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Como anda a sua gestão de riscos de barreiras das suas operações? Condição sine qua non para gestão de riscos ESG!

Como anda a sua gestão de riscos de barreiras das suas operações?

Condição sine qua non para gestão de riscos ESG!

Como anda a sua gestão de riscos de barreiras das suas operações?

Condição sine qua non para gestão de riscos ESG!

As organizações devem engajar seus colaboradores e incentivar a comunicação aberta em todos os pontos de vista para avaliar o quadro de risco completo

Embora cada empresa diga que seus recursos humanos são seu ativo mais valioso, alguns nem sempre agem de acordo com essa declaração.

Este texto destaca uma área com potencial de melhoria sobre a gestão de risco de barreiras para prevenção de acidentes seja de trabalho ou socioambiental

Auditorias e verificações é uma garantia pelas quais uma organização pode garantir a eficácia de suas barreiras, sejam elas técnicas, organizacionais ou operacionais.

A gestão de barreiras envolve, o controle e o manuseio de todos os aspectos do QSMS-RS por meio de uma abordagem sistemática e contínua.

 É fácil pensar em barreiras como soluções técnicas para eliminar riscos operacionais ou minimizá-los a um nível aceitável.

Barreiras técnicas e operacionais podem ser as mais fáceis de implementar.

 No entanto, a menos que o pessoal envolvido tenha uma compreensão abrangente de por que as barreiras são estabelecidas e como elas funcionam, é provável que sejam menos eficazes.

As barreiras podem ser classificadas nos seguintes grupos:

• Barreiras técnicas;

• Barreiras organizacionais;

• Barreiras operacionais.

As barreiras organizacionais são implementadas por meio de pessoas responsáveis ou que têm uma competência específica, e que estão diretamente envolvidas no desempenho de uma ou várias funções de barreira.

Em todas as operações, sempre haverá riscos possíveis, e nenhum sistema único pode resolver todas as incertezas possíveis.

No final do dia, é a tomada de decisão humana que é o teste crucial para o sucesso.

Uma pré-condição para entender o risco e estabelecer um sistema robusto de gerenciamento de barreiras não é apenas envolver as pessoas, mas também garantir e verificar que elas entendem como os fatores humanos podem influenciar direta ou indiretamente o quadro de risco.

Isso requer uma abordagem sistemática para identificar necessidades de treinamento, construir equipes complementares, realizar treinamento prático no trabalho e desenvolver um sistema de garantia de competência para verificar processos de aprendizagem.

A prática é perfeita no esporte, assim como no trabalho.

Para estabelecer uma estratégia de barreira, todos os riscos e todas as possíveis incertezas que possam ser identificadas por uma tripulação competente devem ser identificados.

 Isso significa que as pessoas devem estar envolvidas.

Envolver as pessoas significa ouvir, engajar, abrir-se para discussão e obter todas as opiniões sobre a mesa.

A comunicação aberta e a boa cooperação só podem ser alcançadas em um ambiente de confiança mútua e abertura.

Ter líderes que possam tomar decisões com base no quadro de risco e que são apoiados por todos os envolvidos também são elementos cruciais.

Em todas as atividades envolvendo pessoas, deve-se relacionar-se a uma série de fatores que podem ser regidos pela situação do indivíduo de tempos em tempos, cooperação ou falta de cooperação na equipe, comunicação mal compreendida, carga de trabalho, cultura, falta de confiança nos gestores ou decisões, etc.

 As pessoas nem sempre são previsíveis, mas essencialmente todos estão motivados a fazer o melhor trabalho possível.

Isso é senso comum e pode parecer óbvio, no entanto, os líderes também são pessoas e nem sempre podem agir da maneira mais sensível.

A amplitude e a natureza dos fatores humanos na gestão de barreiras podem contribuir para incidentes.

 Como as barreiras podem ser estabelecidas e mantidas para que os riscos possam ser gerenciados para evitar acidentes para alcançar um sistema robusto de gerenciamento de barreiras?

Os fatores chave são:

• Forte liderança;

• Tomada de decisão adequada;

• Evitar falsas verdades;

• Ousar falar.

Há inúmeros exemplos dentro das indústrias onde não ter a tomada de decisão adequada levou as pessoas a acreditar em “falsas verdades”.

Embora as barreiras técnicas possam ser verificadas e monitoradas por sistemas de manutenção preventiva e programas regulares de testes, o desempenho organizacional e humano, a qualquer momento, pode não ser tão fácil de verificar.

Trata-se de ter pessoas e sistemas no local para evitar que “falsas verdades” sejam desenvolvidas, a fim de evitar que situações e incidentes perigosos surjam.

As principais etapas para prevenir “falsas verdades” incluem:

• Foco no treinamento para tais situações em simuladores e no local de trabalho;

• Realização de exercícios regulares;

• Certificar-se de que o pessoal é treinado e competente;

• Garantir que a força de trabalho esteja ciente do potencial de “falsas verdades”.

O desenvolvimento de pessoas e da organização é uma responsabilidade de liderança.

Todos os líderes são responsáveis por garantir que seus colaboradores sejam qualificados e detenho a competência necessária para desempenhar seu trabalho.

Uma abordagem integrada ao gerenciamento de barreiras envolve muitos elementos, como o planejamento de tarefas críticas à segurança.

Tarefas críticas à segurança são as tarefas de maior risco que, se não forem executadas corretamente, podem levar a sérias consequências.

Uma abordagem integrada ao gerenciamento de barreiras envolve muitos elementos, como o planejamento de tarefas críticas à segurança.

Tarefas críticas à segurança são as tarefas de maior risco que, se não forem executadas corretamente, podem levar a sérias consequências.

Os líderes desenvolvem a organização e os colaboradores e criam resultados através de delegação, interação, acompanhamento e envolvimento. Líderes de todos os níveis demonstram responsabilidade.

Espera se que todos os líderes doem e estejam abertos a receber feedback.

Eles se comunicam de forma clara, respeitosa, motivadora e inspiradora, mas também sabem o valor da escuta.

 A contribuição do colaborador deve ser vista como valiosa por outros, especialmente pelo líder.

Um sistema completo de gerenciamento de barreiras contém elementos técnicos, operacionais e organizacionais.

Esses elementos normalmente estarão intimamente ligados e, a menos que as ações certas esperadas sejam tomadas pela organização e pelas pessoas, barreiras técnicas podem ser afetadas ou podem falhar.

A gestão de barreiras envolve o gerenciamento, o controle e o manuseio dos aspectos humanos e inclui diversas áreas importantes:

• Competência;

• Apenas cultura;

• Liderança;

• Correções;

• Fatores de modelagem de desempenho;

• Auto-verificação;

• Avaliações;

• Gestão de riscos e gestão de mudanças;

• Procedimentos de liderança;

• Comunicação e feedback.

Toda a organização está envolvida na garantia de um sistema robusto de gerenciamento de barreiras, e requer um envolvimento minucioso de todas as partes.

Nenhum sistema ou nenhum ser humano pode ser confiável para prever todos os possíveis incidentes no futuro, mas uma combinação de bons sistemas, bem como uma cultura justa que promove o envolvimento ideal, pode minimizar os riscos a um nível aceitável.

A única maneira de alcançar e permanecer neste nível é aceitar que é uma história interminável.

 É um processo de aprendizagem ao longo da vida de automotivação, curiosidade insatisfavel para melhorar a própria competência e compartilhamento de conhecimento.

Retrospectiva pode ser útil para aprender, mas é ainda melhor se todos se envolverem, falarem, refletirem e usarem sua competência antecipadamente.

Todo mundo sabe melhor onde seu próprio sapato aperta, e qualquer empresa deve receber e priorizar um comportamento aberto para compartilhar experiências e consciência de risco inteligente.

Neste texto, foram listados vários pré-requisitos que são cruciais para o desempenho humano na gestão de barreiras.

Os mais vitais são:

• Forte liderança;

• Tomada de decisão adequada;

• Evitar falsas verdades;

• Ousar falar.

Mas esta lista não é conclusiva.

 É um desenvolvimento ao longo da vida onde novos ou outros elementos podem se tornar vitais para o desenvolvimento contínuo, e cada empresa deve encontrar seu próprio caminho para incentivar seus trabalhadores e otimizar sua estratégia para uma operação equilibrada, eficiente e segura.

Um processo completo de gestão de barreiras é sobre segurança para todos os stakeholders internos e externos

Estamos juntos!

Suas áreas de armazenagem estão dentro dos KPIs e riscos do ESG?

Com o crescimento das áreas de armazenagem, nunca houve um momento em que o setor de logística tenha sido maior e mais movimentado.

Com essa reviravolta vem a probabilidade de um maior impacto socioambiental neste setor à medida que mais recursos, matérias-primas e transporte saem para atender a essa crescente necessidade.

Portanto, à medida que a demanda aumenta, geralmente é lógico que o impacto no meio ambiente, tanto local quanto global, também aumentará.

No entanto, é possível que as organizações que possuem um SGA, ou pelo menos adotem os princípios da norma, possam mitigar esse risco por meio de ações e diminuir seu impacto socioambiental.

 Como sempre, melhorar esse desempenho começa com a definição precisa dos KPIs que são importantes para o desempenho de uma organização e a conscientização de atividades que possam proporcionar riscos socioambientais.

Qualquer organização com um SGA pode atestar o fato de que um dos blocos fundamentais da norma é identificar aspectos ambientais que podem potencialmente ser prejudiciais para o seu negócio e as partes interessadas, e decidir como defini-los e medi-los.

 Isso fornece a base para decidir sobre iniciativas, programas e processos para mitigar e melhorar esses aspectos e, portanto, o desempenho ambiental da

Assim, agora entendemos a importância de definir KPIs para qualquer negócio, e a relação direta entre aspectos ambientais, o impacto socioambiental de uma organização e planos de ação com as medidas de mitigação e os respectivos KPIs, como aplicamos isso no negócio de armazenagem e realização?

A maioria das organizações com um SGA perceberá a importância de gerenciar sua cadeia de suprimentos para a excelência socioambiental

Garantir que sua cadeia de suprimentos seja adequada sempre que possível pode ajudar muito com isso, e onde isso não for possível, você descobrirá que garantir que você use critérios ambientais ao selecionar fornecedores pode ter um impacto extremamente positivo no efeito da sua cadeia de suprimentos no meio ambiente.

 Junto com isso, existem várias outras considerações importantes na definição de KPIs relacionados aos impactos ambientais avaliados nesta indústria:

Embalagem: Grandes quantidades de embalagens são consumidas anualmente no setor de armazém e preenchimento pense nos principais varejistas online que entregam pacotes para muitas de nossas casas regularmente.

 Considere a origem, o ciclo de vida e a reciclagem das embalagens e considere dar aos clientes opções pelas quais você pode consolidar pedidos e reduzir as embalagens usadas.

 Considere a sinalização em sua embalagem para garantir que seus clientes também reciclem.

Da mesma forma, com qualquer embalagem interna ou material absorvente de impacto, o material reciclado quase sempre pode ser originado para este trabalho.

Utilidades: Os armazéns modernos podem ser massivos, e grandes quantidades de aquecimento e iluminação podem ser usadas durante o armazenamento e operações.

Considere os LEDs e os sensores de movimento ecológicos para limitar o consumo elétrico desnecessário.

Projete o layout do seu armazém de forma inteligente, garanta que seus itens comumente usados estejam juntos e itens raramente usados da mesma forma, e você pode limitar a eletricidade usada em ambas as áreas.

Novamente, considere o impacto do uso de energia desnecessária fornecendo aquecimento desnecessário no inverno e você pode limitar o impacto ambiental do seu armazém.

Transporte: Mais uma vez, um grande aspecto do setor de armazenagem e cumprimento é o transporte de mercadorias.

 Certifique-se de que suas mercadorias sejam consolidadas em embarques para regiões comuns, e que quando sua organização selecionar uma transportadora, ela possa demonstrar um registro de iniciativas para garantir que suas próprias atividades sejam organizadas com o mínimo impacto ambiental, como o ponto focal de seu pensamento.

Programas internos: Não se esqueça que seus próprios colaboradores e atividades de escritório também podem ter um impacto ambiental significativo que também precisa ser considerado.

Em nosso artigo anterior como identificar aspectos ambientais em seu escritório usando a ISO 14001, consideramos como as escolhas que os colaboradores fazem diariamente, desde compartilhar viagens de trabalho até quando usar impressoras e consumíveis e assim por diante, podem ter um enorme impacto socioambiental meio ambiente.

Certifique-se de que sua organização considere isso e forneça as informações, competências e conhecimentos corretos para permitir que sua equipe tome decisões inteligentes e informadas.

Definir seus KPIs é a base para um bom desempenho em seu SGA, mas você deve saber como projetar iniciativas e programas para combater essas atividades que colocam seu desempenho ambiental em risco.

 O que está claro é que você pode identificar e definir seus KPIs com mais precisão, e o que é melhor, você deve ser capaz de trabalhar para mitigar seu efeito sobre o meio ambiente em seu armazém e negócios de realização.

Este é o momento em que sua organização agora pode empregar o ciclo do PDCA para garantir que sua ação seja considerada, e em última instância, eficaz.

Garantir que você considere esses elementos pode ser a chave para garantir que o impacto do seu negócio em armazenamento e cumprimento de toda a legislação.

Estamos Juntos!

Reassentamento e relações com comunidades e os padrões do IFC

Vendo fotos de um passado profissional não muito distante, bateu uma saudade incrível daqueles desafios e como aprendi e conheci literalmente o que é a miséria humana.

Resolvi buscar alguns contatos de gente das comunidades com quem trabalhei e, que deixei para trás na África, Índia, Laos e Camboja.

São 25 anos, só de África com + de 3000 famílias em um só projeto sendo reassentadas.

Negociações superdifíceis, com senhores da guerra de 16 anos, campos minados, cultura e religiões diversas, e que vida e que aprendizagem, não posso esquecer das visitas aos campos de refugiados também, chorei depois de falar alguns deles.

Mas consegui e, foi bom saber como estão nos dias de hoje , as notícias não são boas, afinal é melhor falar das estatísticas das vítimas da Europa ou do Estados Unidos do que as deles, pois não dá audiência e mais uma vez são esquecidos.

Confesso que no início fiquei receoso, faz algum tempo (voltei ao Brasil em definitivo em 2020), foram projetos difíceis, será que vão se lembrar de mim?

Como eu digo “LIDAR COM COMUNIDADES, NÃO É PARA AMADORES “, fiz muitos amigos e muitos não gostaram também.

Mas vamos ao texto!

Projetos de infraestrutura muitas vezes exigem a aquisição de terrenos e, como projetos são desenvolvidos em áreas povoadas (incluindo áreas rurais e urbanas), apresentam o potencial de induzir o deslocamento e reassentamento de pessoas que ocupam ou utilizam essa terra.

Os proponentes do projeto são, como resultado, obrigados a negociar e compensar as pessoas locais à medida que adquirem terrenos para desenvolver projetos.

A aquisição de terras relacionadas a projetos ou restrições ao uso da terra podem resultar em deslocamento físico (realocação ou perda de abrigo) e/ou deslocamento econômico (perda de ativos ou acesso a ativos que levem à perda de fontes de renda ou outros meios de subsistência) da população local.

Projetos com grande pegada física muitas vezes resultam em ambas as formas de deslocamento e podem afetar famílias, instalações comunitárias, locais sagrados, mineiros artesanais, produtores agrícolas, colheitadeiras de terras ou recursos marinhos, bem como vários tipos de negócios.

A Política Operacional do Banco Mundial sobre Reassentamento Involuntário e as Normas de Desempenho da Internacional Finance Corporation (IFC) sobre Sustentabilidade Ambiental e Social fornecem orientações relativas à consulta comunitária para atividades de aquisição de terras.

As normas de desempenho do IFC foram adotadas pelos principais credores internacionais de projetos e, portanto, espera-se que os projetos sejam desenvolvidos de acordo com essas normas e regulamentos nacionais relevantes (cada vez mais alinhados com as normas internacionais).

O IFC Performance Standard 5 (PS 5) trata da aquisição e reassentamento de terras.

Os objetivos do PS 5 incluem a evasão ou minimização do deslocamento, explorando projetos alternativos, bem como a minimização dos impactos sociais e econômicos adversos resultantes da aquisição de terras ou restrições ao uso da terra.

 A divulgação das informações e a participação das comunidades afetadas devem ocorrer em todas as fases do processo de reassentamento incluindo planejamento, implementação, monitoramento e atividades de avaliação, bem como realocação e restauração de meios de subsistência.

O planejamento e a implementação eficiente do reassentamento exigem consulta e engajamento regulares com as partes interessadas do projeto, incluindo:

  • Famílias e empresas deslocadas economicamente ou fisicamente;
  • Comunidades anfitriãs;
  • Agências governamentais responsáveis pela aprovação de planos de reassentamento;
  • Organizações da sociedade civil;
  • Comitês de reassentamento (tipicamente compostos por representantes de comunidades afetadas, governo local etc.);
  • Empreiteiros do projeto;
  • E financiadores do de projetos.

As atividades de planejamento e implementação de reassentamento exigem e geram grandes volumes de dados.

Esses dados se relacionam com uma série de stakeholders e atividades do projeto, e diferentes informações são geradas em cada fase do processo de reassentamento.

Por isso, é essencial que um sistema de gestão de informações de stakeholders seja criado o mais cedo possível no planejamento do projeto e, com vistas a ser utilizado durante toda a vida do projeto.

Os dados gerados por pesquisas socioeconômicas/inventários censitários e patrimoniais fornecem uma visão geral detalhada dos domicílios e ativos afetados por um projeto.

Esses dados são cruciais no desenvolvimento de um Quadro de Políticas de Reassentamento.

Uma data de “corte” em relação à elegibilidade para apoio e compensação de reassentamento é estabelecida no momento do censo. Isso deve ser feito para desencorajar a migração especulativa e o estabelecimento de novas moradias ou outras estruturas.

As informações sobre a data de “corte” devem ser bem documentadas e divulgadas em toda a área do projeto por meio de reuniões de consulta pública e comunicação generalizada.

De acordo com o PS5, deve ocorrer uma participação significativa das comunidades no planejamento de reassentamento particularmente na seleção de locais de reassentamento.

Grupos vulneráveis devem ser identificados e envolvidos em atividades de consulta.

O reassentamento envolvendo populações indígenas desencadeia requisitos adicionais de consulta, conforme IFC PS 7 (Povos Indígenas) que pode incluir a obtenção de consentimento livre, prévio e informado antes do deslocamento ocorrer.

A contribuição das partes interessadas comunitárias deve ser considerada no desenvolvimento de Planos de Ação de Reassentamento (PAR), que são desenvolvidos para cada instalação do projeto e devem ser consistentes com os princípios descritos.

Os PARs devem conter resumos de todas as atividades de divulgação e consulta de informações realizadas.

Para que as famílias reassentadas restabeleçam atividades econômicas que lhes permitam manter ou melhorar seu padrão de vida, são desenvolvidos um Framework de Restauração de Meios de Subsistência, e em alguns casos, planos de restauração de sustento.

As atividades realizadas normalmente incluem jardins, pequenas lavouras ou fazendas, introdução de métodos agrícolas aprimorados e treinamento de emprego ou negócios.

A restauração do sustento envolve múltiplas comunicações com as famílias afetadas e outras partes interessadas durante um período significativo.

Em última análise, espera-se que as famílias deslocadas sejam capazes de restaurar ou melhorar seus padrões de vida pré-projeto e se integrar nas comunidades anfitriãs.

Estamos juntos!

Entender as diferenças e sobreposições entre os regulamentos e diretivas da UE /USA é fundamental para exportação.

As exportações são essenciais para o crescimento econômico, mas também apresentam desafios ambientais significativos, como emissões de CO2 e uso intensivo de recursos naturais.

Muitas empresas estão adotando práticas sustentáveis, como o uso de transportes menos poluentes e processos mais limpos na produção.

A União Europeia, por exemplo, aprovou uma lei que obriga companhias a verificar suas cadeias de valor, exigindo práticas ESG.

No Brasil, a implementação de práticas ESG pode ser um desafio, mas é essencial para a competitividade no mercado internacional.

Compreender as diferenças e sobreposições entre os regulamentos, diretivas da União Europeia e USA é fundamental para cumprir os objetivos do ESG para pode exportar comodities e produtos manufaturados.

Ao estudar a legislação, os profissionais precisam prestar atenção à interseção de CSRD, SFDR e a relação com a taxonomia da UE e CSDDD, pois essas estruturas incentivam empresas e instituições financeiras a adotar uma abordagem holística da sustentabilidade, mas com métricas ESG.

Tanto a CSRD quanto o SFDR enfatizam relatórios ESG abrangentes que se alinham aos requisitos de divulgação dentro de um ciclo de relatório.

Enquanto isso, e aqui se torna ainda mais abrangente, o foco do CSDDD na devida diligência reforça a necessidade de as empresas tomarem medidas proativas (a diretiva é orientada para o processo e o progresso) para gerenciar e mitigar os riscos ESG.

Este é um elemento central da comunicação de informações tanto na CSRD como no SFDR, embora estes quadros de comunicação não normativos se apliquem a diferentes setores e tenham obrigações diferentes.

A CSRD está focada principalmente em relatórios corporativos, com o objetivo de aprimorar e padronizar as divulgações de sustentabilidade pelas empresas.

De acordo com a CSRD, uma gama mais ampla de empresas é obrigada a relatar questões de sustentabilidade.

 A diretiva enfatiza a dupla materialidade, o que significa que as empresas devem divulgar não apenas como as questões de sustentabilidade as afetam, mas também como suas operações afetam o meio ambiente e a sociedade.

O SFDR é um regulamento financeiro voltado para participantes do mercado financeiro e consultores financeiros com o objetivo de aumentar a transparência sobre como os riscos de sustentabilidade são integrados ao processo de investimento e evitar o greenwashing (Artigos 6, 8 e 9).

 Essa categorização tem sido debatida devido à inconsistência e falta de transparência nas divulgações, principalmente no que diz respeito aos investimentos de transição em empresas de combustíveis fósseis.

Mais uma vez, o CSDDD se concentra na devida diligência corporativa em relação aos direitos humanos e aos impactos ambientais em toda a cadeia de suprimentos. Impõe obrigações às grandes empresas para identificar, prevenir, mitigar e contabilizar impactos adversos aos direitos humanos e ao meio ambiente.

 Esta directiva é um passo significativo no sentido de responsabilizar as empresas pelas suas actividades, garantindo o respeito pelos direitos humanos e pelo ambiente.

Uma das principais sinergias reside na taxonomia da UE, que serve de ponto de referência comum a estes regulamentos.

 A taxonomia fornece um sistema de classificação para atividades econômicas ambientalmente sustentáveis.

As empresas devem referenciá-lo em suas divulgações de CSRD, e os participantes do mercado financeiro devem usar a classificação para avaliar a sustentabilidade de seus investimentos sob o SFDR.

A CSDDD não exige diretamente a utilização da taxonomia da UE, mas os princípios dos requisitos de diligência ESG exigida exigem uma compreensão do que constitui práticas sustentáveis, trazendo a taxonomia e as salvaguardas mínimas (diligência de risco ESG devida) para o cerne da sustentabilidade.

Estamos juntos

Algumas sugestões, para preencher as lacunas para alcançar a excelência em segurança.

Os líderes em segurança precisam preencher a lacuna entre o desempenho atual de segurança e o excelente desempenho de segurança.

Entre o seu nível atual de desempenho de segurança e o excelente desempenho de segurança há uma lacuna.

Acredite, aqui são 40 anos de orelha seca em diversos segmentos econômicos

 Se você está em busca para alcançar a excelência, você deve preencher essa lacuna.

 Antes de conseguir, você deve identificar os elementos básicos que a criam.

Quando eu estava encarregado do treinamento em uma organização, regularmente tinha a alta direção me pedindo para projetar treinamento para resolver um problema que eles tinham identificado.

Muitas vezes, o treinamento não era a ferramenta certa para corrigir seu problema, e como eu os ajudava a desenvolver outras estratégias para resolver problemas, eles começaram a identificar com mais precisão problemas e soluções.

O treinamento lentamente deixou de ser a correção-tudo que foi automaticamente usado para cada problema.

Edwards Deming disse que se você não pode descrever o que você está fazendo como um processo, você não sabe o que está fazendo.

 Os líderes são geralmente bons em descrever a fabricação, produção e prestação de serviços como um processo.

Eles são muitas vezes não são claros em descrever o desempenho humano como um processo.

Muitas vezes eu ouço líderes dizerem coisas como:

 “Se os trabalhadores prestassem atenção”, ou “Se as pessoas pensassem antes de agir”, ou “Se pudéssemos nos livrar desses erros estúpidos, seríamos melhores”.

Tais afirmações são os bordões daqueles que não veem o desempenho humano como um processo.

Em um processo, os defeitos têm causas específicas que devem ser tratadas para resolver o problema.

 Abaixo estão alguns dos elementos comuns do desempenho humano que podem contribuir para o desempenho fraco.

Problemas condicionais

Se as estações de trabalho e o fluxo de trabalho não forem projetados para facilitar as tarefas e permitir uma boa ergonomia, isso deve ser abordado primeiro.

Barreiras físicas ao desempenho raramente podem ser superadas com abordagens comportamentais.

 Condições de trabalho desajeitadas ou perigosas podem e causarão problemas de desempenho e devem ser tratadas melhorando as condições.

Enviar os colaboradores de volta para o treinamento não corrigirá barreiras condicionais.

A hierarquia de segurança dos controles pode ajudar a decidir como resolver questões condicionais se você realmente começar de cima e não depender regularmente de controles administrativos ou epi.

Conhecimento

Às vezes, os colaboradores não têm um bom desempenho porque não têm o conhecimento do que é excelência e/ou como ela é alcançada.

Os líderes não podem simplesmente perguntar aos colaboradores se eles sabem como fazer seu trabalho bem, se eles não sabem o que não sabem.

O conhecimento do trabalho deve ser o principal currículo em treinamento, e os supervisores devem ser treinados para buscar um desempenho excelente e abaixo do padrão.

O desempenho em segurança depende de dois outros tipos de conhecimento.

 Chamamos o primeiro reconhecimento de perigo.

 Colaboradores que não sabem o que pode prejudicá-los no trabalho e como as lesões podem acontecer estão trabalhando no escuro!

 O segundo tipo de conhecimento envolve precauções para enfrentar os perigos.

Em outras palavras, os colaboradores precisam saber o que pode prejudicá-los e como evitar que isso aconteça.

Se o seu fraco desempenho é devido total ou parcialmente por falta de conhecimento, o treinamento pode ser tudo ou parte de sua resposta.

Habilidade

Um colaborador pode saber como fazer um trabalho, mas não tem a habilidade para fazê-lo.

Algumas habilidades podem ser ensinadas, mas outras exigem talentos especiais para ter um bom desempenho.

Se você tem um déficit de habilidade que está causando um desempenho ruim, você deve melhorar seu processo de seleção e explorar como você pode transferir trabalhadores sem a habilidade para fazer seus trabalhos para outros trabalhos na organização.

Se os trabalhadores têm as habilidades básicas para fazer o trabalho, mas as habilidades não são bem desenvolvidas, então mais treinamento e coaching podem ser a resposta.

Responsabilidade

A excelência raramente é alcançada sem a responsabilização sistemática.

Muitos supervisores e líderes pensam na prestação de contas como simplesmente corrigir ou punir o mau desempenho.

 A verdadeira responsabilidade requer habilidades de coaching para definir e reforçar constantemente padrões de desempenho e expectativas de resultados.

 A prestação de contas eficaz envolve reforço positivo para excelente desempenho, bem como correção de erros ou desempenho de baixo nível.

Os trabalhadores precisam conhecer seus papéis, suas responsabilidades e os resultados esperados. Isso é muitas vezes prejudicado pela falta de boas métricas no nível de desempenho individual.

 Se o treinamento é usado para resolver questões de prestação de contas, geralmente é treinar supervisores e gerentes versus trabalhadores de treinamento.

Cultura

Os líderes às vezes culpam sua cultura quando não conseguem determinar a causa de seus problemas de desempenho.

 O problema de tentar melhorar a cultura da empresa ou a parte de segurança da cultura é que a cultura é um subproduto de outras questões.

Tentar mudar uma cultura diretamente equivale a tentar mudar uma atitude diretamente.

Sem perceber o que causou o problema na cultura e abordar isso, outros esforços para melhorar a cultura são relativamente fúteis.

Métricas

Muitas organizações não conseguem o que querem precisamente porque não medem o que querem.

Em segurança, medimos principalmente o que não queremos: frequência de acidentes, gravidade dos acidentes, tempo perdido, custos diretos e indiretos de acidentes etc.

Essas métricas muitas vezes levam o desempenho dos trabalhadores a não falhar em vez de ter sucesso.

Organizações com excelente desempenho em segurança têm uma visão de sucesso e métricas que indicam proximidade a essa visão.

Os líderes organizacionais também precisam perceber como o que eles escolhem medir coloca um holofote sobre o que os trabalhadores consideram mais importante

Alguns problemas de desempenho são causados simplesmente por medir a coisa errada ou não medir a coisa certa.

Como solucionador de problemas corporativos e, em seguida, como consultor ajudando outras organizações a resolver problemas, descobri que a maioria dos líderes são grandes solucionadores de problemas se eles se concentram nos problemas certos, e que muitas vezes eles têm as respostas certas se eles simplesmente fazem as perguntas certas.

Sócrates disse que prescrever antes de diagnosticar é negligência.

Quando os líderes não conseguem diagnosticar cuidadosamente as verdadeiras causas de seus problemas de desempenho, eles não só deixam de melhorar as coisas, mas muitas vezes os tornam seriamente piores e degradam a percepção dos trabalhadores sobre eles como líderes

Estamos juntos!

Aprender com a mudança, não é uma lição fácil. Agora tudo é digital!

“Nada muda até se tornar o que é.”

Faz um tempo quando vi uma foto de um pássaro saindo de seu ovo, com a frase acima

Levei um tempo para entender o que essa expressão significa, mas acho que agora sim, pelo menos até certo ponto.,

Escrevi sobre lidar com mudanças quando implantava uma cultura  ESG /  QSMS-RS & Sustentabilidade forte nas organizações que trabalhei

 Mas acredito que o que estamos passando agora faz com que este tema valha a pena abordar novamente.

A vida é uma mudança, não meus amigos(a)s?

 Eventos locais e mundiais forçam a mudança em cima de nós.

Você poderia ter imaginado no ano passado o que está acontecendo agora?

Não importa o que você e eu façamos para evitar mudanças contínuas.

 Sem ela, não haveria progresso.

