O que é Gap analysis (análises de lacunas ou diagnóstico) no contexto das novas diretivas dos relatórios de sustentabilidade?

Nossa consultoria iniciou esse ano sendo solicitada a realizar Gap analysis de relatórios de sustentabilidade de acordo com as novas diretivas.

E encontramos muitos dos nossos clientes desapontados com as outras consultorias que realizaram o relatório para eles ano passado porque quando passaram por nossa gap analysis, ficaram descontentes com o que nos demostramos.

No intuito de ajudar nossos colegas;

Decidi nesse pequeno texto esclarecer o que é e, o que precisa prestar atenção nos próximos relatórios de sustentabilidade que vocês meus colegas porventura venham realizar.

Com a introdução da Diretiva de Relatórios de Sustentabilidade Corporativa (CSRD), as empresas estão sob crescente pressão para fornecer divulgações de sustentabilidade transparentes, precisas e abrangentes.

Uma análise de lacunas é uma ferramenta essencial que ajuda as organizações a avaliar sua prontidão para cumprir os requisitos de CSRD.

O que é Análise de Lacunas?

Uma análise de lacunas identifica as diferenças entre as práticas atuais de relatórios de sustentabilidade de uma empresa e os novos padrões de relatórios exigidos pela CSRD.

Ele avalia as áreas em que o negócio já está em conformidade, onde fica aquém e quais etapas são necessárias para fechar essas lacunas.

Por que a análise de lacunas é crítica para a conformidade com a CSRD?

Avalie a posição atual:

Ele fornece uma compreensão clara de seus recursos atuais de relatórios de sustentabilidade e como eles se alinham com os padrões CSRD.

Identifique as principais lacunas:

A análise revela lacunas em áreas como coleta de dados, divulgações ESG e adesão aos ESRS (Padrões Europeus de Relatórios de Sustentabilidade).

Roteiro estratégico:

Uma vez identificadas as lacunas, as empresas podem desenvolver um roteiro para aprimorar seus processos de relatórios, garantindo total conformidade com os requisitos robustos da CSRD.

Confiança das partes interessadas:

 Ao abordar proativamente as lacunas, as empresas podem aumentar a transparência e fortalecer a confiança entre investidores, reguladores e partes interessadas.

Como realizar uma análise de lacunas para CSRD

Aqui está um guia passo a passo para conduzir uma análise de lacunas eficaz para conformidade com a CSRD:

1. Entenda os requisitos de CSRD e ESRS

2. Avalie suas práticas atuais de denúncia

3. Identifique lacunas

4. Priorize as áreas de ação

5. Envolva as partes interessadas

6. Monitore e revise o progresso

Áreas-chave para análise de lacunas de CSRD:

Dupla materialidade:

Avalie como sua empresa afeta o desempenho financeiro e o cenário ambiental, social e de governança (ESG) mais amplo.

Qualidade e processos de dados:

Avalie se seus processos atuais de coleta e gerenciamento de dados são suficientes para os relatórios detalhados exigidos pela CSRD.

Conformidade com o ESRS:

Garanta o alinhamento com os padrões específicos de relatórios de sustentabilidade descritos no ESRS E1-E4 (Meio ambiente), S1-S4 (Social) e G1 (Governança).

Uma análise de lacunas não é apenas identificar o que está faltando!

Trata-se de entender como evoluir seus relatórios de sustentabilidade para atender aos requisitos de CSRD de forma eficaz.

Ao fechar essas lacunas, as empresas não apenas alcançam a conformidade, mas também se posicionam como líderes em relatórios de sustentabilidade transparentes e impactantes.

Estamos juntos!

Due diligence em postos de combustíveis, garagens e bases distribuidoras.

Essa semana entregamos nosso diagnóstico de uma due diligence que realizamos em uma rede de postos de combustíveis e suas bases de distribuição e várias garagens de uma transportadora espalhadas pelo Brasil .

Nosso trabalho foi requisitado por um fundo de investimentos muito antes da covid, por sorte a parte de visitas foi realizada 100% conseguimos ir a todos os ativos.

E finamente conseguimos fazer a parte documental remotamente, nada de novo e UFA !!!, em tempos de não ter outros contratos, esse pelo menos faturamos!

E o que é uma due diligence? Em Postos e base distribuidoras?

Assumir débitos fiscais e trabalhistas na aquisição ou fusão de uma empresa é prática bastante comum no mundo dos negócios.

 Mas a assumir passivos ambientais de possíveis danos causados ao ecossistema, a comunidade a sua volta (stakeholders), é algo novo que necessita de outros parâmetros em matéria de auditoria e avaliação de risco ainda mais quando está intimamente relacionada principalmente à revenda de combustíveis.

Mesmo em regimes jurídicos tão diferentes como o brasileiro, o colombiano, o argentino e o americano, onde pode existir ou não a responsabilidade da empresa sobre o passivo trabalhista, fica patente o crescimento da importância das due diligencies socioambientais, uma vez que esse passivo socioambiental pode dar cabo a uma negociação de fusão ou aquisição, por exemplo.

Nesses anos de experiência realizando due diligence socioambientais e avaliação geoquímica.

Demonstra como um bom planejamento e gerenciamento socioambiental podem tornar uma transação muito mais rápida.

Um bom fluxo de informações sobre responsabilidades e possíveis problemas evitam surpresas durante uma negociação.

Para ela, o ideal seria uma padronização das informações sobre os riscos socioambientais.

Um exemplo dessa diferença é o impacto que a Lei de Crimes Ambientais brasileira trouxe às negociações ao reverter à pessoa jurídica responsabilidade criminal objetiva por danos ao meio ambiente.

“Não se trata só de assumir um prejuízo financeiro, mas um ônus penal”, diz a Lei 9605/98.

Em uma fusão ou compra, a companhia que adquiriu uma empresa menor com determinado passivo ambiental arca com essa responsabilidade.”

Já vi negociações acabarem em nada porque o risco sobre o passivo ambiental inviabilizaria as projeções de lucro da empresa compradora”.

Mas a responsabilidade criminal ambiental é a última esfera de evolução desse direito. Antes disso, há o desdobramento dela em responsabilidade administrativa e civil.

A primeira seria aquela que as empresas têm perante o Poder Público, que zela pelo bem jurídico comum.

A due diligence socioambiental deve então analisar se existem advertências, multas ou interdições das secretarias de meio ambiente ou órgãos governamentais competentes.

Essa responsabilidade sempre estará ligada à empresa, independentemente da transferência de controle.

A responsabilidade civil, que pode ser objetiva, solidária, direta ou indireta, implica em ressarcir danos causados a terceiros, podendo levar até mesmo à desconsideração da personalidade jurídica.

Ou seja, se a empresa não tiver como pagar indenização como seu patrimônio, a execução pode recair sobre os bens particulares de seus acionistas e dirigentes.                                 

IMPORTANTE!!

Ninguém deve comprar um imóvel sem um pré-contrato com cláusulas específicas da pesquisa do subsolo, condicionadas à devolução do sinal, se constatar contaminação.

Lembre-se sempre: Quando você compra uma empresa você está levando o ativo e o passivo, que entre outros, pode ser o solo contaminado ou uma briga com a comunidade a sua volta!

Estamos juntos!

Gestor de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade seu PA (plano de ação) para 2025, já está pronto?

A turma do mimimi, sobre ESG está fazendo barulho na mídia, muitos estão pegando carona, mas no final das contas;

Não existe ESG, sem o profissional de QSMS-RS

E o ESG está ou vai na cair no seu colo daqui para frente!

Quais são suas metas para 2025?

Você melhorou seus resultados este ano de 2024 em relação a 2023?

Você é gestor da sua carreia e do seu setor, têm noção disso?

Perguntem se todo o tempo, não esperem chegar ao final do ano, ou melhor, de cada ciclo dentro da sua empresa.

Tenho alertado muito sobre este assunto a todos que me procuram para orientação de carreira em ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade.

A importância de um bom planejamento, todos sabemos é fundamental, e não vou me alongar muito neste assunto, especialistas existem aos montes por aí.

Normalmente no meio de ano por onde passei, começava a estimular nossos colaboradores a pensar sobre o Capex, Opex, Heads counts de cada área e suas metas para o próximo ano e claro, já avisava que em breve revisaríamos as metas pretendidas daquele ano que já estava terminando.

Independentemente do setor se de Segurança, Meio Ambiente, Saúde, Responsabilidade social e Sustentabilidade, todos tinham que apresentar e mostrar os resultados.

Ainda encontro profissionais destas áreas, fechado em seus mundos, atrás de computadores e somente exercendo o papel de polícia dentre da empresa e ganhando o prêmio do mais chato do ano.

Tinha esperança de que este profissional estivesse em extinção, mas ……

Resumindo: Todos são gestores de cada área, necessitam dar resultado, o foco é no negócio e o negócio é deles, mais ninguém.

Investimentos em sua área, sob sua gestão tem que dar retorno, depois não venham com mimimi que ninguém apoia o setor, Está?

Bem, voltando ao plano de ação …….

Trata-se de um projeto em que estejam consolidadas todas as informações sobre o objetivo desejado, desde as atividades para concretizá-lo, quanto os recursos físicos, monetários e humanos necessários.

Essa ferramenta permite que todas as decisões sejam tomadas antes mesmo de colocadas em prática, garantindo mais assertividade e correção prévia de eventuais problemas.

O plano de ação pode ser utilizado por profissionais que querem atingir alguma meta em suas carreiras ou em setores como o de QSMS-RS e Sustentabilidade que precisam investir em soluções mais complexas.

Um bom plano possibilita que o executor siga uma sequência de tarefas mais claras e lógicas previamente delimitadas, o que leva à concretização dos objetivos de forma mais rápida e prática.

 A sua efetividade é explicada principalmente porque considera as condições internas e externas ao indivíduo ou à companhia para montar estratégias adequadas a serem desempenhadas em determinado período.

Vamos as etapas do seu plano, caro gestor (a)?

Para ser elaborado, o plano de ação exige um bom conhecimento de seu executor, permitindo que ele não somente organize o projeto com mais eficiência como também identifique eventuais problemas que possam prejudicar o andamento das atividades.

Além disso, esse conhecimento permite definir adequadamente os prazos e custos necessários para executar as ações que levem à concretização dos objetivos.

Planejamento

O planejamento é a base da estrutura do plano de ação, porque é aqui que deverão ser definidas as principais atividades e respectivos recursos para executá-las.

Dessa forma, nesta etapa, o executor tem como tarefas elaborar um cronograma, determinar a participação dos profissionais e os custos necessários.

 Além disso, também é preciso elaborar planos de ação secundários de acordo com as exigências para realização das atividades delimitadas, como, por exemplo, risco, qualidade, recursos humanos, entre outros.

Execução

Esta é a fase em que as ações planejadas serão colocadas em prática. Para cada uma delas, deverá ser atribuído o consumo de orçamento previamente calculado, assim como dos recursos humanos e físicos.

O executor deve analisar a execução de cada uma das atividades porque é nesta etapa que ficarão evidentes os eventuais erros e desvios que poderão prejudicar o andamento do plano.

Monitoramento

Você deve também desenvolver estratégias para acompanhar a evolução geral do seu plano de ação, bem como definir no cronograma os períodos em que fará essa análise.

Quando identificar algum problema, deve listá-lo, identificar as suas causas e atribuir uma solução adequada para resolvê-los. Se necessário, não hesite em ajustar alguma etapa de seu projeto para garantir a sua eficácia.

Encerramento

Na fase de encerramento, você deve rever o plano de ação e transferir as informações para um documento que o permita fazer o acompanhamento adequado.

Se houver mais envolvidos na execução do projeto, deverão receber uma cópia com suas respectivas atividades e outras informações relevantes adequadamente listadas.

Esta fase é importante para implementar eficazmente o seu planejamento.

Meu modelo favorito é o 5W2H:

Muito utilizado para organizar e colocar em prática, permite fazer um mapeamento detalhado de todas as suas atividades do início até o alcance de sua meta.

What – O que deve ser feito – descreva todas as etapas necessárias para atingir o objetivo proposto.

Why – Porque será feito – solicita que o executor do plano de ação justifique a necessidade de se alcançar o objetivo definido.

Where – Onde será feito? – Você deverá determinar onde serão executadas as tarefas para a concretização do plano.

When – Quando será feito – determine um período para finalização de todas as ações, de modo a garantir que elas sejam executadas no prazo estipulado para atingir o objetivo.

Who – Por quem será feito? – Delegue as atividades adequadamente a cada profissional envolvido, caso haja, para evitar que problemas com atribuições interfiram no andamento do projeto.

How – Como será feito? – Definir os métodos que serão necessários para execução de cada etapa proposta no plano de ação.

How Much – Quanto custará fazer? – Determinar o valor do investimento necessário para executar as etapas exigidas, o que inclui recursos financeiros e humanos.

Por meio desse esquema, é possível organizar um plano de ações e elencar as principais informações para planejar, com assertividade, o passo a passo de sua carreira.

Entretanto, esse é apenas um modelo e você pode desenvolver outro que atenda especificamente seus objetivos.

Não me venham com ZERO ACIDENTE ou 100% SUSTENTÁVEL e só!

Seja um profissional, com visão e metas.

Não existe negócio ou segmento da economia que não precise de um profissional de QSMS-RS e Sustentabilidade.

Seja um deles, mas com um plano de ação que possa ser revisado e sempre buscando a melhoria contínua.

Garanto que vai se destacar no mercado e perante o seu líder.

Se precisar de ajuda, peça, revisamos juntos e posso enviar um modelo.

Estamos juntos!

 Seus relatórios de impacto, de ESG e Sustentabilidade são confiáveis e transparentes?

Ano passado nossa consultoria elaborou mais de 50 relatórios entre de impacto, ESG e Sustentabilidade para diversas organizações, fora as assegurações de relatórios que os bancos e fundos nos pediram para realizar.

E notamos alguns equívocos que nos pediram para publicar e até uma certa falta de entendimento para quem servem e o modelo ideal para anteder as suas partes interessadas

Segue uma pequena ideia e explicação sobre o tema proposto do nosso título deste texto para os colegas

Os relatórios e sua métricas ESG estão ganhando força como uma ferramenta fundamental para as empresas demonstrarem seu compromisso com a sustentabilidade e criarem valor.

Envolve a divulgação de informações sobre o desempenho ambiental, social e de governança (ESG) de uma organização.

Por que os relatórios ESG são importantes?

Existe uma forte demanda das partes interessadas:

Observem, mais de 90% das empresas do S&P 500 publicaram relatórios ESG em 2023 e 24, indicando uma demanda crescente de investidores, clientes e outras partes interessadas por transparência nas questões ESG.

* Criação de valor:

 Os relatórios ESG podem ajudar as empresas a identificar e gerenciar riscos, melhorar sua reputação, aprimorar sua imagem de marca e atrair investidores.

* Metas de sustentabilidade:

 Alinha as organizações com as metas globais de sustentabilidade e contribui para um futuro mais sustentável.

Práticas recomendadas para relatórios ESG:

* Identifique questões materiais:

Realize uma avaliação de materialidade para identificar e priorizar questões ESG relevantes para seus negócios e partes interessadas.

* Defina metas e KPIs:

Estabeleça metas claras e mensuráveis e indicadores-chave de desempenho (KPIs) para acompanhar o progresso.

* Envolva as partes interessadas:

Colabore com as partes interessadas durante todo o processo de relatório para garantir que suas perspectivas sejam refletidas no relatório.

* Busque garantia:

Obtenha garantia de fornecedores externos para aumentar a credibilidade e a confiabilidade de seus dados ESG.

* Relatório sobre impacto e criação de valor:

Comunique claramente como suas atividades ESG contribuem para a criação de valor para seus negócios e partes interessadas.

Estruturas e padrões comuns de relatórios ESG:

* Global Reporting Initiative (GRI):

Uma estrutura amplamente utilizada para relatórios de sustentabilidade.

* Sustainability Accounting Standards Board (SASB):

 Fornece padrões específicos do setor para divulgação de ESG.

* Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD):

Concentra-se em riscos e oportunidades relacionados ao clima.

* International Integrated Reporting Council (IIRC):

 Promove relatórios integrados que conectam informações financeiras e não financeiras.

Você está pronto para adotar os relatórios ESG e demonstrar seu compromisso com a sustentabilidade?

Estamos juntos

O entusiasmo em torno do ESG acabou, o trabalho duro começa agora. PARTE II

O cenário de divulgação ESG está franca e exigente evolução e demanda uma resposta proativa e estratégica das organizações.

À medida que as regulamentações se tornam mais complexas, alinhar os esforços de conformidade com os objetivos de negócios pode transformar desafios em oportunidades.

Baseado na mina vivência e experiência   trabalhando com o ESG a + 15 anos chamo atenção para algumas sugestões de ações para navegar por essas mudanças de forma eficaz.

Primeiro;

Consolidar os processos de conformidade em jurisdições e estruturas é essencial para a eficiência.

 As organizações se beneficiam do inventário das atividades de sustentabilidade, priorizando as principais iniciativas e integrando as métricas ESG às estratégias corporativas.

Essa abordagem reduz redundâncias e garante que os esforços de sustentabilidade contribuam para a criação de valor a longo prazo.

Em segundo lugar;

Aprimorar as capacidades organizacionais é fundamental.

Construir fluência em sustentabilidade entre as equipes de liderança e operacionais promove o alinhamento e a responsabilidade.

O estabelecimento de funções dedicadas, como controladores ESG, ajuda as organizações a otimizar a governança, reduzir riscos e capitalizar os impulsionadores de valor da sustentabilidade.

Em terceiro lugar;

Monitorar e interpretar os requisitos regulatórios requer vigilância e colaboração.

 Equipes jurídicas e especialistas externos podem fornecer clareza sobre estruturas emergentes.

A padronização de termos, definições e métricas garante consistência e minimiza os riscos de não conformidade.

Em quarto lugar;

A incorporação de métricas ESG nas principais operações de negócios fortalece a resiliência e o impacto.

Alinhar departamentos como compras, sustentabilidade e engenharia com objetivos compartilhados promove uma abordagem coesa para conformidade e gerenciamento da cadeia de valor.

O envolvimento precoce com as partes interessadas aumenta ainda mais a integração.

Por fim, a comunicação clara das propostas de valor resultantes das divulgações ESG cria a confiança das partes interessadas e a diferenciação no mercado.

Destacar impactos mensuráveis e alinhar narrativas com as prioridades das partes interessadas aumenta a credibilidade e fortalece as conexões com clientes, investidores e parceiros.

Uma abordagem estratégica e integrada para a divulgação de ESG não apenas garante a conformidade, mas também impulsiona o crescimento sustentável e a resiliência organizacional em um ambiente cada vez mais regulamentado.

Estamos juntos

Nada de acidente sem querer! Parece óbvio, mas não é!

A comunicação é fundamental para manter a todos, e em todos os níveis da hierarquia, informados e seguros.

Não há nenhum sentimento melhor para uma organização do que estar livre de acidente.

Organizações que investem em Cultura de segurança, e verdadeiramente importam se com o bem-estar de seus colaboradores.

Estão baseados alguns pilares que parecem óbvios, mas muitas outras negligenciam.

Aqui estão três sugestões sua organização baseada em nossa experiencia e vivência na era por quase 4 décadas.

Comunicação, comunicação, comunicação!

Comunicação é fundamental para manter todos, e em todos os níveis da hierarquia, informados e seguros.

Quando os perigos surgem nas linhas de frente e comunicação falha em alcançar supervisores ou gestores, circunstâncias podem levar a um evento infeliz que iria afetar seriamente os envolvidos.

Da mesma forma, quando mudanças no equipamento ou procedimentos são decididas, os gestores precisam garantir uma comunicação eficaz com os colaboradores para evitar uso indevido ou em etapas.

Manter registros escritos de quem está fazendo o quê e quando ocorrerem alterações.

 Além disso, realizar reuniões com pessoas de todos os níveis da empresa para manter todos informados sobre o que está sendo feito e as expectativas da empresa.

Quando todo mundo está se comunicando bem, a colaboração é alcançada e o perigo é evitado.

Promover limpeza no local

Escorregadelas e quedas podem ser causadas por equipamento sendo deixado fora do lugar, como cabos travessados nos corredores ou piso impropriamente limpos com derramamentos de óleos.

Ferramentas que são deixadas no alto também apresentam riscos, atingido por porque eles podem cair e ferir um colaborador.

 Incentive a todos a manter o local de trabalho limpo enquanto trabalham e no final do turno.

Organize orientações de segurança aos colaboradores da linha de frente e supervisores para avaliar o local de trabalho e garantir que o site está livre de perigos reconhecíveis que poderiam levar a uma lesão.

Incentivar a utilização de EPIs e EPC’s

Equipamentos de proteção individual e coletivos podem ser o fator decisivo de vida ou mortes em uma área de trabalho.

Muitas vezes, os colaboradores podem não entender o risco real de negligenciar a usar EPI ou pode ser simplesmente esquecido.

Você pode evitar isso, deixando os colaboradores sabem que valorizam a sua segurança e lembrá-los da importância do uso de EPI.

Quando você vê um colaborador usando corretamente o EPI, elogie.

Capacite seus colaboradores para ser um defensor da segurança e a desafia-os a lembrar um ao outro para usar seus equipamentos de proteção individual e coletivo

As empresas não são perfeitas e sempre há espaço para crescer.

 Essas sugestões, que parecem tão obvias, mas podem ajudar a construir uma cultura de segurança positiva em quem está interessado em manter os colaboradores seguros e crescendo a cada dia mais forte.

Estamos juntos!

Como se combate o “greenwashing” quanto ao ESG para os investidores, bancos e seguradoras? Chegou a hora!

É preciso construir um processo bastante robusto, frente a frente, para garantir que em cada passo do caminho, se um cliente ou regulador vier, seja possível explicar claramente por que se define um instrumento como verde.

Se um investidor quiser recorrer à melhor forma para decidir se um fundo é mais ESG do que outro, não recomendaria que olhasse para a pontuação ESG, porque todos sabemos que existem problemas com essas pontuações de terceiros.

Imagina que outro dia vi uma análise de nivel de maturidade ESG em empresa em Santa Catarina, feita por uns consultes locais de Joinville e Florianópolis usando o GRI como parâmetro, como podem?

Por quê?

Existem metodologias diferentes.

 Por exemplo, quem se preocupa com a diversidade de género deve olhar para a percentagem de investimento do fundo que vai para empresas em que mais de metade dos membros são diversos.

Essa é uma maneira muito, muito melhor de avaliar se o fundo está realmente fazendo um bom trabalho no ESG.

Infelizmente, a realidade é que muitos não têm tempo para analisar tudo isso.

 É por isso que eu acho que não precisamos de mais regulação, porque o mercado financeiro com suas diretivas já exige que todos divulguem o que essas pedem.

Mas agora o que temos demasiada divulgação e, a cada um a seu gosto ou melhor, a sua própria interpretação.

 É muito difícil para um investidor ler a ficha técnica do fundo.

 O prospeto é muito, muito longo.

Não podemos esquecer também que infelizmente houve uma politização do ESG.

Acho que o que foi politizado ou utilizado no debate político foi semelhante ao que vimos no setor financeiro.

O ESG é usado para descrever muitas coisas, por isso, cria confusão.

Penso que ninguém discordaria de que é preciso fazer algo em relação a fenómenos meteorológicos extremos, mas precisamos realmente de descobrir uma forma de nos adaptarmos melhor a um clima mais quente.

Temos de investir em melhores infraestruturas.

Temos de investir na transição para uma economia com baixo carbono.

O que é desafiante para um investidor, olhando sobretudo para os próximos cinco anos é saber como.

 Porque todos concordam que é preciso fazê-lo, mas cada um tem uma maneira diferente de o fazer.

 Assim, em certa medida, penso que os próximos anos exigem ainda mais colaboração a nível da elaboração de diretivas para encontrar uma forma de coordenação.

 E não podemos negar o facto de que há muita incerteza sobre quando é que [os países] vão colaborar, quando e como.

 E do ponto de vista do investimento, penso que isso cria riscos e oportunidades.

Neste cenário, qual é o maior desafio para os investidores?

O desafio para os investidores é encontrar as melhores empresas quando há políticas em diferentes fases.

O final do jogo pode ser o mesmo ano, mas para chegar lá pode demorar anos e diferentes níveis de risco e oportunidades por causa das diferenças nas políticas.

Encontrar as melhores empresas vai ser muito, muito complicado, do ponto de vista do investidor.

E qual é o seu segredo para encontrar essas empresas?

Fazer um trabalho árduo. Mesmo.

Não há dados históricos que possamos analisar, tudo agora é novo.

Não basta olhar para as emissões de uma empresa nos últimos três anos.

 Isto diz alguma coisa, mas não é muito.

Não basta olhar para as políticas executadas por um país, porque isso pode mudar.

Para mim, é preciso conversar com as empresas, tentar entender o máximo possível.

É preciso muito trabalho na análise para tentar entender, por exemplo, como a ciência está em relação à previsão de eventos climáticos extremos, para que possamos potencialmente levar alguns desses de volta aos nossos modelos económicos e avaliar melhor como fazemos a alocação de ativos no horizonte.

Penso que este é o momento.

É por isso que eu digo que o entusiasmo em torno do ESG acabou e, o trabalho duro começa agora. (veja meu artigo sobre esse tema)

Estamos juntos

O que todo líder precisa para superar uma crise.

