Riscos socioambientais de baixa probabilidade não pode ser ignorados, por favor!! -Parte I

Apesar dos grandes sucessos na redução de eventos sejam em riscos socioambientais ou no local de trabalho, como é que esses eventos aparentemente “aleatórios” ainda ocorrem, sem causa aparente? 

Quando analisado, os envolvidos no evento respondem que eles estavam apenas fazendo seu trabalho da maneira que sempre fizeram.

 Como pode um bom gestor ou colaborador de linha de frente sênior e com bom senso e experiência livre de eventos por vários anos e depois não visualizar o risco?

A resposta está nas leis da probabilidade.

 Certos comportamentos no local de trabalho podem parecer “seguros” quando, na verdade, eles realmente têm uma baixa probabilidade de estarem “em risco”. 

E se um colaborador está fazendo o trabalho do jeito que ele ou ela sempre faz e esse trabalho envolve um comportamento ou condição que tem um fator de risco de um em mil. 

Se o colaborador assume esse risco uma vez por dia e trabalha 200 dias por ano, ele ou ela assume esse risco cerca de mil vezes em um período de cinco anos. 

Uma grande população que corre tais riscos experimentará uma taxa de eventos proporcional a esta proporção de cinco anos.

Riscos de baixa probabilidade são difíceis de identificar, alguns chamam de Cisne Negro,

MAS NÃO SÃO!

O termo “baixa probabilidade” na verdade cobre um conjunto de riscos que poderiam produzir eventos uma vez em cem ou uma vez em milhares de ocorrências.

Embora a probabilidade permaneça a mesma a cada ocorrência, o volume de tomada de risco realmente determina o número de eventos que resultarão desses riscos.

 Organizações com grande número de colaboradores têm sido especialmente úteis na compreensão dos fatores de risco reais de certos comportamentos e condições. 

Alguns especialistas na área de riscos têm argumentado que as razões de probabilidade são muito complicadas e quase impossíveis de calcular. 

Isso se torna menos verdade em grandes populações com bons relatórios e registros.

A maioria dos indivíduos e organizações ainda não perceberam que os riscos de baixa probabilidade são realmente um fator importante em suas experiências de gestão de riscos. 

Muitos fatores contribuem para que isso não seja realizado.

Experiência e Bom Senso

As pessoas dependem de sua experiência e bom senso para protegê-los de muitos eventos. 

Estas são ferramentas muito boas quando a probabilidade de eventos é alta o suficiente. 

À medida que a probabilidade diminui, a eficácia da experiência e do bom senso também ajudam as pessoas a identificar riscos e praticar medidas preventivas eficazes.

Causa vs. Prevenção

Quando isso acontece, gestores de risco tendem a se concentrar no que eles chamam de “causas básicas”. 

As variáveis são frequentemente rotuladas causas básicas porque são a última resposta em uma cadeia de perguntas “por quê”.

Dean Gano, autor do livro Apollo Root Cause Analysis, que é muito usado pela NASA no programa espacial, argumenta que as causas básicas quase nunca são realmente descobertas.

 Ele diz que algo é chamado de causa raiz simplesmente porque a próxima pergunta “por quê” não poderia ser respondida. 

Gano também afirma que todo evento tem uma cadeia condicional e uma cadeia comportamental de eventos que o levam a ele que contém inúmeros itens que poderiam ser rotulados causas básicas.

Investigações de eventos muitas vezes se concentram no que era diferente desta vez que poderia ter causado. 

Variáveis são sempre uma das coisas que eram diferentes.

 Embora as variáveis possam ser causas básicas legítimas de eventos, controlar variáveis quase nunca é uma solução viável para a prevenção de eventos. 

Muitas vezes é difícil para os gestores de risco focarem na melhor estratégia de prevenção do que procurar causas básicas.

 Indivíduos com formação técnica e de engenharia têm problemas ainda maiores abandonando a busca por causas básicas. 

Eles têm sido muitas vezes treinados para que os problemas não podem ser resolvidos exceto no nível da causa básica. 

Isso é muitas vezes verdade em problemas mecânicos e quase nunca é verdade na prevenção de eventos sobre riscos socioambientais

Continua ….. em nosso próximo texto

Estamos juntos!

Você já leu o manual e os procedimentos de segurança ou de emergência da sua operação?

Quando realizamos avaliação de nível de maturidade, ou até mesmo revisando os PAEs PEIs, e PGRs da vida, ficamos atônitos com as reações, e não tem muita diferença de um colaborador até para o CEO.

Experimente perguntar!

Você conhece e já leu o manual/procedimento de segurança ou de emergência da sua organização?

Pergunte aos seus diretores ou melhor, a todos colaboradores da sua empresa.

E envie as repostas e se quiser, inbox, assim você não vai se comprometer, rsrsrsrrsrsr.

Mas preste atenção quando perguntar!!!!!!

Não é se somente passou os olhos, ou leu o índice, ou dizer que já ouviu falar!

Quero dizer: Leu e conhece mesmoooooo?

Como se estivesse tentando aprender!!!!!

Já perdi a conta de quantas vezes na minha carreira eu tive a oportunidade de assumir um programa incipiente de segurança, um manual feito só para certificação ou para inglês ver.

Em que todos seguiam, ou melhor sabiam que existiam e nunca tinham prestado atenção ou não davam a mínima.

Este foi um dos choques de realidade das diferenças de cultura de segurança forte quando saí das indústrias química, óleo e gás e mineração e fui para construção civil, claro que teve exceção, com uma empresa da construção civil pesada que tinha uma cultura de QSMS-RS e Sustentabilidade muito forte e com uma liderança por exemplo dos diretores.

Em algumas situações que enfrentei, o discurso dos gestores e o website eram lindos, bem escritos e até comoventes, mas na hora de seguir ou aplicar o manual, como acumulei desconforto e fui questionado rispidamente por somente seguir o que estava estabelecido.

E encontrei desafios em todas as vezes que tive de elaborar a revisão obrigatória do manual de segurança (quando conseguia), era um desafio interessante.

Não só por ter que enfrentar o ego de quem elaborou ou de alguma consultoria que deve ter cobrado uma fortuna.

Mas também por significar uma evolução do manual/procedimento que requisitava discussões, participações em comitês de segurança e principalmente a participação de todos os departamentos (esse então quase impossível).

Mexer em algo que ninguém conhecia, mas tinha dono, nunca foi fácil.

Falar de segurança, todos falam, mas participar, entender e seguir é outra conversa.

Como se pode gerir um programa de segurança sem saber as condições especificas de segurança do local?

Mas por quê?

Porque alguns manuais/procedimentos foram elaborados por alguém que pensava que um manual de segurança deveria ser lido como um manual de normas técnicas, e que são inúmeras e muito bem elaboradas por sinal.

Eram meticulosamente, ponto por ponto cópias das normas técnicas, convenientemente, fornecendo os tópicos para os colaboradores seguirem.

Eles não se concentravam nas perspectivas do local, como a cultura da região, das características do próprio segmento e das circunstâncias de onde se encontrava.

Centravam-se no conhecimento do autor das normas, ou melhor, a habilidade do autor para copiar os padrões que todos conhecem.

Ao elaborar o manual de segurança, deve se mencionar entre muitas outras peculiaridades, somente uma vez as normas em que se baseia e pronto.

Na primeira página de preferência onde a instrução é necessária, como:

“A finalidade deste manual é fornecer orientações de segurança para os funcionários da empresa XPTO e em conformidade com as normas XXXXXXXX.”

Um manual de segurança não é um boletim técnico, é uma ferramenta para instruir seus colaboradores nas políticas de segurança da empresa.

Os funcionários não precisam ser especialistas nas normas, que é trabalho do profissional de segurança.

Eles precisam saber como fazer seus trabalhos com segurança.

E não ficar tentando decifrar um manual de segurança incompreensível.

Se o seu manual de segurança fica em uma prateleira, intocado e sem uso, melhor começar a repensar e enxergar com outros olhos.

Seja honesto com você mesmo, faça uma análise crítica e questione:

É ilegível seu manual /procedimento segurança ou de emergência?

Agora uma dica: Aos que mais bradam que a segurança é superimportante e estão sempre criticando o departamento de QSMS-RS e Sustentabilidade, não custa perguntar.

Você já leu o manual/procedimento de segurança ou de emergência da empresa que você trabalha???

Aguardo as respostas.

Estamos juntos!

Evoluindo do foco para o foco na segurança.

Em que seus colaboradores estão focados para se manterem seguros?

 Quais são as coisas essenciais que os colaboradores devem prestar atenção, e quais precauções devem tomar para evitar lesões mais graves ou comuns?

Quão alinhados corretamente é o foco deles, e qual é o seu foco?

 Você está apenas focando na segurança, ou você desenvolveu um foco em segurança?

Todas as organizações amadurecem a ponto de jogar mais recursos e programas em problemas que não agregam mais novo valor.

 Quando você chega a este ponto, a especificidade é necessária !!!!

“Segurança em primeiro lugar.” “Uma maneira segura leva o caminho.” “Pense em segurança”. “Esteja seguro”. “Nenhum trabalho é tão importante que não pode ser feito com segurança.” “A segurança começa aqui.”

 Algum desses soa familiar? rsrs

 Iniciando reuniões com a segurança, os líderes dando mensagens sinceras sobre porque a segurança é pessoalmente importante para eles, e apresentações de colaboradores anteriormente acidentados transformados em palestrantes profissionais são todas ferramentas e tentativas bem-intencionadas de alertar as pessoas.

A esperança é que eles ajudem os colaboradores a se concentrarem na segurança, pensar antes de agir ou levar os resultados potenciais de um desvio de uma prática de trabalho padronizada mais a sério.

Muitas dessas ferramentas eventualmente se tornam não específicas o suficiente, sem sentido ou pior, pode levar o colaborador a acreditar que a segurança é cuidada pela organização  e não há muito mais o que fazer.

Focar na segurança faz sentido em culturas de baixa maturidade.

 Eventualmente, essas ferramentas e métodos atingem um ponto de diminuição dos retornos à medida que a cultura de segurança amadurece.

As ferramentas que usamos para focar na segurança se tornarão obsoletas.

Quando isso ocorre, você deve evoluir para um foco em segurança.

Segurança, embora certamente não tão simples, são  questões básicas como :

  • Conhecer os riscos que podem levar a lesões graves e fatalidades .
  • Também é conhecer os riscos comuns, que são tipicamente identificados como riscos de baixa probabilidade, aqueles que as pessoas podem tomar várias vezes por dia ou hora.

Sabendo das precauções para controlar os riscos.

Algumas precauções são obrigatórias.

Pense no controle  (bloqueio/tagout) ou entre em um espaço confinado sem obter uma permissão.

Em contrapartida, outras precauções seriam voluntárias a critério do indivíduo.

Pense em garantir que você mantenha seus olhos em seu trabalho ou direção de viagem.

Garantir que as pessoas estejam tomando regularmente as precauções desejadas.

 As precauções obrigatórias que abordam os riscos potenciais e fatalidades são controladas por meio da supervisão gerencial e da aplicação positiva, contendo um equilíbrio de consequências.

As precauções voluntárias que abordam principalmente os riscos de baixa probabilidade são abordadas com as ferramentas de influência e coaching.

Embora sejam todas ferramentas de prevenção, sabendo que os seres humanos cometem erros, especialmente em ambientes complexos, quais são os sistemas de recuperação que eles devem saber ou o que devem saber sobre como responder a eventos indesejados?

Se você não tiver um foco especial na memória consciente de alguém, ele nunca entrará em seu subconsciente.

 Você tem que colocá-lo em suas cabeças antes que você possa colocá-lo em seus hábitos.

Com essa fórmula em mente, qual é o foco dos colaboradores?

Quais são os riscos  e da prática comum a que devem dar foco?

 Quais são as precauções obrigatórias e voluntárias mais essenciais que os colaboradores devem dar atenção?

O que seus líderes estão fazendo proativamente para garantir a conformidade e estão influenciando e treinando para o esforço discricionário?

 Quando ocorre um desvio de um resultado esperado, para onde o foco é direcionado?

Os colaboradores de todos os lugares estão se concentrando em algo para realizar um dia livre de lesões.

 Quão confiante você está de que o foco deles é preciso?

 Precisamos evoluir de foco para desenvolver um foco em segurança.

Estamos juntos

Compliance socioambiental e sua importância como base de tudo para uma boa gestão ESG!

Quem me conhece, sabe que tenho como hobby ler sobre grandes acidentes socioambientais e suas causas, bem como ler relatórios de sustentabilidade publicados.

Para as minhas teses, estudei 1.892 acidentes desde que se tem relatórios sobre estes e até os dias de hoje, mas agora, como passatempo entre voos ou durante.

Elenquei 10 pontos em comum entre todos eles e até mesmo os que aconteceram a pouco tempo

Entre eles está o Compliance Ambiental, sim parece mentira, em um mundo corporativo cheio de analistas, gerentes, softwares etc.

Todos enchendo a boca, estufando o peito, ainda mais em seus websites e aqui mesmo no linkedin divulgando suas façanhas na gestão de QSMS-RS

Mas só, que nossos colegas, passam o dia todo apagando incêndios e por uma questão de ocasião o nosso e querido famoso compliance socioambiental, vai para o brejo.

Organizações têm a noção de que a obrigação tributária é uma imposição legal, que não pode ser desobedecida, e todos têm a noção das consequências trazidas pelo seu descumprimento, desde pesadas multas até sanções criminais.

Todos também têm a noção da responsabilidade da empresa para com o consumidor e com seus fornecedores, tanto que as obrigações comerciais e civis são cumpridas rigorosamente à risca, a fim de evitar problemas com os órgãos de proteção e até mesmo com o próprio poder judiciário.

E agora, no momento que vivemos sobre o assunto corrupção de repente surgiram os departamentos e gestores só sobre compliance!!!!

Igualmente, nem todos têm a noção da importância da necessidade de se estar em absoluta conformidade com a legislação ambiental, bem como do dever de utilizar e de se submeter aos instrumentos existentes para a proteção ambiental, como o licenciamento ambiental e outros, mas este cenário está começando a mudar.

Com a chegada do ESG como fiel da espada, imposto pelo mercado financeiro, nem se fala!

Atualmente contabiliza se cerca de 39.000 entre leis e normas relacionadas ao meio ambiente, segurança do trabalho etc., a rigidez destas regras e o próprio aumento da procura por produtos ambientalmente responsáveis no mercado têm levado as empresas brasileiras a buscar uma postura preventiva em relação a possíveis riscos ambientais.

Este comportamento eu sinto pelo crescimento do número de consultas que recebo quase que diariamente em relação à adoção de planos de “compliance ambiental” e medidas de adequação das empresas à legislação em vigor para evitar riscos de passivos ambientais.

Para muitas empresas a adequação ambiental é tratada como uma mera oportunidade comercial, e não como uma obrigação legal, o que realmente é.

Por exemplo, já vi alegações no sentido de que a conformidade ambiental é cara e que não traz benefícios à empresa e prefere “deixar esta questão de meio ambiente de lado, para outra oportunidade, ninguém fiscaliza mesmo”.

O primeiro passo para implantar um plano de compliance ambiental é a realização de auditorias de fluxo de processo e uma análise de riscos ambientais da empresa de acordo com as atividades exercidas por ela.

A vantagem do compliance é a antecipação a requerer ajuda só na hora que cometeu alguma irregularidade ambiental. 

E já sabemos que “remediar sai muito mais caro que prevenir”.

E em que, consiste na auditoria para a implantação de compliance:

Consiste em avaliação documentada e sistemática de conformidades das instalações, das práticas operacionais e de manutenção de uma atividade poluidora, e tem como o objetivo de verificar, a obediência aos padrões de controle e qualidade ambiental, os riscos de poluição acidental, a eficiência das respectivas medidas preventivas, o desempenho dos gerentes e operários nas ações referentes ao controle ambiental e a pertinência dos programas de gestão ambiental interna ao empreendimento.

Empresas são formadas por pessoas.

A responsabilidade socioambiental, hoje, faz parte do próprio negócio e transcende o próprio negócio.

Bons resultados são alcançados, com ações importantes que contribuem para solucionar, pelo menos em parte, os impactos ambientais.

Tais ações provaram ser especialmente eficientes quando focadas em áreas específicas e não dispersas em iniciativas pontuais.

Mais do que isso: Os programas de adequação as conformidades (compliance) atingem seus objetivos quando apostam nas potencialidades dos beneficiários e não em suas carências, no desenvolvimento contínuo das pessoas e não em doações financeiras ou em investimentos de infraestrutura.

A grande diferença é a valorização do ser humano como agente de mudança.

Estamos juntos!

Indústria X ESG no seu dia a dia, quanto a questão socioambiental.

O efeito da ação antrópica sobre o meio ambiente aumentou significativamente a partir do início da Revolução Industrial e atualmente como consequência sentimos a deterioração deste cada vez mais impactando em nossas vidas e na questão econômica.

Desde este período até nossos dias, o impacto das atividades industriais, dos aglomerados urbanos e da expansão da agricultura sobre a biosfera só vem aumentando.

Vejamos o exemplo do consumo de água que a bem pouco tempo era desprezada e desperdiçada e que agora passa a ser quase um commodity.

Feliz a indústria que passou a ter uma visão sustentável do seu negócio há alguns anos.

E que situação preocupante se encontram aquelas que estão fechando suas portas ou diminuindo sua produção por não ter tido uma ação sustentável no passado.

Sou do tempo em que como colaborador do departamento de meio ambiente era olhado com certo desdém por todos da corporação, e graças a deus estou vivo para presenciar ascensão da função de nossa profissão perante a alta direção

O aumento da preocupação com o meio ambiente exerceu um grande impacto sobre as atividades empresariais.

A partir de meados da década de 1980, a maioria dos países criaram leis ambientais ou tornou as existentes mais restritivas, regulando as atividades industriais e comerciais, no que concerne a seus impactos sobre o solo, a água e o ar.

A partir deste momento foram adotados novos padrões de qualidade para o ar e as águas, padrões de emissão para os efluentes industriais líquidos e gasosos e sistemas de licenciamento das atividades poluidoras, contando ainda com relatórios de avaliação de impacto ambiental.

 Com a questão dos princípios do ESG, a quase 20 anos, um novo conceito de gerenciamento do negócio surge além de como principal objetivo a melhoria da atuação e o aumento da produtividade, através de técnicas de gestão, uso de tecnologias, mas junto com uma visão de sustentabilidade.

 Essa nova gestão vem a incorporar todas as modernas práticas administrativas e inovações tecnológicas como ferramentas para uma atuação empresarial responsável, baseada nos parâmetros do desenvolvimento sustentável.

No aspecto legal, a maioria dos países estabeleceram legislações ambientais específicas, tratando de assuntos como: recursos hídricos, recursos minerais, áreas marinhas, pesca e caça recursos florestais, turismo, produtos químicos e poluição atmosférica.

Criaram-se leis específicas regulamentando a obrigatoriedade de execução de EIA (Estudos de Impacto Ambiental), o correto gerenciamento e disposição final de resíduos perigosos, a lei de crimes ambientais, e normas estabelecendo padrões para emissões atmosféricas e níveis de tratamento de efluentes.

A rapidez com que a legislação de proteção ao meio ambiente vem caminhando implica, para as empresas, uma multiplicação de gastos com as adaptações sequenciais.

Isso começaria a afetar a própria flexibilidade das operações, que teriam de ser repensadas e realocadas a cada mudança legal, aumentando os custos. 

É por isso que, muitas vezes, fica mais econômico antecipar-se à lei do que segui-la a cada compasso.

Uma atitude preventiva, portanto, da parte da gestão estaria protegendo seu negócio não só sobre possíveis desastres presentes, mas, sobretudo contra inúmeros problemas ambientais futuros.

 O raciocínio de longo prazo é uma exigência inerente à questão da sustentabilidade. 

A empresa deve estar atenta a todas as exigências legais que visem à proteção do meio ambiente, a fim de zelar por sua imagem institucional junto à sociedade, evitando ainda, um passivo ambiental, que possa comprometer seu pleno funcionamento.

Estamos juntos!

4 pontos fundamentais que os colaboradores precisam sentir de você, para engajar na cultura de segurança da organização.

 Se os líderes não estiverem empenhados em realizar uma reunião de segurança envolvente, os participantes também não se envolverão.

Para começar com meus amigos e amigas, bom lembrar!

Kpis não constroem uma cultura de segurança.

Liderança sim

Segurança é sobre preparação, estar pronto para ação, no entanto, a maioria das vezes, nossos profissionais são insuficientes nesse ponto básico

 Quantas vezes você já viu em suas próprias reuniões de segurança somente falar ou não sobre atitude/ação perante os colaboradores no último minuto, bem rapidinho?

Isso não inspira confiança nos colaboradores.

É tão fácil entender, se liderança não está dedicada em uma reunião de segurança para ser engajadora, os participantes não irão se envolver também.

Por que fariam isso?

Na verdade, a maioria ainda não vai acreditar o que você tem a dizer.

Mas eles vão te olhar para ver se você acredita no que o que você tem a dizer.

Em outras palavras, você precisa antes de tudo demonstrar engajamento quando se trata de organizar e executar o programa de segurança especialmente nas reuniões.

Se você não tem convicções sobre tanto o valor do programa fora nossas famosas regras, e a finalidade (o resultado – o que você quer fazer com a informação), você terá um tempo bem difícil para obter engajamento os colaboradores

Se você quiser envolver os colaboradores para participar no programa de segurança e para a própria segurança como um dos seus princípios orientadores, você tem que dar-lhes o que eles querem.

Colaboradores querem quatro coisas de você em programa de segurança:

Ferramentas/processos.

Há um sentimento de confiança em saber que um colaborador tem as ferramentas certas para o trabalho e os melhores processos para mantê-los seguros.

Um colaborador que teme por sua segurança é um colaborador temeroso.

Colaboradores confiantes tomam melhores decisões. Saber que eles têm as melhores ferramentas e processos aumenta os níveis de confiança.

 Mas aqui está a ressalva: Não enterre a boa informação entre todas as outras informações irrelevantes.

Seja seletivo sobre as ferramentas, e as informações mais importantes.

Motivação interna.

Nós ficamos motivados quando podemos facilmente ver o que tem para nós.

Segurança é a mesma coisa. Ajude seus colaboradores a identificar a sua vitória em segurança.

 “Evitar uma perda não é o mesmo como a obtenção de uma vitória)”

Como segurança irá beneficiá-los?

 Identifique as vitórias e você desbloqueará sua motivação interna para querer estar seguro.

Como sua vida é melhor por causa de segurança?

 Pergunte-lhe em uma reunião de segurança.

Em seguida, formar pequenos grupos e a tarefá-los entendendo suas próprias respostas.

Quando eles encontram uma resposta que ressoa, eles terão encontrado sua motivação para ser seguro.

Valorize

Conforme discutido no ponto anterior, as pessoas tornam-se inspiradas quando eles descobrem por si mesmos o que eles ganham para fazer segurança.

Fale com cada um para saber o quanto eles são valorizados.

Que eles saibam que você e a empresa estão orgulhosos do trabalho que fazem e como eles fazem isso.

 Avise que se importam e que cada pessoa merece ser protegido pela equipe.

Segurança é a melhor maneira de mostrar um companheiro colaborador quanto eles são valorizados.

 “Colaboradores valorizados valorizam segurança.” Nunca se esqueça disso.!

Orgulho do trabalho seguro

Quando colaboradores fazem bom trabalho, com segurança eles devem ser reconhecidos.

Quando a equipe realiza um novo marco, querem sentir-se orgulhoso.

As pessoas querem sentir que pertencem e que são parte de uma equipe.

Eles querem sentir que o trabalho significa algo.

Dar-lhes o feedback que lhes dá razão para se sentir orgulhoso de suas realizações é fundamental 

Levar as pessoas a encontrar o mínimo padrão do código de segurança é o mínimo que pode fazer, por lei.

Você precisa ir ao que interessa em segurança, falando com seu colaborador e não para eles.

 Independentemente de sua posição, eles são seus companheiros de equipe.

Eles merecem seu melhor esforço, se você espera deles.

Certifique-se de que seu pessoal tem as ferramentas certas, abundância de incentivo, inspiração e motivação. Isso irá ajudá-los a tomar decisões melhores.

A segurança é muito mais do que apenas estatísticas, números, relatórios, inspeções e procedimentos.

É liderança.

Estamos juntos!

Estamos juntos

Algumas razões pelas quais você deve desenterrar seu plano de resposta de emergência!

Como nunca aconteceu ,  pode parecer muito cedo para começar a se preparar para o próximo evento.

Preparar planos de resposta de emergência com antecedência também significa que você estará pronto quando do próximo  evento .

A preparação de emergência é uma das coisas mais importantes em que uma empresa pode investir.

 Quando uma emergência acontece, estar preparado pode ser a diferença entre a perda de dinheiro, o tempo e, o mais importante, a segurança de sua equipe.

 Graças aos avanços tecnológicos, as organizações  podem implementar plataformas e ferramentas que podem ajudá-las a se preparar para qualquer coisa, desde o tempo inclemente até um intruso perigoso.

Apesar da maior precisão nas previsões , as organizações nem sempre estão equipadas com a infraestrutura necessária para preparar uma resposta de emergência adequada, perdendo tempo precioso durante uma emergência que poderia ter sido evitada.

É por isso que é importante que as organizações tenham a tecnologia de segurança e comunicação correta para que possam proteger seus funcionários e propriedades em caso de emergência climática.

 Audite suas práticas e sistemas atuais.

O primeiro passo para estar preparado para um evento ou qualquer outra emergência é auditar os atuais planos de segurança e emergência da sua organização .

Com o tempo, os planos de segurança podem ficar datados, e dependendo da última vez que seu plano foi revisto, pode até ser contraproducente em uma emergência.

Garantir que seu plano esteja  atualizado com a infraestrutura atual de sua instalação garante que, quando uma emergência surgir, você esteja preparado.

Uma ótima maneira de começar é identificando todas as suas tecnologias de segurança e comunicação existentes.

Muitas vezes, as organizações  já possuem uma grande variedade de sistemas, como controle de acesso à porta, painel de incêndio, câmeras, monitoramento de temperatura ou umidade.

Quando se trata de comunicação, as organizações  usam e-mail, texto, telefonemas e outras táticas para chegar aos funcionários com mensagens oportunas, muitas vezes distribuídas a partir de uma variedade de plataformas de comunicação.

Uma vez que todos esses sistemas são contabilizados, você pode determinar como essas tecnologias podem ser mais bem utilizadas em conjunto como uma única unidade, em vez de como sistemas separados.

 É importante considerar como tirar o máximo do seu quadro atual de segurança e tecnologia à medida que você cria um plano de resposta a emergências melhorado.

Integre sua tecnologia.

Organizações  que podem integrar suas tecnologias existentes de forma mais eficiente têm uma vantagem competitiva à triagem de emergências.

 Por exemplo, as organizações  podem integrar todos os seus sistemas de segurança existentes em uma única plataforma com uma plataforma de alerta de emergência.

Uma plataforma de alerta automatizado reúne todas as informações dos sistemas tecnológicos anteriormente diferentes, os monitora e envia alertas detalhados de uma fonte.

 Isso não só permite que a empresa tire o máximo de seus investimentos anteriores, como também simplifica as respostas de emergência.