 Para aproveitar melhor sua vida e lidar com as imensas mudanças que estamos passando, você tem que esperar, aceitar e aprender com a mudança.

Quem você é agora, é o resultado da mudança!!!

A mudança não parece me incomodar muito.

 Não é algo em que trabalhei, para falar a verdade

 Desde a infância, tive uma vida extraordinária com uma ampla gama de experiências mistas, incluindo viver em uma variedade de lugares, o que eu acho que aprimorou minha capacidade de lidar com a mudança.

Em minha vida profissional, não foi diferente, trabalhei em 15 países e em vários continentes, trabalhei e morei, não foram visitas de alguns dias ou meses, mas sim anos em cada lugar.

Obviamente, a situação em que estamos agora com uma pandemia, convulsão econômica e conflito social é excepcional.

Passei pelo pico do Ebola, no epicentro, mas é diferente do que está acontecendo, explicou depois um dia

Para muitos de nós, a ideia de uma grande mudança na forma de como interagimos, e até mesmo na maneira como fazemos negócios pode ser assustadora.

 Eu gostaria de compartilhar alguns pensamentos que me ajudam a lidar com a mudança.

Você gosta de quem você é agora?

 Não sou uma pessoa perfeita que faz tudo do jeito que deveria

 Eu ainda tenho todos os tipos de problemas, angústia e tiques de comportamento, mas quem eu sou agora é alguém que eu quero manter, apesar de todos os meus maus comportamentos passados.

 Embora eu possa às vezes ansiar pelos meus dias mais jovens, eu mudei drasticamente desde que eu era um adolescente (felizmente!) de maneiras que eu amo.

O mesmo vale para sua situação atual e o mundo em geral.

 Perceber que quem você é agora é o resultado de muitas mudanças, incluindo as difíceis, pode ajudá-lo a se sentir mais otimista sobre as mudanças e desafios que você experimentará no futuro.

Tememos a mudança porque ela pode (e às vezes faz) ameaçar nosso estilo de vida.

 Isso é compreensível.

Considere nosso trabalho como profissionais de segurança e saúde, que é evitar uma mudança adversa na vida de uma pessoa.

 Mas esse tipo de mudança é bem diferente da mudança incomparável do que eu gosto de chamar de “vida cotidiana”.

 Se nossa cultura de segurança não tivesse sofrido grandes mudanças, as crianças ainda estariam trabalhando em máquinas de fresagem sem sapatos!

 Mas aposto que no século XIX as pessoas ficaram chateadas com muitas das mudanças que estavam sendo introduzidas (como o horror que a eletricidade traria para nossa sociedade).

Mais recentemente, sem mudanças, não teríamos as normas, leis e os regulamentos que impediram tanta miséria.

Então, se você tem que mudar a maneira como você faz negócios, o que quer que isso signifique, siga em frente!

Levei tempo e reclamando para perceber que tenho que ser mais “virtual”, mas que assim seja.

 Claro, eu tive que comprar alguns equipamentos e aprender sobre iluminação, mas agora eu estou animado sobre o que eu estou fazendo.

Abrace a mudança. Fez de você quem você é.

Estamos juntos!

Explorando os relatórios ESG, um roteiro para uma perenidade do negócio.

Os relatórios ESG estão ganhando força como uma ferramenta fundamental para as empresas demonstrarem seu compromisso com a sustentabilidade e criarem valor.

Envolve a divulgação de informações sobre o desempenho ambiental, social e de governança (ESG) de uma empresa.

Por que os relatórios ESG são importantes?

* Demanda das partes interessadas (stakeholders):

Mais de 90% das empresas do S&P 500 publicaram relatórios ESG em 2023, indicando uma demanda crescente de investidores, clientes e outras partes interessadas por transparência nas questões ESG.

* Criação de valor:

Os relatórios ESG podem ajudar as empresas a identificar e gerenciar riscos, melhorar sua reputação, aprimorar sua imagem de marca e atrair investidores.

* Metas de sustentabilidade:

Alinha as empresas com as metas globais de sustentabilidade e contribui para um futuro mais sustentável

. Melhores práticas para relatórios ESG:

* Identifique questões materiais:

Realize uma avaliação de materialidade para identificar e priorizar questões ESG relevantes para seus negócios e partes interessadas.

* Defina metas e KPIs:

Estabeleça metas claras e mensuráveis e indicadores chave de desempenho (KPIs) para acompanhar o progresso.

* Envolva as partes interessadas:

Colabore com as partes interessadas durante todo o processo de relatório para garantir que suas perspectivas sejam refletidas no relatório.

* Busque garantia:

Obtenha garantia de fornecedores externos para aumentar a credibilidade e a confiabilidade de seus dados ESG.

* Relatório sobre impacto e criação de valor:

Comunique claramente como suas atividades ESG contribuem para a criação de valor para seus negócios e partes interessadas.

Estruturas e padrões comuns de relatórios ESG:

* Global Reporting Initiative (GRI):

Uma estrutura amplamente utilizada para relatórios de sustentabilidade.

* Sustainability Accounting Standards Board (SASB):

Fornece padrões específicos do setor para divulgação de ESG.

* Força-tarefa sobre divulgações financeiras relacionadas ao clima (TCFD):

Concentra-se em riscos e oportunidades relacionados ao clima.

* International Integrated Reporting Council (IIRC):

Promove relatórios integrados que conectam relatórios financeiros e não financeiros informação.

Você está pronto para adotar os relatórios ESG e demonstrar seu compromisso com a sustentabilidade?

Nós da Roberto Roche & Associados estamos a disposição

Contato :andressam@rroche.com.br

Estamos juntos

Decodificando classificações ESG: Estamos na mesma página?

As classificações ambientais, sociais e de governança (ESG) estão transformando o cenário de investimentos.

Eles oferecem informações valiosas sobre as práticas de sustentabilidade, impacto social e estruturas de governança de uma empresa.

 Mas aqui está o problema:

Com uma infinidade de agências de classificação ESG, cada uma com sua própria metodologia, decifrar essas classificações pode ser uma tarefa complexa.

Por que as classificações ESG são importantes?

Para investidores que buscam alinhar seus portfólios com práticas sustentáveis, as classificações ESG são um farol.

 Elas ajudam a avaliar os riscos e oportunidades de longo prazo de uma empresa relacionados a regulamentações ambientais, responsabilidade social e governança ética.

Isso pode levar a decisões de investimento informadas que contribuem para um futuro mais sustentável.

Por que regular as classificações ESG?

No entanto, a atual falta de padronização nas classificações ESG pode ser enganosa.

 Diferentes agências priorizam diferentes fatores, levando a inconsistências e, potencial “green washing” por parte das empresas.

A regulamentação é essencial para garantir transparência, comparabilidade e mitigar conflitos de interesse dentro do sistema de classificação.

Padronização:

Um imperativo global

Imagine um mundo onde os investidores possam comparar com confiança empresas entre setores e regiões com base em um conjunto comum de métricas ESG.

Este é o poder da padronização.

Promove condições de concorrência equitativas, promove a confiança no sistema de notação e, em última análise, beneficia tanto as empresas como os investidores.

A recente proposta da Comissão Europeia para um Regulamento de Classificação ESG é um passo positivo.

Mas é necessária uma abordagem verdadeiramente global.

 Metodologias comuns aumentarão a transparência, melhorarão a confiança dos investidores e acelerarão o fluxo de capital para negócios sustentáveis.

O apelo à ação

A integração dos fatores ESG nas decisões de investimento veio para ficar.

Mas para que atinja todo o seu potencial, precisamos de regulamentações robustas e metodologias padronizadas para classificações ESG.

 Então, a pergunta para você é:

Que medidas podemos tomar, como partes interessadas, para garantir um cenário de classificações ESG mais transparente e confiável?

Estamos juntos

Menos tempo em relatórios de sustentabilidade, mais ações concretas e objetivas.

A obsessão da comunidade de sustentabilidade com relatórios de sustentabilidade não é saudável

Só posso descrever o fascínio da comunidade de sustentabilidade como uma obsessão.

Toneladas de tinta digital foram desperdiçadas em documentos vazados, especulações e notificações sobre como será o novo CSRD, o que estará no escopo e o que não estará no escopo … etc.

Eu entendo e aprecio perfeitamente o interesse em relatórios de sustentabilidade corporativa, milhares de empresas de software e consultores ESG tornaram o atendimento a esses relatórios central para seus negócios e carreira profissional.

Além disso, muitos profissionais de sustentabilidade lutaram por anos, senão décadas, para que as empresas divulgassem seu desempenho em sustentabilidade e agora encontram um grande desafio em relator as métricas ESG atreladas a materialidade do seu negócio

Eu entendo.

 Vamos supor por um momento que o CSRD tenha ocorrido exatamente como planejado (obrigações etc).

 O que aconteceria com as emissões e o desempenho de sustentabilidade das empresas que relatam hoje até 2050?

Deixe-me dizer-lhe: o que essas empresas podem ou não ter relatado será uma reflexão tardia até 2050, porque a idade média de uma empresa hoje é de apenas 15 anos.

No entanto, os danos ambientais e sociais causados por essas empresas estarão conosco nas próximas gerações.

Dito de outra forma, manter registros dos danos não vai consertar os danos.

O outro aspecto que gostaria de destacar é que os relatórios corporativos, por mais bem intencionados que sejam, levam a resultados inesperados.

Você pode não saber disso, mas 55% dos CFOs rejeitarão um investimento com um valor presente líquido positivo se fazê-lo significar perder os ganhos de consenso do próximo trimestre.

 Em parte, é por isso que as empresas privadas que abrem o capital investem 2,8 vezes menos após seus IPOs,

 Os gastos corporativos com relatórios de sustentabilidade já excedem os gastos com inovação em sustentabilidade em 43% e isso é antes da CSRD!

Isso não quer dizer que não precisamos de relatórios de sustentabilidade obrigatórios.

Precisamos que as empresas relatem seu desempenho de sustentabilidade, mas não devemos equiparar relatórios com sustentabilidade.

 O maior desafio para tornar as empresas sustentáveis, na minha opinião, é a falha sistemática em entender o caso de negócios para a sustentabilidade.

 Para mim, o exemplo mais flagrante disso foi este relatório de perspectivas do CEO de uma das consultorias BIG FOUR, onde atingir as metas de sustentabilidade foi colocado como a 6ª prioridade de negócios para os CEOs, apesar do fato de que ser sustentável era a chave para desbloquear as 5 principais prioridades anteriores.

Se a comunidade de sustentabilidade quiser vencer essa batalha, ela precisa realizar apenas uma coisa:

Tornar a palavra “sustentabilidade” sinônimo de “lucratividade” e, implementar métricas ESG.

Para fazer isso, precisamos nos afastar da construção de um ecossistema de relatórios elaborado para a construção de um ecossistema de inteligência de negócios sustentável, onde a experiência humana e a IA de ponta se fundem para desbloquear a próxima fase de criação de valor sustentável.

Estamos juntos

O modelo ‘ABC’ e o Comportamento seguro, você conhece?

Alcançar e sustentar sua área de trabalho livre de lesões exige uma forte liderança.

Acredito que nesse ponto estamos de acordo.

Mas vamos a nossa realidade, e nada de achismo, academicismo, palestrante de palco falando sobre segurança, cultura etc. sem nunca ter batido um prego no mundo corporativo na linha de frente.

“Mas ele é um bom colaborador, “Ele é treinado” ou Ele já fez isso antes e não aconteceu nada 

Então, por que ele faria isso?

Todos nós tivemos esse momento frustrante em segurança quando as pessoas fazem as coisas apesar de nossos melhores esforços para que elas façam o contrário.

 Se isso soa familiar, uma técnica chamada “análise ABC” pode ajudá-lo a entender por que comportamentos indesejados ocorrem e como você pode influenciar o comportamento para obter o desempenho que deseja de sua força de trabalho.

O modelo ABC nos permite entender o que influencia e controla o comportamento.

 Antecedentes: Fatores que vêm antes do comportamento.

 Eles preparam o cenário para um comportamento ou levam as pessoas a agir de uma certa forma.

(B)Comportamento: Um ato observável o que as pessoas fazem ou dizem.

Consequências: O que ocorre após um comportamento e influencia a probabilidade dele no futuro.

 Para entender melhor os antecedentes e as consequências, vamos falar, por exemplo, uma situação em que um colaborador entra em uma máquina para limpar sem antes bloquear e avisar.

Por que alguém quebraria essa regra de segurança?

O colaborador foi treinado, viu os procedimentos padrão de operação e foi orientado várias vezes, mas ainda assim ……..

Primeiro, identificamos o que pode ter levado o colaborador a se envolver nesse comportamento indesejado.

Neste caso, o supervisor do colaborador disse-lhe para se apressar e liberar o equipamento, gerando pressão sobre o colaborador.

Além disso, ele tinha feito o mesmo antes e não tinha sido ferido.

 Esses antecedentes podem encorajar o colaborador a pegar um atalho.

Segundo, analisamos as consequências.

O colaborador completa a tarefa a tempo.

 Seu supervisor está satisfeito que o equipamento está funcionando e diz isso sem perguntar como a tarefa foi concluída.

 Na verdade, a tarefa em si foi mais fácil e rápida porque os passos extras não foram dados.

Isso significa que o colaborador agora pode passar para outras tarefas e ir para casa a tempo.

Ele poderia ter se machucado? Sim, mas na mente dele era improvável porque ele já tinha feito isso muitas vezes antes.

O que realmente controla o comportamento?

Antecedentes ou consequências controlam o comportamento?

 Vamos ver uma situação em que uma amiga te convida para seu restaurante favorito.

 No restaurante você tem ótima comida e excelente serviço

O que está implicado se você volta para o restaurante?

Antecedentes ou consequências?

Você vai voltar por causa da recomendação do seu amigo (antecedente) ou porque você tinha ótima comida e serviço (consequência)?

Note que a pergunta é “Você vai voltar?”

E se sua experiência (consequência) tivesse sido o oposto, como instalações sujas, comida pobre e mau serviço? Você vai voltar?

Não. O antecedente desencadeou nosso comportamento na primeira vez, mas é a consequência que controla o comportamento futuro.

Há uma lição importante aqui. Embora os antecedentes sejam necessários, eles não são suficientes.

 O verdadeiro poder para o desempenho a longo prazo está nas consequências.

Engajar os colaboradores a entender completamente quais antecedentes e consequências estão afetando seu comportamento.

 Uma vez que você faz isso, concentre-se nos comportamentos que você quer construindo nos antecedentes apropriados, removendo obstáculos que estão atrapalhando e construindo consequências positivas para os comportamentos.

É importante lembrar que o comportamento é um resultado direto de suas consequências.

Enquanto um comportamento “funciona” para uma pessoa, ele ou ela continuará a fazê-lo.

Para mudar o comportamento, você deve mudar as consequências para ele.

Curiosamente, existe um paradoxo que existe na forma como as organizações gastam seu tempo.

 Pesquisas mostram que as consequências têm cerca de quatro vezes mais efeito direto no comportamento do que os antecedentes.

No entanto, a maioria das organizações coloca quatro vezes mais ênfase em antecedentes do que em consequências.    

Todos nós podemos pensar em dezenas de exemplos em que as pessoas fizeram as coisas, apesar de nossos melhores esforços para que eles façam o contrário.

 Quando isso acontecer, mantenha a calma e lembre-se de seus ABCs.

Estamos juntos!

A Importância das melhores práticas de gestão e a questão ambiental quanto as novas diretivas do ESG.

O efeito da atividade humanas sobre o meio ambiente aumentou significativamente a partir do início da Revolução Industrial.

Desde este período até os dias atuais, o impacto das atividades industriais, outros segmentos da economia, aglomerados urbanos e da expansão da agricultura sobre a biosfera só vem aumentando.

O aumento da preocupação com o meio ambiente exerceu um grande impacto sobre as atividades empresariais.

A partir de meados da década de 1980, a maioria dos países criaram leis ambientais ou tornaram, as existentes mais restritivas, regulando as atividades industriais e comerciais, no que concerne a seus impactos sobre o solo, a água e o ar.

A partir deste momento foram adotados novos padrões de qualidade para o ar e as águas, padrões de emissão para os efluentes industriais líquidos e gasosos e sistemas de licenciamento das atividades poluidoras, contando ainda com relatórios de avaliação de impacto ambiental.

Esse tipo de gestão tem como principal objetivo a melhoria da atuação e o aumento da produtividade, através de técnicas de gerenciamento e uso de tecnologias.

A moderna gestão empresarial incorpora todas as melhores práticas administrativas e inovações tecnológicas como ferramentas para uma atuação empresarial responsável, baseada nos parâmetros do desenvolvimento sustentável.

No aspecto legal, a maioria dos países da América Latina estabeleceram legislações ambientais específicas, tratando de assuntos como: recursos hídricos, recursos minerais, áreas marinhas, pesca e caça, recursos florestais, turismo, produtos químicos e poluição atmosférica.

Criaram-se leis específicas regulamentando a obrigatoriedade de execução de EIA (Estudos de Impacto Ambiental), o correto gerenciamento e disposição final de resíduos perigosos, as leis de crimes ambientais, e normas estabelecendo padrões para emissões atmosféricas e níveis de tratamento de efluentes.

A rapidez com que a legislação de proteção ao meio ambiente vem caminhando implica, para as empresas, uma multiplicação de gastos com as adaptações sequenciais.

Isso começaria a afetar a própria flexibilidade das operações, que teriam de ser repensadas e realocadas a cada mudança legal, exponenciando os custos.

É por isso que, muitas vezes, fica mais econômico antecipar-se à lei do que a seguir a cada compasso.

Uma atitude preventiva, portanto, da parte do empresário estaria protegendo seu negócio não só sobre possíveis desastres presentes, mas sobretudo contra inúmeros problemas futuros.

O raciocínio de longo prazo é uma exigência inerente às questões ambientais.

As organizações, devem estar atentas à todas as exigências legais que visem a proteção do meio ambiente, a fim de zelar por sua imagem institucional junto à sociedade, evitando ainda, um passivo ambiental, que possa comprometer seu pleno funcionamento.

Estamos juntos!!

A percepção de risco deve ser sua primeira opção para alcançar a excelência em sua estratégica de prevenção.

Pesquisas de percepção de riscos são ferramentas essenciais avaliar o desempenho sua gestão.

 Sempre acreditei que não há melhor avaliação de desempenho da segurança do que uma pesquisa de percepção de riscos

Por quase 40 anos, observei que informações críticas para a melhoria da segurança não são reveladas por outras ferramentas, como auditoria.

Hoje, estatísticas de acidentes e auditorias de sistemas de segurança são os dois métodos de avaliação mais usados para avaliar o desempenho nas organizações.

Como em todos os métodos, existem para os e contras no que diz respeito ao seu uso.

Uma das maiores limitações à abordagem da auditoria do sistema é que apenas alguns indicadores de desempenho, como investigação, inspeção etc., são incorporados aos protocolos de auditoria.

O que realmente impulsiona o desempenho em segurança confirma que outros Kpis de importância igual ou maior, como credibilidade da gerência, satisfação dos colaboradores, autonomia, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho etc., influenciam significativamente o desempenho da segurança.

Apesar de todos os esforços para melhorar, o elevado número de acidentes sugere que ainda temos muito trabalho preventivo a fazer.

Dadas as limitações dos dois métodos de medição explicados acima, é difícil entender por que a profissão de segurança está tão comprometida com medidas primárias de sucesso.

As organizações reconhecidas como tendo os melhores sistemas de segurança obtêm suas melhores informações de melhoria dos seus colaboradores.

Pesquisas de percepção de segurança geralmente são usadas para coletar essas informações.

Pesquisas de percepção de segurança avaliam a tão falada “CULTURA DE SEGURANÇA”

Investigações sobre acidentes geralmente apontam para falta de cultura.

 Pesquisas de percepção de segurança podem ajudar a identificar os fatores humanos que afetam adversamente a cultura de segurança corporativa.

As organizações desperdiçam muito tempo e recursos tentando implementar estratégias do mesmo e falham, porque não exte cultura de segurança

Por exemplo, se a direção não demonstrar um forte compromisso com o SESMET as políticas de segurança e os pôsteres com compromisso não mudarão o fato básico de que algo está faltando.

 Esse fato afetará negativamente todos os esforços para ter sucesso na implementação de um programa de segurança.

A pesquisa de percepção de segurança e os processos de auditoria são complementares.

Normalmente, as auditorias avaliam o que está ocorrendo, como reuniões de segurança em andamento e inspeções de segurança em andamento.

 As pesquisas de percepção de segurança avaliam quão eficazes são, conforme percebidas pelos colaboradores, e fornecem informações sobre como elas podem ser melhoradas.

As organizações que apenas auditarem identificarão pontos fracos nos elementos do programa de segurança, mas não identificarão os fatores humanos subjacentes que trabalham contra o sucesso do programa de segurança.

Juntos, os métodos de avaliação podem fornecer uma imagem melhor do que precisa ser feito.

Anonimamente, os colaboradores se sentem livres para expressar suas opiniões

Durante o processo de auditoria, muitos se sentem desconfortáveis com as entrevistas sendo conduzidas por colegas de trabalho ou por um consultor externo.

As informações da entrevista que eles revelam, portanto, são limitadas.

Por outro lado, quando os colaboradores respondem às pesquisas de forma anônima, sentem-se à vontade para se expressar sem medo de represálias.

Dessa forma, as organizações recebem percepções irrestritas deles.

Cuidado com as pesquisas que não solicitam comentários dos colaboradores, pois geralmente é necessário retornar posteriormente a eles e pedir que justifiquem e validem as pontuações das perguntas.

As pesquisas identificam as percepções de todos que são suas realidades da cultura de saúde e segurança do local de trabalho.

Incorretas ou não, as percepções dos colaboradores são a realidade e influenciam o comportamento.

Se os colaboradores acreditam que a direção não usa EPI nos locais de trabalho, para eles, essa crença é sua realidade.

Sua percepção pode ser falsa se a política da empresa permitir exceções de EPI a determinadas distâncias do trabalho.

 O que realmente importa é que a realidade deles os influenciará a se concentrar menos no uso de EPI, pois aparentemente não é uma prioridade da gerência.

As percepções dos colaboradores são importantes e nunca devem ser descartadas, uma vez reveladas, as organizações têm a oportunidade de influenciá-las ou alterá-las posteriormente.

Pesquisas quantificam com mais precisão as respostas dos colaboradores.

As auditorias geralmente usam uma abordagem “tudo ou nada” menos precisa para marcar entrevistas com colaboradores.

A pontuação de tudo ou nada exige que o entrevistador intérprete a resposta do entrevistado e escolha entre uma pontuação de “Sim” ou “Não” ou 0% e 100% positivo.

Na melhor das hipóteses, a resposta fornece um “palpite” da resposta dos colaboradores.

Esse método de pontuação das percepções dos colaboradores ajuda a garantir que as oportunidades de melhoria não sejam perdidas ou ocultadas por um método impreciso de pontuação.

Também é importante observar que existem pesquisas que utilizam pontuação total ou nenhuma. Nossa cautela na pontuação “tudo ou nada” também se aplica a essas pesquisas.

Pesquisas podem revelar lacunas de percepção, é importante avaliar a diferença de percepção entre colaboradores, supervisão e gerência.

Se as pontuações das perguntas indicarem que não há diferença entre as pontuações de todos os grupos de colaboradores, é indicado um alinhamento forte entre eles.

 Se houver grandes lacunas na pontuação, é indicado um desalinhamento nas percepções, o que geralmente sugere que há problemas de comunicação que precisam ser abordados.

Os comentários da pesquisa podem identificar oportunidades de melhoria específicas por local

 Um bom banco de dados da pesquisa deve ter a capacidade de revelar onde é necessária ação corretiva.

 Os comentários dos colaboradores geralmente contêm pontos muitos específicas de informações preventivas aplicáveis exclusivamente à sua área. Isso dá à organização a capacidade de direcionar ações corretivas específicas.

Uma pesquisa adequadamente aplicada em conjunto com um bom banco de dados, permite classificar os comentários das perguntas por vários parâmetros, como posição, idade etc.

 Isso abre a porta para a gerência se envolver de maneira muito específica em diferentes grupos.

Colaboradores novos podem expressar a necessidade de melhorar a orientação e o programa de integração

Um banco de dados adequado terá a capacidade de selecionar comentários e pontuações de perguntas por grupo de colaboradores específico, como por novos colaboradores.

Uma das maiores razões pelas quais as organizações não realizaram uma pesquisa de percepção de segurança é o medo.

Se sua gerência tem medo do que uma pesquisa de percepção de segurança possa revelar, a coisa está feia mesmo, rsrs.

 As pesquisas de percepção de segurança são complementares a outros métodos, como auditoria.

 As melhores organizações do setor realizam pesquisas de percepção de segurança por um bom motivo não se pode ter sucesso sem antes se envolver com seus colaboradores, valorizar a respostas da pesquisa é fundamental

Estamos juntos!

Adquiri uma empresa, e um passivo ambiental foi detectado, e, agora, entendeu a importância de uma due diligencie ESG?

Quem é do trecho entende muito bem minhas palavras e sentimento quando se fala em voltar para casa

Retornando do deserto de Gobi (Mongólia) onde trabalhava em uma mina, um dia já em Curitiba e meu telefone já tocava, minha ânsia era de rever minha família e depois ver o resto.

Mas a consciência sempre pesa e atendi, do outro lado um empresário e seu advogado em viva voz, começaram assim a conversa resumidamente.

“Dr. Roberto eu pago o que for necessário, mas o senhor tem que me livrar dessa”.

Pensei com meus botões, não sou advogado, me chamou de doutor?? (depois lembrei que tenho um doutorado), será que estão falando com a pessoa errada?

E com calma expliquei, que estava chegando agora no Brasil queria ver minha família e que enviasse um e-mail explicando onde poderia ajudar, acreditava eu que fosse na parte ambiental.

“Nãooo, tem que ser agora e quero que venha ao meu escritório!”

Pera aí, cheguei agora, minha família está lá fora, levo três dias pego 5 voos para chegar ao Brasil, não dá.

O advogado tentou argumentar, mas não abri mão, mesmo assim contou a história toda (passivo ambiental encontrado no terreno) e no final, após ouvir tudo, disse:

Deveriam ter realizado uma due Diligence de risco ESG ou M&A antes de adquirir e agora a solução era reparar e descontaminar a área, e se fosse o caso poderia orientar ou realizar o trabalho com nossa equipe.

“Não é isso que queremos disse ele, gostaríamos que desse um jeito”

Bem, como não sou mágico, repeti de novo o que falei antes e bateram o telefone na minha cara e com isso perdi um cliente, paciência e fiquei em casa com a minha família.

Vamos entender como funciona esta questão de adquirir um passivo ambiental a lei é clara.

Quais são os deveres e a responsabilidade do proprietário de área que é adquirida já com manifesta contaminação ou degradação ambiental?

Como o a legislação vê esta situação, especificamente quanto à responsabilidade do adquirente (atual proprietário) pelo dano causado por terceiros?

Seja o corte raso de mata ciliar, desvio de cursos d’água, aterros e similares, não são poucas as dúvidas, principalmente quando o proprietário tem ciência de que o órgão ambiental já identificou o dano ,e iniciou o procedimento para punir os responsáveis e recompor o meio ambiente, antes que o proprietário pudesse ele mesmo iniciar a adequação/recomposição ambiental.

De acordo com a legislação ambiental, o adquirente é responsável pela recomposição do meio ambiente degradado pelo(s) antigo(s) proprietário(s) do imóvel.

Pois a referida obrigação é um direito real que acompanha a área independentemente da ocorrência de alienação, cessão, sub-rogação, transmissão a qualquer título e outros.

Em resumo, aquele que se tomar titular da área terá necessariamente que assumir a obrigação perante terceiros, e nem a lavratura de termo particular ou a especificação de cláusula afastando a obrigação produzirão efeitos.

Para que esta situação seja evitada, são necessárias algumas precauções, tais como, a verificação prévia da situação da área que pretende adquirir ou seja:

Realizar uma Due Diligence de Aquisição e verficar entre outas mil detalhes se a área é protegida pelo Código Florestal , se o uso que se pretende dar à área é autorizado por lei, se as certidões, licenças e alvarás estão expedidos e em dia, se as disposições do zoneamento ambiental (caso exista) estão sendo seguidas etc.

Persistindo as dúvidas, o interessado deve procurar o órgão ambiental e ali obter informações sobre a área, evitando problemas futuros outrossim.

Caso a situação somente seja verificada após a aquisição da área, o adquirente não poderá, como já dito, eximir-se de recompor o meio ambiente afetado, e preferencialmente está recomposição se dará in loco, na própria área degradada.

Isto significa a possibilidade de cessação de atividades e demolições de empreendimentos, obras e prédios.

Por diversas razões, entretanto, a recomposição da própria área pode ser inviável, hipótese na qual os órgãos envolvidos escolherão a área a ser objeto do cumprimento da obrigação.

Em qualquer caso, os interessados devem, contudo, atentar para diversos pontos de seu interesse, como a localização da área degradada, se em área urbana ou rural.

Ainda que a aplicabilidade do Código Florestal às áreas urbanas seja incontroversa, ela deve ser realizada com temperamento, principalmente quando há a eventual necessidade de demolição das construções e/ou cessação de empreendimentos.

O Conama, ao tratar das chamadas “áreas urbanas consolidadas”, em sua resolução, estabelece os parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação Permanente de reservatórios artificiais e o regime de uso do entorno.

Também deve ser analisado o valor arbitrado para a recomposição ambiental, que deve ter pertinência com as multas aplicáveis pela infração à legislação, para que o interessado não seja onerado em sanção desproporcional e razoável em comparação com o dano e a conduta verificados: nem demais, nem de menos.

Concluindo!!

Ao comprar uma área para qualquer fim, deve se estar atento as questões socioambientais, e a melhor solução é realizar uma due Diligence de risco ESG ou M&A aquisição socioambiental, afim de evitar surpresas.

Estamos juntos!

Um SGA forte e eficiente é a base de uma organização no caminho do ESG.

A ISO 14001 é amplamente reconhecida como a principal referência para ajudar as organizações a executarem um sistema de gestão ambiental (SGA) eficiente, com isso, limitar e mitigar o impacto socioambiental de suas atividades e de seu produto.

Planejar, rever e melhorar as atividades de uma empresa através de uma gestão ambiental efetiva certamente pode atenuar os impactos socioambientais.

Por um outro lado ……

Continuamos a consumir os recursos naturais do planeta a uma velocidade três vezes maior do que a terra pode sustentar (todo mundo quer um celular novo, um carro novo e por aí vai).

Se você não é um destes, ok, mas mais de 3 bilhões de pessoas na China, Índia e África querem ter esse direito de possui, cá entre nós eles tem toda razão em desejar.

