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O conceito pratique e explique e a asseguração dos relatórios estão aí, agora é para valer. A mensagem para 2026 é direta.

O conceito de “pratique e explique” está cada vez mais relevante quando falamos sobre ESG.

Trata-se, acima de tudo, de evidenciar a gestão com a prática e critérios dos princípios dos processos do ESG:

Relatar já não é mais o suficiente;

É imprescindível implementar e integrar práticas sustentáveis, evidenciar e mensurar os critérios ESG, identificar os Riscos Materiais e sua gestão dia a dia às rotinas organizacionais.

É cada vez mais visível que a demanda por informações ESG está aumentando, por bancos m seguradoras, investidores e na seleção de compras dos seus produtos ou serviços.

E essa pressão não vem apenas de órgãos reguladores como a CVM, BACEN, SUSEP, clientes, parceiros de negócio e a própria liderança interna das empresas começam a exigir e utilizar esse tipo de dado para embasar decisões estratégicas.

Organizações que já adotam a prática do reporte ESG relatam benefícios que ultrapassam a mera conformidade com normas.

O processo de coletar, organizar e analisar dados das métricas do ESG é aproveitado para revisar a estratégia corporativa, identificar riscos, repensar cadeias de valor e aprimorar processos internos.

O relato ESG, portanto, se transforma em uma ferramenta de gestão e geração de valor.

Outro aprendizado claro é o aumento do envolvimento da alta liderança.

O ESG e reporte deixaram de ser temas restritos a áreas técnicas e passaram a exigir atenção de conselhos, diretoria e times financeiros, tornando-se pauta prioritária nas discussões estratégicas das empresas.

O relatório também traz um alerta;

A onde não existe governança, dados confiáveis e processos claros, o reporte, pode se transformar em custo, retrabalho e fonte de tensão interna.

Por outro lado, quando há estrutura adequada, o relato ESG se torna um instrumento eficaz de gestão.

A mensagem para 2026 é direta:

Relatórios de Sustentabilidade com criterioso do ESG que realmente geram valor não nascem do layout ou do framework escolhido.

Eles têm origem em dados consistentes, integração com a estratégia da empresa e decisões que utilizam ESG como insumo real.

 Em outras palavras, o foco deve ser em gerir melhor, e não apenas publicar relatórios mais bonitos ou completos.

É sobre a prática com evidencias da sua gestão ligadas aos temas materiais das organizações

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