Em vez de ter que acessar cada uma dessas tecnologias separadamente, elas podem ser vinculadas à plataforma de alerta de emergência.

 Isso significa que quando qualquer um dos sistemas é acionado, um alerta será enviado automaticamente para os indivíduos devidamente atribuídos.

Por exemplo, digamos que o controle de acesso à porta de uma instalação e os sensores de temperatura são integrados em uma plataforma de alerta de emergência, a plataforma de alerta estará constantemente monitorando esses sistemas.

 Se ambos forem acionados, um alerta sobre o que aconteceu será enviado automaticamente.

Personalize seus alertas.

Com uma plataforma de alerta de emergência, qualquer empresa pode melhorar a funcionalidade de suas tecnologias atuais, aumentando seus recursos de alerta.

Os alertas são totalmente personalizáveis, incluindo a partir dos quais os usuários finais são enviados e as informações que contêm.

 Isso permite a dispersão rápida e direta de informações durante uma emergência.

Se a manutenção, a segurança, a polícia ou um colaborador chave  precisa ser contatados, isso pode ser pré-determinado dependendo do evento acionado.

Por exemplo, se durante um evento , um cano estoura no prédio e um monitor de umidade é desligado, um alerta detalhado pode ser enviado imediatamente ao pessoal de manutenção, garantindo que a situação seja tratada o mais rápido possível.

Esse tipo de automação pode garantir que mesmo quando os funcionários não estão no prédio, seja devido a um evento ou qualquer outra situação, uma resposta ainda será acionada.

Isso pode reduzir seriamente o tempo de resposta a qualquer emergência e pode ajudar as organizações  a economizar tempo, dinheiro e recursos.

Em um cenário perigoso, o alerta de emergência aprimorado pode até salvar vidas.

 Reforçar a comunicação.

O alerta de emergência automatizado não é a única maneira de manter sua empresa informada durante uma emergência.

 Uma plataforma de notificação em massa é outra grande ferramenta que pode permitir que as organizações  mantenham seus funcionários informados sobre qualquer situação.

Por exemplo, se uma tempestade de inverno atinge e causa fechamentos, dificuldades de transporte ou qualquer outro problema, então funcionários específicos, grupos de funcionários ou toda a força de trabalho dos funcionários podem ser notificados imediatamente.

Esses alertas podem ser pré-definidos ou personalizáveis, e podem ser enviados por mensagem de texto, chamada de voz e/ou e-mail.

Estar preparado para o tempo inclemente não precisa ser complicado.

As principais coisas a se concentrar são aproveitar os sistemas e ferramentas que já estão disponíveis para você, além de garantir que você tenha uma plataforma de comunicação que possa manter todos informados.

 Garantir a disseminação rápida e adequada das informações ajudará a manter os funcionários seguros.

Preparação de emergência é um trabalho o ano todo.

Preocupações como os próximos eventos só aumentam a importância de ter um plano em vigor.

 Isso não só ajudará durante o próximo evento , mas aumentará a preparação de emergência e planos de segurança para qualquer situação.

Estamos juntos !

Tolerância zero para impactos socioambientais, em tempos de ESG , questão de sobrevivência!

Trabalhando no Sudão do Sul, Etiópia e Somália, em projetos de eólicas, solar e geotérmica pude sentir na pele o que é a falta de água e consequentemente de alimentos e sentir na pele o que é realmente um grande IMPACTO SOCIOAMBIENTAL

E já não é o suficiente e muito triste, assistir aqui no Brasil o mesmo problema em nossas grandes cidades como a falta de água que considero uma catástrofe ambiental.

Não podendo deixar de mencionar esta frequência assustadora e aumentando de acidentes socioambientais.

Mariana, Brumadinho, Barcarena , vazamentos de óleo tanto no mar como em rios, caminhões tombados com produtos perigosos e lançamento de resíduos tóxicos na calada da noite por parte de indústrias sem o menor critério socioambiental, faz-se imprescindível iniciar um profundo debate sobre o que é necessário fazer para eliminar, ou ao menos minimizar, as possibilidades de novas catástrofes anunciadas como estas.

Esses episódios não trazem apenas a degradação do ambiente natural, mas também prejuízos à população atingida, que sofre com perdas financeiras, tem sua saúde ameaçada, experimenta traumas no campo emocional e ainda fragmentação da teia comunitária.

Somam-se ainda aos danos sociais e ambientais, o ônus público da assistência aos desabrigados, às obras emergenciais, gastos com remédios, internações hospitalares e assim por diante.

Detendo-se apenas ao campo mais visível deste balanço de perdas e danos, fica evidente que acontecimentos como este precisam ser considerados como um atentado aos direitos humanos.

A sociedade brasileira não pode mais admitir que a discussão pública dos desastres ambientais se dê apenas no calor dos acontecimentos e que a atuação dos órgãos públicos seja restrita ao âmbito da mitigação e da compensação ambiental.

Não é nada sensato trabalhar sempre na remediação das consequências em detrimento à prevenção.

O Brasil possui uma das legislações ambientais mais avançadas do mundo com órgãos fiscalizadores altamente capacitados, e por isto pode e deve radicalizar o combate à ilegalidade em todo o país, em todas as áreas, desde a corrupção da fiscalização, à lei de Gerson, à irresponsabilidade do desenvolvimentismo insensato e à busca desenfreada por grandes lucros financeiros.

A binômia Tolerância Zero, ou seja, fazer cumprir a legislação vigente e Educação Ambiental, entendida como um processo de construção de um novo olhar sobre o ambiente e as relações, pode significar o caminho para a mudança cultural que os órgãos públicos brasileiros precisam efetivar.

Inúmeros são os desafios que se colocam para que esta equação possa ter os resultados esperados. Trata-se de um processo de alta complexidade que não pode ser instaurado por decreto e não depende apenas da vontade dos governantes.

Dada a dimensão e complexidade dos problemas a serem enfrentados é necessário que o governo mobilize gestores e legisladores públicos para que reconheçam a importância da questão ambiental, conheçam os números assustadores da degradação, tomem consciência das ameaças à qualidade ambiental, percebam as conexões existentes entre as ações antrópicas e os fenômenos da natureza e saibam dimensionar suas consequências.

Gestores em todas as esferas precisam ser convencidos a interromper de vez o ciclo de ocupações de áreas de proteção permanente e enfrentar o problema das que já existem, encontrando alternativas de moradia para aquelas comunidades, mesmo que isto signifique a perda de um reduto eleitoral.

Vai ser preciso trabalhar muito para acabar com o falso dilema do desenvolvimento ou conservação ambiental.

Há que envolver a classe empresarial levando até ela, especialmente às micro e pequenas empresas, o conhecimento das novas alternativas tecnológicas, ambientalmente aceitáveis, que possibilitem a continuidade de suas atividades econômicas.

Estamos juntos!

Algumas sugestões para melhorar o trabalho em equipe rumo a uma cultura de segurança.

Normalmente quando visitamos as organizações seja para due diligence, ou palestras e treinamentos, invariavelmente acabo conversando com o CEO ou alta direção também.

Não que eu seja importante, longe disso, mas para conversar sobre as dores de cabeça do dia a dia na gestão de QSMS-RS & Sustentabilidade e falar sobre as melhores práticas

Volta e meia sou questionado sobre como melhorar a Gestão e Liderança em cultura de segurança, é interessante escutar o ponto de vista de todos, que estão passando por esse momento na busca tão sonhada.

Meus colegas (as), atenção!!!!!

Liderança não é forçada ou imposta a alguém.

 É voluntária.

 E a liderança em segurança partindo dos gestores constrói grandes equipes.

Para se tornar líder em segurança requer um compromisso com o bem-estar de seus companheiros de equipe.

 Você não pode construir uma equipe dedicada, sem se preocupar com a segurança dos membros da equipe.

Embora possa ser bastante fácil (com trabalho aplicado), o mundo de segurança não tem sido muito bem equipado para isso.

Ele se concentrou em conformidade, seguir as regras e preencher papelada, todos tratados muito cientificamente e meticulosamente.

Historicamente, tem sido em todos os negócios.

Mas onde está o trabalho em equipe? Você pode perguntar!

 Enquanto o foco é em processos e procedimentos e regras, há muito pouco sobre as pessoas em si na estratégia de liderança em segurança

A colocação da imagem da segurança tem sido destinada a perda, não com um ganho.

A segurança historicamente tem se concentrado na sua mensagem como um pacote de perdas: perda de vida, a perda de um membro, perda de trabalho e perda de negócios.

Mas a liderança em segurança realmente precisa focar sobre o que você ganha: mais liberdade, melhor reputação, uma vida mais longa e mais oportunidades para abrir as asas.

 Até a venda de seguro de vida gasta mais tempo focado no que sua família vai ganhar e menos tempo no fato de que eles vão perder um membro da família.

Precisamos ir muito além das regras de ouro e exigências das NRs

Precisa concentrar nos pontos positivo em sua comunicação de segurança.

A mensagem da segurança tem que mudar!!!!

Significa especialmente no uso de fotos horríveis com sangue perda de membros etc.

Usar “culpa como segurança” não é muito eficaz a longo prazo, vão por mim, nessas décadas de trecho, eu assino em baixo o que estou dizendo aqui

 Tendemos a associar-nos com os aspectos positivos do que fazemos, o que saímos com algo.

Pare de tentar manipular as pessoas assustando!

 Se essa tática desse certo, você poderia jogar um vídeo de tragédia para todos os estudantes do ensino médio e o mundo estaria melhor!

Está?

Equipes avançar melhor quando unidas com um propósito.

 Manter as conversas e comunicações positivas, concentrar nos pontos positivos para toda a equipe é fundamental

Faça da segurança como uma experiência positiva

Motivação é a chave para o sucesso da segurança!

 Equipe desmotivada não é mais uma equipe.

E isso não vai ajudar a construir uma cultura de segurança melhor.

Precisam de pessoas motivadas que querem alcançar a fim de dar o seu programa de segurança e a equipe de algum impulso.

Nada mais rápido do que a realização cria motivação.

 As equipes que alcançarem querem fazê-lo novamente, e mais do mesmo.

Envolva o seu pessoal em resolver as questões recorrentes e desafios em segurança.

Comece incentivando seu pessoal para inventar suas próprias soluções para as questões de segurança.

Começa a fazer segurança uma celebração.

Quando as equipes podem obter grande produção e manter uma segurança de alto desempenho padrão, eles levam grande satisfação no seu trabalho.

 Mantenha a segurança em um padrão mais elevado e espere sua equipe para executar à altura.

Há um grande trabalho em equipe e motivação necessária para ficar “acordado” em segurança.

Mude o Tom em suas reuniões de segurança.

 Em vez de só focar em atender padrões mínimos nas reuniões de segurança, altere o tom das reuniões.

Mostre o positivo.

 Na sua próxima reunião, inicie com o básico de sempre de qualquer reunião de segurança com a equipe, em seguida, use o equilíbrio entre o tempo de reunião para se concentrar em ajudar sua equipe para tornar-se líderes de segurança.

Grandes equipes em na gestão de QSMS-RS & Sustentabilidade envolvem todos, na minha experiência nunca vi uma equipe ter sucesso em segurança ou meio se um, não estivesse engajado ou motivado.

Quando não há nenhum ganho ligado a segurança, as pessoas não compram a ideia

OK, todos já sabem quais são as perdas potenciais, mas quais são os ganhos de escolher segurança como proposito?

 É a pergunta que você tem que responder, que cada colaborador tem de responder para si próprios.

 Será o ponto de partida sempre para sua equipe.

Quando as pessoas estão querendo fazer alguma coisa, estão motivadas para trabalhar unidas, os resultados aparecem, e com a gestão e liderança na cultura de segurança, não é diferente

Estamos juntos!

O ESG está sendo liderado por investidores, isso é bom ou ruim?

Artigos que li recentemente, falavam sobre o aumento da pressão que recairá sobre as corporações para fazer mais para atender às demandas de uma governança transparente, por estar atentos aos riscos socioambiental das suas operações e equidade social.

A sociedade em geral tem trabalhado para aproveitar os negócios como uma força para o bem desde a década de 1960.

Mas à medida que o movimento ESG cresceu, ele se afastou de sua intenção original à medida que mais grupos particularmente investidores cooptaram o termo para significar algo totalmente diferente. 

Abaixo, compartilho meus pensamentos sobre porque isso está acontecendo, porque é um coisa ruim ou não, e o que podemos fazer sobre isso.

Eventos atuais pressionam corporações a fazer mais pelo ESG

A recessão, os retrocessos governamentais das proteções ambientais e sociais e as lentas respostas burocráticas às crises climáticas e de saúde têm pessoas procurando alternativas para preencher a lacuna deixada pelos líderes eleitos.

Observamos pesquisa após pesquisa onde mostram que a sociedade quer que as organizações falem e usem sua voz em questões sociais, e que os negócios são mais confiáveis do que o governo.

E as organizações estão apenas fazendo o que são construídas para fazer: responder às forças do mercado.

Apesar dos crescentes temores de uma recessão, governos, colaboradores, consumidores e investidores continuam pressionando as corporações.

No entanto, a pressão que eles aplicam sobre as corporações é muito diferente, e buscam alcançar objetivos muito diferentes.

Sem dúvida, os investidores têm a mão mais pesada, e estão fazendo o máximo para moldar o futuro do ESG.

 Isso talvez não é uma coisa boa para ESG como originalmente imaginado.

Então, o que é ESG?

Por que os investidores não devem ser as vozes mais altas do movimento ESG?

Embora a origem do ESG não tenha sido liderada por investidores, ela agora está sendo liderada por eles.

 O ESG foi originalmente fundado por cidadãos preocupados e líderes visionários que usaram o poder da economia para provocar mudanças sociais.

Os investidores aderiram ao ESG por diferentes razões, tomar melhores decisões de investimento enraizadas em retornos financeiros.

 Como exemplo, os investidores querem saber quanto as empresas de carbono produzem não para torná-las mais responsáveis, mas para que entendam o risco que eventos futuros, como regulamentos ou um imposto sobre o carbono, possam ter em suas declarações.

Os investidores querem saber sobre direitos humanos e inclusão racial não para justiça social, mas porque querem saber os riscos de processos judiciais que prejudicarão suas finanças.

Hoje, os investidores tendem a receber a maioria da imprensa relacionada ao ESG, um sinal de que o movimento foi arrancado de consumidores, membros da comunidade e colaboradores.

 Como exemplo, pesquise no Google News por “ESG” e você verá que os investidores estão excessivamente representados nos artigos mais populares:

Da mesma forma, uma pesquisa do Google Trends mostra que as pesquisas de ESG relacionadas a investidores no Google superam todas as outras:

Embora o poder que os investidores têm para pressionar as organizações a priorizar os relatórios ESG esteja em sua superfície uma coisa boa, os requisitos de relatórios são apenas isso: requisitos de relatórios.

 E o relatório do ESG não necessariamente força ações ou o cumprimento de metas.

Essa liderança do tema ESG por investidores cria confusão no mercado, e leva a eventos que diminuem o movimento, como quando Elon Musk chamou o movimento de “golpe” em resposta à remoção da Tesla de um proeminente índice de investimento ESG.

Mais importante ainda, quando os investidores expandem seu controle do movimento ESG, ele vem às custas da maioria dos colaboradores e consumidores que pressionam por mudanças em primeiro lugar.

Assim, mesmo quando a maioria dos colaboradores e consumidores querem que as corporações façam mais pela sociedade e pelo planeta, os investidores abafam suas vozes e priorizam a medição e divulgação sobre a ação e a verdadeira integração da sustentabilidade em todas as operações de negócios principais.

Mas não podemos deixar de ressaltar que o poder dos investidores precisa ser reconhecido:

[O ESG é] um cumprimento de uma obrigação fiduciária.

E eu vejo isso como uma estratégia que reconhece explicitamente que os investidores têm um papel a desempenhar no fornecimento desses resultados para o mundo.  

Assim, o ESG precisa de pessoas diferentes na mesa além do seu investidor estatisticamente provável, e de fato, ele precisa de pessoas que não são investidores.

1. Os consumidores devem gastar seu dinheiro com organizações que não apenas reportam sobre o ESG, mas estabelecem metas audaciosas;

2. Os colaboradores atuais devem perguntar para saber como sua organização está definindo metas baseadas em ciência, e como seus Executivos e Conselho estão sendo responsabilizados;

3. Os futuros colaboradores devem procurar organizações que estabeleçam metas, e informar seu gerente de contratação e equipe que seu alinhamento com as pessoas e o planeta explica por que escolheram sua organização;

4. Os líderes de responsabilidade social corporativa devem trabalhar duro para integrar uma cultura de sustentabilidade e equidade social em seu empreendimento;

5. Líderes empresariais devem definir metas, publicamente, e responsabilizar a si mesmos e seus membros do conselho

6. Os reguladores devem aprovar leis que fazem mais do que exigir divulgação.

O controle da luta livre do ESG, longe dos investidores onde só querem uma divulgação melhorada para todas as partes interessadas que querem mudanças significativas não será fácil.

Estamos juntos!

Em tempos de ESG, entender dos riscos é uma questão de sobrevivência quanto a sua reputação.

Crises em organizações estão diretamente conectadas a falta de governança quanto aos riscos dos impactos socioambientais em suas decisões.

Muitas levantam bandeiras, afirmam lutas, divulgam ações ligadas ao ESG

Este é, afinal, o “marketing” do século.

Não é à toa que maioria dos diretores de ESG ou Sustentabilidade são jornalista/comunicação ou de marketing.

Está mudando é claro, pois agora tem quem entender do assunto e saber como chegar lá, não basta mais ficar só divulgando

A realidade é que ao trabalhar as práticas/riscos ESG, quem não começar pelo G, terá um resultado sem consistência, podendo gerar riscos de imagem e reputação.

Pesquisas divulgas na mídia mostram que diversas companhias têm projetos ou programas voltados ao ESG, principalmente em relação às métricas ambientais, porém, menos de 40% afirmaram o mesmo sobre o cumprimento de metas sociais e de governança.

Rompimento de barragens, passivo ambiental nas suas indústrias, alta taxas de acidentes de trabalho, são exemplos de como esse dado pode ser considerado grave para gerar uma crise de reputação.

Levam-se anos para construir uma boa imagem, e só é preciso de minutos para degradá-la.

Depois não adianta gastar uma fortuna dizendo que faz simulados com as comunidades (agora? depois de 02 rompimentos), tem um plástico biodegradável (vai dizer isso para as comunidades que estão vendo suas casas desparecerem), etc

 Ativos intangíveis como a reputação chegam a corresponder a até 80% do valor de mercado de uma instituição e as expectativas que os stakeholders possuem em relação às instituições afetam diretamente o que elas representam para o mercado.

E a reputação é algo que custa caro, muito caro.

As organizações despencam de posições nas quais antes figuravam, dentro das nas principais listas de negócios bem-sucedidos ou milionários, porque não possuem uma governança consistente com as práticas de ESG.

Outro exemplo disso é a imagem arranhada de uma grande rede de supermercados que estampou noticiários e redes sociais com acusações de racismo.

O fato gerou uma crise e serve de lição para outras empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes, sobre as suas políticas internas de mitigação de riscos ligadas aos ESG.

Ao “levantar a bandeira”, é preciso mostrar e explicar como e por que se faz.

“A transparência é um dos pilares da Governança Corporativa que, por sua vez, faz parte do atual conceito do ESG.

As empresas deixam de focar apenas na propaganda por si só, e começam a pensar na construção dessa reputação muito ligada aos apelos emocionais.

Uma marca pode ser a representatividade de qualidade de produtos e serviços, mas é também aquela que respeita ou não o cumprimento das suas promessas.

Estamos juntos!

Aprenda com meus erros, conecte-se com empatia, mas lidere com compaixão!

 Nos últimos dois anos, observo meus colegas líderes em suas organizações como têm suportado ao ajudar as equipes a se recuperarem do luto e da perda da pandemia, impulsionando o declínio da saúde mental de seus colaboradores  e sendo sensíveis às ansiedades das pessoas.

Claro, esse tipo de empatia é importante para uma boa liderança.

Mas muito disso pode ser um problema, sobrecarregando você.

Quando dizemos aos líderes que, na verdade, eles não precisam assumir as dificuldades das pessoas que lideram para si mesmos, esse é um fardo enorme tirado de seus ombros.

Essa é uma grande mudança na forma como os líderes se envolvem com suas equipes, uma mudança que beneficia muito todos os lados.

Começa com a compreensão da diferença entre empatia e compaixão.

Roberto , qual é a diferença?

Vamos começar com algumas definições.

As palavras “empatia” e “compaixão”, bem como “simpatia”, às vezes são usadas de forma intercambiável.

Todos eles representam traços positivos e altruístas, mas não se referem exatamente à mesma experiência.

É útil considerar as duas qualidades distintas da compaixão: entender o que o outro está sentindo e a disposição de agir para aliviar o sofrimento do outro.

Quando sentimos pena, temos pouca disposição para agir e pouca compreensão da experiência de outra pessoa.

 Simplesmente sentimos pena deles.

 Com empatia, temos uma compreensão próxima e visceral da experiência da outra pessoa. Sentimos com a pessoa.

 Nós literalmente assumimos as emoções da outra pessoa e tornamos esses sentimentos nossos.

Embora seja uma coisa nobre de se fazer, não ajuda necessariamente a outra pessoa, exceto por possivelmente fazê-la se sentir menos solitária em sua experiência.

Nossa compreensão da experiência da outra pessoa é maior do que com empatia porque puxamos nossa consciência emocional, bem como compreensão racional.

A compaixão ocorre quando nos afastamos da empatia e nos perguntamos o que podemos fazer para apoiar a pessoa que está sofrendo.

Dessa forma, a compaixão é uma intenção versus uma emoção.

Por que isso importa?

Em minhas primeiras missões na África observei que ;

“Se eu liderasse com empatia, nunca seria capaz de tomar uma única decisão. Por quê?

Porque com empatia, espelho as emoções dos outros, o que torna impossível considerar o bem maior”.

Mesmo com seus muitos benefícios, a empatia pode ser um péssimo guia para os líderes.

A empatia geralmente nos ajuda a fazer o que é certo, mas às vezes também nos motiva a fazer o que está errado.

E como errei nas minhas decisões como gestor na em nossa área de QSMS-RS & Sustentabilidade

Principalmente como estamos naquela famosa pressão da operação que não dão a  mínima para as questões de nossa área e, claro , com a falta de respeito conosco profissionais

Descobri com o tempo que  a empatia pode distorcer nosso julgamento.

Como líderes, a empatia pode obscurecer nosso julgamento, incentivar preconceitos e nos tornar menos eficazes na tomada de decisões sábias.

No entanto, isso não deve ser completamente evitado.

Um líder sem empatia é como um motor sem uma vela de ignição , simplesmente não engata.

A empatia é essencial para a conexão e, então, podemos aproveitar a centelha para liderar com compaixão.

E aqui está o desafio para a maioria dos líderes, tendemos a ficar presos por nossa empatia, tornando-nos incapazes de mudar para a compaixão.

Superar um sequestro empático é uma habilidade crítica para qualquer líder.

 Ao dominar essa habilidade, você deve se lembrar que se afastar da empatia não o torna menos humano ou menos gentil.

Em vez disso, torna você mais capaz de apoiar as pessoas em momentos difíceis.

Aqui estão alguns pontos  para usar a empatia como um catalisador para liderar com mais compaixão, que fui aprendendo a desenvolver nessas décadas na área

Para evitar ser pego em um sequestro empático quando você está com alguém que está sofrendo, tente dar um passo mental e emocional para longe.

Saia do espaço emocional para ter uma perspectiva mais clara da situação e da pessoa. Somente com essa perspectiva você poderá ajudar.

 Ao criar essa distância emocional, você pode sentir que está sendo cruel.

 Mas lembre-se de que você não está se afastando da pessoa.

 Em vez disso, você está se afastando do problema para ajudar a resolvê-lo.

Pergunte o que eles precisam.

Quando você faz a pergunta simples “O que você precisa?” você iniciou uma solução para o problema dando à pessoa a oportunidade de refletir sobre o que pode ser necessário.

Isso o informará melhor sobre como você pode ajudar.

E para a pessoa que sofre, o primeiro passo para ser ajudado é sentir-se ouvido e visto.

Os líderes geralmente são bons em fazer as coisas.

Mas quando se trata de pessoas que enfrentam desafios, é importante lembrar que, em muitos casos, as pessoas não precisam de suas soluções, elas precisam do seu ouvido e da sua presença atenciosa.

 Muitos problemas só precisam ser ouvidos e reconhecidos.

Treine a pessoa para que ela possa encontrar sua própria solução.

Liderança não é resolver problemas para as pessoas.

É sobre crescer e desenvolver pessoas, para que elas tenham o poder de resolver seus próprios problemas.

Evite tirar essa oportunidade de aprendizado de vida das pessoas resolvendo seus problemas diretamente.

 Em vez disso, treine-os e oriente-os.

Mostre a eles um caminho para encontrar suas próprias respostas.

Mostre autocompaixão praticando autocuidado autêntico.

Há um custo para gerenciar os próprios sentimentos para gerenciar melhor os outros.

 Muitas vezes chamada de trabalho emocional, a tarefa de absorver, refletir e redirecionar os sentimentos de outras pessoas pode ser avassaladora.

 Por causa disso, nós, como líderes, devemos praticar o autocuidado, fazer pausas, dormir e comer bem, cultivar relacionamentos significativos e praticar a atenção plena.

Precisamos encontrar maneiras de nos mantermos resilientes, fundamentados e em sintonia com nós mesmos.

Quando aparecemos no local de trabalho com essas qualidades, as pessoas podem se apoiar em nós e encontrar consolo e conforto em nosso bem-estar.

Estamos juntos

Lidando com as não conformidades em uma auditoria ambiental de operações.

Realizando auditorias de algumas ISOs e, até mesmo da SA8000 e AA1000, notamos uma certa aflição pelos nossos colegas, quanto a não conformidades

Primeiro de tudo; não conformidade, não mata e nem vai para inferno.

É uma oportunidade de melhoria e só!

Tendo se preparado bem para uma auditoria é obviamente decepcionante para qualquer organização quando o auditor identifica uma não conformidades durante a visita.

Embora lidar com uma não conformidade possa ser frustrante, é bom lembrar que a correção e a prevenção são componentes necessários de todo o ciclo de melhoria contínua que sustenta a norma, de modo que a pessoa em lidar com a não conformidade assume grande importância.

 Mas, como aqueles com experiência na construção de um SGA saberão, as não conformidades podem se manifestar de muitas maneiras diferentes, podem ser classificadas como “menores” ou “maiores”, e podem ter requisitos diferentes em termos de reparação e prevenção da recorrência.

Então, quais são as diferenças entre essas pequenas e grandes não conformidades?

As não conformidades maiores e menores podem diferir dependendo do setor em que sua organização opera.

 Qualquer tipo de não conformidade pode ter um impacto ambiental maior em uma usina nuclear do que em uma instalação de varejo de peças de automóveis, por isso é de vital importância que você entenda a diferença.

 Com isso em mente, vamos olhar para alguns exemplos de cada um para ajudá-lo a relacionar isso com o seu próprio negócio e entender como as não conformidades maiores e menores podem se manifestar em sua empresa.

