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ECOVADIS. SMETA. FSC. GRI. IFRS S1 E S2. RASTREABILIDADE. QUESTIONÁRIOS DE CLIENTES. PROTOCOLOS DE BANCOS…

SUA EMPRESA PRECISA CONHECER TODAS ESSAS SIGLAS?

Não.

Dependendo de quem compra, quem financia, do mercado em que sua empresa atua e da cadeia da qual participa, as exigências podem ser completamente diferentes.

A EcoVadis, por exemplo, avalia empresas em diversos países e setores. A Sedex, por meio da SMETA, também está presente em milhares de empresas e cadeias globais. GRI, FSC, IFRS S1 e S2 e tantos outros referenciais aparecem em diferentes contextos, mercados e relações comerciais.

À primeira vista, parece uma verdadeira sopa de letrinhas.

Mas, quando olhamos para o que existe por trás dessas siglas, encontramos temas que as empresas já deveriam conhecer:

  • MEIO AMBIENTE.
  • PESSOAS.
  • SAÚDE E SEGURANÇA.
  • ÉTICA.
  • COMPLIANCE.
  • GOVERNANÇA.
  • FORNECEDORES.
  • STAKEHOLDERS.
  • RISCOS.
  • INDICADORES.
  • RESULTADOS FINANCEIROS.

Com critérios, formatos e níveis de profundidade diferentes, é sobre a gestão e as evidências dessas questões que boa parte dessas avaliações quer saber.

E aqui está um dos maiores erros:

TENTAR SE PREPARAR PARA CADA SIGLA SEPARADAMENTE.

Hoje é EcoVadis.

Amanhã é um questionário de cliente.

Depois, um protocolo de banco.

Em seguida, uma exigência de rastreabilidade.

E a empresa passa a criar respostas, documentos e controles específicos para cada demanda.

Isso gera retrabalho.

E, pior: pode criar uma empresa que sabe responder avaliações, mas não necessariamente uma empresa que sabe gerenciar seus riscos e oportunidades ESG.

Quando o ESG está integrado à gestão e as lideranças entendem seu papel, grande parte das informações necessárias já deveria estar sendo produzida dentro das áreas que administram o negócio.

O que muda de uma avaliação para outra é:

  • A PERGUNTA.
  • O FORMATO.
  • A PROFUNDIDADE.
  • A EVIDÊNCIA EXIGIDA.

Mas a base deveria continuar sendo a mesma:

  • PROCESSOS.
  • CONTROLES.
  • POLÍTICAS.
  • INDICADORES.
  • EVIDÊNCIAS.
  • DECISÕES.

É aí que entra o trabalho da Roberto Roche & Associados.

Não trabalhamos para criar uma “versão ESG” diferente da empresa para cada avaliação.

TRADUZIMOS AS EXIGÊNCIAS DO MERCADO PARA DENTRO DA GESTÃO.

  • Identificamos o que a empresa já faz.
  • Localizamos e qualificamos as evidências.
  • Reconhecemos as lacunas.
  • Estruturamos o que precisa ser desenvolvido.
  • E, principalmente, ajudamos a transformar essas exigências em melhoria de gestão e decisões melhores.

Porque, quando a sustentabilidade está realmente incorporada à gestão, a empresa não precisa começar do zero a cada nova avaliação.

Ela precisa saber onde estão suas evidências, como seus processos funcionam e o que ainda precisa ser aprimorado.

Amanhã, uma nova sigla pode surgir.

  • Um novo cliente pode fazer uma nova pergunta.
  • Um novo banco pode exigir outro protocolo.
  • Um novo mercado pode estabelecer outro critério.

UMA EMPRESA PREPARADA NÃO DEVERIA PRECISAR RECOMEÇAR TODA VEZ.

É no aprimoramento da gestão e no preparo das lideranças que surgem decisões melhores.

E é assim que a sustentabilidade deixa de ser uma resposta a questionários e passa a fazer parte, de fato, da gestão do negócio.

NÃO PREPARAMOS EMPRESAS PARA UMA AVALIAÇÃO.

APRIMORAMOS A GESTÃO PARA QUE ELAS ESTEJAM PREPARADAS PARA AS AVALIAÇÕES QUE O MERCADO EXIGIR.

Roberto Roche & Associados
+40 anos de vivência e experiência em QSMS-RS, ESG e Sustentabilidade.

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