não ter cumprido com uma regra de usar o cinto de segurança (o colaborador estava manobrando o carro), mas estava nas regras de ouro.

Como já assisti pessoas fumando em áreas classificados, mas como não estava mencionada nas regras, e podia?

Se o resultado está completamente em desacordo com o risco, algo está errado

Pessoas respondem melhor sendo cuidadas para fazer o que se pede com uma boa explicação e conversa

Então precisamos de regras em tudo?

É razoável esperar que os colaboradores tomem decisões com base em uma avaliação de risco detalhada das circunstâncias à mão.

 Nestes casos as regras podem ser úteis para fornecer uma solução rápida.

Ainda há outras ocasiões em que a existência da regra implica o direito de segurança até o ponto onde a regra é quebrada, quando este não pode ser o caso, se há outros fatores de risco envolvidos.

Regras são mais benéficas quando não todas as informações são conhecidas e pessoas não podem tomar decisões informadas do risco.

Isto é tipicamente o caso em sistemas complexos com alto risco potencial onde uma decisão de qualidade só pode ser alcançada pela cuidadosa consideração de todos os fatores por uma equipe interdisciplinar, reunindo seus conhecimentos.

Limitar como regras para determinadas circunstâncias onde o risco é maior, tem uma vantagem de salientar uma importância.

E devem ser bastante específicos.

Quanto mais abrangente a regra “Use sempre o cinto de segurança”, o mais provável é ser visto como inadequado em algumas circunstâncias, e, portanto, opcional.

 A maioria de nós não cumpre o limite de velocidade, porque sabemos que não é realista em todas as situações.

Operacionalmente, os colaboradores precisam de simplicidade, fornecida pelas regras.

Temos que ter equilíbrio entre os dois.

Como sempre, não há preto e branco, certo ou errado em segurança.

Impor regras onde o risco é elevado, é de extrema importância;

Impor regras para situações específicas onde uma tomada de decisão local é difícil, muito importante.

Use as regras para construir um quadro dentro do qual os colaboradores recebem a licença para usar suas habilidades para mudar, adaptar e melhorar.

As regras são as ferramentas fundamentais para a segurança.

 Mas tem seus próprios riscos significativos se ignoradas e falharem quando se trata da precisão necessária para realizar uma tarefa com segurança 

Para isso precisamos sobrepor as ferramentas manuais de gestão de riscos cuidadosamente aplicadas.

 É mais lento, é preciso mais foco e mais experiência, mas pode conseguir melhorar os resultados

Estamos juntos! 

Falar bem em público como profissional de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade é fundamental para o sucesso da carreira.

Tenho assistido algumas “lives”, algumas sobre Segurança e até ESG, e vejo que alguns colegas têm essa dificuldade em falar, não vejo problema.

Eu mesmo que achava que falava bem, passei por vários treinamentos de mídia trainning em Londres (já macaco velho), de como se preparar para falar com o conselho quando apresentar meus KPIS de ESG, e realmente vi, como podia melhorar e foi ótimo

E vocês mês colegas tem essa dificuldade?

Estamos juntos, seguem algumas dicas

Você foi convidado a se dirigir à direção sobre o desempenho de segurança ou Kpis de Sustentabilidade do último trimestre e a estratégia daqui para frente.

A reunião é na próxima semana e você tem 30 minutos, uma eternidade no tempo.

Você está tão animado que você começa imediatamente a tomar notas sobre sua mensagem, ou você está como o resto de nós e se sente um pouco enjoado com a ideia de fazer uma apresentação na frente de outras pessoas.

 Falar em público geralmente cai perto do topo da lista das coisas que mais tememos, ou talvez seja realmente o medo de fazer um total “você sabe o que” de nós mesmos em público.

Se você é uma dessas pessoas (como eu costumava ser), há boas notícias, tudo vai ficar bem e você vai fazer muito bem! Por quê?

 Porque o público quer que você seja bem-sucedido, eles estão torcendo por você (claro, nem todos rsrs)!

