A quantidade e sugestões (cópia e cola) em banners e, textos muitos bonitos diga se de passagem, proliferam em grandes quantidades no LinkedIn
Isso me assusta, pois muitas destas sugestões, não fazem a menor sentido para as organizações e são relativamente banais quanto ao ROI ou que impactam nos requisitos de bancos, investidores ou seguradoras
Claro que em sugere talvez não tenha uma experiência corporativa de muitos anos ou em alto cargos de gestão, por ser recém formandos ou recentes entusiastas e fãs do ESG.
Para mensurar o ESG, é necessário definir indicadores objetivos para os pilares ambiental, social e de governança, como emissões de carbono, diversidade no quadro de funcionários e transparência em processos internos.
Organizações que adotam métricas padronizadas conseguem não só atender exigências regulatórias, mas também fortalecer sua reputação e competitividade no mercado.
Organizações terão de demonstrar, com dados e não mais com narrativas, o retorno de suas iniciativas.
Para que a transição seja efetiva, é fundamental que as práticas de ESG sejam acompanhadas por indicadores claros e métricas confiáveis.
A adoção de ferramentas tecnológicas e o uso de inteligência de dados são essenciais para garantir a transparência e a credibilidade dos resultados apresentados.
Além disso, a integração dessas métricas ao planejamento estratégico permite que asOrganizações alinhem seus objetivos de sustentabilidade com a geração de valor real, fortalecendo a confiança dos stakeholders.
Dessa forma, Organizações conseguem monitorar avanços, corrigir desvios e demonstrar resultados consistentes aos stakeholders.
Não se trata apenas de gestão dos riscos socioambientais, mas de redução de custos, eficiência operacional, mitigação de riscos ESG e em consequência maior estabilidade financeira.
Investidores, conselhos e reguladores já sinalizam essa mudança.
De agora em diante, ações sem comprovação de impacto tano positivo como negativo devem perder espaço e gerar desconfiança no mercado.
Ou seja, “MIMIMI “acabou, relatórios de sustentabilidade de 200 páginas perdem a importância
Transparência e dados auditáveis passam ser vitais e se tornam condições básicas para que as organizações sustentem suas decisões estratégicas.
O conceito pratique e explica chegou e, agora?
Estamos juntos