Pequenas não conformidades (uma deficiência menor que não afeta seriamente a eficiência do SGA):

Digamos que sua organização tem um processo e procedimentos, mas é descoberto durante a auditoria que uma pessoa não está usando isso corretamente ou de todo.

Isso pode ser levantado como uma pequena não conformidade.

Sua organização mantém registros de manutenção para fornecer máquinas é mantida.

 Isso é geralmente feito, mas uma ou duas instâncias que foram perdidas.

Existe um procedimento, mas não se encontra como preciso e precisa de alterações para garantir que o processo possa ser seguido com precisão.

Principais não conformidades (uma deficiência importante que prejudica seriamente a eficácia do SGA):

– A organização não cumpriu ou implementou um dos requisitos da norma.

– Não há evidência, ou evidência não é substancial o suficiente, de ação corretiva.

Faltam procedimentos.

Dessa forma, podemos ver claramente a diferença entre as duas categorias e o efeito potencial que o tipo particular de não conformidade teria no desempenho ambiental da sua organização.

 E, o mais crítico de todos é como qualquer tipo de não conformidade sendo levantada afetará os resultados da sua auditoria:

Uma pequena não conformidade não deve atrasar sua certificação, se for o caso do objetivo da auditoria, desde que seja fixado dentro de 60 dias, e a correção pode ser confirmada na próxima auditoria.

Uma grande não conformidade resultará em atraso no atraso da sua certificação, juntamente com o custo e o tempo de investimento necessários.

Então, agora sabemos a diferença entre as maiores e pequenas inconformidades, e podemos ver o impacto potencial que eles podem ter.

Pequenas e grandes não conformidades podem ser tratadas de forma ligeiramente diferente, pois alguns casos menores podem quase ser corrigidos no local.

No entanto, uma boa prática é usar seu procedimento de ação corretiva estabelecido para garantir que suas não conformidades sejam tratadas da maneira correta em termos de análise de causas básicas, monitoramento e prevenção de recorrência.

Se você tratar o processo de reparação de uma não conformidade como você faria com qualquer ação corretiva, você terá provas para demonstrar conformidade com o auditor se executado corretamente.

Embora a prevenção seja melhor do que a remediação, entendemos que, na realidade, haverá casos em que teremos que corrigir problemas identificados por um auditor, seja interno ou, neste caso, externo.

O uso dessas diretrizes irá ajudá-lo a fazer exatamente isso, e permitirá que você demonstre melhorias contínuas, satisfaça o auditor e alcance a excelência em seu sistema de gestão!

Estamos juntos 

Construir uma cultura de risco socioambiental do ESG é mais fácil do que andar de bicicleta.

Sim, construir uma cultura de risco, é fácil, mas mantê-la……..

Antes de explicar, deixe-me primeiro esclarecer alguns equívocos estranhos sobre cultura de riscos socioambientais do ESG que têm flutuado nas organizações.

Tomar decisões sob incerteza não é natural para os humanos.

Nos anos 70, os cientistas tiveram um avanço na compreensão de como o cérebro humano funciona, o que influencia nossas decisões, como impactam em nossa percepção do mundo e assim por diante.

Agora como consultor, estou espantado com a quantidade de “gerentes de risco e consultores “que continuam simplesmente ignorando esta pesquisa.

Identificar, analisar e lidar com riscos é contra a natureza humana e, dentro das organizações é muito comum essa atitude em ignorar.

Claro que depois de um impacto socioambiental , ou escândalos por falta de governança , todos mudam ou pelo menos tentam mudar para possuir um uma cultura ou melhor “Apetite de risco “dentro da organização

 Mas vamos lá; Pare de se enganar!!

 Quanto mais cedo nós, como uma comunidade profissional, aceitarmos isso, mais fácil será integrar gerenciamento de riscos socioambientais na tomada de decisão.

Os gestores não levam em conta os riscos por uma questão cultural essa é a verdade!

Uma das maiores mentiras que circulam é que a maioria dos processos de negócios já leva em conta os riscos socioambientais do ESG e decisões são tomadas pela administração após cuidadosa consideração dos riscos.

 Não é assim.

Naturalmente, os gestores consideram alguns dos riscos mais óbvios e há casos excepcionais em que a análise de risco socioambiental já está integrada à tomada de decisão.

Para as outras 95% das organizações, os processos e ferramentas de gestão de riscos existentes mal respondem e ignoram ou ocultam propositalmente riscos significativos.

Aposto, se gerentes de risco, em vez de participar de debates sobre ESG inúteis, tivessem um olhar profundo, eles logo descobririam que a sua consciência sobre riscos socioambientais que impactam no negócio é excessivamente otimista, os planos de projeto são irrealistas e alguns objetivos corporativos são ingênuos.

Fazer gerenciamento de riscos é responsabilidade de todos.

Mas na verdade a única pessoa na organização que acha que a cultura de risco é uma coisa positiva é o gerente de risco.

Gestão de riscos não é sobre corações e mentes

A única chance de cultura de risco socioambiental do ESG ficar é se faz sentido para os negócios em sua tomada de decisão.

 E eu não quero dizer coisas suaves como transparência, governança corporativa e outras bobagens, quero dizer impacto direto no resultado final.

E ainda apesar de tudo o que eu disse acima, construir uma cultura de risco é um pedaço de bolo.

Aqui estão algumas ideias práticas para começar:

  • Desenvolva uma política de gerenciamento de riscos de alto nível

 É uma boa ideia documentar a atitude e o compromisso da organização com gerenciamento de riscos em um documento de alto nível, como por exemplo uma Política de Gestão de Riscos Socioambiental

 A política deve descrever a atitude geral da organização em relação aos riscos socioambientais, papéis e responsabilidades, estrutura de gerenciamento de riscos, bem como recursos e processos dedicados a gerenciamento de riscos.

  • Integre apetites de risco para diferentes tipos de risco em documentos de nível dos conselhos existentes, não crie separados declaração de apetite de risco.
  • Inclua regularmente itens de risco em agenda do Conselho
  • Considere estabelecer um Comitê de Gestão de Riscos Socioambientais no nível executivo.
  • Reforce a cultura “sem culpa”, encontrando uma série de argumentos para diferentes situações e pessoas diferentes sobre por que faz mais riscos de negócios para divulgar e contabilizar riscos
  • Inclua funções e responsabilidades de gestão de riscos em descrições de trabalho existentes, políticas e procedimentos, cartas do comitê.
  • Atualize as políticas e procedimentos existentes para incluir aspectos de gerenciamento de riscos.
  • Forneça treinamento de conscientização risco regularmente
  • Utilize jogos de gerenciamento de riscos

E o mais importante, envolver diversos setores na elaboração da matriz de risco socioambiental da organização .

Estamos juntos 

A importância de como deve ser a política do SGA bem detalhada, em tempos de ESG.

Ultimamente, temos ajudado nossos colegas a rescrever suas políticas de meio ambiente, segurança do trabalho e responsabilidade social, baseado nos critérios do ESG, e observamos que ainda existe alguma dificuldade nesse sentido com as cobranças que estão chegando do mercado

Nosso intuito nesse texto, hoje é dar uma orientação geral aos nossos colegas a respeito.

Apesar da política ambiental, sendo um dos requisitos obrigatórios do seu SGA (sistema de gestão ambiental), mesmo na norma 14001 existe algum espaço para interpretação.

 Ao mesmo tempo, também dá orientação sobre o que deve conter uma política ambiental e o que oferecer para uma organização.

Então, o que exatamente precisa ser considerado e incluídos e detalhados como a política em si precisa ser, nesses novos ventos do ESG e a cobrança por parte dos bancos e investidores?

 Existem algumas mudanças que devemos considerar quando se escreve a política em si.

Conhecer a legislação, definindo objetivos e garantir a melhoria contínua, não é nada de novo, no entanto, existem alguns outros elementos que você deve garantir que a política possua

A política deve ser adequada para o contexto e a finalidade da organização, incluindo a escala de natureza e o impacto de suas atividades.

O maior impacto socioambiental da sua organização precisa ser o mais detalhado possível.

Que investidor vai querer aportar em uma empresa que não sabe sues riscos e seus impactos?

 Se você considerar a diferença de impactos das atividades de uma usina nuclear e um negócio de varejo, você pode entender que, enquanto ambas as organizações podem ter seu SGA e, portanto, tem uma política ambiental, os aspectos e implicações do atividades da planta nuclear será muito maior.

Você só pode decidir como deve ser detalhada nesta parte a sua política considerando o contexto de sua organização.

Prevenção dos riscos de impacto, isto agora deve ser considerado em sua política ambiental, bem como a inclusão de um compromisso com a proteção ambiental.

Obrigações, este termo agora ocupa o lugar de “legislação”.

 Isso é intimamente vinculado a identificar as necessidades de suas partes interessadas.

Em conformidade com a legislação já não é suficiente, então é provável que mais detalhes serão necessários para cobrir esse requisito em sua política ambiental.

Existem outros requisitos que precisamos considerar relativas ao teor da política ambiental.

O item sobre liderança sugere que a política ambiental deve ser alinhada com a direção estratégica da organização, em outras palavras, a sua política ambiental e as suas atividades devem ser parte da visão global da organização e direção.

 Sua política deve fornecer um quadro para definir objetivos socioambientais.

Também deve fornecer um compromisso com a proteção do ambiente e a prevenção dos impactos.

 Obrigações de conformidade e melhoria contínua também e devem ser considerados nesta seção.

Mais uma vez, detalhar como você faz isso em sua política ambiental dependerá do escopo de suas atividades, bem como os possíveis impactos resultantes.

Por exemplo, eu trabalho com uma organização que fábrica produtos de tecnologia que têm ciclos de vida mais longos e são projetados para serem reciclados mais facilmente do que a concorrência no mercado.

Neste caso, que uma declaração da política ambiental ilustra que o direcionamento estratégico da organização e seus objetivos ambientais são os mesmos.

É fundamental que cada organização, e dos líderes que comuniquem a política ambiental, e garantir que o nível de detalhamento para todos esses elementos atenda às necessidades da organização, de seus clientes e de quaisquer outras partes interessadas.

O nível de detalhes que você precisa será fortemente afetado pelo tamanho da sua organização, pelo escopo de suas atividades, pelo tamanho de seus potenciais impactos e pelas partes interessadas.

Considere o que uma parte externa que vê sua política ambiental pensaria do conteúdo.

 Se você sente que não há valor real em uma informação, então pode ser melhor colocá-lo em outro lugar.

Mantenha o nível de detalhes relevante para o setor em que atua, garanta que isso promova a confiança dentro de suas partes interessadas e cumpra os termos da norma. Lembre-se: sua política ambiental é um anúncio para o seu negócio.

Trate-o como uma oportunidade para mostrar sua empresa e seus princípios ambientais.

Estamos juntos!

Como as metas ajudam na evolução da gestão ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade?

Quando gestor de ESG ,ou até mesmo de QSMS-RS , se não desse resultados , estava com os dias contados (dura realidade do mundo corporativo )

Quantos novos CEOs /Diretores chegaram na minha vida e pediram coisas diferentes , muitas vezes nem sabiam do que se travava o QSMS-RS e agora então com o ESG ,  a turma está totalmente perdida em questão de métricas e Kpis ,rsrs.

Imagine que uma equipe de colaboradores recebe a missão melhorar o desempenho do ESG /QSMS-RS !

Porém, eles não sabem de quanto deve ser o aumento, como farão, quais recursos terão disponíveis e quanto tempo terão para buscar o resultado.

O efeito será uma equipe perdida.

Talvez até consigam melhorar os números de vendas, mas não saberão exatamente como alcançaram e, sem um padrão, uma hora ou outra os resultados serão insuficientes.

A criação de metas é uma forma de estimular os envolvidos em prol de um objetivo.

 Para as organizações , em um cenário em que o meio digital permite a criação de novos negócios a cada dia, a concorrência cresce bastante.

É preciso buscar, constantemente, novos propósitos, sempre com foco em melhorias contínuas.

As metas servem como um direcionamento.

Você traça um lugar que quer chegar ou algo que deseja conquistar.

Então, analisa e considera ações que o levarão até o resultado esperado.

Vários caminhos são possíveis, cada um com as suas dificuldades e as suas oportunidades.

Deve-se, então, analisar as melhores práticas e comparar os efeitos.

Cada uma dessas ações representam um investimento necessário, e cada investimento terá um retorno diferente.

Então, é interessante observar quais alternativas são mais eficientes.

As que demandam menor investimento e retorno mais rápido e consistente.

 A partir dessa análise, pode-se criar um bom plano de ação, com dados que servirão de base para a tomada de decisões.

Mas, para que o plano de ação seja possível, é preciso construir metas inteligentes, que realmente direcionem a equipe até aos resultados desejados.

Para que se consiga alcançar o que foi proposto em uma meta, é necessário que todos os envolvidos tenham claro entendimento do que se trata.

Para isso, ela deve ser específica para cada área do QSMS-RS .

Para ser específica, uma meta deve responder as seguintes perguntas:

  • O que eu quero alcançar com essa meta?
  • Quem será ou quem serão os responsáveis por ela?
  • Onde ela será realizada?
  • Como ela será conquistada?
  • Por que ela deve ser seguida?

Portanto, fica claro que qualquer meta traçada deve ser específica.

Para ser específica, vamos considerar que desejamos …… (complete você )

Como criar uma meta se ela não pode ser medida?

 Isso não faria nenhum sentido.

  • Para uma meta ser mensurável, ela deve responder as questões:
  • Qual é o resultado esperado?
  • Quanto tempo será necessário para a equipe alcançar a meta?
  • Do que adianta criar uma meta se ela não pode ser atingida?

Apesar de parecer óbvio, muitas organizações pecam nesse ponto.

Esse erro é muito prejudicial, pois pode desmotivar a equipe e gerar uma enorme frustração.

Estratégias e ações serão desenhadas, mas os resultados esperados não serão alcançados.

Portanto, antes de criar uma meta, é fundamental avaliar os seguintes pontos:

  • Com base no histórico, é possível atingir o objetivo traçado?
  • Qual a opinião dos colaboradores. Eles acreditam que é possível?

Quando você cria uma meta e designa responsáveis, serão elaboradas estratégias para que os resultados sejam alcançados.

 Porém, quanto mais relevante for a meta, mais motivados estarão os envolvidos.

 Claro, considerando que sejam metas alcançáveis.

Uma meta que não gera efeito sobre o negócio fatalmente não será tratada como prioridade.

Importante.

 Qualquer meta traçada deve ter prazo;

Se você cria uma e não estabelece um tempo para a sua realização, ele pode ser alcançado em 1 dia, 1 mês, 1 ano.

Sempre monitore o desempenho das ações;

É fundamental que você e a sua equipe acompanhem o desempenho de cada meta traçada.

 Se a meta tem o prazo de 1 ano , como no exemplo que criamos, não deixe para avaliar o resultado no final do prazo.

De acordo com as ações, crie uma periodicidade e as avalie.

Pode acontecer de você ter que mudar os planos durante o caminho.

Então, quanto mais rápido isso for identificado, melhor será.

 Mantenha todo o time envolvido;

O sucesso de uma meta depende do empenho de toda a equipe.

 Por isso, na criação delas, delegue responsabilidades para envolver todo o time.

Conscientize as pessoas que o resultado esperado só será conquistado com a ajuda de todos. Isso aumentará o engajamento dos colaboradores e a satisfação, já que o sucesso será compartilhado.

 Apresente os resultados;

Quando uma meta for alcançada, faça questão de apresentar os resultados.

Mostre que a sua equipe se empenhou bastante para superar as expectativas.

Valorize o trabalho e o esforço.

Estamos juntos

ESG X Ética empresarial X Governança

Em minhas aulas de ESG ou no MBA sobre governança e gestão de riscos, meus alunos se assustam com tantos escândalos de grandes companhias desde muito tempo, pois entendem que não é novidade nem “made in Brazil”.

Até se começar a falar sobre o ESG e em riscos socioambientais e governança, demorou.

Com tantos escândalos de corrupção em grandes empresas no Brasil (óbvio que todos já sabiam, até hoje não entendo a surpresa), como as palavras ética e governança são mencionadas pela mídia todo o tempo e compliance então, nem se fala.

Agora temos até cursinho para acabar com corrupção, suborno etc., é a fase de vender compliance.

Quando essa tal de compliance desde que o mundo é mundo é: FAZER O CERTO! nada mais.

Nós profissionais da área de Sustentabilidade e QSMS-RS sabemos, que em diversos websites de empresas onde falam de sua política de QSMS-RS e Sustentabilidade são da porta para fora, pois a liderança quer somente o resultado a qualquer custo, e de preferência bem baixo.

E vivemos uma é época de que todos são ou querem ser sustentáveis e vendem a melhor imagem possível e viva o GREEN WASHING

Devemos e como devemos reverenciar CEOS e as corporações dos dias de hoje que realmente vivem e exigem que seus diretores estejam voltados apara ações de Sustentabilidade e QSMS-RS.

O conflito entre a produção e QSMS-RS não tem mais cabimento nestes tempos, os dois devem caminhar juntos.

PRODUZIR COM SEGURANÇA E SUSTENTABILIDADE É O OBJETIVO

E sabemos também que as empresas que tentam fazer algo sério, basta uma crise econômica ou um ano de baixa lucratividade para que se para tudo em nossa área.

Um resfriado na economia significa uma pneumonia no departamento de QSMS-RS e Sustentabilidade, triste realidade para alguns.

E como nós profissionais de sustentabilidade e QSMS-RS, estamos perante a ética dos negócios?

“Ética” vem da palavra grega ethikos de ethos, que significa “costumes” ou “hábito”.

O comportamento humano muitas vezes pode ser definido como nada mais do que hábito ou um sistema de crença que informam e direcionam nossas ações e pensamentos recorrentes.

Hábito, no entanto, também conota automação, comportando-se inconscientemente, compulsivamente.

O aumento da responsabilidade sob os pilares do QSMS-RS nas empresas visa pavimentar um caminho para a Sustentabilidade e um tratamento justo e equilibrado as comunidades, mas infelizmente só quando isso não interfere no objetivo de um negócio de maximização do lucro e crescimento.

Algumas empresas e não podemos deixar de mencionar e louvar, tomam medidas para tratar seus efluentes tóxicos ou executam medidas para reduzir os efeitos dos gases estufa.

Mas no geral a falta de uma responsabilidade moral coletiva ao meio ambiente está chegando a níveis alarmantes, vide, por exemplo, o descaso com a água na região sudeste durante todos esses anos.

Em termos de Sustentabilidade, a ética tornou-se um hábito sem dúvida.

E evoluímos da fase de que é “BOM TER” um departamento de sustentabilidade para” TEMOS QUE TER”.

Com as preocupações com aquecimento global, mudança de padrões de clima e ecossistemas em colapso, a sobrevivência da espécie se tornará uma realidade mais dura e mais violenta e preocupação e a gestão devem ser encarados com reponsabilidade.

Na época como estudante eu me questionava até onde ia ética empresarial após o tratamento habitual dos recursos naturais.

Pois a ideia de que nunca ia acabar era bem enraizada!

E vejamos o que está acontecendo agora. VAI FALTAR ÁGUA E ENERGIA, e depois? Alimentos?

Minha jornada para questionar a ética empresarial começou durante o meu doutorado onde um colega estudava a relação de alguns poluentes como responsável por causar câncer.

Câncer é uma doença indescritível, sua causa opaca e muitas vezes desconhecida.

Especialmente, linfoma é notável por sua presença repentina sem conexões para os suspeitos de costume, da hereditariedade, infecções virais ou estilo de vida.

Na verdade, uma das conexões que estava pesquisando para desenvolvimento de linfoma foi da exposição repetida aos pesticidas, mostrando uma alta correlação entre o desenvolvimento da doença e exposição.

Isso me inspirou a explorar a conexão entre desenvolvimento de certas doenças e condições ambientais, e pude verificar que era uma associação mais forte do que eu poderia supor.

A Organização Mundial de saúde, por exemplo, afirma que até 85% de câncer são causados de toxicidade ambiental.

Durante todo este tempo sigo com meu interesse particular sobre a relação do desenvolvimento de doenças relacionada com o meio ambiente.

Meu caminho levou-me a seguir mestres em política ambiental e negócios sustentáveis a fim de influenciar as condições de saúde da sua fonte.

Para mim, ser sustentável é uma forma de ética no mundo dos negócios.

Sempre buscando corrigir danos ao meio ambiente, ajudando comunidades a sua volta, bem-estar dos seus funcionários e exigindo sempre transparência através da governança corporativa.

Em nossa área de trabalho existe uma linha bem fina e frágil entre: aumentar e inventar artificialmente a reputação da empresa através de campanhas criativas internas e externa de relações públicas sobre QSMS-RS e Sustentabilidade e onde o que importa é a verdadeira missão de mudança para um mundo melhor com sustentabilidade.

Ações de sustentabilidade oferecem uma grande oportunidade para corporações sob a forma de benefícios tangíveis e intangíveis para seu bottom line sem dúvida, mas ainda temos problema de conscientização para levar realmente a sério.

Qual foi o profissional de nossa área que já não passou ou está passando por esta situação dentro da empresa.

Por exemplo, já trabalhei em uma empresa que tinha a mais linda política, seu site era uma coisa de bonita de se ver, os líderes falavam bonito, muita propaganda e mais propaganda e ações na mídia interna e externa o tempo todo.

Mas quando chegava ao Diretor de produção …., uma novela chamada VALE TUDO que já passou na televisão há anos é o melhor tema para resumir a real situação, e o pior de tudo, que as lideranças apoiavam!

A verdade é que em muitas empresas, e é uma situação muito comum no mercado, estas são obrigadas a ter que “digerir” uma política de QSMS-RS e sustentabilidade, fundamentada simplesmente pela força da exigência e pressão comercial dos clientes e agora dos organismos financiadores.

Vejam por exemplo as empresas que são reconhecidas por organismos certificadores, mas vergonhosamente possuem indicadores pobres ou bem maquiados, que no final das contas é “somente para a ISO ver”.

E sua ética profissional, seus princípios, como fica você perante sua equipe e seus colaboradores nesta situação que acabei de contar?

Bem, acredito que cada um tem sua resposta própria.

De acordo com relatórios das instituições internacionais, as mudanças climáticas trarão em um período curto de espaço de tempo um grande impacto na economia global (já assistimos indústrias fechando por falta de ‘água na região de São Paulo) e ao meio ambiente global.

Para viver nestas mudanças como profissional de sustentabilidade e QSMS-RS, sempre procuro entender não só o papel da economia na sociedade, mas também entendo que o foco é o negócio para as empresas, até porque sem este, não estaríamos discutindo sobre Sustentabilidade, mas também nunca de deixar de ter um comportamento ético independente de qualquer circunstância que se apresente.

Se não agir assim, não sei como posso encarar meus filhos e o que dizer aos meus netos daqui alguns anos quando a situação for irreversível que eu era um profissional de Sustentabilidade e QSMS-RS.

Estamos juntos!

O  ESG não é para salvar o planeta!

 Com diferentes narrativas que aparecem todos os dias ( é claro que  ninguém quer perder a onda e tentar vender seu peixe ) muitos pensam que ESG foi projetado para recompensar organizações que estão ajudando o planeta.

De fato, as classificações ESG que fundamentam a seleção de fundos ESG são baseadas em “materialidade única”  o impacto do mundo em mudança em uma organização , não o inverso, mas….

Já faz muito tempo que enfrentamos uma dura verdade, apesar de um aumento histórico de popularidade, o investimento do ESG não enfrentará os urgentes desafios ambientais e sociais da nossa geração.

Considere a batalha contra as mudanças climáticas as estimativas são de que a humanidade precisará investir uma média de US$ 3,5 trilhões anualmente nos próximos 30 anos.

 Infelizmente, esses trilhões não são os mesmos trilhões que atualmente são investidos em ativos gerenciados de acordo com muitas formas de investimento em ESG  esses são dedicados a garantir retornos para os acionistas, não proporcionando impacto planetário positivo.

A separação do lucro e do planeta é fato.

As classificações ESG que fundamentam a seleção de fundos ESG são baseadas em “materialidade única” o impacto do mundo em mudança nos lucros e perdas de uma empresa, não no inverso.

Eles também não têm nenhuma conexão com fronteiras naturais.

De uma vez por todas

As classificações [ESG] não medem o impacto de uma organização  na Terra e na sociedade.

Na verdade, eles avaliam o oposto: o impacto potencial do mundo sobre a empresa e seus acionistas.

No entanto, é difícil culpar observadores casuais por acreditarem que investir em um fundo de investimento ESG está ajudando a salvar o planeta.

Materiais de marketing dos fundos ESG geralmente fazem declarações elevadas sobre aspirações sociais ou ambientais, mas a impressão fina revela que o verdadeiro objetivo é garantir os lucros dos acionistas.

 Por exemplo, uma declaração  que li por esses dias de Investimento ESG fala a necessidade de incentivar uma “transição para uma economia circular e de baixo carbono, mais sustentável, eficiente em recursos e com recursos”, mas mais tarde define questões de ESG como “eventos ou condições que, caso ocorram, poderiam causar um impacto negativo no valor de um investimento”.

As diferentes narrativas criadas sobre o  ESG confundiram a maioria dos indivíduos, muitos investidores institucionais e até mesmo alguns gestores de portfólio.

Essa confusão tem se mostrado conveniente ao comercializar alguns produtos ESG.

De acordo com uma recente entrevista de um podcast com “ especialistas” que escutei.

 “Se você ler alguns dos prospectos [dos fundos do ESG] eles usam a palavra sustentabilidade várias vezes, [mas] você realmente não tem qualquer noção de quais são os critérios que eles estão escolhendo.”

Os problemas com o investimento do ESG vão muito além.

 Reconhecer e esclarecer todas as deficiências dos investimentos da ESG ajudará a impulsionar atividades mais produtivas e urgentes:

Confunde investidores: os fundos ESG são baseados em classificações ESG não regulamentadas.

As classificações ESG, por sua vez, são construídas em rankings comparativos de pares da indústria e não em padrões universais.

É por isso que as empresas de combustíveis fósseis podem ter melhores classificações de ESG do que fabricantes de veículos elétricos.

Além disso, os dados subjacentes às classificações ESG estão incompletos, em sua maioria não auditados e muitas vezes datados.

Como resultado, mesmo aqueles que são responsáveis por esses dados têm pouca fé em sua precisão.

 De acordo com um estudo recente, mais de 70% dos executivos entrevistados em vários setores e regiões relataram não ter confiança em seus próprios relatórios não financeiros.

Existem vários esforços contínuos para padronizar os relatórios ESG, mas, para o futuro previsível, os investidores do ESG não terão acesso a medidas comparáveis e precisas, tornando quase impossível atribuir resultados ou fazer reivindicações de impacto.

Ele não oferece impacto significativo de E ou S: quase todos os tipos de fundos ESG investem em títulos que negociam em mercados secundários.

 Como resultado, mesmo que o bem-estar planetário fosse um dos principais objetivos do investimento do ESG, a medição do impacto seria inviável.

Para determinar se os investimentos de cada fundo estão causando impacto, é necessário demonstrar adicionalidade  definida como isso, mas para esse investimento, o resultado medido provavelmente não teria ocorrido, gerando impacto”.

Estamos juntos

Uma estrutura tática para abordar percepções de risco e práticas de risco.

Hoje começa mais um curso sobre riscos ,mas especificamente Riscos do ESG  e, não poderia de escrever mais um texto sobre Riscos , minha paixão né !