Essa foi a primeira pergunta que recebi ao terminar uma Live para uma grande organização

Não é porque eu já passei por uma guerra na Líbia ou estava no epicentro do Ebola e outros conflitos com senhores da guerra e conflitos com tribos invadindo nossa área.

Que eu posso dar sugestão, longe disso, eu sou daqueles que acredito que estou sempre aprendendo e não tenho condições para dar dicas ou sugestões.

Tem gente muito melhor do que eu para isso, e que vende seu peixe muito bem

O que eu aprendi depois de errar muito, chorar muito e chegar à conclusão que sem Fé de que tudo vai dar certo, posso comentar e só!

Aqui estamos no fundo de uma crise como nunca vimos antes.

 Antes de março de 2020, estávamos literalmente olhando para uma taxa de desemprego que não víamos há décadas.

 A vida era boa! A vida era ótima! De repente, tudo parou.

 Desemprego aumentou e a produtividade parou.

Nossas ruas da cidade lojas e restaurantes começaram a fechar e parecia algo saído de um filme apocalíptico.

 Para citar minha falecida avó, ” A VACA FOI PARA BREJO “.

Mas, onde alguns veem a desgraça e a melancolia e apenas vão com o fluxo deixando a vida acontecer com eles, grandes líderes tomam as rédeas e fazem acontecer.

O que vi nos momentos de crise por ronde passei e acredito que não podem ser esquecidos nomeio desta confusão.

Comunicação

Há muita desinformação por aí que deixou as pessoas preocupadas.

Isso cria medo. O medo é causado pela incerteza.

Ninguém pode obter uma resposta direta sobre onde todos nós vamos acabar.

Então, não seja a organização que alimenta a incerteza.

 Seja a organização que se comunica através da crise. Tenho certeza de que agora você tem muitas novas políticas e prioridades em vigor.

Certifique-se de comunicar isso ao seu povo.

Um CEO com quem estou como consultor, durante a crise dá atualizações regulares a todos os colaboradores todas as segundas, quartas e sextas-feiras.

 Isso inclui informações sobre o estado da empresa, novas políticas/procedimentos, bem como atualizações de segurança das diretrizes da OMS e ANVISA.

Durante esse tempo de incerteza, como líder, você tem que entender que o medo é impulsionado pelo sustento de cada pessoa.

Muitos provavelmente se preocupam se terão um emprego quando tudo isso acabar.

Como vou pagar minhas contas ou alimentar minha família?

 E se eu pegar o vírus e depois trazê-lo de volta para minha família?

 Comunicar e comunicar sempre!

 Você provavelmente tem uma diversidade de pessoas no local e trabalhando em casa.

 Para quem trabalha em casa, utilize programas como o Zoom para realizar reuniões.

Para o site, distribua informações através de aplicativos comuns como Facebook, Instagram e Twitter.

 Seja qual for o veículo, a chave é manter as pessoas atualizadas a cada passo do caminho.

Agora, mais do que nunca, há muita incerteza.

Lembre-se, as pessoas têm medo.

 Eles se preocupam com o vírus. Eles se preocupam se terão um emprego. Se perderem o emprego, como pagarão as contas e alimentarão a família?

Essas são preocupações reais, por isso cabe à liderança da organização manter as pessoas informadas sobre o caminho a seguir, bem como mudar continuamente as políticas que podem estar saindo da OMS ou ANVISA.

 A chave aqui, como líder, você precisa estar na frente desta crise se comunicando com seu povo.

Compartilhe informações que você recebe. Ouça as pessoas e suas preocupações. Seja o líder que todos querem que você seja.

 Tecnologia

Se você tivesse uma política de reuniões com vídeo em vigor antes do vírus, você provavelmente estava em boa forma para assumir as políticas de “FIQUE EM CASA”.

Se você não utilizava, e é do tempo da revolução industrial, onde você lá em cima fica atrás da janela de vidro olhando a turma, você deve saber que houve uma série de desenvolvimentos ao longo da última década que torna a vídeo conferência mais produtiva.

Internet, e-mail, laptops, celulares, hot spots e Zoom significa que nosso escritório pode estar onde quisermos. O mundo vai ser diferente depois que isso acabar. Você não quer ser o único que não aprendeu sua lição.

 Bem-estar

Muitos colaboradores não têm a opção de trabalhar em casa. Eles estão na linha de frente da produção.

O que estamos fazendo para manter as pessoas seguras?

Tudo isso deve ser pensado muitas vezes seguindo as diretrizes da OMS ou ANVISA que podem ou não estar mudando rapidamente. Se as coisas mudarem, explique por quê. As pessoas vão conseguir enquanto tiverem um fluxo constante de informações.

O importante é, como dito acima, continuar se comunicando. Este não é o momento de deixar os rumores para agitarem as atualizações. Você alivia os medos fornecendo continuamente informações.

Além disso, se você vai falar de segurança.

 Certifique-se de que suas palavras correspondam às suas ações.

Um monte de reuniões de gente amontoadas para informações rápidas??? Não dá!

Porque não um X vermelho no chão para garantir que as pessoas estejam devidamente afastadas.

 Você tem um limite no número de pessoas em salas de descanso?

Por fim, certifique-se de ter bastante desinfetante para as mãos, lenços e assim por diante.

Tudo isso mostra que você se importa e você quer dizer o que você diz. Seja compreensivo que há múltiplas forças agora criando caos na vida de seus colaboradores. Lembre-se sempre que as ordens de ficar em casa incluíam todos da família.

Então, as pessoas estão tentando descobrir a creche e a educação domiciliar.

Está uma bagunça lá fora.

 Não seja o líder que faz mais bagunça. A chave aqui é a empatia. Realmente entender o que todos nós estamos passando

Então seja o líder que faz o seu melhor para ajudar a levar as pessoas através dele.

 Clientes

Veja essa crise como uma oportunidade. Quando saímos dela, você entenderá seu cliente melhor do que jamais teve e talvez terá um relacionamento mais próximo.

É assim que funciona. Você terá novas políticas para a operação. Seu cliente terá novas políticas de operação. Será importante se comunicar com seu cliente em um nível totalmente novo para entender suas políticas e cumpri-las, mas para que eles entendam suas polícias e as respeitem também.

 Lembre-se, a incerteza que você vê em seu próprio local de trabalho provavelmente está presente em seu local de trabalho, também.

Portanto, você precisa entender o que seus clientes estão sentindo, e em seguida, aplicá-lo em como você trabalha com eles, seja em uma simples chamada telefônica ou no local.

A chave aqui é aplicar como você se comunica e atualizar sua equipe para como você se comunica e atualiza seu cliente.

 Entenda suas novas políticas (e certifique-se de comunicá-la à sua equipe) e se elas tiverem novas expectativas para sua organização.

 Conexão

Com sua equipe de escritório remota, aprender a trabalhar juntos vai ser muito mais difícil. Se você já teve políticas de vídeo conferência pré-covid, você pode ter alguma experiência.

 Se não, não se preocupe. Como eu disse na seção de Tecnologia, há todos os tipos de ótimas maneiras de trabalhar remotamente.

Não será uma questão de tecnologia te segurando, será você e seu povo que vão ficar no caminho.

As pessoas se adaptarão e você ficará espantado com a rapidez. A chave aqui é estar aberto a novas formas de fazer as coisas. Não lute contra isso.

Aprenda com isso. Se as pessoas lutam, ajude-as. Seja o líder que os campeões mudam, não resista.

Tudo isso é sem precedentes. Não há roteiro. Sem guia. Há muita incerteza.

Mas, o que sabemos é que grandes líderes criam grandes organizações que se adaptam em tempos de turbulência.

 Não há dúvida de que as coisas serão diferentes quando saímos desta crise atual.

A chave será nós, como líderes, seremos diferentes? Teremos mudado para melhor? Teremos aprendido?

Estamos juntos!

O entusiasmo em torno do ESG acabou, o trabalho duro começa agora.

O entusiasmo em torno do ESG acabou, o trabalho duro começa agora.

O mercado financeiro que considera os critérios ambientais, sociais e de governação (ESG) e analisam para sua decisão de investimento, bem como bancos, seguradoras e, claro os consumidores estão entrando em uma nova fase de maturidade.

Agora que a corrida acabou e infelizmente o green washing aumentou descaradamente é, tempo de consolidar as diretivas e de aplicar novas ferramentas.

E o mercado financeiro deixa um recado:

Que não se deixem levar pelas famosas pontuações ESG e olhem mais para o “core” de investimento dos fundos em que querem aplicar o seu dinheiro.

Os princípios do processo do ESG não vão desaparecer, infelizmente para os que não querem mudar seu sistema de gestão dentro da sua organização ou muito menos em investir em melhorias nos processos do ESG

 O que acontece hoje é que se estão usando o “ESG” como uma sigla para descrever tudo.

Misturam Sustentabilidade, ODS, GRI e outras coisas com o ESG, quando este é uma análise de risco do negócio nada mais!

Por exemplo, sabemos que para os investidores e gestores de ativos investirem na transição para baixo carbono tem de ser incentivado pela política dos governos.

Mas o mais importante é que é exigido pelos consumidores que as organizações façam o melhor para preservar a energia, proteger o ambiente e lutar contra as alterações climáticas.

Por isso, há uma necessidade de investimento para a transição para baixas emissões de carbono.

 Pode-se chamar fundo ESG, fundo climático, o que se quiser, na realidade.

E este é o meu ponto:

 Creio que usamos ESG para descrever tantas coisas, mas, na verdade, o que realmente precisa de investimento é o que importa para o negócio e sua sobrevivência

Não vão então desaparecer?

Os fundos ESG ou sustentáveis, bem co as preocupações dos bancos e seguradoras não vão desaparecer.

 Vai é haver muito mais clareza e transparência sobre quando dizemos que este fundo é um fundo sustentável ou fundo ESG.

AI a necessidade de profissionais que entendam do assunto, e no mercado hoje este, está em falta.

Não é suficiente ter apenas a sigla “ESG” no rótulo, é necessário ser capaz de descrever o que está a tentar resolver e qual é o resultado que está a tentar gerar.

Nesse ponto a taxonomia é muito importante porque cria uma linguagem comum para diferentes investidores. o que tem de acontecer agora não é tanto mais regulamentação, mas consolidação.

A taxonomia tem um papel importante ou precisamos é de mais diretivas?

A taxonomia é muito importante porque cria uma linguagem comum para diferentes investidores.

O que tem de acontecer agora não é tanto mais regulamentação, mas consolidação.

Se pensarmos ao nível da União Europeia (UE), temos o Regulamento de Divulgação de Informação Financeira Sustentável (SFDR), mas também há outros países com o seu próprio regime de classificação de produtos de investimento sustentável.

Portanto, para gestores de ativos globais, penso que precisamos de coordenação e melhor consolidação das diferentes regulações.

Estamos juntos

Gestão da Qualidade, Segurança, Meio Ambiente, Saúde e Responsabilidade Social (QSMS-RS).

Independente do segmento econômico ou tamanho da organização acidentes com colaboradores, acidentes ambientais, colaboradores e comunidades insatisfeitas com a organização são uma constante.

E como sempre digo e repito.

“Não existe zona de conforto para os que militam nessa área do QSMS-RS “

É um grande desafio para nós do QSMS-RS.

Neste texto falaremos sobre as questões ambientais, pois acidentes ambientais continuam criando um passivo ambiental e consequentemente a sociedade sofre com a falta por parte de algumas organizações a preocupação com o meio ambiente.

O problema ambiental vem cada vez mais se tornando preocupantes, principalmente com acontecimento não só de grandes acidentes ambientais, mas também daqueles despejos de resíduos sólidos ou químicos perigosos no meio ambiente.

A conta um dia vai chegar e afetar à comunidade, todo cuidado é pouco.

Outros exemplos significativos, destacam-se a falta de água, energia e o esgotamento acelerado dos recursos naturais etc.

Todos estes problemas levam à busca de um novo modelo de crescimento econômico que considere mais a preservação do meio ambiente.

Está claro que a solução para todos estes problemas deve ocorrer em vários níveis:

Individual: Que deve tomar posturas que respeitem mais o meio ambiente a fim de limitar o consumo e economizar recursos naturais.

Organizações: Que devem funcionar reduzindo ao máximo seu impacto ambiental negativo.

Poder Público: Cuja função primordial é regulamentar o modelo final de funcionamento que respeite o meio ambiente.

Desta forma, as empresas não podem ignorar suas obrigações ambientais, a pressão dos consumidores e as imposições normativas, obrigam-nas a conceber produtos e sistemas de produção e distribuição que minimizem os impactos ambientais negativos.

Até poucos anos, as empresas consideravam estas questões como uma imposição dos sistemas de proteção ambiental, que implicavam aumento de custos.

Mas hoje, os aspectos ambientais começam a ser considerados como fatores competitivos, que podem conceder à empresa uma vantagem no mercado.

De fato, uma política ambiental bem concebida pode ajudar a reduzir custos, assim como gerar benefícios marginais pela comercialização dos resíduos, além de conduzir a segmentos de mercado especialmente rentáveis.

A cada dia fica mais óbvio que, para uma atividade empresarial ser mais eficiente, faz-se necessária a introdução de critérios ambientais no processo produtivo, e é por este motivo que o projeto de uma correta gestão ambiental na emprese desempenha um papel fundamental.

Uma das ferramentas ideais para fazer com que as empresas priorizem as políticas de prevenção, ao invés das de correção, são a implementação da gestão de QSMS-RS ou seja Qualidade, Saúde, Meio Ambiente, Segurança e Responsabilidade Social.

Onde destaco a gestão ambiental neste texto.

Definitivamente, pode-se afirmar que os custos ambientais das diversas atividades não são contabilizados.

Não obstante, deve-se ter uma ideia clara de que, apesar de significar em curto prazo um custo para as empresas investir na proteção e na garantia de qualidade de vida, com toda segurança, este custo será infinitamente inferior ao valor da qualidade de vida e do bem-estar da humanidade.

Qualquer atividade das que conhecemos podem interferir no meio ambiente através de diversas maneiras em seus processos como produção (utilização de matérias primas, energia e água e consequentemente: emissão atmosféricas, efluentes, geração de resíduos sólidos, ruído e vibração), distribuição, comercialização etc.

Inúmeras medidas de proteção buscam minimizar os impactos produzidos pelos processos produtivos das empresas.

No entanto, essas medidas visam o tratamento do resíduo após sua geração (medidas de caráter corretivo), onerando assim o processo produtivo devido ao custo elevado da implantação de sistemas de tratamentos.

Por isso, deve-se buscar formas que viabilizem a otimização desses processos.

A correta gestão das variáveis ambientais é o que permite essa otimização.

Por isso, as empresas necessitam trabalhar atuando nos seguintes pontos, como por exemplo: redução do consumo de energia, gestão correta de resíduos, redução do consumo de matérias-primas, redução do consumo de água etc.

Para colocar em prática uma gestão ambiental se faz necessário entre outras atitudes do sistema de gestão de QSMS-RS: Elaborar uma política ambiental, fixar objetivos e metas, elaborar um plano de atuação em meio ambiente.

O primeiro passo que uma empresa deve tomar para a implantação de uma gestão ambiental é a implantação de uma política ambiental séria e efetiva, não para os outros somente assistirem e nem como marketing verde.

Essa política ambiental tem que ser definida como uma declaração de objetivos, elaborada pela própria empresa, que exponha o compromisso adotado para melhorar sua atuação em relação ao meio ambiente.

Não basta só escrever a política, tem que abraçar a política como um VALOR!

Quem vai dar o primeiro passo?

Estamos juntos!

Como identificar aspectos socioambientais na sua gestão ESG, no segmento hospitalar.

Dado o número de hospitais e, é claro que a grande quantidade de bens e serviços adquiridos e o impacto socioambiental resultante será potencialmente enorme.

Diante desse fato potencialmente significativo, seu SGA (se você tiver um) está praticamente sem uso no setor hospitalar, que reconhecidamente tem uma série de outras normas de conformidade para atender.

 No entanto, com as considerações socioambientais e a legislação, é certamente apenas uma questão de tempo até que este padrão se torne reconhecido como referência para os hospitais e a indústria médica em geral.

Então, antecipando-se a isso, quais potenciais aspectos socioambientais e impactos podem ser encontrados no hospital e em sua cadeia de suprimentos, e como eles podem ser mitigados?

Recentemente conversei com um cliente que é diretor em um hospital e discutimos os resíduos, melhorias nos processos e processos de compras, que eram todas as áreas que ela achava que estavam muito abertas à melhoria.

Quando você considera a quantidade de compras que ocorre para um hospital, a quantidade de alimentos, energia e consumíveis utilizados, e o potencial desperdício no final desses processos, torna-se rapidamente óbvio que tal estabelecimento terá um impacto ambiental bastante sério.

 Então, como podemos identificar esses aspectos socioambientais e quais ações de mitigação sugeriríamos para um hospital que buscasse melhorar? Tem sido o desafio de nosso trabalho.

Vamos examinar alguns dos principais elementos que podem ser identificados e melhorar o desempenho socioambiental:

Gestão da cadeia de suprimentos:

Pode haver uma enorme economia socioambiental se você puder incentivar sua cadeia de suprimentos a adotar os mesmos valores que sua organização, em primeiro lugar, comunicando aos seus fornecedores os critérios de QSMS-RS & Sustentabilidade que serão agora incluídos no procedimento de pontuação para qualquer pessoa incluída na lista de fornecedores aprovados pela organização.

Mais uma vez, uma lista de fornecedores aprovada e um processo estratégico de compra são vitais para um hospital para garantir que as compras sejam eficientes, socio ambientalmente sólidas e economias de escala sejam recebidas.

Eliminando o desperdício e reduzindo o impacto:

 Os hospitais usam enormes quantidades de alimentos, recipientes de alimentos e recipientes de bebidas plásticas, bem como suprimentos médicos.

A reciclagem correta de todas essas categorias individuais de material é de vital importância, uma vez que nos horários de visitação pode haver milhares dentro de um hospital, considerando colaboradores, pacientes, empreiteiros e visitantes.

Todo hospital precisa de um processo de reciclagem definido e preciso, e todos os colaboradores e serviços de limpeza precisam estar cientes desse processo para serem eficazes.

Em segundo lugar, os hospitais usam uma enorme quantidade de energia e outras utilidades, e grandes quantidades são consumidas mesmo em momentos em que as atividades estão em um nível mais baixo.

A curto prazo, uma política de garantir que a iluminação, as máquinas e os computadores sejam desligados quando não estão em uso pode ser estabelecida, implementada e mantida.

A longo prazo, uma política de instalação de iluminação autorreguladora pode ser considerada.

O uso de água também é grande dentro de um hospital, e incluir orientações sobre como preservar a água também deve ser incluído.

Consumo de energia por colaboradores:

Esses aspectos são relevantes para as áreas de pessoal e escritórios da maioria dos hospitais também.

Compliance Ambiental:

Existem leis e normas que os hospitais devem cumprir em preparação para um sistema de gestão ambiental (SGA) e outras medidas podem ser adotadas para melhorar sua pegada de impactos socioambientais

Regulamentações sobre gases usados no ar-condicionado, emissões do local, fornecimento de processo para escoamento de água em caso de emergências e incidentes de incêndio e resposta podem reduzir o impacto socioambiental e melhorar o desempenho.

Estabelecer uma política socioambiental:

Parece óbvio, mas incorporar todas as estratégias acima fornecerá aos colaboradores do hospital orientações, informações sobre diretrizes e um roteiro.

 Objetivos específicos podem ser adicionados quando for a hora certa, imediatamente ou posterior após alguma medição e análise ter sido feita.

Portanto, podemos ver que uma política socioambiental relativamente simples e várias estratégias podem reduzir muito os impactos de um hospital e educar rapidamente os colaboradores para fazer melhorias.

O benefício de um projeto de SGA conduzido em um hospital é óbvio.

Grandes economias em materiais e serviços adquiridos, redução de desperdício de materiais e água, melhorias socioambientais na cadeia de suprimentos e comportamento, e uma redução muito bem-vinda de custos para o contribuinte são excelentes razões para a realização de tal projeto.

Também podem ter um efeito igualmente bem-vindo em educar colaboradores, pacientes e visitantes em diferentes graus através de tal programa e comportamentos individuais podem mudar fora do ambiente de trabalho.

O impacto socioambiental positivo é imensurável.

Estamos juntos!

Os objetivos estratégicos da organização e as iniciativas de melhoria contínua em segurança em tempos de ESG .

Com a adoção generalizada de iniciativas de melhoria contínua, como lean, six sigma, gestão integrada do QSMS-RS e ESG a gestão de segurança principalmente, todos esses temas são vistos como contribuintes vitais para a excelência operacional e o desempenho dos negócios.

Sem dúvida, através de estatísticas de prevenção, pode-se concluir que sistemas díspares e fontes de dados fragmentadas são as principais barreiras à melhoria do desempenho de QSMS-RS.

Embora as indústrias tenham adotado a segurança, ainda há uma desconexão quando se trata de implementar a segurança como um valor.

Muito poucos investem em tecnologia e pessoal e essa lacuna reflete uma cultura que não é totalmente favorável à segurança.

As organizações continuam a experimentar acidentes com colaboradores, reduzem a rentabilidade e o crescimento.

O ponto de partida é dar um passo atrás e fazer uma abordagem geral.

Isso envolve o alinhamento com os objetivos estratégicos da organização e as iniciativas de melhoria contínua.

Rastrear anomalias e aprender com sinais enviados.

Quando informações sobre quase acidentes registrados aumentam significativamente, os gestores podem não a diagnosticar como um sinal de alerta.

Em organizações complexas, alguns problemas na linha de frente como pequenos erros, lapsos e eventos incomuns, são muitos.

Esses sinais de alerta não são óbvios até que ocorra um desastre, após o qual a lógica é totalmente compreendida.

Mas tais irregularidades tendem a ser relatadas por acaso e raramente são analisadas rigorosamente.

Imagine um colaborador que, enquanto caminha até a estação de montagem no chão da fábrica, nota uma macha de óleo no chão.

 Primeiro, é fácil relatar o problema.

Em segundo lugar, as informações capturadas (idealmente inclui uma fotografia ou descrição) precisam ser rapidamente analisadas por pessoas que podem direcionar alguém para corrigir o problema neste caso, para limpar o derramamento.

Em terceiro lugar, tal correção precisa ser implementada em tempo hábil para que o repórter possa ver que seu relatório fez a diferença.

Sistemas complexos falham principalmente porque os indivíduos que trabalham não têm todas as peças de quebra-cabeça que precisam para descobrir grandes problemas.

Aprender com sinais, deve e pode capacitar trabalhadores, engenheiros e gestores a identificar problemas antes que eles custem enormes para as operações industriais.

Ao aprender sistematicamente sobre erros, erros e anomalias, os gestores do QSMS podem montar um mosaico de insights de segurança sobre possíveis colapsos.

Muitas coisas ficam no caminho dos gestores do QSMS quando tentam e tentam uma mudança significativa na cultura.

 Se os colaboradores forem céticos em relação às mudanças, frequentemente os enxergarão como esforços transitórios que serão aprovados.

 Direcionar as pessoas a relatar anomalias não é suficiente, reuniões e palestras não podem ser comparados com a eficácia de um conjunto de ferramentas práticas que aproveitam as motivações dos funcionários.

Um aplicativo móvel, por exemplo, captura efetivamente dados e, em muitos ambientes industriais, os funcionários já carregam seus telefones celulares.

 A realização de inspeções e auditorias de segurança, influenciando os funcionários a relatar quase acidentes e incidentes demonstra que eles estão fechando o ciclo de problemas.

Ao notificar os colaboradores de que estão coletando mais informações e reagindo aos seus esforços de segurança, fortalecem ainda mais o clima de segurança.

As organizações que adotam essas abordagens se tornarão melhores em aprendizado, inovação e tomada de decisão, aumentando assim suas oportunidades de crescimento, ao mesmo tempo em que reduzem sua exposição a riscos sistêmicos.

Estamos juntos!

A Importância da Engenharia Ambiental com Critérios ESG para as Prefeituras. PARTE II

Benefícios da Engenharia com Critérios ESG para as Prefeituras

A adoção de práticas de engenharia alinhadas aos critérios ESG traz uma série de benefícios tangíveis e intangíveis para as prefeituras:

  1. Redução de Custos a Longo Prazo: Economia em gastos com energia e água através de sistemas eficientes. Redução de custos de manutenção com infraestruturas mais resilientes. Diminuição de gastos com saúde pública devido a melhorias ambientais.
  2. Melhoria da Qualidade de Vida: Redução da poluição do ar e sonora, melhorando a saúde dos cidadãos. Aumento de áreas verdes e espaços de lazer, promovendo bem-estar. Melhoria na mobilidade urbana, reduzindo o estresse e aumentando o tempo livre.
  3. Atração de Investimentos: Cidades com boas práticas ESG atraem empresas comprometidas com a sustentabilidade. Aumento do turismo sustentável, gerando receitas para o município. Maior facilidade na obtenção de financiamentos internacionais para projetos urbanos.
  4. Resiliência Climática: Melhor preparação para eventos climáticos extremos. Redução de danos e custos associados a desastres naturais. Adaptação progressiva às mudanças climáticas de longo prazo.
  5. Fortalecimento da Imagem Pública: Reconhecimento nacional e internacional como cidade sustentável. Aumento da satisfação e orgulho dos cidadãos em relação à sua cidade. Melhoria nas relações com organizações ambientais e sociais.
  6. Inovação e Desenvolvimento Tecnológico: Estímulo à criação de startups e empresas de tecnologia limpa. Desenvolvimento de soluções inovadoras para desafios urbanos. Criação de empregos qualificados no setor de tecnologias verdes.

