Depois de um tempo atuando no mercado, especialmente acompanhando o LinkedIn, passo pelo menos uma hora por dia lendo publicações há muitos conteúdos bons e pessoas bem-intencionadas.
Contudo, vemos também muita gente sem experiência prática dando conselhos e fazendo posts bonitos, mas às vezes é constrangedor buscar a experiência da pessoa para verificar com que autoridade ela pode estar explanando (nunca bateu um prego na linha de frente no mundo corporativo), mas as ideias são livres e isso é o que importa.
Vamos a realidade
Por que tanto mimimi a respeito deste assunto, tanta publicação uma igual a outra?
É uma coisa tão simples de se fazer e para os que não acham ou vendem dificuldade aviso, vão se dar bem, pois vem a caminho mais exigências para os relatórios de sustentabilidade, rsrsrs
Dado o calendário regulatório global e o movimento de reguladores locais, o processo de adoção não começa pela divulgação do relatório, mas sim pela estruturação da governança, identificação de riscos e organização dos dados.
De forma didática, o início da jornada para aderência a IFRS S1 e S2 normalmente segue estas etapas:
1. Entendimento regulatório e materialidade
• Entender requisitos da S1 (divulgação geral de sustentabilidade)
• Entender requisitos da S2 (clima)
• Definir abordagem de materialidade financeira
2. Gap analysis
• Comparar o que a empresa já divulga (Relatório Anual, Sustentabilidade, TCFD etc.)
• Identificar lacunas de informação, controles e processos
3. Governança e controles
• Definir responsáveis
• Criar processos de coleta e validação de dados
• Estabelecer trilha de auditoria
4. Estruturação dos dados
• Indicadores ESG
• Riscos e oportunidades climáticas
• Métricas financeiras relacionadas ao clima
• Integração com dados financeiros
5. Relato e divulgação
• Estrutura do relatório
• Conexão entre informações financeiras e de sustentabilidade
• Preparação para asseguração
É exatamente neste início (gap analysis, governança, dados e controles) que a tecnologia faz mais diferença.
A Roberto Roche & Associados suporta essa jornada desde o começo:
• Centralização de dados ESG e financeiros
• Criação de workflows e controles
• Rastreabilidade e trilha de auditoria
• Conexão entre relatórios (Financeiro, ESG, Riscos)
• Preparação para divulgação IFRS S1 e S2
• Colaboração entre áreas (Sustentabilidade, Riscos, Financeiro, RI, Compliance)
Ou seja, não é apenas uma ferramenta de relatório é uma plataforma para estruturar todo o processo de reporte.
Empresas que começarem estruturando dados, governança e controles agora terão uma adoção muito mais tranquila quando a exigência regulatória chegar.
Estamos juntos