Ou seja, a humanidade está consumindo tantos recursos naturais, que só pode ser sustentável se tivéssemos três planetas, não apenas um.

Sendo assim, sustentabilidade empresarial e a proteção dos recursos naturais é um problema real e passa ser de fundamental para sobrevivência dos negócios, e claro do planeta

Aí vem nossa pergunta!

Como pode um sistema de gestão ambiental e as suas atividades associadas ajudarem a melhorar a sustentabilidade?

Sustentabilidade?

O relatório Brundtland define sustentabilidade como:

” O desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades.”

Dito isso, é evidente que um SGA bem executado, resultados de boas práticas ambientais e mitigação de riscos, podem ser significativas as contribuições para a sustentabilidade.

Então, você profissional de QSMS-RS & Sustentabilidade, pergunto:

Quais as medidas que podem ser tomadas usando os princípios da ISO 14001 dentro da SGA, para salvaguardar a sustentabilidade, e não somente limitar o impacto socioambiental da sua atividade e de seu produto?

Vamos juntos refletir, e vejamos algumas oportunidades de práticas de sustentabilidade para incluir no dia a dia do seu SGA.

Estabelecer iniciativas no âmbito de seu SGA que incentivem a sustentabilidade é extremamente viável e com um bom planejamento, sim é possível.

Vou dar algumas sugestões de alguns exemplos práticos de iniciativas para sustentabilidade das empresas em que eu trabalhei.

Vamos lá:

Usar produtos reciclados sempre que possível em toda a organização é fundamental para contribuir a sustentabilidade.

Em empresas que trabalhei sempre realizávamos “auditorias/revisões” de todos os consumíveis e sempre estávamos descobrindo uma vasta gama de produtos que faziam parte do programa de compras regular e em seguida investigamos a possibilidade de substituição desses produtos por produtos reciclados e tivemos um grande resultado.

Vocês não têm ideia de como conseguimos reduzir os custos do negócio.

A maioria das organizações irá encontrar muitas oportunidades para melhorar a sustentabilidade através deste simples processo de “revisar e substituir”.

Talvez seja hora para a sua organização considerar uma auditoria, não?

E estabelecer protocolos para entender o consumo de materiais e seus desperdícios.

Aliás, você sabe medir a eficiência do seu SGA? se não melhor começar!

Este atraso pode estar saindo bem caro para os custos de sua organização.

Vamos a mais alguns exemplos que nós fazemos por onde trabalho, deixa eu te provocar então!

Você está mensurando a pegada de carbono de toda a sua cadeia de fornecedores e da sua empresa e está colocando em prática um programa de melhoria?

Não!!! Você está sendo pago para que?

Seja eletricidade, petróleo, gás ou água, se cada indivíduo e negócio pudessem reduzir o consumo em 10%, os recursos naturais da terra e sua disponibilidade prolongaria mais significativamente, não acham!

Redução de emissões de carbono podem ter um efeito enorme para aumentar a sustentabilidade e garantir que os recursos durem mais, e é uma atividade que deve estar no âmbito do seu SGA.

Você conhece o ciclo de vida de seu produto?

Se você conhece todos os elementos do seu produto que vão do “berço ao túmulo”, e seu impacto no meio e bem como a capacidade de revisar e reciclar, então você pode encontrar oportunidades significativas para melhorar seu desempenho em sustentabilidade (Kpis).

Existe a possibilidade de reduzir o consumo da sua mateira prima, seja na fabricação ou em termos do que ele consome e desperdiça durante seu ciclo de vida.

Também como utilizar dispositivos para economia de energia na produção.

Existe alguma maneira que seu produto pode ser revisado ou melhorado para fornecer ao usuário um ciclo de vida significativamente mais longo?

Fazer com que o seu produto tenha chance de entrar participar na economia circular.

A economia circular é uma excelente forma de aumentar a sustentabilidade, estendendo os ciclos de vida e assegurar que as matérias primas são preservadas.

Certifique-se que “oportunidade” é o lado positivo do “risco” (em um dos meus artigos “O papel da gestão de risco no ISO 14001:2015 fala sobre como o risco e oportunidade e como são tratadas no SGA).

Se o aspecto negativo de um novo projeto é o consumo de novos materiais, talvez, a oportunidade é usar materiais reciclados.

Se você estiver criando um produto, leve mais tempo para considerar os elementos chaves que poderiam melhorar a sustentabilidade.

Podem ser usados materiais reciclados?

O produto pode ser que “obsoleto” em termos de assegurar que ele pode ser revisado no futuro?

Há possibilidade de utilização de embalagens recicladas?

Se o seu produto for elétrico/eletrônico, você pode oferecer o serviço (obrigatório, em alguns países) para devolver o produto e garantir a máxima reutilização e reciclagem.

Certifique-se de que em suas discussões com base em análise de risco do seu SGA possua foco na sustentabilidade, e com isso você possa melhorar o desempenho.

Sustentabilidade até onde se estende?

A responsabilidade sobre Sustentabilidade é toda nossa, tanto nas organizações bem como nós indivíduos.

Se em sua organização tiver um SGA eficiente, você já tem as ferramentas necessárias para executar.

Certifique-se de que seus líderes abracem a sustentabilidade como meta.

E em que seu planejamento, análise de risco tenham poder de barganha na hora de pedir a mudança na área operacional.

Seu conhecimento organizacional e a consciência de todos quanto a importância sobre sustentabilidade esteja em sincronia com a cultura da empresa é fundamental.

Considerar a sustentabilidade como uma oportunidade e uma grande responsabilidade socioambiental, em que você profissional de QSMS-RS & Sustentabilidade fará parte da geração que corrigiu o equilíbrio entre os recursos do planeta e o consumo da humanidade.

Não tem preço, eu garanto!

Estamos juntos!

Liderança em ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade e o “bode na sala”

Vários escritores e palestrantes rotularam essas enormes questões que ninguém está disposto a mencionar ou discutir como “o bode na sala”.

Como um bode que está ali na sala, essas questões são impossíveis de não notar, mas estranhas de resolver.

Muitas vezes o bode é o chefe que quer informações sobre como resolver problemas, mas não pode admitir que ele ou ela é o problema.

 Este fenômeno é especialmente verdadeiro com líderes que realmente não entendem ou valorizam a segurança.

 Eles podem efetivamente liderar outras prioridades, mas sufocam os esforços da segurança, às vezes sem saber ou não.

Essa liderança com bodes na sala em ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade pode silenciar completamente aqueles que sabem melhor propor soluções ou sugerir alternativas.

Isso pode criar uma conspiração de silêncio que não só desliga a criatividade, mas promove o desprezo por tentar melhorar.

 Se o bode permitir, todos os outros se desculparão por tentar melhorar, e se o líder insistir na entrada, escolherá a sugestão segura em vez do efetivo e o verdadeiro problema nunca será resolvido.

Com base na minha experiência e vivência em nossa área com bodes, nada realmente faz diferença e às vezes ser aquele que sugeriu que a estratégia fracassada para melhorar pode ser pessoalmente prejudicial.

Além de sufocar as contribuições, os líderes dos bodes geralmente permitem e reforçam cegamente o comportamento inseguro da organização, desde que as cotas de produção sejam atendidas.

Eles promovem bons fazedores de média apesar do fraco desempenho em segurança, e punem ou rebaixam pessoas menos produtivas, mesmo que se destaquem em segurança.

A mensagem tácita é que a produção é o rei e a segurança e o meio ambiente é um incômodo que deve ser comentado, mas não afetará sua carreira.

 Quando os relatórios diretos dos bodes recebem essa mensagem, eles tendem a transmiti-la às tropas.

Os colaboradores aprendem a falar bem da segurança e meio ambiente, mas nunca a colocá-la acima da produção.

Isso pode levar ao pensamento dicotômico de que QSMS-RS & Sustentabilidade e produtividade são mutuamente exclusivas, e é preciso escolher qual deve ser a prioridade.

Os líderes do bode também tendem a desencorajar involuntariamente um bom desempenho de segurança.

 Mesmo as coisas que os bodes pensam que incentivarão a segurança podem fazer exatamente o oposto.

Incentivos de segurança que não são elaborados com cuidado podem realmente desmotivar os trabalhadores.

Incentivos e recompensas dados a alguns, mas não a outros, mesmo quando existem razões legítimas, podem criar vencedores e perdedores, em vez de uma força de trabalho uniformemente motivada.

 Os colaboradores que perdem regularmente bônus ou recompensas geralmente se esforçam o mínimo em relação à segurança e se ressentem daqueles que são repetidamente recompensados.

 Isso prejudica os relacionamentos e a cultura de segurança enquanto isso é feito em nome da melhoria da segurança.

E o líder do bode se senta e assiste com aprovação.

A prestação de contas é outra prioridade que os líderes do bode podem atrapalhar.

 Como eles não conseguem ver seu próprio envolvimento em problemas de desempenho de segurança, eles assumem que tudo o que dá errado é culpa de outra pessoa.

 Se outros são os culpados, eles devem ser tratados.

 Portanto, os bodes tentam diagnosticar o problema no nível da superfície, ignorando seu próprio envolvimento mais profundo.

 Eles seguem tópicos populares de livros e consultores de administração, na esperança de resolver o problema.

Habilidades;

 A segurança pode se beneficiar da melhoria das habilidades relacionadas ao trabalho e às relacionadas à própria segurança.

Se o problema real é um nível insuficiente de habilidades, esse tipo de intervenção pode fazer a diferença; ele tem o potencial de obter o desempenho da segurança organizacional de ruim para bom.

 É preciso mais do que habilidade para ir de bom a ótimo, o que exige liderança e estratégia que os elefantes são incapazes de fornecer.

Assim, geralmente os programas de treinamento são iniciados e elogiados quando o desempenho melhora e depois descartados quando o aprimoramento do desempenho é interrompido.

Atitudes

 Existem poucos aspectos de lidar com seres humanos mais incompreendidos do que atitudes.

Os bodes tendem a pensar que o mau desempenho é o resultado necessário de atitudes ruins e, muitas vezes, tentam mudar de atitude com um ataque frontal ousado.

Atitudes não são difíceis de mudar, são apenas difíceis de melhorar.

O problema subjacente é que as atitudes são subprodutos de outras influências organizacionais, e subjacente a todas essas influências está um elefante que não tem noção de como fazer as mudanças de atitude acontecerem.

 Nenhuma quantidade de liderança ruim produz consistentemente boas atitudes entre uma força de trabalho.

Engajamento

Engajamento é um conceito difícil para líderes ainda mais experientes.

Para os líderes de bodes, o engajamento é simples.

Você só precisa colocar as pessoas na mesma mentalidade em relação à segurança, para que elas trabalhem juntas e observem todas as trivialidades de segurança: pense antes de agir, esteja ciente do ambiente, preste atenção, tenha cuidado.

 Mesmo que os esforços envolvam as pessoas, o envolvimento em atividades ineficazes não produz melhores resultados.

 Redobrar seus esforços não substituirá a perda de sua direção.

Esforços de segurança mal liderados são como esforços militares mal liderados; eles estão fadados ao fracasso, independentemente da qualidade dos esforços.

Bônus

 Quando outros incentivos e recompensas fracassam, os líderes de bodes tentam subornar os trabalhadores para fazer o que sua liderança não poderia direcionar ou inspirar.

 Mesmo assim, os bônus costumam estar vinculados a resultados errados ou projetados para incentivar a trapaça no sistema.

Muitas organizações que pagaram aos colaboradores por não terem sofrido um acidente descobriram que seu bônus na realidade levou a turma a esconder a realidade 

Os líderes de bodes assumiram que mais dinheiro levaria os trabalhadores a promover melhorias. A pesquisa mostrou que não.

 Uma vez que os colaboradores fazem o suficiente para tirar suas mentes das questões de sobrevivência, mais dinheiro é um motivador fraco para fazer mais e pode realmente ser um desmotivador para qualquer solução criativa de problemas.

Os líderes do bode costumam dizer ao povo para dizer o que pensam, mas o que as pessoas ouvem é:

“Quero que você diga o que pensa, mesmo que isso custe o seu emprego”.

Uma pesquisa recente mostra que os líderes pensam que as pessoas deixam seus empregos principalmente por um salário melhor.

Na realidade os colaboradores relatam que o principal motivo para deixar um emprego é o Líder toxico / bode já que estão saindo estão mais dispostos a dizer por que estão saindo.

Os chefes quase sempre podem se beneficiar das entrevistas de saída com funcionários com bom desempenho anterior, que podem apenas apontar o BODE na sala.

Estamos juntos!

Como melhorar o desempenho do seu sistema de gestão ambiental fortalecendo suas métricas do ESG?

Ao implementar um SGA, sua organização precisará construir um sistema que pelo menos atenda a norma 14001 e forneça evidências de melhoria contínua de forma contínua.

Você terá estabelecido suas metas, e você terá realizado sua revisão de gestão (assim espero)

 Você estará ciente do ciclo “PDCA”, e deve ter planos para garantir que seus objetivos possam ser medidos, cumpridos e melhorados.

 Seguem algumas sugestões baseadas em nossa vivência e experiência nessas 4 décadas no mundo corporativo.

E só Deus sabe como eu sobrevivi e não sai enlouquecido! rsrs

Se você estabeleceu seu SGA, essas dicas podem ajudá-lo a alcançar um nível melhor de desempenho mais cedo em seu ciclo “PDCA ” do que de outra forma.

 – Engajamento das partes interessadas (Tarefa de Hércules, acredite em mim)                                                                                                                                       

Muitas organizações só olham para dentro ao definir objetivos ambientais.

Certifique-se de que você também olhe para fora e consulte as partes interessadas, sejam elas a comunidade local ou simplesmente as organizações que você fornece.

Um quadro mais arredondado das ameaças e oportunidades que existem interna e externamente ajudará você a desenvolver aspectos e objetivos mais arredondados.

– Comitês e grupos de ação

Esta é uma excelente maneira de melhorar o desempenho do seu SGA.

 Configure um grupo com membros regulares e talvez alguns membros rotativos para tentar garantir que o maior número possível de colaboradores esteja envolvido, dependendo do tamanho da sua organização.

O compartilhamento de opiniões, a formação conjunta de métodos para encontrar melhorias e a melhor comunicação que o envolvimento dos colaboradores traz serão todos de grande benefício para o seu SGA

 – Incentivos aos colaboradores

As pessoas mais próximas do processo muitas vezes têm as melhores ideias, mas muitas só respondem quando perguntadas.

Oferecer um incentivo simples, um prêmio ou um voucher, pode incentivar os colaboradores a oferecer informações anteriormente indisponíveis à sua SGA.

Recompensar positividade e sugestões que ajudam a melhorar o desempenho.

 Divulgar os resultados e incentivar o envolvimento.

– Esteja aberto e se comunique

Por exemplo, muitas organizações apenas publicam e comunicam os principais resultados dos indicadores de desempenho, mas não processos e resultados de análise interna ou gerenciamento de riscos.

 Sempre que possível, disponibilize-os aos seus colaboradores, o envolvimento e o empoderamento garantirão que o fluxo de ideias e a sensação de trabalhar coletivamente em direção aos seus objetivos mantenham o desempenho da SGA no topo da consciência de seus colaboradores facilitem a melhoria.

– Celebre suas conquistas

Fundamental certificar de que todos saibam o quanto o SGA está se saindo bem.

 Aproveite o tempo para desfrutar da conquista e certifique-se de que seus colaboradores reconheçam a importância de melhorar e alcançar continuamente, dado o benefício tanto para sua organização quanto para o meio ambiente.

Nenhuma das sugestões acima, isoladamente, vai ajudá-lo a alcançar o sucesso, mas uma combinação de todas elas vai ajudá-lo a construir um SGA eficiente sem ter que gastar tempo valioso aprendendo as lições que eles ajudam a reparar.

 Os benefícios podem ser significativos, pois o envolvimento dos colaboradores pode ser a chave para a “compra” da sua força de trabalho para melhorar e sustentar o desempenho ambiental da empresa.

 O velho provérbio diz que “muitas mãos fazem o trabalho leve”, e isso pode ser verdade quando se trata do SGA da sua organização

 Envolver o maior número possível de colaboradores e compartilhar informações e opiniões em sua equipe, ajudará você a construir um SGA forte e garantir que o fluxo de dados para frente e para trás facilite a revisão, melhoria e realização.

Em nenhum momento você pode vir trabalhar diariamente para encontrar uma série de sugestões de melhoria SGA em sua caixa de entrada. Isso ajuda sua organização, ajuda seus stakeholders, ajuda a reduzir seus custos e ajuda o meio ambiente.

 E dá à sua equipe a sensação de conquista que todos buscamos quando vamos trabalhar.

Estamos juntos!

Segurança do trabalho é saber lidar com as pessoas, o resto é mimimi!

Mais uma fatalidade sob a minha gestão (mensagem no meu celular gritando !!, mal liguei ao sair do avião).

E lá estava eu, regressando ao Brasil de folga, botar o pé no Galeão e ter de esperar o próximo voo e voltar para Ásia.

Ao ligar o celular já estava a mensagem sobre o acidente, e durante a passagem pelas autoridades tomei conhecimento com mais detalhes.

Tínhamos perdido um colaborador em um acidente no estaleiro!

Onde cerca de 8000 homens trabalhavam em três turnos e em dois sites distantes um do outro, e a um bom tempo não tínhamos um acidente grave ou fatalidade.

Eu tinha um carinho especial por aquele local, onde tinha estado por muitos anos como gestor geral de QSMS-RS e Sustentabilidade.

Sendo corporativo naquela época e de folga, nunca poderia deixar de acompanhar esta fatalidade e dar suporte aos meus colegas do QSMS-RS e Sustentabilidade.

Ao chegar ao local, toda a organização já estava mobilizada e queriam saber o que aconteceu.

Como de costume.

E é a mais pura realidade em qualquer estabelecimento, e que ninguém tente negar dizendo que onde trabalha é diferente, por favor!!

Gente que nunca ligou para a segurança passa a bradar de como é importante e como deixaram acontecer?

É um absurdo! Como pode! É o que se mais escuta pelos cantos e reuniões.

Começam a dar lições de segurança a todos, mas o pior de tudo.

Passam a olhar para os gestores responsáveis da área, como se eles fossem os piores da profissão no mundo.

E tem sempre um da direção que manda chamar de pronto, umas consultorias em segurança (sem consultar o departamento), que ele conhece ou já ouviu falar ou é parente do amigo do cachorro da empregada.

Pois passa a olhar com desconfiança a equipe.

E lá vieram os especialistas………

Especialista em PERCEPÇÂO DE RISCO, especialista em SEGURANÇA DO TRABALHO, especialista em COMPORTAMENTO SEGURO, todos com livros publicados, métodos e jargões de segurança.

Por favor, nada contra!

Não sou especialista em nada, e nem chegou perto destes colegas em conhecimento, teoria, livro e todo o pacote de quem é o “cara especialista”.

Estou bem longe disso.

E como se apresentaram, tendo mais de 25 anos de experiência cada, como consultores (dava uns 100 anos todos juntos), e que iriam resolver nosso problema!

Me deixou um pouco curioso, mas como?

Pensava comigo, será que algum dia trabalharam em um trecho ou em uma planta com esta quantidade de colaboradores e nas mais diversas culturas?

Tanto tempo como consultor ……., não sei não ….

E o linkedin é bom nessas horas, dei uma olhada e realmente nunca tinham trabalhado ou assumido uma posição de alta direção na vida por pelo menos 2 anos na área.

Mas vamos adiante.

Infelizmente acontecera o acidente, a equipe de QSMS-RS estava arrasada e sendo olhada com desconfiança, ou seja, “o de sempre, nestas horas”.

Mas agora…, com os ESPECIALISTAS cada um com uma metodologia fantástica.

Estes, arriscavam a dizer que o objetivo era “ZERO acidentes “com seus treinamentos daqui para diante, e por aí prosseguimos.

Quando quiseram começar a implantar seus métodos e treinamentos, pediram para trazer turmas de 20 colaboradores !!!!!, com 8000 colaboradores? COMO?

Além da turma de vinte, também pediram que parassem a produção antes de terminar o treinamento! COMO?

Antes que continuassem tive que intervir (ganhei mais inimigos para minha coleção).

Só de técnicos de segurança tínhamos mais de 120, gerentes de QSMS-RS uns 15, esses eram meus números daquela operação.

Senti que não tinham o menor comprometimento com a realidade do local e não estavam ou não queriam entender o ambiente em que pisavam.

Propus, já que estavam lá, que realizassem palestras em turnos diferentes e/ou trabalhassem com alguns grupos.

E ficassem um bom tempo acompanhando o dia a dia e que entendessem a cultura local etc.

Mas que nada.

Realizaram seus trabalhos, deram seus diagnósticos, pegaram suas malas e foram embora.

E aí?

Bem, se desse certo, eles eram os ban ban ban, se desse errado não prestamos atenção.

Profissionais que trabalharam muito pouco tempo na linha de frente ou passaram a vida toda trabalhando em pequenas empresas, onde existiam fim de semana, feriado etc.

Possuem uma vivência e uma visão bem diferente dos que trabalham no trecho ou em grandes obras, não tem como comparar.

Visões e experiências totalmente diferentes.

Nada contra, pois foi o que vida profissional proporcionou, mas quando falamos em obras ou trechos com muita gente e com culturas diferentes da sua, a visão é outra.

E a cultura do local e sua realidade é a base de tudo para entender o que acontece na segurança do colaborador.

Para desenvolver um trabalho bem específico para aquela localização, o pouco que aprendi nessa área me ensinou que:

Se você quer melhorar seu desempenho da segurança, guarde suas estatísticas de acidentes e comece a ouvir os verdadeiros peritos em segurança.

SEUS COLABORADORES, principalmente os da operação/trecho 

Na minha opinião, se você quer tornar uma operação, boa em gestão de segurança tem que engajar todos os colaboradores, ganhar a confiança e persuadir entendendo seus hábitos e a cultura do local.

E não impor, por goela dentro.

Tem que vivenciar o dia a dia, compartilhar ombro a ombro.

Aí sim, começar a trabalhar a metodologia que for a mais conveniente para o local.

Se os artigos ou livros que dizem: As 10 maneiras para alcançar o “ZERO acidentes “dessem certos, não haveria mais acidentes, não é verdade?

Pode funcionar para quem escreveu e para a realidade que passou, mas não para todos.

Se você meu colega, quer mesmo melhorar sua gestão de segurança do trabalho.

Primeiro de tudo.

Deixe de lado suas estatísticas e comece a escutar os maiores especialistas em segurança do trabalho, SEUS COLABORADORES.

Segurança do trabalho é uma questão de saber lidar com as pessoas.

Estamos juntos!

Ser um profissional de QSMS-RS em tempos ESG é ….

Em 1982, eu estava muito contente em ser um supervisor de segurança e meio ambiente da linha de frente na indústria do óleo e gás, naquela época não existia a tal da “Sustentabilidade nem tão pouco o tal do ESG “.

Eram tempos difíceis para profissionais como nós, que assistimos grandes desastres socioambientais que marcaram época (Seveso, Bhopal, Piper Alpha Chernobyl e outros)

Mas eu me apaixonei em trabalhar em uma indústria de alto risco, foi uma tremenda escola e me torneei muito pragmático e prático para assunto que hoje se criam tanto mimimi quanto a segurança do trabalho e impactos socioambientais.

Eu certamente não tinha ambições de carreira para seguir uma carreira em QSMS-RS.

 Até essa área me escolher. 

Como muitos outros na profissão de QSMS-RS, entrei   para as fileiras após um acidente grave e como consequência um grande derrame de óleo na plataforma em que começava meu primeiro emprego.

Entrei, sabendo muito pouco sobre prevenção de impactos socioambientais.

 Hoje, 40 anos depois, não posso dizer que sou um especialista, mas aprendi muito.  

Como reflito sobre toda a minha carreira profissional, reconheço a importância de estabelecer uma base de conhecimento. 

Essa base de conhecimento vem principalmente de conhecer suas coisas, as coisas técnicas.

 Adicionar certificações mostra ao mundo que você alcançou um nível de experiência técnica. 

Essa expertise estabelece credibilidade, o que, por sua vez, abre portas para conversas e oportunidades.

 No entanto, para fazer a diferença, para ter um impacto, precisamos de soft skills e habilidades técnicas.

 Em suma, precisamos ser capazes de “vender nossas ideias e ações “.

 Vender nossas habilidades, vender atributos e contribuições para o sucesso da organização

Para muitas pessoas, o termo “venda” ou “vendas “tem uma conotação negativa, muito parecido com a palavra “segurança” rsrs.

O vendedor de carros usados evoca uma imagem decididamente negativa. 

A palavra “segurança “evoca imagens do policial que aplica regulamentos, distribuindo   ações disciplinares por violações e treinamento obrigatório. 

Dale Carnegie disse que é melhor descrever a venda: “Vender é sobre influenciar alguém a fazer algo que você quer que ele faça, e a única maneira de fazer isso é descobrir o que eles querem e mostrar-lhes como obtê-lo.” 

Ou, no nosso caso, descubra o que eles mais querem e mostre-lhes como o QSMS-RS podem ajudá-los a obtê-lo.

Aqui estão algumas coisas que aprendi sobre soft skills e vendas. 

 É uma abordagem que eu vi trabalhar para mim e para outros.

 Não ofereço   dados empíricos aqui, então sinta-se livre para comentar, discordar ou desconsiderar.

No caso da tal falada “Segurança “por exemplo.

Para começar, vender segurança é tornar a segurança pessoal.

Quando   fazemos a segurança pessoal, fazemos uma conexão entre a segurança e o que eles mais querem. 

Quando pensamos em tornar a segurança pessoal, muitas vezes pensamos em família, amigos, animais de estimação etc., é o aspecto moral da segurança, mas há muito mais em tornar a segurança pessoal.

Por exemplo, para o Diretor financeiro, reduzir as despesas da empresa é pessoal.

Mostrar ao Diretor financeiro como a segurança pode ajudar a reduzir custos é tornar a segurança pessoal para o Diretor.

Tornar a segurança pessoal será diferente com cada pessoa na organização e em todos os   níveis.

Existem três componentes críticos para tornar a segurança pessoal:

  • Visão; para onde você está indo, e eles vão seguir?
  • Conhecimento; saber o que eles querem e mostrar-lhes como obtê-lo.
  • Coração; liderar com seu coração.

Esses componentes podem se basear uns nos outros, ou podem ser autônomos.

Trabalhar em cada parte simultaneamente é ideal, mas não necessário.

Visão – Para onde você vai e eles vão seguir?

Quando pensamos em características de líderes bem-sucedidos, eles levam com empatia, humildade   determinação.

 Eles são apaixonados, persistentes e decisivos.

 Os líderes mais bem sucedidos   têm mais uma característica que os diferencia; eles têm uma visão.

Eles sabem para onde estão indo.

Eles sabem que a chave para gerenciar um grupo de pessoas é articular uma visão ou objetivo compartilhado que inspire sua equipe a agir   e trabalhar duro juntos.

Muitas vezes, criamos slogans    legais que colocamos em um banner e penduramos em uma parede ou estampamos em uma camiseta    ou em nossos veículos.

Consideramos    esses slogans nossa visão, e nos sentimos bem com isso porque   fizemos algo    tangível.

Na realidade, essas bandeiras começam a coletar poeira, as camisetas    desaparecem, e logo o slogan se torna obsoleto e eventualmente   invisível.

Os slogans não são o problema.

 É nossa habilidade (ou incapacidade) trazê-los à   vida. Uma visão sonora que trazemos    à vida se conecta com as pessoas emocionalmente, e equipes emocionalmente conectadas    contribuirão. 

Aqui estão alguns pensamentos sobre trazer seu slogan ou visão à vida.

Nunca, nunca perca a oportunidade de falar sobre sua visão. Tenha um pitch de elevador pronto para essas oportunidades improvisadas. 

Seja capaz de   explicar como sua visão contribui para a visão geral da organização, missão e estratégia.

Diga-lhes dez vezes, dez maneiras diferentes.

  Eu chamo de regra de comunicação de 10×10.

  Dizer-lhes com banners, e-mails, e na reunião de segurança não é suficiente.

Consiga que outra pessoa fale sobre sua visão.

Sua visão ou mensagem vinda de um líder formal ou informal é mais poderosa do que sua mensagem vinda de você.

Se o seu banner com um slogan está pendurado na parede da loja por mais de   alguns meses, leve-o para baixo ou    traga-o à vida.

Então, você   diz que não tem uma visão.

Não faz mal, não há problema. Inicie um livro de visão e documente seus pensamentos e conversas com funcionários, gerentes e líderes.

Passe de 10 a 15 minutos por semana para revisar e anotar   ideias ou pensamentos gerais.   Aposto que, eventualmente, você vai notar um tema comum que você pode construir.

Conhecimento – Saiba o que eles mais querem. 

A única maneira de saber o que eles querem é perguntar. Isso significa que devemos ser bons conversadores.

 Para ser um bom conversador, devemos estar mais interessados do que interessantes.

Devemos   fazer perguntas que eles gostam de responder. Essas perguntas    variam dependendo de   quem você está contratando.

Por exemplo, você pode perguntar a um gerente de operações pelo que eles são responsabilizados.  

Se você está falando com um colaborador da linha de frente, você pode perguntar do que eles estão mais orgulhosos.

    As respostas a essas perguntas permitem que você conecte a segurança a algo que eles mais querem.

Todos em todos os níveis da organização querem algo específico para eles.

Por exemplo, o Diretor de Recursos Humanos pode querer aumentar o engajamento dos    funcionários.

Saber o que eles mais querem permitir que você explique como o QSMS-RS podem ajudá-los a obtê-lo.   

Há alguns “desejos” que são universais.

Por exemplo, todos nós queremos ser reconhecidos ou reconhecidos por nossas contribuições.

” Nunca perca a oportunidade de reconhecer as menores vitórias e as maiores vitórias. “

Muitas vezes focamos nossos esforços de reconhecimento em colaboradores de linha de frente, mas ele vale para gestores e líderes.

Se você tem um líder que é um aliado poderoso, então reconheça-os como o “Líder Executivo de QSMS-RS ” do ano. 

Coração – Lidere com seu coração.

Nas minhas apresentações, costumo usar Madre Teresa como    exemplo.

Ela pode não ter sabido nada sobre gestão, finanças ou   segurança, mas todos sabíamos   o que era mais importante para ela; os pobres e não apenas os pobres, os mais pobres dos pobres.

 Sabíamos    disso porque ela liderava com o coração.

Ela era   apaixonada, até entusiasmada em servir os pobres.

 Gostamos de estar perto de pessoas apaixonadas.  Eles são mais positivos e têm uma visão mais brilhante do mundo e do futuro.