Durante um dos meus treinamentos in company ,um gerente de uma fábrica compartilhou recentemente uma observação de um novo colaborador assumindo um risco significativo.

Depois que o gerente conversou com o novo colaborador, ficou claro que o colaborador não tinha conhecimento do perigo.

O gerente compartilhou comigo: “Pensei que tínhamos superado isso. “

Não fazíamos isso há anos.

 Ao falar sobre o assunto com o gerente, soube-se que ninguém estava compartilhando esses riscos que nunca corremos durante a integração de novos colaboradores.

Os sistemas de integração estavam criando armadilhas de erro humano.

Quão bem você está  a integração dos  novos colaboradores para as expectativas e práticas declaradas que talvez sejam tomadas como garantidas?

Quando as práticas de segurança se tornam culturais (“a maneira como fazemos as coisas por aqui”), às vezes essas práticas são esquecidas ao educar e treinar novos colaboradores.

Aproveitando a metodologia “PDCA”, o que se segue é um processo desenvolvido para ajudar as organizações que enfrentam novos desafios de treinamento e integração para novos colaboradores .

Planejar :

Colete  e revise os dados.

 Realize conversas de risco “aceitáveis versus inaceitáveis” com as equipes existentes.

 Pergunte-lhes: “O que você considera um risco aceitável? O que é inaceitável?

 Essas informações de percepção coletadas a partir de uma amostragem de colaboradores (eventualmente de todos) e, em seguida, da gestão, dirão suas perspectivas e quão bem alinhados os colaboradores estão com a gestão.

Realizar observações de práticas de trabalho.

 Discuta porque certas precauções são tomadas.

Se for observado um risco ou desvio das práticas esperadas, trabalhe para identificar a influência no comportamento.

 Crie uma lista de percepções que precisam mudar e influências que precisam ser abordadas.

Execute ;

Desenvolva ações corretivas.

Mudar as percepções requer novas informações e novas experiências.

Identifique quais informações seriam necessárias para levar a uma mudança de pensamento.

Também identifique quais experiências os indivíduos precisariam ter e por quem mudar as percepções indesejáveis sobre o risco.

Desenvolva uma lista de ações para abordar as influências sobre o risco.

 O que torna difícil ou impossível conduzir o trabalho de acordo com o plano dentro do sistema de trabalho e do meio ambiente?

 O que pode impedir que as práticas seguras desejadas ocorram todos os dias, todos os dias?

Execute os planos de ação escolhidos para melhorar a cultura, os sistemas de trabalho ou o ambiente de trabalho.

Verifique /Confira :

Isso levou a um resultado melhorado?

 Repita a conversa de risco “aceitável versus inaceitável”.

As ações corretivas mudaram as percepções?

 Realize observações de práticas de trabalho novamente e discuti-las com os colaboradores.

 As ações corretivas abordaram as influências nos comportamentos?

 O trabalho está ocorrendo regularmente para planejar sem desvios ou surpresas recentes?

Padroniza:

Desenvolver um Processo Sustentável.

Envolver trabalhadores experientes na criação de uma lista de riscos “não tomamos” bem como “precauções que fazemos”.

Considere uma lista geral e, em seguida, trabalhe para torná-la equipamento ou tarefa específica.

 Desenvolva um processo para permitir facilmente o relato quando ocorrem desvios dos resultados esperados.

Com exemplos, deixa claro quando é desejável parar o equipamento ou o trabalho.

Adicione essas informações a nova integração e considere ter colaboradores experientes cobrindo isso com novos colaboradores.

 Desenvolva um processo de mentoria entre colaboradores novos e experientes, para que isso possa ser reforçado ao longo dos primeiros meses ou mais para tarefas mais complexas.

Melhore continuamente as contratações por segurança.

Desenvolva perguntas comportamentais para obter insights sobre as perspectivas dos candidatos sobre segurança e sua tolerância ao risco antes de estender ofertas de emprego ou aceitar trabalhadores temporários no ambiente de trabalho.

Como descrito, esse processo tem funcionado bem para vários  dos meus clientes.

 Sinta-se livre para melhorá-lo continuamente usando-o como uma estrutura para personalizar a abordagem para suas necessidades específicas.

Estamos juntos

Procedimentos de ESG / QSMS-RS e Sustentabilidade, como engajar o colaborador?

Com a questão da pandemia todas as nossas viagens de nossa consultoria foram suspensas na época.

Fazer o que ?

Como  profissionais em tempos de mudanças rápidas a todo tempo , precisamos nos reinventar e, começamos oferecer uma série de serviços como entre outros ,revisão e elaboração de procedimentos, adequação ao BOW TIE para procedimentos de segurança  , revisar PAEs etc.

Começamos a notar também uma dificuldade encontrada pelos nossos colegas em que ajudamos, onde depois de elaborado ou revisado esses procedimentos , existia uma falta de engajamento por parte dos colaboradores e até da alta direção

Nosso assunto de hoje, acredito ser muito pertinente como posso ajudar os colegas a engajar a todos nos procedimentos.

Como engajar?

As normas e procedimentos de segurança do colaborador não foram escritas por acaso.

Muitas tragédias aconteceram antes de serem escritas infelizmente e devem ser respeitadas como tal.

Estas normatizam e padronizam as questões que envolvem a integridade do colaborador ao exercer sua atividade profissional.

Um acidente de alto impacto socioambiental é um dos piores momentos na vida de uma organização.

 Afinal, além de todos os desdobramentos e alto custo financeiros, este tipo de ocorrência abala psicologicamente as equipes e pode se transformar em problemas jurídicos, algo que nenhum gestor deseja para sua organização.

Apesar de parecer algo óbvio, nem todos os colaboradores dão a devida importância para as normas de segurança, preservação ambiental e social e esse desrespeito pode custar muito caro.

Muitas vezes, são necessárias ações mais cirúrgicas.

Confira algumas dicas para fazer com que seus colaboradores passem a acatar seus procedimentos

Criação de um programa de uma cultura de prevenção

Um programa de cultura de prevenção é um sistema oferecido ao colaborador pela organização no qual são promovidas atitudes de alerta e conscientização relacionadas ao QSMS-RS.

Esses programas podem ser elaborados pelo setor de recursos humanos em parceria com os gestores de cada área, que contribuem para contextualização da rotina de trabalho das equipes.

Os programas podem ter temas específicos!

 Ou, então, podem ser mais genéricos e abordar a gestão de riscos de impactos socioambientais num aspecto mais amplo.

Políticas de ESG/QSMS-RS & Sustentabilidade

Políticas de ESG/QSMS-RS & Sustentabilidade se dividem em duas categorias:

As obrigatórias, que são as regras, e as voluntárias, que são as diretrizes.

São declarações oficiais por escrito, emitidas pela direção da empresa, em que ela orienta os colaboradores com base em uma decisão tomada estrategicamente.

Geralmente, ela expõe quais são os objetivos ou metas da empresa para certo tema, neste caso, a segurança.

Esta é uma medida educativa e atribuidora de responsabilidades, afinal, ela cria compromissos com os colaboradores ao atribuir funções de fiscalização ou controle.

Criação de um comitê de segurança e prevenção de acidentes socioambientais

Ao formar grupos de diversos setores da organização para a discussão do tema (evitando limitá-lo à diretoria), a organização amplia a participação e o engajamento dos colaboradores neste tema tão importante.

Isso resulta em mais eficácia em ações e projetos internos.

 Estabelecimento de procedimentos de QSMS-RS

Criar rotinas específicas para as funções pode reduzir o risco de acidentes socioambientais

 Ao indexar o início das atividades dos colaboradores uma listagem de procedimentos obrigatórios, a adesão é quase automática e integral.

Criação de um manual de QSMS-RS

Um documento no qual a organização orienta como alcançar as metas por ela estabelecidas.

 Esses objetivos ficam indicados na missão e visão da empresa.

Quando feitos por escrito, os planos devem detalhar a metodologia (atividades pontuais criadas para atingir metas) e estratégias (ações de longa duração para cumprir objetivos) que a empresa utilizará para cumprir as metas elaboradas.

Lembre-se de que é importante pensar sobre esses procedimentos, afinal, eles possuem objetivos bem distintos, desde a criação e análise de custos de estratégias para uma boa gestão de QSMS-RS e até avaliação da eficácia destes.

Estamos juntos!

Que novidade, se adotada em sua organização, melhoraria drasticamente o desempenho e a cultura de segurança?

Sua cultura está buscando novas ideias e formas de pensar, em vez de adotar uma prática recomendada?

 Sempre haverá uma maneira melhor, e começa com alguém tendo uma nova ideia sobre como abordar os problemas de hoje.

Que ideia, se ganhasse tração, seria o catalisador para melhorar ainda mais seus resultados e cultura?

Como você está incentivando essa mentalidade inovadora de melhoria contínua?

Uma ideia  resiliente, altamente contagiosa.

Uma vez que uma ideia tomou conta do cérebro é quase impossível erradicar.

Uma ideia que é totalmente formada, totalmente compreendida que gruda, bem ali em algum lugar.

Todo progresso começa com pensar diferente.

 Como você está motivando essa mentalidade dentro de sua organização?

Ou você poderia estar involuntariamente desmotivando essa maneira de pensar?

Quando alguém tem uma ideia, independentemente de quão boba ou audaciosa pode soar, como esse indivíduo é respondido?

 Você criou uma cultura onde as ideias são apreciadas, nutridas, cultivadas, compartilhadas e adotadas?

Se você quer mais ideias dos seus colaboradores, não comece sua busca perguntando:

O que posso fazer para que eles se motivam a compartilhar?

 Em vez disso, tenha uma discussão honesta em duas partes.

Primeiro pergunte:

O que estamos fazendo atualmente, mesmo sem querer, para desmotivar o compartilhamento e a adoção de novas ideias?

Criamos a percepção de reter informações ou ignorar ou não seguir a entrada?

A força de trabalho acha que eles são supercontrolados, as coisas são injustas ou que a liderança tem sido desonesto ou dúbio?

 Criamos uma competição interna dentro do grupo?

“De acordo com um estudo que li faz pouco tempo sobre engajamento de colaboradores, as principais razões para os colaboradores se sentirem desmotivados são:

  • Sentir-se invisível ou desvalorizado (43%);
  •  Ter um mau gestor (43%) ;
  • Falta de reconhecimento (40%).”

Em segundo lugar, você deve:

 O que estamos fazendo atualmente para motivar o compartilhamento ou adoção de novas ideias?

Estamos encorajando outros a fornecer entrada e sentir a propriedade em suas ideias?

 Eles se sentem envolvidos na mudança?

 Estamos reconhecendo suas contribuições e eles se sentem parte de uma equipe vencedora?

A melhoria é visível?

Pesquisas fornecem os dois motivadores mais eficazes: ver ou sentir progresso e colaboração.

Evite impedir o progresso mudando metas autocraticamente, sendo indeciso ou segurando recursos.

Eventos negativos geralmente têm um efeito maior sobre as emoções, percepções e motivação das pessoas do que os positivos, e nada é mais desmotivador do que um retrocesso.

Ideias sobre como melhorar muitas vezes já existem dentro da força de trabalho.

Só precisamos fazer as perguntas certas, ouvir, sintetizar o que foi compartilhado, envolver uma representação da força de trabalho para decidir o que fazer, executar essas decisões com envolvimento adicional da cultura, reconhecer contribuições e comunicar demais status e progresso.

Novas ideias podem ser poderosamente virais e mudar o jogo se ouvidas e atuadas.

O que você está fazendo atualmente para motivar e desmotivar novas ideias?

 Se você não tem certeza, o que você deve fazer?

Você adivinhou vá perguntar.

Estamos Juntos

Se zero acidentes é o objetivo, como chegamos lá importa?

Embora todos queiramos o resultado de zero acidentes, as abordagens que tomamos para chegar lá, incluindo nossas metas declaradas e medidas e iniciativas de apoio, às vezes acabam tornando nossos esforços mais confusos e problemáticos.

Metas de acidente zero são muitas vezes mais publicidade e mimimi  para cartazes da empresa e demonstrações financeiras e de visão do que direção real e significativa para uma organização.

Se zero é o objetivo final, por que não punir as pessoas por denunciarem lesões?

Isso não nos ajudará a alcançar nosso objetivo?

Ilógico, não é?

Zero é certamente um objetivo, mas não deve ser alcançado por qualquer meio.

Então, todos nós queremos zero acidentes , mas queremos garantir que os resultados foram alcançados pelas ações certas.

Quais são, precisamente, as ações certas?

Isso foi definido e alinhado dentro de sua organização?

Considere fazer uma amostra de vinte pessoas em sua organização duas perguntas:

1. O que você veria como prática comum quando alcançamos e sofremos zero acidentes ao longo de vários anos? E

 2. Que crenças importantes relacionadas à segurança seriam então comuns para fazer isso acontecer?

 Prometo que receberá pelo menos 15 respostas distintas.

Se zero é o objetivo e todos nós não estamos na mesma página, como ele pode ser alcançado?

A excelência em segurança não é definida apenas pelos grandes resultados alcançados ,é definida por uma compreensão profunda do desempenho que rendeu esses grandes resultados, com uma crença uniforme de que a melhoria é ainda e sempre possível.

Zero acidentes  é o subproduto do valor da excelência da segurança; nunca deve ser o objetivo principal.

 As metas de excelência em segurança devem ser focadas na captura e entrega de valor com esforços de segurança e com os clientes dos esforços de segurança. Considere, quem não é um cliente em segurança?

 Quando há um benefício reconhecido em nossos esforços para moldar a cultura e os resultados, zero acidentes se tornam um foco secundário, mas que fornece uma validação importante da contribuição de valor de nossos esforços.

Zero acidentes são um qualificatório de nossos esforços de melhoria de segurança, não o objetivo principal se a excelência é o propósito da nossa jornada.

Que indicadores dizem, com confiança, que os resultados para a excelência são reais e nascem de intenção proposital, em vez de sorte ou, pior, dos métodos errados?

 Com, ou de preferência antes, cada iniciativa, pergunte:

  • Estamos entregando valor com isso?
  • Faremos a vida melhor daqueles que desejamos servir e influenciar com esse esforço?
  • Será que ele vai fornecer valor sustentável?

A excelência de segurança ocorre quando há reconhecimento uniforme do valor do que produziu os resultados.

Se não acompanharmos a contribuição de nossas atividades para metas e alcançarmos zero acidentes no final do ano, podemos realmente provar que o valor sustentável foi fornecido aos clientes de nossos esforços de segurança?

Estamos confiantes em nossa capacidade de duplicar esse resultado no próximo ano e ainda melhorar?

A excelência em segurança não ocorre com foco em mais; ocorre com foco.

 Existem inúmeras ferramentas, programas, pacotes de treinamento, metodologias de consultores e teorema acadêmico que poderiam contribuir potencialmente para resultados de segurança, mas quais são mais valiosos agora, onde você está, onde você está tentando ir, e pode ser assumido e ser apoiado por aqueles com responsabilidade fiduciária?

Considere responder de forma colaborativa às seguintes perguntas dentro de suas operações:

  1. Como seria nosso objetivo de segurança em ações observáveis e conversas ouvidas?
  2. Se alcançarmos esse objetivo, qual é o valor mais importante que entregaríamos aos clientes de nossas iniciativas?
  3. O que estamos fazendo para motivar isso?
  4. O que estamos fazendo para desmotivar isso?

A maioria dos esforços para melhorar a segurança são bem-intencionados, é o nosso foco que é distorcido.

 Começamos com o desejo de que todas as operações resultem, todos os dias, sem ferimentos.

Mas o que torna esse objetivo possível é muito mais importante do que os resultados em si se realmente queremos resultados sustentáveis e repetíveis.

Se não estamos entregando valor real, ou pelo menos a percepção de valor, zero acidentes podem ser falsos ou insustentáveis.

 Zero acidentes é o subproduto do valor da excelência da segurança; nunca deve ser o objetivo principal se a excelência é nossa jornada.

Concentre-se nas pessoas entregando-lhes valor.

 Não permita que o foco se torne slogans sem estratégia.

Estamos juntos

Responsabilidade civil e criminal nas questões socioambientais como profissionais de ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade, bom se preocupar!

Primeira vez como gerente de QSMS-RS, alguns anos após ter trabalhado em plataformas no mar do norte, recebi a missão de executar o startup de uma base de apoio para FPSOs e Supply boats para operações que recém iniciavam no delta do Níger na Nigéria.

Muito feliz com minha promoção como gerente, muita emoção, muita insegurança, pois por mais que tenha aprendido muito no mar do norte em plataformas, não tinha ainda experiência como gestor liderando equipes.

Quem trabalha a beira d’água tem que estar atento a derrame de óleo, que pode em algumas situações não ser provocados pelas suas operações, mas de terceiros, mas você pode acabar sendo responsabilizado.

Pois bem, um belo dia, autorizaram uma embarcação atracar em nossa base por uma questão de emergência, eram visíveis as péssimas condições que se encontrava a embarcação com óleo derramado no deck e outras não conformidades.

Fui contra, pois as condições de risco ambiental eram grandes, minha voz não foi ouvida, talvez por ser um gerente novo.

Tomamos os procedimentos corretos com barreira de contenção em volta etc. Mas como não era de nossa empresa não pudemos auditar a embarcação e alertar para certas condições não conformes.

Dias depois, esta partiu e deixou uma grande macha de óleo perto de nosso caís (a embarcação possivelmente deu uma descarga de óleo ao partir).

E como filho feio não tem pai, todos culparam as outras bases, embarcações e as operações de terceiros, mas a culpa ao final veio toda para minha gestão.

Vamos transportar este ocorrido para o Brasil onde já existem grandes quantidades de bases e terminais (muitas outras vão surgir por este imenso litoral), onde as consequências não seriam nada agradáveis devido a uma legislação ambiental bem restritiva em vigor.

Ou seja, além de realizar a gestão do recolhimento do óleo, limpeza e recuperação do passivo íamos responder criminalmente pelo acidente!!!!

Vale lembrar que no direito penal brasileiro não há responsabilização de pessoa jurídica em matéria penal, a única exceção é para crime ambiental.

Nós gestores temos que ter uma visão ampliada de nossa função, não podemos ficar atados a conformidades ou não, só por causa da certificação, temos que estar analisando sempre os riscos, e estar a um passo a afrente para qualquer eventualidade.

Temos comunidades à volta, condicionantes bem exigentes que acompanham a licença ambiental por exemplo.

Na análise de risco esses pontos devem ser analisados antes de iniciar as operações.

Participei de implantação de bases de emergência desde o Sul do Brasil, como ao interior da Amazônia, e cada uma possui peculiaridades bem distintas e que devem ser bem observadas nas análises de risco.

A exposição às comunidades é uma delas e outra é a logística de atendimento entre várias que poderia mencionar.

Em eventos, seminários e na mídia quando se trata da questão ambiental em perfurações, portos e terminais no Brasil por conta de acidentes e suas consequências com as comunidades em volta é um assunto que está sempre em pauta.

Tais discussões levam sempre a debates sobre a responsabilidade ambiental, do sócio e do gestor da empresa, tanto no âmbito civil como no penal e essa matéria não pode ser esquecida por nós gestores.

Na Lei de Crimes Ambientais um dos pontos mais relevantes é a responsabilidade individual penal do administrador, que, mesmo agindo em nome de pessoa jurídica, responde tanto por suas ações quanto por possíveis omissões que possam provocar desastres ambientais.

No seu artigo 2º, determina que o diretor, administrador, membro de conselho e de órgão técnico, auditor, gerente, preposto ou mandatário de pessoa jurídica pode ser considerado coautor ou partícipe de um crime ambiental quando, sabendo da conduta criminosa de outrem, deixar de impedir sua prática, quando podia agir para evitá-la.

A gestão de QSMS-RS é a linha de frente nas operações ao lado da produção e possui responsabilidades, deve se estar alerta a todos os detalhes, a equipe tem que estar bem-motivada e muito bem alinhada com a produção a fim de evitar conflitos desnecessários aumentando a chance de ocorrer falhas no sistema.

A tarefa de gerir todas essas operações espalhadas pelo país, exigirão por parte das organizações um comando de ações bem elaborado e alinhado com toda a direção geral, diretores de contrato e gerente de projetos, pois a exposição ao risco é real e de grande responsabilidade perante as partes interessadas.

Não se devem delegar funções de responsabilidade a pessoas com pouca experiência, e a falta de investimento na área pode causar graves consequências.

Uma gestão de QSMS-RS com visão estratégica, plano de ação, liderança forte, alinhada com experiência, servindo e apoiando aos seus liderados, uma análise de risco muito bem fundamentada e discutida com todos os tomadores de decisões, acredito ser a forma mais eficaz para evitarmos chegar a estas situações de responder no âmbito Civil, Penal e Administrativo por acidentes ambientais.

Estamos juntos!

Desenvolver a estratégia de gestão do ESG é difícil, executar é ainda mais difícil e, não é para achistas e amadores!

Ao equilibrar os riscos de uma pandemia, riscos climáticos, inclusão social e questões globais da cadeia de suprimentos, líderes empresariais, formuladores de políticas e investidores em todo o mundo têm trabalhado no desenvolvimento de estratégias ambientais, sociais e de governança (ESG) tornando o ESG uma prioridade essencial para análise dos investimentos para a perenidade dos negócios.

E ao desenvolver a estratégia é difícil devido ao grande número de fatores a considerar, operacionalizar o ESG entre as organizações é ainda mais difícil.

Há uma ansiedade que está começando a se estabelecer com o surgimento de metas amplas de 2030 e já estamos vendo muitas organizações  admitindo que estão atrasadas.

Ficar para trás ou chutar o balde pela estrada representa um grande risco.

Se as organizações não puderem cumprir suas promessas, a penalidade de fracasso pode ter um resultado direto em seus resultados, especialmente quando a percepção da intenção do ESG não se soma aos resultados.

As apostas são altas para todas as organizações, não importa onde estejam em sua jornada e alcançar ambições de ESG apresenta vários desafios incrivelmente complexos, tais como:

  • Equilibrando a criação de valor a longo prazo contra a pressão das exigências financeiras de curto prazo;
  • Tornando o ESG tangível e significativo para todos os colaboradores ;
  • A necessidade de parceria com os fornecedores certos, organizações não governamentais (ONGs), ou mesmo concorrentes ao longo de toda a cadeia de valor;
  • A necessidade de implementar mudanças operacionais em toda a organização;
  • Maior colaboração interfuncional e a complexidade de uma infinidade de iniciativas de mudança.

Então, como você pode traduzir as intenções do ESG em impacto sustentado?

 A chave é adotar uma abordagem centrada nas pessoas para operacionalizar sua agenda de ESG.

Com base na minha experiência nesses anos  em ajudar as organizações a ir de estratégia em ação, aqui está o que aprendemos:

  • Dissipar a confusão do ESG X Sustentabilidade Corporativa  e se comprometer desde a alta direção

 Seu pessoal está claro sobre o que é ESG e o que significa para eles e seu dia a dia?

 Ou eles se perguntam se é um mecanismo de classificação, um programa que impulsionará a sustentabilidade, ou uma série de iniciativas, como treinamento de viés inconsciente ou programas de voluntariado.

Uma coisa é certa: a confusão é inimiga do rápido progresso.

Esclareça desde o início o que o ESG significa e onde ele se encaixa com o propósito, estratégia e cultura da sua organização.

 Faça uma forte declaração de intenção e humanize os temas e a linguagem com histórias para fomentar a compreensão.

 E não se esqueça de visualizar o impacto no seu caso de negócios com chamadas claras e sequenciadas à ação.

  •  Priorize e construa um roteiro ambicioso e escalonado.

Para impulsionar a mudança, seus colaboradores  e partes interessadas precisarão entender como e por que sua iniciativa ESG está avançando em sua ambição.

Seja claro sobre o que você está priorizando em toda a gama de suas iniciativas de ESG: onde você está atrasado ou qual o nível de maturidade atual você se encontra ?

Você não precisa estar no topo de tudo, mas você precisa de um plano priorizado que forneça a lógica por trás da atividade (ou falta dela) em diferentes áreas.

Com base no seu roteiro, você pode trabalhar com sua organização para escalonar a implementação por função ou compromisso com recursos de marechal e tornar o sucesso alcançável.

  •  Construa uma capacidade de mudança que acelere o impacto.

A complexidade da entrega do impacto tangível do ESG exigirá uma abordagem integrada de transformação e um elevado nível de empoderamento e expertise.

Você precisará construir uma estrutura de mudança que compõe ambos.

A natureza multifuncional do ESG significa que as barreiras aparecerão por causa das prioridades concorrentes.

Para superá-los na prática, crie uma estrutura de governança dedicada para navegar nas complexidades e nomear um único proprietário para garantir que o negócio seja responsabilizado.

 Uma equipe de mudança de ESG focada em injetar abordagens de mudança centradas nas pessoas em todas as iniciativas trabalhará para acelerar seu impacto no ESG.

  • Articular e incorporar mudanças claras de mentalidade e comportamento.

Para ter sucesso em toda a organização, o ESG não pode se sentir como “outra coisa a fazer”, mas uma maneira única de operar.

As pessoas devem sentir que a mudança está sendo feita com elas, não com elas. E eles precisam se sentir donos da mudança e fazem parte da jornada.

Mas é fundamental que os líderes também forneçam um ambiente seguro e incentivem uma mentalidade de crescimento que aprende como vamos reconhecendo que, como ninguém tentou e testou respostas, há espaço para experimentação, aprendizado aplicado e revelação de novas respostas juntos.

 Com essa mentalidade vem a necessidade de paciência e reconhecimento e reforço de que essa mudança de cultura a longo prazo exigirá pequenas ações ao longo do caminho.

Grandes ideias vêm de qualquer lugar , especialmente daqueles que estão entusiasmados e deixando os funcionários se apropriar e experimentar iniciativas de baixo risco ajudará sua organização a chegar à mentalidade e comportamentos desejados mais rapidamente.

  • Reequilibrar os incentivos do líder e apoiar suas ações todos os dias.

 Embora as metas de longo prazo nos mantenham focados, a tensão entre a criação de valor a longo prazo e a responsabilidade de curto prazo torna fundamental que os líderes não sejam punidos se os resultados acontecerem lentamente.

Desmembre as metas de longo prazo em resultados em fases que medem progressos e conquistas.

 E equilibrar os incentivos do líder para recompensar uma mistura de métricas tradicionais e de desempenho do ESG.

 Ao ter os líderes presentes porque seu modelo de negócios e práticas são sustentáveis, e concedendo-lhes permissão para fazer trocas críticas, você irá configurá-los com as ferramentas necessárias para o sucesso a longo prazo.

Operacionalizar sua estratégia de ESG é o passo mais importante que sua organização pode dar para garantir que ela seja uma força para o bem.

 Ao se concentrar na mudança centrada nas pessoas, você pode transformar sua intenção de ESG em impacto e acertar a mudança na primeira vez.

Estamos juntos

Pensando sobre a gestão de segurança atual, um convite para você profissional a refletir!

E se as formas atuais de lidar com muitas coisas em segurança , como medir o sucesso, criar controles adicionais ou responsabilidades, de repente se tornassem proibidos ou não existissem mais?

Nossos paradigmas atuais sem dúvida dificultariam nossa capacidade de avançar e moldar o desempenho e a cultura da segurança.

