Gestão em QSMS-RS e Sustentabilidade

Ética e seriedade no licenciamento ambiental, bom prestar atenção, o ESG chegou!

A gestão ESG e o licenciamento ambiental sério e correto nas organizações independente do segmento econômico ou tamanho.

Têm como objetivo minimizar os impactos causados pelo processo produtivo e de transformação, portanto, nunca se esteve tanto em evidencia as ações que validam a preocupação com o meio ambiente como nos dias de hoje.

Ter atitude a frente de ações e a certeza em mitigar os impactos socioambientais é ter uma comercialização acertada e um retorno financeiro garantido.

Agora com força no Brasil, a preocupação dos investidores com seus ativos, que não seguem o ESG, levam a retirar seus investimentos dessas organizações.

Assistimos o Fundo Soberano da Noruega mês passado a rifar a Vale, Glencore e outras mineradoras bem como a Eletrobrás dos seus investimentos por essas questões.

O que nos leva a olhar com mais cuidado como está a situação das organizações em suas diretrizes quando falamos do Ambiental, Social e governança (ESG).

A pergunta que fica é exatamente se há a aplicação ética e seriedade nesse posicionamento de garantir a sustentabilidade do processo e o cumprimento das condicionantes do licenciamento ambiental.

Conhecem muito bem seus riscos socioambientais?

Ou o que se propaga é um processo puramente da boca para fora para que se sustente a comercialização de produtos!

A discussão é global, quanto ao caminho para se desenvolver uma gestão de sustentabilidade baseada na ética e seriedade.

Ética que tem como significado ‘princípios que motivam, distorcem, disciplinam ou orientam o comportamento humano’, que pode disciplinar ou distorcer.

Mais do que o comportamento humano a ética é base de relações organizacionais no que se diz respeito de temas populares como a preservação do meio ambiente.

O que assistimos em noticiários são desastres ambientais e descuido de lançamentos de rejeitos sem critério no meio ambiente a todo o momento.

E uma legislação ambiental que se tanto propaga como umas das mais avançadas e mais draconianas do mundo não sendo cumpridas, ou empurrada com a barriga, graças ao nosso sistema.

Em nome do desenvolvimento econômico muitas infrações e descasos são cometidas na questão socioambiental, pouco se restaura e a vida que se segue.

Por vezes os problemas socioambientais causados por acidentes ambientais foram os temas centrais do ano, da década e do milênio, mas o que se fez com esses crimes?

Lembrando que desastres ambientais causam desastres econômicos e muitas vezes perdas de vidas.

Fica a pergunta para reflexão, e o que melhorou?

A ética e seriedade inserida tanto na gestão de sustentabilidade corporativa e no cumprimento correto do licenciamento ambiental vai em conjunto aos valores humanos.

Esta deve ultrapassar valores econômicos e financeiros e deve ser mais consistente que os números aplicados a equações matemáticas que provam o melhor caminho a ser adotado.

Ter uma gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade seria e efetiva é o planejamento de muitos, mas a realidade de poucos.

Alguém contesta??? Este espaço é livre, pode se manifestar!

Muito se discute e discute, muitos debates, encontros, prêmios e promessas, e muito pouco ou quase nada se executa, ficando no campo das palavras sem ninguém tomar uma atitude.

Como renunciar à transformação de matéria prima ou da extração do insumo ou ainda da fabricação de um objeto de consumo quando o que se leva em consideração em reuniões gerenciais são os números voltados à produtividade sem uma atitude a sustentabilidade empresarial?

Como provar que temos de cuidar do meio em que vivemos como forma de honestidade e garantia de solidariedade às futuras gerações se o que temos hoje é a aplicação fundamental do consumismo e descartável cada dia mais?

Exemplo de desastres ambientais como o rompimento de barragem de rejeitos, vazamento químico ou derrame de petróleo no qual as organizações possuíam todas as certificações ISO, licenças e autorizações de todos os órgãos para exercício de sua atividade, temos vários.

O preço do desenvolvimento econômico custou caro, muito caro!

Multas em cima de multas, fechamento de indústrias e desemprego!

Em nome do desenvolvimento econômico o preço não foi pago em reais ou dólares.

Foi pago com vidas.

Foi pago em ética e seriedade

Se ética é o princípio que disciplina, nesse caso e em muitos outros, foi o princípio que distorce.

Esses acidentes ambientais, e porque não falar em acidentes com colaboradores são lembrados ultimamente e conhecidos através da mídia quando divulgado.

E quais outros crimes ambientais são cometidos, mas aos olhos da ética e a falta de seriedade é só mais uma forma de deixar quieto para o desenvolvimento dos valores financeiros?

Acidentes ambientais não são apenas acidentes cometido por uma única empresa apenas.

A tecnologia, grande arma da atualidade, nos impulsiona diariamente a nos manter moralmente éticos e quase nada éticos práticos.

Acidentes ambientais são o fracasso de uma gestão de QSMS-RS e Sustentabilidade de milhares de milhões de decisões gerenciais e falta de atitude.

Não adianta apontar empresas e culpá-las de que não existe uma gestão de sustentabilidade nos dias de hoje.

Eticamente e com seriedade devemos e teremos que construir um equilíbrio lógico entre a ética e a real sustentabilidade e o cumprimento das condicionantes do licenciamento ambiental.

Produzir sem agredir, consumir o necessário, evitar desperdícios, destinar resíduos etc.

Ética é base das relações organizacionais, mas é diretamente ligada ao comportamento humano.

Sem um ser humano, não há ética.

E sem essa aplicação literal da ética na gestão das organizações, em breve, não haverá mais necessidade de reuniões, debates e fóruns sobre as questões de proteção ao meio ambiente.

Estamos juntos!!

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