Como líder ou profissional QSMS-RS, deixe sua paixão e entusiasmo aflorar, principalmente quando você fala de segurança!

Mais uma coisa, sorria. Sorrir é uma característica de liderança.

 A segurança é inerentemente negativa às vezes, dificultando     a colocação de um   sorriso. Acredito que se a segurança realmente vem do seu coração, você   sorrirá.

 Sorria porque você sabe que está trabalhando no seu melhor   interesse, trabalhando para enviar mais pessoas para casa com segurança todos os dias para que possam   desfrutar das coisas na vida que amam melhor; famílias, hobbies, animais de estimação etc.

 Além disso, você está contribuindo para o sucesso da organização.

Não me entenda mal. 

 Não estou   dizendo que devemos   sorrir ou ficar entusiasmados depois de um incidente.

Estou dizendo que devemos falar sobre os benefícios e contribuições do nosso programa de segurança e saúde.

 Fale sobre o acidente como uma oportunidade para identificar uma falha no processo e fazer uma melhoria.

A propósito, a bondade em um líder cria um ambiente de trabalho mais feliz e funcionários mais leais e comprometidos   que trabalham mais e produzem melhor trabalho.

Continue a crescer suas habilidades técnicas.

 Eles ajudam a estabelecer sua credibilidade.

 Sem mencionar    que reflete positivamente em você e na nossa profissão. Para aumentar seu nível de contribuição e fazer a diferença, invista em suas soft skills também.

Muitas organizações   fomentam o engajamento enfatizando o propósito. Você também pode, inspirando os outros através de sua visão.

 Saber o que eles mais querem e mostrar-lhes como    obtê-lo posiciona você como um valor para a organização. 

Finalmente, deixe sua paixão e entusiasmo passarem.

Estamos juntos!

Quem escolhe chuva tem que saber lidar com a lama!

Você que como eu escolheu essa área “ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade “, tem que estar sempre atento e preparado para acidentes de trabalho, acidentes ambientais e relacionamento com as comunidades, pois fazem parte do dia a dia de quem escolheu ficar na LINHA DE FRENTE, não no ar-condicionado, fechado em seu cubículo idealista.

Continuamos a assistir uma série de acidentes tanto do trabalho como ambientais e conflitos com as comunidades, e outros virão, infelizmente.

As causas? Deixo para os gurus, autores de livros e os super ultra entendidos dos assuntos e claro para imprensa que tem  como missão dela apontar, divulgar e atingir o ponto fraco.

Na hora que vaca vai para o brejo!

A turma de comunicação cabe soltar comunicados meio sem graça nessa hora, onde já presenciamos exemplos ridículos de ” press release” sem fundamento que aconteceram em um passado recente.

Se o departamento de comunicação for o responsável pelo setor de Sustentabilidade na empresa (muitos exemplos, mas dura realidade) aí mesmo que a coisa fica feia na tentativa de se explicar.

O que é mais hilário, e dá uma vontade de chorar ao assisti-los tentar explicar algo que não tem a menor ideia do que estão falando ou somente reproduzindo o que alguém soprou.

Por que deste texto?

Somente um alerta para você que está trabalhando na área ou está buscando uma colocação no mercado, minha preocupação é com VOCÊ!

Um dia vai estar lá na linha de frente de uma organização, vai assinar e assumir sua responsabilidade, vai o alerta!

Uma das poucas coisas que eu entendo é sobre crime ambiental (cicatrizes de montão), pois VOCÊ profissional da área, responde civil e criminalmente pelos seus atos na organização.

ENTENDEU?

Nossos colegas estão passando por isso agora nas organizações, um dia pode ser você.

Depois de um ano do acidente de Bhopal, estive lá como assistente do assistente, carregando a pasta dos meus líderes para entender o que aconteceu, assistindo tudo aquilo abracei a área, e tem sido minha vida.

Derrames de petróleo em plataforma, portos terminais, sou escolado.

 Rompimento de bacia de rejeitos, tubulação com produtos químicos, acidentes com morte e incapacitação permanente também, tenho muitos infelizmente para contar.

Ainda tenho pesadelos sobre o que é ficar dentro de uma equipe de gerenciamento de crises dias e dias e tentando trabalhar na contingência, na mitigação, imprensa batendo.

Mas o pior de tudo: São nossos colegas de profissão apontando o dedo e alardeando.

“GRITANDO COMO PODE ACONTECER!”

Muitos sem nunca terem batido um prego na vida corporativa, ou assumido uma posição de alta direção na nossa área!

Lições aprendidas, várias!!! Entre elas, o mundo é redondo, amanhã pode ser você

 E estas, gosto de dividir os meus + 35 anos de linha de frente e ajudar para que nenhum colega repetir os meus erros!

Ninguém quer um acidente tão pouco um conflito.

 Pense bem antes de criticar, divulgar os acidentes dos outros.

 No próximo você pode estar você lá trabalhando e ser o responsável pela operação.

A não ser é claro que tenha escolhido a área acadêmica, publica ou de consultoria em um lindo e confortável escritório.

Estamos juntos!

Alcançar e sustentar em sua organização a excelência em segurança exige uma liderança forte.

Compartilho nosso ponto de vista sobre o que os líderes precisam saber para orientar suas organizações à excelência em segurança.

Já atuo um tempinho na área, e me enche de coragem e ousadia em dar sugestões, muita responsabilidade, não?

Ao mesmo tempo estou cansado de ler livros falando sobre o assunto, um parece a cópia do outro, vou buscar quem escreveu e vejo que não possui ou não tem muitos anos na linha de frente no trecho/Embarcado/Chão de fábrica.

Mas admito, são corajosos em dar sugestões baseados não sei em que, mas admiro.

Nessas quase 4 décadas, pude observar que;

Para ser um grande líder de segurança, você precisa se preocupar profundamente com seu povo e demonstrar regularmente o valor da segurança através de suas ações.

Quando uma organização tem uma segurança incorporada com sucesso como um valor que permeia as decisões em todos os níveis, os líderes continuam a pressionar por melhorias adicionais.

Executivos pressionam os colaboradores a encontrar e abordar possíveis exposições em toda a organização.

 Eles veem como sua responsabilidade pessoal garantir que suas organizações promovam a segurança de seus colaboradores.

Para que um líder esteja disposto a fazer as coisas necessárias para transformar a organização, ele ou ela deve levar a segurança para o lado pessoal.

Obviamente, os líderes querem alto desempenho e lucro.

 Quando se trata de segurança, no entanto, um líder tem que tomar decisões com base em como isso afeta o bem-estar de seu povo.

Em outras palavras, os líderes têm que pensar em seus colaboradores com o mesmo nível de preocupação que têm com sua própria família.

Desde os primeiros dias da história registrada, as pessoas tentaram proteger a vida humana.

 Nos negócios, uma vida humana é a única coisa que não pode ser substituída.

 Você pode comprar um carro novo, você pode construir uma nova fábrica, mas você não pode trazer alguém de volta.

 O que não podemos substituir são indivíduos.

As práticas de segurança representam a forma de uma organização cumprir a obrigação ética e moral que todos sentimos para a preservação e santidade da vida humana.

Aqui está um exemplo: Uma organização onde teve uma fatalidade em sua fábrica.

 O acidente envolveu um vazamento de gás de alta pressão que parecia um motor a jato.

A resposta adequada foi encerrar toda a operação, mas como o líder já havia agido agressivamente sobre a valorização da produção sobre todo o resto, e sabendo que pressionar esse botão para parar a produção custaria pelo menos R$ 1 milhão em perda de produção, os colaboradores não tinham coragem.

Assim, ninguém iniciou o desligamento e uma vida foi perdida tudo porque os colaboradores sentiram que não podiam dar ao CEO um feedback honesto.

Claro, o presidente se sentiu horrível.

Depois de assistir ao funeral, ele prometeu transmitir aos colaboradores que suas vidas sempre foram a prioridade, não a produção.

 A menos que essa mudança de valor pessoal aconteça, uma organização nunca alcançará a excelência em segurança.

Identificamos algumas práticas que todo líder precisa adotar para “Dar exemplo” quando se trata de segurança:

Visão. Os líderes devem ter a capacidade de “ver” como é a excelência em segurança e a capacidade de articulá-la em toda a organização.

Colaboração. Os líderes precisam trabalhar junto aos colaboradores, promover a cooperação e a colaboração, buscar ativamente a contribuição das pessoas sobre questões que os afetam e incentivam outras pessoas a implementar suas decisões para melhorar a segurança.

Credibilidade. O líder gera um alto nível de confiança com seus colaboradores? Isso requer disposição para admitir erros e defender os interesses de segurança de todos, desde os gerentes até a linha de frente.

Comunicação. Os líderes de segurança precisam estar falando sobre segurança toda vez que falam. Tudo o que eles comunicam deve estar dentro do contexto de segurança.

Orientação para a ação. O líder de segurança está pronto para lidar com a segurança de maneira proativa, em vez de apenas reagir a incidentes? Os líderes de segurança precisam mostrar urgência, mesmo na ausência de incidentes, para mostrar que levam a sério a obtenção de resultados.

Feedback e reconhecimento. Os líderes precisam de um feedback honesto e preciso sobre o efeito de seus comportamentos para ajudá-los a garantir a consistência entre sua paixão pelas pessoas e a mensagem que os colaboradores recebem com base em suas ações.

Prestação de contas. Um líder fornece aos colaboradores uma avaliação justa de seus esforços e resultados de segurança, comunica claramente os papéis individuais no esforço de segurança e promove a sensação de que todas as pessoas são responsáveis pela segurança em toda a organização.

Todos esses elementos trabalham juntos de uma maneira que cria não apenas uma cultura de segurança exemplar e um ambiente em que as pessoas querem trabalhar com segurança, mas também uma cultura na qual é sustentável.

Tudo começa com um compromisso pessoal com os colaboradores primeiro, não por último.

Estamos juntos!   

Como determinar seus Kpis socioambientais para a sua organização baseado no seu SGAem tempos de ESG .

Se você está implantando seu primeiro (sistema de gestão ambiental), você terá que definir suas metas socioambientais iniciais para o sistema.

Métricas ESG a partir de agora são exigidas em seus relatórios de Sustentabilidade, com isso abra o olho!

Parece fácil?

Pode ser, mas suas ideias dos Kpis estão alinhadas com as mesmas que a da sua organização?

São os mesmos que os da organização?

E quando nós decidimos, devemos ser conservadores ou agressivos?

 O que nossos clientes pensarão de nós quando eles veem as metas que buscamos?

Deixa-me lembrar alguns pontos, a 14001:2015 chegou com algumas alterações, entre elas.

Uma delas é a menção que deve haver maior participação e despenho da direção no estabelecimento de metas socioambientais dentro do SGA.

As chances são de que a direção não estará ciente de cada aspecto ou tema potencial, mas tente envolvê-los

E como você pode garantir que as opiniões de todos os colaboradores também são tidas em conta?

No passado, as organizações utilizaram formulários de feedback e caixas de sugestão para solicitar feedback dos empregados.

 Na minha experiência, um fórum de colaboradores é um método muito mais eficiente e dinâmico de assegurar a entrada de todos em um processo.

Este tipo de fórum tem um propósito multifuncional dentro do processo de destino-configuração do SGA, para garantir a opiniões de todos os departamentos são ouvidos e levados em conta.

Então, agora é provável que você pode formular um conjunto mais arredondado de metas para seu SGA, que refletem o que é importante para o seu negócio.

 Você agora tem que garantir que eles são específicos em termos de realização, responsabilidade e períodos.

 Não tenha medo de ser agressivo, você tem toda capacidade para poder ser melhor que buscar uma realização modesta.

Lembre-se, o processo de revisão de gestão pode ser usado para rever e alterar esses destinos, no futuro, então não tenha medo de ser otimista!

Os benefícios ter metas inteligentes e bem trabalhadas são óbvios.

  • Economia de custos para seu negócio
  •  Mitigação de riscos futuros
  •  Melhoria à reputação/marca, é bom ser percebido como “verde”
  •  Benefícios do Business-to-business claro, inteligente e bem definidas metas irão ajudá-lo a ganhar e reter clientes
  •  Estar preparado para mudanças de legislação futura

Como você pode ver, há também muitos benefícios indiretos do uso de uma abordagem democrática para garantir que suas metas ambientais são tão inteligentes quanto possível.

Sua equipe pode ter a última palavra, mas apresentá-las com tanto conhecimento e informação possível só pode ser um positivo.

E, enquanto você terá muitas outras considerações para satisfazer, também pode estar confiante de que se você pode alcançar essas metas, e está no seu caminho para fazer a sua parte como profissional da nossa área

Estamos juntos!

Supervisores precisam ser líderes estratégicos na sua gestão em segurança.

Seus colaboradores podem seguir todos os procedimentos, usar todos os equipamentos de proteção individual (EPI), obedecer a todas as regras e ainda se machucar?

 É claro.

É por isso que líderes em segurança identificam a necessidade de influenciar os colaboradores a fazer mais do que o necessário.

As organizações esperam adesão às regras, políticas e procedimentos.

Se o colaborador não cumpre, é comum infelizmente encaminhar medidas disciplinares.

A disciplina, no entanto, raramente motiva um indivíduo a querer fazer mais.

Qual é o nível médio de desempenho que você recebe de seus colaboradores em uma escala de 1 a 10?

10 representa um artista superstar que sempre vai além.

05 representa alguém que faz o mínimo necessário (ou seja, comportamento esperado para permanecer empregado).

 01 é alguém que nem aparece para trabalhar.

Qual seria o nível médio de desempenho em seu grupo de trabalho, equipe ou organização?

Certamente há alguns que podem ficar abaixo das expectativas e há aqueles que têm o impulso interno para fazer mais.

Mas o que funciona para motivar o esforço discricionário de uma pessoa não é garantido para influenciar positivamente outra.

Incentivos muitas vezes saem pela culatra e recompensas são pouco frequentes ou atraentes o suficiente.

Motivação não é tão simples.

Quais ferramentas e abordagens você usa para aproveitar o potencial dos colaboradores para fazer mais do que o esperado pela regulação governamental e pela política da organização?

 A maioria das organizações de sucesso utilizam o coaching de desempenho para transformar seus supervisores, que têm o impacto mais direto no comportamento dos colaboradores, desde o policiamento para a conformidade até o coaching para o desempenho.

Para efetivamente treinar para o desempenho, quatro perguntas básicas devem ser respondidas:

1.      O que você quer que a pessoa faça?

 Isso precisa ser definido em termos comportamentais, não em resultados.

 Em vez de sugerir alguém para “estar seguro”, o que precisa fazer para estar seguro?

Da mesma forma, se você quer uma cultura de força de trabalho engajada, o que você vê-los fazer ou ouvi-los dizer que sugere que eles estão noivos?

2.      Como você comunica isso a eles?

Uma comunicação eficiente tem duas funções, remetentes e receptores, e ambas precisam ser ligadas e sintonizadas na mensagem.

 O envio de sinais é quase inútil se não houver validação de que a mensagem foi recebida.

Como você vai tirar as expectativas comportamentais desejadas da sua cabeça e para a cabeça dos receptores?

3. O que acontece se eles fizerem o que você gostaria que eles fizessem?

 A maioria das organizações tem políticas e abordagens disciplinares progressivas, mas poucas têm reconhecimento progressivo.

Como você vai garantir um aumento nas consequências positivas e reforço positivo quando as pessoas continuarem a ir além?

4. O que acontece se eles não fizerem o que você gostaria que eles fizessem?

 As consequências negativas são projetadas para parar comportamentos específicos, não o iniciar.

Claro, consequências negativas podem provocar o comportamento, mas nem sempre as desejadas.

Punir os colaboradores por não usarem os EPI não garante que eles cumprirão.

 A mudança de comportamento pode fazer com que o colaborador punido fique de olho no executor, em vez de sempre usar o EPI.

A segurança pelo policiamento provou ser um método menos que perfeito para melhorar o desempenho de lesões e muitas vezes promove subnotificação.

Tornar-se um coach eficaz com respostas a essas questões importantes pode alavancar a influência de um gerente ou supervisor para obter ganhos significativos tanto na redução de lesões quanto no aspecto da cultura de segurança da organização.

 As habilidades de coaching melhoram todas as áreas de desempenho, não apenas a segurança, mas também a qualidade e a produtividade.

 Os benefícios para a organização impactam quase todas as áreas do desempenho humano e são uma das ferramentas mais eficazes para mover a cultura do “tem que, para ter que pensar, pensar “

Estamos juntos!

Como criar um programa de mentoria em segurança com resultado tangível.

São + de 40 anos na área e começar em operações de altíssimo risco, me levou a acumular um livro de gestão de lições aprendidas nos 4 cantos do mundo onde atuei.

 Permitam-me o atrevimento em divulgar algumas dessas lições aqui com vocês colegas.

Novos colaboradores não querem se acidentar, e eles têm perguntas sobre seu novo trabalho.

O objetivo de um novo programa de mentoria de colaboradores é ensinar a fazer com segurança sus tarefas.

Você não pode aprender como fazer todas as partes do seu trabalho na sala de aula.

Você acumula conhecimento útil ouvindo um instrutor, mas você aprende as funções práticas, práticas do seu trabalho com aqueles com quem você trabalha todos os dias.

O treinamento no trabalho é uma parte natural do processo de aprendizagem de todos.

Um processo de mentoria ponto a ponto dos colaboradores utiliza colaboradores confiáveis para desenvolver atitudes positivas de segurança e disseminar informações críticas para novos trabalhadores.

Isso é semelhante a um programa de eu chamo de “líder campeão da segurança”, mas a diferença é o foco do mentor.

 O mentor foca na formação de novos colaboradores em seus primeiros 30 dias, enquanto o programa de Líder campeão de segurança foca no monitoramento de comportamentos e condições ao longo da vida do trabalho.

Eu entendo o poder do treinamento prático.

Quando comecei a trabalhar em plataformas por volta de 83, passei a maior parte dos meus primeiros quatro meses em uma sala do tamanho de dois cubículos com outras quatro pessoas.

 O objetivo era estudar os padrões.

Fizemos isso todos os dias por quatro meses.

Você pode imaginar passar oito horas por dia, cinco dias por semana preso em uma pequena sala olhando para normas, procedimentos etc.?

Não é emocionante? Melhor ainda, quão eficaz é isso?

O treinamento não foi uma orientação, mas sim uma iniciação.

 Não sei o quanto aprendi nos primeiros quatro meses, mas eu, juntamente com meus colegas, sobrevivi à prisão.

A próxima etapa do programa foi muito mais útil. Nós acompanhamos os mais experientes de conformidade em suas inspeções, e eu comecei a ver como as pessoas faziam o trabalho que eu aprenderia a fazer.

Os mais experientes eram meus mentores e eles me ensinaram os detalhes práticos do trabalho.

Foi onde eu realmente aprendi mais.

Nos nove meses seguintes, aprendi cada faceta do processo de inspeção e redação de relatórios com um mentor.

À medida que eu progredia, me deixavam fazer mais do trabalho, foi um processo que me ensinou os detalhes.

Depois de um ano, passei por uma avaliação final e comecei a realizar inspeções sozinho.

A lição que aprendi, é que aprender com livros é importante, mas não é onde você aprende a fazer seu trabalho.

 Você aprende seu trabalho com as pessoas!!!!!!!

 Empresas com um histórico de desempenho excepcional em segurança têm sistemas que se aproveitam do poder do aprendizado ponto a ponto.

Dê aos colaboradores preocupados com a segurança a oportunidade de incutir seus valores de segurança com os novos que chegam por meio de mentoria.

 Isso ajuda a perpetuar uma cultura que abraça a segurança.

Um programa de mentoria eficaz deve atingir metas específicas:

Identifique líderes preocupados com a segurança em sua força de trabalho. Toda empresa tem líderes naturais em seu ambiente de trabalho. Eles podem não ter um título de liderança, mas você sabe que as pessoas os procuram com perguntas. Os colaboradores confiam neles.

Utilize esta norma social natural para desenvolver seu programa de orientação. 

Treine os mentores.

Capacite seus mentores a utilizarem sua influência para o bem da segurança. Explique como o processo funciona e informe seus participantes sobre a importância do papel deles. Explique suas expectativas sobre como eles avaliarão e treinarão os colaboradores.

Eles têm a oportunidade de influenciar a próxima geração de trabalhadores em sua empresa. O treinamento deve dar aos mentores um sentimento de orgulho por sua contribuição.

Identifique os novos colaboradores e informe quem é seu mentor. As empresas fazem isso de várias maneiras. Você pode fornecer adesivos de novos colaboradores para capacete de segurança. Você pode ter novos colaboradores vestindo um colete de novo funcionário.

Você pode fazer o que se encaixa na cultura da sua empresa. O benefício é que os mentores sabem a quem precisam ajudar.

Estabeleça uma maneira de avaliar e treinar novos trabalhadores. O objetivo desta etapa é confirmar que os novos colaboradores conheçam e compreendam informações críticas de segurança.

A avaliação é uma ferramenta de treinamento e não uma ferramenta de medição de desempenho

O objetivo do programa de orientação é adicionar estrutura à maneira como os colaboradores aprendem a fazer seu trabalho e o processo capacita os líderes naturais a treinar novas pessoas.

 O ambiente da sala de aula é uma introdução à segurança.

 A realidade é que nossos colegas de trabalho nos ensinam como fazer nosso trabalho com segurança. Se você conseguir aproveitar essa dinâmica social de maneira positiva, terá um poderoso impacto na segurança da próxima geração de colaboradores

Estamos juntos!

Máquinas e equipamentos pesados, segurança nas operações!!

Em um encontro de gestores de QSMS-RS de grandes obras, mineração etc.

Ou seja, de “TRECHO”.

Entre os colegas que não nos víamos a algum tempo comentávamos que certas coisas na segurança do trabalho ainda não mudam e as estatísticas continuam sendo altas infelizmente.

E mesmo por mais que se fale, implementemos novos mimimis de metodologia e conceito de segurança.

Cada ano somente em construção de estradas, terraplanagem, mineração, barragem e outros serviços ligados a equipamentos pesados, mais de 20.000 trabalhadores ficam feridos na área de trabalho.

E com mais de 100 são fatalidades.

Estes acidentes são frequentemente um resultado de sobreposições, colisões ou incêndios.

Estes acidentes envolvendo equipamentos pesados, 35% são o resultado de contato direto.

Muitos destes incidentes poderiam ter sido evitados por meio de medidas simples de segurança.

E é fato que o número de feridos e fatalidades envolvendo equipamentos pesados está em ascensão.

Em um esforço para diminuir os incidentes envolvendo a operação de equipamentos pesados, baseados em nossa experiência e vivência em grandes obras listamos algumas sugestões para nosso dia a dia que gostaria de compartilhar com você meu colega leitor.

Bom lembrar:

Não acredito em 10 dicas de …, 7 maneiras de…, pois cada um tem uma variável ou mais em seu dia a dia e se essas dicas, instruções de especialistas em percepção de risco, comportamento seguro etc. com seus mantras se dessem certo, acidentes não aconteceriam certo?

Vamos lá e espero ajudar.

São apenas lembranças e comentários que gostaria de compartilhar

Evite pontos cegos

É fundamental que os operadores de equipamentos pesados tenham a certeza de que não há ninguém ou nada atrás deles antes que eles comecem a operação.

Para evitar pontos cegos, às vezes o operador deve sair de sua máquina e ir dar uma volta para olhar e certificar que está tudo livre.

Espelhos ou retrovisores não fornecem uma amplitude de visão de 360 graus.

É muito pouco tempo que se gasta para sair da máquina e olhar. Pode salvar uma vida!

Manter comunicação constante

É vital que os operadores mantenham comunicação constante com os outros, a equipe em sua volta e seus supervisores.

Rádios em dois sentidos são, atualmente, a melhor maneira de fazer isto.

Use cintos

Em cada veículo é importante usar cintos de segurança.

Isto tão importante e verdadeiros para operadores de equipamentos pesados, como para carros e caminhões.

Se o veículo rola, usando um cinto mantém o operador de ser descartado do veículo.

Cintos de segurança salvam vidas!

Os empregadores devem fornecer cintos apropriados em equipamentos pesados como parte dos regulamentos para equipamentos de proteção do trabalhador.

Utilize a regra dos três pontos de apoio para sair e entrar

Muito operador tem se feridos ou mortos devido a descuido ao entrar ou sair de suas máquinas.

Não se pula ou se joga fora de uma máquina ou equipamentos.

Manter contato de três pontos: usar as duas mãos e um pé ou dois pés e uma mão para entrar ou sair com segurança.

Carregar e descarregar com segurança

Antes de carregar ou descarregar, certifique-se de que seu equipamento esteja bem nivelado.

Isso reduz as chances do veículo de rolarem ou deslizarem.

Certifique-se de que as pessoas estão longe da área de carga ou descarga, sempre bom ter alguém de fora observando.

Realizar uma verificação antes de iniciar o trabalho sobre os riscos e perigos.

Antes de iniciar o trabalho na área realizar uma verificação visual para sobrecarga e perigos, como buracos, valas, fios, linhas de gás e cabos.

Estas devem ser sinalizadas para identificação.

Onde são feitos furos, criar barreiras para evitar que os colaboradores ou visitantes na área de trabalho caiam inadvertidamente neles.

Evite o arranque inesperado

Antes de concluir qualquer manutenção, onde o arranque inesperado pode causar ferimentos ou morte, o veículo tem que estar complementarmente desligado.

Conheça e obedeça aos limites de carga

Saber os limites de carga para o tamanho e peso para o equipamento usado.

Certifique-se de carga está protegida usando acessórios corretos.

Fazer uma verificação visual na máquina, inspecionar regularmente para desgastes ou ruptura.

Antes de mover uma carga certifique-se que os colaboradores estão em segurança e fora do caminho.

Inspeção diária

Antes de iniciar a operação todos os dias, fazer uma inspeção, use uma lista de verificação.

Procure por mangueiras rachadas ou soltas, vazamento de fluidos etc.

Verificar os níveis de fluidos e pressão de pneu.

Quando a lista de verificação for concluída, relatar qualquer preocupação para manutenção.

Reconhecer os seus limites físicos e emocionais

Todos nós temos diferentes capacidades físicas, mentais e emocionais.

Além disso, estas mudam com a idade e experiência.

Para sua própria segurança e a segurança de seus colegas de trabalho, nunca se coloque em uma situação em que você está fazendo uma tarefa que se sente fisicamente, mentalmente ou emocionalmente incapaz.

Expresse suas preocupações.

Tenha cuidado extra em situações de trabalho estressante.

Peça para obter instruções mais claras.

Solicite um observador/vigia.

Solicite que um operador mais experiente concluir esta parte específica do trabalho.

É importante que você vá ao trabalho de alerta, calmo, produtivo e otimista.

Os colaboradores que estão estressados, distraído, deprimido ou com raiva frequentemente realizam julgamento equivocado e podem causar incidentes fatais ou lesões.

Se precisar de ajuda, perguntar ao seu supervisor.

Como comentei no início, não são dicas ou jeitos de se fazer, mas sim, um consenso de uma conversa entre colegas de QSMS-RS sobre como proceder e orientar os colaboradores que operam máquinas e equipamentos pesados.

Se for útil, ótimo.

O mais importante é evitar acidentes.

Estamos juntos!

Valor Compartilhado & ESG, não tem volta!

Um dos maiores desafios no âmbito do ESG é definir o que ele demanda das organizações.

Leio, escuto cada coisa sobre o que é ESG que fico constrangido, nossa consultoria quando é contratada para implantar o ESG as vezes, esbarramos em um colega que estudou uma norma, já é auditor da norma (imagina, só no Brasil) e fica amarrado nela.

De uma tal maneira, que temos um pouco de dificuldade de realizar o nível de maturidade da organização antes de começar, pois tenta interferir em outros setores onde enviamos nossas perguntas e, claro, fica uma pouco difícil e, quando diz que tem o SELO ESG, afff, haja paciência, rsrs

O que é ser uma organização dentro s dos princípios do ESG , com tantos novos conceitos e critérios, inseridos a cada dia mais, na gestão empresarial?

Com uma visão ampliada sobre “Ser ESG “, não poderia deixar de falar sobre a importância do “Valor compartilhado”, talvez um pouco esquecido nas organizações

Minhas primeiras experiências foram em projetos na América Central e Ásia.

Desde então, me apaixonei pelo conceito e passei a incorporar a minha visão do que é uma empresa sustentável.

Recém-chegado do Congo (África) onde estamos desenvolvendo com sucesso este conceito e implantado em uma multinacional de alimentos.

Conversando com os colegas aqui no Brasil vejo que muitos ainda estão com dificuldades em implantar e encontrar apoio em suas organizações.

Então por que não escrever um pouco sobre este conceito e levar a reflexão?

Com a expansão demográfica, econômica e por uma desatenção dos governos e das organizações.

Surgiram diversos problemas sociais, ambientais, de saúde e outros que afetam as comunidades.

Aumentar os lucros dos seus acionistas, estando indiferente aos aspectos sociais, era a visão empresarial até poucos anos.

Com a evolução dos tempos, assistimos ações de filantropias, doações para ONGs, criação de fundações, voluntariado dos funcionários etc.

Mas nem de perto amenizaram os problemas que as comunidades enfrentam.

Aí assistimos à chegada da responsabilidade social, com balanços sociais e relatórios sobre impactos da empresa na comunidade.

Mas, mesmo assim como a filantropia, a responsabilidade também não resolveu o problema.

Diante destes fatos e observações, surge o conceito, “Valor compartilhado”.

Onde consiste em criar valor econômico na resolução de problemas sociais.

Ou seja, em uma relação comercial por exemplo, entre as indústrias de alimentos e seus fornecedores seja de produtos ou serviços, pagar mais não resolve o problema.

Mas ensinar novas técnicas agrícolas, cursos profissionalizantes, financiar a produção, contribuir para o aumento da sua produtividade e lucratividade, ajuda o problema de baixa renda do produtor e da comunidade

Na visão do valor compartilhado, se é ruim para comunidade, também é ruim para empresa.

Acidentes ambientais, má gestão hídrica, muitos acidentes de trabalho, entre outras situações são bons exemplos.

Valor compartilhado não é responsabilidade social, caridade, filantropia nem tão pouco mesma sustentabilidade.

Mas uma meta de obter sucesso econômico através de políticas e práticas operacionais que aumentam a competitividade de uma empresa.

Ao mesmo tempo em que melhoram as condições socioeconômicas nas comunidades em que a empresa atua.

A visão e objetivo da geração de valor compartilhado é identificar e ampliar o elo entre o progresso social e o econômico.

O valor compartilhado tem evoluído como uma tendência em diversos segmentos econômicos com a vontade de mudar a transformação no pensamento administrativo.