Desafios e Estratégias de Implementação

Apesar dos inúmeros benefícios, a implementação da engenharia com critérios ESG nas prefeituras enfrenta alguns desafios:

  1. Resistência à Mudança: Estratégia: Implementar programas de educação e conscientização para servidores públicos e cidadãos.
  2. Limitações Orçamentárias: Estratégia: Buscar parcerias público-privadas e financiamentos internacionais para projetos sustentáveis.
  3. Falta de Expertise Técnica: Estratégia: Investir em capacitação de funcionários e contratar especialistas em engenharia sustentável.
  4. Complexidade dos Projetos: Estratégia: Adotar uma abordagem gradual, começando com projetos-piloto e expandindo com base nos resultados.
  5. Barreiras Regulatórias: Estratégia: Trabalhar em conjunto com órgãos legislativos para atualizar leis e regulamentos que facilitem a implementação de práticas ESG.

A incorporação dos critérios ESG na engenharia representa uma oportunidade transformadora para as prefeituras. Ao adotar essa abordagem, as administrações municipais não apenas cumprem com suas responsabilidades ambientais e sociais, mas também criam cidades mais resilientes, eficientes e atrativas para viver e investir.

É fundamental que as prefeituras vejam a engenharia com critérios ESG não como um custo adicional, mas como um investimento no futuro da cidade e de seus cidadãos. Isso requer uma mudança de mentalidade, passando de uma visão de curto prazo para um planejamento de longo prazo que considere os impactos ambientais, sociais e econômicos de cada decisão.

Para implementar com sucesso essas práticas, é crucial que as prefeituras:

  1. Invistam em capacitação e contratação de profissionais de engenharia com expertise em ESG.
  2. Estabeleçam parcerias com universidades, empresas e organizações da sociedade civil para implementar projetos inovadores.
  3. Criem mecanismos de participação cidadã para garantir que os projetos atendam às reais necessidades da comunidade.
  4. Implementem sistemas de monitoramento e avaliação para medir o impacto das iniciativas ESG.
  5. Comuniquem de forma transparente os resultados e desafios dos projetos para manter o engajamento da população.

Ao priorizar a engenharia com critérios ESG, as prefeituras não apenas melhoram a qualidade de vida de seus cidadãos no presente, mas também constroem um legado positivo para as gerações futuras.

É um caminho desafiador, mas necessário e recompensador, que coloca as cidades na vanguarda do desenvolvimento sustentável e da inovação urbana.

Estamos juntos

A Importância da Engenharia Ambiental com Critérios ESG para as Prefeituras. PARTE I

No cenário atual de rápida urbanização e crescentes desafios ambientais, sociais e econômicos, as prefeituras enfrentam uma pressão cada vez maior para adotar práticas sustentáveis e responsáveis.

Neste contexto, a engenharia aliada aos critérios ESG emerge como uma ferramenta fundamental para transformar as cidades em espaços mais habitáveis, eficientes e resilientes.

Este artigo explora em profundidade como a aplicação dos princípios ESG na engenharia pode revolucionar a gestão municipal, trazendo benefícios duradouros para os cidadãos e o meio ambiente.

Antes de mergulharmos nos aspectos específicos da engenharia e sua relação com as prefeituras, é crucial entender o que são os critérios ESG e por que eles são tão importantes:

  1. Ambiental (E): Este pilar foca na relação de uma organização com o meio ambiente. Inclui aspectos como uso de recursos naturais, emissões de carbono, eficiência energética, gestão de resíduos e conservação da biodiversidade.
  2. Social (S): Refere-se ao impacto de uma organização na sociedade. Abrange questões como direitos humanos, condições de trabalho, diversidade e inclusão, relações com a comunidade e saúde e segurança pública.
  3. Governança (G): Trata das práticas de gestão, ética empresarial, transparência, conformidade legal e relações com stakeholders. No contexto das prefeituras, isso se traduz em administração pública eficiente, transparente e participativa.

A integração desses critérios na engenharia municipal não é apenas uma tendência, mas uma necessidade urgente para enfrentar os desafios do século XXI.

A Engenharia e os Critérios ESG nas Prefeituras

Aspecto Ambiental

A engenharia tem um papel fundamental na redução do impacto ambiental das cidades. Ao incorporar critérios ESG, as prefeituras podem implementar soluções inovadoras e sustentáveis:

  1. Sistemas de Energia Renovável: Instalação de painéis solares em edifícios públicos, escolas e hospitais. Desenvolvimento de parques eólicos em áreas apropriadas. Implementação de sistemas de biomassa para aproveitamento de resíduos orgânicos.
  2. Eficiência Energética: Retrofit de prédios antigos com tecnologias de isolamento térmico e iluminação LED. Projeto de novas construções com princípios de arquitetura bioclimática. Implementação de sistemas de gerenciamento inteligente de energia em instalações públicas.
  3. Gestão de Resíduos: Desenvolvimento de plantas de reciclagem e compostagem de última geração. Implementação de sistemas de coleta seletiva inteligentes. Criação de programas de educação ambiental para redução e separação de resíduos.
  4. Gestão Hídrica: Projeto de sistemas de captação e reuso de água da chuva. Implementação de tecnologias de tratamento de águas residuais para reuso. Desenvolvimento de sistemas de drenagem sustentável para prevenção de enchentes.
  5. Infraestrutura Verde: Criação de corredores ecológicos e áreas de preservação urbana. Implementação de telhados verdes em edifícios públicos. Desenvolvimento de praças e parques com vegetação nativa e baixa demanda hídricas.

Aspecto Social

A engenharia com foco em ESG pode trazer benefícios sociais significativos, melhorando a qualidade de vida dos cidadãos:

  1. Mobilidade Urbana Sustentável: Projeto e implementação de ciclovias e ciclofaixas integradas. Desenvolvimento de sistemas de transporte público eficientes e de baixa emissão. Criação de zonas de pedestres e calçadas acessíveis.
  2. Espaços Públicos Inclusivos: Projeto de praças e parques com equipamentos adaptados para todas as idades e habilidades. Implementação de tecnologias assistivas em espaços públicos. Criação de áreas de convivência que promovam a interação social.
  3. Habitação Social Sustentável: Desenvolvimento de projetos de habitação popular com tecnologias sustentáveis. Implementação de sistemas de energia solar e reuso de água em conjuntos habitacionais. Criação de espaços comunitários que promovam a coesão social.
  4. Infraestrutura de Saúde: Projeto de hospitais e postos de saúde com eficiência energética e conforto ambiental. Implementação de sistemas de telemedicina para áreas remotas. Desenvolvimento de espaços públicos que promovam a atividade física e o bem-estar.
  5. Educação e Cultura: Projeto de escolas sustentáveis com laboratórios de inovação. Criação de centros culturais multifuncionais e acessíveis. Implementação de bibliotecas digitais e espaços de aprendizagem ao ar livre.

Aspecto de Governança

A aplicação dos critérios ESG na engenharia também pode melhorar significativamente a governança das prefeituras:

  1. Transparência e Dados Abertos: Desenvolvimento de plataformas digitais para acompanhamento de obras e projetos em tempo real. Implementação de sistemas de georreferenciamento para visualização de dados urbanos. Criação de aplicativos móveis para participação cidadã e feedback sobre serviços públicos.
  2. Eficiência Administrativa: Implementação de sistemas de gestão integrada para otimização de processos. Desenvolvimento de soluções de inteligência artificial para atendimento ao cidadão. Criação de centros de controle operacional para monitoramento e gestão urbana.
  3. Participação Cidadã: Implementação de plataformas de orçamento participativo digital. Desenvolvimento de fóruns online para consultas públicas sobre projetos urbanos. Criação de laboratórios de inovação cidadã para cocriarão de soluções urbanas.
  4. Conformidade Legal e Gestão de Riscos: Implementação de sistemas de compliance para garantir a aderência às normas e regulamentações. Desenvolvimento de plataformas de gestão de riscos ambientais e sociais. Criação de programas de treinamento em ética e integridade para servidores públicos.

Estamos juntos

Métricas e metas socioambientais na gestão ESG?

É lógico que as organizações que operam em diferentes segmentos terão diferentes KPIs (indicadores chave de desempenho) e métodos de medição do desempenho ambiental dentro de um SGI

Estivemos desenvolvendo KPIs para organização de tecnologia que abriu uma grande loja, não só pelo seu desempenho socioambiental “local”, mas também no impacto positivo que seus produtos podem ter em sua base de clientes.

Como consultor, eu estou acostumado a trabalhar com organizações em sua maioria de setores de energia, manufatura, portos, mineração etc., e, portanto, definir e construir KPIs tem sido relativamente simples, afinal a quase 4 décadas aprendemos alguma coisa sobre Kpis de atendimento a legislação e avaliar o desempenho são necessários, mostrando alguma melhoria contínua nessas medidas para satisfazer os termos da norma, mas a maioria das organizações não sentem a necessidade de olhar além disso.

Trabalhando para esta organização, que chamarei de “XPTO”, garantiu que eu tivesse que repensar minha perspectiva sobre KPIs socioambientais e considerar como eles poderiam ser transformados de uma ferramenta de medição reativa em um driver proativo para mudanças socioambientais positivas.

Em outros textos publicado no meu blog e aqui no LinkedIn falamos em KPIs normalmente sendo definidos na revisão de gestão, e obviamente sendo definidos ou pelo menos aprovados pela equipe de gestão superior.

Foi o caso da Empresa XPTO, e de acordo com a norma de cumprimento da legislação, teve de ser abordado.

A identificação e avaliação de riscos e ações contra aspectos e impactos socioambientais também devem ser claramente definidas e as medições subsequentes colocadas em prática.

Já falamos também sobre como poderíamos reduzir o impacto socioambiental cotidiano de organizações, e usamos a mesma fórmula ao lidar com a elas.

No entanto, após uma discussão mais profunda, ficou claro que a Empresa XPTO tinha uma gama de produtos que eram ambientalmente inovadores, e tinha um plano claro e roteiro para construir produtos que liderassem ainda mais a indústria em termos de consumo de energia, compatibilidade com outros produtos socioambiental mente positivos e bem como no ciclo de vida.

Isso me pareceu não apenas um atributo que precisava quantificado como um KPI de alguma forma, mas também um ponto de venda único com aquela frase chave que toda organização espera impulsionar suas vendas.

Então, como estabelecer novos KPIs que não só mediriam os fatores descritos acima, mas também se mostrariam aspiracionais em termos do objetivo de toda a força de trabalho de construir produtos líderes da indústria que beneficiariam o meio ambiente mais amplo?

A empresa XPTO tem uma gama de produtos que são projetados para ser 10 vezes mais eficientes em termos de energia do que os da concorrência, e consequentemente, um ciclo de vida muito mais longo do que os da concorrência.

Todos os resultados foram verificados de forma independente.

O plano era desenvolver e utilizar a fórmula dos produtos ambientalmente positivos como base de todos os novos produtos.

Assim, dado que esse aspecto estaria sempre aberto a escrutínio e análises detalhadas, como poderia ser definido um conjunto significativo de KPIs para não apenas medir esse sucesso, mas fornecer uma meta aspiracional para o desenvolvimento futuro de produtos?

Como cada produto seria substituído por uma contrapartida mais eficiente no tempo, os produtos com menos de dois anos de idade foram classificados como “novos”, e só perderam esse status no 2º aniversário de sua data de lançamento.

A porcentagem de produtos “novos” versus “não novos” vendidos foi então medida como um KPI.

Isso permitiu que várias decisões estratégicas fossem tomadas: em primeiro lugar, a equipe de vendas poderia identificar quais produtos eram ambientalmente benéficos, obter plena compreensão desses atributos explicados acima e vender proativamente os produtos que deram benefício total ao ciclo de vida ao usuário final e tiveram significativamente menor impacto ambiental.

Em segundo lugar, a alta direção poderia identificar mais facilmente quais linhas de produtos necessitavam de desenvolvimento e melhoria, com base em um gráfico simples do ciclo de vida que mostrava as lacunas entre os produtos mais benéficos ao meio ambiente à venda e aqueles que eram menos eficientes.

Foi definido e construído um KPI de impacto socioambiental reduzido.

Isso consistia no número de novos sistemas de armazenamento vendidos em todo o mundo por trimestre, que se ligavam a um KPI de vendas tradicionais.

Um “mapa de calor” foi desenhado para ilustrar isso, e o impacto socioambiental reduzido pôde ser visto em um sentido muito visual pela organização, pelo comprador que ficou extremamente impressionado.

Cada “ponto” no mapa de calor representava uma organização que consumia 10 vezes menos energia em seu armazenamento, e tinha dispositivos inseridos que tinham cerca de seis vezes mais ciclo de vida do que anteriormente.

Os KPIs acima alcançaram nos mostraram alguns pontos interessantes.

Eles permitiram que a organização visse o verdadeiro benefício ambiental alcançado globalmente, e forneceram um fator de condução para todos inventarem e construírem novos produtos que sejam igualmente, se não mais eficientes.

Este projeto me mostrou que os KPIs não precisam ser apenas uma medida pura, mas também podem ser um driver das aspirações de uma organização.

É vital que o desempenho, aspectos, impactos e riscos sejam todos medidos de alguma forma, mas trabalhar com essa organização a XPTO também me ilustrou gradualmente que um KPI bem pensado também poderia se tornar parte do seu planejamento estratégico, e o roteiro que estabelece a visão para o futuro para suas organizações e colaboradores.

Da mesma forma, em vez de manter um KPI como este escondido e compartilhar apenas dentro de sua própria organização, pareceu-me que este era o tipo de medida que certamente melhoraria sua reputação ser compartilhado com seus parceiros e clientes.

As mesmas facetas que tornam esses produtos mais atraentes para comprar certamente devem ser as principais notícias para sua equipe de vendas, e como novos produtos são desenvolvidos e vendidos com os mesmos critérios, o negócio só vai crescer.

Quando o negócio cresce, o impacto socioambiental é mitigado devido às qualidades do produto.

Ao definir e usar tal KPI, um ciclo de positividade socioambiental é estabelecido e o benefício se espalha exponencialmente por toda a base de clientes.

Isso significa boas notícias para todos e reforça a sua gestão ESG

Estamos juntos!!!

Entendendo o Escopo 3 na sua operação, uma Chave para Cadeias de Suprimentos Sustentáveis.

Nossa consultoria realiza o inventario de GHG para vários tipos de operações, mas dúvidas são normais por parte dos nossos clientes, por isso sempre penso em como posso ajudar nossos colegas através de estes pequenos textos

Vamos para mais um;

As emissões do Escopo 3 são indiscutivelmente o aspecto mais crítico da compreensão do que está acontecendo em toda a cadeia de suprimentos.

Seja qualquer negócio, o Escopo 3 é particularmente crucial.

Por quê?

Porque a redução das emissões no transporte não afeta apenas uma operação, mas pode ter um efeito cascata, reduzindo as emissões a montante e a jusante em toda a cadeia de valor.

A questão:

As emissões do Escopo 3, que incluem emissões indiretas da produção de combustível, transporte upstream e até mesmo descarte no fim da vida útil do navio, costumam ser os maiores contribuintes para a pegada de carbono de uma empresa.

No entanto, devido à sua natureza indireta, essas emissões são complexas e difíceis de rastrear.

 O problema:

Muitas organizações, especialmente no setor de transporte, acham difícil coletar dados precisos do Escopo 3 de fornecedores globais e parceiros logísticos.

Os fatores de emissão podem variar muito, levando a discrepâncias na forma como as emissões são calculadas e relatadas.

A solução:

As organizações podem calcular e reduzir as emissões do Escopo 3.

Concentrando-se em:

Colaboração com fornecedores:

Envolva os fornecedores para fornecer dados mais precisos e adotar práticas sustentáveis e de baixo carbono em suas operações.

Logística de remessa otimizada:

Otimize a rota e consolide as remessas de carga para melhorar a eficiência de combustível e reduzir as emissões.

Adoção de combustíveis alternativos:

 Use biocombustíveis, hidrogênio ou outra qualquer energia alternativa de baixo carbono para reduzir as emissões relacionadas ao combustível upstream.

Integração de Avaliação do Ciclo de Vida:

Implemente a ACV para avaliar o impacto ambiental total dos materiais, garantindo uma visão abrangente das emissões.

Práticas de economia circular:

 Foco na reciclagem e reutilização de materiais, especialmente em fim de vida, para reduzir resíduos e emissões.

Gerenciamento e rastreamento de dados:

Invista em ferramentas digitais que forneçam rastreamento de emissões em tempo real em toda a cadeia de suprimentos, garantindo precisão e transparência dos dados.

Os resultados:

Ao implementar essas estratégias, as empresas podem dar passos significativos para descarbonizar suas operações, melhorar seu perfil de sustentabilidade e alinhar-se às metas climáticas internacionais.

Isso não apenas resulta em emissões gerais mais baixas, mas também aumenta a resiliência da cadeia de suprimentos e a reputação da marca.

Estamos juntos

Avaliação de Dupla Materialidade, por que e por onde começar?

A dupla materialidade tornou-se uma pedra angular para as organizações avançarem em sua jornada de sustentabilidade.

 Envolve avaliar tanto o impacto de um negócio na sociedade e no meio ambiente (materialidade do impacto) quanto as implicações financeiras de fatores ambientais e sociais no negócio (materialidade financeira).

Essa lente dupla fornece uma compreensão abrangente dos riscos e oportunidades, permitindo uma tomada de decisão informada.

Os elementos centrais da dupla materialidade incluem:

– Avaliação mais ampla dos tópicos ESG, incluindo biodiversidade, ecossistemas e preocupações emergentes.

– Análise em toda a cadeia de valor, desde as matérias-primas até os estágios do produto em fim de vida.

– Inclusão de riscos e oportunidades positivos e negativos, atuais e futuros.

Uma robusta Avaliação de Dupla Materialidade (DMA) oferece insights críticos sobre as interdependências entre modelos de negócios, impactos sociais e sistemas ambientais.

Ela permite que as organizações:

– Defina limites de materialidade e áreas de foco.

– Priorize tópicos de sustentabilidade alinhados com as expectativas das partes interessadas.

– Identifique oportunidades acionáveis para impulsionar a resiliência e a criação de valor a longo prazo.

A dupla materialidade não se limita à conformidade regulatória;

É uma abordagem estratégica que apoia a integração da sustentabilidade em todos os níveis.

 As organizações que adotam essa estrutura estão mais bem posicionadas para enfrentar desafios complexos, atender às expectativas das partes interessadas e criar valor por meio de ações significativas.

Estamos juntos

O que é uma “Gap analysis” no Contexto das novas diretivas dos relatórios de sustentabilidade?

Quando procuram nossa consultoria para realizar trabalhos de auditoria /Asseguração ou gap analysis para as relatorias de sustentabilidade, sinto muitas dúvidas de o porquê devem fazer isso, mas com as novas diretivas que exigem que os relatórios devem ser publicados e com uma opinião de segunda parte (SPO) sinto a necessidade de dar uma luz aos colegas neste pequeno texto

Vamos lá;

Com a introdução da Diretiva de Relatórios de Sustentabilidade Corporativa (CSRD), as empresas estão sob crescente pressão para fornecer divulgações de sustentabilidade transparentes, precisas e abrangentes.

Uma análise de lacunas é uma ferramenta essencial que ajuda as organizações a avaliar sua prontidão para cumprir os requisitos de CSRD.

O que é Gap analysis?

Uma análise de lacunas identifica as diferenças entre as práticas atuais de relatórios de sustentabilidade de uma empresa e os novos padrões de relatórios exigidos pela CSRD.

Ele avalia as áreas em que o negócio já está em conformidade, onde fica aquém e quais etapas são necessárias para fechar essas lacunas.

Por que a análise de lacunas é crítica para a conformidade com a CSRD?

– Avalie a posição atual:

Ele fornece uma compreensão clara de seus recursos atuais de relatórios de sustentabilidade e como eles se alinham com os padrões CSRD.

-Identifique as principais lacunas:

A análise revela lacunas em áreas como coleta de dados, divulgações ESG e adesão aos ESRS (Padrões Europeus de Relatórios de Sustentabilidade).

-Roteiro estratégico:

Uma vez identificadas as lacunas, as empresas podem desenvolver um roteiro para aprimorar seus processos de relatórios, garantindo total conformidade com os requisitos robustos da CSRD.

-Confiança das partes interessadas:

Ao abordar proativamente as lacunas, as empresas podem aumentar a transparência e fortalecer a confiança entre investidores, reguladores e partes interessadas.

Como realizar uma análise de lacunas para CSRD

Aqui está um guia passo a passo para conduzir uma análise de lacunas eficaz para conformidade com a CSRD:

1. Entenda os requisitos de CSRD e ESRS

2. Avalie suas práticas atuais de denúncia

3. Identifique lacunas

4. Priorize as áreas de ação

5. Envolva as partes interessadas

6. Monitore e revise o progresso

Áreas-chave para análise de lacunas de CSRD:

-Dupla materialidade:

Avalie como sua empresa afeta o desempenho financeiro e o cenário ambiental, social e de governança (ESG) mais amplo.

-Qualidade e processos de dados:

Avalie se seus processos atuais de coleta e gerenciamento de dados são suficientes para os relatórios detalhados exigidos pela CSRD.

-Conformidade com o ESRS:

 Garanta o alinhamento com os padrões específicos de relatórios de sustentabilidade descritos no ESRS E1-E4 (Meio ambiente), S1-S4 (Social) e G1 (Governança).

 Uma análise de lacunas não é apenas identificar o que está faltando

Trata-se de entender como evoluir seus relatórios de sustentabilidade para atender aos requisitos de CSRD de forma eficaz.

Ao fechar essas lacunas, as empresas não apenas alcançam a conformidade, mas também se posicionam como líderes em relatórios de sustentabilidade transparentes e impactantes.

Estamos juntos

Aprovada a lei do mercado de Carbono, viva, será? Acredito que não Imposto sobre o carbono é uma estratégia eficaz para combater as mudanças climáticas?

Sou constantemente bombardeado com perguntas sobre a eficácia de várias estratégias de sustentabilidade.

Hoje, estamos mergulhando no imposto sobre o carbono.

É uma ferramenta poderosa para reduzir as emissões ou uma licença corporativa para poluir?

Vamos dividi-lo.

O Bom: Um Preço para a Poluição

Um imposto sobre o carbono coloca um preço nas emissões de carbono.

 Isso incentiva as empresas a reduzir sua dependência de combustíveis fósseis, tornando-os mais caros.

A receita gerada pode ser usada para financiar iniciativas de energia limpa e programas sociais para compensar o impacto nas famílias de baixa renda.

Em essência, cria uma solução baseada no mercado para um problema global.

O não tão bom: o preço está certo?

A eficácia de um imposto sobre o carbono depende da taxa de imposto e de sua aplicabilidade.

 Uma taxa baixa pode não criar um incentivo forte o suficiente para a mudança e uma empresa com energia limpa (com suposições de que tem baixas emissões) pode se sentir penalizada.

 Por outro lado, uma taxa alta pode prejudicar os negócios e impactar desproporcionalmente as comunidades de baixa renda.

 Encontrar o ponto ideal para uma abordagem tributária e de aplicação sólida é crucial.

Licença para poluir vs. motivação para inovar

Alguns argumentam que um imposto sobre o carbono simplesmente permite que as empresas “comprem” o direito de poluir.

No entanto, a beleza do imposto está em sua capacidade de impulsionar a inovação.

 À medida que a energia limpa se torna mais competitiva em termos de custo, as empresas naturalmente mudarão para ela para minimizar sua carga tributária se a aplicação e o valor do imposto estiverem alinhados. Isso promove uma corrida para o topo em sustentabilidade.

Conclusão: é complicado

O imposto sobre o carbono é uma ferramenta poderosa, mas não é uma bala de prata.

Ele precisa ser implementado de forma cuidadosa, com a taxa certa, a abordagem de aplicação correta e juntamente com políticas complementares.

Estamos juntos

Descubra o ponto ideal de materialidade ESG do seu setor

No mundo atual focado em ESG, as empresas não podem pagar uma abordagem única para a sustentabilidade.

As avaliações de materialidade são a arma secreta para identificar as questões ambientais (E), sociais (S) e de governança (G) que realmente importam para seu setor e partes interessadas.

Então, como você identifica as questões certas para sua avaliação de materialidade?

 Aqui está um roteiro para guiá-lo:

  • Informações da indústria:

Mergulhe nos relatórios e estruturas do setor:

A Global Reporting Initiative (GRI) e o Sustainability Accounting Standards Board (SASB) oferecem orientações específicas do setor para você começar.

  • Compare com os líderes ESG:

Veja quais questões de sustentabilidade são as principais preocupações dos líderes do seu setor.

  • Engajamento das partes interessadas:

Pesquise suas partes interessadas: clientes, investidores, funcionários e comunidades têm voz. Compreender suas prioridades é crucial.

  • Organize workshops e grupos focais: Facilite discussões aprofundadas para descobrir as principais preocupações e oportunidades.

Mergulho profundo de dados:

Analise seus dados internos:

Observe o consumo de energia, a geração de resíduos, a demografia dos funcionários e as métricas de diversidade. Estes oferecem informações valiosas.

  • Acompanhe dados externos relevantes:

Monitore as tendências do setor, mudanças regulatórias e questões sociais emergentes que podem afetar seus negócios.