Paradigmas nos dificultam quando nossa capacidade percebida de resolver problemas é baseada em suposições possivelmente ultrapassadas, crença no conhecimento atual e capacidades que podem não ser precisas ou, mais simplesmente, velhas formas de pensar.

Que tipo de pensamento atualmente limita sua capacidade de experimentar resultados inovadores?

 Que métodos de resolução de problemas o mantêm repetindo as mesmas intervenções?

 Quais as melhores perguntas levariam a liderança a pensar diferente sobre a adição de valor mais significativo e sustentável?

Tendemos a usar dados e experiências passadas e pensar em termos de “se/então”.

A experiência ensina e isso muitas vezes reforça paradigmas e práticas passadas.

Todo o progresso começa pensando diferente.

Precisamos pensar diferente sobre como buscamos a excelência em segurança.

Poucas pessoas gostam da ideia de regras adicionais e mais rigorosas.

 Como a fiscalização das agências reguladoras e as multas que impõem historicamente aumentaram e com a vinda do ESG , precisamos reagir.

Embora não seja o ideal, e nem todas as regras ou regulamentos sejam perfeitos, isso se torna um excelente motivador para melhorar a segurança do colaborador.

Por que não aproveitar essa reflexão  como uma ideia para mudar paradigmas existentes?

Abaixo estão alguns exemplos de como algumas organizações têm encontrado abordagens mais eficientes e apoiadas pelo colaborador simplesmente fazendo perguntas melhores .

  • E se se tornou proibido rastrear a gravidade ou frequência de lesões e acidentes, como você acompanharia a melhoria?

Declinamos nossas reações autoimpostas ou que atualmente compõem os sistemas de gerenciamento de segurança e tornariam mais fácil e menos confuso fazer a escolha segura.

E se disciplinar alguém por violação de segurança se tornasse proibido?

  • Começaríamos a adotar que os erros são normais e chamaríamos nossa atenção para melhorar os sistemas e a cultura que nosso povo trabalha dentro?

E se os profissionais de segurança que fazem mais do que treinar, dar suporte , atividades ou resultados se tornaram proibidos?

  • Dirigiríamos a propriedade e operacionalizaremos a segurança entre as lideranças das linhas?

Melhor ainda, tiraríamos a tomada de decisão da ponta da vara e mais perto da ponta afiada da vara, onde o trabalho é realmente realizado?

Que outras perguntas levariam a um pensamento diferente?

Que outras práticas, se tornassem proibidas , ajudariam você a mudar a conversa e melhorar?

 Se desejar , considere compartilhar seus pensamentos comigo .

Estamos juntos !

Eficiência na gestão do licenciamento ambiental, valor intangível.

Tive a honra de ser convidado a participar em um debate, em que o tema seria ESG e seus princípios, sustentabilidade e impactos socioambientais das organizações de energia e mineração e óleo e gás em Londres

Falar sobre ESG ou  Sustentabilidade Corporativa não é tarefa fácil mesmo para quem tem paixão e alguma experiência no assunto, pois o questionamento por parte dos participantes é bem comum e forte quanto suas ações se são mesmo sustentáveis ou não, se não é apenas green washing etc.

E quando se fala sobre o impacto socioambiental que seu empreendimento causa você tem que estar bem muito bem-preparado para o debate, pois não existe mais ninguém que não domine e entenda do assunto.

Sou do tempo que sustentabilidade era só referida quando se falava em recursos renováveis.

E quando surgiu o tema nos anos 80, abracei como um eco chato.

Com a evolução do tema foi se tornando mais abrangente, entrou o social e outras perspectivas do que seria ser Sustentável.

Passados os anos, comecei a trabalhar em grandes corporações e claro, se existe o tema Sustentabilidade é porque existe um negócio e o foco é no negócio com resultado e que seja sustentável.

Sem o negócio não estaríamos tocando no tema, fui bem claro no início da minha explanação aos participantes do debate.

É inconcebível falar de qualquer negócio nos dias de hoje independentemente do tamanho que não esteja ligado à sustentabilidade, também fiz questão de ressaltar.

Dito isso, me preparei para a explanação e o debate que viria a seguir, pois uma plateia cheia de estudantes, sem dúvida perguntas viria com emoção sobre a proteção ao meio ambiente e ser ou não ser sustentável verdadeiramente.

Quando você trabalha muitos anos na indústria do óleo e gás, energia, mineração e construção pesada, e é responsável da gestão de ESG /  QSMS-RS e Sustentabilidade, não é uma função das mais fáceis a se exercer,

São atividades que causam grande impacto socioambiental e são ações muito visadas pela sociedade sem contar com a grande quantidade de leis, normas e resoluções na área do trabalho e meio ambiente que devem ser muito bem gerenciadas.

Mas a verdadeira experiência adquirida nestes anos lhe fornece a tranquilidade necessária para poder responder a todas as dúvidas que se possam surgir durante o tema.

Ainda mais no Brasil e na região amazônica onde nossa legislação é bem draconiana.

Já participei em licenciamento de vários tipos de projetos que vão de perfuração a abertura de minas e hidroelétricas nas selvas Africanas e do Oriente, mas nada se compara na região amazônica quanto à questão de condicionantes e sua gestão pós-licenças obtidas.

E no calor das discussões, sempre é bom lembrar, e eu o faço sempre!

Que nem sempre se atenta para o fato da existência e o uso de celulares, carros, computadores etc. se deve os estes setores da economia e ninguém mais imagina como seria a vida sem eles.

“Trabalhar com paixão, dedicação e transparência focando no resultado para ser um negócio sustentável é importante, mas palavras não bastam.

É fundamental demonstrar transparência!”, isso chama-se GOVERNANÇA

Após minha apresentação, vieram as perguntas e o debate.

Como todo e bom estudante que nós fomos, perguntas provocativas vieram.

As de sempre quanto a impactos socioambientais e outras relacionada ao tema.

Mas uma chamou mais atenção e é o motivo deste texto.

Foi a quanto conhecimento por parte da plateia e a preocupação com a existência do licenciamento ambiental, se era válido?

Se não era uma indústria criada para criar dificuldades e vender facilidade? Se as agencias ambientais faziam o certo etc. E se depois de licenciado o trabalho terminava por aí?

Pronto, aí estava à diferença entre o mundo do achismo e academicismo do debate para o mundo dos negócios e chance para poder explicar a plateia quão tão difícil e importante é a gestão ambiental em uma indústria.

Na realidade e na prática, é que depois da obtenção da licença, se começa realmente a gestão de sustentabilidade do negócio.

Entre licenças, outorgas e outras tantas autorizações, com estas vem as condicionantes e obrigações legais.

E a sua gestão tem que ser muito eficiente e muito bem conduzida por seus gestores, qualquer deslize inviabiliza o negócio.

Se você gestor não tiver uma equipe muito bem qualificada para acompanhar a entrega dos relatórios, cumprir o prazo. Sua empresa fecha!

Como gestor já tive a experiência de ter em uma só unidade a responsabilidade junto a nossa equipe, a gestão de mais 60 licenças ambientais e 700 condicionantes ao mesmo tempo e gerenciar a entrega aos órgãos competentes a cada três meses, enormes relatórios sócios ambientais com o rigor do compromisso de entregar dentro do prazo e sempre atentos aos custos destas ações.

Uma boa gestão do licenciamento ambiental deve ser considerada fundamental perante a direção, é uma condição essencial e “sine qua non” para o funcionamento da organização.

A inexistência desta gestão das licenças é uma ameaça constante ao negócio, visto que a pressão pela conformidade socioambiental de não só se limita aos órgãos públicos encarregados do controle ambiental.

Nesses novos tempos, a conformidade socioambiental das empresas é um tema que extrapola a administração pública do meio ambiente e se alastra nos diversos setores das partes interessadas, que, mediante a constante vigilância das ONGs, exige dos empreendedores uma enorme atenção quanto à gestão ambiental.

Igualmente, o Ministério Público encontra-se atento aos menores deslizes no que se refere à observância das leis ambientais.

Os próprios organismos financeiros, cada vez mais, exigem padrões ambientais adequados para a concessão de empréstimos.

O licenciamento ambiental e sua gestão, nesse caso, é a exigência mínima que estabelecem como pré-requisito para liberação de empréstimos.

Valorizar a gestão da licença ambiental é extremamente importante para todas as empresas que prezam o seu bom nome e que buscam dar cumprimento às normas legais em suas atividades.

A pressão da sociedade sobre o órgão ambiental tem sido enorme e os custos sócios ambientais só tendem aumentar.

Uma empresa licenciada ambientalmente e com uma excelente gestão desta deve ser considerada como possuidora de um ativo intangível da maior importância, pois tem a garantia de operar sem os sobressaltos normalmente causados pelas questões dos impactos socioambientais.

Estamos juntos!

Por que o treinamento em realidade virtual para segurança do trabalho?

E por que não ? Quando regressei ao Brasil fiquei espantado como essa tecnologia ainda não tinha sido utilizada para a segurança do trabalho  , eu já utilizava lá fora para padronizar nossos procedimentos e, com o tempo fui descobrindo diversas funcionalidades que melhoravam nossas análises de cada projeto que tínhamos pelo mundo afora em que eu era responsável .

Mas e  aqui no Brasil? Como vocês sabem, regressei definitivo em 2019 e quando comecei a ser “estagiário de consultor e palestrante” descobri que ninguém conhecia , mas por quê ?

E comecei apresentar a tecnologia para nossos colegas .

Com a tecnologia evoluindo mais rápido do que nunca, treinamentos em realidade virtual não podem ser ignorados ,eles possuem  uma vantagem inovadora para otimizar sua gestão  para diferenciar e ajudar a melhorar a busca pela excelência .

 A realidade virtual  é uma nova maneira inovadora de as pessoas aprenderem de forma eficaz e eficiente.​

O treinamento em Realidade Virtual também é uma solução de treinamento econômica que permite aos alunos acessar treinamentos remotamente, reduzindo significativamente os custos de viagem e acomodação.

Embora a RV exija um investimento maior do que o e-learning, a RV é comprovadamente bem-sucedida em ajudar a diminuir os custos de retrabalho e criar melhorias na produtividade dos funcionários.

O treinamento em Realidade Virtual oferece a capacidade de aprender em um ambiente imersivo e de baixo estresse, dando aos funcionários a capacidade de realmente aplicar o aprendizado no trabalho.

Estudos descobriram que, se novas informações do treinamento não forem aplicadas, os colaboradores  esquecem cerca de 75% dela após apenas seis dias.

A RV é perfeita para processos de aprendizagem misturados para aumentar a retenção e o engajamento do conhecimento dos colaboradores .​

Os colaboradores  que realizam cursos de treinamento em realidade virtual  podem ser treinados 4x mais rápido que a sala de aula.

 O que levaria 2 horas para aprender em uma sala de aula, pode ser aprendido em apenas 30 minutos usando o treinamento em realidade virtual.

 Este é um ROI (retorno do investimento) forte, permitindo que mais informações sejam retidas em um período menor.

 Embora possa haver tempo extra necessário para os alunos da primeira vez revisarem e serem ensinados a usar o fone de ouvido, os alunos de RV  ainda completam o treinamento três vezes mais rápido do que os alunos em sala de aula.

Hoje os alunos ficam bastante distraídos e sobrecarregados durante o treinamento no local de trabalho, com os smartphones sendo a principal causa de distração.

No entanto, o treinamento  permite que os usuários sejam significativamente menos distraídos, pois estão totalmente imersos na experiência, sem interrupções que resultem em melhor foco e produtividade.​

O ROI de treinamento em Realidade Virtual é significativo para um número crescente de organizações e indivíduos.

A Realidade Virtual já se desenvolveu o suficiente para que as organizações não se perguntem quanto custaria para implementar RV, mas quanto está custando para você não usar a tecnologia.

Estamos juntos

ESG vs. Sustentabilidade  Corporativa. Você entende as diferenças ?

Estou observando diversas narrativas sobre o ESG desde ao meu regresso ao Brasil em definitivo e, realmente sinto que os nossos colegas não estão tendo uma visão clara e objetiva das diferenças do que é o ESG e Sustentabilidade Corporativa.

São muito diferentes! A intenção neste texto é esclarecer da melhor maneira possível.

Na realidade hoje, muitos não querem perder o momento e, tentam vender seus peixes da melhor maneira possível com cursos, seminários e até mesmo em produtos e, não podemos esquecer dos que não estão satisfeitos com as letrinhas ainda colocam mais uma e já vemos EESG???

Só no Brasil, rsrs.

Nas diversas narrativas, às vezes ouvimos ESG e sustentabilidade utilizada de forma intercambiável.

Uma vez que o “E” no ESG significa “ambiental”, é comum pensar que a sustentabilidade é simplesmente um pilar ou subponto do ESG.

De certa forma, isso é verdade, mas há diferenças importantes entre ESG e sustentabilidade que têm implicações para estratégia corporativa, comunicação, priorização e relatórios.

O que é ESG?

O ESG, em sua essência, é o risco financeiro do negócio / investimento, nada mais nada menos!

 O que isso significa na prática são organizações que adotam os princípios do ESG que consideram, medem, relatam (e, espero, trabalham para melhorar) os aspectos ambientais, sociais e de governança de seus negócios ao lado de suas considerações financeiras (lucro, despesas, crescimento, contabilidade).

Da mesma forma, os investidores do ESG consideram os atributos ambientais, sociais e de governança de uma empresa ao lado de seus atributos financeiros ao decidir se devem ou não investir neles.

Quando você pensa em ESG, pense em capital, operações, risco, reputação e relatórios, o que inclui várias coisas que vão além da sustentabilidade corporativa.

 Como por exemplo:

  •  Ambiental

Atividades ambientais, atributos e divulgações, incluindo emissões de gases de efeito estufa, contabilidade de carbono, gerenciamento de resíduos e outros impactos ambientais.

Essa categoria ESG abrange essencialmente nossa definição de sustentabilidade corporativa equilibrando o meio ambiente, a equidade e a economia entre produtos, embalagens, instalações, uso de energia, pessoas e resíduos de uma maneira que não contribua para o aquecimento global, as mudanças climáticas e a perda da biodiversidade através de uma lente de investimento e tomada de decisão corporativa.

  •  Social

Atividades de compliance social, atributos e divulgações: nossos direitos humanos, normas trabalhistas, saúde e segurança no trabalho, diversidade e inclusão dos funcionários e outros impactos sociais e comunitários.

  • Governança

Atividades de governança, atributos e divulgações: nossa estrutura de propriedade, diversidade de liderança, processos de tomada de decisão, políticas corporativas, gestão de riscos e outros aspectos que equilibram os direitos, responsabilidades e identidade de diversos acionistas e stakeholders da empresa.

Uma segunda maneira é ver o ESG corporativo como o lado social ou externalidade da contabilidade financeira.

Organizações, realizam contabilidade financeira e, em seguida, emitem relatórios aos acionistas que os investidores podem usar para decidir se querem investir na empresa ou não (ou seja, entender se está operando bem e criando valor para os acionistas).

Se uma organização em seu processo gera resíduos produtos tóxicos, em seguida, despeja tudo o que não pode vender no rio local ao lado de sua fábrica, ela poderia ter um bom desempenho contábil financeiro no papel.

Mas quem usa uma estrutura ou lente ESG para ver a empresa rapidamente percebe (a) que a empresa não está contando os custos reais de seus negócios e (b) há enormes riscos para sua viabilidade de negócios, como o governo perceber o que está fazendo e fechá-lo.

Nenhum investidor da ESG investiria nesta organização.

 E que, por si só, está se tornando cada vez mais um risco para as empresas: à medida que trilhões de dólares de investimento passam para o ESG, muitas empresas ambientalmente ou socialmente prejudiciais estão vendo isso se tornar cada vez mais difícil encontrar investidores que financiarão seus negócios.

Agora que definimos o ESG, vamos resumir as principais diferenças entre o ESG e a sustentabilidade:

 O ESG é:

  • Sobre stakeholders da empresa, identidade e tomada de decisão do conselho, CEO, colaboradores, acionistas e outros stakeholders enquanto a sustentabilidade é sobre o relacionamento entre uma empresa e o meio ambiente
  • Quadro de investimento que ajuda investidores externos a avaliar o desempenho e o risco da empresa, enquanto a sustentabilidade é uma estrutura para fazer investimentos internos de capital (ou seja, instalação de lâmpadas LED ou outras medidas de eficiência energética, eletrificando uma frota de transporte).
  • Baseia-se em padrões estabelecidos por legisladores, investidores e organizações de relatórios ESG (por exemplo, GRI, TCFD, MSCI), enquanto os padrões de sustentabilidade embora também estabelecidos por grupos de padrões como o GHG Protocol são mais baseados em ciência e padronizados.
  • Inclui a sustentabilidade como um de seus três pilares, mas também incorpora considerações mais amplas de governança social e corporativa
  • Muito relevante para organizações que estão listadas em bolsas ou que precisam de financiamento de investidores institucionais.

No entanto, à medida que mais bancos e empresas de serviços financeiros adotam princípios de ESG em torno de seus negócios, a ESG também está se tornando cada vez mais material para startups e organizações menores

Esse perfil global de risco e materialidade do ESG é um lugar-chave onde ele difere (e vai além) da sustentabilidade.

Por exemplo, uma empresa poderia ter uma fábrica completamente neutra em carbono, sem desperdícios e energia renovável, mas se essa instalação é extremamente perigosa para trabalhar do ponto de vista da saúde e segurança no local de trabalho (ou seja, os colaboradores estão se lesionando no trabalho o tempo todo), a empresa ainda não está cumprindo suas obrigações com o ESG, apesar, novamente, de alcançar a sustentabilidade ambiental no papel.

O oposto também pode ser verdade.

 Uma organização pode ter uma governança forte e relatórios ESG muito detalhados e completos, mas seu modelo de negócio principal ainda pode ser ruim para o meio ambiente.

Por último, a maneira mais simples de olhar para o ESG vs. sustentabilidade é a diferença na lente de impacto:

A ESG analisa como o mundo impacta uma empresa ou investimento, enquanto a sustentabilidade se concentra em como uma empresa (ou investimento) impacta o mundo

A distinção é sutil, mas importante.

Para recapitular, ESG e sustentabilidade são considerações estratégicas para empresas modernas, equipes executivas e investidores.

 E, embora eles tenham alguma sobreposição, também há importantes distinções fundamentais em torno de como uma empresa se aproxima, prioriza e mede seu desempenho no ESG ao lado de seus programas e iniciativas de sustentabilidade.

Estamos juntos 

Aumentar a distância entre o trabalho é conduzido e onde é gerenciado, leva a interpretações diferentes em segurança?

 É uma pergunta que tenho refletido bastante.

Já me incomodava na minha época de usar crachá , pois quando promovido a diretor corporativo , senti que as informações que me passavam não refletiam baseado na minha vivência da minha época de orelha seca .  

Uma das ideias contemporâneas em segurança é a noção da grande  lacuna entre o trabalho como imaginado e o trabalho como Feito.

 Essa ideia é muito semelhante à lacuna “Realty-Representation”, um conceito proposto por Herbert Simon na década de 1950.

A lacuna realidade-representação refere-se à diferença entre o que é representado por meio de auditorias, métricas, procedimentos e ferramentas de gestão e a realidade do trabalho.

Sempre haverá uma lacuna entre as versões super simplificadas e condensadas do trabalho dentro de procedimentos, auditorias e métricas, e a natureza dinâmica e mutáveis de um risco à segurança.

 Mas esse mal-entendido aumenta com a distância?

Pode-se argumentar que quanto mais níveis de gestão entre a representação e a realidade da segurança, mais fácil é acreditar que a representação é real.

Pensamentos?

Representações de segurança são tão endêmicas que às vezes não reconhecemos que não são reais.

 Quando há um problema, como um acidente, “Aprender” muitas vezes fica equiparado com a complexidade crescente, de modo que o procedimento fica mais longo, a métrica se torna mais complicada, e a teoria fica mais extravagante.

As representações podem nos levar a nos tornarmos muito confiantes em nossos modelos, métricas e aumentar nossa confiança em “especialistas”, ao mesmo tempo em que descartam e descontam as opiniões das equipes operacionais com experiência em primeira mão.

Precisamos de representações de segurança para navegar na complexidade e fornecer significado compartilhado, mas muitas vezes ignoramos que nossa compreensão da segurança é emoldurada e moldada por essas simplificações excessivas.

Representações podem nos iludir e fornecer falsa garantia.

Portanto, talvez as representações de segurança devem levar um aviso/alerta sobre a saúde do sistema .

“ Isso não é realidade!”

Verificar(  TBC !  “tire a bunda da cadeira “) no trecho /chão de fábrica faz se necessário !

E os usuários devem ser rotineiramente lembrados dos perigos de confiar demais nas representações ao gerenciar a segurança.

Estamos juntos.

Capacitação e treinamentos em ESG /QSMS-RS & Sustentabilidade não deveriam ser tratados como luxo nas organizações.

Desde meu regresso ao Brasil em definitivo, realizado due diligence de nível de maturidade nas organizações (segurança, prevenção ambiental, riscos e ESG)

Percebi que a capacitação, fica resumida as exigências de cumprir tabela como a segurança por exemplo

Outros(as) são tratados como itens de luxo corporativo, triste realidade

A não ser é claro os cursos e palestras que dão mídia aqui no Linkedin com temas do momento.

 A primeira coisa que se corta fora de seu orçamento quando você aperta na organização são os treinamentos.

Se a economia está com gripe nossa área do ESG/QSMS-RS & Sustentabilidade está com pneumonia!!

Tenho insistido sobre e sobre o fato de que a melhor maneira de garantir um ambiente com seus riscos socioambientais controlados é ter uma força de trabalho bem treinada por meses.

“Não podemos poupar nossa equipe e perder quatro horas de produção, não temos o dinheiro para treinar nossos colaboradores.”

“Estamos demasiado ocupados para investir ou pobre demais para investir.”

Quem nunca ouviu essas?

É a mesma coisa com nossa área de ESG/QSM-RS & Sustentabilidade

“Não temos dinheiro para fazer as coisas direito ou não temos o tempo.”

O problema é que, gostemos ou não os treinamentos em nossa área são gastos discricionários.

Sim, claro, há exceções, especialmente em situações em que existe um regulamento que está dirigindo o treinamento, mesmo assim, uma vez em nossas visitas, foi-me perguntado “qual a multa para não fazer isso se nos pegam em uma fiscalização?”

Só porque algo é discricionário na natureza não torna menos essenciais.

Comida é tecnicamente um custo discricionário, mas mesmo em tempos de vacas magras você precisa comer.

Quando cortarem as verbas para capacitação e treinamentos porque não tiveram muitas lesões, acidentes ambientais, problemas com a comunidade.

Lembre se, é a mesma coisa se cortarem o orçamento de comida, porque não estamos com fome agora.

Estamos juntos !

Da teoria a lições aprendidas, a importância da gestão de riscos socioambientais nos processos do ESG/ QSMS-RS & Sustentabilidade.

Em todos os projetos que iniciei, por mais experiência que possuísse acumulado por anos entre erros e fracassos, sempre conversava comigo mesmo depois de implantar, treinar, criar ações de sustentabilidade e analisar os riscos das operações.

Como iria ser até o final do projeto que se iniciava, se as minhas ações preventivas seriam realmente efetivas e, se todos os cenários haviam sido contemplados .

Essa minha inquietude ia até ao término do projeto e já reiniciava para o próximo que estava sendo remanejado.

Em minha vida profissional em diversos lugares por esse mundo afora, passei por tempestades de areia no deserto do Saara, guerras onde fiquei preso com a minha família, derrames de óleos que eu não tinha previsto e nem poderia imaginar que fosse acontecer na minha gestão ainda mais quando tinha acabado de emprestar alguns km de barreira de contenção (Nunca mais faço isso).

E me sinto mal até hoje por não ter previsto e nem pelo menos escrito um plano de emergência contemplando sobre esses fatos ocorridos.

Quando se propõe a implantar um sistema de gestão baseados nos princípios do ESG e gerenciar os riscos com base nas normas, a mesma se obriga a pensar, desenhar e programar através de um planejamento.

Não podendo esquecer que uma análise e gerenciamento do risco mais abrangente possível são cruciais para o sucesso da empreitada.

As vantagens de se fazer uso do modelo PDCA é que o planejamento base já vem pronto, ou seja, é preciso implementar.

Com o sistema de gestão implementado o passo seguinte é fazer uso do mesmo, para verificar se o mesmo está funcionando, se precisa de adequações, se o sistema está conforme, faz se uso de uma ferramenta que o próprio modelo traz como obrigatória, as auditorias Internas, check List e inspeções diárias.

O objetivo destas ações é o de continuamente e sistematicamente monitorar a efetividade do sistema.

Esta é uma forma compreensiva para prover um excelente retorno das ações pontuais e valiosas informações aos gestores em relação a todo o QSMS-RS, os resultados podem ser usados como áreas alvos para ações de melhoria e subsequentemente, facilitar os planos de melhoria contínua.

Mas o que vem por acontecer?

Para atuar neste planejamento, com base no que é verificado, é preciso fazer uso de outras duas ferramentas também disponibilizadas e obrigatórias pela gestão junto com a análise de risco, que são as ações corretivas e ações preventivas.

O propósito de uma ação corretiva eficaz é o de assegurar a causa ou causas de uma não conformidade real.

E o de uma ação preventiva é assegurar que a causa ou causas de uma não conformidade potencial está identificada, analisada e solucionada visando prevenir o que venha a ocorrer.

“Prevenir sai mais barato que remediar”

O que se espera é que na medida em que a mesma amadureça, os números de ações corretivas tenham uma tendência de queda, enquanto o número de ações preventivas terá uma tendência de crescimento e a chance de ter um susto diminui.

A sucessão de ações corretivas e preventivas possibilita para a organização a identificação de tendências que podem encaminhar ao rastreamento de problemas, aspectos e perigos em desenvolvimento de processos ou em produtos.

Não podemos esquecer a análise crítica pela direção após as ações corretivas e preventivas, o que leva a organização realizar um novo ciclo PDCA.

Que tem como meta avaliar o status do sistema de gestão implementado, periodicamente quanto a sua eficiência e eficácia.

O mesmo diz respeito à determinação de quais requisitos internos e externos estão sendo adequados e cumpridos para o atendimento dos clientes em relação ao explicitado pela sua política e objetivos.

A diretoria da empresa deve participar, pois são os que tem poder, responsabilidade quanto aos resultados da gestão de QSMS-RS.

Estes analisam o resultado, as ações corretivas e preventivas, analisam os dados coletados desde a última análise crítica etc.

A intenção desta análise é a de determinar a real situação do QSMS-RS e claro, da própria empresa pela identificação de oportunidades para a melhoria através da determinação de ações para facilitar as ações.

Quem quer ver sua imagem com a vilã do meio ambiente ou como campeão dos acidentes de trabalho?

Na prática significa que a gestão de QSMS-RS e análise de risco devem ser continuamente monitoradas, mensuradas, avaliado e alterado, na busca da melhoria.

Sucesso e a manutenção das ações com melhorias requerem comprometimento da direção e de todos os envolvidos.

A integração destes processos aliados a utilização de um gerenciamento de risco são a garantia que uma organização terá uma caminhada sem fim em prol da melhoria da eficiência de qualquer que seja o tipo de empresa tornando a cada vez mais competitiva neste mercado implacável com amadores.