Em economias mais desenvolvidas a demanda de produtos e serviços que atendem às necessidades da sociedade vem rapidamente crescendo.

E a sociedade começa a cobrar e se interessar.

Organizações obtém vantagem competitiva pelo modo em como configura sua cadeia de valor, ou a série de atividades envolvidas na criação, produção, venda, entrega e suporte de seus produtos e serviços.

O primeiro passo para gerar valor compartilhado, é olhar a cadeia de valor da empresa e descobrir quais questões sociais e ambientais sofrem o maior impacto de suas atividades.

É preciso descobrir onde os impactos das atividades da empresa são substanciais e quais os ambientes externos que a afetam.

Partindo deste princípio, identificamos as áreas em que podemos fazer uma grande diferença, e nesse ponto que a responsabilidade social empresarial passa a ser mais eficiente.

Mitigar os impactos socioambientais, é o grande desafio, e algo que deve ser feito tendo como base as melhores práticas de quem atua nesse mercado.

O grande salto acontece nas áreas em que a empresa pode fazer uma grande diferença.

Um case de sucesso.

No Congo, em uma cidade perto de Libreville onde existe uma processadora de alimentos de uma multinacional.

Iniciamos um processo no qual ajudamos a implantar centrais de recebimento, e dar uma melhorada no pé-beneficiamento do produto, agregando valor para depois entregar a planta.

Oferecemos assistência técnica aos agricultores, enviando equipes de agrônomos, biólogos, técnicos agrícolas e iniciamos diversos cursos profissionalizantes.

Hoje, esta organização compra de mais de 5000 agricultores daquela região.

Podemos observar as melhores condições sociais e um padrão de vida superior a regiões semelhantes na região.

Essas ações causam um impacto que faz a diferença para essas famílias.

Quanto aos aspectos dos impactos ambientais, pudemos notar uma diminuição das doenças causadas pela contaminação do solo e da água, devido nosso apoio técnico

É um impacto social de grandes proporções, inserindo toda uma diversidade de pessoas na cadeia produtiva.

Isso é, “Valor compartilhado” inserido nas missões e valores de uma empresa onde a meta é ser Sustentável no mais amplo sentido do conceito.

Estamos juntos!

Equívocos fatais na gestão ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade em pequenas e médias empresas (PMEs).

Em nossos trabalhos de auditoria, implantação ou até mesmo em due diligencies para M&A em pequenas e média empresas, temos encontrado alguns equívocos, que nos deixam preocupados, com o futuro destas nesse mundo globalizado.

Muitas PMEs estão em um estado de não conformidade perpétua porque colocam seu administrador ou RH no comando do ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade.

Pequenas fábricas, Posto de combustíveis, Oficinas e Concessionarias são bons exemplos.

Um empresário de uma PME com tempo e recursos muito limitados, é quase impossível acompanhar sua longa lista de regras e regulamentos complicados e sempre mudando.

Realmente é difícil e encontramos quase todos os erros que uma PME pode cometer ao tentar gerenciar a conformidade da área demanda pela sociedade e nossa legislação.

Minha família tem diversos empresários, e sinto na pele junto com eles como é sufocante.

Sabendo e entendo essa dificuldade e com nosso trabalho atual combinados me levou a dedicar para ajudar PMEs da família a gerenciar sua conformidade.

 No intuito de ajudar aqui vão alguns dos principais erros que vi donos de PMEs cometerem.

 Tarefa dupla de um gerente de equipe com conformidade em QSMS-RS

Este é de longe o erro mais comum e potencialmente prejudicial que as PMEs cometem ao tentar gerenciar suas obrigações de conformidade em QSMS-RS

É assim que normalmente se desenrola.

Um dia, a empresa percebe que não tem segurança, ou talvez um programa ambiental e algo precisa ser feito sobre isso.

Talvez um cliente ou companhia de seguros pediu por isso, eles tiveram um quase erro ou um ferimento grave, ou foram inspecionados pela MT.

 Seja qual for o caso, a empresa decide que é hora de construir um programa de segurança, mas é rapidamente confrontada com uma grande pergunta: “quem vai fazer isso?”

Apesar de todas as opções mais viáveis e lógicas, como a contratação de um consultor ou um profissional experiente em QSMS-RS, os empresários ou a alta administração muitas vezes decidem seguir o caminho de menor resistência, que é colocar um de seus gerentes de equipe com a responsabilidade.

Na maioria das vezes é o Gerente de Recursos Humanos, mas pode ser Qualidade, Operações ou até Mesmo Manutenção.

Seja qual for o caso, essa pobre alma recebe o aceno e agora se espera que magicamente faça tudo acontecer no topo de sua longa lista de outras responsabilidades.

Essa “estratégia” quase nunca funciona.

Existem cerca de 38000 leis normas de segurança e regulamentos ambientais do Município, Estado e Federal, muitas vezes mutáveis, complexas, difíceis de entender e ainda mais difíceis de cumprir, mesmo para especialistas.

Se você não acredita em mim, basta entrar em um de seus sites e começar a ler.

Ao fazer isso, imagine tentar aplicar o que você leu para sua própria empresa.

Implementar e gerenciar com sucesso esses regulamentos leva anos de experiência e conhecimento e é totalmente irrealista esperar que alguém com pouca ou nenhuma experiência seja feito.

Como se esse problema não fosse assustador o suficiente, o papel principal de um gerente de equipe típico muitas vezes contribui diretamente para o resultado da empresa e, portanto, requer a maior parte de seu tempo e atenção (especialmente se eles querem manter seu emprego!) Isso deixa pouco, se houver, tempo para gerenciar problemas de conformidade.

Adicione esses dois problemas juntos, e é muito fácil ver como essa estratégia está quase sempre fadada ao fracasso.

Quando um empresário ou gerenciado toma essa decisão (ou seja, erro), quase sempre acredita que a conformidade está realmente sendo gerenciada, não percebendo nenhum desses problemas.

 É muitas vezes agravado pelo fato de que o gerente da equipe tem medo de dizer qualquer coisa por medo de perder o emprego.

Então um dia algo ruim acontece, (acidente) ou com uma inspeção dos órgãos.

Só então o grande erro finalmente vem à tona.

 Mas até lá é tarde demais, deixando os tomadores de decisão se perguntando o que aconteceu.

Usando tópicos genéricos de treinamento on-line para gerenciar requisitos de treinamento de segurança ou meio ambiente.

É muito comum que PMEs assinem um portal de treinamento online que lhes dá acesso a uma ampla gama de módulos genéricos de treinamento.

Alguns desses módulos abordam padrões específicos, mas muitos não.

 O treinamento genérico de segurança ou ambiental, não conseguem abordar os aspectos específicos da empresa.

 Falha na realização de inspeções de rotina

Fundamental realizar inspeções rotineiras no local de trabalho para identificar riscos à saúde e à segurança e ao meio ambiente, e em seguida, corrigir imediatamente esses perigos.

As PMEs são vítimas dessas questões devido à falta muito comum de conhecimento interno crítico, bem como tempo e recursos insuficientes para acompanhar as normas ambientais, sanitárias e de segurança.

Isso muitas vezes deixa-as em um estado perpétuo de não conformidade e, portanto, em risco para grandes passivos, incluindo danos graves, danos ambientais, enormes multas e penalidades regulatórias, dinheiro e clientes perdidos e até potenciais passivos civis e criminais.

Testemunhei muitas pequenas empresas e pessoas que conheci durante minha carreira que são vítimas de quase todos esses riscos, incluindo um cliente sendo enviado para a cadeia por violações ambientais e outros ameaçados de prisão.

Espero que este artigo tenha sucesso na conscientização desses erros comuns e ajude os proprietários de PMEs a fazer melhores escolhas quando se trata de gerenciar as conformidades

Estamos juntos!

Como está sua gestão para melhorar a segurança dos contratados (terceirizados) em novas tempos das exigências do ESG?

Esse é um dos maiores desafios na implantação do ESG nas organizações a gestão de fornecedores tanto de matéria prima como mão de obra terceirizados

Estou implantando ESG a quase 5 anos no Brasil trazendo minha vivência e experiência que aprendi fora do Brasil como profissional por mais de 12 anos que se especializou em diagnosticar e, implantar o ESG

Como garantir que seus contratados compartilhem seus compromissos com a política de segurança da sua organização?

Desafio complexo nos tempos do ESG como exigência.

Infelizmente é normal quando fiscalizo obras ou realizo diagnóstico de maturidade e ESG e, Segurança do trabalho encontrar uma lacuna grande entre os contratados e a contratante!!

Eu mesmo no início de minha carreira de gestor passei por muita dor de cabeça, principalmente quando ocorre acidente em nossa área e no final sobra para o contratante.

Ainda bem que agora eu sou consultor e fiscalizador de obras, rsrsrsrsr.

Terceirizados preenchem de 2 a 3 de cada cinco empregos no Brasil e devem ganhar quase metade da nossa força de trabalho na próxima década.

 Eles trazem consigo diferentes graus de conhecimento, treinamento e experiência em QSMS-RS, treinamento e experiência, dificultando a gestão da segurança no local de trabalho.

Mitigar os riscos associados aos treinamentos de segurança inadequados de terceiros que trabalham em seu nome, é fundamental antes de deixá-los iniciar as tarefas para qual foram contratados.

Em nossa auditoria ou diagnósticos de segurança tanto em nível de maturidade ou por outras razões, verificamos que organizações continuam aquém ao abordar riscos críticos de segurança, incluindo o uso de equipamentos de proteção individual, operação de máquinas e caminhões industriais, e proteção de queda, entre outros perigos.

Um programa de segurança para terceirizados, um que pré-qualifica antes de serem contratados e monitora e gerencia o desempenho contínuo da segurança pode garantir que estejam adequadamente equipados para mitigar os riscos e saber identificá-los los.

Isso pode ajudar a prevenir além de acidentes de trabalho e ambientais, proteger a reputação corporativa, apoiar o cumprimento das regulamentações governamentais e evitar multas pesadas associadas a violações.

“Estamos em um setor com muitas regulamentações”.

Somos responsáveis por nossos contratados e responsabilizados por seu desempenho.

Precisamos gerenciá-los porque temos números fortes de desempenho e segurança e queremos mantê-lo assim.

Os fatores de negócios para a criação de um programa de gestão de QSMS- RS de terceirizados mais estratégico incluem o seguinte:

Ø Kpis segurança e meio ambiente

Ø Requisitos regulamentares.

Ø Relatórios ambientais, sociais e de governança / expectativas das partes interessadas.

Ø Gerenciamento de riscos corporativos.

Baseado em nossas experiências na linha de frente a um tempinho, seguem algumas sugestões de nossa parte de práticas recomendadas.

A alavancagem deles podem ajudá-lo a criar um programa mais abrangente e eficaz para proteger melhor as pessoas nos locais de trabalho, e por sua vez, sua organização

Garanta que a segurança e as expectativas sejam comunicadas por meio de treinamento de integração.

O treinamento em segurança é uma das ferramentas mais impactantes que as empresas têm para compartilhar sua cultura de segurança em toda a força de trabalho, incluindo os trabalhadores contratados.

Qual a melhor maneira de garantir a prontidão de segurança da sua força de trabalho do que treiná-la antes de colocar o pé no local de trabalho?

O treinamento de integração comunica as expectativas de segurança e treina os colaboradores para desempenhar com segurança os deveres do trabalho antes de chegarem ao trabalho.

Normalmente, ministrado por instrutor, o treinamento detalhado prepara de forma eficiente e eficaz os contratantes para operar máquinas com segurança e entender como mitigar os riscos exclusivos de segurança de seus trabalhos.

Geralmente inclui os procedimentos de segurança e emergência da empresa, autorizações de trabalho e requisitos do local.

 Exigir que os contratados concluam o treinamento de integração fornece garantia de que estão preparados com o treinamento mais eficaz e relevante para os trabalhos para os quais são contratados.

Crie requisitos de segurança em contratos e processos de contas a pagar.

Os contratos ajudam a estabelecer claramente as expectativas de sua organização em relação à preparação e desempenho de segurança de seus contratados.

A linguagem legal do contrato deve exigir a conformidade com os requisitos regulatórios federais, estaduais e locais, além dos requisitos de saúde e segurança específicos da empresa. Isso pode incluir a participação no programa de pré-qualificação de segurança da empresa.

Além disso, algumas organizações também vinculam o atendimento aos requisitos de segurança do contratado em seus processos de contas a pagar para ajudar a motivar e reforçar a conformidade do contratado.

Por exemplo, quando os contratados não mantêm sua conformidade, conforme evidenciado por uma pontuação de segurança aceitável no sistema de gerenciamento de contratadas, o pagamento é retido até que a conformidade seja alcançada.

 Estabeleça e rastreie os KPIs de segurança do contratado.

Os principais indicadores de desempenho (KPIs) como o número total de incidentes relacionados à segurança e as taxas de tempo perdido, são uma das ferramentas mais recentes para melhorar a segurança do contratado.

Os líderes de QSMS-RS confiam fortemente nas métricas de segurança para criar consciência da adesão à segurança e motivar os trabalhadores a melhorar seu desempenho.

A análise dos KPIs que representam a aderência e o progresso da segurança pode ajudar a diminuir as taxas de incidentes graves, responsabilizando os diretores do departamento por eles.

Reuniões agendadas regularmente para discutir métricas de desempenho, incluindo quaisquer incidentes que ocorreram junto com suas causas e ações corretivas, podem ajudar as equipes a criar estratégias para melhorar continuamente.

Alavancar auditorias e incorporar o desempenho de segurança nas avaliações pós-projeto.

Inspeções periódicas no local, orientações no local de trabalho e auditorias anuais são maneiras eficazes de monitorar o desempenho da segurança do contratado.

Elas podem ser conduzidas por recursos internos ou algumas organizações utilizam um fornecedor externo para realizar essas auditorias, complementando seus recursos internos para dar a eles mais olhos no campo.

As organizações com programas avançados de segurança de contratados vão além da pré-qualificação e monitoramento do contratado, integrando o desempenho de segurança nas avaliações pós-projeto e nas conversas de encerramento.

 A organização conta com os mesmos contratados gerais para vários projetos, para que possam avaliar regularmente seu desempenho e colaborar com eles no gerenciamento de subcontratados para monitorar e melhorar continuamente a aderência à segurança.

Os resultados das auditorias de segurança do contratado e das avaliações pós-projeto também podem ser compartilhados com os fornecedores.

Alavancar tecnologia e suporte de terceiros.

Reunir, verificar e auditar as métricas de saúde e segurança dos contratantes e os programas de segurança não são tarefas fáceis ou rápidas.

Aproveitar a tecnologia para obter assistência é uma das tendências mais importantes do setor.

 A tecnologia, como soluções de software de gerenciamento de contratados, moderniza o gerenciamento de segurança do contratado para obter resultados mais eficientes e eficazes.

 Um provedor com experiência em gerenciamento de segurança de contratados pode ajudar a padronizar o processo de pré-qualificação em toda a organização e fornecer uma visibilidade clara de se uma empresa contratada atende às suas expectativas de segurança ao avaliar possíveis contratações.

 Adotar as melhores práticas comprovadas para aprimorar seu programa de gestão em QSMS-RS de contratados pode ajudar a garantir que seus contratados compartilhem seu compromisso com a segurança, melhorando o desempenho da segurança e fortalecendo sua força de trabalho.

Estamos juntos!

Como criar uma mensagem ESG usando os tópicos e métricas sem dados concretos ou conquistas reais, pois está apenas começando implantar?

Esta pode ser uma pergunta relevante para você.

Aqui estão algumas dicas que podem ser úteis:

São + 40 anos na área e de ESG +15 (fora e no Brasil) implantando nas organizações

👍 Seja honesto sobre onde você está;

Reconheça os esforços ESG em estágio inicial em vez de fazer afirmações vagas.

Se sua organização ainda está nos estágios iniciais de integração ESG, reconheça.

Uma mensagem transparente cria credibilidade e confiança.

Em vez de exagerar o progresso, enquadre-o como uma jornada:

“Reconhecemos o ESG como uma prioridade e estamos comprometidos em dar passos significativos à frente”.

👍 Defina por que o ESG é importante

Vincule-o à resiliência, gerenciamento de riscos socioambientais e valor para as partes interessadas.

👍 Concentre-se em ações futuras

Descreva os próximos planos, como avaliações, políticas e capacitação.

Exemplo:

“Estamos realizando avaliações e construindo capacidade interna para garantir que o ESG se torne uma parte fundamental de nossas operações.”

👍 Construa bases sólidas e envolva as partes interessadas.

Um compromisso com o ESG não é apenas interno requer colaboração.

Enfatize os esforços para desenvolver sistemas de governança, melhorar a coleta de dados e envolver as partes interessadas na definição de sua estratégia.

Um exemplo:

“Ouvir nossos stakeholders nos ajudará a alinhar nossas prioridades ESG com as expectativas de nossos funcionários, clientes e comunidades”.

Uma mensagem convincente não se trata apenas de declarar compromissos trata-se de autenticidade, clareza e etapas acionáveis.

Seguindo essas dicas, você pode criar uma mensagem que inspire confiança, gere impacto real e mantenha o coração do investidor por perto.

Vai por mim acredita na minha experiência

Estamos juntos

A Importância da implantação do ESG para Construtoras e Incorporadoras Imobiliárias, quanto aos riscos materiais do setor.

Exemplo; O setor Imobiliário está cada vez mais exposto aos riscos climáticos

Os ativos imobiliários globais estão expostos a cerca de US$ 559 bilhões em riscos crescentes relacionados ao clima, de acordo com o provedor de dados S&P Global.

Em um novo relatório, eles exploraram o custo econômico projetado dos riscos climáticos para as empresas do S&P Global, bem como as oportunidades de adaptação que poderiam ajudar a mitigar os riscos.

A demanda global por soluções de adaptação climática bate a porta de todos e neste cenário quero chamar a tenção de como as questões ESG se tornam financeiramente relevantes para as corporações e seus investidores

 Milhares organizações de capital aberto em todo o mundo estão agora medindo, gerenciando e relatando questões ESG.

 As organizações agora estão nomeando Diretores de ESG ou Sustentabilidade para executar estratégias ESG e estabelecer metas em questões que vão desde reduções de carbono até diversidade e segurança de funcionários ou produtos.

 Ao mesmo tempo, o número de investidores comprometidos em integrar as questões ESG nas decisões de investimento e se envolver ativamente com as empresas em questões ESG cresceu exponencialmente.

Compartilhando este texto com vocês chamo a atenção para o benefício de todos que buscam carreira em ESG e Sustentabilidade e para o conhecimento sobre o fato de que como o ESG é importante para empresas e investidores a partir de aspectos financeiros, as questões ESG não devem e não podem ser ignoradas daqui para frente.

Adotar princípios ESG (Ambiental, Social e Governança) deixou de ser um “extra” ou tendência passageira. No setor de construção civil e incorporação imobiliária, a agenda ESG tornou-se pré-requisito não apenas para a sustentabilidade operacional, mas também como condicionante para acesso a financiamentos, investimentos e espaço no mercado.

Há uma nova mentalidade em curso, impulsionada por investidores mais conscientes, regulações mais rígidas e consumidores conectados com causas ambientais e sociais.

Construtoras e incorporadoras dispostas a trilhar esse caminho se destacam por sua resiliência, inovação e capacidade de geração de valor duradouro.

A busca por fontes de financiamento é parte estratégica da rotina de qualquer empresa do setor.

Hoje, as instituições financeiras estão mais criteriosas, priorizando projetos que minimizam riscos ambientais e sociais ao longo do ciclo de vida das obras.

Linhas de crédito verdes, empréstimos atrelados a metas ESG e emissões de títulos sustentáveis têm mudado a lógica do acesso ao capital, reduzindo custos e exigindo das empresas uma postura responsável e transparente.

O “custo do dinheiro” para obras imobiliárias e de infraestrutura está diretamente relacionado ao grau de comprometimento com o ESG.

Empresas que conseguem demonstrar governança ética, impacto social positivo e responsabilidade ambiental sólida conseguem negociar taxas de juros menores, prazos mais longos e até benefícios como carências ou reduções de garantia.

Vantagem competitiva real, que afeta desde o planejamento até a entrega do empreendimento.

A governança corporativa robusta é, hoje, um ativo tão valioso quanto o portfólio de obras.

Transparência em todas as camadas da gestão, ética nos negócios, auditorias regulares e canais efetivos de denúncia compõem um sistema de compliance que vai além do discurso: cria confiança junto a investidores, clientes, futuros moradores e órgãos reguladores.

Em um setor frequentemente associado a desafios relacionados à corrupção, trabalho informal e relações questionáveis com o poder público, as empresas que apostam em integridade e boas práticas são as que atraem os melhores parceiros e têm maior longevidade.

É preciso comunicar ações, demonstrar como as políticas impactam no dia a dia e mostrar resultados concretos para fortalecer a percepção e a reputação institucional.

A implementação de ESG impacta diretamente na gestão de riscos nos canteiros de obras. Identificar, monitorar e mitigar impactos ambientais, controlar resíduos, garantir o uso racional de água e energia, preservar áreas verdes e investir em tecnologias limpas são atitudes que reduzem a vulnerabilidade a sanções e embargos ambientais.

Do ponto de vista social, promover condições dignas e seguras para os trabalhadores, assegurar respeito à legislação trabalhista, promover diversidade e equidade, além de se envolver proativamente com as comunidades locais, são caminhos incontornáveis.

 O relacionamento saudável com moradores e lideranças no entorno da obra pode evitar protestos, ações judiciais e atrasos protegendo valor e imagem da empresa.

O mercado de infraestrutura imobiliária brasileiro, especialmente em obras de grande porte, é cada vez mais regulado por padrões internacionais.

Para acessar financiamentos de bancos multilaterais, é obrigatório o alinhamento com os Princípios do Equador e as diretrizes do International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial para financiamentos privados.

Estes padrões exigem avaliações aprofundadas de impactos ambientais e sociais (EIA-RIMA), planos de mitigação mensuráveis, consulta pública com transparência, engajamento permanente e mecanismos de accountability.

Não é mais possível improvisar ou tratar o ESG como ação pontual.

O alinhamento internacional é, hoje, o passaporte para participar de grandes projetos e ampliar mercados, em níveis nacional e global.

Certificações diversas estão cada dia mais presentes em lançamentos residenciais, corporativos e de uso misto, além de diferenciarem o produto imobiliário diante de um consumidor mais exigente e informado, agregam valor para investidores institucionais e facilitam a comercialização.

Essas certificações atestam sustentabilidade, qualidade de vida, eficiência no uso de recursos e baixo impacto ambiental, transformando imóveis em ativos cobiçados tanto no Brasil quanto no exterior.

Incorporar critérios ESG desde o projeto até a entrega final reduz custos operacionais e amplia a satisfação do usuário, tornando o ciclo de vida do empreendimento mais próspero e responsável.

Adotar políticas ESG no setor de construção e incorporação é assumir um papel de protagonismo na transformação das cidades.

Vai além da mera adequação regulatória ou do interesse comercial; implica reconhecer a capacidade do setor de influenciar positivamente o desenvolvimento urbano, fomentar inovação e contribuir para a criação de espaços mais resilientes, integrados e humanizados.

Estar à frente nesse movimento envolve liderança, engajamento de toda a cadeia produtiva e disposição para investir em tecnologia, capacitação e estruturação de métricas para monitoramento constante dos indicadores ESG. O setor imobiliário tem potência para ser vetor de mudança, favorecendo a sustentabilidade, a inclusão social e a geração de emprego qualificado.

Apesar dos avanços, o Brasil ainda enfrenta grandes desafios na disseminação e consolidação de práticas ESG na construção civil.

O ambiente regulatório é complexo, a cultura empresarial precisa evoluir e muitos atores do setor ainda enxergam o ESG como custo, e não como caminho para eficiência e diferenciação.

A crescente pressão de investidores estrangeiros, a responsabilidade crescente diante da emergência climática e as demandas do consumidor brasileiro, cada vez mais atento à reputação das marcas, incentivam o avanço consistente dessas práticas.

A oportunidade está em “sair na frente”: investir em inovação, parcerias estratégicas, atualização constante de processos e comunicação clara dos resultados obtidos em sustentabilidade, impacto social e governança.

Aquelas empresas que se adaptarem mais rápido com base técnica, sensibilidade social e transparência serão as líderes do futuro do mercado imobiliário.

No cenário atual, não há espaço para empresas que rejeitam ou subestimam a relevância do ESG.

O futuro do mercado imobiliário e da construção civil pertence às organizações capazes de conectar rentabilidade, responsabilidade social, ética e respeito ao meio ambiente. Integrar políticas ESG é garantir competitividade, acesso facilitado a capital, blindagem reputacional e uma contribuição efetiva para o desenvolvimento sustentável das cidades e do país.

Ao transformar o ESG em prioridade estratégica da diretoria ao canteiro de obras, do planejamento à entrega do imóvel construtoras e incorporadoras ganham a confiança dos stakeholders, ampliam o acesso a financiamentos sustentáveis e consolidam seu papel como agentes de inovação e transformação social.

O caminho é desafiador, mas os benefícios são concretos, mensuráveis e duradouros.

 E, principalmente, colocam o setor à altura das demandas de um mundo em transformação e de uma sociedade que quer construir, literalmente, um futuro mais sustentável.

Estamos juntos

A Importância do engajamento dos stakeholders na sua organização, dentro do viés dos processos ESG .

Muitos de nós estão atualmente participando de conferências virtuais, conversas online, webinars e chamadas zoom, e tornou-se cada vez mais evidente que autenticidade, transparência e confiança serão apenas algumas das qualidades que precisaremos ver em nossa liderança e negócios .

Ao ouvir vários palestrantes, os líderes que me movem e me impactam são aqueles que colocaram suas equipes e sua segurança, a prevenção ambiental e a responsabilidade social como foco principal.

São pouco ou raros é verdade, a maioria diz que tem propósito, aliás como virou moda essa de CEO com propósito, bem, esperemos os próximos capítulos a história vai dizer,

Intuitivamente, eles sabiam que não existiriam sem sua equipe, e para sair dessa crise, a equipe precisava estar a serviço do bem público.

  Estamos todos procurando segurança e conforto nesse momento, e muitos terão aprendido com essa a longa jornada que já se vão anos desde o acrônimo ESG para as organizações.

Vamos compartilhar esse conhecimento e continuar nossas jornadas com a mentalidade de aluno, sempre aprendendo.

Sua organização tem uma missão ou declaração de propósito impactante?

Este é o momento perfeito para estabelecer uma que ressoe tanto interna quanto externamente uma que todos podem abraçar, já que muitos de nós tentam reinventar nossos conceitos com novas limitações e diretrizes.

Em quase todas as caminhadas da vida, precisamos considerar como podemos receber nossas comunidades de volta.

Se fazemos parte de um negócio, quando mostramos aos nossos stakeholders (clientes, comunidade/vizinhos, convidados, investidores e/ou fornecedores) que nos preocupamos com eles, eles podem se tornar nossos maiores evangelistas, especialmente quando somos sensíveis à sua segurança e bem-estar.

Ser um negócio consciente e ter uma declaração de missão também é uma maneira de transmitir propósito internamente e dar à sua tribo e sua equipe algo para abraçar, se orgulhar e investir.

Aqui estão apenas alguns passos a serem dados baseados na minha vida profissional nessas 4 décadas de mundo corporativo para garantir que você saia desta crise com um senso de propósito renovado e um seguidor leal:

– Reavalie o que é mais importante.

Tive a sorte de trabalhar para uma organização consciente com uma missão definida e um foco na segurança e prevenção socioambiental, e nossa equipe incorporou essa missão em todas as facetas do negócio.

 Mesmo considerando como podemos ressurgir com mais sucesso, sei que navegaremos com cuidado e manteremos nossa missão em mente.

Aproveite para aprender e reavaliar o que é mais importante para suas comunidades.

Eu desafiaria a todos a explorar minuciosamente e pensativamente, talvez virtualmente, o humor de sua comunidade para determinar o que é de extrema importância e necessário agora.

– Recompensar os colaboradores e as partes interessadas.

Todos os anos, nós damos prêmios baseados em missões.

 Esses prêmios são entregues internamente a um membro da equipe de cuidado que exemplifica nossa missão e, externamente, a um stakeholder que vai além para criar uma esteira positiva em seu mundo.

 Acredito que isso será especialmente importante para reconhecer os muitos heróis na linha de frente à medida que emergimos da pandemia COVID-19.

– Mude conforme necessário.

Do outro lado dessa pandemia avassaladora, muitos de nós viveremos um mundo totalmente novo e provavelmente mais automatizado.

Considere como seu negócio impactou ou pode causar um impacto maior em suas comunidades de stakeholders.

Como sua tribo e equipe foram alteradas e afetadas pela crise?

Reavalie seu propósito com todos os seus stakeholders em mente.

– Viva e respire sua missão.

Se você tiver a sorte de trabalhar para uma organização orientada com propósito com uma missão, viva e respire.

Mesmo que você não o faça no momento, tente trabalhar com sua equipe para criar uma declaração de propósito forte e significativa e use seus serviços ou produto para lançar algo grande para sua comunidade à medida que emerge desse momento emocional e fisicamente desafiador.

Não há melhor maneira de construir lealdade de marca, fãs eternos e membros da equipe do que criando algo que seja autêntico e impactante, por mais simples que seja.

Vai ajudar a diferenciar a marca da sua organização.

Nada é melhor do que estar a serviço do bem público, e este é o momento ideal para uma discussão de longo prazo sobre como suas estratégias de negócios estão focadas no aperfeiçoamento de todos.

Agora é um momento de conhecimento e aprendizado compartilhados, e uma profunda gratidão e gratidão sincera pelo bem-estar de todos.

Estamos juntos!

O que, por que e como? Gerenciamento de riscos de mudanças climáticas   na ISO 14001!

Quem me conhece sabe que durmo, penso e respiro gestão de riscos, e tenho sido cobrado pelos colegas e amigos(a)s, por que eu não falo sobre a 14001 X Riscos.

Mas agora a ISO para não perder o bonde do ESG, já está falando de riscos das mudanças climáticas, ridiculamente raso, mas fala.

Então, ALÔ gestores de MEIO AMBIENTE  …., vamos lá rsrs

A ISO 14001 fala com bastante ênfase sobre a gestão e avaliação de riscos, que irão substituir no atual processo de “ação preventiva” já empregados por organizações certificadas com a ISO.

Portanto, essa alteração vem promover e proporcionar um ambiente de melhoria contínua, que é o cerne das normas ISO.

Mas o que quer dizer “prevenção e gestão de riscos” para você e sua organização?