  • Problemas comuns de materialidade ESG (por fator):

– Ambiental:

Mudanças climáticas, esgotamento de recursos, poluição, gestão de resíduos e economia circular.

– Social:

Práticas trabalhistas, direitos humanos, diversidade, equidade e inclusão, envolvimento da comunidade e segurança do produto.

– Governança:

 Ética, composição do conselho, remuneração dos executivos, transparência e gestão de riscos.

Lembre-se, a materialidade é uma via de mão dupla.

 Não se trata apenas do impacto que sua empresa tem no mundo, mas também de como o mundo afeta seus negócios.

Estamos juntos

A Necessidade de um Plano de Gestão Ambiental, para postos revendedores e base distribuidoras de combustíveis

Realizando due diligencies tanto investigativa ou para M& A, como é comum escutar essas frases dos proprietários.

“Obtive minha licença de Operação, estou tranquilo em relação ao meio ambiente a partir de agora e a vizinhança não pode interferir. ”                     

O segmento no geral, já entendeu que seu negócio pode causar grande impacto socioambiental a sua volta, a comunidade depende do posto revendedor, mas estes ao mesmo tempo têm que ter governança, se não as consequências são sérias para os proprietários.

Este tipo de questionamento mencionado acima tenho recebido de todo o Brasil com muita frequência, e minhas respostas têm sido dadas sempre com muita cautela com uma preocupação constante em ser o mais didático possível, inclusive em minhas palestras, que este ano versam sobre este tema para o segmento “downstream “

A primeira resposta é NÃO, pois, é ainda necessário que sejam cumpridas algumas das exigências legais ambientais mencionadas nos seguintes dispositivos legais:

Resolução Conama 237, 273 e 313;

Normas da ABNT 13786, 13783, 13784, 14605, 10004 e outras, para postos;

Certificados de destinação final de resíduos;

Estar de acordo com os padrões de emissões de efluentes líquidos de acordo com a resolução Conama;

Portarias da ANP 116 e outras;

Plano Nacional de Resíduos Sólidos;

Leis Federais, Estaduais e Municipais relativas ao meio ambiente.

Deve ser, ainda, questionado se, pelo menos o pessoal da pista, está ciente de alguma boa prática ambiental como, por exemplo, a de não lançar óleo usado direto em uma boca de lobo (bueiro).

O que se pode constatar é que é muito difícil gerenciar um estabelecimento classificado como potencialmente poluidor e, a cada dia que passa novas legislações são criadas e com elas novas punições são previstas não só com natureza administrativa, mas, também, penais lembrando que, já hoje, o próprio patrimônio pessoal dos sócios responde de forma ilimitada por infração ambiental.

Os danos ambientais recentemente divulgados pela mídia contribuíram, por outro lado, para um maior crescimento e amadurecimento da conscientização ambiental no Brasil, tanto da população como dos órgãos ambientais.

 Seria impensável, anos atrás, que os órgãos lacrassem os postos de abastecimento por não possuírem licença ambiental. Imagina depois de um vazamento?

Não tenha dúvida de que atos como esse decorrem de uma pressão da Sociedade Civil.

O revendedor deve tomar atitudes gerenciais a respeito do bom funcionamento de seu posto para não ter problemas futuros.

 Este sistema denomina-se “modelo de gestão ambiental” cuja implantação hoje se impõe em face de todo esse aparato legal e de pressão social em face da preservação do meio ambiente.

O objetivo de uma Gestão Ambiental adequada, é modificar a forma de operação do seu posto através da adoção de medidas corretivas para o tratamento de resíduos gerados, e preventivas para reduzir a própria geração de resíduos (sólidos, líquidos e gasosos).

Resumidamente podemos afirmar que o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) deve ser parte integrante do planejamento estratégico do revendedor, observando-se os seguintes princípios fundamentais:

Incluir a Gestão Ambiental dentre as prioridades do dia a dia do posto de abastecimento;

Estabelecer um permanente diálogo com os funcionários quanto aos procedimentos ambientais do dia a dia;

Identificar os dispositivos legais e outros requerimentos ambientais aplicáveis às atividades, como produtos e serviços;

Desenvolver o gerenciamento e comprometer-se a empregar práticas de proteção ambiental, com clara definição e responsabilidades;

Estabelecer um processo adequado de aferição de metas de desempenho ambiental (análise de efluentes da caixa separadora de água e óleo)

Reservar os recursos financeiros e técnicos apropriados às metas estabelecidas por uma Gestão Ambiental adequada. (Custo Ambiental).

Implementar programas permanentes de auditoria do SGA, de forma a identificar oportunidades de aperfeiçoamento do próprio Sistema de Gestão Ambiental.

Promover a harmonização do SGA com outros sistemas de gestão empresarial, tais como: Saúde, Segurança, Qualidade, Finanças etc.

Todas estas considerações levam à evolução da revenda, com responsabilidade, para a adesão às normas ambientais, estejam elas regulamentadas ou não.

E estes são também os padrões éticos de governança requeridos nos negócios como adequação às novas condições que parecem inevitáveis, e que enfatizam o gerenciamento ambiental.

Estamos juntos!

Salvaguardas digitais em ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade para setores centrais da indústria

Os segmentos econômicos como energia, agro, aço, produtos de refinaria, petróleo bruto, carvão, cimento, gás natural e fertilizantes são considerados como os principais setores industriais.

Seu índice de produção são os indicadores econômicos usados em todo o mundo para determinar o estado de uma economia estatal.

Todas as indústrias acima mencionadas estão dentro da categoria de risco moderado a extremo, configuradas em um modelo complexo de grande a muito grande em escala, o que permite melhor utilização de recursos e mitiga os riscos.

A moderna cartilha de transformação digital colocaria esses setores em metas prioritárias de introdução, uso e implantação de plataformas digitais que permitam uma melhor gestão, vigilância e, acima de tudo, coleta de dados para tomada de decisões.

No entanto, quando observamos mais de perto, uma significativa falta de abordagem digital com a qual essas indústrias operam, pode se notar.

O Setor de energia, assim como o petróleo e o gás são os candidatos naturais para alavancar plataformas digitais.

A demanda marcante e enfática de uma cartilha digital que permite a transformação dessas indústrias está centrada em torno desses elementos-chave:

  • Riscos de segurança da força de trabalho
  •  Preocupações ambientais
  •  Produtividade e eficiência

Esses três elementos são codependentes e interdependentes e seu ecossistema, se atingido por uma emergência, incidente ou acidente pode ter consequências catastróficas.

As salvaguardas digitais que colocam alta confiança em relatórios de dados, coleta, autenticação antes da alocação de trabalho e gerenciamento de riscos operacionais podem se tornar a rede de segurança do nosso setor industrial principal.

A ação mais importante antes de dar um salto para a expansão digital, é importante colocar as pessoas a bordo.

 Seja a alta administração ou os fornecedores, as responsabilidades se multiplicam à medida que avançamos.

Assim, uma análise elaborada com uma demonstração de pontos fortes organizacionais e indicadores do software seria muito útil.

A segunda coisa seria o fornecedor do software que permitiria que sua organização alavancasse essa vantagem apresente seu plano para você.

 Um fornecedor competente pode trabalhar em conjunto com sua equipe técnica e fornecer um vislumbre das coisas que estão por vir na forma de um protótipo.

 Embora a reputação do mercado permaneça fundamental, o foco do fornecedor na flexibilidade e adaptação pode ser mais útil.

Isso pode permitir que o sistema fique mais nas linhas “você e sua força de trabalho” estão felizes em começar a trabalhar desde o primeiro dia.

A adaptação do usuário e o uso real de software em aspectos ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade são muitas vezes vistos como um obstáculo, se a lógica de construção não corresponder às maneiras, meios e hábitos que sua organização funciona.

Um pouco paradoxal, mas verdadeiro é o próximo passo.

Avalie e reduza as falhas em termos de clusters de tomada de decisão organizacional, introduzindo recursos intuitivos em seu software de gerenciamento de risco operacional e QSMS.

Modelos pré-criados, listas de verificação, compartilhamento de contatos, exibição de informações e painéis são todas interfaces que envolvem os sentidos humanos e nos permitem processar grandes quantidades de informações em pouco tempo.

O outro benefício é o que está emergindo como um tema constante para todas as nossas conversas, o monitoramento ambiental e as emissões.

 O software de gerenciamento de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade tem a flexibilidade de acessar várias entradas de dados e aproveitá-las com insights o que pode ajudá-lo a planejar seus próximos passos em direção a práticas industriais mais ecológicas.

Torne as pessoas uma grande parte do seu manual digital em transformação do QSMS-RS, pois são os olhos e os ouvidos que ajudam a seguir salvaguardas eficazes que permitem que os principais setores funcionem.

Estamos juntos! 

Responsabilidades: Positiva e Proativa ou Negativa e Reativa?

Durante uma reunião recente com clientes para autoavaliar o estado atual da cultura de segurança, um participante com um rosto fechado e um olhar nervoso em seu rosto, declarou cautelosamente:

 “A responsabilidade é uma palavra ruim por aqui…”

Esta é uma preocupação muitas vezes expressa quando o elemento de Responsabilidade Proativa é discutido dos modelos sobre cultura de segurança 

A segurança deve ser definida pelo que fazemos individualmente ou coletivamente para criar um resultado livre de riscos, em vez do resultado ou das próprias metas.

Além disso, ser seguro deve ser definido como livre de riscos, em vez da falta de acidentes.

Se desejamos que as pessoas pensem e se comportem com segurança, é imperativo que as organizações esboçam precisamente o que significa ser seguro e o que precisa acontecer para criar esse desejável resultado sem riscos.

A liderança deve fornecer uma compreensão clara do que as pessoas precisam fazer para criar resultados desejáveis e manter um sistema de influência positivo para garantir que essas “coisas” estejam sendo realizadas rotineiramente. Isso é responsabilidade.

 No entanto, muitas organizações bem-intencionadas gerenciam a responsabilização incorretamente.

 Quando os resultados negativos são obtidos, muitas vezes ocorre uma reação negativa que ocorre, resultando na pergunta solicitada:

“Quem precisa ser responsabilizado?”.

Se é assim que o colaborador experimenta a prestação de contas, se tornará um termo temido e será visto como algo que você faz com outra pessoa, não algo pelo qual se sente responsável.

Os indivíduos podem tentar responsabilizar os outros pelos resultados, o que muitas vezes leva ao desempenho da sorte ou à manipulação para alcançar os números ou objetivos.

Organizações de alto desempenho reconhecem a necessidade de responsabilizar positiva e proativamente as pessoas pelo desempenho, mas até mesmo a melhor luta com como fazer isso com sucesso.

Divido a prestação de contas em duas categorias muito claras para ajudar a reconhecer a diferença: proativa e reativa.

Proativo é determinado pelo que estamos fazendo pré-resultados.

 Reativo é definido pelo que acontece após os resultados.

 Dentro desses dois, proativos e reativos, é preciso haver um equilíbrio de consequências para dar peso ao senso de prestação de contas, reforçando o positivo e abordando o negativo.

Quando os resultados são obtidos, é importante que os indivíduos identifiquem qual desempenho contribuiu para os resultados, desejáveis ou indesejáveis, desenvolver um senso de confiança em sua capacidade de replicar os resultados.

 Embora reforçar o positivo seja positivo, essa abordagem é reativa e o reforço positivo está tipicamente faltando em muitas culturas e programas de segurança.

Defino a Responsabilidade Proativa como uma certificação de que as pessoas estejam se comportando de acordo com expectativas específicas de desempenho, reconhecendo o desempenho dos indivíduos quando estão, e ajustando-os positivamente quando não estão, antes de verificar os resultados

A verdadeira responsabilidade, proativa ou reativa, está fazendo exatamente isso: garantir que os outros estejam mantendo a coisa mais importante, a mais importante.

Se a excelência é definida pelo que os indivíduos precisam fazer para melhorar e afetar continuamente os resultados, é possível observar e dar feedback.

 Se obstáculos ou barreiras ao desempenho desejável (físico, organizacional ou psicológico) puderem ser identificados e neutralizados antes que resultados negativos sejam reconhecidos, o desempenho poderá ser facilitado.

 Uma vez que isso se torna a metodologia de mudança e melhoria, a organização está, de fato, treinando para o desempenho.

O treinamento está focado em ajudar as pessoas a praticar com mais eficiência, para que obtenham melhores resultados.

A prestação de contas não é diferente.

Estamos juntos!

Organizações fortes em Cultura Organizacional, investem em softwares de gestão em ESG /QSMS-RS & Sustentabilidade.

Já trabalhei em diversos segmentos, todos com passagem de pelo menos 20.000 horas de voo em cada setor, comecei em plataformas do mar do norte e terminei em projetos de energia renovável na África Oriental e Ásia a minha vida usando crachá.

Passei pela mineração, portos, refinarias e infraestrutura pesada.

Sou do tempo que não tinha computador e hoje não vivo sem tecnologia, para realizar nossas consultorias, mas ainda observo que nem todos abraçaram as facilidades de um software de gestão que pode ajudar e muito em suas tomadas de decisão.

O apoio à liderança é o fator mais crítico no sucesso ou fracasso de um programa em ESG / QSMS -RS & Sustentabilidade

Organizações de todos os tamanhos, não importa em que segmento que estão envolvidas, tendem a ser desafiadas pelos mesmos obstáculos de negócios e força de trabalho.

Toda organização tem que cumprir seus números orçamentários, toda empresa está propensa a condições adversas de mercado, toda empresa enfrenta a necessidade de atrair e reter trabalhadores, e toda empresa quer manter seus trabalhadores a salvo de danos.

A diferença entre as empresas de alto desempenho e as que têm um desempenho ruim é como elas enfrentam esses desafios.

Desde que estou nessa área e já se vão + 40 anos realizo que a conquista de alto desempenho em meio ambiente, saúde e segurança etc., requer sistemas de tecnologia aprimorados, liderança executiva e processos que possibilitem uma forte cultura de segurança.

Nessas décadas na área observei que os colegas que estão ativamente envolvidos no programa de segurança de sua organização, estão investindo em programas e softwares de gestão.

Organizações que utilizam do software de gestão em ESG / QSMS são mais eficazes na melhoria dos resultados, enquanto as empresas que relatam um aumento no absenteísmo, lesões e violações de segurança tendem a depender de tecnologia mais antiga ou pequena.

Ainda observo que muitos estão usando planilhas ou papel para gerenciar seus programas QSMS.

O desafio com planilhas manuais ou pranchetas com papel é que você não pode garantir que está coletando as informações certas na hora certa, sempre.

 O outro desafio, em nossa sociedade digital, é que a maioria das pessoas esperam ter acesso à informação on-line, a partir de qualquer dispositivo.”

Organizações de baixo desempenho dizem que o apoio executivo a iniciativas de segurança é mais difícil de encontrar em comparação com empresas de alto desempenho.

Além disso, as empresas de baixo desempenho dizem que as questões orçamentárias também são desafiadoras ou extremamente desafiadoras.

O apoio à liderança é talvez o fator mais crítico no sucesso ou fracasso de um programa de ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade.

E não se trata apenas de um CEO ou VP, mas de um líder que está disposto a demonstrar a propriedade ou patrocínio do programa.

 Os programas que utilizam software em ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade podem parecer uma despesa sem retorno do investimento, mas na realidade empresas que investem em tecnologia estão superando seus pares. Estamos juntos!

Mais mentoria, menos policiamento!!

Trabalhar apenas para obedecer às regras e usar EPI normalmente criam culturas mínimas de segurança de esforço sem colaboradores proativos.

Seu objetivo é exercer controle sobre seus colaboradores ou criar uma força de trabalho motivada inspirada a ir além e perguntar continuamente um ao outro: “Somos atualmente o melhor que podemos ser?”

Para criar um desempenho sustentável, e além dos outros, você deve criar uma situação em que um indivíduo se sinta motivado a fornecer o esforço discricionário crítico.

Pregar a necessidade de certos comportamentos e a pena por não conformidade faz mais mal do que bem.

Motivar alguém a fazer algo normalmente resulta em mudança sustais de curto prazo ou na criação de comportamentos para evitar mais “motivação”.

No início da minha vida profissional, respondia a um supervisor de segurança em uma plataforma de petróleo.

Seu papel era inspecionar locais próprios da empresa para o cumprimento das normas governamentais e da empresa.

Infelizmente, o fato de ele ser um indivíduo carinhoso com paixão pela segurança e bem-estar dos outros pouco importava.

 Ele era conhecido como um ” O policial da segurança”.

Um dia me contou a seguinte história de quando percebeu que era percebido dessa maneira.

Naquela época não tinha internet, celular m Tv de satélite era dura a vida no mar, mas bons tempos!

Continuando sua história, durante sua terceira visita em um local da empresa para auditar e fornecer feedback.

Reparou que quando chegava, saía do veículo da empresa, vestia seu equipamento de proteção individual (Epi) e caminhava em direção à entrada.

Pouco antes de entrar na instalação, ele ouvia no alto-falante: BATMAM, BATMAM

Em sua terceira visita, ele percebeu que BATMAN era um código para “O cara da segurança está no local”.

Isso levou as pessoas a começar a usar seus capacetes enquanto operavam empilhadeiras e a usar adequadamente seus EPI.

Foi quando ele percebeu que era um ” O policial de segurança”.

Eu tenho profissionais na mais alta consideração; no entanto, a triste realidade é que, enquanto os policiais trabalham agressivamente para criar imagens positivas de si mesmos, eles são muitas vezes percebidos como aqueles que emitem advertências e encontram falhas, em vez de como os solucionadores de problemas e solucionadores de problemas que eles são.

Isso vale para pessoas com responsabilidade de segurança; eles são vistos como criadores de problemas, em vez de como conselheiros de excelência operacional.

Não é responsabilidade de uma pessoa!

Mais organizações confiam menos em ter o pessoal de segurança no local diariamente para garantir a conformidade, porque estão preocupados com o fato de a segurança ser vista como responsabilidade de uma pessoa, em vez de responsabilidade de todos.

 Cada vez mais, as organizações estão criando propriedade e responsabilidades pela segurança em vários níveis, incluindo aqueles em cargos de gerência, supervisão ou líder de equipe.

Nas conferências, tenho muita sorte de falar com muitos executivos seniores de empresas que realmente entendem o papel que a segurança desempenha entre a hiper competitividade das prioridades organizacionais.

Costuma-se dizer por esses indivíduos: “Excelência em segurança é um bom negócio”.

Muitas organizações que usam serviços terceirizados estão medindo os recursos de entrega em mais do que os indicadores de desempenho padrão.

Esses clientes estão cada vez mais preocupados com o desempenho de segurança de seus contratados e estão desenvolvendo a perspectiva, compartilhada comigo em particular por um executivo recentemente: “Se você não pode gerenciar algo tão importante quanto a segurança bem, então o que mais você não pode fazer bem?”

Se uma organização pode obter resultados de desempenho incríveis com o sacrifício da segurança dos colaboradores, o que isso diz sobre a sua viabilidade a longo prazo?

Além disso, se a segurança puder ser sacrificada e o lucro for a única força motriz, não demorará muito até que indicadores negativos de desempenho sejam alcançados em qualidade, atendimento ao cliente, entrega e competência.

Gerenciar a conformidade é um aspecto fundamental de qualquer sistema de gerenciamento de segurança bem-sucedido, mas o que é “gerenciamento”?

As definições médias de gerenciamento variam de controle, manuseio ou direção sobre o comportamento ao alinhamento de grupos ou indivíduos para atingir as metas da melhor maneira possível.

A base para a excelência em segurança tem duas partes: gerenciamento e influência.

 O gerenciamento é essencial para ajudar um grupo a se tornar compatível e garantir que eles ajam em alinhamento para o reconhecimento das metas de desempenho.

 A influência cresce em importância quando reconhecemos as limitações da conformidade no caminho para a excelência sustentável.

  Precisamos criar culturas em que as pessoas se sintam seguras para inovar.

Trabalhar apenas para obedecer às regras, seguir os procedimentos e usar EPI garante que ninguém sofra uma lesão relacionada à conformidade, mas também cria uma cultura que trabalha para garantir que o esforço mínimo se torne prática comum e faz pouco para garantir que as pessoas sejam proativas em seus esforços pessoais de identificação de riscos e mitigação / remoção.

Se você deseja novos resultados, as pessoas precisam ser inspiradas, não gerenciadas.

Quando peço em minhas palestras que pensem em uma pessoa que tenha fornecido grande inspiração e motivado com sucesso por uma equipe, a resposta predominante é um coach.

O objetivo de um coach é ajudar os outros a trabalhar em prol de seus pontos fortes e ser o melhor que podem ser. Um coach não é um gerente de desempenho de problemas; isso mais frequentemente cai na categoria de aconselhamento.

Foco, feedback e facilitação devem sempre estar em mente para treinamentos para segurança.

 O foco aborda o que você deseja que o indivíduo faça, o feedback implica reforço positivo e expressão de preocupação, e facilitar significa remover barreiras dos caminhos dos colaboradores para um comportamento bem-sucedido.

Foco – O que especificamente você quer que o indivíduo faça? Certamente, é encorajado a permitir que as pessoas mantenham um senso de autonomia em grande parte do que fazem.

Em segurança, se há comportamentos conhecidos para minimizar ou eliminar a exposição ao risco, isso geralmente se torna um foco de treinamento alinhado a organização.

 Em vez de concentrar apenas a comunicação em torno de resultados desejáveis, o que é mais típico do que admitimos, você pode descrever quais ações são necessárias para atingir um objetivo desejável.

Feedback – As formas mais eficazes de feedback para a mentoria de desempenho são o reforço positivo (projetado para incentivar o comportamento específico a continuar) e a expressão de preocupação (projetada para ajudar a quebrar a complacência, aumentar a conscientização, entender a tomada de riscos de maneira não conformacional e conversar através de alternativas).

Facilitar – Facilite para os colaboradores realizarem com êxito as tarefas da maneira mais segura e bem-sucedida possível. Fornece foco e feedback é valioso quando não há obstáculos ou barreiras no caminho. Às vezes, um líder precisa criar o caminho para que alguém seja bem-sucedido. Isso requer a remoção dos bloqueios mentais para garantir que o comportamento desejável seja possível.

Ajudar os supervisores a se tornarem coachs em segurança forneceu um valor significativo para centenas de organizações.

“Na imaginação, não há limitação”.

 Policiais são vistos como fiscalizadores e aplicadores de multa.

Os coachs ajudam as pessoas a alcançar o que antes acreditavam ser impossível.

 Este é o papel de um grande líder.

 Qual o seu papel hoje?

Estamos juntos 

Gestão de crise em acidentes socioambientais, sua organização está preparada?

Diante dos acidentes socioambientais que vem ocorrendo a décadas e, até os mais recentes, mesmo em organizações que estão envolvidas seriamente nas questões do ESG .

Podemos notar, um certo despreparo e falta de preocupação quanto à atenção devida a acidentes socioambientais, com um grande potencial de arranhar sua imagem ou reputação, quando não gerenciado de forma adequada.

Acidentes socioambientais acontecem, por causa de vários fatores e infelizmente vão continuar acontecendo.

Se nós formos estudar os planos de emergência de algumas organizações, vamos verificar uma cópia e cola de outros planos, como bem burocráticos e um fluxograma de ações supercomplicado para entender, imaginemos quando for pôr em prática.

Assisto, especialistas e mais especialistas em segurança e meio ambiente a ensinar como evitar os acidentes nas organizações, excelente!

Analiso estes modelos e métodos o tempo todo, como consultor agora, mas quando chego no plano de emergência, parece que só mudou o nome da empresa, uma mesmice que chega a dar arrepios.

Muitos Diretores e CEOs não tem a menor ideia do que contém nestes planos, e quando a vaca vai para brejo. Ficam sem saber o que fazer e à mercê da sorte.

Falta de experiência de quem elabora, pode ser.

Como nós dizemos quando passamos por um acidente e apareceu algum imprevisto:

“Não se aprende a fazer gerenciamento de crises sem passar por crises.”

Quando vamos entender, que um acidente dentro da organização é sim uma crise, e deve ser tratada como muita seriedade, independente do poder de impacto ambiental ou se é uma fatalidade ou não.

Se não for gerenciado como uma crise, pode começar pequeno e terminar em uma tremenda dor de cabeça se não existir uma comunicação eficiente interna e externa.

Acidentes deixam marcas psicológicas profundas nos colaboradores, acreditem em quem vos fala por experiência própria.

Não restam dúvidas de que a marca promove uma valorização no valor de mercado das empresas, já que se tornou um diferencial competitivo diante da concorrência, a questão da Sustentabilidade empresarial.

Como pode ser uma empresa sustentável, se na hora de um acidente não sabe como agir?

O que está por trás da marca é a reputação de uma empresa que foi construída no decorrer da sua existência.

Desta maneira, é necessário que as empresas busquem construir uma boa reputação e não meçam esforços para preservá-la e protegê-la.

Não basta ser sustentável, tem que abraçar a sustentabilidade!

“Se um acidente socioambiental não é atendido, a credibilidade e reputação da empresa desaparecem rapidamente aos olhos do público.

Acidentes ambientais são eventos imprevisíveis, que, provocam prejuízos significativos a uma empresa e logicamente.

Desta maneira, acidentes ambientais têm o potencial de desestruturar as operações de uma organização, diminuir suas vendas e criar problemas com o governo, prejudicando a empresa de diversos modos.

