E O CONSELHO JÁ ESTÁ OLHANDO PARA ISSO?
Durante muito tempo, inventário de emissões foi tratado como assunto ambiental.
Isso mudou.
Hoje, uma informação de carbono pode chegar muito mais longe:
No crédito, no investimento, no seguro, no M&A, nos contratos, no CAPEX, no OPEX e no valor da empresa.
E existe uma pergunta que precisa ser feita:
QUANTO CUSTA PARA A SUA EMPRESA UM DADO DE CARBONO ERRADO?
Se o Inventário GHG apresenta inconsistências, ausência de evidências ou metodologia inadequada, o problema não termina no relatório.
Pode gerar exposição a:
• Riscos regulatórios e custos de adequação;
• Precificação de carbono e aumento de custos operacionais;
• Exigências de clientes e perda de contratos;
• Restrições ou maior custo de financiamento;
• Aumento da percepção de risco por investidores;
• Contingências identificadas em uma due diligence;
• Passivos ambientais e climáticos em operações de M&A;
• Investimentos não previstos para redução de emissões;
• Risco reputacional e greenwashing;
• Decisões de CAPEX baseadas em premissas climáticas frágeis.
Uma tonelada de CO₂e não é apenas uma unidade ambiental.
Dependendo do negócio, ela pode representar:
custo → exposição → obrigação → investimento → risco → impacto financeiro.
Por isso, o Conselho não deveria perguntar apenas:
“Qual é a nossa emissão?”
Deveria perguntar:
“QUAL É A EXPOSIÇÃO FINANCEIRA ASSOCIADA À NOSSA EMISSÃO?”
E mais:
Quais emissões podem aumentar nossos custos?
Quais podem afetar contratos ou acesso a mercados?
Quais podem gerar investimentos adicionais?
Quais riscos climáticos estão incorporados aos nossos ativos?
Quais informações poderiam ser questionadas em uma due diligence?
E nossos números de carbono resistiriam a uma verificação independente?
É AQUI QUE ESG ENTRA NA AGENDA DO CFO E DO CONSELHO.
Inventário GHG não deveria existir isolado do gerenciamento de riscos.
Ele precisa conversar com:
GESTÃO DE RISCOS → FINANÇAS → ESTRATÉGIA → CAPEX/OPEX → ESG → GOVERNANÇA.
E o profissional de QSMS-RS precisa acompanhar essa evolução.
Conhecer Escopo 1, 2 e 3 é apenas o começo.
É preciso compreender como o inventário é construído, quais evidências sustentam os dados, quais premissas foram utilizadas e quais riscos financeiros podem estar escondidos atrás desses números.
CARBONO SEM GOVERNANÇA PODE VIRAR PASSIVO.
Uma empresa pode ter um relatório ESG sofisticado.
Pode divulgar metas de descarbonização.
Pode apresentar números de emissões.
Mas se não consegue demonstrar origem, metodologia, evidência e rastreabilidade, existe uma pergunta inevitável:
ESSE DADO É UM ATIVO DE INFORMAÇÃO OU UMA EXPOSIÇÃO PARA A EMPRESA?
Blog: Roberto Roche
Na Roberto Roche & Associados, conectamos:
Inventário GEE • ISO 14064 • ESG • Gestão de Riscos • Due Diligence • Estratégia
Para transformar informação climática em informação confiável para decisão empresarial.
Seu inventário mede apenas emissões?
OU JÁ ESTÁ AJUDANDO O CONSELHO A ENXERGAR O RISCO FINANCEIRO?
Estamos juntos