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Quem falou que possuir certificação ISO não causa acidentes ou escândalos, em tempos de ESG isso é um grande equívoco.

Você sabia que 100% das organizações que estão ou estavam envolvidas em grandes acidentes ambientais, escândalos de assédio moral e sexuais e de falta de governança tinham todas as certificações possíveis e imagináveis?

Muitas organizações podem se concentrar apenas em obter a certificação ISO como uma forma de “blindagem” contra desconfiança da sua gestão e, claro a como uma questão de comercial por que o cliente exige para adquirir seu produto

Mas isso não substitui a necessidade de uma gestão de riscos integrada e atenta às questões sociais e ambientais, que são essenciais no contexto do ESG.

É importante destacar que a simples obtenção de um selo ou certificado não garante, por si só, a efetividade das práticas adotadas pela organização.

Muitas vezes, o verdadeiro desafio está na implementação cotidiana desses princípios e na promoção de uma cultura ética em todos os níveis hierárquicos.

Gostaria de chamar os colegas a essa reflexão crítica à ideia de que ter uma certificação ISO (como a ISO 9001 ou ISO 14001, por exemplo) seria uma garantia de que uma empresa não teria problemas como acidentes ou escândalos, especialmente no contexto atual em que questões de ESG (ambientais, sociais e de governança) são cada vez mais relevantes.

Além disso, é fundamental compreender que a certificação ISO deve ser vista como parte de um processo contínuo de melhoria e não como um fim em si mesma.

 O verdadeiro valor está na capacidade da organização de transformar requisitos normativos em ações concretas que promovam integridade, segurança e sustentabilidade, indo além do simples cumprimento formal das normas (compliance).

O ponto que a chamada do meu texto levanta é que a certificação ISO, embora seja um padrão importante para a qualidade e gestão, não é uma solução mágica para todos os problemas de uma empresa.

 Ela pode ajudar a melhorar processos, mas não elimina o risco de falhas, negligência ou comportamentos antiéticos.

Portanto, é essencial que as empresas transcendam a mentalidade de cumprir apenas requisitos mínimos e busquem constantemente evoluir suas práticas, incorporando valores como transparência, responsabilidade e respeito aos stakeholders.

 A verdadeira excelência organizacional é alcançada quando a certificação ISO é integrada a uma gestão proativa, que se antecipa aos desafios e promove melhorias contínuas em prol do bem-estar coletivo e da preservação ambiental.

 No contexto do ESG, isso é ainda mais importante, já que a gestão responsável envolve não só seguir padrões técnicos, mas também uma cultura organizacional sólida e um compromisso real com práticas éticas e sustentáveis.

Em resumo, a busca pela garantia do ROI (Retorno of Investimento) e de uma gestão de riscos ESG e ERM (Gestão de riscos empresariais) deve ser acompanhada de um compromisso genuíno com a adoção de boas práticas e com o desenvolvimento de uma cultura organizacional sólida.

 Apenas dessa forma será possível garantir que os benefícios trazidos pelas normas realmente se traduzam em resultados positivos para a empresa e para a sociedade, gerenciando os riscos envolvidos na operação de toda cadeia de valor

Para manter a boa reputação e garantia de penalidade do negócio

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