Trabalhe esses pontos;

Verbal

Sua mensagem, deve ser relevante para você, público.

 O que você quer que eles saibam? O que você quer que eles façam? E como você quer que eles se sintam?

Por exemplo, se o Recursos Humanos estiver em seu público, você pode mostrar como a segurança aumenta com engajamento dos colaborardes. 

Os Kpis de lesões provavelmente não serão relevantes para um público de colaboradores da linha de frente.

 Se você pode colocar sua mensagem na forma de uma história, melhor ainda.

Vocal;

Como você soa.

Projete sua voz para que as pessoas possam ouvi-lo claramente.

 Use inflexão de voz para enfatizar postos-chave. Use uma pausa para permitir que um postos-chave se afunde.

 Muitas vezes os falantes sentem que devem preencher espaços vazios porque se sente desconfortável.

 Eu preenchi espaços vazios porque estava nervoso o que me fez falar rápido.

Pausas são boas!

Elas deixam seu público imaginando por um momento o que virá a seguir.

Pausas também permitem que você reúna seus pensamentos por um momento. Deixe seu entusiasmo passar.

Nada diz que você não se importa com uma apresentação não entusiasmada.

Visual

Como você olha.

Nossos corpos têm uma linguagem própria, e suas palavras nem sempre são gentis.

Fique alto. Uma boa postura corporal projeta uma imagem positiva.

 Mova-se com propósito.

 Por exemplo, dê um passo em direção ao público quando você fizer um postos-chave, em seguida, dê um passo para trás e pausa para permitir que ele afunde dentro use palmas e mãos abertas que transmitam confiança versus apontar e usar gestos exagerados.

Faça uma conexão emocional fazendo e mantendo contato visual por alguns segundos. Use adereços para ajudar seu público a visualizar e lembrar sua mensagem.

Finalmente, dependendo do seu público, vista-se como você quer ser abordado.

Nem sempre é o que você diz, mas como você diz e como você olha quando você diz isso.

Se o que você diz não está alinhado com a forma como você soa e como você olha, seu público é mais propenso a acreditar em como você olha ou soa do que o que você realmente diz.

Espera-se que os profissionais de QSMS-RS & Sustentabilidade conheçam os riscos e táticas de mitigação, como conduzir investigações, executar programas de auditoria e comitês de segurança etc.

Possuir habilidades técnicas e conhecimentos é o preço da entrada na maioria das áreas e profissões, mas muitas vezes são as soft skills, em particular as habilidades de fala pública e apresentação que influenciam a mudança.

Estamos juntos!

Procedimentos e normas de segurança deveriam ser escritos com SANGUE!!

Quando me pediram para realizar uma palestra sobre motivação em segurança do trabalho, realmente entrei em pânico.

Pois qual seria um título interessante para chamar atenção?

Já que as de SIPAT, são chatas, desinteressantes e repetitivas (tinha escutado de vários colegas da área).

São sempre os mesmos temas, sorteios, teatrinho, acham que os colaboradores gostam de circo.

Já assisti inúmeras palestras sobre o tema.

E quem sou eu para repeti-las, sou muito mais um aprendiz do que um instrutor, mas o desafio estava feito.

Seria para uma indústria com cerca de 5000 colaboradores, apresentando em vários turnos durante uma semana. Esta possuía um histórico muito bom de seus Kpis sobre acidentes.

Um desafio interessante, pois queria sair da mesmice do assunto, focando no VALOR que se deve ter à cultura de segurança e ao valor de uma vida.

Meu objetivo seria impactar no comportamento de todos, influenciando através de um bom trabalho de persuasão para que a segurança que é parte do QSMS-RS e Sustentabilidade fosse visto como uma cultura de VALOR na empresa.

Mas como? Qual o tema para chamar atenção?

A ideia do título vem de uma época como gestor de QSMS-RS em duas situações com um denominador em comum.

Uma na África e outra no Oriente Médio onde tínhamos uma rodovia a ser construída e na outra, uma indústria Petroquímica a ser reerguida, pois metade desta tinha sido sucateada.

