A EcoVadis surgiu em 2007 em resposta a uma questão que se tornou cada vez mais relevante para as grandes organizações:
Como uma empresa pode avaliar, de forma estruturada e comparável, a sustentabilidade e os riscos ESG de seus fornecedores?
Para CEOs, Conselhos de Administração e diretores de Compras e Sustentabilidade, essa pergunta é muito maior do que uma simples avaliação ESG.
Ela envolve risco empresarial, reputação, continuidade operacional, acesso a mercados, relacionamento com clientes e proteção do valor da empresa.
Por que isso se tornou necessário?
As grandes organizações passaram a perceber que não basta controlar o que acontece dentro dos seus próprios muros.
Um fornecedor pode estar associado a:
- violações trabalhistas;
- corrupção e conflitos de interesse;
- problemas ambientais;
- ausência de controles de saúde e segurança;
- desmatamento ou impactos socioambientais;
- riscos relacionados a direitos humanos;
- falhas de governança;
- ausência de rastreabilidade;
- informações ESG sem evidências;
- riscos que podem interromper a cadeia de fornecimento.
E existe uma realidade que os Conselhos precisam considerar:
o risco de um fornecedor pode se transformar rapidamente em risco da empresa contratante.
É aqui que a EcoVadis entra.
A plataforma permite estruturar uma avaliação de sustentabilidade empresarial em quatro grandes temas:
Meio Ambiente | Trabalho e Direitos Humanos | Ética | Compras Sustentáveis
Mas o verdadeiro valor não está simplesmente na pontuação.
Está na capacidade de transformar informações em visibilidade, comparação, priorização e melhoria da cadeia de fornecedores.
Para o CEO
A questão não deveria ser:
“Qual medalha vamos conquistar?”
Deveria ser:
“Quais riscos ESG estão escondidos na nossa cadeia de valor e quanto eles podem custar ao negócio?”
Para o Diretor de Compras
A pergunta muda para:
“Estamos escolhendo fornecedores apenas pelo preço ou também pela capacidade de entregar com responsabilidade, resiliência e conformidade?”
Preço baixo pode ser uma vantagem competitiva.
Preço baixo associado a risco oculto pode ser uma bomba-relógio.
Para o Diretor de Sustentabilidade
O desafio é transformar políticas e compromissos ESG em:
evidências, indicadores, controles, planos de ação e melhoria contínua.
Não basta declarar.
É preciso demonstrar.
Para o Conselho de Administração
A questão é ainda mais estratégica:
“Nossa organização conhece suficientemente os riscos ESG existentes em sua cadeia de suprimentos?”
Porque uma empresa pode ter excelentes políticas internas e, ainda assim, carregar riscos significativos através de terceiros.
Estamos juntos