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SE VOCÊ PRECISA DE 10 FRAMEWORKS PARA EXPLICAR SEU ESG, TALVEZ VOCÊ AINDA NÃO TENHA UMA ESTRATÉGIA ESG.

  • GRI.
  • ISSB.
  • SASB.
  • TCFD.
  • CDP.
  • SBTi.
  • Protocolo de GEE.
  • ISO.
  • EcoVadis.
  • CSRD.

A lista cresce.

E o risco também:

confundir framework com estratégia.

Quando comecei a estudar sustentabilidade, em 1998, e ESG, em 2005, eu também me perguntava:

Por que existem tantos padrões?

Com o tempo, percebi que a pergunta estava errada.

Eles não foram criados para fazer a mesma coisa.

  • Alguns ajudam a reportar.
  • Outros ajudam a medir.
  • Outros ajudam a gerenciar riscos.
  • Outros orientam clima, emissões, cadeia de valor, governança, direitos humanos ou finanças sustentáveis.

O problema começa quando a empresa passa a acreditar que:

  • Preencher questionário = fazer ESG.
  • Publicar relatório = fazer ESG.
  • Ter certificação = controlar risco.
  • Ter uma matriz de materialidade = ter estratégia.

Não.

FRAMEWORK NÃO É GESTÃO.

E certamente não substitui a responsabilidade de quem toma decisões.

Para um CEO, a pergunta não deveria ser:

“Qual framework ESG vamos adotar?”

Para o CFO:

“Qual relatório precisamos publicar?”

Para o Conselho:

“Qual selo precisamos conquistar?”

A pergunta deveria ser:

“QUAIS RISCOS ESG PODEM DESTRUIR VALOR, AUMENTAR O CUSTO DE CAPITAL OU COMPROMETER A PERENIDADE DO NEGÓCIO?”

A partir daí, tudo muda.

Você começa a olhar para:

  • Riscos climáticos.
  • Emissões.
  • Passivos socioambientais.
  • Cadeia de fornecedores.
  • Direitos humanos.
  • Governança.
  • Reputação.
  • Regulação.
  • Acesso a capital.
  • Due diligence.
  • Resiliência operacional.

E então escolhe os frameworks, padrões e metodologias que realmente ajudam a responder essas questões.

NÃO É O FRAMEWORK QUE DEFINE O ESG DA EMPRESA.

É o negócio, o risco, a materialidade, o setor, os stakeholders, a regulamentação e a estratégia que deveriam definir quais referências utilizar.

Uma instituição financeira não tem exatamente os mesmos riscos ESG de uma mineradora.

Uma empresa de energia não enfrenta os mesmos desafios de uma indústria.

E uma companhia que está entrando em um processo de M&A, captação de recursos ou due diligence precisa olhar para ESG de uma maneira muito diferente de uma empresa preocupada apenas em produzir um relatório anual.

Por isso, depois de mais de 40 anos de vivência e experiência em QSMS-RS, Sustentabilidade, ESG e Gestão de Riscos, uma coisa ficou muito clara para mim:

ESG NÃO É COLECIONAR SIGLAS.

É saber:

  • O QUE MEDIR.
  • O QUE GERENCIAR.
  • O QUE PRIORIZAR.
  • O QUE MITIGAR.
  • E O QUE LEVAR PARA A MESA DO CONSELHO.

Porque no final do dia, o investidor não está comprando seu framework.

O banco não está financiando seu relatório.

E o Conselho não pode proteger a empresa apenas com uma coleção de certificados.

O QUE ESTÁ SENDO AVALIADO É A CAPACIDADE DA EMPRESA DE ENTENDER, GERENCIAR E RESPONDER AOS SEUS RISCOS.

Framework é ferramenta.

Estratégia é decisão.

Gestão de riscos é proteção de valor.

E ESG, quando levado a sério, é parte da governança do negócio.

Estamos juntos

Roberto Roche & Associados

+40 anos de vivência e experiência em ESG, Sustentabilidade, QSMS-RS e Gestão de Riscos.

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