Em ambos os sites tínhamos um trabalho imenso em retirar minas e bombas da área, pois estes países onde nos encontrávamos, tinham passado por décadas de guerra civil.

Um trabalho difícil estressante e de alto risco. Onde infelizmente tivemos fatalidades.

Certo dia, em um pequeno acampamento conversando com o pessoal da comunidade, explicando o porquê das fatalidades as famílias.

Uma senhora se levantou e pronunciou que deveríamos escrever com “SANGUE “nossos procedimentos, pois assim quem sabe os colaboradores poderiam honrar e dar mais “VALOR” as normas e procedimentos de segurança.

Esta senhora era uma das mães que acabavam de receber a notícia e as explicações sobre a fatalidade de seu filho (não queiram nunca passar por esta situação!).

Essa senhora e suas palavras firmes ficaram comigo e me vieram à tona pensando no título de minha palestra.

Ela estava certíssima, “quanto desrespeito se tem por procedimentos e normas”.

São poucos os que prestam atenção ou dão VALOR e exemplos em segui-las.

E A MAIORIA ACHA UM SACO!

Se já não leem instruções de celular ou bula de remédio, vão ler e estudar procedimentos de segurança?

Milhões de trabalhadores morrem ou se mutilam todos os anos.

Campanhas de segurança e proteção ao meio ambiente são constantes. Gastam-se milhões em comunicação, treinamentos e procedimentos. Normas e legislação são inúmeras e bem draconianas.

Mas mesmo com tudo isso, acidentes acontecem sempre!

A senhora estava certa sim, e mal sabia ela, que se não 100%, mas quase todos os procedimentos ou normas existentes foram redigidos somente depois que alguém morreu ou foi mutilado.

Se voltarmos a análise de causa raiz de alguns dos grandes acidentes do passado como Flixborough (Inglaterra), Seveso (Itália), Bhopal (Índia) e Piper Alpha (USA) onde milhares de vidas foram perdidas ou afetadas.

Verificamos a falta de atenção em cumprir procedimentos e normas de segurança.

Estamos falando de grandes corporações acima.

Agora: Imaginemos as pequenas, médias e até mesmas a grandes que mesmo possuindo em sua web sites as mais lindas e bem escritas missões e valores, mostram com orgulho suas certificações ISO, falam sobre ser sustentáveis etc. Mas quando vamos analisar seus Kpis de segurança vemos que não é bem assim.

Em uma obra muito grande em algum lugar neste Brasil, trabalhavam alguns consórcios de construtoras. De repente escuta se um barulhão.

Um corpo havia caído de uma grande altura no meio da área. Total desespero por parte de todos e com razão. E começou uma das situações mais absurdos que presenciei em minha vida.

O falecido estava sem uniforme e EPI!

E uma batalha se inicia entre os gerentes das empreiteiras em vestir e colocar EPI no corpo, ao mesmo tempo a turma do RH em pavorosa gritava para verificar se a pessoa tinha todos os treinamentos de NR que a legislação pedia e se tinha assinatura dele nos DDS e treinamentos.

Muita confusão na área e o tempo passando. Disputa para cada querer vestir o uniforme e EPIS, quem vai avisar a família? E quem vai ficar ali quando a polícia chegar? E por aí foi o trágico cômico espetáculo de non sense.

A polícia chegou, e depois de certo tempo descobriu se que o falecido não era de nenhuma das empreiteiras (Já estava vestido com uniforme e EPI de uma delas), mas sim uma pessoa com histórico psiquiátrico que tinha entrado na obra e se jogado, cometendo suicídio.

Análise de causa raiz: Todos os procedimentos de segurança e respectivas normas foram quebrados.

Um trágico acidente, cômico e vergonhoso para quem era da área.

E para finalizar, não custa questionar:

Quanto vale uma vida humana?

Quanto vale cumprir todas as normas e procedimentos de segurança?

Quão tão é difícil implantar uma cultura de segurança como valor na empresa?