Mas vamos examinar com mais detalhes e exatamente o que constitui o “risco” em termos de padrão de 14001:2015.

Como definimos “risco”?

A ISO 31000 é uma norma projetada especificamente para lidar com gerenciamento de risco, e ela define o “risco” como “o efeito da incerteza sobre os objetivos”.

Nessa descrição, é fácil prever como qualquer tipo de risco identificado pode ter um efeito negativo sobre os indicadores chave de desempenho (Kpis), que são efetivamente os “sinais vitais”, de uma organização, bem como um efeito negativo sobre o meio ambiente como um todo.

O risco pode vir de várias formas, como por exemplo: incerteza financeira, falha de projeto, aspectos de segurança, competição, problemas de tecnologia, o efeito sobre o meio ambiente das operações realizadas por seus negócios, gestão de resíduos, emissões perigosas ou consumo de energia.

Portanto, é razoável que a ISO 14001 vise acrescentar grande ênfase e importância a estes aspectos, que potencialmente afetam a empresa e seu impacto sobre o meio ambiente.

Mas, como essas alterações irão nos afetar e o nosso sistema de gestão ambiental no dia a dia?

Vejamos alguns pontos;

Identificando os “riscos” dentro de um sistema de gestão ambiental (SGA).

Tradicionalmente, a maioria das organizações tem usado a avaliação e prevenção de riscos para tentar controlar o desempenho ambiental e evitar quaisquer aspectos ou riscos, tornando-se tão tangível que afetam os resultados da empresa e criticamente e o meio ambiente.

Os riscos devem ser identificados de forma semelhante aos sistemas de qualidade ou saúde e segurança, utilizando avaliações das ameaças, impacto, probabilidade, vulnerabilidades e assim por diante.

Na maioria das organizações, esta função é responsabilidade de um único gestor de meio ambiente, e em muitos casos este trabalha sozinho para identificar e mitigar o risco o desempenho ambiental da uma organização.

A revisão da 14001: 2015 vai mudar isso em três aspectos críticos:

  •  A necessidade de maior participação por parte da alta direção;
  •  A ação preventiva, substituída por risco;
  •  Maior foco na prevenção dos riscos.

Cada organização como de costume tem como procedimento um processo de avaliação de risco para qualquer operação a ser realizada.

Mas agora, a maior participação e engajamento da alta direção é desejável durante este processo, em vez de ser deixado para um único indivíduo dentro da organização.

Portanto, é necessário passar a ser regular a participação da alta direção, desempenhando um papel muito mais ativo nas discussões sobre a identificação de onde se encontram as áreas com maior potencial de risco.

Talvez reuniões regulares sobre “identificação de riscos”, com todos da direção e a equipe de SGS seria uma boa ideia.

Ou convidar pelo menos um membro da alta direção para suas reuniões mensais ou trimestrais para fornecer entrada na identificação de riscos junto a sua equipe de SGA.

Isto deve oferecer uma imagem mais precisa e completa de risco dentro de sua organização e sua gestão SGA.

O processo de gestão de riscos e prevenção também deve ser conduzido pela alta direção junto com o gestor do SGA, que deverá permitir um escopo mais amplo de conhecimento e habilidade para ser trazido para o processo de prevenção de riscos.

Afinal, é muito possível que o representante da direção geral e SGA compartilhem uma perspectiva diferente sobre o que constitui um risco imediato para a sua empresa, e esta partilha de pontos de vista é uma melhoria para sua capacidade de identificar e eliminar os riscos.

Roche, como e quando posso implementar essas mudanças?

Por que não começar agora?

Se você já é certificado ISO 14001, então você já tem um processo de auditoria interna e avaliação de risco estabelecidos.

Você pode contar com a ajuda e obter o compromisso da sua própria equipe de gestão, adotando as mudanças mencionadas acima.

E iniciar reuniões ou discussões mesmo sobre os possíveis riscos já identificados.

Melhorar o seu processo de gestão de risco com base nestas discussões, como uma constante melhoria é básico e fundamental para a evolução do processo.

Você pode dar prioridade ao gerenciamento de risco, dedicando mais tempos e utilizando mais participantes da equipe nas discussões sobre as medidas de prevenção que antes não recebiam toda essa atenção em seu SGA.

Desta forma, você estará pronto para cumprir as novas modificações da norma, enquanto melhora o desempenho do seu negócio removendo o risco para o meio ambiente ao mesmo tempo.

Certamente que só pode ser uma coisa boa para todos.

E não se esqueça nunca!!!

Não existe zona de conforto para nós que trabalhamos nessa área.

Qualquer deslize como consequência vem em forma de pesadas multas, ação civil e criminal e já estamos assistindo encerramento de organizações causados por acidentes ambientais.

Que aliás não é novidade agora, não podemos esquecer os grandes acidentes ambientais do passado, e agora a mídia junto com a sociedade está muito mais atenta a estão questão.

A pouco tempo tivemos Mariana (MG), Barcarena (PA), Brumadinho (MG), Cubatão, Porto de Santos e contando………..(infelizmente)

Estamos juntos!

O Impacto das Diretivas ESG da UE sobre as Exportações do Brasil: Um Novo Paradigma para o Comércio Internacional.

Nossa consultoria www.robertoroche.com.br está sentindo uma dificuldade de nossos atuais clientes da Agroindústria tanto nas cooperativas e fazendas em geral que nos procuraram uma certa preocupação quanto a exportação dos produtos para o mercado UE, e, não é para menos, realmente as cobranças aumentaram e com certas peculiaridades.

Vamos entender como as recentes diretivas ESG da UE estão impactando as exportações brasileiras e quais medidas as empresas nacionais precisam adotar para se manterem competitivas no mercado europeu.

Na era da globalização e da crescente consciência ambiental, as diretrizes ESG (Environmental, Social and Governance) da União Europeia estão redefinindo o panorama do comércio internacional.

Para o Brasil, um dos maiores exportadores mundiais de commodities e produtos agrícolas, essas novas regulamentações representam tanto desafios quanto oportunidades.

A Nova era dos Relatórios de Sustentabilidade

A União Europeia tem sido pioneira na implementação de políticas voltadas para a sustentabilidade e a transparência corporativa.

Uma das mudanças mais significativas nesse sentido é a introdução de novas orientações para os relatórios de sustentabilidade.

A Diretiva de Relatórios de Sustentabilidade Corporativa (CSRD – Corporate Sustainability Reporting Directive) é um marco nessa evolução.

A CSRD amplia significativamente o escopo e a profundidade das informações que as empresas devem divulgar sobre seus impactos ambientais e sociais.

Para as empresas brasileiras que exportam para a UE, isso significa uma necessidade urgente de adaptar suas práticas de relatórios.

Não basta mais apresentar dados genéricos sobre sustentabilidade; agora, é preciso fornecer informações detalhadas e verificáveis sobre a pegada de carbono, uso de recursos naturais, condições de trabalho e políticas de governança.

Essa nova realidade exige que as empresas brasileiras invistam em sistemas robustos de coleta e análise de dados ESG.

A transparência e a precisão dessas informações serão cruciais para manter a confiança dos parceiros europeus e cumprir as regulamentações cada vez mais rigorosas.

CBAM: O Desafio do Inventário de Carbono

Uma das diretivas mais impactantes para os exportadores brasileiros é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM – Carbon Border Adjustment Mechanism).

Esta medida visa equalizar os custos de carbono entre os produtos produzidos na UE e os importados, prevenindo o chamado “vazamento de carbono”.

Para os exportadores brasileiros, especialmente nos setores de alta emissão como siderurgia, cimento e fertilizantes, o CBAM representa um desafio significativo.

A diretiva obriga os exportadores a realizar um inventário detalhado das emissões de carbono associadas à produção e transporte de seus produtos.

Isso inclui não apenas as emissões diretas, mas também as indiretas ao longo da cadeia de suprimentos.

A implementação do CBAM exigirá das empresas brasileiras:

1.  Investimentos em tecnologias de medição e monitoramento de emissões.

2. Desenvolvimento de expertise interna em contabilidade de carbono.

3 Possível redesenho de processos produtivos para reduzir a intensidade de carbono.

4. Engajamento ativo com fornecedores para mapear e reduzir emissões na cadeia de valor.

Embora desafiador, o CBAM também oferece oportunidades.

Empresas brasileiras que se anteciparem e desenvolverem processos de baixa emissão podem ganhar vantagem competitiva no mercado europeu.

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As Novas Regulações do Banco Central Europeu

O setor financeiro também está no centro das novas diretrizes ESG da UE.

O Banco Central Europeu (BCE) introduziu regulações que exigem que as instituições financeiras avaliem e divulguem os riscos climáticos em seus portfólios.

Isso tem implicações diretas para as empresas brasileiras que buscam financiamento ou investimento europeu.

Para se alinhar com essas regulações, as empresas brasileiras precisarão:

●     Integrar considerações climáticas em seus modelos de negócios e estratégias de longo prazo.

●     Desenvolver métricas claras para avaliar e reportar riscos climáticos.

●     Implementar governança robusta para supervisionar questões relacionadas ao clima.

Essas medidas não apenas facilitarão o acesso ao capital europeu, mas também fortalecerão a resiliência das empresas brasileiras frente aos desafios climáticos.

TCFD e CSRD: Alinhando-se aos Padrões Globais

A Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD) e a já mencionada Corporate Sustainability Reporting Directive (CSRD) são dois frameworks que estão moldando o futuro dos relatórios ESG globalmente.

Para as empresas brasileiras, alinhar-se a esses padrões não é apenas uma questão de conformidade com as regulações da UE, mas uma oportunidade de se posicionar como líderes em sustentabilidade no mercado global.

O TCFD fornece recomendações para divulgações financeiras relacionadas ao clima, focando em quatro áreas principais: governança, estratégia, gestão de riscos, e métricas e metas.

Já o CSRD vai além, exigindo divulgações detalhadas sobre uma gama mais ampla de questões ESG.

Para se adequar a esses padrões, as empresas brasileiras precisarão:

1.  Desenvolver uma compreensão profunda dos riscos e oportunidades relacionados ao clima em seus setores.

2. Implementar processos para integrar considerações climáticas na tomada de decisões estratégicas.

3. Estabelecer metas baseadas na ciência para redução de emissões e outros impactos ambientais.

4. Investir em treinamento e capacitação de equipes para lidar com questões ESG complexas.

As novas diretivas ESG da UE representam um ponto de inflexão para as exportações brasileiras.

Embora os desafios sejam significativos, as oportunidades de inovação e liderança em sustentabilidade são igualmente importantes.

Para navegar com sucesso neste novo cenário, as empresas brasileiras devem:

  • Adotar uma abordagem proativa para a sustentabilidade, integrando-a ao core business.

●     Investir em tecnologias e sistemas que permitam uma gestão e relatórios ESG eficazes.

●     Engajar-se ativamente com stakeholders, incluindo reguladores, investidores e comunidades.

●     Colaborar com parceiros na cadeia de suprimentos para abordar desafios ESG de forma holística.

●     Desenvolver competências internas em áreas como contabilidade de carbono, gestão de riscos climáticos e relatórios de sustentabilidade.

As organizações que conseguirem se adaptar a esse novo paradigma não apenas manterão sua competitividade no mercado europeu, mas também estarão bem-posicionadas para liderar a transição global para uma economia mais sustentável e resiliente.

Em conclusão, as diretivas ESG da UE estão redefinindo as regras do comércio internacional.

Para o Brasil, isso representa uma oportunidade de transformar desafios em vantagens competitivas, posicionando-se como um líder global em práticas empresariais sustentáveis e responsáveis.

O futuro do comércio internacional será verde, e as empresas brasileiras têm o potencial de estar na vanguarda dessa revolução.

Estamos juntos

Investir em gestão estratégica de segurança, é um bom negócio $$?

Pasmem, ainda sou questionado em algumas organizações quando nos contratam para reorganizar o SGI ou para mentoria na gestão de ESG e o QSMS-RS.

E considero a dúvida normal, até porque muitas das vezes, essas organizações não passaram por situações críticas quanto a fatalidades, pulsões graves.

Mas em gestão estratégica de riscos, esse não deve ser o pensamento.

Vamos assistir por muito tempo, ações reativas quanto a decisões de investimento na área de segurança.

Vida que segue.

Empresas que possuem em seu DNA uma cultura de segurança enraizada envolvem ativamente todos os colaboradores em segurança.

 Isso inclui CEOs, Diretoria executiva, gerentes, supervisores, colaboradores de produção, colaboradores de suporte e até mesmo seus clientes visitando suas fábricas.

Mas como você faz isso?

Em diversa organizações onde atuei como profissional de ESG e QSMS-RS & Sustentabilidade, consegui com um certo sucesso obter o envolvimento ativo da diretoria, apontando os benefícios financeiros das iniciativas de segurança.

 O lucro e a ausência de perdas são um grande motivador para os executivos seniores.

Todos os dias eles olham para os balanços e falam sobre isso.

Devemos falar sobre como nosso trabalho afeta positivamente os resultados.

Economizamos um bom dinheiro e mostrei a eles como fizemos isso usando informações sobre perdas e prêmios da companhia de seguros.

Usando meus Kpis, pude mostrar uma economia significativa como resultado dos esforços de segurança da empresa.

Eu completaria uma auditoria de segurança calculando multas como se eu fosse o cara da MTB.

Toda violação de segurança observada economiza uma multa potencial.

Concluiria os cálculos do retorno do investimento para mostrar os benefícios das melhorias de segurança.

Tínhamos problemas ergonômicos significativos e eu queria que a organização investisse.

Eu mostrei a eles como o ROI (retorno do investimento) estava acima dos Kpis de afastamento e lesões.

 Analisava as perdas por localidades e mostrava quais plantas precisavam de mais atenção para controlar os ferimentos, mostrando o uso eficiente dos recursos da empresa.

Você precisa falar o idioma da gerência, pois eles podem não ouvir ou entender o idioma de segurança.

Combine segurança e finanças.

Você fará com que eles ouçam o que está dizendo e seja um parceiro com você para alcançar suas iniciativas de segurança.

Como diretor de QSMS-RS & Sustentabilidade, pude envolver outros colaboradores ativamente, desenvolvendo funções e responsabilidades.

 Depois que as pessoas entendem qual é o seu papel no quadro geral, tendem a levar isso a sério e cumprir essas responsabilidades.

Por exemplo, o papel de um colaborador da produção era verificar sua área de operação em busca de segurança todos os dias.

Eles levaram essa responsabilidade muito a sério, e no processo, a área de trabalho e os arredores se tornaram mais seguros para trabalhar, pois se envolveram ativamente em segurança.

Outro programa foi a sinalização de segurança, posters etc.

Exigia que cada departamento organizasse e se responsabilizava a cada trimestre.

Essas placas mostravam itens como segurança de empilhadeiras, segurança química, bloqueio / sinalização etc.

Essas placas educacionais foram montadas pelos colaboradores da produção.

 A equipe vencedora recebeu um almoço grátis no final do ano.

Eles se envolveram muito em segurança, aprenderam muito sobre segurança e se orgulharam de seu trabalho.

Todos os meses, tínhamos vídeo conferências mensais com os campeões de segurança de cada fábrica, compartilhando as melhores práticas e ajudando todos nós a alcançar o mais alto nível de conscientização sobre segurança.

Convidamos especialistas no assunto a discutir questões como liderança ou cultura de segurança, treinando e educando.

Exigimos que os gerentes e supervisores de cada fábrica fossem treinados em segurança.

Como resultado, cada um deles conhecia os padrões de segurança das NRs e controlava proativamente as exposições e violações.

Os colaboradores da fábrica foram incentivados a participar de comitês de segurança e ofereceram sugestões para melhorar a segurança da planta.

Pegávamos os colaboradores fazendo a coisa certa e publicavam suas fotos mostrando essa atividade.

Descobrimos que todos eles queriam fazer a coisa certa na esperança de ser pego fazendo as coisas certas.

Realizamos pesquisas com colaboradores solicitando seus comentários e postamos todas as respostas para todo mundo ver.

Coisas incríveis acontecem quando você é honesto.

Coisas boas acontecem, as pessoas ficam seguras e felizes.

As organizações gastam $$$ coletando dados para que as decisões executivas sejam corretas ao orientar a empresa a atingir suas metas e objetivos.

Os executivos gerenciam suas empresas com base no que os dados estão dizendo.

Como profissionais de segurança, precisamos desenvolver e coletar dados para gerenciar o sistema de segurança de maneira inteligente.

 Além disso, ao gerenciar o sistema de segurança usando dados significativos, você alinha a segurança com a empresa na maneira como está sendo gerenciada.

Você pode usar vários tipos de dados para medir a eficácia do seu sistema de segurança.

Esses dados podem ajudá-lo a determinar a eficácia do seu sistema de segurança e onde ele precisa ser aprimorado.

Organizações onde possuem uma cultura de segurança forte vão além do exigido por lei

 Os requisitos das legislações devem ser os mínimos.

Como profissionais de segurança, você deve identificar ativamente onde pode se destacar em ir além.

Tivemos um programa de sustentabilidade solicitando e incentivando os colaboradores a controlar e gerenciar resíduos.

Tivemos patrulhas de uso do cinto de segurança em nosso estacionamento, verificando se os colaboradores estavam usando cinto de segurança ou não.

 Isso incentivou nossos colaboradores a usar cinto de segurança e a se protegerem quando estão dirigindo.

Distribuímos fichas de segurança e bem-estar para nossos colaboradores, incentivando-os a viver uma vida mais produtiva.

Montamos um plano de continuidade de negócios para proteger a operação comercial em caso de desastre.

 Incentivamos nossos colaboradores a ficarem seguros em casa, solicitando que concluam os planos de evacuação para incêndio em casa.

Você precisa que seu pessoal pense em segurança, mesmo quando não está no trabalho.

Organizações com uma cultura forte em QSMS-RS & Sustentabilidade pensam em segurança em um contexto maior e não apenas em segurança no trabalho.

Também é importante que haja integração sistêmica das funções de segurança e de negócios.

A segurança deve ser uma função crítica dos negócios.

Estamos juntos!

Gestão de lições aprendidas sobre o ESG em tempos de COVID, qual foi a sua ?

Investidores e outras partes interessadas têm sido francos sobre os riscos ambientais, sociais e de governança (ESG) há algum tempo.

Para organizações e diretores que têm lutado para entender o porquê, basta olhar para o impacto que a pandemia COVID-19 teve em sua própria organização.

Em muitos aspectos, o COVID-19 ampliou a necessidade de as organizações se concentrarem na sustentabilidade a longo prazo usando um foco no ESG.

 Também demonstrou a necessidade de ampliar a definição de um grupo de stakeholders à medida que as organizações pensam sobre o impacto de suas ações nos acionistas, bem como em colaboradores, clientes, fornecedores, comunidades e outros.

Aqui estão apenas alguns exemplos de como o COVID-19 demonstrou a importância de um foco ESG e como isso poderia levar adiante para o futuro:

Ambiental: Você pode ter pensado que o “E” no ESG realmente não afetou o seu negócio.

Mas considere como os riscos ambientais podem ter um impacto material na cadeia de suprimentos de uma organização.

Empresas com cadeias de suprimentos em países que foram duramente atingidas pelo COVID-19, como China e Itália, sofreram interrupções significativas, e seus negócios foram impactados.

 Fabricantes de medicamentos genéricos ou organizações de tecnologia, por exemplo, que tiveram que parar temporariamente parte ou toda a produção nos países afetados durante a pandemia.

Desta vez foi o COVID-19, mas da próxima vez, pode ser um evento climático:

Sua cadeia de suprimentos está limitada a uma região ou país suscetível a furacões e secas, por exemplo?

Suas operações são altamente dependentes de fontes de água seguras?

 O COVID-19 demonstrou a importância de ter uma cadeia de suprimentos resiliente que possa suportar interrupções.

Social: Os riscos sociais abrangem uma variedade de tópicos, mas os colaboradores a segurança cibernética são dois bons exemplos para mostrar.

A maioria das organizações tem tido segurança e bem-estar dos colaboradores no topo de suas listas prioritárias desde o início da pandemia.

As organizações que continuam fazendo o seu melhor para seus colaboradores enfatizando o bem-estar, a flexibilidade e a saúde mental, por exemplo sairão no topo do ponto de vista de talento e reputação.

Aqueles que não fazem de seus colaboradores uma prioridade corre o risco de perder alguns ou não poderem atrair trabalhadores no futuro.

À medida que as organizações se deslocam para um trabalho mais virtual, aquelas que já estavam configurando equipamentos relevantes e tinham boas práticas de segurança cibernética e privacidade de dados e treinamento de colaboradores no local estavam bem-preparadas.

 O COVID-19 destacou a importância de colocar a saúde e a segurança dos colaboradores em primeiro lugar, bem como garantir que a segurança cibernética e a privacidade dos dados sejam áreas de foco contínuas.

 Concentrar-se nesses tipos de mudanças agora pode ajudar a beneficiar as organizações em um futuro em que o teletrabalho e a digitalização serão ainda mais prevalentes.

Governança: Embora muitas organizações já tenham abordado a diversidade do conselho, o componente de governança também inclui elementos de conformidade regulatória, gerenciamento de riscos e comportamentos éticos e de conformidade.

Por exemplo, apesar de atender aos requisitos de elegibilidade, algumas organizações de capital aberto com melhor acesso ao mercado de capitais enfrentaram críticas depois de receber fundos de instituições governamentais.

Os fundos foram destinados a ajudar a manter as organizações menores à tona, mas muitos não foram capazes de obter empréstimos antes que o fundo secasse.

O COVID-19 mostrou a importância de ter fortes práticas e procedimentos de governança em vigor e como eles podem ajudar a proteger contra riscos ou problemas de reputação.

Lidar com as preocupações do ESG dos investidores pode não estar no topo da sua agenda agora.

 E com razão muitas organizações precisam se concentrar na resiliência financeira de curto prazo.

Mas o ESG não deve ficar em segundo plano por muito tempo.

 Uma vez que você entenda o que os investidores estão procurando em torno do ESG agora e no futuro, você pode usar sua experiência do COVID-19 para repensar suas mensagens ESG e contar sua história.

 E você pode usar essa mesma experiência para entender melhor como investir em estratégias de ESG hoje vai torná-lo mais resiliente quando a próxima crise ocorrer.

Estamos juntos!

Responsabilidade social corporativa em tempos de ESG.

A cultura de uma organização ganhou um novo significado à medida que os protestos rondam cidades em todo o mundo e o pedágio do COVID-19 devastou as economias locais.

Há muito tempo um sinal dos valores e prioridades de uma organização, iniciativas de responsabilidade social corporativa, ou RSC, têm adicionado importância à luz dos eventos atuais.

As ações que as empresas tomam hoje terão um impacto duradouro na forma como comunidades, clientes e funcionários veem o negócio.

A RSC não é uma coisa nova. Suas raízes remontam às décadas de 1950 e 1960 como forma de determinar o impacto que as empresas têm na sociedade.

Desde então, progrediu como forma de voluntariamente incentivar a responsabilidade social por parte das grandes empresas.

 Em 2010, a ISO, uma organização independente e não-governamental criada para desenvolver um sistema de padrões da indústria, criou a ISO 26000 com a RSC em mente.

A norma ISO 26000 foi projetada para esclarecer o significado da responsabilidade social e ajudar empresas e organizações a traduzir seus princípios em insights acionáveis.

Ao contrário de outras normas ISO, a ISO 26000 forneceu orientação, não requisitos e a adesão a ela não pode ser certificada.

Independentemente disso, as empresas de uma ampla gama de indústrias usam a ISO 26000 para desenvolver suas próprias políticas de RSC.

Eu recomendo aos colegas que escolham entre ferramentas existentes, como a ISO 26000, para medir o que é significativo em vez de inventar seus próprios sistemas.

São anos trabalhando com ela, e assino embaixo

Assisto muita gente, dizer que se você não pode medir algo, você não pode gerenciá-lo.

Felizmente, existem ótimas ferramentas para utilizar, incluindo ISO 26000 e GRI, por exemplo

Até janeiro de 2020, o foco da RSC era tipicamente o aquecimento global, a ação climática, sustentabilidade, adesão aos princípios e esforços de diversidade e inclusão voltados à construção de uma imagem corporativa gentil e empática.

Como se tornou mais conhecida, a RSC foi aceita como parte integrante da gestão de um negócio de sucesso.

Colaboradores, clientes e acionistas esperam mais das marcas do que uma simples transação e consideram cada vez mais fatores ambientais, sociais e de governança, ou ESG para abreviar.

Os investimentos orientados ao ESG são agora a área que mais cresce nos mercados financeiros”.

 Sabemos que quando o CEO da Black rock, gestor de ativos de US$ 7 trilhões, diz a seus stakeholders que eles devem abraçar os relatórios do ESG que o propósito e o lucro estão indissociáveis que a RSE não é mais uma parte marginal dos negócios ou do vestuário de janelas.”

A crise global do COVID-19 impactou e mudou o jogo.

 A RSC mudou o foco da sustentabilidade e da ação climática para a forma como as empresas trataram os funcionários durante a crise e estendeu uma mão amiga para a comunidade.

Eventos recentes podem ser vistos como um sinal para o mundo dos negócios, pressionando os líderes a engajar as partes interessadas em questões sociais e ficar do lado certo da história.

A RSC serve como um manual para as empresas fazerem exatamente isso, para que essas tragédias recentes elevem a importância da RSC e das empresas que se intensificam para fazer a diferença enquanto lucram.

Quando as organizações tomam decisões alinhadas com sua moral e princípios, especialmente diante das adversidades, ela mostra que seu caráter e valores são autênticos.

 Os clientes terão mais chances de fazer negócios com uma empresa que tem um propósito claro.

 Os colaboradores que se identificarem com os ideais e objetivos de sua empresa terão maior probabilidade de permanecer nessa empresa.

E as comunidades estarão com empresas que ajudaram a mantê-las à tona em momentos de problemas.

Organizações devem permanecer focados em seus valores e competências fundamentais.

O propósito é saber o que não fazer quanto o que fazer

 “As organizações têm pouco tempo e recursos e há compensações.

Uma líder perspicaz entende essas trocas e reconhece que não pode fazer tudo.

 Em vez disso, ela coloca suas energias em onde ela pode fazer a maior diferença.

Qualquer organização pode emitir uma declaração, mas se as práticas principais de negócios não forem benéficas para a sociedade, a RSC passa ser uma grande mentira.

Uma vez que a RSC é sobre ser responsabilizada por acionistas, clientes e funcionários, uma empresa deve decidir o que sua RSC cobrirá e como isso afeta a sociedade, bem como o resultado.

Embora o foco possa mudar, os princípios fundamentais usados por muitos anos para desenvolver iniciativas eficazes de RSC não mudaram à medida que os eventos de 2020 se desenrolaram.

 As organizações devem reconhecer e focar em questões importantes para stakeholders, clientes, clientes e colaboradores.

Comece perguntando aos seus stakeholders o que é significativo ou material e comece a medir e relatar sobre isso.

E então construa a partir disso à medida que você ganha resultados e feedback dos acionistas.

Do ponto de vista dos colaboradores, a cultura importa.

A maioria quer sentir orgulho de sua empresa e do trabalho que fazem.

 Colaboradores que trabalham para uma organização socialmente consciente são mais aptos a ser leais a essa empresa, advogar para o negócio e ficar mais tempo.

 Eles serão mais engajados, mais produtivos e terão um maior sentimento de realização.

“Todos sabemos em nossas entranhas se estamos realmente sendo atendidos por uma marca, como seus funcionários, clientes e/ou acionistas”, não existe mais bobinho

A RSC é um composto de valores e princípios acionáveis que orientam a forma como uma empresa faz negócios.

Pode incluir práticas empresariais como diversidade e inclusão, voluntariado, licença maternidade e paternidade e financiamento filantrópico para organizações locais, regionais ou nacionais sem fins lucrativos.

Organizações precisarão ir mais fundo para repensar seus modelos e propósitos para afetar a mudança que precisamos agora.

O desenvolvimento de eventos dá ao público a chance de ver quais empresas realmente caminham.

 Os consumidores estão se tornando mais conscientes do fato de que o uso dos produtos ou serviços de uma corporação apoia a RSC desse negócio.

Ter a RSC no lugar não é apenas prático por razões de negócios, ajuda também a desempenhar um papel positivo e vital na vida dos colaboradores, clientes e comunidade.

Então, meus colegas do RSC foquem a um propósito social mais elevado, como justiça social ou mudança climática ou empoderamento de mulheres e meninas, e você será o melhor para isso, assim como seu resultado

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, gestão de riscos socioambientais do ESG.

Quais são os cenários de riscos ESG na área do QSMS-RS da sua organização?

 Como podem ser identificados? Como devem ser avaliados?

Por exemplo;

A pandemia ou o as mudanças climáticas estavam no seu PGR?

Plano de gestão de Crise e continuidade dos negócios (PCN)?

Estava no seu PAE?

Vai me dizer que você tinha um plano de gestão de crises e continuidade do negócio em ambos os exemplos mencionado acima, sério mesmo????

Provavelmente não, mas estaria no meu com certeza.

Mas aí não vale, já tinha passado pelo Ebola, grandes secas e enchentes na minha vida profissional como gestor!

Será que a melhor gestão de risco em segurança do mundo, está previsto o ataque de um crocodilo na matriz de risco?

Bem, com nosso colega responsável pelo QSMS-RS nos parques da Disney parece que não.

Infelizmente houve uma fatalidade com um menino de 5 anos no ano de 2016, assunto bem divulgado na mídia.

Mas não é o único caso.

Quando construíamos uma ferrovia e uma linha de energia no delta do Okavango (África), tínhamos todo os procedimentos de segurança escritos.

Inclusive com as lições aprendidas de outras regiões com a mesma situação, já que tínhamos experiência de diversos trechos na África e na Amazônia equatorial.

E como de costume e sempre, mas sempre mesmooooo, chamava a todos para participar na matriz de risco antes de iniciarmos as operações.

Consultando os líderes das tribos e vilas da região sobre quais eram os maiores perigos que deveriam ter preocupação e montar nossa estratégia de procedimento para segurança dos nossos colaboradores.

Ouvimos desde queda de raio, até medo de ser tornar estéril por causa dos raios se caíssem perto da aldeia.

Mas ninguém falou de crocodilos com “ênfase”, para eles uma questão normal do dia a dia eu acredito.

Já tínhamos um procedimento quanto a trabalhar perto de áreas com muitos crocodilos, nossos biólogos e o pessoal local nos orientava.

Mesmo assim alguns costumes e hábitos não foram cobertos para nossa atenção e acabamos perdendo um colaborador por ataque de crocodilo, pasmem bem longe da beira do rio.