Estamos juntos!

Fechando o ciclo entre avaliação de risco e o SGI utilizando o BOW TIE.

Organizações com um grande potencial de risco socioambiental estão começando a implantar o apetite por risco e, começam a prestar mais atenção na identificação de riscos e a avaliação de riscos das suas operações e, quando a vaca vai para o brejo, estabelecer cenários e planos de gestão de emergência  /crises.

Espera-se também que tenham em vigor um SGI estruturado com uma gestão de risco eficaz.

Nos últimos anos, movimentos têm sido feitos para ligar os dois para demonstrar que o sistema de gestão é de fato capaz de controlar os riscos reais presentes, em vez de ser um sistema separado produzido isoladamente.

O mais recente desenvolvimento ocorreu nos EUA, onde os operadores são obrigados a desenvolver e implementar um SGI e de risco para operações de petróleo e gás.

Um requisito fundamental é que o sistema de gestão de risco demonstre que os equipamentos críticos de segurança estão sendo mantidos e que os trabalhos críticos de segurança são realizados por pessoas competentes ou seja, um SGI unido.

E por que utilizar o Bow Tie?

É uma técnica de avaliação de risco estabelecida que permite a análise detalhada das medidas de prevenção e mitigação para riscos específicos. 

Isso é conseguido com a construção de um diagrama de gravata borboleta que ilustra as possíveis causas do evento perigoso e as consequências finais. 

No entanto, um aspecto da técnica que nem sempre é explorada ao seu pleno potencial é verificar a ligação entre as barreiras na gravata borboleta e a gestão de riscos.

Cada barreira de prevenção do lado esquerdo e cada barreira de mitigação do lado direito pode estar ligada a tarefas críticas que mantêm a barreira funcionando e, por sua vez, estão ligadas a descrições de trabalho, treinamento e avaliações de competência, ou seja, a parte de garantia de competência da gestão de riscos da organização .

As barreiras que reivindicam um equipamento também podem ser vinculadas a sistemas informatizados de gestão de manutenção que especificam a criticidade e o regime de inspeção/teste do equipamento, bem como às normas de desempenho, atividades de garantia de desempenho e esquemas de verificação, ou seja, a parte de integridade patrimonial da gestao de isco da organização

Explorar esses elos diretos entre a avaliação de riscos e o SGI destaca quaisquer fraquezas nos arranjos e estabelece objetivamente se existem sistemas eficazes para sustentar essas medidas essenciais para o controle de riscos.

Isso não só garante que os riscos sejam efetivamente gerenciados, como também garante que o SGI seja projetado para se concentrar nas ameaças da vida real à operação segura da organização ele gerencia e, isso é que importa.

Tendo realizado a avaliação de risco e confirmado os vínculos entre os perigos e o SGI, uma terceira “camada” de análise de gravata borboleta permite a auditoria dos arranjos no terreno. 

Os diagramas de gravata borboleta e o suporte a atividades críticas e relatórios de equipamentos podem atuar como listas de verificação para verificar se os perigos continuam a ser controlados conforme o planejado.

Os casos de segurança podem usar curvas para mapear a ligação entre as principais barreiras de risco e o SGI.

 Operadores ou reguladores que inspecionam as instalações podem facilmente verificar se há evidências das atividades de garantia de competência e integridade patrimonial, fornecendo provas de que o caso de segurança é baseado na realidade e que a gestão de riscos é verdadeiramente propriedade da força de trabalho. .

Fazer uso pleno da metodologia BOW TIE ajuda as organizações a desenvolver um SGI unido, que é direcionado para grandes riscos. A partir daí, o uso de gravatas para auditar a competência e a integridade patrimonial fecha o ciclo entre o SGI e a avaliação de riscos

Estamos juntos!

 Princípios de excelência em segurança.

O pensamento sobre a “Segurança do trabalho “precisa evoluir quando muitos de nós “especialistas” temos pregado o mesmo evangelho para desafiar crenças e comportamentos.

Desde que me tornei consultor tenho tentado me esforçar com os nossos clientes  na intenção de ajudar as pessoas a pensarem diferente.

Alguns dos princípios comuns seguidos pelos melhores especialistas em segurança hoje são:

–  As pessoas são parte da solução, não do problema;

 –  A segurança é mais sobre o que estamos fazendo do que sobre os resultados em si;

–  Não podemos definir o sucesso pela ausência de erros, lesões ou incidentes;

 –  Os esforços de melhoria da segurança ocorrem por causa do fazê-lo pela razão certa e para beneficiar os outros, não por uma exigência regulatória.

Todo o progresso começa pensando diferente, quanto a isso nenhum dos meus colegas tem dúvida e , é sempre dolorido. rsrs

 Devemos amadurecer nosso pensamento se quisermos alcançar melhores resultados.

Na minha visão baseada nessas 4 décadas trabalhando na área, segue abaixo alguns princípios de excelência de segurança em que devemos trabalhar coletivamente para torná-los formas comuns de pensar entre as organizações .

  • Definir a excelência pela capacidade de alcançar e repetir grandes resultados e evidências de profunda percepção sobre o que gera os resultados, com uma mentalidade compartilhada em toda a cultura de que uma melhoria adicional será sempre possível.
  • Definir o sucesso em termos operacionais que fazem sentido para a força de trabalho.

– A definição se concentra em que desempenho normalmente explicaria os resultados.

  • Os esforços de segurança fazem parte de uma estratégia abrangente de longo prazo que comunica concisamente para onde estamos indo, como é o sucesso, onde estamos hoje, nossas prioridades estratégicas para fechar as lacunas, como medimos o progresso, além de conter os papéis e responsabilidades para todos na empresa.
  • O mundo é tridimensional e nossas medidas também.
  • Todos se veem como atores na estratégia de segurança.

– Eles sabem sua parte, papéis, responsabilidades e resultados esperados e se comportam de acordo.

  • O desempenho da segurança e os esforços de melhoria cultural são impulsionados por dados e percebidos como valiosos pelos clientes e consumidores de nossos esforços de melhoria de segurança.
  • A segurança é realmente um valor central e aconselha o crescimento e a continuidade do negócio.
  • A segurança reporta diretamente ao líder mais sênior e atualiza regularmente o conselho de administração sobre os riscos para os negócios, estratégia e progresso.

Considere compartilhar esses princípios de excelência de segurança com sua equipe de liderança.

Como os princípios são recebidos e acordados indicarão a maturidade do pensamento de excelência em segurança e onde você está na jornada de excelência de segurança.

Estamos juntos

Problemas comuns que encontramos em estratégias de segurança, a sua vai bem?

Estas últimas semanas tem sido interessante para nossa equipe, finalizamos a revisão de alguns e PGRs e PAEs, para nossos clientes.

Sempre realizamos uma reunião de gestão de lições aprendidas (aprendi no mundo corporativo em operações de alto risco, que trabalhei)

Identificamos alguns pontos comuns nas estratégias de segurança entre nossos clientes, mesmo sendo de diferentes segmentos econômicos.

Um desses nossos clientes é de uma organização na África em que temos uma assistência de plano de gestão compartilhada, em QSMS-RS

Impressiona com estas questões são iguaizinhas, mas vamos em frente, aqui nesse texto que divido com você nossas observações.

Se a estratégia de negócio ainda é um conceito em evolução, com novos paradigmas e abordagens estabelecidas anualmente, a estratégia de segurança tem um longo caminho a percorrer para alcançar níveis extremos de eficácia.

Pensem nesses pontos elencados;

Chavões, os mesmo de sempre

 Em muitas organizações, há frases como “zero lesões,” “engajamento dos colaboradores”, “desempenho de segurança “, sem sentido e sem um plano claro ou roteiro para chegar lá.

Este resultado nos colaboradores pensando a estratégia carece de substância, e, não têm nenhuma confiança no plano.

Ao invés de pensar através de quais são as necessidades, que passos tomar ou não tomar e como medir o valor agregado.

Muitos compram soluções, programas, treinamento enlatados de grifes, sem mesmo antes estudar o contexto de como se encontra o clima entre os colaboradores.

Este resultado nos esforços de segurança muitas vezes não funciona nem se encaixam para a organização e outras atividades de negócios.

Colaboradores acham que a segurança não é nada mais do que uma série de programas do mês e são incapazes de entender por que as escolhas foram feitas, então apoio é mínimo.

Ignorando a cultura.

Os esforços concentrar-se principalmente na prevenção de incidentes sem considerar a diferença entre a cultura atual e desejada.

Sabemos que a cultura é por isso que os esforços de conformidade e excelência ter sucesso ou falharem.

 Cultura é o mecanismo final da sustentabilidade de uma organização.

Isso resulta em um ajuste inábil e uma desnecessária resistência à mudança.

Principalmente focando a falhar menos.

Começa a rever os dados de taxa incidente e definição de metas para a redução das taxas incidentes para um novo nível.

Este alvo redução da taxa de falha impulsiona o desenvolvimento de iniciativas para atingir a meta.

Muitas vezes, a relação entre estas iniciativas e a meta é obscura, incerta ou mesmo ausente.

Mas um objetivo exige esforço para alcançá-lo, e programas e outros esforços que tenham segurança no título podem criar a percepção de ser destinadas a meta.

Mesmo que as iniciativas sejam bem projetadas para alcançar a melhoria desejada, elas não são sempre efetuadas eficazmente e muitas vezes faltam processo nas métricas para medir a eficácia do esforço.”

Competindo com a estratégia de negócio, ao invés de garantir caber e valor agregado.

Segurança nunca se tornará um valor fundamental dentro de uma cultura de organização até a estratégia de segurança está alinhada e suporta a estratégia de negócio, ao invés de dificultando ou constritivas

Acreditar que a segurança compete com produção já foi tempo né!

 Segurança permite a rentabilidade e produtividade, fornece o valor.

Estratégia não é um plano detalhado de ação, nem é uma visão corporativa ou um objetivo ou uma declaração de missão.

 Estratégia não é o que pensa. É como pensar.

 Estratégia de negócios visa o posicionamento de uma organização de criação de valor a longo prazo, rentabilidade, sustentabilidade e crescimento.

Dentro do objetivo da estratégia é a criação de valor ao longo do tempo.

Se sua estratégia de segurança consiste principalmente de chavões vazios, é pesada em novos programas, ignora a cultura, se concentra principalmente em menos falhando e não está integrada na estratégia de negócio, você não está criando valor sustentável.

É hora de repensar sua estratégia de segurança.

Estamos juntos!

Responsabilidade Socioambiental X Governança X ESG, onde?

Em minhas palestras / aulas de gestão de riscos socioambientais, insisto em dizer sempre que como ainda me surpreende a falta de visão quanto a gestão de riscos socioambientais, gestão de crises e  plano de continuidade dos negócios, que são pilares dos princípios ESG e ainda são deixados de lado.

Muitas organizações anunciam em êxtase beirando ao ridículo ter um SGI certificado ou conseguido a recertificação ISO (deve ser por ter sido uma correria, semanas antes arrumando tudo para a auditoria).

Quem disse que ter ISO, é garantia de não ter acidente?

Diversos casos envolvendo contaminação do solo em áreas residenciais, comerciais e industriais continuam vindo a público e estarrecem.

Mas sem dúvida os últimos grandes acidentes socioambientais acontecidos aqui no Brasil são os queridinhos da mídia.

 E não adianta dizer que a sociedade tem memória curta etc., pois não vão ser esquecidos e as empresas e suas marcas carregarão para o resto da vida, haja marketing para reverter!

Vejam os acidentes como o de Seveso (1976), Bhopal (1984) e Exxon Valdez (1992), estão associados aos nomes das empresas, ou melhor, a marcas das empresas responsáveis e dificilmente são esquecidos.

Sem falar de Mariana (MG), Brumadinho (MG) e Barcarena (PA)

Não faz muito tempo, em São Paulo se noticiou o fechamento de uma empresa por alegada contaminação de solo derivada de suas atividades com chumbo.

E outra grande indústria, está por estar com solo encharcado com combustível.

Em vários estados do país citando apenas outro exemplo, postos de gasolina e bases distribuidoras de combustíveis tem sido interditado pelo mesmo motivo.

Secretarias do Meio Ambiente verificaram contaminação do solo em conjunto habitacional com cerca de cinco mil apartamentos e em um condomínio luxuoso em que cada apartamento tem o preço médio de venda em alguns milhões, interditando ambos.

Em tese, tanto o antigo quanto o novo proprietário do terreno são responsáveis pela reparação dos danos causados aos terceiros de boa-fé que tenham adquirido tais imóveis.

Muitos não têm o conhecimento de as instituições de crédito que tenham financiado os projetos podem, também, podem ser incluídos no rol dos responsáveis solidários.

A chave para a compreensão do problema está no conceito legal de “poluidor indireto”.

A lei n◦ 6.938/81, que institui a política nacional do meio ambiente, define poluidor como toda a pessoa física ou jurídica responsável, direta ou indiretamente, pela degradação ambiental.

O poder Judiciário entende que o poluidor é sujeito ao pagamento de indenização e outras penalidades.

Dependendo do nível de contaminação do solo, um imóvel adquirido pode se tornar inabitável. Tal situação está prevista no Código Civil e no Código de Defesa do Consumidor.

Após a sentença favorável ao adquirente do imóvel, cabe a ele escolher qual dos devedores prefere executar.

A tendência à responsabilização das instituições financeiras é crescente, pois são mais sólidas e possuem melhor estrutura do que muitas outras empresas, o que nos dá uma sensação de alívio sem que, contudo, possamos nos liberar de um risco que pode deixar de ser, apenas, teórico.

Estamos juntos!

Sugestões simples de como implantar um SGA em sua organização, pilar ESG !

Como consultor recebemos pedidos de nossos colegas para orientar ou implantar sistema de gestão seja o SGI ou  ESG entre outros .

No caso hoje, vamos falar do SGA, um dos pilares dos princípios do ESG  e ,fica nossa dica aqui para orientar.

Como você pode melhorar suas chances de sucesso na implantação de um sistema robusto de gestão ambiental?

Durante a implantação você irá enfrentar desafios para manter seu projeto na direção certa, e controlando estes desafios você pode ajudar a manter o seu progresso na direção.

Por onde começar

Implementação de um sistema de gestão ambiental (SGA) de acordo com os requisitos da ISO 14001 variarão de organização para empresa, então não há nenhum lugar para começar.

 Para ter sucesso, uma vez implementado, o SGA precisa ser organização específica, abordando os processos e interações ambientais que são exclusivas para sua empresa.

Por esta razão, é melhor começar com algum tipo de análise de lacunas (GAP ANALYSIS) que compara suas atuais práticas de gestão ambiental com os requisitos da ISO 14001, em que vai deixar você saber o que mais precisa ser feito para ser totalmente compatível.

 Esta lista de elementos ausentes, você pode desenvolver um prazo razoável e o orçamento necessário para colocar os processos no lugar para preencher a lacuna.

A partir daqui você está sobre uma base sólida para iniciar a implementação da ISO 14001 sem surpresas que poderia ter sido esperado e evitados.

Apoio à gestão é crucial

Você pode conseguir sem o apoio da direção?

Embora possa ser possível fazer isso sem muito apoio, mantendo o sistema de gestão ambiental sem suporte contínuo da alta direção será difícil se não impossível.

Sem o apoio, a implementação de um SGA é quase certa de que vai naufragar falhar.

A direção deve apoiar para tornar claro que os recursos adequados (por exemplo, dinheiro e recursos humanos) estejam disponíveis e as barreiras podem ser superadas.

Começar com o básico

Há quatro elementos básicos de um sistema de boa gestão ambiental que devem ser postas em prática em primeiro lugar.

Política ambiental: esta política vem da alta direção e descreve as intenções e a direção de como a organização abordará seu efeito sobre o meio ambiente.

Requisitos legais: identificando, compreensão, e manter o conhecimento das leis ambientais que são aplicáveis à sua empresa, você pode trabalhar em direção a conformidade legal e construir seu SGA para suportar isto.

Aspectos ambientais: Os aspectos ambientais são as formas que os processos da organização interagirem com o ambiente, positivamente ou negativamente.

Compreender essas interações é uma pedra angular do sistema de gestão ambiental, concebido para os requisitos da ISO 14001.

Objetivos, metas e programas: uma vez que você implementou a política ambiental, gerenciamento de requisitos legais e os aspectos ambientais, você pode desenvolver objetivos, metas e um programa para focar a melhoria exigida para a sua empresa.

Afinal de contas, melhoria é a razão para implementar um SGA.

Enquanto estes são os primeiros documentos para fazer, existem outros.

Para obter mais informações sobre o que precisa ser documentado em um SGA, fale conosco depois

Escolher o representante certo do SGA

Ter um membro da gestão responsável pelo sistema de gestão ambiental não é apenas um requisito da ISO 14001, mas também é uma boa ideia.

Essa pessoa é a canalização para a direção saber mais sobre como o SGA está funcionando, que recursos são necessários, e que melhorias precisam ser feitas.

 Escolhendo a pessoa certa para este trabalho, você pode construir em cima do suporte do gerenciamento que você já apresentou como fundamento da seu SGA, mas ter uma pessoa ineficaz neste papel pode causar atrasos e problemas.

Se esta é a primeira vez que você implementa o SGA, que é o caso com a maioria das organizações, você terá que encontrar uma maneira de reunir o conhecimento necessário implementar com sucesso seu SGA.

Existem basicamente três opções:

Usando apenas seus colaboradores: quando você fizer isso, você precisará encontrar formação por si mesmo ou seus colegas que fará com certeza que você não perca nada na sua implementação.

Você pode enviar colaboradores para treinamentos ou reunir ferramentas on-line como modelo e tutoriais que ajudarão a garantem o seu sucesso

Com ajuda externa: você pode optar por implementar o SGA em sua própria organização, mas usando alguns recursos externos para ajudar a tornar o trabalho mais fácil.

Consultor para fazer o trabalho: você sempre pode contratar um consultor para fazer todo o trabalho por você.

 Enquanto isto pode ser mais rápido, mas corre o risco de o consultor não saber passar todo o conhecimento necessário tornando-se mais difícil de manter depois.

Planejar bem, e sua implementação é chave do sucesso

Estamos juntos 

Construindo e nutrindo empatia com as equipes do ESG ( QSMS-RS & Sustentabilidade), fundamental como estratégia de gestão.

Não importa o quanto acreditemos que temos em uma equipe excelente , sempre vale a pena trabalhar para conseguir mais. 

Quando os membros da equipe se comunicam a partir de uma posição de compreensão mútua e demonstram consistentemente compaixão carinhosa uns com os outros, isso permite a verdadeira abertura, reforça seu senso de coragem, aumenta sua moral, alimenta o aprendizado contínuo e garante o progresso, solidifica sua capacidade de durar uma unidade e fortalece a bolha da equipe, permitindo assim a “Segurança Psicológica.”

Não é uma área fácil de lidar !

Ser intencionalmente, profundamente atencioso e empático não foi permitido ou exigido de nós em um ambiente profissional , é natural que seja preciso de muito trabalho com a questão

Também é preciso treinamento. Aprender e praticar. Tornar-se disposto a ser aberto e vulnerável requer exercícios.

Onde a empatia é carente ou insuficiente, a forma como a equipe se comunica em frequência, conteúdo e intenção são todas continuamente e negativamente desafiadas, e as equipes se encontram constantemente em busca da definição do processo, enquanto suas trocas são tensas e forçadas.

 O conflito é temido e deve ser evitado ,e quando surge de qualquer maneira, muitas vezes é catastrófico e intensamente traumático, a linguagem é guardada e autocensura e, claro, ninguém realmente fala ou é totalmente honesto, porque eles simplesmente não confiam em seus membros de equipe .

Se somos empáticos, não podemos deixar de ser compassivos e, portanto, ser gentis. 

Aliás, ser gentil não é apenas para o benefício dos outros, pois também nos deixa mais felizes, então isso não deve ser feito a partir de um imperativo moral apenas, mas porque também é um dos métodos claros para aumentar o bem-estar na psicologia positiva com a escrita e entregando uma carta de “obrigado” a alguém que você é grato ou comprar presentes sendo algumas das muitas maneiras comprovadas pelas quais podemos aumentar nossa felicidade

Mesmo que sua equipe não esteja em um nível onde eles possam trabalhar em si mesmos e não há nenhuma solução como a nossa no lugar para ajudar com esse trabalho de aperfeiçoamento, ainda há muito que você pode fazer sobre empatia em seu próprio nível individual.

 Pergunte a si mesmo quanta empatia, compaixão e bondade você tem expandido para seus companheiros de equipe ultimamente , quantas vezes você realmente se colocou no lugar deles? 

Você justificou alguma de suas ações através do prisma do que você sabe que está acontecendo em suas vidas? 

Você tem sido mais tolerante?

 Você se ofereceu para ajudar mesmo que apenas ouvindo? 

Você ao menos sabe que desafios eles estão enfrentando? 

Eles conhecem o seu? 

Você é uma equipe que está se apoiando um no outro e sabe muito um sobre o outro ou um que se esconde atrás da fachada “ser profissional” e a impressão gerenciar, temendo que eles pareçam que eles estão se intrometendo? 

Uma vez que você se perguntar aqueles você saberá o que fazer a seguir.

Estamos juntos !

Logística da gestão de resíduos perigosos e atendimento a emergência socioambiental, bom prestar atenção!

Quando iniciei minha carreira em plataformas do mar do norte, Aberdeen (82), a principal responsabilidade que meu líder designou além da segurança e meio ambiente foi à gestão dos resíduos.

Não tinha ideia do que se tratava e nem sabia que não era só resíduo oleoso produzido em uma plataforma ou uma FPSO, e como era difícil armazenar com segurança dar uma destinação final correta.

E com tempo realizei também como era grande a dificuldade de gestão destes sem um planejamento prévio nos procedimentos das ações depois de um acidente, pois como consequência final tinha que lidar com grandes quantidades de óleo vazado, barreiras de contenção e equipamentos contaminados durante a operação.

A partir deste momento em todos os meus P.A. (plano de ação) quando começo um novo projeto a logística da gestão de resíduos, passou a estar em pauta não só de como reduzir, reciclar ou reutilizar, mas avaliar a quem entregar meus resíduos e como esta empresa executa a destinação final correta e o mesmo para a empresa que presta serviço de resposta a pronto atendimento.

Em diversos projetos, como iniciar uma base ou um canteiro de obras, estes na maioria das vezes não são realizados no meio de uma cidade com infraestrutura, mas sim em lugares distantes e remotos e a logística da gestão passa ser um grande problema.

Independente da atividade econômica, sempre existe uma geração de resíduo e entre esses, os resíduos perigosos se encontram sempre presente independente do segmento econômico.

Na atividade de óleo e gás por exemplo, devido ao grande crescimento da indústria, com a expansão de bases de apoio, portos, estaleiros, plataformas e perfurações em todo Brasil tanto on ou off Shore e outras mais que irão operar nos próximos anos.

A questão dos resíduos oleosos e sua gestão principalmente depois de um acidente socioambiental é uma questão a ser bem analisada, pois sua logística, tratamento adequado não é para amadores nem tão pouco para aventureiros.

Sendo mal gerenciado o custo é altíssimo e pode inviabilizar o negócio.

O segmento sente a necessidade de apresentar medidas de segurança básicas e específicas e de adotar procedimentos de atendimento a emergências socioambientais e como consequência a gestão dos resíduos originados decorrente da atividade.

Surgem várias questões que devem ser observadas como:

Em toda extensão de nosso território, como realizaremos a gestão destes resíduos? Qual será a logística para atendermos a todos essas operações espalhadas? Qual o custo, já que nos encontramos distante dos grandes centros de tratamento? E o relacionamento com as comunidades a sua volta antes e depois de um acidente?

Uma análise de risco socioambiental é crucial para iniciar qualquer atividade antes de escolher e instalar a operação.

Normalmente em licenças ambientais expedidas ou nas condicionantes vem à exigência da destinação correta dos resíduos e atender a derrames de óleo, mas e daí?

Qual a logística, pois saber o custo é fundamental para o negócio, sem essa análise este pode se inviabilizar!

Para fornecer suporte a essa demanda que temos hoje e vem muito mais, a indústria está preparada? Temos material humano com experiência? Temos equipamentos de qualidade e em quantidade? Temos empresas habilitadas para operar?

Em todas as localidades, todas essas variáveis têm que serem levadas em consideração para a viabilização da atividade econômica proposta.

Mas para que isso se torne eficaz e prático, é necessário que se faça uma identificação dos principais impactos ambientais gerados no desenvolvimento das atividades, visto que o setor tanto do down stream e do up stream possuem atividades potencialmente perigosas que impactam negativamente o meio ambiente.

Com o intuito de melhor avaliar o cenário da ocorrência, adotar e orientar as ações corretivas necessárias para reduzir os riscos, bem como minimizar os impactos ao meio ambiente e incômodo à população é uma condição fundamental um estudo completo de cada setor que participa desta cadeia longa e complexa que se estende desde o processo de sísmica, passando por toda sua logística independente do modal até ao produto final na indústria ou até mesmo em postos de combustíveis.

A norma ISO 14001 define impacto ambiental como sendo “qualquer modificação do meio ambiente, adversa ou benéfica, que resulte, no todo ou em parte, das atividades, produtos ou serviços de uma organização.”.

Ainda com relação à Norma ISO14001: “a organização deve analisar e revisar, onde necessário, seus procedimentos de preparação e atendimento a emergências, em particular após ocorrência ou situações de emergência.”.

Nesta perspectiva, o setor da indústria de óleo e gás, pela variedade de serviços prestados geram impactos ambientais significantes no que se refere à qualidade da água, do solo e do ar nas áreas próximas e que podem ocasionar grandes acidentes ambientais.

As empresas precisam realizar um levantamento de seus aspectos críticos para que possam identificar suas atividades.

Feito uma avaliação dos aspectos e impactos críticos que podem levar a situações de emergências ambientais, as empresas necessitam elaborar procedimentos para atender acidentes e situações de emergências e planos de gerenciamento de resíduos, bem como para prevenir e mitigar os impactos ambientais decorrentes de suas atividades.

A norma NBR 10.004 divide os resíduos sólidos industriais em duas classes I e II, como perigosos, não inertes e inertes. Os resíduos com óleo são considerados de classe I, ou seja, são perigosos e não inertes.

É evidente que o destino final do resíduo oleoso só pode ser praticado com a devida licença de órgãos ambientais.

 E aí a necessidade de saber para quem você está entregando seus resíduos, pois a chamada responsabilidade objetiva que foi consignada no parágrafo único do artigo 927 do atual Código Civil, na qual possui a seguinte redação:

“Haverá obrigação de reparar o dano, independentemente de culpa, nos casos especificados em lei, ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem”.

É bem clara, entregar ser resíduos a qualquer empresa significa dor de cabeça.

Os vários componentes de um programa de preparação a emergências requerem que sejam vistos diariamente na rotina da empresa e que seja feito uma análiseidentificando as fraquezas do programa, para que se façam as devidas correções.

O número de acidentes no setor vem aumentando nos últimos anos. Embora, com uma legislação ambiental rigorosa, espera-se, em médio prazo, a redução do número de ocorrências.

É importante que se inclua situações que não são encontrados normalmente nos programas de emergências.