Procedimentos e Normas de segurança precisam mesmo ser escritos com sangue para todos prestarem atenção e segui-las?

Se existir uma cultura de VALOR em segurança e a liderança der o exemplo.

 Eu acredito que NÃO.

E esse passou a ser o tema de minha palestra sobre motivação em segurança!

Estamos juntos!

Focar em comportamento é fundamental.

Há mais de 40 anos, a segurança baseada em comportamento tem sido de interesse na gestão de segurança.

E não é de admirar;

A ciência da mudança de comportamento aplica-se perfeitamente ao mundo real dos problemas de segurança no local de trabalho.

No entanto, quando ideias se tornam populares, elas tendem a tornar-se modismos e serem simplificadas.

 Organizações que implementam sistemas BBS muito simplificados estão enganando a si mesmos.

Eu acredito no comportamento seguro, ou seja, baseado na ciência e centrado no sistema BBS.

 Com foco no BBS, os benefícios começam com a segurança, mas vão na sequência da mudança de como pensam e operam as organizações

Vamos olhar como foco o sistema BBS difere dos simplistas.

Na versão simplista, o foco é estreito: simplesmente melhorar o comportamento de segurança dos colaboradores.

 Especialistas em compilar uma lista de comportamentos inseguros acreditam que podem levar a lesões e incidentes.

 Com a elaboração de uma lista do” especialista em BBS “, observam fornecem um feedback para fazer com que os colaboradores adotem o comportamento seguro rapidamente e eficientemente quanto possível.

Esta visão é equivocada, por várias razões:

Não há nenhuma garantia de que os comportamentos, identificados são críticos para o local de trabalho.

Sem o engajamento dos colaboradores, eles, se ressentem do feedback e resistem a mudar seu comportamento.

A razão pela qual os colaboradores muitas vezes correm perigo, é porque os sistemas em que estão trabalhando torna-os difíceis ou mesmo impossível de fazer seus trabalhos sem correr riscos.

Só e simplesmente tentar alterar ou gerenciar o comportamento, em vez de alterar o sistema, não dá né, venhamos e convenhamos a” exposição ao risco ainda está lá.”

Aqui está um exemplo: um encanador e um ajudante precisam mudar uma junta em uma linha fixada na parede.

 Ambos com EPIs, a linha não é de produtos químicos, então, em teoria, é uma operação segura.

No entanto, para tirar os flanges do meio e separá-los eles devem afrouxar os parafusos.

Isto significa que o auxiliar deve ficar na frente do pipeline para alcançar, puxar e afrouxar os parafusos.

Como ele faz isso, esquenta o flange com um maçarico no máximo até soltar os parafusos e nesse processo queima seus auxiliares.

A localização do flange exigia que ele ficasse na linha de fogo para soltá-lo.

Se existisse uma boa orientação da segurança deveria ter ensinado os colaboradores a ter mais cuidado quando para afrouxar os parafusos.

 E uma boa gestão deve pedir a manutenção para alterar o local dos parafusos, para que na próxima, não existisse essa complicação de expor o colaborador na linha de fogo.

Se a alteração for feita, o potencial de uma exposição é reduzido talvez até mesmo eliminados.

Obviamente, essa solução baseada no sistema é a melhor solução.

O comportamento seguro (BBS) focado no sistema, busca, encontrar, reduzir ou eliminar riscos que levam a acidentes, e melhorar os sistemas que executam nas operações.

Para ser bem-sucedido, este esforço deve envolver todos os níveis da hierarquia na organização 

 A gestão deve definir objetivos, alocar recursos adequados, estabelecer a estrutura de governança e definir as regras para redução de exposição e como funcionará o processo baseado em comportamento.

Um processo centrado no sistema BBS envolve a todos, observando os colegas de trabalho, dando feedback para mudar comportamentos.

 A abordagem do sistema funciona porque realiza tarefas mais seguras, para que os colaboradores não precisam tomar cuidado extra para evitar que se machuquem.

