PREVENIR SAI MAIS BARATO QUE REMEDIAR 3 Comentários


Da teoria a prática do gerenciamento de riscos e gestão de QSMS- RS . 

“ Prevenir sai mais barato que remediar ”

Em todos os projetos que iniciei, por mais experiência que tivesse sempre conversava comigo mesmo depois de implantar, treinar, criar ações de sustentabilidade e analisar riscos, como iria ser até o final ,  será que minhas ações foram realmente efetivas ?

Essa minha inquietude ia até ao termino do projeto e já reiniciava para o próximo que estava sendo transferido.

Em minha vida profissional em diversos lugares por esse mundo afora , passei por tempestades de areia no deserto , guerras onde fiquei preso com a minha família , derrames de óleos que eu não tinha previsto .

Onde nem poderia imaginar que fosse acontecer na minha gestão , ainda mais quando tinha acabado de emprestar alguns km de barreira de contenção (Nunca mais faço isso).

E me sinto mal até hoje por não ter previsto e nem pelo menos escrito um plano de emergência sobre esses fatos ocorridos.

Quando se propõe a implantar um sistema de QSMS-RS e gerenciar os riscos com base nas normas, a mesma se obriga a pensar, desenhar e programar através de um planejamento.

Não podendo esquecer que uma análise e gerenciamento do risco mais abrangente possível são cruciais para o sucesso da empreitada.

As vantagens de se fazer uso do modelo PDCA é que o planejamento base já vem pronto, ou seja, é preciso implementar.

Com o sistema de gestão implementado o passo seguinte é fazer uso do mesmo, para verificar se o mesmo está funcionando, se precisa de adequações, se o sistema está conforme, faz se uso de uma ferramenta que o próprio modelo traz como obrigatória, as auditorias Internas, check list e inspeções diárias.

O objetivo destas ações é o de continuamente e sistematicamente monitorar a efetividade do sistema.

Esta é uma forma compreensiva para prover um excelente retorno das ações pontuais e valiosas informações aos gestores em relação a todo o QSMS-RS, os resultados podem ser usados como áreas alvos para ações de melhoria e subsequentemente, facilitar os planos de melhoria contínua.

Mas o que vem por acontecer?

Para atuar neste planejamento, com base no que é verificado, é preciso fazer uso de outras duas ferramentas também disponibilizadas e obrigatórias pela gestão junto com a análise de risco, que são as ações corretivas e ações preventivas.

O propósito de uma ação corretiva eficaz é o de assegurar a causa ou causas de uma não conformidade real.

E o de uma ação preventiva é assegurar que a causa ou causas de uma não conformidade potencial está identificada, analisada e solucionada visando prevenir o que venha a ocorrer.

“Prevenir sai mais barato que remediar”

O que se espera é que na medida em que a mesma amadureça, os números de ações corretivas tenham uma tendência de queda, enquanto que o número de ações preventivas terá uma tendência de crescimento e a chance de ter um susto diminui.

A sucessão de ações corretivas e preventivas possibilita para a organização a identificação de tendências que podem encaminhar ao rastreamento de problemas, aspectos e perigos em desenvolvimento de processos ou em produtos.

Não podemos esquecer a análise crítica pela direção após as ações corretivas e preventivas, o que leva a organização realizar um novo ciclo PDCA.

Que tem como meta avaliar o status do sistema de gestão implementado, periodicamente quanto a sua eficiência e eficácia.

O mesmo diz respeito à determinação de quais requisitos internos e externos estão sendo adequados e cumpridos para o atendimento dos clientes em relação ao explicitado pela sua política e objetivos.

A diretoria da empresa deve participar, pois são os que tem poder, responsabilidade a quanto aos resultados da gestão de QSMS-RS.

Estes analisam o resultado, as ações corretivas e preventivas, analisam os dados coletados desde a ultima análise crítica, etc.

A intenção desta análise é a de determinar a real situação do QSMS-RS e claro, da própria empresa pela identificação de oportunidades para a melhoria através da determinação de ações para facilitar as ações.

Quem quer ver sua imagem com a vilã do meio ambiente ou como campeão dos acidentes de trabalho?

Na prática significa que a gestão de QSMS-RS e análise de risco devem ser continuamente monitoradas, mensuradas, avaliado e alterado, na busca da melhoria.

Sucesso e a manutenção das ações com melhorias requerem comprometimento da direção e de todos os envolvidos.

A integração destes processos aliados a utilização de uma gerenciamento de risco são a garantia que uma organização terá uma caminhada sem fim em prol da melhoria da eficiência de qualquer que seja o tipo de empresa tornando a cada vez mais competitiva neste mercado implacável com amadores.

Estamos Juntos !

 

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Sobre Roberto Roche

Roberto Roche ao longo de três décadas consolidou sua experiência exercendo vários cargos de alta direção em QSMS–RS & Sustentabilidade nas áreas de Óleo & Gás, Construção Civil Pesada, Montagem Industrial, Portos e Mineração em mais de 15 países na América Latina, África e Oriente Médio como Mars, Queiroz Galvao Internacional e Odebrecht Internacional e Imerys .


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