Com certeza reflete na percepção dos públicos prioritários em relação à empresa e consequentemente abalará sua reputação e credibilidade.

Um derrame de óleo, tombamento de um caminhão com produto perigoso em uma represa que abasteça uma cidade ou rompimento de uma barragem.

São alguns dos casos típicos envolvendo a existência de organizações que possivelmente tendem a enfrentar uma efetiva crise.

De fato, todas as atividades de transporte, armazenamento e produção estão sujeitas a acidentes ambientais.

A melhor forma de se lidar com estes fatos é através de um processo de preparação, ou seja, fazer uma avaliação de todos os possíveis riscos para poder, eventualmente, enfrentá-las.

Estudar os pontos onde a empresa é mais vulnerável, se faz imprescindível.

Com tal informação, é possível chegar à conclusão da existência de alguma previsibilidade dos eventos, que acarretam.

Não existe uma única fórmula para que uma organização lide com um possível risco.

É necessário que a empresa esteja sempre preparada, que esteja constantemente se preparando, se reciclando, e acima de tudo, aprendendo com os erros.

Gestão de lições aprendidas conta muito na elaboração de um plano de emergência.

Torna-se fator de sobrevivência para as empresas possuírem um planejamento preventivo de crise, ou melhor, um plano de gestão de crise para acidentes ambientais, minha experiência diz que acidentes ambientais seguem um determinado padrão.

E se têm um padrão por que não, de alguma forma, recorrer à prevenção?

É justamente a prevenção, o aspecto mais importante do gerenciamento, já que à hora do acidente é o momento de reagir, e não de planejar.

Um plano de gerenciamento é um conjunto de medidas, posturas e consensos capazes de fazer com que o sucesso de uma ação no lugar onde ocorreu uma situação adversa possa ser captado como tal.

A imagem transmitida por uma organização numa situação de crise é tão ou mais importante do que suas ações.

É importante frisar um aspecto muitas vezes omitido por alguns.

O gerenciamento não deve ser visto como uma fórmula de agir, e sim como uma maneira de pensar, uma filosofia.

Certamente, é possível determinar certo padrão no desencadeamento de eventos de acidentes, no entanto, isso não quer dizer que os eventos que desencadeiem um acidente não possuam particularidades que façam a total diferença.

Desta maneira, o mais importante é fato de adaptar preceitos teóricos à realidade prática.

Dentro do plano teórico, todo plano possui alguns pontos básicos como: avaliação dos riscos mais prováveis, comando das situações de crise, base de dados, definição do porta-voz e auditoria do acidente.

Por avaliação dos acidentes mais prováveis, entende-se por uma das primeiras funções do plano que é mapear os riscos.

O outro ponto é referente ao comando das situações que reza que todo plano e deve definir quais líderes que vão criar a cultura da organização para enfrentar o processo.

Alguns acidentes acarretam certa paralisia no alto nível gerencial de uma empresa.

Dessa maneira, para que a empresa possa funcionar de uma forma mais efetiva durante um acidente de grande magnitude é preciso um comando treinado que possa lidar com acontecimentos de tal natureza.

Em verdade, o plano de gerenciamento de acidentes ambientais deve ser encarado, pelas empresas como uma ferramenta decisiva no seu planejamento de marketing.

A prática tem mostrado que empresas com ações preventivas, que se preparam para emergências, são as que obtêm maior sucesso nesses momentos e conseguem sofrer menos arranhões na imagem.

Estamos juntos!

Mudanças Climáticas, e o impacto nas seguradoras, entendendo o risco físico, um guia para as organizações.

Ultimamente nossa consultoria tem realizado vários trabalhos na área de avaliação de riscos climáticos para os ativos das organizações, em consequência da demanda das seguradoras para renovar as franquias de seus seguros.

Tenho em vista que nossos colegas ainda têm um pouco de dificuldade de entender do que se trata, aqui segue um pequeno texto para ajudar.

O que é Risco Físico?

O risco físico refere-se ao dano ou perda potencial aos ativos físicos devido às mudanças climáticas.

Pode surgir de eventos agudos e crônicos.

* Riscos agudos:

 Eventos climáticos repentinos e severos, como furacões, inundações e incêndios florestais.

* Riscos crônicos:

Mudanças de longo prazo nos padrões climáticos, incluindo aumento do nível do mar, aumento das temperaturas e padrões de precipitação alterados.

Principais perigos e indicadores de risco físico;

Para avaliar e gerenciar efetivamente o risco físico, as organizações precisam considerar os seguintes perigos e seus indicadores associados:

* Furacões e tufões:

Velocidade do vento e altura do surf acumulados.

* Inundações:

Frequência de inundações, gravidade das inundações, intensidade das chuvas, dias muito úmidos e dias úmidos.

* Incêndios florestais:

Mudança em dia com alto potencial de incêndio florestal e mudança no potencial máximo de incêndio florestal.

* Aumento do nível do mar:

Frequência absoluta de inundações costeiras, exposição relativa a inundações costeiras e mudança na demanda de energia.

* Estresse térmico:

 Dias de calor extremo e temperatura máxima.

* Secas:

Seca meteorológica (dias por ano com precipitação abaixo de 1 mm).

* Mudanças na precipitação:

Estresse hídrico de linha de base atual, variabilidade interanual atual, mudança na demanda de água e mudança no abastecimento de água.

Impactos específicos da indústria:

 Setores como agricultura, turismo e infraestrutura são particularmente vulneráveis a riscos físicos.

 Por exemplo, o aumento do nível do mar ameaça as cidades costeiras e a infraestrutura, enquanto o calor extremo pode atrapalhar a manufatura e a agricultura.

Mitigando o risco físico:

Uma abordagem proativa

As organizações podem tomar várias medidas para mitigar o risco físico:

1- Avaliação de risco:

Realize uma avaliação completa para identificar possíveis vulnerabilidades e priorizar estratégias de mitigação.

2- Modelagem climática:

Utilize modelos climáticos para prever cenários climáticos futuros e avaliar possíveis impactos.

3- Investimento em resiliência:

Invista em infraestrutura e operações resilientes aos riscos relacionados ao clima.

4- Resiliência da cadeia de suprimentos:

Certifique-se de que as cadeias de suprimentos sejam resilientes a interrupções causadas por riscos físicos.

5- Seguro e transferência de risco:

Considere o seguro e outros mecanismos de transferência de risco para gerenciar perdas financeiras.

* Quais são as ameaças climáticas mais significativas para suas operações?

Se precisar de ajuda não hesite em nós procurar

Estamos juntos

Aprenda com os meus erros , como evitar a complacência organizacional, o grande pesadelo para nós gestores de riscos!

Alcançar e manter seu ativo livre de acidentes socioambientais exige uma forte liderança.

Em 2008, uma refinaria que pertencia a minha gestão como Diretor de QSMS-RS, explodiu, matando 14 pessoas.

Os resultados da investigação foram surpreendentes.

 Há décadas, os líderes executivos desta planta sabiam do risco inerente à explosão do açúcar, mas nunca agiram sobre o assunto.

Esta história é muito familiar?

A turma do QSMS-RS local vivia falando e apontando, mas eles não deixavam chegar aos meus ouvidos a questão.

Mas você Roberto, fazia o que.

Bem, eu ia conversar com a turma, fazia minhas caminhadas de QSMS-RS na planta junto com eles, comunidades etc., mas silêncio total

Havia uma ameaça de demissão se vazasse alguma coisa para minha pessoa.

No me julguem ERREIIIIIII, mas experimenta gerenciar vários ativos em mais de 8 países diferentes!

Nos últimos anos, acidentes catastróficos semelhantes foram relatados envolvendo nitrogênio a granel usado no processamento de alimentos, nitrato de amônio para fins agrícolas e produtos químicos usados para purificação da água.

Os gestores podem influenciar outros a tomar as decisões certas e vencer como uma equipe.

No entanto, um gerente pode não ser necessariamente um bom líder, e um líder nem sempre é um gerente de pessoas.

 Os líderes entendem que nenhum produto ou serviço vale a pena prejudicar o bem-estar dos colaboradores, socorristas ou da comunidade.

Eles devem evitar a complacência organizacional, intensificando e demonstrando comportamentos importantes de liderança.

Nada mata a complacência mais rápido do que um líder vulnerável que acredita que eles ou sua organização podem falhar, e compartilha essa realização com outros.

Líderes visivelmente vulneráveis ouvem as preocupações dos colaboradores

Eles atribuem recursos para investigar e acompanhar o que pode ser sinais sutis de potencial catástrofe.

Em seguida, garantem que as pessoas aprendam os resultados e a organização implemente os aprendizados.

Mudar a visão de mundo da liderança de “Não me fale sobre problemas, me dê soluções” para “Diga-me mais, e vamos resolver isso juntos” leva tempo.

Comece com o tempo de configuração durante cada reunião de atualização de negócios para perguntar quais sinais de aviso sutis ou fatores de risco sua equipe tem notado ultimamente. Faça da sua organização um lugar seguro para reconhecer problemas para que você possa fornecer os recursos certos para ajudar as pessoas a superar esses desafios.

O termo “normalização do desvio” descreve quando as organizações relaxam seus critérios de aceitação de risco em vez de identificar e corrigir as causas subjacentes relacionadas aos eventos de exposição.

A normalização do desvio muitas vezes começa em um canto de uma organização e pode se espalhar se não for verificada.

Os gestores podem se destacar no compartilhamento de objetivos de negócios, mas podem ficar aquém de estabelecer limites sobre como isso deve ser feito.

Os líderes devem ter limites que não permitirão que outros cruzem em relação ao respeito às pessoas, um código de conduta ético, tomada de risco e quando uma situação muda ou introduz risco inerente que possa impactar o bem-estar dos trabalhadores, a viabilidade da cadeia de suprimentos e a comunidade.

Processos formais de trabalho e uma estrutura de governança devem ser estabelecidos para ajudar a comunicar, rever e validar expectativas.

Ambos são uma forma de as pessoas denunciarem o desvio e ajudarem na gestão da mudança com expertise imparcial e supervisão de liderança.

Chamadas e eventos próximos podem ser sintomas de supervisores e gerentes de linha de frente sentindo pressão para assumir um papel de tomada de decisão para ajudar a cumprir um objetivo de negócios.

Ao fazê-lo, eles estão tomando uma decisão que deveria ter sido avaliada e escalada para um nível mais alto da organização.

Não se pode esperar que os líderes conheçam todos os detalhes técnicos, mas devem ser engajados quando as decisões representam alto risco inerente.

 Eles devem reconhecer a necessidade de envolver o QSMS-RS e outros especialistas para identificar riscos e potenciais consequências em relação à ação e inação.

Os líderes devem estar confortáveis em dizer “Mostre-me os dados” para garantir que o viés não se torne um fator em sua decisão.

Finalmente, o pessoal da linha de frente deve ter disciplina operacional para seguir os procedimentos e escalar quando vê, ouve, sente, cheira ou sente algo que não é típico.

Essas situações devem ser investigadas, seguidas de um processo estruturado de revisão e escalonamento.

A verdadeira recompensa de investir nesses comportamentos de liderança é influenciar todos os membros da equipe a “entrar no jogo”.

As organizações devem reformular o sucesso não apenas pelos serviços ou produtos que fornecem, mas na conduta de seus líderes.

Estamos juntos

O ” Cisne Negro” não pode ser desculpa para falta de uma gestão de ESG e dos riscos socioambientais, será que agora o mercado financeiro aprende!

O “Cisne Negro” tornou-se um clichê para qualquer coisa ruim que nos surpreenda. 

Mas o início do COVID-19 não foi um Cisne Negro de acordo com o acadêmico que inventou o termo e lamenta seu uso indevido , Nassim Taleb , e eu concordo 100%

Então, se a indústria de investimentos pensou que COVID-19 era um Cisne Negro o que está faltando?

 Uma coisa parece certa, se o mercado pensou que o COVDI-19 era um Cisne Negro, então talvez as finanças precisem evoluir sua modelagem de risco socioambientais para estar mais avançada olhando em consonância com o pensamento complexo de sistemas adaptativos.

Os mercados são adaptativos e mudam ao longo do tempo, usar modelos da física não funcionam, em vez de modelos da biologia que olham para sistemas adaptativos complexos são mais apropriados.

“Precisamos sair dos velhos paradigmas”

Alguns no setor financeiro começaram a olhar para novos sistemas de risco quanto aos impactos socioambientais

É visível a preocupação em aumentar o foco para melhorar a gestão de riscos para os proprietários de ativos.

 Uma crise não é estática, mas decorre de uma série de eventos com muitos agentes mudando o ambiente, muitas vezes simultaneamente.

A contínua ignorância e incapacidade da indústria financeira de olhar além dos modelos tradicionais na avaliação dos riscos é algo que preocupa principalmente os investidores de projetos de infraestrutura

As redes globais de saúde enfrentaram pandemias e pandemias potenciais no passado com doença legionária, AIDS, gripe aviária, SARS e MERS.

Mas indo para 2020, o mercado, a imprensa e outros agiram como ninguém antecipou um evento do tipo COVID. 

O que mais me incomoda é o que outros riscos podem existir à vista de que o mercado subestima.

A mudança climática e a acidificação dos oceanos são desconsideradas, por exemplo, e quem trabalha com meio ambiente “hands on” nas organizações, sabe que esse fato é muito complexo.

A fala bonita pelos jornalistas e até a turma que está louca para captar investidores para sua gestão de fundos ESG é intensa, mas sem fundo nenhum de conhecimento e das reais consequências desses impactos.

As consequências dessa miopia não serão sentidas no próximo trimestre ou mesmo no próximo ano, mas podem facilmente se tornar uma crise nas próximas décadas .

Na gestão de carteiras, os investidores estão gerenciando o futuro e não o passado, então usar dados históricos para criar uma distribuição de resultados potenciais no futuro é limitado.

Usar o termo incerteza para fazer a distinção de que o futuro não é algo que sai de um modelo, é muito mais complicado.

Algumas dessas coisas são conhecidas, como as mudanças climáticas, simplesmente não sabemos todas as dimensões do que implicará.

A interrupção da economia global devido à pandemia COVID-19 é um exemplo do impacto potencialmente circular se a incerteza não for considerada e gerenciada.

Em janeiro, Taleb disse:

 “Custará muito para reduzir a mobilidade no curto prazo, mas deixar de fazê-lo acabará custando tudo se não desse evento, então um no futuro…. políticos e tomadores de decisão devem agir rapidamente para evitar a falácia de que ter um respeito adequado pela incerteza diante de possíveis catástrofes irreversíveis equivale a “paranoia”, ou a crença de que nada pode ser feito.”

Portanto, embora não se saiba qual será o próximo grande disruptor para os mercados, está acordado que haverá interrupção am algum momento de NOVO!

Os investidores precisam trabalhar mais para abrir suas mentes, quanto uma gestão de altos riscos de impactos socioambientais, suas perspectivas e seus processos para permitir que a avaliação prospetiva da incerteza seja uma parte normal de sua modelagem de alocação de ativos.

Gestão de riscos socioambientais, já!

Estamos juntos 

A RSC (Responsabilidade Social Corporativa) X ESG, eles são realmente iguais?

Nas organizações que nossa consultoria está implantando o ESG, sempre deparamos com essa dúvida.

E a ideia neste pequeno texto é tentar mostrar as diferenças para ajudar nossos colegas.

Muitas vezes, ouvimos RSC e ESG usados de forma intercambiável, mas são?

Vamos mergulhar nas nuances.

A RSC (Responsabilidade Social Corporativa) é o compromisso de uma organização em operar de forma a contribuir positivamente para a sociedade.

Trata-se de práticas éticas, filantropia, engajamento dos funcionários e envolvimento da comunidade.

ESG (Environmental, Social, and Governance) é uma estrutura usada para analisar e gerenciar os riscos que podem afetar a reputação, imagem e a perenidade   os negócios, nada mais nada menos.

Ele se concentra no impacto ambiental, práticas sociais e governança corporativa.

Embora ambos compartilhem um objetivo comum de sustentabilidade, o ESG é mais quantificável e mensurável.

 É uma estrutura que investidores e partes interessadas usam para avaliar o desempenho de uma organização.

Principais diferenças:

A RSC é mais ampla, abrangendo o impacto geral de uma organização, enquanto o ESG é mais específico para fatores ambientais, sociais e de governança.

O ESG é frequentemente medido usando métricas e estruturas padronizadas, facilitando a comparação de organizações.

ESG está se tornando cada vez mais um requisito regulatório, enquanto a RSC é muitas vezes voluntária.

O ESG é normalmente integrado em toda a estratégia de uma organização, enquanto a RSC pode ser uma atividade separada.

 O ESG geralmente envolve um comitê de direção em vários departamentos, enquanto a RSC pode ser tratada por um departamento específico ou uma versão da cidadania corporativa.

Embora a RSC e o ESG tenham como objetivo criar um impacto positivo, o foco do ESG em métricas mensuráveis permite uma avaliação mais precisa.

 O ESG é cada vez mais visto como um impulsionador central do valor comercial, enquanto a RSC tem sido historicamente vista como uma atividade “agradável de se ter”.

Portanto, embora a RSC seja um componente vital do ESG, elas não são idênticas.

Compreender essas distinções é crucial para organizações e investidores.

O que você acha?

 A RSC e o ESG são realmente intercambiáveis ou existem diferenças significativas?

Estamos juntos

Quem tem medo do escopo 3(Parte II)? e, como calcular as emissões do Escopo 3?

Assistimos muitas organizações gritando sou carbono Zero, Neutro e até negativo!

Aliás espero que turma que tenha ido a COP26 (trabalhar, rsrs) compense suas emissões.

Mas a pergunta que não se quer calar!

Vai ser carbono zero para os 3 escopos, mesmooo ou só 1 ou 2? rsrs

Tem gente que engasga quando eu pergunto.

Muitos tem assumido compromissos para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) de suas operações, como o ar-condicionado em edifícios ou eletricidade de escritórios, também conhecido como escopo 1 e 2.

Com promessas mais ambiciosas sendo feitas para serem zero ou neutras em suas pegadas carbono, as organizações agora devem responder pelas emissões do escopo 3, que muitas vezes podem incluir até 90% das emissões totais de uma empresa, dependendo da indústria.

Como a divulgação de GEE continua sendo uma parte central dos relatórios ambientais, é importante que as empresas incorporem o escopo 3 para entender o quadro geral de onde os focos de emissão estão na cadeia de valor e usar essa análise para desenvolver metas e metas estratégicas.

O que é o Escopo 3?

O escopo 3 é definido como emissões indiretas que ocorrem na cadeia de valor.

 As emissões são classificadas em 15 categorias, conforme definido pelo Protocolo de Gases de Efeito Estufa, incluindo bens de capital, investimentos e deslocamento de funcionários.

Muitas vezes há desafios na avaliação e cálculo das emissões do escopo 3, já que muitas vezes não estão no controle direto de uma empresa.

 Os dados necessários para calcular o escopo 3 podem variar amplamente, ao contrário do escopo 1 e 2, que dependem fortemente de contas de luz e registros de consumo.

Por exemplo, para categoria 1: Bens e Serviços Comprados, você pode precisar contratar sua equipe de Compras para coletar dados de gastos em toda a empresa.

Para a Categoria 4: Transporte e Distribuição Upstream, você pode trabalhar com suas equipes de Supply Chain e Logística para entender a origem e os locais de destino dos portos para todas as importações, o modo de transporte e a distância percorrida para cada importação.

O Processo de Cálculo

–  Identifique suas categorias relevantes.

Provavelmente, nem todas as 15 categorias serão relevantes para sua empresa.

Para alguns, isso será óbvio, por exemplo, sua empresa não possui nenhuma Franquia (Categoria 14).

Outros podem ser mais ambíguos, e você pode precisar fazer mais escavações e avaliá-los mais.

 Revise cada descrição da categoria para entender melhor o que entra em cada categoria e quais atividades em sua empresa seriam incluídas para cada uma.

E lembre-se, só porque você não pode controlar diretamente as emissões de uma categoria não significa que é irrelevante.

 – Revise quais dados coletar.

Cada descrição da categoria contém uma seção que mostra a metodologia de cálculo e os dados necessários para o cálculo, com algumas categorias que apresentam métodos diferentes.

Por exemplo, categoria 2: Bens de Capital, tem quatro métodos de cálculo diferentes, como o método “específico para fornecedor” ou “híbrido”.

– Reúna os dados e construa um inventário simplificado.

À medida que uma empresa coleta cada vez mais dados de sua cadeia de valor, o inventário pode facilmente se tornar avassalador.

Durante este tempo, é melhor organizar o que foi coletado da forma mais perfeita possível para que os cálculos ano após ano possam ser realizados e o progresso em relação às metas possa ser medido.

 Isso significa garantir que as bases de dados sejam preenchidas com todos os pontos de dados necessários para que os cálculos sejam fáceis de navegar através da filtragem, e sejam consistentes de ano para ano.

–  Calcular as emissões da categoria.

Depois que os dados foram coletados, você está pronto para os cálculos. Consulte a descrição da categoria para encontrar a metodologia de cálculo apropriada. A produção deve fornecer as emissões totais para essa categoria.

– Entenda (e documente) suas limitações.

Disponibilidade e qualidade de dados podem estar faltando para algumas categorias.

Portanto, é importante anotar quaisquer suposições ou estimativas, para que elas possam ser contabilizadas no futuro.

Por exemplo, digamos que o único método de cálculo que pode ser realizado para a Categoria 1: Bens e Serviços Adquiridos é usar o método de gastos, onde os dados necessários para calcular este é o valor total gasto em todos os bens e serviços adquiridos.

 Embora o uso deste método forneça uma estimativa de emissões com base nos gastos, é apenas uma estimativa.

 Na maioria dos casos, o uso do método específico do fornecedor, que requer a obtenção de dados diretos de fornecedores, fornecerá um número mais preciso, mas isso pode ser extremamente difícil de obter.

 Este é um caso em que você gostaria de documentar para obter dados precisos no futuro.

– Faça uso de seus dados.

Depois de calcular suas emissões, agora você está pronto para utilizar essas informações para fazer a diferença em sua organização.

Os dados podem ser usados para relatórios de divulgação, para ajudar a certificar para alvos baseado sem ciência, ou para descobrir pontos quentes na cadeia de valor para se concentrar em alvos específicos.

 Quantificar o escopo 3 possa ser desafiador é importante lembrar que a estrada para a construção de um inventário minucioso é uma jornada.

 Se sua equipe de sustentabilidade está apenas começando a olhar para quantificar suas emissões de escopo 3, eles devem começar com categorias com dados mais acessíveis mesmo que essas emissões representem apenas uma pequena porcentagem do quadro geral.

Estimativas aproximadas podem ser facilmente alcançadas com recursos softwares, onde apenas os dados de gastos são necessários por categoria.

Plataformas disponíveis no mercado existem para ajudar na coleta de dados de fornecedores e parceiros.

Uma vez que os dados necessários são mais acessíveis, você pode refinar ainda mais seus cálculos e fechar suas lacunas.

Estamos juntos

Aspectos e impactos socioambientais no seu segmento, por onde começar?

A maioria dos nossos leitores estará familiarizada com o que significa um SGA ou Responsabilidade Social Corporativa, e os benefícios que a conformidade socioambiental pode trazer.

 Os sistemas de gestão socioambiental são projetados e escritos de tal forma que se aplicam a organizações em todos os setores, e os benefícios podem ser acumulados, não importa em que segmento opera.

É razoável supor que ainda maiores ganhos socioambientais podem ser obtidos destacando e reduzindo o impacto de aspectos relevantes dentro de um local de trabalho de fabricação.

Então, o que precisamos levar em consideração para garantir que sua organização possa conseguir isso?

Haverá muitos aspectos que afetam o desempenho ambiental do seu negócio.

 Se você trabalha na fabricação ou serviços muitas atividades que sua organização realiza terá um impacto socioambiental.

Vamos olhar especificamente para o processo de fabricação em si.

 Identificar os principais aspectos ambientais é o ponto de partida crítico, e você pode usar essa nossa sugestão.

Faça uma lista de todas as “entradas” para o seu processo de fabricação;

 Onde devem incluir itens tão diversos como matéria-prima, eletricidade e custos de serviços públicos, embalagens, custos de viagem, e qualquer outra coisa que você considera tem um impacto ambiental.

A melhoria contínua é fundamental para seus sistemas de gestão, portanto, ter uma compreensão firme do seu ponto de partida é fundamental.

Um plano para remover ou melhorar esses aspectos, incluindo como e quando eles serão avaliados, garantindo que seus objetivos e desempenho sejam corretamente comunicados e compartilhados com sua equipe é muito importante.

Você terá que trabalhar para reduzir o impacto dos aspectos socioambientais que você identificou.

Como mencionado acima, você dependerá do seu processo de revisão para garantir que isso seja eficaz.

Realizar auditorias internas para gerar melhorias em seu sistema de gerenciamento ambiental é FUNDAMENTAL, e esse processo de auditoria pode ser usado para identificar aspectos e impactos que você pode não ter considerado, ou mesmo simplesmente examinar seu processo atual e extrair melhorias adicionais.

Por exemplo, um dos nossos clientes em que estava passando pela implementação do SGA, nossa equipe fez as seguintes observações após uma auditoria interna, ao analisar sucatas que existiam devido ao um processo, em que podiam ser recuperadas.