Também aborda objetivos além da segurança, tais como melhorar o engajamento do colaborador, e geralmente, alcançar uma cultura mais saudável, centrada no desempenho.

Quando colaboradores veem um sistema que os beneficia e a organização, o BBS se torna uma atividade desejada não uma atividade obrigatória, e toda a força de trabalho é mais segura como resultado.

Estamos juntos! 

Trago a sua licença ambiental em 30 dias, eu garanto acidentes zero e uma cultura de segurança, 3 passos para ser uma empresa ESG e Sustentável!!!!!

Acreditem, é o que mais tem por aí.

Eu agora “sou consultor “, o que significa que dou sugestões como trabalho.

Bem diferente de quem “estar consultor “porque este, está desempregado e no fundo está buscando trabalho (carteira assinada e tudo mais).

Cansei mesmo do mundo corporativo e agora quero ajudar compartilhar meus 40 anos de estrada e vamos em frente!

Eu não estou ligado a qualquer metodologia tipo mega, blaster, PNL, sei lá ou consultorias internacionais destas bacanas com grife.

Eu gosto de pensar que, acima de tudo em conquistar os clientes, como consultor preciso primeiro de tudo encontrar ou desenvolver soluções sustentáveis para as necessidades deles, nem mais nem menos.

Ajudar a resolver certas situações, com minha vivência e experiência nessas mais de 3 décadas no mundo corporativo, deve servir para algum objetivo.

Afinal de depois de tanto errar mais do que acertar tem alguma coisa em que eu possa ajudar né.

Recentemente alguém que eu conheço disse-me sobre um caso de uma dor de cabeça que passou no trabalho porque essencialmente ela escolheu um consultor que …, vamos dizer assim, não tinha experiência nenhuma do mundo corporativo e acabou deixando a organização na mão do órgão ambiental e de conflitos com a comunidade a sua volta

A solução, disse o consultor, estava fora de alcance e seria mais caro e demoraria mais tempo para resolver o problema e foi embora!!

Nós no nosso dia a dia dependemos de especialistas para ensinar-nos, para nos guiar e recomendar cursos de ações.

 De muitas maneiras, contamos com eles para nos ajudar a ficar bem.

Por décadas contratei consultorias e sem elas não teria alcançado resultado, sim, elas têm seu valor

Mas também me dei mal em muitas ocasiões, por erro meu de julgamento embarquei em algumas que no final me deixaram na situação de quase perder o emprego

Uma vez escutei isso:

“O principal trabalho de consultoria é seu próximo projeto de consultoria”

Não é não é!

O principal objetivo de um consultor é satisfazer as necessidades do cliente.

“VOCE É PAGO RESOLVER PROBLEMAS E NÃO CRIAR LOS”

 Eu nunca gostei de certas consultorias que se unem como parasitas na organização e lutam vigorosamente para não largar o osso, fazendo qualquer negócio.

Infelizmente existem pessoas que colocam sua necessidade pessoal de receita continuada na frente do que é melhor para o cliente.

O problema é que a maioria das empresas não está feliz com os serviços que elas recebem.

Eles sentem que foram seduzidas e enganadas, mas continuam gastando cada vez mais colocam seu dinheiro nelas porque que cavaram um buraco do qual não há escapatória.

Consultorias de grifes, enviam jovens, estagiários sem experiência, sem uma visão mais ampliada, seguem uma metodologia da consultoria famosa e pronta, enlatada, e as vezes esses profissionais com pouco ou nenhuma experiência passam batidos por problemas que só profissionais com muita vivência poderiam sentir e enxergar.

A melhor solução?

Quebrar o ciclo, buscar alguém que atenda realmente suas necessidades, quem sabe assim eu tenho chance rsrsrsr

Como Einstein disse, “você não pode resolver problemas usando o mesmo pensamento que os criou.

” Vamos ser claros, não é vergonha nenhuma em ganhar dinheiro honestamente, mas não há vergonha no fornecimento de soluções que não funcionam.

Estamos juntos!

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