Como prever os planos de provisão de emergências e os procedimentos tomados até a sua ocorrência; outro é a necessidade de generalizar uma condição específica que ocorre sobre uma condição de treinamento a uma condição potencial muito diferente da situação de emergência real, e por fim, é a necessidade para desenvolver mecanismos efetivos da equipe, sobre as condições que limitam as retenções e generalizações.

As considerações apresentadas dão uma amostra de que os esforços pela preservação do meio ambiente podem ser incorporados no planejamento de um programa de atendimento emergencial e a gestão de seus resíduos na indústria do petróleo.

Conhecendo e controlando os aspectos e seus potenciais impactos, investindo em conscientização, educação e treinamento ambiental, pode-se pensar em uma mudança coletiva de conduta através de uma gestão de sustentabilidade.

Estamos juntos!

O força do poder do ‘Porque’​ para o profissional de segurança é preciosa !

A palavra “por que” é uma palavra pequena, mas pode ter um enorme impacto em um programa de segurança.

Quando perguntado no contexto adequado, pode ser o guia do comportamento seguro. 

Quando respondido completamente, pode tornar seu programa de segurança em uma entidade coesa e complementar.

Treinamos, treinamos e treinamos mais. 

Nós auditamos, depois treinamos um pouco mais. 

Fazemos as condições físicas do local de trabalho o mais seguras possível, então treinamos um pouco mais. 

Uma verdade pouco reconhecida é que nossa força de trabalho só será tão segura quanto ela escolher ser. 

Apesar de nossos melhores esforços para torná-los seguros, os colaboradores às vezes optam por se comportar de maneira insegura. 

Por quê? 

Motivações para comportamentos inseguros têm sido discutidas por indivíduos mais eruditos e haja discussão . 

Talvez outra direção neste estudo possa expor algumas verdades que podem tornar nossos programas mais eficazes. 

Talvez devêssemos olhar para motivações para um comportamento seguro. 

O que faz alguém fazer um trabalho de forma segura quando a maneira insegura é possivelmente mais rápida e fácil? 

É medo de disciplina? Não é provável. 

O medo da disciplina nos impede de ultrapassar o limite de velocidade na rodovia?

 A maioria dos infratores de regras se convencem de que (a) eles não serão pegos ou (b) eles podem falar o seu caminho para fora dele. 

Aplica-se em nossos locais de trabalho, bem como nas estradas. 

O medo de lesões pode ser um motivador para fazer o trabalho com segurança. 

Se eu fizer isso de forma insegura, posso me machucar. 

A maioria de nós tende a evitar a dor. Mas, a maioria de nós também tende a superestimar nossas próprias habilidades. 

Acreditamos que temos o conhecimento e a destreza física para evitar uma lesão. 

Depois de fazer a análise de risco/recompensa mental da tarefa, podemos nos convencer de que o risco é muito maior para aquele rapaz lá do que é para mim. 

Eu posso fazer isso inseguramente, e eu vou ser ileso. 

Portanto, o medo de lesões também não é um motivador confiável e consistente para comportamentos seguros. 

Tendemos a ser muito mais propensos a realizar uma tarefa se ela estiver sendo realizada em benefício de outra pessoa. 

Quando isso é aplicado ao trabalho com segurança, leva à conclusão lógica por parte do trabalhador de que é por isso que eu preciso trabalhar com segurança.

 É para aquelas pessoas que esperam em casa por nós no final do dia.

 Esse nível de motivação pode criar de forma confiável uma mentalidade de segurança e um compromisso pessoal de trabalhar com segurança na força de trabalho apenas perguntando “por quê”. 

Essa questão também é eficaz no caso de os trabalhadores violarem procedimentos seguros. 

Se eles forem perguntados por que o fizeram, muitas vezes simplesmente ouvindo sua própria resposta perceberá a falha em sua avaliação da tarefa e os perigos potenciais. 

Responder ao “porquê” antes mesmo de ser perguntado é uma parte muito eficaz do treinamento. 

Se dependermos de todos trabalhando com segurança como resultado da leitura das regras do local de trabalho, ficaremos continuamente desapontados. 

Se, no entanto, explicarmos a gênese das regras de segurança no contexto de fornecer aos trabalhadores um meio de evitar lesões, eles são mais propensos a adotar comportamentos de trabalho seguros. 

Por que você deve seguir os procedimentos de bloqueio/tagout? Por que você deve usar corretamente equipamento de proteção individual (EPI)? Por que você deve usar ferramentas elétricas corretamente?

 Não porque temos uma regra, mas porque isso é o que pode acontecer com você se você não fizer isso, e você deve se lembrar do seu compromisso com as pessoas que se preocupam com você. 

É mais fácil (e mais eficaz) explicar por que uma regra está em vigor na frente do que explicar depois que uma lesão ocorre porque uma tarefa deveria ter sido feita com segurança.

 Mais uma vez, a chave é “por quê”. 

Isso torna nossos trabalhos como profissionais de segurança um pouco mais difíceis. 

Exige que sejamos motivacionais.

 Exige que possamos explicar grandes conceitos em termos facilmente compreendidos para pessoas que possuem diferentes níveis de interesse. 

Requer diligência. Acima de tudo, requer que levemos para o lado pessoal.

 Por que devemos levar para o lado pessoal?

 Porque cada uma dessas pessoas em nossa força de trabalho tem uma vida fora do local de trabalho, e é nossa responsabilidade equipar e fornecer a cada pessoa a motivação para fazer seu trabalho de uma maneira que não tenha impacto adverso nessa vida. 

Há aquela palavra “por quê” de novo.

 É curta, mas é poderosa.

Estamos juntos 

Ações preventivas e pronta resposta as emergências socioambientais, como estão as suas?

Elaborando ou revisando PGRs, PEIs e PAEs para algumas organizações, tenho notado uma certa falta de atenção na parte de acionamento do plano de ação, na hora que a vaca foi para o brejo, sinto falta da inclusão dos stakeholders e seu mapeamento, plano de comunicação, plano de segurança pública etc.

Prevenção, segundo o dicionário, significa ato ou efeito de prevenir-se, ou seja, fazer ou ver antes.

Pensando desta forma, qualquer intervenção preventiva é aquela que tenta antever e realizar ações para evitar possíveis situações prejudiciais neste caso, a impactos ambientais.

Independente da atividade econômica exercida, toda organização em sua gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade deveria ter uma equipe treinada para estes eventos e com um mínimo de equipamento necessário para o pronto atendimento, fundamentado em um estudo de análise risco.

Empresas de logística independente do modal, estaleiros, portos, terminais e claro a indústria do óleo e gás, o cuidado a prevenção deve ser observado 24hs sem descanso.

Meu primeiro combate a uma emergência ambiental foi em uma plataforma no mar do norte.

 Para variar, o tempo não ajudava nem um pouco, não sabia por onde começar era muito novo e meus líderes não tinham muita paciência ainda mais sendo domínio da situação e como me chamavam na época “College boy”.

No meio do desespero total da situação, perguntei onde estava o procedimento e instruções, e para que! levei uma tremenda bronca e colocara-me em uma função que não perturbasse muito e pude observar os fatos.

Resumindo a história: Sem um líder experiente, sem um bom treinamento e sem procedimento, esqueça.

Não vai funcionar!!! Só resta chorar sobre o óleo derramado.

Entre outras ações como, ter uma equipe treinada que faça parte do QSMS-RS se tornam ineficazes, sem o efeito esperado.

Na ânsia de prevenir, atropelam alguns critérios importantes e, por fim, acabam investindo muito dinheiro e obtendo pouco resultado na hora do atendimento ao acidente.

E como fazer?

Inicialmente, qualquer empresa que queira realmente melhorar a gestão de prevenção e pronta resposta deve estar aberta a ouvir o que uma auditoria ambiental e análise de risco falam a respeito da real situação da empresa durante todos os processos da entrega ou recebimento do serviço ou do produto.

Para um trabalho de prevenção eficaz, deve ser feito um estudo das condições do fluxo de processo e sua possível interação com meio ambiente, considerando fatores que, em geral, levam a problemas de grande impacto ao meio ambiente.

Depois de todo este levantamento e análise, deve-se agir como num jogo de xadrez: primeiro, tente eliminar os fatores de risco e, caso isso não seja possível, proteger as etapas do processo desses problemas.

Isso pode ser feito, muitas vezes, com o uso de equipamentos mais adequados, orientações de forma de trabalho e fornecendo ao funcionário recursos de proteção direcionada.

Após essas ações, deve-se investir num mecanismo de defesa e preparo para a função, adaptando todo o posto de trabalho e o indivíduo.

Em geral, o trabalho é realizado para anular os fatores já citados e só após isso começa o investimento em programas de atividades físicas que visam prevenir.

Um programa bem-feito e aplicado na hora certa premia com grande êxito toda a intervenção preventiva, elevando, e muito, a qualidade ambiental, a produtividade da empresa e também sua imagem perante a comunidade e o mercado, atraindo bons colaboradores e negócios.

A organização que quiser estar com segurança a respeito às medidas de contingência e emergência a acidentes ambientais no seu fluxo de processos, com bons índices de produtividade e com investimentos válidos nesta área deverá começar por conhecer a si mesma.

É preciso entender todas as necessidades, e por fim, direcionar seus esforços seguindo critérios confiáveis e guiados por bons profissionais da área de gestão de QSMS-RS e emergências envolvidas em todo este processo.

Estamos juntos!

Sugestões práticas para simplificar a definição de uma cultura de segurança nas organizações.

Quando nós realizamos due diligencies de nível de maturidade em meio ambiente / segurança ou até mesmo em responsabilidade social corporativa nas organizações , buscamos entender como isso está demostrando na visão do colaborador ,através de perguntas objetivas

Como a segurança é definida em sua organização ?,por exemplo.

A maioria das pessoas respondem a essa pergunta com um objetivo (como não se machucar ou ir para casa da mesma maneira que veio trabalhar etc ) em vez de uma definição. 

Se um grupo de pessoas vai trabalhar para alcançar um objetivo, ele deve ser claramente definido e a definição universalmente compartilhada.

Segurança, simplesmente, é saber o que pode machucá-lo, aprender as coisas que podem impedi-los de machucá-lo, e fazer essas coisas. 

Essa definição excessivamente simplista não elabora sobre as metodologias de mitigação de riscos, mas foca nos objetivos básicos.

 Também fornece um quadro sensível para não apenas focar as discussões para aumentar a propriedade, mas também ajudar no desenvolvimento de novos indicadores para a segurança.

Nossas perguntas são sempre bem objetivas para ter uma noção de uma pronta resposta do colaborador .

Se ele (a) começa a pensar muito , acreditamos que temos uma questão a ser resolvida .

Vamos lá , vejam alguma de nossas perguntas em nossas due diligencies

Conhecendo os Riscos: 

Seus colaboradores conhecem os diferentes tipos de riscos que podem enfrentar em sua área de trabalho? 

Quais são os grandes riscos, onde a exposição única pode resultar em uma lesão grave ou fatalidade? 

Esses tipos de riscos são frequentemente categorizados como de alta probabilidade. 

Quais são os riscos comuns que enfrentarão? 

Quão bem seus colaboradores sabem e entendem os riscos comuns? 

Saber quais precauções tomar: 

O dicionário define a precaução como “cuidado tomado com antecedência” ou “uma medida tomada antecipadamente para evitar danos ou garantir o bem”. 

Seus colaboradores sabem quais são as precauções necessárias a eles?

 Bloqueio/Tag out é um exemplo. 

Na maioria das organizações , este não é um pedido gentil, é uma exigência, e eventos graves ocorreram que levaram a isso. 

No entanto, em uma organização atormentada por lesões que poderiam ser em grande parte evitáveis mantendo os olhos no caminho ou tarefa, seria ineficiente tentar escrever e impor uma regra que: “Você deve olhar para onde está indo”.

 Especificamente, que precaução alguém deve tomar para controlar os grandes riscos?

 E que precaução alguém pode tomar para controlar os riscos comuns?

 Para moldar, controlar e influenciar o desempenho em qualquer organização, deve existir clareza em torno do que os colaboradores são obrigados a fazer e o que é mais desejável. 

Seus colaboradores sabem disso?

Tomando precauções regularmente

Como você monitora as precauções necessárias e desejadas? 

Se alguém está fazendo o que é obrigado a fazer, você diz alguma coisa, ou apenas se não está? 

Se alguém está se afastando propositalmente de uma regra, política ou procedimento, aconselhamento é necessário, não coaching. 

Os líderes devem controlar o comportamento necessário.

 Se as precauções desejadas são conhecidas para superar os riscos comuns, como elas estão sendo treinadas? 

Avaliações de práticas de trabalho, coaching e observações comportamentais tornaram-se indicadores de liderança comuns.

Para operacionalizar esse modelo em seu ambiente de trabalho, considere fazer as seguintes perguntas como parte de suas reuniões pré-turno, análise de segurança do trabalho e reuniões de segurança.

  1. Quais são nossos grandes riscos?
  2. O que somos obrigados a fazer para enfrentar esses riscos?
  3. O que tornaria difícil ou impossível tomar as precauções necessárias?
  4. Quais são nossos riscos comuns?
  5. O que podemos fazer dentro do nosso controle para resolver esses riscos?
  6. O que tornaria difícil ou impossível tomar essas precauções desejadas?
  7. Como vamos garantir que estamos fazendo o que é necessário para tornar essas precauções um hábito?

Quanto mais indivíduos envolvidos nas discussões identificarem riscos, colaborar no que fazer para superar e proteger contra esses riscos, e desenvolver mecanismos de cuidado e coach de cada um sobre as precauções que estão sendo tomadas, maior será o conhecimento sobre segurança e propriedade nas atividades preventivas que a organização experimentará.

 Ao ouvir as respostas às perguntas encontradas ao longo deste artigo, não só você aumentará as capacidades de risco e risco da força de trabalho, como também identificará proativamente obstáculos e barreiras a práticas seguras.

Estamos Juntos 

Já que se fala tanto dos princípios do ESG, vamos ser práticos com as questões socioambientais!  

Nesta minha volta ao Brasil em definitivo  e iniciando minha nova fase ou ciclo como “Consultor”, na verdade, eu acho o que melhor descreve o meu cargo hoje é “Estagiário de novos negócios”.

Algumas surpresas interessantes me chamam atenção, com certos achados.

Admiro como muitas consultorias são corajosas, as pessoas acabam de se formar ou nunca trabalharam por muito tempo no mundo corporativo e já estão dados pareceres, elaborando relatórios, lidando com comunidades, análises de risco e com uma autoridade que as vezes me assusta.

E tem consultoria cara de pau , dando certificação ESG ! pode isso ????? rsrs.

E também , observo o seguinte comentário

“É só papel, Roberto! O órgão ambiental quer é relatório e as organizações querem preço!”

Certo, isso não posso negar, mas e a organização que contrata? E os profissionais que estão esperando um trabalho dos consultores?

 E consultorias de grife famosas no mercado, enviando estagiários ou recém-formados para realizar o trabalho??

Quando acontece algum problema, cadê a responsabilidade da consultoria?

Mas assim é mercado e temos que encarar essa verdade

Com a chegada do ESG, a questão socioambiental, o sarrafo da cobrança sobe perante a sociedade, empresas são multadas, umas fechadas por descuidos desta matéria e em questão de horas sua reputação socioambiental vai par a lama.

Temos que ser práticos, objetivos e resolver os problemas que se apresentem, 300 páginas por um relatório, que ninguém lê, e depois não sabe por que a comunidade bloqueia a entrada, acidentes de grande proporção e por aí vamos.

Por falta de visão, bom senso e conhecimento técnico, por um longo período, as questões envolvendo o meio ambiente e as comunidades não mereceram da sociedade e do legislador a devida atenção, padrão que mudou radicalmente nas últimas décadas.

Tanto que as inferências sobre o meio ambiente se tornaram fator de risco número um para as corporações, dados seus efeitos e sua complexidade para todo o mundo.

Não se admite, porém, a essa altura do desenvolvimento humano, eleger um “único” responsável e a partir daí legislar com o sentido de puni-lo em todas as esferas possíveis (administrativa, civil e penal), esquecendo que a atividade econômica é apenas um dos atores que efetivamente provocaram e ainda provocam danos ao meio ambiente.

Hoje existe um sem-número de infrações de todas as ordens que mereceriam investigação e autuação, com aplicação das sanções administrativas, civis e penais aos responsáveis, fosse levada a cabo a legislação em vigor.

Mas a primeira pergunta que se faz é se o estado tem essa condição de fiscalizar, autuar e punir todos os graves problemas hoje existentes é obvio que não.

A segunda questão que merece uma reflexão mais profunda é considerar se mais importante efetivamente é investigar, autuar e punir ou resolver o problema ambiental, incluindo nesse projeto inclusive os responsáveis pela degradação hoje existente.

Ficamos com a segunda alternativa, pois recuperar esse passivo é mais importante para o meio ambiente.

A visão aqui defendida é ser prática. Sustenta-se, porém, amparada em uma realidade que não pode ser ignorada ainda que o estado tivesse condições de fiscalizar e punir, o que se espera na verdade é que todas as áreas degradadas sejam efetivamente recuperadas.

Punição, apenas, não adianta, pois está se privilegiando atacar os efeitos em detrimento das causas.

Seguindo apenas a perspectiva de punição, os grandes detentores do capital pagariam seu pedágio por meio de multas, ficando descompromissados com a solução do problema.

E esta conduta não é mais admissível nos dias de hoje.

Por conta de uma política punitiva muita sujeira permanece camuflada.

Houvesse outra visão sobre as empresas poluidoras, que não apenas a punitiva, e a situação ambiental nestas cidades, hoje, poderia ser caracterizada de exemplar, sem exagero algum.

Prova disso são as inúmeras áreas recuperadas por multinacionais em seus países de origem, onde existem mecanismos para esta tarefa.

Apenas para lembrar, só no Estado de São Paulo, conforme relatórios da CETESB existem mais de 4700 áreas contaminadas, devendo existir outras tantas que não estão nessa relação que cresce vertiginosamente e podemos ter uma ideia de como deve estar o resto do Brasil.

Sob outro prisma, os mecanismos de mercado são ainda insuficientes para gerar uma cultura de prevenção, cujo amadurecimento depende de todo um processo histórico, já que prevenir não é exatamente um traço característico que distingue o empreendedor brasileiro.

Concluindo, pode-se dizer que a legislação ambiental e o alto conhecimento nesta matéria podem trazer enormes benefícios tanto na prevenção como no reparo de eventuais danos à natureza.

Mas, se a estes se somarem novos mecanismos de mercado que permitam uma visão mais pragmática das questões ambientais, certamente, daremos um grande passo para deixar um bom legado às futuras gerações.

Estamos juntos!

Prevenção a acidentes socioambientais é fundamental (depois do próximo acidente, é claro!)

Estamos assistindo acidentes socioambientais nas mídias, faz tempo, e como se repetem, já perceberam?

Nossos colegas sendo presos e responsabilizados, jornalistas e marqueteiros virando especialistas em meio ambiente, ESG e Sustentabilidade essa então nem se fala, e a população teoricamente preocupada.

E daí?

Nada muda? muda? muda sim, pelo menos agora temos cursos sendo vendidos sobre segurança de barragens e especialistas e advogados realizando mais fóruns e encontros sobre barragens, sobre licenciamento ambiental (o de sempre)

Exatamente como no ano passado muitos cursos sobre o e-social (agora o GRO, aff.) e grandes especialistas do assunto.

Segue a vida!

Nada muda, o gerenciamento de risco de compliance (GRC) na tão bem defendida e bem pouco compreendida “GOVERNANÇA CORPORATIVA” continuará esquecendo os riscos socioambientais, o RH continuará preocupado em só cumprir tabela dos treinamentos e claro preocupadíssimos com outros assuntos, menos a cultura de prevenção.

E por onde anda os da “Sustentabilidade “tão preocupados com assuntos de sustentabilidade, relatórios de GRI, impacto social, participando de pactos e muita muda?

E a cultura organizacional quanto a PREVENÇÃO e RISCOS SOCIOAMBIENTAIS?

Essa, só depois dos acidentes é claro!

Cultura de risco socioambiental, não vende na mídia né!

Quando gestor de Sustentabilidade e QSMS-RS em portos, estaleiros e plataformas, minha percepção inicial quanto a acidentes ambientais não ia muito além do normal, tanto quanto a outras questões da área, pois havia trabalhado alguns anos na indústria de óleo e gás, onde a preocupação era maior e constante, ou melhor, nosso maior pesadelo.

Doce ilusão e bem equivocada da minha parte, pois não tinha experiência até então nestas novas operações.

Acabou sendo muito mais difícil gerenciar com tantas atividades ao meu redor ao mesmo tempo juntas com a questão da prevenção e pronta resposta a acidentes ambientais! Bastante aprendizado na época.

Estaleiros, portos ou qualquer terminal marítimo, possuem uma grande quantidade das mais variáveis que necessitam muita atenção e devem ser consideradas em uma avalição de risco ambiental muito mais abrangente do que em plataformas ou um FPSOs, que, aliás, de tempos em tempos estas mesmas, encontram-se atracadas para manutenção ou abastecendo, aumentando muito mais os fatores de risco além dos que já existem nas operações do dia a dia destes sítios.

Não podendo ser relegadas ao segundo plano em uma gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade à questão da prevenção a acidentes ambientais e sua pronta resposta.

Esta observação serve também para todos os modais logísticos.

Às vezes até nos parece que a existência de uma gestão de sustentabilidade em áreas perto dos corpos hídricos é tratada como uma oportunidade comercial, e não como uma obrigação legal, o que realmente é também.

Já escutamos alegações no sentido de que a prevenção ambiental é cara e em nossas instalações nunca aconteceram acidentes!

E que não traz benefícios um sistema de prontidão e pronta resposta a acidentes, razão pela qual se prefere “deixar este investimento de lado, para outra oportunidade, ou melhor, depois de um grande acidente (é o mais comum)”.

Este raciocínio não a poderia estar mais equivocado em uma gestão de riscos, e por diversos motivos este tipo de pensamento está longe em uma política de sustentabilidade corporativa.

Quanto vale a imagem arranhada de uma corporação depois de um grande acidente ambiental? Quanto vai custar à remedição depois do ocorrido?

Os que estão ambientalmente não conformes ou tanto quanto a não possuir prontidão e pronta resposta a acidentes possuem diversos empecilhos para o exercício de sua atividade.

Temos, por exemplo, que o terminal ou estaleiro que não estiver ambientalmente adequado dificilmente obterá incentivo nem investimentos, vez que a adequação ambiental é exigida pelas agências de fomento e pelas Instituições financeiras que não investem mais em empresas sem gestão de Sustentabilidade Corporativa.

Sem mencionar que as empresas de navegação e as que exploram a atividade da indústria do óleo & gás, não gostariam de se arriscar em estaleiros e portos, no caso de uma emergência estariam à mercê da sorte.

Além disso, à gestão que está ambientalmente inadequada está sobrevivendo em uma situação desconfortável, pois, como as demais, está sujeita à fiscalização dos órgãos administrativos e das autoridades policiais competentes para apurar a infração administrativa e penal ambiental.

Caso não esteja de acordo com suas obrigações ambientais, sofrerá as sanções aplicáveis e certamente o prejuízo será muito superior à suposta economia realizada por não se dar, por exemplo, a correta e adequada destinação de resíduos.

A conformidade legal ambiental e sustentabilidade corporativa são uma realidade que faz parte da vida da gestão dos estaleiros, portos e terminais portuários, e que deve ser encarada como um aspecto permanente do exercício da atividade, jamais esquecendo a equipe de prevenção e pronta resposta a acidentes.

É sempre bom lembrar que diversos cases já demonstraram que os portos, terminais e estaleiros ambientalmente conscientes nem sempre têm mais custo do que os inadequados, inclusive aos de alto potencial poluidor como os terminais líquidos e graneis.

Assim, os benefícios são óbvios e o custo é direto e/ou indiretamente compensado por uma boa gestão de sustentabilidade.

Uma boa gestão tem como objetivo ter suas operações dentro dos padrões de segurança, gestão a prevenção ambiental, buscar a adequação junto ao órgão competente (são vários), e não aguardar depois de um acidente ambiental que o órgão lhe procure, pois, quando isto acontecer, aa consequências econômicas são enormes e criminais também.

Vale ressaltar que ninguém pode se abster de cumprir a lei alegando que a desconhece.

A necessidade da gestão se informar corretamente acerca das obrigações ambientais, realizar uma avalição de risco sobre suas atividades, estar bem-preparado para acidentes ambientais com sua equipe de QSMS-RS.

É fundamental para um bom resultado do negócio com sustentabilidade, pois assim esperam as partes interessadas.

Estamos juntos!

Reassentamento de comunidades seja involuntário ou voluntário, precisa ser com coração e governança dentro dos princípios do ESG.

Já faz tempo que perdi a conta de quantos reassentamentos liderei e desenvolvemos projetos com comunidades na África, Asia e Brasil

Mas existem uns que ficam marcados para sempre, e como sempre digo relacionamento com comunidades não é para amadores, achistas e acadêmicos.

Fronteira do Laos com o Camboja, anos 80, e como se diz: A primeira vez é difícil de esquecer e esta experiência com reassentamento, não foi uma das melhores.

Impacto socioambiental: Barulho, odor, explosão e alagamento.

Princípios ESG? Princípios do Equador? Padrões de desempenho do IFC?

Naquela época, (antes internet e celular etc.) passar a máquina e ficar calado era o comum, obras de engenharia, perfuração mineração passava a máquina mesmo e ficava por isso.

Eu, gestor novinho, com a primeira vez com o título de HESC- (Segurança, saúde, meio ambiente e comunidades), até então nunca tinha lidado com comunidades.

Mencionando rápido também, foi minha primeira experiência trabalhar em países que tinham sido arrasados depois de uma guerra civil, mais tarde vieram Libéria, Ruanda, Angola e outros., mas fica para outro texto.

Se eu chegasse para você agora, que está lendo este texto e dissesse;

Olha vamos mudar você, sua família e sua cidade de que mora de lugar dentro de alguns meses.

Como você se sentiria?

Qual seria sua atitude?

Como assim, minha vida, minha casa, meus amigos tudo o que eu tenho e construí, você vai me tirar daqui?

Não é fácil, precisa ter muito estômago para fazer isso.

Ahhh, é para o seu bem, para o bem do país, para o progresso, vamos ter mais empregos, você terá uma casa melhor etc. 

Tudo vai ser mais sustentável e viva a Sustentabilidade Corporativa.

E o mundo corporativo te joga no seu colo e você houve a seguinte frase do seu chefe:

“DÁ O TEU JEITO “, temos que fazer, o governo deu autorização e os investidores estão esperando.

Só mais um empreendimento, bem-vindo ao mundo corporativo.

E fomos lá, reunir com os moradores da vila, a primeira a ser impactada e dar a BOA NOTÍCIA.

Imagina a cena, em um país destruído pela guerra, alguém acha que entregaram todas as armas?

Campo minado e bombas que ainda não tinham explodido de montão em grande quantidade (frase da filha).

Tive dedo na minha cara, soltaram cachorro em cima de min (mordida na perna) e ainda tentaram jogar cocô (sorte que não acertou) mas pegou na intérprete.

Muita negociação, muita paciência e muito entendimento de todas as preocupações

E a vida foi ensinando a lidar com estas situações, a história é longa e fica para uma conversa ou palestra.