Só foi passível alcançado esse resultado por manter a disciplina de revisar, definir o escopo dos riscos e auditar internamente o desempenho e os aspectos socioambientais

Lembre-se de que as melhorias socioambientais geralmente andam de mãos dadas com as melhorias do processo e as reduções de desperdício, consumíveis e energia.

 Isso significa um benefício para o meio ambiente e os resultados da sua operação de fabricação.

Portanto, agora temos aspectos ambientais que identificamos, avaliamos e medimos.

Decidimos sobre os objetivos e os compartilhamos com a equipe.

Formulamos um plano para aprimorá-los e decidimos usar ferramentas como nosso processo de auditoria interna para apoiar a identificação de aspectos complementares e a melhoria dos existentes.

 Em outros termos, implementamos o PDCA, que está no coração da família de normas ISO, nos comprometemos com o uso de auditoria e revisão para garantir que promovamos a melhoria contínua em termos de nossos desempenhos ambientais.

 Isso também pode ser apoiado pela futura dependência crescente do SGA no gerenciamento de riscos, que deve envolver maior participação da equipe em termos de identificação e mitigação de riscos para os negócios, incluindo riscos que podem afetar o meio ambiente.

Se você desenvolver seu SGA para lidar com os aspectos ambientais, sem dúvida dará um grande passo para alcançar os resultados quanto na minimização de seu impacto no planeta em que vivemos, e que temos o dever de preservar.

Estamos juntos! 

Gestão de riscos ESG, passo a passo!

Os riscos ambientais, sociais e de governança (ESG) estão se tornando cada vez mais importantes para as empresas considerarem.

 Esses riscos podem ter um impacto significativo no desempenho financeiro, na reputação e na capacidade de operação de uma empresa.

O que são riscos ESG?

Os riscos ESG são fatores que podem ter um impacto negativo no desempenho ambiental, social ou de governança de uma empresa.

Os riscos ambientais podem incluir mudanças climáticas, poluição e escassez de recursos.

Os riscos sociais podem incluir práticas trabalhistas, direitos humanos e relações com a comunidade.

Os riscos de governança podem incluir composição do conselho, remuneração de executivos e corrupção.

Por que é importante medir e gerenciar os riscos ESG?

Há uma série de razões pelas quais é importante que as empresas meçam e gerenciem os riscos ESG.

Esses incluem:

* Desempenho financeiro:

Os riscos ESG podem ter um impacto significativo no desempenho financeiro de uma empresa.

 Por exemplo, uma empresa que não está gerenciando seus riscos ambientais pode enfrentar multas regulatórias ou custos de seguro mais altos.

* Reputação:

Consumidores e investidores estão cada vez mais interessados no desempenho ESG de uma empresa.

 Uma empresa vista como irresponsável em suas práticas ambientais ou sociais pode prejudicar sua reputação e perder participação de mercado.

* Capacidade de operar:

Alguns governos estão começando a exigir que as empresas divulguem seus riscos ESG.

As empresas que não conseguem demonstrar que estão gerenciando seus riscos ESG podem ter dificuldade em operar em determinados mercados.

Como as empresas podem medir e gerenciar os riscos ESG?

Há uma série de etapas que as empresas podem seguir para medir e gerenciar os riscos ESG.

Esses incluem:

* Identificação de riscos ESG:

 O primeiro passo é identificar os riscos ESG mais relevantes para o seu negócio. Isso envolverá considerar seu setor, suas operações e sua cadeia de suprimentos.

* Desenvolvimento de um plano:

 Depois de identificar seus riscos ESG, você precisa desenvolver um plano para gerenciá-los.

Este plano deve incluir etapas para mitigar os riscos, monitorar seu progresso e relatar seu desempenho.

* Definição de metas:

 Definir metas claras para o seu desempenho ESG pode ajudá-lo a acompanhar seu progresso e se responsabilizar.

Ao tomar medidas para medir e gerenciar os riscos ESG, as empresas podem melhorar seu desempenho financeiro, reputação e capacidade de operar.

Estamos juntos

ISO 50001: O que é , e para que serve?

Em nosso último texto comparando a 140001 e 50001 recebi vários questionamentos, e até a ideia de uma live foi pedida, mas cá entre nós, é muita live de “especialista” né!!

Talvez eu abra uma sala de bate papo para no máximo 10 pessoa, mas vamos pensar.

A norma internacional ISO 50001 visa aumentar e melhorar a eficiência energética e reduzir custos nas empresas

A ISO 50001 é uma norma que pode ser aplicada ao setor público e ao setor privado e cujo objetivo é aumentar e melhorar a eficiência energética e reduzir a pena.

Neste texto, expressaremos brevemente o que consiste na ISO 50001, seu propósito e seus benefícios, para que possamos entender os aspectos mais básicos desta Norma Internacional.

O que é ISO 50001?

As organizações devem desenvolver uma política para um uso mais eficiente da energia.

ISO 50001:2011, “Energy Management System – Requerimentos with Guide for Use” foi criado pela ISO, Organização Internacional para padronização, e é baseado no modelo de sistema de gestão que se mostrou muito útil e é construído internacionalmente por organizações em todo o mundo.

Como diz a publicação da ISO ” Win the Energy Challenger with ISO 50001″, a aplicação dessa norma “pode fazer uma diferença positiva para organizações de todos os tipos em um futuro muito próximo, ao mesmo tempo em que apoia esforços de longo prazo para melhorar as tecnologias energéticas”.

Qual é o propósito da ISO 50001?

A mesma publicação anterior nos diz que “a norma visa fornecer às organizações uma estrutura reconhecida para integrar a eficiência energética em suas práticas de gestão”. Desta forma, podemos adiar que a norma seguirá para cumprir os seguintes pontos:

Disponibilizar às empresas as ferramentas que as ajudam a aproveitar efetivamente seus ativos atuais de consumo de energia.

Facilitar a criação de transparência e comunicação fácil sobre gestão de recursos energéticos.

Melhorar as práticas de gestão de energia e promover boas práticas de gestão de energia.

Facilitar a avaliação das instalações e permitir que a aplicação seja dada às empresas de novas tecnologias no campo da eficiência energética.

Ajude a conscientização sobre a eficiência energética a se espalhar por toda a cadeia de suprimentos, em última análise, por toda a organização.

Permitir que a empresa integre projetos de melhoria da eficiência energética com outros sistemas de gestão, como o Sistema de Gestão Ambiental de acordo com a ISO 14001.

Portanto, devemos indicar que a ISO 50001 segue o processo já observado na ISO 9001, Sistema de Gestão da Qualidade, ISO 14001, Sistema de Gestão Ambiental e ISO 27001, Sistema de Gestão da Segurança da Informação.

Ou seja, segue o Processo de Plan-Do-Verify-Acting que permite a melhoria contínua e a busca contínua pela integração das últimas notícias e tecnologia.

Vantagens da ISO 50001 para organizações:

A publicação acima nos diz que “como todas as normas do sistema de gestão, a ISO 50001 foi projetada para ser aplicada por qualquer organização, seja qual for o seu tamanho ou atividade, seja no sistema público ou privado, independentemente de sua localização geográfica”.

Nesta mesma publicação, ela nos diz que “a ISO 50001 fornece um quadro de requisitos que permite às organizações:

Desenvolver uma política para um uso mais eficiente da energia.

Estabeleça metas e objetivos para cumprir a política.

Use os dados para entender melhor e tomar decisões sobre uso e consumo de energia.

Meça os resultados.

Reveja a eficácia da política.

Melhore continuamente a gestão de energia.”

Estamos juntos!

Porque não engrena o seu plano de gestão ESG / QSMS-RS & Sustentabilidade na sua organização!

Muitas organizações não entendem o motivo.

“Sempre deu certo, sempre foi assim”.

 É com essa afirmação que um dos nossos clientes, começou em nossa reunião de Quick off para atualizar seu sistema de gestão e agora queria incluir as tais métricas ESG!!

A realidade nua e crua é que utilizam todas as filosofias que existem no mercado, copiam as ações que dão mais marketing e acham que possuem especialistas no seu quadro.

E agora querem resultados pois os investidores estão cobrando!

E haja reunião e encontros, gestão a vista, SIPAT, SIPATMA, semana disso e daquilo e mais quadros de gestão para todo lado, mas ainda assim, continuam rasgando dinheiro em treinamentos e novos softwares.

E acidentes acontecem, vazamentos de óleo e produtos químicos, rompimento de barragens etc.

Onde foi que nós erramos.

Papel aceita tudo, quantas vezes você já ouviu essa frase.

 Acredito que muitas, certo?

Em especial, em época de auditorias, onde encontramos pura hipocrisia, onde meses antes, aquele corre corre para arrumar papel, depois os auditores no papel deles “me engana que eu gosto “, e depois uma grande celebração para certificações e recertificações no Linkedin, sem mencionar uns $$$$ gastos para a certificadora.

E uma grande e triste verdade no mundo empresarial, que muitas lideranças estão preocupadas em fazer bonito enquanto a coisa está pegando fogo.

Agora, questione-se: O papel aceita tudo, mas quem preenche o papel?

Pessoas!

Muitas organizações estão preocupadas com a aparência de serem preocupadas com SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE, O SOCIAL E AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE, mas não dão atenção para a essência da filosofia.

Não existe uma mentalidade para uma cultura forte e enraizada em seu DNA.

Dar a devida importância ao QSMS-RS & Sustentabilidade, é atitude.

 É ter sentimento de dono pelo negócio, executando as tarefas de forma consciente, e não por obrigação ou por ser a nova moda divulgada pelos marketeiros da comunicação.

O maior obstáculo para o desenvolvimento em qualquer ambiente é a mente.

Quer um exemplo crítico?

A alta gerência não ter a mentalidade necessária faz com que todas as suas iniciativas como líder de um programa de melhoria pareçam gastos ou firulas.

Outro exemplo crítico?

Pessoas utilizando as ferramentas como robôs, e não por estarem engajados em extrair o melhor de seus postos de trabalho.

A dificuldade em trabalhar os pensamentos das equipes, para que elas mudem da visão tradicional para a visão enxuta do negócio, pode ser também um belo diagnóstico de que a cultura da empresa já é deficiente diante dos objetivos do negócio.

É sinal de que a troca de horas por mão de obra não está equilibrada, e tudo está sendo feito muito mais pela necessidade de um salário ao final do mês do que por uma parcela de propósito e engajamento.

Se pensar de forma básica, no bem comum da empresa já se mostra uma tarefa difícil, imagine então incorporando ferramentas e pensamentos mais avançados.

A gestão de QSMS-R S & Sustentabilidade é feito de pessoas.

 Ferramentas devem ser usadas pelas pessoas, e não as pessoas serem usadas pelas ferramentas.

Cuide delas e elas cuidarão do seu negócio.

Estamos juntos!

Diferenças entre ISO14001 e IS050001, vocês sabem?

Trabalhando a um tempinho em projetos, implantação e operação na área de geração de energia renovável não é incomum encontrar essa dúvida quando realizamos análise de riscos socioambiental e até mesmo em due diligencies para M&A entre nossos assessorados.

Antes de tudo a questão aqui não é se vale a pena ser certificado ou não, (tenho minha opinião a respeito, e aqui não é o fórum), mas sim, é sobre o sistema de gestão a ser adotado.

A ISO 14001, ajuda as organizações a gerenciar aspectos de suas operações que podem impactar seus stakeholders e o meio ambiente.

O uso de energia muitas vezes tem impactos socioambientais muito significativos, incluindo o esgotamento dos recursos naturais (gás, petróleo, combustíveis fósseis), emissões de gases de efeito estufa, aquecimento global, comunidades e por aí vamos.

Poderia passar o dia todo aqui, detalhando esses impactos, mas também, não é o objetivo do texto.

Mas cá entre nós, se vocês soubessem o que existe de projetos parados por aí por falta de uma visão dos riscos ….

A ISO 50001, em contrapartida, ajuda as organizações a otimizar seu desempenho energético.

Muitos questionam por que a ISO 50001 foi necessária quando o uso de energia, como aspecto socioambiental, já está coberto pela ISO 14001.

Então, como a ISO 50001 difere da ISO 14001?

Ambas as normas fornecem uma abordagem sistemática para proteger o meio ambiente por meio de políticas, objetivos e planos de ação para alcançar os resultados pretendidos.

No entanto, as duas normas têm escopos diferentes: A ISO 14001 tem um escopo mais amplo abrangendo todos os aspectos ambientais.

 A ISO 50001 se restringe ao uso de energia, abrangendo práticas de projeto e aquisição de equipamentos, sistemas, processos e pessoal que impactam o desempenho energético.

A ISO 14001 também cobre isso, mas apenas em termos gerais, e na medida em que impactam o desempenho ambiental global.

Ambas as normas são baseadas em (PDCA) plan-do-check-act.

No entanto, as estruturas são atualmente muito diferentes porque a ISO 50001 foi modelada na quase obsoleta ISO 14001:2004, que desde então foi revisada para ISO 14001:2015.

Vamos a essa situação;

Para uma concessionária de veículos realizando reparos de veículos, a ISO 14001 exigiria que eles identificassem que tal trabalho poderia resultar em derramamentos de óleo que poderiam causar degradação da terra.

Os colaboradores devem saber como prevenir ou minimizar os danos ao meio ambiente, implementando controles, como a instalação de um interceptor de óleo e um processo de tratamento de efluentes para tratar a água contaminada antes da liberação.

A própria estação de tratamento de efluentes precisaria de aspectos e impactos associados (como a poluição da água subterrânea por vazamentos durante o armazenamento e transporte, a poluição atmosférica das emissões devido a reações químicas e o descarte de óleo de lodo e resíduos) para serem identificados e controlados.

Os controles podem incluir tanques de armazenamento agrupados, e a qualidade do efluente tratado precisaria ser verificada antes da liberação.

Uma organização usando muita energia pode escolher a ISO 50001.

 Se usar em banhos de galvanoplastia para revestir objetos metálicos, eles podem estabelecer uma meta para melhorar sua eficiência energética.

 Um indicador de desempenho energético (EnPI) seria a quantidade de energia necessária para produzir uma unidade (intensidade de energia).

Eles primeiro mediriam o consumo de energia por unidade durante um período de tempo específico para estabelecer uma linha de base energética.

Isso seria usado para medir a eficácia de suas intervenções, levando em conta fatores que impulsionam o consumo, como o volume de produção.

Eles podem então instalar tecnologia para aumentar a produção por unidade de energia e monitorar o EnPI ao longo do tempo.

Embora a ISO 14001 não exija, ou refira-se a uma “Revisão Ambiental” equivalente, é necessário conduzir um processo semelhante em aspectos ambientais para estabelecer uma “linha de base” ou ponto de partida.

Uma vez que a ISO 50001 se concentra na otimização do consumo de energia, está diretamente ligada à redução dos custos de energia.

Assim, é fácil para os tomadores de decisão ver os benefícios da ISO 50001.

Em sua introdução, a ISO 14001:2015 menciona que um potencial objetivo é “alcançar benefícios financeiros”.

Ainda assim, muitas organizações percebem a ISO 14001 como uma obrigação, seja imposta pelas partes interessadas, ou um ônus autoimposto útil como ferramenta de marketing.

Não é por favor!! É sim, um sistema de gestão com orientação para seguir ou não, mais nada.

Assim, para a ISO 50001, a abordagem sem imparcialidade aplicada à ISO 14001 é frequentemente substituída por mais comprometimento e envolvimento da alta administração, porque o efeito em seus resultados é claro.

A ISO 50001 tem uma lista mais exigente de informações documentadas obrigatórias do que a ISO 14001, incluindo um processo de planejamento energético, revisão de energia, incluindo metodologia e critérios, linha de base e especificações de compra de energia.

Qual padrão você quer usar depende dos resultados pretendidos pela organização.

Cada padrão pode existir sem o outro, ou ambos podem coexistir e ser integrados juntos.

A organização que implementa a ISO 50001 provavelmente tem um sistema ISO 14001 existente gerenciando um amplo espectro de questões socioambientais, mas eles querem zerar a otimização do consumo de energia e a redução de custos.

Estamos juntos!

Mentoria em segurança para supervisores, cultivando a cultura da segurança a partir do meio.

Somos contratados para trabalhar a cultura de segurança e sua liderança sempre com o foco na parte superior ou na parte inferior da estrutura organizacional, como por exemplo:  mentoria para executivos, gerentes seniores ou formação de equipe de força de trabalho por níveis de hierarquia.

Gostaria de dar uma sugestão, venho da linha de frente depois de um tempinho na área e, acredito 100%, que é muito mais eficiente iniciar o trabalho com o supervisor, encarregado ou gerente júnior.

Alguns especialistas acreditam que a segurança começa com a liderança, outros ressaltam que o comportamento do colaborador tem mais impacto na segurança. Ambas as abordagens podem alcançar melhorias, sem dúvida.

No entanto, existem situações onde observo que seria melhor algumas organizações atrasar essas abordagens e iniciar a melhoria da segurança na gestão do meio.

Um dos nossos clientes recentemente descobriu em nossas avaliações de sua cultura de segurança que os gestores não percebiam o impacto do baixo desempenho da segurança em sua organização.

Como resultado, eles queriam começar os esforços treinando esses gestores.

Essa organização é uma divisão de uma entidade maior que absorveu os custos de segurança na estrutura corporativa e isolou os gestores de divisão das realidades econômicas.

 No entanto, após uma análise mais aprofundada, ficou evidente que os gestores quase não tinham contato direto com os níveis da organização onde existiam problemas de segurança.

Assim como os gestores foram isolados das realidades de segurança, as realidades de segurança foram igualmente isoladas dos gestores.

O próximo pensamento era começar com uma separação por níveis de hierarquia mais uma barreira foi identificada.

A força de trabalho desta divisão era um grupo extremamente diversificado, com múltiplas origens e linguagens que exigiriam um trabalho significativo para formar equipes.

Além disso, existia muitos conflitos entre eles. A cultura existente dependia fortemente dos supervisores de primeira linha para treinar funcionários e direcionar as operações diárias.

Os supervisores praticamente não tinham recebido treinamento quando promovidos da força de trabalho em habilidades de supervisão ou em segurança.

As evidências indicaram que trabalhar primeiro com os supervisores poderia ser nossa melhor oportunidade de transformação.

Há outras razões para começar com eles, ao buscar melhoria da segurança em um orçamento, o impacto potencial para o investimento modesto é atraente.

O nosso resultado médio com essa abordagem foi uma redução de 41% na taxa total de acidentes reportados nos primeiros 12 meses.

O mentoria para supervisores é uma intervenção eficaz por várias razões.

 Primeiro, esses, ocupam uma posição de influência significativa em muitas organizações.

O aprimoramento de suas habilidades afeta rapidamente o local de trabalho devido ao contato direto com o colaborador diariamente.

Segundo, geralmente têm fome das habilidades de que precisam para subir.

Infelizmente, a maioria foi promovida através das fileiras com treinamento insuficiente.

Quando recebem o treinamento e reconhecem seu valor, tendem a usá-lo imediatamente com bons resultados.

Terceiro, os colaboradores procuram os supervisores para entender a prioridade da segurança na organização.

 Os supervisores que demonstram a importância da segurança por meio de treinamento constante e eficaz, estabelecem um nível de expectativa para o esforço de segurança que geralmente fornece resultados iniciais e sustentáveis.

As habilidades que permitem aos supervisores serem treinadores de segurança eficazes são básicas e podem ajudar a melhorar as áreas de desempenho fora da segurança.

Os supervisores geralmente percebem o impacto potencial de tais habilidades em seu trabalho diário e ficam entusiasmados com o treinamento.

 Além de participar do treinamento, o supervisor não precisa investir mais tempo para ser mais eficaz.

 De fato, o supervisor pode ganhar ainda mais tempo, pois o treinamento resulta em menos problemas de desempenho e investigações de acidentes.

O treinamento recomendado para supervisores é dividido em duas partes, denominadas “Coaching” e “Aconselhamento”.

O mentoria serve para criar um bom desempenho e evitar problemas, e o aconselhamento ajuda a resolver problemas de desempenho, se eles ocorrerem apesar da mentoria.

 Existem vários modelos para cada um desses métodos.

 Deve-se considerar cuidadosamente para combinar cada organização com o melhor modelo para sua cultura específica.

Algumas organizações já treinaram supervisores em um modelo específico de treinamento e / ou aconselhamento e os supervisores devem receber o mesmo treinamento para garantir consistência.

 Vamos analisar os modelos básicos de cada método e discutir como eles podem ser ensinados e colocados em prática.

O modelo básico de Mentoria possui três partes: Foco, Feedback e Facilitação.

 Os supervisores aprendem as habilidades para determinar metas de segurança transformacionais e focar os colaboradores nelas.

O desenvolvimento desse foco começa nas reuniões de segurança, mas é reforçado diariamente no local de trabalho, pois o supervisor fornece feedback aos colaboradores.

 Os supervisores são ensinados a identificar e entender as influências do comportamento do colaborador e como remover barreiras ao desempenho seguro.

O foco é determinado pela análise de Pareto dos dados de acidentes passados.

A partir dessa análise, os supervisores podem escolher várias metas de segurança nas quais focar os colaboradores.

 A análise ajuda a selecionar o alvo com maior potencial para evitar acidentes.

À medida que os colaboradores se tornam mais conscientes das metas, sua conscientização é reforçada pelo feedback do supervisor, bem como pela comunicação constante nas reuniões de segurança.

Um bom foco produz resultados rápidos, e resultados rápidos produzem mais motivação para buscar um excelente desempenho em segurança.

Infelizmente, fornecer feedback eficaz é uma habilidade que muitos supervisores não possuem.

 O treinamento do supervisor se concentra no desenvolvimento dessa competência e na criação de um sentimento de confiança no uso dessa habilidade. Se a competência não é acompanhada de confiança, os supervisores hesitam em usar suas novas habilidades.

No entanto, existe o risco de o treinamento em sala de aula não ser totalmente transferido para uso no local de trabalho. É importante que o treinamento não seja tão acadêmico que os supervisores não consigam ver como aplicá-lo.

A dramatização e a prática são essenciais para garantir que o treinamento atinja esse objetivo. 

A facilitação costuma ser uma habilidade fácil de ensinar aos supervisores, porque eles já a utilizam. É necessário focar essa facilitação em metas de segurança específicas para obter melhorias.

 Além disso, os supervisores precisam ser lembrados, e às vezes, ensinados a pedir ajuda da gerência quando não puderem efetivamente facilitar sozinhos.

As metas de desempenho de segurança podem ser difíceis ou impossíveis de alcançar devido a problemas condicionais, de engenharia ou de processo sobre os quais o supervisor pode ter controle limitado ou nenhum controle.

Envolver os supervisores no alcance dessas metas pode melhorar a facilitação e melhorar a cooperação geral para resolver problemas de segurança.

O aconselhamento é necessário quando o colaborador é focado, fornece feedback várias vezes e facilita (barreiras removidas), e o desempenho da segurança ainda não é satisfatório.

Com a mentoria, existem vários modelos de aconselhamento e eles também devem ser selecionados para corresponder ao treinamento, à política organizacional ou à cultura do local. Esses modelos de aconselhamento podem ser usados para metas de segurança ou para violações de regras ou procedimentos de segurança.

 O objetivo do aconselhamento é obter compromisso por uma mudança comportamental e estabelecer acompanhamento suficiente para garantir que isso aconteça.

A maior parte do que é comumente chamado de “confronto” não provou ser tão eficaz em nossa pesquisa quanto os modelos de aconselhamento.

Um bom aconselhamento é um esforço colaborativo.

Os supervisores precisam ajudar os funcionários a enxergar a lógica da mudança e envolvê-los na formulação de um plano para resolver o problema de desempenho. Esse processo coloca a responsabilidade pela mudança no colaborador.

 O colaborador ajuda a formular o plano de mudança e, em seguida, é responsável por executá-lo e relatar seu progresso ao supervisor.

Muitos modelos facilitam para o supervisor começar com avisos verbais e seguir as políticas de disciplina progressiva da organização, se os colaboradores não conseguirem progredir adequadamente.

 A maioria dos supervisores não recebeu treinamento para lidar com essas situações e gosta de adquirir as habilidades e técnicas para fazê-lo.

Para algumas organizações, faz sentido iniciar melhorias de segurança no nível de supervisão.

Para todos os outros, independentemente de onde você esteja na jornada para a excelência, transformar supervisores em treinadores de segurança pode ser um próximo passo lógico.

Poucas iniciativas de segurança pagam dividendos tão grandes por um investimento tão pequeno em tempo e recursos.

Para organizações em que os supervisores são um obstáculo à segurança, esse treinamento pode ser especialmente eficaz.

Ensinar essas habilidades de mentoria de supervisão e solicitar que elas sejam aplicadas à segurança pode quebrar a mentalidade de produção em primeiro lugar.

 Além disso, a aplicação uniforme dessas habilidades pode abrir a porta para uma supervisão mais eficaz em quase todas as áreas de desempenho.

Estamos juntos!

Você sabe diferenciar questões materiais das informações de sustentabilidade nos seus relatórios? Não? Cuidado!

Aos que conhecem o meu trabalho de SPO (Second Part Opinion) para bancos e fundos de investimento e, de nossa consultoria (www.robertoroche.com.br ) na elaboração de matriz de materialidade e relatórios de sustentabilidade

Sabem que externo sempre minha preocupação em nossas lives de quinta feira sobre esse tema;

Observo que em relatórios de sustentabilidade apresentados existe uma confusão que cada vez mais cresce e acaba criando problemas para a imagem da organização.