Não me perdoo até hoje, por essa minha falta de atenção em ir a fundo na montagem da matriz de risco e procedimentos de prevenção.

Como é importante e fundamental uma equipe multidisciplinar pensando em tudo, mesmo assim falhei em deixar passar.

Muitos pensam que gestão de risco se resume a cálculos e probabilidades, mas a gestão é muito mais que isso.

A matriz de riscos é uma ferramenta capaz de proporcionar um overview ao gestor de risco, ao conselho e aos gestores nos diversos níveis dos principais riscos de determinada organização e somente isto.

Saber a dimensão de cada risco em termos de probabilidade (frequência) e impacto (severidade) é o mínimo que um gestor de risco, um membro de conselho ou qualquer gestor em qualquer nível deva saber.

Normalmente, as matrizes de riscos são compostas de 2 eixos: Probabilidade X Impacto. Teoricamente, basta calcular a probabilidade de ocorrência de cada risco e seu impacto para se ter a matriz.

Entretanto, base de dados confiáveis é um artigo raro para certas operações.

Para tal, pode ser estimada a probabilidade por meio de modelos qualitativos.

As empresas de consultorias costumam a possuir alguns modelos semiprontos.

Cabe lembrar também, que definir um modelo qualitativo efetivo não é tarefa simples.

Não é raro, vemos matrizes de risco no mercado, confeccionadas por empresas de consultoria de primeira linha que nem de longe correspondem à realidade.

Tive a oportunidade de conhecer matrizes com riscos considerados raras (incêndio e explosão) apresentando estimativas de probabilidade acima de 50% e com impacto catastrófico.

Nem de longe faziam sentido.

Impossível, qualquer organização conseguir permanecer ou até mesmo sobreviver com riscos de impactos socioambientais considerados muito alto que apresentem uma probabilidade alta por um longo ou médio período.

Por um motivo lógico, rapidamente ela desiste de operar com este tipo de risco (declina operações que apresentem este risco), ou sofre um impacto tão significativo que ajusta seus sistemas de proteção para estarem adequados a estes riscos ou simplesmente quebram.

Os maiores erros na definição da estimativa de probabilidade de um risco para modelos quantitativos ocorrem quando nossa base de dados não é confiável ou quando modelamos erradamente utilizando modelos de distribuições inadequados.

Por exemplo, possuímos eventos raros (explosão de reatores nucleares ou até ataque de crocodilos) que não são em números suficientes para aplicar uma distribuição normal e mesmo assim ela é aplicada.

Para modelos qualitativos, o erro mais comum é considerar que as variáveis possuem o mesmo peso ou achar que todos os riscos possuem as mesmas variáveis causais.

 Isto é muito comum quando se aplicam modelos já prontos.

Uma boa pratica a ser adotada por nós gestores é questionar qual o modelo que foi utilizado, as variáveis adotadas e a equação que foi empregada para a definição de cada risco, qual a lógica e o racional utilizado para definir o modelo.

A simples comparação da matriz com a realidade vivida e o conhecimento de especialistas mais experientes permite dizer muito sobre a credibilidade do sistema que foi utilizado para confeccionar a matriz.

A matriz de riscos define as dimensões dos riscos em termos de Impacto X Probabilidade, mas saber as dimensões dos riscos não evita que os riscos venham a se concretizar, não diminui a probabilidade da ocorrência dos mesmos e nem tampouco o seu impacto.

O gestor de riscos, após analisar detalhadamente cada risco que está plotado na matriz de riscos deve verificar quais sistemas de proteção existem para cada risco, analisando a efetividade de cada um.

Para uma análise adequada, o gestor de riscos, além da matriz de riscos, necessita ter uma tabela de avaliação dos seus sistemas de proteção definindo a efetividade de cada um.

Desta forma, ele poderá contrastar o risco (em termos de impacto e probabilidade) com a efetividade do sistema de proteção para aquele determinado risco.

O problema básico não está em ter um risco alto, mas sim em possuir um grau de risco alto aliado a um sistema de proteção com nível de vulnerabilidade elevado.

Poderíamos dizer que o problema não é possuirmos riscos altos, mas sim possuirmos riscos altos com sistemas de proteção que apresentem alto índice de vulnerabilidade.

Ou seja, a matriz não resolve o problema, ela simplesmente fornece uma dimensão do problema.

A solução passa por uma avaliação da coerência existente entre o grau de determinado risco e o nível de efetividade dos sistemas de proteção para impedi-lo, aliado a definição de um plano de ação para a mitigação destes riscos de forma consistente.

Fora isto, a matriz não passará de uma fotografia estática dos riscos e sem efeito prático nenhum.

Estamos juntos!!

Profissional ESG qualificado atenção, onde você está?

À necessidade de uma gestão organizacional de negócios voltadas, a área da análise de riscos do ESG cresce com mais força e relevância no cenário corporativo e para o mercado de trabalho.

Esse movimento se intensificou com os grandes acidentes socioambientais, escândalos sobre abuso moral e sexual e, a lista é longa experenciadas nas últimas décadas, provocando uma transformação nas estratégias corporativas, que buscam desenvolver maior capacidade de enfrentamento dos desafios desse novo cenário.

Aqui não Brasil nem se fala, a lista é longa de escândalos por falta de uma governança transparente e, acidentes de grande impacto socioambiental.

Oportunidades de trabalho em ESG, como:

Profissionais voltados à gestores de risco ESG, due diligencies e especialistas em responsabilidade social, especialistas em governança corporativa, dentre outras, estão surgindo

Possuir em seu quadro de colaboradores profissionais mais bem preparados é fundamental para que as organizações adotem práticas alinhadas às exigências do mercado, pois, segundo executivos tanto de grande como medias organizações afirmam que a sustentabilidade se tornou uma prioridade em suas organizações.

Além disso, observa se que em buscas recentes dos Head Hunter apontam que o mercado de trabalho em ESG cresceu nos últimos cinco anos no Brasil, evidenciando a crescente demanda por profissionais especializados na área.

O pulo do gato ou melhor, o grande diferencial das oportunidades na área de ESG no mercado de trabalho está na especialização do profissional.

 Há uma demanda crescente por profissionais com conhecimento profundo em temas como análise de riscos ESG, mudanças climáticas, gestão de resíduos e ética corporativa

As organizações, bancos, seguradoras e investidores têm procurado esses especialistas para assegurar que suas operações estejam em conformidade com os critérios de ESG.

Neste contexto, cria-se uma clara distinção entre aqueles apenas com formação tradicional e aqueles que possuem competências específicas na área.

O foco das ações de ESG costuma recair sobre o aspecto socioambiental, mas as práticas sustentáveis abrangem também questões sociais e de governança corporativa.

O pilar social inclui temas como diversidade, inclusão, direitos humanos e bem-estar dos trabalhadores, elementos cruciais para uma atuação ética das empresas.

Organizações que implementam boas práticas sociais e de governança alcançam resultados financeiros mais sólidos e maior fidelidade dos consumidores, o que torna o investimento em ESG ainda mais atrativo.

Assim, o ESG vai muito mais além de preocupações restritas aos aspectos socioambientais e há uma integração também dos aspectos sociais e éticos.

O futuro para os profissionais que atuam ou que pretendem atuar na área é promissor.

O mercado de investimentos sustentáveis deve atingir quase US$ 60 trilhões em 2025, impulsionando ainda mais a procura por profissionais especializados em ESG.

Por mais que incomodem aos que se sentem obrigados a investir em suas organizações e se seguram em governos que não dão importância.

Pois o risco do negócio é grande para investir em organizações que não se posicionam dentro do ESG, o dono do dinheiro quer retorno e não se se discute.

Além disso, o aumento da pressão regulatória para que as organizações principalmente dos mercados na Europa dotem práticas responsáveis em sua gestão ampliará significativamente as oportunidades de atuação nesse campo.

Neste cenário, a área de ESG se estabelece como um setor promissor no mercado de trabalho, oferecendo uma ampla e crescente gama de oportunidades.

Os profissionais qualificados nessa área estão cada vez mais alinhados às crescentes exigências globais por práticas empresariais mais responsáveis e sustentáveis, o que garante um futuro de sucesso e relevância para àqueles que buscam se especializar nessa vasta área de atuação.

Estamos juntos

Será que todas as organizações estão prontas para atender a estas novas regras impostas pelo mercado internacional em relação ao ESG ?

Será que todas as empresas estão prontas para atender a estas novas regras impostas pelo mercado internacional?

Observo e comento parece que as grandes organizações, que já possuem modelo de estratégia e gestão estratégica em relação ao ESG aplicada, sim!

Mas, muitas organizações, em especial as que pertencem a cadeia de fornecedores, ainda não!

De modo prático, as companhias com sedes na Europa vão ter que responder essa nova diretiva em suas operações aqui no Brasil, assim como as brasileiras que são fornecedoras de companhias europeias também.

E o que isso quer dizer, sem mimimi?

Que de agora em diante, quem não se adequar aos critérios de ESG ficará fora da rede de abastecimento do mercado internacional e isso, certamente, ocasionará em revisão e/ou quebra de contratos e necessidade de ajustar e/ou encontrar novos fornecedores que atendam a estes padrões e critérios.

Então isso significa que virá mais trabalho e dor de cabeça para quem atua com gestão ESG e cadeia de valor?

Óbvio que não!

Afinal, sabemos que quem já está fazendo tudo certo talvez tenha necessidades de poucas adequações ou nenhuma e, de mais a mais, os negócios seguirão bem, tão bem que podem até surgir boas oportunidades de novos clientes, expandir atendimento ao mercado europeu, bem como estruturar e apresentar um portfólio mais sustentável.

Entretanto, para as empresas retardatárias, que não analisam riscos futuros e, que só pensam no lucro, prazo e preço…

O momento da mudança é esse (é hoje!), afinal o calendário já está estabelecido e daqui para a frente as verificações, auditorias e fiscalizações só irão aumentar.

Os canais de comunicação receberão mais denúncias e serão identificados alertas de riscos atrelados às práticas de ESG, do tipo; greenwhasing (a prática de “vamos ajustar só essas questões para passar na vista dos auditores”) ou ainda, trabalho análogo ao escravo, exploração de trabalho infantil, assédio e outros mais …

Tudo isso será detectado e autuado.

E aí a dor vai chegar!

Quem quer pagar multas e estar envolvido com denúncias e listas sujas?

Então, se sua organização ainda não tem estratégia e gestão ESG aplicada, já está na hora de começar e, se já possui, este é o momento de verificar e avaliar melhor se as suas empresas fornecedoras têm!

Resumindo, essas diretivas do mercado internacional chegam fortemente e com objetivo de identificar, prevenir, mitigar e cessar proativamente os impactos adversos de ESG.

Quer saber mais sobre como obter estratégia e gestão ESG nos seus negócios e, como realizar adequações ESG e atuar com uma rede de organizações fornecedoras mais alinhadas como ESG. 

A @Roberto roche & Associados está à disposição.

Estamos juntos

Aquisições e Fusões em tempos de ESG, due diligencies de risco socioambiental ferramenta fundamental para tomada de decisões

Assumir débitos sejam fiscais e trabalhistas na aquisição ou fusão de uma empresa é prática bastante comum no mundo dos negócios.

Mas a assunção de passivos socioambientais, de possíveis danos causados ao meio ambiente, problemas com as comunidades é algo novo que necessita de outros parâmetros em matéria de auditoria e due diligencies de risco socioambiental.

Nossa consultaria tem sido bem ativa em due diligencies ultimamente, e é impressionante como encontramos problemas com passivos socioambientais (bem escondido), problemas com as comunidades nem se fala, mas o que chama atenção mesmo é a falta de gestão das condicionantes do licenciamento, na questão de segurança do trabalho nem tanto.

Principalmente quando estas estão intimamente relacionadas aos segmentos de Energia, Portos, Mineração, Óleo e gás e Química.

Não podendo deixar de lado outros segmentos da economia no qual estejam sujeitos ao licenciamento ambiental e a possíveis impactos socioambientais que possam causar.

Mesmo em regimes jurídicos tão diferentes como o brasileiro, o colombiano, o argentino e o americano, onde pode existir ou não a responsabilidade da empresa sobre o passivo trabalhista.

Fica patente o crescimento da importância das auditorias e due diligencies de risco socioambientais, uma vez que esse passivo ambiental pode dar cabo a uma negociação de fusão ou aquisição, por exemplo.

Nesses + 35 anos participando em auditorias diversas e de due diligencies de aquisição, nas áreas de diferentes segmentos econômicos por esse mundão de Deus.

Entre muitas lições aprendidas, pude passar pela experiência de como um bom planejamento e gerenciamento de riscos socioambientais podem tornar uma transação muito mais rápido transparente para quem está adquirindo.

Um bom fluxo de informações com transparência total sobre responsabilidades e possíveis problemas evitam surpresas durante uma negociação.

Onde na minha vivência nesta área diz que o ideal é uma padronização das informações sobre os possíveis riscos socioambientais para operacionalizar melhor o trabalho.

Aqui no Brasil, sempre bom lembrar e ter a compreensão de como, é o impacto da Lei de Crimes Ambientais brasileira quando traz às negociações ao reverter à pessoa jurídica responsabilidade criminal objetiva por danos ao meio ambiente.

Não se trata só de assumir um prejuízo financeiro, mas um ônus penal”, diz a Lei 9605/98.

Em uma fusão ou compra, a companhia que adquiriu uma empresa com determinado passivo ambiental arca com essa responsabilidade.

” Já participei de negociações acabarem em nada porque o risco sobre o passivo socioambiental inviabilizaria as projeções de lucro da empresa compradora”.

Mas a responsabilidade criminal ambiental é a última esfera de evolução desse direito.

Antes disso, há o desdobramento dela em responsabilidade administrativa e civil.

A primeira seria aquela que as organizações têm perante o Poder Público, que zela pelo bem jurídico comum.

A due diligence l também deve então analisar se existem advertências, multas ou interdições das secretarias de meio ambiente ou órgãos governamentais competentes.

Essa responsabilidade sempre estará ligada à empresa, independentemente da transferência de controle. 

A responsabilidade civil, que pode ser objetiva, solidária, direta ou indireta, implica em ressarcir danos causados a terceiros, podendo levar até mesmo à desconsideração da personalidade jurídica.

Ou seja, se a organização não tiver como pagar indenização como seu patrimônio, a execução pode recair sobre os bens particulares de seus acionistas e dirigentes.

IMPORTANTE!

Nos tempos atuais, ninguém deve participar de uma aquisição ou fusão sem um pré-contrato com cláusulas específicas sobre auditoria e avaliação de risco ambiental, condicionadas à devolução do sinal, se constatar contaminação.

Lembre-se sempre: Quando você comprar ou se associar a uma organização você está levando o ativo e o passivo, que entre outros, pode ser um grande passivo socioambiental.

Estamos juntos!

A influência da gestão de ESG /QSMS-RS & Sustentabilidade na estratégia corporativa.

A influência da gestão de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade na estratégia corporativa

Nas últimas décadas, a sociedade tem experimentado inúmeras transformações, impactando diversas áreas tais como: ambientais, sociais, econômicas, políticas e culturais e, claro o tão objeto de desejo o ESG!

O impacto desse conjunto de variáveis é percebido na medida em que gera um processo acelerado de mudanças comportamentais nos seres humanos e, consequentemente, na dinâmica administrativa.

Corporações necessitam descobrir e desenvolver procedimentos adequados a esse fato e que possibilitem o envolvimento e comprometimento de seus membros, gerando um ambiente que alcance os objetivos desejados.

Tudo isso leva as organizações a repensarem o modelo de gestão a ser conduzido, e quais as consequências que isso gera na sua administração.

E da mesma forma que o homem passa por essas mudanças, as teorias administrativas também evoluem acompanhando as tendências.

Não podendo de deixar de citar a gestão da qualidade, segurança, meio ambiente e responsabilidade social (QSMS-RS),ESG e, a sustentabilidade corporativa que são componentes de diversos pensamentos, escolas e organizações que estimulam importantes modificações na administração, e que consequentemente exercem influências no desempenho estrutural de trabalho.

O conceito da importância da gestão de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade começou a surgir por volta da década de 70 com conferências sobre meio ambiente, saúde ocupacional, segurança do trabalho e problemas sociais, atingindo a sua maior exposição sobre estes conceitos nos últimos anos.

A introdução da globalização na indústria, fez deste modelo de gestão uma arma para a vantagem competitiva, pena que poucos estão atentos para essa questão.

O estabelecimento da gestão de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade sem dúvida é resultado da constante pressão do mercado, no qual independentemente de onde se localizam as empresas.

Seus clientes exigem uma nova postura empresarial e seus concorrentes estão cada vez mais agressivos, não esquecendo que cada vez mais a mídia e a sociedade estão atentas não somente se limitando apenas ao mercado nacional.

Uma tomada de decisão ou atitude da alta direção não muito bem pensada e elaborada politicamente correta pode afetar pode ser um erro fatal estratégico, afetando a imagem da empresa de uma tal maneira.

Onde sua marca estará atrelada a este deslize para sempre e consequentemente pode significar o fim da organização.

Exemplos hoje temos vários infelizmente, pois estão na mídia constantemente, mas se pensarmos que grandes empresas a décadas atrás já fecharam pelo mesmo motivo.

Muitos continuam a não entender o conceito do que é gestão de lições aprendidas.

Não evoluímos, infelizmente.

Estamos juntos!

Um supervisor corajoso, faz falta nas organizações!

Há quase 5 anos, em uma refinaria, a poucos dias de comemorar três anos sem uma lesão registrável, uma coisa terrível aconteceu.

Um supervisor descendo algumas escadas dentro das operações ouviu um som estridente.

Mesmo sabendo que não poderia realizar a ação de qualquer maneira, o fez e, encontrou e pegou uma lata de óleo.

Ele abriu uma porta de acesso para Identifique a origem do ruído, ignorando um procedimento de bloqueio/sinalização.

Inclinando-se, agora desequilibrado, ele colocou a mão esquerda em uma haste de aço para se estabilizar.

Quando a haste caiu abruptamente e ao redor de uma peça de maquinário, ela imediatamente amputou quatro dedos.

Por vários motivos, isso foi um choque para a empresa.

Três dias antes de uma celebração sem lesões, eles pensaram que estavam bem.

Eles pensaram que tinham uma cultura que os sustentaria resultados.

O CEO me contratou como consultor para avaliar a cultura em toda a organização.

A primeira missão minha foi para se juntar a ele no local enquanto ele liderava a investigação do fato e, se reunia com todos os supervisores, gerentes e diretores.

O grupo ainda estava no hospital durante este evento.

Localizado atrás e à direita do presidente, sentei-me enquanto ele dirigiu-se ao grupo.

 Os outros gerentes sentaram-se ao longo da parede à esquerda de onde o presidente começou a questionar a multidão sentada.

 “Vocês não sabem o que você deve fazer?

Vocês não sabem o que não deve fazer com a segurança?” ele rudemente perguntou.

Nesse momento;

Talvez com um pouco mais de capital político percebido, um supervisor mais velho se levantou e respondeu:

 “Respeitosamente, senhor, não acredito que isso tenha ficado claro para nós.”

 O presidente olhou para a linha de gerentes e diretores e questionou:

 “Isso é verdade?”

 Eu assisti vários dos gerentes levantarem os ombros para indicar;

 Eu não sei!

 O bravo e valente supervisor (deveria ser flamenguista com certeza, rsrs) seguiu com:

 “Bem, novamente, respeitosamente, se todos vocês não sabem, como deveríamos?”

 iniciando uma conversa significativa.

Duas conclusões:

A ausência de lesões não indica a presença de segurança.

 O sucesso é mais do que zero lesões durante um período prolongado.

Também é definido por saber exatamente o que produz resultados e criando uma mentalidade compartilhada de que melhorias adicionais sempre serão possíveis.

Como você ou sua organização defini sucesso?

Precisa amadurecer?

O sucesso precisa ser definido tanto culturalmente quanto em termos de resultados.

As organizações também devem desenvolver de forma colaborativa funções, responsabilidades e resultados de segurança para todos os executores dentro da cultura.

 Os colaboradores, especialmente os supervisores, precisam se ver como atores na estratégia de segurança.

Se você não tem todos na mesma página, é exatamente por aqui que começar.

Estamos juntos

Sua cultura de segurança está desequilibrada? Aqui vão algumas dicas!

A confiança é necessária para uma cultura de sucesso: um equilíbrio de produtividade, qualidade e segurança é fundamental.

Muitas vezes é a falta de confiança que impede os colaboradores de relatar incidentes de segurança independentemente da gravidade.

Mas Roberto, como podemos melhorar nossa cultura (muito comum ouvir essa pergunta)

Bem, não é fácil, nem existe bala de prata e tão pouco existe a melhor metodologia (não cia nessas enaltadas vendidas por aí)

Existe sim, muito trabalho, adaptabilidade a sua organização ao perfil socioeconômico do ativo e ….

A seguir, algumas dicas de que uma cultura está desequilibrada, e como os líderes podem restaurar o equilíbrio e entregar resultados.

“A gerência não fará nada até que alguém se machuque.”

A percepção de que os líderes só se envolvem na conversa de segurança depois que alguém se machuca não é criada porque os líderes não se importam ou não são proativos em lidar com preocupações.

 Resulta de líderes que não comunicam suas expectativas de segurança com base nos valores da organização.

As expectativas baseadas em valor devem ser pensadas, propositadas e comunicadas de forma consistente.

Cada líder deve articular como ele ou ela irá demonstrar os valores da organização e como esses comportamentos impulsionam os resultados de segurança.

Ao definir valores e compartilhar, um líder estabelece expectativas claras de desempenho e permite aos funcionários a oportunidade de responsabilizar o líder por essas expectativas.

O feedback aberto e honesto permite que as equipes construam confiança bidirecional uma necessidade para uma cultura de sucesso.

“Eu não posso acreditar que alguém faria algo tão estúpido.”

O papel mais importante dos líderes é criar e manter a cultura.

Quando ouvimos isso, algo na organização permitiu que eles abdicassem de sua responsabilidade por criar um ambiente de trabalho equilibrado.

Como líderes, somos desafiados a produzir resultados (por exemplo, produtividade, qualidade, segurança, satisfação do cliente etc.).

 Os resultados de segurança são particularmente difíceis porque um líder deve produzi-los através de outros.

Líderes eficazes influenciam os comportamentos dos funcionários.

 Muitas vezes com segurança, essa influência é ausente ou exclusivamente prescritiva (ou seja, as regras).

 Os líderes de linha de frente devidamente focados entendem que devem equilibrar a quantidade de comportamentos de liderança diretivos e de apoio com base no funcionário e na situação.

 “Eu só sabia que alguém ia se machucar fazendo isso.”

Esta afirmação é um indicativo de uma mentalidade de “ser seguro” (por exemplo, “Faça isso, só não se machuque.”).

Essa mentalidade é impulsionada pela maneira como acompanhamos e recompensamos o sucesso da segurança.

Para mudar para uma mentalidade de “ser bem-sucedido”, líderes formais e informais em todos os níveis devem avaliar consistentemente a cultura que criaram.

Esteja atento!

Todas as organizações escreveram regras e regras culturais.

Os líderes precisam saber quais regras são seguidas de forma consistente e quais regras são flexíveis.

Antes de analisar a tomada de decisão do colaborador após um incidente, a primeira pergunta que os líderes devem fazer é: “O que eu fiz ou não fiz e disse ou não disse que justificava aquele funcionário acreditar que a regra é flexível?”

Esteja presente

Os líderes muitas vezes afirmam ter pouco tempo para ter contato construtivo com os colaboradores.

Portanto, é melhor que esse contato seja proposital, útil e relevante.

A comunicação eficaz é baseada na escuta e no fornecimento de feedback de alto impacto, que toma muitas formas. As duas formas mais úteis são:

Ø Desenvolvimento de feedback: Oferecendo uma sugestão de melhoria quando um funcionário já está executando acima do esperado

Ø Redirecionamento de comportamento: Exigir mudança quando o comportamento de um funcionário está abaixo da linha de aceitabilidade

Seja equilibrado

Os resultados esperados vêm da comunicação equilibrada de um líder.

 Uma simples, aparentemente inofensiva declaração (por exemplo, “Já que estamos por trás …”) pode empurrar alguém fora de equilíbrio e resultar em um incidente.

Os colaboradores tomam decisões com base nas informações que têm e na cultura em que existem.

 É imperativo que os líderes de linha de frente entendam claramente a influência que têm na criação de excelentes resultados de segurança através de outros.

Estamos juntos!

ESG: A Importância para a Perenidade dos Negócios PARTE III

Vamos examinar a situação atual, é fato que existe um crescimento exponencial dos investimentos com viés ESG

Segundo a Morningstar, os ativos globais em fundos sustentáveis atingiram US$ 2,74 trilhões no final de 2021, um aumento de 53% em relação ao ano anterior.

Na Europa, líder em investimentos ESG, os fundos sustentáveis representavam 42% de todos os ativos de fundos em 2021.

O número de fundos ESG disponíveis no mercado mais que dobrou nos últimos três anos.

ETFs (Exchange Traded Funds) com foco em ESG têm se multiplicado, oferecendo aos investidores opções de baixo custo para exposição a empresas com altas pontuações ESG.

Mas é claro que nem tudo são flores, aliás no mundo corporativo onde passei a minha toda profissional nunca vi nada diferente, existem muitos desafios e algumas manhas que precisam ser bem observadas o tempo todo no mundo das negociações

Há preocupações crescentes sobre “greenwashing”, onde fundos podem exagerar suas credenciais ESG.

Os reguladores, como a SEC nos EUA e a ESMA na Europa, estão aumentando o escrutínio e desenvolvendo diretrizes mais rigorosas para rotulagem e divulgação de fundos ESG.

A falta de padrões universais para métricas ESG continua sendo um desafio, levando a inconsistências nas avaliações ESG entre diferentes provedores de dados.

Enquanto alguns estudos mostram que fundos ESG superam seus pares tradicionais, outros argumentam que o desempenho superior recente pode ser devido a fatores de mercado temporários.

Quando comecei a trabalhar para o fundo de investimento, aprendi que existem várias estratégias para avalições de ativos, mas com o ESG incorporar não na avaliação é um, direcionamento que que vai muito além do tradicional que o mercado observa.

Muitos gestores de fundos tradicionais estão integrando critérios ESG em seus processos de investimento, mesmo em fundos não rotulados como ESG e, a BlackRock, não perdeu tempo sendo o maior gestor de ativos do mundo, anunciou que integrará considerações ESG em todos os seus processos de investimento ativo.

O aumento na criação de fundos focados em temas específicos de ESG, como energias renováveis, igualdade de gênero ou economia circular um bom exemplo é o fundo “Robeco Sustainable Water Equities” que foca em empresas que abordam desafios globais relacionados à água.

Muitos fundos estão adotando uma abordagem de “engajamento ativo”, usando seu poder como acionistas para influenciar as práticas ESG das empresas, a Engine No. 1, um pequeno fundo de hedge, conseguiu eleger três diretores para o conselho da ExxonMobil em 2021, pressionando por uma estratégia mais robusta de mudanças climáticas.]

Alguns fundos optam por excluir completamente certos setores (como tabaco ou armas), enquanto outros adotam uma abordagem “best-in-class”, investindo nas empresas com melhor desempenho ESG dentro de cada setor.

E o futuro do ESG nos próximos anos e cenários que se apresentam?

O crescente foco em oportunidades ESG em mercados emergentes, onde o impacto potencial é considerado maior, o aumento no uso de IA e big data para melhorar a análise e o scoring ESG assim como a Arabesque S-Ray utiliza machine learning para avaliar a sustentabilidade de milhares de empresas globais.

Crescimento de fundos que buscam não apenas evitar danos, mas gerar impacto positivo mensurável, alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Expansão rápida do mercado de green bonds e social bonds, com emissões globais de títulos sustentáveis atingindo US$ 1,6 trilhão em 2021.

O ESG não é uma moda passageira ou um exercício de relações públicas, até porque começam a aparecer os primeiros processos contar empresa famosas que publicaram em seus relatórios de sustentabilidade, digamos, propaganda enganosa ou desviando o foco dos seus problemas de gestão.

É uma mudança fundamental na forma como as empresas são avaliadas, gerenciadas e valorizadas.

Para as organizações que buscam não apenas sobreviver, mas prosperar no longo prazo, a adoção de práticas ESG robustas é imperativa.

As empresas que abraçam o ESG demonstram visão de longo prazo, capacidade de adaptação e um compromisso genuíno com o bem-estar de todos os seus stakeholders.

Elas estão mais bem posicionadas para navegar os desafios complexos do mundo moderno, desde mudanças climáticas até transformações sociais e tecnológicas.

À medida que o ESG evolui de uma tendência de nicho para um aspecto fundamental do investimento e da gestão empresarial, os fundos que conseguirem navegar eficazmente neste novo paradigma estarão bem-posicionados para capturar valor e gerar impacto positivo no longo prazo.

O ESG não é apenas uma estratégia de negócios; é um compromisso com um futuro mais equilibrado quanto aos riscos socioambientais, equitativo e próspero para a perenidade dos negócios e, claro nesse lindo planeta em habitamos.

Estamos juntos

ESG: A Importância para a Perenidade dos Negócios. PARTE II

E o social ou melhor a responsabilidade social corporativa?

Podemos dizer que abrange as condições de trabalho, incluindo escravidão e trabalho infantil, Impacto nas comunidades locais, conflitos e questões de direitos humanos, saúde e segurança, relações com funcionários e diversidade e proteção dados e privacidade do cliente.

E a tal da Governança que existem várias definições e tão conclamada por muitos também abrande temas como; composição e diversidade do conselho de administração, remuneração executiva, ética e corrupção, lobby e doações políticas, estratégia fiscal e a transparência e divulgação de informações

Esta abordagem de toda uma cadeia de valor permite uma avaliação mais completa do desempenho e dos riscos de uma empresa, indo além das métricas financeiras tradicionais.

O setor financeiro sem dúvida foi um dos primeiros a reconhecer o valor do ESG como uma ferramenta de análise de risco e oportunidade.

Bancos, fundos de investimento e seguradoras perceberam que organizações com fortes práticas ESG tendem a ser mais resilientes, inovadoras e capazes de gerar valor a longo prazo.

Seguem alguns exemplos e vantagens da utilização do ESG como metodologia de análise de risco empresarial para investimentos

Identificação de riscos não financeiros que podem impactar o desempenho futuro da empresa, temos exemplos recentes como o escândalo de emissões da Volkswagen em 2015 resultou em uma queda significativa no valor das ações e multas bilionárias.

Identificação de empresas bem-posicionadas para o futuro, com modelos de negócios sustentáveis e inovadores e, dentro deste escopo observamos o crescimento exponencial da Tesla, impulsionado pela demanda por veículos elétricos e soluções de energia limpa.

