Gestão em QSMS-RS e Sustentabilidade

Seres humanos pensam, certo?

Muitas vezes, cometem erros, criam riscos, adotam gestos/posições inseguras que os machucam e a muitos outros também, muito seriamente, até resultando em morte.

Um ônibus superlotado caiu no rio, resultando na morte de mais de 50 pessoas.

 O motorista perdeu o controle quando falava ao telefone.

A razão pode ser descrita como simples, mas as consequências são desastrosas

Como cuidar dessas situações? Como preparar, preparar e orientar o motorista a manter procedimentos e etiquetas de condução seguras?

 Como moldar seu comportamento inseguro para um seguro?

Uma pergunta de um milhão e uma situação preocupante?

É o suficiente somente incluir os colaboradores da linha de frente para o comportamento seguro (BBS)?

Tradicionalmente, na maioria dos locais onde o BBS foi aplicado, tem focado nos colaboradores engajados e próximos ao ambiente operacional.

Muitos colegas criticam e se opõe fortemente ao BBS, alegando que identifica erroneamente apenas o comportamento do colaborador como responsável por acidentes.

Uma vez em uma auditoria e investigação tivemos uma reuniao com os motoristas da organização e começamos um diálogo sobre comportamento seguro

Um deles visivelmente irritado, parou o que estávamos falando.

“Vem aqui dar uma olhada antes de continuar com essa baboseira de comportamento seguro”  

Fomos até a cabine e o motorista mostrou-lhe as condições inseguras na cabine, como, a cadeira quebrada, um volante muito solto vibrando mal; cabine mal iluminada; freios não confiáveis e uma série de outros defeitos/problemas.

O motorista comentou;

 Senhor, todos vocês vieram auditar ou investigar, sobre por que o número de acidentes está aumentando, certo?

Comecem por aqui, antes de falar qualquer coisa sobre BBS

O acontecido acima é chocante, mas cheio de lições.

Gestão de lições aprendidas 2.345 do Roberto Roche

Não venha com mimimi, se o problema não é ali e sim de outra situação

Comportamento seguro (BBS) é sobre o comportamento de todos, não apenas a linha de frente”.

O BBS decorre do campo da análise de comportamento organizacional.

 O foco tanto na análise de comportamento organizacional quanto no BBS é o comportamento.

O tema geral na análise de comportamento e no BBS é que o comportamento é mantido pelo que ocorre depois dele (consequências).

Mas sem ‘Cultura de Segurança ‘, fica difícil

O objetivo de uma iniciativa da segurança é uma cultura forte e enraizada no seu DNA da organização.

A vida humana é inestimável e preciosa e temos que ter um esforço e iniciativa para tal.

Mais do que uma prioridade, os indivíduos devem manter a segurança como um “Valor”, assumir a responsabilidade pela segurança própria e de todos os colegas de trabalho.

Nosso senso de responsabilidade deve ir além do chamado do compliance.

É importante usar a ciência comportamental para eliminar/controlar riscos, inculcar perspectivas antecipatórias e hábitos.

Pense antes de agir, não o contrário, o que pode ser muito caro e até mesmo incontrolável às vezes.

 Passos importantes para o gerenciamento de riscos são antecipação, reconhecimento, avaliação e aplicação de controles.

 Isso precisa estar enraizado em nosso comportamento básico.

Alguns requisitos importantes para uma abordagem que valha a pena serão:

Um forte compromisso de gestão para manter e melhorar a segurança comportamental, comunicação aberta e confiável em vários níveis de hierarquia, uma reação forte, consistente e oportuna à descoberta de atos inseguros carregados com a possibilidade de um incidente.

O ponto mais efetivo a ser escolhido na linha de hierarquia da organização será a alta gestão, melhor o CEO/Diretor Administrativo, que detém a responsabilidade legal.

Eles devem manter um forte compromisso de gestão em manter e melhorar continuamente a segurança comportamental, testemunhado nos atos regulares dos indivíduos em nível de gestão, e através de seus canais/linha de controle para os funcionários da linha de frente que executam o trabalho.

O a sintonia comportamental é exigida nos gestores e engenheiros, incluindo os projetistas de equipamentos e processos, que visam compreender as causas por trás dos incidentes ou situações fora de controle nos locais de trabalho.

 Posteriormente, as medidas proativas e preventivas devem seguir, para cortar as condições/situações provavelmente inseguras.

Estamos juntos!

Publicado por Roberto Roche

Roberto Roche ao longo de três décadas consolidou sua experiência exercendo vários cargos de alta direção em QSMS–RS & Sustentabilidade nas áreas de Óleo & Gás, Construção Civil Pesada, Montagem Industrial, Portos e Mineração em mais de 15 países na América Latina, África e Oriente Médio como Mars, Queiroz Galvao Internacional e Odebrecht Internacional e Imerys .

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