Desde que regressei ao Brasil tenho realizado muitas due diligencies socioambientais para grupos de investidores e deparado com problemas com comunidades.

Nada de novo, pois já vi de tudo (nem sempre, as vezes tem uma surpresinha), mas é impressionante como estas situações se repetem.

Perdão a turma da segurança do trabalho, mas: Acidente do trabalho, não param empreendimento(infelizmente), mas Meio ambiente e Comunidade; SIM !!!!, até encerra.

Vejamos o eu tenho identificado nessas minhas atuações agora como consultor

A falta de um estudo socioeconômica muito bem-feito é a causa raiz das maiorias dos conflitos, a falta de um mapeamento sério dos stakeholders não fica atrás outra coisa que me chamou atenção também foi a falta de um plano de segurança pública.

Essas questões que mencionei só básicas para lidar com as tomadas das decisões no relacionamento com as comunidades ainda mais quando houver reassentamento.

Inadmissível falhar nestes aspectos, são vidas que nós vamos impactar para o resto da vida de delas.

Onde entra o coração e governança no mundo corporativo: Em entender que são, como vivem, e como poder ajudar, amenizar, mitigar o sofrimento do inevitável e ser TRANSPARENTE!

Esse não trabalho não é para poucos, nem tão pouco para consultor de ar-condicionado que nunca conviveram com este problema como corporativo.

Dar pitaco depois virar as costas e ir embora é fácil, mas para quem fica é …….

Não basta acreditar na causa, TEM QUA ABRAÇAR também.

Este tipo de situação tem que ser elaborado e realizado com muito carinho, claro com profissionalismo, nada de assistencialismo, mas com coração também.

O mundo precisa, certo. A economia precisa, certo.

Mas tem toda uma vida naquele lugar que precisa e merece ser respeitada.

Já perdi a contas de comunidades que reassentei e nos últimos anos na Africa Oriental e Asia, nunca foi fácil mesmo quando é reassentamento voluntario, os desafios são enormes.

Desde a história mencionado acima, e com as lições aprendidas da vida profissional.

Colocar o coração e ser transparente também faz parte de ser bom gestor ter sucesso quando se lida com reassentamento com comunidades

Estamos juntos!

Você tem medo de lidar com as conformidades do QSMS-RS e os princípios ESG?

Está sentado confortavelmente?

Se você está sentado em uma cadeira, educadamente peço que coloque ambos os pés firmemente no chão e se você tem braços, por favor segurá-los com muita força.

Isto é para sua própria segurança e para evitar que você caia, após o que estou prestes a dizer-te…

Eu tive uma conversa bastante surpreendente com um gerente de QSMS-RS recentemente, enquanto apresentávamos nosso plano de gestão compartilhada da Roberto Roche & Associados.

Gerente de QSMS-RS: ” Então como é que vocês fazem?”

Eu: “Nós compartilhamos nossa expertise junto a suas equipes para que cumpram com as leis, normativas do QSMS-RS e os critérios e métricas do ESG. 

Gerente de QSMS-RS: “Ah, não é algo que eu preciso de apoio agora, não está em minhas prioridades nem dos diretores, na verdade, acho que não quero. Prefiro não me preocupar.”

Aíiii! Quase caí da minha cadeira!

Pessoal, já escutei de tudo desde que comecei minha carreira de consultor, como: prefiro pagar uma consultoria de grife, dessas com as letrinhas famosas, prefiro a consultoria do meu amigo etc.

Agora, não vou citar, mas um gerente de QSMS-RS que representava uma organização multinacional em cerca de 20 países diferentes, com talvez 30 ou 40 sites sob sua asa corporativa pensar desta maneira, não sei não!

Claramente, algo está errado aqui em muitos níveis.

 Vamos começar com o básico:

Dentre os primeiros princípios básicos “Ignorância não é defesa nos termos da lei e normas “, tão pouco a demanda da sociedade pelo ESG pode ser ignorada!

Liderança deve sempre vir de cima, certo? 

Se esta é a atitude prevalecente no topo da organização, então esta filtrará para toda a organização.

Conformidade com leis, normas QSMS-RS e regulamentos podem ser delegadas à nível de site, mas se fosse ocorrer um acidente socioambiental, e investigações encontrassem a falta de compliance, quem seria responsável em última instância (e pagar o preço)?

Se seu site na China tem um grande vazamento químico, as chances são de que seus acionistas em Nova Iorque ou em Londres vão ouvir sobre isso muito rapidamente.

Multas regulamentares que são incorridas em sites individuais rapidamente se acumulam quando você operar em dezenas de locais.

Os impactos da não-conformidade podem ser locais e diretos, mas o maior impacto será global.

A maioria das principais organizações buscam que seus fornecedores possuam programas eficazes de gestão QSMS-RS, que inclui o cumprimento.

Então, por que esta atitude de “ignorância é felicidade”?

É provável que seja uma variedade de fatores para essa abordagem, quem sou eu para julgar, não estou sentado na cadeira dentro de uma organização para saber

Percepção de risco?

Talvez a organização não tenha problemas (visíveis ou relatados) com conformidades.

Sites locais muitas vezes são dadas a completa responsabilidade por garantir a conformidade com as leis locais que lhes são aplicáveis.

Se você não tem uma visão adequada sobre o status de conformidades dos seus locais, tendencias globais as questões problemáticas recorrentes, ou as penalidades a ser incorridas, então não é algo que pode ser gerenciado de forma eficaz.

Baseado em nossa experiência, nós diríamos que existem denominadores comuns para boas práticas recomendadas:

O desejo e a necessidade de uma abordagem precisam vir de cima.

Sem engajamento corporativo e compromisso, uma abordagem não vai acontecer.

Claro, uma perspectiva para conformidade normativa de QSMS-RS corporativa não significa assumir a responsabilidade de site local conhecimentos e experiência.

Longe disso. Em geral, a função da equipe de QSMS-RS corporativa orienta, inspira e dá mais peso e posse ao pessoal no local, trabalhando no campo.

Se, o gerente de QSMS-RS de uma planta, sente que seus líderes de organização estão tomando conta dele, fornecendo as estruturas e os apoios financeiros que precise realizar bem suas funções, ele vai se sentir mais valorizado e terá melhor desempenho.

Óbvio? Parece que não para alguns!

Estamos juntos!

Como configurar um plano de emergência socioambiental de acordo com seu sistema de gestão ESG !

Realizamos diversos PGRs (plano de gestão de riscos) , gap analysis em PAEs (plano de emergência e crises)  e, PEIs( plano de emergência individual Conama 398) nos últimos meses, encontramos por parte de nossos colegas algumas lacunas na elaboração de seus planos.

Nossa intenção nesse texto, é ajudá-los em nossa vivência experiência na elaboração desses planos adquiridos ao longo de algumas décadas e por já ter passado por grandes eventos (infelizmente)

Mas como diz o ditado!!!

“Sua matriz de risco e seu PGR / PAE /PEI refletem sua experiencia!”

Se você ou seu consultor nunca passou por uma ,

como pode ter  certeza de que é  realmente eficiente ?

Você tem um plano de emergência pessoal?

Provavelmente não, por exemplo, se acontecer um incêndio, é uma boa ideia ter um procedimento sobre o que fazer em tal situação.

Poderia ser ir para as escadas de incêndio, ou encher uma banheira com água, sei lá!

Sua família sabe desses procedimentos?

Na mídia hoje encontramos casos de grandes marcas, muito sem graça divulgando que estão fazendo isso ou aquilo, depois de um acidente socioambiental, ou a retiradas dos fundos ESG do seu neogótico etc.

Se você for estudar esses casos, verifica a total falta de preparação na elaboração de um plano de emergência em caso de acidentes /crises

Para configurar um plano de emergência não precisa ser doutor, apenas siga estes passos e não se preocupe se o seu plano não é perfeito.

Você irá melhorá-lo ao longo do tempo.

Qual a finalidade de um plano de emergência?

O objetivo de um plano de emergência é guiar o pessoal em um acidente ou situação de emergência para impedir ou minimizar o prejuízo, dano e perda de material.

Um objetivo adicional é evitar ou amenizar o impacto socioambiental!

Em preparação para a pronta resposta a emergência a organização deve estabelecer, implementar e manter um procedimento para identificar potenciais emergências e potenciais acidentes.

A organização deve responder a acidentes e emergências reais

É “boa prática” para o plano de emergência identificar os principais riscos de acidentes, definir as medidas preventivas e o pessoal-chave, lista de contatos, referir-se as FISPQs e especificar equipamentos de emergência e resposta.

 Ele deve ser escrito e estruturado para ser lido rapidamente e facilmente.

Explicação de termos básicos

Antes de entrar em detalhes, vamos explicar alguns termos básicos.

 A ISO 14001 não define termos como incidente, acidente e emergência.

O dicionário define “acidente” como “um infeliz incidente que acontece inesperadamente e sem querer, geralmente resultando em dano ou lesão”.

 Considere que a primeira parte da definição é genérico e o mesmo em todos os casos, mas o efeito depende da situação específica (por exemplo, lesão está relacionado à segurança no trabalho, danos ambientais relacionados a gestão ambiental, ou um acidente envolvendo a estrada veículos está relacionado a um acidente de estrada).

As definições abaixo não são oficiais.

São simplificadas para explicar as diferenças básicas em termos relacionados ao meio ambiente incidente, acidente e emergências.

Incidente – uma situação não planejada, potencialmente nociva ou prejudicial ou evento, não resultando em danos ambientais ou outras perdas.

Acidente – uma situação não planejada, potencialmente nociva ou prejudicial ou evento, resultando em danos ambientais ou outras perdas.

Emergência – uma situação não planejada ou um acontecimento, resultando no envolvimento dos serviços de emergência públicos, polícia ou as autoridades de regulamentação ambientais.

As etapas a seguir irão explicar como configurar o seu plano de emergência de acordo com a ISO 14001 e baseiam nas “boas práticas”.

A ISO 14001 é uma norma genérica, então você deve personalizá-lo para suas necessidades e situação específica. 

Etapa 1: identificação.

 Você tem que identificar o acidente potencial específico relacionado com suas circunstâncias e tipo de atividade. Se você executar um escritório, um incêndio pode ser seu risco apenas potencial.

Alguns tipos de acidente e emergência:

Ø fogo

Ø explosão química

Ø derramamento ou lançamento de materiais que são corrosivos, tóxicos, inflamáveis ou cancerígenas

Passo 2: prevenção.

Você tem que pensar com o seu pessoal para medidas preventivas relacionadas com cada tipo de acidente. ISO 14001 afirma que os planos de emergência devem incluir ações para prevenir e atenuar os impactos ambientais associados.

Medidas preventivas dependem da sua situação específica e podem incluir, por exemplo: 

Passo 3: Plano de emergência.

Dependendo da complexidade e necessidades, a organização deve estabelecer um ou mais planos de emergência.

Um plano de emergência tem como objetivo:

Ø definir os tipos de acidentes e impactos ambientais (etapa 1)

Ø definir medidas preventivas (passo 2)

Ø fornecer informações de contato para o pessoal-chave (no local & off-site)

Ø identificar a localização de dados técnicos apropriados e equipamentos de emergência (layout do site)

Ø destacar quaisquer instruções especiais ou ações

Ø identificar e fornecer nomes de pessoas treinadas em primeiros socorros

Certifique-se de que todo o seu pessoal sabe sobre o plano, onde encontrá-lo, e o que ela contém.

É importante que eles saibam como evitar acidentes e o que fazer no caso de ocorrer um acidente.

Você deve, como afirmado na ISO 14001, rever e rever o seu plano de emergência sempre que necessário, especialmente após a ocorrência de acidentes ou emergências

O plano de emergência não pretende ser uma instrução abrangente com todas as informações de fundo.

 É um procedimento operacional simples e claro para lidar com acidentes.

Etapa 4: Formação e exercícios (testes de eficácia de treinamento).

Você tem que treinar seus colaboradores sobre medidas preventivas e seu plano de emergência, e você deve incluir no plano de formação, todas as informações necessárias.

 Infelizmente, isso não é suficiente, porque em uma situação real de emergência, o comportamento das pessoas é imprevisível.

Para ter certeza de que o pessoal vai reagir de acordo com o plano de emergência, você tem que, conforme ISO 14001, realizar exercícios periódicos, com base em cenários predefinidos.

Quantas vezes? Isso depende do risco.

Frequência de teste deve estar relacionada com o risco ambiental de seu site, rotatividade do pessoal, a introdução de novos processos ou materiais e as conclusões de quaisquer exercícios anteriores ou incidentes.

Etapa 5: Avaliação e melhoria.

Relatórios tem que levar em consideração as lacunas entre o plano de emergência e o resultado do exercício.

Deve centrar-se em fechar as lacunas e quaisquer outras recomendações relacionadas com a melhoria do plano de emergência.

Por exemplo, você pode perceber durante o exercício de que o livre acesso de caminhões de bombeiros é bloqueado por paletes para matérias-primas.

 É preciso destacar isto no relatório, seguido com, como afirmado na ISO 14001, ações corretivas para eliminar as causas de incidentes para evitar a recorrência.

O que isso significa?

Você tem que descobrir por que livre acesso foi bloqueado, por exemplo, devido à falta de etiquetas de advertência, ou empregado, treinamento, ou outra coisa, seguido por ações para impedir que isso aconteça novamente no futuro.

 Com essa abordagem, você vai continuar a melhorar seu desempenho ao longo do tempo, que é um dos requisitos fundamentais da ISO 14001.

Atenção!

Mesmo com a melhor preparação e prevenção, os acidentes ainda acontecem.

Quando o fazem, você será preparado e pronto para uma reação rápida minimizar a lesão, danos ambientais, perda de equipamentos e eliminar chamadas desnecessárias para os serviços públicos de emergência.

Estamos juntos

Você é confiável?

Motivar os colaboradores a trabalhar em segurança faz parte do trabalho do profissional de segurança.

Mas quem motiva o motivador?

A confiança é talvez o elemento mais vital que mantém nossas interações sociais viáveis.

 E quanto mais você confia em uma pessoa ou organização, mais provável você vai confiar em seus serviços ou companheirismo.

Faça a si mesmo essas duas perguntas :

Sou confiável?

As pessoas com quem interajo no trabalho e fora do trabalho confiam em mim?

A primeira pergunta só você pode responder.

Aqui estão três elementos-chave para ser confiável:

  • Os motivos por trás de suas ações não são enganosos.
  • O que você retrata é genuíno.
  • Você quase sempre segue seus compromissos.

Você deve escutar ativamente para entender o significado por trás do que outra pessoa está dizendo e responder de uma maneira que as faça perceber que você valoriza suas histórias e ideias.

Porque você é um profissional de segurança e saúde, as pessoas confiam que você sabe o que está fazendo.

 Parte disso vem do seu treinamento e experiência.

Muitas pessoas só querem sentir que podem confiar em profissionais de segurança para dar-lhes o conselho certo e que estamos lá para ajudá-los.

 Deixe-me dar-lhe três exemplos práticos que retratam os três elementos “confiáveis” que listei anteriormente:

Seus motivos:

 Se você descobrir uma violação de segurança e denunciá-la porque você sente que vai melhorar sua reputação e impressionar seu chefe um pouco, você pode alcançar esse objetivo.

Mas se as pessoas no campo entenderem seu motivo, a confiança deles em você sofrerá.

Eu sempre fui a um supervisor para corrigir uma violação e propositalmente não escrevi um relatório porque eu queria que a tripulação soubesse que eu estava lá para ajudar, não apenas receber elogios para a minha reportagem.

 Claro, cada situação é diferente, e dependendo das circunstâncias, você pode precisar relatar uma violação.

Faça isso porque é necessário, não porque faz você parecer importante.

Acompanhe:

 Eu costumava carregar cadernetas quando eu era um profissional de segurança  em tempo integral.

 Quando alguém relatava um problema ou me dava uma sugestão, eu anotava o que me disseram.

 Mais tarde naquele dia, eu escreveria o que prometi fazer em um banco de dados.

Mesmo que demorasse  muito tempo para cumprir minha promessa, carregava minha lista de dados e mostrava aos colaboradores o que estava acontecendo com seus pedidos ou sugestões.

Fiquei surpreso com o quanto isso fortaleceu minha credibilidade (e confiança) com a força de trabalho.

Ouça ativamente:

Como profissionais de segurança e saúde, devemos ficar encantados quando alguém nos pede para explicar por que precisamos de ter cautela específica em alguma operação ou outras perguntas, porque nossa resposta honesta sinalizará nossa confiabilidade.

Estamos juntos !

  Não existe ESG, sem os profissionais da área de QSMS-RS & Sustentabilidade!

Assistindo os noticiários esses dias sobre  riscos climáticos ,acidentes socioambientais, resíduos, poluição dos oceanos e rios etc.

Logo imaginei que o tema ” Ser sustentável” e “Sustentabilidade Corporativa “viria à tona com tudo e não deu outra!

Agora então, com os entendidos que só falam  de ESG , esse tema não podia de aparecer ,e como sempre aquela salada mista , narrativas e mais narrativas do que é ESG ou Sustentabilidade .

Infelizmente essa turma  não tem a menor ideia da luta diária e nem o que significa no dia a dia a batalha para dar resultado nessas áreas para as organizações.

Será que eles sabem :

Quem é o profissional que  opera  baixo essas Letras “ESG” ?

Quem é o responsável para que essas letras “ESG”, não caiam em green washing ou manche a imagem da organização?

Quem é que tem que dar resultado para a organização, para bater no peito e dizer eu sigo os princípios do ESG ou sou Sustentável ?

Os gestores  da área de QSMS-RS & Sustentabilidade , sim são eles !

Como de costume, só quando falamos em acidentes socioambientais, é que este tema volta a mídia.

O empresariado tem mudado sua visão e atitude quanto ao tema ESG/Sustentabilidade Corporativa, temos bons exemplos e não podemos deixar de mencionar.

Passou ser uma questão de sobrevivência do próprio negócio, mas infelizmente ainda temos esta falta de visão por parte de alguns segmentos.

Vejamos que as organizações que já possuíam uma diretoria de Sustentabilidade e QSMS “efetiva” estão tranquilas, pois planejaram, avaliaram e executaram suas alternativas e o mais importante de tudo estão vendo seus investimentos na área sendo pagos.

Mas outras que infelizmente não optaram por uma gestão sustentável.

Na questão de falta de água, por exemplo, para a indústria.

Acredito que chegou a hora de pensar seriamente na questão, mesmo que volte a chover a cântaros e a situação volte ao normal (será?), a tendência é piorar com crescimento da indústria e a busca por insumos cada vez mais escassos.

“Prevenção sai mais barato que correção”, este tem sido o pensamento de algumas organizações, mas infelizmente ainda são poucas.

A gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade têm que ser encarada como negócio, que deve ser bem planejado, gerenciado e entregar resultados.

Mas como medir, avaliar e saber que está tendo resultado o investimento ou não da área?

A crescente preocupação com a questão ambiental tem levado a indústria a buscar alternativas tecnológicas mais limpas e matérias primas menos tóxica, a fim de reduzir o impacto e a degradação ambientais.

A conscientização da sociedade e a legislação ambiental têm induzido as empresas a uma relação mais sustentável com o meio ambiente.

Não há mais lugar para a exacerbação do lucro obtido à custa do comprometimento do meio ambiente.

Diante disso, a indústria tem sido forçada a investir em modificações de processo, aperfeiçoamento de mão-de-obra, substituição de insumos, redução de geração de resíduos e racionalização de consumo de recursos naturais.

A busca por alternativas que minimizem os impactos negativos da atividade produtiva tem motivado o setor industrial em investir em soluções, que também se refletem em economia e melhoria da competitividade.

A adoção de estratégias de prevenção apresenta-se como a alternativa mais adequada, porém importantes padrões, modelos de comportamento, crenças e práticas institucionalizadas devem ser modificados, assim como muitos paradigmas consolidados na estrutura das empresas devem ser substituídos.

As avaliações das ações de QSMS-RS e de Sustentabilidade tornam-se cada vez mais valiosas e importante, pois fornece bases para a formulação de políticas, planos e projetos que permitem o manejo dos riscos e impactos das atividades produtivas aumentando a ecoeficiência da empresa.

O diagnóstico da situação socioambiental consiste em uma análise profunda de todos os impactos dos processos, serviços e produtos.

A falta de registros, na maioria das empresas, no que tange às entradas e saídas de insumos, do consumo de água, de matérias primas, de energia, de geração de efluentes e resíduos, por exemplo, também dificulta a implantação de medidas que poderiam melhorar o desempenho ambiental das mesmas.

A ausência de informações, desta natureza, contribui para conhecimentos precários sobre os custos ambientais, alimentando a visão distorcida de que investimentos em medidas de proteção não significam ganhos, mas sim em aumento de custos operacionais e redução de competitividade.

Maioria das empresas e não importa, o tipo de atividade econômica, constata-se que a identificação dos impactos socioambientais significativos se relaciona mais fortemente com questões econômicas e legais, do que com os aspectos técnicos e ambientais.

O planejamento de ações, baseado em critérios técnicos e ambientais, contribui para a implantação de medidas mais efetivas, no que diz respeito à melhoria da qualidade ambiental.

Um maior conhecimento sobre os impactos ocasionados pelas atividades produtivas possibilita a seleção mais adequada de indicadores que podem ser utilizados para o processo de melhoria contínua de um sistema de gestão ambiental.

A dificuldade para o estabelecimento desses indicadores/Kpis são uma das principais dificuldades a serem compreendidas pelas indústrias em suas avaliações de performance.

Uma avaliação ou uma tomada de decisão equivocada, sem dúvida irá refletir-se na forma de como interpretar o desempenho ambiental das empresas, trazendo como consequência: adoção de medidas inócuas, implantação desnecessária de equipamentos e/ou outras intervenções inadequadas para um bom sistema de gestão.

Grande parte das empresas ainda desconhece os benefícios do uso de indicadores de desempenho como ferramenta para uma gestão de Sustentabilidade e QSMS-RS.

É possível que estejam deixando de aproveitar oportunidades, como: economia na utilização de insumos, reaproveitamento de resíduos e agregar valor a estes, qualificação da mão de obra nas comunidades próximas, aumento da produtividade, melhoria da competitividade e da qualidade ambiental final de seu produto.

Estamos juntos!

 É a segurança ou é demitido!

Relembrando com uns colegas trecho em nossa época  de falar de gestão de  segurança com  20 a 60.000 colaboradores na área ,comparando hoje com a turma mais nova vindo com novas teorias , ideias , conceitos e psicologias etc , me vem a memória da  época alguma situações .

 O número de e-mails que recebia sobre pessoas recebendo abusos da gerência para pequenas causas de segurança me deixava louco.

Tais ações eram frequentemente acompanhadas por linguagem como “que lhes ensinará uma lição” ou “agora as pessoas saberão que estamos falando sério sobre segurança”.

Claro, essa linguagem é delirante e não há fator motivacional em ver outra pessoa ser demitida.

Nada disso muda o comportamento ou pensa em como os colaboradores enfrentam o risco no local de trabalho.

Ser brutal com as pessoas não resolve nada.

 Demitir pessoas por pequenas brechas de segurança não serve para nada.

Testemunhar uma demissão é desmotivador e não funciona, não cria resultados mais seguros, mas ensina às pessoas uma coleção de crenças destrutivas que correm sob a superfície na cultura.

As pessoas só são motivadas pela verdade, controle e significado/propósito.

O que também me incomodava quando recebia esses e-mails é que raramente havia uma conversa com o colaborador quando eram demitidos.

 É principalmente uma surpresa e há pouca oportunidade de aprender sobre a motivação do colaborador.

Também não há discussão sobre como a cultura da organização fomenta certos comportamentos.

 Tudo é projetado sobre o colaborador.

Não poderia ser que gerentes e supervisores tenham contribuído para confusão, mensagens confusas e mal-entendidos.

 Geralmente é BBS, Apenas Cultura gira e há a porta.

Para entender a motivação é preciso sair do antigo discurso do comportamentalismo.

Aprendemos há muito tempo que os humanos não são a soma de entradas e saídas.

Aprendemos que humanos, comportamentos e vivos são complexos, confusos e inconscientes.

No entanto, isso não parece fazer qualquer amassado na mitologia perpetuada no mundo da segurança que dar às pessoas o saco de alguma forma trabalha para promover a segurança.

 O que as pessoas realmente aprendem sobre segurança quando alguém recebe o saco é o oposto.

Eles aprendem que a segurança não é confiável, a segurança é imatura, a segurança não escuta e a segurança gosta de policiamento e brutalidade.

Todos esses aprendizados são fundados no mantra do zero, contando lesões e seguindo a teoria do comportamentalismo dos anos 1930.

Estamos juntos

Quando um falso senso de confiança está em toda parte aí temos um problema!

“Quanto tempo você tem que ficar aqui até que você realmente entenda a planta, processos e riscos?”

 Perguntei  recentemente a um dos  colaboradores  que eu estava entrevistando em  uma mineração e depois na planta para aminha análise dos sistemas de maturidade do nivel de segurança .

Pessoas que estavam lá há cerca de um ano me disseram um ano.

As pessoas empregadas na organização por dois ou três anos me disseram: “Cerca de três anos.

 A gerência me disse: “Facilmente cinco anos.”

 Esta organização possui um processo de certificação onde, após completar o treinamento e pelo menos um ano de emprego, um colaborador pode se tornar certificado como operador de Nível Um.

 Mais treinamento e dois anos qualificados para operador nível Dois e treinamento avançado e três anos, Nível Três.

Parou ali.

 Tudo isso veio com crescente responsabilidade e compensação.

Devido ao volume de trabalho significativo, havia apenas dois operadores de nível três.

Essa abordagem estava involuntariamente criando uma falsa sensação de confiança.

Um falso senso de confiança está em toda parte

Em uma conversa recente com os líderes, enquanto apoiava um novo cliente para investigar e recuperar de uma fatalidade trágica, a discussão levou a exemplos de desvios de resultados esperados que envolviam líderes de primeira linha experientes e pessoas conhecidas por levar a segurança a sério. Isso surpreendeu a todos os envolvidos.

Enquanto facilitavam uma discussão em equipes de aprendizagem, vários colaboradores compartilharam suas revelações chocantes:

“Eu pensei que eles sabiam tudo o que havia para saber e confiar neles e em sua orientação.”

Se pudesse acontecer com eles, poderia acontecer com qualquer um!

Durante uma recente estadia no hotel, enquanto passava pela recepção, a porta atrás do colaborador o abriu para um quarto com uma placa grande, 247 dias desde a última lesão.

O recorde anterior era de 326 dias.

 Se você ainda está rastreando e transmitindo o tempo desde a última lesão, quanto mais tempo for, dá maior confiança de que isso não acontecerá conosco e será mais provável que suprime a reportagem, de modo que os números não sejam afetados.

Os três exemplos recentes destacam como é fácil para sistemas e experiências organizacionais criar uma falsa sensação de confiança e criar oportunidades potenciais de erro.

Em ambientes complexos, nunca devemos esquecer que erros são normais.

Devemos estar atentos aos nossos esforços para determinar as influências que podem contribuir para erros e desvios dos resultados esperados.

 Quais sistemas ou experiências dentro da sua organização podem criar uma falsa sensação de confiança?

 O que está fazendo com eles?

Estamos juntos !

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