Existe uma crescente demanda por investimentos socialmente responsáveis e, nesta demanda acompanha o aumento dos fundos ESG, que atingiram US$ 1 trilhão em ativos globalmente em 2020.

Estudos mostram que empresas com altas pontuações ESG tendem a superar seus pares no longo prazo como demonstra um estudo da Morningstar em 2020 mostrou que 77% dos fundos ESG superaram seus pares não-ESG em um período de 10 anos.

E, com as seguradoras não é muito diferente, vide a circular 666 da SUSEP de 2022.

Empresas com boas práticas ESG tendem a apresentar menor risco de sinistros e seguindo essa linha de pensamento as seguradoras oferecem prêmios mais baixos para edifícios com certificações de sustentabilidade, como LEED.

A criação de apólices específicas para riscos ESG emergentes vem no mesmo viés com seguros paramétricos para eventos climáticos extremos, respondendo às mudanças climáticas.

Não podemos de mencionar a preocupação também quanto ao alinhamento dos investimentos com princípios de sustentabilidade e responsabilidade social e nesse caso destaco a empresa seguradora a Swiss que anunciou planos para eliminar gradualmente a cobertura de seguros para as empresas mais poluentes de carbono.

Uma das primeiras lições que aprendi trabalhando para o fundo de investimentos através de due diligencies realizadas foi que a adoção de práticas ESG não é apenas uma questão de responsabilidade corporativa, mas uma estratégia fundamental para a sobrevivência e o sucesso a longo prazo das empresas.

E observei que isso se deve a vários fatores principalmente com as mudanças das diretivas do dos mercados financeiros internacionais.

Governos em todo o mundo estão implementando legislações mais rigorosas relacionadas a questões ambientais e sociais, observemos quanto o Acordo de Paris na COP sobre mudanças climáticas e as regulamentações subsequentes em vários países.

A uma tendência de profissionais, especialmente das gerações mais jovens, valorizam empresas que demonstram compromisso com questões sociais e ambientais de acordo com o estudo da Cone Communications mostrou que 64% dos millenials consideram as práticas de sustentabilidade de uma empresa ao procurar emprego.

A busca por soluções sustentáveis muitas vezes leva a inovações que melhoram a eficiência operacional e reduzem custos, a Adidas desenvolveu uma linha de calçados feitos de plástico reciclado dos oceanos, combinando sustentabilidade com inovação de produto.

Práticas ESG robustas ajudam a mitigar riscos operacionais, reputacionais e financeiros e empresas com fortes políticas de segurança cibernética e proteção de dados (parte do pilar de governança) são menos propensas a sofrer violações de dados custosas.

Bancos, fundos de investimento e seguradoras estão cada vez mais priorizando empresas com boas práticas ESG em suas decisões de alocação de capital entre os fundos destacamos a BlackRock, maior gestor de ativos do mundo, anunciou que colocará a sustentabilidade no centro de sua abordagem de investimento.

Nos últimos anos principalmente no Brasil que acaba de chegar como novidade depois de quase 25 anos de existência o ESG tem ganhado uma proeminência sem precedentes nos últimos anos, transformando significativamente o panorama de investimentos e a gestão empresarial.

Continuaaaaaaa

Todos os planos e estratégias para fora, o ESG está batendo a porta. Chegou a hora!

O ESG, recente no Brasil não apenas causou uma mudança na gestão dos negócios no mundo corporativo, independente do porte e da organização bem como criou várias oportunidades de melhoria.

Ele, sem dúvida inaugurou uma nova realidade.

A hora de planejar essa nova realidade é agora.

Seguindo em frente, os princípios básicos de uma gestão corporativa não mudarão, mas as estratégias e táticas devem.

 Einstein nos disse que o pensamento de hoje não resolverá os problemas de amanhã.

Amanhã e seus problemas estão aqui.

Ontem, sentamo-nos em salas de reunião e desenvolvemos estratégias de sustentabilidade com alguns clientes.

Hoje, estamos revisando procedimentos, métricas avaliações de risco climáticos e PAEs através de ferramentas de vídeo e webconferência.

Ontem, desenvolvemos estilos e técnicas eficazes de liderança.

Hoje, eles estão mudando, especialmente com o papel agora mais do que nunca importante de liderança de primeira linha.

Ontem, tomamos medidas estratégicas para melhorar nossas culturas de sustentabilidade.

Hoje, as culturas estão conectadas de novas formas e novos passos estão sendo tomados, quanto avalição dos riscos socioambientais, entender a importância de uma matriz de materialidade etc.

Ontem, tivemos programas e processos para construir o engajamento dos colaboradores.

 Hoje, o engajamento parece diferente e os programas e processos para construí-lo estão sendo modificados para se adequar em nossa nova realidade.

Essa flexibilidade tem sido impulsionada pela diversidade de culturas organizacionais e locais ou locais (graças ao ESG).

Isso permanecerá, mas agora será dado maior foco por causa das novas realidades que impactam essas culturas.

Algumas organizações foram impactadas mais do que outras, causando ainda mais diversidade.

Vários dos nossos clientes, clientes estão começando com mais uma estratégia de sobrevivência antes de passar para uma abordagem mais progressiva.

Outros crescerão com as exigências da quarentena e antecipam o downsizing para atender aos novos níveis de negócios anteriormente normais.

 Ainda outros estão relatando abordar outros aspectos únicos da mudança.

Todas as mudanças afetam a essa nossa gestão voltada para os princípios do ESG, e os líderes precisam lidar com essas mudanças com planejamento estratégico e práticas proativas.

O fraco desempenho dessas novas métricas que começam a serem exigidas por diretivas tanto do mercado financeiro bem como das seguradoras é um indicador de um planejamento estratégico não adequado.

A hora de planejar a nova realidade é agora.

 Apesar de não sabermos exatamente o que o fim disso trará, estamos examinando o melhor caso, o pior caso e cenários mais prováveis, e trabalhando com nossos clientes para delinear as ações nesses três cenários.

Todo o planejamento está sujeito a possíveis incertezas futuras.

Desta vez não é diferente.

De fato, a gravidade dessa situação torna mais certo prever impactos futuros.

Embora haja risco em fazer a coisa errada, há um perigo maior em não fazer nada.

Estamos juntos!

ESG: A Importância para a Perenidade dos Negócios PARTE I

Quando uma Head Hunter me ligou logo nos inícios dos anos 2000 e, mencionou o acrônimo  ESG na conversa ,não entendi muito bem do que tratava  , nesta época atuava como diretor de Sustentabilidade para projetos  que estavam dispersos  em mais de 9 países   pela Africa, eram dezessete construções de grande porte , não tinha muito tempo para ficar de mimimi ao telefone , e vamos falar a verdade, nunca tinha ouvido falar do assunto e, não tinha a menor ideia do que se tratava, mas como estava cansado de estar algum tempo baseado no deserto do Saara, decidi escutar.

“Roberto, temos uma vaga aberta para Vice-presidência de ESG para um dos maiores fundo de investimento do mudo, te interessa?

O que é ESG, para que serve essa coisa? Me perguntava enquanto ela falava pelo telefone

E fundo de investimentos, o que eu entendo disso?

Pois bem decidi, vamos escutar e, o melhor de tudo disse que me pagava uma passagem e hospedagem para encontrá-la la em Paris para entrevista.

Resumindo, aceitei; O salário era tão bom, tão bom e, os bônus anuais nem se fala e ia morar em Dubai, que aliás já tinha trabalhado antes la por dois anos e odiei (outra história), mas era melhor de onde eu estava (Djibuti)

Vamos encarar essa, pensou esse carioca aqui com 50 anos de praia de Copacabana e já tinha quase 30 anos trabalhando entre África Asia e Oriente Médio;

Na primeira reunião com O CEO e o board escutei, você vai ser responsável para realizar due diligencies em ativos e empresas para verificar e elas estão dentro do viés do ESG ou melhor praticam responsabilidade socioambiental com o seus stakeholders

Sim, ESG é o risco do negócio e consequentemente valorização da marca.

Nada mais nada menos;

Mas quando muitos falam em práticas empresariais responsáveis, é comum que os termos ESG e sustentabilidade sejam usados de forma intercambiável.

E não são e, nem deveriam ser.

No entanto, é bom entender que, embora relacionados, esses conceitos são distintos e têm implicações diferentes para as empresas e investidores.

É um conceito muito amplo em termos de riscos de investimentos e muito mais abrangente que a sustentabilidade Corporativa, o ESG é voltado para o mercado financeiro e seguradoras

Enquanto a sustentabilidade corporativa tradicionalmente foca na capacidade de manter processos ecologicamente corretos ao longo do tempo, com ênfase particular nas questões ambientais, o ESG engloba uma gama mais ampla de fatores que afetam o desempenho e a longevidade de uma empresa.

O pilar ambiental do ESG certamente se sobrepõe a muitos aspectos da sustentabilidade, abordando questões como mudanças climáticas, eficiência energética e gestão de resíduos.

No entanto, o ESG vai além, incorporando aspectos sociais, como relações trabalhistas, diversidade e impacto nas comunidades, e de governança, que incluem ética empresarial, transparência e estrutura de liderança.

Esta distinção é fundamental para entender por que o ESG se tornou um imperativo no cenário empresarial contemporâneo.

Não se trata apenas de ser “verde” ou ecologicamente responsável, mas de adotar uma abordagem holística que considera o impacto total de uma empresa em seu ambiente operacional e na sociedade como um todo.

Neste contexto, o ESG emergiu como uma ferramenta crucial para avaliar a saúde geral e a sustentabilidade de longo prazo de uma empresa, indo além das métricas financeiras tradicionais.

Esta abordagem mais abrangente tem ganhado cada vez mais relevância para empresas que buscam não apenas o sucesso financeiro, mas também a longevidade e a relevância em um mundo em constante transformação.

O conceito de ESG tem suas raízes em 2004 quando algumas instituições financeiras a integrar fatores ambientais, sociais e de governança em suas análises de investimento e processos de tomada de decisão.

Desde sua concepção, o ESG evoluiu significativamente:

O ponta pé inicial sem dúvida é em 2006 com o lançamento do PRI (Princípios para o Investimento Responsável) fornecendo um framework para a integração de questões ESG nas tomadas de decisão de investimento.

Chegando em 2017 com impacto muito forte com as recomendações da Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD), enfatizando a importância da divulgação de riscos climáticos., tema bem atual nesses dias.

Bom lembrar!!!!

ESG e sustentabilidade corporativa, embora relacionados, não são sinônimos.

A sustentabilidade corporativa tradicionalmente foca na capacidade de manter processos ecologicamente corretos ao longo do tempo, com ênfase particular nas questões ambientais.

O ESG, por outro lado, é um conceito mais abrangente que engloba na parte ambiental; temas como as Mudanças climáticas, emissões de carbono, poluição do ar e da água, biodiversidade, desmatamento, eficiência energética, gestão de resíduos e, escassez de água entre outros temas não menos importante.

Estamos juntos

Aproveitando o potencial dos créditos de carbono: explorando a redução, remoção e proteção.

Nossa consultoria vem realizando há algum tempo este tipo de trabalho, mas sempre noto que algumas organizações que nos procuram ainda sentem dúvidas sobre algumas questões.

Espero pode ajudarneste texto a esclarecer alguns pontos baseados em  nossa experiência.

Compreender esses tipos permitirá que você navegue no reino dos mercados de carbono e contribua para um futuro mais sustentável.

Créditos de redução:

Os créditos de redução são gerados por meio de projetos que reduzem ativamente as emissões de gases de efeito estufa.

 Essas iniciativas se concentram na implementação de tecnologias inovadoras, otimização de processos ou adoção de fontes de energia mais limpas para minimizar as pegadas de carbono.

Ao apoiar projetos de redução, as empresas podem demonstrar seu compromisso com a sustentabilidade enquanto tomam medidas imediatas para mitigar as mudanças climáticas.

Os créditos de redução permitem que as organizações compensem uma parte de suas emissões, causando um impacto tangível e mensurável em seu desempenho ambiental.

Créditos de remoção:

 Os créditos de remoção, também conhecidos como créditos de sequestro de carbono, são derivados de projetos que removem dióxido de carbono da atmosfera ou impedem sua liberação no meio ambiente.

Esses projetos geralmente envolvem atividades como reflorestamento, florestamento ou manejo sustentável da terra.

Ao investir em projetos de remoção, as empresas podem contribuir ativamente para a remoção de dióxido de carbono da atmosfera a longo prazo, ajudando assim a combater as mudanças climáticas.

Os créditos de remoção oferecem uma oportunidade única de restaurar ecossistemas, aumentar a biodiversidade e criar impactos positivos duradouros no planeta.

Créditos de proteção:

 Os créditos de proteção são gerados por meio de projetos que preservam e protegem os ecossistemas naturais existentes, como florestas, pântanos ou pastagens.

Essas iniciativas se concentram na prevenção do desmatamento, destruição de habitats e degradação dos recursos naturais.

Ao apoiar projetos de proteção, as organizações desempenham um papel crucial na salvaguarda da biodiversidade, melhorando os serviços ecossistêmicos e evitando a liberação de carbono armazenado na atmosfera.

Os créditos de proteção não apenas mitigam as mudanças climáticas, mas também contribuem para a preservação do inestimável patrimônio natural do nosso planeta.

Abrace o poder dos créditos de carbono:

Os créditos de redução, remoção e proteção oferecem diversos caminhos para as empresas participarem ativamente da luta contra as mudanças climáticas.

Ao incorporar esses créditos em sua estratégia de sustentabilidade, você pode gerenciar e mitigar com eficácia a pegada de carbono de sua organização.

O uso de créditos de carbono demonstra responsabilidade ambiental, atrai parceiros e clientes com ideias semelhantes e fortalece a reputação de sua marca como líder em sustentabilidade.

Vamos aproveitar o potencial de redução, remoção e créditos de proteção para impulsionar mudanças positivas conte conosco www.robertoroche.com.br

Estamos juntos

A transformação digital de treinamentos em ESG / QSMS & Sustentabilidade chegou, sua organização está preparada?

Os treinamentos virtuais estão em processo de desenvolvimento contínuo há muitos anos.

EAD, Realidade Virtual, Realidade Aumentada e múltiplos softwares de gestão, e agora?

Nas discussões sobre a mudança para treinamentos virtuais, uma pergunta que muitas vezes me pergunto:

As organizações estão prontas para essa mudança?

A pandemia forçou a experimentação generalizada sobre novas ideias neste momento, o foco continua sendo o aprendizado remoto.

 As indústrias estão ocupadas tornando as instalações mais propícias ao “distanciamento físico” que inclui higienizá-las e criar algumas diretrizes eficazes para a limpeza.

Mas não se pode negar o fato de que os treinamentos sempre serão uma necessidade substancial para eles.

 As indústrias não podem colocar a “capacitação” em espera por períodos mais longos e uma solução sustentável, portanto, torna-se necessária.

Os segmentos de Energia, Agro, Óleo & Gás, Mineração e Construção Civil Pesada entre outros, operam principalmente sob rigorosa política de QSMS-RS & Sustentabilidade, e eles precisam cumprir as normas de conformidade 1000%.

 Sem treinamentos de segurança adequados e know-how, colaboradores e instalações são propensos a lapsos de segurança do trabalho bem como a acidentes com grande impacto socioambiental.

As indústrias precisam treinar e atualizar seus colaboradores em tempos de adversidades tão críticas, permanecendo primordial.

Os treinamentos virtuais corporativos visam o conjunto de habilidades e o conhecimento da força de trabalho para melhorar sua conformidade geral e desempenho específico no local de trabalho.

A diminuição dos custos de tecnologia, comunicação e melhor conectividade de dados contribuem para o desenvolvimento desses programas de treinamento.

Na fábrica, instalação ou chão de fábrica, sendo preparado com um plano abrangente de preparação e resposta de emergência que abrange controles de engenharia, práticas de trabalho seguras, treinamento e outros controles administrativos, equipamentos de proteção individual (EPI) é vital.

O mais importante é o compromisso com os recursos necessários para executar os planos acima.

Capacidades de aprendizagem mais fortes que se destacam como um resultado positivo a longo prazo são necessárias para se levantar a partir deste período de sobriedade.

Para manter e obter benefícios de programas de treinamento que constroem a base para um aprendizado virtual eficaz, as indústrias devem

·      Estabeleça uma equipe de resposta ao aprendizado

·      Adaptar a entrega de conhecimento digital

·      Pratique e prepare-se para múltiplos resultados

·      Crie engajamento com planejamento e acompanhamento oportunos

·      Vincular comunicação com as motivações individuais do aluno

·      Reforçar o vínculo entre resultados de negócios e capacitação

Nas indústrias, os treinamentos de segurança são importantes tanto do ponto de vista preventivo quanto do ponto de vista da conformidade.

Uma vez que estes são auto direcionados, orientados a metas e, principalmente, relevantes para as tarefas, os colaboradores muitas vezes se relacionam com eles.

Essa captação na entrega virtual melhora a experiência, nos abraçamos e pensamos como parte de jornadas de aprendizagem mais amplas que duram até que as indústrias cumpram suas metas de segurança de longo prazo.

A pandemia atuou como um catalisador para essa transição e com treinamentos remotos, estamos incentivando nossos clientes a acelerar sua transformação para seu próprio benefício.

Nosso foco principal ainda é fortalecer o aprendizado de segurança, criando interações intencionais e significativas.

Os programas virtuais de aprendizagem são flexíveis e ágeis eles ajudam a construir o talento humano e o conhecimento necessário para construir essa era industrial.

Estes já estavam em ascensão antes da pandemia e , a aprendizagem crítica no local de trabalho está agora no processo de encontrar novas formas e soluções.

Como experimentamos, testamos, registramos e entendemos nossas respostas agora determinarão se estamos prontos para adotar tais mudanças e optar por soluções independentes de conversas presenciais.

Estamos juntos!

Ética e seriedade no licenciamento ambiental, bom prestar atenção, o ESG chegou!

A gestão ESG e o licenciamento ambiental sério e correto nas organizações independente do segmento econômico ou tamanho.

Têm como objetivo minimizar os impactos causados pelo processo produtivo e de transformação, portanto, nunca se esteve tanto em evidencia as ações que validam a preocupação com o meio ambiente como nos dias de hoje.

Ter atitude a frente de ações e a certeza em mitigar os impactos socioambientais é ter uma comercialização acertada e um retorno financeiro garantido.

Agora com força no Brasil, a preocupação dos investidores com seus ativos, que não seguem o ESG, levam a retirar seus investimentos dessas organizações.

Assistimos o Fundo Soberano da Noruega mês passado a rifar a Vale, Glencore e outras mineradoras bem como a Eletrobrás dos seus investimentos por essas questões.

O que nos leva a olhar com mais cuidado como está a situação das organizações em suas diretrizes quando falamos do Ambiental, Social e governança (ESG).

A pergunta que fica é exatamente se há a aplicação ética e seriedade nesse posicionamento de garantir a sustentabilidade do processo e o cumprimento das condicionantes do licenciamento ambiental.

Conhecem muito bem seus riscos socioambientais?

Ou o que se propaga é um processo puramente da boca para fora para que se sustente a comercialização de produtos!

A discussão é global, quanto ao caminho para se desenvolver uma gestão de sustentabilidade baseada na ética e seriedade.

Ética que tem como significado ‘princípios que motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano’, que pode disciplinar ou distorcer.

Mais do que o comportamento humano a ética é base de relações organizacionais no que se diz respeito de temas populares como a preservação do meio ambiente.

O que assistimos em noticiários são desastres ambientais e descuido de lançamentos de rejeitos sem critério no meio ambiente a todo o momento.

E uma legislação ambiental que se tanto propaga como umas das mais avançadas e mais draconianas do mundo não sendo cumpridas, ou empurrada com a barriga, graças ao nosso sistema.

Em nome do desenvolvimento econômico muitas infrações e descasos são cometidas na questão socioambiental, pouco se restaura e a vida que se segue.

Por vezes os problemas socioambientais causados por acidentes ambientais foram os temas centrais do ano, da década e do milênio, mas o que se fez com esses crimes?

Lembrando que desastres ambientais causam desastres econômicos e muitas vezes perdas de vidas.

Fica a pergunta para reflexão, e o que melhorou?

A ética e seriedade inserida tanto na gestão de sustentabilidade corporativa e no cumprimento correto do licenciamento ambiental vai em conjunto aos valores humanos.

Esta deve ultrapassar valores econômicos e financeiros e deve ser mais consistente que os números aplicados a equações matemáticas que provam o melhor caminho a ser adotado.

Ter uma gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade seria e efetiva é o planejamento de muitos, mas a realidade de poucos.

Alguém contesta??? Este espaço é livre, pode se manifestar!

Muito se discute e discute, muitos debates, encontros, prêmios e promessas, e muito pouco ou quase nada se executa, ficando no campo das palavras sem ninguém tomar uma atitude.

Como renunciar à transformação de matéria prima ou da extração do insumo ou ainda da fabricação de um objeto de consumo quando o que se leva em consideração em reuniões gerenciais são os números voltados à produtividade sem uma atitude a sustentabilidade empresarial?

Como provar que temos de cuidar do meio em que vivemos como forma de honestidade e garantia de solidariedade às futuras gerações se o que temos hoje é a aplicação fundamental do consumismo e descartável cada dia mais?

Exemplo de desastres ambientais como o rompimento de barragem de rejeitos, vazamento químico ou derrame de petróleo no qual as organizações possuíam todas as certificações ISO, licenças e autorizações de todos os órgãos para exercício de sua atividade, temos vários.

O preço do desenvolvimento econômico custou caro, muito caro!

Multas em cima de multas, fechamento de indústrias e desemprego!

Em nome do desenvolvimento econômico o preço não foi pago em reais ou dólares.

Foi pago com vidas.

Foi pago em ética e seriedade

Se ética é o princípio que disciplina, nesse caso e em muitos outros, foi o princípio que distorce.

Esses acidentes ambientais, e porque não falar em acidentes com colaboradores são lembrados ultimamente e conhecidos através da mídia quando divulgado.

E quais outros crimes ambientais são cometidos, mas aos olhos da ética e a falta de seriedade é só mais uma forma de deixar quieto para o desenvolvimento dos valores financeiros?

Acidentes ambientais não são apenas acidentes cometido por uma única empresa apenas.

A tecnologia, grande arma da atualidade, nos impulsiona diariamente a nos manter moralmente éticos e quase nada éticos práticos.

Acidentes ambientais são o fracasso de uma gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade de milhares de milhões de decisões gerenciais e falta de atitude.

Não adianta apontar empresas e culpá-las de que não existe uma gestão de sustentabilidade nos dias de hoje.

Eticamente e com seriedade devemos e teremos que construir um equilíbrio lógico entre a ética e a real sustentabilidade e o cumprimento das condicionantes do licenciamento ambiental.

Produzir sem agredir, consumir o necessário, evitar desperdícios, destinar resíduos etc.

Ética é base das relações organizacionais, mas é diretamente ligada ao comportamento humano.

Sem um ser humano, não há ética.

E sem essa aplicação literal da ética na gestão das organizações, em breve, não haverá mais necessidade de reuniões, debates e fóruns sobre as questões de proteção ao meio ambiente.

Estamos juntos!!

Então se você diz …….

Se a segurança é tão importante ou mais importante do que a produção, quantos dias por ano seus líderes dedicam pessoalmente à busca da excelência em segurança?

Vamos mais longe.

Gastar tempo com segurança não é o objetivo, é gastá-lo com sabedoria nas coisas certas que criam valor tanto para o desempenho de segurança quanto para a cultura.

Quanto tempo seus executivos como equipe dedicam à estratégia de segurança?

Qual porcentagem da estratégia de segurança eles possuem em comparação com o líder de segurança ou equipe de recursos de segurança?

Muito poucas empresas que estão no caminho para a tentar melhorar sua gestão em segurança não têm algum tipo de meta ou medida em torno do engajamento dos colaboradores ou pelo menos da participação.

Vários clientes têm um sistema de pontos como parte de um índice de participação em que os funcionários são rastreados e até recompensados por causa de suas contribuições proativas individuais ou coletivas para a criação de um resultado livre de lesões e uma cultura de excelência em segurança.

 Não são muitos os que têm um sistema desse tipo para medir o envolvimento da administração ou dos executivos.

 No entanto, “a segurança é um valor e mais importante para mim do que nossos números de produção” é uma variação da linguagem frequentemente ouvida pelos líderes.

Aqui está a participação que os líderes devem ser responsabilizados, influenciando corações e mentes e mãos e pés, e definindo e executando a estratégia de segurança empresarial.

Se a segurança deve se tornar um valor compartilhado, eles são criados quando crenças específicas são criadas no ponto de decisão ou próximo a ele.

 A administração pode definir a direção e tentar definir o tom, mas os supervisores acabam definindo as prioridades reais.

 A administração deve ser periodicamente incorporada perto do trabalho para garantir que seus valores e decretos sejam ouvidos e que as vozes da força de trabalho não sejam filtradas.

 A intenção e os comportamentos da liderança devem corresponder às experiências da força de trabalho.

A estratégia é difícil.

As prioridades resultam de decisões.

“Não há tempo para estratégia” é uma decisão ruim.

 Novamente, se a segurança deve se tornar um valor compartilhado, você não pode delegá-la.

 A liderança sênior deve garantir que a estratégia de segurança apoie a trajetória geral do negócio, portanto, a criação da estratégia não deve ser delegada nem de propriedade da segurança.

Tem que ser liderado de cima para baixo e operacionalizado pela liderança de linha.

Então você diz que a segurança é pessoalmente importante para você e para a empresa que lidera.

Seus comportamentos apoiam isso?

Estamos juntos

Passivo Ambiental, quem paga a Conta?

O tempo passa, evoluímos tecnologicamente, continuamos tendo reuniões debates sobre as COPs, ESG (esse nem se fala), questões ambientais, premiamos os melhores em Sustentabilidade, CEOs com propósito e por aí vamos para mais um ano.

Mas ……….

Acidentes continuam e continuam acontecendo!!

Rompimento de barragens de rejeitos, vazamentos em plantas industriais, acidentes com produtos perigosos em portos e nas estradas quase que diariamente.

E com isso assistimos comunidades sendo afetadas e perdas de vida em alguns casos.

Depois de toda comoção na mídia após o acidente, pasmem!

Temos um mais um passivo socioambiental e esperemos o próximo em breve.

Sim, existe um passivo ambiental.

Que fica e se não for tratado devidamente, vai afetando aos mais próximos e as consequências podem não ser nadas boas.

Basta lembrar de Minamata (Japão-56) e muitos outros casos infelizmente.

E o passivo ambiental, que fica após ao acidente, quem paga a conta da remediação?

Aí vocês me perguntam e a justiça, e o Ministério Público?

Bem, boa pergunta e cá entre nós, não é novidade para ninguém as consequências de uma área com passivo ambiental.

Vamos entender um pouco, e bem resumidamente como funciona esta questão quando se adquire uma área com passivo ambiental e suas responsabilidades.

A remedição de um passivo ambiental corresponde ao investimento que uma empresa deve fazer para que possa corrigir os impactos ambientais adversos gerados em decorrência de suas atividades e que não tenham sido controlados ao longo dos anos de suas operações ou por um acidente ambiental.

No caso de uma indústria em processo de venda, o comprador certamente levará em conta o valor desse passivo, descontando-o no preço final de venda da indústria.

São inúmeros os possíveis tipos de passivos ambientais e eles podem estar presentes em quaisquer segmentos comerciais e industriais, bem como em ferrovias, aeroportos, rodovias etc.

O exemplo mais comum de passivo ambiental é a contaminação de solos.

Um caso recente de contaminação de solos e cursos d’água, no norte do Brasil, provocou danos a uma comunidade inteira, além de criar um passivo ambiental.

Todos ainda aguardam um parecer final das autoridades indicando de quem é a responsabilidade final neste caso e as consequências para quem impactou!

Outro exemplo entre milhares é o caso de Mariana (MG) / Brumadinho /Óleo no mar ou até mesmo o de alguns anos como o de Cataguases (RJ), onde milhares de pessoas foram, e continuam sendo prejudicadas em virtude do impacto ambiental do local.

Passivos ambientais em indústrias podem ser, por exemplo, a contaminação do solo devido a vazamento de solventes, agrotóxicos e produtos tóxicos ou ainda, pilhas, baterias e produtos radioativos enterrados.

Lagos contaminados por efluentes industriais também são considerados passivos ambientais.

Já no caso de rodovias e ferrovias, o passivo ambiental corresponde a erosões, danos permanentes em pontes e viadutos etc.

Em aeroportos, corresponde a solos contaminados por gasolina de avião e outros combustíveis.

E de quem é a responsabilidade?

Segundo a Lei nº 6.938/81 – Política Nacional do Meio Ambiente – Artigo 14 – Parágrafo Primeiro -, o poluidor é obrigado, independentemente de existência de culpa, a indenizar ou reparar os danos causados ao meio ambiente e a terceiros afetados por sua atividade.

Esta é a famosa regra da Responsabilidade Objetiva.

O causador do dano é responsável independentemente de culpa. Basta existir uma relação entre causa e efeito para que seja possível responsabilizar o autor do dano.

Ou seja, todos aqueles que tenham sido prejudicados pelos acontecimentos acima exemplificados podem vir a ser ressarcidos pelos prejuízos sofridos e/ou danos causados à saúde.

Além disso, o local danificado deve ser recuperado.

Outra Lei de extrema importância e que deve merecer atenção por parte das empresas é a de nº 9605/98 – Lei de Crimes Ambientais.

O texto dessa Lei diz respeito à Responsabilidade Penal da Pessoa Jurídica e em seu artigo terceiro indica que:

“As pessoas jurídicas serão responsabilizadas administrativa, civil e penalmente, além de responsabilizar pessoas físicas, coautoras do fato, tais como diretores e outras pessoas com poder de decisão dentro dessas empresas”.

As leis brasileiras relativas ao meio ambiente estão entre as melhores do mundo e devem ser respeitadas.

Esses acontecimentos e muitos outros mostram a importância de uma empresa estabelecer medidas de prevenção à poluição, investindo para evitar passivos ambientais, multas, processos, danos à imagem e perda de mercado.

Estamos caminhando para uma época em que, as empresas que saírem na frente em relação às variáveis ambientais, ganharão competitividade, mercados e lucro.

Ou seja, uma gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade séria e efetiva!

Por mais que insistam em dizer que estão preocupadas com a Sustentabilidade, as organizações somente serão reconhecidas e aceitas em suas ações perante a sociedade se estas forem concretas e honestas.

Não existe mais bobo nesta história!

Estamos juntos!

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