Esses pequenos textos é para dar uma luz dos que estão envolvidas na publicação de relatórios de sustentabilidade.

Ao avaliar e divulgar questões materiais de sustentabilidade de acordo com as novas diretivas de publicação de relatórios de sustentabilidade, é importante diferenciar entre informações e temas materiais.

As questões materiais começam com uma avaliação das externalidades da organização.

Duas avaliações principais estão incluídas na avaliação;

Materialidade do impacto:

Determina se os impactos materiais dentro do contexto das operações (tema).

 Materialidade financeira:

Avalia se existem riscos e oportunidades materiais, não relacionados aos impactos. Se qualquer uma das avaliações for afirmativa, o tema é considerado material.

Independentemente do resultado da sua avaliação da materialidade, a organização deve divulgar sempre as informações exigidas pelas novas diretivas.

Ou seja;

“Descrição do processo de identificação e avaliação de impactos significativos, riscos e oportunidades

Se uma questão de sustentabilidade for considerada relevante após a avaliação, a organização deve:

  • Divulgar informações com base nos requisitos específicos para essa matéria;
  • Fornecer divulgações adicionais e pormenorizadas se não abranger a questão ou não tiver pormenores suficientes.

As informações materiais incluem divulgações para temas materiais e são exigidas com base nos impactos, riscos e oportunidades identificados, sejam impactos materiais, efeitos financeiros de riscos e oportunidades ou riscos e oportunidades materiais

As novas diretivas sobre a divulgação incluem;

Requisitos gerais de divulgação sobre o processo da organização para identificar e avaliar impactos, riscos e oportunidades.

As divulgações referem-se à divulgação de impactos, riscos e oportunidades materiais da avaliação de materialidade. Considerando que, questões materiais são a avaliação de impactos, riscos e oportunidades.

É uma demonstração das capacidades de seguir a metodologia da dupla materialidade.

Além disso, uma demonstração de se a organização entende de sustentabilidade organizacional corporativa.

As informações relevantes incluem informações sobre impactos, riscos e oportunidades da estratégia e do modelo de negócios da organização.

Esta é uma demonstração das capacidades de converter questões de sustentabilidade em informações das partes interessadas relacionadas às operações da organização.

Embora as questões materiais referentes a sustentabilidade corporativa (identificação e avaliação) sejam fundamentais para o desempenho, as informações de sustentabilidade são fundamentais para entender o modelo operacional dos negócios.

Estamos juntos.

Medindo e gerenciando riscos ESG, você sabe como ?

Os riscos ambientais, sociais e de governança (ESG) estão se tornando cada vez mais importantes para as empresas considerarem.

Esses riscos podem ter um impacto significativo no desempenho financeiro, na reputação e na capacidade de operação de uma organização.

👀 O que são riscos ESG?

👉 Os riscos ESG são fatores que podem ter um impacto negativo no desempenho ambiental, social ou de governança de uma organização .

✅ Os riscos ambientais podem incluir mudanças climáticas, poluição e escassez de recursos.

✅ Os riscos sociais podem incluir práticas trabalhistas, direitos humanos e relações com a comunidade.

✅ Os riscos de governança podem incluir composição do conselho, remuneração de executivos e corrupção.

👀 Por que é importante medir e gerenciar os riscos ESG?

Há uma série de razões pelas quais é importante que as empresas meçam e gerenciem os riscos ESG. Esses incluem:

✅ Desempenho financeiro;

Os riscos ESG podem ter um impacto significativo no desempenho financeiro de uma empresa.

Por exemplo, uma empresa que não está gerenciando seus riscos ambientais pode enfrentar multas regulatórias ou custos de seguro mais altos.

✅ Reputação;

Consumidores e investidores estão cada vez mais interessados no desempenho ESG de uma empresa.

Uma empresa vista como irresponsável em suas práticas ambientais ou sociais pode prejudicar sua reputação e perder participação de mercado.

✅ Capacidade de operar;

 Alguns governos estão começando a exigir que as empresas divulguem seus riscos ESG.

As empresas que não conseguem demonstrar que estão gerenciando seus riscos ESG podem ter dificuldade em operar em determinados mercados.

👀 Como as empresas podem medir e gerenciar os riscos ESG?

Há uma série de etapas que as empresas podem seguir para medir e gerenciar os riscos ESG.

 👉 Esses incluem;

 ✅ Identificação de riscos ESG;

 O primeiro passo é identificar os riscos ESG mais relevantes para o seu negócio.

Isso envolverá considerar seu setor, suas operações e sua cadeia de suprimentos.

✅ Desenvolvimento de um plano;

 Depois de identificar seus riscos ESG, você precisa desenvolver um plano para gerenciá-los.

Este plano deve incluir etapas para mitigar os riscos, monitorar seu progresso e relatar seu desempenho.

✅ Definição de metas;

 Definir metas claras para o seu desempenho ESG pode ajudá-lo a acompanhar seu progresso e se responsabilizar.

Ao tomar medidas para medir e gerenciar os riscos ESG, as empresas podem melhorar seu desempenho financeiro, reputação e capacidade de operar.

Quais são alguns dos desafios que as organizações enfrentam ao medir e gerenciar riscos ESG?

Estamos juntos

Gestão de Riscos Socioambientais com o BOW TIE e o futuro da indústria 4.0.

Por mais que se invista em gestão de riscos socioambientais , e cá entre nós, ainda é muito recente, pois nem todas as organizações tem essa preocupação e incluo também as que criaram tal área somente de depois de ter passado por um grande acidente.

O futuro é muito incerto quanto a gestão de riscos operacionais que possam provocar um grande impacto socio ambiental em relação a indústria 4.0

Nos últimos séculos, evoluímos com saltos significativos.

No final do século 18, ocorreu a revolução industrial (Indústria 1.0), na qual a força e a mecanização do vapor estavam liderando.

A indústria do final do século XIX foi aprimorada com a invenção da eletricidade, que permitiu a produção em massa usando operações de linha de montagem mais eficientes (Indústria 2.0).

O final do século XX foi caracterizado pela automação através do surgimento de computadores (Indústria 3.0), que ainda está parcialmente em andamento.

Nosso ambiente de trabalho e a participação de seres humanos mudaram drasticamente ao longo do tempo.

Passamos de condições de trabalho muito inseguras e insalubres, onde ocorreram muitos acidentes, para um ambiente mais controlado e sofisticado.

A desvantagem disso foi que o trabalho se tornou bastante monótono, o que permite que mais erros sejam cometidos.

Para diminuir a influência do erro humano, muitas operações foram automatizadas.

Atualmente, estamos atravessando um período intermediário que nos coloca na base da próxima revolução, definida como Indústria 4.0.

 A próxima era marcada pela conectividade com sistemas que operam em rede.

 Para nossa produção, contaremos com fábricas inteligentes e nossas comunidades se tornarão cidades inteligentes.

 A ideia de uma entidade ‘Inteligente’ é que ela use dados e algoritmos para aplicar políticas e procedimentos inteligentes que possam ser executados, avaliados e aprimorados em um fluxo autônomo.

Assim, as entidades inteligentes devem ter a capacidade de aprender e tomar decisões.

Como estamos lidando com sistemas mais complexos, é necessária uma abordagem adaptável para o gerenciamento de riscos atual e futuro.

O método de análise de risco Bow tie, (o meu preferido e que utilizo a décadas par aminha tomada de decisão), facilita a compreensão de acidentes ou incidentes ocorrendo em sistemas mais complexos ou não.

O pensamento de barreira leva o gerenciamento de riscos do controle tradicional de eventos negativos ao gerenciamento do desempenho operacional em tempo real.

E como podemos avançar para o gerenciamento de riscos que se adequa à Industria 4.0?

Na indústria 4.0, as coisas ainda podem dar errado também!

 Independentemente de não haver fatalidades devido à ausência de seres humanos envolvidos no processo, ainda é possível suportar danos e perdas nas máquinas que operam a instalação ou na própria produção.

 Não ter humanos presentes na área de trabalho pode ser descrito como uma moeda com dois lados.

 Nenhum erro humano pode ocorrer de um lado, enquanto que nenhuma decisão humana pode ser tomada por outro lado.

Talvez a função de trabalhar com o BOW TIE facilite apenas a simplificação e controle do aumento da complexidade referente ao pensamento baseado em cenários.

Ter riscos gerenciados completamente por sistemas só pode ser alcançado quando a computação cognitiva está ativada.

Os sistemas precisam ser adaptativos, interativos, iterativos, com estado e contextuais.

Isso dá um passo além da inteligência artificial, e, portanto, ainda é difícil imaginar.

Ainda estamos no controle quando não supervisionamos e intervimos quando se trata de gestão de riscos.

 Por enquanto, ainda é impensável deixar os humanos de fora do ciclo de Deming (plano-do-check-act) completamente.

 Mesmo que a indústria 4.0 seja totalmente desenvolvida, o cenário de ter máquinas tomando conta inteiramente é preocupante para a maioria das organizações da sociedade.

Estamos juntos!

Nos últimos 4 anos foram aceitas cerca de + de 1000 diretivas do mercado financeiro sobre o tema ESG em todo o mundo.

A lista é mais longa se você ajustar a definição de ESG.

Desde então, observo e participo de debates sobre a diferença entre o papel das atividades de ESG, Sustentabilidade e Responsabilidade Social em uma organização e o impacto econômico de cada uma no sucesso financeiro de uma empresa.

Então, qual é a diferença entre ESG, Responsabilidade Social Corporativa e sustentabilidade?

Na minha visão, baseado em + de 40 anos na área corporativa e agora como consultor.

  • O ESG se concentra em critérios mensuráveis que os investidores usam para avaliar as práticas éticas e sustentáveis de uma empresa.
  • A Responsabilidade Social Corporativa envolve os esforços mais amplos de uma empresa para impactar positivamente a sociedade e construir boa vontade.
  • A sustentabilidade se concentra na gestão ambiental e de recursos de longo prazo para garantir a viabilidade futura.

Então, qual é o valor econômico de ESG, Responsabilidade Social Corporativa e sustentabilidade?

O valor econômico das atividades ESG (Environmental, Social, and Governance), Responsabilidade Social Corporativa e sustentabilidade nos negócios é significativo:

  • ESG

– Atração de investidores: Empresas com fortes práticas ESG atraem investidores, levando ao aumento dos preços das ações e menores custos de capital.

– Gerenciamento de riscos:

-Ajuda a reduzir custos relacionados a multas, questões legais e danos à reputação.

– Eficiência:

As iniciativas ESG podem reduzir custos operacionais e aumentar a eficiência.

– Diferenciação de mercado:

 Melhora a reputação da marca e atrai consumidores com mentalidade ética.

  • Responsabilidade Social Corporativa 

– Fidelidade à marca:

Melhora a imagem da marca e a fidelidade do cliente, potencialmente aumentando as vendas.

– Engajamento dos funcionários:

Aumenta o moral, o engajamento e a retenção.

– Lucratividade de longo prazo:

Constrói boa vontade com as partes interessadas, levando a uma lucratividade sustentada.

Sustentabilidade

– Eficiência de recursos:

Reduz custos melhorando o uso de recursos (por exemplo, energia, água).

– Conformidade regulatória:

Ajuda a evitar multas e garante a conformidade com os regulamentos ambientais.

– Inovação:

Impulsiona o desenvolvimento de novos produtos e abre novas oportunidades de mercado.

– Demanda do cliente:

Alinha-se com a crescente demanda do consumidor por produtos sustentáveis.

O valor combinado de ESG, Responsabilidade Social Corporativa e sustentabilidade melhora coletivamente o desempenho financeiro de uma organização, reduzem riscos e fortalecem o relacionamento com as partes interessadas.

Juntas, essas práticas posicionam as empresas para o sucesso a longo prazo, melhorando a reputação da marca, atraindo investidores, impulsionando a inovação e alinhando-se às expectativas regulatórias e do consumidor.

Estamos juntos

Motivação ou Engajamento? Qual é a diferença?

Você pode ter motivação sem engajamento ou engajamento sem motivação?

Durante um recente compromisso de consultoria, onde a meu pedido para um workshop com qual a alta direção antes de iniciar os nossos trabalhos na organização.

Observei uma discussão interessante.

Os participantes do workshop estavam tendo conversas sobre como melhorar a cultura em QSMS, e em segurança especificamente quando o CEO comentou:

“Precisamos de um melhor engajamento da força de trabalho”.

Um vice-presidente respondeu: “Temos engajamento, o que precisamos é de motivação.”

O debate foi então facilitado quando lancei a pergunta; qual é a diferença?

Foi longa a conversa, quando o que eu realmente queria entender qual o nível de maturidade em QSMS estava a alta direção naquele momento!

Uma coisa é você “querer “a outra é você “ter” uma cultura!

Agora, como vamos conseguir isso?

Uma visão geral simplista da teoria da motivação explica que precisa impulsionar o comportamento para alcançar a satisfação e evitar a insatisfação.

 Considere a hierarquia de Necessidades de Maslow: fisiológico, segurança, amor ou pertencimento, estima e auto realização.

Essas necessidades passam em grande parte da motivação externa para a motivação interna.

Pessoas motivadas estão animadas e têm energia que querem usar para fazer as coisas.

No entanto, a motivação não é sem rumo, principalmente em questão de segurança do trabalho!

Em vez disso, tem um foco específico no que os motivados estão fixados.

Além disso, se a alta energia e o foco não resultarem em ação produtiva, eles não faziam parte da motivação.

Motivação é energia de alto nível focada em ação produtiva, é diferente do engajamento.

 Um colaborador pode estar envolvido em algo, mas não absorvido porque ele ou ela está sentindo uma sensação de “ter que fazer”.

 Motivação é o “porquê” ou razão pela qual agimos e engajamento é tipicamente o “o quê”.

No entanto, o engajamento também pode ser um compromisso emocional.

Considere as coisas que nos motivam a ser engajados ou desengajados.

O que nos motiva a estar emocionalmente comprometidos com algo, como a busca pela excelência em segurança, e o que nos motiva a nos importar menos com outra coisa?

 Em primeiro lugar, raramente há um acordo documentado sobre o que o engajamento realmente significa, ou o que é se parecer se existisse em comportamentos de colaboradores ou liderança.

Em segundo lugar, os esforços para aumentar a motivação tendem a começar com cutucadas externas por exemplo, editais ou incentivos em vez de olhar para o meio ambiente ou identificar o que atualmente desmotiva a motivação e o engajamento desejados.

Na sua organização, existe algum dos seguintes desmotivadores comuns como mudança constante, retenção de informações, hipocrisia, desonestidade, injustiça, atividades improdutivas, concorrência interna, falta de acompanhamento, controle ou ignorância de informações?

Esses desmotivadores são críticos para identificar antes de tentar adicionar motivadores, como contribuição, propriedade, envolvimento, trabalho em equipe, pontuação, melhoria, vitória, variedade e reconhecimento.

Para aumentar o engajamento e a motivação em sua organização, siga este plano em cinco partes:

  • Contrate pessoas motivadas.
  •  Defina o envolvimento e como seria se fosse observado.
  •  Garanta que o ambiente de trabalho facilite o engajamento, removendo desmotivadores, coisas que roubam as pessoas de suas motivações internas.
  •  Acrescente motivadores para aumentar o desejo dos funcionários de se envolverem e a vontade de participar de esforços que lhes permitam usar e melhorar seus talentos em algo significativo.
  •  Reconheça e recompense as pessoas que estão fazendo mais do que o necessário por suas contribuições discricionárias.

Com esse plano, e com o tempo, você mudará sua cultura de segurança do necessário para o desejado e não mais debaterá as diferenças entre motivação e engajamento.

Estamos juntos!

Segurança baseada em comportamento (BBS): Mito ou Magia?

Após minhas palestras/treinamentos, tento passar que o “comportamento seguro “não é a bala de prata para segurança do trabalho, e como é difícil implantar um bom programa.

Colegas e amigos por favor! Não sou contra!

Acidentes não acontecem porque as pessoas desejam.

Acontecem por falta de treinamento, EPI inadequado e uma cultura de segurança deficiente.

O maior desafio é desenvolver barreiras eficazes de engenharia, uma boa gestão estratégia e fortalecer a cultura através dos valores, normas, regras, crenças, práticas, hábitos e comportamentos.

Muito comum em nossa consultoria encontrar essa situação a seguir;

Depois de uma fatalidade a diretoria fica atônita ao informar que tem vários programas comportamentais, para justificar que fez tudo que podia, e agora Roberto, o que fazer?

Cultura de Prevenção não diz respeito apenas a controle administrativos, mas à adoção de barreiras eficazes que eliminem os riscos de fatalidades e acidentes graves e também melhorando procedimentos e comportamentos e atitudes de todos (começando pelos líderes).

Entretanto o que vemos muitas vezes, ênfase em comportamento, mas os riscos continuam presentes até que uma fatalidade ocorra.

A implementação de barreiras eficazes que eliminem os riscos e não ficar somente com foco na questão comportamental é fundamental.

A segurança baseada em comportamentos é um termo amplo usado para descrever tudo, desde auditorias básicas de comportamento e feedback a um sistema abrangente de gerenciamento de segurança projetado para mudar uma empresa e sua cultura de segurança 

Quando foi introduzido, a segurança baseada em comportamentos (BBS) foi vista como uma panaceia mágica para tudo o que envolveu programas de segurança.

Foi o canivete suíço de programas de segurança.

Ela poderia cuidar de tudo! Mas hoje as pessoas percebem que é apenas uma ferramenta e muito mais é necessário a fazer.

Alguns colegas argumentam que as expectativas para BBS eram irreais desde o início, enquanto outros acreditam que o processo foi corrompido em algumas empresas, transformado em um programa de auditoria que assume uma “culpa do colaborador ” atitude sobre falhas de segurança.

A segurança baseada no comportamento faz a suposição de que você sabe quais comportamentos você deve fazer, assume que você sabe o que fazer e precisa ser lembrado para fazê-lo

Não surpreendentemente, essa abordagem falhou em muitas empresas.

Algum tempo falando sobre à segurança baseada em comportamento, no momento da consultoria em uma organização para analisar o programa de segurança.

O Diretor disse: O próximo que falar sobre segurança comportamental aqui, sei não ….

Explicou que tinha gasto em um programa de segurança baseado em comportamentos e que falhou miseravelmente.

 Eles compraram o programa, porque pensaram em que disse o que eles queriam ouvir sobre a causa dos acidentes. “Colaboradores fazendo coisas estúpidas”.

 Em outras palavras, os colaboradores são o problema e um programa BBS pode corrigi-los.

 É um equívoco central que leva ao fracasso!

O BBS deveria fazer parte de um sistema de segurança maior, é um “erro fatal” de assumir que funciona como a única abordagem necessária para melhorar a segurança e reduzir acidentes.

É um realmente um mito.

 Muitas organizações entraram na onda, pegaram um programa BBS da prateleira e agora estão decepcionadas com os resultados.

 Os programas tradicionais do BBS não examinam o que leva os colaboradores a estar em uma situação perigosa.

Uma vez visitei uma instalação que tinha um Kpis altíssimo de quase acidentes com os colaboradores subindo as escadas do refeitório???

 Finalmente, um funcionário caiu e quebrou a perna.

 Aí compraram um programa BBS, instalando monitores no corredor que levava à escada para lembrar os funcionários a subir as escadas e reiterar a política da empresa, que exigia não correr.

 Mas….continuaram subindo as escadas com pressa até um segundo acidente, deixando um funcionário paralisado.

Por fim, alguém começou a examinar causas sistêmicas do comportamento deles que eram contrárias à política da empresa.

Não estavam fazendo a pergunta mais básica: Por que você está subindo as escadas correndo?

  A resposta: Não há cadeiras suficientes no refeitório.

Sabiam que se chegassem atrasados, teriam que ficar de pé para comer seus almoços.

A segurança baseada em comportamento, feita corretamente, pode ser muito eficaz para ajudar você a descobrir o que há de errado com uma organização, a encontrar as principais causas organizacionais de risco.

Feita errado, pode ser usada para mascarar falhas organizacionais e de gerenciamento.

O BBS tem suas virtudes, mas também possui suas falhas, uma das quais é a falta de foco no desempenho geral, cultura de segurança e meio ambiente em uma instalação.

Há claramente coisas boas sobre segurança baseada em comportamento, mas há mais negativo do que positivo em muitos dos programas do BBS adotados.

Por exemplo, muitos programas BBS, não lidam com as causas das falhas de segurança; eles lidam com os sintomas.

 “Os comportamentos estão muito longe da causa raiz”.

E se apoia e incentiva o comportamento seguro, eliminando as causas principais como falhas de engenharia, processo, comunicação ou treinamento, é mais provável que os colaboradores queiram adotar comportamentos seguros.

“A segurança não é primariamente um problema técnico ou comportamental”,

. “É um problema cultural. Se a cultura estiver errada, nada mais funcionará. “

O maior erro que se pode fazer, é tentar “forçar” o comportamento seguro dos colaboradores.

Você não pode exigir que as pessoas se monitorem. Você pode convidá-los a fazê-lo. Forçar mudanças cria uma reação.

Se você realmente deseja mudanças comportamentais, os colaboradores precisam ver o valor da mudança. Eles têm que acreditar que podem mudar. Eles precisam saber como mudar.

Eles precisam praticar, porque a mudança de comportamento não acontece a partir de uma exposição. E as novas ações devem ser reforçadas através do reconhecimento.

A chave para uma verdadeira mudança positiva de comportamento, “é criar um ambiente em que em vez de ter segurança como algo que está sendo feito para mim em algo que está sendo feito comigo ou por mim.

Mudanças reais acontecem de dentro para fora. As pessoas melhoram porque mudam de atitude, não porque há pressão sobre elas do lado de fora.

Todos com quem conversamos concordam que um dos conceitos básicos originais do BBS é apontar para os colaboradores como eles contribuem para um ambiente de trabalho seguro, informando-os quando eles estão realizando atos seguros ou inseguro- pode ser uma parte essencial de um sistema que contribui para uma cultura de segurança saudável.

E incentivar todos os colaboradores a assumir um papel ativo e pensativo em sua segurança e no processo de segurança é um passo na direção certa.

Eu acredito na segurança “baseada em pessoas” e o principal desafio para a segurança é inspirar as pessoas a serem responsáveis.

Precisamos fazer a transição de programas que promovam responsabilidade direcionada por outros para programas que promovam responsabilidade auto direcionada

Para que qualquer sistema ou programa seja bem-sucedido, ele acrescenta, a cultura corporativa deve ser levada em consideração.

“O que funciona para uma organização não vai funcionar para outra com uma cultura diferente”.

E “consertar” colaboradores sem fortalecer uma cultura frágil também não funciona, o BBS às vezes é usado como desculpa para não fazer alterações na cultura corporativa,

Precisamos ir além disso.

Uma das empresas em que trabalhei utilizava um programa de observação de segurança.

 Esse programa exigia essencialmente que os supervisores registrassem as observações e as entregassem para revisão.

Aí…, o corporativo estabeleceu cotas para esses cartões de observação, a turma fabricava observações para cumprir suas cotas.

Quando registraram as observações de campo, os colaboradores se ressentiram porque o programa parecia atribuir culpa à força de trabalho (fosse essa a intenção ou não).

Em muitos casos, os supervisores sabiam que ele mesmo estava envolto em comportamentos “inseguros” porque tinham poucos recursos etc.

 O programa quase acabou em porrada!

Quando assumi, fiz um churrasco e queimamos todo o material.

Convidamos todos os funcionários a participar. Cultura restaurada; amizades renovadas!

Minha visão é, é que o movimento comportamental foi um esforço para vender uma cura em vez de se preocupar com os processos.

Acho que a segurança comportamental mede reações e não processos e que isso pode criar mais problemas do que resolver.

Infelizmente muitos acham que os funcionários são o problema de qualquer maneira, por que é mais fácil do que espelhar dento da cultura da organização.

Estamos juntos!

Abordagens para engajamentos de partes interessadas passa ser fundamental para construção da maternidade da sua organização.

O papel das partes interessadas tornou-se mais crítico do que nunca.

O conceito de engajamento das partes interessadas pode ser visualizado como um continuum, evoluindo de uma abordagem defensiva, focada principalmente em operações internas, para uma abordagem ofensiva, em que as organizações se envolvem proativamente com dinâmicas sociais e industriais mais amplas.

Na abordagem defensiva, as organizações se concentram em seus principais elementos de negócios modelos operacionais, cadeias de suprimentos e ofertas de produtos/serviços.

Essa abordagem voltada para dentro é essencial para manter operações eficientes e mitigar riscos, mas não está avaliando as externalidades e os riscos que podem ser colocados na cadeia de valor.

 Como visto na Avaliação de Materialidade, as questões materiais nesta fase são principalmente aquelas que impactam diretamente o negócio (o risco financeiro).

Essa abordagem limita o potencial de crescimento sustentável de longo prazo e pode não ser suficiente em licença para operar no futuro.

À medida que a abordagem amadurece (por exemplo, se a avaliação de dupla materialidade for levada a sério), a abordagem do negócio aos impactos e como eles estão entrelaçados com riscos e dependências começa a evoluir.

O envolvimento com um espectro mais amplo de partes interessadas, incluindo pares do setor, órgãos reguladores e atores sociais, é fundamental para preparar a organização para o futuro e reduzir os riscos de externalidades e proteger os riscos identificados.

 Envolver-se com a dinâmica da cadeia de valor, significa não apenas gerenciar fornecedores e relações comerciais, mas também considerar toda a cadeia de valor.

