MAS SUAS BARREIRAS REALMENTE FUNCIONAM?
Essa é a pergunta que importa para um CEO, Diretor Industrial, Operações, Engenharia e Conselho.
Tenho décadas de experiência internacional analisando riscos na indústria de celulose, utilizando o BOW TIE para identificar cenários críticos, barreiras preventivas e mitigadoras e, principalmente, as fragilidades existentes entre o risco identificado e a realidade operacional.
Hoje, essa experiência continua no Brasil por meio da Roberto Roche & Associados.
E uma coisa aprendi:
O maior risco não é não ter um Bow Tie.
É ter um Bow Tie tecnicamente perfeito no papel enquanto uma barreira crítica está degradada, desativada, mal definida ou simplesmente não funciona como deveria.
3 CASES QUE MOSTRAM A DIFERENÇA
CASE 01 — PERDA DE CONTENÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS
Em uma indústria de celulose, uma perda de contenção pode deixar de ser um problema operacional e rapidamente transformar-se em incêndio, exposição, contaminação, parada de processo e impacto financeiro.
O Bow Tie permite sair da pergunta:
“Existe um procedimento?”
e chegar à pergunta que realmente interessa:
“QUAL BARREIRA IMPEDE QUE ESSE CENÁRIO ACONTEÇA — E COMO SABEMOS QUE ELA FUNCIONA?”
CASE 02 — INCÊNDIO / EXPLOSÃO
Em processos industriais complexos, não basta listar perigos.
É necessário compreender a sequência:
PERIGO → CAUSAS → EVENTO TOPO → CONSEQUÊNCIAS
E, principalmente:
QUAIS BARREIRAS DEVERIAM INTERROMPER ESSA SEQUÊNCIA?
No Bow Tie, cada barreira precisa sair do papel e entrar na gestão:
responsável • desempenho • manutenção • inspeção • indicador • evidência
É aí que a análise começa a conversar com a realidade da operação.
CASE 03 — EQUIPAMENTOS E OPERAÇÕES CRÍTICAS
Outro ponto recorrente na indústria de celulose é tratar riscos críticos como se fossem apenas mais um item de uma matriz de riscos.
Não são.
O Bow Tie permite identificar quais barreiras são realmente críticas para evitar um evento grave e quais são necessárias para limitar suas consequências.
E então vem a pergunta que muitas organizações evitam:
E SE UMA DESSAS BARREIRAS FALHAR?
É AQUI QUE O BOW TIE DEIXA DE SER UMA FERRAMENTA DE ANÁLISE E PASSA A SER UMA FERRAMENTA DE GESTÃO.
Para nós, Bow Tie não é desenho.
Não é relatório para ficar arquivado.
Não é treinamento genérico.
É uma forma de colocar risco crítico, barreiras, responsabilidade e decisão na mesma conversa.
HAZOP → identifica desvios.
LOPA → avalia camadas independentes de proteção.
BOW TIE → conecta causas, evento topo, barreiras e consequências.
E, quando necessário, essas ferramentas precisam conversar entre si.
PARA CEO E CONSELHO, A PERGUNTA É SIMPLES:
VOCÊ SABE QUAIS SÃO AS BARREIRAS QUE PROTEGEM SUA OPERAÇÃO DOS SEUS PIORES CENÁRIOS?
E mais importante:
VOCÊ TEM EVIDÊNCIAS DE QUE ELAS ESTÃO FUNCIONANDO?
Décadas de experiência internacional na indústria de celulose.
Hoje, aplicadas no Brasil pela Roberto Roche & Associados.
+40 ANOS DE VIVÊNCIA E EXPERIÊNCIA
BOW TIE • RISCOS CRÍTICOS • HAZOP • LOPA • PGR • RESILIÊNCIA OPERACIONAL • QSMS-RS • ESG
Estamos juntos