O envolvimento das partes interessadas pode informar o DMA.

Ele garante que as organizações não apenas gerenciem os riscos internos, mas também abordem os impactos sociais mais amplos de suas operações.

As organizações que adotam uma abordagem mais ofensiva também estão envolvidas em classificações ESG, monitoramento de tendências e envolvimento com normas sociais.

 Muitas vezes, as organizações se alinham com os padrões de governança ambiental e social, antecipando as tendências futuras do setor.

Conforme destacado manter canais abertos para feedback das partes interessadas é vital para o sucesso a longo prazo, que também vemos com mais frequência estar incluído na abordagem ofensiva do envolvimento das partes interessadas.

Para o desenvolvimento de negócios, as organizações que se envolvem proativamente com as partes interessadas em toda a sua cadeia de valor estão mais bem equipadas para atingir as metas de sustentabilidade, o que está se tornando cada vez mais um diferencial no mercado.

Uma abordagem ofensiva cria resiliência incorporando tendências da indústria e da sociedade ao planejamento estratégico.

Por fim, envolver as partes interessadas além do ambiente de negócios imediato promove a inovação.

As organizações se posicionam melhor para antecipar megatendências disruptivas e aproveitar novas oportunidades.

À medida que continuamos a nos adaptar a um cenário de mercado em constante evolução, uma coisa é clara: o envolvimento das partes interessadas não é apenas uma caixa a ser marcada.

É um impulsionador crítico de crescimento, inovação e sucesso a longo prazo!

Estamos juntos.

Líderes em Segurança engajam, não usam o poder!

No início da minha carreira, trabalhei com um líder que era incrivelmente influente em segurança, que saudades dele e que Deus o tenha

Quando passei pela experiência de ficar preso na guerra Líbia e no epicentro da epidemia do Ebola, sua influência em min foi fundamental.

O que eu pouco sei sobre liderança devo a ele.

 John participava de reuniões de segurança regularmente, parava os funcionários para conversar sobre segurança e desafiava os outros em seus pensamentos.

Quando perguntei sobre sua liderança, John disse que nem sempre foi assim.

Começou com um telefonema às 2 da manhã.

Na época, John tinha acabado de mandar sua filha para a faculdade, então uma chamada noturna o abalou.

Mas esta ligação não era sobre sua filha, era sobre um colaborador que tinha sido beliscado por uma empilhadeira.

“Ele diz que está bem”, disse o interlocutor, mas vamos examiná-lo por precaução.

 Aliviado, mas incapaz de voltar a dormir, John se vestiu e foi para o hospital.

Quando ele entrou, viu a mãe do colaborador bem abalada.

O colaborador tinha sofrido lesões internas muito piores do que o primeiro pensamento, e os médicos não foram capazes de salvá-lo.

 Primeiro reconheci o alívio que senti quando atendi o telefone e não era minha filha.

 E percebi então que não tinha feito todo o possível para melhorar a segurança, e eu teria que viver com isso para o resto da minha vida.

Eu jurei mudar.

Como John lhe diria, essa realização foi apenas o começo.

Um compromisso emocional profundo é o primeiro passo para uma grande liderança de segurança.

Mas, por si só, esse valor não muda a forma como as pessoas fazem seus trabalhos ou pensam em risco.

O trabalho começa aprendendo a traduzir convicção em ação.

Aprendendo a influenciar!

Para muitos líderes, tornar-se bom em segurança requer aprender a fazer as coisas de forma diferente.

Um líder bem intencionado falará com os colaboradores sobre zero acidentes.

Um líder efetivo reconhecerá que o objetivo zero provavelmente parece muito diferente na corrida na linha de frente do que na sala de reuniões e sabe que ele ou ela não vai chegar a lugar nenhum sem estabelecer um compromisso com os colaboradores primeiro.

 A diferença é a liderança transformadora!

Líderes transformadores mudam o comportamento de outras pessoas por influência, não pelo poder.

Minha capacidade de influenciar, inspirar, desafiar e engajar as pessoas se resume à minha capacidade de mudar a forma como os colaboradores me veem (sou confiável e confiável?) e a maneira como eles se veem (do que sou capaz?

Quais são minhas próprias convicções sobre segurança?

 A liderança transformadora acontece em muitos lugares, mas tem sua casa natural em intervenções quando os líderes se aproximam de funcionários que estão fazendo algo que precisa ser corrigido ou reforço.

Para desenvolver um estilo mais transformador, um líder precisa perguntar:

O que quero que essa pessoa pense de mim?

Em outras palavras, quais são as minhas intenções nesta discussão e como eu quero transmiti-las?

Talvez eu queira que a pessoa veja que estou comprometido com sua segurança, ou talvez que eu não saiba exatamente como fazer isso direito, mas eu nunca vou passar por nada que possa machucar alguém.

O que eu quero que essa pessoa pense sobre si mesma?

 Líderes transformacionais se envolvem eles não dão palestras.

 Essa pergunta ajuda a obter o comprometimento emocional do colaborador com a segurança (por exemplo, quero que ele se veja como um exemplo ou como alguém capaz de mais?).

O que eu quero que essa pessoa diga aos outros sobre a nossa interação?

 A realidade é que poucos líderes podem ter interações significativas com todos.

Também é verdade que as discussões que temos serão retransmitidas para outras pessoas.

Pensar em como essa discussão será transmitida para outras pessoas me ajuda a estruturar uma resposta positiva que persiste após esse evento.

Tornar-se um líder transformacional leva tempo e prática.

É aí que entra o compromisso emocional.

Ele nos inicia a jornada para uma grande liderança e nos sustenta à medida que aprendemos o que significa cuidar das famílias uns dos outros da maneira que queremos que os outros cuidem da nossa.

Estamos juntos!  

Gestão de Riscos ESG, qual a sua dúvida?

Os riscos ambientais, sociais e de governança (ESG) estão se tornando cada vez mais importantes para as organizações considerarem a sua gestão do dia a dia.

Afinal e contas, o que é o ESG ?

“É o risco do negócio e valoração da marca!”

 Esses riscos podem ter um impacto significativo no desempenho financeiro, na reputação e na capacidade de operação de uma empresa.

O que são riscos ESG?

Os riscos ESG são fatores que podem ter um impacto negativo no desempenho ambiental, social ou de governança de uma empresa.

Os riscos ambientais podem incluir mudanças climáticas, poluição e escassez de recursos.

Os riscos sociais podem incluir práticas trabalhistas, direitos humanos e relações com a comunidade.

Os riscos de governança podem incluir composição do conselho, remuneração de executivos e corrupção.

Por que é importante medir e gerenciar os riscos ESG?

Há uma série de razões pelas quais é importante que as empresas meçam e gerenciem os riscos ESG.

Esses incluem:

  • Desempenho financeiro:

Os riscos ESG podem ter um impacto significativo no desempenho financeiro de uma empresa.

Por exemplo, uma empresa que não está gerenciando seus riscos ambientais pode enfrentar multas regulatórias ou custos de seguro mais altos.

  • Reputação:

Consumidores e investidores estão cada vez mais interessados no desempenho ESG de uma empresa.

Uma empresa vista como irresponsável em suas práticas ambientais ou sociais pode prejudicar sua reputação e perder participação de mercado.

  • Capacidade de operar:

Alguns governos estão começando a exigir que as empresas divulguem seus riscos ESG.

As empresas que não conseguem demonstrar que estão gerenciando seus riscos ESG podem ter dificuldade em operar em determinados mercados.

Como as empresas podem medir e gerenciar os riscos ESG?

Há uma série de etapas que as empresas podem seguir para medir e gerenciar os riscos ESG. Esses incluem:

  • Identificação de riscos ESG:

O primeiro passo é identificar os riscos ESG mais relevantes para o seu negócio. Isso envolverá considerar seu setor, suas operações e sua cadeia de suprimentos.

  • Desenvolvimento de um plano:

Depois de identificar seus riscos ESG, você precisa desenvolver um plano para gerenciá-los. Este plano deve incluir etapas para mitigar os riscos, monitorar seu progresso e relatar seu desempenho.

  • Definição de metas:

Definir metas claras para o seu desempenho ESG pode ajudá-lo a acompanhar seu progresso e se responsabilizar.

Ao tomar medidas para medir e gerenciar os riscos ESG, as empresas podem melhorar seu desempenho financeiro, reputação e capacidade de operar.

Quais são alguns dos desafios que as empresas enfrentam ao medir e gerenciar riscos ESG?

Estamos juntos

O que não fazer em gestão de segurança do trabalho, por favor!

Ignorando diferenças culturais, pensando na segurança como um custo, entre os descuidos, muitas organizações vem empurrando com a barriga a questão de segurança do trabalho, até ocorrer uma fatalidade.

Aí assistimos o Ceo e diretores atônitos, gritando, esperneando, justificando que gastam com treinamento, psicólogas comportamentais, possuem cultura de segurança, e ainda tem essa tal das novas visões que me enchem o saco, e a/o ban – ban em Cultura de Segurança, com livros, fala bonita etc, por que aconteceu?

Alguém acha que é diferente? rsrs

No decorrer da minha vida profissional, eu presenciei acidentes fatais, mas também, vidas salvas com as devidas precauções de segurança.

Quando os colaboradores colocam suas vidas em perigo, é sua responsabilidade” GESTOR “moral e legal mantê-los seguros.

Ao evitar esses 10 erros que volta e meia observo em nossas auditoria ou diagnósticos de maturidade, você pode prevenir acidentes antes que ocorram.

1. Pensar que a segurança é uma responsabilidade da linha de frente em vez de uma responsabilidade de alta gestão

Muitas vezes, as pessoas do topo pensam na segurança como algo que você delega para supervisores de nível inferior ou os próprios colaboradores.

Mas o negócio é o seguinte:

Sem a liderança de segurança vindo do topo, nenhuma organização jamais desenvolverá uma cultura genuína de segurança.

 Sem uma cultura de segurança, você nunca verá segurança em todos os níveis de uma organização, ou um verdadeiro espírito de segurança de equipe, ou decisões consistentemente boas tomadas até o nível da linha de frente.

2. Olhar para a segurança como um custo adicional

Muitas organizações colocam cartazes que dizem “segurança em primeiro lugar” em suas fábricas, mas para muitos, suas ações não se alinham com suas palavras.

Uma vez que você começa a “orçar para a segurança” e pensar nisso como um “custo”, você já perdeu de vista “segurança primeiro”.

De acordo com Paul O’Neill, Ex CEO da Alcoa (Falecido a poucos dias);

 “A segurança nunca deve ser uma prioridade. Deve ser uma pré-condição. Antes de se levantar e andar por aí, você tem que respirar. Segurança deve ser como respirar. Deve ser uma pré-condição para o comportamento organizacional.”

3. Pensar que alguns acidentes são inevitáveis

Você deve sempre trabalhar a partir de uma suposição de que você pode obter a sua organização para zero acidentes.

No minuto em que você admitir que algum é inevitável, você está assinando e renunciando à responsabilidade pela segurança.

Se você diz, “Nada poderia ter sido feito para evitar isso”, você está incapacitando futuras medidas preventivas.

Se você diz, “Humanos são imperfeitos, coisas ruins vão acontecer”, você está garantindo a próxima rodada de coisas ruins.

Se você é um gestor de segurança, você deve sempre, em todas as circunstâncias, dizer que o único número aceitável pares acidentes é ZERO!

4. Usando incentivos de segurança equivocados

Em um esforço para melhorar seus Kpis, algumas organizações oferecem incentivos equivocados, como recompensar quem ficar três meses sem acidente.

Pode parecer um passo lógico e positivo, mas é uma má ideia.

Minha experiência diz que tais incentivos levam a encobrir acidentes, em vez da redução.

 Gestores e até mesmo colaboradores simplesmente não relatam mais para não quebrar sua sequência e ganhar um prêmio.

Para obter incentivos úteis, recompense esforços positivos para criar condições seguras.

5. Dizendo que você não pode evitar a estupidez

Repetidas vezes, ouvi o refrão: “Você não pode evitar a estupidez “.

 Como se, não importando quais precauções de segurança fossem tomadas, as pessoas fossem responsáveis por sua própria segurança, e se fizerem coisas estúpidas, acidentes acontecerão.

Essa é uma atitude perigosa, é imperdoável.

Isso significa que você está assumindo que algumas lesões são inevitáveis e está ignorando a cadeia de responsabilidade que leva a todas as lesões, que nunca são culpa de uma pessoa.

Lesões não acontecem porque as pessoas são estúpidas, acontecem por falta de treinamento, EPI inadequado ou uma cultura de segurança inexistente.

6. Esquecer que seus colaboradores falam idiomas diferentes;

Não sei dizer com que frequência estive em fábricas ou em canteiros de obras onde a maioria dos colaboradores falavam a linguagem (gírias) do próprio local e a sinalização de segurança não retratava a realidade deles de interpretação.

A segurança não é negociável, independentemente da linguagem que se fala.

Se você possui funcionários de várias regiões, deve dedicar tempo, esforço, educação necessária para garantir sua segurança.

7. Ignorando questões culturais;

É comum colaboradores de outros estados. Isso leva a desencontros perigosos de cultura.

Geralmente têm hábitos muito diferentes quando se trata de saúde e segurança.

Podem renunciar ao EPI adequado e deixar de relatar ferimentos porque subestimam a gravidade dos ferimentos, querem parecer durões ou estão preocupados em perder o emprego.

É sua responsabilidade proteger as pessoas. Isso significa entender as diferenças culturais e deixar todos à vontade para relatar lesões, condições inseguras e desconforto com a segurança de determinadas tarefas.

8. Maus hábitos de compra e armazenamento de EPI

Ninguém deve ter permissão para selecionar EPI que não tenha experiência direta com o trabalho.

Caso contrário, o EPI impróprio será comprado. Ou ele não fornecerá proteção adequada ou fornecerá muita proteção, à custa de ser muito volumoso ou desconfortável para realmente ser usado.

Muitas organizações cuidam especialmente de seus EPIs caros, bloqueando-os com cuidado do outro lado da fábrica.

Mas se o EPI não for facilmente acessível e conveniente para os colaboradores, eles não o usarão. Um bom EPI é valioso, mas somente se for usado.

9. Se contentar com treinamento ruim e treinadores maçantes;

Muitos treinamentos não produzem resultados, e os treinadores parecem não perceber por que falharam.

“Esses colaboradores são burros”, dizem eles. “Eles não ouvem.”

Mas adivinhem? Se os colaboradores não estão ouvindo seu treinamento, é seu o fracasso, não o deles.

Muito provavelmente, seu treinamento é muito genérico ou chato.

 É sua responsabilidade tornar o treinamento atraente e eficiente!!

10. Manter estatísticas inúteis;

Provavelmente você mantém Kpis sobre quase tudo. Em média, você tinha, digamos, 12 acidentes por mês este ano e 14 por mês no ano passado. Parabéns, você melhorou.

Mas desculpe-me por perguntar: Como o conhecimento disso realmente ajuda você a tornar as pessoas mais seguras?

Para que seus Kpis sejam úteis, eles precisam ser muito detalhados.

Você precisa saber quais lesões específicas estão acontecendo, quais máquinas estão envolvidas, qual EPI está sendo usado e muito mais.

Ter esse tipo de informação permitirá identificar padrões e tomar medidas para evitar acidentes futuros.

Estamos juntos!

O novo papel da governança e do conselho perante as demandas do ESG.

Existe uma linguagem muito erudita no momento sobre um tema que devia ser simplificado e isso me incomoda.

O futuro do crescimento dos negócios está ligado ao quão bem o ESG está incorporado ao modelo de negócios.

 Investidores, reguladores e consumidores estão exigindo mais transparência e responsabilidade nas práticas de sustentabilidade.

Essa integração se reflete na execução do ESG, incluindo áreas como estratégia de sustentabilidade, risco e conformidade e engajamento das partes interessadas.

As organizações que integram proativamente o ESG em suas operações estão mais bem posicionadas para gerenciar riscos e capturar oportunidades, como inovação sustentável ou entrada em mercados verdes.

As novas diretivas do mercado financeiro exigem descrição do processo de diligência devida aplicado no que diz respeito a questões de sustentabilidade, incluindo os principais impactos adversos, reais ou potenciais, relacionados com as próprias operações e cadeia de valor de uma empresa, incluindo produtos e serviços, relações comerciais e cadeia de abastecimento.

E especifica as informações que as empresas devem divulgar sobre fatores sociais, incluindo a igualdade de tratamento e de oportunidades, os direitos humanos, as liberdades fundamentais, os princípios e normas democráticos e as condições de trabalho.

A governança desempenha um papel crítico na supervisão e garantia de que os fatores ambientais e sociais sejam integrados à estratégia de negócios da empresa.

 As estruturas de governança estão sendo desafiadas por novas responsabilidades e áreas de supervisão, principalmente no que diz respeito ao ESG.

 O Conselho de Administração terá um papel central no fornecimento de supervisão estratégica para os esforços de sustentabilidade.

O envolvimento de vários comitês indica que o ESG não é apenas uma função isolada, mas é essencial para garantir transparência e responsabilidade.

Divulgações oportunas e confiáveis, conduzidas por esses comitês, são vitais para manter a confiança do investidor e atender aos requisitos regulatórios.

A governança ESG, particularmente por meio do responsável do ESG, toca diretamente várias unidades de negócios.

 Essas funções são fundamentais na coleta de dados e insights que influenciam as iniciativas de sustentabilidade.

 A clara ligação entre governança, estratégia e execução funcional destaca como os objetivos ESG estão entrelaçados na estrutura operacional central do negócio.

A sustentabilidade deve ser uma prioridade estratégica e não um esforço isolado.

O alinhamento entre governança, unidades de negócios e execução ESG garante que a sustentabilidade seja uma parte essencial do modelo de negócios, levando à resiliência e competitividade de longo prazo.

 O envolvimento das partes interessadas deve ser um imperativo comercial, pois a colaboração com as partes interessadas permite que as empresas fiquem à frente das mudanças regulatórias, antecipem as mudanças do mercado e inovem de maneiras que beneficiem os negócios e a sociedade.

A governança é a espinha dorsal da integração ESG bem-sucedida, e a integração orientada pela governança é fundamental para garantir que o ESG não seja apenas um exercício de conformidade, mas um catalisador para o crescimento sustentável.

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Quais são os passos para começar com a avaliação de risco climático?

A intenção deste texto é esclarecer e a identificar as etapas e os recursos necessários para realizar uma avaliação sistemática de risco climático, mesmo que você nunca tenha feito isso antes e mesmo que não seja um especialista em gerenciamento de riscos.

O que é avaliação de risco climático?

A avaliação de risco climático, também conhecida como avaliação de risco de mudança climática, é um processo sistemático para identificar perigos potenciais de eventos, tendências, previsões e projeções relacionadas ao clima, para que você possa começar a desenvolver planos para evitar ou gerenciar esses riscos.

Quais são os passos para começar com a avaliação de risco climático?

  • Garantir a adesão da alta administração

Você precisa se certificar de que seu CEO ou a alta direção está comprometida com a gestão de riscos climáticos.

Para fazer isso, você precisa entender as perguntas e preocupações da alta administração em torno das mudanças climáticas e dos riscos.

  • Obtenha uma visão geral de seus dados e recursos existentes

A profundidade da avaliação de risco dependerá dos dados existentes, dos recursos disponíveis e da gravidade dos riscos.

Comece reunindo as informações que sua equipe pode precisar para uma avaliação de risco climático, como:

  • Localização e número de instalações
  • Dados atuais de uso de recursos e desempenho (ou seja, inventários de uso de água)
  • Riscos climáticos previamente identificados
  • Dados sobre a variabilidade meteorológica passada
  • Projeções regionais ou locais sobre temperatura, precipitação e aumento do nível do mar

Você também precisará determinar quem fará parte da sua equipe de avaliação de risco.

Sua equipe pode incluir:

  • Gestores de Riscos
  • Gerentes de Instalações
  • Equipe de Finanças
  • Pessoal de EHS
  • Gerentes de emergência
  • Equipe de Marketing e Comunicação
  • Alta administração

Em alguns casos, você pode decidir que sua equipe precisa da experiência de um consultor externo.

 Ao escolher um consultor, é importante considerar sua experiência passada com avaliação de risco climático.

  •  Defina o escopo de sua avaliação de risco climático

Depois de identificar os dados e recursos existentes, é hora de determinar o escopo da avaliação.

 Algumas áreas potenciais a serem consideradas em sua avaliação de risco climático são:

  • Instalações & ativos
  • Produtos
  • Recursos
  • Uso do solo
  • Clientes
  • Cadeia de suprimentos
  • Colaboradores
  • Comunidade

Você pode achar que é impossível cobrir todas essas áreas em uma avaliação – tudo bem.

 Muitas empresas optam por realizar uma série de avaliações de risco climático em vez de uma única avaliação.

Alguns tipos de avaliações climáticas que a @Roberto Roche & Associados utiliza:

  • Avaliações de triagem:

 As avaliações de triagem, também chamadas de avaliações “desktop”, exigem o mínimo de experiência e comprometimento.

Eles têm como objetivo dar uma visão de alto nível dos potenciais riscos climáticos em toda a empresa e, muitas vezes, são o primeiro passo antes de mergulhar em um dos métodos abaixo.

  • Registros históricos de variabilidade:

Ao olhar para trás em registros históricos de variabilidade e clima extremo, você pode começar a ter uma noção de quais riscos aumentarão com as mudanças climáticas.

  • Modelagem/cenários:

 Os modelos computacionais também podem ajudar as empresas a entender os riscos futuros das mudanças climáticas.

Universidades, agências governamentais ou consultores de risco climático geralmente constroem esses modelos.

E as seguradoras?

As seguradoras têm investido pesado na modelagem e análise de riscos relacionados às mudanças climáticas e condições climáticas extremas. Isso os torna bem-posicionados para ajudar as organizações a avaliar (e mitigar) os riscos de danos futuros.

A quantificação dos riscos relacionados com o clima representa um desafio único.

Cabe à sua equipe determinar qual método é o mais apropriado para seus recursos, experiência e situação única.

Estamos juntos

O mercado de experts em ESG e soluções está aquecido, e agora quem é quem?

De repente todos somos experts em ESG no linkedin (até 2020 nem sabiam que existia tal coisa no Brasil) e como pode agora essa enxurrada de soluções e experts?

O mercado de software de sustentabilidade, esse então nem se fala, como aqueles com foco em contabilidade de carbono e gerenciamento ESG, tornou-se extremamente lotado.

Falo com muitos profissionais de ESG/sustentabilidade das organizações e compradores todas as semanas, e muitos deles estão sobrecarregados com a quantidade de alcance das startups de sustentabilidade e experts em consultoria ESG.

 Na semana passada, um colega de uma grande empresa me disse que ela era abordada diariamente com uma nova solução de contabilidade de carbono no Linkedin.

 Enquanto isso, um executivo sênior de investimentos sustentáveis me disse que não consegue acompanhar todos os provedores de dados ESG.

Como resultado disso, os executivos de sustentabilidade estão desligando todas as mensagens recebidas de soluções ESG.

O conteúdo gerado por IA estar piorando ainda mais as coisas.

 Duas semanas atrás, em um debate escutei a seguinte previsão sobre o conteúdo de IA (sim meu caro colega, está claro que vc cópia e cola)

O maior desafio para os profissionais de ESG/sustentabilidade é que eles não conseguem dizer quem é real e quem é falso.

 Eles não conseguem diferenciar entre quem tem uma solução real para seus desafios e quem está explorando suas necessidades para vender promessas vazias!

 Voltando à minha conversa com um colega da área no início desta semana, ela disse que não conseguia encontrar tempo para ver uma demonstração e avaliar adequadamente cada solução apresentada a ela, se ela fizesse isso, ela não faria nada além de estar em chamadas de demonstração o dia todo.

Compradores geralmente têm um processo, mas quem incluir nesse processo e se todos os fornecedores adequados terão a chance de participar é uma questão em aberto.

Basicamente, as requisições de compra ainda são limitadas pelo problema anterior, a infinidade e a fragmentação dos provedores de soluções ESG.

Naturalmente, o que acontece quando as pessoas ficam sobrecarregadas é que elas tendem a adotar uma abordagem heurística para resolver o problema.

Consequentemente, os compradores preferirão comprar de empresas mais em conta no preço, mesmo que esses fornecedores não tenham a melhor solução para seu problema.

Alternativamente, os compradores favorecerão empresas com as quais já trabalharam de alguma forma, confundindo familiaridade com competência.

 Os compradores podem preferir soluções que encontraram recentemente em vez de soluções melhores que viram há algum tempo, entre muitos atalhos.

As startups de sustentabilidade precisam tomar nota do que foi dito acima e investir um tempo considerável para desenvolver estratégias realistas de entrada no mercado, especialmente em torno de marketing e alcance de clientes-alvo.

 A solução para esse problema deve ir além da publicação de mais um guia sobre como os profissionais de ESG devem escolher o software ESG.

 Uma empresa ESG que publica seu próprio guia de seleção de software ESG não é diferente de um fabricante de chocolate que emite seu próprio guia para alimentação saudável.

A solução para esse problema exigirá mais do que outro guia que ninguém lerá, exceto seu concorrente, enquanto ele se prepara para publicar sua própria versão.

Pergunta para minha rede de profissionais:

Como você está lidando com o tsunami de experts de ESG no LinkedIn e as soluções ESG?

Estamos juntos!

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